23/10/2007

GERAL

Produtos de telecom puxam déficit do setor eletroeletrônico

A balança comercial de produtos do setor eletroeletrônico apresentou déficit US$ 9,11 bilhões nos primeiros oito meses deste ano. No período, as exportações totalizaram US$ 6,02 bilhões, enquanto o volume de importações atingiu US$ 15,13 bilhões, de acordo com levantamento da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). A entidade ressalta que o saldo negativo ficou próximo do registrado no ano inteiro de 2006 (US$ 9,73 bilhões), e superior aos ocorridos nos demais anos anteriores.

Em relação ao mesmo período de 2006, as exportações não sofreram variação e as importações cresceram 16,8%. Apesar da forte retração (26%), os telefones celulares permanecem como o produto mais exportado pelo setor. Entre os produtos mais importados, os semicondutores continuam liderando a lista. Para este ano, os estudos da Abinee indicam que o déficit chegará a US$ 12,5 bilhões.

Das oito áreas que constituem o setor eletroeletrônico, as exportações de cinco delas cresceram e de três caíram, em relação a janeiro a agosto de 2006. O desempenho foi inibido principalmente pela retração das vendas externas de telefones celulares, que passaram de US$ 1,8 bilhão, em janeiro a agosto de 2006, para US$ 1,3 bilhão, nos primeiros oito meses deste ano. O estudo ressalta que, mesmo com a queda, os celulares permaneceram na liderança das exportações da indústria eletroeletrônica.

A queda nas exportações de bens de informática, apesar de apontar taxa significativa (-18,3%), causou menor impacto sobre o resultado da indústria do setor. A queda das vendas externas desses bens totalizou US$ 49,9 milhões, enquanto que a redução do montante exportado de telefones celulares foi de US$ 453 milhões.

A valorização do real em relação ao dólar, segundo a Abinee, continua preocupando os fabricantes do setor, pois acarreta em perda de competitividade da indústria eletroeletrônica do país, favorecendo as importações e prejudicando as exportações. O estudo enfatiza que, no acumulado de janeiro a agosto de 2007, a valorização cambial atingiu 8% na comparação com o mesmo período do ano passado. Mesmo assim, o crescimento do mercado mundial tem beneficiado as exportações de algumas empresas do setor.

Ainda em relação aos primeiros oito meses do ano, ao retirar os telefones celulares do total da indústria eletroeletrônica, as exportações dos demais produtos do setor cresceram 11% no período citado. As exportações de componentes elétricos e eletrônicos somaram US$ 2,1 bilhões, representando mais de um terço do total do setor.

No acumulado de janeiro a agosto de 2007, as importações somaram US$ 15,1 bilhões, com incremento de 16,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior. As importações de componentes elétricos e eletrônicos (+8,8%) atingiram US$ 8,7 bilhões, participando com 57% do total do setor. Porém, notou-se que as importações desses itens apontaram taxas de crescimento mais modestas do que das compras externas de bens finais

A retração de 5% das importações de semicondutores, e de 4% de componentes passivos, amenizou o crescimento das importações de componentes, segundo a Abinee. Por outro lado, destacou-se o incremento de 39% de componentes para informática e de 5% de componentes para telecomunicações.

As áreas de automação industrial, equipamentos industriais, informática, telecomunicações e de utilidades domésticas também tiveram participação expressiva no total das importações do setor, que, além de apresentarem montantes significativos, também registraram altas taxas de incremento. Mas o maior destaque permaneceu com a área de telecomunicações (+63,3%), que contou com o acréscimo de 114% nas importações de aparelhos de radiodifusão.

Jornal de Negócios – 15/10/2007

Sanyo desiste de vender Sanyo Semiconductor

Sanyo Electric abandonou o plano de vender os seus negócios de semicondutores para a Advantage Partners LLP. O fundo de investimento japonês continua a enfrentar dificuldades por causa da crise dos 'créditos subprime' nos EUA, o que contribuiu para a reavaliação da venda.

A empresa anunciou que não irá transferir a companhia que fabrica chip, Sanyo Semiconductor, para outra empresa.

A Sanyo divulgará os detalhes da medida de revitalização dos negócios de semicondutores quando anunciar o resumo dos novos planos de administração no final de novembro. O plano cobrirá três anos a partir de abril.

Gazeta Mercanti – 19/10/2007

Importações batem recorde histórico no setor eletroeletrônico

No dia em que o dólar atingiu o menor valor desde agosto de 2000 fechando a R$ 1,788, a Abinee revela que, em agosto, as importações de produtos do setor eletroeletrônico totalizaram US$ 2,3 bilhões, um recorde histórico na balança mensal do setor.

O estrago da valorização cambial impacta o carro-chefe da balança comercial do setor: as vendas externas de telefones celulares. Também nunca se importou tanto e com o aval do governo, equipamentos para a radiodifusão. Este setor registrou um crescimento de importações acima de 100%.

As exportações de telefones celulares, carro-chefe do setor, registraram uma queda de 27% nos oito primeiros meses do ano caindo de US$ 1,8 bi, em 2006, para US$ 1,3 bi, em 2007. Já as importações de equipamentos de radiodifusão- em função da TV Digital - disparam em função da valorização do real e dos incentivos tributários concedidos pelo governo, uma vez que não há produção local desses produtos.

Nesta quinta-feira, 18/10, o dólar mais uma vez ignorou o clima ruim nas bolsas de valores estrangeiras e fechou na menor cotação desde 1º de janeiro de 2000, atingindo a casa de R$ 1,788. Analistas do setor financeiro informaram que a queda teve influência direta da decisão do Banco Central, tomada na reunião do Copom, realizada em Brasília nesta quarta-feira, 17/10, de manter a taxa básica do juro em 11,25%,

Nos dados da Abinee, que não levam em conta a queda histórica registrada nos mercados nesta quinta-feira, a valorização do real frente ao dólar atingiu 8% na comparação com janeiro/agosto de 2006.

Na área de informática, que é a maior beneficiada pela queda do dólar frente ao real - o presidente da Intel, Oscar Clarke, chegou a afirmar nesta quarta-feira (17/10) que o setor vive "o nirvana" em função da demanda interna, as exportações da área que já estavam pífias, caíram 18,3% nestes oito meses de 2007, totalizando uma perda de US$ 49,9 milhões.

Vale frisar como mostra a balança comercial que para atender a demanda interna também houve um incremento de importação, principalmente, de componentes para a "montagem" dos PCs localmente. A balança comercial de agosto apurou um crescimento de 39% de componentes para a Informática.

