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23/11/2007
GERAL
Peso dos chips em importações é de R$ 2,9 bi
A tendência é de alta para os próximos anos à medida que chips e memórias são cada vez mais onipresentes
Nos 12 meses completados em setembro deste ano, o Brasil importou US$ 2,9 bilhões em chips, os circuitos integrados que combinam diversos dispositivos de semicondução, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. A estabilidade vem depois de cinco anos de grande crescimento das importações. Entre outubro de 2001 e setembro de 2002, foram importados US$ 1,3 bilhão em chips.
Segundo números da Abinee, a entidade que congrega o setor eletroeletrônico, os semicondutores, incluindo diodos e transistores (dispositivos que fazem parte do chip), compõem o segmento de maior peso no total das importações do País. No ano passado, representaram US$ 3,3 bilhões e este ano, até setembro, US$ 2,5 bilhões já foram importados.
A tendência é de alta para os próximos anos à medida que chips e memórias são cada vez mais onipresentes. Os semicondutores, em especial os chips e as memórias, são o coração dos produtos de vendas mais crescentes em eletroeletrônicos e informática, como tocadores de música digital, telefones e outros dispositivos móveis, câmeras digitais e computadores pessoais. E chegam em produtos de outros setores, como nos automóveis, que já trazem mais software e poder computacional.
Para piorar a situação, a produção local ficou nula a partir do começo dos anos 1990, quando as fábricas locais foram fechadas. A Texas Instruments, a NEC e a brasileira Itautec já tiveram produção no País (havia cerca de 20 empresas ao fim da década de 1980). "Falar da viabilidade de semicondutores é como discutir sobre a necessidade de se ter uma indústria automobilística. Claro que ambos são imprescindíveis", costuma dizer Wanderley Marzano, responsável pela indústria de semicondutores da Abinee.
Durante o governo Fernando Henrique Cardoso, a Intel, maior fabricante de chips para computadores do mundo, avaliou a abertura de uma fábrica estimada em US$ 420 milhões que poderia ser montada no Brasil ou na Costa Rica, com mais chances para aqui. Com a falta de interesse demonstrada pelo governo federal e os melhores incentivos do país centro-americano, o Brasil perdeu o investimento. Desde então, a empresa ainda abriu fábricas no Vietnã e na China.
TV digital chamou atenção
As coisas não melhoraram com o governo Lula. Os semicondutores foram logo de cara eleitos como parte da política industrial, mas nenhuma discussão mais séria foi levada em frente até a aproximação da decisão pelo padrão de TV digital a ser adotado no País. O governo tentou vincular a escolha pelo padrão japonês com a instalação de uma fábrica de semicondutores, mas ficou claro que apenas desejo não traria investimentos e que o Brasil, após mais de uma década de abandono do setor, tinha sido ultrapassado pelo asiáticos. Com o projeto de lei assinado em outubro para isenção de impostos na produção e importação de matéria-prima e equipamentos necessários para as fábricas, acontece o primeiro avanço significativo.
Mas trazer hoje uma fábrica é muito mais complicado do que foi no passado. Segundo o Plano Internacional de Tecnologia para Semicondutores (ITRS) - formulado por associações de produtores de todo o mundo -, a necessidade de investimento para montagem de uma fábrica de chip pulou de US$ 50 milhões nos anos 1980 para US$ 3 bilhões em 2003. Com isso, as decisões são muito bem pesadas e vários países disputam sua instalação com isenções e vantagens.
A Ásia vem brigando por essa indústria há anos e já passou os Estados Unidos em investimento anual recebido. Os destaques ficam com China, Tailândia, Japão, Taiwan e, num menor grau, Coréia do Sul, Cingapura e Malásia.
IT Web – 21/11/2007

Gartner: semicondutores enfrentarão recessão
O setor de semicondutores deverá viver um período de recessão em 2008, devido à desaceleração da economia dos Estados Unidos. É o que conclui um estudo do Gartner, que também afirma como causa para as dificuldades futuras os aumentos do petróleo e gás.
Na avaliação do Gartner, há 30% de chance de a recessão ocorrer. A explicação seria que, devido aos problemas econômicos, o poder aquisitivo dos consumidores reduzirá, o que resultará em menos investimentos na área de computação pessoal. Desta forma, as vendas da área de semicondutores tendem a cair, em uma tendência que poderá se arrastar até 2009.
Ainda de acordo com o estudo, a recessão não afetará somente os EUA. Na indústria mundial de semicondutores, a previsão da consultoria para o crescimento em 2008 caiu de 8% para 7%, em termos de receita, após a previsão.
Baguete – 19/11/2007
Importações no setor eletroeletrônico aumentam 18,1%
No período acumulado de janeiro a setembro de 2007, as importações do setor eletroeletrônico atingiram US$ 17,3 bilhões. O resultado do acumulado dos nove meses ficou próximo ao atingido no ano inteiro de 2006 (US$ 18,6 bilhões), e superior aos demais anos, contando os doze meses. O levantamento da Abinee indica que as importações cresceram 18,1% em relação ao igual período de 2006, com todas as áreas apontando taxas positivas e superiores a 10%.
As importações de componentes elétricos e eletrônicos (+10,7%), no acumulado dos nove primeiros meses de 2007, totalizaram US$ 9,9 bilhões, representando 57% do total do setor. A análise da Abinee mostra que os produtos mais importados foram semicondutores (US$ 2,5 bilhões), componentes para informática (US$ 2,2 bilhões) e componentes para telecomunicações (US$ 1,9 bilhão). Apesar de os semicondutores permanecerem na liderança das importações de produtos do setor, os dados apontam queda de 1% no período.
Telecomunicações foi a área que apontou a maior taxa de incremento (+62,4%) com destaque para as importações de aparelhos de radiodifusão (+112%), que passaram de US$ 145 milhões, em janeiro-setembro/2006, para US$ 308 milhões, em janeiro-setembro/2007.
Maior déficit é nos negócios com a Ásia
Dentre as principais regiões do mundo, o maior o déficit ocorreu nos negócios com o Sudeste da Ásia, que somaram US$ 10,3 bilhões. A China ganhou mercado dos demais países da Ásia, uma vez que ampliou sua participação de 22%, em janeiro-setembro de 2006, para 27%, em janeiro-setembro de 2007, enquanto os demais países do Sudeste da Ásia reduziram de 38% para 34% no período citado. Dessa forma, as importações da China foram as que apontaram a maior taxa de crescimento (+42,7%), somando US$ 4,7 bilhões. Desse montante, US$ 1,5 bilhão foi com a importação de componentes para informática e para telecomunicações.
Ainda em relação à China, as importações de produtos da indústria eletroeletrônica de todas as áreas registraram crescimento expressivo. As áreas de equipamentos industriais (+71,1%), telecomunicações (+62,6%), informática (+57,1%) e GTD (+53,9%) apontaram taxas superiores a 50%.
Portugal Digital – 14/11/2007
Déficit do setor eletroeletrônico atinge US$ 10,44 bi em nove meses
A balança comercial da indústria eletroeletrônica registrou déficit de US$ 10,44 bilhões no período de janeiro a setembro, 34% acima do contabilizado no mesmo período de 2006, quando o déficit foi de US$ 7,78 bilhões. O resultado é recorde histórico do setor, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).
O saldo negativo acumulado nos primeiros nove meses deste ano foi superior ao atingido nos dozes meses dos anos anteriores. As exportações somaram US$ 6,82 bilhões, 0,1% abaixo das registradas em igual período de 2006, quando alcançou US$ 6,83 bilhões. As importações, por outro lado, atingiram US$ 17,3 bilhões, resultado próximo do consolidado no ano inteiro de 2006, cuja cifra atingiu US$ 18,6 bilhões.
De acordo com a Abinee, pelo segundo mês consecutivo, as exportações do setor eletroeletrônico, ficaram abaixo das realizadas em idênticos meses de 2006. A entidade avalia que, se por um lado, o crescimento do mercado mundial de bens eletroeletrônicos está favorecendo as vendas para o exterior, por outro, a valorização do real frente ao dólar está atingindo valores pouco estimulantes. A valorização média da moeda no período de janeiro a setembro de 2007, vis a vis a igual período do ano passado, já superou 8%.
No mês de setembro, as exportações totalizaram US$ 801,2 milhões, resultado 0,5% abaixo do registrado no mesmo mês de 2006 e 3,7% inferior ao contabilizado em agosto passado. Na comparação com setembro do ano passado, as vendas externas de bens de automação industrial (-11,2%), de informática (-21,6%), de material elétrico de instalação (-6,5%) e de telecomunicações (-13,1%) recuaram. Contribuíram para a queda a retração nas vendas de instrumentos de medida (-11%), impressoras (-16%), condutores elétricos (-67%) e telefones celulares (-15%). Nestes últimos, a queda das vendas externas nos primeiros nove meses do ano foi de 24%, baixando de US$ 2 bilhões, entre janeiro e setembro de 2006, para US$ 1,5 bilhão no mesmo intervalo deste ano.
Mesmo assim, os celulares permaneceram na liderança das exportações da indústria eletroeletrônica. Os principais destinos das vendas foram a Argentina, com participação de 35%, Venezuela, com 26%, e Estados Unidos, com 12%. A Abinee ressalta que, destes países, as vendas para a Argentina foram as únicas que cresceram, passando de US$ 436,1 milhões para US$ 525,6 milhões, no período citado. Com isso, a participação daquele país na pauta das exportações da indústria eletroeletrônica, passou de 20% para 23%, neste período, enquanto que os demais países desse bloco reduziram, de 33%, para 30%.
Já as importações de produtos do setor eletroeletrônico somaram US$ 2,13 bilhões no mês de setembro. Este foi o segundo maior montante mensal importado, ficando abaixo apenas do apontado em agosto passado, que atingiu US$ 2,28 milhões. As compras externas de bens de Informática registram incremento de 5,1% em relação ao mês anterior, alcançando US$ 171,1 milhões. Destacaram-se as importações de máquinas de processamento de dados, que passaram de US$ 27 milhões, em julho, para US$ 35 milhões, em agosto, e para US$ 39 milhões em setembro.
Na comparação com setembro do ano anterior, as importações cresceram 28,1%, com incrementos expressivos em todas as áreas. Com exceção das áreas de material elétrico de instalação (+7,0%) e utilidades domésticas (+12,2%), as taxas foram superiores a 20%.
No período acumulado de janeiro a setembro, as importações atingiram US$ 17,3 bilhões. O resultado dos nove primeiros meses ficou próximo ao atingido no ano inteiro de 2006 (US$ 18,6 bilhões), e superior aos demais anos, contando os doze meses. Dessa forma, as importações cresceram 18,1% em relação ao igual período de 2006, com todas as áreas apontando taxas positivas e superiores a 10%.
Dentre os produtos mais importados os semicondutores lideram, com um total de US$ 2,5 bilhões, seguidos por componentes para informática, com US$ 2,2 bilhões, e componentes para telecomunicações, com US$ 1,9 bilhão. Os semicondutores, no entanto, registraram queda de 1% no período.
Mas a área que registrou a maior de crescimento foi a de telecomunicações (+62,4%), com destaque para as importações de aparelhos de radiodifusão (+112%), que passaram de US$ 145 milhões, em janeiro a setembro de 2006, para US$ 308 milhões no mesmo período deste ano.
Dentre as principais regiões do mundo o maior o déficit ocorreu nos negócios com o Sudeste da Ásia, que somaram US$ 10,3 bilhões. Por outro lado, as transações comerciais com os países que compõem a Aladi (Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, México, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela) geraram superávit de US$ 3,1 bilhões.
TI Inside – 14/11/2007

