|
25/03/2008
GERAL
Setor eletroeletrônico faturou R$ 111,7 bilhões em 2007
Dados definitivos da Associação Brasileira da Indústria Elétrica Eletrônica (Abinee) apontam que o faturamento do setor no ano de 2007 cresceu 7% em relação a 2006, atingindo R$ 111,7 bilhões. Considerando a inflação do setor, determinada pela coluna 38 da FGV (0,75%), o crescimento real foi de 6,2%.
Com exceção de Utilidades Domésticas, cujo faturamento ficou 5% abaixo do ocorrido em 2006, os negócios de todas as demais áreas cresceram no período.
Para 2008, o faturamento da indústria eletroeletrônica deverá atingir R$ 125 bilhões, com 12% de crescimento. Com este crescimento abre-se a possibilidade do número de empregados do setor atingir 164 mil trabalhadores no final do ano, com a contratação de oito mil funcionários.
Convergência Digital – 24/03/2008

Siemens desenvolve técnica de separação de CO2
A Siemens está a desenvolver uma técnica que consiste num processo integrado de lavagem especialmente desenvolvido para remover até 90 por cento do dióxido de carbono (CO2) presente no gás de exaustão.
Esta tecnologia está na base de uma parceria lançada recentemente entre a Siemens e a empresa E.ON Energy, que se dedica ao melhoramento do desempenho ambiental das centrais que utilizam combustíveis fósseis. As principais vantagens deste processo de lavagem química do dióxido de carbono residem no facto de se deixar menos resíduos de detergente no gás de combustão, além de requerer menos energia que as técnicas anteriores.
Em 2010, o novo processo e a sua ligação à optimização de energia nas centrais eléctricas convencionais serão testados sob condições de operação reais numa instalação piloto que será instalada numa central da E.ON.
Por enquanto, explica a Siemens, a investigação está concentrada nas centrais eléctricas de lenhite e de hulha. Posteriormente, será desenvolvida uma variante modificada para centrais de gás natural. A tecnologia será concebida para acomodar soluções que se encaixem retroactivamente em centrais convencionais já existentes, possibilitando assim que essas instalações passem a funcionar de uma maneira mais amiga do ambiente.
Ambiente Online – 19/03/2008
Cientistas criam chip de baixa voltagem
Cientistas do MIT e da firma Texas Instruments afirmaram ter criado um chip que funciona em baixa voltagem, economizando até dez vezes mais energia que os outros chips atualmente no mercado.
Segundo o site The Inquirer, o consumo de energia da peça é tão baixo que acredita-se que dispositivos que a utilizarem poderão ser recarregados pelo calor do corpo.
Os chips atuais operam em voltagem aproximada de 1,0 volt, mas com o novo design criado pela equipe liderada pela cientista Anantha Chandrakasan, a voltagem foi derrubada para 0,3 volts.
Uma aplicação lógica para tal equipamento estaria no campo médico: marca-passos e aparelhos que monitorem a saúde do paciente, através da utilização do novo chip, poderiam dispensar baterias, se baseando apenas no abastecimento via calor do corpo ou movimento.
O uso da tecnologia em telefones celulares e dispositivos portáteis, como computadores e sensores remotos, também é provável. Com ele, a bateria poderia abastecer o aparelho por mais tempo.
O estudo, que teve apoio financeiro de uma agência militar americana, também deve ser usado em campos de batalha, equipando sensores. Os novos chips devem estar disponíveis comercialmente em cinco anos, noticiou o site ITWire.
Geek – 19/03/2008
AUTOMOTIVO
Presidente da Fiat fala sobre os novos desafios para engenharia automotiva em simpósio da SAE BRASIL
O encontro será realizado dia 7 de abril, no Centro de Convenções Milenium, na zona Sul de São Paulo .
Cledorvino Belini, presidente da Fiat Automóveis, é um dos principais estrategistas da indústria automobilística global que participarão, no dia 7 de abril, do Simpósio SAE BRASIL de Novas Tecnologias no Setor Automotivo, no Centro de Convenções Milenium (rua Dr. Bacelar, 1043- S. Paulo), a partir das 8h30.
Belini é um dos convidados que irão apontar o caminho que o Brasil deve trilhar para avançar no mercado global. O presidente da Fiat Automóveis tem idéias bastante firmes sobre competitividade e como o Brasil pode produzir carros de baixo custo, um tema desafiador.
Outro destaque do simpósio será a palestra ‘Tendências na Área de Powertrain’, de Hermann Middendorf, gerente executivo de Motores EA111 e Ciclo Otto da Volkswagen Alemanha, que irá abordar as novidades na área de powertrain e como a montadora alemã equaciona a questão das emissões.
Com o tema “O xeque-mate da competitividade”, o simpósio reunirá representantes de montadoras, do governo e universidades com fornecedores da indústria automotiva em palestras e fóruns sobre assuntos hoje altamente relevantes nas diretorias das principais empresas do setor da mobilidade, como exportação de serviços de engenharia, busca de profissionais competentes e recursos para novos projetos.
Vilmar Fistarol, presidente da SAE BRASIL, destaca o avanço dos simpósios realizados pela associação em 2008, com a inclusão dos temas “materiais” e “nanotecnologia”. “A cada ano incrementamos a agenda dos simpósios, tendo em vista a necessidade de aprimoramento tecnológico da nossa engenharia”, afirma Fistarol.
Portal Fator Brasil – 20/03/2008

