24/05/2007

GERAL

CCE anuncia computador CLD5TV.

A CCE anunciou nesta segunda-feira (21/05) o computador CLD5TV, cujo destaque é conter uma placa de televisão compatível com Linux.

Para se ter uma idéia, as duas fabricantes de placa de TV mais conhecidas, a PixelView e a Pinnacle, ainda não disponibilizam hardware equivalente que rodasse com o sistema operacional em código aberto.

A placa foi fabricada pela NXP a compatibilidade se deve ao uso dos circuitos integrados TDA8275A e SAA7131.

O PC, que faz parte da linha Digital Home, tem uma configuração média em relação ao disponível no mercado: processador Intel Celeron D, disco rígido de 80 GB e memória RAM de 512 MB. Além disso, vem com gravador de DVD, placa de fax modem, seis entradas USB, leitor de cartão de memória, mouse óptico, caixas de som, teclado multimídia e controle remoto.

Por meio do CLD5TV é possível congelar imagens da televisão como se fossem fotos, por meio da funcionalidade chamada Instant Photo.

O CLD5TV chega ao mercado com um preço médio de 1.399 reais, sem monitor, e está disponível nas lojas da Rede Ricardo Eletro, em Minas Gerais, Bahia e Espírito Santo; e pela Casa e Vídeo, no Rio de Janeiro. O produto só chega ao estado de São Paulo em junho.

PC World – 21/05/2007

Lula vai ao Paraguai negociar o fim dos entraves aduaneiros.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chega ao Paraguai na próxima segunda-feira (21/05) com a dura tarefa de acalmar o país vizinho, que reclama das excessivas barreiras comerciais impostas pelo Brasil aos "produtos paraguaios". Numa entrevista concedida nesta quinta-feira (17) à imprensa paraguaia, Lula antecipou que o seu governo pretende negociar o fim desses entraves aduaneiros.

"Eu quero dizer aos paraguaios que todas as dificuldades que travam as relações entre nossos países teremos de abolí-las. Nós queremos consolidar nossas relações com o Paraguai. Não tem sentido que um país do tamanho do Brasil, tenha que criar obstáculos para importar algum produto do Paraguai", disse o presidente Lula na entrevista, que está sendo reproduzida na edição desta sexta-feira (18/05) pelo jornal La Nación ( http://www.lanacion.com.py/noticias.php?not=159560).

O periódico estampou em sua manchete, que a declaração do presidente seria uma "contraproposta" que o governo brasileiro fará ao governo paraguaio, para sepultar uma suposta negociação de compra, por US$ 4 bilhões, da parte da hidrelétrica de Itaipu em poder do Paraguai.

Na entrevista, que também foi concedida por Lula ao jornal paraguaio "Última Hora", o presidente destacou, que acredita que muitas leis, decretos e resoluções, estariam freando as importações paraguaias. E que tal problema foi sendo construido ao longo dos anos. Uma flexibilização agora terá de passar pelo Congresso Nacional.

"Mas nós vamos trabalhar para que as relações comerciais entre o Brasil e Paraguai, entre o Brasil e o Uruguai e o Brasil e a Argentina, se transformem em algo salutar e produtivo para todas as partes. No caso do Paraguai, insisto, não há nenhum sentido que continue o superávit do lado brasileiro. É preciso que se produza um equilíbrio", frisou Lula.

O presidente também descartou a idéia de se criar um muro para barrar o ingresso de contrabandistas em Foz do Iguaçu. Considera o problema "crônico", mas já tomou a decisão de não criar um muro na fronteira. "Isso lembra Berlin e o México agora com os Estados Unidos. Não queremos muro", afirmou Lula, informando também, que haverá um encontro entre os ministros da Fazenda e representantes do fisco brasileiro e paraguaio para tratar dessas questões.

"Queremos uma relação fronteiriça de países civilizados, uma coisa moderna, onde os dois lados se sintam bem", destacou o presidente Lula.

