26/10/2007

GERAL

Lucro da STMicroelectronics cai, mas supera expectativas

As ações da fabricante de chips STMicroelectronics são destaque hoje nos mercados europeus após a empresa ter divulgado um balanço trimestral com números acima do esperado, apesar da queda no lucro. Os papéis da empresa chegaram a subir 7% pela manhã. Agora, as ações apresentam alta de 5,42%, a US$ 17,30.

O lucro líquido da STMicro no trimestre caiu 10%, para US$ 187 milhões, na comparação com os US$ 207 milhões do período anterior. O ganho por ação caiu de US$ 0,22 para US$ 0,20.

Ao se excluir do resultado despesas extraordinárias com um processo de reestruturação, o ganho por ação teria sido de US$ 0,24. A estimativa dos analistas era de lucro de US$ 0,18 por papel.

As vendas da empresa também superaram a média das estimativas, e aumentaram 2,5% no trimestre, somando US$ 2,57 bilhões.

A empresa diz que espera que as vendas cresçam entre 4% e 9% no quatro trimestre, com os negócios sendopuxados pelas encomendas de fabricantes de celulares.

O principal executivo da empresa, Carlo Bozotti, disse em conferência que planeja acelerar as medidas de reestruturação anunciadas em julho e que pretende focar na venda de produtos de maior valor agregado na Europa, desviando a comercialização dos demais produtos para a China.

O Globo Online – 24/10/2007

Déficit do setor eletroeletrônico supera US$ 9 bilhõess

Levantamentos da ABINEE apontam que a balança comercial de produtos do setor eletroeletrônico, nos primeiros oito meses deste ano, apresentou déficit US$ 9,11 bilhões. Este déficit é resultado das exportações que totalizaram US$ 6,02 bilhões e das importações que atingiram US$ 15,13 bilhões. Em relação ao mesmo período de 2006, as exportações não sofreram variação e as importações cresceram 16,8%. Apesar da forte retração (26%), os telefones celulares permanecem como o produto mais exportado pelo setor. Entre os produtos mais importados, os semicondutores continuam liderando a lista. Para este ano, os estudos da ABINEE indicam que o déficit chegará a US$ 12,5 bilhões.

Abinee – 26/10/2007

AUTOMOTIVO

Fabricante de alarmes PST vai lançar ações na Bovespa

A PST Eletrônica, empresa que atua na fabricação de sistemas eletrônicos para veículos, entrou hoje com pedido de registro de oferta de ações junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

De acordo com a minuta do prospecto, a oferta de será primária e secundária e listará a companhia no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). A operação é coordenada pelos bancos UBS Pactual e JP Morgan. A quantidade de ações a ser distribuída e a faixa estimativa de preços ainda não foram apresentados.

Criada por estudantes da Unicamp, a empresa vai a mercado em busca de recursos para seu crescimento. A minuta indica a intenção de investimento em desenvolvimento de novos produtos, infra-estrutura de tecnologia e ampliação das unidades industriais localizadas em Manaus e Campinas.

Fundada em 1988 em Campinas, interior de São Paulo, o primeiro alarme fabricado pela PST foi lançado em 1990. Em 1996, com a expansão dos negócios a unidade fabril passou para Manaus. Já em 1997, a empresa se associou à norte-americana Stoneridge, companhia que desenvolve produtos de alta sofisticação em engenharia para o setor automotivo.

O controle da companhia está com a norte-americana Stoneridge, com 50% do capital. Sérgio de Cerqueira Leite, um dos fundadores e membro do Conselho de Administração, detém 33,3%, e Marcos Ferretti, também fundador e vice-presidente do conselho, possui 16,7%.

Atualmente, a companhia se apresenta como uma dos maiores fornecedores e desenvolvedores de alarmes e sistemas eletrônicos de segurança e comodidade para automóveis e motocicletas do Brasil. A empresas detém as marcas Positron, Concept e PST Eletronics e atua em todo o território nacional e em mais 15 países. Além do varejo, a empresa também atende grandes montadoras, como Toyota, Renault, Fiat, Volvo, Chrysler e Volkswagen.

A companhia afirma no prospecto que vendeu mais de um milhão de alarmes automotivos em 2006 e 160 mil alarmes para a motos. A companhia também fabrica uma série de kits de travas e vidros elétricos, painéis digitais e presta serviços de monitoramento e rastreamento de veículos.

Nos nove primeiros meses desde ano, a PST apresentou receita líquida de R$ 190 milhões, resultado 31% superior ao registrado em igual período de 2006. O lucro líquido cresceu 33%, totalizando R$ 24,5 milhões. De janeiro a setembro, a companhia comercializou mais de 2,138 milhões de produtos.

O Globo – 23/10/2007

Receita da Delphi em 2007: mais de US$ 1 bilhão

Mercado aquecido, moeda forte e conquista de novos negócios no Brasil e na Argentina levarão a Delphi América do Sul a antecipar em um ano o objetivo de faturar US$ 1 bilhão na região, comemorou o presidente Gábor Déak, junto com seus fornecedores, durante sua sexta convenção.

“Pela primeira vez superaremos US$ 1 bilhão em faturamento. Estamos muito satisfeitos porque nos últimos três anos deixamos de atuar em algumas áreas, como baterias e rolamentos, mas trouxemos novos produtos e incrementamos nosso mix com novos negócios, que acabaram equilibrando as possíveis perdas.”
Deák também avaliou como fator positivo para o crescimento da Delphi o mix de maior valor de veículos comprados no mercado nacional: “A indústria vendeu veículos com maior conteúdo, o que é ótimo. Rádio, ar-condicionado, direção hidráulica e sistemas de conforto e segurança são itens que agregam valor ao produto e aos nossos negócios”.

Diante da alta demanda a Delphi repetiu o investimento de US$ 30 milhões na região, a média anual aplicada desde 1999: “Fomos obrigados a investir em aumento da capacidade porque algumas das unidades chegaram no limite. Para o ano que vem teremos de elevar esse valor”.

Deák conclamou seus fornecedores a uma nova onda de investimentos, não só em capacidade mas, sobretudo, em qualidade e tecnologia. Pediu que as empresas reduzam seus preços em 5% já no ano que vem.
“Vi a foto do veículo que a Tata promete lançar ao preço de US$ 2,5 mil. Tem direção, bancos, quatro rodas e mais de um parafuso para fixá-las. E fiquei me perguntando: será que conseguiremos oferecer produtos tão competitivos? Porque daqui a pouco não veremos só forjados indianos por aqui sendo vendidos ao preço que pagamos pela matéria-prima, o aço.”

