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26/02/2008
GERAL
Mercados emergentes vão movimentar US$ 1,3 trilhão em gastos com tecnologia em 2011, diz Gartner
Os mercados emergentes do planeta serão, em 2011, uma das principais forças propulsoras do crescimento do setor de tecnologia mundial. O gasto dessas regiões com tecnologia deve chegar, em cinco anos, a cerca de US$ 1,3 trilhão, segundo levantamento da consultoria Gartner. Isso representa um aumento de US$ 200 bilhões em relação ao que é previsto que será gasto neste ano por essas regiões.
Ásia e Pacífico, América Latina, Oriente Médio e África têm uma taxa combinada média de crescimento no gasto com tecnologia de 8,5% ao ano. Nível que deve se manter até 2011. Em comparação, a taxa média anual de crescimento para esse período em mercados maduros, como EUA e Europa Ocidental, é de apenas 4,3%, segundo a Gartner.
A consultoria ainda aposta que a tecnologia será um catalisador para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nos países emergentes. Isso porque a maior adoção de tecnologia permitirá que empresas se tornem mais eficientes e competitivas, inclusive no plano internacional.
O atual crescimento do PIB está estimulando o gasto em tecnologia. Com ele é gerado um grande volume de recursos financeiros que promove, em muitos casos, um desenvolvimento mais balanceado entre os países com expansão significativa na classe média consumidora e na base empresarial, afirma o vice-presidente de Pesquisa do Gartner, Luis Anavitarte. Esse ecossistema crescente de economia e tecnologia também garante credibilidade entre financiadores internacionais para os emergentes, impulsionando os recursos financeiros e os investimentos que são tão críticos para a expansão do uso da tecnologia, acrescenta o pesquisador.
Segundo o Gartner, Brasil, Rússia, Índia e China (os países que formam o grupo BRIC) vão reforçar seu papel como promotoras da tecnologia em outros mercados emergentes menos expressivos. A expectativa é que os BRIC representem 39% do PIB total dos mercados emergentes em cinco anos.
Na América Latina, os gastos com tecnologia devem chegar a US$ 279 bilhões em 2011, contra US$ 210 bilhões no ano passado. A região é a segunda maior em gastos entre os emergentes, e tem rapidamente amadurecido alguns segmentos desse mercado, como o de telecomunicações. A expansão da tecnologia está se espalhando rapidamente na América Latina por entre cidades menores, além dos grandes centros comerciais, produtivos e industriais.
A região da Ásia e Pacífico, incluindo a China, será a maior em volume de gastos entre os emergentes, com uma previsão de US$ 590 bilhões aplicados em tecnologia em 2011, contra os US$ 447 bilhões registrados no ano passado. A China, inclusive, tem impulsionado o crescimento em outros mercados, como o latino-americano e o africano, através de importações e investimentos diretos, afirma o Gartner.
À medida que o gasto em tecnologia continua a crescer nesses mercados emergentes, novas oportunidades para fabricantes irão surgir. Esses fornecedores têm de estar atentos às tendências e realinhar seus recursos e estratégias numa perspectiva regional, afirma Anavitarte.
Valor Online – 21/02/2008

