|
27/04/2007
GERAL
Philips cria House of Simplicity
A Philips criou a House of Simplicity, uma dobradinha de João Armentano e
Chris Ayrosa, que foi apresentada aos participantes do Fórum de Líderes, em
Comandatuba.Trata-se de um lounge de 100m², com produtos que desembarcam em
breve no Brasil, como a tevê 3D, mostrada pela primeira vez na América
Latina. O projeto alia alta tecnologia a materiais naturais como a madeira
ecológica do piso e palha nas paredes.
OESP – 22/04/2007

PAC faz com que analistas revisem suas projeções.
A contínua valorização do câmbio, o Programa de Aceleração do Crescimento
(PAC) e os efeitos das desonerações tributárias sobre alguns setores fizeram
com que analistas revisassem para cima as projeções de crescimento das
vendas do varejo neste ano.
A Gouvêa de Souza & MD subiu de 4% para algo entre 4,5% e 5% sua estimativa
de expansão no faturamento desse setor. A Tendências Consultoria Integrada é
ainda mais otimista e elevou a projeção de 4,5% para 5,4%. Mesmo que atinja
esses números, o comércio não superará o incremento de 6,4%, registrado em
2006.
Alguns economistas, porém, acreditam que esse desempenho pode ser repetido.
"Não vejo motivo para as vendas do varejo não crescerem tanto quanto no ano
passado", afirma Fernando Montero, economista-chefe da Convenção Corretora.
Ele diz que a demanda tanto por itens que dependem de crédito como aqueles
mais atrelados à renda continua bastante forte. Além disso, lembra que a
melhora da atividade agrícola brasileira contribuirá muito para a expansão
do varejo. Como os Estados do Sul vinham contribuindo negativamente para o
desempenho do comércio, ainda que as vendas nesses locais não cresçam tanto, "vão deixar de derrubar a média do país", diz.
Por conta do real ainda valorizado e do aprofundamento dessa valorização em
relação ao dólar no início de ano, Maurício Moura, economista da Gouvêa,
projeta agora aumento de 4% nas vendas do vestuário. Antes, a projeção
estava em 3%. "As lojas estão aumentando a parcela de importados em seu mix
de vendas e eles chegam com preços mais acessíveis."
Mas não virá das roupas e dos calçados o principal impulso para o varejo.
Por conta do ambiente favorável, as lojas de material de construção e as
vendas de produtos de informática serão o destaque deste ano. Moura comenta
que nos dois primeiros meses deste ano móveis e eletrodomésticos mostraram
os melhores resultados em termos de crescimento em relação ao mesmo mês do
ano passado: 24% em janeiro e 19% em fevereiro. Porém, o economista não
acredita que esse movimento se sustentará, uma vez que boa parte da demanda
por esses produtos foi suprida nos últimos anos.
Já o caso dos materiais de construção e dos itens de informática é
diferente. Esses dois setores foram beneficiados por isenções e desonerações
tributárias ao longo do ano passado. "Os efeitos dos impostos menores levam
algum tempo para chegar aos preços praticados ao consumidor", explica o
economista.
Há ainda outros incentivos para esses ramos. No caso dos materiais de
construção, o forte crescimento do crédito imobiliário ao longo do ano
passado e a perspectiva de novos investimentos em infra-estrutura com o PAC
trazem boas perspectivas. Moura ressalta que "em 2006, a carteira de crédito
imobiliário dos seis maiores bancos do país avançou, em média 30%."
Os computadores e outros itens de informática ficaram mais baratos devido à
menor carga de impostos e também por contarem com itens importados em sua
montagem, que, com a valorização do câmbio, passaram a custar menos. Há
também o efeito da extensão dos prazos de pagamento nas lojas que oferecem
esses produtos.
A revisão da previsão da Tendências ocorreu justamente pelo fato de os
principais condicionantes do varejo estarem bastante favoráveis. "Crédito e
renda continuam com desempenhos muito positivos e vão sustentar boas vendas
no varejo", avalia Alexandre Andrade, economista da consultoria. Segundo
ele, as primeiras divulgações do IBGE sobre as vendas do setor surpreenderam
positivamente. Em fevereiro, o volume de vendas do comércio cresceu 9,6% em
relação a igual mês do ano passado, e 0,4% sobre janeiro de 2007.
No entanto, essa expansão ancorada em prazos mais longos para pagamento e
adiamento da primeira prestação pode trazer dor de cabeça aos lojistas.
Moura espera que as vendas de móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos
fiquem 6% maiores em 2007. É um número bom, mas bem menor do que o do ano
passado, quando o aumento foi de 10,2%.
O crescimento dos chamados bens duráveis será menor, porque a base de
comparação é fraca e porque a demanda por esses bens tem aumentado em ritmo
mais lento. Além disso, o economista se preocupa com a elevação das taxas de
inadimplência, que deverá ocorrer a partir do segundo semestre deste ano.
"Como no Natal passado ocorreu um fenômeno novo, os lojistas deixaram os
consumidores pagarem a primeira parcela de suas compras somente a partir de
março, o avanço da inadimplência se dará com algum atraso, deve começar a
aparecer a partir de julho", estima Moura.
Um setor que também tende a andar em direção contrária a verificada em 2006 é o de combustíveis. No entanto, a mudança será positiva. Após amargar uma
queda de 8% nas vendas de combustíveis e lubrificantes, as lojas desse ramo
devem vender 2,5% a mais neste ano. Desde 2005, esse setor sofreu com a
troca do uso da gasolina como combustível pelo álcool e pelo gás natural
veicular (GNV). E, como a gasolina é mais cara que esses dois combustíveis
alternativos, o setor teve queda no faturamento. "Boa parte da substituição
já ocorreu e o setor está se adaptando a essa nova realidade", comenta
Moura.
GM – 24/04/2007

Real valorizado induz mudança no consumo. "A moeda brasileira subiu 60% em relação à americana nos últimos quatro anos
e induziu a uma mudança importante no padrão de consumo dos brasileiros.
Comparando os preços do que vai comprar, muitas vezes o produto importado
acaba sendo a opção mais barata", disse o professor.
Eletrônicos diminuem de preço
De acordo com o professor, as importações de produtos linha branca
(geladeiras, fogões), portáteis e de imagem e som aumentaram
significativamente e, enquanto isso, o preço destes e outros
eletroeletrônicos atingiram o nível mais baixo dos últimos seis anos.
A TV de plasma , por exemplo, já diminuiu em dez vezes seu preço, os
televisores de cristal líquido apresentaram queda acima de 50% e os DVDs
custam em torno de R$ 200, algo que não era imaginado no momento em que
foram lançados.
Nesta lista entram os computadores, que com uma mudança na tarifação podem
ser obtidos por R$ 1.200 ou em 25 parcelas de R$ 70. E os notebooks são
vendidos a preços inferiores a R$ 3 mil.
Viagens internacionais
De acordo com o vice-presidente da Abav (Associação Brasileira de Agências
de Viagens), Carlos Alberto Amorim Ferreira, no ano de 2007, a expectativa é
de que o brasileiro viaje mais para o exterior devido à queda do dólar.
De acordo com o vice-presidente, os destinos mais procurados serão a Disney
(Estados Unidos), para as crianças, e o continente europeu, para os casais,
além de lugares com neve, que serão mais freqüentados no mês de julho.
Atente ao orçamento
Mesmo que a queda do dólar seja propícia para quem deseja comprar um
computador ou outro eletroeletrônico, é preciso atentar ao orçamento para
que a aquisição não faça com que você se torne inadimplente.
A primeira pergunta que você deve se fazer, antes de observar sua
necessidade, é se conseguirá pagar as parcelas. Se fizer um financiamento,
cuidado! Você deve ter garantia de renda fixa para que não deixe de cumprir
com seus compromissos financeiros.
Administradores – 24/04/2007

Aumenta a oferta pela Alliance Boots.
Segundo um comunicado emitido hoje pela Alliance Boots, a KKR e Stefano Pessina [vice presidente e acionista maioritário da empresa britânica] oferecem agora 1139 pence em dinheiro por cada ação da Alliance Boots.
Este preço representa um premio de 4,5% face ao valor da sua última oferta e supera em 2,2% a proposta apresentada no passado dia 20 de Abril pelo consórcio formado pela Terra Firma Capital Partners, Wellcome Trust e HBOS.
"O conselho de administração da Alliance Boots considera a Oferta revista (Revised Offer) pela AB Acquisitions justa e razoável, tencionando recomendar aos acionistas da Alliance Boots que votem a favor da transação na próxima Assembleia Geral", refere o documento.
A Alliance Boots possui actualmente 3100 pontos de venda e fornece por atacado mais de 125 mil farmácias e hospitais.
Diário Econômico – 24/04/2007

CADE indefere pedido da ABTA
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) indeferiu nesta quarta-feira, 25/04, o pedido da Associação Brasileira de TV por Assinatura, que solicitava a suspensão das ações comerciais desenvolvidas de forma conjunta entre a TVA e a Telefônica, até que ocorresse a aprovação legal da compra da TVA pela concessionária de telefonia fixa.
O conselho do CADE indeferiu o pedido após a apresentação do voto do conselheiro relator, Ricardo Cueva. Em seu desapacho, ele salientou que existem questões importantes a serem consideradas do ponto de vista concorrencial, mas sem a urgência que uma medida cautelar exige. Cuevas deixou claro que não enxergava qualquer risco irreparável à concorrência que justificasse uma ação mais forte do CADE em relação à TVA e à Telefônica.
Esta é a segunda vitória da TVA sobre a ABTA no CADE. Na semana passada, a operadora obteve uma liminar que proíbe a entidade de se manifestar sobre o caso da parceria com a Telefônica. A TVA entende que a ABTA vem se prestando a defender os interesses da NET, maior empresa de TV por assinatura do país e, consequentemente, quem mais tem a perder com a união da TVA com a Telefônica.
Questionado sobre a posição da TVA na teleconferência de resultados, também na semana passada, o presidente da Net, Francisco Valim, reiterou que a ABTA é, sim, o forum adequado para a discussão dos embates entre as empresas do setor e discordou da ação impetrada pela TVA.
Em comunicado oficial distribuído à imprensa, a TVA diz que a decisão do cADE certamente irá ajudar à Anatel a tomar uma decisão favorável à transação envolvendo a Telefônica e a operadora, do grupo Abril.
No informe à imprensa, o diretor jurídico corporativo do grupo Abril, Arnaldo Tibyriça, ressalta que "a TVA e a Telefônica estão se associando dentro da legalidade e a favor da saudável concorrência neste novo mercado convergente". O acordo entre a Telefônica e a TVA foi anunciado em outubro de 2006. Até o momento, a Anatel não decidiu se a transação é legal ou não.
Convergência Digital – 25/04/2007

