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26/11/2007
GERAL
Governo decide criar uma estatal para produção de semicondutores
O governo decidiu transformar o Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec) numa empresa estatal, sob a forma de uma "sociedade por ações" (S/A). Projeto de Lei nº 2.648 com esse objetivo acaba de dar entrada no Congresso Nacional. Foi a audaciosa resposta dada pelo governo para a evidente falta de interesse da indústria mundial de semicondutores de instalar uma planta no Brasil.
A nova estatal terá sede em Porto Alegre (RS) e ficará vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia. O projeto permite que a S/A conte com participação acionária, no seu capital social de "pessoas jurídicas de direito público interno" (União, Estados, Distrito Federal e Territórios, Municípios e Autarquias).
Na Mensagem 879, assinada pelos ministros, Sérgio Rezende (C&T), Guido Mantega (Fazenda) e Paulo Bernardo (Planejamento, Orçamento e Gestão) e encaminhada ao Congresso, o governo informa que a criação desta empresa pública permitirá, entre outras vantagens, a implantação rápida, o regime jurídico de empresa mais flexível, controle público, contratação de pessoal no regime celetista, realização de receitas próprias e a captação de recursos de outras fontes e não apenas do Tesouro, além de trazer segurança jurídica".
Os ministros alegam que a proposta não resultará em acréscimos de despesas imediatas, uma vez que a Financiadora de Estudos e Projetos, do MCT, já teria disponibilizado recursos em cooperação com o Governo do Estado do Rio Grande do Sul.
O governo federal já tem participação ativa no CEITEC. Apesar de ser uma associação civil sem fins lucrativos; em 2005, o Ministério da Ciência e Tecnologia assinou contrato no valor de R$ 148 milhões para a construção do Centro. E foi um dos responsáveis pela implantação do centro com o protocolo de intenções firmado com governos estadual e municipal, além de parcerias privadas com instituições de ensino, e outras entidades empresariais.
Segundo o presidente do Ceitec, Sérgio Dias, a mudança do centro para uma empresa pública irá melhorar os processos e a canalização dos recursos disponibilizados, dando a oportunidade de mais projetos serem desenvolvidos. Atualmente são quatro: O do primeiro chip brasileiro, de automação industrial, etiquetas eletrônicas, e chip de identificação para animais. Dias prevê que com a mudança de status, seja possível multiplicar esse número por dez, com 40 projetos em cinco anos.
As obras do Ceitec, com previsão de término para o final do ano, foram visitadas nesta quinta-feira (22/11) pelo ministro Sérgio Rezende, que prometeu investir R$ 25 milhões por ano para o custeio, manutenção e produção da sede.
O Ceitec também contará com pelo menos R$ 1 bilhão, até 2013, a ser destinado pelo BNDES, para o financiamento da indústria no Sistema Brasileiro de TV Digital. Tal anúncio foi feito pelo então presidente do Banco, Demian Fiocca, numa solenidade no Palácio do Planalto, que contou com as presenças do presidente Lula e dos ministros Hélio Costa (Comunicações) e Dilma Rousseff (Casa Civil).
Projeto
O projeto encaminhado ao Congresso Nacional contém 23 artigos. As atividades da futura estatal de semicondutores e microeletrônica estão expressas no 4º.
I - produção e comercialização de dispositivos semicondutores e sistemas de circuitos integrados, além de outros produtos de microeletrônica, para atender demandas específicas do mercado nacional e internacional;
II - disponibilização de infra-estrutura para permitir o domínio dos processos de pesquisa, desenvolvimento, projeto, prototipagem e testes em microeletrônica por pesquisadores, instituições de ensino superior, centros de pesquisa e desenvolvimento e entidades empresariais, bem como para desenvolver produtos em microeletrônica;
III - prestação de serviços de consultoria e assistência técnica especializada no âmbito de sua atuação, bem como de serviços especializados de manutenção, testes de conformidade, medição, calibração, certificação de produtos, normalização, aferição de ensaios e testes de padrões, aplicáveis a instrumentos, equipamentos e produtos;
IV - comercialização e concessão de licenças ou de direitos de uso, de marcas e patentes de bens ou de produtos resultados de seus trabalhos, além de transferência de tecnologias adquiridas ou desenvolvidas na CEITEC;
V - elaboração de testes de lotes de circuitos integrados prototipados pela CEITEC, com a análise de sua viabilidade técnica, econômica e financeira;
VI - promoção e suporte de empreendimentos inovadores, tanto na área de hardware como de software, com observância de padrões de formação e de competitividade compatíveis com o mercado internacional;
VII - realização de pesquisa tecnológica e de inovação, isoladamente ou em conjunto com instituições de ensino superior, centros de pesquisa e desenvolvimento e entidades empresariais;
VIII - elaboração de estudos e realização de pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação de conhecimentos técnicos e científicos para a promoção do desenvolvimento econômico e social, bem como experimentação de novos modelos produtivos;
IX - formação de recursos humanos, capacitação e intercâmbio de técnicos e pesquisadores por meio de cursos, em articulação com instituições de ensino superior, centros de pesquisa e desenvolvimento e entidades empresariais;
X - criação e consolidação de ambiente propício ao desenvolvimento científico e tecnológico integrado, articulando sua atuação em nível nacional e internacional;
XI - possibilitar o acesso a informações, a criação de parcerias, a redes de aperfeiçoamento tecnológico, de comercialização e de serviços; e
XII - atração de investimentos de interesse estratégico em sua área de atuação.
Convergência Digital – 22/11/2007

