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+ Arrow Brasil reafirma seu compromisso com a qualidade.

+ Apresentação da Arrow às empresas da região de Santa Rita do Sapucaí.

 

14/05/2007

GERAL

Brasil poderá ser responsável por 1% do mercado de nanotecnologia.

Em 15 anos o Brasil poderá ser responsável por 10 bilhões de dólares (ou 1%) do mercado nanotecnológico, estimado em cerca de um trilhão de dólares. Os dados estão no estudo "Nanotecnologia", coordenado pelo Núcleo de Assuntos Estratégicos (NAE) da Presidência da República (www.nae.gov.br).

De acordo com os estudos, feitos sob a responsabilidade dos pesquisadores Oswaldo Luiz Alves e Fernando Galembeck, do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e Márcia Maria Rippel, do Instituto do Milênio de Materiais Complexos, o País já dispõe de boas condições para sobressair-se no cenário internacional de nanoprodutos, mas precisa, com urgência, considerar alguns aspectos estratégicos: estabelecer marcos regulatórios para a atividade nanotecnológica; maior interação das empresas com os centros de pesquisa | . criar, via BNDES., linhas especiais de crédito para empresas cujos centros de pesquisa estejam comprometidos com estudos de nanotecnologia | setores nos quais o Brasil poderia dedicar-se mais: fármacos, energia, biomedicina e eletrônica | conectar as ações de fomento a nanotecnologia à realidade industrial.

A urgência da regulamentação, segundo os estudos, criaria normas ambientais, de segurança dos trabalhadores, de segurança dos consumidores e de privacidade na área de saúde, tanto no serviço público como no setor médico-hospitalar e previdenciário e rural. São regras essenciais para evitar que países mais avançados dificultem exportações do Brasil, ao alegar barreiras fitossanitárias, ou ausência de padronização na fabricação de certos produtos.

O estudo afirma que a nanotecnologia possibilitará oferta de novos produtos ao consumidor, como cosméticos, tecidos mais resistentes, filtros de proteção solar mais eficientes e de maior duração; na medicina, novos marca-passos e remédios contra diversos tipos de câncer. Os especialistas lembram, no entanto, que se a comercialização for demorada o país pode perder muito nesta área extremamente dinâmica.

Há expectativa de grandes inovações para alguns produtos e processos, como em informática, telecomunicações , química, propriedades de materiais e manufatura de precisão.

O Brasil fomenta as atividades de nanotecnologia por meio das agências e fundos setoriais do MCT. Em 2004, foram instituídas a Ação Transversal de Nanotecnologia nos Fundos Setoriais e a Rede BrasilNano. Em 2005, foi lançado o Programa Nacional de Nanotecnologia (PNN) e criado o Centro Brasileiro-Argentino de Nanotecnologia. O PNN, composto por um conjunto de ações apoiadas com recursos orçamentários do PPA 2004-2007 e dos Fundos Setoriais, tem como objetivo atender as demandas estratégicas identificadas pela comunidade envolvida com o desenvolvimento da nanociência e da nanotecnologia e colocar em prática uma das medidas da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE.

Outras constatações: · O Brasil dispõe de pesquisadores de qualidade internacional, mercado consumidor significativo e mão-de-obra com custo inferior à média mundial, mas corre o risco de ter empregos e patentes transferidos para outros países | · Atualmente, os principais setores da indústria em que se aplicam a nanotecnologia são a química e a microeletrônica. Os especialistas apontaram a vinculação do desenvolvimento da nanotecnologia com política industrial (semicondutores e eletrônica), políticas públicas (energia, meio ambiente, fármacos, saúde e alimentação) e setores onde o país apresenta alta competitividade, entre eles o setor químico e o petroquímico. Registra-se, ainda, metal-mecânico, agronegócio, telecomunicações, metalurgia, construção civil, aeroespacial, defesa etc.

· Existem centenas de pesquisadores brasileiros altamente capacitados, com campos de pesquisa relacionados aos estudos de pontos quânticos , nanopartículas e nanocristais, ou seja, cristais cujas dimensões estão na escala nanométrica ( 1 nanômetro = 1 bilionésimo do metro) . Temos, ainda, um número significativo de pesquisadores no exterior, seja em programas de cooperação, seja em programas de doutoramento ou pós-doutoramento.

· As instituições brasileiras mais representativas, por ordem de publicação, que podem variar levemente ao longo dos anos, são: Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e Universidade de Brasília (UnB). Destacam-se também: Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), em São Paulo, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

· No capítulo sobre a nanotecnologia no cenário internacional, o estudo mostra que as regiões mais avançadas na atividade são: América do Norte, com destaque para os Estados Unidos; União Européia, com menção da Alemanha, Reino Unido e França; e Extremo Oriente, com distinção para o Japão e China.

· Os países mais avançados têm programas de nanotecnologia com orçamentos crescentes, no mesmo patamar, ou muito próximos, aos de biotecnologia, de tecnologias da informação e de meio ambiente.

O estudo sobre Nanotecnologia aborda as implicações da atividade para o Brasil e o cenário internacional, com identificação e análise de estratégias governamentais e empresariais. Foram analisados dois grupos de países: aqueles cuja presença na literatura científica já mostravam atividade consistente e/ou atividades apoiadas pela definição de programas nacionais para área (países-chave); e o outro conjunto foi constituído por países que potencialmente poderiam ser competidores do Brasil (países-competidores).

Portal Fator Brasil – 10/05/2007

Indice Nikkei encerra com leve baixa.

O índice Nikkei 225 encerrou com leve baixa o pregão da Bolsa de Tóquio, pressionado pelas realizações de lucros com ações ligadas aos setores de commodities e pela queda nos papéis das montadoras. O índice perdeu 0,1% e fechou em 17.736,96 pontos.

De acordo com a previsão de Yutaka Miura, administrador da Shintaka Securities, o Nikkei deve se mover na faixa dos 17.600 a 17.850 pontos na sessão de amanhã. “Estamos assistindo aos movimentos de algumas ações específicas, com base na divulgação de balanços corporativos”, disse, acrescentando que neste momento não há nenhum fator capaz de influenciar todo o mercado.

As companhias do setor imobiliário estiveram entre as mais notáveis ganhadoras do dia. A maior delas, Mitsui Fudosan, alcançou valorização de 2,4% depois de ter divulgado, ontem, um plano de negócios animador. A Mitsubishi Estate avançou 0,3%.

As ações da Toyota declinaram 1,8% após a gigante do setor automobilístico anunciar a previsão de um crescimento apenas moderado (0,5%), em seu lucro operacional, devido às perspectivas incertas da economia dos EUA e do dólar. Outras montadoras também foram afetadas pelo anúncio. Os papéis da Nissan Motor recuaram 2,1%.

NTT Data disparou 6,7% graças à divulgação de sólidos resultados no último ano fiscal. Os fabricantes de semicondutores também registraram alta em suas ações, com uma notícia a respeito dos investimentos programados para este ano, que devem permanecer elevados, embora um pouco abaixo do montante do ano passado. Advantest fechou com ganho de 1,9% e Shin-Etsu Chemical, de 1,8%.

Os papéis das empresas de navegação, metais não-ferrosos e petróleo apresentaram perdas significativas, devido às realizações de lucros que se seguiram aos ganhos recentes. Sumitomo Titanium caiu 1,1%, a firma de navegação Nippon Yusen K.K. recuou 1,6% e as ações da companhia de produção e exploração de petróleo Inpex Holdings declinaram 1,9%. As informações são da Dow Jones.

Diário da Manhã – 10/05/2007

KKR & Co obtém financiamento para compra da rede Alliance Boots Plc.