Philips vende participação de empresa chinesa
A empresa holandesa de tecnologia, anunciou hoje a venda da sua participação na fabricante chinesa de componentes electrónicos High Tech Plastics (HTP), em que detém 90% das acções, assim como da chinesa Triumph Pan-Pacific.
Segundo o noticiado pela agência Efe, esta transacção, cujo montante não foi divulgado, vai levar a Philips a registar uma perda aproximada de 12 milhões de euros no primeiro trimestre de 2008, diz um comunicado da companhia.
A venda da HTP, que produz lentes para câmaras de telemóveis, scanners e leitores de DVD, integra a estratégia da Philips que visa focar-se nas suas unidades de Saúde, Consumo e Iluminação.
Diário Econômico – 22/02/2008
AUTOMOTIVO
Pelo menos o setor automotivo dos EUA já está em recessão, diz Ghosn
O presidente-executivo das montadoras Renault e Nissan, Carlos Ghosn, afirmou que os Estados Unidos já estão em recessão "pelo menos no setor automotivo". As principais montadoras mundiais, especialmente as americanas, vêm enfrentando dificuldades no mercado dos EUA.
Segundo o executivo, a recessão no setor norte-americano não durará um longo período. "Não acredito que estejamos vendo hoje uma tendência que irá durar eternamente."
Ele também falou sobre os problemas que as empresas do setor estão enfrentando com o aumento dos preços de commodities como minério de ferro e alumínio. "Isso representa risco para a indústria."
Nesta semana, a brasileira Vale negociou com algumas das principais siderúrgicas mundiais aumento de até 71% nos preços do minério ferro (usado na fabricação do aço).
Para Ghosn, os preços das matérias-primas, que estão subindo pelo quarto ano consecutivo, terão de cair. "Haverá um momento em que, por uma série de motivos, isso irá parar."
Ele falou ainda que as montadoras precisam aumentar suas atenções para os mercados emergentes, como Brasil, Rússia, Índia e China (os chamados Brics), e que eles serão fundamentais para as empresas do setor nos próximos anos.
De acordo com o executivo da Renault e da Nissan, os mercados de países desenvolvidos como Estados Unidos e Japão ficaram estagnados nos últimos quatro anos e não são animadoras as perspectivas para este ano. Enquanto isso, os de emergentes tiveram crescimento de pelo menos 20% no ano passado, segundo ele.
Índia
De olho nesses mercados, a Nissan e a Renault construirão na Índia uma fábrica que custará US$ 1,1 bilhão, com capacidade para produzir 400 mil carros por ano e que começará a funcionar a partir de 2010.
Ela ajudará as empresas -que possuirão participações iguais no projeto- a exportarem carros. O anúncio ocorre um mês após a Mahindra & Mahindra, a maior fabricante indiana de utilitários esportivos, ter abandonado uma joint venture com as empresas, deixando-as sem parceira local.
Folha Online – 23/02/2008
Grupo Continental cresce 14,9% em 2007
A Continental, grupo alemão fornecedor da indústria automóvel, atingiu um crescimento das vendas consolidadas de 7,2 por cento para os 15.960,1 milhões de euros o ano passado.
Os resultados operacionais consolidados subiram 237,9 milhões de euros, chegando aos 1.839,8 milhões de euros, um crescimento de 14,9% face ao período homólogo do ano anterior, diz a empresa em comunicado.
«O nosso objectivo é continuar a manter valores sem precedentes, em 2008», anunciou Manfred Wennemer, Chairman do Executive Board da Continental, em conferência de imprensa.
«Apesar das nuvens escuras que sobrevoam as previsões económicas, estamos a apontar para objectivos claros: fortalecidos pela aquisição da Siemens VDO, em 2008 pretendemos aumentar as vendas totais geradas em 2007, de 26,4 mil milhões de euros», acrescenta.
Margem de lucro deverá ultrapassar 9,3%
Em 2008, a margem de lucro antes da dedução de impostos, de reestruturações e de integração de despesas deverá ultrapassar os 9,3% calculados para 2007.
Wennemer aproveitou para anunciar, também, que não vai ser alterado o valor dos dividendos, mantendo-se nos 2 euros por acção. «A nossa principal prioridade é reduzir as dívidas. Por isso, apesar de resultados recorde, não vamos aumentar os dividendos», declarou o «chairman» do grupo alemão.
«Consideramos que a confiança é um princípio primordial. Demonstrámos isto com a nossa proposta de dividendos, que resulta num aumento do rácio de distribuição, passando de 29,8% para 31,7%», concluiu.
Agêncoa Financeira – 21/02/2008

GM domina o segmento dos sedãs pequenos
A GM tem o sedã pequeno quem mais caiu em vendas no ano passado, o Corsa sedã, que vendeu 30,4% a menos, num ano em que o mercado cresceu 27,8%. Mesmo com esse péssimo desempenho, a marca Chevrolet cresceu no segmento acima da média do mercado e é responsável por quase metade de todas as vendas dos sedãs pequenos no País.
O Prisma, lançado em 2006, vendeu 54,6 mil unidades e compensou a queda de vendas do Corsa sedã, com vantagem: a GM cresceu 48,9% no segmento, acima da média do mercado (48,2%)
Individualmente o modelo que mais cresceu na categoria foi o Pólo, da Volks, com aumento de vendas de 85,2% no ano, passando de 15.461 para 28.638 unidades A seguir veio o Siena, da Fiat, que teve um aumento de 57,4% nas vendas. Em 2006 o sedã da Fiat vendeu 56.358 carros e no ano passado 88.732.
Embora não tenha acompanhado o aumento do mercado, o Classic (Corsa com carroceria velha) se manteve na liderança do segmento, com 95.668 unidades vendidas, conquistando 3,89% de participação no merca do total.
Na soma dos seus modelos a GM vendeu no ano passado 170.631, o que significa quase a metade de todas as venda de sadãs pequenos e um crescimento de 48,9%.
Auto Informe – 22/02/2008

Delphi desenvolve sistema de segurança de bateria
A Delphi desenvolveu um sistema de segurança para evitar que as baterias provoquem curto-circuitos em caso de batidas. Este sistema já está sendo utilizado em alguns carros da Mercedes-Benz e tem como principal característica cortar a conexão entre a bateria, a ignição e o alternador em menos de um milésimo de segundo, depois que um sinal elétrico do airbag aciona o interruptor de segurança.
Apesar do dispositivo desconectar a bateria, ele não corta a energia transmitida para funções de segurança como travas de portas, luzes de emergência, iluminação interior e sistemas de chamadas de emergência automáticas.
Auto Informe – 22/02/2008