Regime especial

Para dar conta do recado dado pelo presidente aos paraguaios, técnicos da Receita Federal estão se debruçando numa relação de produtos contrabandeados do país vizinho para o Brasil. A idéia é tentar identificar aquilo que não vem sendo produzido no país, e que poderia ser importado através de um regime especial aduaneiro.

A lista contém uma série de produtos eletrônicos e foi entregue ontem pelo Secretário da Receita Federal do Brasil, Jorge Rachid, aos representantes da indústria brasileira. A idéia do governo brasileiro é oferecer ao Paraguai uma lista de produtos eletrônicos que poderiam ser importados pelo Brasil, através de empresas importadoras. Na contraparte paraguaia, esses produtos somente seriam vendidos por empresas legalmente constituídas.

A Super-Receita pretende implantar as Nota Fiscal Eletrônica (NFe) nos dois lados da fronteira (Foz do Iguaçu/ Ciudad del Este), para que nas importações, o comércio identifique claramente a mercadoria, seu valor e quantidade adquirida que irá passar na Aduana.

Um sistema de pagamento de impostos simplificado também será criado e as empresas terão de antecipá-lo antes da passagem da mercadoria na Aduana. Os detalhes técnicos não foram divulgados pela Receita aos executivos da indústria. Mas os executivos foram tranquilizados, de que a intenção da Receita é encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei regulamentando essa questão.

Convergência Digital – 18/05/2007

Jorge Rachid tenta fechar acordo entre indústrias eletroeletrônicas.

O Secretário da Receita Federal do Brasil, Jorge Rachid, tentou ontem (15/05) fechar um acordo com a indústria eletroeletrônica sobre a questão paraguaia, mas não obteve pleno sucesso. Conseguiu, no máximo, que a indústria fará um levantamento daquilo que não tem produção no Brasil e que poderia entrar num eventual regime especial de importação. Nova reunião será realizada para apresentação do resultado desse estudo.

"Tanto a Abinee, quanto a Eletros foram contrários à adoção do regime especial. Isso deve gerar a possibilidade de amanhã nascerem outros locais, onde você terá o mesmo tipo de importadores pressionando, para que possam colocar produtos sem origem, aqui no Brasil. Sem origem, que eu quero dizer é sem origem Paraguaia", explicou Humberto Barbato, presidente da Abinee.

De fato, o problema levantado pela Receita Federal, é dúbio quanto aos objetivos finais pretendidos pelo presidente Lula: Alavancar o comércio paraguaio com o Brasil, mas ao mesmo tempo ajudar a dinamizar a indústria eletrônica do país vizinho.

O problema é que a Receita vê na pressão paraguaia contra o presidente brasileiro, a oportunidade que faltava para dar uma solução ao eterno problema do contrabando no Brasil. Entretanto, a Receita olha com bons olhos esse acordo, meramente do ponto de vista aduaneiro.

Estaria levando em conta, apenas, a oportunidade de formalização do mercado paraguaio, impedindo duramente o contrabando vindo do país vizinho. Mas não pensou, ou não está pensando o assunto, do ponto de vista industrial. Se do outro lado da fronteira, efetivamente há quem produza naquele país, os produtos eletrônicos que entrarão no Brasil em regime especial.

É aí que mora o perigo. Neste cenário, por exemplo, um acordo manifestado pelo Brasil com o parceiro do Mercosul, em tese poderá favorecer, a China. Este país asiático automaticamente poderá ampliar as suas vendas de produtos eletrônicos no mercado brasileiro, reduzindo os riscos de apreensão pelo fisco. Se valendo de um regime especial de exportações concedido ao Paraguai sem, contudo, a necessidade de instalar uma fábrica naquele país.

O argumento da Receita ontem na reunião com a indústria brasileira, foi que seria muito melhor que alguns produtos, sobretudo eletrônicos, fossem legalizados e passem a pagar imposto no Brasil, mesmo que simplificado, do que eles continuem entrando pelas portas dos fundos no país, através dos sacoleiros.

