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25/09/2007
GERAL
Terna faz segunda aquisição em um mês
A Terna Participações, subsidiária brasileira do grupo italiano Terna, realizou ontem a maior aquisição do setor de linhas de transmissão entre grupos privados no país. Por R$ 562,2 milhões, a companhia arrematou 502 quilômetros de linhas da Empresa de Transmissão de Energia do Oeste (Eteo), que pertencia ao grupo americano Tyco International. As linhas estão em funcionamento desde 2001.
Com a operação, o grupo italiano amplia em 28% a sua rede de linhas de transmissão.
Alcançamos 3,142 mil quilômetros de extensão, afirma Giovanni Giovannelli, diretor-geral da companhia no país.
Mas esse não foi o único movimento de compra que a Terna fez no Brasil em 2007. No fim de agosto último, a empresa adquiriu 186 quilômetros de linhas de transmissão junto à Goiana Transmissora de Energia (Gtesa) e a Paraíso Açu Transmissora de Energia (Patesa), pagando R$ 89,8 milhões pelos dois trechos. Portanto, em menos de 30 dias, o grupo italiano desembolsou R$ 652 milhões no Brasil.
O diretor-presidente da companhia italiana no país afirma que os pesados investimentos feitos recentemente não vão diminuir o apetite do grupo por outros negócios no Brasil.
No momento, não precisaremos ir à bolsa de valores. Mas asseguro que não vamos parar por aqui, conta o executivo.
Presente na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) desde outubro de 2006, quando lançou ações no nível dois de governança corporativa, a Terna, inclusive, usará o caixa obtido com essa emissão para pagar parte da aquisição da Eteo.
Segundo Giovani Giovannelli, o caixa obtido com o lançamento dos papéis representará R$ 150 milhões dos R$ 562,2 milhões da operação. E o restante, portanto, deverá ser obtido por meio de financiamentos bancários.
O uso desse caixa foi um compromisso assumido quando fizemos o lançamento dos papéis na Bovespa. E estamos cumprindo com isso. Além disso, temos condições de nos financiar no mercado, conta o executivo. De fato, a relação entre dívida líquida e lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Lajida), segundo dados de 30 de junho deste ano, é de 1,6 vez.
Além disso, de acordo com o relatório de administração da Terna, a dívida líquida da empresa foi de R$ 785,7 milhões no ano passado. Isso, representou um recuo de 30,2% em relação aos R$ 1,12 bilhão de 2005. A queda se deveu ao aumento do caixa proveniente da parcela primária da oferta pública de ações, entre outras fontes.
A compra da Eteo, cujas linhas de transmissão interligam os municípios paulistas de Taquaruçu, Assis e Sumaré, ainda depende de aprovação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Mas isso é um procedimento natural dos negócios no setor de energia no país.
O fato é que a subsidiária do grupo italiano no Brasil terá um aumento substancial de receita com os últimos movimentos de aquisição. Juntas, Gtesa, Patesa e Eteo deverão acrescentar 20% à receita líquida anual da Terna Participações. Só para se ter uma idéia do que isso significa, em 2006 a empresa registrou um faturamento livre de impostos e tributos de R$ 500,4 milhões. Portanto, ao acrescer 20%, a Terna Participações deverá alcançar ao redor de R$ 600,5 milhões, fruto desses últimos movimentos.
O Globo On Line – 18/09/2007
Comércio espera alta de 15% nas vendas de fim de ano
O crescimento vigoroso da economia na primeira metade do ano e a perspectiva de que deve ser mantido o aumento da massa de salários e da oferta de crédito levam empresários da indústria e do comércio a apostarem num Natal com vendas até 15% maiores que as do mesmo período de 2006. Esse otimismo baseia-se também na perspectiva de queda nos preços de vários bens de consumo, como TVs de LCD e plasma e computadores, que devem chegar às prateleiras das lojas custando menos do que no Natal passado.
A Semp Toshiba, uma das líderes de vendas de TVs no País, espera um aumento de 15% no faturamento de televisores e aparelhos de som nos próximos meses, o que exige uma taxa de crescimento ainda maior da produção.
O diretor comercial da Semp Toshiba, Luís Freitas, acredita que o mercado vai absorver toda a produção, principalmente de TVs de tela plana e LCD, cujas vendas têm crescido com a redução de preços provocada pelo aumento da escala e barateamento das peças e componentes comprados no exterior. A valorização do real em relação ao dólar também acirrou a concorrência das importações, principalmente da Ásia, cujos preços ficaram ainda mais atraentes com a escalada da moeda nacional.
Nesse cenário, não há aumento de custos para ser repassado às encomendas de fim de ano. Ao contrário, a expectativa da Semp Toshiba é de que seus produtos estejam em média 20% mais baratos que no Natal passado. No caso de TVs de LCD e DVD players, os preços estão 35% menores.
As Casas Bahia, maior rede de varejo de eletroeletrônicos e móveis do País, esperam crescimento de 10% nas vendas de novembro e dezembro em relação a igual período de 2006. Michael Klein, diretor-executivo das Casas Bahia, conta que a rede aposta no aumento da demanda por TVs de 29 polegadas para cima, de tela plana, LCD e plasma, além de celulares, câmeras digitais, computadores e DVD players. A venda de computadores já acumula crescimento de 60% até agora.
Nas Lojas Cem, a expectativa é de aumento de 15% nas venda de fim de ano. 'Vai ser o Natal das TVs de plasma e LCD', acredita Valdemir Colleone, supervisor-geral da rede.
Portal Exame – 23/09/2007

Cresce déficit do setor eletroeletrônico em julho
Dados da ABINEE apontam que, de janeiro a julho de 2007, a balança comercial de produtos do setor eletroeletrônico acumulou déficit de US$ 7,66 bilhões, 28% acima do registrado em igual período de 2006, quando atingiu US$ 5,99 bilhões. Este déficit é resultado das exportações que chegaram a US$ 5,19 bilhões, 0,5% acima de igual período do ano passado (US$ 5,16 bilhões) e das importações que somaram US$ 12,8 bilhões (crescimento de 15,2%).
Abinee – 21/09/2007

