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24/01/2008
GERAL
Texas Instruments: lucro por ação supera expectativas em 2007
A fabricante americana de semiconductores Texas Instruments divulgou nesta segunda-feira seu balanço de lucros, que ficaram acima das previsões para o quarto trimestre e acima das expectativas para todo o ano de 2007.
No quarto trimestre, o lucro líquido da companhia foi de 756 milhões de dólares, 54 centavos por ação, uma alta de 13% em um ano. O volume de negócios aumentou 3%, fechando a 3,56 bilhões de dólares.
A Texas Instruments esperava um ganho por ação entre 50 e 54 centavos, e lucros entre 3,5 e 3,66 bilhões de dólares.
Em todo o ano de 2007, o grupo obteve lucro líquido de 2,65 bilhões de dólares, ou 1,84 dólares por ação, uma queda de 39% em um ano. O volume de negócios retrocedeu 3% em relação a 2006, a 13,83 bilhões de dólares.
Os analistas esperavam um lucro por ação de 52 centavos no quarto trimestre e de 1,80 dólares no acumulado de 2007.
Funcionário da Texas Instruments, Jack Kilby, ganhou o prêmio Nobel de Física de 2000 pela invenção do circuito integrado
AFP – 23/01/2008

Venda global de chips cresce 12,6% em volume em 2007, mas faturamento sobe apenas 1,7%, diz IDC
Embora as vendas do mercado mundial de processadores tenham aumentado 12,6% em 2007 em termos de unidades, o faturamento desse setor cresceu apenas 1,7% no período, chegando a US$ 30,55 bilhões. O motivo para esse descasamento, segundo a consultoria IDC, foi a guerra de preços entre as duas principais empresas do setor, Intel e AMD, no início do ano, que limitou bastante o faturamento.
No último trimestre, em relação ao terceiro, porém, enquanto as vendas em unidades aumentaram 8,5%, faturamento cresceu 9,6%, chegando a US$ 8,7 bilhões. Nesse período, o IDC identificou estabilidade nos preços, situação menos prejudicial do que a verificada no começo do ano.
Entre o terceiro e o quarto trimestres, em unidades, as vendas de processadores para servidores aumentaram 17%. Já os chips para notebooks tiveram crescimento de 10,3% e aqueles para PCs de mesa (desktops), registraram expansão de 6,5%.
A média de preços do mercado foi bastante estável no trimestre, diz o diretor de pesquisa de Semicondutores do IDC, Shane Rau. Uma vez que processadores móveis e para servidores têm um prêmio em relação àqueles para desktops, eles elevaram a média de preços do mercado, afirma.
De acordo com o IDC, em todos esses segmentos, a parcela de chips de ponta e mais sofisticados cresceu em relação à fatia ocupada por processadores mais baratos e simples. Apenas entre os chips para notebooks, as vendas de produtos mais caros e sofisticados representaram 87,1% do total de componentes comercializados, contra fatia de 84,6% que tinham do mercado no terceiro trimestre.
O fato de os chips de ponta e mais sofisticados terem crescido mais que os processadores baratos em todos os segmentos manteve os preços ainda mais firmes, afirma Rau. Atribuímos esse resultado à política agressiva de preços que os fornecedores utilizaram ao introduzir novos produtos no segundo trimestre, combinado com a demanda por configurações mais robustas para que os PCs pudessem rodar o Windows Vista, avalia o analista.
Entre os dois últimos trimestres de 2007 a divisão de mercado não teve grandes alterações, de acordo com os números do IDC. A líder Intel ganhou 0,4 ponto percentual, chegando a uma fatia de 76,7%. A arqui-rival AMD, por sua vez, perdeu o mesmo 0,4 ponto percentual no intervalo, com sua participação recuando para 23,1% do mercado. Ambos valores são idênticos aos verificados no segundo trimestre do ano passado.
Por tipo de produto, a divisão entre as duas empresas mudou pouco. No segmento de processadores móveis houve a maior variação, com a Intel ganhando 1,1 ponto percentual, para 81,9%, e a AMD perdendo 1,1 ponto percentual, indo a 17,8%.
A vice-líder do mercado, por sua vez, elevou em 0,6 ponto percentual sua participação no segmento de chips para servidores, atingindo fatia de 14,6%. A rival perdeu 0,6 ponto percentual, indo a 85,4% de participação. No segmento de processadores para desktops, porém, as fatias permaneceram praticamente inalteradas, em 72,1% para a Intel e em 27,7% para a AMD.
O Globo – 22/01/2007
Fujitsu analisa fabricar chips com parceiros
A Fujitsu planeja tornar as operações de semicondutores uma unidade separada.
A medida poderia facilitar o caminho para alianças com outros fabricantes de chips.
Uma onda de consolidação no mercado de produção de chips está crescendo, com pesos-pesados internacionais como IBM e Samsung se unindo a outras fabricantes de chips para cobrir os pesados custos de desenvolvimento de produtos.
A Fujitsu, cujos chips são utilizados em produtos desde câmeras digitais e televisores de tela plana a supercomputadores, tem sido vítima da queda dos preços dos produtos e da redução dos lucros.
A companhia espera que a separação da unidade de semicondutores acelere a tomada de decisões nesse segmento, afirmou a empresa em um comunicado.
A Fujitsu deve manter a unidade de semicondutores como uma subsidiária durante algum tempo devido a escassez de compradores, de acordo com o presidente da consultoria de tecnologia J-Star, Yoshihisa Toyosaki.
Executivos de Fujitsu, cujos clientes incluem Canon e Kyocera, disseram esperar que a unidade de chips alcance lucro de 3 bilhões de ienes (28,10 milhões de dólares) no ano fiscal que termina em março, com vendas de 530 bilhões ienes --o que significa margem líquida de 0,6 por cento.
IBM e Samsung têm trabalhado junto com Infineon, Freescale Chartered Semiconductor, STMicroelectronics e Toshiba para desenvolver a próxima geração de chips de 32 nanômetros.
INFO Online – 22/01/2007
AUTOMOTIVO
Empate técnico nas vendas globais de GM e Toyota
Até agora nenhuma das duas maiores fabricantes mundiais de veículos, General Motors e Toyota, reivindicou a liderança de vendas em 2007. Ao que tudo indica há um empate técnico, no patamar de 9,3 milhões de unidades, de acordo com o resultado preliminar divulgado pelas empresas. No entanto o número da Toyota é ligeiramente superior ao da GM.
A GM divulgou na quarta-feira, 23, seu resultado com exatos 9 milhões 369,5 mil veículos vendidos no ano passado. A Toyota, que apresentou seu balanço anual treze dias atrás, contabilizou arredondados 9 milhões 370 mil unidades. A diferença desses números preliminares é de quinhentas unidades, ou quase a produção de um dia da fábrica de São Caetano do Sul, SP, de oitocentos veículos.
No entanto, de acordo com fonte da agência Autonews o número final que a Toyota pode divulgar nos próximos dias é 9 milhões 366 mil veículos em 2007. Caso essa informação seja confirmada a GM manterá a liderança, que já dura 76 anos.
Desempenho – O resultado preliminar da Toyota representa crescimento de 6%, obtido com o avanço das vendas fora do Japão. De acordo com a empresa a venda fora do país de origem foi de 7,1 milhões de unidades, aumento de 7% com relação a 2006. No Japão a Toyota entregou a seus clientes 2 milhões 260 mil veículos, incluindo as marcas Daihatsu e Hino, menos 4% na mesma base de comparação.
Com a GM aconteceu mais ou menos a mesma coisa. Nos Estados Unidos as vendas caíram 6%, mas em todas as outras regiões registrou seu melhor desempenho em cem anos de história. O resultado final mostra avanço global de 3% em suas vendas.
China e Brasil foram os mercados que mais contribuíram para o bom desempenho da GM. Foi a primeira a vender sozinha mais de 1 milhão de veículos na China, com crescimento de 18% sobre 2006. O Brasil superou o Canadá e, com 498,6 mil unidades entregues no mercado nacional, é agora o terceiro maior mercado GM, atrás de Estados Unidos e China.
AutoData – 23/01/2008

