28/08/2007
GERAL
Taiwan Semiconductor Manufacturing investirá US$ 168,3 mi em fábrica de chip.
A Taiwan Semiconductor Manufacturing (TSMC), a maior fabricante de chips por contrato do mundo, vai investir 168,3 milhões de dólares para aumentar a sua participação na Vanguard International Semiconductor (VIS). Com a modificação, a gigante de Taiwan vai somar 11% aos seus 26,8% de participação na companhia.
A TSMC vai continuar a depender da Vanguard para fabricar certo chips produzidos em fábricas com equipamentos para manufatura com wafers de silício de oito polegadas, já que ela focou seus investimentos fabris em unidades com wafers de silício de 12 polegadas. De acordo com a empresa, os investimentos na linha oito polegadas ainda continua, mas o objetivo é evitar a criação de novas linhas de produção no modelo, que vai sair pouco a pouco de utilização.
Vanguard direcionou suas fábricas de oito polegadas para manufaturar chips especiais, como os usados em televisões LCD. Em março passado, a Vanguard comprou duas fábricas de oito polegadas da Winbond Electronics e com capacidade de produzir 40 mil wafers por mês. Centenas de chips podem ser feitos de um único wafer de oito polegadas.
A TSMC também planeja comprar a parte da Vanguard que é detida pelo fundo de investimentos do governo de Taiwan, afirma Warren Lau, analista da Macquarie Research Equities em Hong Kong. O fundo detém 26,5% da Vanguard e Lau acredita que a TSMC quer comprar a parte para aumentar a sua participação para 50% da fabricante.
“E será um bom investimento. A VIS deve ser a mais lucrativa fabricante de chips do mercado”, define Lau.
ComputerWorld – 27/08/2007

Minicom reduz custo de aquisição de kits para inclusão digital.
O Ministério das Comunicações realizou nesta sexta-feira (24/08) o pregão 25/2007, no portal Comprasnet, que teve como objetivo adquirir 5.400 kits de telecentros de inclusão digital. Ao final, em função do preço ofertado pelas empresas fornecedoras de equipamentos de informática, televisores e demais produtos eletrônicos, além dos móveis que vão equipar os telecentros, o Minicom deverá gastar R$ 103 milhões.
O montante global dos kits ficou bem abaixo do que o Minicom teria pago se tivesse mantido os resultados do pregão 36/2006, realizado no ano passado, e que foram anulados. Para se ter uma idéia, mantido o pregão 36/2006, somente os equipamentos de informática teriam saído na época por R$ 110 milhões.
Disputa
Essa redução no custo final dos telecentros pode ser creditadata, principalmente, a queda do valor final dos equipamentos de Informática cotados no pregão 25/2007, realizado nesta sexta-feira, 24/08. No ínício do pregão, os concorrentes já sinalizavam a intenção de travara uma boa disputa nesses itens, compostos dos sequintes equipamentos e quantidades a serem entregues ao ministério:
- Estações de Trabalho - 54000
- Roteador - 5.400
- Impressora a Laser - 5.400
- estabilizador de tensão - 64.800
- Câmera de Video de Segurança - 5.400
- Servidor de Rede - 5.400
- Sistema operacional - 1
Por volta das 9hs, na abertura do pregão, o primeiro preço cotado foi de R$ 108.864.890,00. Em seguida, por volta das 10hs, esse valor no custo dos equipamentos de informática chegava a apenas R$ 93.342.565,00. Ao término da fase de lances, o Minicom já registrava nova queda: R$ 88.725.898,0000. No fim, o pregão 025/2007 foi encerrado com um preço final estabelecido em R$ 87.618.898,00.
O preço final para os equipamentos de Informática e eletrônicos foi determinado pela Positivo Informática. A empresa, que no pregão do ano passado acabou na segunda colocação, desta vez, veio disposta a vencer. A Itautec, que ficou em terceiro no pregão passado, também veio para a briga e chegou com um preço de R$ 95 milhões. Por sua vez, a Diebold Procomp, vencedora do último pregão, que terminou anulado, cotou a R$ 92.343.834,00 (sem levar em conta o valor do software).
O Ministério das Comunicações deverá abrir dentro de cinco dias úteis a fase de testes de conformidade do hardware e do software para a Positivo Informática, caso a fabricante venha a ser aprovada nos trâmites burocráticos. Mas, dificilmente, a empresa deverá ter problemas neste quesito, uma vez que é uma tradicional fornecedora de produtos para o governo.
Com o resultado do pregão, o Minicom poderá iniciar o processo de distribuição dos equipamentos às prefeituras cadastradas para receberem os telecentros de inclusão digital.
Outros itens
Os demais equipamentos a serem adquiridos para os telecentros e seus respectivos preços e empresas vencedoras são:
Mobiliário:
- Cadeira de Escritório (113.400).
- Mesa para professor (113.400)
- Armário baixo (5.400)
- Mesa para computador. ((59.400)
- Mesa para impressora.(5.400)
O menor preço cotado pelas empresas foi o da Rumoflex Indústria de Móveis, no valor de R$ 11.205.918,00.
Aparelho DVD:
O menor preço cotado foi o da empresa SER Serviços em Eletricidade e Rede, no valor unitário de R$ 119,39 para um lote de 5.400 DVDs que totalizam R$ 644.706,00.
Televisores:
O menor preço cotado foi o da empresa SER Serviços em Eletricidade e Rede, para 5.400 unidades: R$ 2.991.546,00. O preço unitário foi de R$ 553,99
Projetor Multimídia
A empresa Terabyte Comércio e Serviços foi quem deu o menor lance: R$ 911.790,00, para 5.400 projetores.
Convergência Digital – 24/08/2007

Mercado prevê mais crescimento e juros menores, mas eleva previsão de inflação.
A crise vivida pelos mercados financeiros nas últimas semanas não alterou o otimismo dos analistas em relação ao crescimento econômico do país. O Boletim Focus, elaborado pelo Banco Central e divulgado nesta segunda-feira, mostra um aumento na perspectiva de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2007 para 4,64%, contra 4,62% da semana anterior e 4,50% há um mês atrás. Para 2008, a previsão para o PIB foi mantida em 4,40%, o que reflete a aposta dos especialista nos bons fundamentos da economia.
As estimativas para o comportamento da inflação foram revisadas para cima 2007. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 3,86% levemente acima dos 3,77% previstos na pesquisa anterior. Para 2008, as projeções seguem indicando inflação de 4%. Nos dois casos, a inflação ficaria abaixo do centro da meta, fixada em 4,5% pelo governo.
As estimativas dos demais índices analisados também foram alteradas para cima. No caso do IGP-DI, passou de 3,77% para 3,93%. O prognóstico para o IGP-M em 12 meses saiu de 3,83% para 3,88%. O IPC da Fipe deve ter aumento de 3,50% em lugar de 3,39%.
O cenário de juros não deve ser afetado pela crise, de acordo com os analistas consultados pelo BC. Eles acreditam que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central irá reduzir a meta da taxa Selic para 11,25% na próxima semana, o que representará um corte de 0,25 ponto em relação à taxa atual. O mesmo índice de queda já era esperado antes da crises das bolsas. No longo prazo, os cálculos continuam indicando que a taxa básica de juro do país encerrará o ano em 10,75% e estará em 9,75% ao ano no final de 2008.
As previsões para o dólar também foram mantidas em torno de 1,90 no fim de deste ano e R$ 1,95 em 2008.
O Globo Online – 27/08/2007