No setor de telecomunicações, a situação é ainda pior. A importação de componentes ficou em 5%, mas houve um grande aumento da importação de produtos acabados. Na prática nunca se importou tanto na área como agora.

Em relação ao mesmo período em 2006 ( janeiro a agosto), as importações atingiram a casa de 106%, com grande impacto para os equipamentos de radiodifusão - voltados principalmente para a digitalização das emissoras de Televisão visando o início das transmissões da TV Digital Terrestre, marcada para o dia 02 de dezembro, na capital paulista.

Incentivo legal

O governo Lula favorece o incremento deste ritmo de importações. Como não há produção local na parte de radiodifusão - apesar da criação de programas de benefícios fiscais para a atração de fabricantes através do PADIS

No último dia 09 de outubro, foi publicado no Diário Oficial da União, o Decreto nº 6.227, que alterou a Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (TIPI), nas importações de equipamentos de TV Digital.

O Decreto reduziu a zero a alíquota do IPI sobre os seguintes bens, na condição de "ex-tarifários":

NCM - 8517.62.13 (Ex 01) - Moduladores OFDM ("Orthogonal Frequency Division Multiplex"), com sintaxe MPEG-TS ("MPEG-Transport Stream"), para sistemas de televisão digital terrestre,

(Ex 02) - Multiplexadores de sinais de áudio, vídeo e dados para sistemas de televisão digital terrestre, com entrada ASI e saída TS ("Transport Stream");

NCM - 8525.50.29 (Ex 01) - Transmissores digitais de televisão, em VHF ou UHF, com potência maior ou igual a 1 kW e intermodulação maior que 36 dB,

(Ex 02) - Sistema irradiante configurável, dedicado à transmissão de sinais de televisão digitais na faixa de freqüência de VHF e/ou UHF, com potências irradiadas de até 1MW RMS e constituídos por: antenas, cabos e/ou linhas rígidas de alimentação, combinadores, réguas de áudio e vídeo (patch panels), radomes, conectores, equipamentos de pressurização e elementos estruturais de fixação;

NCM - 8525.60.10 (Ex 01) - Transmissores-receptores (transceptores) de rádio digital para televisão digital terrestre, com interfaces digitais "DVB-ASI" e/ou "ISDB-T clock data";

NCM - 8525.60.20 (Ex 01) - Transmissores-receptores (transceptores) de sinal de televisão digital através de fibra ótica;

NCM - 8525.60.90 (Ex 01) - Equipamento de sinalização, controle e/ou corte (slicer) do fluxo de dados MPEG;

NCM - 8529.90.19 (Ex 01) - Codificadores para sinais de áudio, vídeo de alta definição MPEG-2 e/ou MPEG-4 (protocolo H.264) para sistema de transmissão de sinais de televisão digital terrestre;

NCM - 8543.20.00 (Ex 01) - Geradores de sinais de teste e referência de vídeo nos padrões SDI e HD-SDI, com capacidade de geração de diferentes sinais de teste, dentre eles o "color bars" e "zoneplate";

NCM - 8543.70.36 (Ex 01) - Roteadores-comutadores ("trouting switcher"), contendo mais de 20 entradas e mais de 16 saídas de áudio e/ou vídeo, com interface de entrada de vídeo SDI e HD-SDI e saídas em SDI e HD-SDI, entradas de áudio analógico e/ou digital ou capacidade para áudio "embedded";

NCM - 8543.70.99 (Ex 01) - Amplificadores seriais digitais para distribuição de sinais de vídeo, com retemporizador.

Em outro decreto publicado no início do ano, o governo também já havia zerado a alíquota do Imposto de Importação para os equipamentos destinados à TV Digital, o que fomentou essa corrida do mercado para a importação.

Agora, ao que parece, o governo começa a tomar medidas no sentido contrário. Tanto que para atrair a vinda desses fabricantes para o Brasil, nesta semana, decidiu aplicar um porcentual diferente de investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), para a indústria produtora de equipamentos de TV Digital.

De acordo com o decreto 6.234/2007, publicado na segunda-feira (15/10) no Diário Oficial da União, as empresas terão de investir apenas 2,5% do seu faturamento anual. Já a indústria de semicondutores terá que pagar 5% em investimentos em P&D, seguindo a regra vigente para a Lei de Informática.

Convergência Digital – 18/10/2007

AUTOMOTIVO

Bosch sai na frente nas motos flex

A Bosch brasileira não possui nenhuma unidade de sistemas automotivos em Minas Gerais. Entretanto, agiu mineiramente e arrancou à frente das concorrentes no fornecimento de sistema flex fuel para motocicletas.

Ao passo que Delphi e Magneti Marelli já mostraram seus desenvolvimentos ao público nesta área – cada uma a seu tempo: a primeira em abril, na Automec, e a segunda há poucos dias, no Salão Duas Rodas – a Bosch preferiu uma aproximação silenciosa. E assim foi a primeira a fechar contrato com montadora de motocicletas para fornecimento da tecnologia.

A confirmação da assinatura do contrato veio de Christian Sobottka, vice-presidente da unidade sistemas a gasolina da Robert Bosch América Latina, em entrevista exclusiva à Agência AutoData. O executivo preferiu não mencionar com qual montadora fechou o acordo, mas fontes ligadas à negociação afirmam tratar-se da Honda Motos.

Caso confirmado, a Bosch não apenas terá o ineditismo do fornecimento como também será vasta líder de mercado neste segmento, no rastro da liderança Honda nas vendas de motocicletas.

Outras fontes afirmam que uma das outras duas concorrentes está em vias de também assinar contrato com outra fabricante, porém de expressão no mercado nacional infinitamente menor do que a líder. A negociação estará oficializada em cerca de um mês.

Os movimentos combinados são fortíssimo indício de que o mercado nacional – de forma pioneira no mundo – terá motocicletas flex, que poderão ser abastecidas tanto com gasolina quanto com álcool, já em 2008.

Autodata – 19/10/2007

Tuper eleva vendas no setor automotivo

A receita do grupo Tuper com vendas para a indústria automotiva nacional terá acréscimo superior a 130% neste ano na comparação com 2006. A organização de São Bento do Sul, SC, faturará cerca de R$ 500 milhões, em alta de quase 56% sobre os R$ 321 milhões do balanço passado e de 20% na comparação com a estimativa inicial de R$ 420 milhões. A participação do setor automotivo saltará dos 20% anteriores para 30%, ou de R$ 64 milhões para R$ 150 milhões.
A razão principal do incremento, já esperado, segundo o diretor-presidente Frank Bollmann, é a unidade de tubos especiais, inaugurada em outubro de 2006 e que consumiu R$ 30 milhões.