Volvo eleva capacidade para atender demanda
A explosão das vendas internacionais de caminhões pesados em 2007 já provocou uma rápida correção de rota da Volvo Trucks. A divisão de caminhões do grupo sueco, que responde por 70% dos negócios, aprovou o aporte de aproximadamente € 450 milhões para a ampliação da capacidade de produção em suas unidades na Suécia e Bélgica, e a construção de uma nova fábrica de montagem de caminhões na Rússia.
A intenção é aliviar fábricas que hoje operam em plena capacidade, sobrecarregando o sistema como um todo. O ponto nevrálgico está na Europa, responsável pela maior parte das entregas.
Os investimentos deverão elevar a produção anual global de 70 mil para 100 mil caminhões a partir do ano que vem.
Autotive Business – 22/02/2008

CONSUMER
Gastos com eletrônicos pessoais crescem 6,5% em 2007 nos EUA, mas devem desacelerar neste ano
O gasto em tecnologia de consumo - que inclui PCs, aparelhos de vídeo e som eletrônicos e outros aparelhos semelhantes - cresceu 6,5% em 2007 nos EUA. O faturamento com esses produtos subiu para US$ 129 bilhões no ano passado. Para este ano, porém, a perspectiva é de estabilidade nos preços e de um crescimento mais limitado nas vendas, segundo dados da consultoria norte-americana NPD.
De acordo com o levantamento, no segundo semestre, o crescimento das vendas nos EUA foi de apenas 5%, embora esse período tenha sido responsável por 54% dos gastos no ano.
Entre os dias 18 de novembro e 29 de dezembro, houve queda de 2% nas vendas no varejo desse tipo de produtos. No total, o faturamento nesse intervalo foi de US$ 9,6 bilhões no país.
Uma temporada de festas assim tão desapontadora, em conjunto com um período de volta-às-aulas fraco e com as preocupações sobre a economia impactaram negativamente o faturamento com tecnologia de consumo no segundo semestre de 2007, afirmou o vice-presidente de análise de indústria do NPD, Stephen Baker. É preocupante ver o crescimento das vendas desacelerar, mas não era inesperado, uma vez que a tendência da indústria caminha para um mercado de tecnologia de consumo que oferece aos consumidores melhorias tecnológicas mais 'evolutivas' do que 'revolucionárias' neste ano, acrescentou.
De acordo com o levantamento, 47% do gasto em tecnologia de consumo se concentrou em apenas cinco categorias de produto: notebooks, TVs de tela LCD, PCs de mesa (desktops), câmeras digitais e reprodutores de MP3. Esse grupo aumenta sua participação em relação ao peso de 42% do total verificado em 2006 e de 36% registrado em 2005.
Em termos de faturamento, porém, as TVs com tela LCD foram as líderes disparadas no ano passado. As vendas desses eletrônicos subiram 74% no ano, para um total de US$ 13,5 bilhões. Os notebooks, que em volume de dinheiro arrecadaram mais em 2007, US$ 19,6 bilhões, tiveram expansão de vendas de 23% no período.
Dentre os cinco produtos líderes, apenas as máquinas fotográficas digitais registraram queda no faturamento. As vendas de câmeras caíram 3% para US$ 6,6 bilhões, e ficaram perto de serem superadas pelas de reprodutores de MP3. O faturamento com esses produtos aumentou 7% no ano passado, atingindo a marca de US$ 6,3 bilhões.
Considerando apenas o período de festas, as TVs de LCD lideraram em volume de vendas, com US$ 1,7 bilhão - 51% mais que em 2006. O destaque, porém, ficou por conta dos aparelhos de navegação pessoal (GPS), que cresceram 170% em relação ao mesmo período do ano anterior, com vendas totais de US$ 388,6 milhões.
A indústria de tecnologia de consumo não está isenta da preocupação dos consumidores em relação a economia, mas historicamente não vemos um impacto nas vendas de eletrônicos por conta da economia em geral, afirmou Baker. O declínio geral é mais relacionado à saturação do mercado em muitas das categorias de altos volumes de unidades, como as de câmeras digitais e reprodutores de MP3. Além disso, vimos fabricantes e varejistas diminuir seus níveis de desconto para manter um preço mais alto, estratégia que pode trazer mais lucros mesmo face uma demanda declinante, disse.
O Globo – 21/02/2008