Texas Instruments adiciona 5 mil milhões ao programa de recompra e eleva dividendo
A maior fabricante mundia de chips para telemóveis anunciou hoje que vai efectuar uma recompra de 5 mil milhões de dólares em acções (share buyback), bem como, elevar o seu dividendo pela segunda vez consecutiva neste ano, noticia a Bloomberg.
O novo dividendo passa assim a ser de 10 cêntimos por acção, representando um aumento de 25%, divulgou a empresa em comunicado hoje emitido.
Com estes 5 mil milhões adicionais, a gigante norte-americana poderá comprar cerca de 9,8% do seu capital, de acordo com o valor de fecho de ontem.
A empresa norte-americana divulgou uma queda trimestral do seu lucro, considerando que as encomendas tinham recuado nesse período. A Texas Instruments está actualmente na corrida pelo primeiro lugar no ranking de vendas de chips para telemóveis contra a sua rival Qualcomm.
"Trata-se de uma manobra para recuperar a confiança dos investidores", considera o analista da Stifel Nicolaus & Co, Cody Acree.
As acções da Texas Instruments seguem a subir 0,29% para os 36,8 dólares.
Diário Econômico.com – 21/09/2007

AUTOMOTIVO
Graber rastreamento anuncia crescimento de mais de 35% e carteira de 120 mil veículos monitorados
No ano em que comemora 10 anos de atuação, a Graber Rastreamento anuncia a conclusão de um importante processo de reestruturação que previu, entre outros, a organização da empresa a partir de áreas macros de tecnologia, informação e serviços.
Comandado por Marcelo Necho, CEO da empresa, o projeto, iniciado em agosto de 2006, demandou, entre janeiro e julho deste ano, investimentos da ordem de R$ 1,7 milhão, que foram aplicados na ampliação da estrutura física (que inclui a mudança de sede) e da infra-estrutura tecnológica; na reorganização da área comercial (com a entrada em novos canais de vendas, o início da operação por meio de postos autorizados); e na realização de estudos e sondagens de monitoramento de imagem junto a diversos públicos.
"Estamos nos preparando para ocupar a liderança do setor", destaca Necho. "Criamos uma base que permitirá e comportará um crescimento orgânico nos próximos dois anos, quando deveremos atingir um crescimento médio de 40% já planejado e projetado ao ano", analisa o executivo.
Hoje a Graber Rastreamento está estruturada a partir do tripé tecnologia-serviços-informação, que dá suporte às três operações especializadas, compreendidas por rastreamento de veículos, rastreamento em administração e frotas e rastreamento em gestão de segurança. As três unidades macro são responsáveis pela operação integral da empresa e pelo desenvolvimento de novos produtos e serviços que são disponibilizados ao cliente, pessoa física ou não.
Entre os resultados já obtidos com a reestruturação, Necho destaca a ampliação da base de monitoramento. Hoje, no total, 120 mil veículos e 45 mil clientes são monitorados diariamente pela Central de Monitoramento que fornece, a cada três minutos, posições atualizadas e informações de cada um dos carros visualizados.
Com uma reestruturação também orientada com foco na gestão de pessoas, em um ano, a empresa ampliou em cerca de 20% seu quadro total e opera, hoje, com quase 600 colaboradores. "Tivemos um importante crescimento na força de vendas, alinhada à nossa nova organização empresarial", destaca Necho. "No entanto, crescemos em todas as áreas, em especial para dar suporte aos novos negócios gerados", complementa.
À parte a contratação de pessoal, o executivo reforça que um amplo plano de capacitação e desenvolvimento de carreiras vem sendo implementado, ampliando as oportunidades anteriormente oferecidas pela empresa para seus colaboradores - diretos ou não.
Divididos em três áreas, periodicamente são realizados treinamentos departamentais (representados por um mergulho oferecido aos colaboradores em suas unidades), interdepartamentais (que visam ao conhecimento básico de todos os setores da organização) e os treinamentos externos, para os quais a empresa conta com a participação de consultores especializados ou oferece subsídio para sua capacitação em programas disponibilizados pelo mercado, em geral. "Periodicamente, acompanhamos a performance de nossa equipe e oferecemos os cursos nas áreas que demandam maior esclarecimento e desenvolvimento", garante Marcelo Necho.
Também integra a política de gestão da empresa a aplicação de programas motivacionais, que são realizadas não só para colaboradores internos, mas que também atingem os representantes comerciais e os instaladores. "Estes são profissionais que, mesmo não estando no dia-a-dia de nossa organização interna, fazem parte de nossa família", diz.
Marca de confiança, credibilidade e solidez, originária de um nome que conta com 25 anos de história empresarial, a Graber Rastreamento foi criada em 1997 e é reconhecida pela expertise em soluções de comunicação, transmissão e integração de dados para gerenciamento de frotas e recuperação de veículos.
Posicionada entre as líderes do segmento de tecnologia e serviços de rastreamento, monitoramento e bloqueio de veículos e carga ? criado há pouco mais de 10 anos na esteira das novas utilizações dadas às tecnologias de informação e telecomunicações ?, a Graber Rastreamento detém a mais completa infra-estrutura do mercado em segurança preventiva e apoio em casos de sinistros, além de ser uma das pioneiras no fornecimento de acesso ao monitoramento web de veículos.
Segs – 22/09/2007

Vendas de couro são voltadas para setor automotivo
Exportações de couros aumentam 24% até agosto
As exportações brasileiras de couros continuam crescendo, consolidando o Brasil como um dos mais importantes players no mercado internacional. Os embarques somaram US$ 1,47 bilhão até agosto (78% do realizado no ano passado), o que representa crescimento de 24% em comparação ao mesmo período de 2006. Já as importações de couros foram de US$ 104 milhões (aumento de 13% em relação ao acumulado anterior), resultando um saldo na balança comercial de US$ 1,4 bilhão.
As exportações de couros nos oito meses deste ano superaram em 13% as vendas externas de calçados (US$ 1,3 bilhão) e corresponderam a 50% dos embarques de carne bovina (US$ 2,93 bilhões). Esse desempenho atesta a mudança do perfil da cadeia produtiva, que assume uma natureza cada vez mais direcionada para os setores automotivo e de estofamento, que absorvem mais de 60% - o restante é direcionado aos segmentos de artefatos, vestuário e calçados.
Destinos
Os principais destinos do couro brasileiro continuam sendo a China e Hong Kong com 35% de participação (US$ 518 milhões), Itália com 27% (US$ 395 milhões) e Estados Unidos com 10% (US$ 153 milhões). O continente asiático (China, Hong Kong, Indonésia, Vietnã, Coréia do Sul e Taiwan) tem participação de 44% das exportações do produto nacional. Constatou-se, nos oito meses do ano, a redução dos embarques de couro salgado (-78,6%) e de wet blue (-5,2%).
Segundo o balanço das vendas externas de couros de janeiro a agosto de 2007, em relação ao ano passado, São Paulo continua a deter a liderança nacional (participação de 35% e crescimento de 30%), seguido pelo Rio Grande do Sul (participação de 24,12% e aumento de 9%), Mato Grosso do Sul (6,51% e elevação de 38%), Paraná (6,37% e incremento de 49%). Os demais estados são Ceará (5,97% e 6% de crescimento), Bahia (4,8% e expansão de 29%) e Goiás (4,64% e elevação de 8%).
Monitor Mercantil – 21/09/2007