Ações da Texas avançam 6,5%
A Texas Instruments, maior produtoras mundial de chips para telefones celulares, anunciou nessa segunda-feira quedas no lucro líquido trimestral e na receita, em meio a problemas com estoque.
Mas suas ações avançaram 6,5 por cento no pregão eletrônico, já que o resultado superou as estimativas de Wall Street.A empresa espera que o lucro e a receita cresçam no segundo trimestre, à medida em que as encomendas aumntem.
A fabricante de chips que equipam de calculadoras a televisores teve lucro de 516 milhões de dólares, ou 0,35 dólar por ação, no último trimestre, contra 585 milhões de dólares em igual período do ano anterior.
A receita caiu para 3,19 bilhões de dólares, ante 3,33 bilhões de dólares, na mesma base de comparação.
No mês passado, a empresa previu lucro por ação no primeiro trimestre de 0,29 dólar a 0,33 dólar por ação, com faturamento entre 3,07 bilhões e 3,22 bilhões de dólares.
Analistas esperavam, em média, lucro por ação de 0,31dólar e vendas de 3,15 bilhões de dólares no último trimestre, segundo a Reuters Estimates.
A Texas prevê lucro por ação de 0,39 dólar a 0,45 dólar no segundo trimestre, com receita variando entre 3,32 bilhões e 3,6 bilhões de dólares.
O Globo – 24/04/2007

Início da produção de chips no Ceitec pode atrasar.
O início da produção de chips no Ceitec, prevista para o começo de 2008, pode acabar atrasando. Segundo relata a newsletter da Revista Amanhã, que esteve na Assembléia Legislativa cobrindo uma audiência pública na Comissão de Economia e Desenvolvimento que tratou do processo de mudança do estatuto da empresa, os problemas seriam dois, vindos do governo estadual e da CEEE.
Junto à CEEE, o entrave seria o impasse na construção de duas linhas redundantes de energia, orçadas em R$ 940 mil. As linhas serão necessárias para o abastecimento da sala limpa, onde são produzidos os microchips. Sem redundância, a qualidade dos circuitos pode ser comprometida.
O segundo problema envolve o governo. Durante a audiência, o secretário de Ciência e Tecnologia Pedro Westphalen, teria questionado a mudança do estatuto do empreendimento para uma sociedade de economia mista à empresa, em fase final de elaboração na Casa Civil da Presidência da República.
Com a alteração a representação do governo estadual em um dos cargos da diretoria do Centro seria deslocada para um Conselho Consultivo e a operação entregue a uma diretoria profissionalizada.
Como o foi o governo gaúcho quem recebeu da Motorola, atual Freescale Semicondutor, os equipamentos que permitem a impressão dos circuitos dos chips, a doação dos mesmos poderia ter um impasse, avalia o jornalista James Görgen.
Jornalismo Empresarial Digital – 26/04/2007

Sobem as ações de empresas de tecnologia nos mercados asiáticos
As ações nos setores de tecnologia subiram nesta terça-feira nos mercados asiáticos, depois do resultado melhor do que o esperado da fabricante de chips norte-americana Texas Instruments, mas preocupações com a desaceleração dos gastos nos Estados Unidos afetaram o comportamento das ações de fabricantes de veículos e outras empresas exportadoras.
Os mercados na Austrália, Japão e Cingapura ficaram estáveis ou fecharam em baixa, mas os índices das bolsas de valores de HONG KONG e TAIWAN subiram. Na Coréia do Sul e na China, os mercados registraram novos recordes de alta.
O índice NIKKEI da bolsa de Tóquio fechou em leve queda, de 0,02 por cento, aos 17.451 pontos. O indicador MSCI, que mede o comportamento dos demais mercados acionários da Asia, teve um recuo de 0,02 por cento, para 431 pontos.
As ações de empresa como Toyota Motor, Honda Motor, Hyundai Motor e Kia caíram 0,5 por cento, 1,2 por cento, 1,7 por cento e 3 por cento, respectivamente.
Mas os papéias das empresas de tecnologia subiram, depois que a Texas Instruments divulgou na segunda-feira resultados acima do esperado por analistas. As ações da fabricante de chips TSMC, de Taiwan subiram 1,8 por cento.
"A mensagem que vem dos resultados da Texas Instruments é que o setor de tecnologia está ganhando força, em ritmo mais rápido do que os investidores anteciparam", afirmou Kevin Li, vice-presidente da Shin Kong Investment Trust.
O índice da bolsa de SEUL fechou em alta de 0,80 por cento, aos 1.556 pontos - novo recorde de fechamento e o 12o neste mês. O resultado foi puxado pelo comportamento das ações da empresa Samsung Heavy Industries.
Na CHINA, o índice da bolsa de Xangai subiu 0,26 por cento, para 3.720 pontos.
Os mercados acionários de HONG KONG e TAIWAN subiram 0,08 por cento e 0,43 por cento, respectivamente, enquanto as bolsas de CINGAPURA e AUSTRALIA registram quedas de 0,41 por cento e 0,34 por cento.
O Globo – 24/04/2007

Fundo KKR compra o grupo Harman por US$ 8bi.
O fundo de investimentos KKR fechou acordo para comprar o grupo americano de equipamentos de áudio Harman por US$ 8 bilhões, anunciaram as empresas nesta quinta-feira em um comunicado.
O fundo GS Capital Partners é sócio do KKR nesta operação.
Os compradores propõem duas opções aos acionistas da Harman: pagar 120 dólares em dinheiro por ação da Harman ou receber uma remuneração em ações da futura entidade criada para a aquisição da Harman.
A oferta em dinheiro representa um prêmio de 17% sobre o preço do fechamento da Harman na quarta-feira na Bolsa de Nova York (102,56 dólares).
Depois do anúncio do acordo de compra desta quinta-feira, a ação da Harman disparou 20,12%, para 123,20 dólares às 14H10 GMT.
Último Segundo – 26/04/2007

AUTOMOTIVO
Miguel Jorge recomenda que indústria se prepare para produzir 5 milhões de veículos/ano.
Proposta do ministro Miguel Jorge é elogiada por fábrica e vista com
restrição por autopeças. A proposta do ministro do Desenvolvimento,
Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, para a indústria automotiva se
preparar para produzir 5 milhões de veículos em 2010, foi bem recebida pelo
presidente da Fiat Automóveis, Cledorvino Belini. "A colocação do ministro
foi muito apropriada, pois é um volume de produção necessário para se fazer
frente à importação dos asiáticos", destacou Belini.
O presidente da Fiat não vê dificuldades para se alcançar esse volume de
produção no Brasil. "Eliminando alguns gargalos nas montadoras é possível
chegar a esse número de veículos com facilidade. A Fiat, por exemplo, já
aumentou a capacidade da fábrica de Betim (MG), para 2,5 mil carros por dia
e ainda temos a opção de utilizar a fábrica de Sete Lagoas [MG] e da
Argentina se for preciso aumentar a produção ou fazer novos investimentos",
disse Belini.
Confiante no crescimento do mercado brasileiro, o presidente da Fiat prevê
que sejam vendidos neste ano 2,17 milhões de veículos no País, o que
representará um crescimento de 18% sobre o ano passado, que foi de 1,927
milhão de unidades. Sobre a queda nas exportações Belini comentou que "a
apreciação do real é uma realidade e o governo precisa agora é ter uma
atuação mais forte sobre as taxas de juros e evitar ações especulativas
sobre o Brasil".
Questionado se as autopeças terão capacidade para acompanhar o aumento de
produção das montadoras Belini disse que "na história da indústria
automobilística no Brasil o número mágico de produção de 3,5 milhões de
veículos esperado para 2004 não aconteceu e isso traz insegurança para as
empresas fazerem novos investimentos", disse para acrescentar. "Quem não
tiver condições de investir terá de recorrer às importações para atender as
montadoras".
Surpresa para as autopeças
As fabricantes de autopeças receberam com surpresa o anúncio do ministro
Miguel Jorge feito na última sexta-feira na posse de Jackson Schneider na
presidência da Anfavea. "Acho impossível atingir esse volume de produção em
três anos. O ministro deve ter feito essa colocação num tom de desafio, para
dar otimismo ao setor automotivo que vem tendo um crescimento
surpreendente", disse José Helio Contador Filho, presidente da Visteon para
a América do Sul.
Na opinião do presidente da Visteon, o setor de autopeças não está preparado
para produzir um volume maior de veículos e a grande dificuldade é obter
aprovação das matrizes para aumentar a capacidade porque não há confiança
por parte dos acionistas se haverá manutenção do crescimento do mercado
brasileiro.
Contador lembrou dos investimentos feitos em 1997 para aumentar a capacidade
e dos prejuízos assumidos pelas empresas por não verem o crescimento
esperado. "É possível conseguir investimentos quando se tem contrato certo
fechado com a montadora. Fica dificil sensibilizar os acionistas a partir
apenas de previsões sobre a expansão do mercado interno", completou o
executivo da Visteon.Para o presidente da TRW Automotive, Moisés Bucci,
aumentar a capacidade das fábricas não depende unicamente das empresas de
autopeças. "É preciso que haja uma política estável no País e o governo
precisa criar mecanismos para ativar as exportações de veículos, para que se
tenha um crescimento de no mínimo 5% ao ano. Não podemos manter exportações
na casa de 500 mil unidades; é preciso ter volumes maiores, garantindo um
mix de 20% no mínimo para que o produto brasileiro seja rentável.
Bucci disse que apesar de o Brasil ter boa equipe de engenharia, mesmo assim
ainda há deficiência no setor de autopeças em desenvolver novos produtos e
entregar um projeto totalmente pronto para as montadoras por falta de
capacidade das empresas de nível 2 e 3. "São elas que mais precisam de
investimentos", destacou o presidente da TRW.
O vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Dana, Paulo Nunes, acha
impossível fazer investimentos no tempo necessário em que as coisas
acontecem. "O crescimento do setor automotivo está mais rápido que a
capacidade de investimentos do setor de autopeças. Ainda há receio de
investir mais porque a indústria de autopeças já aplicou US$ 18 bilhões para
aumentar a capacidade e ficamos três anos com ociosidade", destacou Nunes.
GM – 24/04/2007