Governo pode suspender obrigatoriedade de bloqueador
A TV Digital ainda está em processo de adaptação na Grande São Paulo. Apenas 10 mil domicílios estão operando com o novo sistema, segundo estimativas dos próprios fabricantes e emissoras. A pouca procura é devido o alto custo dos conversores, que podem chegar a R$ 500.
Para incentivar a mudança do sistema analógico para digital, o governo optou pela não-obrigatoriedade no uso do bloqueador para evitar que o preço do adaptador se torne inviável para a maioria da população. A decisão, que ainda não foi anunciada oficialmente, foi tomada em reunião realizada ontem no Palácio do Planalto com os ministros Dilma Rousseff (Casa Civil), Hélio Costa (Comunicações), Miguel Jorge (Desenvolvimento), Sérgio Rezende (Ciência e Tecnologia) e Paulo Bernardo (Planejamento).
A ausência do bloqueador no conversor implica na liberdade do telespectador em gravar tudo o que se passa na TV, aumentando o risco de pirataria.
Com essa liberação, o governo busca dimunuir o valor do conversor. O Ministério das Comunicações negocia o preço em torno de R$ 200.
De acordo com o cronograma estabelecido pelo decreto nº 5.820, de 29 de junho de 2006, até junho de 2016, as 80 milhões de TVs analógicas do País estarão operando em sistema digital.
Dentro da previsão, até dezembro de 2009 todas as capitais do país terão canais digitais e até dezembro de 2013, a tecnologia estará em todos os municípios do Brasil.
Gazeta – 21/02/2007

Sony venderá fábrica de chips para a Toshiba por US$835 mi
A Sony afirmou na quarta-feira que vai vender suas instalações de produção de microchips no oeste do Japão para a Toshiba por 90 bilhões de ienes (835 milhões de dólares), na mais recente medida da empresa para se concentrar em suas atividades principais.
O equipamento será usado pela joint venture de semicondutores da duas empresas que irá produzir chips Cell de alta performance e processadores gráficos RSX, ambos usados no console PlayStation 3, bem como outros microchips que irão para produtos Toshiba. O acordo será fechado em 1o de abril. A Sony, que está se focando em chips sensores de imagens para câmeras digitais e saindo dos grandes investimentos em equipamentos de produção de chips, afirmou em outubro que iria vender instalações de produção de chips importantes usados no PS3 para a Toshiba, mas o preço não havia sido revelado.
O anúncio do preço de venda ocorre um dia depois da Toshiba afirmar na terça-feira que irá descontinuar seu formato de HD DVD, um DVD de alta definição, dando fim a uma longa batalha com o Blu-ray, da Sony.
A Toshiba combinou a saída do HD DVD com um anúncio de que ela e sua parceria SanDisk irão investir 16 bilhões de dólares em duas novas fábricas de memória flash.
Reuters – 20/02/2008

Pioneer vai deixar de produzir painéis de plasma de 42"
A Pioneer vai interromper a produção de painéis de plasma de 42 polegadas e passará a comprar componentes deste tamanho e menores das rivais Matsushita Electric Industrial ou Hitachi para reverter o desempenho deficitário de sua divisão de TVs com telas estreitas, disse o jornal Asahi.
A Pioneer vai encerrar a produção dos painéis da fábrica em Kagoshima, no sul do Japão, até março de 2009, informou o jornal.
A companhia vai se concentrar nos modelos de 50 polegadas ou mais, produzidos em outras fábricas, segundo o Asahi.
A decisão deve marcar o mais recente passo da Pioneer para deixar modelo de negócios integrado verticalmente, no qual a empresa conduz a produção de partes importantes de seus produtos, depois do anúncio da companhia no ano passado de passar a comprar telas de cristal líquido da Sharp para começar a vender TVs LCD.
A Pioneer tem meta de vender 480 mil TVs de plasma neste ano fiscal, que se encerra em 31 de março, menos de um décimo do objetivo de vendas da Matsushita, de 5 milhões de unidades.
Reuters – 25/02/2007