A Kohlberg Kravis Roberts & Co. anunciou ontem que conseguiu um empréstimo de 8,2 bilhões de libras (US$ 16,3 bilhões) para financiar a compra da rede de farmácias Alliance Boots Plc avaliada em US$ 22 bilhões. A aquisição é a maior com alavancagem já realizada na Europa. De acordo com comunicado divulgado ontem, a KKR e o bilionário italiano Stefano Pessina levantaram 3,93 bilhões de libras por meio de seus próprios fundos e outros 820 milhões de libras em renovação de crédito para realizar a compra da rede. O documento de 145 páginas fornece informações sobre a compra, a qual a Alliance Boots já aconselhou os acionistas a aceitar e que irá cobrir débitos e custos com financiamento. Pessina, o maior acionista da Alliance Boots e presidente da rede, em conjunto com a KKR concordou no último dia 24 de abril em comprar a operadora de farmácias e distribuidora de medicamentos por 11,1 bilhões de libras. No final do mês, os acionistas votarão sobre o plano de venda da Alliance Boots. Caso o acordo seja aprovado, a comercialização das ações da empresa em bolsa serão suspensas. “Os diretores independentes da empresa acreditam que os termos da venda estão de acordo com os interesses dos acionistas da Alliance Boots. Recomendamos que a transação se aceita por todos os nossos investidores”, disse Nigel Rudd, presidente da rede em carta que faz parte do documento divulgado ontem. A aquisição avalia a Alliance Boots em 1.139 pence por ação, 40% a mais do que o valor dos papéis em 8 de março, dia anterior ao início das negociações. Na semana passada, a companhia informou que seus lucros anuais subiram 11% para 467 milhões de libras depois que despesas foram reduzidas e as vendas registraram alta. Também na semana passada, o fundo de pensão da Alliance Boots informou que poderá pedir 1 bilhão de libras em depósitos antecipados para a KKR. O pagamento deverá ser feito em dinheiro e novos seguros. “As negociações com o fundo de pensão ainda estão acontecendo e nenhum acordo foi fechado até o momento”, afirma o documento de 145 páginas. Richard Baker, chefe executivo da Alliance Boots, receberá pelo menos 6,5 milhões de libras em opções de ações por metas alcançadas depois da fusão da Alliance Unichem e do Boots Group ocorrida no ano passado. Mais de 10 milhões de libras em opções de ações devem ser pagas aos diretores da rede. A Alliance Boots era alvo de uma disputa entre a KKr e Pessina e o grupo formado pelo financista Guy Hands. A Terra Firma Capital Partners Ltd., empresa controlada por Hands, retirou sua oferta depois que a KKR e Pessina assumiram o controle de ações suficientes para bloquear uma oferta rival. A aquisição dará à KKR o controle de 3.100 lojas e transformará a empresa na maior fornecedora da região, servindo a 125 mil hospitais e farmácias. A KKR esteve envolvida em mais de US$ 109 bilhões em transações somente este ano e entre as aquisições está a da TXU Corp. por US$ 44 bilhões. A KKR elevou sua oferta pela Alliance Boots três vezes. A proposta final é 4,5% maior do que a última oferta feita pela empresa e 2,2% mais elevada do que a proposta feita pela Terra Firma no último dia 20 de abril em conjunto com a Wellcome Trust Ltd. e com a HBOS Plc. A proposta do grupo de Hands resultou em uma oferta de 1,115 pence por ação, ou 10,8 bilhões de libras (US$ 21,7 bilhões). Ainda de acordo com o comunicado divulgado ontem, Pessina será apontado como o presidente executivo da Alliance Boots e Scott Wheway será diretor de varejo para saúde e beleza.

DCI – 10/05/2007

Corporações utilizam redes de comunicação móvel com parcimônia.

A maior parte das corporações ainda não definiu a melhor maneira de integrar as aplicações tradicionais do dia-a-dia à comunicação móvel. A mobilidade é considerada um diferencial, mas são poucas as empresas na região que, de fato, abrem suas redes aos funcionários.

Um dado significativo é que apenas 15% das corporações que utilizam a rede celular como meio de trabalho autorizam seus funcionários acessarem e-mails. A maior parte ainda é voltada para os serviços de voz, 32%. México, Argentina e Brasil são os países onde as aplicações corporativas estão em estágio mais avançado, mas ainda assim, são consideradas incipientes.

"Há um grande espaço para as aplicações móveis crescerem na América Latina e há empresas interessadas, mas a verdade é que a maior parte precisa ainda 'enxergar' o valor agregado da ferramenta no seu dia-dia, além, é claro, de ter acesso mais eficiente aos produtos e serviços das operadoras", afirmou Romina Adduci, Diretora de Telecom da IDC América Latina, que participou do IDC Brazil Business Mobility & Convergence Conference 2007, evento realizado na capital paulista, nesta terça-feira, 08/05.

O estudo da IDC apura que o serviço de voz ainda é o grande carro-chefe das empresas quando há a contratação de um serviço corporativo. "Mais de 90% das empresas usam de alguma forma a comunicação móvel no trabalho", afirma. Mas, em contrapartida, "poucas abrem o uso de aplicações de dados para os funcionários. Apenas 15% liberam suas redes corporativas para acesso de e-mail para funcionários remotos", destaca Romina Adduci.

Resistência

Ainda de acordo com dados apurados pela IDC, há características significativas no mundo móvel. Na Argentina, por exemplo, muitas corporações apostaram no SMS - envio de mensagem de texto - como ferramenta de trabalho. "Na Argentina, o serviço de voz sofreu com o impacto da receita do SMS", afirma Romina Adduci.

Já no México, o SMS não é significativo no mundo empresarial. Lá, as aplicações integradas das redes, principalmente às ligadas ao mundo CRM e ERP, são dominantes na contratação dos serviços.

No Brasil, há um mix, destaca a especialista da IDC América Latina, mas o país ainda detém um grau menor de uso das aplicações móveis do que o México. "O Brasil ainda não evoluiu para a integração das aplicações legadas no mundo móvel. Há uma dificuldade em viabilizar esses projetos", completa Romina Adduci. A pesquisa revela ainda um dado interessante. Há uma grande desconfiança das corporações com relação ao uso de infra-estruturas públicas de acesso Wireless às suas redes corporativas.

Pouco menos de 10% das empresas entrevistadas na região com mais de 250 funcionários, admitiram permitir o acesso dos seus colaboradores a partir dessas infra-estruturas às aplicações corporativas como CRM e ERP. Mais de 70% dos entrevistados foram taxativos: não faz parte dos planos adotar esse meio para o dia-a-dia.

"Essa é a prova que há muito por fazer e por conquistar no mundo móvel. A segurança das aplicações. O modelo de produtos a ser ofertado. Enfim, há um exercício para as operadoras e desenvolvedores de aplicação para ser realizado o quanto antes. Somente com a garantia da qualidade do serviço, as corporações vão repensar seus planos", concluiu a analista da IDC para a América Latina.

Convergência Digital – 08/05/2007

24º Congresso Brasileiro da Radiodifusão promovido pela ABERT acontecer]a ente os dias 29 e 31 de maio.

O 24º Congresso Brasileiro da Radiodifusão, evento promovido pela Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), reunirá os principais atores da área de comunicações do país em um debate sobre a realidade do setor e o seu futuro.

O evento, que ocorrerá entre os dias 29 e 31 de maio no hotel Blue Tree em Brasília, debaterá a tecnologia digital no rádio e na TV, a convergência tecnológica, a importância do modelo federativo da radiodifusão, a responsabilidade social e a realidade regional das empresas de radiodifusão.

"Será um evento muito rico, pois contaremos com a participação de autoridades, técnicos, representantes de órgãos reguladores, executivos do setor e também representantes do segmento de telecomunicações", diz o presidente da Abert, Daniel Pimentel Slaviero.

Ele destaca que o painel: Convergência Tecnológica e Globalização, por exemplo, terá a participação do presidente da Brasil Telecom, Ricardo Knoepfelmacher, do presidente da Anatel, Plínio Aguiar e do vice-presidente de Relações Institucionais da TV Globo, Evandro Guimarães.

