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26/12/2007
GERAL
Philips anuncia plano de recompra de ações de 5 bilhões de euros
A holandesa Royal Philips Electronics anunciou hoje planos para recomprar 5 bilhões de euros em ações nos próximos dois anos. Segundo a empresa, os papéis readquiridos por esse programa serão cancelados.
O programa da Philips se beneficia de uma mudança na legislação fiscal holandesa, aprovada ontem. Ela permite que um montante maior de recursos seja gasto por empresas do país em recompras de ações sem pagamento de alguns impostos. A nova medida entra em vigor no próximo dia 1º de janeiro.
Esse novo programa foi aprovado com base em um regime de impostos mais amigável para investidores na Holanda e pelo qual a Philips vem advogando já há algum tempo, disse o presidente e executivo-chefe da Philips, Gerard Kleisterlee. Com esse programa de recompra agora lançado, combinado com os 5,2 bilhões de euros que já recompramos desde 2005 e com os 6,5 bilhões de euros de compras que anunciamos ou completamos no mesmo período, a Philips está bem no caminho para alcançar sua meta de um balanço eficiente antes do fim de 2009, completou.
O início do programa de recompra será no dia 2 de janeiro do ano que vem.
Valor Online – 19/12/2007

Philips compra Visicu por US$ 430 milhões
A Philips Electronics está em processo de aquisição da empresa norte-americana Visicu, que desenvolve soluções tecnológicas para área de saúde, por aproximadamente US$ 430 milhões, ou US$ 12 por ação. O objetivo da compra é impulsionar os negócios de produtos médicos da empresa holandesa.
A Philips, maior fabricante de lâmpadas do mundo, uma das três fabricantes de equipamento hospitalar com mais destaque e a marca de eletrônicos mais consumida na Europa, informou que espera fechar o negócio no primeiro trimestre de 2008.
A companhia planeja fortalecer a sua unidade de sistemas hospitalares por meio da aquisição. Em outubro, avisou que a divisão poderia não atingir as metas para 2007, devido à mudanças nos regulamentos dos Estados Unidos. A unidade compete com a GE Healthcare e Siemens Medical Solutions.
A Visico, fabricante de sistemas que assistem pacientes na UTI (Unidade de Terapia Intensiva), obteve US$ 30,2 milhões em receita em 2006, um aumento de 65% em relação a 2005. Os sistemas desenvolvidos pela empresa permitem aos enfermeiros e médicos monitorar os sinais vitais dos pacientes de um centro.
Gazeta Mercantil – 18/12/2007
STMicro quer ampliar vendas de chips em 10%
A STMicroelectronics estima que o mercado global de semicondutores cresça entre 6 e 7 por cento ao ano nos próximos cinco anos.
Mas a meta da companhia é alcançar um crescimento de 10 por cento das receitas, disse o presidente da empresa a um jornal francês.
"Estamos esperando que o mercado cresça anualmente entre 6 e 7 por cento nos próximos cinco anos", disse Carlo Bozotti em entrevista publicada no jornal Le Figaro nesta quarta-feira.
"Nossa ambição é alcançar 10 por cento ao ano", acrescentou.
Bozotti disse que o grupo franco-italiano planeja continuar com os investimentos na Europa, apesar da alta do euro, porque é lá que a companhia tem know-how.
"A taxa de câmbio entre dólar e euro continua sendo nosso maior desafio", disse Bozotti. "Está nos trazendo dor de cabeça... Vamos continuar a investir lá (Europa), já é lá que nossa herança intelectual e know-how estão."
A STMicro anunciou na véspera a aquisição de uma fornecedora deficitária de processadores de vídeo norte-americana em um acordo de 336 milhões de dólares.
INFO Online – 18/12/2007
AUTOMOTIVO
Brasil renegocia acordo automotivo na América do Sul
O Brasil começa a renegociar, no início de 2008, seus acordos automotivos com a Argentina e com o Uruguai, cujas regras expiram em julho. No caso da Argentina, a expectativa brasileira será de firmar um acordo com prazo mais longo que um ano, de forma a permitir maior segurança ao investidor.
O comércio bilateral do setor alcançou, de janeiro a outubro deste ano, US$ 20 bilhões e consolidou definitivamente a integração das cadeias desse setor em ambos os países. No ano, o comércio bilateral do setor deve fechar com algo como US$ 23 bilhões. "Como se trata de um comércio entre empresas, que envolve trocas de insumos, partes e peças, veículos semi-acabados e veículos acabados, esse intercâmbio é menos suscetível a oscilações", afirmou o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Ivan Ramalho, que coordena, do lado brasileiro, as negociações.
Portal Exame – 18/12/2007