Vendas de microchips devem subir 7,7% em 2008
As vendas globais de microprocessadores devem crescer 7,7 por cento em 2008, acima da expansão de 3,8 por cento prevista para este ano, informou um grupo industrial, nesta quarta-feira.
A Associação da Indústria de Semicondutores (SIA) informou que a demanda por produtos eletrônicos continua aumentando, apesar do crescente custo energético e de outras preocupações.
"Este ano a indústria mundial de microchips produzirá 900 milhões de transistores para cada homem, mulher e criança da Terra", disse George Scalise, presidente da SIA em comunicado.
"A crescente disseminação de semicondutores em uma enorme gama de produtos, junto com o surgimento de novos mercados consumidores na Ásia, Europa Oriental e América do Sul, serão os principais incentivadores do crescimento da indústria nos próximos anos", disse ele.
A SIA prevê que as vendas de chips, que incluem processadores para computadores, chips de memória e semicondutores para celulares, aumentarão para 276,9 bilhões de dólares em 2008, frente aos 257,1 bilhões de dólares previstos para este ano.
Apesar do grupo industrial ter elevado sua previsão de crescimento em 2007 para 3,8 por cento, ante a estimativa de 1,8 por cento divulgada em junho, a nova projeção ainda está muito abaixo dos 10 por cento inicialmente previstos por conta da queda acentuada nos preços de chips de memória.
Reuters – 14/11/2007

AUTOMOTIVO
Vendas da Ford saltam 31% na China
A Ford Motor Co, segunda maior montadora dos Estados Unidos, impulsionou as vendas na China em 31% nos primeiros dez meses de 2007. O desempenho positivo foi conduzido pela demanda de Focus compacto. A montadora vendeu 166.539 veículos de janeiro a outubro, incluindo as marcas Volvo, Lincoln e Land Rover.
Em setembro, a Ford da China abriu uma planta no valor de US$ 510 milhões na cidade de Nanjing. O crescimento da economia impulsionou a demanda pelo Focus e outros veículos. No geral, a venda de veículos de passeio na China, o segundo maior mercado automotivo do mundo, cresceu 24% nos primeiros dez meses.
Gazeta – 21/11/2007

Gerdau pagará US$ 1,5 bi pela americana Quanex
A Gerdau fechou acordo para comprar os negócios a Quanex Corporation, especializada em produtos para o setor automotivo. O grupo brasileiro pagará cerca de US$ 1,5 bilhão aos acionistas da empresa americana.
"A aquisição permitirá ao Grupo Gerdau ampliar a sua presença no mercado globalizado da indústria automobilística, como fornecedor de aços longos especiais"
A Gerdau informou nesta segunda-feira que ofereceu US$ 39,20 em dinheiro por ação da Quanex, que é a segunda maior produtora de aços especiais nos Estados Unidos e opera três pequenas usinas por meio da MacSteel.
Em comunicado, a Quanex disse que o valor total de suas operações de aço chega a quase US$ 1,7 bilhão, incluindo dívidas.
A oferta da Gerdau foi aceita por unanimidade pelo Conselho de Administração da companhia norte-americana e segue para aprovação dos acionistas.
A MacSteel tem 1.600 funcionários e capacidade instalada de 1,2 milhão de toneladas de aço e de 1,1 milhão de toneladas de laminados por ano. A companhia ainda opera seis unidades de transformação de aço nos EUA.
O pagamento será feito com o caixa da Gerdau, informou a empresa em comunicado ao mercado. A Gerdau estima que a transação deve ser concluída até o final do primeiro trimestre de 2008.
- A aquisição... permitirá ao Grupo Gerdau ampliar a sua presença no mercado globalizado da indústria automobilística, como fornecedor de aços longos especiais - informou a produtora de aço.
O acordo não inclui as operações de produtos para construção da Quanex. A empresa norte-americana anunciou a separação desse negócio para seus acionistas antes da finalização da proposta de compra das operações de siderurgia pela Gerdau.
A Gerdau comprou uma série de empresas este ano, entre elas a também norte-americana Chaparral Steel, por US$ 4,22 bilhões.
A Gerdau está presente, além do Brasil, na Argentina, Chile, Colômbia, Peru, Uruguai, México, República Dominicana, Venezuela, Estados Unidos, Canadá, Espanha e Índia.
Reuters – 19/11/2007

GM melhora os carros, mas vendas pioram
Este ano, a General Motors vem recebendo uma forma de atenção à qual não estava acostumada nos últimos anos: críticas favoráveis aos seus novos modelos.
"Enfim um modelo médio decente da General Motors", exclamou a revista Automobile sobre a nova e elegante versão do sedã Malibu. O novo Cadillac CTS é "um excelente sedã esportivo de luxo", de acordo com a Edmunds.com, que elogiou os motores mais poderosos que a GM colocou à disposição dos consumidores para esse carro. E, em janeiro, o Saturn Aura foi escolhido como carro do ano na América do Norte, pelos jornalistas especializados.
Tudo isso representa um forte contraste com a situação que existia há seis anos, quando Robert Lutz, um lendário especialista em produção, chegou à GM para supervisionar o desenvolvimento de novos veículos para a companhia. Então, a montadora estava vendendo carros e utilitários que ele admite - à sua típica maneira franca - que não estacionaria em sua garagem, a qual abriga uma vasta coleção de automóveis.
Agora, diz Lutz, os novos modelos da GM podem ser comparados ao que os concorrentes japoneses e alemães têm de melhor a oferecer. A questão é determinar se número suficiente de consumidores fará essa comparação, e escolherá a GM como resultado.
A despeito dos esforços de Lutz, a GM ainda enfrenta dificuldades para encontrar espaço nas listas de compras dos motoristas. Sua participação de mercado, que era de cerca de 28% quando Lutz chegou, caiu para pouco menos de 24% este ano, em parte porque a GM abandonou suas vendas a locadoras de veículos, transações de margem de lucro muito baixa.
Mas existem outros fatores que prejudicam a empresa, igualmente, e que podem ser difíceis de superar a despeito da melhora na composição de sua linha.
Talvez o maior deles seja mudar a maneira pela qual os consumidores pensam sobre os carros da empresa. A idéia de que os carros da GM vêm sendo um desastre, ainda que os utilitários sejam passáveis, "tem raízes muito profundas, e é muito difícil convencer as pessoas a mudar", diz Lutz.
Mesmo ele reconhece que talvez seja necessária uma nova geração de veículos para promover essa mudança, o que estenderia o processo por boa parte da próxima década -um prazo longo demais para uma empresa que vem sofrendo prejuízos de bilhões de dólares, nos últimos anos, e cujos concorrentes não param de melhorar.
"Temos de ser pacientes", afirmou Lutz. "Demoramos 25 anos para chegar ao ponto em que estamos, e não deveríamos esperar que a situação se reverta totalmente em um ano ou 18 meses". Cada modelo bem recebido da GM ajuda a "erradicar essas percepções passadas", ele afirma.
E quem deve levar a culpa por essas percepções? A lista de acusados é muito grande. Lutz menciona a cética imprensa especializada em automóveis, que está reunida em massa na quarta-feira para o início das apresentações à imprensa no Salão do Automóvel de Los Angeles.
As concessionárias da GM, de sua parte, há muito se queixam de que a montadora não vem investindo o bastante em publicidade (ainda que anúncios do novo Malibu pareçam estar presentes em toda parte, das partidas finais do campeonato norte-americano de beisebol a episódios de "The Next Great American Band").
"É preciso convencer as pessoas a visitar as concessionárias, e isso é difícil, hoje em dia, especialmente por causa da situação econômica", disse Ed Schoenthaler, proprietário da concessionária Crossroads Chevrolet Buick, em West Chicago, Illinois.
Schoenthaler e outros concessionários da GM se declaram satisfeitos com a linha atual da empresa. Mas o público, ele afirma, "não faz idéia de o quanto esses carros são bons".
Alguns consumidores ainda se sentem prejudicados por experiências passadas com automóveis projetados e fabricados nos Estados Unidos. Dada a imensa disponibilidade, no mercado do país, de modelos cuja qualidade é mais consistente, de acordo com indicadores compilados pela J. D. Edwards & Associates e pela revista Consumer Reports, menos compradores se dispõem a encarar os riscos, como o indica a queda na participação de mercado da GM.
Yvette Lazo, professora de educação especial na cidade de Miami, disse que no passado teve carros da Chevrolet e Cadillac, mas desistiu da GM depois de enfrentar uma série de problemas, entre os quais um painel de instrumentos que caiu no compartimento de passageiros e um teto solar que se descolou.
Desde então, os últimos seis carros da família Lazo foram Toyotas. "Não precisamos ir à oficina o tempo todo. Havia sempre essas coisinhas irritantes a resolver", disse Lazo, 33, que troca de carro a cada dois anos.
Para o Malibu e o CTS, a GM dedicou esforço especial à produção de melhores interiores, "uma área na qual o desempenho da GM sempre pareceu extremamente fraco", disse Lutz.
A GM chegou até a veicular imagens do interior do Malibu, em dois tons, antes de mostrar em público a carroceria do modelo, que é mais arredondada e esportiva do que a da versão anterior.
"Acredito que possamos encarar todos os concorrentes e dizer que ninguém no planeta produz um carro médio de melhor qualidade que o nosso", diz Lutz.
Mas cada um dos modelos da empresa enfrenta concorrência formidável. No caso do Malibu, trata-se da mais nova versão do Honda Accord, que também acaba de chegar ao mercado. Ron Pinelli, presidente da Autodata, uma empresa de Woodcliff Lake, Nova Jersey, que compila estatísticas sobre o setor automobilístico, considera que o modelo da Honda seja superior ao Malibu. "O novo Accord é um carro completo", afirma. O CTS precisa combater a nova linha da Mercedes Benz, além dos BMW, que registraram alta de vendas este ano, diante da queda sofrida pela divisão Cadillac da GM. Pinelli se declara impressionado com o CTS, e o classifica como "espantoso".
Diferentemente das marcas estrangeiras, cuja linhagem foi aperfeiçoada ao longo de gerações na Europa e nos Estados Unidos, a GM "precisa reconquistar seu espaço nas mentes e corações dos consumidores norte-americanos", ele afirma. "É preciso ter grandes produtos, a publicidade certa e a oferta perfeita para atrair o consumidor".
Desta vez, tanto o CTS quanto o Malibu estão sendo beneficiados por esforços incansáveis de publicidade, como os que a Toyota costuma dedicar a todos os seus novos modelos. Por exemplo, a GM lançou uma campanha de quatro meses de duração e com orçamento de US$ 100 milhões para o Malibu, esperando, primordialmente, conscientizar os consumidores de que uma empresa norte-americana é capaz de competir com os modelos japoneses, disse Mark LaNeve, vice-presidente de vendas e marketing da GM.
A GM não realizou esforços semelhantes em benefício do Saturn Aura, modelo que Lutz esperava viesse a se tornar um dos destaques do grupo. A empresa não informa qual foi a verba publicitária do Aura, mas LaNeve reconheceu, em entrevista à revista Advertising Age, especializada em publicidade, que a GM "poderia ter investido alguns dólares a mais".
As vendas do modelo foram hesitantes, este ano, ainda que ele tenha sido escolhido como o carro do ano pelos jornalistas que cobriram o Salão Internacional do Automóvel da América do Norte, em janeiro.
Outros modelos da GM sofreram destino semelhante. Lutz ficou decepcionado com a recepção tépida que os consumidores ofereceram a alguns dos carros que a montadora lançou recentemente, como o Buick Lucerne, um modelo de grande porte, para a família, que chegou ao mercado em 2006.
O Lucerne foi recebido de forma positiva pelos críticos - e conquistou boa exposição na mídia, já que era um dos prêmios distribuídos aos concorrentes no reality show "The Apprentice", na versão apresentada por Martha Stewart. Mas suas vendas registraram queda de 14,5% este ano. Da mesma forma, um dos esforços prediletos de Lutz em uma linha anterior, o esportivo Pontiac Solstice, sofreu queda de vendas da ordem de 17,5% em 2006, a despeito do forte desempenho inicial.
O maior problema da GM é a qualidade errática de seus produtos, disse Jake Fisher, engenheiro automotivo sênior da Consumer Reports. Ainda que a Buick, uma das marcas da montadora, tenha ficado na segunda posição em uma recente pesquisa da revista sobre a qualidade dos automóveis vendidos nos Estados Unidos, as sete outras marcas do grupo foram consideradas abaixo do padrão. A Cadillac ocupava a antepenúltima posição, em meio às duas dúzias de marcas avaliadas.
"A GM está realmente produzindo ótimos carros", ele afirma. "Mas estão perdendo em termos de confiabilidade".
Outra questão, dizem analistas, é a proliferação de marcas na montadora. LaNeve considera que o fato de que ela tenha oito marcas representa uma vantagem de marketing para o grupo, mas para Pinelli a abundância de escolha simplesmente torna mais difícil que os modelos individuais recebam atenção.
As vendas da GM são dominadas de forma esmagadora pela divisão Chevrolet. Ela detém cerca de 14% do mercado norte-americano de automóveis, o que a torna maior que a Chrysler como um todo e lhe confere posição apenas ligeiramente inferior à detida pela Ford e pela Toyota no mercado dos Estados Unidos.
A maioria das demais marcas da montadora tem participação de mercado de menos de dois pontos percentuais.
Mesmo assim, a montadora vem sendo beneficiada pelas boas vendas de seus mais recentes utilitários esportivos, bem como pelas do Buick Enclave, um veículo misto que oferece características de utilitário, mas responde ao volante como um carro de passeio. Da mesma forma, as mais recentes picapes da GM vendem bem quando chegam ao mercado, e a Chevrolet Silverado costuma superar a série F, da Ford, em vendas mensais. A Ford só pretende reformular sua série F no ano que vem.
Mas os utilitários esportivos e as picapes estão rapidamente perdendo popularidade diante da gasolina a preços de 80 centavos de dólar por litro, enquanto o mercado de carros, dominado pelas montadoras estrangeiras, está em alta.
Lutz vê motivos para esperança no fato de que a empresa parece ter estabilizado sua fatia de mercado pouco abaixo dos 24%, ante os 28% que os executivos prometeram atingir quando ele chegou ao grupo - na época, os diretores da empresa decoravam seus ternos com pinos de lapela ostentando o número 28.
"Vinte e quatro é o novo 28", disse Lutz, dada a decisão da empresa de abandonar seus esforços de venda a locadoras e os grandes incentivos para compra, bem como a intensa concorrência no setor.
Em longo prazo, os executivos da GM sabem que a empresa precisa vestir o manto ecológico que a Toyota capturou, graças em larga medida ao híbrido Prius.
Na feira de Los Angeles, a GM está exibindo versões híbridas do Silverado e Malibu. Também está promovendo o Chevrolet Volt, um sedã que planeja começar a produzir em 2010.
Se todos os novos modelos obtiverem sucesso, e se a GM conseguir estabilizar e talvez ampliar seu mercado, Lutz disse que se daria nota A-.
Na Chrysler, ele ajudou a transformar a imagem da empresa, nos anos 90, com veículos como o Dodge Viper e o Jeep Grand Cherokee. Na época, os consumidores torciam pelo sucesso da empresa pequena, mas brigadora que não hesitava em encarar as rivais maiores. Dessa vez, a simpatia não existe, ele diz. "As coisas vêm sendo mais difíceis do que imaginei", afirmou.
Invertia – 14/11/2007