Brasil é prioridade para a Iveco
Já está definida a fatia que caberá à Iveco Latin America dos R$ 6 bilhões que serão investidos pelos Grupo Fiat no Brasil. Serão R$ 375 milhões para o triênio 2008/2010, R$ 125 milhões ao ano para ampliar a produção da fábrica de Sete Lagoas, MG, lançamento de novos produtos e também para expandir a rede de concessionários no Brasil.
A meta é abocanhar 10% do mercado nacional de caminhões até 2010, mas Marco Mazzu, presidente da Iveco Latin America, diz que nada impede que a montadora atinja seu objetivo antes do tempo previsto, já que o Brasil passou a ser área prioritária de crescimento para a empresa.
Até agora os planos estão dando certo. A participação de mercado da Iveco passou de 3,2% em 2006 para 5,3% em 2007, puxada principalmente pelo crescimento nas vendas de caminhões pesados – foram licenciados quase 2,5 mil Stralis no ano passado, em expansão acima de 200% sobre 2006, fazendo a Iveco fechar o ano com fatia de 15,7% no segmento de caminhões acima de 45 toneladas de peso bruto total, PBT.
Esses números são conseqüência direta da capacidade de reação que a Iveco teve no ano passado em contratar empregados, ampliar a produção e atender ao mercado rapidamente. No decorrer do ano a Iveco duplicou seu quadro de funcionários, totalizando 1,5 mil, que somado aos dos fornecedores diretos alcança 3,5 mil. Com isso a montadora produziu 8,8 mil veículos em Sete Lagoas, 45% acima do volume de 2006. Desse total 4 mil unidades foram de caminhões pesados, 300% a mais do que no ano anterior. Em 2008 esse ritmo será mantido, garante Mazzu.
O executivo também destaca o trabalho de marketing e vendas da empresa. No ano passado doze novos pontos de venda foram inaugurados, totalizando setenta concessionárias. Outro investimento feito pela montadora foi em relacionamento com clientes e prováveis compradores – e também na exposição da marca.
A renovação da linha de produtos virá também com a inclusão de novos modelos em segmentos nos quais a montadora ainda não está presente, como por exemplo no dos médios. Para o segmento de passageiros a montadora deve lançar um chassi de ônibus ainda em 2008, mas o executivo garante que essa área não é prioridade para a montadora no País.
As projeções para 2008 são conservadoras se for considerado o desempenho do ano passado. A expectativa é de avanço de 40% sobre 2007, o que significa vendas de 9 mil veículos.
No primeiro trimestre deste ano outra novidade na fábrica mineira será a inauguração do centro de engenharia da Iveco que dará ainda mais importância ao País dentro do grupo.
AutoData – 22/01/2008