Medidas de restrição ao crédito podem atingir venda de veículos
O governo federal prepara medidas alternativas para frear o crescimento do mercado de crédito, de modo que não seja necessário elevar a taxa básica de juros, informam Guilherme Barros e Sheila D'Amorim na edição de hoje da Folha.
Com a taxa de juros mantido no atual patamar, o governo acredita que poderá segurar o ciclo de crescimento visto agora por mais tempo. Trata-se de uma lição de 2004, quando o crescimento foi interrompido porque o Banco Central se viu obrigado a elevar os juros para combater a inflação. Em recente reunião com a área econômica, o presidente Lula perguntou quais as soluções para evitar pressão nos preços neste ano e, sobretudo, na virada para 2009, fora a elevação dos juros. Além de medidas para desacelerar a concessão de financiamentos, foi proposta a adoção de incentivos à exportação.
O setor que mais preocupa é o automotivo. O ministro Miguel Jorge (Indústria e Comércio) deverá anunciar no início do próximo mês uma política de incentivo às vendas externas e a idéia é que contemple as exportações de veículos, para "compensar" a restrição ao crédito no setor. Um dos pontos mais questionados é o financiamento muito longo, chegando a sete anos. A idéia é reduzir para até três anos.
Antes de anunciar tais medidas, o governo irá conversar na próxima semana com as partes empresariais envolvidas. Entre eles estarão os presidentes dos principais bancos privados, o presidente da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos), Fábio Barbosa, representantes do IBS (Instituto Brasileiro de Siderurgia) e empresários do Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial).
Folha On Line – 22/03/2008

Toyota pode não alcançar meta de vendas
Para 2008 a Toyota tem planos menos audaciosos do que os de anos atrás, quando revisava para cima suas projeções de vendas mundiais. Nesta quinta-feira, 20, na capital sul-coreana, Seul, o vice-presidente executivo da montadora, Tokuichi Uranishi, admitiu, que em 2008 as vendas podem ser menores do que o anunciado anteriormente, segundo noticiou a agência de notícias Automotive News.
Segundo o executivo, “será muito difícil alcançar as 9 milhões 850 mil unidades vendidas, principalmente por conta da retração do Estados Unidos e da estabilidade dos grandes mercados europeus”. Este volume é 5% maior que as 9 milhões 370 mil unidades do ano passado.
A queda de volumes mundiais da Toyota deve cair mesmo com a franca ascensão de mercados emergentes como a Rússia e a China. Alguns analistas confirmam que 2008 será o terceiro ano consecutivo de declive nas vendas de veículos dos Estados Unidos. Outro fator de alerta para as montadoras japonesas é a valorização do iene perante o dólar.
Uma das grandes preocupações da montadora no ano passado foram os aumentos dos preços das matérias-primas. Segundo Uranishi, a Toyota continuará focando esforços para contornar a situação e reduzir estas perdas. “Esta é a nossa principal prioridade.”
Na tentativa de compensar as reduções dos volumes, a Toyota também anunciou a introdução de novos modelos no mercado sul-coreano importados de outros países da Ásia.
AutoData – 20/03/2008

Preço dos caminhões dispara no início do ano
Em apenas dois meses, janeiro e fevereiro, o preço dos caminhões ficou 1,47% mais caro, conforme apurou pesquisa mensal da Agência AutoInforme em parceria com a Molicar, empresa que presta serviço às seguradoras e responsável pela cotação dos preços praticados no mercado.
A alta no preço dos caminhões chega a ser o dobro da inflação. O IPC, Índice de Preços ao Consumidor, medido pela Fipe, registra alta de 0,71% no mesmo período. No ano passado os veículos pesados também já haviam subido acima da inflação, ficando 5,43% mais caros (o índice do FIPE foi de 4,38%). A alta dos dois primeiros meses do ano foi impulsionada principalmente pelos caminhões da Mercedes-Benz, que ficaram 5,5% mais caros. Os modelos da Agrale tiveram alta de 2,17%, já os da Fiat-Iveco, 1,71% e os da Volks, 1,43%. Os preços dos caminhões Ford subiram acima da média, apenas 1,38%. Os da Volvo são sofreram variação e os da Scania ficaram mais baratos em 0,43%.
Por modelo, entre as dez maiores altas, nove foram da marca Mercedes-Benz. A maior delas foi do Axor 2540S, com alta de 8,25%. O preço subiu de R$ 291 mil para R$ 315 mil. Veja a tabela abaixo.
Evolução do preço por marca
janeiro e fevereiro
Marca Var.%
Mercedes-Benz 5,5
Agrale 2,17
Fiat-Iveco 1,71
Volks 1,43
Ford 1,38
Volvo 0
Scania -0,43
Fonte: AutoInforme
As maiores altas por modelo
janeiro e fevereiro
Modelo R$ anterior R$ atual Var.%
2540-S(Axor) 291.000 315.000 8,25
2425(Atego) 181.000 195.000 7,73
715-C(Accelo) 97.500 105.000 7,69
3340-S(Axor) 354.000 381.000 7,63
2644-S(Axor) 333.000 358.000 7,51
715-C(Accelo)(VUC) 96.000 103.000 7,29
3344-S(Axor) 359.000 385.000 7,24
4144-K(Axor) 405.000 432.000 6,67
C-2422-E 165.000 174.000 5,45
1933-S(Axor) 216.000 226.000 4,63
GazetaWeb – 24/03/2008