Tata e agência espacial lançarão carro a hidrogênio em 2008
A companhia automobilística Tata e a agência espacial indiana pretendem lançar em 2008 um protótipo de carro propulsado somente por hidrogênio e que emitirá apenas um vapor de água.
A Organização de Pesquisa Espacial da Índia (ISRO, em inglês) assinou um acordo para desenvolver o protótipo com a companhia Tata e os trabalhos de desenvolvimento já começaram, segundo o presidente da agência espacial, G. Madhavan Nair.
"Se tivermos êxito, poderemos desenvolver um sistema de transporte por atacado", afirmou Nair à agência indiana PTI.
"Estamos trabalhando com a Tata para ver que protótipo podemos pôr na estrada o ano que vem. Nós colocaremos sobre a mesa nossos conhecimentos sobre hidrogênio e armazenamento, e a Tata é a melhor fazendo carros", acrescentou.
O veículo usará tecnologia espacial e não terá motor, já que será de propulsão elétrica. Nair explicou que o carro terá sistemas de controle e armazenamento e só emitirá vapor de água.
Invertia – 22/11/2007

Renault aumenta vendas e bate recorde de produção
Embalada pelo bom momento do setor automotivo e pelas vendas do modelo Logan, a Renault do Brasil aumentou em 50% suas vendas em outubro na comparação com o mesmo mês do ano passado. Em comunicado, a montadora diz que comercializou 7.382 unidades, sendo 7.012 veículos de passeio e 370 utilitários no mês passado. O desempenho no mercado interno e o aumento das exportações fizeram a empresa bater recorde de produção, com 12.417 unidades, ultrapassando a marca anterior, de maio desse ano, com 11.559 veículos.
No acumulado do ano, a empresa já produziu 91.718 unidades, com um crescimento de 62% sobre o volume de janeiro a outubro do ano passado. A previsão da Renault do Brasil é fechar o ano com 112.077 unidades fabricadas, 64% a mais do que o volume produzido no ano passado (68.327 unidades). Apesar do dólar fraco, as exportações, principalmente para México e Argentina, seguem em alta, com 27.648 unidades, 126% mais do que o acumulado de janeiro a outubro de 2006.
A Renault aposta no Logan, que já está no mercado, e no Sandero, que deve ser lançado em dezembro, para fazer deslanchar suas operações. Com 3,2% de participação no mercado nacional, a Renault ainda não registrou lucro anual desde que começou a produzir no Brasil, em 1999. O programa de reestruturação da montadora, chamado de Contrato 2009, prevê investimentos de US$ 360 milhões na produção de novos veículos. Além do Sandero e do Logan, ja foram lançados os modelos Mégane e Mégane Grand Tour. Com o plano, o objetivo é fazer a margem operacional passar de 3%, prevista para 2007, para 6% em 2009.
Gazeta do Povo – 14/11/2007

Magneti Marelli é indicada novamente ao Oscar da inovação tecnológica no Pace Awards
O sistema multicombustível desenvolvido pela Powertrain da Magneti Marelli é finalista da 13ª edição do PACE (Premier Automotive Suppliers Contribution to Excellence) Award, que acontece em abril de 2008, em Detroit, Estados Unidos. O evento é promovido pela publicação Automotive News e patrocinado pelas empresas Microsoft, SAP e Transportation Research Center (TRC Inc.).
A empresa foi indicada novamente ao prêmio, desta vez com a tecnologia Tetrafuel, que permite que o veículo circule com álcool, gasolina, gasolina pura (nafta) ou GNV – Gás Natural Veicular. No Brasil o sistema equipa o modelo Siena, da montadora italiana Fiat. Em 2006, a Magneti Marelli ganhou o Pace Award por sua tecnologia pioneira SFS – Software Flexfuel Sensor –, sistema de gerenciamento eletrônico que possibilita a utilização de gasolina, etanol ou a mistura dos dois combustíveis em qualquer proporção.
A Magneti Marelli comemorou em setembro a marca de dois milhões de veículos equipados com sua tecnologia SFS e este sucesso vem chamando atenção de representantes de outros países.
Reconhecendo o padrão superior da inovação, avanço tecnológico e performance empresarial, a premiação Pace é aberta a fornecedores que contribuem com a evolução da indústria de automóveis com produtos, processos, materiais e serviços. Organizado pela Automotive News, o prêmio é reconhecido em todo o mundo como um símbolo de inovação industrial e tecnológica no setor. “A Magneti Marelli é a única empresa brasileira entre as finalistas. Tal fato representa a capacidade da engenharia nacional no maior mercado automotivo do mundo, os EUA”, comenta Silvério Bonfiglioli, presidente da Magneti Marelli Sistemas Automotivos e representante do Grupo no Mercosul.
Novo Meio – 22/11/2007

Nissan e Bosch negociam sistema híbrido
A montadora japonesa Nissan Motor e a Robert Bosch GmbH, maior fornecedora de auto-peças do mundo, negociam uma parceria para desenvolver sistemas híbridos para veículos.
A terceira maior montadora do Japão ficou atrás das rivais Toyota Motor e Honda Motor em relação a tecnologia verde, mas planeja oferecer um veículo híbrido usando tecnologia interna até o começo de 2010.
A empresa alemã Bosch domina a tecnologia de sistema de injeção de combustível diesel, mas também está desenvolvendo sistemas híbridos.
Além disso, a Nissan planeja preencher o espaço deixado pelas líderes de desenvolvimento de sistemas híbridos - Toyota e Honda - com um sistema elétrico e diesel limpo.
Gazeta Mercantil – 14/11/2007

CONSUMER
Samsung fabrica TV Digital no Brasil
A Samsung anunciou a fabricação local dos primeiros modelos de TV Digital com decodificador embutido padrão ISDB-TB . Com 40 e 52 polegadas, os novos televisores estão preparados para a recepção das transmissões digitais sem a necessidade de utilizar qualquer outro aparelho adicional, como um set-top box.
Fabricadas no Brasil, na planta da empresa em Manaus, as TVs estão preparadas para fornecer a partir de 2 de dezembro todos os benefícios proporcionados pelo novo sistema de TV digital adotado no país, com alta qualidade de som e imagem.
Entre os diferenciais dos novos produtos, destacam-se a reprodução de imagens com a mais alta resolução do mercado - Full HD (1920x1080p) - permitindo perceber alto nível de detalhes, profundidade e clareza; entradas HDMI e USB, que possibilitam conexão simples com outros equipamentos digitais, como DVD e Blu-Ray players, home theaters e filmadoras.
Os modelos da Samsung também contam com a tecnologia exclusiva Auto Motion Plus, que reproduz movimentos mais nítidos em cenas rápidas, sem qualquer traço de embaçamento ou duplicação de quadros. Segundo a fabricante, os preços sugeridos são: R$ 7.999 (40 polegadas) R$14.999 (52 polegadas).
O Globo – 21/11/2007