Delphi vende operações para a TRW nos Estados Unidos
A Delphi anunciou nos Estados Unidos a venda de parte de suas operações de componentes de freios para uma subsidiária da TRW Automotive Holdings. A ação integra o processo de recuperação judicial da Delphi. O acordo firmado prevê a venda maquinaria e equipamentos de montagem, inventário, além do arrendamento de parte de uma fábrica de produção de freios. A negociação deverá ser concluída no quarto trimestre.
O processo de recuperação judicial da Delphi teve início em 2005. Para cortar custos, desde então a empresa vem fechando, vendendo ou consolidando 25 de suas 33 fábricas nos Estados Unidos.
Novo Meio – 21/09/2007
CONSUMER
Decisão do STF não afeta Positivo, diz empresa
A Positivo Informática, com sede no Paraná, acredita que não será afetada pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspende os incentivos fiscais oferecidos pelo governo do Paraná para as áreas de automação e informática.
Em comunicado ao mercado, assinada pela gerente de relação com investidores Silvia Sewaybricker, a companhia afirma que "a Positivo Informática não será afetada por tal decisão, pois seus benefícios são garantidos por outros instrumentos legais".
A empresa coloca também que tal decisão só terá efeito prático após a publicação.
O Estado do Paraná não tem planos imediatos de recorrer da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de suspender a lei que concede benefícios fiscais para produtos da indústria de informática e automação.
As informações preliminares são da Procuradoria Geral do Estado. Segundo a assessoria, entretanto, essa decisão ainda pode mudar.
Computer World – 21/09/2007

MobTV leva a TV digital para o computador
A Tectoy já está se preparando para a era da TV digital. As transmissões da TV digital comercial no Brasil devem começar no dia 2 de dezembro, na cidade de São Paulo. No mesmo mês, a companhia lançará o MobTV, um receptor móvel de TV digital que pode ser conectado a microcomputadores de mesa e notebooks. Este é o primeiro de uma linha de aparelhos da empresa visando o mercado emergente de TV digital no Brasil.
O novo produto da Tectoy utiliza o padrão one-seg, lançado no Japão no ano passado para a transmissão de sinais de TV digital em MPEG4 para equipamentos móveis, como computadores e TVs portáteis e telefones celulares. Com design compacto e prático, o MobTV deve ser conectado a uma porta USB 2.0. Ele transforma o micro num aparelho de TV digital em qualquer lugar, com imagem e som de qualidade, sem chuviscos, fantasmas ou chiados, embora sujeitos às regiões de sombra resultantes das transmissões.
“Com a entrada no mercado de TV digital, a Tectoy não só inaugura uma nova linha, mas já abre caminho na frente na inovação. O MobTV vai habilitar a TV digital em computadores, com alto potencial de inclusão digital em um futuro próximo”, afirma André Faure, Gerente Geral de Marketing da empresa.
O MobTV oferece várias funcionalidades, como scan automático de canais, live pause (pausas na programação ao vivo), três opções de tamanho de tela e legendas (se disponibilizadas pela emissora). Além disso, graças ao recurso timeshift, o usuário pode gravar seus programas favoritos de TV no disco rígido.
O MobTV é compatível com Windows XP e Vista. Estará disponível nas grandes lojas de varejo ainda em Dezembro de 2007, por preço sugerido de R$ 369,00.
Globo.com – 23/09/2007

Proposta da Positivo para fornecer PCs aos telecentros é aceita
Após passar pelos testes de equipamentos, a oferta da Positivo Informática no último leilão do Ministério das Comunicações para a implantação de telecentros foi aceita e confirmada no início desta semana. Agora, a empresa aguarda a homologação para o fornecimento dos computadores, o que deve ocorrer na próxima quinta-feira (27/9). Esta é a data informada previamente pelo Minicom aos participantes do leilão que já tiveram suas propostas aceitas.
A demora na homologação é porque o ministério pretende concluir o leilão todo em uma única data. No entanto, dois lotes têm apresentado problemas com as propostas: o de compra de DVDs (lote 6) e o de aparelhos de TVs (lote 7). Até o dia 27, a equipe do Minicom espera ter acertado a situação das empresas vencedoras no fornecimento desses equipamentos e homologar todos os lotes em bloco.
A Positivo Informática já comemora a vitória, vista como o início da consolidação da companhia na disputa por contas governamentais. “Nós fizemos uma proposta agressiva, entramos para ganhar. A Positivo sempre viu o governo como um mercado muito interessante e estamos avaliando continuamente nossa participação em leilões desse tipo”, declarou a vice-presidente de Operações da Positivo Informática, Marielva Dias de Andrade.
Ao todo, o ministério deverá gastar aproximadamente R$ 103 milhões com a compra dos equipamentos e mobiliário que permitirão a montagem de 54 mil telecentros. Apenas à Positivo Informática, o desembolso ficará em R$ 64,5 milhões (R$ 1,195 mil por cada computador).
TI Inside – 21/09/2007

DMIX-300, Um Mixer com Dock para iPod
A Cortex apresenta o novo DMIX-300, um mixer digital com dock para o iPod. Ele tem uma tela LCD, jog wheel, conectividade USB com Macs e PCs, suporte a playlists, CDs de áudio, MP3 e Wav, além de DVDs, gerenciamento de músicas com banco de dados que você cria no computador, auto fade ajustável, equalizador de 3 bandas, cross fader e muito mais.
IP Jornal – 21/09/2007