BMW tem resultado recorde em 2007
O lançamento de produtos renovados no segundo semestre foi considerado pela BMW um dos fatores que contribuiu para o lucro líquido de € 3,1 bilhões em 2007, melhora de 9% sobre ano anterior. Segundo o presidente Norbert Reithofer a companhia pela primeira vez lucrou mais de € 3 bilhões, motivo de muita comemoração dos acionistas: “Cumprimos todas as metas. Por isso vamos elevar de forma significativa os dividendos este ano”.
Outro recorde alcançado foi o faturamento, de € 56 bilhões, aumento de 14,3% sobre 2006. Pela primeira vez a BMW vendeu 1,5 milhão de unidades, considerando as três marcas do grupo, BMW, Mini e Rolls-Royce. O avanço com relação ao desempenho de 2006 foi de 9,2%: “As três marcas superaram seus melhores desempenhos históricos”.
A divisão de automóveis faturou €52,8 bilhões, aumento de 12,7% sobre 2006. A divisão de motos registrou queda de 2,9% no faturamento, de €1,2 bilhão. Mas a venda de 102,4 mil motos foi 2,4% melhor do que em 2006.
Mas nem tudo aconteceu da forma como a BMW esperava em 2007. Apesar de obter seu melhor resultado de vendas na América do Norte a depreciação do dólar com relação ao euro inibiu desempenho ainda mais expressivo. A pressão de custos elevados com matéria-prima no ano passado também foi considerado um freio no crescimento. Reithofer disse, também, que encontrou dificuldade em buscar financiamento para seus investimentos a custos financeiros aceitáveis.
AutoData – 19/03/2008

BMW planeja criar nova marca
O presidente da BMW, Norbert Reithofer, revelou ontem (19) à agencia de notícias Automotive News, que o fabricante planeja uma ação específica para megacidades. Atenta aos problemas das metrópoles tomadas pelo trânsito, a marca propõe um novo conceito de carro. Segundo o executivo, estão sendo estudadas motorizações híbridas, tanto à gasolina quanto diesel, motores movidos a hidrogênio e baterias elétricas. Os resultados, ainda de acordo com Reithofer, virão somente na próxima década.
'Antes de mais nada, temos que definir que tipo de veículos iremos produzir. Vamos analisar se os conceitos se encaixam melhor com a BMW ou a Mini, ou então criar uma sub-marca dentro dessas duas. Se nenhuma das opções for possível, talvez teremos uma quarta bandeira', disse Reithofer.
Vale lembrar que a terceira marca do grupo BMW é a Rolls-Royce.
Auto Esporte – 19/03/2008

CONSUMER
Panasonic quer espaço entre as empresas brasileiras
De olho nas pequenas e médias empresas, a Panasonic inicia no Brasil uma estratégia que já desempenha em países da Europa. Aos poucos, a fabricante japonesa começa a trazer ao País produtos ligados à área de tecnologia da informação.
O primeiro reflexo foi o cadastramento da Agis como distribuidora local. Ao lado disso, Fernando Neves, gerente comercial da área de System Solutions, conta que o primeiro passo foi dado com o lançamento local da linha de multifuncionais laser monocromáticos. "Neste primeiro ano, queremos alcançar os 4% de participação no mercado", define Neves, expandindo o número para 10%, em 2010.
Junto com a família de multifuncionais, nasce também o portfólio de quadros eletrônicos e, no futuro próximo, impressoras multifunções coloridas e outros produtos eletrônicos devem começar a aportar no País.
"Decidimos trabalhar as empresas de pequeno porte no Brasil, o que representa um espectro de 4,9 milhões de companhias", avalia o executivo, que, mesmo sem estimar o potencial de negócios nesse nicho, garante que se trata de uma nova área de interesse da Panasonic
A área comandada por Neves concentra os negócios com PABX, radiodifusão e circuito fechado de TV e, por ora, centraliza os negócios com equipamentos de informática. Mas, segundo o executivo, podem ganhar divisão independente no futuro.
Atualmente, junto com a Agis, apenas as distribuidoras voltadas aos produtos de telecomunicações da Panasonic comercializam o portfólio de multifuncionais e quadros eletrônicos. São elas: Multiport e Plantec, em São Paulo; Cenetel, em Curitiba; 3R, no Rio de Janeiro; Gitel, em Porto Alegre; e Connection e Promosystem, em Belo Horizonte. "Depois da consolidação das vendas de multifuncionais, vamos analisar a necessidade de outros distribuidores voltados ao mercado de TI", avisa Neves.
IT Web – 19/03/2008

Computador também sintoniza TV digital
O seu notebook ou PC também pode virar um “televisor”. Com um adaptador USB que recebe o sinal de TV digital móvel, é possível assistir a programas na tela do micro. Os dispositivos permitem gravar atrações com agendamento de horário e têm o recurso “time-shift”, que permite “pausar” a programação e voltar a assistir mais tarde do mesmo ponto.
O desenvolvedor Rogerio Melfi, de 25 anos, comprou o seu em dezembro, poucos dias após o lançamento da TV digital. “Para que a imagem fique bacana, coloco a antena dele perto da janela.”
Nas lojas, há seis modelos de adaptadores disponíveis: DTV-PC300, da Gradiente; DT-1020, da Semp Toshiba; DT-0818, da Aiko; PenTV, da TeleSystem; Adaptador USB, da Leadership, e MobTV, da TecToy. Todos são muito parecidos e apresentam funções idênticas. Até o preço é igual. Os dispositivos da Aiko, TeleSystem, Leadership e TecToy custam R$ 370. Já os da Gradiente e da Toshiba, R$ 400.
Os dispositivos testados parecem pendrives e possuem antenas retráteis para captar as imagens. A qualidade da recepção não é um primor. Como os dispositivos sintonizam o canal oneseg, os programas são vistos no PC com baixa resolução. Ou seja, não dá para colocar em tela inteira que , em geral, fica uma catástrofe, cheio de quadradinhos (pixels) digitais. O jeito é assistir em uma janela pequena. Aí sim com nitidez.
OK. Mas qual é o melhor e o pior? Nos testes dois produtos se sobressaíram. O dispositivo da Aiko apresentou as melhores imagens, inclusive mais nítidas em tela cheia. Já o dispositivo da TecToy chamou a atenção pelo lado negativo. Além de ter as imagens com mais falhas, falhou na gravação: deixou as imagens e o som picotados. Foi o único que fez isso.
Bem Paraná – 20/03/2008