A Delphi compra US$ 600 milhões por ano de seus fornecedores na região e para continuar elevando esse valor precisa melhorar a eficiência. Espera reduzir ainda mais a interrupção de linhas por problemas com fornecedores. Em 2006 foram 2 6 paradas e este ano, até agora, onze.

Tempo esgotado – Segundo cálculos da Delphi não haverá dias úteis suficientes para que a produção de veículos no Brasil atinja 3 milhões este ano: “Chegaremos a 2 milhões 950 mil por falta de tempo para produzir 3 milhões de unidades. Mas no ano que vem continuaremos crescendo e nossa estimativa é de 7% de expansão da produção, atingindo 3 milhões 150 mil unidades. Ou mais, dependendo da força do mercado interno”.

Durante a convenção realizada na quarta-feira, 24, em São Paulo, a Delphi também premiou os melhores fornecedores do ano (veja quadro abaixo).

Autodata – 25/10/2007

Lucro líquido do Grupo Fiat cresce 114%

O Grupo Fiat reportou lucro líquido de € 1,4 bilhão acumulado nos nove primeiros meses de 2007, o que representa crescimento de 114% sobre o mesmo período do ano passado. A companhia já soma onze trimestres consecutivos de melhorias do resultado operacional. O faturamento líquido atingiu € 42,7 bilhões, em avanço de 12,5% ante janeiro-setembro de 2006.

O resultado está acima das expectativas tanto dos analistas de mercado quanto da própria empresa, que por isso revisou para cima suas expectativas, projetando lucrar de € 1,8 bilhão a € 1,9 bilhão este ano – contra estimativa anterior de € 1,6 bilhão a € 1,8 bilhão.

Reunida para divulgação do balanço em Maranello, Itália, na quarta-feira, 24, a diretoria do grupo atribuiu os bons resultados especialmente à divisão de automóveis, cujo faturamento de nove meses cresceu 13,5%, para € 21,2 bilhões, e as vendas mundiais avançaram 13,8%, para 1,6 milhões de carros das marcas Fiat, Alfa Romeo, L ancia, Maserati e Ferrari. Desses, 1 milhão foram vendidos nos países da Europa Ocidental.

Brasil – Os diretores destacaram o forte desempenho da operação brasileira, que vem aumentando sua relevância nos resultados mundiais do grupo. A Fiat Automóveis produziu de janeiro a setembro 27,4% mais em Betim, MG: foram 528 mil veículos, vendidos na América do Sul e especialmente no Brasil, que sozinho consumiu 430 mil automóveis e comerciais leves da marca. Esse volume correspondeu a quase um terço das vendas mundiais do grupo em nove meses, e a 80% dos veículos comercializados pela Fiat fora da Europa no período.

O Brasil também foi o país onde as vendas de automóveis da Fiat mais cresceram porcentualmente no mundo: avanço de 31,8% nos nove primeiros meses deste ano contra o mesmo período de 2006, substancialmente acima da média do mercado nacional, que foi de 27,5% no intervalo.

A participação de mercado de 25,9%, que faz da Fiat a líder no País, é a segunda maior da companhia – só não é maior do que na Itália, onde a marca abocanhou 31,4% das vendas de janeiro a setembro.

Autodata – 19/10/2007

Faturamento mundial da Renault não sai do lugar

As empresas do Grupo Renault somaram receitas de € 29,9 bilhões nos primeiros nove meses de 2007, o que equivale a tímido avanço de 0,4% sobre o mesmo intervalo de 2006. As vendas de veículos resultaram em faturamento de € 28,4 bilhões, em expansão de apenas 0,1%, enquanto as operações de financiamentos contribuíram com € 1,5 bilhão, incremento de 5,4% ante janeiro-setembro do ano passado.

O resultado espelha a queda de 6,6% do faturamento da Renault na Europa, que foi parcialmente compensado pelo bom crescimento de 13,6% fora da região européia. O avanço mais significativo das receitas, de 30,2%, ocorreu na América do Sul, principalmente na Argentina e no Brasil, devido ao crescimento das vendas.

Com o lançamento de novos produtos, o grupo espera obter melhores resultados no último trimestre do ano.

Autodata – 25/10/2007

A melhor quinzena da história

Nunca se vendeu tanto em uma quinzena: 116,3 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, em apenas onze dias úteis de outubro, crescimento de 37% sobre igual período do ano passado. Com esse desempenho este mês concorre com agosto para se tornar o melhor de vendas do ano e provavelmente o melhor da história da indústria automotiva no País.

Uma das explicações para esse desempenho é a volta dos feirões. Muitas montadoras usaram a estratégia para atrair o consumidor, que parece que não deixou de aproveitar os longos planos de financiamento com juros baixos e, claro, preços menores.

A Fenabrave, que projetava a quinzena com 102 mil veículos, teve uma grata surpresa. Talvez por isso mais uma vez deixou de divulgar a informação completa no dia 16, quando os números do Renavam para a quinzena estão consolidados. A expectativa da entidade é que até o fim deste mês tenham sido licenciados 204,6 mil veículos.

A Fiat lidera as vendas de automóveis na quinzena com 26,7% de participação. A Volkswagen está mais próxima da líder com 25,5% das vendas totais, com a General Motors se distanciando do bloco com 20,6%. Em quarto vem a Ford com 8% das vendas.

No segmento de comerciais leves a disputa é mais tranqüila para a Fiat, que lidera com 23,8% das vendas, seguido de longe pela Ford com 18,4%. A GM está em terceiro com 17,4% e a Volkswagen em quarto e 11,5% de participação.

Em caminhões a Mercedes-Benz domina 32,1% das vendas e a Volkswagen está na cola: 28,5%.

Mas no segmento de ônibus a Mercedes nada de braçada: 46,5% contra participação de 30% da VWCO.

AutoData – 24/10/2007

Lucro da Volvo cai 13% nos nove primeiros meses do ano

O consórcio automotivo sueco Volvo registrou lucro líquido de 10,935 bilhões de coroas suecas (1,189 bilhão de euros ou US$ 1,690 bilhões) nos nove primeiros meses do ano, uma queda de 13% em relação ao ano passado, informou hoje a companhia.