“Quando decidimos fazer a fábrica tínhamos a convicção de que o mercado reagiria bem. Mas o retorno foi surpreendente”, diz Bollmann, que calcula que as expectativas, principalmente nos segmentos de quatro e duas rodas, foram superadas em até 25% - a Tuper também fornece para a linha pesada.

Tanto que a direção da empresa, que tem 60% de suas vendas no setor automotivo, já definiu novo aporte de R$ 15 milhões até o fim de 2008 para elevar a capacidade de produção atual de 600 toneladas/mês de tubos trefilados, 3 mil toneladas para tratamento químico, 1,5 mil toneladas para tratamento térmico e 3 mil toneladas de corte.

A reação do mercado, que se estendeu a outros segmentos industriais abastecidos pela Tuper, também exigiu a aplicação de recursos na produção de tubos commodities, que servem de base para os especiais. A unidade, que produzirá 100 mil toneladas neste ano – 40% superior a 2006 -, das quais 15% destinadas à indústria automotiva, receberá recursos da ordem de R$ 10 milhões a R$ 12 milhões para modernização dos equipamentos e ampliação da capacidade. Por conta desta expansão o grupo elevou seu quadro de funcionários em quase 20% neste ano: de setecentos para 827 empregados.

O único porém de 2007 foi a drástica redução nos volumes exportados, h oje inexpressivos de acordo com Bollmann. Em 2004 chegaram a 24 mil t oneladas de tubos para os Estados Unidos, mercado que deixou de ser atendido por perda de competitividade em função da desvalorização do dólar e elevação dos custos de matéria-prima.

Como exemplo cita que uma tonelada de tubo estrutural é vendida por cerca de US$ 650 no Exterior. Só em matéria-prima são gastos US$ 800. “A defasagem é gritante e não tivemos como equacionar a situação. Por outro lado mostramos competência para elevar nossa participação no mercado nacional.”

Autodata – 19/10/2007

Vendas na Alemanha caem 10% em setembro

A estabilidade de alguns mercados europeus começa a preocupar o setor. Em setembro foram vendidos 295 mil automóveis e veículos comerciais na Alemanha, 10% menos do que em idêntico mês do ano passado. Conseqüência da retração de 11% nas vendas de automóveis no mesmo comparativo, já que o segmento de comerciais avançou 7%.

As exportações totais somaram em setembro 412,2 mil unidades, alcançando 9% de crescimento sobre setembro de 2006. Em igual comparação a produção cresceu 1,3%, somando 550,5 mil unidades.

No acumulado dos nove meses foram vendidos 2 milhões 586 mil veículos, queda de 6,6% no comparativo com o mesmo período do ano passado. Na mesma comparação as vendas de veículos comerciais totalizaram 245 mil unidades, alta de 9%, e a de automóveis caíram 8%, para 2 milhões 341 mil unidades.

No acumulado dos nove meses foram vendidos 2 milhões 586 mil veículos, queda de 6,6% no comparativo com o mesmo período do ano passado. Na mesma comparação as vendas de veículos comerciais totalizaram 245 mil unidades, alta de 9%, e a de automóveis caíram 8%, para 2 milhões 341 mil unidades.

De janeiro a setembro os alemães exportaram 3 milhões 494 mil veículos, volume 11,5% superior ao do mesmo intervalo do ano passado. Por conta disso, basicamente, a produção ultrapassou 4 milhões 660 mil, elevação de 6,5%.

As vendas dos doze últimos meses somam 3 milhões 591 mil veículos.

Autodata – 19/10/2007

Fiat e Tata investem US$ 650 milhões na Índia

O Grupo Fiat e a fabricante de veículos indiana Tata fecharam mais um acordo para produção conjunta de veículos, motores e transmissões na Índia. As empresas estão mais uma vez unidas para a construção de nova fábrica de US$ 650 milhões. A produção será destinada tanto ao mercado interno quanto às exportações.

Segundo a agência de notícias Flash de Motor a primeira fase de produção será destinada a produtos Fiat, como Grande Punto e Línea, e os motores diesel Multijet de 1.3L e Fire 1.2L e 1.4L. Na segunda fase rodará nas linhas uma nova família de modelos Tata.

Com capacidade de produção anual de 100 mil veículos e 200 mil motores e transmissões a fábrica empregará 4 mil trabalhadores. A rede de concessionários também será ampliada das atuais 65 lojas para cem até a metade do ano que vem.

Segs – 16/10/2007

GM: venda recorde na LAAM

A General Motors divulgou o balanço de vendas do terceiro trimestre, 2 milhões 380 mil unidades de automóveis, comerciais leves e caminhões, aumento de 4% com relação a igual período do ano passado. A GM LAAM, divisão que engloba as operações na América Latina, África e Oriente Médio, superou as projeções com 329,4 mil unidades, aumento recorde de 22% sobre o resultado do terceiro trimestre de 2006.

Pelo vigésimo-primeiro trimestre consecutivo as vendas fora dos Estados Unidos superaram o desempenho no principal mercado e matriz da companhia. Foram comercializados em outros países 1 milhão 340 mil veículos, ou 56% do total.

Na América do Norte a GM vendeu 1,2 milhão de unidades, queda de 6% com relação ao desempenho do terceiro trimestre de 2006.

Destaque: o balanço de vendas da LAAM é seu melhor resultado de participação na região desde 1997, agora de 17,5%. O Brasil é o maior mercado da região, onde as vendas da GM cresceram 2 9% no terceiro trimestre, considerado o melhor resultado por país.

De janeiro a setembro a GM vendeu 894 mil veículos na região LAAM, elevação de 20% sobre igual período do ano passado.

As vendas globais da GM este ano somam 7 milhões de unidades, avanço de 2% na comparação com igual período do ano passado.

AutoData – 19/10/2007

CONSUMER

Sony e Toshiba vão produzir microchips para a PlayStationn

Esta unidade deverá estar a funcionar a partir de Março de 2008, anunciaram esta quinta-feira as duas empresas, avança a «Lusa».

A fábrica, actualmente pertença da Sony Semiconductor Kyushu e situada no Centro Tecnológico de Nagasaki, passa para a titularidade da Toshiba, ainda que a sua gestão fique a cargo de uma empresa intermediária fundada por ambas as empresas.

Esta «joint venture» tem como objectivo a produção de semicondutores de alta resolução para o mercado das consolas de vídeo, especialmente a PlayStation (PS), e reforça a cooperação existente entre a Sony e a Toshiba para o desenvolvimento de «microchips».