Vendas da Citroën batem recorde no mundo
A Citroën fechou 2007 com recorde de vendas no mundo, um crescimento de 3,9% em relação ao mesmo período de 2006. Foram vendidos 1,461 mil carros, entre veículos montados e CKD, a melhor marca já obtida nos últimos quatro anos.
A Europa tem grande parte desse crescimento, com destaques para França e Itália. Foram comercializados 1,107 mil unidades, uma alta de 2,6% comparados com janeiro a dezembro de 2006. Berlingo, C1 e C3 foram os carros que tiveram bom desempenho em vendas.
O Mercosul também contribuiu para o crescimento da montadora, com o lançamento do C4 Pallas no Brasil e na Argentina, além das vendas da família Picasso. A Citroën vendeu quase 50 mil carros no Brasil, o que representou um crescimento de 43,2%. O C3 foi o carro que mais vendeu e obteve 57% do total de vendas da marca. Para 2008 a montadora já anunciou para junho a chegada da Grand Picasso.
Na Argentina, a Citroën ampliou as vendas em 46,4%, subindo meio ponto percentual, de participação, chegando a 4%. O carro que se destacou foi o Berlingo com crescimento de 58% nas vendas.
Ao contrário da Europa e do Mercosul as vendas da Citroën na China tiveram uma queda de 1,6%. Segundo a montadora isso se deve ao período de transição de produtos e da estrutura comercial.
Auto Informe – 22/01/2008

Venda de veículos cresceu 57%
As vendas totais de veículos na primeira quinzena de janeiro no mercado brasileiro registraram alta de 56,86% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Fenabrave. Foram comercializadas 179.424 unidades, contra 114.386 nos primeiros quinze dias de 2007. Em relação à primeira quinzena de dezembro, ocorreu uma queda de 21,62%.
Os dados incluem automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas e implementos rodoviários e levam em conta os emplacamentos. Considerando-se apenas as vendas de automóveis e comerciais leves, foram emplacados 95.712 veículos até o último dia 15, uma alta de 59,93% sobre os 59.845 dos primeiros 15 dias de 2007. Em relação à primeira quinzena de dezembro, houve uma redução de 24,19%.
Também cresceram as vendas de caminhões e ônibus (32,9%) e motocicletas (56,89%), comparando-se com a primeira quinzena de 2007. A Volkswagen reconquistou a liderança de mercado na categoria de automóveis, ficando com 26,43% das vendas.
A Fiat, líder no ano passado, teve 24,04%, a General Motors registrou 22,82% e a Ford ocupou 8,18% do mercado. O carro mais vendido no período foi o Volkswagen Gol (10.308 unidades), vindo em seguida Fiat Palio (7.070)
Automotive Bussiness – 22/01/2008

CONSUMER
TRF-1 compra novos micros da Itautec
O Tribunal Regional Federal da 1ª Região adquiriu microcomputadores da Itautec Tecnologia S/A. A empresa também prestará serviços de assistência técnica de garantia. A vigência do contrato vai até fevereiro de 2011. O número de equipamentos e o modelo não foram revelados. Mas o valor total da compra é alto: R$ 3.189.400,00.
Convergência Digital – 22/01/2008

IDC prevê início de ano ruim para fabricantes de processadores para PCs
A consultoria IDC prevê um início de ano difícil para as fabricantes de processadores, que deverão enfrentar, além de uma queda sazonal nas vendas, uma retração possivelmente maior por conta da crise econômica nos EUA.
Enquanto as vendas em unidades de processadores caem entre 6% e 7% entre o quarto e o primeiro trimestres, as preocupações econômicas nos EUA e seus efeitos nas compras de sistemas por corporações e consumidores podem significar um declínio ainda maior nos três primeiros meses de 2008, afirma o diretor de pesquisa de Semicondutores do IDC, Shane Rau.
Ele pondera, porém, que a debilidade do dólar frente outras moedas significa, na verdade, um desconto de preços em mercados fora dos EUA. Segundo Rau, isso está impulsionando a demanda de PCs e poderia ter um efeito mitigante.
De acordo com o IDC, o crescimento nas vendas de processadores móveis, para notebooks, deve continuar forte em todo o ano. Independentemente de como a demanda global vai afetar (esse segmento) no primeiro semestre de 2008, os processadores móveis vão continuar a registrar crescimento de dois dígitos neste ano e no caminho para superar os chips para PCs de mesa (desktops) em 2009, diz outro analista do IDC, Richard Murphy
O Globo – 22/01/2008