Humberto Bartato disse que a Abinee e a Eletros irão analisar a lista apresentada pela Receita Federal do Brasil, mas não há comprometimento algum de aprovação da mesma.

"Vamos promover estudos, sem nenhum tipo de compromisso. Apenas no sentido de colaborar. Agora, isso não quer dizer que tenhamos aceitado essa proposta. Ela pode criar muito dano à indústria nacional e isso nos preocupa muito", destacou o presidente da Abinee.

A proposta da Super-Receita não prevê componentes, partes e peças, como foi divulgado ontem pelo portal Convergência Digital. O fisco se ateve apenas aos produtos acabados. Porém, não há exceções nessa lista. Superficialmente analisando a proposta da Receita, os produtos vão desde um simples gravador digital, ou MP3, a até mesmo a computadores e carregadores de celulares.

Convergência Digital – 18/05/2007

Queda do dólar beneficia consumidores.

A variação cambial vem tendo reflexos no bolso do consumidor nos últimos três anos, desde que o dólar começou a cair. Já a cotação de ontem, quando chegou a R$ 1,95, só será percebida dentro de três meses, em média.

Isso porque o preço final dos importados é, em geral, definido no fechamento do pedido e os produtos só são remarcados quando as novas remessas chegam às gôndolas dos supermercados e às lojas. O repasse, no entanto, depende de outras variáveis e pode não ser feito.

"Nossos preços não dependem apenas da taxa de câmbio, mas da produção", diz o economista Flávio Godas, da Ceagesp. Com a queda da produção de salmão, no Chile, o preço do pescado no mercado internacional subiu, mas foi compensado com a queda do dólar. Para o consumidor, ficou tudo igual: R$ 12 a R$ 15 o quilo.

Com a valorização da farinha de trigo no mercado internacional, derivados como biscoitos e macarrão terão os preços mantidos, segundo a Associação Paulista de Supermercados (APAS). "Já azeites, vinhos e especiarias, que já vinham com boas ofertas, devem ter nova redução de 10%, com a queda do dólar", diz o vice-presidente da APAS, Martinho Paiva Moreira. "Isso, daqui a três meses, tempo para que os produtos comprados hoje, com o dólar baixo, cheguem às prateleiras." Vinhos do Chile e Argentina seguem com preços melhores frente aos americanos, graças ao transporte mais barato e acordos bilaterais com o Brasil. "E essa concorrência já faz com que produtores europeus reduzam o preço", diz Jorge da Conceição Lopes, diretor da Casa Santa Luzia com 1.300 rótulos.

Eletroeletrônicos, que já foram remarcados (34,4% nos aparelhos de DVD e 29,5% nos televisores em dois anos, segundo a Fipe) devem cair mais. "Com a maturação do processo econômico e essa tendência da baixa do dólar, teremos mais importações. Com mais oferta e concorrência ante os produtos nacionais, a expectativa é de que a redução nos preços de bens duráveis seja, a longo prazo, ainda maior do que a variação do dólar", avalia Celina Martins Ramalho, do Conselho Regional de Economia.

O Globo – 18/05/2007

Siemens substituirá Klaus Kleinfield.

Em comunicado divulgado nesta segunda-feira em seu website (21/5), a Siemens anunciou que vai substituir em julho deste ano o atual presidente e CEO da companhia, Klaus Kleinfeld, que teve o nome envolvido em escândalos de corrupção. Em seu lugar será nomeado como presidente e CEO o executivo Peter Loescher, 49, que chefiava a divisão de saúde humana do laboratório Merck desde abril do ano passado.

Kleinfeld deixará o cargo dois meses antes do previsto, já que tinha contato com a companhia até setembro. A decisão da Siemens em buscar um presidente fora de seu quadro de funcionários teve como propósito garantir que o próximo CEO não fique sob os holofotes das denúncias e de qualquer suspeita sobre contratos fechados no passado.