«A colaboração permitirá à Toshiba estender o seu negócio de sistemas LSI (circuitos de integração de grande escala) ao aumentar a sua capacidade produtiva e assegurar os pedidos destinados à produção de PlayStation's», adianta um comunicado da Sony citado pela Agência Kyodo.

A Sony acordou, ainda, em transferir para a Toshiba as instalações da «joint venture», a Oita TS Semiconductor, localizada na província de Oita, próxima de Nagasaki, e que até agora geria a Toshiba, segundo o acordo celebrado pelas duas empresas no seu processo de constituição.

A Oita TS Semiconductor irá dedicar-se, principalmente, ao fabrico de semicondutores para processamento de imagens.

Agência Financeira – 18/10/2007

Sony deixa de fabricar TVs de tubo no país

A TV com monitor de plasma ou de cristal líquido (LCD, na sigla em inglês) começa a aposentar a TV de tubo no País, repetindo o movimento que começou na década de 70 de substituição da televisão preto e branco pela TV a cores. A japonesa Sony será a primeira companhia a desativar a produção no Brasil do televisor com tubo de imagem convencional (CRT).

Até o fim do ano que vem, a empresa deve passar a fabricar no País somente televisores com tela de LCD, disse ontem o gerente de Produtos da Linha de Televisores da companhia, William Lima. “Tínhamos 15 modelos de tubo no começo do ano e hoje temos somente quatro”, afirmou o executivo. A empresa lançou novos modelos de LCD, aumentando de sete para 17 as opções na tecnologia.

Além do Brasil, a Sony ainda fabrica TVs de tubo no México e na Ásia. Ainda existe demanda, afirmou o presidente de Televisão da Sony América Latina, Masakazu Sonoda, sobre o mercado mundial. “Continuaremos a produzir televisores de tubo por talvez quatro ou cinco anos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Portal Exame – 18/10/2007

Toshiba, Sony e SCEI Estabelecem Uma Joint Venture Para Fortalecer as Capacidades de Fabricação de Semicondutores de Alto Desempenhoo

A Toshiba Corporation, juntamente com a Sony Corporation e Sony Computer Entertainment Inc. (Sony Group) anunciou que assinaram um memorando de cooperação não-vinculado expressando sua intenção de estabelecer uma joint venture que produzirá semicondutores de alto desempenho, incluindo o 'Cell Broadband Engine(TM)' (Cell/B.E.) e o mecanismo gráfico 'RSX' e transferir para a Toshiba, da Sony Group, as instalações de fabricação de linha de wafer de 300mm da Fab 2 do Nagasaki Technology Center da Sony Semiconductor Kyushu Corporation (SKC) até o final de março de 2008. Após a transferência, a produção na linha será operada pela joint venture. Sujeito à recepção de qualquer aprovação governamental necessária e depois da devida diligência, a Toshiba e a Sony Group objetivarão finalizar os contratos definitivos tão logo quanto possível antes do final de março de 2008.

Essa colaboração permitirá à Toshiba expandir e melhorar seu sistema de negócios LSI aumentando o volume de pedidos e garantindo pedidos regulares de semicondutores de alto desempenho para PlayStation, enquanto que a Sony Group objetivará o crescimento do negócio de PlayStation obtendo migração de processo de semicondutores de alto desempenho.

A Toshiba e a Sony Group realizaram uma sólida parceria no desenvolvimento e produção de semicondutores de alto desempenho para consoles de games, incluindo o PLAYSTATION(R)3. A nova joint venture aproveitará esse histórico de realizações utilizando as instalações de fabricação da linha de wafer de 300mm que a Toshiba adquirirá da Sony Group, onde a maioria da produção enfocará semicondutores de processo de 65nm. A Toshiba e a Sony Group promoverão juntas avanços adicionais em tecnologias de fabricação e eficiência alavancando seu conhecimento e experiência, visando a migração para a produção em massa do processo de 45nm.

Concorrentemente, a Toshiba e a Sony Group também assinaram um memorando de cooperação não-vinculado sobre a transferência para a Toshiba dos ativos da Sony Group na expiração em março de 2008 da joint venture Oita TS Semiconductor Corporation (OTSS) entre a Toshiba e a Sony Group. Localizada na instalação de semicondutor Oita Operations da Toshiba, a OTSS foi estabelecida para fabricar semicondutores para o PLAYSTATION(R)2 em 1999. A Toshiba e a Sony Group também objetivam finalizar os contratos definitivos sobre a transferência para a Toshiba dos ativos da Sony Group na OTSS tão logo quanto possível antes do final de março de 2008.

Resumo da Joint Venture

Nome da companhia: a ser determinado

Data do estabelecimento: 1 de abril de 2008 (planejada)

Localização: 1883-43 Tsukuba-machi, Isahaya-city, Nagasaki, Japão

Capitalização: Aproximadamente 100 milhões de ienes (planejada)

Propriedade: 60% da Toshiba, 20% da Sony, 20% da SCEI

Representação: A ser determinada (presidente da diretoria e diretor executivo a serem indicados pela Toshiba, presidente e diretor de operações a serem indicados pela Sony)

Negócio: Fabricação de semicondutores de alto desempenho, incluindo 'Cell/B.E.' e mecanismo gráfico 'RSX', etc.

Funcionários: A ser determinado

Resumo da OTSS

Nome da companhia: Oita TS Semiconductor Corporation

Estabelecida: 1 de junho de 1999

Localização: 3500 Oaza Matsuoka, Oita, Oita Prefecture (Oita Operations, Toshiba Corporation)

Propriedade: 51% da Toshiba, 49% da Sony

Negócio: Fabricação de semicondutores para PlayStation

Business Wire – 19/10/2007

Nokia mostra seu novo computador móvel com VoIP

A Nokia acaba de lançar nos Estados Unidos o N810, um computador portátil, com acesso à internet móvel em banda larga graças ao sistema Wi-Fi, Bluetooth e GPS. Segundo a empresa, o produto permite ao usuário navegar na internet, transferir dados sobre IP e traçar rotas a partir dos mapas de navegação por satélite instalados no equipamento.

O produto possui até 45 horas de reprodução musical e memória de aproximadamente 7.500 músicas em MP3, com um cartão de memória opcional de 10GB.O N810 também vem instalado com o Skype, para a utilização do VoIP, e infra-estrutura disponível para a realização de videoconferência, além de câmera VGA integrada.

O sistema utilizado pelo computador portátil é o Linux, baseado no OS2008, e o navegador instalado é o Mozilla.Para o vice-presidente norte-americano de produtos de convergência e multimídia, Ari Virtanen: “este produto (o computador portátil) oferece aos usuários uma verdadeira experiência Web 2.0 em um compacto, elegante, ainda acessíveis pacote - que conecta as pessoas de acordo com as suas necessidades”.O lançamento no mercado acontece em novembro, apenas nos Estados Unidos, e o custo estimado é de 479 dólares.