Renault prepara expansão na Colômbia
Antes de chegar ao Brasil, Carlos Ghosn, presidente mundial da Renault e Nissan, passou pela Colômbia, onde a empresa monta carros em kits CKD na Sofasa, na cidade de Envigado. O executivo assinou acordos com o governo colombiano para garantir a expansão futura da produção da Renault no país.
O acordo assegura estabilidade jurídica e garante a continuidade dos incentivos fiscais que a Sofasa tem por produzir em zona econômica especial, como isenção de imposto sobre valor agregado dos veículos, eliminação de alíquota de importação para maquinário e o imposto de renda reduzido de 35% para 15%. “Este pacto dá à Sofasa a garantia de que a Colômbia não mudará as regras do jogo e mais tranqüilidade para a empresa continuar investindo no país”, disse o presidente colombiano Álvaro Uribe, ao assinar o contrato na montadora na última segunda-feira, 17.
AutoData – 18/12/2007

Nissan produzirá novos modelos no Brasil para crescer
A Nissan planeja produzir novos modelos no Brasil, na mesma fábrica da Renault em São José dos Pinhais, PR, para sustentar seu crescimento e conquistar a rentabilidade no País. “O Brasil é o único mercado no mundo onde a Nissan tem prejuízo. Precisamos mudar isso”, afirmou Carlos Ghosn, presidente mundial da Nissan e Renault.
Na avaliação de Ghosn a Nissan precisa produzir novos carros no Brasil para ser rentável. Hoje são feitos no Paraná apenas comerciais leves, a picape Frontier e o utilitário esportivo Xterra, e os demais modelos são importados, principalmente do México, caso de sedã Sentra e do hatch Tiida, que entram no País sem pagar imposto de importação graças ao acordo de livre comércio de automóveis mantido pelos dois países.
“A marca já cresceu bastante este ano no mercado brasileiro, mas até agora só às custas de modelos importados. Por isso a certo ponto iremos produzir na fábrica brasileira um carro mais popular da marca”, disse Ghosn.
Segundo Thomas Besson, presidente da Nissan Mercosul, já estão sendo tomadas providências nesse sentido, com investimentos já anunciados de US$ 150 milhões no período 2007-2009. “Este ano tivemos progressos em diversas áreas que darão suporte ao futuro incremento da produção local. Reforçamos nossa engenharia e trabalhamos fortemente na nacionalização de componentes.”
Besson confirma que novo automóvel, um veículo leve de passeio, será produzido no Brasil dentro de dois anos. “Em março de 2009 deveremos começar a produzir nova geração da Frontier e depois lançaremos o novo carro.” Ele não revela em qual segmento a Nissan pretende competir com o modelo, mas adianta que será em faixa de preço de maior procura.
Sobre a possibilidade de entrar em concorrência com a sócia Renault, Besson avalia que essa não é uma preocupação no momento. “Antes disso ainda precisamos aumentar muito nossa participação de mercado.”
A Nissan fecha 2007 com cerca de 11,5 mil veículos vendidos no Brasil, em crescimento de mais de 100% em comparação com 2006, quando a marca atuava com poucos produtos no mercado brasileiro. Para 2008 Besson projeta salto pouco menor, com vendas de 17 mil unidades, ainda assim com significativo incremento de 48% sobre este ano.
“Os resultados até o momento mostram que com gama mais completa de produtos estamos no caminho certo para o crescimento sustentável de longo prazo.” Em 2009, já com mais produtos à mão, a meta é vender 40 mil.
Auto Data – 18/12/2007