Philips anuncia a compra da fabricante de produtos de iluminação Gentyle por US$ 2,7 bilhões
A aquisição, que vem na esteira das compras de outras empresas do setor nos EUA, torna a Philips líder do mercado de iluminação no país, segundo nota da companhia holandesa.
O objetivo da compra é se beneficiar da extensa rede de distribuição da Gentyle nos EUA, o que deve alavancar as vendas de produtos Philips no país. Além disso, a companhia tem também a intenção de lançar no mercado externo produtos desenvolvidos pela Gentyle.
Segundo a Philips, o conselho de administração da Gentyle aprovou o negócio por unanimidade e deverá recomendar a transação aos acionistas da empresa. A expectativa é de que a aquisição seja completada no primeiro trimestre do ano que vem.
Nos 12 meses encerrados em setembro deste ano, a Gentyle registrou vendas de cerca de US$ 1,6 bilhão, com margem Ebitda (lucro antes de juros, impostos e amortizações) de 14,9%. Segundo a Philips, depois da incorporação, o crescimento da Gentyle deve continuar a superar o ritmo do mercado, especialmente com a introdução dos produtos da nova controladora em seu portfólio.
Último Segundo – 26/11/2007
Siemens planeja aumentar as vendas em 25% na China
A Siemens AG, maior companhia de produtos eletrônicos do mundo com sede na Europa, planeja aumentar as vendas na China em aproximadamente 25% até 2010.
A receita da Siemens na China aumentou 21% para 53,3 bilhões de yuan (US$ 7,2 bilhões) no ano fiscal de 2007 finalizado em 30 de setembro. A cifra não inclui o setor de comunicação.
A China está investindo em capacidade de geração de energia e expandindo a rede de telecomunicação para acompanhar a demanda da uma economia que cresceu 10,7% em 2007.
O objetivo da Siemens é dobrar as vendas na China para 100 bilhões até 2010. A companhia planeja investir 10 bilhões de yuan no país, sendo a metade dessa quantia destinada a projetos de economia de energia e tecnologias ecologicamente corretas.
Atualmente, a empresa tem 90 companhias em atividade e 60 escritórios regionais pela China. No ano fiscal de 2007, a empresa contratou 7 mil novos trabalhadores, tornando-se uma das maiores companhias estrangeiras no país, com mais de 50 mil colaboradores.
Gazeta Mercantil – 23/11/2007
AUTOMOTIVO
Consumidores pedem e Chevrolet anuncia produção do Beat
A Chevrolet anunciou durante o Salão do Automóvel de Los Angeles, nos Estados Unidos, nesta semana, que produzirá um conceito que fez sucesso neste ano em todo o mundo durante as feiras do setor automotivo. O compacto Beat terá uma versão comercial que chegará ao mercado dos Estados Unidos e Canadá em meados de 2009.
Uma enquete colocada no site da montadora americana na Internet, em que 1,8 milhão de pessoas participaram, foi decisivo para que o Beat deixasse de ser conceito e se tornasse carro de linha.
"As pessoas falaram. A enquete teve o triplo de votações previstas pela GM, dizendo que o Beat foi sucesso no mundo todo", disse Ed Peper, gerente da Chevrolet.
O modelo de produção seguirá as linhas do conceito Beat, sendo compacto e com motor pequeno, além de grande economia de combustível.
O Beat foi apresentado pela primeira vez no Salão de Nova York, também neste ano, juntamente a outros dois conceitos: o Groove e o Trax. Todos foram projetados para buscar o publico jovem e urbano, além de soluções para reduzir poluentes. As opções de motores ainda não foram divulgadas pela montadora.
space up!
A Volkswagen também planeja transformar um protótipo em carro de produção. No Salão de Los Angeles, a montadora apresentou sua terceira e última versão da linha up!, o space up! blue. O conceito foi apresentado há menos de um mês no Salão de Tóquio, no Japão, mas a versão dessa semana possui novidades.
O carro de motor traseiro - assim como seus dois "irmãos" - traz como inovação o propulsor a hidrogênio. Já o desenho do carro segue a mesma linha do up! e do space up!. A Volks promete colocar os três automóveis no mercado já em 2010.
Inspirado também no carro Samba, que a montadora produziu na década de 1950, o blue possui teto solar com diversas janelas no topo. Fora isso, não há diferenças em relação ao space up!, que é equipado com rodas aerodinâmicas e maçanetas escondidas.
A linha de carros, que chegará aos Estados Unidos no final da década, porém, possuirá motor a diesel. O valor dos veículos não foi divulgado.
Invertia – 24/11/2007

VW desenvolve nova geração de baterias
A Volkswagen juntou-se às empresas alemãs BASF, Bosch, Evonik Degussa, Li-Tec e Steag Saar Energir, com vista ao desenvolvimento de uma nova geração de baterias. O projecto foi apresentado durante o Congresso da Inovação em Berlim, subordinado ao tema «Um Ano de Estratégia High-Tech – Novas Perspectivas para a Alemanha».
O objectivo desta aliança germânica é aumentar a energia e a performance das baterias de lítio-ião e acelerar o seu uso.
Os parceiros irão investir neste projecto 360 milhões de euros, nos próximos anos. A iniciativa contará, também, com o apoio do Ministério Federal da Educação e Pesquisa, o qual contribuirá com 60 milhões de euros adicionais.
Auto Hoje – 23/11/2007

Hidalco planejar inserção no setor automotivo
A Hindalco Industries Ltd, empresa indiana do setor de metais filial da Aditya Birla, planeja inserção no setor automotivo.
Juntamente com sua recente aquisição, a alemã Novelis, a companhia está trabalhando em um projeto para fornecer metais leves para montadoras em substituição do aço usado tradicionalmente.
A Novelis fornecerá o metal de alumínio para a confecção da estrutura principal dos carros. A Hidalco está em processo de abastecer o mercado automotivo interno com produtos de alumínio.
Invertia – 23/11/2007

Volkswagen teve o maior crescimento no Brasil
Segundo estudo realizado pela Agência Autoinforme, especializada no setor automotivo, a Volkswagen é a montadora que apresentou o maior crescimento no País este ano. A montadora registrou vendas de 464.010 unidades até outubro, com um crescimento de 0,65% na participação no mercado.
No período, a empresa alemã registrou um participação de 23,3 % no total do setor automotivo do País. Apesar disso, a Volkswagen ficou com a vice-liderança do mercado brasileiro, no período, atrás da Fiat.
Participação
A montadora de origem italiana, aliás, também apresentou um crescimento expressivo. Teve 490.424 unidades vendidas de janeiro a outubro, o que representa uma participação de 24,65% no mercado de veículos. No ano passado a Fiat tinha 24,15% de participação.
Uma análise comparativa dos dados feita pela Agência Autoinforme mostra que a Volkswagen e a Fiat já venderam mais veículos entre janeiro e outubro deste ano do que em todo o ano passado.
Diário de Natal – 26/11/2007

Magneti Marelli mostra partida a frio com álcool
No que depender da Magneti Marelli, a segunda geração dos sistemas de injeção bicombustível álcool-gasolina está pronta, esperando pelos pedidos das montadoras. A tecnologia ECS, Ethanol Cold System, elimina o reservatório de gasolina para partida a frio e reduz o número de componentes. Disponível em três versões destinadas a diferentes tipos de motor, o ECS deve equipar carros no Brasil a partir de 2009, quando entram em vigor novos limites de emissões de poluentes.
Silvério Bonfiglioli, presidente da Magneti Marelli Mercosul, faz questão de frisar: “Não foi apenas a retirada do tanquinho”. Ele conta que foram quatro anos de desenvolvimento e R$ 7 milhões investidos na tecnologia que permite a partida do motor em baixas temperaturas, até 5°C negativos, mesmo quando o veículo estiver abastecido só com álcool.
Na comparação com o sistema atual, o ECS é bem mais enxuto, conseqüência da redução de cerca de trinta componentes. Sobre custos, o executivo prefere ressaltar a relação custo-benefício: “Temos de considerar a tecnologia agregada, é um avanço do sistema atual. Acredito que se não for igual ao custo do sistema atual será um pouco mais caro”. Quatro montadoras estão testando o ECS, mas ainda não há confirmação da data para equipar um carro brasileiro.
Segundo testes da Magneti Marelli o novo sistema também diminui o consumo de combustível, na medida em que há maior controle do volume injetado na câmara de combustão, e por conseqüência garante menores níveis de emissões de poluentes. Gino Montanari, diretor de pesquisa e desenvolvimento da empresa, destaca que o funcionamento de todo do sistema gera redução de emissões. “Quando abastecido completamente com álcool, o resultado foi 35% menos emissões de hidrocarbonetos, 20% de redução de CO e de 3% a 4% menos CO2.”
Três opções – Considerando as necessidades de cada motor como espaço, desempenho e a geometria do coletor e cabeçote, foram projetadas três versões do ECS. A versão mais simples, o Flauto Mágico, funciona a partir da identificação do combustível pela central eletrônica que aciona o pré-aquecimento na galeria de distribuição, para permitir a partida a frio com álcool. A segunda versão, Auxiliary Fuel Rail With 5th Injector, tem um quinto bico injetor auxiliar, que define a quantidade de combustível a ser pré-aquecida.
A terceira opção do ECS, Misture Preparation System, já injeta o combustível aquecido, é a solução mais adequada aos veículos europeus bicombustível que usam o E85 – mistura de 85% de álcool de 15% de gasolina. Porém a forma como o aquecimento é feito em qualquer das opções é segredo estratégico para a empresa. Montanari explica apenas que não há consumo extra de energia do sistema elétrico do veículo.
As três opções foram desenvolvidas pela engenharia da Magneti Marelli no Brasil com base nos cálculos gerados pelo que foi chamado de triângulo de partida a frio, que considera três componentes básicos para o funcionamento: o transporte do combustível no sistema de injeção, o volume a ser transportado e a produção da energia para queimar esse combustível.
Bonfiglioli ainda destaca o benefício do novo sistema para as exportações: “Não haverá necessidade de adaptações para os veículos exportados para países com baixas temperaturas. A montagem na linha será menos complexa. E também gera novos negócios, na medida em que poderá atender a qualquer país que adote o etanol como alternativa ao petróleo”.
AutoData – 26/11/2007