Segundo informação da empresa, para o Brasil o N810 ainda não tem previsão de chegada.

Canal Voip – 19/10/2007

IDENTIFICATION

RFID auxilia Mitsubishi no aumento da produção

Todos os dias a MMC Automotores, indústria da Mitsubishi em Catalão, Goiás, produz 125 novos veículos. Todo o processo de montagem agora é acompanhado de perto e com precisão com a utilização de tags de RFID (identificação por radiofreqüência). A empresa investiu até o momento 300 mil reais com o objetivo de substituir os apontamentos manuais por automáticos na capacidade de rastrear carrocerias no processo produtivo, iniciativa que elimina as falhas.

A indústria consegue economizar com a estratégia 440 horas por ano em trabalho, que antes eram dedicados para digitar as informações manualmente e atrasava a produção dos veículos. Com essa redução, até o fim do ano a fabricação deve expandir de 125 carros diários para 200. “Além de eliminarmos a falha humana, temos a possibilidade de ter as informações em tempo real”, afirma Sérgio Gebara, gerente de planejamento da MMC automotores do Brasil.

Ele diz que, com o RFID, é possível aprender com o ambiente de produção e descobrir como torná-lo melhor. “Verificamos o fluxo dos produtos, qual é o nível necessário de identificação dos itens, visualizamos a infra-estrutura existente, os sistemas de gerenciamento de dados, percebemos as necessidades de segurança e planejamos a escalabilidade do sistema", conta Gebara.

Outro ponto importante do investimento é a possibilidade de integrar os dados coletados automaticamente pelo RFID com o sistema de gestão da indústria, ou seja, cada vez que o veículo passa pela linha de montagem, todos os planejamentos da empresa já consideram a finalização do processo, o que diminui o tempo de processamento de dados. De acordo com Gebara, a MMC paga entre 0,20 centavos até 10 dólares cada etiqueta.

Barreiras?

Um projeto de radiofreqüência em uma linha de produção de carros também tem seus desafios. Gebara diz que as etiquetas utilizadas atualmente não podem ser aproveitadas no forno de pinturas de automóveis, porque não suportam a alta temperatura do ambiente. O gerente de planejamento conta, porém, que já encontrou tags no mercado que conseguem agüentar de 200 a 300 graus, por isso, deve passar a utilizá-las a partir do final deste ano.

Ele diz que a tecnologia ainda é cara, mas que ainda assim, o retorno de investimento é eficiente. Além disso, acredita que com a consolidação do uso do RFID no varejo, com a força que a rede Wal Mart vem imprimindo nos Estados Unidos, os preços tendem a cair, já que os fornecedores do supermercado passam a utilizar a tecnologia para se relacionar e tornar os negócios mais precisos.

Para quem deseja implementar um projeto de RFID, Gebara é claro: é preciso considerar alguns pontos-chave como escolher a freqüência adequada, o local de colocação da etiqueta, decidir onde instalar as antenas e gerenciar a mudança e execução do serviço.

Toda cautela é pouca. O executivo lembra que alguns pontos do processo podem gerar falhas e arriscar a produção. "É preciso estar atento porque os leitores de RFID podem apresentar falhas na leitura das etiquetas porque a distância e orientação delas em relação ao leitor é maior do que o necessário. Certos materiais como metais ou líquidos podem distorcer ou absorver o sinal da etiqueta, ondas eletromagnéticas e ruídos de fundo gerados por outros equipamentos podem interferir e a velocidade na qual as etiquetas se movimentam por meio dos leitores pode não ser adequada", finaliza.

B2B Magazine – 18/10/2007

Produção com RFID

A HP implantou em sua fábrica em Sorocaba um centro de excelência em RFID (identificação por rádiofreqüência). A tecnologia permite uma visualização de todo o processo da cadeia de suprimentos, incluindo manufatura, embalagem, distribuição e logística das impressoras.

Ao todo são mais de 120 leitoras de RFID na fábrica do Brasil e três milhões de tags (etiquetas). Com isso, é possível controlar em que ponto a produção de cada impressora está. Nos Estados Unidos essa experiência já rendeu um redução do ciclo de produção em mais de 50%, além de uma economia de meio milhão de dólares, valor significativo frente ao investimento inicial de um milhão de dólares. Por lá, o projeto já possui sete milhões de tags.

A primeira etapa do projeto no Brasil, que contemplou desde o estoque de matérias-primas, passando pela linha de produção até embarque de impressoras, aumentou a visibilidade do inventário e do processo produtivo, o que permitiu uma queda de 17% nos inventários e eliminação de erros no registro de transações.

Foi registrada, também, uma redução de 12% no tempo de embarque dos produtos, com conseqüente diminuição nos tempos de parada dos caminhões e a abreviação para o real tempo na movimentação interna nos produtos.

Didier Chenneveau, vice-presidente de supply chain Américas da HP, exemplifica como essa tecnologia pode ser utilizada como estratégia de negócios. "Com as tags, conseguimos verificar o tempo de produção de cada impressora e, com isso, perceber o tempo de parada da produção e detectar a razão disso. Percebemos que tínhamos em média 400 horas de máquinas sem trabalhar, o que significa cerca de 360 mil dólares", diz.

Outro ponto que o RFID auxilia é a gestão de qualidade dos produtos. Se em um determinado lote for identificado um problema, é prático localizar a caixa em que o produto está. Chenneveau diz que em um processo no qual 300 pallets estão prontos, não é preciso abrir todos, ler número de série e código de barras. "Isso diminui o tempo de resolução de problemas em um terço", diz.

Mas este não é o último ponto em que a tecnologia influencia. A HP usa o sistema para maximizar as vendas. Quando um varejista faz uma promoção de um produto da companhia, ele precisa essencialmente disponibilizar os itens nas prateleiras para os consumidores. Porém, muitas vezes o controle disso é ineficiente e com uma demanda inesperada, um cliente acaba não conseguindo comprar o que os anúncios estão vendendo. O resultado pode ser desastroso.

O vice-presidente de supply chain conta que a empresa fez uma análise do varejo nos Estados Unidos e verificou que as lojas que possuíam um controle de RFID da HP conseguiam atender melhor às necessidades de seus clientes e cumprir com as promoções anunciadas. "Nas 45 lojas que tiveram sucesso, houve um aumento de 140% nas vendas e a loja passou de 1,7 para 4,2 impressoras vendidas. Nas 25 lojas sem controle, houve um aumento de apenas 38% nas vendas, que passaram de 1,8 a 2,5 unidades do produto", diz.