RFS negocia fábrica para antenas de pequeno porte para TV Digital
A RFS, fabricante de equipamentos de comunicação sem fio, quer produzir ainda neste semestre, na fábrica instalada no Embu, região metropolitana de São Paulo, antenas de pequeno porte para TV digital. Hoje, a única unidade da companhia que produz o equipamento fica na Austrália.
O novo presidente da RFS para a América Latina, Roberto Pinto da Silva, acredita que há uma grande demanda para o produto - principamente junto às emissoras afiliadas das grandes redes, que também terão que investir na digitalização dos seus sinais. Negociação com a matriz acontece em março.
Se existe algum senão ao negócio, observa o executivo, é a crescente desvalorização do dólar frente ao Real. "É questão de política industrial. Abrir uma unidade fabril é uma decisão, hoje, globalizada. E exportar está ficando inviável para quem produz no Brasil. Não há como competir, tanto que já há companhias, inclusive concorrentes nossas, indo para a Argentina", advertiu.
Roberto Pinto da Silva assumiu nesta segunda-feira, 18/02, a presidência da RFS, fabricantes de soluções para comunicação sem fio. Ele substitui Luis Antonio de Oliveira, que deixou a empresa e assumiu uma companhia ligada à área de automação. Silva, no entanto, conhece bem a demanda do mercado latino-americano, já que desde 2005, ocupava a vice-presidência de vendas da RFS na AL.
Expectativa acima da média
"Estou bastante animado com o ano de 2008. Começamos muito bem, em função da demanda determinada pelos investimentos das teles na Terceira Geração. Também fechamos excelentes contratos de antenas de grande porte para as emissoras iniciarem a digitalização e a oferta da TV digital no país. Acreditamos que para o segundo semestre, o setor estará ainda mais aquecido porque cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte já terão o serviço", declarou Pinto da Silva, em entrevista ao Convergência Digital.
O executivo, no entanto, foi cauteloso ao falar em investimentos. Ele disse que, em março, fará uma visita a unidade fabril de antenas de pequeno porte, na Austrália, para avaliar os custos e a viabilidade de trazer o processo fabril também para o Brasil.
Os equipamentos, frisou o novo presidente da RFS, são "agnósticos" com relação às tecnologias - ISDB-T (adotada pelo Brasil), o DVB, europeu, ou o padrão norte-americano. "É claro que o ideal seria se a América Latina pudesse ter um padrão único. Haveria uma centralização na produção, mas na prática, para nós, o mais importante é o nosso conhecimento na produção dessas antenas de menor porte, voltadas para as emissoras afiliadas e pequenas TVs", salientou Pinto da Silva.
Exportação: Política de governo
A permanente valorização do Real frente ao Dólar é o grande senão dos planos das indústrias interessadas em produzir localmente. No caso da RFS, por exemplo, a pressão já determinou o fechamento de uma unidade, no final do ano passado, dedicada à fabricação de filros e componentes para equipamentos de infra-estrutura, a única do país.
"A demanda era pequena e com o Real valorizado ficou inviável justificar a manutenção da planta. Ficou mais simples importar", explicou o novo presidente da RFS.
É verdade também que a desvalorização do dólar permite à empresa fazer o que, o executivo, chamou de "estoque estratégico", principalmente de antenas BSA (antenas radiobase) para atender a rapidez das operadoras móveis. "Estamos produzindo localmente, mas a importação nos deu um fôlego e uma agilidade no atendimento aos clientes", disse Pinto Silva. O maior problema é com relação à exportação.
"Por mais que façamos uma gestão de custos, podemos chegar a 10% de ganhos, o Real valorizou 24% em 2007. Como fica essa diferença na contabilidade de uma empresa que vende para o mercado externo, inclusive, para o Mercosul? Como vamos produzir em Real e vender em Dólar?", indaga o presidente da RFS.
"Não à toa, há uma série de empresas inclusive concorrentes nossas, abrindo fábricas na Argentina para atender o mercado do Mercosul. Na verdade, é questão de política industrial. O Brasil supre a demanda interna e justifica investimentos, mas até quando? Ser ou não ser um pólo exportador é uma decisão de Governo", pondera o executivo.
A RFS é uma multinacional com números diferenciados. Enquanto a grande maioria conta com, no máximo, 5% da sua receita global vindo da América Latina, na fabricante de soluções sem fio, a região responde por 12%.
"É uma margem significativa e que explica os investimentos feitos no Brasil e na região (a RFS tem fábrica também no México, onde produz, por exemplo, as antenas para o WiMAX). A nossa meta é crescer 20% este ano. Sei que é uma marca ambiciosa, mas há a demanda de 3G e de TV Digital", finalizou Roberto Pinto da Silva.
A RFS está no Brasil há 30 anos. A companhia pertence ao grupo RFS, que conta com 32 subsidiárias em todo o mundo. Integram a carteira de clientes da fabricante, operadoras de telefonia móvel e fixa, OEMs, instaladores, integradores de sistemas, emissoras de rádio e tv, utilities (energia, governo, minas e outros), distribuidores e revendas.
Convergência Digital – 22/02/2007

IDENTIFICATION
Rastreamento: Embrapa sugere expandir modelo para outros animais
Enquanto a bancada ruralista tentava, em Brasília, detonar definitivamente os alicerces que sustentam o sistema de rastreamento de gado bovino do governo federal - o Sisbov -, em São Carlos, no interior paulista, pesquisadores de cinco unidades da estatal Embrapa chegavam à conclusão que o modelo atual é eficiente e precisa ser ampliado para outros animais de produção além do gado de corte, como gado de leite, ovinos, caprinos, suínos e aves.
"Temos que nos antecipar e abrir o sistema, aproveitando a base que já existe", afirmou Waldomiro Barioni Jr., pesquisador da Embrapa Pecuária Sudeste, anfitriã do evento que durou dois dias e terminou na quinta-feira. Para Barioni, a ampliação não pode desprezar a estrutura já existente do Sisbov, incluindo sua mão-de-obra, nem sua coordenação, feita a partir de Brasília.
Apesar de aprovar o Sisbov, Barioni admitiu que o sistema precisa de melhorias. Um dos problemas apontados é o documento de identificação do animal (DIA) hoje exigido pela União Européia. O DIA é uma espécie de passaporte, mas por ser uma guia convencional de papel torna-se, em casos de extravio ou dados conflitantes, ponto de estrangulamento ou motivo para fraudes.
Por essas e outras, disse, os frigoríficos reclamam que de 7% a 10% dos animais que recebem tem problemas e acabam desclassificados para venda de carne à UE. Segundo Barioni, entre as alternativas discutidas em São Carlos está a transformação do DIA em um passaporte eletrônico, adaptado ao próprio brinco usado para o rastreamento dos bois.
Em uma eventual ampliação do Sisbov, é óbvio que serão necessárias adaptações. Para as aves, por exemplo, seria impossível uma identificação individual. Neste caso, afirmou Barioni, as certificações poderiam ser feitas por lotes ou produtores.
Valor Econômico – 22/02/2008