Lucro a Apple sobe mais de 50% no trimestre, mas empresa mantém cautela para o próximo período
A Apple encerrou o primeiro trimestre fiscal de 2008, finalizado em 29 de dezembro de 2007, com lucro líquido de US$ 1,58 bilhão, o que representa um crescimento de mais de 50% na comparação com a cifra de US$ 1 bilhão registrada no mesmo período do exercício fiscal anterior. O ganho por ação foi de US$ 1,76, contra US$ 1,14 em 2007. A receita da companhia no período foi de US$ 9,6 bilhões, ante US$ 7,1 bilhões no exercício anterior. A margem bruta de crescimento foi de 34,7%, enquanto a vendas internacionais representaram 45% das receitas totais no trimestre.
Nos três primeiros meses do ano fiscal, a Apple vendeu cerca de 2,3 milhões de computadores Macintosh, o que representou um crescimento de 44% em número de unidades e de 47% em termos de receita em relação a igual período um ano antes. Já a vendas de iPods atingiram cerca de 22,1 milhões de aparelhos, um aumento de 5% em unidades e de 17% em receita, e a de iPhones alcançaram cerca de 2,3 milhões de unidades.
Apesar do desempenho recorde no período, as previsões da companhia para o próximo trimestre estão abaixo do estimado pelos analistas. A Apple disse que espera receitas de cerca de US $ 6,8 bilhões para o segundo trimestre e ganhos por ação US$ 0,94 centavos. As estimativas de Wall Street era de um lucro por ação de US$ 1,09 e receitas totais de US $ 7 bilhões.
O diretor financeiro da Apple, Peter Oppenheimer, deu duas razões para a previsão menor. “Um declínio nas vendas de software e a desaceleração normal dos negócios depois do Natal”, disse ele ao jornal The New York Times. Na verdade, o executivo disse que as vendas do iPod nos Estados Unidos pouco se alteraram no trimestre, embora as vendas do tocador de música digital no exterior foram muito fortes. Já o iPhone permaneceu como o ponto brilhante para a empresa. De acordo com Oppenheimer, Apple vendeu 2,3 milhões de unidades do smartphone no trimestre e deve fechar o ano com 10 milhões de aparelhos comercializados, como o previsto.
A Apple, contudo, sabe que uma desaceleração da economia é suscetível de atingir as empresas de tecnologia, que dependem do consumo para seus produtos. Na semana passada, a Sprint Nextel anunciou que estava perdendo clientes de forma mais rápida do que o esperado, o que aumentou o receio do mercado de que os gastos com celulares e outros dispositivos móveis devem se retrair em toda a indústria. Intel também foi cautelosa quanto as perspectivas financeiras na semana passada, em parte devido a preocupações com a possibilidade recessão da economia americana.
TI Inside – 22/01/2007

Intel inicia vendas de processador dual core da família Celeron
Modelo E1200, de 1,6 GHz, torna unânime a presença de processadores de núcleos múltiplos nas famílias de processadores da Intel.
A Intel começou a distribuir um processador Celeron dual core, o primeiro chip para desktops de baixo custo que a empresa fabrica com dois núcleos.
O modelo Celeron Dual-Core E1200 de 1,6 GHz é baseado na arquitetura de microprocessadores de 65 nanômetros da Intel.
O chip possui 512 KB de cache e utiliza uma interface com 800 MHz para se conectar à memória principal e aos outros componentes da máquina.
O lançamento do E1200 releva o quão predominantes os chips dual core se tornaram. A família Celeron é a linha de processadores de baixo custo da Intel, abaixo da família Pentium e das linhas de alto custo Core 2 Duo e Core 2 Quad. Com o lançamento do Celeron E1200, a Intel possui processadores de núcleo múltiplo em todas as suas famílias de produto.
Atualmente, a Intel comercializa o processador no mercado por 53 dólares, em pacotes de mil unidades. Os modelos dual core da família Pentium custam entre 64 e 84 dólares.
IDG Now – 22/01/2007

Philips venderá sua participação na LG.Philips LCD
A Philips Electronics planeja vender a maioria das suas ações na empresa fabricante de telas planas LG.Philips LCD a partir deste ano. Em outubro de 2007, a Philips reduziu sua participação de 33% para 19,9% na LG.Philips LCD.
Os investidores aguardavam para saber o que empresa faria com as ações remanescentes, que estão valorizadas em aproximadamente US$ 3 bilhões. De acordo com Gerard Kleisterlee, presidente da Philips, a empresa de eletrônicos optou por esperar a recuperação dos mercados mundiais para vender suas ações.
Kleisterlee alegou que a produção de telas planas não era o principal negócio da empresa. A LG.Philips LCD, segunda maior fabricante de LCD do mundo, informou no começo do mês que planeja uma aliança estratégica com uma ou duas fabricantes de televisores.
Gazeta Mercantil – 23/01/2008