Além do celular, Metrô de SP terá banda larga sem fio
A concessionária ViaQuatro promete "turbinar" os trens do Metrô da capital paulista a partir de 2009. A empresa formou uma parceria com a divisão de sistemas de transporte da Siemens na implantação da Linha 4 do Metrô, onde os trens serão equipados com uma série de recursos tecnológicos, inclusive internet sem fio do tipo WiFi e acesso a programas de TV em tempo real.
A Companhia do Metropolitano de São Paulo já deu início ao projeto que prevê a implantação de uma rede de telefonia móvel em toda a estrutura dos trens metropolitanos, algo que deve começar a ser implantado até o final deste ano. Por isso, além de poder usar o celular no trajeto, os usuários dos trens da Linha 4 - da Vila Sônia, na zona oeste, à Estação Luz, na região central - também poderão navegar na internet em banda larga e assistir vídeos.
Luís Valença, presidente da concessionária ViaQuatro, explica que a nova linha terá inovações nos próprios trens, no sistema de sinalização (que controla os trens e sua movimentação na linha), no sistema de comunicação (voz, dados e imagem) e no centro de controle que será instalado no pátio da Vila Sônia.
As portas de plataforma serão outra novidade, como explica o executivo. "Trata-se de uma espécie de divisória instalada na plataforma, separando-a dos trilhos". O sistema de controle irá parar o trem no local exato de forma que as portas fiquem alinhadas com as portas da plataforma que se abrirão automaticamente e de forma sincronizada.
"Esta novidade trará para o usuário da Linha 4 mais segurança, além de diminuir as ocorrências que perturbam a operação, como a queda de objetos nos trilhos", explicou.
ComputerWorld – 24/08/2007
Portuguesa Chipidea comprada pela MIPS Technologie por 107,5 milhões
A portuguesa Chipidea foi adquirida pela MIPS Technologie por 147 milhões de dólares (107,5 milhões de euros), o que irá gerar a segunda maior empresa de design de semicondutores sobre Intelectual Propertie (IP), avançaram as empresas em comunicado.
Jornal de Negócios – 27/08/2007

Nova geração de memórias são 500 vezes mais velozes.
Os fabricantes de chip perguntam há tempos o que vai acontecer quando as memórias flash não puderem mais ser encolhidas. Mas este dia continua sendo adiado com a letargia dos fabricantes de memórias em investir na tecnologia que pode substituir o flash: a PCM (phase change memory) ou PRAM (phase change random access memory).
Jim Handy, analista da Objective Analysis, baseada na Califôrnia, EUA, não acredita que a conversão de memória flash para PCM vai ganhar tração até 2012. Neste ano, ele acredita que o PCM vai superar o flash em menos de dois anos.
"Já em 2002, a Intel declarava publicamente que depois dos nodes de 65 nanômetros, não era mais possível criar memórias flash usando processadores menores”, diz Handy. “Em 2003, eles descobriram que podiam ir além e chegar até 25nm. Agora, parece que 25nm é o limite máximo. Mas acredito que eles vão conseguir outra superação até 2012, o que vai colocar o limite ainda mais para frente”.
Mas uma vez em que o limite final for atingido – e não há mais possibilidade de encolher a tecnologia flash – o analista define: “Isso significa que não será mais possível reduzir o custo disso. E, repentinamente, tudo torna-se um dinossauro… Até esse dia chegar, os fabricantes vão adiar o PRAM”.
“É possível encontrar maneiras de driblar o limite [de tamanho da memória NOR flash], mas é consenso de que fazer isso está cada vez mais difícil. Memórias PRAM possuem melhor escalabilidade do que a NOR”, acredita Bill Gallagher, gerente de exploração de memórias não-voláteis da IBM.
No início desse ano, a IBM, a Qimonda AG e a Macronix International anunciaram parceria para o desenvolvimento da tecnologia PCM, mas Gallagher diz que as três empresas não estão desenvolvendo um produto específico. “Mostramos que o material pode ser bem pequeno por várias gerações e que esse material é muito rápido – enquanto o flash é particularmente lento para escrever e apagar dados”, defende.
ComputerWorld – 27/08/2007

AUTOMOTIVO
Magneti Marelli lança holerite eletrônico.
A Magneti Marelli inovou ao lançar um sistema de holerite eletrônico que oferece rapidez, proteção e praticidade na emissão do demonstrativo de pagamento. O sistema permite aos funcionários emtir o comprovante gratuitamente pelo internet banking. Deve facilitar na hora de se comprovar renda no comércio.
Diário Online – 24/08/2007

Anfavea defende acordos bilaterais.
Os fabricantes de veículos querem despertar no governo o interesse em continuar fechando acordos de intercâmbio comercial com outros países como forma de manter o ritmo das exportações do setor. Do total de veículos exportados pelo Brasil de 2000 até julho deste ano, 56,4% seguiram para os países com os quais o Brasil firmou entendimento de troca comercial de produtos e venda sem imposto ou com alíquota reduzida.
Faz quase sete anos que a indústria automobilística tem sido uma das principais forças de acordos bilaterais. Mas até hoje só foram firmadas parcerias com os países do Mercosul e o México. As montadoras têm interesse em ampliar o leque de opções de países, muito mais do que discutir a abertura comercial geral.
A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), entidade que representa as montadoras, procurou o governo federal para discutir a idéia de partir para novos acordos. As conversas, até agora, envolveram o Ministério do Desenvolvimento e o de Relações Exteriores.
Segundo o presidente da Anfavea, Jackson Schneider, os entendimentos entrarão agora na fase de reuniões. O objetivo é eleger os países que podem ser procurados para tentativas de negociação. O dirigente diz que os acordos representam uma forma de a indústria instalada no Brasil manter sua competição internacional. "Levamos números para o governo para mostrar a força que esses acordos têm na exportação do país", afirma Schneider.
De 2000 até julho deste ano, a indústria exportou 4,233 milhões de veículos. Desse total, 2,383 milhões foram para outros países graças a acordos bilaterais.
O México representou até aqui o principal mercado de exportação. Os mexicanos ficaram com a metade das exportações fechadas por meio de acordos, num total de 1,203 milhão de veículos no período. Iniciado em 2000, o acordo com o México começou com sistema de cotas, que foram, gradativamente diminuindo. Paralelamente, as alíquotas do Imposto de Importação de veículos foram sendo reduzidas, até chegar a zero. As cotas também foram eliminadas em 2007.
Para a Argentina seguiram 982 mil veículos de 2000 a julho deste ano. É da Argentina que veio a maior parte dos carros importados vendidos no Brasil. Desde 2000, o Brasil importou 1,098 milhão de veículos. Desse total, 597 mil chegaram como resultado dos acordos de intercâmbio, sendo que 528 mil vieram da Argentina.
Nos encontros com o governo, as montadoras ainda não relacionaram os países com os quais gostariam de abrir negociações. Já faz algum tempo que o setor tenta aproximação com a África do Sul. Mas até agora nada de concreto foi acertado. O interesse se volta agora também para regiões como América Central e Oriente Médio, onde o consumo de carros tem padrões semelhantes aos do Mercosul.
Valor Online – 27/08/2007