Tecnoworld fecha com Intel para TV Digital e com a Telefônica para o DTH
Já fornecedora de decodificadores para operadoras de tv a cabo no País, a Tecnoworld fechou parceria com a Intel e será mais uma empresa a brigar pelo mercado de setup-boxes para TV Digital. Aliança, no entanto, fica fora da disputa pelo conversor de menor custo. Fabricante também já reforçou a linha de produção em Manaus para atender os pedidos de conversores para o DTH da Telefônica. O mercado de IPTV é considerado estratégico para 2008.
"Fechamos uma associação com a Intel e vamos entrar no mercado de setup-box para TV Digital, mas ele será um equipamento para agregar valor. Não vamos brigar pelo conversor popular,até porque, ele vai nos demandar uma estratégia, que num primeiro momento, não acredito que venha ter o retorno necessário", frisou em entrevista exclusiva ao Convergência Digital, o diretor da Tecnoworld, Dante Casale.
A empresa, que já fornece decodificadores para operadoras de TV a cabo, ampliou a capacidade de produção de 50 mil/mês para 300 mil/mês. Muito dessa demanda está centrada no lançamento do serviço de TV por assinatura da Telefônica, via DTH. "Já começamos a vender produtos para eles. O IPTV é um mercado emergente, basta que as questões regulatórias sejam resolvidas o quanto antes", destacou Casale.
Varejo e TV Digital
Com relação à TV Digital, o executivo revela uma certa reticência com negócios de grande volume em 2008. Para ele, a classe de maior poder aquisitivo já é atendida pela operadora de cabo, que tem sinal de qualidade. A TV digital aberta terrestre virá para dar maior qualidade para os consumidores das classes C, D e E, que ainda não contratam serviços de TV por Assinatura paga.
"Criar modelos de negócios para esse público é complexo. Precisamos avaliar qual será o valor a ser agregado. É isso que estamos fazendo com a Intel. Por isso, não teremos produto pronto para dezembro, quando se prevê o início da operação comercial da TV digital na cidade de São Paulo. Vamos esperar mais", destacou Casale.
Nessa disputa, que promete ser acirrada, o executivo da Tecnoworld destaca o papel essencial do varejo. Será essa vertical quem irá vender o equipamento para o consumidor final. E montar uma rede em nível nacional é uma estratégia complexa e que exige muita negociação.
No caso da Tecnoworld, por exemplo, somente agora, com o início da venda de notebooks, essa cadeia começa a ser estruturada, uma vez que boa parte da linha da empresa, em especial os thin clients são voltados para o mercado corporativo. Casale admite que quem possui, agora, uma relação mais efetiva com o varejo tem um diferencial de concorrência na TV Digital.
"Tenho certeza que a briga, no entanto, será boa. Muitos vão entrar e vão tentar um lugar. Haverá mercado bastante para atendermos", completou. O mais recente dado divulgado pelo IBGE revela que mais de 95% dos lares brasileiros possuem uma televisão.
IPO e proteção à Zona Franca de Manaus
A produção dos setup-boxes para TV Digital deve ficar em Manaus, como prevê a MP 352, aprovada no Congresso Nacional e sancionada pelo Presidente Lula. "Num momento em que se fala tanto de sustentabilidade, de preservação do meio ambiente, assegurar a rentabilidade do Pólo Industrial de Manaus é ainda mais crucial para o futuro do Brasil", alerta Casale.
"Se as indústrias abandonarem a região, haverá um perigo maior para a preservação da Floresta Amazônica. Então, que se garantam as vantagens para quem está lá e que novos fabricantes desembarquem na região. Não se pode concentrar a produção nos grandes centros", completa o executivo.
Empresa de capital fechado e 100% nacional, a Tecnoworld, neste momento, descarta a hipótese de realizar um IPO para angariar recursos para novas expansões. "Até pensamos no assunto, mas acho que não é o momento. Temos que nos adequar, estruturar os planos para ir ao Novo Mercado", acrescenta Casale.
A Tecnoworld produz terminais thin clients, notebooks, placas em geral e decodificadores em Manaus Manaus. No final de 1999 uniu-se à Flex Industries. O faturamento anual da empresa, que possui 1700 funcionários, entre as unidades fabris e o escritório de Manaus, é estimado em cerca de R$ 200 milhões. Para 2008, a expectativa é que a empresa mantenha o ritmo de crescimento registrados nos últimos dois anos, cerca de 30%.
Convergência Digital – 21/09/2007

HD DVD ganha aliados na briga com o BLU-RAY
A Paramount vinha vendendo títulos em ambos os formatos de alta definição - HD DVD, da Toshiba, e Blu-ray, da Sony - mas optou exclusivamente pelo HD DVD depois de decidir que ele oferecia aparelhos de melhor qualidade e preço mais baixos, bem como custos de produção inferiores, disse Keeley Avery, presidente da Paramount Home Entertainment.
"O verão deste ano (no hemisfério Norte) foi o mais forte de todos os tempos para o cinema, e o quarto trimestre será o melhor para filmes populares no mercado ao consumidor", disse Avery. "Ao mesmo tempo, teremos tocadores de HD DVD a preços realmente acessíveis." Os formatos HD DVD e Blu-ray travam uma batalha pelo domínio da próxima geração dos tocadores de DVD, que prometem imagem e som melhores e, em certos casos, mais conteúdo no multibilionário mercado de entretenimento doméstico. Repetem, assim a briga entre os formatos Betamax e VHS no mercado de videocassetes.
Liderança Até agora, a maioria dos estúdios de Hollywood vem vendendo títulos em formato Blu-ray, e as vendas desse padrão superam as do HD DVD em dois para um no mercado americano.
"O momento da decisão parece estranho, dado o tremendo ímpeto do Blu-ray, tanto junto aos consumidores quanto no varejo", afirmou Andy Parsons, presidente de promoção do Blu-ray nos Estados Unidos, em comunicado.
Mas alguns dos partidários do padrão HD DVD esperam ampliar o apelo do formato junto aos consumidores com base no custo. O mais barato dos players de HD DVD é vendido a US$ 299, enquanto o preço do aparelho Blu-ray equivalente sai por US$ 499.
Parsons diz, no entanto, que a diferença de preços entre os dois formatos está em queda.
Os primeiros lançamentos da Paramount exclusivamente em HD DVD incluirão Escorregando para a Glória, em 28 de agosto, e Transformers e Shrek Terceiro, grandes sucessos dos cinemas que sairão em vídeo que sairão no quarto trimestre.
Último Segundo – 22/09/2007