IDENTIFICATION
Usuários de passe estudantil reclamam de débito indevido na catraca eletrônica
Não bastassem as dificuldades encontradas no início do mês para adquirir o passe estudantil, alunos que fazem o curso de verão da Universidade de Brasília (UnB) enfrentam agora outro obstáculo. Eles reclamam que o preço integral da passagem está sendo debitado do cartão de bilhetagem eletrônica, quando eles deveriam pagar apenas um terço do valor. A empresa responsável pelo sistema, a Fácil, ainda não sabe o que está causando o erro e promete ressarcir os prejudicados.
O aluno de Geografia da UnB Oséias Almeida Silva tem problemas com o cartão desde que comprou créditos, na semana passada. “Eu deveria pagar R$ 1, mas a máquina debita R$ 3, ou seja, o preço normal”, reclama. Quando percebeu o erro, o estudante procurou a empresa Fácil, onde um atendente não soube dar informações e outro o mandou preencher uma ficha de ocorrência. “Todos os dias que isso acontece tenho que ir lá e fazer um novo requerimento, o que me faz gastar tempo e dinheiro, além do transtorno de ter que ficar lutando por uma coisa que é meu direito”, conta indignado.
O gestor de sistema de bilhetagem eletrônica da empresa Fácil, Denílson de Borba, apresentou mais de uma justificativa para o ocorrido. Segundo ele, o débito integral pode acontecer quando o usuário utiliza o passe mais de quatro vezes por dia – a quantidade máxima permitida de viagens -, quando o cartão é utilizado em uma linha não cadastrada pelo aluno, se o cadastro de 2008 não foi feito, ou se a viagem é feita em um domingo ou feriado.
No entanto, os estudantes que reclamam da cobrança indevida garantem que nenhuma das possíveis causas se enquadram. “Eu sempre sigo as regras direitinho, isso não faz sentido”, reclama o aluno de Letras Marcos Fernando Justino da Silva.“Apesar de eu ter cadastrado várias linhas, hoje, por exemplo, tive que pegar um ônibus para a W3 norte e descer a pé para a UnB porque é o único que está debitando o valor certo”, conta.
Sem explicação
Ao saber que as justificativas dadas não são compatíveis com a situação dos alunos, o gestor de sistema de bilhetagem eletrônica da empresa Fácil, Denílson de Borba, não soube explicar o motivo do erro. “Preciso do código e do extrato do cartão ou CPF desses usuários para poder localizá-los no sistema e dizer o que está acontecendo”, disse. Ele garantiu, porém, que todos aqueles que tiverem o crédito descontado além do valor de direito devem registrar o caso no setor de pós-venda da Fácil (Setor de Diversões Sul – Conic – Edifício Boulevard Center, primeiro subsolo).
Se comprovado o erro, eles serão reembolsados. Em caso de dúvidas, devem ligar para 0800 94 12345, 3246-1012 ou enviar um e-mail para sac@facildf.com.br . “É muito importante também que eles anotem o nome dos atendentes que lhes dão informações desencontradas para tentarmos resolver internamente essa questão”, completa.
Correio Web – 22/01/2008

INDUSTRIAL
Dismel investirá R$5 milhões em duas novas lojas
Principal rede de lojas de materiais de construção do estado, a Dismel vai investir este ano R$5 milhões na abertura de duas novas unidades na Bahia. O plano de expansão do grupo, confirmado ontem durante coletiva com a imprensa, acompanha ainda o anúncio sobre a entrada da companhia no mercado de automação industrial, com a aquisição da Tecnaut, operação avaliada em R$2 milhões.
De acordo com a diretora de planejamento da Dismel, Lorena Fraga, os dois novos empreendimentos, com cerca de três mil metros quadrados cada, serão inaugurados no segundo semestre, sendo um em Salvador e outro em Feira de Santana, gerando um total de 200 novos postos de trabalho. “Além disso, temos planos de abrir mais duas lojas em 2009”, revelou. Aliado aos estabelecimentos em curso, a empresa anunciou, para o mês de março, o início das atividades nas novas instalações do seu centro de distribuição, localizado no bairro de Pirajá.
Holding já consolidada no ramo de comércio e serviço, a Dismel passa a marcar presença também na indústria, com a compra da Tecnaut, uma das maiores companhias do Nordeste na área de automação. “O grupo, que já tem muita força no varejo, passa a adquirir, a partir dessa operação, uma significativa carteira de clientes no segmento industrial”, ressaltou o diretor geral da Tecnaut, Frederico Faria dos Reis. Criada em 1993, a unidade tem entre sua clientela corporações como a Braskem, Ford, Petrobras e Pirelli.
Segundo o executivo, a integração com a rede, que detém agora 70% da empresa, irá possibilitar uma ampliação expressiva no volume de vendas da Tecnaut, o qual deverá saltar de R$15 milhões para R$30 milhões em 2008. Para Lorena Fraga, a nova composição vai contribuir ainda para uma ampliação, em torno de 37%, no faturamento do grupo Dismel, que deve alcançar, no balanço deste ano, a cifra de R$90 milhões. Em virtude das negociações para a aquisição do novo negócio, a organização havia resolvido adiar para este ano a implantação das suas novas lojas, planejamento anunciado anteriormente para 2007.
Fundada em 1962, a Dismel conta atualmente com cerca de 400 funcionários e três unidades em operação na Bahia, resultando em uma área de vendas total de dez mil metros quadrados, além de um mix com mais de 20 mil produtos. O grupo é composto hoje pelas empresas Dismel Comércios e Serviços, Alcance Soluções Tecnológicas e Tecnaut. Aliado aos novos investimentos previstos para 2008, está também a participação da rede no Carnaval de Salvador, através do patrocínio do camarote do cantor Ricardo Chaves, parceria que envolveu um apoio de R$50 mil.
Correio da Bahia – 23/01/2008