Promotores alemães acusaram executivos da multinacional alemã de atuarem de forma ilegal para melhorar os resultados da empresa. O primeiro escândalo envolveu a empresa e um sindicado de trabalhadores. A empresa teria pago propina a um líder sindicalista para fechar acordos favoráveis à empresa.

Os episódios de corrupção teriam ocorrido em 2001. Uma das investigações terminou com a prisão do presidente da divisão de automação da Siemens, Johannes Feldmayer.

A companhia também é suspeita de ter desembolsado mais de 400 milhões de euros em subornos para obter contratos no setor de telecomunicações. A justiça de vários países investiga as transferências de pelo menos 200 milhões de euros.

TI Inside – 21/05/2007

Governadora quer incentivar para atrair empresas de tecnologia.

A governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, anunciará, em junho, um pacote de medidas de incentivo para atrair empresas de tecnologia para o Estado. A informação foi dada nesta segunda-feira, 21/05, pelo secretário estadual de Desenvolvimento e Assuntos Internacionais, Nelson Proença, durante a abertura do IV HP Tech Symposium, que acontece em Porto Alegre.

De acordo com o secretário, as medidas a serem anunciadas formarão uma nova lei estadual de inovação e terão o objetivo de atrair investimentos para a área de software e biotecnologia. "Especificamente para a área de software, nossa lei seguirá o modelo das já existentes na Irlanda e na Malásia, consideradas as mais avançadas do mundo", disse Proença.

O secretário afirmou que a nova lei oferecerá benefícios fiscais para empresas que quiserem se instalar no Estado. "Não abriremos mão de impostos que já temos, mas dos que ainda não recebemos. As empresas interessadas poderão ter de volta parte do ICMS que recolherem", exemplificou.

Além de incentivar a ida de empresas para o Estado, a nova lei beneficiará a criação de novas empresas locais. "Outro ponto da lei prevê a criação de um fundo de venture capital com o objetivo de estimular as empresas locais", antecipou. Proença afirmou que os recursos serão privados, e que o Estado terá a função de articular os contatos entre as empresas e seus potenciais investidores.

Parte deste trabalho foi iniciado há cerca de dez dias, durante uma viagem do secretário a Nova Iorque, nos EUA. "Tivemos ali contatos com alguns investidores que se mostraram bastante interessados", revelou, deixando claro que o fundo deve ser formado por investidores tanto nacionais quanto internacionais.

Pesquisa e desenvolvimento

Além de novas empresas, Proença vem se movimentando para manter o Estado à frente na área de pesquisa e desenvolvimento. O secretário revelou que na última sexta-feira, 18, coordenou uma reunião entre representantes da Dell, HP e SAP e de 15 universidades do Rio Grande do Sul. "A reunião serviu para que as empresas dissessem às universidades como estas podem colaborar no fornecimento de mão-de-obra", disse.

A transferência da fábrica da Dell para São Paulo não desanimou Proença. "Eles levaram a fábrica, mas criaram aqui um centro de desenvolvimentod e software cuja folha de pagamento é três vezes a da fábrica. Sem desprezar a fábrica, para nós interessa mais a área de software, porque esta gera mais valior agregado", afirmou, lembrando não se importar com a nacionalidade do empreendimento, desde que ele gere empregos para gaúchos e gaúchas.

Convergência Digital – 21/05/2007

Texas Instruments ajuda professores a identificar alunos com dificuldade.

A Texas Instruments, cujas calculadoras tornaram a companhia conhecida no mundo todo, encontrou uma maneira de ajudar professores a identificar rapidamente quais alunos precisam de ajuda em matemática.

A chamada TI-Navigator envia sinais das calculadoras dos alunos para uma computador, permitindo que os professores corrijam e analisem erros dos estudantes em tempo real.

"O professor pode perceber que aluno não está entendendo a matéria" ao acessar que funções da calculadora os alunos escolheram para seus cálculos, disse Templeton durante o Reuters Global Technology, Media and Telecoms Summit, em Nova York.