O lucro bruto no período foi de 15,948 bilhões (1,734 bilhão de euros ou US$ 2,466 bilhões), 6% a mais que no mesmo período de 2006.

O ganho líquido por exploração (Ebit) subiu 8%, para 16,457 bilhões (1,789 bilhão de euros ou US$ 2,544 bilhões).

O faturamento foi de 200,849 bilhões de coroas suecas (21,836 bilhões de euros ou US$ 31,049 bilhões), o que equivale a um crescimento de 5%.

No terceiro trimestre, o lucro líquido caiu 20%, a 3,149 bilhões de coroas suecas (342 milhões de euros ou US$ 486,677), devido ao aumento dos juros, segundo um comunicado da Volvo divulgado hoje em Gotemburgo. O faturamento no trimestre subiu 13%, a 68,367 bilhões de coroas suecas (7,433 bilhões de euros ou US$ 10,568 bilhões).

O presidente da companhia, Leif Johansson, destacou em comunicado o crescimento registrado na Europa, América do Sul e na Ásia, que se transformou no segundo mercado da companhia, graças ao aumento da demanda e da compra de Nissan Diesel, Lingong e Ingersoll Rand.

O aumento da demanda na Europa permitirá à Volvo realizar investimentos nos próximos dois anos para aumentar sua capacidade de produção, anunciou a empresa.

As divisões de caminhões e de equipamentos de construção registraram alta nas vendas no terceiro trimestre de 14% e 32%, respectivamente.

A seção de ônibus sofreu uma queda de 5% no faturamento, por causa de uma redução nas vendas devido a problemas na produção e ao aumento das perdas no mercado mexicano.

Johansson previu para 2008 um crescimento sustentado da demanda no mercado de caminhões europeu, que aumentará em seu conjunto entre 5% e 10%, assim como uma alta gradual na América do Norte.

Folha Online – 24/10/2007

CONSUMER

Governo dá incentivos fiscais à indústria de TV Digital em troca de pesquisa

Conforme previu a indústria de fabricantes de televisores e receptores do sinal digital de televisão, chegou a hora do setor receber incentivos fiscais do governo. De acordo com decreto publicado no Diário Oficial, as empresas que investirem em pesquisa e desenvolvimento na área de TV Digital contarão com uma série de benefícios fiscais, como isenção de impostos e reduções de alíquotas.

O primeiro deles estabelece os critérios para que empresas interessadas possam se habilitar ao PADIS (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores), que concede isenção de imposto de renda e reduz a zero as alíquotas da contribuição para o PIS/PASEP, da Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) e do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados).

A empresa beneficiada deverá, como contrapartida, investir pelo menos 5% do seu faturamento bruto em pesquisa e desenvolvimento (P&D) nas áreas de microeletrônica. Só podem participar as pessoas jurídicas já habilitadas pela Receita Federal.

Já o segundo decreto, que trata especificamente dos incentivos do PADTV (Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Indústria de Equipamentos para a TV Digital), estabelece que as empresas devem investir, no mínimo, 2,5% do faturamento bruto em P&D para ter acesso aos inventivos fiscais.

No caso dos investimentos em pesquisa e tecnologia não alcançarem o porcentual mínimo, em um determinado ano, as empresas beneficiadas deverão aplicar o valor arrecadado no Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

ComputerWorld – 24/10/2007

Tecnologia de 30 nanômetros estréia na fabricação de memórias flash

A coreana Samsung acaba de anunciar a fabricação da primeira célula de memória utilizando a tecnologia de 30 nanômetros. Isto significa que cada componente individual da memória - o transístor - mede 30 nanômetros. Seria necessário colocar mais de 33.000 desses componentes lado a lado para preencher o espaço de 1 milímetro.

Tecnologia de 30 nanômetros

A tecnologia de 30 nanômetros foi utilizada para a fabricação de uma memória flash de 64 Gigabit (Gb). Combinadas, essas células podem produzir um cartão de memória flash que chegue até a 128 Gigabytes (GB) - o equivalente a 80 filmes com qualidade de DVD ou 32.000 músicas MP3.

A primeira memória flash, lançada em 2001, utilizava uma tecnologia de 100 nanômetros. Este é o sétimo ano consecutivo que estas memórias têm incremento em sua tecnologia de fabricação em termos de densidade.

Tecnologia de 45 nanômetros

Em junho deste ano, a empresa japonesa Panasonic inaugurou a primeira fábrica do mundo capaz de produzir circuitos integrados com uma tecnologia de 45 nanômetros. A fábrica já está em operação, fabricando codecs baseados em hardware, com capacidade para reduzir os dados transmitidos através de redes de computadores para até um terço do seu tamanho atual.

Embora se espere que os grandes fabricantes de microprocessadores, como Intel, AMD e IBM, sejam as primeiras a adotar estas novas tecnologias, o volume de capital necessário para se construir uma nova fábrica tem sido um impeditivo cada vez mais forte para que essas empresas abandonem suas fábricas "antigas" - um antigamente que beira os dois ou três anos.

Inovação Tecnológica – 25/10/2007

Samsung e Epson mostram protótipo de TVs com a tecnologia OLED

A um mês do lançamento da primeira TV OLED (organic light emitting diode) comercial do mundo, fabricada pela Sony, dois fabricantes rivais mostraram nesta quarta-feira (24/10), durante a Flat Planel Displays (FPD) Expo, no Japão, protótipos de painéis OLED.

A tecnologia OLED está sendo desenvolvida por muitas empresas por oferecer uma imagem mais viva, com melhor contraste que os painéis LCD (liquid crystal display). As TVs OLED também consomem menos energia e são mais finas - o modelo da Sony tem apenas 3 milímetros de espessura.

A Samsung mostrou, durante o evento, três protótipos de TV baseadas em painéis OLED com 14 polegadas - maiores que os modelos da Sony, com 11 polegadas.
As TVs da Samsung, contudo, se vistas de perto, tinham um defeito: em algumas partes da tela, pixels tinham apenas uma cor.

Segundo um representante da empresa, a origem dos problemas vem do estágio de fabricação. As telas OLED foram desenvolvidas para seguirem o processo de produção TFT (thin-film transistor), originários dos displays LCD. Apesar dos obstáculos, os custos são bem menores, já que a Samsung não terá que investir em uma nova fábrica para produzir as TVs.