Fiat confirma investimentos de R$ 6 bi no Brasil
A Fiat confirmou investimentos de R$ 6 bilhões até 2010 em diversas empresas do grupo no Brasil. Na sexta-feira, 23, o principal executivo da companhia, Sérgio Marchionne, comunicou oficialmente os novos aportes no País em Brasília, DF, em audiência com o presidente a República, Luiz Inácio Lula da Silva.
Conforme adiantou AutoData, a maior parte dos recursos – em valor que supera os R$ 2,5 bilhões, ou € 1 bilhão – será aplicada na fábrica de automóveis de Betim, MG, que se transformará na maior planta industrial de montagem de veículos do mundo, com capacidade para fabricar 5,2 mil carros por dia – hoje a unidade produz 3 mil/dia. Estima-se que com isso serão criados mais 5 mil empregos nas linhas de produção, sem contar as vagas dos fornecedores, que também deverão expandir atividades na região para atender a montadora.
A Fiat informou em comunicado que R$ 5 bilhões serão distribuídos de 2008 a 2010 em diversos investimentos nas unidades do grupo em Minas Gerais, para expansão das atividades da Fiat Automóveis em Betim, das fábricas de motores e transmissões da FPT Powertrain Technologies situadas em Betim e Sete Lagoas, da fundição Teksid em Betim, da montadora de caminhões Iveco em Sete Lagoas, da New Holland Construções em Contagem e das unidades de sistemas de iluminação, escapamentos e amortecedores da Magneti Marelli em Contagem e Lavras.
A maior novidade ficou por conta do anúncio de que serão investidos R$ 1 bilhão para reativar a produção da fábrica de máquinas de construção da Case em Sorocaba, SP. Marchionne já tinha informado sobre o aporte ao governador de São Paulo, José Serra, na quarta-feira, 21, mas só na sexta-feira a decisão foi tornada pública. Assim o grupo aumentou em mais R$ 1 bilhão o investimento informado por Marchionne à AutoData em agosto passado, quando o executivo elevou em R$ 2 bilhões o programa de expansão do grupo.
Também foi confirmado na sexta-feira que a operação na Argentina receberá R$ 400 milhões para produzir no Complexo de Córdoba o sedã compacto Siena a partir de janeiro e, mais adiante no ano, uma nova picape média em parceria com a indiana Tata.
AutoData – 26/11/2007

CONSUMER
Avalanche de set-top boxes contrasta com prateleiras vazias a dez dias da TV Digital
A menos de dez dias da estréia oficial da TV Digital no país, o mercado sofre de uma infeliz dicotomia: muitos lançamentos na boca de executivos dos fabricantes, mas quase nada a disposição do consumidor final.
Nas duas últimas semanas, três fabricantes confirmaram especificações e preço e mostraram a cara de seus set-top boxes, enquanto a CCE confirmou que vem trabalhando em um equipamento que deverá chegar ao mercado brasileiro no primeiro trimestre de 2008.
A Semp Toshiba foi a primeira a apresentar seus dois set-tops com preços que variam entre 899 reais e 1.199 reais e suportam o sinal de TV Digital, reproduzem imagem em formatos 4:3 e 16:9 e permitem alterações básicas, como bloquear ou nomear canais - a versão mais poderosa suporta conteúdo em High Definition, com qualidade de até 1080i, e tem saída HDMI para compartilhamento.
IDG Now! – 23/11/2007

Fabricantes anunciam aparelhos com sistema integrado que dispensam uso de conversor para TV digital
Depois da chegada dos primeiros conversores (set-top box) ao mercado em São Paulo, as empresas fabricantes de TV anunciam agora as televisões com sistema integrado para receber as transmissões digitais, a partir do dia 2 de dezembro. Com telas grandes e recursos para exibir som e imagem de alta qualidade, os novos objetos de consumo dos telespectadores brasileiros poderão ser encontrados nas lojas a preços que variam de R$ 7.999 a R$ 14.999.
A Samsung anunciou a fabricação no Brasil dos primeiros modelos de TV digital com decodificador embutido padrão ISDB-TB (Built-in). A nova linha é apresentada nos modelos LCD de 40 e 52 polegadas, preparados para a recepção das transmissões digitais sem a necessidade de utilização do set-top box.
Fabricadas em Manaus, as TVs da Samsung começam a ser vendidas a partir de 2 de dezembro. Os novos produtos destacam-se pela reprodução de imagens com a mais alta resolução do mercado - Full HD - permitindo a percepção do alto nível de detalhes, profundidade e clareza das imagens exibidas.
Os preços dos aparelhos de televisão lançados pela Samsung ficam entre R$ 7.999 e R$ 14.999.
Também a Philips divulgou a sua nova linha de televisores com sistema adaptado para receber o modelo digital. Os aparelhos possuem telas de 42 a 52 polegadas e custam entre R$ 7.999 e R$ 12.999.
Os preços altos dos novos eletroeletrônicos, como conversores (set-top box) e as TVs com sistema integrado para as transmissões digitais, vão ser tema de uma reunião em Brasília, nesta terça-feira. De acordo com o Ministério das Comunicações, no encontro, governo e representantes do setor vão buscar soluções para baratear os equipamentos.
Uma delas pode ser a redução dos impostos, nos mesmos moldes do programa que incentivou o barateamento dos microcomputadores.
Com a chegada da TV digital, é esperado aumento de 10% nas vendas de eletroeletrônicos
As encomendas do varejo para o fim do ano, segundo a Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos, a Eletros, registram um incremento superior a 10% no último trimestre, em comparação a igual período do ano passado.
A expectativa da linha de imagem e som é de crescimento em torno de 10% no último trimestre. De acordo com a Eletros, as vendas deverão ser puxadas por televisores de telas finas, equipamentos de home theater e aparelhos de som, já na expectativa da entrada da TV digital em dezembro, inicialmente em São Paulo.
O Globo Online – 23/11/2007

Vendas de notebooks crescem 142,4% no 3º tri de 2007
Em informe enviado à Comissão de Valores Mobiliários(CVM) nesta sexta-feira, 23/11, a Positivo Informática divulga que no terceiro trimestre de 2007 registrou 13,4% de market share no mercado de PCs, mantendo a liderança do ranking nacional, segundo dados contabilizados pela consultoria IDC.
Com os números da IDC, a Positivo está à frente das vendas no País há 12 trimestres consecutivos. No ranking, a diferença da líder para a segunda colocada ( cujo nome não é revelado) é gritante - 102%, nas comparações de trimestres.
De acordo ainda com os dados da IDC repassados à CVM pela Positivo, no terceiro trimestre de 2007 foram vendidos 2,3 milhões de computadores no Brasil. O grande campeão de vendas foi o notebook, que registrou um crescimento de 142,4%.
Ainda conforme os números da consultoria, a participação do mercado cinza caiu de 50,8% no terceiro trimestre de 2006 para 37,5%, no terceiro trimestre deste ano. As vendas de PCs ganharam força com as medidas de desoneração fiscal concedidas pelo governo. Expectativa da Abinee é que 10 milhões de PCs serão vendidos até dezembro no Brasil. Os maiores compradores são os consumidores das classes B e C.
*Com informações da Positivo na CVM
Convergência Digital – 23/11/2007