A mediação ficará por conta do advogado, Alexandre Jobim. "Este será um momento em que todas as partes interessadas poderão expor suas posições de uma maneira clara", destaca Slaviero. O painel ocorrerá no dia 31 de maio entre 9h e 10h30.

Outro painel que deverá chamar a atenção dos participantes é do Rádio Digital, que ocorrerá no dia 30 de maio entre 16h e 17h30. O debate será mediado pelo assessor técnico da Abert, Ronald Barbosa e abordará questões relativas ao processo de implantação da tecnologia no país. "Questões sobre as possibilidades proporcionadas pela tecnologia e as formas de financiamento para os radiodifusores serão abordadas durante este debate", informa o presidente da Abert.

O painel: TV Digital será mediado pelo presidente da Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão (SET), Roberto Franco. "Neste painel, teremos um debate centrado nas questões relativas ao processo de implantação da TV Digital no Brasil, as últimas novidades sobre o desenvolvimento do padrão que será explorado no país e também as alternativas de financiamento dos equipamentos para as emissoras de televisão", explica Slaviero.

Exposição

O presidente da Abert também destaca que, além dos debates os participantes do evento poderão conhecer as novidades do setor de radiodifusão na 21ª Exposição Nacional de Equipamentos, que ocorrerá de forma paralela ao 24º Congresso Brasileiro da Radiodifusão. "A Exposição reunirá fabricantes de equipamentos da mais avançada tecnologia em radiodifusão, além de prestadores de serviços do Setor". Serão 42 stands distribuídos em uma área de 1.415 m2 que deverão ser visitados por um público estimado em nove mil pessoas.

Serviço

As inscrições para o 24º Congresso Brasileiro da Radiodifusão podem ser feitas pelo telefone (61) 2104-4600 ou pelo site: www.abert.org.br .

Convergência Digital – 08/05/2007

Em poucos anos, o receptor de GPS poderá se tornar tão comum quanto o relógio nas câmeras digitais.

Obviamente, ninguém precisa de um relógio para fotografar. Mesmo assim, as câmeras digitais possuem relógio embutido para registrar a data e o horário das fotos. O fato é que incorporar esse dispositivo a essas câmeras custa muito pouco. Assim, não há razão para não oferecer essa conveniência. Algo parecido vai acontecer com o receptor de GPS daqui a alguns anos. Com ele, a câmera vai registrar o local em que cada imagem foi clicada. Entre os dados incluídos no arquivo da imagem estará algo como "Praia de Morerê, Ilha de Boipeba, Bahia, Brasil", além das coordenadas geográficas.

Uma solução interessante para isso foi desenvolvida pela empresa holandesa NXP, que já foi parte da Philips e depois se desmembrou dela. A câmera apenas registra os dados recebidos dos satélites no instante da foto, sem processá-los. Assim, não é necessário colocar um chip poderoso (e caro) nela. Basta um receptor simples, que é desligado quando a câmera está ociosa para poupar as baterias. Quando a foto é transferida para o computador, um programa encarrega-se de processar os dados e determinar a localização. Para isso, o aplicativo consulta uma base de dados online mantida pela NXP. A solução completa - chip receptor, antena e software - deverá acrescentar cerca de 4 dólares ao custo da câmera, segundo a empresa.

O sistema da NXP deverá ser embutido em câmeras fotográficas previstas para lançamento no final de 2008. Mas ele já está presente num pequeno acessório desenvolvido pela Jobo, empresa alemã de longa tradição em fotografia. Seu photoGPS funciona encaixado na sapata para flash, registrando o local de cada foto. Além de latitude e longitude, o dispositivo fornece dados como país, cidade, rua e ponto de interesse mais próximo. Há várias categorias de pontos de interesse, como lojas, embaixadas e atrações turísticas. O usuário escolhe quais quer associar ao arquivo. O photoGPS tem lançamento previsto para o próximo Inverno, com preço sugerido de 149 euros.

INFO – 08/05/2007

Senadores precisam votar 13 MPs para destrancar pauta

Treze MPs (medidas provisórias) trancam a pauta de votações do Senado Federal nesta semana. Sete delas fazem parte do PAC (Plano de Aceleração do Crescimento). Como a Câmara dos Deputados promoveu alterações em todas elas, tramitam no Senado na forma de projetos de lei de conversão (PLVs).

As duas primeiras MPs incluídas na ordem do dia não fazem parte do PAC. A MP 338/06 trata da abertura de crédito extraordinário no Orçamento da União de 2006, no valor de R$ 7,457 milhões, para estatais. Do total, R$ 7 bilhões foram liberados para a Petrobras aplicar na manutenção e recuperação de sistemas de produção de óleo e gás natural, na distribuição de derivados de petróleo, gás natural, álcool e outros combustíveis, na pesquisa e no desenvolvimento tecnológico e para financiar o programa Brasil com Todo o Gás.

A outra parcela, de mais de R$ 450 milhões, foi destinada à instalação de postos de atendimento público por bancos federais (Banco do Brasil, Banco da Amazônia, Banco do Nordeste e Caixa Econômica Federal).

Já o PLV 04/07, proveniente da MP 335/06, modifica dispositivos legais relacionados a imóveis da União para facilitar a regularização de assentamentos e o acesso a terreno ou moradia para a população de baixa renda. Os beneficiários da matéria são famílias com renda familiar de até cinco salários mínimos.

PAC – Integram o PAC os itens 3 (PLV 05/07), 7 (PLV 09/07), 6 (PLV 08/07), 8 (PLV 10/07), 9 (PLV 11/07), 10 (PLV 12/07) e 11 (PLV 13/07) da ordem do dia.

Proveniente da MP 353/07, o PLV 05/07 criou 157 cargos comissionados, sem exigência de concurso público para a sua ocupação, para os servidores que cuidarão da arrecadação dos bens e do pagamento das obrigações decorrentes da extinção da Rede Ferroviária Federal). O PLV 09/07 (MP 347/07) autorizou a União a repassar para a Caixa Econômica Federal R$ 5,2 bilhões para o financiamento de obras de saneamento básico e habitação popular, entre outras operações.

O PLV 08/07 (MP 348/07) criou o FIP-IE (Fundo de Investimento em Participações em Infra-Estrutura), com o objetivo de angariar recursos para investimentos em novos projetos de infra-estrutura. O PLV 10/07 (MP 349/07) destinou R$ 5 bilhões do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para aplicação nas áreas de energia, rodovia, ferrovia, porto e saneamento, através do FI-FGTS (Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

Outro projeto do PAC incluído na pauta, o PLV 11/07, proveniente da MP 352/07, criou incentivos fiscais para a produção de equipamentos eletrônicos utilizados na TV digital. A matéria também instituiu o Padis (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores) e o PATVD (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Equipamentos para a TV digital).

Também integrantes do PAC, os PLVs 12/07 e 13/07 ajudam a trancar a pauta de votações. Proveniente da MP 340/06, o PLV 12/07 corrige em 4,5% a tabela do IRPF (Imposto de Renda de Pessoa Física), anualmente, até 2010.

O mesmo percentual foi aplicado às isenções e deduções com educação e dependentes. No período, o reajuste acumulado é de 19,25% em relação a 2006. Essa matéria também trata de outros assuntos, como o uso de crédito tributário pelas empresas e os novos valores do DPVAT (Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores).

Já o PLV 13/07 (MP 351/06) concede incentivos fiscais para projetos na área de infra-estrutura. A MP isenta de PIS/Cofins as empresas que tenham projetos aprovados para implantação de obras nos setores de transportes, portos, energia e saneamento básico.

Os benefícios valem para a compra de máquinas, equipamentos, materiais de construção e serviços adquiridos tanto no Brasil quanto no exterior. No caso de compras feitas em outros países, a isenção será para o pagamento de PIS/Cofins-Importação.