A Seiko Epson Corp., do Japão, que tem pesquisado a tecnologia OLED há muitos anos, mostrou um protótipo de 8 polegadas. Sem defeitos visíveis, oferece belas imagens e tem espessura de três milímetros.

A TV da Sony começa a ser vendida no Japão no dia 1º de dezembro. Já a Samsung e a Epson não disseram quando suas TVs estarão prontas para produção em massa.

Os obstáculos que atrasam a chegada destas telas no mercado não são apenas tecnológicos. A fabricação dos displays ainda é muito cara, o que dificulta a diminuição dos custos de produção junto aos avanços da tecnologia.

Muitas empresas apresentaram OLEDs ajustáveis a celulares e players de música. Estas telas já estão disponíveis em alguns produtos comerciais.

Além de mostrar um display de 4 polegadas dobrável - ainda com imperfeições -, a Samsung apresentou também um painel OLED que deve ser um dos mais finos do mundo. O modelo QVGA tem apenas 0,37 milímetros de espessura e 2,4 polegadas, voltado para o uso em celulares.

PC World – 24/10/2007

Blu-ray à frente de HD-DVD na «guerra dos formatos»

Os analistas prevêem, contudo, uma inversão das posições, à luz das recentes mudanças na «guerra dos formatos», nomeadamente com os contratos de exclusividade com o HD-DVD assinados pela Paramount Pictures e DreamWorks Animation.

A Paramount refere que o DVD de «Transformers» registou um sucesso assinalável no passado dia 16 de Outubro, data em que foi colocado à venda, comercializando mais de 100 mil unidades.

Citado pela Reuters, Tom Adams, presidente da Adams Media Research, referiu que o período de 18 meses de exclusividade da Paramount e DeramWorks deve fortalecer a posição do HD-DVD no último trimestre do ano.

Sol – 25/10/2007

SanDisk lança pen USB para programas de TV

A Sansa TakeTV é uma aposta estratégica da SanDisk, que pretende “fazer a ponte” entre o mundo da informática e da televisão tradicional. E à primeira vista, a nova USB que também é um leitor de vídeo, cumpre os requisitos: está equipada para conectar-se a computadores através de portas USB e também a televisores, desta feita, através da “saída de Áudio/Vídeo”.
O modo de utilização também é um “mix” entre informática e TV. O acesso à nova pen da SanDisk faz-se através do computador, com o já tradicional “arrastamento de ficheiros” para a área de armazenamento.

No televisor, a utilização processa-se através de um comando incorporado, que permite seleccionar os ficheiros que se pretende visionar, explica uma notícia da Associated Press.

A Sansa TakeTV já está a ser comercializada nos EUA. Nas lojas, podem encontrar-se dois modelos: um de 4GB, com um preço de 99 dólares (cerca de 80 euros), e outro de 8GB, com um preço de 149 dólares (menos de 120 euros).

Desconhece-se quando chegam estes dois modelos à Europa.

Associado à estreia do Sansa TakeTV está ainda o lançamento de um serviço de venda de vídeos na Internet, com a denominação Fanfare. Por enquanto, tem apenas 85 títulos de séries (CSI e Survivor são os mais conhecidos).

O preço por download está fixado em 1,99 dólares (cerca de 1,6 euros).

Exame Informática – 23/10/2007

Hitachi sai do mercado de PCs

A japonesa Hitachi anunciou esta semana que vai parar de fabricar computadores pessoais, informou a Folha On Line. A empresa alega não poder competir com as concorrentes norte-americanas e asiáticas, o que se reflete na queda de seu volume de pedidos de PCs – o ápice foi em 2001, com 700 mil unidades, e de lá para cá só caiu.

A empresa já suspendeu a produção na fábrica de Aichi, sudoeste de Tóquio. No entanto, continuará vendendo computadores para empresas, graças a um acordo com a Hewlett-Packard, que assumirá a fabricação.

Na onda
Assim como a Hitachi sai do mercado de PCs, a Sanyo também já pulou fora do segmento de celulares. A alegação é a mesma: a quase impossibilidade de concorrer com os gigantes norte-americanos do setor de TI e Telecom.

Baguete – 23/10/2007

USB leva vídeos do PC e reproduz na TV

O Sansa TakeTV video player - uma mistura de drive USB, controle remoto e dock para conexão à TV - e seu serviço de vídeos, o Fanfare, são uma nova tentativa da empresa para suprir o vão que existe entre o PC e a televisão.

Os usuários do TakeTV podem simplesmente arrastar vídeos do seu computador - downloads do Fanfare, vídeos caseiros ou outros vídeos sem restrições na web - para o dispositivo, da mesma maneira que usam um drive USB para mover arquivos de dados de um PC a outro, por exemplo. Depois, basta conectá-lo ao dock e em seguida à televisão. Um menu simples aparece na TV, onde se escolhe o arquivo para reprodução.

O TakeTV é vendido por US$ 99,99 (modelo de 4 GB, armazena até 5 horas de vídeo) e US$ 149,99 (8 GB, armazena até 10 horas de vídeo). O Fanfare, em uma fase teste, oferece programas de TV por US$ 1,99 - o mesmo valor dos serviços rivais, mas a SanDisk diz que espera aumentar o conteúdo gratuito sem publicidade, assim como o resto do acervo.

Informe Digital – 24/10/2007

IDENTIFICATION

Honda integra RFID, Wi-Fi e código de barras na fábrica em Manaus

A Moto Honda da Amazônia adotou a solução Track & Trace com tecnologia RFID, implantada pela NEC, para aperfeiçoar o controle no processo de movimentação de peças que resultou em melhoria na cadeia interna de produção.

Além da implantação da solução, que compreende a integração de tecnologias como RFID, rede Wi-Fi e código de barras, a NEC em parceria com Honda desenhou o projeto, promoveu a integração de software e hardware, além da operação assistida e o suporte técnico.

Responsável pela produção de mais de um milhão de motocicletas por ano, a Moto Honda da Amazônia tem na intensa movimentação de peças entre o Centro de Distribuição e as áreas de produção de componentes e montagem de motos, um dos pontos críticos de sua operação.

