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22/06/2007
KKR quer imitar Blackstone e dispersar capital em bolsa
A Kohlberg Kravis Roberts & Co (KKR), uma empresa de "private equity" norte-americana, está a planear dispersar o seu capital em bolsa, seguindo o exemplo dado por outra "private equity", a Blackstone, cujas acções se estreiam hoje na bolsa de Nova Iorque.
Segundo o "The Wall Street Journal", a companhia de "private equity", que se tornou famosa pela aquisição da RJR Nabisco nos anos oitenta, está a planear a sua própria oferta pública inicial (IPO).
A KKR tem vindo a acompanhar o IPO da Blackstone, companhia cujas acções se estreiam hoje na bolsa, no sentido de perceber se deverá, ou não, acompanhar a movimentação e avançar com o processo de colocação dos seus títulos no mercado.
Os títulos da Blackstone vão entrar hoje em bolsa. No total, serão dispersados 133.333.334 títulos, a valer 31 dólares, cada, o que avalia o grupo em 4,13 mil milhões de dólares (3,08 mil milhões de euros).
A estreia da Blackstone, marcada para hoje na bolsa de Nova Iorque, está ensombrada por mudanças no mercado de dívida e por uma proposta de legislação americana que poderá fazer disparar a carga fiscal do grupo.
Jornal de Negócios – 22/06/2007

Sondagem: dificuldades para Componentes, Telecom e Geração
Sondagem realizada pela Abinee com as indústrias eletroeletrônicas, no mês de maio, aponta que o desempenho do setor continuou no mesmo ritmo de crescimento dos primeiros meses do ano. Permanecem com negócios aquecidos as áreas de Material Elétrico de Instalação, Informática, TD - Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica -, Automação Industrial e Equipamentos Industriais. As áreas de Componentes Elétricos e Eletrônicos, de Telecomunicações e Geração de energia permaneceram com os negócios inibidos. As vendas de Componentes estão se ressentindo da valorização do Real frente ao Dólar e, também, da concorrência com os produtos chineses. Para a área de Telecomunicações, os investimentos em infra-estrutura continuam paralisados e as vendas de telefones celulares estão mais concentradas no mercado de reposição. No caso de Geração, os investimentos continuam parados, na expectativa do leilão de energia nova, que foi adiado mais uma vez para 10 de julho.
Abinee – 19/06/2007

Indústria pressiona Abinee para ir à Justiça contra Sepin
Fontes da indústria afirmam que há um movimento pressionando a Abinee, entidade que representa a indústria de TI e Telecom, para ir à Justiça contra a Secretaria de Política de Informática, do MCT.
A questão está ligada ao fato de no próximo dia 30 de julho encerrar o prazo para a entrega dos relatórios de investimentos em P&D por parte das empresas beneficiadas pela lei de Informática, relativos ao ano de 2006. Só que o sistema de TI da Sepin não funciona. As empresas não sabem como irão encaminhar o material para a avaliação.
"É um momento complexo.Para quem vive dos aportes de P&D para cumprir suas atividades, essa falta de regras pode significar a redução de investimentos, já que não há uma fiscalização eficiente por parte do governo", alerta uma fonte do mercado. "Essa falta de preparo beneficia quem tem a intenção de não trabalhar corretamente. Já quem cumpre as regras, pode terminar prejudicada", completou.
Na semana passada, ao participar do CIAB 2007, na capital paulista, o Ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, minimizou o problema. Segundo ele, há realmente uma dificuldade com o sistema de informatização implementado pela Sepin, mas ele assegurou que há uma boa intenção do MCT em resolver o problema, até com a possibilidade do adiamento do prazo de entrega dos relatórios.
Convergência Digital – 19/06/2007

Informática puxa vendas, mas Telecom sofre com redução no ritmo
Sondagem realizada pela Abinee com as indústrias eletroeletrônicas no mês de maio, aponta que o desempenho do setor continuou no mesmo ritmo de crescimento dos primeiros meses do ano.
Permanecem com negócios aquecidos as áreas de Material Elétrico de Instalação, Informática, TD - Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica -, Automação Industrial e Equipamentos Industriais.
As áreas de Componentes Elétricos e Eletrônicos, de Telecomunicações e Geração de energia permaneceram com os negócios inibidos. As vendas de Componentes estão se ressentindo da valorização do Real frente ao Dólar e, também, da concorrência com os produtos chineses.
Para a área de Telecomunicações, os investimentos em infra-estrutura continuam paralisados e as vendas de telefones celulares - apesar dos dados preliminares da Anatel terem revelado um bom desempenho comercial das operadoras no mês de maio, em função do Dia das Mães - estão mais concentradas, informa o estudo da Abinee, no mercado de reposição.
Convergência Digital – 19/06/2007