Renault lança Clio F1 Team em edição limitada.
Em comemoração ao bicampeonato dos Mundiais de Pilotos e de Construtores
obtido pela equipe Renault F1 Team nos anos de 2005 e 2006, a Renault do
Brasil desenvolveu uma edição limitadíssima de cinco carros, batizado de “Clio F1 Team”. Tendo como base o modelo Clio hatch 2 portas 1.6 16V
Hi-Flex, estes veículos chamam a atenção pela combinação harmônica e
agressiva de um desenho externo esportivo com vários acessórios originais
Renault que remetem ao tema “tuning”.Essas cinco unidades do “Clio F1 Team”
serão sorteadas entre os clientes que participarem da próxima edição da
campanha promocional “Financeira Renault Portas Abertas”, que acontece na
primeira quinzena deste mês.
O modelo é baseado na versão Clio hatch 2 portas, equipada com motor 1.6 16V
Hi-Flex. “A edição limitada ‘Clio F1 Team’ materializa os sonhos dos
clientes apaixonados por carros e automobilismo, que é a de possuírem um
carro exclusivo, com características dinâmicas e esportivas, sem que isso
significasse o comprometimento dos níveis de conforto e segurança, presentes
no veículo de série”, explica Cássio Pagliarini, Diretor de Markenting da
Renault do Brasil.
Todo o visual esportivo do Clio F1 Team, assim como a sua lista de
acessórios originais instalados, foram desenvolvidos pelas áreas de
Pós-vendas e Marketing da Renault do Brasil. A montagem desses seis veículos
foi confiada à empresa TM Concept, pertencente ao empresário e piloto
paranaense Tarso Marques, que já competiu na Fórmula 1.
Externamente, a personalização feita na edição limitada “Clio F1 Team”
busca realçar o dinamismo presente no desenho do Clio. Produzidos a partir
da versão 2 portas, na cor preta, esses veículos contam com vários itens
exclusivos: rodas de liga-leve de 15 polegadas (Gradiente) na cor cinza
grafite, Kit Sport (composta por spoiler dianteiro e saias laterais),
lanternas traseiras do tipo “Crystal”, confeccionado em policarbonato
translúcido, ponteira exclusiva em aço inox e aerofólio traseiro longo,
pintado no tom cinza grafite e com brake-light embutido. Soleiras de portas
personalizadas com o logo “Clio F1 Team” e confeccionadas em aço inox,
bancos com detalhes de acabamento em couro e encostos de cabeça com o
logotipo bordado e rádio CD-Player, com MP3.
Todas as unidades do “Clio F1 Team” utilizam a motorização 1.6 16V Hi-Flex
(bicombustível), uma das mais potentes do seu segmento, capaz de
desenvolver, quando abastecido com 100% álcool, a potência de 115 cv a 5.750
rpm e torque máximo de 16 mkgf a 3.750 rpm. O “Clio F1 Team” acelera de 0 a
100 km/h em 9,3s e atinge a velocidade máxima de 194 km/h.
Os fãs de automobilismo e também proprietários de modelos Clio, a partir do
ano/modelo 2005/2006, podem transformar o seu veículo em um modelo
semelhante ao da edição limitada “Clio F1 Team”, já que grande parte dos
itens instalados nestes veículos integram a lista de acessórios originais
Renault. É só procurar uma concessionária munido do seu talão de cheques, e
realizar a transformação do seu Clio.
Jornal Folha do Norte – 20/04/2007

GM comemora produção de 25.000 Prisma.
A General Motors do Brasil celebrou no dia 2 de abril a produção do
Chevrolet Prisma número 25 mil, alcançada no Complexo Industrial Automotivo
de Gravataí (CIAG), no Rio Grande do Sul. A unidade 25 mil é um sedã Prisma
na versão “Maxx”, na cor vermelho Lyra, equipado com ar-condicionado e
direção hidráulica. A marca foi festejada por funcionários do segundo turno
do complexo, liderados por Roberto Tinoco, diretor de Manufatura e Operações
do complexo e pelo diretor de Produção, Cláudio Éboli.
“O Prisma, com certeza, dá continuidade a bem sucedida estratégia de
lançamentos da GM do Brasil, que tem como prioridade oferecer ao mercado a
mais completa e moderna gama de veículos do País”, destaca José Carlos
Pinheiro Neto, vice-presidente da GM do Brasil.
“Esta expressiva marca comprova a elevada capacidade produtiva do Complexo
da GMB em Gravataí, que tem aumentado significamente em decorrência das suas
obras de ampliação e também mostra a flexibilidade da linha de montagem, que
agora fabrica dois modelos de sucesso de mercado, os Chevrolet Celta e
Prisma”, acrescenta Roberto Tinoco, diretor de Manufatura e Operações do
Complexo de Gravataí.
A marca do Prisma 25 mil foi alcançada em apenas seis meses, considerando
também o mês de outubro, que marcou o início da montagem do modelo, cuja
escala de produção ainda estava ascendente.
100% brasileiro - O Prisma estabeleceu novos parâmetros no mercado de
veículos de sedãs pequenos não populares no País pois o modelo foi
totalmente projetado e desenvolvido pela GM do Brasil.
O Chevrolet Prisma está cada vez mais consolidado no mercado nacional. Só em
2006, o modelo recebeu quatro prêmios, o primeiro deles foi em outubro com a
grande conquista do ‘Prêmio Top Car TV de 2006’ na categoria ‘melhor carro
nacional com motor acima de 1.001 centímetros cúbicos de cilindrada’.
Em novembro o Prisma foi eleito o “Melhor Carro Abiauto 2006” e também o
“Melhor Carro Nacional 2006”, confirmando o sucesso de um dos mais novos
veículos da linha Chevrolet no mercado brasileiro. Os prêmios foram
concedidos à GM do Brasil por um júri da Associação Brasileira da Imprensa Automotiva – ABIAUTO – composto por 59 jornalistas dos principais veículos
de comunicação do País.
E para finalizar, também em novembro, o motor 1.4 Econo.Flex, que equipa com
exclusividade o Prisma, foi escolhido o “Motor do Ano 2007”, na categoria de
motor nacional, por um júri da Revista Autoesporte.
Jornal Folha do Norte – 20/04/2007

Land Rover bate recorde de vendas no Brasil.
A Land Rover bateu recorde de vendas no Brasil, nesse primeiro trimestre do
ano, chegando a um total de 467 unidades. Este número representa um aumento
de 23,5% com relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com a
assessoria de imprensa, a alta do mercado e o aumento de vendas do modelo
Discovery 3 foram os principais motivos para este crescimento. Além disso, o
Freelander 2 também teve sua cota de participação no acréscimo já que
começou a ser comercializado no começo de abril
Automotive Business – 24/04/2007

Industria automotiva nacional atinge 50milhões de veículos produzidos.
Em maio a indústria automotiva nacional vai atingir a marca de 50 milhões de
unidades produzidas. O volume está sendo alcançado após 50 anos da
instalação das primeiras fábricas no país. Para o novo presidente da
Anfavea, os próximos 50 milhões de veículos devem ser produzidos em cerca de
15 anos. Nos últimos 12 anos, a indústria brasileira recebeu US$ 35 bilhões
em investimentos, segundo a entidade. A informação está no Estadão de
sábado, 21.
Automotive Business – 23/04/2007

Bosch apresenta queda de vendas.
A Robert Bosch registrou no Brasil uma queda de 5,7% em relação às vendas alcançadas em 2005. Isso ocorreu por conta dos efeitos negativos do câmbio sobre as exportações, causando perda de competitividade no mercado externo, principalmente nas exportações para EUA e México.
Em contrapartida, o crescimento do mercado interno e em alguns mercados da América Latina, foi muito importante para as vendas da empresa em 2006, compensando parte das perdas com as exportações.
"O bom desempenho da Bosch no mercado interno, em todos os segmentos de negócios que a empresa mantém no País, foi essencial para compensar parte das perdas com as exportações. Este é o resultado de um conjunto de ações que vão desde a estabilidade da economia brasileira e o crescimento da demanda, principalme nte na venda de automóveis e bens de consumo duráveis, até o lançamento de novos produtos", afirma Edgar Silva Garbade, presidente da Robert Bosch América Latina.
Assim como registrado pelo Grupo Bosch Mundial, o maior crescimento nas operações da empresa no Brasil, em 2006, foi no segmento de Bens de Consumo e Construção, que aumentou suas vendas em cerca de 11%. A Unidade de Ferramentas Elétricas foi uma das principais responsáveis por este desempenho positivo.
Já o segmento automotivo, principal negócio da Bosch no País, registrou uma queda de 6,7% quando comparado a 2005. "A Bosch está perdendo receita com a valorização do Real frente ao Dólar. Em 2006, as exportações representaram 42% do faturamento. Em 2005, eram 45%", explica o executivo.
Para reverter este cenário, a empresa vem buscando maior produtividade e tornando os processos mais enxutos, sem comprometer a qualidade dos produtos. O objetivo é evitar desperdícios e agilizar a logísti ca para continuar sendo competitiva principalmente no mercado interno.
"Acreditamos que o mercado interno automotivo terá um crescimento de demanda em torno de 7% em 2007 sustentado, principalmente, pela ampla oferta de crédito e pela concorrência de preços no segmento de veículos compactos. Com isso, o setor de autopeças registrará um aumento na produção e contará com um grande desafio: manter sua competitividade por meio do aumento da produtividade", comenta Garbade.
A Bosch em números em 2006: Faturamento Líquido: R$ 3,7 bilhões | Porcentagem em exportação: 42% | Número de colaboradores: 11.500 | Investimentos em Ativos: R$150 milhões | Investimentos em Meio Ambiente: R$10 milhões | Investimentos em Projetos Sócio-Culturais, em parceria com o Instituto Robert Bosch: R$ 4 milhões.
Perfil do Grupo Bosch em resumo - O Grupo Bosch é l íder mundial na fabricação de tecnologia automotiva, tecnologia industrial e bens de consumo e tecnologia de construção. Em 2006, seus 260 mil colaboradores contribuíram para que fosse atingido o faturamento de 43.7 bilhões de Euros. Fundado em Stuttgart, em 1886, por Robert Bosch (1861-1942) como Oficina de Mecânica Fina e Eletrotécnica, o Grupo Bosch é atualmente constituído por uma rede de desenvolvimento, produção e distribuição com mais de 300 subsidiárias, além de 13 mil serviços autorizados localizados em mais de 140 países.
A estrutura acionária diferenciada do Grupo Bosch garante sua independência financeira e autonomia empresarial. Ela possibilita que a empresa possa antecipar importantes investimentos para garantir sua segurança no futuro e também para fazer jus à responsabilidade social do Grupo Bosch Mundial, concretizando o desejo de seu fundador. Dessa forma, constituiu-se a Robert Bosch Stiftung GmbH (Fundação Robert Bosch) que é detentora de 92% da s cotas do capital do Grupo Bosch Mundial, enquanto a gestão empresarial do Grupo está sob responsabilidade da Robert Bosch Industrietreuhand KG.
A Robert Bosch América Latina está presente no Brasil há mais de 50 anos. Em 2006, a empresa registrou um faturamento líquido de R$ 3.7 Bilhões. A Robert Bosch América Latina mantém quatro unidades fabris nos estados de São Paulo, Paraná e Bahia; emprega cerca de 11.500 pessoas e abriga três Centros de Competência Mundial em desenvolvimento de produtos automotivos. | Site www.bosch.com
Portal Fator – 26/04/2007

Toyota supera GM e agora é a maior fabricante mundial de automóveis.
A empresa japonesa Toyota se tornou no primeiro trimestre deste ano o maior fabricante de automóveis do mundo, superando a americana General Motors (GM), informou hoje a agência "Kyodo".
Entre janeiro e março deste ano, a Toyota vendeu 2.348.000 unidades, de acordo com os números divulgados hoje pela empresa. A GM vendeu 2.260.000.
A produção entre janeiro e março foi de 2.367.286 unidades, 2,6% a mais que no mesmo período do ano anterior.
A Toyota há algum tempo persegue a empresa americana. Há meses os analistas esperavam que a empresa japonesa, muito maior em capitalização, com quase US$ 250 bilhões, superasse também a empresa americana em produção e vendas.
Hoje, finalmente, os dados divulgados pela empresa japonesa mostram que suas vendas já superam as da rival, que enfrenta uma longa crise.
A Toyota informou ainda que bateu seu recorde de produção de veículos durante o ano fiscal 2006, que terminou em 31 de março.
Houve um aumento de 7,3% no mundo todo.
Assim, a produção de Toyota, que cresceu pelo quinto ano consecutivo, chegou a 9.076.968 veículos em 2006. As fábricas situadas no Japão foram responsáveis por 56,2% do total.
As exportações da companhia japonesa confirmaram a tendência de alta iniciada em 2001 e subiram 22,8% em relação ao ano anterior.
Web Motors – 24/04/2007