Ford leva conceito econetic em Frankfurt.
A Ford lançará no Salão de Frankfurt uma nova linha de veículos ecológicos, a Ford ECOnetic, um nome que combina interesses ambientais com a filosofia “cinética” da montadora. A nova tecnologia aumentará a oferta de carros menos poluentes que já conta com a linha Flexfuel. “Embora todos os modelos que circulam atualmente na Europa já utilizem algum tipo de sistema de redução de poluentes, nós sabemos que cada vez mais os clientes procuram adquirir veículos que contribuem com o meio ambiente”, afirma John Fleming, presidente da Ford Europa. O primeiro modelo com essa nova tecnologia, que alia motor a diesel com redutores de gás carbônico, será o Focus. O modelo equipado com motor 1.6 TDCI emite apenas 115 g /km de CO2 e tem um consumo de 23,2 km/l. O Focus ECOnetic entrará em circulação em 2008. No mesmo ano, a Ford pretende lançar Mondeo, C-Max e S-Max com o mesmo motor
Terra – 27/08/2007

Vendas de novos crescem 29,3% em agosto.
As vendas de carros novos seguem em alta e na primeira quinzena de agosto o volume de emplacamentos de automóveis e comerciais leves somou 99.857 unidades, 29,28% acima do mesmo período de 2006 e 3,84% superior à primeira metade de julho. Os dados são da Fenabrave. "Ainda não temos a nova previsão oficial, que deve sair em setembro, mas estimamos um crescimento entre 18% e 19% para 2007, com um ritmo de crescimento um pouco menor no segundo semestre", disse Sérgio Antonio Reze, presidente da entidade. No total, incluindo os demais segmentos, a previsão é de um avanço de 12% nas vendas em agosto sobre julho. A última previsão oficial da entidade previa um aumento de 15% nas vendas de automóveis e comerciais leves, para 2,2 milhões de unidades, e de 17% do mercado como um todo, para 3,8 milhões de unidades, em 2007.
Gazeta Mercantil – 27/08/2007

GM testa combustão mais eficiente.
A GM anunciou que está testando um novo processo de combustão que pode aumentar a economia de combustível nos carros em até 15%. O processo aproximaria o consumo dos motores a gasolina ao dos motores a diesel sem gerar mais poluição, informou a empresa, que não sabe quando o processo estará disponível para produção em massa.
The Wall Street Journal – 27/08/2007

CONSUMER
TV Digital da Band entra no ar.
Uma novela será o primeiro programa a ser transmitido digitalmente pela TV Bandeirantes no próximo dia 3 de dezembro. Para isso, a emissora tem trabalhado para adaptar sua infra-estrutura ao sinal digital e o primeiro passo foi adquirir um sistema irradiante da RFS - Radio Frequency Systems, fabricante mundial de soluções para comunicação sem fio, que inclui uma antena transmissora, um switch frame, combinadores, linhas e filtros de transmissão, além dos serviços de instalação.
A nova antena será instalada na região da Consolação, onde a torre da emissora está localizada desde 1996. A estrutura existente já está preparada para receber o novo equipamento, que permitirá a transmissão simultânea de até quatro canais. Essa antena circundará a torre e será composta por duas partes.
"No topo, será transmitido um canal e abaixo haverá 120 painéis que possibilitarão a transmissão de mais três sinais combinados, o que facilitará a realização de manobras operacionais. E para que não haja interferências de sinais entre os canais, a RFS instalará filtros especiais", explica José Roberto Elias, gerente do segmento broadcast da RFS, destacando que a solução proposta à Band é totalmente customizada e levou 11 meses para ser definida.
O sinal digital em alta definição da Band foi testado com a transmissão dos Jogos Pan-americanos. "Investimos mais de R$ 30 milhões em equipamentos e treinamos os nossos profissionais durante essa competição para que tudo esteja pronto até dezembro", afirma Marcelo Meira, vice-presidente do Grupo Bandeirantes de Comunicação.
O objetivo da emissora é iniciar suas transmissões digitais com a novela, que deve ser lançada em setembro com sinal em 'standard definition', mas que será gravada em sistema HD (High Definition). "Assim que o governo nos liberar para colocar no ar o sinal digital, a novela passará a ser transmitida dessa forma. Em seguida, iniciaremos as transmissões digitais do Prime Time e jornalismo de esportes".
Em paralelo, a TV Bandeirantes já discute a multiprogramação e o lançamento de programas interativos. A empresa tem feito testes, simulações, debates e treinamentos, entretanto ainda há dúvidas quanto ao modelo de negócio.
Segundo Meira, a TV Digital oferece um amplo leque para a imaginação criativa trabalhar. Há inúmeras oportunidades, porém ainda não se sabe qual será o tamanho da audiência, quanto tempo esses telespectadores levarão para utilizar massivamente a TVD, qual e como será o avanço desse sistema no Brasil, entre outras questões a serem estudadas.
Atualmente o Grupo Bandeirantes de Comunicação compreende três redes de televisão aberta, três canais de televisão por assinatura, seis redes de rádios, um jornal de classificados, uma distribuidora de sinal e conteúdo a cabo, um selo musical e a maior plataforma de interatividade do Brasil.
Convergência Digital – 23/08/2007

HD-DVD da Toshiba vence concorrência.
O grupo japonês Toshiba e seus sócios ganharam uma batalha na guerra de formatos de DVD (Digital Video Disc), ao anunciar que os estúdios cinematográficos Paramount Pictures e DreamWorks Animation decidiram comercializar seus futuros DVDs apenas no formato da nova geração HD-DVD (Disco Digital de Vídeo de Alta Definição), em detrimento do competidor Blu-Ray (disco óptico da nova geração, usado no Playstation 3 da Sony).
O HD-DVD é desenvolvido pelos japoneses NEC, Toshiba e Sanyo, e mais recentemente recebeu o apoio da Microsoft, HP e Intel, enquanto que o Blu-Ray é fabricado por seu compatriota Sony, com o apoio da Matsushita e da Sharp.
Depois das infrutíferas negociações para tentar lançar um formato único, as duas partes colocaram seus produtos no mercado deixando o veredicto para os consumidores.
Blu-Ray - O formato Blu-Ray tem uma capacidade maior de armazenamento de dados do que o HD-DVD, mas sua produção é mais cara. Os filmes distribuídos pela Paramount Pictures, DreamWorks Animation and Pictures, Paramount Vantage, Nickelodeon Movies e MTV Films sairão apenas em formato HD-DVD, indicaram as sociedades em um comunicado conjunto publicado na véspera, nos Estados Unidos.
Vantagem - A decisão se deve às “evidentes vantagens do HD-DVD, principalmente sua tecnologia pronta para o mercado e seus custos de fabricação menos elevados”, explicaram as companhias no comunicado.
A Toshiba parabenizou o anúncio.”Essa decisão demonstra que a Paramount e a Dreamworks Animation compreendem o valor presente e o potencial futuro do formato HD-DVD para o lazer doméstico”, afirmou o vice-presidente do grupo japonês, Yoshihide Fujii.
Os estúdios de cinema de Hollywood, que poderão ter a última palavra na batalha entre ambos formatos, estão atualmente divididos.
Por sua vez, o Blu-Ray recebeu o apoio do gigante americano de aluguel de filmes Blockbuster, e da distribuidora Target.
Serviço - O DVD - tem capacidade para armazenar 4.7 Giga Bytes (GB) de dados, ante 800 MB de um CD. DVDs de dupla camada armazenam 8.5 GB; Já o HD-DVD, pode guardar 15 GB e no de dupla camada 30 GB; O Blu-Ray guarda 25 GB e em dupla camada chega a 50 GB.
Diário Online – 22/08/2007