Integração do processo

Com este mesmo conceito, a companhia está com um projeto piloto no Brasil denominado HP Smart Shelf. Trata-se de máquinas que vendem os cartuchos de impressora e recolhem o antigo para reciclagem. Só que por trás de tudo isso, está também a tecnologia RFID em todas as caixas do produto.

Quando o usuário receber em sua casa o aviso de que sua tinta acabou, a HP disponibilizará em seu próprio site um mapeamento dos estabelecimentos que têm o item adequado para a impressora, e que além de tudo, seja mais próximo da casa do consumidor. Chegando à loja, o comprador deposita o cartucho antigo para reciclagem, compra o novo e a informação vai diretamente para a HP.

Quando uma máquina está completa com cartuchos para serem reciclados, a HP sabe que é a hora de retirá-los do estabelecimento. Quando os novos cartuchos faltam, a empresa tem como avisar o distribuidor previamente.

B2B Magazine – 18/10/2007

HP Brasil premiada pela APICS

A HP Brasil é vencedora do prêmio Excelência Corporativa, na categoria “Inovação”, concedido pela APICS – Association for Operation Management (Associação para Gerenciamento de Operações). Os vencedores e as apresentações de seus cases serão conhecidos durante a Conferência Internacional e Exibição da APICS 2007, que será realizada em 22 de outubro, em Denver, Colorado, EUA.

A empresa concorreu com o case “Implantação do RFID* na HP Brasil”, por meio do qual detalhou como os desafios da cadeia de suprimentos podem ser superados com a inovadora tecnologia RFID. A HP possui negócios realizados em 178 países, 43 moedas e 15 línguas diferentes.

A HP destaca que a tecnologia RFID tem dois papéis importantes. O primeiro é que ela possibilita uma forma única de identificação, o que permitiu que a HP transformasse sua rede de suprimentos e aumentasse sua eficiência. O segundo é que a tecnologia é usada em conjunto com outras soluções para o acompanhamento e visibilidade do fluxo de produtos, com o propósito de gerenciar toda a cadeia de suprimentos. Hoje, no Brasil, mais de 40.000 leituras diárias são realizadas com a tecnologia RFID na HP, com uma confiabilidade superior a 99,5%.

“A HP Brasil vem inovando seus processos de gestão de operações com o uso de RFID desde 2004. O prêmio é o reconhecimento por buscarmos continuamente a melhoria de nossas operações”, esclarece Kami Saidi, Diretor de Operações para o Mercosul, da HP Brasil. “Além de aumentar a eficiência e o controle da cadeia de suprimentos, a tecnologia permitiu a criação de uma inteligência de operações que auxilia na tomada de decisão de forma rápida e confiável com um custo viável que não poderia ser atingido com outras soluções. A premiação confirma que estamos no caminho correto”, finaliza o executivo.

IT Careers – 19/10/2007

Fábrica da Mitsubishi em Goiás economiza 440 horas por ano com RFID

A MMC Automotores do Brasil, companhia que monta no País os utilitários da Mitsubishi em Catalão (GO), consegue hoje uma economia de 440 horas de trabalho por ano em cada linha de montagem em que implantou as etiquetas inteligentes por radiofreqüencia (RFID).

Segundo Sergio Gebara Ramos, gerente de planejamento da montadora, a companhia decidiu adotar o RFID para acompanhar o rápido crescimento. A empresa, que completa 10 anos em 2008, "dobra de tamanho a cada dois anos", segundo ele, que participa do II Simpósio de Soluções de Negócios em RFID.

De acordo com o executivo, ao substituir os apontamentos manuais para automáticos na rastreabilidade de carrocerias, a companhia eliminou falhas humanas de digitação no processo, um problema comum nesse tipo de indústria, disse ele.

Até o momento, a companhia investiu 300 mil reais para implantar a tecnologia em três linhas de montagem e colocou etiquetas, cujos preços variam de 20 centavos de dólar a 10 dólares, enquanto o código de barra custa, em média, 0,001 dólar.

"O custo inicial de implantação é muito maior, mas o custo de manutenção é baixo, quase zero", comparou o executivo. Além disso, afirmou, "na hora em que uma grande corporação, como o Wal-Mart nos Estados Unidos, adota a tecnologia e obriga seus fornecedores a fazerem o mesmo, o preço tende a cair rapidamente", avaliou.

Segundo ele, a experiência de pouco mais de um ano da MMC mostrou que as etiquetas têm uma resistência mecânica alta, são seguras, tem alta capacidade de armazenamento e, no caso de sua aplicação, podem ser reaproveitadas "até 10 mil vezes no mínimo".

Ele, no entanto, fez algumas recomendações às indústrias que forem adotar a tecnologia. "É preciso entender bem o ambiente e a aplicação em que vai se usar o RFID", afirmou. Segundo ele, metais em volta do local, colunas de concreto, umidade, "tudo afeta a leitura" das etiquetas.

É preciso também, de acordo com Ramos, atentar para ruídos eletromagnéticos no local, linhas de alta voltagem, torres de celular e aviões, que também podem interferir na leitura dos dados. Também é preciso escolher a freqüência adequada e escolher o melhor local para a colocação tanto das etiquetas como das antenas.

Com a coleta automática dos dados, cada vez que o veículo passa pela linha de montagem, além da integração ao ERP da companhia, a MMC reduz o tempo de processamento dos dados e agiliza seu desempenho sem perder a precisão, de acordo com o executivo.

ComputerWorld – 18/10/2007

INDUSTRIAL

Whirlpool comemora recorde absoluto em lançamento de eletrodomésticos

Na esteira dos excelentes resultados anunciados pela Whirlpool – Unidade de Eletrodomésticos recentemente, a companhia comemora este mês o lançamento de mais de 100 produtos das marcas Brastemp e Consul em 2007. Isso representa mais de dois novos produtos por semana durante todo o ano. O ano de 2006 já representava um fato inédito para a empresa que acumulou mais de um lançamento por semana. Neste ano, as vendas das duas marcas somarão 7 milhões de produtos, em um mercado que encerrará o ano com quase 17 milhões de eletrodomésticos vendidos.

Portal Fator Brasil – 19/10/2007

Whirlpool aumenta vendas com CRM da SAP

A empresa de eletrodomésticos Whirlpool S.A, fabricante das marcas Brastemp e Cônsul, implementou a solução CRM, da SAP, no setor de Televendas. Trata-se de um software de gestão de relacionamento com o cliente, que visa não só melhorar a qualidade do atendimento das chamadas receptivas (ligação feita à empresa), mas também fornecer dados do perfil do consumidor.