Setor de semicondutores lidera alta das ações nos EUA
As bolsas de valores dos Estados Unidos subiram nesta quinta-feira após comentários positivos de corretoras --que mandaram o setor de semicondutores para o maior nível em 13 meses-- e com dados que apontaram para uma economia em crescimento.
O índice Dow Jones, referência da bolsa de Nova York, avançou 0,42 por cento, para 13.545 pontos. O termômetro de tecnologia Nasdaq subiu 0,65 por cento, para 2.616 pontos. O índice Standard & Poor's 500 teve valorização de 0,62 por cento, para 1.522 pontos.
Os indicadores do dia ajudaram a reduzir a preocupação com a possibilidade de que os bancos de investimento possam enfrentar grandes perdas com crédito imobiliário de risco depois que dois fundos de hedge do Bear Sterns ficaram insolventes.
Após uma sessão fraca na primeira metade do dia, os índices passaram a subir quando dados mostraram que a atividade manufatureira na região do Meio-Atlântico cresceu no ritmo mais rápido em dois anos, o que deu força às ações de tecnologia e de outros setores mais sensíveis à economia.
Além disso, o Conference Board informou que seu índice de principais indicadores subiu 0,3 por cento em maio.
"As pessoas estão percebendo que o crescimento dos lucros vai reacelerar junto com o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), então os lucros neste trimestre têm o potencial de surpreender positivamente", disse Bucky Hellwig, vice-presidente do Morgan Asset Management, em Birmingham, Alabama.
A alta das ações de fabricantes de chips ajudou os índices a recuperar as perdas de mais de 1 por cento da quarta-feira.
O índice de semicondutores da bolsa da Filadélfia avançou 3 por cento e atingiu o maior nível desde maio de 2006 depois de a Stifel Nicolaus elevar a classificação das ações da AMD e de o Lehman Brothers colocar a Nvidia como "acima da média do mercado".
Reuters Brasil – 22/06/2007

Gartner recomenda: ‘Empresas, evitem o iPhone da Apple’
A consultoria de análise Gartner sugere em um relatório – que deve ser divulgado no aos executivos de TI que se mantenham afastados das redes do iPhone. “Nós estamos dizendo aos executivos de TI não aderir à tendência porque a Apple não tem intenções de suporte (uso do iPhone) no ambiente corporativo”, garante Ken Dulaney. “Isto é basicamente um celular com iPod com algumas outras cpacidades e é importante que isso seja considerado”, alerta.
O plano de lançar o iPhone nos EUA em 29 de junho, parece ser uma boa ferramenta de consumo mas não tem qualidade de compensação a partir de uma perspectiva de uso em negócios, segundo Dulaney.
Além da falta de funcionalidades de segurança como um firewall, o produto não suporta o Microsoft Exchange nem o Lótus Notes, então os usuários corporativos não terão como encaminhar e-mails para um provedor de serviços de internet. A pesquisa do Gartner alerta contra o uso por empresas – que mais deve se assemelhar a problemas para os profissionais.
A área de negócios tem pouco ou quase nenhum interesse no iPhone e a Apple não está dando foco a esse setor, segundo Randy Giusto, que lidera a divisão de análise de equipamentos móveis do IDC. “O iPhone não está nem posicionado para o mundo da IT, é um dispositivo pessoal, que provavelmente não vai suportar redes”, diz.
Dulaney argumenta ainda que as empresas não comprarão um equipamento desses para que os funcionários comprem músicas e assistam a filmes. Apesar disso, a Apple não deve fazer uma abordagem especial para este público.
Um grupo de 451 analista concorda que o iPhone não cabe no mundo dos negócios e que terá inclusive dificuldades para sobreviver como um produto de consumo.
Computer World – 22/06/2007

AUTOMOTIVO
Johnson Controls investe US$ 7 milhões em nova fábrica no Brasil
A gigante Johnson Controls acaba de concluir um dos seus maiores investimentos no Brasil, onde é conhecida pela marca Heliar. É que a empresa líder mundial na produção de baterias automotivas inaugurou este mês uma nova fábrica de baterias para motocicletas em seu complexo industrial de Sorocaba, no interior paulista.
Estrutura - Com investimentos de US$ 7 milhões e capacidade para produzir nada menos que 1,2 milhão de unidades ao ano, a nova planta da Johnson Controls em Sorocaba já nasce como a maior fábrica de baterias para motocicletas da América do Sul. Com a nova unidade de 28 mil metros quadrados, a empresa amplia ainda sua capacidade de produção anual local para 6,6 milhões de baterias, além de elevar a área construída local para 37 mil m2. O complexo, que fica num terreno de 631 mil m2, abriga aproximadamente 1.000 colaboradores.
A inauguração da fábrica coincide com os 75 anos de presença da marca de baterias Heliar no mercado brasileiro. No segmento de Equipamento Original Automotivo, onde fornece para as principais montadoras do país, a fatia da Johnson Controls chega a 57%. Contando com as vendas de reposição no continente sul-americano, a participação da empresa chaga a 30%.
Responsabilidade - Uma das bandeiras da Johnson Controls sempre foi a responsabilidade com o meio ambiente. Na nova fábrica, por exemplo, um sofisticado sistema de filtragem é responsável por garantir o mais absoluto padrão de preservação ambiental em todo o processo industrial. Todas as matérias-primas utilizadas na produção de bateria - como plástico, ácido e chumbo - são tratadas com proteção absoluta aos trabalhadores.
No mercado, por sua vez a empresa enfatiza a obrigatoriedade de todo consumidor não descartar no lixo a bateria usada, mas sim devolvê-la na loja ou oficina em que fizer a sua substituição. Segundo a fabricante, os pontos de venda são obrigados a aceitar a devolução da bateria usada, bem como armazená-la em local adequado e devolvê-la ao fabricante para o processo de reciclagem.
Já no mundo, através de uma aliança feita para identificar as melhores práticas globais na reciclagem de baterias automotivas, a Johnson Controls junto da China promoveu uma missão para divulgar as melhores práticas de reciclagem para as baterias automotivas. Numa missão de dez dias, uma delegação composta de sete executivos da empresa e de uma equipe de estudos de 11 representantes do governo e membros do Centro de Tecnologia e Pesquisa Automotiva chinês visitou quatro fundições na Alemanha, Espanha, México e América do Norte, bem como instalações de fabricação de baterias de última geração e de distribuição.
A Johnson Controls apresentou às indústrias daqueles países os processos mais eficientes e eficazes para reciclagem de baterias de chumbo-ácido e baterias químicas avançadas para transporte, prática na qual também é considerada líder mundial. Tudo começou no ano passado, quando a empresa concordou em patrocinar um estudo que promete ajudar a China a adotar um melhor sistema de reciclagem em circuito fechado - ou seja, no qual os fabricantes recuperam o chumbo, o plástico e o ácido que formam cada bateria e, desta forma, padronizem o processo e ajudem a reduzir a poluição e os riscos à saúde relacionados. De acordo com a empresa, a visita serviu ainda como marco de comparação internacional para as maiores iniciativas de estudo de reciclagem global da China.
Administradores – 19/06/2007