CCE e Sony lançam modelos de notebook no Brasil.
A CCE, conhecida pela fabricação de aparelhos eletrônicos de baixo custo, está investindo no mundo da informática, oferecendo máquinas de boa configuração a preços acessíveis.
É o caso do notebook LEVPD 10, com processador de núcleo duplo Intel Core 2 Duo e 1 Gbyte de memória RAM que está sendo vendido no Brasil por R$ 2.999.
O ótimo preço, porém, senta-se na gangorra com um LCD de 14,1 polegadas cuja definição deixa a desejar. O conteúdo é exibido em cores pouco vivas, dando a impressão de que há uma espécie de névoa envolvendo as imagens.
Apesar de os recursos da máquina garantirem boa performance, conteúdos como filmes e jogos em 3D saem prejudicados pela qualidade inferior da tela. Por isso, se o objetivo é usar o portátil para executar funções multimídia, a compra deve ser bem analisada.
Eduardo Knapp/Folha Imagem
Notebooks LEVPD10, da CCE, e Vaio VGN-TZ15AN, da Sony, recém-lançados no Brasil
O peso do portátil é outro ponto negativo: são quase dois quilos e meio recheando uma carcaça de design simples, o que dá um aspecto "pesadão" ao aparelho.
Pequeno, Vaio parece um caderno
A linha Vaio, da Sony, é uma das mais cobiçadas entre as de laptops luxuosos. A dobradinha de alto desempenho e design sedutor se repete nos modelos recém-chegados ao Brasil. Entre as novidades, estão a linha Colors, com portáteis nas cores azul, vermelha, rosa, branca e preta, e o VGN-TZ15AN/B, testado pela Folha.
Com um LCD de 11,1 polegadas, ele é um dos mais compactos do mercado, com todas as vantagens e desvantagens que isso representa.
Entre as vantagens, ele é extremamente fácil de ser transportado: cabe até numa bolsa feminina. Pesa 1,2 kg e mede 27,7x19,8x2,98 cm, assemelhando-se às dimensões de um caderno universitário. No quesito desvantagens, fica o desconforto em usá-lo por muito tempo.
O teclado enxuto faz com que as mãos do usuário quase se toquem enquanto digitam, o que é particularmente incômodo para quem tem dedos longos. As dimensões reduzidas do mousepad também podem tornar o uso do cursor cansativo.
Voltado para o mundo multimídia, ele traz a função Instant Mode, que permite tocar DVDs e CDs e reproduzir músicas e fotos digitais sem que seja necessário iniciar o Windows. O recurso, que dá bastante agilidade ao portátil, não é novidade: já estava presente no antecessor VGN-TXN15BP, também testado pela Folha, em outubro do ano passado.
O novo modelo, porém, tem câmera e microfone integrados e também oferece leitor biométrico.
A Sony promete 7,5 horas de bateria, mas o marcador pode confundir o usuário. Quando ligado, o ícone indicava que o notebook ainda agüentaria funcionar por mais 7,4 horas. Minutos depois, a informação mudou radicalmente: faltava pouco mais de uma hora antes de ser preciso recarregá-lo.
Outro problema é que, por ser extremamente compacto, o notebook esquenta com grande facilidade, impossibilitando o usuário de usá-lo no colo.
CCE LEVPD10
Chip: Intel Core 2 Duo
Memória RAM: 1 Gbyte
Disco rígido: 120 Gbytes
LCD: 14,1 polegadas
Sistema: Windows Vista Home Premium
Peso: 2,4 kg
Preço: R$ 2.999
Vaio VGN-TZ15AN
Chip: Intel Core 2 Duo
Memória RAM: 1 Gbyte
Disco rígido: 100 Gbytes
LCD: 11,1 polegadas
Sistema: Windows Vista Business
Peso: 1,2 kg
Preço: R$ 10.999
Olhar Direto – 25/08/2007

Vendas de monitores LCD no Brasil aumentam 200%.
As vendas de monitores de cristal líquido (LCD) no Brasil aumentaram mais de 200% nos seis primeiros meses do ano, segundo dados da IDC Brasil. Ao todo, foram vendidos 4 milhões de monitores no período, sendo 72% LCD e 27% CRT (de tubo).
O LCD já superou o CRT em vendas desde o primeiro trimestre, quando respondeu por 57% das vendas. Seguindo uma tendência mundial, as vendas de monitores LCD de 17 polegadas estão praticamente equiparadas às de monitores de 15 polegadas.
De acordo com o analista sênior Reinaldo Sakis, da IDC, as vendas de monitores devem chegar a 9 milhões de unidades em 2007 - um pouco acima dos 7,2 milhões de unidades vendidas no ano passado. “Há um aumento na substituição de desktops por notebooks”, explica o analista, justificando o crescimento de apenas 20%.
Para Sakis, as fabricantes devem começar a explorar as vendas de monitores LCD de maior porte - 19 polegadas e 21 polegadas - como tela acessória para o notebook, já que são mais confortáveis para quem passa muitas horas à frente do portátil.
Segundo a consultoria, as gigantes coreanas estão perdendo terreno de forma consecutiva nestes dois primeiros trimestres para empresas menores, como a AOC, Proview e Waytec.
ComputerWorld – 20/07/2007