As calculadoras e outros equipamentos educacionais da Texas Instruments representaram apenas 2,4 por cento do faturamento de 3,2 bilhões de dólares da companhia no primeiro trimestre. O restante foi gerado por vendas de semicondutores usados em celulares. A Texas Instruments é a maior fabricante de chips para telefones móveis do mundo.

Apesar disso, calculadoras, comuns em classes de matemática e de engenharia, são mais lucrativas que chips e a companhia as considera como uma parte importante de seus negócios, disse Templeton.

Com a TI-Navigator, mesmo os alunos mais tímidos em sala podem dar sinais aos professores sobre o seu desempenho. O equipamento envia os dados digitados pelos alunos sem necessidade de cabos.

O sistema permite que professores "obtenham respostas de cada estudante, não apenas dos mais falantes", segundo o site da Texas. Professores também podem identificar e corrigir erros comuns assim que ocorrem, e, se necessário, ajustar a didática ao longo do curso.

Templeton foi rápido em dizer que o sistema, lançado há cerca de dois anos, não é projetado para espionar os estudantes, mas sim para ser uma ferramenta de aprendizado.

Reuters Brasil – 16/05/2007

AUTOMOTIVO

Renault volta a apostar na Argentina.

A Renault voltou a apostar na Argentina. A montadora francesa anunciou ontem duas novidades para a fábrica instalada na província de Córdoba: a transferência total da linha de produção do modelo Clio, instalada no Brasil, e a produção de um novo carro médio. As duas ações absorverão cerca de US$ 80 milhões em investimentos.

Segundo informações da subsidiária da Renault no Brasil, a versão sedã do Clio deixará de ser produzida em São José dos Pinhais (PR) em junho. Até setembro, quando será interrompida a produção do hatch, estará concluída a transferência total da linha do modelo para Córdoba. A fábrica brasileira está abrindo espaço para a produção do novo carro, o Logan, que já começou a ser exportado, inclusive para a Argentina, e que chegará ao mercado brasileiro no final de junho. Na unidade argentina, onde já era produzida uma parte do Clio, além do utilitário Kangoo e o Mégane, as instalações serão ampliadas para receber o incremento de produção e o novo carro, cujos detalhes não foram revelados. Segundo a empresa, o novo modelo será lançado no final de 2008. Terá 50% de peças argentinas e 79% do Mercosul. A meta é produzir 35 mil unidades no primeiro ano, das quais 82% serão exportadas, inclusive para o Brasil.

A produção anual na fábrica da Argentina deverá passar das atuais 60 mil para 100 mil unidades. No Brasil, a previsão da direção da empresa é de passar de 68 mil veículos em 2006 para 112 mil, este ano. Nove anos depois da inauguração da sua fábrica brasileira, no Paraná, o maior desafio que a marca francesa Renault tem pela frente é convencer o consumidor brasileiro de automóveis com uma família e sem condições de investir em luxo a entrar no seu novo carro, o Logan, que começará a ser vendido no final de junho. É com esse carro que a montadora promete definitivamente conseguir o fôlego que lhe falta para disputar o mercado brasileiro numa posição mais confortável que a atual. Ela ocupa o 8ª lugar no acumulado do quadrimestre.

O carro feito para famílias de países emergentes foi projetado para acomodar três pessoas no banco traseiro e a bagagem no porta-malas melhor do que a concorrência, formada por veículos como o Siena, da Fiat e o Corsa seda, da General Motors. O que considera seu maior apelo de vendas só vai funcionar, porém, com uma boa dose de criatividade para convencer o consumidor a entrar no veículo. Com 3,2% das vendas de carros leves no país no acumulado de janeiro a abril, a Renault não conta com um número de lojas tão grande quanto as marcas mais tradicionais. Iremos onde o consumidor está , explica o vice-presidente comercial, Christian Pouillaude, sem revelar mais detalhes da campanha do veículo que será oficialmente apresentado no dia 12 de junho. Ontem a empresa anunciou que esse carro terá garantia de três anos. O Brasil será o sétimo país a ter uma linha de produção do Logan, nome criado pelos franceses numa alusão ao processo de log in dos computadores. O veículo já é feito na Romênia, Marrocos, Rússia, Colômbia e Irã.