Montadora italiana cogita a possibilidade de uma parceria com a chinesa Chery
A Chrysler não é a única empresa que está tentando ser sócia da montadora chinesa Chery. Relatórios indicam que a, Fiat também está considerando a possibilidade de firmar uma parceria com a empresa asiática.
Em maio deste ano, a Fiat confirmou que passaria a produzir o Alfa Romeu 159 sedã na fábrica situada em Wuhu, Xangai, e que esse seria o único modelo feito lá. Se esse novo negócio for adiante, é provável que a Chery passe a fabricar o Fiat Linea na China.
Como parte do acordo entre as montadoras, a empresa chinesa passaria a fornecer até 100 000 motores por ano, para a construção do novo veículo. A Fiat, porém, tem apenas uma preocupação com essa parceria: a de encontrar fornecedores apropriados no país.
Carro Online – 19/06/2007

GM abrirá 50 ou 60 concessionárias na Alemanha
A General Motors, fabricante norte americana de automóveis e detentora da marca Chevrolet, divulgou que pretende ganhar 3% do mercado automotivo alemão com a abertura de 50 a 60 concessionárias no sul da Alemanha. O projeto é que as novas agências sejam todas abertas em um período entre seis e sete anos. A GM espera vender mais de 100 mil veículo em todo o país.
Segundo Peter Sommer, da companhia, nos próximos dois anos "a GM quer aumentar o número de concessionárias de 300 para 350 ou 360."
Os modelos da norte-americana, em especial o Captiva, têm alta demanda no norte da Alemanha, mas a empresa espera aumentar sua popularidade no resto do país. GM vendeu 23,132 unidades no ano passado no país, mais que a Alfa Romeo, a Chrysler, a Saab ou a Subaru, que estão há mais tempo no mercado germânico.
GM – 21/06/2007

Tecnologia flex brasileira ganha espaço no exterior
A tecnologia brasileira dos carros flex começa a se espalhar pelo mundo. Nesta quinta-feira, a Renault apresentou na França o Mégane E85, primeiro automóvel na Europa que pode ser abastecido com 85% de etanol e 15% de gasolina. O motor foi desenvolvido a partir da experiência brasileira.
No Japão, a direção da Mitsubishi confirmou o lançamento do utilitário esportivo Pajero TR4 flex - desenvolvido pela parceira do grupo no Brasil, a MMC Automotores -, e disse que trabalha no projeto de um veículo flexfuel para ser produzido nos EUA em 2009. A Fiat analisa possibilidades de exportar futuramente para a África do Sul o Uno flexível. O modelo foi apresentado no país em março, numa feira de energias alternativas e despertou o interesse do governo.
Fazendeiros locais estudam a ampliação das plantações de vegetais e grãos para a produção de etanol. O Uno a gasolina será exportado em breve para a África do Sul, onde a Fiat produz o Palio e a Strada com cabine simples.
Em comunicado divulgado na França, a Renault informou que, para desenvolver o Mégane E85, "se valeu da experiência adquirida pela Renault do Brasil desde 2004, quando a empresa desenvolveu e iniciou a aplicação em seus automóveis dos propulsores Hi-Flex, capazes de funcionar com qualquer proporção de álcool ou gasolina."
O motor bicombustível da Renault foi desenvolvido pela própria montadora, numa parceria entre engenheiros brasileiros e franceses e a Siemens. O Mégane E85 com motor 1.6 será vendido a partir da próxima semana a preços que variam de 18,5 mil euros (R$ 47,5 mil) a 19,1 mil euros (R$ 49 mil), 200 euros (R$ 500) a mais que a versão convencional. O etanol será extraído do trigo, beterraba e milho.
A Renault também vende na Europa utilitários movidos a biodiesel, com 30% de óleo de girassol e colza (espécie de couve), dentro de uma política de ampliação do uso dos chamados combustíveis verdes, adotada também por outras montadoras para reduzir a emissão de gases de efeito estufa.
A PSA Peugeot Citroën deve lançar nos próximos meses os modelos flex Peugeot 307 e Citroën C4. Os motores dos veículos devem ser exportados do Brasil, segundo informou a direção da empresa em fevereiro, durante a visita ao Brasil da ministra de Comércio Exterior da França, Christine Lagarde.
Segundo o presidente do conselho da MMC, Eduardo Souza Ramos, "o Pajero TR4 é o primeiro utilitário flex com tração 4 x 4." Segundo ele, o motor foi desenvolvido exclusivamente para a marca pela Magneti Marelli, empresa do Grupo Fiat que já fornece a tecnologia bicombustível para outras montadoras brasileiras.
Monitor Mercantil – 21/06/2007