Agora, segunda a empresa, a área comercial e a gerência de vendas o desenvolvimento de campanhas e planos de ação podem atrair com mais facilidade novos consumidores por meio de vendas personalizadas. Segundo Pedro Paulo Simão Filho, gerente de TI da Whirlpool - unidade de Eletrodomésticos -, o SAP CRM permite identificar com assertividade o público-alvo adequado para cada ação específica, revertendo os esforços em resultados concretos.

Para que as informações consultadas fossem interligadas às demais já existentes nos outros sistemas, foi criada uma ferramenta que possibilita realizar a simulação de vendas, mostrando ao funcionário diferentes maneiras para a abordagem de um cliente com base em histórico de compras, produtos em campanha, entre outros.

Depois da implementação do sistema SAP CRM na área de Televendas, as vendas aumentaram e a performance da área de Eletrodomésticos da Whirlpool foi ampliada. As ligações são distribuídas pelos atendentes disponíveis, sendo encaminhadas depois para o supervisor de vendas. As chamadas perdidas diminuiram (representam menos do que 0,1% das ligações), ficando registradas no sistema para que haja retorno por parte da equipe, mesmo quando não se é deixado recado.

Portal Ambiente Online – 15/10/200

ABB obtém encomendas no valor de US$ 127 milhões na Índia

A empresa anunciou hoje em comunicado que fornecerá à JSW sistemas de segurança e soluções de automatização para duas centrais que gerarão a eletricidade necessária às siderúrgicas.

A ABB informou que as instalações podem estar operacionais em 2009, o que ajudará a JSW a aumentar sua capacidade anual de produção de aço de 3,8 milhões a 10 milhões de toneladas em 2010.

O chefe da divisão de sistemas de energia de ABB, Peter Leupp, disse que "as experiências e competências da empresa permitirão à JSW oferecer um fornecimento confiável de energia para aumentar a eficiência e produtividade de suas siderurgias".

Entre os principais artigos incluídos no pedido da JSW estão os equipamentos elétricos necessários para a geração de energia de 1.080 megawatts da central de Rajastão, no norte da Índia, e de 300 megawatts para outra instalação em Bellary, no estado de Karnataka (sul).

A ABB também fornecerá transformadores, subestações, condutores eletrônicos e comutadores de baixa voltagem para as siderúrgicas.

Último Segundo – 18/10/2007

Lucros trimestrais da Electrolux crescem 73%

Os resultados foram impulsionados pela redução de custos decorrente do encerramento de várias unidades de produção no Leste europeu e a deslocalização parcial para a China e Polónia.
Os resultados saíram em linha com as previsões dos analistas.

Dinheiro Digital – 22/10/2007

Bematech fecha acordo exclusivo com japonesa Teraoka

A Bematech, fornecedora soluções em automação comercial, fechou um acordo com a japonesa Teraoka Seiko Company Limited para ampliar sua atuação no mercado, incluindo o fornecimento de balanças digitais próprias. A companhia passa a ser o distribuidor exclusivo de balanças com tecnologia Digi Teraoka no mercado nacional, em regime de co-branding (Bematech by Digi) por um período de 10 anos, podendo ser prorrogado.
O contrato é mais um passo na consolidação da estratégia de negócios da Bematech, que oferece plataforma integrada no conceito One-Stop-Shop (OSS) - hardware, software, serviços e capacitação.

O diretor de Assuntos Corporativos da Bematech, Marcelo Coppola, afirmou que a empresa está cobrindo uma lacuna existente em seu portfólio de hardware para segmentos importantes como supermercados, padarias, restaurantes, lojas de conveniência, entre outros.

A Teraoka está no mercado desde 1934 e tem produção anual de 140 000 balanças, com 3 500 funcionários. A companhia está presente mundialmente, entre fábricas e subsidiárias no Japão, Alemanha, Inglaterra, EUA e Canadá.

As empresas estão trabalhando na definição da linha de produtos e na papelada necessária para iniciar sua comercialização, que deve se dar ao longo do primeiro semestre de 2008.

Monitor Mercantil – 20/10/2007

TELECOM

Gradiente fecha acordo com Brightstar

Gradiente e Brightstar Corp – empresa norte-americana de distribuição e soluções de gestão de Supply Chain para a indústria de comunicação móvel - anunciam o acordo operacional para o segmento de telefonia celular, que inclui celulares CDMA/GSM, smartphones, data modems e outros acessórios. De acordo com os termos do contrato, a Brightstar irá vender produtos de telecomunicações com a marca Gradiente no território brasileiro.

A companhia norte-americana deverá se dedicar às atividades de gerenciamento de produto, logística, assistência técnica e vendas para as operadoras, enquanto a Gradiente aportará sua marca e distribuição para os canais de Varejo. O acordo não abrange produtos de convergência de telefonia celular com TV digital, que a Gradiente pretende oferecer a partir do próximo ano.

Segundo Nelson Bastos, diretor presidente da Gradiente, a parceria com a Brightstar se insere no esforço de melhorar a rentabilidade dos seus ativos, entre os quais está a marca e a capacidade de distribuição da companhia. “Esta aliança vem ao encontro da estratégia traçada pela nossa empresa. Acredito que encontramos na Brightstar, que tem relacionamento com as operadoras de comunicação móvel, o parceiro ideal para maximizar nossa participação no mercado brasileiro de celulares ", destaca Bastos.

O acordo tem duração de quatro anos, é renovável, e trará um resultado para a Gradiente de aproximadamente US$ 25 milhões.

Decision Report – 19/10/2007

TIM entra no mercado de telefonia fixa

A junção de um número fixo e um móvel num único chip é o mais novo lançamento da TIM. Para utilizar o novo serviço, adaptável em qualquer modelo de aparelho GSM, é preciso ter uma linha de celular da operadora. A assinatura do TIM Casa Flex custa R$29,90, com franquia de 200 minutos de chamadas para números fixos, e minutos adicionais a R$0,15. A contratação pode ser feita também pelo modo pré-pago, com pacote de 50 minutos de ligações para telefones fixos, pelo valor de R$9,90, sem assinatura. A novidade marca a estréia da companhia no mercado de telefonia fixa, e começa a ser disponibilizada hoje aos consumidores baianos.

O diretor regional da TIM, Luiz Gonzaga Leal, explica que a linha fixa, que será iniciada sempre pelo dígito “4”, funciona apenas na área que o cliente definir como residencial. “O local cadastrado não precisa necessariamente ser a casa onde ele mora; pode ser, por exemplo, o escritório. Quando o cliente estiver dentro dessa área, a linha fixa é ativada. Ao sair da zona determinada, as ligações que forem feitas para o fixo serão automaticamente encaminhadas para a caixa postal”, diz o executivo.