Está em fase de lançamento também na Índia, onde a montadora francesa fez uma parceria com a Mahindra & Mahindra, montadora indiana. O primeiro lote de unidades do novo Logan, produzido na fábrica de São José dos Pinhais, já seguiu para a Argentina, onde o modelo foi lançado a preços em torno do equivalente a R$ 29 mil. No Brasil, a Renault ainda ainda não divulga valores. Já estão prontos também os carros que seguirão para o México. Nesse caso, o automóvel levará logotipo Nissan, a parceira da Renault, que tem maior participação no mercado mexicano. Pouillaude diz que a valorização do real atrapalha um pouco as vendas externas. Mas isso não interrompeu o cronograma de exportação do veículo. A fábrica de São José dos Pinhais prepara uma festa para comemorar a nova fase da montadora que há até o ano passado trabalhava num ritmo lento demais para o seu porte.

Nos últimos meses, foram abertos 800 postos de trabalho e desde abril a montadora opera em dois turnos, com total de 4.057 funcionários. A festa será para os próprios empregados e suas famílias. Cerca de 9 mil pessoas foram convidadas para a celebração no próximo domingo. Último Segundo – 18/05/2007

Montadora italiana aumenta participação na primeira quinzena, enquanto GM fica dois pontos percentuais abaixo da média anual. Ford e Volks mantêm participação. O Pálio novo deu um bom empurrão nas vendas da Fiat este mês, mas toda a linha da marca italiana teve bom desempenho de vendas na primeira quinzena, levando a Fiat a uma folgada dianteira, com uma participação de 26,7% nas vendas, 1,4 ponto percentual acima da participação média no ano, que é de 25,3%.

Volks, em segundo lugar, e Ford, em quarto, mantêm em maio a participação média do ano: 23,5% e 11,5%, respectivamente. Quem está perdendo este mês é a GM, que está com uma participação de apenas 19,1%, dois pontos percentuais a menos do que a sua média em 2007. Quer dizer: todo o crescimento da Fiat foi em cima da GM. Ainda há tempo para recuperação, pois estamos na metade do mês, mas nota-se um aumento de vendas da maioria dos modelos da Fiat.

O Palio está bem próximo do Gol, com 9380 unidades vendidas nos dez primeiros dias úteis, enquanto o Gol tem 9.961. O Uno está em terceiro, na frente do Celta e o Siena está em sexto lugar. Além disso, a picape Strada ficou entre os dez mais vendidos na primeira quinzena (nona colocada), com 2.370 unidades, na frente do Prisma. Ranking por empresa na primeira quinzena de maio

Montadora Part. 1ºQuinz.maio Part.2007 Fiat 26,70% 25,30% Volkswagen 23,50% 23,50% GM 19,10% 21,10% Ford 11,50% 11,60% Fonte: Renavan

Ranking por modelo na primeira quinzena de maio

Modelo Vendas 1º Gol 9.961 2º Palio 9.386 3º Mille 5.297 4º Celta 5.074 5º Fox 4.737 6º Siena 3.573 7º Corsa sedã 3.567 8º Fiesta 2.818 9º Strada 2.371 10º Prisma 2.085 11º Civic 1.940 12º Fiesta sedã 1.865 13º Ecosport 1.797 14º Saveiro 996 15º Kombi 897

Noticias Automotivas – 21/05/2007

Chery reconsidera acordo com Chrysler.