Fundeb – Entre os projetos de lei de conversão a serem votados pode-se destacar ainda o PLV 7/07, proveniente da Medida Provisória 339/06. A matéria regulamenta o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).

Além disso, determina que a aplicação dos recursos do fundo não isenta os estados, o Distrito Federal e os municípios da obrigatoriedade da aplicação na manutenção e no desenvolvimento do ensino, conforme prevê a Constituição. Outro item é o PLV 6/07, que provém da MP 341/06. O projeto trata de cargos e de remuneração de várias carreiras do serviço público.

Por fim, também obstruindo as votações, o PLV 14/07 e a MP 356/07. O primeiro, proveniente da MP 355/07, dispõe sobre a prestação de auxílio financeiro pela União aos estados, Distrito Federal e municípios, em 2007, com o objetivo de fomentar as exportações brasileiras. E a MP 356/07 abriu crédito extraordinário em favor do Ministério dos Transportes no valor de R$ 100 milhões destinados aos Jogos Pan-Americanos e Para-Pan-Americanos 2007, no Rio de Janeiro. Conjuntura Online – 10/05/2007

AUTOMOTIVO

A procura de componentes tecnológicos para automóveis está em franco crescimento.

Embora no nosso país as tecnologias de informação só agora comecem a ser associadas aos automóveis, são já muitas as empresas de TI que descobriram o potencial deste negócio. Em parceria com os fabricantes da indústria automóvel ou através de ofertas stand-alone, as tecnológicas tentam marcar pontos junto dos consumidores.

"O segmento automóvel tem vindo a ganhar peso, de uma forma sustentada, face aos restantes segmentos onde a TomTom atua", reconhece o diretor comercial da TomTom em Portugal, Nuno Campos.

Atendendo ao fato de a taxa de penetração dos GPS no parque automóvel nacional ser inferior a um por cento, este responsável garante que o potencial do mercado em questão não pode ser ignorado. Atenta a esta área, a Santsignal, distribuidora dos produtos Garmin, também acredita no crescimento desta área de negócio que, de acordo com a marketing & communications manager, Cláudia Sousa, representa mais de 85% das suas receitas. A Garmin tem uma vasta gama de produtos que cobre a área marítima, outdoor & fitness, aeronáutica e automóvel, no entanto, esta última "é sem dúvida a que mais tem crescido nos últimos anos, apesar de ser também a que tem assistido ao nascimento de mais concorrentes", esclarece aquela responsável.

O segmento automóvel é igualmente importante para a Pioneer. Segundo o country manager da empresa no nosso país, Carlos Valente, este segmento representa "por volta de 30% do total do negócio da marca".

A Nokia Mobile Enhancements é a unidade de negócio da marca finlandesa que endereça este mercado específico. A sua oferta divide-se entre alguns acessórios, como carregadores de isqueiro, car-kits de sistema plug-in, car-kits de instalação profissional, antenas/módulos de GPS, sistemas e suportes de viatura.

Alguns fabricantes acreditam que, a curto prazo, este tipo de dispositivos poderá assumir-se como um elemento decisivo no momento da compra de um automóvel. A procura da comodidade pelos utilizadores é apontada como um das principais impulsionadoras do negócio nesta área.

Atualmente, a escolha é diversificada, podendo os clientes optar entre uma panóplia de sistemas de navegação, sistemas bluetooth plug-in, auto-rádios com MP3, USB e ligação iPod, subwoofers e amplificadores, entre muitos outros.

"Estes acessórios ou dispositivos promovem a comodidade e facilidade de utilização do consumidor que é cada vez mais exigente", confirma enhancements sales manager da Nokia em Portugal, Rui Jesus. Os GPS são, de todos, o acessório mais popular e o que tem ganho mais notoriedade nos últimos tempos. Estes sistemas "permitem uma melhoria na vida das pessoas a dois níveis: por um lado, poupam tempo aos condutores; por outro, ajudam a uma condução mais precisa e com menos hesitações, permitindo também um aumento da segurança", exemplifica o diretor comercial da TomTom. Ainda assim a marketing & communications manager da Santsignal considera que os GPS incluídos nos automóveis continuam a ser um extra muito caro, pelo que as marcas preferem oferecê-los em campanhas promocionais. Na opinião desta responsável, os clientes preferem os GPS portáteis aos fixos, pela "versatilidade de poderem usá-los em várias viaturas e nos passeios a pé".

A entrada de novos players neste mercado, nomeadamente da Microsoft, que apresentou há pouco tempo o sistema de navegação Sync, é encarada com tranquilidade pelas empresas que actuam neste mercado. "Dá-se as boas-vindas aos que entram no ramo da navegação, já que isto permite também um crescimento do mercado", afirma o diretor comercial da TomTom. Contudo, apesar da imaturidade do mercado, este responsável constata que "é difícil para novas empresas entrar e ganhar uma quota confortável e que os bem sucedidos são aqueles que têm a combinação ideal entre software e hardware e o objetivo de ir ao encontro das necessidades dos automobilistas".

Para a Pioneer, a entrada de um novo player no mercado torna todos mais fortes e beneficia o consumidor, uma vez que tem mais opções de escolha.

A experiência conta e a Garmin acredita que esta é a sua mais-valia no mercado dos GPS. No entender da marketing & communications manager da Santsignal ainda falta à concorrência "o know-how nesta área e isso irá manifestar-se sobretudo na assistência pós-venda".

As parcerias são um elemento importante na estratégia destas empresas. A Pioneer possui acordos com construtores de automóveis no que toca a OEM. "Em Portugal, a Visteon e a Bosh Blaupunkt utilizam o mecanismo de CD da Pioneer nos seus auto-rádios", revela o country manager da empresa. A Nokia tem apostado na categoria de Car Solutions, especificamente na área de GPS, na qual tem firmado parcerias com a Route 66 e com a Navicore.

Em Portugal, a TomTom assinou acordos de colaboração com as principais marcas de automóveis. No total, o diretor da empresa contabiliza nove revendedores no ramo automóvel. "O objetivo é continuar a aumentar esta cobertura muito em breve", assegura Nuno Campos.

Embora os negócios OEM da Garmin sejam, a maior parte das vezes, feitos diretamente entre os fabricantes e a casa-mãe, em Portugal foram concretizadas algumas parcerias pontuais com representantes e concessionários automóveis por altura do lançamento de novos modelos. Entre estes contam-se os estabelecidos com as marcas Mazda, Mercedes Benz, Kya, Isuzu, Fiat, Lancia, Alfa Romeo, Citroën e Suzuki.

O passo seguinte deste mercado em ascensão está em massificar a utilização do GPS nos terminais de telemóveis, quer como uma ferramenta de apoio na condução do automóvel como para o utilizador transeunte Semana Informática Portugal – 10/05/2007

A Toyota está comemorando três façanhas, que correspondem ao fechamento de seu ano fiscal. Além do lucro recorde de US$ 13,815 bilhões, 20% mais do que no ano anterior, a montadora japonesa celebra 70 anos de existência e a liderança mundial do setor automotivo, após desbancar a norte-americana General Motors, que ocupou o topo do ranking por 76 anos. É o quinto ano consecutivo de lucros recordes para a Toyota.

Entre abril de 2006 e março de 2007 a fabricante comercializou 8,5 milhões de veículos, 500 mil mais. Os japoneses lideraram até mesmo no mercado norte-americano, onde registraram cerca de 3 milhões de veículos vendidos, num período de grandes dificuldades para os concorrentes. “Fazemos o nosso máximo para satisfazer os clientes em todo o mundo. Apesar das dificuldades, vemos oportunidades de crescimento e nossa meta é evoluir mais ”, disse ontem o presidente da empresa, Katsuaki Watanabe.

A expectativa de crescimento para o próximo período, no entanto, é modesta - está em torno de 4%. Entre janeiro e março deste ano, as vendas da empresa ao redor do mundo foram de 2,35 milhões de veículos, volume que superou a marca de 2,26 milhões da GM e deu a liderança para a companhia japonesa.