Positivo e Itautec conseguem os maiores negócios no pregão de telecentros.
O pregão eletrônico realizado na última sexta-feira (24/08) para a compra de equipamentos que formarão os kits de acesso para a montagem de telecentros teve as companhias brasileiras Positivo Informática e Itautec como as principais vencedoras.
O ministério das Comunicações já havia realizado pregão semelhante em dezembro, quando a principal vencedora foi a Diebold Procomp, mas a companhia foi desclassificada nos testes de software e o governo decidiu recomeçar o processo do zero para incluir mudanças no edital.
Enquanto em dezembro os gastos da pasta das Comunicações seriam superiores a 145 milhões de reais, no pregão da última sexta eles foram de pouco mais de 111 milhões de reais, mas as concorrentes ainda podem apresentar recursos contra o resultado.
O governo adquiriu 54 mil PCs, além de servidores, roteadores, estabilizadores, DVDs, projetores multimídia, câmeras de segurança e um software de gerenciamento, equipamentos que formarão kits para 5,4 mil telecentros, cada um com 10 microcomputadores.
Os kits serão doados às prefeituras que se cadastraram junto ao ministério, desde que elas assumam o compromisso de fornecer a sala para a montagem do telecentro e cuidem de sua manutenção.
ComputerWorld – 27/08/2007
TV digital poderá gerar 25 mil empregos diretos em 10 anos, prevê NEC
A implantação da TV digital no Brasil, processo que será oficialmente aberto no dia 2 de dezembro deste ano, mas levará 10 anos até o desligamento da TV analógica, poderá gerar 25 mil empregos diretos e um volume de recursos de 20 bilhões de reais nos 10 anos.
A previsão é da NEC, companhia japonesa de equipamentos, e foi apresentada na manhã de hoje (27/08) pelo diretor de telecomunicações da empresa, Humberto Yamamuro. Segundo ele, o volume de recursos está relacionado ao tamanho do País e ao modelo de negócios adotado pelo governo brasileiro. "Isso não inclui a produção de conteúdo", ressaltou Yamamuro.
Segundo ele, a migração para o padrão digital abre uma série de oportunidades de novos negócios dentro da cadeia: "a formação de capital humano, a convergência de serviços, a convergência de terminais e a implantação de terminais específicos", citou.
O executivo também ressaltou a importância da parceria Brasil-Japão como "oportunidade para a indústria brasileira", seja no compartilhamento de informações para as especificações técnicas, como na criação de softwares que possam ser aplicados internacionalmente e na transferência de tecnologia de transmissores e receptores para a produção local.
Em relação à polêmica do set top box, que o governo gostaria que chegasse à população a um preço de cerca de 100 reais, mas as fabricantes falam em 800 reais - com exceção da RF Telavo em parceria com a Encore, da Índia - Yamamuro lembrou que o padrão de modulação MPEG4, adotado pelo Brasil, só começa a ser adoitado na região Ásia/Pacífico em 2008 e na Europa no ano seguinte.
"Esse é um componente que encarece o equipamento do ponto de vista da indústria. Mas, a partir da adoção em massa, o preço tende a cair", ressaltou o diretor da NEC.
ComputerWorld – 27/08/2007

Software brasileiro para TV Digital.
Os investimentos de 5,7 milhões de reais do Funttel (Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações) no desenvolvimento genuinamente nacional do Ginga, software responsável pela interatividade do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD), começam a dar seus primeiros frutos. A primeira fábrica brasileira especializada na produção do programa já está em funcionamento em João Pessoa (PB) e Natal (RN).
O programa é considerado um dos melhores do mundo é já tem encomendas para o mundo inteiro. “Este é o caminho para o Brasil crescer verdadeiramente - desenvolver tecnologia nacional de ponta que tenha condições de competir no mercado internacional. Nós do Ministério das Comunicações estamos muito felizes em ter apoiado este projeto por meio do Funttel”, afirmou o ministro das Comunicações, Hélio Costa.
A empresa também deverá desenvolver versões do Ginga para diversas plataformas, como IPTV, cabo e satélite. “A continuidade do desenvolvimento tecnológico do software é uma prioridade do Funttel”, afirma o diretor de Indústria, Ciência e Tecnologia do ministério, Igor Vilas Boas.
O pedido de registro do nome fantasia – Mopa, que significa “sucesso” entre os pesquisadores – foi feito nesta semana. A empresa já tem dois clientes (CCE e Aiko) e venderá implementações Ginga para fabricantes de conversores. Quarenta engenheiros que participaram da fase de pesquisa fazem parte do quadro. Os protótipos do Ginga foram desenvolvidos pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).
B2B Magazine – 24/08/2007

LG quer lançar HDTV até dezembro.
A LG Eletronics quer colocar no varejo, até dezembro, um modelo HDTV, de alta definição, com set top box, embutido no aparelho. Segundo informações do site Meio e Mensagem, a empresa ainda define o preço e se o monitor do lançamento será plasma ou LCD.
O custo do set top box, aparelho que permite à TV receber o sinal digital, será determinante no valor final da novidade, informa a reportagem. O governo acredita que é possível vender o equipamento no varejo por cerca de R$ 200. Já a indústria alega que o valor mínimo seria US$ 400.
A TV Digital tem lançamento previsto para 02 de dezembro, a partir da cidade de São Paulo.
Baguete – 24/08/2007

IDENTIFICATION
Veículos serão fiscalizados por chip a partir de 2008.
A partir de maio do ano que vem, os veículos nacionais e importados que circulam no País deverão ser equipados com um chip de identificação. O Siniav (Sistema de Identificação Automática de Veículos) está entre as medidas encarregadas ao Contran (Conselho Nacional de Trânsito) para combater roubos e furtos.
O aparelho será instalado no licenciamento do veículo, no vidro dianteiro. Com o uso de tecnologia sem-fio de RFID (identificação por radiofreqüência), o chip se comunicará com receptores distribuídos nas estradas e vias de tráfego e fornecerá informações como pagamento de IPVA e licenciamento.
Além disso, de acordo com o coordenador geral de planejamento normativo do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), Mauro Vicenzo Mazzamati, ajudará a logística de segurança pública, pois orientará a localização e deslocamento de veículos e cargas roubadas. “Esse sistema identifica o veículo, não o proprietário”, explica o coordenador.
Segundo Mazzamati, este é o primeiro produto desenvolvido para atender a Lei Complementar 121, sobre roubos e furtos de cargas e de veículos. “Além de fornecer informações sobre a vida do veículo, ajudará os departamentos de engenharia de tráfego a gerenciar as vias. Municípios e rodovias poderão estudar velocidades, fazer pesquisas de origem e destino, restrições de circulação etc.”, completa.
Custo - Está fora da competência do Denatran estabelecer quem irá bancar com o custo do Siniav. Mauro Vicenzo Mazzamati afirma que caberá a cada Estado a decisão de arcar com o custo ou repassar ao condutor.
“A responsabilidade de implantação é dos Estados. Em São Paulo, pelo que já anunciaram, não haverá custo para o usuário. A Prefeitura de São Paulo, inclusive, tem interesse em instalar, pois o sistema ajudará o município”, comenta o coordenador do Denatran.
Apesar de ter data prevista para implantação, o serviço ainda é discutido por um grupo de trabalho interministerial, com representantes dos ministérios, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, do Departamento Estadual de Trânsito do Rio de Janeiro e da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo).
Ratreador - A decisão de obrigar os veículos a sair das concessionárias equipados com sistema de bloqueio e rastreamento, a partir de 2009, também é para o cumprimento da Lei Complementar 121. O Denatran ainda define as especificações do dispositivo.
Diário Online – 23/08/2007

Setor de cigarros terá controle eletrônico de produção do tipo RFID.
A Receita Federal divulgou hoje (24/08) uma instrução normativa que obriga o setor de cigarros a instalar o Sistema de Controle e Rastreamento da Produção de Cigarros (Scorpios), como já foi feito no setor de bebidas. Essa é uma forma da Receita tentar minimizar a sonegação no segmento.
No setor de cigarros o sistema será uma espécie de etiqueta inteligente formado por contadores de cigarros, registradores, gravadores e leitores de selos especialmente codificados e fabricados pela Casa da Moeda do Brasil, que ao serem inseridos nos maços transmitirão informações online para os computadores da Receita Federal.
O código de cada selo é invisível a olho nu e só poderá se identificado por leitores especiais nas fábricas ou por fiscais da Receita com equipamentos portáteis especiais. As informações contidas nos selos são o nome do fabricante, a marca, a data de fabricação, a faixa de tributação e o destino do produto.
O novo sistema começa a ser implementado nas unidades dos 14 fabricantes de cigarros a partir da próxima semana e a expectativa da Receita Federal é que até o final do ano todo o setor já passe a ser controlado em tempo real.
ComputerWorld – 24/08/2007