Ainda que a Chrysler e a Cerberus seguem festejando, a Chery já reconsidera seu acordo com o fabricante americano, para desenvolver um modelo pequeno em conjunto. Parece que ninguém da quase finada DC, foi a China informar a Chery do que estava acontecendo, o que provocou constrangimento no fabricante de Wuhu. Em consequência, Zhang Li, o diretor geral da Chery, informou a um diário financeiro, que sua empresa havia paralizado o desenvolvimento do subcompacto, até que renegociem seu acordo. Fica a pergunta, se a Chery não quer ganhar mais dinheiro neste acordo, já que os novos donos da Chrysler, estão dispostos a soltar mais verbas. A Chery pode aproveitar a situação, e chegar a um acordo bem interessante. A Chrysler precisa desesperadamente de um modelo global do segmento B, e o que dá para ver hoje, é que a Chrysler não tinha um plano B, no caso das coisas terem chegado a esse rumo. Agora é sentar e negociar, para não ficar para trás.

Noticias Automotivas – 21/05/2007

Linea está quase pronto.

O Linea, novo sedã médio que a Fiat produzirá no País, está quase pronto. O modelo começa a chegar às lojas no final do ano e foi flagrado rodando com disfarces durante a semana passada.

Conforme antecipado por Autos há um ano, trata-se do terceiro carro feito a partir da plataforma do Idea, monovolume lançado no Brasil em agosto de 2005 e cujo desenvolvimento contou com investimentos de R$ 500 milhões, segundo informações da fabricante.

Antes do Linea virá o hatch Grande Punto no final de julho. E para 2008 está previsto um utilitário-esportivo compacto - ambos feitos sob a mesma base.

Outra novidade, que equipará o sedã e deve chegar antes no Grande Punto, é o motor 1.9 flexível que rende até 130 cv ao ser abastecido apenas com álcool, além do câmbio manual de controle eletrônico.

Feito na Argentina, aos poucos esse propulsor tomará o lugar do atual 1.8 Flex de 114 cv fornecido pela GM e considerado "gastão" até mesmo por executivos da Fiat. Atualmente o 1.8 equipa o sedã Siena - que está prestes a ser reestilizado e perderá essa opção (confira no texto ao lado), além de Palio Weekend, Idea e Stilo.

Visualmente o Linea brasileiro será idêntico ao modelo feito na Turquia, cujas vendas tiveram início há menos de 15 dias. Õ carro tem a mesma dianteira do Grande Punto, traseira alta, com pára-choques e pára-lamas integrados numa única peça, além de porta-malas com capacidade para levar até 500 litros de bagagem.

Suas dimensões - 4,56 metros de comprimento por 1,73 m de largura - são próximas às dos principais rivais. O Toyota Corolla, por exemplo, tem 4,53 metros por 1,7 m.

De acordo com fontes ligadas à montadora, o sedã, que terá acabamento caprichado e itens como air bad duplo e ABS, partirá de cerca de R$ 55 mil.

Stilo semi-automático Conforme as mesmas fontes, o Stilo nacional deverá ser atualizado em agosto. No visual as alterações serão bastante discretas. O pára-choque dianteiro teve a parte inferior remodelada e as lanternas traseiras passam a ter lentes em novos tons.

A maior atração foi reservada para o conjunto mecânico. Além do motor 1.9 Flex, o modelo passará a ser oferecido, opcionalmente, com a caixa de mudanças manual com gerenciamento eletrônico que dispensa o pedal da embreagem.

Último Segundo – 21/05/2007

Europa tem queda de 1,8% na produção de autos.

As vendas no mercado europeu sempre são divulgadas com certo atraso, devido à todas as somas que necessitam ser feitas com todos os países da União Européia, mais alguns outros que não fazem parte do bloco econômico. Porém foram divulgados hoje, 18 de maio, os números deste mercado. Apesar de não termos muitos modelos similares, estas informações nos servem como base para conhecermos o que os europeus julgam por serem seguros, econômicos e confiáveis, qualidades que fazem de um modelo o campeão de vendas.

Neste mês foram comercilizadas 1,8% menos unidades do que no mesmo período do ano passado. Foram 22.742 veículos a menos com relação a abril de 2006. Foram emplacados, ao todo, 1.291.634 carros em toda a Europa neste mês. No acumulado do ano, os números ultrapassam a barreira dos 5,5 milhões. E quem levou, neste mês de abril, a maior fatia do mercado foi a Alemanha, com 264.871 unidades. O segundo lugar é da Itália, com 205.442, seguida por França (172.621), Reino Unido (170.163) e Espanha (121.721).