E não foi só a Toyota que teve melhor desempenho que as norte-americanas Ford, GM e Chrysler. Nissan e Honda, também japonesas e rivais da marca líder, melhoraram seu desempenho, apesar de registrarem quedas nos lucros durante os últimos quatro meses.

A crise no mercado norte-americano tem afetado até o México, que teve suas exportações reduzidas pelo quinto mês consecutivo. Os Estados Unidos são os principais compradores de carros mexicanos. OESP – 10/05/2007

Os chamados veículos "inteligentes", com equipamentos que fornecem dadossobre o trânsito, podem ter um consumo mais econômico que os denominados híbridos e, portanto, produzir menos gases poluentes. A conclusão é de um estudo da Universidade de Melbourne.

Os veículos híbridos são os que funcionam com eletricidade e combustíveis clássicos, segundo as condições de tráfego, de forma a obter uma redução do consumo de energia. Já os carros "inteligentes" são veículos convencionais dotados de sensores e receptores para dar e receber informações sobre o trânsito, com o objetivo de que o automóvel tenha condições de fazer uma viagem mais tranqüila ou mais rápida por conhecer de antemão as condições das ruas e estradas, sem a necessidade de frear ou acelerar inesperadamente e, portanto, reduzindo também o consumo de combustível.

A tecnologia dos veículos "inteligentes", no entanto, está pouco desenvolvida até o momento. Agora, cientistas da Universidade de Melbourne (Austrália) apresentaram um estudo comparativo segundo o qual a versão híbrida de um determinado modelo de veículo reduz o consumo de energia entre 15% e 25%. Porém, a versão "inteligente" do mesmo modelo pode obter uma diminuição do consumo de 33%, segundo o estudo publicado pela revista "Transport Research Part C: Emerging Technologies".

Corumbá Online – 10/05/2007

Fiat cofirma produção do sedã Linea no Brasil.

A matriz da Fiat acaba de confirmar a produção do sedã Linea no Brasil, conforme havia sido antecipado pelo JC há exatamente um ano. O carro, mostrado em outubro passado na Turquia, onde já é vendido, será feito em Betim (MG) e vai substituir o Marea. Esse último teve a versão 1.8 extinta recentemente - agora está disponível apenas com motor 1.6, com oferta cada vez mais reduzida. No mercado brasileiro, o Linea contará com o novo motor 1.9 bicombustível que a Fiat já produz na Argentina e rende até 130 cavalos ao utilizar apenas álcool.

Embora a marca não confirme, segundo fontes do mercado o novo sedã deve ser lançado no País até o final deste ano. Seu objetivo é conquistar 13% de participação num segmento cada vez mais competitivo e do qual fazem parte Honda Civic, Toyota Corolla, GM Vectra e Renault Mégane, entre outros.

Visto de frente, o sedã segue a identidade visual adotada a partir da nova geração do Palio, lançada no início de março. Suas linhas também estão presentes no Grande Punto, hatch italiano que lhe deu origem e será feito no Brasil - a vendas devem começar no final de julho.

O novo carro tem 4,56 metros de comprimento, 1,73 m de largura e 2,6 m de entreeixos, números compatíveis com os do Corolla, atual líder do segmento.

Seu porta-malas acomoda 500 litros, volume que será menor apenas que os 526 l do Vectra e os 520 l do Mégane, entre os principais concorrentes.

Na parte estrutural, o sedã mineiro terá suspensão dianteira independente e traseira com eixo de torção. No quesito segurança, poderá vir com até seis air bags - frontais de duplo estágio -, além de ABS e ESP (controle eletrônico de estabilidade).

Outro destaque tanto do Linea quanto do Grande Punto, pelo menos nas versões topo de linha, será o acabamento interno caprichado que terá itens sofisticados como ar-condicionado digital com regulagem de meio em meio grau.

Além do Brasil, o sedã será fabricado na Índia, China e Rússia.

OESP – 09/05/2007

Audi terá versão conversível

A Audi prepara uma versão conversível do A3 que só será apresentada ao público durante o próximo Salão de Genebra (Suíça), em março do ano que vem, de acordo com agências de notícias internacionais.

O novo modelo poderá levar até quatro pessoas e terá capota de lona com acionamento elétrico. Segundo fontes da fabricante, esse é o sistema que deverá equipar os próximos conversíveis da Audi - no lugar das capotas rígidas.

O conjunto mecânico - motor e câmbio - será o mesmo da versão fechada e o novo carro deverá estar à venda já no ano que vem.

OESP – 10/05/2007

VW ARgentina recebe investimento de US$ 100 mi.

A Volkswagen da Argentina vai receber um investimento de US$ 100 milhões na ampliação de sua fábrica de transmissão em Córdoba.

A montadora já havia anunciado recentemente a produção de uma picape média e um jipe no Mercosul. O local ainda não foi definido, mas fontes do mercado afirmam que a planta argentina de Pacheco deve ser a escolhida.

OESP – 10/05/2007

CONSUMER

Porta retratos digitais

PRODUTO: DP772 FABRICANTE: Coby WEB: www.e-store.com.br PREÇO: R$ 558 DETALHES: Mãe que é mãe adora tirar fotos de seus familiares e depois as exibir em diversos porta-retratos espalhados pela casa. E, para não perder essa tradição, pipocam pelo mercado vários porta-retratos digitais que prometem reproduzir as fotos de micros, pen drives e cartões de memória sem a necessidade da impressão fotográfica das imagens digitais. Com o DP772 não é diferente. O aparelho tem um visual ‘clean’, com borda de acrílico transparente e branca , e pode ficar na horizontal ou na vertical. Atrás da armação há entradas USB e para cartões de memória SD/MMC, XD, CF e MS/MS Duo. Isso é bem legal, pois basta espetar um desses periféricos nele para ver de tudo na tela LCD de sete polegadas. Nos testes com um pen drive cheio de fotos, músicas e filmes, o DP 772 se mostrou fácil de mexer e detectou o periférico rapidamente, abrindo um menu com opções de fotos, músicas, vídeos e arquivos de texto. Com as imagens, a resolução de fotos em alta resolução não foi boa e ficou distorcida. Já em baixa resolução, a qualidade é satisfatória. Uma dica: para a foto preencher toda a tela, escolha a opção de proporção 16:9. Com as músicas ele tocou direitinho e o som é bom. É meio cafona escolher a opção de "slide show" e colocar alguma música de fundo, mas dá para fazer isso. Já com os vídeos, o porta-retrato apenas reproduz arquivos no formato AVI e MPG4, e a imagem do filme na tela ficou disforme.

Mundo Virtual – 09/05/2007

Positivo tem lucro líquido 54,1% maior.

A Positivo Informática, fabricante nacional de PCs, registra um salto de 54,1% no lucro líquido do primeiro trimestre de 2007, em relação ao mesmo período do ano anterior, somando R$ 46,4 milhões. Já a receita teve crescimento de 49,2% na comparação dos trimestres, atingindo R$ 397 milhões, enquanto o EBITDA ajustado apresentou uma variação de 37%, com um total de R$ 52,9 milhões.

Como destaque do período, a fabricante aponta o segmento varejista, que acompanhou incremento de 72% nas vendas de computadores, no trimestre, e respondeu por 82,3% dos negócios totais da Positivo. O desempenho está associado a fatores como o alcance da rede distribuição física e a oferta de crédito pelo canal do varejo.

Posicionada como a 18ª maior fabricante de computadores no mundo, segundo dados da IDC de 2006, a Positivo observou um salto de 53,8% nas vendas totais de equipamentos, nos primeiros três meses de 2007.