O controle dessa movimentação, apesar de eficiente, requisitava maior precisão, agilidade e rastreabilidade, principalmente em função do crescente aumento da produção para fazer frente à demanda do mercado. "Apenas no primeiro trimestre de 2007, as vendas à rede atingiram 328.411 unidades, ante 246.555 registradas no mesmo período do ano passado. Com isso, a marca cresceu 33,2% e alcançou recorde de comercialização em um único mês, com 115.624 unidades em março, superando a marca anterior de 114.656 em janeiro de 2007", conta Carlos Katayama, CIO da Honda América do Sul.

Em busca de melhor produtividade, o controle da movimentação por meio do rastreamento e monitoramento dos carrinhos passou a contar com a tecnologia de Track & Trace da NEC. Na prática, por meio de uma etiqueta inteligente RFID, inserida em cada carrinho, passou a ser possível rastreá-los através de portais com antenas de rádio freqüência e também obter informações mais detalhadas sobre seu conteúdo.

"Cada vez que um carrinho passa pelos portais, localizados nas entradas e saídas das unidades, eles captam as informações registradas nas etiquetas inteligentes impedindo que, acidentalmente, esses veículos sejam enviados para unidade errada ou em horários que não foram solicitados", explica Arnaldo Murasaki, Diretor de Vendas da NEC Solutions Brasil.

Para promover a integração com os sistemas de gerenciamento da Honda, a NEC incluiu no projeto o RFID Manager, um middleware desenvolvido pela empresa e que possibilita a integração das informações coletadas com os sistemas de gestão, como o ERP (Sistema de Gestão Empresarial) e o WMS (Sistema de Gerenciamento de Armazém).

"A integração promove a melhoria na automação dos processos, incremento da performance da operação com informações padronizadas, maior controle, mais eficiência e a possibilidade de aumento da produtividade", comenta Ricardo Bandeira, Gerente de TI da Fábrica da Moto Honda de Manaus.

A fábrica da Moto Honda em Manaus (AM), conta com uma área construída de 135 mil m2, em um terreno de 564 mil m2, representando o maior investimento no pólo industrial de Manaus. Hoje são fabricadas aproximadamente 3.600 motocicletas por dia, incluindo uma linha diversificada de modelos que vão desde 100cc até 750cc, com um índice médio de nacionalização é de 70%.

Convergência Digital – 24/10/2007

HP Brasil usa RFID para rastrear participantes de seminário

A Hewlett-Packard (HP) Brasil decidiu usar as etiquetas inteligentes por radiofreqüência (RFID) para acompanhar os participantes de um seminário que realizou sobre a tecnologia no final da semana passada.

Ao longo do primeiro dia de evento, a HP acompanhou a movimentação de 156 pessoas que participavam de um seminário sobre RFID na capital paulista. "A idéia era mostrar às pessoas como rastrear bens em movimento", disse Marcelo Pandini, responsável pelo programa RFID da companhia americana.

Para isso, a HP instalou quatro antenas em cima da porta dos toaletes do hotel em que realizou o seminário. No Centro de Excelência em RFID da companhia, em Sorocaba (SP), um software capturava todas as interações entre os participantes nos cafés e corredores próximos aos toaletes.

Cada etiqueta tinha o nome completo do participante, seu cargo e a empresa que ele representava. No final do dia, a companhia produziu quatro gráficos com os dados colhidos.

Ela obteve informações como os locais de maior visitação durante o seminário, as pessoas que mais interagiram durante o evento, de onde eram os profissionais que mais interagiram e o perfil dos participantes.

A iniciativa de usar RFID para acompanhar participantes de conferência também foi adotada na semana passada pela IBM, no evento Information on Demand , em Las Vegas (EUA). Com as etiquetas, a companhia rastreava as sessões atendidas pelos participantes e até suas refeições no evento.

Essa foi a primeira vez que a IBM usou a tecnologia RFID em uma conferência e a companhia não fez nenhum segredo disso. Os participantes, entretanto, que não quisessem receber a tag podiam se inscrever da mesma forma.

Segundo a IBM, dos 6,5 mil participantes do seminário, cerca de 2% preferiram não ser rastreados por uma etiqueta RFID. O chip incluiu o nome do participante, cargo e empresa que ele representava. Nenhuma outra informação pessoal foi incluída na etiqueta.

Sempre que a pessoa entrava em um dos auditórios, o leitor de RFID mandava o dado em tempo real para o banco de dados da companhia. De acordo com a IBM, as informações irão ser usadas para ajudar os organizadores dos próximos seminários a conciliarem os temas com os interesses da platéia.

ComputerWorld – 23/10/2007

INDUSTRIAL

WEG planeja duplicar as operações no exterior

O novo presidente executivo da WEG, Harry Schmelzer Jr., só irá assumir o cargo em janeiro de 2008, mas já tem uma missão a cumprir na sua gestão: dobrar o tamanho das operações da fabricante de motores e equipamentos elétricos no exterior até 2010. O plano da companhia prevê elevar os atuais 10% da produção e faturamento fora do país para pelo menos 20%.

Valor Online – 25/10/2007

Circuito de Automação Comercial supera expectativas da Fecomércio/MS

Terminou nesse domingo, dia 21, no Armazém Cultural (antiga estação ferroviária), em Campo Grande, o I Circuito de Automação Comercial, promovido pela Fecomércio/MS – Federação do Comércio, Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso do Sul. O evento, que teve como objetivo orientar micro, pequenos e médios varejistas sobre como fazer do computador o seu aliado nas vendas, trouxe orientações e palestras que oportunizaram ampliar conhecimentos e utilizar as tecnologias de forma que permitam o incremento de produtividade e minimização de custos e prazos.

Em seis dias, o Circuito por meio de palestras, cursos e consultorias gratuitas atraiu em torno de 300 pessoas, público formado principalmente por empresários, durante esta primeira edição. Para o presidente da Fecomércio, Sebastião Vieira DÀvila, a adesão da classe empresarial sinaliza o interesse de obter crescimento e fortalecer o varejo da capital, sempre com o foco na profissionalização e qualificação constante”, ressalta.

Para se ter idéia, durante o I Circuito de Automação Comercial, os empresários foram convidados a participar das ações dos projetos Automação Comercial e Conectar. O primeiro ofereceu cursos com carga horária de 16 horas, que mostraram como usar soluções simples e baratas existentes no mercado e que permitem melhorar o controle no gerenciamento de estoque, vendas e atendimento, compras, financeiro, contábil e recursos humanos.