A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos firma convênio com a China.
A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos firmou convênio com a China Machine Tools Builder’s Association, de Beijing, China. Uma comitiva de 13 empresários brasileiros participou da assinatura do protocolo de intenções, que, na prática, pode resultar na complementação de fabricação, fornecimento de componentes e intercâmbio de tecnologia, de acordo com o presidente da Abimaq, Newton de Mello. O protocolo (em português, inglês e mandarim) estabelece comunicação entre as 130 empresas ligadas à Abimaq, com produção de US$ 956 milhões, e a CMTA, que representa 700 empresas com uma produção de US$ 7 bilhões na China.
Automotive Business – 26/04/2007
Mercado de autopeças recebe com surpresa indicaçãode Jackson Schneider.
Fabricantes de autopeças receberam com surpresa o anúncio do ministro Miguel Jorge feito na última sexta-feira na posse de Jackson Schneider na presidência da Anfavea, propondo como meta a produção de 5 milhões de veículos/ano no País. "Acho impossível atingir esse volume de produção em três anos. O ministro deve ter feito essa colocação num tom de desafio, para dar otimismo ao setor automotivo que vem tendo um crescimento surpreendente", disse José Helio Contador Filho, presidente da Visteon para a América do Sul. Para o presidente da TRW Automotive, Moisés Bucci, aumentar a capacidade das fábricas não depende unicamente das empresas de autopeças: “É preciso que haja uma política estável no País e o governo precisa criar mecanismos para ativar as exportações de veículos, para que se tenha um crescimento de no mínimo 5% ao ano. Não podemos manter exportações na casa de 500 mil unidades; é preciso ter volumes maiores, garantindo um mix de 20% no mínimo para que o produto brasileiro seja rentável”. A análise é da Webtranspo.
Automotive Business – 25/04/2007

Novo Civic é o sedan médio mais vendido.
O novo Civic acelerou e assumiu o primeiro lugar na vendas na categoria sedã médio, deixando o segundo lugar para o Corolla, seu rival mais tradicional. O Honda acumulou 10.191 unidades licenciadas em abril, contra 9 802 do Corolla
Automotive Business – 25/04/2007

CONSUMER
Levantamento ABTA/SETA 2006.
A Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA) e o Sindicato das
Empresas de TV por Assinatura (SETA) divulgaram os resultados do
Levantamento Setorial Operadoras – ABTA/SETA de 2006. O setor encerrou o ano
com faturamento bruto de $ 5,5 bilhões, um incremento de 18% em relação a
2005. Este resultado foi fortemente impulsionado pelo crescimento de 89% na
base de assinantes de internet em alta velocidade. Em dezembro, as
operadoras somavam 1.189.212 clientes do serviço.
A base de assinantes de TV cresceu 15% em 2006, em relação ao ano anterior.
Em dezembro, as operadoras ultrapassaram o total de 4,7 milhões de
assinantes. O total de empregos da indústria também deu um salto: o total de
funcionários próprios passou de 9.571 em 2005 para 10.952 em 2006, um
aumento de 14%. O crescimento da base de assinantes de TV superou os dois
anos anteriores: 8% em 2005 e 6% em 2004.
"Considerando a média de cerca de quatro telespectadores por domicílio, a TV
por assinatura está disponível hoje para aproximadamente 20 milhões
depessoas", comemora o diretor-executivo da ABTA, Alexandre Annenberg.
Segundo ele, a estabilidade econômica e a oferta de novos serviços pelas
operadoras são fatores que impulsionaram o crescimento da TV paga nos
últimos anos.
"A banda larga é um serviço de extrema importância na inclusão digital e vem
se tornando um serviço indispensável para muitos brasileiros", observa
Annenberg, frisando que a infra-estrutura da TV a cabo permite a oferta de
um serviço de superior qualidade aos assinantes.
A mensalidade de programação continua sendo a principal fonte de receita das
operadoras, representando 84% do faturamento bruto do setor. A banda larga
vem em seguida, sendo responsável por 11% do faturamento da indústria.
Pay-per-view, taxas de adesão e outras modalidades de serviços somam os 5%
restantes.
Convergência Digital – 23/04/2007

Brasil vende 7 milhões de computadores no mercado interno.
O resultado atingido pelo Brasil na venda de microcomputadores (PCs e
notebooks) no ano passado coloca o país entre os de maior crescimento nesta
área no mundo. Por aqui foram vendidos 7 milhões de máquinas, um crescimento
de 28% em relação ao ano anterior, segundo a consultoria IDC.
"Na análise feita sobre os países membros do BRIC (Brasil, Russia, Índia e
China) o Brasil é o que apresenta a maior taxa de crescimento e deve se
manter assim ao longo de 2007", diz Reynaldo Sakis, analista sênior da
consultoria no Brasil. Segundo ele, este ano, as vendas devem se manter
aquecida, porém com desempenho um pouco menor do que o atingido em 2006.
Na área de mobilidade, os notebooks tiveram desempenho ainda maior, com
crescimento de 96%, resultando na comercialização de 540 mil máquinas. "O
ano passado refletiu os incentivos ficais e a queda do dólar, que vem sendo
sentida desde o final de 2005", explica Sakis.
Outro fator que influenciou o desempenho, segundo ele, foi a maior oferta de
crédito para a compra de produtos de informática no varejo, com mensalidades
mais acessíveis aos usuários domésticos e a pequenos escritórios.
A participação dos notebooks no mercado de microcomputadores brasileiro, no
entanto, ainda é baixa se comparada a outros países da América Latina, como
Chile e México, onde a base instalada dessas máquinas varia entre 25% e 30%.
Entre os fabricantes, a briga pela liderança está concentrada entre
Positivo, Dell e HP, com as duas internacionais disputando a segunda
colocação trimestre a trimestre. Especialmente na venda de notebooks, um
outro fabricante internacional, a Acer, começa a mostrar força na América
Latina.
"Do segundo trimestre para cá, eles estão conquistando uma participação
importante na América Latina, principalmente nos países onde a Toshiba
perdeu participação de mercado.
Convergência Digital – 23/04/2007

Microsoft lança Microsoft Silverlight
A Microsoft acaba de lançar o Microsoft Silverlight, um novo plug-in de
plataforma e navegador cruzados capaz de agregar recursos avançados à
próxima geração de mídia e aplicativos ricos e interativos para a web. O
Microsoft Silverlight, chamado anteriormente de WPF/E (Windows Presentation
Foundation Everywhere), integra-se às atuais tecnologias e ativos da web
para oferecer uma experiência de mídia de alta qualidade e com custos mais
baixos.
O Silverlight, que será disponibilizado aos usuários por meio de uma
instalação fácil e rápida, proporcionará uma experiência mais uniforme para
os usuários tanto do Macintosh quanto do Windows em uma série de
navegadores, entre os quais, o Internet Explorer, o Firefox e o Safari.
"Provedores de conteúdo têm buscado formas de oferecer aplicativos ricos e
interativos utilizando as ferramentas e recursos que já possuem. Eles querem
solução de ponta que lhes permita alcançar rapidamente plataformas múltiplas
com custos de implantação razoáveis", afirmou o vice-presidente sênior de
Server and Tools Business da Microsoft, Bob Muglia.
"O Microsoft Silverlight atende à essa necessidade e representa para o setor
um passo real nessa direção", concluiu.
O Silverlight é hoje a única solução existente no mercado que permite que os
criadores de conteúdo aproveitem ao máximo o amplo ecossistema para as
tecnologias Windows Media e, ao mesmo tempo, alcancem experiências de níveis
mais elevados com aplicativos ricos e interativos da web.
O Silverlight utiliza o Windows Media Video, a implantação da Microsoft do
padrão de vídeo VC-1 da SMPTE (Society of Motion Picture and Television
Engineers). Isso permite compatibilidade imediata com as milhões de horas de
conteúdo já disponíveis na web, além de agregar suporte para experiências
interativas de vídeo, desde os cenários de alta definição e tela inteira até
cenários móveis.
Os clientes também contarão com a compatibilidade entre o Silverlight e o
amplo ecossistema de ferramentas e soluções habilitadas pelo Windows Media e
a escalabilidade e confiabilidade comprovadas das premiadas tecnologias
Windows Media.
No âmbito dos provedores de conteúdo, o Silverlight também oferecerá suporte
de gerenciamento de direitos digitais baseado na tecnologia de acesso de
conteúdo Microsoft PlayReady divulgada recentemente -com paridade de recurso
no Windows e Mac. Baseado no Microsoft .NET Framework, o Silverlight permite
que desenvolvedores e designers utilizem facilmente os atuais recursos e
ferramentas para oferecer experiências de mídia para a web com ferramentas
com funções específicas: para os designers, o Microsoft Expression Studio, e
para os desenvolvedores, o Visual Studio.
Jornal do Commércio – 19/04/2007

Novo projeto da LG desagrada indústrias instaladas em Manaus.
Um projeto de ampliação e atualização da produção de televisores da LG
Electronics, aprovado pelo Suframa (Superintendência da Zona Franca de
Manaus) em fevereiro, é o pivô da insatisfação das gigantes que produzem
televisores na Zona Franca de Manaus, como Semp Toshiba, Gradiente, Philips
e Samsung.
O projeto prevê a fabricação de TVs em cores com tela de plasma, buscando o
novo mercado da era digital, com investimentos fixos de US$ 3,1 milhões (R$
6,3 milhões). Mas, por enquanto, a LG, indústria coreana que é a segunda
maior no setor de eletroeletrônicos de Manaus, garantiu somente os
incentivos fiscais federais.
Os empresários temem que, se o governo do Amazonas aprovar o projeto de
ampliação da LG, a nova unidade também seja beneficiada pela isenção do ICMS
(Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, estadual) superior a
85%, da qual a LG já dispõe.
"A indústria [eletroeletrônica] entende que TV de plasma é um produto
diferenciado das TVs em cores e se a LG quer produzir, tem que recolher
tributos e não receber mais incentivos", afirmou o presidente do Sinaees
(Sindicato da Indústria de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do
Estado do Amazonas), Wilson Périco.
Em 2003, o governo do Amazonas alterou a concessão de incentivos do ICMS.
Segundo o secretário do Planejamento, Denis Minev, 98% das indústrias da
Zona Franca optaram pela nova legislação e recebem hoje 55% de isenção de
ICMS.
Do setor eletroeletrônico, a LG foi a única a optar pela antiga legislação,
pela qual os benefícios podem chegar a 100%, mas não contemplam isenções
para novos investimentos. Os concorrentes da LG temem uma espécie de "virada
de mesa" da empresa, que poderia obter as isenções por meio judicial, por
exemplo.
Procurada pela reportagem, a LG informou que comentará o assunto só em 26 de
abril, data em que seu projeto de ampliação será analisado pelo governo do
Amazonas. A empresa não apresentava novos projetos desde 2003.
Diferença de custo
De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas, com os incentivos do
ICMS concedidos pela antiga legislação, a LG tem um custo de produção de
televisores em cores de 15% a 20% menor do que o da concorrência.
A reação de indústrias como Philips, Toshiba, Gradiente e Samsung ocorre há
duas semanas. O presidente da Philips, Paulo Zottolo, chegou a apontar a
possibilidade de transferir sua fábrica da Zona Franca para outra região.
Com o desequilíbrio, Zottolo diz que a LG tem grande vantagem comparativa.
Segundo o presidente do Cieam (Centro das Indústrias do Estado do Amazonas),
Maurício Loureiro, a LG ganha US$ 100 milhões (R$ 203 milhões) por ano com a
vantagem no ICMS. Minev, do Planejamento, descarta a possibilidade de que a
LG seja beneficiada pela isenção de ICMS para produção de TV de plasma.
Segundo ele, a nova lei veta a concessão do benefício para projetos de
diversificação da linha de produção e fabricação de novos produtos, caso da
LG.
Jornal Documento – 21/04/2007