O volume de unidades comercializadas passou de 161,1 mil a 247,9 mil, na comparação entre os trimestres. Desse total, 226,2 mil foram desktops – com um crescimento de 42,7% sobre os primeiros três meses de 2006 – e 21,7 mil notebooks, o que significa um aumento de 733,7%, no mesmo período.

ResellerWeb – 10/05/2007

FIC investe para aumentar capacidade de produção

Depois de ver o mercado brasileiro de desktops registrar crescimento de 46% no ano passado e tornar-se o terceiro maior do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e da China, empresas como a taiwanesa Fist Internacional Computer (FIC) estão investindo para aumentar sua capacidade produtiva e conseguir suportar tamanho crescimento doméstico. Além disso, a popularização de PCs tem feito a alegria das grandes redes de varejo. Hoje, a marca de computadores Kennex, do empresário João Paulo Diniz, da família que controla o Grupo Pão de Açúcar, por exemplo, anuncia o lançamento de um computador em parceria com a indústria de processadores Intel. “A venda de computadores tem crescido a taxas chinesas”, afirma Michael Klein, diretor executivo da Casas Bahia, com exclusividade ao DCI. Ele acredita que a venda de computadores pode, daqui a algum tempo, até mesmo se igualar à do número de televisores. O caso da FIC é o mais novo registro de investimentos do setor no País. A empresa, cuja produção de componentes é bastante expressiva no mundo, pretende investir este ano cerca de US$ 20 milhões em sua fábrica no Brasil, localizada em Santa Rita do Sapucaí (MG). O objetivo da companhia para o Brasil é de aumentar a receita em quase três vezes (280%) em 2007 para conseguir apenas atingir a atual demanda. Com isso, espera alcançar um faturamento de US$ 46 milhões. No mundo, o faturamento anual da companhia é de aproximadamente US$ 2,3 bilhões. Para alcançar sua meta, a FIC Brasil lança uma linha de placa-mãe, placa de fax modem e memória para computador com marca própria. Além disso, a empresa está fortalecendo sua linha de computadores com modelos populares, como o Imagine PC, com o processador Celeron 2.66 Mhz, monitor de 17 polegadas e conjunto de multimídia incluso. A capacidade produtiva mensal da multinacional taiwanesa é de 30 mil placas-mãe, 20 mil computadores e 50 mil pentes de memória. Outra companhia multinacional em pleno processo de expansão no Brasil é a fabricante de computadores Dell, que em breve inaugurará sua segunda fábrica no Brasil, em São Paulo, para atender seu maior mercado consumidor. Na Bahia, há outro exemplo de indústria em expansão. A situação da Kelow, criada em 2004 por Marcos Dislacio, ex-presidente da Semp Toshiba Informática, é a mesma das concorrentes: necessidade de investimentos para responder à crescente demanda. A empresa espera dobrar o número de computadores comercializados este ano em relação ao ano anterior, quando a Kelow colocou no mercado 50 mil desktops. Sendo a previsão de venda maior do que a empresa poderia produzir, a Kelow ampliou a capacidade em 70% neste começo de ano. No entanto, se as projeções de crescimento se concretizarem, a capacidade produtiva de 18 mil máquinas por mês não dará conta da demanda já em 2009. A estimativa para 2007 é de que o mercado nacional alcance 9 milhões de unidades. DCI – 10/05/2007

A Matsushita Electric Industrial, fabricante de produtos com a marca Panasonic, informou na terça-feira (10) que planeja lançar o primeiro televisor do mundo com tela de plasma de alta definição completa (tecnologia conhecida como "full HD") de 42 polegadas em 27 de abril no Japão.

A Matsushita espera desafiar os fabricantes de telas de cristal líquido (LCD) ao produzir uma linha de aparelhos de alta definição completa, capaz de produzir imagens com resolução de 1.920 por 1.080 pixels.

A empresa é a maior fabricante de TVs de plasma do mundo e compete com Sony, Samsung Electronics e Sharp no mercado de televisores com telas planas, de 84 bilhões de dólares.

Os fabricantes de TVs de plasma já oferecem modelos com telas de 50 ou mais polegadas de alta definição completa, mas vinham enfrentando dificuldades em inserir a tecnologia em televisores menores.

Enquanto isso, os fabricantes de TVs LCD já oferecem alguns modelos com alta definição completa no segmento de telas com menos de 50 polegadas.

Os televisores de 42 polegadas da Matsushita devem ser vendidos ao preço de entre US$ 3.449 a US$ 3.617 dólares, informou a companhia.

A empresa planeja produzir 25 mil unidades dos aparelhos por mês para o mercado japonês. Após o lançamento no Japão, a empresa começará a despachar os aparelhos a outros mercados internacionais.

Globo.com – 10/05/2007

TV digital traz novas oportunidades.

A TV digital poderá trazer novas oportunidades para a rede pública de televisão que o governo pretende criar. Segundo o secretário executivo do Ministério da Cultura, Juca Ferreira, o novo sistema será decisivo para ampliar a oferta de conteúdos culturais e educativos e proporcionar uma programação alternativa à das emissoras privadas.

Para Ferreira, a interatividade e a convergência com outras mídias, como os telefones celulares e a internet, serão algumas das grandes inovações da nova televisão pública.

"Muita gente acredita que a tevê pública será apenas uma soma dos conteúdos oferecidos pelos canais não-privados, mas, na verdade, é muito mais do que isso", avalia o secretário, um dos organizadores do 1º Fórum Nacional das TVs Privadas, que promove reunião em Brasília até a próxima sexta-feira (11/05).

Segundo o secretário, com a digitalização, o espectador poderá escolher pelo controle remoto a que atração quer assistir. "Haverá um banco de dados com diversos programas educativos e culturais para a pessoa escolher", explica Juca. "A pessoa poderá, por exemplo, assistir a um filme nacional sem intervalos, com várias opções de horários", acrescenta.

De acordo com Juca, esses conteúdos poderão tanto ser acessados individualmente como transmitidos em rede. "Em vez de seguir a lógica das emissoras convencionais, que têm boa parte da produção centralizada em grandes cidades, pretendemos montar uma rede horizontal, em que canais educativos das mais diversas regiões do país contribuam de acordo com as possibilidades", diz.

Na opinião do secretário, a TV digital fará com que os canais públicos desenvolvam novos formatos jamais testados. "A digitalização fará a televisão pública ter um papel inovador, principalmente ao estimular a produção de conteúdos educativos e culturais para os telefones celulares e os computadores", ressalta Juca.

Presidente da Associação Brasileira de Emissoras Públicas, Educativas e Culturais (Abepec), Jorge da Cunha Lima ressalta que a televisão pública proporcionará um ganho para a diversidade da programação, atualmente restrita a quem possui TV por assinatura.

"Hoje, é uma minoria da sociedade brasileira que tem diversidade de canais e conta apenas com a televisão comercial aberta, que tem um universo restrito", ressalta. "Nessas condições, a rede pública vai ser um diferencial perceptivo importante para o telespectador".

Computer World – 09/05/2007

HP aumenta estimativas de faturamento.

Os resultados operacionais mais fortes com o crescimento das vendas de PCs e servidores levaram a HP a aumentar as estimativas de faturamento para o segundo trimestre, de US$ 25,5 bilhões para US$ 25,55 bilhões, ou US$ 1 bilhão acima do que a projeção anterior e bem superior ao montante registrado um ano antes.

No segundo trimestre de 2006, a companhia registrou vendas de US$ 22,6 bilhões e lucro por ação de US$ 0,66, incluindo um efeito fiscal positivo de US$ 0,15.

A HP prevê também lucro por ação da ordem de US$ 0,64 a US$ 0,65 no período, acima de US$ 0,57 a US$ 0,58 calculados inicialmente, de acordo como os princípios contábeis aceitos nos EUA (US GAAP).

Em nota distribuída nesta terça-feira (8/5) em sua página eletrônica, a HP projeta uma receita de US$ 23,7 bilhões a US$ 23,9 bilhões para o terceiro trimestre, que deve ser marcado ainda por um ganho de US$ 0,59 a US$ 0,61 por ação.