Cinema caseiro ganha alta definição com a chegada do aparelho de Blu-ray
Imagem e som de alta definição eram privilégios da sala de cinema. Mas, com os novos equipamentos de "home theater", é cada vez mais comum ver um filme com uma qualidade "de outro mundo" em casa.
A novidade da vez é a tecnologia Blu-ray, que poderá aposentar os DVDs. A Warner, por exemplo, vai lançar filmes apenas no novo formato.
Com ele, a capacidade do disco pula de 4,7 gigabytes, no DVD, para 50 gigabytes, no disco de Blu-ray --um aumento de mais de dez vezes, traduzido em melhora na qualidade do som e da imagem.
Mas um tocador de Blu-ray sozinho não faz verão --ou uma superprodução. O cenário pede ainda uma televisão full HD, de plasma ou LCD, que tem resolução muito maior: são 1.080 linhas progressivas (paralelas), contra 480 linhas cruzadas de uma televisão comum.
É também preciso escolher um sistema de áudio que acompanhe toda essa inovação, já que apenas as caixas da TV não são suficientes para fazer uma boa trilha sonora caseira.
"O ideal é um "home theater" com HDMI [High-Definition Multimedia Interface], que transmite o sinal de forma digital e pode melhorar a qualidade do áudio mesmo de um DVD", explica Alex Silvério, gerente de produto da fabricante LG.
Todo esse pacote de imagem e som chega a ultrapassar o "cachê" de mais de R$ 15 mil (veja opções aqui).
Importados
A publicitária Sofia Souza Aranha, 34, antecipou-se à produção nacional e trouxe o Blu-ray dos Estados Unidos. "Eu não agüentei esperar. Foi como quando houve aquela reação à qualidade do DVD em relação ao VHS. Só que, agora, a imagem é muito mais nítida, não dá para comparar", afirma.
"Antes, o que não era primeiro plano ficava um pouco embaçado na tela. Agora dá para ver tudo o que está no cenário", descreve.
O administrador Luis Nogueira também já comprou o seu "cast". "Não sinto mais vontade de ir ao cinema", conta. Seu investimento chegou perto de R$ 17 mil, e o aparelho de Blu-ray também veio da "terra de Hollywood". "A TV é full HD, e as caixas de som DTS [sistema com seis canais, cinco separados para áudio e um só para os graves] são ótimas", resenha.
E a maior dificuldade antes de ter uma cena de cinema pode ser "dirigir os atores" e transformar a parafernália em um roteiro de lazer.
Para quem vai "editar" por conta própria a configuração das conexões entre tantos aparelhos, é preciso atenção para colocar cada um dos componentes em seu lugar.
Folha On Line – 23/03/2008

Curva de preço do tocador de Blu-ray deve seguir DVD
Mesmo sendo uma novidade no mercado brasileiro, o tocador de Blu-ray já tem um substituto na função: o videogame PS3 (PlayStation 3).
Os aficionados por games já têm acesso facilitado aos vídeos em alta resolução, como o fazendeiro Carlos Eduardo Cepera, 30. "Gosto muito dos jogos e filmes em definição máxima", afirma.
Ele dá a dica de optar pelo PlayStation 3 em vez de ficar apenas com o tocador de Blu-ray. "É mais barato [que o tocador] e ainda dá para jogar com a tecnologia", compara.
Com os preços nas alturas, não é à toa que a maioria das empresas fabricantes se apresse em afirmar que o custo desses aparelhos vai diminuir.
Um televisor full HD --uma tecnologia compatível tanto com modelos de plasma como de LCD-- custa em torno de R$ 6.000, mas chega a R$ 13 mil. Um tocador de Blu-ray, por sua vez, dificilmente fica abaixo de R$ 3.000.
Mas ainda dá para sonhar. "A curva do preço do tocador de Blu-ray deve ser bem parecida com a do aparelho de DVD", prevê Fernando Schneider, gerente de produto de "home theater" da Sony.
A direção que os fabricantes apontam como grande promessa para o cinema em casa é o sistema sem fio, que é chamado de "wireless".
A Philips, por exemplo, lançou uma alternativa aos fios das caixas acústicas: um sistema de som sem caixas.
"Fica tudo centralizado em uma barra, que se encarrega de "jogar" o som no ambiente para criar o efeito "surround", explica Tomas Trabulsi, gerente de áudio e vídeo da empresa.
Para quem prefere abrir mão só dos fios, Sony, LG, Panasonic, Samsung, e Philips oferecem modelos com as seis caixas comuns de "home theater".
As duas caixas traseiras não têm cabos e se comunicam via infra-vermelho, como acontece nos controles remotos. Confira, abaixo, algumas marcas que já vendem aparelhos Blu-ray no país.
Folha Online – 23/03/2008

Samsung anuncia investimento de US$ 214 milhões em nova fábrica de LCD
A sul-coreana Samsung divulgou, na última sexta-feira, uma curta nota informando que irá investir US$ 214 milhões na construção de uma nova fábrica de telas de LCD.
O comunicado lacônico, além de informar o propósito e o valor do investimento, diz que seu objetivo é melhorar a competitividade com o aumento na capacidade de produção. A companhia não deu mais nenhuma informação sobre o investimento.
No início deste mês, a Samsung já havia informado que estava nos estágios finais de uma negociação com a Sony para investirem US$ 1,9 bilhão em conjunto numa nova linha de produção de TVs de tela plana.
O Globo – 24/03/2008