Chevrolet aposta no motor 1.4 para aumentar vendas no Brasil
Se a maioria dos brasileiros não leva em conta os conselhos dos analistas financeiros, dizendo que devem juntar primeiro o dinheiro, pra comprar as coisas á vista, isso, por outro lado, tem um aspecto bom. Deve fazer com que o motor 1.0 suma do mapa dentro de alguns anos.
Vamos supôr que você vá comprar um Corsa 1.0 e a prestação fique em 500 reais. O vendedor lhe informa que se você pegar o 1.4 a prestação vai pra 540 reais. O que você faz? Escolhe o 1.4, sem dúvida. Quem está na chuva é pra se molhar.
Com um tom de grande otimismo, o vice-presidente da GM do Brasil, José Carlos Pinheiro Neto, anunciou que as previsões são de que neste ano a indústria automobilística fechará com 2,3 milhões de veículos vendidos. E dentro deste otimismo a montadora acredita que suas vendas cresçam acima da média do mercado com os novos lançamentos, incluindo o do motor 1.4 flex que equipa o Corsa e a Montana.
Um detalhe lembrado pelo diretor de Marketing e Vendas da GM, Marcos Munhoz, é que o Chevrolet Prisma tem até hoje fila de espera para compra. Isto prova que esta motorização agrada o consumidor. A GM retirou do mercado o Corsa sedã 1.0, deixando essa motorização apenas no hatch. A empresa está fazendo mudanças no catálogo de produtos, retirando as versões menos vendidas. Hoje a montadora está com 26 configurações de carros, ante as 33 que tinha no início do ano.
O motor 1.4 flex que a GM desenvolveu promete ser mais econômico do que o dos concorrentes e com maior potência, chegando a 105 cavalos, enquanto o 1.4 de outras marcas, como Fiat e Peugeot, tem cerca de 80 cavalos. Vinte e cinco cavalos é bastante coisa. Outra aposta da GM é quanto ao preço dos carros, que foram apresentados como os mais baratos do mercado.
Noticias Automotiva – 21/06/2007

CONSUMER
HP planeja crescer na América Latina e pode comprar empresas
A HP Software planeja crescer entre 25% e 30% por ano na América Latina nos próximos anos e duplicar suas vendas, como aconteceu nos últimos três anos, disse nesta terça-feira Nicolo Alaimo, vice-presidente e gerente geral da divisão de Software da Hewlett-Packard na região.
A HP anunciou nesta terça-feira a aquisição da SPI Dynamics, uma das empresas líderes em aplicativos de segurança e serviços de internet . Na véspera, o presidente da Hewlett-Packard, Mark Hurd, havia dito que a empresa quer se concentrar em sua atividade de programação.
Alaimo, em declarações à Efe, não descartou que a expansão da HP na área do software se materialize na América Latina através da compra de alguma empresa.
"A HP não limita sua política de aquisições aos Estados Unidos. A análise é mundial. Há um comitê que analisa constantemente como podemos complementar e ampliar nossas atividades para agregar valor a nossos clientes", disse Alaimo.
"Não está fora das opções da HP considerar investimentos na América Latina", acrescentou o executivo durante a feira HP Software Universe, em Las Vegas, que vai até sexta-feira.
"Nos últimos quatro anos crescemos na faixa de 25% a 30% por ano e em três anos duplicamos as vendas", disse.
O executivo da HP acrescentou que, segundo os dados da EDS, ao mesmo tempo os seus concorrentes perderam mercado. Por isso, para a Hewlett-Packard, a América Latina é considerada "uma área de alto crescimento".
"Somos uma área que a HP considera de alto crescimento, crescendo o dobro do que o resto do mercado. E temos planos para seguir neste nível nos próximos três anos", afirmou.
Segundo Alaimo, "os planos são de crescer de 25% a 30% nos próximos anos, um pouco acima do dobro do crescimento do mercado", com uma estratégia "focalizada nos clientes".
Administradores – 20/06/2007

Experiência digital para os consumidores
A Samsung anunciou hoje que já está tecnologicamente preparada para avançar na era da TV digital. A empresa está disponibilizando na sua loja do shopping Morumbi, em São Paulo, uma televisão que transmite o sinal digital, gerado pela TV Globo. Apesar disso, ainda é necessário que alguns ajustes, por parte do governo, sejam feitos para tornar a comercialização possível e viável.
"Estamos caminhando junto ao calendário do governo e já desenvolvemos todo o sistema de recepção da TV digital ", conta Benjamim Sicsú, vice-presidente de novos negócios da Samsung. Por outro lado, ele afirma que a questão da comercialização ainda tem uma série de interrogações, pois ainda não está definida a carga tributária e a margem, por exemplo.
De qualquer forma, a empresa vai oferecer a tecnologia a partir de dezembro. Sicsú afirma que a empresa criou também um decodificador que vai permitir que a tecnologia da TV digital seja utilizada em aparelhos analógicos.
Com relação a experiência dos consumidores, ele acredita que a TV digital vai evoluir aos poucos, não só com relação a quantidade de pessoas que terão acesso a ela, mas também no que se refere ao tipo de serviço que ela vai oferecer. "Inicialmente teremos a mudança na qualidade da imagem como fator principal. A questão da interação ainda vai demandar um pouco mais de tempo", explica.
O funcionamento da nova TV brasileira pode ser conferida a partir da próxima quarta-feira (20), na loja-conceito Samsung Experience.
B2B Magazine – 19/06/2007