As informações foram divulgadas mais de uma semana antes do relatório de receita do dia 16 de maio, como explicou no documento, por causa da divulgação inadvertida dos dados financeiros feita por um funcionário da empresa, que enviou um documento interno para outra empresa.

A HP não ofereceu mais detalhes, mas afirmou que estas "circunstâncias não usuais" forçaram a atualização do guia público financeiro antes que os mercados financeiros dos Estados Unidos abrissem.

TI Inside – 08/05/2007

Intel lança pacote de novas tecnologias.

A Intel lançou nesta quarta-feira, 09/05, pacote de novas tecnologias, incluindo processadores Intel Core 2 Duo mais rápidos para a próxima geração da tecnologia de processador Intel Centrino, utilizada nos notebooks para consumidores e empresas.

Os notebooks chegarão ao mercado com uma grande variedade de formas e tamanhos, com modelos variando desde modelos completos, com tela wide-screnn de 17 polegadas, para o entretenimento, a pequenos notebooks que economizam energia e pesam menos de três libras (1,4Kg).

No coração dos novos notebooks baseados na tecnologia de processador Intel Centrino Duo e na tecnologia de processador Intel Centrino Pro está a próxima geração do altamente aclamado processador Intel Core 2 Duo, que oferece um desempenho móvel inovador e uma ótima velocidade de resposta para usuários empresariais e consumidores exigentes.

Convergência Digital – 09/05/2007

Base de usuários de banda larga no brasil cresce menos.

A base de usuários de banda larga no Brasil apresentou, no primeiro trimestre de 2007, o crescimento mais fraco dos últimos quatro trimestres. Segundo a pesquisa Barômetro Cisco de Banda Larga, patrocinada pela empresa e realizada pela IDC Brasil, o aumento no período foi de 5,26%, o que representa o acréscimo de 301 mil novos consumidores. No entanto, desde o quarto trimestre de 2005, o número vinha apresentando crescimentos entre 8% e 10,2%.

Com o avanço, o número de acessos de Internet em alta velocidade no país rompeu a barreira dos seis milhões, totalizando 6.007.000. A meta da Cisco é chegar a 10 milhões até 2010.

Em relação ao tipo de conexão, a xDSL segue líder do mercado, com 77% do total de acessos. No entanto, a participação de mercado dessa tecnologia tem mostrado uma queda constante, da ordem de 0,7% por trimestre. Por outro lado, a conexão via cabo tem ganhado força, sendo responsável por 18,9% dos acessos de banda larga no Brasil em março de 2007.

Só em relação aos novos usuários registrados no período pesquisado, o cabo responde por 30%. “Nos locais onde as duas tecnologias estão disponíveis, a divisão já é de 50% para cada”, conta Pedro Ripper, presidente da Cisco do Brasil.

As velocidades mais altas também estão ganhando mais popularidade. Para Mauro Peres, diretor de pesquisas da IDC Brasil, isso se explica pelo maior interesse dos internautas por vídeos e sites como o YouTube, que exigem melhores conexões. A taxa de usuários de velocidades acima de 1 Mbps subiu de 7% no primeiro trimestre de 2006, para 23% nos três primeiros meses desse ano.

Nesse mesmo período a taxa de utilização de links entre 512 Kbps e 1 Mbps cresceu de 21% para 39%. Já as velocidades entre 128 Kbps até 512 Kbps caíram de 72% para 39%.

O segmento residencial ainda é bem maior do que o corporativo, representando 86,3% do total do mercado. O pequeno crescimento do mercado corporativo foi justificado pelo aumento no volume de vendas no segmento SoHo, com pacotes de serviços cada vez mais aderentes a essa realidade. Sobre a distribuição geográfica, o trimestre apresentou poucas variações na participação das regiões em relação ao trimestre passado. Houve apenas um pequeno destaque um ligeiro crescimento no estado de São Paulo, impulsionado pelas vendas de PCs no Natal.

Momento decisivo

O que parece é que o mercado de banda larga no Brasil chegou em um momento decisivo. Os segmentos até então disponíveis, principalmente de alta renda e na região sudeste, estão saturados. Para a Cisco, agora é a vez do governo atuar para abrir portas e ampliar a penetração da tecnologia no Brasil, como forma de fomentar o desenvolvimento sócio-econômico.

"Essa desaceleração mostra que a partir de agora, considerando a forte correlação entre preço e demanda por serviços banda larga, serão necessários além de um ambiente competitivo, novos mecanismos para a redução de preços, incluindo benefícios fiscais, a exemplo do que o governo federal fez em relação à compra de computadores", diz Pedro Ripper, presidente da Cisco do Brasil.

No entanto, o governo não parece ter uma posição determinante para solucionar as deficiências que impedem a disseminação da banda larga em território brasileiro. Presente na divulgação, Roberto Pinto Martins, secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, citou uma série de medidas em estudo.

Uma delas é a conclusão de um acordo com as operadoras de serviços de telecomunicações, prevista para os próximos dias, para levar a todos os municípios do país uma infra-estrutura que suporte o acesso via banda larga via xDSL até 2010. "A proposta prevê a substituição da obrigatoriedade das operadoras terem postos de atendimento em cada cidade pela oferta do xDSL", disse.

Além disso, Martins também comentou que o Ministério está trabalhando em uma alteração das regras que regem o Fust, de forma a permitir que o fundo seja utilizado na universalização da banda larga no país. "Todas as formas que imaginamos de utilização do fundo acabam gerando recursos apenas para a telefonia convencional. Chegamos à conclusão de que é preciso mudar a legislação", explicou.

O secretário falou ainda sobre um apelo aos estados para ajudarem através da renúncia fiscal e sobre a criação de um grupo de discussão para destravar as licitações para a faixa de 3,5 gigahertz para conexão wireless de alta velocidade.

Apesar de todas essas iniciativas, a recusa do secretário em fornecer datas e mais detalhes de como tudo isso será colocado em prática torna ainda muito obscuro o destino da banda larga no Brasil.

Convergência Digital – 09/05/2007

IDENTIFICATION

Zebra Technologies lança soluções com interface integrada a produtos da Microsoft.

A Zebra Technologies, fornecedora de soluções para impressão, apresentou ao mercado uma interface de provedor de serviços de dispositivos (DSPI), que facilita a integração dos seus produtos RFID com a plataforma Microsoft BizTalk RFID.

Segundo a Zebra, um dos maiores obstáculos para a ampla adoção da tecnologia de identificação por radiofrequência é a dificuldade de integrar o RFID a sistemas legados.

Com o sistema DSPI, as impressoras Zebra podem ser facilmente detectadas, configuradas e administradas por ferramentas baseadas em Windows. Isso permite que os produtos RFID da Zebra sejam conectados sem dificuldades com o ambiente Windows por meio da plataforma Microsoft BizTalk RFID. Os produtos RFID da zebra, combinados com Microsoft BizTalk RFID proporcionam aos usuários um host de benefícios, incluindo uma integração de dispositivos mais rápida e mais fácil.

A empresa garante que os codificadores/impressoras RFID com a sua marca oferecem programação livre de erros dos tags do RFID ou identificadores inteligentes que podem transmitir de modo wireless para os dispositivos do leitor RFID.

Segundo a Microsoft, o sistema BizTalk Server 2006 R2, plataforma de integração de aplicações e processos da Microsoft, será a sua primeira iniciativa no mundo RFID.

O produto inclui um número de recursos específicos para o uso as etiquetas inteligentes, como serviços plug and play para leitores de RFID.

Convergência Digital – 09/05/2007

Paxar exibe solução que auxilia na seleção de roupas.

Em dúvida sobre que peças e cores combinar? Pergunte a um espelho equipado com um leitor de etiqueta inteligente. Não é idéia de filme futurista. Uma empresa americana, a Paxar Corporation (www.paxar.com), está mostrando essa aplicação numa feira em Miami, a Material World.