Software inédito vai monitorar qualidade da cachaça
A 'branquinha' produzida no Brasil contém muito mais elementos de não-conformidade do que o olho humano pode identificar ou o paladar detectar. A produção da cachaça de alambique gira em torno de 1,5 bilhão de litros por ano no País, mas menos de 1% é considerada de qualidade.
Para mudar esse cenário, um software deve chegar ao mercado a partir do segundo semestre de 2008, voltado exclusivamente para rastrear todas as etapas da produção e oferecer dados suficientes para melhorar a gestão dos empreendimentos.
A equipe de trabalho é formada por dois especialistas em cachaça dois mestres em desenvolvimento de sistemas e dois programadores. O software, inédito, está sendo desenvolvido na Bahia a partir de recursos acima de R$ 100 mil, destinados a fundo perdido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb).
A EQS Informática, empresa que integra a Bahia Digital - Rede Empresarial de Tecnologia da Informação, é a responsável pelo desenvolvimento do sistema. O projeto conta também com a participação das faculdades FTC e FTE, além da expertise da consultoria Agroindustrial BFLM Ltda.
Segundo explica o diretor da EQS, Fabrício Campos, o software de controle da produção da cachaça está sendo aplicado a todas as etapas de produção: agroindustrial, armazenagem/envelhecimento/envase, distribuição e gestão de recursos.
"Os custos envolvidos, quando não controlados, comprometem a lucratividade, a sobrevivência da empresa e também a qualidade do produto. Com o software, será possível conhecer a procedência da cachaça, assim como já é feito com o vinho", explica. Com o rastreamento do processo produtivo, a redução de perdas pode chegar a 30% da produção.
Em todo o País, não existe um software específico para o controle da produção da cachaça. Todos os mecanismos atualmente usados, segundo afirma Fabrício Campos, são baseados em planilhas simples ou softwares adaptados. Com a inovação tecnológica em processo de testes, os produtores poderão registrar todos os dados relativos a investimentos, insumos, mão-de-obra, capital de giro, procedimentos técnicos, custos, dentre outros.
A perspectiva é que, de posse desses relatórios, as associações e representantes de produtores identifiquem, com mais facilidade os problemas existentes na cadeia produtiva, formulando diagnósticos indispensáveis para a proposição de políticas públicas para o setor. O software tem como fundamento os parâmetros do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Toda empresa produtora de cachaça será um cliente potencial. De acordo com dados da Federação Nacional das Associações de Produtores de Cachaça (Fenaca), o número de estabelecimentos produtores da bebida ultrapassa a casa das 30 mil unidades. A Fenaca estima ainda a existência de mais de 150 mil empregos diretos.
O Estado da Bahia é o segundo maior produtor de cachaça de alambique do Brasil, atrás de Minas Gerais, com o volume de 50 milhões de litros por ano. Estima-se que apenas um milhão de litros são produzidos formalmente na Bahia.
Em todo o Estado, existem cerca de sete mil alambiques, dos quais 99% são clandestinos. A cadeia produtiva é responsável pela manutenção de 35 mil postos de trabalhos locais.
O público-alvo também inclui os alambiques que estão investindo em certificações como a do Instituto Baiano de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Ibametro). A Certificação de Conformidade e as demais exigem anotações de controle de todas as etapas - muitas vezes realizadas de forma manual ou em planilhas desenvolvidas por cada estabelecimento.
O software também significa uma nova perspectiva para a exportação e para a comercialização da cachaça em bares, restaurantes e hotéis de luxo. Da produção anual de 1,5 bilhão de litros de cachaça, apenas 14 milhões de litros têm como destino o mercado externo.
"O principal é você passar para o consumidor a certeza de que o produto tem qualidade", destaca o consultor do Sebrae na Bahia para o Programa Estadual de Derivados de Cana-de-Açúcar, Bráulio Araújo.
O título de cessão de uso do software deverá exigir um custo mensal médio de R$ 50 para o produtor, valor que poderá variar em função do número de módulos solicitados - cada etapa produtiva equivalerá a um módulo.
A EQS Tecnologia projeta a locação e implantação de 200 cópias do sistema, no primeiro ano. No segundo ano, a estimativa aumenta para mais 300 cópias e, no terceiro, o acréscimo de mais 300 cópias.
A taxa de retorno do investimento deve superar a margem de 40% no prazo de dois anos. A comercialização terá como premissa básica a construção de um software auto-explicativo, bem documentado, com um sistema de help-desk online, via ambiente virtual.
Sobre a EQS Tecnologia
A EQS Tecnologia foi fundada há seis anos, em Salvador. Localizada no bairro do Rio Vermelho, a empresa fatura R$ 200 mil por ano. Especializada em automação comercial, a EQS já informatizou dezenas de empresas, dos mais diferentes ramos de atividades, tanto no varejo quanto no atacado.
A proposta é analisar os processos e intervir nas áreas das organizações que possuem relacionamento direto com clientes, setores como vendas, marketing e atendimento, propondo conceitos formas de trabalho e tecnologias para obter maior satisfação do público-alvo e melhores resultados financeiros.
O software Integrato, atual carro-chefe da empresa, possui soluções integradas e modulares para as áreas gerencial, frente de loja e de serviços.
A Bahia Digital - Rede Empresarial de Tecnologia da Informação reúne as empresas localizadas em Salvador e microrregião, bem como na cidade de Feira de Santana, especializadas em desenvolvimento de software, infra-estrutura e serviços de consultoria em tecnologia da informação e comunicação (TIC).
Organizadas em rede para oferecer soluções tecnológicas ao mercado nacional, a Bahia Digital é apoiada pelo Sebrae, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet - Regional Bahia (Assespro), Sindicato das Empresas de Processamento de Dados da Bahia (Sinepd), Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex - Salvador), Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb).
Gazeta Online – 22/01/2008