Samsung investirá US$ 2,2 bilhões em produção de telas LCD
A Samsung Electronics informou ontem (22) que planeja investir US$ 2,21 bilhões (quase R$ 4 bilhões) para ampliar sua linha de produção de telas de cristal líquido (LCD) de oitava geração.
No terceiro trimestre, as vendas de TVs LCD cresceram 48% no mundo, segundo a agência Reuters. Por outro lado, a tecnologia de telas de plasma teve faturamento 19% menor na mesma comparação.
A Samsung seguiu sendo a maior fabricante de TVs LCD do mundo, com participação de 18,4%, seguida pela Sony, com 15,1%, e pela Sharp, que registrou fatia de 12,5%.
Folha Online – 23/11/2007

Depois das TVs CRT, Plasma e LCD, vêm aí as TVs FED, com nanotubos de carbono
Há alguns anos atrás, as TVs de plasma saíram na frente. Mas a tecnologia dos LCD avançou mais rápido e hoje a maioria dos televisores de última geração à venda no mercado conta com a tecnologia do cristal líquido.
TVs de emissão de campo
Só que os engenheiros já têm soluções mais avançadas em seus laboratórios. São as chamadas TVs de emissão de campo, ou FED, na sigla em inglês ("Field Emission Display"). As TVs FED reúnem o melhor de cada uma das outras tecnologias, incluindo as velhas TVs de tubos catódicos (CRT), as TVs de plasma e as TVs LCD.
Só há um pequeno problema: elas ainda são caras demais para se fabricar e não conseguiriam competir com as outras tecnologias. Agora os cientistas acreditam ter encontrado uma solução que poderá baratear o custo das TVs FED e permitir que elas cheguem ao mercado.
TV com nanotubos de carbono
A solução, segundo eles, está nos nanotubos de carbono, minúsculos canos cujas paredes têm apenas um átomo de carbono de espessura. Da mesma forma que o silício é a grande estrela da era da informática, os cientistas acreditam que os nanotubos de carbono serão os responsáveis por um grande avanço tecnológico que poderá representar um salto evolutivo em todos os equipamentos que utilizamos hoje.
Uma equipe de cientistas de várias universidades européias acaba de publicar um artigo no qual eles cracterizam as propriedades condutoras e de emissão de campo de nanotubos de carbono de paredes simples (apenas um átomo de carbono de espessura) e de paredes múltiplas (nanotubos cujas paredes têm vários átomos de espessura).
Moléculas do fulereno
Os pesquisadores descobriram que a condutividade e a emissão de campo variam de acordo com a estrutura dos nanotubos. A estrutura das camadas externas e o fato de os nanotubos conterem ou não moléculas do fulereno C60 em seu interior são os fatores-chave na determinação de suas propriedades.
A técnica apresentada no trabalho poderá ser aplicada para que se faça uma seleção local de nanotubos com as propriedades desejadas, de acordo com as aplicações específicas a que eles se destinam. Selecionar os nanotubos com as melhores propriedades poderá ser a ferramenta que faltava para que se consiga viabilizar a produção das TVs FED.
Inovação Tecnológica – 23/11/2007

Finep aprova R$ 3 milhões para projetos de TV digital
A Finep, empresa pública vinculada ao Ministério de Ciência e Tecnologia, anuncia a disponibilidade de R$ 47,6 milhões referentes ao resultado de quatro chamadas públicas nas áreas de TV Digital, transporte aquaviário e construção naval, logística de transporte e infra-estrutura de campi regionais de universidades federais.
Cerca de R$ 3 milhões vão apoiar três projetos que envolvem capacitação de laboratórios para ensaios e testes em materiais, componentes e dispositivos eletrônicos a serem utilizados no Sistema Brasileiro de TV Digital.
Os projetos de infra-estrutura de universidades regionais receberão R$ 30 milhões, que serão empregados, entre outras iniciativas, para implementação de redes de informática.
Os projetos aprovados devem ser divulgados até 28 de novembro. A financiadora já publicou uma lista parcial. Entre os aprovados, estão o projeto de antenas de transmissão e recepção para TV digital e acessórios, da empresa Ideal, sistemas de identificação de veículos por chips, da Serttel e da ATMC, e projeto de rede WiMAX de acesso a internet de baixo custo, da Wimobilis.
IT Web – 23/11/2007

Philips lança produtos e atua com varejo para esclarecer consumidores
Uma remessa de televisores com receptores embutidos para receber o sinal de TV Digital e de set top foi importada pela Philips de Cingapura e da China para atender ao consumidor na data da estréia da televisão digital. A empresa, que pretende iniciar a produção em Manaus no primeiro semestre de 2008, admite que ainda existem muitas questões não esclarecidas sobre o tema e, por isso, criou inclusive um guia sobre o tema.
Quem comprar um receptor de sinal, ganha um kit com uma antena UHF (essencial para a recepção do sinal), um cabo extra, um pen drive de 1GB e até um tecido especial para limpar os equipamentos. De acordo com o diretor de tecnologia da empresa, Walter Duran, a idéia é simplificar a adoção de quem for pioneiro. Por isso também lançamos apenas um decodificador, porque queremos proporcionar a melhor experiência para o telespectador, sem gerar frustrações e sem que ele tenha de trocar de caixinha quando adquirir um novo televisor.
“Cada vez mais a tarefa de comprar um set top box vai se assemelhar a compra de um laptop. Um tem o processador mais rápido e menos memória, um tem isso melhor e outra característica pior. Para facilitar, lançamos só o que achamos melhor”, define. Segundo ele, a aquisição ainda vai se complicar porque hoje o Ginga (software de interatividade) não está incluso no aparelho. “Quando tiver, vai ter ainda mais diferenças entre uma máquina e outra”, explica.
O conversor da empresa será vendido por 1099 reais e também faz parte do pacote de equipamentos da empresa dois televisores com o decodificador embutido, de 42 e 52 polegadas (7999 reais e 12999 reais, respectivamente), uma antena interna (para ser coloca dentro das casas) por 39,90 reais e uma externa de 109 reais. “No primeiro trimestre de 2008, provavelmente, também lançaremos um receptor com tecnologia one-seg e saída USB para equipamentos móveis por 370 reais”, revela.
A Philips garante que o preço ainda vai cair, principalmente quando a produção começar a ser feita em Manaus, pois os 20% de taxa de importação que se soma ao valor do produto sumirão. “Não podemos dizer que é essa mesma taxa que vai cair, por causa do custo de fabricação, mão-de-obra, etc, mas certamente vai cair, até mesmo porque aumentará a escala”, afirma. Somado a isso, Duran destaca que também deverá aumentar o número de fornecedores de chips. “Hoje só tem dois, a Broadcom e a ST Micro”, enumera.
Também faz parte da estratégia da Philips um forte trabalho com os revendedores. “Passei horas com vendedores da Fast Shop, da Ponto Frio e FNAC, porque a nossa meta é esclarecer ao máximo aos consumidores, para não gerar frustração e fazer com que cada vez mais pessoas possam aderir”, diz. De acordo com o diretor de tecnologia, muitas experiências de lançamento de TV Digital no mundo foram frustrantes e todo o esforço da empresa é para que isso não aconteça no Brasil.
Computer World – 22/11/2007

IDENTIFICATION
Mercado de RFID cresce 24% em 2007
O mercado mundial de RFID deverá movimentar mais de US$ 3,8 bilhões neste ano, segundo um estudo da ABI Research.
Essa receita representa um aumento de 24% em relação a 2006. De acordo com a ABI Research, o mercado deverá continuar crescendo até 2012, a uma taxa média de 21% ao ano. A previsão é que a receita mundial alcance US$ 8,4 bilhões em 2012.
O estudo revela que o uso da tecnologia RFID vem crescendo, principalmente nas áreas de rastreamento de bens e de sistemas de localização em tempo real.
Os segmentos de moda e de calçados também estão adotando etiquetas RFID, em diversas experiências-piloto realizadas especialmente na Europa. Outra área em que o uso dessa tecnologia tem aumentado bastante, segundo a ABI Research, é a de documentos de identidade digital, como passaportes eletrônicos (e-passports).
INFO Online – 23/11/2007