Já quando falamos dos modelos mais vendidos, a liderança do mês é do hatchback compacto Peugeot 207, com 37.260 unidades vendidas. A segunda colocação ficou com o Renault Clio III (35.241), seguido pelo alemão Volkswagen Golf V (34.879). O quarto lugar é do italiano Fiat Grande Punto (34.310), que chega ao Brasil ainda este ano. Completam a lista dos 10 mais vendidos do mês, o Ford Focus (32.988), Opel/Vauxhall Astra (31.732), Opel/Vauxhall Corsa (30.048), Ford Fiesta (29.190), Volkswagen Passat (25.184) e Renault Scénic/Grand Scénic (25.060). No acumulado do ano, o 207 é líder, seguido por Punto, Corsa, Focus e Clio.

Quando se fala de marcas, a liderança é da Volkswagen. Foram 133.857 unidades emplacadas, 2,4% a menos que em abril de 2006. A segunda colocação é da Renault, com 105.731 carros vendidos. O terceiro lugar é da Opel/Vauxhall, com 103.688 veículos, seguido por Ford (97.384), Peugeot (92.117), Fiat (82.231), Citroën (75.024), Toyota (71.878), Mercedes-Benz (58.011) e Audi (56.770). No acumulado do ano, a liderança também é da gigante alemã, com 531.246 unidades. A Opel/Vauxhall é a segunda, seguida por Ford, Renault e Peugeot. Destas cinco, apenas a Ford teve aumento nas vendas, com relação ao acumulado do ano passado (1,8%). A maior queda foi da Renault (12,3%), que agora está na quarta colocação (ante a segunda no ano passado).

Auto Diário – 18/05/2007

CONSUMER

Empresa japonesa apresenta teleóculos.

Uma empresa japonesa especializada em monitores microscópicos apresentou nesta segunda-feira (21) os teleóculos: uma pequena tela de TV a um par de óculos. A novidade pesa apenas 35 gramas e deve chegar ao mercado japonês ainda nesta semana por US$ 820 (o preço inclui os óculos).

O foco principal da novidade é o entretenimento, principalmente para aquelas pessoas que perdem muito tempo em nos transportes. A tela pode ser acoplada a equipamentos que reproduzem vídeos, como os tocadores digitais iPod, da Apple.

Outra função seria o uso do equipamento durante procedimentos médicos. Com os teleóculos, especialista poderia fazer uma cirurgia sem tirar o olho do paciente para checar monitores.

G1 – 21/05/2007

Usuários de eletrônicos americanos querem substituir TV.

Portais como o YouTube, o MySpace e o Google Vídeos têm dado asas ao conteúdo que há até poucos anos só era visto na telinha da televisão, mas uma pesquisa realizada com usuários de eletrônicos nos Estados Unidos revelou que a maioria quer mesmo é substituir o aparelho de TV por outras telinhas.

O levantamento "Plataformas Múltiplas para ver vídeos", realizado pela E-Poll com mais de 830 usuários de vídeos nos Estados Unidos revelou que 26% dos homens entre 13 e 34 anos já passaram a assistir o seriado ou o programa de TV preferido em outros equipamentos eletrônicos, como o computador de casa ou do trabalho (desktop), o notebook, o player digital portátil e o celular.

O computador, segundo o estudo, já responde como a plataforma preferida para assistir seriados e programas de TV, segundo 75% da audiência entrevistada nos Estados Unidos. O notebook ou laptop aparece em segundo lugar, com 46% da preferência dos que assistem vídeos. Pelo menos 16% dos entrevistados afirmaram ter trocado os vídeos da TV pelo vídeo do player digital portátil, 13% deles usuários exclusivos de iPod. Já outros 13% alegaram que já assistem TV (programação não ao vivo) pelo telefone celular. Pernambuco.com – 21/05/2007