HP aumenta sua participação no mercado.
Empresa cresce sua participação em desktops e consolida sua liderança em
notebooks, segundo dados da IDC.
São Paulo – A HP informa que o relatório da consultoria IDC (International
Data Corporation), referente ao quarto trimestre de 2006, aponta que a
empresa aumentou sua participação no mercado de PCs brasileiro.
Em desktops, a HP teve crescimento de 111,52%, em relação ao mesmo período
de 2005. Este resultado fez com que a fabricante avançasse uma posição no
ranking local.
Quanto aos portáteis, o setor cresceu 87,82% nos últimos três meses de 2006
e a HP ampliou sua participação em 131% . Assim, a fabricante manteve-se na
liderança do mercado brasileiro com market share de 24%.
Segundo o vice-presidente do grupo de computação pessoal da HP, Juan
Jimenez, a empresa tem conseguido crescer mais rápido que o mercado devido à
implementação de várias ações de marketing, como também o lançamento de
novos produtos voltados para o segmento corporativo e de consumo.
Perfil da HP - A HP visa simplificar a experiências de seus clientes com a
tecnologia – desde consumidores individuais até grandes corporações. Conta
com extenso portifolio que abrange sistemas de imagem e impressão,
computação pessoal, software, serviços e infra-estrutura de TI. A HP está
entre as maiores companhias do mundo, totalizando nos últimos quatro
trimestres fiscais, encerrados em 31 de janeiro de 2007, a receita de US$
94,1 bilhões. |
Revista Fator – 24/04/2007

Governo amazonense faz valer decreto.
O governo do Amazonas vai fazer valer, a partir de amanhã (25), um decreto normatizante para atualizar o valor mínimo de arrecadação da LG, se quiser permanecer com as vantagens da lei Hannan (2.390/96). Para continuar com quase 100% de isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMs), a LG vai precisar arrecadar mensalmente, a partir de maio, R$ 2 milhões além dos cerca de R$ 3 milhões que já arrecada.
A lei Hannan regulamentava até dois anos a política estadual de incentivos fiscais para todas as empresas do Amazonas sem definir quanto as empresas teriam de arrecadar em ICMs para ter a isenção. Agora, com a normatização, para ter a isenção, a empresa terá de mais que dobrar sua arrecadação.
Segundo um diretor da LG, ouvido pela reportagem, que não quis se identificar, com a ação o governo do Amazonas parece estar "querendo expulsar a LG do Amazonas".
A TARDE Online – 24/04/2007

Confaz autoriza isenção de ICMS para importação de máquinas e equipamentos.
O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) já autorizou os Estados e o Distrito Federal a conceder isenção de ICMS para a importação de máquinas, equipamentos, partes e acessórios destinados para a implantação da TV Digital.
Ato declaratório nº 6, publicado na edição de ontem (23/04) do Diário Oficial da União, ratificou a decisão tomada em reunião do Confaz, no último dia 30 de março.
Outra decisão anunciada pelo Confaz diz que o Estado do Rio de Janeiro está autorizado a prorrogar o prazo pelo Convênio ICMS 72/06, que permite aos Estados e o Distrito Federal, a não exigirem os créditos tributários relacionados com o ICMS, incidente sobre as prestações de serviços de comunicação.
Convergência Digital – 24/04/2007

LG atribui críticas à perda de liderança de empresas concorrentes.
Após uma semana sendo alvo de críticas de empresas do setor eletroeletrônico da Zona Franca de Manaus sobre a isenção do ICMS que recebe a mais do governo do Amazonas, a indústria sul-coreana LG Electronics atribuiu ontem a insatisfação das rivais à "perda de liderança" no mercado. "O que existe [nas críticas] na verdade é uma grande briga. Algumas empresas estão perdendo a liderança - não estou dizendo que é para a LG - e acham que mexer no incentivo [do ICMS] é uma forma de elas voltarem a ter competitividade", disse o diretor de Relações Institucionais da LG, Dilson Funaro. As críticas contra a LG partiram de empresas como Philips, Semp Toshiba, Gradiente e Samsung. O presidente da Philips, Paulo Zottolo, chegou a apontar a possibilidade de transferir sua fábrica da Zona Franca de Manaus para outra região.
FSP – 24/04/2007

Toshiba bate recorde de vendas e lucros em 2006.
O fabricante japonês Toshiba registrou recordes de vendas e lucro no ano fiscal 2006, atingindo assim seu quinto ano consecutivo de crescimento.
O lucro líquido consolidado da Toshiba cresceu 75,8% em relação ao ano anterior, a 137,43 bilhões de ienes (US$ 1,165 bilhão), informou nesta quinta-feira a agência local Kyodo.
As vendas do segundo maior fabricante eletrônico do Japão cresceram 12,2% em comparação com as do ano fiscal anterior, a 7,12 trilhões de ienes (US$ 60,34 bilhões).
Graças a estes resultados, a Toshiba distribuirá dividendos de 11 ienes por ação a seus acionistas, quase o dobro dos 6,5 ienes que foram pagos por ação no final do último ano.
A companhia afirmou que estes resultados se devem principalmente à boa recepção de seus semicondutores e computadores portáteis, embora todos os segmentos de negócio tenham melhorado as vendas.
No setor de produtos digitais, as vendas da Toshiba subiram 11%, graças às entregas de computadores no mercado internacional, assim como de televisões e aparelhos de MP3. No entanto, a Toshiba registrou perdas nas vendas de celulares e pen drives.
Recuperação
O segmento de componentes eletrônicos também obteve resultados positivos. As vendas subiram 19%, apesar dos problemas com os cartões de memórias flash.
A seção de infra-estruturas públicas da companhia - que inclui de estações elétricas a equipamentos médicos - cresceu 10%.
A empresa, no entanto, fez uma previsão negativa para o ano fiscal 2007. Embora acredite que as vendas crescerão 5,4%, a 7,5 trilhões de ienes (US$ 63,56 bilhões), o lucro líquido consolidado deve ficar em 120 bilhões de ienes (US$ 1,016 bilhão), 12,7% a menos que o do último ano fiscal.
OESP – 26/04/2007

SBT tem financiamento aprovado pelo BNDES.
O Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), do empresário Silvio Santos, conseguiu a aprovação de um financiamento de 9,2 milhões de reais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o primeiro no âmbito do Programa de Apoio à implementação do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (Protvd) para uma emissora.
O financiamento equivale a 86% do total orçado para o projeto da emissora, que é de 10,7 milhões de reais. Os recursos serão destinados à modernização dos transmissores analógicos, para que eles garantam a qualidade do sinal durante o período de transição da TV analógica para a TV digital.
O SBT pretende adquirir 194 transmissores para as oito emissoras e uma afiliada, além de substituir três torres de transmissão, em Ribeirão Preto, Barretos e Sorocaba, todas em São Paulo.
Os transmissores serão fornecidos pela Telavo Telecomunicações Ltda e Linear Equipamentos Eletrônicos S/A, empresas que desenvolveram tecnologia própria.
A Telavo, inclusive, foi também a primeira a conseguir um financiamento do BNDES, desta vez para contratar o desenvolvimento do chip para o equipamento de transmissão, que foi desenvolvido pelo Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec), de Porto Alegre (RS).
Segundo comunicado do BNDES distribuído à imprensa, com a TV digital,será necessário que as geradoras e retransmissoras instalem transmissores digitais que, juntamente com os analógicos, farão a transmissão simultânea, conhecida como simulcasting, do canal de TV aberto nos formatos analógico e digital.
A transmissão simultânea deverá permanecer até 2016, data marcada para o fim da era analógica, para atender aos usuários que ainda não tiverem comprado outro aparelho televisor.
Isso vai obrigar as emissoras a investir na troca dos equipamentos analógicos antigos por outros mais modernos com vida útil até o final da transição, acredita o banco de fomento.
O Programa de financiamento à TV digital foi criado pelo BNDES em fevereiro deste ano e terá vigência até 31 de dezembro de 2013. Com orçamento de R$ 1 bilhão, o Prodtv foi dividido em três subprogramas: o Protvd Fornecedor, voltado para fabricantes de transmissores e de receptores; o Protvd Radiodifusão, destinado ao financiamento do setor de radiodifusão televisiva para construção de infra-estrutura digital e de estúdio; e o Protvd Conteúdo, voltado para a produção de conteúdo exclusivamente nacional.
IDG Now! – 26/04/2007
IDENTIFICATION
Produtos para a área de saúde.
A área da saúde continua a ser uma das mais apetecíveis para os fornecedores
tecnológicos e a mobilidade é, sem dúvida, o novo aliado do sector. Para não
passar à margem deste cenário a Intel juntou-se à Motion Computing como
objectivo de desenvolver um novo dispositivo móvel – Tablet – baseado na sua
plataforma Mobile Clinical Assistant (MCA), construída especificamente para
a área da saúde. O Motion C5 é assim o primeiro produto baseado na
plataforma MCA. De acordo com a Intel, esta nova solução representa «um
passo importante na estratégia de disponibilizar mais e melhor informação ao
staff médico, em tempo real».
Para desenvolverem esta solução, a Intel e a Motion trabalharam com registos
médicos electrónicos (EMR) e com empresas especializadas em software clínico
para refinar as aplicações desenvolvidas e utilizadas no MCA. Destaca-se a
colaboração com a Allscripts, a Cardinal Health, a Cerner Corporation, a
Eclipsys Corporation, a Epic Systems Corporation, a GE Healthcare, a iSoft,
a McKesson, a Nexus, a Siemens Medical Solutions e a Welch Allyn.
O presidente e CEO da Intel, Paul Otellini, explica que a plataforma móvel
de assistência clínica foi definida e configurada pelo staff médico que a
vai utilizar, tendo em conta as expectativas em relação à melhoria dos
processos de decisão e do tratamento dos pacientes.
O C5 inclui ligações sem fios aos sistemas de informação hospitalares onde
reside a informação actualizada dos pacientes, tecnologia de identificação
por radiofrequência (RFID), câmara digital para acompanhar o progresso dos
tratamentos e tecnologia bluetooth, que entre outras funcionalidade permite
capturar e registar os sinais vitais do paciente, directamente no sistema.
«Proporcionar soluções que melhoram a qualidade do tratamento é prioridade
estratégica da Motion, que procura sempre ouvir o staff médico explicar como
a tecnologia pode ajudar a passar mais tempo a tratar dos pacientes», afirma
o presidente e CEO da Motion, Scott Eckert.
O dispositivo móvel é leve, resistente a gotas e pingas e é facilmente
desinfectado, uma vez que permite aos utilizadores aceder aos registos
clínicos em tempo real e documentar a condição do paciente de forma
instantânea, melhorando o fluxo de trabalho clínico enquanto o trabalho
administrativo inerente é reduzido.
Semana Informática – 23/04/2007