Brasil e Coréia assinam parceria e trazem equipamento móvel de TV Digital
Depois de fechar acordos de cooperação com Espanha e México, a Associação Brasileira de Software e Serviços de Informática (Assespro) firmou nesta quarta-feira (21/11) um convênio com a Kiica, entidade equivalente na Coréia. Segundo o presidente da Associação coreana, Kim Seon Bae, a intenção da Kiica nesse acordo é cumprir seu papel de origem, que é o de promover a integração de empresas e governos de diferentes países.
“Hoje o setor de TIC representa um terço dos 112,5 bilhões de dólares que a Coréia exportou para o Brasil em 2006 e acreditamos que o potencial é muito maior”, afirma.
Também no ano passado, desse montante exportado para cá, 1,9 bilhão de dólares foram no setor de TIC.
O presidente da Assespro, Roberto Carlos Mayer, concorda, já que as especialidades de cada país são complementares. “A Coréia tem tradição em hardware e o Brasil tem como características mais marcantes a atuação com software e serviços”, lembra. Dessa forma, parte das 8 mil empresas coreanas que fazem parte da Kiica poderão começar a atuar no Brasil.
Um exemplo disso é a KR Display que, aproveitando o começo da televisão digital no País e também o acordo, trouxe para o mercado local um dispositivo móvel em que é possível assistir televisão aberta. O equipamento, que usa a tecnologia one-seg, antes das taxas de importações custa 120 dólares e tem tela de 12,8 polegadas, o que equivale a uma boa máquina fotográfica digital. “No futuro também pensamos em trazer a tecnologia embutida em aparelhos celulares”, estima Steven Chun, diretor da empresa.
O acordo entre os dois países deverá aumentar o número de coreanos estabelecidos aqui, que hoje é de aproximadamente 100 empresas. Na tarde desta quarta, representantes do governo coreano e brasileiro, assim como de empresas, estarão reunidos no Fórum Brasil Coréia de TI, em que será formalizado o Memorando de Entendimento entre as associações dos dois países.
ComputerWorld – 21/11/2007

Conversores de TV Digital chegam às lojas na próxima semana
Poucos dias antes do início das transmissões do sinal digital em São Paulo, a Positivo Informática e a Semp Toshiba anunciaram o lançamento dos seus modelos de set-top box (conversores) que serão comercializados a partir de segunda-feira (26) em São Paulo.
A capital paulista será a primeira cidade a receber transmissões de TV aberta na freqüência digital, previstas para 2 de dezembro. Apenas o telespectador que tiver um aparelho com set-top box avulso ou embutido conseguirá assistir a programação no novo sistema --ou seja, quase ninguém, nas palavras de especialistas.
Divulgação
DigiTV, set-top box da Positivo Informática que começará a ser vendido em São Paulo por R$ 499 a partir da próxima semana
As fabricantes anunciaram modelos diferentes de set-top box para televisores convencionais e TVs de plasma ou LCD.
O modelo DigiTV Positivo, indicado para televisores de tubo (CRT) ou de LCD/plasma sem entrada HDMI, recebe e decodifica sinais via UHF em alta definição, com recepção para o padrão SBTVD (Sistema Brasileiro de Televisão Digital). O modelo será vendido a R$ 499,00.
O modelo semelhante da Semp Toshiba para televisores convencionais --o DC 2007-- será vendido por R$ 800.
Para quem possui uma TV de LCD ou de plasma com a denominação HDTV Ready também precisará utilizar um conversor para captar a freqüência digital. O modelo da Positivo, DigiTV HD, promete uma imagem 125% superior a qualidade de um DVD ou TV a cabo digital. O conversor será vendido por R$ 699.
Mais caro, o modelo SEMP DC 2008H apresenta recursos adicionais com relação ao modelo mais simples da marca, como saída HDMI para imagens em alta definição e saída de áudio digital. O conversor sairá por R$ 1.199.
Alto custo
Os preços anunciados pelas duas fabricantes são bem superiores ao que o governo vinha divulgando.
No início do mês, o Ministro das Comunicações, Hélio Costa, admitiu que a tal caixinha conversora poderia custar mais de R$ 250, preço que vinha sendo repetido pelo governo como um mantra. Segundo Costa, um modelo "mais sofisticado" sairia por no máximo R$ 500.
O Globo – 21/11/2007

AMD anuncia processador de núcleo quadrúplo
“Spider” (aranha) é o codinome da nova plataforma anunciada nesta segunda-feira, 19/11, pela AMD contendo o primeiro processador de núcleo quádruplo que suporta gráficos escaláveis.
A novidade, segundo a empresa, é um marco importante em direção à Accelerated Computing (computação acelerada) e mostra a visão da AMD desse tipo de plataforma através do processamento conjunto.
“A AMD é a única companhia comprometida com a oferta do Ultimate Visual Experience em todas as telas de sua vida”, diz Dirk Meyer, presidente e diretor de Operações da AMD.
“A plataforma AMD Spider incorpora nossa abordagem em relação às inovações de nível de plataformas e oferece aos entusiastas de computação uma experiência altamente avançada e rica em recursos. Nosso compromisso com design de uso eficiente de energia e excelência em fabricação leva a uma performance por watt sem precedentes, a um preço incrível, deixando as plataformas preferidas pelos entusiastas ao alcance de uma quantidade de usuários nunca vista anteriormente”.
A plataforma Spider combina o lançamento dos processadores de núcleo quádruplo Phenom, dos processadores de gráficos da série ATI Radeon HD 3800 com suporte do Microsoft DirectX10.1, dos chipsets AMD Série 7 com CrossFireXe do software OverDrive da AMD.
“A inovação em design e fabricação permite que a plataforma AMD Spider faça a escala para três ou quatro processadores gráficos, facilmente, e ofereça um verdadeiro supercomputador para jogos”, diz Meyer..
Mercado corporativo
“A execução de quatro placas gráficas em um único sistema tem sido o sonho dos gamers, mas conseguir o fluxo de ar adequado para todas essas placas gráficas era um pesadelo para os integradores de sistema. A natureza coesiva do design da plataforma Spider grau máximo de fluxo de ar e resfriamento. A AMD facilitou a integração de performance maciça de multi-GPU a um valor razoável”, diz Kelt Reeves, presidente da Falcon Northwest, empresa norte-americana que trabalha na integração de redes corporativas. .
“A AMD tem um longo histórico de fornecimento de inovações atrativas de hardware, para que clientes e entusiastas tenham novas experiências e aproveitem plenamente as capacidades que nossos produtos, inclusive o Windows Vista, oferecem”, diz John Schappert, vice-presidente corporativo da LIVE Software e Serviços da Microsoft. “A plataforma AMD Spider oferece uma nova dimensão a excelência da AMD em impulsionar plataformas robustas e escaláveis, projetadas para fornecer a melhor performance e capacidade de atualização com a nova solução de GPU tripla e quádrupla para Windows Vista”.
Preços
Os processadores AMD Phenom 9600 (2.3GHz) e 9500 (2.2GHz) estão disponíveis por US$283,00 e US$251,00, respectivamente, por mil unidades. O ATI Radeon HD 3850 com 256MB de memória GDDR3 custa a partir de US$179,00 MSRP, e o ATI Radeon HD 3870 com 512MB de memória GDDR4, a partir de US$219,00 MSRP, disponível através dos parceiros de produtos gráficos selecionados da AMD.
TI Inside – 17/11/2007

Vendas de computadores não param de crescer
A Positivo Informática S.A., maior fabricante de computadores do Brasil e líder no segmento de tecnologia educacional, registrou recorde de vendas de 940,8 mil PCs nos primeiros nove meses de 2007 – um crescimento de 76,6% em relação ao mesmo período de 2006. Apenas no terceiro trimestre de 2007, as vendas de PCs subiram 80,4%, somando 309,1 mil unidades.
Neste ano, a empresa já vendeu 106,1 mil PCs a mais do que em todo o ano passado. No acumulado do ano, as vendas de notebooks se destacaram, respondendo por 133,1 mil unidades, um crescimento de 505,0% em relação aos três primeiros trimestres de 2006. A receita bruta totalizou R$ 1,4 bilhão de janeiro a setembro de 2007, sendo o segmento de Hardware responsável por 97,2% desse valor. Mercado local.
Em Uberaba, a queda no preço de computadores de mesa e notebooks impulsionou o crescimento das vendas nas lojas especializadas do segmento. Segundo a diretora comercial Maria José Souza, a estimativa é de que os PCs e equipamentos periféricos estejam vendendo 20% mais neste semestre em relação ao mesmo período do ano passado.
Em média, cada aparelho completo, com monitor de LCD, está sendo comercializado a partir de R$ 1.200. A surpresa este ano foi com o segmento de notebooks, em que foi observada alta de 40% nas vendas por causa da redução dos preços. "No ano passado, esse produto custava o dobro de um computador de mesa. Hoje, o valor é o mesmo", conta a diretora, ressaltando que os portáteis encontram melhor saída entre profissionais liberais e estudantes.O custo médio varia de R$ 1 mil a R$ 5 mil, dependendo do modelo e das configurações.
JM Online – 17/11/2007

Japão lidera HDTV
O capital de experiência acumulada permite ao Japão liderar o mercado das transmissões gratuitas em alta definição. No entanto, no segmento dos canais pagos, o crescimento mais rápido vê-se nos EUA.
Já desde a década de 1980 e 1990 que a estação pública japonesa NHK começou as primeiras transmissões analógicas em alta definição. Com este histórico, os criadores de programas e as audiências já estavam preparadas para receber as emissões digitais de HDTV a baixos custos.
Uma sondagem da SNL Kagan mostra agora que até ao fim do ano, mais de 9,2 milhões de lares japoneses vão poder ver emissões em HDTV. O mesmo estudo revela que no final de 2008, com 12 milhões de casas prontas a receber alta definição, os EUA vão ultrapassar o Japão.
Com as disputas entre o cabo, satélite e IPTV, os canais privados americanos apostam cada vez mais no HDTV como elemento diferencial. Já no Japão, o envolvimento da estação pública leva a acreditar em emissões gratuitas.
Exame Informática – 15/11/2007

Vendas de TVs de tela plana crescem 230% entre 2006 e 2007, diz GfK
O volume de vendas de TVs de tela plana no Brasil deve apresentar crescimento de 230% entre 2006 e 2007. A previsão foi divulgada pela consultoria GfK Marketing Services na terça-feira (12/11), durante a 4º Conferência “O Brasil e as Novas Tecnologias”.
Do total de TVs vendidas no Brasil entre janeiro e setembro deste ano, os modelos LCD corresponderam a 5,9% do total - chegando a 8,7% em setembro.
A apresentação, feita pela gerente de marketing da GfK, Gisela Pougy, mostrou queda na preferência por modelos de tubo (CRT) - de 90,7% em julho deste ano para 88,8% em setembro. Em 2006, as TVs CRT reporsentavam 97% das vendas do segmento.
A participação das TVs de plasma ainda é pequena e se manteve estável durante o primeiro semestre, com média de 2,5% das vendas.
A tendência é que o mercado continue a ganhar espaço. “Com queda de 40% nos valores dos produtos, as pessoas preferem, ao trocar sua TV, pagar um pouco mais e migrar para uma tela fina”, opina Gisela.
A diretora acrescenta que 2007 é um ano que favorece o segmento de telas finas, graças também a parcelamentos que podem ser obtidos em varejistas populares.
No caso dos modelos de tela fina, a predominância fica com os modelos LCD – 70%, seguida pelos de plasma, com 29%. A venda total de ambos os modelos foi de 444 mil unidades.
A preferência dos usuários por modelos de alta definição também é crescente. Enquanto 47% optavam por esta característica entre janeiro e setembro de 2006, no mesmo período deste ano o número saltou para 76,7%.
“Os consumidores estão percebendo que a alta definição é importante para que possam migrar para a TV digital”, afirma Gisela.
O número de marcas que trabalham com tela fina mais que dobrou de 2005 até hoje e, segundo Gisela, a tendência é que o crescimento continue, “pois há oportunidade neste mercado.”
Segundo o Ibope, o Brasil gastou, em 2006, 304 minutos por dia assistindo TV – em 2002, o total era de 286 minutos.
Valor por polegada
O valor de TVs LCD no Brasil ficou entre 1.362 dólares, para um modelo de 26 polegadas, e 2.945 dólares, para modelos de 42 polegadas. No Chile, os preços são menores: entre 829 (26 polegadas) e 1.808 dólares (42 polegadas).
O tamanho de tela mais vendido (29%) desta tecnologia no período foi 32 polegadas, sendo que, com 26%, vieram os modelos de 26 polegadas.
No caso dos modelos de plasma, o valor para o Brasil é de 2.346 dólares para 42 polegadas e 4.362 dólares nas TVs de 50 polegadas. O primeiro é o que abrange a maior parcela do mercado (78%).
PC World – 14/11/2007