Automação impulsiona mercados do Brasil e México
Os mercados brasileiro e mexicano de PLCs (dispositivos usados na indústria como interface entre homem e máquina) e DCSs (sistemas de controle distribuído de processos) tiveram uma receita de US$ 448,7 milhões em 2006 e devem atingir US$ 926 milhões em 2012, segundo dados da Frost & Sullivan.
Uma recente análise da consultoria de mercado afirma que as empresas estão percebendo os benefícios obtidos com estas soluções assim como o aumento na produtividade resultantes da implementação destes equipamentos, como principais fatores de atratividade.
Ainda de acordo com a Frost & Sullivan, os vendedores de soluções de automação encontrarão oportunidades lucrativas se promoverem a habilidade de seus produtos em melhorar o controle da fábrica, reduzir custos operacionais e conectar sistemas de automação com sistemas de gerenciamento como SAP e ERP.
Os responsáveis pela maioria da receita no mercado de PLC e DCS estão presentes nos setores automotivo, óleo e gás, metal e mineradoras, papel e celulose e química e outros. Não apenas seus grandes investimentos ajudaram a impulsionar este segmento, mas também a mudança de fábricas dos Estados Unidos para o México.
IT Web – 22/01/2008

TELECOM
ZTE entre Manaus e SP para fabricar modem para banda larga móvel
A fabricante chinesa ZTE está em processo final de seleção do parceiro e de local onde irá iniciar a manufatura local dos equipamentos. Além dos modems USB, a empresa chinesa também produzirá placas PCMCIA. Objetivo é explorar o potencial de mobilidade da 3G. Até o final do ano, a fabricante terá celulares para a tecnologia, destas vez, apostando na marca ZTE, também manufaturados localmente.
O anúncio da fabricação local de modems USB e de placas PCMCIA para Terceira Geração e dos handsets, estes últimos a partir do último trimestre do ano, aconteceu nesta terça-feira, 22/01, na capital paulista. O local da fábrica - que será terceirizada -, no entanto, não foi definido ainda. A empresa chinesa está entre São Paulo e Manaus, em função da "guerra fiscal" travada entre os dois Estados.
"Estamos em processo final de negociação. O anúncio deverá acontecer nas próximas semanas", afirmou Eliandro Ávila, que respondia pela vice-Presidência da ZTE Brasil, e agora, foi nomeado CEO(Chief Executive Officer) no País. Ele assegurou, no entanto, que a parceria com a Aiko (Evadin) para a produção de celulares GSM será mantida.
"O nosso processo de definição de fábrica envolve a questão da produção local de modems USB e de placas PCMCIA. Os celulares 3G com a nossa marca também podem entrar nessa escolha, mas a parceria com a Aiko está em vigor e permanecerá. Os celulares GSM continuarão sendo vendidos", explicou Ávila.
A ZTE, no entanto, não adiantou quanto será investido no Brasil para o início da produção local desses equipamentos, disse apenas que o aporte de recursos foi triplicado pela matriz. No mundo, a ZTE já vendeu mais de dois milhões de unidades de modems e/ou placas para 3G. Aqui, segundo o executivo, a fabricante já fechou três contratos de fornecimento com operadoras móveis. Produção deverá começar o quanto antes.
"Acreditamos muito no potencial da banda larga móvel com a Terceira Geração. Esse é um mercado crescente mundialmente", completou Ávila. Com relação à 3G, a companhia mantém planos que vão além dos modems e dos handsets.
Apesar de ainda não ter assinado nenhum contrato de fornecimento de infra-estrutura com operadoras móveis, a ZTE assegura que está participando das licitações de infra-estrutura, mas descarta planos de produção local para ERBs (Estações Radiobase) para a tecnologia.
"Estamos disputando o mercado e queremos, sim, estar nele. Mas é verdade, também, que ainda não conseguimos nenhum contrato nessa área", completou Ávila. Sem revelar dados locais, a ZTE informa apenas que planeja "triplicar" o faturamento no Brasil em 2008, seguindo a tendência registrada no ano passado. "O Brasil foi um dos mercados-chave da companhia", completou o novo CEO da fabricante.
Um mercado em evolução
Oficialmente os dados sobre a banda larga móvel são ainda incipientes no Brasil, mas todas as operadoras já iniciaram a venda de modems USB e/ou placas PCMCIA em função do incremento das vendas de notebooks no país. Com a 3G, a venda desses equipamentos devem agilizar o mercado. Mundialmente, em países mais avançados, como a Suécia, por exemplo, os modems já superam, inclusive, a venda de handsets na tecnologia.
No Brasil, os equipamentos ainda são importados. A Sony Ericsson promete o início da produção local de placas PCMCIAs para o mês de fevereiro. Agora é a vez da ZTE que quer iniciar a manufatura ainda no primeiro trimestre deste ano. A produção local implicará mudanças de planos na principal fornecedora do produto, a também chinesa Huawei.
A companhia detém boa parte do mercado brasileiro, mas importa 100% dos produtos. No final do ano passado, a Huawei também anunciou uma fábrica, no Espírito Santo, mas não revelou quais produtos serão manufaturados na unidade.
IT Web – 17/01/2008