Anatel aprova certificação para TV Digital
O Conselho Diretor da Anatel aprovou, em sua 472ª reunião, a Norma para Certificação e Homologação de Transmissores e Retransmissores para o Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre (ISDB-T), resultado da Consulta Pública 830, realizada entre 24 de outubro e 12 de novembro de 2007.
O texto contém os requisitos mínimos para teste e certificação dos transmissores e retransmissores da TV Digital no Brasil, incluindo largura de banda de freqüência, limites de emissões espúrias (qualquer emissão ou parte dela fora da faixa autorizada), potência de transmissão, máscara de transmissão (intermodulação ou interferência gerada pelo equipamento) e a taxa de erro de modulação.
Os requisitos constantes da Norma se aplicam a todos os transmissores e retransmissores utilizados no Sistema Brasileiro de Televisão Digital, considerado de interesse coletivo. Elaboradas pela Gerência-Geral de Certificação e Engenharia do Espectro (RFCE) da Superintendência de Radiofreqüências e Fiscalização, as regras foram amplamente discutidas com os fabricantes de transmissores nacionais e importados, os integrantes do Comitê de Desenvolvimento do Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD) e os representantes da Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão (Set) e da Associação Brasileira de Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).
B2B – 24/03/2008

IDENTIFICATION
Está a chegar a 'via verde' para os cartões
Acenar o seu cartão de crédito em frente de um leitor óptico e pagar desta forma o seu café; usar o telemóvel para realizar um pagamento; ou requisitar a emissão instantânea de um cartão de crédito numa máquina tipo ATM. Estas são três situações que, num futuro não muito longínquo, estarão ao alcance dos consumidores portugueses.
A inovação tecnológica aplicada aos meios de pagamento, mais concretamente aos cartões de débito e de crédito, é um mundo em constante evolução e algumas das suas novidades vão chegar este ano aos portugueses.
A primeira delas são os cartões contactless, ou seja, sem contacto. É uma espécie de "via verde" aplicada aos meios de pagamento. O cliente compra e ao pagar só precisa de acenar o seu cartão em frente de um pequeno dispositivo de leitura óptica, ligado aos terminais de pagamento automático já existentes, para concretizar o pagamento.
As duas grandes marcas internacionais de cartões de crédito e débito com maior quota de mercado em Portugal, a Visa e a Mastercard, estão já a desenvolver projectos-piloto para o lançamento da tecnologia contactless em Portugal, em parceria com alguns bancos portugueses. Como o segredo é "a alma do negócio", resta esperar pela divulgação do produto por parte da banca.
Mas esta nova tecnologia , já em vigor em vários países, é uma janela de oportunidades. A sua aplicação é já possível a outros instrumentos, como é o caso dos telemóveis. No futuro, relógios ou outros gadgets poderão acoplá-la. Apesar de não ser possível ainda prever quando será possível a sua aplicação em Portugal, num futuro não muito longínquo, o mesmo gesto de pagar uma pequena compra com um cartão contactless será possível com o telemóvel. Basta acenar com o aparelho em frente ao mesmo leitor óptico.
"Esta tecnologia já está a ser desenvolvida por parte das marcas. Resta que os fabricantes e os operadores de telemóveis se mostrem disponíveis", refere ao DN Paulo Raposo, responsável pela Mastercard em Portugal.
O uso da tecnologia contactless destina-se ao pagamento de pequenas importâncias, normalmente até 15 euros, e está limitado a quatro ou cinco transacções diárias. O motivo é simples: sem a necessidade de introduzir um pin pode ser usado por qualquer um, em caso de perda ou roubo.
Mas será que estes cartões não correm o risco de registar uma reduzida aceitação junto dos consumidores, como aconteceu há uns anos com o Porta-Moedas Multibanco? Sérgio Botelho, director da Visa Europe para Portugal, considera que não. "Uma das grandes vantagens dos contactless é o facto de serem aceites em qualquer parte do mundo", refere ao DN.
Também Paulo Raposo acredita que não irá repetir-se o fracasso daquele cartão. O PMB surgiu em Portugal à frente do seu tempo, sem existir na altura condições, nem apetência pelo produto", afirma.
Para os comerciantes, esta nova tecnologia terá toda a conveniência, quer pela rapidez no processamento de pagamentos quer pela segurança. Quanto a preços, tanto para comerciantes como para os consumidores, tudo dependerá de cada banco e da relação comercial com o seu cliente.
No lançamento dos primeiros cartões contactless em Portugal, que deverá ocorrer no segundo semestre deste ano, os bancos irão identificar segmentos específicos para testar o produto. Mas, no mundo dos cartões de crédito , existem outras inovações tecnológicas que já são uma realidade e que, mais cedo ou mais tarde, irão chegar a Portugal.
Uma delas são as máquinas de emissão instantânea de cartões de crédito. Através da simples introdução de alguns dados bancários do cliente numa máquina tipo ATM, o cliente pode obter de imediato um cartão.
"A tecnologia já existe. Basta agora haver interesse da parte de quem emite os cartões (bancos e financeiras) e de grandes cadeia de lojas em possuir esta tecnologia", refere Sérgio Botelho.
Para Paulo Raposo, a aplicação desta inovação exige "massa crítica", bem como elevados níveis de segurança no local onde vão ser instaladas estas Instant Issuing Machines.
Outra novidade, que já é uma realidade em Portugal, mas que poderá ser potenciada nos próximos tempos são os minicards, cartões de crédito em formato reduzido, ideais para se usar no porta-chaves ou quando se dispensa a carteira.
Em matéria de cartões de crédito, a imaginação parece não ter limites. O caminho é da inovação constante, da procura de novas soluções, para abolir, de vez, num futuro que já não pertence à ficção científica, o uso do dinheiro. As grandes marcas internacionais estão nesse caminho e os bancos são os portadores, até aos clientes, dessas inovações. |
Diário de Notícias – 21/03/2008