Já o projeto Conectar, voltado tanto para o segmento atacadista quanto para o varejista, visa disseminar a implantação da integração eletrônica para negócios, que em outras palavras incentiva que as empresas realizem todas as suas transações com fornecedores, compradores e outros agentes econômicos inteiramente pela internet. Com cursos de oito horas, o participante conheceu as vantagens e diferenças em relação ao sistema tradicional e perceberá os ganhos de melhoria, atualização e modernização dos processos de gestão da empresa, tipos de conectividade identificando oportunidades reais para implantar o sistema em seus negócios.

O I Circuito de Automação Comercial trouxe também especialistas de renome nacional para esclarecer e dar dicas de assuntos que norteiam o varejo atualmente. Entre os destaques, esteve à palestra Nota Fiscal Eletrônica: aspectos técnicos e legais, realizada no dia 17 de outubro, com Eliane Ringer, advogada e consultora da GS1 Brasil - Associação Brasileira de Automação.

Entre outros pontos, Eliane Ringer falou das experiências de outros estados com a implantação da nota fiscal eletrônica e como este processo poderá ser implantado em Mato Grosso do Sul. Entre os Municípios, exemplificou ela, esteve São Paulo como o precursor ao instituir, por meio da Lei 14.087/2005, a chamada Nota Fiscal Eletrônica de Serviços (NF-e), utilizada exclusivamente pelos contribuintes do ISS estabelecidos em seu território. Ela comentou que a medida tornou, inclusive, os tomadores dos serviços coadjuvantes ativos no sistema de migração das notas fiscais de papel para a eletrônica instituindo conjuntamente o sistema de geração de créditos do ISS, que poderá ser utilizado para abatimento do valor do IPTU. Com isso, os tomadores de serviços (pessoas físicas e jurídicas) passaram a cobrar do prestador a utilização do sistema, já que somente o ISS registrado na NF-e gera crédito para o IPTU.

Outra palestra gratuita que chamou a atenção foi Como vender pela Internet, com Marcos Bueno, gerente do Mercado Livre, o maior portal de vendas pela Internet. A palestra, que aconteceu no dia 18 de outubro, tirou dúvidas de empresários sobre como realizar transações comerciais pela web, com dicas para a atração e fidelização de compradores. “Algumas empresas hoje vendem muito mais pela Internet do que em sua loja física. Se tiver um bom atendimento, souber apresentar seus produtos e passar credibilidade, com certeza conquistará clientes que jamais estarão em Mato Grosso do Sul, mas continuarão comprando e indicando a empresa para outras pessoas”, explica Bueno.

Já o especialista Ismael Reis, consultor da Fecomércio/MS, e responsável pela realização dos cursos específicos para gestores, mostrou durante a palestra Automação Comercial e Negócios Eletrônicos, no dia 19 de outubro, que tarefas corriqueiras como digitar preços dos produtos, quantidade de itens e até uma simples anotação do peso de uma mercadoria por meio da automação são feitas por computador com total eficiência e maior velocidade.

Após o término do I Circuito de Automação Comercial, terão início as consultorias gratuitas. Isso porque, os participantes dos cursos receberão o consultor da Fecomércio/MS na própria empresa. Este especialista é credenciado pela Confederação Nacional do Comércio e ajudará o proprietário a detectar as necessidades da empresa e sugerir soluções tecnológicas para melhorar o atendimento e a organização do estabelecimento.

Agora MS – 22/10/2007

Lucros da Whirlpool sobem 50% no terceiro trimestre do ano

Os lucros da Whirlpool subiram mais de 50% no terceiro trimestre do ano, devido ao corte de custos e ao aumento das vendas na Europa e na América Latina.

No terceiro trimestre de 2007, o resultado líquido da Whirlpool subiram de 50%, de 117 milhões de euros, ou 1,47 dólares por acção, para 175 milhões de euros, ou 2,20 dólares por acção. As vendas da empresa ficaram nos 4,84 mil milhões de dólares, quando os analistas esperavam 5,04 mil milhões de dólares.

A contribuir para a subida dos lucros esteve o aumento das vendas de congeladores e máquinas de lavar a loiça na Europa e na América Latina. Esta subida acabou por compensar a quebra de vendas registada no mercado norte-americano.

A empresa reduziu ainda os custos de produção e introduziu novos produtos no mercado.

Jornal de Negócios – 23/10/2007

TELECOM

Preços mínimos das licenças de 3G já estão definidos

A Anatel colocou à disposição dos interessados o edital de licitação da terceira geração (3G) da telefonia celular, no qual também estão definidos os preços mínimos das licenças. De acordo com o documento, as licenças mais caras são as da área atendida hoje pela Brasil Telecom, que abrange as regiões Sul e Centro-Oeste e os estados de Tocantins, Rondônia e Acre. A maior freqüência nesta área, de 30 MHz, custará no mínimo R$ 341,2 milhões, e as outras três faixas, de 20 MHz, tem preço R$ 227,4 milhões cada uma.

Na região metropolitana de São Paulo, o preço mínimo da licença será de R$ 167,7 milhões para a maior faixa e de R$ 111,8 milhões para as três faixas menores. As empresas que levarem essas licenças terão a obrigação de oferecer o serviço também na área que abrange os estados do Amazonas, Amapá, Pará, Maranhão e Roraima. No interior de São Paulo, o valor varia de R$ 85,9 milhões a R$ 128,9 milhões. As vencedoras desta área também terão de atender a região que engloba os estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas.

Com preços que vão de R$ 163,6 milhões a R$ 245,5 milhões, as licenças correspondentes aos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia e Sergipe são as mais caras, depois da área da Brasil Telecom. Em Minas Gerais, o preço mínimo das licenças vai de R$ 28 milhões a R$ 42 milhões.

A Anatel vai vender ainda licenças em outras quatro áreas menores, que correspondem às regiões da Sercomtel, em Londrina (PR), e da CTBC, no Triângulo Mineiro, em Ribeirão Preto e Franca (SP) e alguns municípios de Mato Grosso do Sul e Goiás.

No leilão, marcado para o dia 18 de dezembro, serão colocadas à venda 44 licenças, sendo quatro delas em cada uma das 11 áreas de atuação em todo o Brasil. Para participar do leilão, as empresas têm que depositar garantias no valor de 10% do preço mínimo da licença que pretendem disputar. Também serão cobradas garantias correspondentes às metas de cobertura, mas os valores dependem dos planos de implantação de cada empresa.