Geladeira inteligente.
Acabou a cerveja? O iogurte está vencido? A geladeira controla tudo isso automaticamente. Pelo menos, num protótipo de pesquisadores do laboratório dinamarquês Innovation Lab.
A novidade é que agora a base da tecnologia não está mais nos códigos de barra dos produtos e sim no RFID. A idéia é que o próprio sistema controle a quantidade dos produtos e sua validade conforme o usuário vai colocando tudo na geladeira.
Os pesquisadores usaram como base uma geladeira da Siemens com tela LCD e fizeram várias adaptações. Na primeira versão, o alcance do sinal era de 14 centímetros. Na segunda, chegou a 22. Veja mais sobre o projeto em http://www.innovationlab.dk/sw28520.asp.
INFO Online – 24/04/2007

Micro Energias representam mercados consideráveis.
Os sistemas de gestão das “micro energias” utilizadas em telefones celulares, computadores portáteis, MP3, máquinas fotográficas, etc., representam mercados consideráveis, da mesma maneira que os novos instrumentos de armazenamento de dados e de activação por radiofrequência (RFID - Radio Frequency Identification).
O mercado mundial relacionado com “memórias voláteis” do tipo DRAM (Dynamic Random Access Memory), utilizadas nos computadores, é estimado em mais de 30 biliões de dólares. No que diz respeito à tecnologia RFID, é esperado um montante de 4 biliões de dólares, já em 2008. Quanto à questão da segurança dos sistemas de informação, os números esperados são de 50 biliões de dólares, com um crescimento de 15% ao ano.
A pesquisa e desenvolvimento na área de software para sistemas aplicáveis à deslocação de pessoas e bens, devem explodir nos próximos anos. Para esta área é esperado um mercado mundial de 155 biliões de dólares, em 2015, privilegiando os sectores da aeronáutica, automobilístico, automação industrial, instrumentos e equipamentos médicos para a saúde, telecomunicações e electrónica de lazer.
O relatório reitera a grande importância do desenvolvimento de “nano-objetos”, tais como partículas, fibras e tubos, dada a sua característica de sector emergente, com amplas possibilidades de aplicações que vão desde a indústria farmacêutica até às políticas públicas, passando pela biotecnologia aplicada à produção de produtos químicos e energia.
Observatório do Algarve – 26/04/2007.

INDUSTRIAL
Eletrolux exibe números excelentes.
O lucro bruto subiu 26%, a 670 milhões de coroas (€ 73 milhões), enquanto o resultado líquido de exploração (Ebit) aumentou 66%, a 757 milhões (€ 82 milhões).
O faturamento passou dos 24,533 bilhões a 24,93 bilhões de coroas (de € 2,674 bilhões a € 2,715 bilhões), o que representa uma alta de 1,5%.
A Electrolux destacou em comunicado divulgado em Estocolmo que melhorou seus resultados em todas as áreas de negócios e ganhou cotas de mercado na Europa, América do Norte e América Latina.
No mercado latino-americano, a Electrolux faturou no primeiro trimestre 1,983 bilhão de coroas (€ 216 milhões), uma alta de 12%, e obteve um Ebit de 82 milhões (€ 9 milhões), 6% a mais.
Último Segundo – 26/04/2007

Em compensação...
A Whirlpool Corp registrou queda de quase 1% no lucro trimestral, associada com a demanda menor por eletrodomésticos nos Estados Unidos em razão da desaceleração do mercado imobiliário.
O ganho líquido dos três meses terminados em março foi de US$ 117 milhões, o equivalente a US$ 1,46 por ação, comparáveis aos US$ 118 milhões (US$ 1,70 por papel) de um ano antes.
Com suas atividades continuadas, o ganho líquido foi de US$ 124 milhões no trimestre inicial de 2007, ou US$ 1,55 por ação.
As vendas expandiram-se em 24%, para US$ 4,39 bilhões, devido à aquisição da concorrente Maytag no ano passado e aos sólidos resultados de suas operações internacionais.
Sem o impacto da Maytag e da variação cambial, as vendas avançaram apenas 2%.
"Como era esperado, os custos mais altos com materiais e a demanda expressivamente mais baixa nos Estados Unidos tiveram impacto negativo nos números do primeiro trimestre.
O ambiente global está se desenvolvendo como o previsto e continuamos esperando uma demanda da indústria menor nos Estados Unidos ao longo da primeira metade de 2007, com melhoria gradual no restante do ano", observou a empresa em nota.
Vale recordar que a Whirlpool, maior fabricante de eletrodomésticos de linha branca do mundo, é dona das marcas Brastemp e Consul no Brasil.
Para o exercício completo, a meta da empresa é obter lucro com suas operações continuadas na faixa de US$ 8 a US$ 8,50 por ação.
Ultimo Segundo – 24/04/2007

Compra da Trafo pela Weg pode se transformar em referência para investidores.
A compra da Trafo pela Weg, que deveria ser apenas uma pequena transação num mercado em ebulição, pode se transformar numa referência para os investidores da bolsa brasileira. O negócio, de apenas R$ 49,4 milhões, diferenciou-se das demais aquisições pelo fato de as ações preferenciais do antigo dono da Trafo terem recebido tratamento igual ao das ordinárias do bloco de controle. A Weg pagou o mesmo preço por todos os papéis, independentemente da espécie.
Mas o que poderia ser um avanço de governança corporativa - em tempos de aproximação de direitos entre preferencialistas e ordinaristas - revela-se também um exemplo potencial para iniciativas prejudiciais aos minoritários. Mesmo que não tenha sido a intenção, a aquisição feita pela Weg mostra que há espaço para diluição do prêmio das ações ordinárias quando o negócio envolve um bloco de controle misto, isto é, composto também por preferenciais.
"Dar o mesmo tratamento para as duas ações seria o mundo ideal, mas não é a praxe", admite a advogada e ex-diretora da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) Norma Parente, a respeito do modelo inusitado. Porém, defende que as avaliações sobre o tema sejam feitas caso a caso.
Comumente, paga-se mais pelas ordinárias, porque oferecem poder de voto e permitem o exercício do controle sobre uma companhia. O prêmio existe tanto nas transações de compra de empresas quanto nas cotações em bolsa.
No caso da Weg, aparentemente, não houve essa preocupação. "Fechamos um pacote", diz o diretor de relações com investidores, Alidor Luerdes, ao explicar, surpreso com o questionamento, que a negociação focou apenas o preço total da fatia adquirida.
Conceder tratamento igual para as duas espécies de ações pode ser interessante para um comprador, pois representa chance de economia no gasto com a oferta que sucede uma aquisição de controle, obrigatória segundo a Lei das Sociedades Anônimas. A legislação determina que o novo dono de uma companhia ofereça aos minoritários de ordinárias 80% do preço pago aos papéis do bloco de controle, direito conhecido como "tag along". Reduzir esse valor com ações preferenciais mais baratas significa que o minoritário da ordinária receberá menos na oferta. As preferenciais, sem poder de voto, não possuem esse benefício. Em seu lugar, têm vantagem nos dividendos.
O jurista Modesto Carvalhosa, que defende a extinção das preferenciais, entende que a compra de uma empresa por meio de um bloco misto deve dar tratamento diferente aos papéis. "Ação ordinária vota e dá controle. Por isso, custa mais", diz enfaticamente.
O potencial negativo do modelo igualitário dado pela Weg está especialmente presente no setor de telecomunicações, onde operações de fusões e aquisições são iminentes. Mais especificamente, nas companhias Vivo e TIM. Os sócios majoritários das operadoras possuem fatia relevante no capital preferencial. Portugal Telecom e Telefónica detêm quase 48% dos papéis sem direito a voto da Vivo, enquanto a Telecom Italia tem nada menos do que 64% das preferenciais da TIM Participações.
A expectativa de mudança de controle da Vivo e da TIM, em razão da consolidação setorial, levou os investidores a atribuírem prêmio substancial às ordinárias ante as preferenciais dessas companhias. Na Vivo, o sobrevalor supera 90% e na TIM, 50%.
O analista chefe do Unibanco Research, Carlos Constantini, entende que o pagamento de qualquer preço diferente da cotação de mercado para as preferências do dono seria transferência de valor dos minoritários de ordinárias. Ele ressalva que essa lógica é válida para os casos que envolvem papéis com liquidez. "Abrir um precedente seria equivalente a dizer que o 'tag along' não vale nada no Brasil. O investidor pagou mais caro e abriu mão de um dividendo melhor e de mais liquidez em troca da segurança desse direito."
Alexandre di Miceli, professor de direito societário e governança corporativa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da Universidade de São Paulo (USP), acredita que o assunto abre espaço para um parecer de orientação da CVM. Segundo ele, deveria ser clara a diferenciação das ações nesses casos para garantir o valor correto na oferta aos detentores de ordinárias.
Embora não exista um documento de orientação geral, a autarquia já avaliou a questão na década de 80, em três pareceres. Ao analisar a venda da Cimepar (Cimentos Portland) para a Cimento Atol, por exemplo, a CVM fala claramente sobre a necessidade de considerar o prêmio pago às preferenciais dos controladores como parte do valor das ordinárias para a oferta aos minoritários, visando evitar a diluição dessa proteção dos acionistas.
O advogado do escritório Demarest & Almeida Leonardo Barém Leite compartilha o entendimento sobre a diferença de valor entre os dois tipos de ações, mesmo que detidas pelo controlador. Ele ressalta, porém, que a existência do direito de voto para as preferenciais pode ser um ponto importante para estabelecer preços.
Os papéis preferenciais da Vivo, bem como os da Trafo no momento da venda à Weg, podiam votar pela falta de pagamento de dividendo há mais de três anos. Porém, esse benefício excepcional não impediu uma avaliação inferior à das ordinárias pelo mercado.
Os investidores da Trafo esperavam por uma oferta maior pelas ações ordinárias, do que R$ 2,11 que serão pagos. Duas semanas antes do negócio, os papéis chegaram à máxima de R$ 3,38. No dia anterior à divulgação da compra, estavam em R$ 2,99. Como a Weg fechará o capital da Trafo, oferecerá R$ 1,95 pelas preferenciais - preço diferente do que foi pago aos antigos donos da empresa pelos mesmos ativos.
Valor – 26/04/2007