Setor de vale-transporte fatura R$ 8 bi em 2007
A Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras e Usuários de Vale-Transporte e de Outros Benefícios (Abravale), publicou em estudo que copila, pela primeira vez, dados econômicos do segmento de distribuição de vales-transporte. Trata-se de um setor que movimentou em 2007 R$ 8 bilhões por ano. Apenas as empresas distribuidoras - três nacionais e dez regionais - são responsáveis por R$ 3 bilhões e empregam 4,2 mil pessoas.
Além dos números sobre o setor, o estudo traz um panorama da transição do mundo físico (vales em papel) para a bilhetagem eletrônica, que, entre outras coisas, aniquilou o comércio paralelo de vales. Hoje 47% das cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes têm bilhetagem eletrônica, sendo que o vale-transporte é a principal fonte de financiamento para a operação de transporte urbano no País, responsável por quase 50% do faturamento do setor.
Monitor Mercantil – 20/02/2008

INDUSTRIAL
Receita Líquida da Bematech cresce 21,7% em 2007 e chega a R$ 244 milhões
Lucro Líquido e Receita líquida são recordes históricos, atingindo R$6,5 milhões e R$ 67,9 milhões, respectivamente
A Bematech, provedora de soluções completas para automação comercial, divulga seus resultados para o quarto trimestre de 2007 e o acumulado do ano. A empresa fechou o período com R$ 6,5 milhões de lucro líquido e R$ 67,9 milhões de receita líquida, seus recordes históricos.
O EBITDA ajustado chegou a R$ 16,7 milhões no período, com margem ajustada de 24%. Esses resultados consolidam um crescimento de 21,7% na receita líquida anual, chegando a R$ 244 milhões, com margem EBITDA ajustada de 21,1% para 2007.
A unidade de hardware puxou o crescimento do trimestre, com incremento de 26,8% da receita líquida em relação ao mesmo período de 2006, e de 33,5% na receita líquida em relação ao pró-forma 2006. Fatores como a forte expansão do varejo brasileiro e os movimentos de ampliação da automatização dos estabelecimentos foram determinantes para esse resultado. Só no Estado de São Paulo, houve aumento de 91% nas vendas de impressoras fiscais.
A divisão de software, a despeito da queda de 6,3% na receita líquida, apresentou seu melhor resultado do ano, com EBITDA positivo e a conquista do break even.
A venda de soluções completas atingiu R$ 8,2 milhões, representando 12,1% da receita líquida no quarto trimestre, aumento de 18,2% em relação ao terceiro trimestre. No acumulado do ano, a participação ficou em 11,1% do total da receita líquida da companhia, mais que o dobro do percentual aferido durante o ano de 2006.
No ano de 2007, A Bematech intensificou suas atividades de aquisições e alianças estratégicas. A empresa concluiu a aquisição da W2M, que contempla os ativos selecionados da Rentech, empresa especializada em software para redes de livrarias e lojas de cosméticos, cobrindo assim duas verticais importantes do varejo. A Bematech também selou uma importante aliança com a fabricante de balanças japonesa Digi Teraoka para distribuição em regime exclusivo pelo período de dez anos.
Automotive Business – 22/02/2008