Kennex quer comercializar 180 mil PCs em 2007
O fortalecimento da estratégia de parcerias, com a entrada da rede Fnac na lista de pontos de venda dos computadores Kennex (www.kennex.com.br), comandada pelos empresários João Paulo Diniz e Marcos Funaro, fez com que a estimativa de vendas acumuladas para este ano chegasse às 180.000 unidades.
Com sua proposta de produção on demand e oferta de equipamentos em configurações flexíveis para atender às solicitações do mercado, a Kennex hoje está presente em 1.000 pontos de venda de redes como Extra, Casas Bahia e Ponto Frio.
“Nossa estratégia tem-se mostrado vitoriosa e indica que estamos no caminho certo. Desta forma, esperamos poder anunciar ainda neste ano a presença de nossos produtos nas lojas de duas grandes redes com presença em todo o território nacional, reforçando assim nossa participação neste mercado”, comenta Marcus Funaro, diretor da Kennex.
A terceirização de sua produção para a Flextronix e a Celéstica permitiu que o foco da Kennex se concentrasse na análise do seu segmento de atuação, identificando uma demanda reprimida por produtos a um só tempo de qualidade superior e preço final competitivo. “É neste sentido que lançamos nossa nova linha de desktops, com gabinete totalmente renovado, equipada com o processador Quad Core da Intel, especialmente desenvolvido para sofisticadas aplicações multimídia”, detalha o executivo.
Para Funaro, quem quiser se estabelecer neste mercado cada vez mais competitivo, deve apresentar soluções inovadoras sem comprometer o custo final. “Queremos que a marca Kennex esteja associada à tecnologia de ponta e, para este ano, já programamos diversos outros lançamentos incorporando esta proposta”, conclui.
Segundo levantamento realizado pela consultoria IT Data, 8,3 milhões de computadores - 7,6 milhões desktops e 680 mil notebooks – foram comercializados no Brasil em 2006, um crescimento da ordem de 46% em relação a 2005. No ano passado, as lojas do varejo foram responsáveis pela comercialização de 2,1 milhões de máquinas e a expectativa é a de que o volume final neste ano atinja os 3,5 milhões.
Convergência Digital – 19/06/2007

Microsoft anuncia Mediaroom, sua plataforma para IPTV
A Microsoft anunciou nesta terça-feira (19/6) na NXTcomm 2007, congresso e exposição do setor de telecomunicações que acontece até esta quinta-feira (21/6), em Chicago (EUA), o nome para sua plataforma de IPTV para as operadoras, que foi batizada de Mediaroom, que também receberá o mesmo nome para oferta ao consumidor final.
Num primeiro momento, a empresa teve dúvidas se o novo nome agradaria ao consumidor, admite Christine Heckart, gerente geral de marketing mundial da Microsoft TV, divisão da companhia responsável pelo desenvolvimento de produtos para IPTV. Ele reconhece que a nova marca pode não se tornar amplamente conhecida no mercado, mas disse acreditar que é apenas uma questão de tempo para o produto ganhar familiaridade entre os consumidores. “Apenas agora estamos tornando o produto disponível para nossos clientes, e eles já usam esse nome.”
De acordo com a executiva a operadora francesa T-Online, por exemplo, solicitou autorização para usar a nova marca em seu novo serviço de IPTV que será lançado brevemente. Heckart diz que a Microsoft agora vai conduzir uma pesquisa com a idéia do branding para testar o quão forte é o nome entre os consumidores e até que ponto eles o associam com o conceito de inovação tecnológica.
Para o analista do Yankee Group, Vince Vittore, a marca Microsoft obviamente é bastante conhecida, mas ele diz que vai ser preciso verificar até que ponto isso vai ter algum peso entre o público que assiste TV. Ele avalia que, embora a Microsoft possa ser vista como uma companhia mais velha, quando comparada com a Apple ou o Google, especialmente entre os consumidores mais novos, ela tem a vantagem de ser vista como uma empresa que representa coisas novas e inovativas entre o grupo de consumidores mais velhos, que, apesar de serem os chamados early adopters, pagam para ter acesso a novos serviços. “Toda tecnologia tem os mais jovens como seus grandes impulsionadores, mas não são eles que pagam as contas.”
Além do novo nome, a Microsoft está lançando também alguns recursos novos para o Mediaroom, incluindo o Come Media Sharing, um aplicativo que permite o compartilhamento de meios pelo usuário. Com ele, segundo a empresa, os usuários podem compartilhar em seus PCs, games, fotos ou músicas digitais por meio do serviço de IPTV. Haverá uma opção no menu com "minhas fotos" ou "minha música" para que o consumidor compartilhe com outro. Paralelamente, está incorporando um browser e aperfeiçoando a capacidade multivisão para que o usuário-telespectador possa assistir a múltiplos canais ao mesmo tempo.
TI Inside – 20/06/2007