INDUSTRIAL
Fecomércio promove Semana de Automoção Comercial
Anotações escritas em cadernos e um estoque sem nenhum controle eram situações muito comuns uma década atrás na maioria das empresas brasileiras. O tempo passou e o mercado exigiu redução de perdas, celeridade na produção e aumento no lucro.
Mas o que o empresário deve fazer para ficar ainda mais competitivo? A resposta está no 1˚ Circuito de Automação Comercial, a ser realizado nos dias 27, 28 e 29 de novembro da sede da Fecomércio, no centro de João Pessoa.
Desenvolvido pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) em parceria com o Sebrae nacional e aplicado nos estados pelas federações, o projeto tem o objetivo de promover o desenvolvimento e a modernização de micro e pequenas empresas do comércio de bens, serviços e turismo do estado da Paraíba.
A Idéia consiste em três etapas. A primeira delas é a realização de uma palestra, que oriente e sensibilize empresários do comércio de bens e serviços sobre os benefícios que as empresas terão através da informatização.
A segunda etapa é a realização de um curso de 16 horas que vai explicar as vantagens competitivas do uso das tecnologias da informação e comunicação nos negócios, além de apresentar as ferramentas tecnológicas, fundamentais para a sobrevivência no mercado.
A última etapa é a orientação dirigida (consultoria). As empresas terão a oportunidade de ter uma análise exclusiva de seus problemas gratuitamente. Após identificar as falhas de cada estabelecimento, o responsável pela área de Tecnologia da Informação da Fecomércio-PB, Eleandro Rozan vai auxiliar os empresários dando dicas de tecnologias que permitirão que suas empresas ingressem na nova realidade do mercado.
Paralelo às palestras e aos cursos, será montada na área de lazer do Sesc Centro em João Pessoa uma feira com a exposição de produtos da área de tecnologia da informação, além de linhas de financiamento para as empresas terem acesso aos sistemas de informática.
O presidente da Fecomércio, o economista e empresário Marconi Medeiros, entende que o processo de automação é fundamental para o setor comercial. Medeiros acredita que os projetos darão mais agilidade nos negócios. "A automação comercial é indispensável para qualquer empresa aumentar a expectativa de vida e exercer um controle mais rígido dos negócios", concluiu Marconi.
O "Projeto Automação Comercial" está intimamente vinculado a outro, que também desenvolvido pela CNC e aplicado na Paraíba pelo Fecomércio. Trata-se do "Projeto Conectar", que é um sistema que permite às pequenas e médias empresas realizarem todas suas transações com fornecedores, e compradores, inteiramente pela Internet, de forma contínua e em tempo real.
PROGRAMAÇÃO:
27.11(Terça-feira)
Palestras de Automação Comercial e do Projeto Conectar
Local: Auditório da Fecomércio
Horário: 18h30
Inauguração da Feira de Automação Comercial
Local: Sesc Centro – João Pessoa
Horário: 20h
28 e 29.11(Quarta e quinta-feira)
Feira e Palestras de Automação Comercial e Conectar
Local: Sesc Centro – João Pessoa
Horário: 18h
Paraíba – 24/11/2007

Weg quer dobrar participação externa no faturamento
Receita da companhia com operações fabris no exterior responde por 10% do total. A multinacional brasileira Weg, uma das quatro maiores fabricantes mundiais de motores elétricos e transformadores, sediada em Jaraguá do Sul (SC), planeja intensificar seu plano de internacionalização, iniciado em 1991, mas implementado mais fortemente a partir do início desta década.
A meta agora é mais que dobrar a participação na produção e na receita bruta das operações fabris no exterior dos atuais 10% do total da empresa para um percentual superior a 20% no curto e médio prazos, disse ontem Harry Schmelzer Jr., atual diretor regional da Europa da Weg e que a partir de janeiro próximo assumirá a presidência executiva e comandará o plano de expansão no exterior. "Vou continuar na mesma direção da Weg nos últimos anos: abrir filiais e fábricas em novos mercados", explicou.
Schmelzer assume no lugar de Décio da Silva, que esteve por 18 anos no cargo, antes ocupado pelo seu pai, e passará em janeiro a presidir a Weg Participações, controladora do Grupo Weg, e a integrar o conselho de administração.
O grupo hoje está presente em mais de 100 países por meio de fábricas próprias, filiais de vendas e de distribuição e exportações. No terceiro trimestre deste ano, a receita operacional bruta da empresa foi de R$ 1,21 bilhão, sendo que o Brasil respondeu por 64% e o restante foi obtido com as fábricas externas e exportações a partir do País. A Weg tem "presença significativa" nas Américas e Europa Ocidental e unidades fabris no México, Argentina, China e Portugal, além do Brasil. Os próximos passos serão dados na direção do Oriente Médio, Leste Europeu e Ásia, mais precisamente em mercados nessas regiões aonde a companhia ainda não está presente, observou Schmelzer.
No início do mês, a empresa abriu uma filial em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, destinada a comercialização, distribuição e assistência técnica de produtos e sistemas no Oriente Médio e Norte da África. Outras unidades desse tipo estão no plano. A Rússia poderá ser o próximo país a ter uma subsidiária da Weg. "Este é um plano que estou tocando para expandir as atividades na Europa, ter um escritório de vendas na Rússia, mercado que atendemos pela filial da Alemanha. Uma definição sobre isso ocorrerá até o final deste ano", disse Schmelzer, que prepara também uma expansão na China para 2010. "Queremos ampliar o faturamento no país de US$ 30 milhões em 2008 para US$ 100 milhões em 2010."
Mas o foco também será a produção local, seja por meio de aquisição de fábricas, formação de joint venture e até construção de unidades. Uma fábrica na Índia está sendo estudada atualmente e o investimento poderá entrar no orçamento do próximo ano, que está sendo definido entre este e o próximo mês e será divulgado em dezembro. Silva disse que a expansão internacional com fábricas locais, investimento que deverá vir de recursos próprios na maior parte, atende as necessidades da empresa de logística (produção mais próxima, e mais barata, do cliente) e de redução de riscos. "Ficamos menos expostos às variações cambiais", ressaltou Silva que, antes de assumir seus novos postos, vai tirar férias por dois meses, entre janeiro e fevereiro. "Vou para um lugar aonde não há filial da Weg", brincou. Resta saber se o empresário quer descansar ou prospectar novas oportunidades nesse período.
A transição da presidência, Silva observou, foi bem planejada, como a sua própria. "A do meu pai para mim teve um pouco mais de sal porque quando envolve família é sempre mais complicado." Schmelzer está na Weg desde 1980 e faz parte da diretoria desde 1992.
kicker: Novo presidente deverá manter a estratégia da fabricante de motores de abrir filiais e fábricas em novos mercados.
Gazeta Mercantil – 26/11/2007