Buffets inteligentes
Os restaurantes que servem refeições buffet iniciaram a adopção da tecnologia transformando o seu espaço num inteligente sistema de recolha de dados.
O RFID providencia informação adicional e imprescindível sobre o comportamento dos clientes enquanto estes saboreiam as iguarias. Esta informação vital para os restaurantes permite-lhes analisar e desenvolver a sua oferta para que possam a qualquer altura surpreender os clientes.
Este projecto, desenvolvido por 3 alunos da Universidade de Kasetsart e apelidado de ‘Intelligent Buffet Restaurant’ permite além da recolha de informação, monitorizar o menu. As etiquetas RFID entregues aos clientes, quando estes entram no restaurante, servem não só para recolher informação sobre preferências e tendências como também para guardar a informação sobre as despesas extra efectuadas (e.g. bebidas e pratos extra-menu).
Desta forma os restaurantes aderentes esperam deixar de confiar tanto no instinto do chefe de cozinha sobre quais os pratos com maiores saídas, baseando-se em dados concretos para criar os seus menus.
Este curioso projecto foi Segundo classificado no ‘National RFID Innovation Challenge 2007’. Parabéns aos seus criadores.
Portal RFID – 19/03/2008

INDUSTRIAL
Indústria eletroeletrônica cresceu 7% em 2007
O faturamento da indústria eletroeletrônica no ano de 2007 cresceu 7% em relação a 2006, atingindo 11,7 bilhões de reais, segundo informações divulgadas nesta quarta-feira, 19/3, pela Abinee (Associação Brasileira das Indústrias Eletro e Eletrônica).
Considerando a inflação do setor, o crescimento real foi de 6,2%. Para 2008, de acordo com a Abinee, o faturamento da indústria eletroeletrônica deverá atingir 125 bilhões de reais, com 12% de crescimento. Com este crescimento abre-se a possibilidade do número de empregados do setor atingir 164 mil trabalhadores no final do ano, com a contratação de 8 mil funcionários.
Segundo o levantamento da Abinee, o setor abriu 1.060 vagas no mês de janeiro, o que representa um crescimento de 0,68% em relação a dezembro/2007, elevando para 157.150 o total de trabalhadores no setor.
O estudo constatou que uma das áreas que mais contrataram em janeiro foi a de equipamentos industriais.
TI Inside – 19/03/2008

Bematech firma parceria com a Universidade Federal do Ceará
Acordo vai proporcionar instalação de laboratório permanente
A Bematech, líder em automação comercial no Brasil, e a Universidade Federal do Ceará, firmaram parceria para instalação de um laboratório permanente e exclusivo nas dependências da Universidade.
Contando com uma equipe de alto nível, com doutores, pós-doutores e alunos de mestrado e doutorado, totalizando oito pessoas, a iniciativa vai proporcionar à Bematech um trabalho de pesquisa e desenvolvimento qualificado, ao passo que os alunos da instituição poderão aplicar conceitos teóricos no desenvolvimento prático de aplicações.
“Nosso curso tem uma vertente teórica muito expressiva e o trabalho com a Bematech vai preencher nossa lacuna de demanda por aplicação dessa teoria”, diz o Ph.D. Fernando de Carvalho, que juntamente com o Professor Doutor Antônio de Barros Serra, responde pela chefia do laboratório.
O primeiro projeto a ser desenvolvido pela iniciativa tem o mês de agosto como prazo para finalização e envolve o desenvolvimento de framework para construção de softwares e aplicações de retaguarda. Tendo em vista o projeto de internacionalização da Bematech, as soluções terão versões em inglês, português e espanhol.
A idéia da parceria foi de Milton Ribeiro, Diretor de Tecnologia e Inovação da Bematech, que concedeu a Cléber Wilson Genero, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento, a responsabilidade pelo andamento do projeto. “A Universidade Federal do Ceará é reconhecida por sua excelência no desenvolvimento de software”, ressalta o executivo. A idéia é manter o laboratório enquanto for interessante para as duas partes. “Sempre haverá demanda por pesquisa, já que a inovação é essencial para obter ou manter a vantagem competitiva num mercado altamente veloz”, diz.
A parceria da Bematech com a Universidade Federal do Ceará é regida em acordo com a legislação de empresas de informática, lei 8248, de 23 de outubro de 1991. O texto da lei estipula em 4%, sobre o faturamento bruto no mercado interno, o investimento que as empresas do ramo devem fazer em prol de instituições e centros de ensino, como contrapartida à isenção e/ou redução de IPI.
Bematech – 20/03/2008

TELECOM
BrT está entre Google e Yahoo para busca móvel
A Brasil Telecom (BrT) pretende oferecer até o final do primeiro semestre uma ferramenta de busca capaz de identificar resultados dentro e fora do portal da operadora, ou seja, na internet. A empresa, no entanto, ainda está negociando com Google e Yahoo para o fornecimento da plataforma.
“Estamos conversando com essas empresas para entender o modelo de negócio”, diz Rafael Magdalena, gerente de serviços de valor agregado da BrT.
A estratégia da operadora é ter a ferramenta disponível com a entrada da rede de terceira geração, prevista para abril. Pelo cronograma revelado por Magdalena talvez a terceira geração chegue um pouco antes da ferramenta de busca. “O prazo da 3G é até abril. ‘Até’ é a palavra-chave”, brinca ele.
Segundo o executivo, o cliente vai pagar um preço razoável pelo aparelho e pelo uso da rede de 3G, então é papel da operadora oferecer ferramentas para que ele possa usufruir ao máximo da tecnologia; é nesse contexto que entra a busca para celular.
A BrT hoje possui uma ferramenta de busca só para o seu próprio portal, desenvolvida pelo parceiro white label (modelo onde não aparece a marca do desenvolvedor), M4U. De todo conteúdo vendido pela operadora, 20% é oriundo da ferramenta de busca.
Modelo
Magdalena acredita que o melhor modelo é o meio termo entre o walled garden e o open garden. No walled garden o usuário não tem acesso a qualquer coisa que esteja fora do portal da operadora, já no open garden é o contrário.
O fato é que no Brasil, a bilhetagem e a cobrança é sempre feita pela operadora, dado o baixo desenvolvimento dos meios virtuais de pagamento. Por isso a operadora sempre tem uma participação na receita do conteúdo comprado.
“Sou favorável a esse modelo misto. A gente tem oferta de conteúdo, mas não consegue competir com uma agência de notícia, por exemplo”, diz ele. “A navegação é muito baixa. Se eu restringir o acesso ao meu site e ele não achar o que procura, talvez não volte nunca mais”, completa Magdalena.
TI Inside – 20/03/2008