Randon: expansão de 15% em 2008
A diretoria das Empresas Randon anunciou na terça-feira, 18, estimativa de receita bruta total de R$ 4 bilhões no próximo ano, o que corresponde a aumento de quase 15% sobre a expectativa de R$ 3,5 bilhões para este exercício, e já 13% superior ao valor inicialmente projetado de R$ 3,1 bilhões. A receita líquida consolidada está orçada em R$ 2,8 bilhões.
De acordo com Astor Schmidt, diretor de relações com investidores, a distribuição das receitas pelas empresas de implementos rodoviários e veículos e as de autopeças manterá os índices históricos próximos de 50% para cada atividade. A produção de implementos deve avançar 10%, atingindo total de 22 mil unidades, especialmente favorecida pela atividade de serviços, impulsionada por obras públicas e privadas em infra-estrutura: “É inegável que o Plano de Aceleração do Crescimento está melhorando as taxas de investimentos nesta área. Mesmo que lentamente”.
Sem revelar os números o diretor reconhece que a programação de pedidos de implementos e veículos especiais para o início de 2008 é confortável, até mesmo melhor que a deste ano. Além do segmento de serviços ele confirma expectativas positivas nos setores primários e industriais. A diferença de índices de receita e produção está diretamente ligada à expectativa de incremento nas vendas de produtos de maior valor agregado, como silos, carrega-tudo, basculantes, caminhões fora-de-estrada e retroescavadeiras. Na área de autopeças a projeção de crescimento varia de 8% a 12%.
Já as exportações estimadas para 2008 apresentam taxas de expansão abaixo do que vinham ocorrendo nos últimos anos. O grupo trabalha com receitas externas de US$ 250 milhões, alta de 13,5% sobre o volume a ser consolidado este ano, US$ 220 milhões.
Schmidt reconhece que a atitude é conservadora, mas ancorada nos sinais de arrefecimento da economia mundial em razão da crise imobiliária nos Estados Unidos, que deve tornar o crédito mais seletivo: “A situação não apavora, mas preferimos adotar cautela”.
Schmidt lembrou que já há desaquecimento nas vendas de caminhões e implementos rodoviários nos Estados Unidos.
Os investimentos estão programados para R$ 250 milhões, acompanhando o plano fixado de R$ 800 milhões para o período 2005-2009. As compras no Exterior em 2008 ficarão próximas de US$ 85 milhões, alta de quase 30% sobre o valor deste ano, US$ 65 milhões.
A diretoria da Randon decidiu manter as tradicionais férias coletivas de fim de ano, acompanhando a prática adotada pela maioria das montadoras de caminhões. O período de 24 de dezembro a 5 de janeiro será dedicado à manutenção dos equipamentos.
AutoData – 18/12/2007

CONSUMER
Matsushita, Canon e Hitachi negociam parceria
As empresas japonesas Matsushita Electric Industrial, Canon e Hitachi negociam parceria multi-milionária para produção de telas planas para televisores e outros eletrônicos. As três companhias estão em estágio final de negociação para a formação da aliança para produzir as telas ultra-finas OLED.
Eles também tem o objetivo de investir 300 bilhões de yen (US$ 2,6 bilhões) na construção de uma nova fábrica para produzir telas de cristal líquido (LCD) pequenas e de tamanhos médio.
Para a aliança, a Matsushita Electric Industrial Co. Ltd. e Canon Inc contribuiriam com mais de 100 bilhões de yen cada para adquirir igualdade das ações minoritárias na Hitachi Displays, subsidiária da Hitachi Ltd.
A Canon usará as telas de OLED em câmeras digitais e filmadoras, enquanto a Matsushita utilizará para televisores de telas planas.
A aliança forçará a competição com a Sony Corp. e a Sharp Corp. no Japão. No mês passado, a Sony lançou a primeira televisão de OLED no mundo. A próxima geração de televisores terá apenas 3 milímetros de espessura.
Investnews – 19/12/2007

Intel prevê venda de 13 milhões de computadores no Brasil em 2008
A operadora móvel brasileira detida pela Portugal Telecom e pela Telefónica, até ao momento, já investiu 445 milhões de euros – mais de 1,15 mil milhões de reais – para conquistar cinco licenças móveis de terceira geração em outras tantas zonas do Brasil.
Este cálculo inclui o lote de frequências conquistado pela Telemig para alguns municípios de Minas Gerais, já que esta operadora foi comprada recentemente pela Vivo.
A operadora luso-espanhola garantiu a oferta de serviços 3G para os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Sergipe, Espírito Santo, Nordeste, Pará, Maranhão, Roraima, interior de Minas Gerais, além de uma série de municípios e cidades mais pequenas do Brasil.
A Anatel já vendeu 19 das 36 licenças de terceira geração disponibilizadas, sendo que até ao momento o governo brasileiro já garantiu um encaixe superior a cinco mil milhões de reais, qualquer coisa como dois mil milhões de euros.
A Vivo é até ao momento a terceira maior "contribuinte", já que com investimentos superiores ao da operadora móvel líder no Brasil encontram-se a Claro, que gastou 1,36 mil milhões de reais – 520 milhões de euros – em cinco licenças, e a TIM, que aplicou 1,27 mil milhões de reais – 490 milhões de euros – em quatro lotes de frequências 3G.
O Globo – 14/12/2007