TI Inside – 24/10/2007

SanDisk disponibiliza cartão de memória a operadoras

A SanDisk Corporation lança os cartões de memória flash Memory Stick Micro (M2) de 8 gigabytes (GB) para os fabricantes de celulares e operadoras de telefonia celular para testes e avaliação. Extes produtos são usados principalmente em telefones móveis Sony Ericsson e têm como finalidade ampliar a capacidade dos aparelhos para armazenar um maior número de músicas digitais e imagens.

"Com o cartão SanDisk M2 de 8GB, os consumidores terão instantaneamente a mesma quantidade de armazenamento que o iPhone de maior capacidade", destaca o vice-presidente sênior e gerente geral da divisão de Soluções Móveis para o Consumidor da SanDisk, Jeff Kost.

A companhia destaca que o novo produto permite o armazenamento de mais de 2 mil músicas, ou mais de 5 mil imagens em alta resolução ou até 5 horas de vídeos MPEG 4 de alta qualidade. (Redação

Gazeta Mercantil – 24/10/2007

Anatel aprova compra da Way TV pela Oi

A Anatel aprovou ontem a compra da operadora de televisão a cabo Way TV pela Oi. Em agosto deste ano a Way TV tinha cerca de 110 mil usuários, sendo 55,5 mil em televisão a cabo e 54,5 mil em internet banda larga. Em Belo Horizonte, principal cidade de sua área de atuação, a empresa tem participação de 26% no mercado de TV a cabo. A Way TV também tem licença para operar nos municípios Poços de Caldas, Uberlândia e Barbacena.

Com a compra da Oi, os consumidores desses municípios vão ter opções de serviços de telefonia da Oi. “Inauguramos agora a era quadri-play (fixo, móvel, banda larga e TV por assinatura). Passamos a ser provedores de todos os serviços de telecomunicações, incluindo a distribuição de conteúdo, que os consumidores demandam de uma única companhia”, afirma Luiz Eduardo Falco, presidente da Oi.

Em Belo Horizonte, a rede de telefonia fixa da Oi alcança cerca de 1,1 milhão de domicílios, dos quais aproximadamente 500 mil não têm cobertura de TV a cabo e poderão ser atendidos pelo serviço de IPTV da companhia. O serviço permite a transmissão de imagens pelo mesmo cabo utilizado pela telefonia fixa e pela internet em banda larga.

A Way TV foi adquirida em julho do ano passado, por R$ 132 milhões, em leilão público. A Oi já tem uma parceria comercial com a operadora de TV por satélite Sky e prepara o lançamento do serviço de IPTV na cidade do Rio de Janeiro. O serviço permitirá que os usuários possam acessar na televisão conteúdos distribuídos pela infra-estrutura de internet em banda larga.

Pernambuco.com– 24/10/2007

Oi contrata Objective Solutions para IPTV

A Oi acaba de adotar ferramentas de CRM e Billing da Objective Solutions para otimizar sua operação de IPTV (Internet Protocol Television). O projeto vai utilizar a solução Objective NG, que realiza a gestão de diversos serviços de telecomunicação.

A solução, que integra as tecnologias de CRM e Billing, já é utilizada por outras operadoras de Pay TV do mercado brasileiro, sendo responsável pelo processamento de mais de quatro milhões de transações diárias, para mais de dois milhões de assinantes ativos. A ferramenta é integrada à plataforma Nokia Siemens, que fornecerá a estrutura de IPTV para a Oi.

A Objective NG também gerencia o fornecimento de serviços domo Internet banda larga, TV paga e VoIP. A solução integra as operações, gerando uma fatura única para todos os produtos, discriminados separadamente.

O serviço de IPTV da Oi deve estar disponível ainda este ano, em princípio somente na capital do Rio de Janeiro. Segundo estimativas da Nokia Siemens, dentro de três anos, o Brasil deve conquistar cerca de 1 milhão usuários deste tipo de televisão.

Baguete – 24/10/2007

Nokia-Siemens compra filial de operadora alemã

A joint venture entre Nokia e Siemens anunciou que assumirá o controle da filial da operadora alemã Deutsche Telekom, a Vivento Technical Services (VTS), em virtude de um acordo estratégico entre ambas as empresas, que ainda compreende a assinatura de um contrato de cinco anos por ? 300 milhões.

Desse modo, a VTS se tornará uma filial da Nokia-Siemens e seus 2000 empregrados serão igualmente transferidos para a empresa. Este acordo estratégico compreende ainda, para além da venda da VTS à Nokia-Siemens.

A Deutsche Telekom aceitou a oferta da joint venture para o desenvolvimento de projetos para suas filiais da T-Mobile na Europa, incluindo as redes IN de nova geração, avaliados em ? 150 milhões. Com este acordo, a Nokia-Siemens será um sócio preferencial da Deutsche Telekom em relação à terceirização e gestão de projetos de serviços.

A Deutsche Telekom é líder européia em telecomunicações. No último sábado (20), anunciou que poderá reduzir mais 35 mil postos de trabalho devido ao seu plano de reestruturação, segundo do ano caso seja confirmado.

Gazeta Mercantil – 24/10/2007

Anatel dá OK à acordo, mas Tim e Vivo deverão manter-se independentes

O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou na tarde desta terça-feira (23/10), com restrições, a transferência de controle indireto (8,33%) da Telecom Itália para o pool formado por Telefônica, Assicurazioni Generali, Sintonia, Intesa Sanpaolo e Mediobanca - Banca di Credito Finanziario. A Agência, no entanto, quer garantias de que as operadoras Vivo e Tim se manterão independentes e desvinculadas mesmo após a operação, atendendo à legislação vigente para o setor.

As restrições contra a prática de concentração de mercado valem para toda a operação da Tim no Brasil, seja por meio da Tim Celular ou da Tim Nordeste. Juntas, as duas operadoras concentram mais da metade do mercado de telefonia celular, com 53,65% (dados referentes ao mês de setembro/07). "O principal objetivo do acordo acionário é a atuação das empresas no exterior. As restrições impostas pela Anatel têm o propósito de evitar reflexos no mercado brasileiro", disse o conselheiro Antonio Domingos Teixeira Bedran, relator da matéria, em comunicado oficial da Agência.