Lucro da WEG atinge R$ 157 milhões no terceiro trimestre
O lucro líquido da WEG, fabricante de motores elétricos e equipamentos elétricos correlatos, atingiu R$ 157 milhões no terceiro trimestre de 2007, com margem líquida de 15,7%. A receita líquida da companhia também apresentou elevação, ficando em R$ 1,003 bilhão, 26,6% superior ao mesmo período de 2006.
Para o diretor administrativo e de relações com investidores da WEG, Alidor Luerdes, o terceiro trimestre de 2007 foi marcado pela continuidade dos aspectos operacionais constatados na primeira metade do ano. "Obtivemos ampliação de mercados e aumento da agregação de valor com o fornecimento de soluções completas e novos produtos. Continuamos nos beneficiando de condições estruturalmente favoráveis em nosso mercado de atuação e temos buscado aproveitar estas oportunidades", comentou.
Outro crescimento favorável à companhia foi em relação ao Ebitda, que ficou em R$ 260,7 milhões, 51% acima do resultado do terceiro trimestre do ano passado e 9,5% em relação ao trimestre anterior deste ano. No período, a receita operacional bruta (ROB) atingiu R$ 1.218,7 milhões, com crescimento de 32,7% sobre o terceiro trimestre de 2006 e de 8,9% sobre os três meses anteriores.
Os componentes de maior influência sobre este resultado foram o crescimento de 39% como resultado do enobrecimento do mix de produtos vendidos e das elevações de volumes e preços; e decréscimo de 6,3% como resultado da valorização de 13,4% na taxa média de câmbio do real em relação ao dólar norte-americano observada nos últimos 12 meses.
Luerdes afirmou que as recentes turbulências nos mercados financeiros globais, originadas no mercado norte-americano de hipotecas, não causaram até o momento efeitos negativos nos mercados atendidos pela WEG. "A baixa dependência do financiamento de terceiros para nossas operações nos possibilitou atravessar o momento mais agudo da "crise" sem maiores impactos negativos em nossos negócios", observou.
As despesas consolidadas de vendas, gerais e administrativas no terceiro trimestre de 2007 representaram 13,5% da receita operacional líquida da companhia, com ganho de 1,3 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior do ano (14,9%) e 0,3 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2006, quando registrava em 13,8%.
Para o diretor administrativo a redução relativa das despesas operacionais da WEG é resultado dos esforços para o controle de despesas gerenciáveis e de busca por ganhos de produtividade. "Esta redução relativa é particularmente importante por ser obtida ao mesmo tempo em que aumentamos nosso investimento em infra-estrutura comercial e de distribuição no mercado externo", ressaltou.
Monitor Mercantil – 24/11/2007

Líder mundial em automação industrial entra no mercado
A Yokogawa, líder mundial em automação industrial e sistemas de controlo, entrou no mercado angolano, onde vai, a partir deste mês, operar no fornecimento de materiais e prestação de serviços, no ramo dos petróleos, gás, alimentação, cimento, minerais, energia e água.
Com efeito, as empresas petrolíferas, eléctricas, de gás e de outros sectores industriais manifestaram-se satisfeitas, com a abertura do escritório da multinacional.
A companhia, que fornece à Chevron, Sonangol, Total, BP, CABGOC, De Beers e Indiama vai agora efectuar os serviços no país, com maior facilidade.
Para o cliente e responsável da empresa de exploração petrolífera EDG Angola, Alberto Menezes, antes da abertura do escritório da Yokogawa, a empresa efectuava pedidos nos escritórios da África do Sul e dos Estados Unidos da América (EUA).
Satisfeito com a presença da empresa em Angola, Alberto Menezes acredita que a entrega dos produtos será feita a curto prazo, permitindo maior intercâmbio entre a multinacional e as empresas angolanas.
Segundo o director da companhia em África, Herman van den Berg, o principal compromisso com as indústrias angolanas é apoiar o crescimento e aumentar a qualidade de serviço de engenharia prestado aos clientes.
Com três engenheiros angolanos, a empresa pretende recrutar mais engenheiros para formação no ramo de automação industrial e no processo de criação dos produtos.
A Corporação Eléctrica Yokogawa foi fundada no Japão, em Setembro de 1915, para produzir instrumentos de medição eléctrica, é líder mundial no desenho, implementação e apoio de automação industrial, sistemas de controlo, equipamento de teste, informação empresarial e soluções de serviço.
A companhia com 16 fábricas, entre as quais 12 distribuídas em vários países do mundo, alcança através do Produto Interno Bruto (PIB) um orçamento de 3.067 biliões por ano.
A empresa Yokogawa tem 29 mil escritórios, distribuídos por vários países do mundo, com 29 mil técnicos a operar em distintos sectores industriais. Em 2006 e 2007, a multinacional inaugurou escritórios na Arábia Saudita, Noruega e África do Sul.
Jornal da Angola – 27/11/2007

Setor de automação cresce 11% e vai a R$ 2,99 bilhões este ano
A busca pela competitividade em um mundo com produção cada vez mais globalizada está contribuindo para engordar as vendas da indústria de automação. O setor brasileiro de automação industrial vai encerrar este ano com faturamento de R$ 2,99 bilhões, alta de 11% em comparação a 2006, conforme pesquisa da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), que será divulgada hoje durante a abertura da edição 2007 do ISA Show South América, o maior evento do setor de automação da América Latina, que acontece até o dia 29, na capital paulista.
O diretor-executivo de automação industrial da Abinee, Nelson Ninin, disse que os números refletem, além das expansões das fábricas e de seus programas de modernização para suprir as necessidades de redução de custos e ganho de produtividade, a demanda dos novos projetos, em especial, dos setores de óleo e gás (puxados, principalmente, pela Petrobras), mineração, siderurgia, açúcar e álcool e celulose.
A opinião é compartilhada por Marcus Coester, presidente para a América do Sul da ISA - The Instrumentation, Systems and Automation Society, entidade internacional que reúne mais de 30 mil profissionais, acadêmicos e estudantes de automação. O executivo ressaltou que projetos nessas áreas são de longo prazo, o que deverá proporcionar bons resultados para o setor também ao longo dos próximos anos. O presidente da ISA afirmou que, além da busca de eficiência, a preocupação cada vez maior das empresas com a segurança de ativos, funcionários e a preservação ambiental também tem acelerado a demanda por automação.
Conforme Coester, o setor tem expectativa de crescimento médio anual de 6,4% no faturamento global nos próximos cinco anos. "É uma taxa acima do crescimento mundial, que fica em torno de 4% ao ano." Um estudo da consultoria em manufatura e soluções de supply chain Arc Advisory Global estima que o mercado mundial de automação movimente US$ 100 bilhões este ano, sendo US$ 65 bilhões relacionados a produtos e serviços para a indústria de processo (como a de petróleo e mineração, por exemplo), e US$ 35 bilhões à indústria de manufatura (calçados), informou Coester.
Base sólida
Para Ninin, da Abinee, o crescimento deste ano é mais consistente se levado em consideração que se dá sobre uma base forte de expansão no ano passado, quando o faturamento do setor subiu 16% sobre o de 2005.
Gazeta Mercantil – 27/11/2007