INDUSTRIAL
Comissão vota projeto que compensa demissão por automação.
A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados pode votar na quarta-feira (29/8) projeto de lei complementar que obriga as empresas a negociar com os sindicatos ou comissões de empregados medidas para os efeitos negativos provocados por processos de automação. O objetivo da proposta, do deputado Eduardo Valverde (PT-RO), é inibir o processo de demissão de trabalhadores com a introdução de novas tecnologias.
O projeto prevê a negociação de medidas compensatórias, preventivas e instrutivas. A proposta regula o inciso do artigo 7º da Constituição, que trata da proteção do trabalhador em casos de automação das empresas. O relator, deputado Guilherme Menezes (PT-BA), recomenda a aprovação da matéria.
Outro item da pauta da comissão é o projeto de lei do deputado Pedro Henry (PP-MT), que obriga as operadoras de telefonia fixa a manterem postos de atendimento ao público, com serviço de balcão, nas localidades atendidas. O relator, deputado Vic Pires Franco (DEM-PA), recomenda a aprovação da matéria na forma de substitutivo que determina que as operadoras de telefonia mantenham pelo menos um posto de atendimento ao público, próprio ou credenciado, com serviço de balcão, em todos os municípios nos quais disponibilize acesso individual.
De acordo com o substitutivo, os postos de atendimento deverão ser distribuídos uniformemente pela área do município, na proporção de um para cada grupo de 20 mil telefones efetivamente ligados, sendo que deverá ser obedecida distância máxima de cinco quilômetros entre cada localidade e o posto de atendimento mais próximo.
O texto do relator também admite o compartilhamento de postos de atendimento pelas operadoras dos serviços locais e de longa distância.
Com informações da Agência Câmara.
TI Inside – 27/08/2007

Software de TV digital ganha fábricas especializadas no Brasil.
Os investimentos de R$ 5,7 milhões do Funttel (Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações) para o desenvolvimento do Ginga, software nacional responsável pela interatividade do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD), começam a dar seus primeiros frutos. As primeiras fábricas brasileiras especializadas na produção do programa já estão em funcionamento em João Pessoa, na Paraíba, e Natal, no Rio Grande do Norte.
O programa já tem encomendas para o mundo inteiro, segundo o Ministério das Comunicações. “Este é o caminho para o Brasil crescer verdadeiramente – desenvolver tecnologia nacional de ponta que tenha condições de competir no mercado internacional. Nós do Ministério das Comunicações estamos muito felizes em ter apoiado esse projeto por meio do Funttel”, afirmou o ministro das Comunicações, Hélio Costa.
A empresa também deverá desenvolver versões do Ginga para diversas plataformas, como IPTV, cabo e satélite. “A continuidade do desenvolvimento tecnológico do software é uma prioridade do Funttel”, afirma o diretor de Indústria, Ciência e Tecnologia do ministério, Igor Vilas Boas.
O pedido de registro do nome fantasia – Mopa, que significa sucesso entre os pesquisadores – foi feito nesta semana. A empresa já tem dois clientes (CCE e Aiko) e venderá implementações Ginga para fabricantes de conversores. Quarenta engenheiros que participaram da fase de pesquisa fazem parte do quadro. Os protótipos do Ginga foram desenvolvidos pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).
TI Inside – 27/08/2007

Com apoio privado, Brasil e Paraguai estudam incentivos.
Para reduzir as assimetrias econômicas entre membros do Mercosul, Brasil e Paraguai estudam criar
incentivos para que empresas brasileiras produzam insumos no Paraguai, que seriam importados pelo Brasil.
Para tentar reduzir as assimetrias econômicas entre os parceiros do Mercosul, os governos do Brasil e do Paraguai, com o apoio do setor privado dos dois países, estudam a criação de incentivos para que empresas brasileiras produzam insumos no Paraguai, que seriam importados pelo Brasil.
O assunto foi um dos temas discutidos entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, e o ministro da Indústria e Comércio do Paraguai, José Maria Ibãnez. "Recebemos o pedido do Paraguai para que eles completem a nossa cadeia produtiva. Acho a proposta muito interessante", contou o presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato, que participou da reunião com os dois ministros.
A idéia é que o Paraguai produza e forneça para o Brasil peças industrializadas, como produtos de informática, peça de desktop e notebooks. E querem que o Brasil forneça peças de motocicletas para eles. "Há uma necessidade muito grande de industrializar o Paraguai. Se ele não tomarem uma providência, viverão eternamente as custas do comércio de fronteira", destacou Barbato.
O presidente da Abinee afirma que é de total interesse do empresariado brasileiro ajudar o Paraguai. Em trinta dias os empresários entregarão uma lista com os produtos que o País tem interesse em comprar do Paraguai. "O que a indústria brasileira fará é produzir uma lista de sugestões de produtos que eles possam fabricar lá e vender para nós", completou o presidente da Abinee.
O presidente da Associação de Empresas Brasileiras para a Integração no Mercosul (Adebim), Michael Alaby, destacou que este é um passo importante para o avanço do Mercosul como uma união aduaneira. "Precisamos reduzir as assimetrias para nos integrar. A União Européia ajudou países menos industrializados como Portugal e Espanha. Temos que fazer o mesmo ou não conseguiremos avançar no processo de integração", destacou.
Para Alaby, o ideal seria que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) apoiasse empresas que quisessem construir fábricas no Paraguai para vender para o Brasil. "O governo deveria financiar empresas para ir par ao Paraguai. Assim, muitas divergências econômicas entre o Brasil e o Paraguai seria reduzidas", comentou.
O Brasil sempre foi superavitário no comércio com o Paraguai. No ano passado, o País exportou US$ 1,23 bilhão e importou apenas US$ 295 milhões do Paraguai. Este ano o superávit está em US$ 670 milhões, no acumulado até julho, fruto de US$ 860 milhões de exportação contra US$ 189 milhões de importação. No entanto, estes valores não incluem as mercadorias compradas na fronteira, via Foz do Iguaçu. Fronteiras Durante audiência pública conjunta que reuniu três comissões da Câmara (Finanças e Tributação e da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional), o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, afirmou que a aprovação do Regime Tributário Único (RTU), instituído na Medida Provisória 380, em tramitação na Câmara dos Deputados, vai possibilitar melhor controle aduaneiro de mercadorias trazidas do Paraguai pela fronteira de Foz do Iguaçu, no Paraná.
De acordo com Rachid, a Receita tem a missão de prover segurança, confiança e facilitação no comércio internacional e, nesse contexto, o RTU tem o objetivo de viabilizar instrumento específico para o comércio procedente do Paraguai. Para ele, a chamada MP dos sacoleiros vai trazer legalidade nas importações de mercadorias através da fronteira.
Será, na realidade, segundo ele, mais um instrumento para aperfeiçoar os controles da Receita na cobrança de tributos incidentes no comércio exterior e no combate à pirataria, contrabando e descaminho de mercadorias. Essa modernização rendeu a apreensão de produtos no valor de R$ 513 milhões em todo o País, no primeiro semestre deste ano, com aumento de 36% em relação ao mesmo período de 2006. Rachid informou que grande parte dessas apreensões foi na fronteira Brasil-Paraguai, mas não disse quanto.
Abinee – 27/08/2007