BB estende a todo o país serviço de pagamento por celular
O Banco do Brasil vai iniciar na próxima quinta-feira, dia 27, suas operações de pagamentos através de celular (serviço de m-payment) para todo o País. O anúncio será feito por Glória Guimarães, diretora de tecnologia do BB, durante o Seminário Internacional m-Payment, promovido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em São Paulo.
O novo serviço estará disponível para micro-pagamentos, de 1 a 100 reais. O seminário é um dos pré-eventos destinados a iniciar temas que serão aprofundados no maior congresso das instituições financeiras da América latina, o Ciab Febraban, em junho, em São Paulo.
O tema mobile banking e payment foi o tema central do Ciab Febraban 2007. Os analistas esperam que a modalidade de pagamento via celular se torne uma realidade para correntistas de todos os grandes bancos ainda esse ano.
Glória Guimarães explica que o serviço com cobertura nacional foi precedido de um projeto piloto realizado no ano passado, com cobertura restrita a quatro cidades brasileiras - Brasília, São Paulo, Osasco (SP) e Barueri (SP).
O serviço de m-payment do BB será, agora, oferecido para todo o Brasil e compreende uma parceria com a VisaNet para a produção de terminais pontos de venda a cartão (chamados POS) adaptados para interoperar com telefones celulares. Atualmente o BB possui um total de 520 mil usuários cadastrados nos serviços de Mobile Banking.
TI Inside – 20/03/2008

Embratel concluirá projeto de WiMAX até o fim de março
Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários, nesta terça-feira (18/03), a Embratel anunciou que concluirá até o fim de março a primeira fase do projeto de implatanção de sua rede de WiMAX.
"A primeira fase que será concluída no fim de março próximo e que deverá atender 12 cidades (Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís e São Paulo) apresenta um volume de investimentos da ordem de R$ 175 milhões", informa a nota.
A rede WiMAX da Embratel será inicialmente implantada em 61 cidades através de 1.018 estações de rádio Base (ERBs) e pode ser expandida para um total de 200 cidades. O novo serviço está direcionada às pequenas e médias empresas.
Em dezembro de 2007, o ex-presidente da operadora, Carlos Henrique Moreira, havia afirmado que a empresa investiria entre R$ 130 milhões e R$ 140 milhões em testes com a tecnologia WiMAX para o mercado corporativo. "O WiMAX não será usado para universalização da banda larga. A 3G está muito mais avançada", afirmou o executivo.
IT Web – 18/03/2008