TELECOM
Vivo perde mercado e TIM se aproxima. Claro cresce
A TIM se aproximou um pouco mais da Vivo na disputa pelo mercado de telefonia celular em outubro. Embora a TIM tenha crescido apenas 0,1 ponto no mês passado, sua concorrente direta perdeu 0,17 ponto. De acordo com os números consolidados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), divulgados nesta sexta-feira, a Claro fechou outubro com 24,89% dos assinantes de telefonia celular do país, um aumento de 0,07 ponto percentual em relação ao mês anterior, o maior crescimento entre as operadoras. A Vivo permanece na liderança, com 27,61%, contra os 27,78% registrados em setembro. A TIM, com 25,88% de participação (era 25,87% em setembro) mantém a segunda colocação, seguida pela Claro.
A Oi vem em quarto, com 13,27% (era 13,21%), seguida da Telemig Celular, com 4,41% (era 4,37%). A 14BrasilTelecom GSM manteve os 3,57% registrados no mês anterior. A CTBC Telecom Celular reduziu a participação para 0,30% (era de 0,31%). A Sercomtel Celular manteve o 0,07% registrado no mês anterior. A tecnologia GSM continua em expansão e na liderança do mercado, com 86.608.846 acessos, ou 75,52% do total. A tecnologia CDMA tem 22.091.902 acessos (19,26%), e a TDMA, 5.966.154 (5,20%). A tecnologia analógica AMPS possui apenas 23.402 acessos (0,02% do total).
Com 1.937.040 novas habilitações, outubro foi o mês com o terceiro maior número de adesões ao Serviço Móvel Pessoal (SMP) em 2007. Agosto e maio, com 2.410.232 e 2.215.299 novos assinantes, respectivamente, registraram a primeira e a segunda colocaçãões. No décimo mês do ano, o número de assinantes chega a 114.690.304, o que representa crescimento de 1,72% em relação a setembro. Do total, 92.157.931 (80,35%) são pré-pagos e 22.532.373 (19,65%), pós-pagos.
As 14.771.683 adesões registradas no ano representam um crescimento de 41,61% em relação às 10.431.463 habilitações do mesmo período de 2006. Em nove anos, o número de adesões registradas nos dez primeiros meses do ano só perde para os 15.634.153 de novas habilitações realizadas no mesmo período de 2005.
A tendência de crescimento da teledensidade do serviço móvel no país se mantém. Outubro registrou um índice de 60,42. Em 2006, a densidade era de 53,24, o que representa um crescimento de 13,48% no ano. Em relação a setembro, a densidade cresceu 1,60% (o índice era de 59,47). Nos últimos 12 meses, o crescimento foi de 17,04%. A teledensidade é o indicador utilizado internacionalmente para demonstrar o número de telefones em serviço em cada grupo de 100 habitantes.
O Distrito Federal continua liderando a teledensidade móvel brasileira, com um índice de 113,30 - ou seja, 1,13 telefone para cada habitante. Comparado com o mês anterior, o índice apresentou um crescimento de 0,84% (era 112,36 em julho). No ano, a teledensidade do DF acumulou um crescimento de 1,33%. O Rio de Janeiro, segundo colocado no ranking, cresceu 1,64% (subiu de 74,96, em setembro, para 76,19, em outubro). Em terceiro no indicador, o Rio Grande do Sul tem índice de 73,34 e apresentou um crescimento de 1,01%.
Maranhão (índice de 24,82) e Pará (índice de 38,46) lideraram o crescimento da teledensidade no mês com taxas de 3,27% e 2,64% respectivamente. Em terceiro, o Amapá (índice de 49,56) apresentou crescimento de 2,63%. No ano, Roraima (índice de 43,75) e Sergipe (índice de 55,31) lideram o ranking com taxas de crescimento de 23,06% e 21,40%, respectivamente. Em terceiro, aparece a Bahia (índice de 54,70), que registrou um crescimento de 21,39% no período. A Bahia lidera o ranking quando considerado o período de 12 meses. Essa unidade da federação registrou um crescimento de 27,38%, seguida por Sergipe (crescimento de 26,71%) e Paraíba (índice de 48,64 e crescimento de 26,41%).
Esse bom desempenho dos estados do Nordeste nos últimos 12 meses é refletido no crescimento da densidade da região. Nesse período, a teledensidade cresceu 24,72%, alcançando o índice de 46,94. O Norte permanece com a menor densidade entre as regiões brasileiras, agora com índice de 43,17 e crescimento de 16,99% no mesmo período.
A Região Sudeste mantém a segunda posição no indicador (índice de 67,57 e crescimento de 16,84% nos últimos 12 meses), e a Região Sul, a terceira (índice de 67,08 e crescimento de 11,71% no período). O Centro-Oeste, que lidera o ranking do indicador por regiões com densidade de 75,72, acumulou crescimento de 11,36% no período, o mais baixo entre as regiões brasileiras.
O Globo – 23/11/2007

Anatel registra 115 milhões de acessos na telefonia móvel
Com 1.937.040 novas habilitações, outubro é o mês com o terceiro maior número de adesões ao Serviço Móvel Pessoal (SMP) em 2007. Agosto e maio, com 2.410.232 e 2.215.299 novos assinantes, respectivamente, registraram a primeira e a segunda colocações. No décimo mês do ano, o número de assinantes chega a 114.690.304, o que representa crescimento de 1,72% em relação a setembro. Do total de acessos, 92.157.931 (80,35%) são pré-pagos, e 22.532.373 (19,65%), pós-pagos.
As 14.771.683 adesões registradas no ano representam um crescimento de 41,61% em relação às 10.431.463 habilitações do mesmo período de 2006. Em nove anos, o número de adesões registradas nos dez primeiros meses do ano só perde para os 15.634.153 de novas habilitações realizadas no mesmo período de 2005.
Nos últimos 12 meses, o Brasil ganhou 18.048.505 novos assinantes, um crescimento de 18,68%. A consolidação dos números mensais da telefonia móvel foi concluída ontem e os dados estarão disponíveis hoje no portal da Agência (www.anatel.gov.br), na visão Sala de Imprensa, canal "Anatel em dados", item "Telefonia móvel".
Teledensidade - A tendência de crescimento da teledensidade do serviço móvel no País se mantém. Outubro registrou um índice de 60,42. Em 2006, a densidade era de 53,24, o que representa um crescimento de 13,48% no ano. Em relação a setembro, a densidade cresceu 1,60% (o índice era de 59,47). Nos últimos 12 meses, o crescimento foi de 17,04%. A teledensidade é o indicador utilizado internacionalmente para demonstrar o número de telefones em serviço em cada grupo de 100 habitantes.
O Distrito Federal (DF) continua liderando a teledensidade móvel brasileira, com um índice de 113,30 - ou seja, 1,13 telefone para cada habitante. Comparado com o mês anterior, o índice apresentou um crescimento de 0,84% (era 112,36 em julho). No ano, a teledensidade do DF acumulou um crescimento de 1,33%. O Rio de Janeiro, segundo colocado no ranking, cresceu 1,64% (subiu de 74,96, em setembro, para 76,19, em outubro). Em terceiro no indicador, o Rio Grande do Sul tem índice de 73,34 e apresentou um crescimento de 1,01%.
Maranhão (índice de 24,82) e Pará (índice de 38,46) lideraram o crescimento da teledensidade no mês com taxas de 3,27% e 2,64% respectivamente. Em terceiro, o Amapá (índice de 49,56) apresentou crescimento de 2,63%. No ano, Roraima (índice de 43,75) e Sergipe (índice de 55,31) lideram o ranking com taxas de crescimento de 23,06% e 21,40%, respectivamente. Em terceiro, aparece a Bahia (índice de 54,70), que registrou um crescimento de 21,39% no período. A Bahia lidera o ranking quando considerado o período de 12 meses. Essa unidade da federação registrou um crescimento de 27,38%, seguida por Sergipe (crescimento de 26,71%) e Paraíba (índice de 48,64 e crescimento de 26,41%).
Esse bom desempenho dos estados do Nordeste nos últimos 12 meses é refletido no crescimento da densidade da região. Nesse período, a teledensidade cresceu 24,72%, alcançando o índice de 46,94. O Norte permanece com a menor densidade entre as regiões brasileiras, agora com índice de 43,17 e crescimento de 16,99% no mesmo período.
A Região Sudeste mantém a segunda posição no indicador (índice de 67,57 e crescimento de 16,84% nos últimos 12 meses), e a Região Sul, a terceira (índice de 67,08 e crescimento de 11,71% no período). O Centro-Oeste, que lidera o ranking do indicador por regiões com densidade de 75,72, acumulou crescimento de 11,36% no período, o mais baixo entre as regiões brasileiras.
*Fonte: Assessoria de Imprensa da Anatel.
Convergência Digital – 23/11/2007