allTV cria rede de TV interativa no País
Perto de comemorar seis anos de transmissão online - em maio de 2008 -, a emissora de televisão na internet allTV, criada e dirigida pelo jornalista e empresário Alberto Luchetti Neto, anuncia a criação do que ele define como a “primeira rede de televisão interativa do Brasil”. Desde o começo do mês, por meio de um modelo de negócio que se apóia em um sistema de franquias, parcerias e investimentos próprios , a allTV montou nove “retransmissoras”. Graças a elas, forma uma rede de TV interativa 24 horas ao vivo no ar.
Além da sede em São Paulo, a allTV conta agora com geradoras de conteúdo regional, com equipes habilitadas a transmitir nove horas de programação e entretenimento local, nas seguintes regiões: allTV Amazônia, cobrindo os Estados do Acre, Rondônia, Pará, Amapá, parte de Mato Grosso, Roraima, Maranhão, Amazonas e Tocantins; allTV Rio; allTV Bahia; allTV Rio Grande do Sul, extensiva a Santa Catarina e Paraná; allTV Pantanal, chegando a Mato Grosso do Sul e parte de Mato Grosso; e allTV Brasília (Distrito Federal e Goiás).
“Quando criei a allTV, imaginei reunir o melhor de cada veículo de comunicação por onde passei na minha carreira profissional”, diz Luchetti. “A televisão na internet é capaz de ter o imediatismo e a agilidade do rádio, a riqueza de conteúdo dos jornais, a plástica da televisão e ainda proporciona a interatividade, ou seja, o telespectador/internauta pode se comunicar na hora com o apresentador, do outro lado da tela.”
A maior vantagem da IPTV (sigla para televisão sobre protocolo de internet) é a facilidade de uso de recursos que barateiam a captação e o envio de sinais via computador. “Para relatar o caos dos aeroportos, por exemplo, nós, da allTV, precisamos apenas de um cartão de internet para telefone, um laptop e uma câmera de computador”, diz Luchetti. “As emissoras tradicionais têm de mobilizar muitos recursos caros.”
Segundo Luchetti, a allTV já alcança 30 milhões de acessos por mês. Boa parte dessa audiência, cerca de 32%, vem do exterior. “São brasileiros que vivem nos EUA, Europa ou Japão e que nos assistem para ver o que acontece em casa sem qualquer custo. Caso contrário, precisam pagar a Globo ou a Record internacional”, diz. Segundo ele, esse internauta até tem acesso a determinados programas no site das emissoras. “Mas com atraso”, diz.
Atualmente, a receita da allTV vem da publicidade convencional e também de projetos de TV interativa para grandes corporações. Com a criação da rede interativa, Luchetti espera aumentar significativamente a receita, que não revela qual é.
Estado de São Paulo – 19/12/2007