Intel quer levar sua tecnologia a todos os mercados eletrônicos
A Intel, maior fabricante mundial de chips, está a ponto de iniciar sua maior incursão no mercado de produtos eletrônicos portáteis, tentando reproduzir seu sucesso no mercado de computadores pessoais.
No primeiro semestre do ano que vem, a empresa lançará a plataforma Menlow, uma coleção de chips e outros componentes para acionar os chamados Mobile Internet Devices (aparelhos móveis de Internet, ou MIDs), disse nesta quinta-feira Anand Chandrasekher, que dirige o grupo de ultramobilidade da empresa, durante a conferência semestral de tecnologia do grupo.
Os MIDs foram criados para transmitir informações a usuários de aparelhos como navegadores via satélite.
"Trata-se de uma grande oportunidade que teremos", disse David Perlmutter, vice-presidente sênior da Intel e diretor do grupo de mobilidade da empresa. Ele também comanda, do ponto de vista da engenharia, todos os esforços da Intel Architecture, a definição do formato básico dos semicondutores da empresa.
A Intel controla cerca de 80 por cento do mercado mundial de microprocessadores, e seus chips acionam a maioria dos servidores e computadores pessoais em uso no mundo. Mas, com o amadurecimento do mercado de computadores, a empresa precisa procurar crescimento em novos mercados, além do segmento de laptops, que vem passando por forte expansão.
"A Intel está se crescendo de sua força tradicional nos PCs para novos mercados, como o de aparelhos móveis de menor porte", disse Roger Kay, analista da Endpoint Technologies Associates. "Se você estudar todo o desenvolvimento arquitetônico da Intel, perceberá que a empresa está avançando em diversas direções diferentes, para áreas adjacentes onde ela não era forte até agora."
Paul Otellini, o presidente-executivo do grupo, disse na terça-feira que a Intel quer levar sua tecnologia do mercado de computação de alto desempenho aos aparelhos mais comuns, de decodificadores de televisão por assinatura a equipamentos portáteis de acesso à Internet.
Perlmutter, acrescentou que em 2008 a Intel começará a distribuir a tecnologia de processadores Montevina, que combinará funções de rede sem fio padrão WiFi e WiMax.
A plataforma Menlow vai consumir 10 vezes menos energia que os primeiros PCs ultraportáteis que chegaram ao mercado. Depois da Menlow, a Intel está planejando uma plataforma apelidada de Moorestown, que aumentará a capacidade utilização de baterias exponencialmente por meio da redução de desperdício de energia.
"O ano de 2008 será muito interessante, mas 2009 deverá ser ainda mais interessante" quando a Intel introduzir a Moorestown, disse Kay.
Reuters – 20/09/2007

Sharp acorda compra de 14% da Pioneer
Sharp, a maior fabricante de televisões LCD do Japão, acordou adquirir uma participação de 14% no capital da Pioneer por um total de 41,4 mil milhões de ienes (256 milhões de euros). Com este negócio, a Sharp pretende entrar no mercado de leitores de DVD e sistemas de navegação para automóveis.
A Pioneer irá efectuar um aumento de capital, através da emissão de 30 milhões de novas acções, que será subscrito pela Sharp. A Sharp, por sua vez, venderá 10 milhões das suas acções à Pioneer para cimentar a aliança entre as duas companhias, revelaram as empresas em comunicado citado pela Bloomberg.
Ao investir na Pioneer, a Sharp conseguirá entrar no mercado de leitores de DVD e sistemas de navegação por GPS para automóveis. As duas empresas irão beneficiar da redução de custos e, também, da redução do período de desenvolvimento de novos produtos.
Jornal de Negócios – 21/09/2007
IDENTIFICATION
AT&T oferece sistema RFID a provedores de serviços de saúde
A AT&T anunciou nesta sexta-feira (21/09) que começou a vender a fornecedores de serviços de saúde um completo catálogo de equipamentos de rastreamento de etiquetas RFID e redes Wi-Fi para ajudar a buscar tudo que estiver nos sistemas dos pacientes.
O anuncio é atípico porque a AT&T é uma companhia de serviços de rede e não uma fabricante de equipamentos de rede. A empresa está oferecendo etiquetas ativas RFID que enviem um sinal Wi-FI a cada intervalo de tempo regular, assim como um software que vai encontrar etiquetas via web browser. Outras infra-estrutura e armazenamento de dados estão disponíveis, segundo a organização.
A AT&T prefere vender a capacidade do RFID como um gerenciamento de serviço com custos mensais, embora a companhia vá também fornecer equipamentos de diversos fabricantes por uma taxa pré-fixada, afirma Tim Cunningham, diretor de desenvolvimento RFID na AT&T.
A empresa já tem um cliente do setor de saúde, que não quer revelar o nome. O custo inicial para ter o produto em 300 camas hospitalares foi de 300 mil dólares, segundo o executivo. A iniciativa foi criada sob uma rede sem fio LAN existente. “Isso tudo vai depender do que está sendo rastreado e se isso inclui pacientes ou ano”, garante.
Computer World – 21/09/2007