TELECOM
Celular chega ao metrô até setembro
Numa cidade com 8,5 milhões de celulares, só mesmo embaixo da terra é possível ainda ter um pouquinho de refresco do barulho dos toques polifônicos e das conversas incessantes. Ainda, claro - a partir de maio, nem mesmo esse refúgio estará livre dos celulares. A direção da Companhia do Metropolitano de São Paulo aprovou, no fim do ano passado, uma proposta de quatro operadores de telefonia - Claro, Vivo, Tim e Nextel - para a construção de uma infra-estrutura que irá possibilitar o funcionamento de celulares em túneis e trens do metrô.
A Oi, prestes a entrar no mercado paulista, também enviou recentemente a papelada para participar do projeto. O sistema custa R$ 10 milhões, divididos entre as operadores - no mês que vem, os equipamentos e antenas serão instalados e começam os primeiros testes. A Linha 2-Verde do metrô de São Paulo será a primeira a poder tagarelar pelo celular, em maio. E, até setembro, a companhia promete que os passageiros poderão usar seus telefones nas 55 estações e nos 61,3 quilômetros de extensão de túneis.
'Esse sistema já deveria estar em funcionamento por aqui, mas a primeira licitação simplesmente não deu certo', diz Sérgio Avelleda, diretor de Assuntos Corporativos do Metrô. Cidades como Tóquio, Hong Kong, Santiago e até Rio de Janeiro já usufruem do sistema - em Buenos Aires, só para causar inveja, não só é possível usar o celular como também acessar internet sem fio de graça. 'No Rio, por exemplo, é mais fácil instalar esse tipo de estrutura porque a empresa do metropolitano de lá é privada, não tem toda a burocracia. Mas agora vai, está tudo encaminhado.'
As empresas de telefonia terão uma infra-estrutura física única e dividirão o espectro (ao contrário do Rio, onde cada operadora implantou sua rede própria em 2001). Pelo acordo, as operadoras irão pagar uma taxa mensal pela concessão - que começa com R$ 73 mil no primeiro mês de funcionamento para cada uma das empresas e sobe até R$ 93 mil a partir do quinto mês.
Para efeito de comparação, as estações de metrô de Nova York também irão ganhar cobertura de celular para voz e dados. O grupo privado Transit Wireless desembolsará US$ 250 milhões pela empreitada - em troca, a empresa ganhará parte da receita das ligações. Mas, como muitos nova-iorquinos já começaram a reclamar que não queriam ouvir os toques de celular dentro dos vagões, a Metropolitan Transportation Authority, que gerencia os transportes na cidade, já decidiu limitar a cobertura às estações e plataformas. 'Aqui não teremos essa limitação, as pessoas querem usar o celular mesmo nos vagões', diz Avelleda.
METRÔ MOBILE
Com esse novo sistema de telefonia celular, o Metrô também espera incrementar o serviço que fornece informações para facilitar as viagens na região metropolitana. Chamado 'Metrô Mobile', ele já funciona pelo endereço eletrônico www.metrosp.mobi e pode ser acessado por qualquer celular devidamente configurado.
O site permite consultar os horários de abertura e fechamento das estações, os trajetos possíveis na rede metropolitana de transporte público sobre trilhos e todas as conexões existentes entre elas, além do tempo previsto para cada percurso e seu custo final.
Estadão – 25/02/2008

Vivo e Claro perdem mercado em janeiro,TIM e OI lidera adições
As operadoras Vivo e Claro perderam mercado em janeiro em relação a dezembro, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). No mesmo mês, as rivais TIM e Oi ampliaram suas participações e lideraram em termos de adições líquidas de clientes.
Enquanto a Vivo, que não opera em todo o território nacional, saiu de participação de 27,68 por cento em dezembro para 27,44 por cento no mês passado, a Claro, da América Móvil, perdeu 0,15 ponto percentual no período, para 24,84 por cento.
No sentido oposto, TIM e Oi avançaram. A operadora do grupo Telecom Italia que opera em todo o país teve crescimento de 0,25 ponto percentual em sua participação, para 26,10 por cento. A Oi subiu de 13,21 para 13,32 por cento.
No período, o mercado brasileiro de telefonia celular viu sua base de linhas crescer 1,55 por cento, para 122,86 milhões.
"A política de subsídios seletivos e focados em clientes sofisticados parece que não tem desestimulado o forte avanço da base móvel, o que indica que a demanda por serviço celular de fato encontra-se aquecida", informou a corretora Ativa em relatório ao mercado.
Em termos de adições líquidas de clientes, a TIM registrou participação de cerca 42 por cento e foi seguida pela Oi, com 20 por cento. Para a corretora Brascan, "a TIM foi o destaque do mês, contribuindo com 42,2 por cento das adições líquidas, o que consideramos positivo para a companhia".
Vivo capturou 12 por cento das adições e Claro 15,2 por cento.
"A Claro sofreu perda de posição no que se refere à participação nas adições líquidas, abrindo espaço para um maior distanciamento da TIM, que consolida o segundo lugar em termos de número de clientes", afirmou a Ativa.
Às 13h50, as ações da TIM operavam em queda de 0,3 por cento, enquanto o Ibovespa recuava 0,43 por cento. As ações da Vivo caíam 0,19 por cento e os papéis da Oi avançavam 0,73 por cento.
O Globo – 22/02/2008

Exportações da Nokia para China totalizam € 6,2 bi
A finlandesa Nokia, maior fabricante de telefonia móvel do mundo, exportou ? 6,2 bilhões (US$ 9,2 bilhões) em celulares e equipamentos para a China em 2007, registrando um aumento de 30% em relação ao ano anterior.
As vendas totais da Nokia no gigante asiático foram de ? 6,4 bilhões em 2007. O resultado é superior aos ? 5,3 bilhões em vendas observados no ano anterior. De acordo com Colin Giles, diretor da Nokia, a China representa 13% do mercado global de vendas da companhia.
Os ganhos da fabricante de telefonia móvel na China, durante o quarto trimestre de 2007, foram superiores ao estimado por analistas, uma vez que as vendas totalizaram 133,5 milhões de celulares. O valor é maior que a soma dos resultados das três principais rivais da Nokia.
A participação da companhia finlandesa no mercado chinês é de 35,3%, seguida pela Samsung Electronics com 13,2% e pela Motorola com 11,7%. O número de funcionários contratados pela Nokia na China também cresceu em 2007, aproximadamente 78%, para 13.300 funcionários.
Gazeta Mercantil – 22/02/2008