HP registra crescimento de 35% nas vendas em 2007
No ano em que celebra 40 anos de presença no país, a HP encerra seu período fiscal de 2007 com todas as suas unidades de negócio crescendo mais rápido do que o mercado e apresenta um forte crescimento em todos os segmentos onde atua: grandes empresas, pequenas e médias empresas (SMB) e de Consumo.
De acordo com Mário Anseloni, Presidente e Diretor Geral da HP Brasil, “O crescimento de 35% é resultado de um portfólio de produtos, serviços e soluções mais completo da indústria de TI, dos investimentos feitos pela empresa no país, de uma grande equipe de colaboradores e de uma dedicação constante em atender às necessidades de clientes tão distintos, como consumidores e empresas de pequeno, médio e grande porte. A HP Brasil vem superando seus objetivos há 17 trimestres consecutivos, tendo duplicado seu faturamento nos últimos três anos”.
Em termos organizacionais está dividida em três unidades de negócios que, apesar de autônomas, trabalham em sinergia para conduzir as estratégias de negócio que projetam a HP como a maior empresa de tecnologia do mundo e a mantém com um crescente e sólido resultado financeiro.
soluções de Tecnologia
Em 2007,a HP reestruturou a sua oferta para o mercado corporativo por reconhecer o peso crescente da tecnologia para o sucesso das empresas e a necessidade de aumentar o alinhamento entre TI e Negócios. Sob o conceito de Tecnologia do Negócio, o portfolio para empresas da HP foi segmentado em três áreas:
- Adaptive Infrastructure, com soluções de infra-estrutura para data centers automatizados, virtualizados, e com menor consumo de energia;
- Business Technology Optimization, voltado para o ciclo de vida das aplicações; e
- Business Information Optimization, para o gereciamento efetivo das informações de negócio.
Para o mid-market (segmento de médias empresas), a HP lançou soluções específicas com seus principais parceiros de aplicações para o segmento – SAP, Microsoft e Oracle. Com um amplo portfólio para grandes corporações e empresas de pequeno e médio porte, este Grupo oferece soluções completas para a tecnologia do negócio, incluindo servidores, armazenamento, softwares e serviços.
Software
Em 2007, a HP cresceu, em software, 50% ou três vezes o crescimento do mercado. Já em sistemas de armazenamento e processamento (storage e servidores), cresceu 40%, o que representa seis vezes o crescimento do mercado, e é líder em Blades com 49,5% de participação, de acordo com o IDC (terceiro trimestre de 2007).
O mercado de blades vem crescendo de forma acelerada no país. Na HP, a própria fabricação nacional de Bladesystems já foi expandida e no último trimestre, de acordo com o IDC (terceiro trimestre de 2007), o crescimento da empresa neste mercado foi de 359% em unidades.
A área de serviços da empresa já representa 52% da receita do grupo de soluções de tecnologia, com destaque para serviços de impressão, gerenciamento de estação de trabalho e consultoria & integração, chegando a um crescimento médio anual de dois dígitos.
A HP fortaleceu seu portfolio de Tecnologia do Negócio por meio de aquisições como a Mercury, Opsware, SPI Dynamics, EYP e Knightsbridge.
Sistemas Pessoais
A área de sistemas pessoais encerrou o ano fiscal com 72% de crescimento em sua receita, com destaque nos negócios de consumo (105%) e workstations (59%). Para atender a esta crescente demanda do mercado local de desktops e notebooks, a HP anunciou em outubro de 2007 uma nova fábrica em Jundiaí. No Brasil, a HP já fabricou mais de quatro milhões de computadores HP.
Este ano foi marcado pela introdução de produtos no Brasil como o primeiro media center HP (Pavilion M8060), o primeiro tablet voltado para o mercado home (Pavilion tx1070) e o primeiro Smartphone (Ipaq 510) e GPS (rx5710). Além disto, a unidade de negócio, fortaleceu sua estratégia para workstations, principalmente em mercados verticais, como financeiro, CAD, etc.
Outro fato marcante foi a volta da marca Compaq ao mercado de varejo, anunciada em novembro. A retomada deve-se principalmente a sua reputação, que se manteve forte mesmo estando fora do mercado nacional. Prova disso é que numa pesquisa realizada recentemente a pedido da HP foi constatado que Compaq ainda é uma das marcas mais lembradas pelos consumidores de informática.
Imagem e Impressão
A empresa continua liderando o mercado de impressoras com participação de 60,3% e multifuncionais com participação de 74,3%, de acordo com a IDC (terceiro trimestre de 2007). Comemorando no início deste ano a marca de 10 milhões de impressoras e multifuncionais produzidas no país em menos de 10 anos, o Brasil é a única manufatura HP de impressoras jato de tinta localizada fora da Ásia. Este processo desenvolve uma grande cadeia de parceiros e fornecedores, gerando dois mil empregos diretos e cinco mil indiretos.
Além disso, a fabricante líder de mercado mantém um alto índice de nacionalização no processo de produção local, com cerca de 65% das partes e peças utilizadas em impressoras e multifuncionais jato de tinta e aproximadamente 20% dos produtos lasers fabricados no Brasil, incluindo também impressoras e multifuncionais.
Recentemente a HP lançou, também no Brasil, a campanha “O que você tem a dizer”, que tem por objetivo promover a estratégia Print 2.0, que se concentra em três áreas principais: apresentar a próxima geração de plataformas de impressão digital para oferecer maior velocidade e menor custo de impressão aos mercados comerciais de alto volume; facilitar a impressão a partir da Web; e estender as plataformas de criação e publicação de conteúdo digital entre os diversos segmentos de clientes.
A subsidiária brasileira é a única manufatura da HP no mundo 100% integrada e com tecnologia RFID (Radio Frequency ID) em toda a cadeia produtiva. A empresa atende 90% da demanda de hardware no Mercosul e 50% na América Latina.
Convergência Digital – 18/12/2007