Sanyo investe em planta de semicondutores
A fabricante de eletrônicos japonesa Sanyo Electric Co investirá 20 bilhões de yen na sua unidade de semicondutores. O objetivo é atualizar os equipamentos.
Em outubro, a Sanyo desistiu de vender a unidade fabricante de microchips depois que a empresa Advantage Partners LLP não conseguiu reunir fundos para sustentar a oferta de cerca de US$ 1,1 bilhão. A empresa japonesa acredita que o investimento gerará ganhos fixos.
Gazeta Mercantil – 20/11/2007

IDENTIFICATION
Protótipo brasileiro pode ajudar deficiente visual com transporte coletivo
Um projeto criado por estudantes do Centro Federal de Educação Tecnológica de Pelotas (RS) esteve entre os destaques do prêmio "Técnico Empreendedor", entregue em Brasília pelo Sebrae Nacional, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Os jovens desenvolveram um identificador de transportes coletivos para deficientes visuais.
Os alunos Bruno Fonseca, de 22 anos, e Rafael Zschornach, de 23, criaram um dispositivo que fica instalado nos ônibus e junto com o deficiente visual, aonde quer que ele vá. O aparelho opera por meio de radiofreqüência e se assemelha à forma de um telefone celular. Com alcance de 60 a 80 metros, quando o ônibus se aproxima, o identificador avisa o portador. A invenção pode captar a aproximação de até três linhas de ônibus diferentes, informou a Agência Sebrae.
O projeto conquistou o segundo lugar na categoria Técnico, no tema Inclusão Social, e esteve entre os 17 projetos reconhecidos como inovação tecnológica em prol de mudanças sociais.
O Globo – 21/11/2007

Conferência sobre RFID, em Lisboa, vai alertar empresas para oportunidades da tecnologia
O coordenador adjunto do Plano Tecnológico, Rui Grilo, disse à agência Lusa esperar que a conferência sobre etiquetas electrónicas RFID, que decorre quinta e sexta-feira em Lisboa, permita alertar as empresas para as oportunidades desta tecnologia.
A tecnologia RFID permite, através de etiquetas electrónicas (com um microchip inserido), denominadas de "tags", captar informação sobre produtos - desde componentes de automóveis, artigos de hipermercado, entre outros -, mesmo que estes estejam em movimento.
A informação é captada através de ondas de radiofrequência e permite a transmissão de dados, dando a localização e identificação do transmissor.
A conferência "Internet das Coisas", que vai debater as aplicações do RFID, resulta de uma iniciativa do Plano Tecnológico, com a UMIC e o IAPMEI, e da consultora LINK, apoiada por patrocinadores privados e públicos, que decorre no âmbito da presidência portuguesa da UE.
"Esperamos que seja um bom debate político e que chame a atenção das empresas para as oportunidades que oferece esta tecnologia, que se torne visível ao público", salientou Rui Grilo.
"Esta tecnologia está quase a entrar no dia-a-dia das pessoas. O preço das etiquetas está suficientemente baixo para a indústria começar a usar e a desenvolver aplicações", afirmou o coordenador adjunto, que disse esperar que esta conferência venha a dar "um impulso" a esta área.
"A mensagem do Plano Tecnológico é de que se deve aproveitar as oportunidades desta tecnologia", adiantou Rui Grilo, que explicou que esta iniciativa visa "dar continuidade ao trabalho feito pela presidência alemã da UE", que se empenhou na divulgação da tecnologia RFID.
O responsável pelo Plano Tecnológico deu como exemplos os projectos desenvolvidos em Portugal nesta área como a Via Verde, da Brisa, o Cartão Lisboa Viva e o Passe Electrónico ou o Metro do Porto.
Para o presidente da LINK Consulting, Alves Marques, esta tecnologia permite "uma redução de custos associados" em vários sectores de actividade - distribuição, automóvel, entre outros -, pelo que a conferência servirá não só para apresentar os desafios que se colocam à Europa nesta área como mostrar as oportunidades de negócio e o que está a ser feito em outros países.
"A conferência vai abordar três temas, a primeira é a divulgação e sensibilização da utilização da tecnologia em todos os negócios onde não estava previsto, como o ambiente ou a saúde, uma vez que inicialmente foi lançada para a logística e distribuição", disse Alves Marques, co-organizador da iniciativa.
A utilização da tecnologia no contexto global e a segurança e a privacidade são outros dois temas da conferência, que segundo Alves Marques, tem cerca de 600 participantes inscritos.
Os ministros da Ciência e Tecnologia, Mariano Gago, e da Economia e da Inovação, Manuel Pinho, participam no encontro.
Durante os dois dias de conferência haverá uma área onde cerca de 30 empresas irão apresentar uma mostra dos seus produtos.
Expresso – 14/11/2007

Visa Inc. Anuncia Testes no Brasil, Canadá e Malásia Com Base na Visa Mobile Platform
A Visa Inc. anunciou testes de pagamentos por comunicações móveis no Brasil, Canadá e Malásia com base na Visa Mobile Platform. O teste no Brasil abrangerão os pagamentos remotos por comunicações móveis, enquanto que os testes no Canadá e Malásia abrangerão transações Visa payWave por comunicações móveis em locais de aceitação de cartões sem contato.
Os novos testes suportam diretamente a estratégia de comunicações móveis da Visa para capacitar desenvolvimento de produtos e comercialização de serviços de pagamentos por comunicações móveis através de testes de mercado. A Visa Mobile Platform já está suportando vários testes em todo o mundo, incluindo a Ásia e os Estados Unidos. Os testes anunciados nesta data são adicionais à experiência global da Visa em testar serviços de pagamentos por comunicações móveis.
No Brasil, a Visa está trabalhando com a Companhia Brasileira de Meios de Pagamento (VisaNet do Brasil) a instituição encarregada de todas as transações de pagamento de débito e crédito da Visa no país, para testar pagamentos remotos por comunicações móveis. Os pagamentos remotos são transações que são iniciadas através da rede de comunicações móveis e permite aos consumidores realizar pagamentos através de seus dispositivos móveis quando estão em trânsito. O teste permite avaliar a preferência dos consumidores por pagamentos remotos e está programado para iniciar em 2008.
No Canadá, a Visa está trabalhando com o Royal Bank of Canada (RBC) para testar as transações Visa payWave por comunicações móveis com base na Visa Mobile Platform. O teste baseado em Ontário está programado para 2008 e envolverá múltiplas fases, incluindo análise em laboratório, um piloto com a equipe da RBC e um teste de consumo. Como parte do teste, os telefones móveis com um chip sem contato de Comunicações de Campo Próximo (NFC) incorporado permitirá aos usuários realizar transações Visa payWave por comunicações móveis em locais de aceitação de cartões sem contato.
Na Malásia, a Visa está trabalhando com a Maybank, Maxis e Nokia em um teste com 100 pessoas para avaliar os pagamentos sem contato por comunicações móveis. O teste, que começou em outubro de 2007, baseia-se na infra-estrutura sem contato existente da Malásia e utiliza a Visa Mobile Platform capacitando tecnologias para download e personalização da função Visa payWave por via remota e para oferecer uma experiência de consumidor com riqueza de gráficos.
"Nós já ultrapassamos há muito tempo a era onde os dispositivos móveis eram utilizados somente para fazer ligações por voz", disse Elizabeth Buse, vice-presidente executivo da Visa Inc. "Os pagamentos com dispositivos móveis no ponto de venda já estão sendo testados pela Visa em vários países do mundo e a adição das capacidades de pagamento remoto simplesmente amplia os modos pelos quais os consumidores podem utilizar seus dispositivos móveis para tornar a vida mais fácil."
Sobre a Visa Mobile Platform
Em 2007 a Visa lançou a Visa Mobile Platform, uma iniciativa global que oferece um conjunto abrangente de ferramentas de tecnologia e aplicativos destinado a permitir o desenvolvimento de produtos e a comercialização de serviços de pagamentos por comunicações móveis. A Visa Mobile Platform oferece aos consumidores uma experiência consistente para todos os tipos de pagamentos, independentemente do tipo de telefone ou região geográfica, e se destina a trabalhar dentro da infra-estrutura existente estabelecida por operadoras de comunicações móveis e instituições financeiras.
Além de suportar o desenvolvimento de soluções de pagamentos por comunicações móveis, como pagamentos de proximidade por comunicações móveis, pagamentos remotos por comunicações móveis e transferências de dinheiro por comunicações móveis, a plataforma também suporta o desenvolvimento de serviços relacionados a pagamentos, como gerenciamento de contas e alertas de segurança para permitir aos consumidores monitorar a atividade da conta através de um dispositivo móvel e ofertas por comunicações móveis podem ser recuperadas no ponto de venda.
Previsões Futuras
Este boletim de imprensa contém previsões futuras. Essas previsões podem ser identificadas pela utilização de palavras como "deseja", "acredita", "prevê", "pretende", "estima", "espera", "projeta", "planeja" ou expressões similares. Tais previsões futuras incluem, sem limitação, previsões sobre a reestruturação proposta e as transações relacionadas, estratégia, operações futuras, prospectos, planos e objetivos da administração e eventos ou desenvolvimentos que esperamos ou prevemos que ocorrerão. As previsões futuras refletem as visões e hipóteses atuais da Visa e estão sujeitas a riscos e incertezas que podem causar resultados e tendências reais e futuros diferentes materialmente das previsões futuras, incluindo mas não limitados à capacidade da Visa de alcançar seus objetivos estratégicos e as metas esperadas da reestruturação; condições gerais do mercado, resultados de procedimentos legais; incertezas inerentes de operar internacionalmente; e o impacto de leis e regulamentos. Muitos desses fatores estão além da capacidade da Visa de controlar ou prever. Considerando esses fatores, não devem ser depositadas confianças indevidas nas previsões futuras.
Business Wire – 14/11/2007