Venda de smartphone nos EUA cresce 163%
A venda de smartphones no terceiro trimestre correspondeu a 11% da venda de celulares nos Estados Unidos.
A informação foi obtida na pesquisa do NPD Group, empresa norte-americana de pesquisas de mercado. No ano passado, também no terceiro trimestre, a venda de smartphones nos EUA correspondia a 4%. Isso significa um crescimento de 163% na comparação do mesmo período, entre 2006 e 2007.
“O mercado de smartphones, antes negligenciado, está ganhando força e atraindo empresas como Apple e a Open Handset Alliance”, afirma o diretor de análise da indústria do NPD, Ross Rubin.
O estudo revelou também que recursos como Bluetooth e player de MP3 estão ficando mais populares nos celulares. No terceiro trimestre deste ano, 72% dos celulares vendidos nos EUA tinham Bluetooth, o que significa um aumento de 44% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Metade dos celulares vendidos no período entre julho e setembro de 2007, nos Estados Unidos, eram capazes de tocar música, segundo o NPD – o dobro em comparação ao ano anterior.
INFO Online – 23/11/2007

Google vai operar rede móvel nos EUA, diz WSJ
O Google fará uma oferta por freqüências de redes móveis nos Estados Unidos, diz o Wall Street Journal.
Segundo o jornal, o Google testa há meses novos serviços baseados em redes para celulares em Mountain View, na Califórnia e pretende, em 2008, explorar estas tecnologias comercialmente.
A idéia seria fornecer serviços de voz e dados para smartphones na área de cobertura da rede.
Ainda de acordo com o WSJ, o Google prepara-se para fazer uma oferta à Federal Communications Commission (FCC), o órgão regulador de telecomunicações nos EUA. A FCC realiza novo leilão de freqüências nos Estados Unidos no primeiro semestre de 2008.
INFO Online – 23/11/2007

Câmara aprova participação de operadoras em empresas de radiodifusão
Propostas que regulam TV paga também pretendiam legislar sobre a internet, mas a opção foi deixá-la de fora neste momento. A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados aprovou na quinta-feira (22/11) a norma que regula as TVs por assinatura, inclusive o IPTV, modelo acessado pela internet.
O texto aprovado permite às empresas de telefonia fixa e móvel o direito de possuir até 30% do capital das empresas de radiodifusão, de produção ou de programação de conteúdo audiovisual brasileiro. As operadoras de telefônicas, no entanto, não poderão exercer qualquer forma de influência na administração, na gestão das atividades ou no conteúdo da programação dessas empresas.
As empresas de produção e programação de conteúdo audiovisual brasileiro também poderão contar com a participação de até 30% de capital estrangeiro. Em qualquer caso, os restantes 70% deverão pertencer a brasileiros natos ou naturalizados há mais de 10 anos. Caberá a estes exercerem, obrigatoriamente, a gestão das atividades e estabelecer o conteúdo da programação.
O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Wellington Fagundes (PR-MT), que aproveitou sugestões do Projeto de Lei 29/07, do deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC); e dos PLs do deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP), do deputado Paulo Teixeira (PT-SP) e do deputado João Maia (PR-RN). O relator acatou 21 das 32 emendas apresentadas ao substitutivo.
Por acordo, foram excluídos da aplicação da norma os serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens, como pretendiam os projetos de lei. Rádio e televisão aberta serão tratados em legislação específica. As propostas também pretendiam legislar sobre a internet, mas a opção foi por deixá-la de fora da aplicação da norma devido às características próprias da rede mundial de computadores, que impossibilita regular conteúdos produzidos, distribuídos e acessados em todo o mundo.
Conteúdo nacional
Outro dos principais itens aprovados prevê que no mínimo 50% da programação total de cada operadora de TV deverá ter conteúdo nacional, sendo que 10% desse percentual deverão ser gerados por produtores independentes. A proposta pode parecer impraticável - até mesmo pela falta de produtora para suprir tanto conteúdo -, mas a inclusão desse item garantiu a aprovação da matéria.
IDG Now – 26/11/2007

Maranhão e Pará lideram aumento da teledensidade em outubro, indica Anatel
Mês foi o 3º melhor do ano em adição de novos usuários de telefonia celular no Brasil, só perdendo para agosto e maio, respectivamente.
O crescimento da telefonia móvel no País, registrado sem exceção em todos os meses neste ano de 2007, tem acontecido com maior intensidade nas regiões Norte e Nordeste, ainda que nessas regiões o índice ainda esteja bastante abaixo da média do País.
Em outubro, por exemplo, terceiro melhor mês do ano até agora em adição de novos clientes, só perdendo para agosto - que pela primeira vez superou o mês das mães - e maio, os estados que lideraram o aumento da teledensidade (número de celular em cada 100 habitantes) foram Maranhã e Pará.
Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (23/11) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Distrito Federal (DF) continua liderando a teledensidade móvel brasileira, com um índice de 113,30 - ou seja, 1,13 telefone para cada habitante. Comparado com o mês anterior, o índice apresentou um crescimento de 0,84% (era 112,36 em julho).
O Rio de Janeiro, segundo colocado no ranking, cresceu 1,64% (subiu de 74,96, em setembro, para 76,19, em outubro). Em terceiro no indicador, o Rio Grande do Sul tem índice de 73,34 e apresentou um crescimento de 1,01%.
Maranhão e Pará lideraram o crescimento da teledensidade no mês com taxas de crescimento de 3,27% e 2,64% respectivamente, mas ainda estão com índices de 24,82 e 38,46 telefones em cada 100 habitantes, enquanto a média do País foi de 60,42 em outubro. Em terceiro lugar, o Amapá (índice de 49,56) apresentou crescimento de 2,63%.
No ano, Roraima (índice de 43,75) e Sergipe (índice de 55,31) lideram o ranking com taxas de crescimento de 23,06% e 21,40%, respectivamente. Em terceiro, aparece a Bahia (índice de 54,70), que registrou um crescimento de 21,39% no período.
No mês de outubro, o ranking de clientes entre as operadoras se manteve estável, com pequenas oscilações, insuficientes para mudar a classificação.
A Vivo permanece na liderança, com 27,61% de participação, mas teve pequena redução em relação aos 27,78% registrados em setembro deste ano. Quando a companhia puder contar com os números da Telemig Celular e da Amazônia, no entanto, poderá acrescentar 4,41% que as duas representam.
A TIM, com 25,88% de participação (era 25,87% em setembro) mantém a segunda colocação. A Claro continua como terceira colocada, com 24,89% (era 24,82% em setembro), seguida pela Oi, com 13,27% (era 13,21%).
IDG Now – 23/11/2007

Marca de relógios TAG Heuer vai lançar linha de celulares
A fabricante suíça de relógios TAG Heuer anunciou nesta segunda-feira, 26, que licenciou a marca para a empresa de design francesa Modelabs desenvolver um modelo de celular de luxo.
"O lançamento do primeiro celular da TAG Heuer está previsto para o segundo semestre de 2008", disse a companhia em um comunicado oficial.
Empresas da indústria do luxo, que antigamente aplicaram suas marcas em roupas e mochilas, se voltaram neste ano aos telefones celulares. Prada e Armani também anunciaram recentemente seus aparelhos, produzidos por, respectivamente, LG e Samsung.
O presidente da TAG Heuer, Christophe Babin, afirmou em nota que o lançamento da linha de óculos, em 2002, os convenceu do potencial do mercado. A marca ficou popular principalmente pelos anúncios de pilotos da Fórmula 1, como Kimi Raikkonen, atores como Brad Pitt e o jogador de golfe Tiger Woods.
"O sucesso da linha, atualmente líder no mercado de óculos de luxo, confirmou o potencial da TAG Heuer como marca contemporânea, tecnológica e de produtos atemporais, como celulares de luxo", afirmou o CEO.
Estadão.com – 26/11/2007

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