Governo volta atrás e TV Digital bloqueará cópia de vídeos
O governo voltou atrás e deverá criar restrições para a reprodução de programas de televisão em alta definição quando a TV digital entrar no ar. O ministro das Comunicações, Hélio Costa, anunciou nesta quarta-feira que o assunto será reavaliado na próxima semana pelo Comitê de Desenvolvimento da TV Digital, formado por nove ministros.
No fim de maio, o comitê vetou a proposta das emissoras de televisão de instalar bloqueadores nos aparelhos de TV digital que impediriam a gravação de filmes e novelas, por exemplo.
Costa, que antes se manifestou contra o bloqueador, disse hoje que mudou de idéia porque foi apresentada uma solução, permitindo que alguns programas sejam gravados apenas uma vez, evitando a possibilidade de reprodução em série e de pirataria. "Nós éramos contra porque achávamos que era inconstitucional, mas se tiver uma cláusula que supere isso, tudo bem", afirmou. O sistema, no entanto, poderá bloquear a gravação de filmes. Segundo o ministro, o dono do conteúdo é que vai dizer se o programa pode ser gravado ou não.
O assunto, segundo Costa, foi retomado ontem em almoço dos diretores das principais emissoras de televisão com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Ele disse que tanto Dilma, quanto o ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, são favoráveis a rediscutir o assunto no Comitê.
Costa afirmou que grandes produtores de conteúdo têm subvencionado a produção de aparelhos com bloqueadores, o que permite, por exemplo, que o preço do conversor caia cerca de 30%. Segundo o ministro, se não tiver proteção, pode haver dificuldades das emissoras para comprar filmes. Nos Estados Unidos, onde se concentram os grandes estúdios e produtores de filmes, o bloqueio foi proibido pela Justiça.
OESP – 20/06/2007

Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em TV Digital já tem presidente
O Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em TV Digital conheceu nesta quinta-feira (21/06) seu diretor. O nome do executivo é Jacobus Swart, que também é o diretor do CenPRA.
Ele foi nomeado para ser o presidente do Comitê de Busca para subsidiar o ministro Sergio Rezende na escolha do coordenador executivo do Centro de Pesquisa para o novo padrão de televisão, que terá o início das transmissões do sinal em dezembro deste ano.
Também fazem parte do grupo Roberto franco, presidente do Fórum Nacional de TV Digital; Igor Freitas, do Ministério das Comunicações; José Camargo da Costa, da Universidade de Brasília e José Luiz Ribeiro Filho, da Associação Rede nacional de Ensino e Pesquisa.
Computer World – 22/06/2007

IDENTIFICATION
RFID para controlar doentes mentais
O Hospital de St. Louis, o maior do Luxemburgo, está a implementar um sistema de radiofrequência para saber a localização dos doentes mentais. O sistema foi preferido face à implementação de chips electrónicos nos pacientes.
O sistema utiliza tecnologia sem fios da AeroScout que permite alertar em tempo real os profisionais de saúde quando os pacientes considerados de alto risco entram sozinhos em áreas proibidas. Em comunicado o director de TIC do hospital, George Wolfers, refere que a instituição «sempre esteve ciente da necessidade de criar medidas adicionais para seguir os movimentos dos doentes para manter a sua segurança e bem-estar».
O sistema vai servir também para monitorizar equipamentos. As etiquetas estão programadas para enviar alertas por e-mail ou mensagens de voz sempre que é registado algum movimento anormal.
iGov Central – 19/06/2007

Primeiro chip de RFID brasileiro é apresentado
O Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec), em parceria com a PUCRS e a empresa Innalogics, apresentaram nesta quarta-feira o primeiro chip de RFID totalmente projetado no Brasil.
O RFID, conhecido como etiqueta eletrônica inteligente, é uma espécie de "DNA digital" de um produto. Parte de um sistema de etiquetas eletrônicas, associado a um software de controle, o RFID é composto por tags, antenas e leitores que permitem a identificação de objetos por meio de radiofreqüência.
Os chips possuem uma memória de 512 bits, que permite armazenar informações que vão desde localização, origem, preço, data e hora de fabricação de um determinado produto ou procedência de um animal em poucos segundos.
As etiquetas eletrônicas podem ser utilizadas para diversas aplicações, que vão de logística, rastreabilidade, controle de acesso, controle de estoque e localização de pessoas ou equipamentos. Outros dispositivos associados, chamados de leitoras, detectam os sinais transmitidos pelos chips e enviam os dados pertinentes para o sistema de gerenciamento e controle das empresas, que pode ser acessado via web.
Terra – 20/06/2007

Samsung - Cozinha inteligente controla vencimento da comida
A Samsung, em conjunto com a Birds Eye, desenvolveu o Smart Oven, um forno inteligente que lê códigos eletrônicos RFID e em produtos especiais e os cozinha de acordo.
O Yummy Kitchen Connect é um computador que controla tudo que tem na cozinha. Ele sabe o que está faltando e o que vai vencer. Pode controlar dietas, dar receitas e recomendar produtos.
Já a Color Changing LED Faucet é uma torneira que troca de cor de acordo com a temperatura da água. A luz no aparelho fica azul quando a água está fria e vermelha quando está quente. O Ring Faucet nada mais é do que uma torneira em forma de anel, que jorra água de forma moderna e sem respingos.
Terra – 20/06/2007
INDUSTRIAL
Whirlpool anuncia mudanças na direção
A Whirlpool América Latina anunciou ontem uma série de mudanças na direção, após o seu presidente, Paulo Periquito, ter sido nomeado para o comando da Whirlpool Corporation na Europa, Ásia e América Latina. Periquito nomeou José Drummond Jr.
para a presidência da Unidade de Eletrodomésticos da Whirlpool América Latina - que engloba as marcas Brastemp e Consul. O diretor de finanças João Carlos Brega foi para a presidência da Whirlpool no México.
À frente da divisão de eletrodomésticos, Drummond afirma que continuará com a estratégia da companhia de acompanhar o crescimento de mercado - cerca de 20% ao ano - e vender 16 milhões de produtos na América Latina.
"Apesar de ter ocorrido pouco tempo após a nomeação internacional do Paulo Periquito, a promoção não foi algo repentino", explica Drummond. Ele conta que a Whirlpool realiza programas de capacitação e identificação de talentos, além de designar mentores para executivos que possam eventualmente assumir posições-chave. "Não só eu, mas outros executivos já estavam preparados para assumir novas posições em caso de mudança." Tanto Drummond quanto Brega já haviam ocupado postos de comando na Whirlpool em outros países, como EUA e Chile. "Nas empresas mais organizadas, existe essa preocupação com a sucessão", explica Herbert Steinberg, fundador da consultoria Mesa Corporate Governance. "Uma das principais razões é que a consolidação do mercado de capitais exige que as empresas adotem políticas de governança, e um dos campeões nesse quesito é o plano de sucessão." Mas os planos de sucessão são considerados importantes mesmo desconsiderando-se a política de governança. "Qualquer improviso na hora da substituição pode colocar todo o trabalho de uma empresa a perder", diz o presidente da consultoria Partnership & Learning, Robert Wong. "O ideal é ter dois ou três possíveis substitutos para cada cargo estratégico. É como em um time de futebol: um goleiro tem em geral dois reservas, pois não se pode arriscar colocar qualquer jogador nessa posição." Steinberg diz que o processo é comum nas multinacionais, e grandes empresas brasileiras também já iniciaram seus planos de identificação de talentos. Uma pesquisa internacional feita pela Korn/Ferry apontou que 64% dos executivos diz existirem mais oportunidades para jovens executivos hoje do que quando iniciaram suas carreiras. "Um caso brasileiro importante foi a sucessão de Fernando Tigre na Alpargatas. Ele mesmo buscou uma empresa de recrutamento para achar seu sucessor, Márcio Utsch."
Último Segundo – 21/06/2007