Operadoras vão lançar serviços de pagamento móvel com tecnologia NFC
Nos próximos meses, 12 operadoras de telefonia celular testarão serviços de pagamento móvel sem contato na Austrália, França, Irlanda, Coréia do Sul, Malásia, Noruega, Filipinas, Cingapura, Taiwan, Turquia e EUA. Os testes serão feitos antes dos lançamentos comerciais e fazem parte da iniciativa Pay-Buy-Mobile da GSMA, cujo objetivo é proporcionar uma única abordagem global para permitir pagamentos sem contato através de um telefone celular. Os consumidores poderão usar os seus aparelhos para pagamentos rápidos, fáceis e seguros de produtos e serviços em lojas, restaurantes e estações de trem.
A iniciativa Pay-Buy-Mobile usa a tecnologia de Single Wire Protocol - adotada pela ETSI(i) como um padrão em outubro - para conectar o cartão UICC (Universal Integrated Circuit Card) do telefone celular ao chip com tecnologia NFC embutido no aparelho. O chip NFC pode se comunicar com sistemas de pagamento sem contato e proporcionar uma ampla gama de serviços seguros, interoperáveis e transparentes, como pagamentos a crédito e a débito. Já há 35 operadoras e 1,3 bilhão de clientes participando da iniciativa.
Em uma estréia global, executivos da operadora sul-coreana KTF fizeram o pagamento de mercadorias usando os seus aparelhos equipados com NFC em leitores sem contato em lojas na Coréia do Sul, Taiwan e EUA como parte de um teste envolvendo transações reais facilitadas pela MasterCard. Para esse teste, o aplicativo PayPass da MasterCard e o aplicativo de cartão de crédito do Shinhan Bank foram carregados em um cartão UICC da KTF embutido nos aparelhos celulares, os quais foram fornecidos pela LG Electronics e pela Samsung Electronics. As lojas nos respectivos locais foram equipadas com leitores com suporte à tecnologia NFC e aos aplicativos PayPass da MasterCard, permitindo transações reais em três países diferentes.
"Somente nove meses após o lançamento deste programa em Barcelona, as primeiras operadoras de telefonia celular pioneiras já estão se preparando para a implementação dos serviços comerciais, que podem se tornar a base de um serviço interoperável e global de pagamentos móveis", disse Rob Conway, CEO da GSMA, a associação global das operadoras de telefonia celular. "Os serviços de pagamento móvel, que agilizarão transações em lojas, restaurantes e estações de trem, também proporcionarão aos comerciantes maior facilidade para dar descontos precisamente direcionados e outras ofertas promocionais aos seus clientes."
Tanto os clientes quanto as lojas obtêm benefícios significativos com o uso do telefone celular como um fator de forma para pagamento no ponto de venda, conforme pesquisa realizada pela Serrula e contratada pela GSMA. Dois terços dos 2.574 consumidores ouvidos em 17 países disseram que esperam começar a usar o seu telefone celular para pagamentos em pontos de venda no máximo dois anos após o serviço ser disponibilizado. Além disso, 50% das 240 lojas ouvidas em 10 países vêem oportunidades promocionais no uso do telefone celular como um dispositivo de pagamento.
Frases de apoio
"Temos orgulho de ser a primeira operadora em todo o mundo a testar este método global de pagamentos", disse Young-Chu Cho, CEO da KTF, uma operadora líder em tecnologia HSPA na Coréia do Sul. "Estamos trabalhando diligentemente para proporcionar mais que valores móveis aos nossos clientes, e o NFC M- Payment é definitivamente um passo à frente para tornar realidade a nossa visão."
"Adotando o padrão, as experiências e a tecnologia globais, buscamos fazer com que os nossos segmentos de tecnologia NFC se alinhem com os padrões globais e desenvolvam serviços e produtos mais avançados para fortalecer a categoria de telecomunicações. Estamos felizes por participar do teste deste método global de pagamentos para demonstrar a interoperabilidade entre diferentes países", disse Jan Nilsson, presidente da Far EasTone Telecommunications.
"A Austrália está passando por uma revolução sem fios, com as maiores taxas de crescimento do mundo. A Telstra está trabalhando com um dos maiores bancos do país e com uma fornecedora global de cartões de crédito para que os clientes possam fazer o pagamento de produtos e serviços mais facilmente com os seus telefones celulares com um teste que se iniciará no começo do ano que vem", disse Sol Trujillo, CEO da Telstra.
"Na Europa, a Orange é uma das pioneiras na promoção de testes de alta escala em associação com um grande número de bancos, grandes instituições financeiras e importantes operadoras de telefonia celular para lançar serviços interoperáveis de pagamentos móveis sem contato", disse Mung-Ki Woo, vice- presidente de produtos de pagamentos e sem contato da Orange. "A Orange anunciou testes no Reino Unido e um lançamento comercial na França em 2008, o que incluirá não somente pagamentos, mas também bilhetagem de transporte, ingressos de estádios de futebol e outdoors interativos com importantes parceiros do setor de serviços."
"A AT&T foi a primeira operadora da América do Norte a participar de um grande teste de pagamentos com a tecnologia NFC sem contato em 2005", disse Mark Collins, vice-presidente de serviços de dados ao consumidor da AT&T Mobility. "Mesmo nos nossos primeiros esforços nesta área, já percebemos o valor de utilizar um amplo ecossistema para guiar os padrões e promover a adoção de serviços de pagamento móvel. Estamos entusiasmados por usar o nosso trabalho inicial nesta área para cumprir um papel no estabelecimento de padrões globais de pagamentos móveis."
"A participação da Maxis nos testes globais Pay-Buy-Mobile da GSMA é um marco significativo na nossa estratégia de pagamentos móveis como um todo, lançada com o nome de Maxis M-Money no início de 2007", disse o Dr. Nikolai Dobberstein, chefe de produtos e novos negócios da Maxis Communications, a maior operadora de telecomunicações móveis da Malásia. "A Maxis, atualmente a única operadora de telefonia celular da Malásia a participar do teste Pay-Buy- Mobile, já implementou uma série de serviços de pagamentos móveis, inclusive para envios de dinheiro. A Maxis também está testando um serviço multipagamentos móvel e híbrido para pagamentos de viagens com cartões de crédito e pré-pagos, incorporando a tecnologia NFC."
"A SFR, uma operadora de telefonia celular líder em tecnologia HSPA na França, já realizou diversos testes na área de serviços móveis com tecnologia NFC, com foco em bilhetagem de transporte e pagamentos móveis. A SFR também está atualmente testando serviços multiaplicativos com tecnologia NFC em Estrasburgo, combinando um aplicativo de pagamento por cartão de crédito com um aplicativo de transporte que os clientes podem usar nos bondes e ônibus", disse Mireille Poggi, gerente de pagamentos móveis e M-Commerce da SFR. "Acreditamos fortemente que a interoperabilidade será fundamental para a aceitação da tecnologia móvel NFC pelos clientes e prestadores de serviços. Por isso, a SFR é um membro ativo da Pegasus, uma iniciativa francesa global da qual fazem parte grandes operadoras de telefonia celular e bancos, com o objetivo de definir uma configuração interoperável de pagamentos."
"A popularidade do PayPass da Mastercard, juntamente com o uso difundido da tecnologia sem fios, criou muitas oportunidades de pagamentos muito além do simples passar de um cartão", disse Shuan Ghaidan, chefe de vendas e entrega de produtos na Ásia/Pacífico da MasterCard Worldwide. "Este novo telefone da KTF para pagamentos móveis com tecnologia NFC demonstra o uso inovador da tecnologia mais moderna para aumentar a praticidade, permitindo que os clientes usem os seus telefones celulares para fazerem pagamentos sem contato em qualquer parte do mundo onde o PayPass é aceito. A MasterCard tem o prazer de contribuir com o estabelecimento de normas globais que nos ajudarão a levar o mercado de pagamentos móveis ao nível de massa crítica."
Notas aos editores:
Entre as doze operadoras que estão realizando testes, estão AT&T, Far EasTone, Orange, KTF, Maxis, SFR, SingTel, Telstra e Turkcell.
(i) A GSMA contribuiu para a adoção de padrões de tecnologia NFC móvel por parte do European Telecommunications Standards Institute (ETSI) e está trabalhando com outros grupos setoriais, como o NFC Forum e o Mobey Forum, para garantir o acordo em torno de uma única abordagem global para pagamentos móveis.
A GSMA está prestes a publicar dois documentos em http://www.gsmworld.com/, um dos quais define diversos modelos de negócios que podem ser usados com um serviço de pagamento móvel e um que define a segunda versão das diretrizes técnicas de NFC da GSMA.
A iniciativa Pay-Buy-Mobile usa a infra-estrutura das grandes empresas de cartões de crédito, que desenvolveram especificações para assegurar interoperabilidade global entre cartões de chip sem contato e terminais em pontos de venda, independentemente do fabricante, da instituição financeira e do local da transação.
A GSMA está trabalhando em conjunto com importantes intermediários financeiros e bancos para promover soluções para transações globalmente interoperáveis. MasterCard e VISA apóiam os testes respectivamente com os seus recursos PayPass e Visa payWave, os quais permitem que telefones com a tecnologia NFC realizem pagamentos em terminais seguros sem contato em pontos de venda.
LG, Motorola, Nokia, Sagem e Samsung estão entre as fabricantes de aparelhos que desenvolvem telefones para serviços de pagamento móvel com tecnologia NFC.
Gemalto, G&D e KEBT estão entre as fornecedoras de cartões UICC que dão suporte a serviços de pagamento móvel com tecnologia NFC.
Vivotech e Harex estão entre as empresas que desenvolvem leitores com tecnologia NFC para serviços de pagamento móvel.
Sys-con Brasil – 13/11/2007

Microchip identifica animais no CE
Em tempos de segurança falha e violência por toda parte, até cachorros, gatos e papagaios estão “recorrendo à prevenção” ao aderirem à moda do chip em Fortaleza. Os Estados Unidos e alguns países do continente europeu, inclusive, só permitem a entrada de bichos como esses se devidamente “microchipados”.
Como? Para entender, o médico veterinário Reinaldo Leite Viana explica que a técnica consiste em implantar no animal um microchip do tamanho de um grão de arroz. Nele, há um código composto de letras e números que permite a identificação do bicho, por exemplo, em caso de roubo ou perda.
Para que o chip seja implantado, usa-se uma agulha, que é acoplada a um aplicador de microchip. Depois de injetado, o chip passará a apresentar o código sempre que acionado por um aparelho leitor. Há clínicas em Fortaleza que cobram R$ 70 pelo procedimento. Vale ressaltar que a retirada da tecnologia só é possível por intervenção cirúrgica.
Ainda de acordo com o especialista, que trabalha com a tecnologia desde 1998 e já a utilizou em aproximadamente 500 animais, qualquer bicho está apto a receber o chip, sem contra-indicações. Em mamíferos, a aplicação é subcutânea, mais precisamente na cernelha (entre as omoplatas). Já nas aves, é intramuscular, no lado direito do peito.
“A maioria das pessoas que chegam à clínica e solicita o microchip é porque vai viajar para o exterior, principalmente Estados Unidos e países da Europa. Nesses lugares, o animal só entra com a tecnologia”, observa o veterinário. Além dessa finalidade, o microchip também pode ser usado por criadores para identificar quais animais, por exemplo, estão em boas condições de reprodução.
Reinaldo também adianta que a idéia futura das empresas que trabalham com o chip é criar um banco de dados nacional que possa conter todas as informações sobre os animais microchipados. A ficha, catalogada no banco de dados do computador e identificada pelo código do microchip, apresenta, entre outros dados, a quantidade e os tipos de vacina que o animal já tomou, a idade do bicho e o contato do dono.
Segurança
Desde setembro deste ano, os cães da raça Pit bull que moram em Belo Horizonte (MG) andam com microchips de identificação implantados na altura do pescoço. Foi a saída que a Capital encontrou para identificar os donos e punir os responsáveis em caso de ataques, além de evitar o abandono dos bichos nas vias. Só no primeiro semestre de 2007, segundo os bombeiros, a captura de pit bulls nas ruas aumentou 123% em relação ao mesmo período de 2006.
Pelo microchip, que é implantado gratuitamente, e na consulta a um banco de dados, é possível saber, por exemplo, o local de nascimento do cão e as cirurgias às quais se submeteu. A morte de um bebê de três meses que estava no colo da avô em Ipatinga (MG), em julho passado, contribuiu sensivelmente para que a medida dos chips fosse adotada. O Pit bull agressor, depois de morder a cabeça da criança e ferir as pernas e os braços da avó, foi morto com cinco tiros por um policial durante o resgate.
Diário do Nordeste – 21/11/2007