Fora da área cadastrada, o serviço funciona como um celular convencional, sendo tarifado apenas pelo consumo, de acordo com as tarifas de telefonia móvel. Leal salienta que o número fixo contará com benefícios oferecidos pelo serviço móvel sem custo adicional, como agenda eletrônica, identificador de chamadas, conferência e chamada em espera.

O executivo conta que o novo produto pega carona no sucesso do TIM Casa, produto lançado no final do ano passado pela empresa, que contabilizou 400 mil acessos no país em dez meses de operações. “A principal diferença para o novo serviço é que o TIM Casa Flex une os números fixo e móvel num mesmo aparelho e quem faz a ligação para o fixo paga pela tarifa do fixo”, compara.

Os dados de consumo do número fixo serão apresentados na mesma fatura do número móvel que o cliente TIM recebe mensalmente. O TIM Casa Flex é a primeira oferta resultante da licença do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC), obtida pela operadora junto à Anatel em maio de 2007.

Correio da Bahia – 22/10/2007

Primeiro telemóvel com GPS da Samsung distribuído na Europa em Novembro

A Samsung anunciou que vai lançar em Novembro um novo equipamento na Europa, o telemóvel i550. O dispositivo marca a estreia da marca no campo de sistemas de navegação já que inclui uma plataforma GPS embutida.

Por enquanto não se sabe qual será o preço de venda ao público do telemóvel, embora seja de calcular que se vai manter na mesma linha de custos praticados pela Samsung, ficando abaixo dos preços normalmente exigidos pelos equipamentos GPS, admitem analistas.

O i550 está equipado com sistema operativo Symbian e tem um ecrã LCD de 2,6 polegadas. Inclui ainda uma câmara de 3,2 megapixels, memória interna de 150MB e uma slot para cartões MicroSD. O telemóvel suporta redes HSDPA, GSM/GPRS/EDGE (900/1800/1900MHz + 2,1GHz) e inclui conectividade por bluetooth.

Apesar de ser distribuído em primeiro lugar no mercado europeu, o i550 será lançado também nos Estados Unidos ainda durante este ano.

TEK– 18/10/2007

Ericsson apresenta comunicação sobre IP para produtos multimídia

A empresa sueca Ericsson apresentou na Alemanha, durante o Broadband World Forum (BBWF), uma solução de comunicação sobre IP, que forma uma combinação de tecnologias baseadas em IMS (IP Multimedia Subsystem) e DLNA (Digital Living Network Alliance). Essa ferramenta permitirá ao usuário acessar as inovações de serviços multimídia de qualquer lugar, a qualquer hora e em qualquer dispositivo.

Segundo o vice-presidente de Multimídia da Ericsson, Jesper Rhode, o gateway conecta o ambiente multimídia de casa (TV, DVD, IPTV, etc) com um sistema de rede móvel (telefonia celular) e de banda larga. "Com ele, será possível estar na rua e, por meio do celular, mandar ordens para os aparelhos em casa, como dar início a uma gravação", disse.

Para os usuários de IPTV, também é possível fiscalizar o que seus filhos estão assistindo, logo que conectam o produto. De acordo com o tipo de programação acessada o usuário recebe um SMS no celular perguntando se autoriza seu filho a assistir o programa. "É uma forma de delimitar o que eles poderão acessar por meio da comunicação sobre IP móvel", explica Rhode.

O DLNA está acessível para qualquer tipo de infra-estrutura de banda larga, inclusive o WiMAX. "Qualquer tecnologia que forneça IP poderá ser conectada ao nosso hardware, não importa a operadora", garante. O projeto foi realizado pela empresa junto com os parceiros que desenvolveram o hardware. "A Ericsson fornece a rede IMS e os nossos parceiros oferecem o equipamentos para a casa", afirma o executivo.

O vice-presidente aponta que há uma demanda por esse tipo de produto entre os fabricantes de equipamentos multimídia: "nós entendemos que os produtores de câmaras, vídeos têm interesse em DLNA para otimizar as vendas".O produto já está disponível no Brasil e a expectativa de Jesper Rhode é que a procura se intensifique no Natal.

Canal Voip – 19/10/200

Telecom movimentará US$ 74 bilhões em 2012

O mercado brasileiro de telecomunicações vai atingir receita de mais de US$ 74 bilhões em 2012, segundo pesquisa da Frost & Sullivan divulgada nesta quinta-feira, 18. No país, os segmentos de banda larga, VoIP e telefonia móvel puxam o crescimento do setor, além dos serviços de convergência entre voz, dados e vídeo.

Conforme o levantamento da F&S, o setor obteve receita de US$ 58,266 bilhões em 2006. Para os próximos cinco anos, a previsão é que a telefonia tradicional perca cada vez mais mercado, devido especialmente aos altos custos que gera nas ligações de longa distância. Entretanto, este ainda é o setor que mais gera receita na área de Telecom, respondendo por 46,2% no ano passado.

Juntas, telefonia móvel e fixa lideram o mercado, com participação de 84,8% da receita. Porém, a previsão é de que a banda larga seja o próximo impulso do setor, especialmente com ofertas destinadas ao consumidor de baixa renda. Os serviços de Voz sobre IP também deverão crescer, com foco nos heavy users de voz e internet.

Baguete – 18/10/2007

Terra e Vivo fazem parceria para música no celular e no PC

Com o objetivo de ampliar a distribuição de músicas para clientes Vivo, a operadora escolheu o canal Sonora, do portal Terra, como primeiro parceiro no país na modalidade dual delivery.

O Sonora conta com mais de 500 mil canções e entre as gravadoras parceiras estão Universal, Sony/BMG, EMI, Warner, Som Livre, Building Records, MK Music, entre outras.

Por meio do canal, os internautas poderão acessar uma seção especial da Vivo para fazer o download de músicas, a serem enviadas também ao celular.

Ao clicar no ícone da Vivo no portal do Terra, o usuário receberá instruções de como baixar as canções no celular, com o pré-requisito de possuir um celular compatível com o Vivo Play.

Atualmente, a Vivo registra cerca de 200 mil downloads de músicas por mês em sua loja digital, somando um total de mais de 1,2 milhão de faixas completas em MP3 desde o seu lançamento números comparáveis a lojas de países da Europa e Ásia.

Cada música pode ser adquirida por R$ 4,30, independente do tamanho e sem cobrança adicional de tráfego de dados.

PublicidAD – 18/10/2007