Vendas de eletroeletrônicos crescem 8,55%
As vendas de produtos eletroeletrônicos de consumo tiveram um crescimento de 8,55% no primeiro trimestre deste ano, comparado ao mesmo período do ano passado, segundo levantamento da Eletros - Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos.
Fatores como a queda no preço dos produtos, redução das taxas de juros e ampliação dos prazos de pagamento, bem como o interesse dos consumidores em renovar os aparelhos já existentes, contribuíram para esse incremento de vendas. "Verifica-se um movimento mais forte de recuperação da demanda favorecido pela melhora no poder aquisitivo e redução nos preços dos eletroeletrônicos", ressalta Lourival Kiçula, presidente da Eletros, em cuja avaliação essa tendência deve se manter ao longo deste ano.
As vendas de eletroportáteis - favorecidas pelo Dia das Mães, a segunda melhor data para o setor - cresceram 18,44% no primeiro trimestre deste ano. O desempenho mostra uma forte mudança no comportamento do mercado de portáteis, que registrou vendas apenas 2,28% maiores no ano passado e uma queda de 1,83% em 2005. As vendas de liquidificadores foram 23,51% maiores e as de aspiradores de pó, 37,04%. "Além do preço unitário baixo dos produtos, o lançamento de novidades em produtos como os liquidificadores estimularam as vendas deste segmento", observa Kiçula.
Na linha branca, o crescimento foi de 11,74% em relação ao primeiro trimestre do ano passado, puxado pela venda de refrigeradores, que foi 24,17% maior. Outros produtos também tiveram bom desempenho: as lavadoras automáticas cresceram 8,72% em vendas, e as lava-louças, 48%. No caso dos refrigeradores, um dos fatores que têm estimulado as vendas, segundo o presidente da Eletros, é o interesse por produtos mais eficientes em termos de consumo de energia. "A nova geração de refrigeradores consome, em média, de 20 a 50% menos energia do que refrigeradores com mais de 10 anos de uso", afirma Kiçula.
Já a linha de imagem e som registrou modesto crescimento de 2%, depois de bater recordes de vendas em 2006 e 2005 puxada principalmente pelas vendas de televisores. No primeiro trimestre deste ano, as vendas desta linha foram puxadas pelos rádios-gravadores, com incremento de 22,93%, e pelos aparelhos de DVD, que foram 8,53% maiores do que igual período do ano passado. Já os televisores registraram recuo de 6,2%.
"Esta retração é apenas uma acomodação do mercado, após períodos de forte crescimento", explica Kiçula. Além disso, há uma mudança no perfil do mercado. "Os consumidores estão migrando para as telas de plasma e de LCD, que têm um custo unitário maior e, conseqüentemente, vendas menores em unidades", observa o presidente da Eletros. No primeiro trimestre, as vendas de plasma e LCD registraram crescimento de 40% e251%, respectivamente.
Apesar disso, as vendas de televisores convencionais voltaram a se recuperar neste segundo trimestre, em função da redução na inadimplência dos consumidores e aumento da oferta de crédito.
Na linha branca e de portáteis, a previsão é que haja uma manutenção das taxas de crescimento da demanda neste segundo trimestre, variando por categoria, com uma retomada mais acentuada no terceiro e quarto trimestres.
Consumidor Moderno – 21/06/2007