INDUSTRIAL
Projetos em microeletrônica terão investimentos de R$ 1 milhão
O Ministério da Ciência e Tecnologia e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) destinarão R$ 1 milhão para apoiar projetos que proponham a elaboração de um plano de viabilidade técnica e comercial, para empresas interessadas na inovação de seus produtos ou processos por meio da microeletrônica.
Os interessados poderão inscrever seus projetos, estruturados no formato de um Plano de Negócios, até o próximo dia 24/11 para concorrer ao Edital. As propostas serão financiadas com valor máximo de R$ 40 mil. Os recursos totais investidos para este edital são provenientes do Fundo Setorial de Informática (CT-Info).
O edital faz parte do plano de ações do Programa de Disseminação de Novas Tecnologias em Microeletrônica (PDNTM) que visa à transferência de tecnologias para o setor produtivo e aumentar os serviços e produtos do setor, formando massa crítica para a geração de novos empreendimentos em design e a atividade de produção em fábrica no Brasil, aumentando também o valor agregado aos produtos nacionais.
Os interessados poderão enviar suas propostas por meio do Formulário de Propostas on-line. O resultado será divulgado no dia 1o de dezembro e as contratações terão início na semana seguinte.
TI Inside – 19/11/2007

Automação e TI no ISA Show 2007
Software de controle, sistemas distribuídos, atuadores de válvulas, controladores programáveis e redes industriais. Estas e outras áreas da tecnologia para automação industrial serão abordadas no ISA Show 2007 - Congresso Internacional e Exposição Sul-Americana de Automação, Sistemas e Instrumentação, que ocorre de 27 a 29 de novembro no Expo Center Norte, em São Paulo.
O evento vai contar com a participação de 120 empresas, além de especialistas e pesquisadores. “Hoje a automação é fator de competitividade, otimização de processos, aumento de segurança nas plantas, redução de perdas e controle de emissão de poluentes”, destaca Marcus Coester, presidente no Brasil da ISA, entidade responsável pela organização do encontro que reúne, anualmente, cerca de 30 mil profissionais em todo o mundo.
Os interessados em participar do evento devem se inscrever pelo site abaixo, que também traz a programação completa e detalhes do encontro.
Baguete – 19/11/2007

CPM Braxis fará ERP para Duratex e Itautec
A CPM Braxis vai implantar ERP da SAP nas empresas Duratex e Itautec, do grupo Itaúsa.
O projeto tem previsão de dois anos e a CPM Braxis propôs um trabalho dividido por processos de negócios. As implantações serão realizadas de forma simultânea nas duas empresas.
A intenção de Itautec e Duratex ao escolher o SAP é a construção de uma base tecnológica que atenda os futuros investimentos em novos negócios e a expansão internacional.
Corporate – 14/11/2007

ABB conclui venda de filial americana Lummus Global por US$ 950 milhões
O grupo de tecnologia industrial ABB, de capital sueco e suíço, concluiu a venda de sua filial americana Lummus Global à holandesa Chicago Bridge & Iron Co. (CB&I) por US$ 950 milhões. A ABB, com sede em Zurique, afirmou hoje em comunicado que já recebeu os US$ 800 milhões em dinheiro previstos no acordo para a cessão da Lummus Global.
A filial americana é especializada na concepção de instalações destinadas à indústria petrolífera, química e de gás. No ano passado, a Lummus Global registrou um volume de negócios de US$ 988 milhões.
O grupo sueco-suíço incluirá a venda nos resultados do quarto trimestre, assim como os US$ 204 milhões gastos em indenizações para os antigos trabalhadores de sua filial Combustion Engineering que sofreram danos devido à manipulação do amianto.
A ABB pode ainda ter que pagar eventuais multas devido a um processo que corre na Justiça americana, em que se investigam pagamentos suspeitos em vários países durante a operação de venda da Lummus Global.
O Globo – 19/11/2007

Embraco apresenta soluções de alta eficiência energética em evento nos Estados Unidos
Líder mundial no mercado de compressores herméticos para refrigeração, a Embraco apresenta suas mais recentes inovações ecológicas e de alta eficiência energética no Energy Efficiency Global Forum & Exposition (EE Global), de 11 a 14 de novembro, em Washington (EUA). “Somente com o esforço conjunto da sociedade poderemos reverter as previsões alarmantes em relação ao aquecimento global e escassez de recursos naturais”, afirma o presidente da Embraco, Ernesto Heinzelmann.
O EE Global é o primeiro fórum e exposição da indústria sobre eficiência energética, atraindo, também, acadêmicos, políticos, pesquisadores e formadores de opinião de todo o mundo, não apenas para intercâmbio das mais recentes informações técnicas, comerciais e políticas, mas também para consolidar parcerias e desenvolver as melhores práticas, políticas e estratégias para implementação global.
Heinzelmann falará no painel “Reducing Demand for More Power: An Executive Perspective on Achieving Energy Efficiency Through New and Improved End-Use Technologies” que discutirá as novas tecnologias e a redução no consumo de energia. Este painel será realizado no dia 14, com a fala, também, dos executivos Jim Porter, da DuPont, Steve Heins, da Orion Energy Systems e Alain Streicher, do International Resources Group. O moderador será Michael Thieneman, da Whirlpool Corporation.
O presidente da Embraco destaca principalmente que a organização está preparada para atender às novas demandas mundiais no que se refere à eficiência. “Com investimento contínuo em tecnologia e profissionais altamente qualificados, todas as nossas fábricas estão aptas a oferecer ao mercado mundial produtos de alta eficiência energética e garantir, ainda, baixo nível de ruído, confiabilidade e competitividade, atendendo às regulamentações internacionais de redução do consumo de energia”, afirma Heinzelmann.
Eficiência energética é uma meta constante da Embraco. Para oferecer soluções com tecnologia de ponta aos clientes em todo o mundo, investe até 3% do faturamento líquido em Pesquisa e Desenvolvimento, tem convênios com instituições de pesquisa em vários países e conta com um time altamente qualificado.
Inovação a serviço da eficiência - O principal desenvolvimento da Embraco no campo da eficiência energética é o Compressor de Capacidade Variável (VCC). Graças ao uso do VCC, grande parte dos fabricantes de refrigeradores norte-americanos pôde se adequar aos requisitos do programa Energy Star e atingir o nível exigido de redução do consumo de energia sem grandes modificações em seus produtos. Com conceito inovador, o VCC é capaz de variar sua capacidade de refrigeração, adaptando-se às necessidades do sistema. Ou seja, o compressor vai consumir a energia proporcional à necessidade de refrigeração do sistema naquele momento.
Um fator determinante para o desenvolvimento deste produto é o uso da eletrônica. O VCC é equipado com um controle eletrônico capaz de perceber, sem o uso de sensoes externos, a variação de temperatura interna do refrigerador e, desta forma, ajustar a “geração de frio” adequadamente. Este controle eletrônico é desenvolvido e fabricado pela unidade de negócios no Brasil, Embraco Electronic Controls (EECON).
A Embraco é líder absoluta na categoria de compressores de alta eficiência energética na Europa e nos Estados Unidos, graças à produção do VCC, que deverá atingir este ano a marca de 2,8 milhões de unidades desde que foi lançado, em 1998. “O VCC, com os programas ou incentivos de redução de energia que se multiplicam no mundo, é uma solução drop in de fácil instalação e de expressivos resultados de até 40% de redução do consumo de energia”, diz o presidente.
Compressor ecológico - Outro produto inovador é o compressor EK, apresentado ao mercado internacional este ano. Fruto de quase quatro anos de pesquisas, este produto utiliza dióxido de carbono (C02) como gás refrigerante, um fluido natural, não inflamável e de grande apelo ecológico em função do mínimo impacto sobre o aquecimento global quando comparado à classe de gases HFC, como o R134a.
Sua produção-piloto iniciou-se em maio, na fábrica do Brasil, e destina-se aos equipamentos de refrigeração de sorvetes e bebidas, entre outras aplicações de refrigeração comercial – o segmento que apresenta hoje as maiores oportunidades de crescimento dos negócios em nível mundial. “O compressor EK é mais uma das ações da Embraco no sentido de desenvolver tecnologias e produtos que contribuam para a preservação do meio ambiente e, por conseqüência, para uma melhor qualidade de vida”, complementa Heinzelmann.
Portal Fator Brasil – 13/11/2007

Acit, CEF e Daruma fecham parceria para vendas de produtos de alta tecnologia
A Associação Comercial e Industrial de Taubaté, a Caixa Econômica Federal e a Urmet Daruma fecharam uma parceria para a venda de produtos de alta tecnologia, com preços e financiamentos especiais aos empresários associados à ACIT.
O convênio foi assinado na última sexta-feira, 09, no auditório da entidade. Além de equipamentos de Automação Comercial os associados terão acessos às linhas de produtos de telecomunicação e informática. "Vamos colocar o que temos de melhor no mercado. Vamos criar fatores favoráveis para que possamos ter um ótimo relacionamento com os empresários", disse o diretor de Marketing e Produtos da Daruma, Welington de Souza.
Os produtos serão financiados pela Caixa Econômica Federal. "Queremos conseguir viabilizar os insumos tecnológicos dos empresários, por meio da linha de crédito exclusivo da Caixa", disse Clayton Rosa Carneiro, gerente regional da CEF.
Entre os equipamentos que serão disponibilizados está a impressora para a emissão da nova nota fiscal paulista, uma exigência do governo do Estado de São Paulo.
"Estamos satisfeitos com essa parceria. Acreditamos que o projeto vai ser bastante produtivo e contribuirá com os nossos associados", explica a presidente da ACIT, Rogeria Ferreira.
Diário de Taubaté – 13/11/2007

TELECOM
Google lança motor de busca para telemóveis na China
O Google acaba de lançar na China um serviço para telemóveis com tecnologia de busca por «palavras-chave», que oferece informação meteorológica, sobre transportes, conversão de moeda e tradução, segundo o jornal Shangai Daily.
O motor de busca pretende assim implantar-se no mercado de acesso à Internet sem fios, especialmente num país como a China, onde há mais de 500 milhões de utilizadores de telemóveis.
«O serviço é totalmente gratuito e os utilizadores apenas terão que pagar as tarifas cobradas pelos sms», explicou a empresa norte-americana em comunicado.
Diário Digital – 21/11/2007