INDUSTRIAL
Electrolux vai construir nova fábrica
Embalada pelo forte crescimento das vendas de eletrodomésticos no mercado brasileiro, a Electrolux planeja construir uma nova fábrica de geladeiras e freezers em Curitiba. Segundo uma fonte do setor industrial, as negociações da empresa com fornecedores de máquinas e equipamentos estão bastante avançadas, e o número de funcionários da nova unidade deve passar de 1,5 mil, podendo chegar a 1,8 mil. Atualmente, a Electrolux emprega cerca de 5 mil pessoas em todo o país – quase 4 mil em Curitiba, onde a multinacional sueca chegou há onze anos, com a compra da Refripar, fabricante da marca Prosdócimo.
Discretamente, a Electrolux tem feito consultas em busca de um terreno na capital. Isso indica que a nova fábrica dificilmente será construída em alguma das áreas que a empresa já ocupa na cidade. A assessoria de imprensa disse desconhecer o projeto de ampliação.
A companhia tem uma linha de produção de freezers e geladeiras no bairro Guabirotuba e uma fábrica de aspiradores e lavadores de alta pressão na Cidade Industrial de Curitiba (CIC). Além disso, a multinacional produz lavadoras de roupa, freezers e fogões em São Carlos (SP) e condicionadores de ar e fornos de microondas em Manaus (AM).
Bom momento
Quinta maior fabricante de eletrodomésticos do país, a Electrolux é a segunda colocada nas vendas da linha branca (fogões, freezers e geladeiras), e pretende ampliar sua capacidade de produção para aproveitar o melhor momento do mercado de eletrodomésticos desde o início do Plano Real. O racionamento de energia, em 2001, inaugurou uma recessão que só teve fim em 2005, quando os preços e as taxas de juros começaram a cair, acompanhados por uma melhora dos níveis de emprego e o rendimento do consumidor.
No ano passado, pela primeira vez na década, as vendas de refrigeradores ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades, número que deve ser superado neste ano. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o comércio de móveis e eletrodomésticos cresceu quase 17% de janeiro a julho, acima da expansão média de todo o varejo (14%). O avanço é o quarto maior entre os dez segmentos do comércio pesquisados pelo instituto, atrás de equipamentos de informática e escritório, materiais de uso pessoal e doméstico e veículos – que registram aumentos entre 23% e 24% em relação ao mesmo período do ano passado.
Crescimento
Dados da consultoria AC Nielsen mostram que a Electrolux tem crescido mais que a concorrência. Entre 2005 e 2006, sua participação nas vendas totais da linha branca passou de 27% para 33%, enquanto a líder Multibrás, dona das marcas Cônsul e Brastemp, recuou de 42% para 37%. Considerando-se apenas os refrigeradores, a fatia da marca sueca passou de 32% para quase 40% no período, enquanto a participação da Multibrás caiu de 44,5% para 41%.
Gazeta do Povo – 23/09/2007
Canon avalia fabricar eletrônicos no Brasil
A Canon, que não possui fábricas no Brasil, avalia produzir no país câmeras digitais e impressoras.
A afirmação foi feita pelo presidente da Canon para a América Latina, Akihiko Matsumaru, para o jornal Gazeta Mercantil.
Segundo Matsumaru, a produção local é uma das alternativas em estudo para tornar os produtos da marca mais competitivos no país.
Atualmente, a Canon é a terceira maior vendedora de câmeras e de impressoras no país, atrás da HP e Epson, no segmento impressoras, e da Kodak e Samsung, no caso das câmeras.
A desvantagem da Canon é que seus quatro principais competidores (Kodak, Samsung, HP e Epson) têm fábricas no Brasil, o que rende a seus produtos menor carga tributária.
Os equipamentos da Canon chegam ao país via importação e, para entrar no país, pagam alíquota de 20% de tarifa de importação e outros 20% de IPI. Os produtos Canoñ são vendidos no país pelos importadores Elgin e Opeco.
Uma das possibilidades avaliadas é montar uma planta industrial na Zona Franca de Manaus. Além de eventual produção local, a Canon avalia fazer maiores investimentos em publicidade e ampliar seus pontos de venda no país, afim de crescer no Brasil.
INFO On Line – 21/09/2007
TELECOM
Vivo decide disputar mercado de banda larga móvel
A Vivo decidiu seguir o que parece ser uma tendência entre as operadoras de celular: prover serviços de internet móvel a regiões não cobertas hoje por outras tecnologias, como ADSL e cabo.
A maior operadora do País em número de assinantes anunciou ontem (20/09) na região Centro-Oeste, a oferta do serviço Vivo Flash, que inclui a venda de um modem portátil que se conecta ao PC ou ao notebook pela porta USB, e a conexão em banda larga a cerca de 1,9 mil cidades.
A companhia utiliza, para o serviço, sua rede CDMA, que hoje ainda não cobre Minas Gerais e seis estados do Nordeste, de Alagoas a Piauí. A Vivo anunciou a compra da Telemig para completar a cobertura em Minas Gerais, mas esta opera no padrão GSM e o negócio ainda não foi aprovado pela Anatel.
De qualquer forma, a Vivo entregou propostas para o leilão de freqüências realizado pela Anatel esta semana, quando terá a chance de levar o CDMA às demais regiões. As propostas serão abertas pela agência no dia 25 de setembro.
A própria Telemig anunciou que lançará serviços de transmissão de dados a partir de uma rede de terceira geração em áreas de sua cobertura liberadas pelos assinantes do antigo TDMA. A estréia está prevista para o Natal deste ano.
Já a TIM lançou o TIM Web, onde o usuário escolhe entre três pacotes de dados, a partir de 9,90 reais mensais e 40 MB, enquanto o dispositivo de conexão (placa PCMCIA para notebook ou modem para desktop) sai por 389 reais.
Segundo a Vivo, o novo serviço é voltado principalmente ao mercado residencial, mas empresas de pequeno e médio portes como escolas, lan houses e cyber cafés também são clientes em potencial.
“Um produto como o Vivo Flash revoluciona o mercado ao contribuir para o acesso de pessoas que vivem em regiões onde a internet em banda larga cabeada ainda não está presente”, diz Sérgio Assenço, vice-presidente de regulamentação da Vivo, no comunicado publicado no site da companhia.
Com mensalidades a partir de 39,90 reais, o serviço oferece velocidades médias de 300 a 800 kbps nas áreas em que a Vivo já implantou o padrão EVDO do CDMA. Nas demais regiões, a taxa média de conexão fica entre 70 e 100 kbps.
Computer World – 21/09/2007

Oi obtém empréstimo de R$ 12,7 bi, mas adia leilão pela 3ª vez
A Telemar Participações divulgou comunicado nesta sexta-feira (21/9) no qual informa que adiou para 11 de outubro o leilão para aquisição de ações preferenciais da Tele Norte Leste (Oi), que inicialmente estava previsto para acontecer no dia 25 de setembro. Segundo fato relevante encaminhado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a companhia conclui somente agora o pacote de financiamento com os bancos, o que levou a adiar a operação para o próximo mês.
De acordo com o comunicado, o volume do empréstimo acertado com os bancos é de R$ 12,7 bilhões. O financiamento vai permitir que a Telemar eleve de R$ 35,09 para R$ 45 o valor por ação preferencial a ser pago aos acionistas da Tele Norte Leste Participações.
Em atendimento também às normas aplicáveis a valores mobiliários registrados na Securities and Exchange Commission (SEC), a comissão de valores mobiliários norte-americana, que prevêem que qualquer alteração relevante nas condições de oferta pública deve ser divulgada com, no mínimo, dez dias úteis de antecedência do respectivo leilão, a Telemar comunicou que o valor de R$ 45 não será por ela alterado a partir desta data ou mesmo durante o leilão.
Esta é a terceira vez que a companhia adia a oferta pública de ações (OPA). Na primeira, a data para realização da compra estava marcada para 14 de agosto. A compra das ações tem como objetivo a simplificação da estrutura societária do grupo de telecomunicações.
Ainda de acordo com o comunicado, o prazo para registro no sistema megabolsa de ações preferenciais da Tele Norte Leste ficou confirmado para as 12h do dia 11 de outubro. Os interessados em participar do leilão terão até as 18h do dia 10 de outubro para se habilitarem. A nota afirma ainda que todos os demais termos da OPA permanecem inalterados.
O prazo de habilitação para os detentores de recibos de depósitos de ações, as ADRs (American Depositary Receipts), que representam ações preferenciais da Tele Norte Leste (ADS Expiration Time, conforme definido no instrumento de oferta denominado Schedule TO protocolado perante a SEC) foi confirmado para as 10h do dia 10 de outubro, horário de Nova York.
O adiamento ocorre em meio às turbulências nos mercados financeiros globais, em decorrência do aperto das condições de crédito pelos bancos hipotecários iniciado por problemas no setor imobiliário dos Estados Unidos.
TI Inside – 21/09/2007