TELECOM
LG desenvolve novas tecnologias para celulares.
Os telefones habilitados 'apenas' para escutar e ver em breve serão antiquados e relegados ao segundo plano por um novo aparelho "tridimensional", fabricado pela empresa sul-coreana LG Electronics, que também permitirá "sentir".
"Desenvolvemos uma nova tecnologia que acrescenta tato, audição e visão", explicou o porta-voz da LG, Song Keun-young.
Uma bola de futebol toca no fundo da rede e o telefone começa a vibrar. Um carro se choca contra um muro em um filme e o aparelho vibra de novo.
"Se uma bomba explodir em um filme de ação, o telefone vibrará ao ritmo das imagens", explicou. Segundo a empresa, o aparelho chegará às lojas no próximo ano.
JC Online – 24/04/2007

Brasil Telecom expande receita líquida.
Com uma demanda acelerada em telefonia móvel e banda larga, a Brasil Telecom Participações obteve, no período de janeiro a março deste ano, a maior expansão de sua receita líquida desde o terceiro trimestre de 2005 - revertendo a tendência de baixo crescimento que vinha apresentando nos últimos meses. A holding contabilizou receita líquida de R$ 2,7 bilhões, 8,6% a mais do que o registrado nos três primeiros meses do ano passado.
A companhia também apurou, em termos nominais, seu melhor resultado líquido para um primeiro trimestre, desde 2005: lucro de R$ 169,9 milhões. Entre janeiro e março de 2006, o ganho havia sido de R$ 33,5 milhões. De acordo com o presidente da operadora, Ricardo Knoepfelmacher, a empresa está otimista quanto ao cenário deste ano. “Achamos que será um ano bom”, afirma. Segundo o executivo, a expectativa da companhia é fechar 2007 com receita líquida de R$ 10,5 bilhões.
Jornalismo Empresarial Digital – 26/04/2007

Telefônica pode adquirir parte da Portugal Telecom na Vivo.
Os rumores sobre a aquisição da parte da Portugal Telecom pela Telefónica no controle acionário da Vivo ganharam força nesta terça-feira, 24/04. Os boatos, inclusive, trouxeram resultados positivos para a operadora, uma das poucas a ter alta, num dia de declínio na Bovespa, em função dos dados internacionais.
Oficialmente, a Assessoria de Imprensa da Vivo informou que a companhia não comenta os rumores de mercado. Até porque a operadora terá que comunicar previamente qualquer decisão à CVM, Comissão de Valores Mobiliários, sob o risco de ser penalizada.
Toda a movimentação em torno da Vivo nesta terça-feira, 24/04, aconteceu em função de matéria publicada no jornal espanhol "El Confidencial". A reportagem dava conta que a Telefónica e a Portugal Telecom teriam chegado a um acordo para desfazer a parceria que têm na Vivo. Segundo o jornal, a companhia espanhola ficará com 100% da operadora brasileira.
O anúncio oficial do negócio, segundo a publicação, acontecerá se a Portugal Telecom conseguir negociar a substituição de sua participação de 50% na Vivo por outro investimento no setor de telefonia celular brasileiro. Esse acordo, porém, não significa necessariamente que a Telefónica venderá os 10% de capital que detém na Portugal Telecom.
O "El Confidencial" explica que o acordo foi a única solução encontrada para superar o fato de a operadora espanhola ter apoiado a tentativa de aquisição da portuguesa pela Sonaecom. A Telefónica disse ao jornal que a empresa não se manifesta sobre rumores de mercado. Uma fonte da empresa, porém, afirmou que a companhia sempre informou os fatos em primeira mão aos seus acionistas e às entidades competentes.
Outro lado
Com os rumores na Espanha, a Portugal Telecom também foi ao mercado. O presidente da PT, Henrique Granadeiro, afirmou à imprensa de Portugal que as negociações com a Telefónica sobre a Vivo prosseguem, mas admitiu que elas são "complexas e prolongadas", de acordo com o veiculado pelo diário português Jornal de Negócios.
A condição dos portugueses para vender a participação na operadora de telefonia celular seria a compra de outras operações no Brasil, reforça a reportagem do diário português.Sobre essa questão, Granadeiro declarou que a PT "estuda opções no Brasil como em qualquer outro lugar".
O presidente da Portugal Telecom, Henrique Granadeiro, afirmou à imprensa de Portugal que as negociações com a Telefónica sobre a Vivo prosseguem, mas admitiu que elas são "complexas e prolongadas", de acordo com o veiculado pelo diário português Jornal de Negócios.
Segundo a reportagem, Granadeiro não comentou notícia, divulgada pelo jornal espanhol El Confidencial, segundo a qual a Telefónica já teria fechado a compra de 100% da Vivo. Ainda de acordo com a matéria, a transação estaria condicionada ao fato de a PT não abrir mão de estar no Brasil.
A condição dos portugueses para vender a participação na operadora de telefonia celular seria a compra de outras operações no Brasil. Sobre isso, Granadeiro declarou que a PT "estuda opções no Brasil como em qualquer outro lugar".
A alternativa da Portugal Telecom ao se desfazer da Vivo, observou o jornal espanhol, seria a Oi, operadora que conta com 28 milhões de clientes (14,5 milhões de telefonia fixa e 12,6 milhões de celular). Segundo analistas ouvidos pelo periódico espanhol, os anúncios da saída da Portugal Telecom da Vivo e a entrada na Oi poderiam ser anunciados de forma simultânea. Oficialmente aqui no Brasil, a Oi desmente qualquer negociação com a Portugal Telecom.
Com tantos rumores, as ações da Vivo subiram fortemente nesta terça-feira, 24/04, dia em que o Ibovespa caiu. O baixo giro de negócios da Bolsa de Valores refletiu a cautela dos investidores na véspera da divulgação de dois indicadores econômicos importantes: o notório "Livro Bege", compilação de dados macroeconômicos, que fundamenta as decisões sobre a política monetária dos EUA; e o volume de vendas de casas novas relativo a março.
Convergência Digital – 24/04/2007
Vivo mantém liderança oferecendo aparelhos a baixo custo.
Na busca por manter a liderança no mercado nacional de telefonia celular - mesmo estando fora da região que apresenta maior crescimento, o Nordeste, e também não ter ainda mercado em Minas Gerais - a Vivo se rendeu ao modelo de 'vender' celular praticamente de graça para os consumidores, estratégia já adotada pelas suas concorrentes, em especial, pela Claro, do grupo América Móvil, que já comercializou celular a R$ 1.
Agora, a Vivo anuncia que em função do Dia das Mães, uma das principais datas para o mercado móvel, a empresa está lançando um pacote com 20 terminais, nas tecnologias GSM e CDMA, com custo de R$ 10,00, desde que o assinante feche um plano como o Vivo Escolha 90 e outros superiores, por um período mínimo de 12 meses.
Questionado sobre a diferença entre a nova campanha da Vivo a R$ 10,00 e a da concorrente (no caso a Claro, com celulares a R$1), o vice-presidente de Operações da Vivo, Paulo Cesar Teixeira, chegou a brincar dizendo "R$ 9,00", mas na prática, ele admitiu que essa é uma tendência do mercado brasileiro e que não há como fugir do modelo da oferta do terminal em troca dos minutos e dos planos de fidelidade.
Ainda assim, o executivo da Vivo garantiu que a operadora mantém o projeto dela de não abrir mão da rentabilidade. "Toda essa oferta integra um conjunto de ações previamente definidos pela empresa. Não estamos saindo da nossa linha de visão de buscar lucratividade simplesmente para arrebanhar novos assinantes", assegurou.
No caso dos terminais a R$ 10,00, a grande sensação da Vivo é a parceria exclusiva fechada com a Sony Ericsson - com validade até o final de maio - para a comercialização do recém-lançado modelo W200, o primeiro terminal 'music phone', com capacidade para armazenar até 37 faixas completas na memória expansível de 128 MB.
O aparelho - que será ofertado para novos clientes e também para usuários interessados em migrar de tecnologia (TDMA ou CDMA) - Também possui câmara fotográfica. o W200 integra a família Sony Ericsson Walkman e tem como diferencial o kit com o fone de ouvido, e software para transferência de arquivos por meio de cabo USB.
A novidade da ação é que, pela primeira vez, uma operadora anunciou o lote contratado. A Vivo deixou claro que comprou 200 mil terminais W 200 para cumprir os seus objetivos durante o período de exclusividade de vendas dos aparelhos. De acordo com o VP da Sony Ericsson no Brasil, Silvio Stagni, os 200 mil terminais serão produzidos localmente, na fábrica da Flextronics, em Sorocaba, no interior de São Paulo. "Mas, certamente, haverá maior demanda porque é um celular voltado para os jovens, para quem gosta de música", destaca o executivo.
Outra novidade da parceria exclusiva entre a Vivo e Sony Ericsson é a oferta de um cartão de memória contendo as principais músicas do show da cantora Ivete Sangalo, realizado no Maracanã. Para incluir esse conteúdo, as empresas fecharam parceria com a Universal. Esse terminal é também o primeiro da linha da Sony Ericsson, da linha de menor custo financeiro. A parceria exclusiva com a Vivo terá validade até o final de maio. Depois, os terminais poderão ser vendidos por todas as demais operadoras GSM do país.
Do ponto de vista da tecnologia, Paulo César Teixeira, da Vivo, garantiu que o terminal W 200 terá todas as suas funções, inclusive, a multímidia, entre elas, o MMS (foto via celular) funcionando em toda a rede GSM da operadora, que já está com as operações GPRS e EDGE ativadas. "Nas áreas, é claro, onde a Vivo tem presença. Não podemos esquecer que a Vivo está fora do Nordeste e de Minas Gerais", declarou.
CDMA em questão
Com relação ao CDMA, o vice-presidente de operações da Vivo assegurou que a operadora mantém entre os 20 terminais em promoção para o Dia das Mães, um portfólio para a tecnologia. Paulo César Teixeira voltou a dizer que não há qualquer intenção da Vivo em reduzir os aportes na tecnologia.
"A rede continua 1 para 1. Estamos com smartphones CDMA em promoção. Não há qualquer intenção de desmobilizar a tecnologia", ressaltou. Questionado sobre os números de assinantes GSM - eram 300 mil até o último trimestre - o executivo disse apenas que um novo número será divulgado na apresentação dos resultados do trimestre, prevista para o dia 09 de maio.
Convergência Digital – 19/04/2007