IDENTIFICATION
RFID: 30% das empresas de logística espanholas contam com o recurso
A adoção das tecnologias de identificação por radiofreqüência (RFID) está se tornando mais popular nas empresas de distribuição e logística na Espanha, segundo o estudo da IDTrack em parceria com a IBM chamado “Estado Atual do RFID”.
Do total de empresas entrevistadas, 30% já implementou tecnologias RFID e 83% se mostra satisfeita com os resultados obtidos desta implantação. De acordo com o informe, o alto grau de satisfação percebido, junto com o feito da maior parte dos entrevistados (cerca de 50%) iniciaram estes projetos há três anos, indica que a tecnologia alcançou um nível de maturidade.
Em relação ao grau de maturidade da tecnologia, 50% dos entrevistados têm uma solução RFID aplicada à gestão de etiquetas, embora a tendência seja incorporar estas tecnologias em lotes de produtos e, também as unidades em alguns casos.
Para as empresas que participaram do informe, a principal vantagem do RFID é dispor de mais controle do processo de distribuição dos produtos, com 58,1% das respostas.
Em segundo lugar, a tecnologia reduz erros na informação dos produtos (em uma taxa de 32,3%) e identifica da forma individual cada unidade (25,8%). Um maior controle na qualidade dos produtos e a facilidade de leitura das etiquetas como o código de barras, são outras vantagens que trazem o RFID.
No entanto, ainda há um bom trecho de caminhada. Dos respondentes, 28% afirmam que não conhecem e não sabem no que consiste o RFID. Assim mesmo, cabe assinalar que, entre os inibidores, destacam-se o alto investimento necessário para a implementação e o alto custo de manutenção.
ComputerWorld – 18/12/2007

Receita da Gemalto no terceiro trimestre supera R$ 1 bilhão
A Gemalto, fornecedora de sistemas de segurança digital, encerrou o terceiro trimestre com faturamento de 401 milhões de euros (o equivalente a cerca de R$ 1,4 bilhão), um crescimento 6% na comparação com o mesmo período do ano passado. As áreas das Américas, que incluem o Brasil, tiveram aumento de 15%, representando 26% do faturamento total da empresa, na comparação anual.
De acordo com o informe de resultados divulgado nesta quarta-feira (19/12), a companhia, resultante da fusão da Gemplus e Axalto, obteve um crescimento em todos os seus segmentos de atuação como comunicação móvel (5%), transações seguras (7%), segmento que atende aos mercados financeiro e de transporte, segurança (15%), segmento que atende às áreas de governo e empresas, e licenciamento de patentes (15%).
Na quebra por região geográfica, a região das Américas cresceu 15% em relação ao mesmo período de 2006, enquanto a Ásia obteve um aumento de 4% e os países que compõem a Europa, Oriente Médio e África (EMEA) cresceram 1%. O aumento do faturamento na região das Américas foi puxado pelas áreas de comunicação móvel e de segurança. Levando-se em consideração o dólar mais barato em relação ao euro, o crescimento do faturamento foi de 23% a taxas constantes de câmbio. A região respondeu por 26% do faturamento no trimestre, dois pontos percentuais acima do registrado no ano anterior.
O Brasil, segundo a empresa, teve ótima participação no trimestre, em decorrência da expansão da base instalada de cartões SIM, empregados em serviços de dados e de valor agregado. Como exemplos a Gemalto cita os jogos PAN Americanos e o aumento na demanda em função da entrada de mais uma operação GSM no mercado brasileiro.
O CEO da Gemalto, Olivier Piou, disse que o bom resultado se deveu ao mix de produtos em comunicação móvel e a forte atuação em programas na área de governo. Além disso, observa que os segmentos financeiro e de transporte tiveram forte melhoria nas atividades de personalização de cartões bancários.
Portal Fator Brasil – 18/12/2007

INDUSTRIAL
Totvs consolida empresas em busca de expansão de mercado
O ano de 2007 será marcado pela consolidação da Totvs, que unificou as empresas que adquiriu ao longo de quase dois anos (Microsiga, RM e Logocenter), que passam a ser marcas dos respectivos softwares de gestão empresarial.
A informação é do presidente da holding, Laércio Cosentino, ao dizer que a estratégia refletirá também junto aos cerca de 100 canais de distribuição e franquias credenciadas, que serão incentivados a fazer alianças para fortalecer e ampliar a oferta do leque de produtos, inclusive das demais empresas adquiridas nos últimos meses.
Como exemplo de novas oportunidades de mercado oriundas dessas aquisições, o executivo citou o sistema da MidByte para o pequeno varejo, o software para front office de escritórios jurídicos da BCS Informática e o TQTVD uma solução de middleware para TV digital que permite explorar soluções interativas de e-commerce, por exemplo, integrado ao ERP.
Com o aumento do portfólio de soluções, a Totvs acredita que é importante reforçar a marca única, para que não haja dispersão do esforço de marketing. Segundo Cosentino, em 2008 a empresa pretende investir na expansão internacional (recentemente criou a EutoTotvs em Portugal) e crescer nos mercados de automação comercial, indústria e educacional, que se tiveram bom desempenho em 2007.
TI Inside – 19/12/2007