Adesão de assinantes em fevereiro é recorde, mas Vivo, TIM e Claro caem no ranking
O mês de fevereiro foi o melhor dos últimos oito anos no segmento da telefonia móvel no Brasil. A Anatel registrou 1.264.902 novas habilitações, número 169,38% maior que as 469.568 adesões registradas no mesmo mês de 2007 e 39% maior que o de 2004, que foi o melhor mês de fevereiro dos últimos oito anos, com 910.349 habilitações. Nos últimos 12 meses, o Brasil ganhou 22.935.770 novos assinantes, o que representa um crescimento de 22,67%.
Mas, no ranking das operadoras, apenas a Oi e a Brasil Telecom registraram crescimento. Vivo, TIM e Claro tiveram pequenas perdas de participação. De acordo com os dados da Anatel, a Vivo permanece na liderança do mercado brasileiro de telefonia móvel, com 27,32% de participação - era 27,44% em janeiro. A TIM, com 26,06% de participação (era 26,10%) mantém a segunda colocação. A Claro, com 24,80% (era 24,84%), continua no terceiro lugar.
A Oi, na quarta colocação, registrou 13,54% (era 13,32%) de participação de mercado. A Telemig Celular/Amazônia Celular, em quinto, apresentou redução de 4,34% para 4,31%, enquanto a 14BrasilTelecom GSM aumentou a participação de 3,60% para 3,61%. A CTBC Telecom Celular (0,30%) e a Sercomtel Celular (0,06%) mantiveram a mesma participação registrada nos três meses anteriores.
A tecnologia GSM continua em expansão e na liderança do mercado, com 100.213.276 acessos (80,74%). A tecnologia CDMA tem 19.394.403 acessos (15,63%), e a TDMA, 4.501.713 (3,63%). A tecnologia analógica AMPS possui apenas 13.087 acessos (0,01%).
Teledensidade
A tendência de crescimento da teledensidade do serviço móvel no País se mantém. Com crescimento de 0,9%, o Brasil alcançou o índice de 65,09. Comparado a fevereiro de 2007, quando o índice era de 53,79, o crescimento foi de 21% em 12 meses. A teledensidade é o indicador utilizado internacionalmente para demonstrar o número de telefones em serviço em cada grupo de 100 habitantes.
O Distrito Federal continua liderando a teledensidade móvel brasileira, com índice de 119,47 - ou seja, 1,19 telefone para cada habitante. Comparado com o mês anterior, o índice apresentou, em fevereiro, crescimento de 0,3% (era 119,15). O Rio de Janeiro, segundo colocado no ranking, cresceu 0,5% (subiu de 80,54 para 80,98). Em terceiro no indicador, o Mato Grosso do Sul tem índice de 79,26 e apresentou crescimento de 0,7% (era de 78,69).
O Pará foi a novidade com crescimento percentual de 2,3% da teledensidade em fevereiro. O avanço foi menor apenas que o do Maranhão, que manteve a liderança com taxa de 2,44%. Em terceiro, Sergipe apresentou crescimento de 2,17%. Em 12 meses, Roraima, Sergipe e Acre ficaram no topo do ranking com taxas de crescimento de 39,18%, 35,95% e 33,45%, respectivamente.
A região Nordeste continua liderando o crescimento da densidade em 12 meses, apesar de a região Norte ter obtido avanço percentual maior em fevereiro em relação a janeiro deste ano (1,6%, frente a 1,4% da região Nordeste).
Nesse período, a teledensidade cresceu 27,49% no Nordeste, alcançando o índice de 51,06 (era de 40,05 em fevereiro de 2007). O Norte teve a segunda maior taxa de crescimento no período (26,88%), mas permanece com a menor densidade entre as regiões brasileiras, agora com índice de 48,24 (era de 38,02 em fevereiro de 2007).
IT Web – 19/03/2008
Sony Ericsson faz alerta sobre lucro do 1o trimestre
A fabricante de celulares Sony Ericsson alertou na quarta-feira que seu lucro poderá cair a menos da metade no primeiro trimestre, o que agravou o crescente pessimismo no setor de celulares e representa novo revés para a Ericsson .
Uma desaceleração econômica mundial começa a afetar o consumo, o que prejudica todo o setor. Na semana passada, a fabricante de chips Texas Instruments reduziu suas projeções para o primeiro trimestre, mencionado queda na demanda pelos chips utilizados nos celulares 3G, de preço mais elevado.
"É natural, para os bens de consumo eletrônico, quando cresce a incerteza entre os consumidores, que estes adiem compras ou optem por modelos mais baratos", disse Janne Rantanen, analista do banco sueco Carnegie.
As ações da Ericsson exibiam queda de 9,23 por cento às 11h08, horário de Brasília, e estavam perto de sua marca mais baixa em quatro anos e meio, depois de uma queda de quase 60 por cento nos últimos meses. As ações da Nokia caíam em 4,35 por cento.
"O mercado está se provando desafiador", disse Dick Komiyama, presidente da Sony Ericsson.
O lucro líquido antes de impostos da joint-venture, controlada pela Ericsson e pela Sony, deve ficar entre 150 milhões e 200 milhões de euros no primeiro trimestre.
Isso se compara a 362 milhões de euros no primeiro trimestre de 2007, ainda que a empresa tenha anunciado que sua margem bruta de lucro continua em 30,3 por cento.
"Esse é claramente um sério alerta de lucro, com resultados equivalentes a apenas metade das expectativas", declarou um analista, que pediu que seu nome não fosse revelado.
François Duhen, analista da CM-CIC Securities, disse que os problemas devem perdurar por mais ou um dois trimestres "a depender do cenário macro, com a chegada ou não da recessão dos Estados Unidos à Europa".
Quarta maior fabricante de celulares atrás de Nokia, Samsung e Motorola, a Sony Ericsson tem conseguido progresso contínuo e ameaça chegar à terceira posição na indústria. No quarto trimestre, a companhia superou expectativas e ganhou participação de mercado.
Mas a Sony Ericsson informou que o mercado para celulares mais caros, tradicional ponto forte da companhia, enfraqueceu.
A companhia informou que continuará a buscar maior participação em mercados emergentes em um esforço para reduzir sua dependência da Europa, onde enfrenta competição cada vez maior de novos celulares da Nokia e da Samsung.
A Sony Ericsson agora espera vender cerca de 22 milhões de celulares durante o primeiro trimestre deste ano, quase a mesma quantidade vendida no mesmo período do ano passado, com uma média de preços de 120 euros.
Reuters – 19/03/2008
Samsung anuncia módulo CMOS de 8 megapixel para celulares
Segundo o site TG Daily, a novidade deve ser estar pronta para produção no fim de 2008, entretanto deve demorar mais um pouco até que chegue ao mercado ocidental.
Há ainda uma ressalva: ao contrário de módulos CMOS que equipam câmeras digitais, os módulos utilizados em celulares são muito inferiores dada sua miniaturização, que capta menos luz e, por isto, não se equipara em qualidade.
Para amenizar o problema, o chip, que primeiro será incluso em telefones da Samsung e depois deve ser licenciado para outras fabricantes, possui sensibilidade ISO 1600 e distância focal de F2.6, que devem melhorar o uso da câmera em ambientes de baixa luz.
Caso a tecnologia seja mesmo adotada, é provável que os primeiros telefones com câmeras de 8 megapixel cheguem ao mercado durante 2009.
Badauê – 20/03/2008
HTC já tem nome para o Google Phone: “Dream”
A HTC vai batizar de “Dream” o telemóvel que vai correr na plataforma Android do Google. O equipamento vai ter um ecrã táctil e um teclado QWERTY.
A conta-gotas vão sendo revelados os pormenores daquele que talvez seja o primeiro equipamento a correr a plataforma Android do Google. A HTC quer ser o primeiro fabricante, já escolheu um nome para o telemóvel, Dream, e fonte próxima adiantou que se trata de um equipamento com ecrã táctil e teclado QWERTY.
Este equipamento da HTC é esperado até ao final deste ano. A mesma fonte revela que a Samsung também está a apostar forte num telemóvel com a plataforma do Google.
Android foi o nome escolhido para a plataforma open source, que tem um sistema operativo e que poderá concorrer com o Windows Mobile.
Exame – 20/03/2008 |