Nokia Siemens Networks admite que setor de telecomunicações esta num momento díifícil.
À espera da 3G e do WiMAX para ganhar novos mercados no Brasil e na América Latina, a Nokia Siemens Networks admite que o momento mundial para o setor de telecomunicações é 'difícil' e que todos os fabricantes passam por dificuldades. Isso porque as operadoras repensam seus investimentos e, nessa ação, paralisam os pedidos à indústria como um todo.
"Seria fácil jogar a responsabilidade por resultados abaixo do esperado na consolidação, mas não acho justo. O setor vive um momento de retração de vendas e é uma ação mundial", afirmou o português Armando Almeida, CEO da fabricante para a região, que esteve no Brasil, nesta quarta-feira, 25/04, para oficializar a entrada da Nokia Siemens Networks em operação no país e na América Latina. Aluizio Byrro, que veio da Siemens, será o chairman da Nokia Siemens Networks na América Latina.
A fabricante, que assume a segunda posição no market share da oferta de equipamentos de infra-estrutura fixa e móvel no Brasil e na AL, sabe que tem uma série de desafios pela frente, mesmo tendo um market share de 52% na oferta de ERBs -Estações Radiobase - em GSM. Isso porque o mercado industrial nacional, afirma Byrro, sofre com a falta de pedidos por parte das operadoras.
"O momento é muito complicado. Não há nenhum movimento que incentive os investimentos e com o real excessivamente valorizado, até na parte de exportação perdermos competitividade. Estamos à espera da 3G, do WiMAX, do IPTV, da convergência. Não dá mais para esperar", alertou o executivo, reiterando um discurso constante na indústria de telecomunicações.
"Falo por nós e até por concorrentes diretos que apostaram e apostam no Brasil. Precisamos de apoio. Não dá para ficarmos mais nesse embate regulatório. Há projetos fabris de anos em risco e todos sabemos porque a história esta aí o quê acontece quando uma fábrica fecha para reabrir é uma tarefa cada vez mais difícil no mundo globalizado", ponderou Byrro.
Para Armando Almeida, nos últimos seis meses, a pressão - principalmente a praticada pelos fabricantes chineses, que baixaram significativamente o preço para ganhar concorrências na região - entre os fornecedores foi muito grande. "Está muito competitivo ganhar uma concorrência, mas é esse mercado que existe e a nossa idéia é não entrar em guerra de preços, mas sim, trabalhar projetos que nos interessem estar presentes de fato", disse o CEO da Nokia Siemens Networks.
Questionado se a demora da empresa em entrar em operação - estava prevista para dezembro e houve um adiamento para abril - além das investigações de corrupção envolvendo o alto escalão da Siemens na Alemanha poderiam prejudicar a nova empresa, num momento tão delicado de concorrência, Almeida negou taxativamente. "Não houve qualquer impacto da nossa imagem junto aos clientes", disse. Ainda assim, a empresa está adotando um código de éticas junto aos funcionários para adotar uma política o mais transparente possível.
Almeida, no entanto, admitiu que toda consolidação - e ele já passou por várias na área de TI de onde veio, já que passou pela HP/Compaq - não é uma tarefa simples e indolor, mas aproveitou para alfinetar a concorrente Alcatel/Lucent, ao deixar claro que é meta da companhia não repetir os erros apresentados no processo de fusão e que acredita que, mesmo com alguma perda de lucratividade no primeiro trimestre da companhia, já que houve um pré-aviso ao mercado, não haverá impacto significativo no andamento do projeto.
Compasso de espera
A Nokia Siemens Networks tem grandes planos para o Brasil e como parte do acordo fechado entre Nokia e Siemens, durante a integração, já que as duas companhias detém 50% das ações, ficou estabelecido que a fábrica da Siemens, instalada em Curitiba, será terceirizada para a Siemens Enterprise, que ficou sob o comando da Siemens, uma vez que ela é responsável pela maior parte dos equipamentos produzidos na unidade.
"A demanda de telefonia fixa praticamente desapareceu. Hoje, na nossa área de infra-estrutura são fabricadas ERBs e sistemas ADSL, para banda larga", declarou o chairman da Nokia Siemens Networks para a AL, Aluyzio Byrro. Questionado se há planos de fabricar localmente para 3G, WiMAX e NGN (redes de próxima geração), o executivo respondeu.
"É só ter demanda. Todo processo fabril depende de demanda, mas hoje na prática, o que produzimos, principalmente, os equipamentos ADSL são por pura teimosia, porque não há escala para justificar o processo. É que acreditamos no Brasil", completou.
A Nokia Siemens Networks assume que é a número 2 em muitos mercados de infra-estrutura, entre eles, na América Latina e na Europa. Mas, montou uma estratégia para ser a número 1 nos próximos três anos e enfrentar a 'rival' Ericsson. O esforço da fabricante está respaldado na certeza de que, em 2015, pelo menos cinco bilhões de pessoas estarão conectadas mundialmente. Hoje, pesquisas apontam que 2,5 bilhões de seres humanos estão conectados.
E, de acordo com o CEO da NSN, Armando Almeida, esses 2,5 bilhões de novos seres 'conectados' não virão da Europa, dos Estados Unidos e do Japão, áreas já bastante consolidadas, mas sim, de regiões emergentes, entre elas, a América Latina, onde há um grande espaço para ser trabalhado nas plataformas fixa/móvel.
Convergência Digital – 25/04/2007

Sony Ericsson divulga crescimento de produção e vendas.
A fabricante de celulares Sony Ericsson divulgou na sexta-feira (20/04), crescimento de 63% no volume de aparelhos produzidos, e de 47% nas vendas na comparação entre o primeiro trimestre de 2007, e o mesmo período do ano passado.
No total, foram entregues 21,8 milhões de aparelhos nos primeiros três meses deste ano, contra 13,3 milhões em 2006. Já as vendas da fabricante totalizaram 2,9 bilhões de euros no primeiro trimestre de 2007, contra 1,9 bilhões no mesmo período do ano passado.
O lucro líquido atingiu a casa dos 254 milhões de euros entre janeiro e março de 2007, com crescimento de 133% sobre o mesmo trimestre de 2006 – 109 milhões de euros.
Segundo comunicado da Sony Ericsson, sua participação no mercado de celulares cresceu cerca de dois pontos percentuais na comparação anualizada, e chegou a 8%.
IT Web – 23/04/2007

BenQ anuncia modificação na sua estratégia de atuação.
Depois de fechar unidades de produção de celulares na Alemanha, adquiridas da Siemens, e amargar seis trimestres consecutivos de prejuízos, a BenQ, de Taiwan, anuncia mais uma reviravolta em sua estratégia: pretende agora atuar como fornecedor de partes e peças para grandes fabricantes de computadores, telefones celulares, câmeras, projetores e outros dispositivos.
O negócio OEM (original equipment manufacturer) deve ganhar um novo nome: Jia Da, que quer dizer “excelentes realizações” em chinês. Outra unidade, que permanecerá com o nome BenQ, vai integrar os produtos com essa marca, mas não será o principal negócio da compahia.
A estratégia marca a volta da empresa às suas raízes OEM, quando ainda era uma unidade da Acer. Os executivos da empresa avaliam que a BenQ conta com vantagens competitivas de escala sobre outros fabricantes OEM.
Um porta-voz da empresa disse que todas unidades estão saudáveis, exceto o segmento de telefonia móvel, que hoje representa uma pequena parte de seus negócios. Não existem planos de listar a nova companhia no mercado de ações separada da BenQ.
Procurada para comentar a nova estratégia no mercado brasileiro, a assessoria de imprensa disse que a empresa não iria se manifestar.
TI Inside – 26/04/2007

Tele Norte Leste Participações anuncia excelente lucro líquido no primeiro trimestre de 2007.
A Tele Norte Leste Participações, holding do grupo Oi (antiga Telemar), registrou um lucro líquido de R$ 343 milhões no primeiro trimestre deste ano. O resultado é 137% maior que o verificado um ano antes, quando a empresa lucrou R$ 144,5 milhões. Em comparação com o quarto trimestre, houve queda de 44%.
A receita bruta foi de R$ 6,16 bilhões no trimestre: 5,5% maior que no mesmo período do ano passado e 3,7% menor que no quarto trimestre. A receita líquida cresceu 6,2% na comparação anual entre trimestres e alcançou R$ 4,3 bilhões. Em relação ao quarto trimestre, houve redução de 3,1%.
O Ebitda, por sua vez, foi de R$ 1,45 bilhão entre janeiro e março, o que representa uma queda de 2,4% em comparação com o mesmo período do ano passado e uma redução de 3,6% em relação ao quarto trimestre. A margem Ebitda nos três primeiros meses do ano foi de 33,7%, ante 36,6% no mesmo período do ano passado e 33,8% no último trimestre de 2006.
Telefonia fixa
A receita bruta com telefonia fixa foi de R$ 5,1 bilhões, praticamente estável em relação ao mesmo período do ano passado. Porém, sua participação no faturamento total do grupo caiu de 88% para 84%.
Em telefonia local, a receita diminuiu 4,2% e 2,2% nas comparações com o quarto trimestre e com o primeiro trimestre de 2006, respectivamente, atingindo R$ 2,25 bilhões. O faturamento com pulsos foi de R$ 516 milhões, o que representa uma redução de 12,8% na comparação anual entre trimestres.
Os motivos apresentados para a queda foram: migração de tráfego da rede fixa para a móvel, migração de acessos discados à internet para acessos banda larga e migração para planos alternativos em minutos. Este último fator contribuiu positivamente na receita com assinatura, que subiu 1,8% em relação ao primeiro trimestre de 2006, alcançando R$ 1,71 bilhão.
Em 12 meses, houve queda de 2,8% no número de assinantes fixos, cuja base encerrou o trimestre com 14,34 milhões de linhas em serviço. Desse total, os planos em minutos já representam 18,4%, ou 2,63 milhões. A receita média mensal por usuário (ARPU) de telefonia fixa foi de R$ 84,5 no trimestre.
O faturamento com longa distância (excluindo VC2 e VC3) foi de R$ 722 milhões: 8,7% abaixo do verificado um ano atrás e 2,9% menor que o registrado no quarto trimestre.
Dentro de telefonia fixa, o segmento de dados foi o que mais cresceu. Sua receita subiu 15,7% na comparação anual entre trimestres, atingindo R$ 674 milhões. O principal motivo é o aumento da base de usuários do Velox, serviço de banda larga da operadora, cuja receita foi de R$ 266 milhões no trimestre, montante 28% maior que o verificado um ano antes. O Velox encerrou o trimestre com 1,182 milhão de clientes – um crescimento anual de 31,9%.
A base vem crescendo cerca de 8% trimestre a trimestre. Contudo, do quarto para o primeiro trimestre, o aumento foi de apenas 4,8%.
O diretor de finanças e relações com os investidores da Oi, José Luiz Salazar, explicou que essa redução decorre de motivos sazonais e descarta que uma saturação do mercado de banda larga esteja próxima. “A penetração de ADSL na base todal de linhas em serviço da Oi é de 8,8%. Em outras concessionárias, chega a 14%. Não acreditamos em saturação no momento e mantemos nossa meta de atingir 1,4 milhão de clientes de Velox ao fim do ano”, explicou.
Investimento e dívida
O investimento consolidado no primeiro trimestre somou R$ 344 milhões, sendo 81% na rede fixa e 19% na rede móvel. No mesmo período de 2006 o grupo Oi havia investido R$ 441 milhões. A previsão de investimento para este ano é de R$ 2,4 bilhões.
A dívida total do grupo ao fim de março era de R$ 8,8 bilhões, sendo 21% de curto prazo e 79% de longo prazo. Em relação ao fim do ano, houve uma redução de 8% da dívida bruta, que era de R$ 9,57 bilhões. Da dívida atual, 52,1% é em moeda nacional. A dívida líquida, ao fim do trimestre, era de R$ 4,25 bilhões.
TI Inside – 26/04/2007

|