Oi lança em AL primeiro cartão de crédito via telefone móvel
Depois do lançamento para as cidades do Rio de Janeiro, Natal (RN) e Uberlândia (MG) o Oi Paggo - cartão de crédito pioneiro via telefone móvel da Oi - chega agora em Alagoas e em outros Estados da área de atuação original da companhia.
Além da praticidade na transação, que é toda realizada por meio de Oi Torpedos (SMS) gratuitos, o serviço oferece ao usuário segurança, já que é à prova de clonagem e necessita de uma senha pessoal para confirmar cada compra.
O Oi Paggo também possui os benefícios dos cartões de crédito convencionais, como limite de crédito pré-aprovado, fatura separada da conta do Oi (para que o usuário escolha a melhor data de vencimento e o valor do pagamento), e até 40 dias para pagar. Além de anuidade grátis e uma taxa de apenas R$ 2,50 nos meses em que o serviço é utilizado.
“O Oi Paggo veio revolucionar as tradicionais formas de consumo, pois oferece uma nova forma de comprar com segurança e total mobilidade”, afirma Leonardo Caetano, executivo da Oi. “Além dessas vantagens, o Oi Paggo é bastante simples de usar”, acrescenta Caetano.
Para marcar a nova fase de expansão do serviço, entra no ar no próximo dia 22 de setembro o filme institucional “Evolução”, que será veiculado na TV aberta em Alagoas e em outros nove Estados da área de atuação da Oi. O filme apresenta a evolução das formas de pagamento em diferentes séculos.
Sobre o Oi Paggo
Produto pioneiro no país, o Oi Paggo permite ao cliente pagar suas compras via aparelho móvel da Oi na rede de lojistas credenciados pela Paggo Participações. Através de SMS (mensagens de texto), o lojista e o cliente podem realizar as transações de compra e venda sem a necessidade do tradicional terminal (POS), que transmite as informações do cartão de crédito.
A transferência dos dados dura apenas alguns instantes e acontece entre o Oi do cliente e o do estabelecimento. A adesão ao Oi Paggo, não restringe o perfil do cliente Oi, podendo ser pré ou pós-pago.
O novo produto também apresenta vantagens para os lojistas. Os estabelecimentos credenciados pagam uma comissão menor sobre as vendas em relação àquela que é praticada atualmente no mercado. Além disso, como o sistema é baseado em tecnologia celular, o lojista OiPaggo não paga aluguel de terminal tradicional (POS) e nem os SMS das transações, basta ele ter um Oi com o Chip Lojista e ser credenciado na Paggo.
Funcionamento do produto
O aparelho Oi do lojista estará programado para iniciar a transação com a Paggo, informando o valor da compra e o Oi do portador. A mensagem será processada na Paggo e enviado o valor para o cliente com os dados da compra para confirmação com a senha pré-cadastrada na adesão do produto. Automaticamente, o lojista e o cliente receberão mensagem que comprovará a realização da compra.
Como aderir ao Oi Paggo
Para fazer parte da rede de lojistas, o estabelecimento deverá se credenciar através da central de atendimento da Paggo. A partir daí se tornará um usuário Oi.
Já o cliente pessoa física deverá se cadastrar pela central de atendimento. Para tanto, será necessário enviar cópias da carteira de identidade, CPF e comprovante de renda. Os documentos serão submetidos à análise de crédito que estabelecerá o limite concedido para que o cliente possa começar a realizar suas compras. A Paggo é responsável pela administração de crédito dos clientes, que passarão pela análise de crédito para definição de seu limite para as compras.
Assessoria – 21/09/2007

Nokia apresenta celular que faz ligações via Wi-Fi e Bluetooth
A Nokia, a maior fabricante de telefones celulares no mundo, apresentou nesta quinta-feira o modelo 6031, que apresenta tecnologia de acesso móvel por redes sem fio que não precisam de licenças (UMA, na sigla em inglês). O novo modelo será lançado na Europa no próximo trimestre, com preço estimado em 230 euros (US$ 322), sem contar impostos e subsídios.
Os usuários de um portátil com tecnologia UMA podem realizar ligações telefônicas pela Internet quando estiverem no raio de ação de uma rede sem fio Wi-Fi ou próximos de uma conexão padrão Bluetooth. Quando o aparelho sai do alcance da rede, a conexão é automaticamente convertida para a rede de telefonia celular convencional nos padrões GSM, GPRS ou UMTS.
Com a tecnologia UMA, o consumidor poderá usar a rede GSM ou uma rede de conexão local sem fio para serviços de comunicação móveis, o que assegura, segundo a Nokia, uma excelente cobertura em ambientes fechados, como no escritório ou na casa do usuário. O que significaria dizer também, segundo a Nokia, que o usuário pode ter um aparelho multimodo capaz de operar em qualquer lugar, com excelente cobertura e qualidade de som, mesmo em áreas onde a recepção dos telefones móveis é considerada fraca.
A Nokia iniciou testes com a tecnologia UMA em julho de 2006 e já lançou um telefone com essa tecnologia, o 6086.
O Globo – 20/09/2007

Nokia lança aparelho com conteúdo de DVD
Chegou esta semana ao mercado o telefone Nokia N70 Music Edition, um aparelho multimídia do mercado com conteúdo de DVD. O lançamento reúne Nokia, TIM e Warner, e traz, na estréia, vídeos do grupo Barão Vermelho.Os vídeos fazem parte de um DVD gravado em 2005, que chegou às prateleiras no ano passado pela Warner. No total, o celular traz doze músicas.
Segundo a Nokia, o acesso ao DVD é fácil. Basta clicar no ícone que aparece na tela do aparelho com a reprodução da capa do DVD.O aparelho custa R$ 599 no plano pós-pago Brasil 400 e só está à venda para os clientes da operadora TIM. O conteúdo do DVD está inserido em um cartão extra de 512 MB, fornecido pela operadora junto com o aparelho.
Para o diretor da área de Multimedia no Brasil da Nokia, Luiz Mascarenhas, o anúncio "traz para o consumidor o melhor da convergência em dispositivos multimídia portáteis e avançados". Já o diretor de Marketing da TIM, Marco Lopes, disse tratar-se de um produto pioneiro, que reforça o conceito musical da operadora.
Portal Exame – 21/09/2007