As restrições serão aplicadas à personalidade jurídica, diretoria e plano de negócios, impedindo a fusão, superposição de licenças, imposições tecnológicas de uma empresa sobre a outra, ou acordos mercadológicos entre elas. O novo acordo de acionistas deve ser submetido à aprovação da Anatel no prazo de 30 dias.

Além disso, as operadoras têm seis meses para submeter à aprovação da Anatel mudanças na proposta atual que garantam a total desvinculação entre a Vivo e a Tim Brasil, com acréscimo de seis meses para a sua implementação, se aprovadas.

Veja as restrições impostas em documento assinado nesta tarde pela Agência:

1. Vedação à Telefônica S.A., nas Assembléias Gerais de Acionistas, e aos membros indicados pela Telefônica S.A nos Conselhos de Administração, Diretoria ou órgão com atribuição equivalente, de participarem, votarem ou vetarem nas deliberações da Telco S.p.A., da Olímpia S.p.A., da Telecom Itália S.p.A. ou de qualquer outra empresa controlada direta ou indiretamente pela Telecom Itália S.p.A., matérias que tratem de assuntos relacionados à atuação dessas empresas na prestação de serviços de telecomunicações no mercado brasileiro;

1.1 A vedação tratada em 1, supra, esteja expressamente prevista em relação aos direitos das Ações Classe B, que são de propriedade exclusiva da Telefônica S.A.

2. Vedação de que a Telefônica S.A. indique membros para os Conselhos de Administração, Diretorias ou órgãos com atribuições equivalentes das empresas controladas direta ou indiretamente pela Telecom Itália S.p.A., estabelecidas no Brasil, que atuam na prestação de serviços de telecomunicações no mercado brasileiro e de suas controladoras;

3. Proibição nas relações entre as empresas controladas pela Telefônica S.A. e Telecom Itália S.p.A. que atuam na prestação de serviços de telecomunicações no mercado brasileiro, quando estabelecidas em condições diversas daquelas previstas na regulamentação brasileira dos serviços de telecomunicações, quanto:

3.1. a operações significativas, passivas ou ativas, de financiamento, sob qualquer forma;
3.2. a prestação de garantia real, pessoal ou de qualquer espécie;
3.3. a transferência de bens em condições, termos ou valores distintos dos praticados no mercado;
3.4. a transferência de conhecimentos tecnológicos estratégicos;
3.5. a prestação de serviço de telecomunicações ou correlatos em condições favorecidas ou privilegiadas;
3.6. a acordo operacional que estipule condições favorecidas ou privilegiadas;
3.7. o uso comum de recursos, sejam eles materiais, tecnológicos ou humanos;
3.8. a contratação em conjunto de bens ou serviços;
3.9. a assinatura de instrumento jurídico tendo por objeto transferência de ações entre as prestadoras ou cessão de direito de preferência relativamente à transferência recíproca de ações;
3.10. a adoção de marca ou de estratégia mercadológica ou publicitária comum.

4. Manutenção, caso haja cisão da Telco S.p.A., conforme previsto no item 1.2 ou item 11 do Acordo de Acionistas desta, de todas as condicionantes impostas à Telefônica S.A. em relação à Telecom Itália S.p.A., e suas controladas e controladoras, bem como as proibições nas relações entre as empresas controladas pela Telefônica S.A. e Telecom Itália S.p.A. que atuam na prestação de serviços de telecomunicações no mercado brasileiro.

5. Submissão, no caso do Acordo de Acionista da Telco S.p.A. perder a validade, bem como no caso da fusão entre a Telco S.p.A. e a Olímpia S.p.A., de um novo instrumento jurídico formal, contendo as mesmas restrições e proibições acima citadas, para aprovação prévia da Anatel.

6. Vedação da Telefônica S.A. exercer o controle, direto ou indireto, sobre qualquer empresa do Grupo TIM no Brasil, nos moldes determinado pela regulamentação específica vigente neste País, ainda que a Telefônica S.A. faça valer a opção de compra em caso de retirada unilateral provocada por outra empresa acionista

7. Determinação aos elaboradores das pautas de reuniões dos Conselhos de Administração da Telco S.p.A., da Olímpia S.p.A., da Telecom Itália S.p.A. e da Telecom Itália International NV, seus respectivos presidentes, de separarem os temas em pautas diversas, sendo, (i) uma suscetível à participação da TE, por meio dos Conselheiros que indicar e (ii) outra não suscetível à participação dos Conselheiros, indicados pela TE. Nas reuniões não suscetíveis à participação de Conselheiros indicados pela TE, os temas abordados necessariamente deverão dizer respeito matérias que tratem de assuntos relacionados à atuação das empresas controladas direta ou indiretamente pela Telecom Itália S.p.A. na prestação de serviços de telecomunicações no mercado brasileiro e temas diretamente relacionados, sendo estes últimos, necessariamente, ligados aos principais em aspectos de estratégia concorrencial, tal como orçamentos para campanhas de marketing e planos de investimento em desenvolvimentos de produtos, ativos (lato sensu), instrumentos, tudo isto em síntese, voltado ao desenvolvimento das atividades relacionados à atuação das empresas controladas direta ou indiretamente pela Telecom Itália S.p.A. na prestação de serviços de telecomunicações no mercado brasileiro.

Decision Report – 23/10/2007

Inactive hide details for Apple amplia seu lucro em 67%Apple amplia seu lucro em 67%

A Apple teve um lucro 67% maior que o último trimestre e chegou a US$ 904 milhões, contra os US$ 542 milhões alcançados no mesmo período do ano passado. O valor corresponde a US$ 1,01 por ação, acima das estimativas de mercado que apontavam para US$ 0,85. A receita foi de US% 6,22 bilhões, aumento de 29 por cento sobre os 4,84 bilhões de dólares em igual intervalo do ano passado.

De acordo com a empresa, o aumento foi impulsionado pelas vendas, principalmente do iPhone que somaram 1,12 milhão de unidades no último trimestre. A Apple vendeu 2,2 milhões de computadores Macintosh e 10,2 milhões de unidades do player de música digital iPod no período.

A companhia vendeu 10,2 milhões de iPod no trimestre, um aumento de 17% em relação ao mesmo período do ano passado. Já as vendas do iPhone, atingiram 1,1 milhão de unidades, elevando o total de vendas para o ano fiscal de 2007 para 1,4 milhão. As vendas do iPhone tiveram inicio em junho.

IT Web – 23/10/2007