GSM atinge 62% de participação de mercado, aponta pesquisa
A 3G Americas, organização criada para promover a implementação da tecnologia GSM e suas evoluções GPRS, EDGE, UMTS e HSDP, acaba de publicar o relatório sobre a participação de mercado da família de tecnologias GSM na América do Norte, do Sul, Central e Caribe. O levantamento, encomendado à Informa Telecoms & Media, aponta que o padrão GSM cresceu 9 pontos percentuais nos últimos 12 meses e chegou a 62% do mercado, comparado com 53% de participação no fim do terceiro trimestre de 2006.
De acordo com a entidade, praticamente 200 redes comerciais são UMTS, das quais 150 estão atualizadas com o HSDPA. A maioria das operadoras UMTS deve atualizar serviços de rede com a HSPA (HSDPA+HSUPA), criando uma plataforma de alcance global para serviços de dados sem fio no mundo inteiro.
Operadoras na Argentina (Personal, Movistar, CTI Movil), no Chile (Entel PCS), no Uruguai (Ancel, CTI Movil e Movistar), no Paraguai (CTI Movil) e, recentemente, no Brasil (Telemig Celular e Claro) anunciaram o lançamento de serviços UMTS recentemente. Há um ano, a AT&T Mobility de Porto Rico foi a primeira operadora a lançar serviços UMTS em escala comercial no Caribe.
Eva Benguigui, analista sênior de pesquisas para a América Latina da Informa Telecoms & Media, acredita que “baseado nas 11 redes UMTS/HSPA lançadas na América Latina e no Caribe, e muitas outras chegando em 2008, o número de assinaturas UMTS/HSPA na região deve chegar a 15,3 milhões até o fim de 2009.” Ela completa que “isso representa três vezes mais que as tecnologias 3G concorrentes, como CDMA 2000 1xEV-DO (Rev O/A/B), previsto para alcançar 5,2 milhões de assinaturas no mesmo período.”
O número de assinantes GSM/UMTS no Ocidente, segundo o estudo, cresceu mais de 100 milhões nos últimos 12 meses, de aproximadamente 282 milhões em setembro de 2006 para 384 milhões no mesmo mês deste ano, totalizando uma participação de mercado para a família GSM de tecnologias de 62%, de acordo com dados do terceiro trimestre da Informa.
Durante o mesmo período, o a pesquisa mostra que a participação de mercado das tecnologias CDMA caiu de 33,5% para 31% e atualmente representa 193 milhões de assinantes nas Américas. Só na América Latina e no Caribe, o número de assinantes GSM/UMTS chegou a praticamente 276 milhões, o que representa uma participação de 78% no fim de terceiro trimestre. Além disso, os EUA e Canadá têm 108 milhões de assinantes GSM/UMTS.
Os assinantes UMTS/HSPA devem passar a marca de 500 milhões até o fim de 2009, de acordo com as previsões da Informa, e devem chegar a um bilhão até o fim de 2011. A segunda tecnologia 3G neste ranking é o CDMA EV-DO (Rev O/A/B), que deve atrair 115 milhões e 182 milhões de assinantes até o fim de 2009 e 2011, respectivamente.
A Informa projetou um total de 1,68 bilhões de assinaturas para o mercado 3G até 2012, das quais 1,3 bilhão deve ser da tecnologia UMTS/HSPA, representando 78% do mercado. Em segundo lugar deve aparecer o CDMA EV-DO (Rev O/A/B), com 230 milhões de assinantes e 14% de participação, e os 8% restantes representarão outras tecnologias, como a TD-SCDMA ou TD-CDMA. Em uma previsão divulgada em separado, a Informa projetou 16,8 milhões de assinaturas WiMAX até o fim de 2012.
TI Inside – 21/11/2007

De carona na TV digital, Semp Toshiba volta a fabricar celulares
A Semp Toshiba aproveita a chegada da TV digital e investe perto US$ 50 milhões numa fábrica de celulares na Zona Franca de Manaus (AM). Após quase 15 anos afastada da produção de celulares, a companhia, que é uma joint venture entre a brasileira Semp (60%) e a japonesa Toshiba (40%), decidiu voltar para o mercado.
Mais informações no site
"Um dos subprodutos mais importantes da TV digital é a televisão no celular", afirma o presidente do Grupo, Afonso Antônio Hennel. Ele observa que, como o padrão da TV digital brasileira é baseado no modelo japonês e essa tecnologia é dominada pela Toshiba, o caminho para atingir a mobilidade na TV digital está aberto.
Hennel conta que em 1993, a companhia desistiu de produzir celular porque optou por centrar esforços na área de entretenimento, isto é, na produção de aparelhos de áudio e vídeo. Agora, com a convergência tecnológica e o início das transmissões da TV digital no dia 2 de dezembro, na Grande São Paulo, a fabricação de celular ganha importância. "Somos líderes na produção de TVs e queremos ficar em pé de igualdade com os concorrentes", diz Hennel.
Jairo Siwek, diretor da área de celulares da companhia, diz que entre seis e nove tipos diferentes de celulares estarão à venda no mercado no primeiro trimestre do ano que vem. Nesse grupo, estão incluídos desde os modelos mais simples até os sofisticados, como o celular que capta os sinais da TV digital e o smart fone, que desempenha funções de computador, isto é, permite acesso à caixa de e-mails e baixar programas da internet. "Vamos usar a tecnologia GSM e 3G e trabalhar com todas as operadoras de celular."
Como já ocorre no segmento de computadores da companhia, os celulares, dependendo do modelo, sairão da fábrica com uma das duas marcas da empresa. A marca Toshiba será usada os celulares mais sofisticados e a a marca STI para os demais. Sem revelar expectativas de faturamento, Siwek diz que a meta da companhia é conquistar 10% do mercado interno de celulares em três anos e, numa segunda etapa, exportá-los para os vizinhos.
A empresa apresentou ontem dois modelos de conversores para TV digital que estarão disponíveis no varejo de São Paulo a partir da segunda-feira. Um dos modelos é recomendado para televisores de alta definição e custa R$ 1,1 mil. O outro modelo é básico e sai por R$ 800. Em ambos os casos o preço está muito acima do previsto pelo governo, que projetava R$ 200. "Nosso setor é competitivo e o preço reflete custos e tecnologia. O governo prometeu medidas de desoneração que não saíram", diz Hennel. Inicialmente importados, os conversores serão fabricados em Manaus a partir de março.
Estadão – 20/11/2007

AT&T e Samsung lançam celular com software da Napster
A Samsung e a operadora norte-americana AT&T fizeram um acordo para lançar o aparelho celular SLM, o primeiro a ter o serviço de compra de música on-line por celular da Napster. O aparelho deve estar nas lojas dos Estados Unidos ainda este mês.
Com isso, a AT&T garante mais um aparelho exclusivo para o seu portfólio. O iPhone, da Apple, por exemplo, só está disponível nos Estados Unidos para clientes da operadora, fato que tem irritado muitos consumidores, que inclusive tentaram desbloquear o aparelho.
Divulgação
Celular será exlcusivo da AT&T, assim como o iPhone; clientes serão obrigados a fechar contrato de dois anos com a operadora
O sistema da Napster permite que o usuário escolha pelo celular as músicas das quais quer fazer download, ouça uma prévia do arquivo e baixe a canção "em menos de um minuto", segundo a AT&T.
De acordo com comunicado da operadora, o catálogo vai conter 5 milhões de músicas.
Para baixar as músicas, as pessoas terão de assinar um pacote da Napster por US$ 7,49 (R$ 13,24), que dá direito a cinco faixas por mês, ou pagar US$ 1,99 (R$ 3,50) por música.
O aparelho, que vai custar US$ 149,99 (R$ 265) nos Estados Unidos, virá com câmera integrada de 2.0 megapixels. Assim como ocorre com o iPhone, a AT&T exige um contrato de dois anos com a operadora para disponibilizar o serviço.
Folha Online – 20/11/2007

Sony e NXP se unem para desenvolver aplicativos de celulares
A japonesa Sony e a fabricante de chips holandesa NXP Semiconductors disseram nesta quarta-feira (14) que pretendem promover o uso de aplicativos para cartões que transmitem dados sem fio para telefones celulares.
A Sony e a NXP irão formar uma joint venture para tornar o acordo possível. A nova empresa formada, chamada Moversa, terá sede em Viena, na Áustria, e permitirá que os consumidores usem seus telefones celulares para serviços como pagamentos móveis e bilhetes de transportes.
"Os primeiros modelos do chip devem ficar prontos na metade 2008 e servirão para soluções que envolvam os telefones celulares. O início da comercialização do produto deve acontecer no fim do ano que vem", disse as empresas.
Em comunicado, a Sony e a NXP informaram que cada uma terá 50 por cento da nova companhia.
Folha Online – 15/11/2007

Outubro mantém tendência de expansão do mercado celular no país
O mercado brasileiro de telefonia celular manteve trajetória de aquecimento em outubro, registrando cerca de 1,94 milhão de novas linhas celulares vendidas, mostram dados preliminares da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
De acordo com os números, o mês passado foi o melhor outubro desde o início das medições da agência em 1999. Até então, o melhor outubro havia ocorrido em 2005, com adição de 1,24 milhão de linhas no mês.
A base total de linhas celulares em operação até o fim do mês passado somou 114.690.304, avançando 1,7 por cento na comparação com setembro. Até agora, o melhor mês do ano para o setor segue sendo agosto, com adições de 2,41 milhões de linhas, à frente das 2,21 milhões de maio.
Na comparação com outubro do ano passado, quando a base brasileira ainda não havia chegado à marca dos 100 milhões de celulares, o mercado cresceu 18,67 por cento.
No início do mês, o presidente da Vivo, Roberto Lima, afirmou que o mercado brasileiro neste quarto trimestre está aquecido e que o setor pode ter que conceder subsídios maiores na venda de aparelhos por conta da preferência dos usuários por modelos mais avançados e intensificação da competição.
Segundo o site especializado Teleco, o Brasil pode encerrar o ano com cerca de 120 milhões de linhas celulares em operação, crescimento de 20 por cento sobre 2006.
A Anatel deve divulgar nos próximos dias os dados consolidados com a participação de mercado das operadoras.
Reuters – 19/11/2007

Parquímetro em Lisboa pago com telemóvel
Já vai ser possível pagar o parque de estacionamento na capital através do telemóvel. Acedendo ao serviço Telemultibanco do telemóvel, o utilizador comunica o lugar de estacionamento e o tempo que vai estar parado através de um SMS ou chamada telefónica. Este sistema permite taxar o parqueamento ao minuto, graças a um sistema de check in e check out. A agência Lusa avança que a implementação do serviço não será demorada, pois a tecnologia já existe, bastando limar umas pequenas arestas. Usar este sistema vai apoiar a fiscalização de lugares de estacionamento tutelados pela EMEL.
Qualquer pessoa com telemóvel poderá utilizar este sistema, incluindo estrangeiros em roaming, mas ainda não está prevista a data de entrada em funcionamento do serviço.
Exame Informática – 19/11/2007

Qualcomm compra empresa de tecnologia bancária por US$ 210 mi
A Qualcomm anunciou que vai comprar, por US$ 210 milhões, a Firethorn Holdings LLC, empresa de tecnologia voltada para o setor bancário. A empresa já adiantou, porém, que a transação vai diluir seus lucros para o ano fiscal de 2008, com término em setembro daquele ano, em cerca de US$ 0,02 por ação.
Com a aquisição, a Qualcomm espera fortalecer a participação no segmento financeiro, por meio da oferta de soluções móveis que, segundo ela, permitirão aos bancos fornecer uma ampla gama de serviços aos clientes, incluindo desde o acesso ao extrato da conta corrente, pagamento de contas até transferências por meio do telefone celular.
TI Inside – 16/11/2007

Sony Ericsson entra na briga dos modems USB 3G
A partir de fevereiro de 2008, a Sony Ericsson também será uma das fornecedores dos minimodems USB 3G para banda larga móvel. Até o momento, a empresa atua apenas na entrega de cartões PCMCIA - para 2G e 3G, este último recém-colocado no mercado.
A informação é do vice-presidente da Sony Ericsson no Brasil, Silvio Stagni. A produção local ainda está em estudos e dependerá do volume de pedidos. Inicialmente, os produtos serão importados, como o são, hoje, os da Huawei - que lideram o mercado - e da Giant, vendidos no país através da distribuidora SIMM.
"Vamos brigar neste mercado, também nos modems express e manter os cartões PCMCIA, porque há uma grande base instalada de notebooks que pedem esse produto em 2G e 3G. Temos totais condições de vir a brigar pela liderança do market share nesta área no Brasil", destacou o executivo.
Questionado quando o Brasil poderá ter produção local desses equipamentos, Stagni acredita que, em 2008, será possível ter uma visão melhor da demanda dos produtos. O executivo acredita que, inicialme |