Operadoras de celular oferecem minimodem USB para conexão à web
Se o celular permite navegar nas telinhas, também permite navegar nas telonas. Muitas operadoras já oferecem planos e equipamentos para os clientes interessados em usar o telefone móvel como ponto de acesso à internet.
Em São Paulo, Claro, Tim e Vivo oferecem alternativas de conexão que utilizam as redes de dados de telefonia para garantir o acesso.
Entre as opções, estão placas PCMCIA, PC Card Express --oferta compatível basicamente com notebooks-- e minimodems USB -que podem ser ligados tanto ao computador portátil quanto ao de mesa.
Esta última solução, uma das mais recentes do mercado, já fazia parte do portfólio da Vivo e da Claro. Em julho, passou a integrar o cardápio da Tim, serviço agora testado pela Folha.
Instalação
Trata-se de um aparelho compacto, que cabe na palma da mão, e que se conecta ao computador via USB. O cabo de conexão tem três pontas: uma miniUSB, que se liga ao aparelho, e duas USB comuns, que se ligam ao computador. Como todas devem ser conectadas simultaneamente, o usuário deve dispor de portas suficientes para usar o aparelho sem sacrificar outras atividades.
Uma vez que o minimodem esteja conectado, basta ligar o computador para que a instalação do software específico, que ocupa 14,4 Mbytes, seja iniciada automaticamente.
Com versões em inglês e em português, o programa exibe gráficos de velocidade de conexão e serviços extras, como o envio de mensagens de texto para celulares. Os torpedos enviados e recebidos são exibidos em uma interface parecida com a de um programa de e-mails.
O uso da internet é bastante satisfatório, mas houve alguns engasgos no carregamento das páginas. Nos testes, enquanto eram efetuados downloads e navegação na internet, a taxa de envio ficou inferior a 10 Kbps, enquanto a de recepção oscilou, na maior parte do tempo, entre 10 Kbps e 20 Kbps, com picos acima de 30 Kbps.
Preço
A maior diferença que o usuário vai encontrar entre a conexão via celular e a comum é o preço. Isso porque o custo dos dados que trafegam por redes de telefonia móvel costuma ser superior ao custo do tráfego por rede cabeada ou Wi-Fi, devido a uma infra-estrutura cara de ser instalada e mantida.
Há três opções para o serviço: o pacote de 1 Gbyte custa R$ 49 e inclui o minimodem gratuitamente; o pacote de 250 Mbytes custa R$ 19 e é preciso pagar R$ 199 pelo minimodem; já o pacote de 40 Mbytes custa R$ 9,90, mas o minimodem sai R$ 389.
Os preços da Vivo para o mesmo serviço são de R$ 49,90, para um pacote de 100 Mbytes, R$ 99,90, para 1 Gbyte, e R$ 139,90 para acesso ilimitado. Em qualquer um dos casos, o minimodem sai a partir de R$ 299. Já a Claro cobra R$ 399 pelo minimodem no pacote de 40 Mbytes (R$ 39,90), R$ 299 para o de 100 Mbytes (R$ 49,90) e é grátis para os de 500 Mbytes (R$ 79,90) e de 2.000 Mbytes (R$ 149,90).
Folha On Line – 21/09/2007

Vivo Flash já coloca em xeque o ADSL da Brasil Telecom
A Vivo escolheu a dedo por onde começar a oferta do seu novo serviço de Internet banda larga móvel: Na região Centro-Oeste, a área de concessão da Brasil Telecom, que agora corre o risco de perder mercado depois que demorou com a implantação do ADSL.
Devido ao fato desta região concentrar grandes propriedades rurais e condominios e a cobertura da Brasil Telecom de ADSL ainda ser "deficiente", segundo a operadora móvel, a possibilidade de abocanhar essa fatia de mercado da concorrente fixa tornou-se meta a ser cumprida pelo Diretor Regional Centro-Oeste e Norte, João Truran.
A região, apesar de seu alto poder aquisitivo, de fato, ainda é carente por conexão em banda larga. Ao oferecer um serviço de conexão, que somente depende da compra de um modem USB e a presença da sua cobertura celular, a Vivo já obteve boa receptividade nos testes que vem realizando desde o final de junho e início de julho.
Até mesmo dentro de Brasília, na chamada "região dos condomínios", onde está concentrada boa parte da classe média da capital federal, o "Vivo Flash" teve grande aceitação, segundo revelou o Vice-presidente de Regulamentação da Vivo, Sérgio Assenço.
"No caso de Brasília, onde nós temos uma vasta presença de condomínios, o serviço explodiu, são os maiores usuários aqui no Distrito Federal. Nesses condominios o ADSL é ineficiente", afirmou o executivo.
Na região Norte, também foram realizados testes com o Vivo Flash no Pará e no Amazonas e o Vice-presidente da Vivo garante que a receptividade ao novo serviço de conexão em banda larga foi excelente.
De acordo com o Diretor Regional Centro-Oeste e Norte da Vivo, João Truran, a empresa irá focar sua campanha publicitária para a questão da mobilidade. "Vamos mostrar o custo/benefício do negócio. Hoje temos ADSL que trafega 400 kbps com média de preço de R$ 79,90, mas você não se conecta em qualquer lugar. Você não carrega o cabo de ADSL para qualquer lugar", alfinetou Truran.
Convergência Digital – 21/09/2007

Apple amplia venda do iPhone no mundo, mas mantém Brasil isolado
Apesar de a Apple manter o ritmo de expansão das vendas do iPhone no mundo - o aparelho chega à Europa em novembro e ao Japão em 2008 -, ainda não há perspectivas de vendas do celular revolucionário no Brasil. Desde janeiro, quando a empresa anunciou que entregaria em junho o iPhone às lojas dos Estados Unidos , os fãs brasileiros sonham com a possibilidade de adquirir o novo aparelho no Brasil - nas lojas da marca no país, como acontece hoje com o iPod e os computadores Mac. Mas esta é uma demanda que deve continuar reprimida por algum tempo, conforme afirmou a representação da Apple no Brasil.
Por meio de porta-vozes, a companhia reforçou o posicionamento divulgado em janeiro e informou que "não existem perspectivas de vendas do celular no país".
Assim como aconteceu com a operadora americana AT&T, que oferece com exclusividade os planos de voz e dados aos usuários do iPhone nos EUA, as empresas O2, na Grã-Bretanha , e T-Mobile, na Alemanha , ficarão responsáveis pela distribuição exclusiva do iPhone nestes países da Europa. Diante das sinalizações negativas da Apple, resta aos fãs brasileiros apostar no poder de negociação das operadoras de telefonia móvel junto à marca.
Analistas de mercado dão conta que a operadora Claro, subsidiária brasileira da América Móvil, do empresário mexicano e multimilionário Carlos Slim, estaria mais perto de concluir negociações para a venda do iPhone na América Latina. Procurada, a Claro afirmou que "qualquer estratégia referente ao iPhone será uma decisão da acionista", não se pronunciando sobre os rumores. Já a Vivo informou que "não há iniciativa por parte da Apple de reavaliar seus planos de negócios para incluir o Brasil" no mapa mundial de vendas do iPhone. Apesar disso, reforçou por meio de porta-vozes o interesse em trazer o aparelho para o país, sem confirmar se mantém negociações com a Apple.
A Oi não confirmou negociações para a comercialização do aparelho, mas afirmou que defende a venda de "aparelhos não-bloqueados em seus pontos de venda" e que "tem interesse em comercializar produtos que contemplem este modelo de negócio", estratégia que diverge da adotada pela parceria Apple-AT&T nos EUA. Procurada, a TIM afirmou apenas que "está atenta a todas as oportunidades do mercado e, no momento, oportuno irá analisar o lançamento do produto".
O Globo On Line – 20/09/2007
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