TELECOM
Celular pode superar telefonia fixa nos EUA
Os norte-americanos estão utilizando mais celulares do que aparelhos convencionais, segundo analistas da indústria das telecomunicações. Para 2007, a expectativa é de que os usuários gastem mais com telefonia móvil do que fixa.
Em 2006, os números do Departamento do Trabalho mostraram que os norte-americanos gastaram em média US$ 524 em cintas de telefones celulares. No mesmo ano, o montante médio de faturas de rede fixa foi de US$ 542. Para 2007, os analistam estimam que as contas por uso de celular sejam superiores às dos telefones fixos.
"Muitas pessoas estão cancelando o serviço de telefone fixo e optam por usar exclusivamente o celular", disse hoje um porta-voz da empresa In-Stat, dedicada a pesquisas de mercado.
Segundo os analistas, a enorme popularidade dos celulares se deve à sua conveniência e flexibilidade, assim como a grande quantidade de serviços, como música, mensagens de texto e vídeo. Os Estados Unidos possuem mais de 300 milhões de habitantes e 170 milhões de linhas fixas, contra 250 milhões de celulares.
A Verizon Communications Inc., que domina uma grande fatia do mercado norte-americano, registrou um crescimento anual de 15 a 20% nos últimos cinco anos. Já as empresas de telefonia fixa se mantêm virtualmente sem crescimento. As linhas já atingem 90% das casas ou empresas, segundo os analistas. "O negócio já está maduro e não vai crescer. Pior, vai diminuir", disse um porta-voz da Verizon.
Gazeta Mercantil – 19/12/2007

Oi compra empresa que permite uso do celular como meio de pagamento
Em linha com uma tendência de mundial de agregar serviços ao telefone celular, a Oi desembolsou R$ 75 milhões pela administradora de crédito Paggo Empreendimentos.
Tal empresa desenvolveu o sistema de créditos e pagamentos Paggo, já usado pela Oi, que permite a utilização da telefonia móvel como meio de pagamento de serviços e mercadorias.
Esta aquisição está alinhada com a estratégia de expansão de novas fontes de receita, bem como a fidelização de clientes da Oi, disse o diretor e finanças e relação com investidores da companhia, José Luiz Magalhães Salazar, por meio de comunicado.
Valor Online – 18/12/2007

3G trará investimentos minímos de R$ 10 bi até 2009
O presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, disse nesta terça-feira, 18/12, em coletiva de imprensa realizada antes do início da abertura dos envelopes das interessadas em comprar licenças de Terceira Geração no Brasil - oito operadoras - que, até 2009, a nova geração de telefonia celular deverá trazer, no minímo, R$ 10 bi em investimentos para o Brasil.
No total, serão R$ 6 bi para a aquisição de licenças e compromissos de abrangência e R$ 4 bi para a atualização e manutnção da rede. Sardenberg preferiu não prever um valor de ágio para as licenças. "Acredito num ágio em torno de R$ 700 milhões, mas é puro achismo", brincou o presidente da Anatel com os jornalistas.
Com relação à expectativa de novos serviços, Sardenberg almeja que a 3G faça com que as operadoras melhorem o atendimento ao usuário. Também acredita que a tecnologia determinará uma maior competição no setor. "Acabou a fronteira entre as móveis e as operadoras fixas", declarou.
A Anatel acredita que também num prazo de dois anos, o serviço móvel celular, em função da 3G, chegará aos 1836 municípios, hoje, ainda não cobertos - ou uma população de 17, 3 milhões de brasileiros.
Essas áreas serão atendidas a partir da meta de universalização imposta às operadoras que comprarem a cidade de São Paulo e o Estado de São Paulo. Segundo ainda a Anatel, o Serviço Móvel Pessoal de 2000 a 2006 já trouxe para o Brasil, R$ 46,7 bi.
O leilão da 3G já começou. Neste momento, acontece a disputa pela banda J na área de prestação I - na banda J - que sao os Estados do Rio de Janeiro, Espiríto Santo, Bahia, Sergipe. Disputam lance a lance, as empresas Vivo e Nextel Telecomunicações.
Convergência Digital – 21/12/2007