TELECOM
China e Coréia do Sul assustam indústria nacional de celulares.
A importância dos terminais móveis na balança comercial do setor eletroeletrônico permanece. Os celulares ainda lideram a pauta de exportações, representando US$ 1,02 bi no primeiro semestre, mas o sinal já passou do amarelo para o vermelho na indústria instalada no Brasil: O volume de vendas para o exterior caiu 23% em relação ao mesmo período no ano passado.
O agravante é que a venda interna também recuou 24% no período, quando foram comercializados 17,7 milhões de unidades. Na área de exportação, a Argentina superou os Estados Unidos na liderança do ranking de compradores de celulares produzidos no Brasil. Samsung e LG são os fornecedores que revelaram, nos primeiros seis meses do ano, maior potencial de vendas externas.
"O recuo na venda externa de celulares está ligado ao fato de os Estados Unidos, que eram os nossos maiores compradores, estarem, agora, comprando de outros países. Os EUA ainda compram, mas foram superados pela Argentina no volume", revela Ivair Rodrigues, diretor de Pesquisa da IT Data, que nesta segunda-feira, lançou um balanço das vendas no setor móvel nos primeiros seis meses do ano no Brasil e no mercado externo.
O executivo salientou que o fato de as unidades brasileiras produzirem terminais da chamada 'segunda geração', pode ser, sim, um motivo real para a queda das vendas, uma vez que boa parte dos países já está implementando a 3G. Mas, a perda de competitividade das fábricas nacionais - queda do dólar e o chamado custo Brasil - também impactam os projetos.
"Não dá para pensar que o setor está voltado tão somente para o mercado interno, apesar de a demanda no País ser boa, mas se formos vermos os números, o crescimento também não é tão grande. As vendas estão caindo também no Brasil", destaca Rodrigues.
O ponto a ser destacado, ressalta o consultor da IT Data, é que as importações também caíram no primeiro semestre, apurando um recuo de 35% em relação a 2006. China e Coréia do Sul lideram as importações de celulares 'acabados' para o Brasil, respondendo por 72% das importações.
"Está mais barato trazer celulares acabados do que produzir no Brasil, em muitos casos. E essa é uma questão de política industrial e de prioridade de manutenção do parque fabril por parte das autoridades governamentais", salientou Rodrigues.
Ainda com relação ao mercado externo, a Motorola mantém a liderança das vendas, mas Samsung e LG registraram, nos seis primeiros meses do ano, um crescimento nas suas vendas para fora do Brasil.
"Esses fabricantes, se continuarem na tendência registrada até agora, vão ganhar destaque na balança comercial do setor, mas a situação dos terminais móveis é complexa. A tendência é de recuo nas vendas como um todo no Brasil", completou o diretor de Pesquisa da IT Data.
Convergência Digital – 27/08/2007

Nokia oferecerá serviços do Windows Live em seus celulares.
A Nokia assinou esta semana um acordo com a Microsoft para instalar em seus celulares versões móveis dos serviços Windows Live.
Pela parceria, a fabricante finlandesa oferecerá o Windows Live Hotmail e o Windows Live Messenger, respectivamente serviços de e-mail e mensagens instantâneas da Microsoft, em seus aparelhos Series 60 ainda este ano. No início de 2008, a Nokia deve levar os serviços também aos celulares Series 40.
Inicialmente, os serviços serão gratuitos, embora as empresas tenham planos de cobrar por eles no futuro, como forma de ampliar suas receitas.
O acordo, que ficou em negociação por mais de um ano, não foi o primeiro firmado entre as rivais. No passado, a Nokia licenciou a tecnologia de sincronização entre computador e celular ActiveSync, da Microsoft. Também no início deste mês, a Nokia anunciou que havia licenciado a tecnologia PlayReady, de gerenciamento de direitos móveis digitais.
A Microsoft assegura que continuará desenvolvendo versões dos serviços Windows Live para rodar em seu próprio sistema operacional para portáteis, Windows Mobile, bem como em versões WAP compatíveis com outros modelos de celulares.
Convergência Digital – 23/08/2007

GpsOne, da Qualcomm, bate marca histórica.
Em informe distribuído à imprensa, a Qualcomm comunica que atingiu um marco na adoção da tecnologia de localização gpsOne.
De acordo com a fabricante, mais de 300 milhões de telefones celulares acabam de ser distribuídos mundialmente com a solução, desenvolvida para atender à demanda dos usuários por serviços de localização nos dispositivos móveis.
“Fornecemos a tecnologia gpsOne para a maioria dos serviços de localização móvel implantados até hoje, e este marco reflete a expansão acelerada dos recursos GPS em telefones celulares que usam a solução gpsOne”, afirma Jason Bremner, diretor sênior de gerenciamento de produtos da Qualcomm CDMA Technologies.
"Prevemos um crescimento ainda maior nos próximos anos, pois novas aplicações baseadas em telefones celulares, como compras feitas a partir da localização de lojas, localizadores de amigos e serviços de localização do tipo de comunidade se tornaram a principal tendência no estilo de vida dos consumidores", completa o executivo.
O gpsOne, hoje, está disponível em mais de 50 operadoras mundialmente Com suporte aos modos GPS assistido e GPS independente, bem como à tecnologia gpsOneXTRA™ Assistance para um desempenho aprimorado do GPS Standalone, a solução gpsOne é integrada à maioria dos chipsets Mobile Station Modem™ (MSM™) da fabricante.
Convergência Digital – 20/08/2007

Presidente da TIM defende simetria no tratamento entre capital estrangeiro e nacional.
O presidente da TIM, Mario Cesar Pereira de Araujo, defendeu hoje (27/08), em seminário sobre a regulamentação das telecomunicações, que o governo brasileiro trate de forma simétrica o capital nacional e o estrangeiro no setor.
Segundo ele, "na privatização [em 1998] o governo viu que o investimento estrangeiro era importante para o desenvolvimento das telecomunicações no Brasil". Ele negou, no entanto, que sua afirmação seja uma manifestação contrária à proposta do governo de alterar a lei para permitir a fusão entre Oi e Brasil Telecom.
"Não sou contra [a fusão], se isso for uma coisa boa para o consumidor e para os acionistas. Mas o governo tem de eliminar as assimetrias e dar condições de competitividade para todas as empresas", afirmou o executivo aos jornalistas.
Segundo ele, garantir a defesa da cultura nacional é importante, mas "discutir como as grades de programação preservam a cultura é mais importante que discutir a origem do dinheiro", reiterou.
Alexandre Annenberg, diretor executivo da ABTA, que congrega as empresas de TV por assinatura, também afirmou que "a vinda de recursos externos para a construção da infra-estrutura do setor deve ser estimulada, e não cerceada". "Não temos capital interno suficiente para investir nessas redes", afirmou.
O governo tem defendido a união entre Oi e Brasil Telecom como forma de criar uma companhia forte para fazer frente à competição com as gigantes mexicanas (Telmex/América Móvil) e espanhola (Telefônica). Para o presidente da Brasil Telecom, Ricardo Knoepfelmacher, corre-se o risco de criar "um novo Tratado de Tordesilhas" na região, entre mexicanos e espanhóis.
ComputerWorld – 27/08/2007