Kyocera compra unidade de celulares da Sanyo por US$ 468 milhões
A fabricante de celulares japonesa Kyocera anunciou a compra da unidade de celulares da Sanyo, numa transação avaliada em 40 bilhões de ienes (o equivalente a US$ 375 milhões), o que a transformará na sexta maior fabricante de celulares do mundo. O negócio é resultado do plano de reestruturação que os grandes acionistas estão implementando na empresa, como o banco Goldman Sachs e a Daiwa Securities SMBC, braço na área atacatista da Daiwa Securities Group, para melhorar seus resultados.
Com a aquisição, a Kyocera espera também impulsionar suas operações, hoje bastante combalidas por falta de alcance global da companhia. "Precisamos fortalecer nossas operações em outros continentes, mas nossos próprios recursos são limitados", afirmou o presidente da Kyocera, Makoto Kawamura, ao The Wall Street Journal. "Não podemos esperar um rápido crescimento no mercado doméstico com tantos fabricantes de celular e tanta competitividade", acrescentou o executivo.
Mas os analistas de mercado avaliam que o negócio não deve trazer o crescimento que a Kyocera espera para competir em pé de igualdade com gigantes como a Nokia e a Samsung. De acordo com uma pesquisa do Gartner, a fabricante japonesa ficou na nona colocação no mercado de celulares no terceiro trimestre de 2007, enquanto a Sanyo ocupava a décima posição. Mesmo com as operações combinadas, ela ainda ficaria atrás da Nokia, Samsung, Motorola Sony Ericsson e da LG Electronics, segundo o instituto de pesquisas.
A transação está sujeita às aprovações de praxe e a previsão é que seja concluída até 1º de abril. Com a venda, a Sanyo vai se concentrar na fabricação de baterias recarregáveis.
TI Inside – 21/01/2008

Samsung com GPS
A Samsung apresentou o seu primeiro smartphone com GPS integrado.
Com um design simples e profissional, o i550 da Samsung possui um ecrã TFT de 2.6 polegadas e um sistema de navegação por trackball.
Utilizando tecnologia GPS, este smartphone apresenta mapas de navegação com diferentes formatos de visualização, nomeadamente 2D, 3D, seta direccional e visão nocturna.
Tudo isto é controlado pela versão S60 do sistema operacional Symbian, que permite a utilização simultânea de diferentes aplicações no telemóvel.
Com capacidade para aplicações multimédia e acesso à Internet, o Samsung i550 suporta comunicação de dados HSDPA, possui uma câmara de 3.2MP e software para edição de fotografias.
BIT – 21/01/2008

Dezembro foi o melhor mês da história em adição de novos celulares no País
O Brasil ganhou 21 milhões de novos usuários de celular no ano de 2007, o que fez dele o melhor ano da história da telefonia móvel no País, serviço lançado no início dos anos 90.
O último mês do ano respondeu por boa parte desse sucesso, segundo dados divulgados hoje (17/01) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Em dezembro, foram adicionados 4,66 milhões de clientes, o que também fez dele o melhor dezembro da história.
O número superou todas as previsões, inclusive da Anatel. O presidente da Vivo, Roberto Lima, chegou a estimar recentemente que o mercado ganhasse 4 milhões de clientes no Natal - foi a previsão mais próxima da realidade.
Com um crescimento de 21,08% sobre 2006, o Brasil fechou o ano com 120,98 milhões de usuários de celular, o que equivale a 63,59 linhas em cada 100 habitantes, teledensidade que cresceu 19,43% no ano.
A agência lembrou que, em 1997, o Brasil tinha 4,6 milhões de usuários de celular, número que saltou para uase 121 milhões 10 anos depois.
O ranking das operadoras se manteve inalterado. A Vivo fechou o ano com 27,68% de participação, mas ainda poderá acrescentar a base da Telemig, assim que assumir sua gestão. Já a TIM tinha 25,85% do total em dezembro e a Claro, 24,99%.
A Oi detinha 13,21% do total em dezembro, mas no final do ano acertou a compra da Amazônia Celular com a Vivo, o que poderá elevar seu total. Além disso, caso a suposta fusão com a Brasil Telecom se efetive, ela poderá adicionar a participação de 3,6% do total que esta detém no mercado.
Computer World – 22/01/2008

Nokia Siemens vence a disputa para fornecer rede 3G para a Oi
A Nokia Siemens afirmou que venceu a disputa para o fornecimento de rede de telecomunicações móvel de terceira geração para a operadora brasileira Oi, antiga Telemar, mas não revelou o valor total do negócio.
"Confirmo que obtivemos a encomenda", afirmou a porta-voz da Nokia Siemens Riitta Mard, acrescentando que havia outra empresa interessada no fornecimento da rede.
3G
3G ou Terceira Geração é um termo genérico que cobre várias tecnologias para redes de telefonia sem fio do futuro. Combina Internet móvel de alta velocidade com serviços baseados em IP (Internet Protocol). A tecnologia 3G permite acesso mais do que rápido à banda larga e torna viável o download acelerado de arquivos de som e imagem nos aparelhos móveis.
Oi
A Oi é a maior companhia de telecomunicações do Brasil em faturamento e número de telefones instalados. Seus serviços abrangem telefonia fixa, telefonia móvel, comunicação de dados, internet e televisão por assinatura. Detém a concessão para operar em telefonia fixa local em 16 Estados das regiões Norte, Nordeste e Sudeste e autorização para prestar serviços de mobilidade em 17 Estados - os mesmos 16 com o acréscimo de São Paulo, para o qual arrematou licença em setembro de 2007, em leilão promovido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A Oi também atua com autorização em todo o território nacional na prestação de serviços de comunicação de dados, internet e longa distância, com o código 31
Estadão – 20/01/2008

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