Funciona assim: quando um consumidor vai provar algo na loja, o espelho identifica automaticamente a peça pela etiqueta inteligente e mostra uma série de informações. Elas vão de tamanhos e cores disponíveis até a outros itens que podem ser combinados. É uma espécie de personal stylist high tech.

Não vai demorar, no entanto, para a turma dos vigilantes da privacidade levantar uma campanha sobre a idéia. O argumento: não dá para ter privacidade nem na frente do espelho? Há muito exagero nessa história, mas só o tempo vão mostrar como vai funcionar na prática – se pegar mesmo.

INFO – 08/05/2007

Tecnologia RFID tem potencial para obsoletar a maioria das tecnologias tradicionais de identificação.

Em breve viveremos em um mundo em que os sensores vão superar o número de pessoas. Se você acredita em tudo o que lê, pensa que o RFID é uma ferramenta mágica que vai banir para sempre os cabos, scanners de lojas de guloseimas, cartões de crédito e que vai promover mudanças até no estilo de vida pessoal e profissional dos cidadãos. Não haverá mais roubo, injúrias ocasionadas por medicamentos impróprios ou controles remotos. Tudo que se move terá uma etiqueta RFID.

Enquanto a Sun Microsystems e outras empresas colocam todos trabalhando em assuntos relacionados ao RFID, as pessoas que trabalham com a ferramenta de identificação por radiofreqüência e os pesquisadores do tema se divertem com os gastos dos consumidores (empresas) com sensores.

O RFID passivo, o tipo mais comum porque é o menos caro, custa cerca de sete centavos por etiqueta. Mas não inclui os custos de infra-estrutura necessários e os bastante custosos leitores. As pessoas que criam sistemas para automação de ambiente de fábrica, logística, warehouses ou equipamentos médicos entendem que o RFID é uma tecnologia limitada, embora importante para aplicações.

Eu tenho muitas razões para não ser fã do RFID, mas a tecnologia tem um sério defeito aparente que vence os demais: é estúpida. Uma etiqueta passiva de RFID é incapaz de aprender, acessar, sentir e entender o mundo ao seu redor ou fazer qualquer coisa por si mesma. Se a etiqueta está separada do leitor ou se o leitor está separado do back end, o sistema perde alguma coisa.

O RFID ativo, que pode incorporar sensores com capacidades, exige uma bateria ou outro recurso de energia. Quando você cruza a linha, não está mais no território do RFID. Você está apenas enviando e recebendo dados sem fio. O aumento no custo cresce e soluções “mais inteligentes” ficam ao seu alcance.

Para ilustrar, considere o uso do RFID em pacientes de hospitais, para assegurar que eles pegaram o medicamento apropriado e que eles não tenham seus rins extraídos quando mudarem de direção e forem parar no setor de transfusão de sangue. Saber com quem está lidando é ótimo, mas existe muito mais que se gostaria de saber sobre um paciente, como o ritmo dos batimentos cardíacos, respiração, temperatura, oxigênio no sangue, mobilidade e quanto barulho os visitantes estão fazendo.

Todas essas informações podem ser reunidas e gravadas por um microcontrole ou equipamento lógico de programação do cliente. Descobri anotações técnicas dos fabricantes de semicondutores para cada uma dessas aplicações e gosto da idéia de criptografar e autenticar os dados também.

Em modernos pacotes comerciais, o núcleo desse tipo de monitores inteligentes, e a bateria de lithium que move isso, – por cerca de cinco anos – pode ser leve e com custo estimado por paciente que ficaria em cerca de 4 dólares por partes "fora da prateleira". Isso não substituiria um quarto cheio de equipamentos que fornecem medições muito precisas, mas imagine as economias possíveis caso as enfermeiras pudessem eliminar pelo menos uma visita por dia ao paciente – graças ao uso de um monitor de checagem.

Um bracelete básico programável poderia ser minimizado para um adesivo que ficaria localizado no peito da pessoa para monitorar os batimentos cardíacos, respiração e outras funções. Um sensor programável integrado a um tubo no peito poderia alertar os profissionais quando os medicamentos estiverem acabando. Até agora, ninguém sonhou em levar o RFID até tão longe.

Se a tecnologia não inspira aos pesquisadores grandes avanços que não são possíveis hoje, compensa o investimento? Investir em RFID somente toma dinheiro de pesquisa e desenvolvimento que poderia ser usado para criar soluções mais capazes e inteligentes.

Computer World – 09/05/2007

RFID muda conceito sobre segurança de tecnologias sem fio.

Num mercado cada vez mais competitivo, mobilidade, precisão e otimização do tempo são palavras-chaves para as empresas que ostentam melhor posição. Essas também são características das ‘etiquetas inteligentes’ ou tecnologia RFID (Radio Frequency IDentification -em português, Identificação por Rádio Freqüência)- instrumentos para transmissão de dados que podem impulsionar o comércio de bens e prestação de serviços, sobretudo nos setores de logística.

Por se tratar de uma tecnologia sem fio, alguns paradigmas já estão sendo quebrados. "Está caindo um certo mito a respeito da confiabilidade das tecnologias sem fio. O celular, por exemplo, é prova de que as pessoas estão buscando cada vez mais equipamentos modernos e com facilidade de uso no dia-a-dia", afirmou Domingos Alexandre Alves, diretor-comercial da Avvio Soluções, empresa especializada em soluções de alta tecnologia.

Com um minúsculo chip dotado de memória e capaz de efetuar transmissões de rádio, a tecnologia RFID garante mais mobilidade às empresas, conforme Alves. "Na prática, isso significa que desde o momento em que sai da fábrica, um produto se comunica via radiofreqüência com um determinado leitor ao atingir seu raio de alcance", explicou. Nas rodovias do Estado de São Paulo a experiência com os dispositivos transmissores de informações mostra outro ganho proporcionado pelo RFID. "Pelo sistema conhecido como Sem Parar, os carros com a tecnologia RFID são reconhecidos e autenticados instantaneamente, de forma que não parem no posto de pedágio durante a passagem. Ao final do mês, a empresa controladora do Sem Parar gera um boleto para cada veículo", contou.

Para o diretor comercial, o sistema possibilita economia de tempo para os condutores que passam pelos locais onde é cobrado pedágio. "De qualquer forma, o tempo para quitação é reduzido se comparado com as paradas anteriormente realizadas a cada dia pelas barreiras", ressaltou o diretor da Avvio. "No caso do veículo, é possível identificar a marca, modelo e proprietário, bem como o horário de passagem pelo pedágio, além de verificar se as contas estão em dia", acrescentou Alves.

Utilização no esporte

No ramo esportivo, a tecnologia já vem ganhando também aplicação. "Os chips já estão sendo instalados no calçado dos atletas, e o dispositivo, em contato com a antena receptora dos dados, poderá informar, por exemplo, o tempo exato no qual o velocista passou por determinado local", destacou. Especula-se que a tecnologia venha a fazer parte do cotidiano nos próximos anos, sem que pareça filme de ficção científica. Passar pelo caixa de um supermercado tranqüilamente e sem retirar os produtos do carrinho pode ficar mais fácil.

Pelo uso do dispositivo com RFID, após o consumidor transpor uma determinada barreira, sua despesa será totalizada e o valor debitado automaticamente da sua conta bancária. Mas, para o diretor-comercial da Avvio Soluções essa possibilidade se assemelha a um filme futurista. "Isso é um desejo do mercado de uma forma geral, porém a dificuldade, nesse caso, está no custo da etiqueta digital. Imagine criar um dispositivo com RFID para uma caixa de cotonentes?! O custo da etiqueta ainda é um impeditivo para se fazer uma aplicação nesse nível", justificou.

Jornal do Commércio – 11/05/200

 

 

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