Nokia lidera, com folga, mercado mundial de celulares.
A Nokia lidera com folga o mercado mundial de celulares. Com 36,9% das vendas de aparelhos no segundo trimestre de 2007, a fabricante finlandesa deixou para trás as outras três maiores empresas do setor – Motorola, Samsung e Sony –, que juntas detêm 37% do mercado.
Segundo o levantamento realizado pelo Gartner, as vendas de celulares cresceram 17% no ano. O maior crescimento foi registrado na Ásia, com incremento de 40%. Já a Europa cresceu, mas os números foram modestos - 11%.
O instituto de pesquisas diz que a Apple roubou a cena no mercado durante o trimestre, com o lançamento do iPhone na América do Norte, mas o real impacto dessa entrada só poderá ser medido a partir dos próximos meses.
O relatório divulgado pelo Gartner revela que a Motorola teve um trimestre ruim, com a perda de cerca de 7% de participação de mercado. Mesmo assim conseguiu manter a segunda colocação graças a uma série de descontos nos preços de seus aparelhos.
A Samsung teve um bom trimestre, com fortes vendas para o canal, mas, no estudo do instituto permanece em terceiro lugar. Para os analistas do Gartner, ambas as fabricantes precisam investir mais em novos designs para os seus aparelhos para fugir do já ultrapassado “pretinho básico”.
Convergência Digital – 24/08/2007

HP lança smartphone e GPS e quer produzir no Brasil.
Ampliando seu portfólio para incorporar ainda mais o conceito de mobilidade que tanto prega, a Hewlett-Packard (HP) entrou nessa semana no mercado de telefonia celular no Brasil. A companhia lançou seu primeiro smartphone, o Ipaq 510, além de um aparelho para uso como GPS, e espera obter uma boa fatia de ambos mercados. O otimismo é tão grande que a empresa até avalia a possibilidade de fabricar os aparelhos no Brasil, em vez de importá-los prontos.
A empresa já comercializava no Brasil um aparelho portátil que podia ser utilizado como celular mesmo antes desse lançamento. O equipamento, porém, era na verdade um PDA com funções de telefone, e sua principal utilização era em corporações, que o utilizavam como uma espécie de receptor remoto de informações de vendas, estoques, produção, por exemplo.
Já o Ipaq é mesmo um smartphone, com tela menor e funções importantes para garantir mobilidade tanto a executivos quanto a consumidores pessoa física, diz a diretora de sistemas pessoais da HP Brasil, Renata Gaspar. Segundo ela, embora muito do mercado para o Ipaq esteja mesmo dentro das empresas e corporações, para municiar seus executivos, a empresa também quer ganhar participação vendendo diretamente para o consumidor comum.
Para os clientes corporativos, a companhia vai utilizar os canais de vendas já existentes e, portanto, já conta, de acordo com Renata, com uma carteira potencial razoável. No mercado de varejo, a idéia é ganhar experiência.
Ainda que já esteja disponível para compra em todo o Brasil - de acordo com a empresa -, ainda não há acordos com nenhuma operadora para a venda dos aparelhos. Por enquanto eles serão vendidos desbloqueados, diretamente ao consumidor, para uso em qualquer operadora. Mas já estamos negociando com as grandes operadoras para que também ofereçam o Ipaq, diz Renata. Ela, porém, não nomeou quais seriam as operadoras, embora confirme que as líderes de mercado estão entre aquelas em negociação com a HP. Queremos vender através de todas, com pacotes de transmissão de voz e dados, diz.
No caso do aparelho para GPS, o discurso é o mesmo. A HP espera com ele conseguir tanto clientes corporativos, que precisem de soluções do gênero para equipar frotas, quanto pessoas físicas. No caso desse equipamento, a empresa também está em negociação com provedores de serviços de mapas e de GPS para que possa oferecer uma solução completa ao comprador. Como no caso do telefone, a companhia não informa quais empresas estão sendo sondadas para firmar parcerias - mas também afirma que são as principais do mercado.
A executiva não informou qual é o volume de vendas que a empresa espera obter com os novos produtos, embora tenha dito que os lotes de importação não são muito grandes. Semanalmente revisamos nossas previsões e ajustamos os volumes de importação, mas não são grandes lotes, diz Gaspar.
No geral, porém, a empresa prefere sentir melhor o mercado. A HP está ampliando seu portfólio. É um mercado novo para a empresa, e agora estamos avaliando as possibilidades, diz. Mas com certeza é um mercado com volumes grandes no Brasil, especialmente em telefonia celular, revela.
E é exatamente dessa avaliação do mercado brasileiro que virá a decisão por produzir localmente o aparelho. Dependendo do volume, podemos até iniciar a produção local, diz Renata. Segundo ela, a companhia já avalia essa possibilidade. Mas ela depende de um plano de negócios, de propostas e avaliações de custo e demanda e de aprovação da matriz, revela. Perguntada se a HP estuda a construção de uma fábrica para produzir esses aparelhos, a diretora preferiu afirmar que é muito cedo para esse tipo de definição. Nenhuma palavra, também, sobre o tamanho dos possíveis investimentos nessas novas linhas de produção.
O Globo Online – 23/08/2007

TIM quer lançar serviço fixo de telefonia até o fim do ano.
A TIM Participações prepara o lançamento comercial de sua licença para o Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) "até o fim do ano", informou nesta segunda-feira, 27, o presidente da operadora móvel, Mário César de Araújo.
Dizendo ser uma informação estratégica, ele não quis detalhar como a TIM pretende explorar sua licença, concedida em junho passado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Revelou apenas que o lançamento não abrangerá toda a área de cobertura no território nacional - será parcial.
Fontes dizem que a TIM utilizará a mesma infra-estrutura com a qual trabalha hoje, de estações radiobase. O aparelho será o mesmo para os serviços fixos ou móveis, que precisarão de um chip especial para operar com números diferentes.
Espera-se que a entrada da operadora na telefonia fixa local apimente a disputa hoje quase inexistente neste mercado, onde há somente 260 municípios com mais de uma prestadora fixa em atividade, o que abrange 52% da população do País.
Para atrair os clientes da telefonia fixa, a TIM oferece, desde setembro do ano passado, o TIM Casa. Por meio deste plano, o assinante contrata um pacote de minutos e paga tarifas próximas às da telefonia fixa convencional quando está na área residencial.
Ele participou hoje do seminário Projeto Brasil Regulamentação das Comunicações no Brasil, promovido nesta segunda-feira na capital paulista.
Estado de São Paulo – 27/08/2007

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