Anatel arrecada R$ 5.338 bi com leilão da Terceira Geração
Terminou nesta quinta-feira, 20/12, depois de três dias de pregão, a venda das 44 licenças de Terceira Geração no Brasil. A Anatel arrecadou R$ 5.338.728,474,58, o que significa um ágio de 86,65% em relação ao preço mínimo fixado - R$ 2,8 bi.
A Claro foi a operadora que mais investiu: R$ 1.426 bi, seguida da TIM, com R$ 1.324 bi e da Vivo, com R$ 1,047 bi. O ágio alcançado - muito acima do esperado - foi determinado pela presença da Nextel, que no primeiro dia, "puxou para cima" o custo das licenças.
O leilão teve no seu último dia, um protesto formal formulado pela TIM contra a Claro, desconsiderado, no entanto, pela Comissão organizadora do leilão. O protesto é relativo à apresentação da contraproposta da Claro - segundo a TIM feita fora do prazo determinado de 15 minutos pela organização do leilão na disputa por uma licença na área II, da Brasil Telecom.
A TIM levou a licença, mas teve que pagar R$ 528 milhões, o que significou um ágio de 222,6% em relação ao preço mínimo estipulado pela Anatel -R$ 163,669. 720,21. A proposta ficou R$ 50 milhões mais cara, após o repique apresentado e, acatado, pela comissão organizadora pela Claro, que ao final, deixou a disputa, após o repique final da TIM.
O protesto da TIM movimentou o último dia do leilão da venda das freqüências de 3G. No entanto, a Comissão de Licitação do pregão decidiu desconsiderar o protesto formulado pela operadora. Segundo a organização, caberá, agora, à operadora TIM entrar, se quiser, com um recurso entrar com recurso junto à Anatel, de acordo com o previsto no regulamento do edital da venda das licenças, para que o fato apresentado venha a ser, posteriormente, analisado pela Agência Reguladora.
Muito além da expectativa
Com a desconsideração do protesto da TIM, a Comissão de Organização deu por encerrado o leilão da venda das 44 licenças disponíveis para a Terceira Geração. A disputa fez a Anatel arrecadar R$ 5,338,728,474,58, o que significa um ágio final de 86,65%. A Agência também divulgou a relação por empresa de todos os lances apresentados no leilão.
A Claro foi à empresa que apresentou maior volume de lances - R$ 1,426,155,100. Em seguida veio a TIM - R$ 1.324.671.655,00. Em terceiro lugar despontou a Vivo, com R$ 1.047,693,000,00. Em seguida ficou a Oi com R$ 867.017,200,00 milhões. A Brasil Telecom investiu R$ 488.235.040,00.
A Telemig Celular, comprada pela Vivo, aportou R$ 53.535.000,00. Os recursos, vale observar, foram todos investidos em Minas Gerais. A CTBC pagou R$ 31.421.079,58, também por licenças na sua área de atuação.
A Nextel, que determinou uma supervalorização dos preços das licenças na área I - RJ, ES, BA e SE, e também na faixa J, da área 2, da Brasil Telecom, todas licitadas no primeiro dia do leilão, terminou não levando nenhuma licença.
Nesta quinta-feira, 20/12, foram vendidas as licenças relativas ao Estado de Minas Gerais - com exceção da área do Triângulo Mineiro. Vivo, Claro, TIM e Oi, sem nenhuma surpresa, arremataram as licenças.
A TIM ficou com a faixa G - 10 MHz + 10 MHz - por R$ 40.559,848,00, um ágio de 44,58%¨. Já a Oi levou a faixa I - também de 10 MHz + 10 MHz - por R$ 42.815.600,00, o que significou um ágio de 52,62%. Os preços mínimos dessas áreas eram de R$ 28.053.745,16.
O leilão foi fechado com a venda das licenças no Norte do Paraná - Londrina e Itamarana - área da Sercomtel Celular, que não disputou o pregão. Essas áreas foram levadas, também sem surpresa, pelas operadoras Vivo, Brasil Telecom, TIM e Claro. Vale lembrar que no leilão das sobras do SMP, Vivo e Claro travaram um duelo pela região e a Claro pagou um alto valor pelas freqüências na área.
A Vivo ficou com faixa J, pagando R$ 3.953.000,00, o que determinou um ágio de 36,57%. A Brasil Telecom ficou com a faixa F - a que equivale a maior freqüência - 15 MHz + 15 MHz - pagando R$ 5.235.040,00, o que significou um ágio de 20,57%. A TIM levou a faixa G - 10 MHz + 10 MHz - por R$ 4.177.347,00, um ágio de 44,32%.
Já a última faixa, a I, ficou com a Claro, que pagou R$ 4,402.000, um ágio de 52,08%. O preço mínimo para as faixas J, G e I era de R$ 2.894.507,53. Para a faixa F, arrematada pela BrT, o preço mínimo era de R$ 4.341.761,30.
Covergência Digital – 21/12/2007

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