Com R$ 3,5 bi em caixa, Vivo mantém cautela com relação à 3G
Ao divulgar os resultados de 2007, a Vivo revelou que começa o ano de 2008 com mais de R$ 3,5 bi em caixa - resultado dos empréstimos contraídos ao longo do ano passado e cujos recursos ainda não foram utilizados - para investir em projetos prioritários. A Terceira Geração é um deles, mas não o único. Tanto é assim que a Vivo manteve postura cautelosa e evitou tecer comentários sobre o início da oferta do novo serviço de telefonia celular. A operadora, das outras três que compraram licença nacional, é a única que ainda não divulgou os fornecedores de rede, nem quando irá começar a vender o produto.
"A Terceira Geração é um investimento importante, está na nossa estratégia, fizemos uma boa soma de freqüências ( 30 MHz) se juntarmos o que compramos nas sobras do 1,9 GHz com às licenças de 3G, mas não é o único investimento que temos a fazer. Temos que incorporar a Telemig, temos que iniciar a oferta no Nordeste e ampliarmos a cobertura do GSM", enfatizou Roberto Lima, aos jornalistas, durante a divulgação dos resultados da companhia, na sede da empresa, nesta quinta-feira, 21/02, na capital paulista.
O presidente da Vivo frisou ainda com relação à 3G que a operadora está "tranqüila" e lembrou que a rede GSM da tele é bastante nova, e portanto, de simples atualização tecnológica para o HSPA. Os fornecedores da rede GSM da Vivo foram a Ericsson e a Huawei, mas não quis responder se esses fabricantes serão também os responsáveis pela implementação da Terceira Geração. Lima destacou ainda que a 3G tem um problema a ser superado.
"Os terminais para o serviço custam, de cara, pelo menos mais US$ 80 do que os fabricados para o GSM. Por isso, afirmamos que a 3G terá o seu segmento próprio", destacou. Como sempre, o presidente da Vivo também fez questão de ressaltar que a operadora já possui serviços de Terceira Geração, em função da rede EV-DO, mas deixou claro que não há, pelo menos, neste momento, planos para evoluir a tecnologia.
O ano de 2007 revelou um bom desempenho da Vivo na parte financeira. A operadora inicia o ano de 2008 ainda sem o planejamento de investimento definido - a reunião do Conselho de acionistas está prevista para março - mas, a tele possui, em caixa, R$ 3,5 bi, resultantes dos empréstimos obtidos ao longo do ano passado junto aos Bancos do Nordeste e ao BNDES e no Banco Europeu. Para Lima, esse fluxo de caixa assegura um conforto diante dos investimentos necessários.
A Vivo fechou 2007 com 33,5 milhões de assinantes, o que representou uma adição líquida de 4,4 milhões no ano. No market share nacional, a operadora registrou 27,7% nacinalmente ou 36,7%, considerando apenas a área de atuação direta - isso porque até o final do ano passado, a operadora não tinha presença em Minas Gerais e no Nordeste, situação já superada para 2008.
Em Minas, a operadora passará a contar com os clientes da Telemig Celular, comprada por R$ 1,3 bi. Expectativa da Vivo é que o negócio possa vir a ser concluído até o final de março, com a incorporação oficial da tele mineira à sua gestão.
Já no Nordeste, a Vivo construirá uma rede própria a partir das licenças das sobras de 1,9 GHz, já pagas à Anatel, e de Terceira Geração. Dos 33,5 milhões de clientes, a empresa já possui 11,2 milhões na tecnologia GSM.
Convergência Digital – 22/02/2008

TIM lança mobile banking para Banco Real
A TIM acaba de fechar um acordo com o Banco Real para serviços de mobile banking. Agora, os correntistas da instituição financeira poderão realizar, pelo celular, consultas a saldos e extratos dos últimos dois dias, transferências entre contas, documento de crédito (DOC) e transferência eletrônica disponível (TED).
É possível, ainda, fazer pagamento de títulos de cobrança, como contas de água, energia e telefone. Recarga de celulares pré-pagos e contratação do empréstimo Real Parcelado também podem ser feitas pelo serviço.
O mobile banking funciona para aparelhos TIM GSM com Java (J2ME) ou Wap de planos pré e pós pagos. O aplicativo pode ser baixado pelo site do banco e, para habilitar, o cliente deve acessar o Real Internet Banking, escolher a opção Celular/E-mail e fazer o cadastro no item Real Celular Banking. Após o cadastramento, receberá uma SMS com um link para realizar o download.
Baguete – 25/02/2008

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