TELECOM
Telefonia móvel alcança 105 milhões de assinantes
A telefonia móvel não pára de crescer no Brasil, conforme dados divulgados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). No mês de maio houve uma expansão de cerca de 2% em relação ao mês de abril. Nos cinco primeiros meses deste ano, houve adesão de de mais de 5 milhões de novos assinantes ao Serviço Móvel Pessoal (SMP), o que representa um crescimento de um pouco mais de 5% no período, resultado, que apesar de considerável, é inferior aos cerca de 7% registrados nos mesmo período de 2006 quando ocorreram mais de 6 milhões de novas adesões. Nos últimos 12 meses, o Brasil ganhou mais de 12 milhões de novos assinantes, um crescimento de quase 14%, contra os mais de 24% de crescimento registrados de maio de 2005 a maio de 2006.
Por outro lado, na análise do mês de maio, as adesões superaram em 23,54% as novas habilitações realizadas no mesmo período do ano passado, o que reverte a tendência apresentada nos quatro primeiros meses do ano. Em janeiro de 2007, o número de adesões foi 36,65% inferior ao apresentado em janeiro de 2006. O mesmo ocorreu em fevereiro, 21% menor que fevereiro de 2006, em março, que foi 28,11% menor e abril, que apresentou resultado 38,51% inferior.
Do total de acessos em serviço registrados em maio, mais de 84 milhões, o que representa quase 81% do total, são pré-pagos e quase 21 milhões, são pós-pago. Os estados com maior participação de acessos pós-pagos são o Espírito Santo (27,39%), Rio de Janeiro (25,44%), Rio Grande do Sul (23,80%), Minas Gerais (22,39%) e Santa Catarina (22,29%). Por outro lado, Pará (88,15%), Amapá (87,39%) Paraíba (87,25%), Alagoas (87,07%) e Ceará (86,80%) são as unidades da federação com maior participação de terminais pré-pagos.
Teledensidade
Ainda segundo a Anatel, a tendência de crescimento da teledensidade do serviço móvel no País continua avançando. A teledensidade é o indicador utilizado internacionalmente para demonstrar o número de telefones em serviço em cada grupo de 100 habitantes. De um índice de 53,24 no encerramento de 2006, a densidade subiu para 55,68 em maio, um crescimento de 4,58% no ano. Em relação a abril, a densidade cresceu 2,03% (o índice era de 54,57). Nos últimos 12 meses, o crescimento foi de 12,21%.
O Distrito Federal (DF) é a região que lidera a teledensidade móvel brasileira, com um índice de 113,89, ou seja, 1,14 telefone para cada habitante. Comparada com o mês anterior, o índice apresentou um crescimento de 1,61% (era de 112,09 em abril). A segunda melhor densidade no País (com índice de 70,62) continua com o Rio Grande do Sul, que apresentou o menor crescimento do índice no mês (1,1%). O Rio de Janeiro, terceiro estado em densidade (índice de 69,94), cresceu 2,12%. Em quarto no indicador, Mato Grosso do Sul (índice de 66,7) cresceu 2,32%.
Roraima (índice de 37,35 e aumento de 3,69%) liderou o crescimento da teledensidade no mês, seguido de Sergipe (índice de 48,61 e aumento de 3,27%), Rondônia (índice de 47,67 e crescimento de 3,23%), Espírito Santo (índice de 54,63 e crescimento de 3,21%) e Bahia (índice de 40,72 e crescimento de 3,11%)
Quando se considera os cinco primeiros meses do ano, a Bahia lidera o ranking de crescimento (8,15%), seguida pelo Piauí (índice de 30,95 e crescimento de 7,88%) Maranhão (índice de 22,41 e crescimento 7,12%), Sergipe (crescimento de 6,69%) e Paraíba (índice de 43,13 e crescimento de 6,39%). Ao contrário dos outros estados, Tocantins, com índice de 40,99, apresentou uma redução de 0,92%.
Bahia e Piauí, com crescimento de 27,33% e 25,51% respectivamente, também lideram o crescimento quando se consideram os últimos 12 meses. Em terceiro, vem o Ceará (índice de 43,01 e crescimento de 24,59%), a Paraíba (crescimento 23,62%) e Sergipe (crescimento de 23,22%). Nesse período, apresentaram redução na teledensidade o Amapá (redução de 2,91%) e o Distrito Federal (redução de 4,88%).
Regiões em expansão
Segundo a Anatel, a manutenção do bom desempenho dos estados do Nordeste confirma a boa recuperação da densidade em toda a região. Nos últimos 12 meses, a teledensidade cresceu 22,82%, alcançando o índice de 41,88, deixando o Norte com a menor densidade entre as regiões brasileiras, agora com índice de 39,27 e crescimento de 6,42% no mesmo período.
A Região Sudeste mantém a terceira posição no indicador (índice de 62,20 e crescimento de 12,21% nos últimos 12 meses) e continua atrás da Região Sul, que tem a segunda melhor densidade regional (índice de 63,83 e crescimento de 8,17% no período). O Centro-Oeste, que lidera o ranking do indicador por regiões com densidade de 72,03, registrou crescimento de 2,49% nesse período.
Mercado
Na liderança do mercado permanece a operadora Vivo, com 28,39% de participação, enquanto a TIM mantém a segunda colocação com 25,71%. A Claro, terceira colocada no ranking, registra 24,33% do mercado, seguida da Oi, que teve uma pequena redução para 12,92% (era 13,08%). Em quinto lugar está a Telemig Celular/Amazônia Celular registra com 4,58% do mercado. A 14BrasilTelecom GSM tem 3,64% (era 3,57%) e a CTBC Telecom Celular, 0,33% (era 0,34%), enquanto a Sercomtel Celular manteve os 0,09% registrados no mês anterior.
A tecnologia GSM continua em expansão e na liderança do mercado, com mais de 71 milhões de acessos, enquanto a tecnologia CDMA tem quase 25 milhões de acessos e a TDMA mais de 8 milhões. A tecnologia analógica AMPS possui um pouco mais de 45 mil acessos.
B2B Magazine – 20/06/2007

GSM mantém Vivo na liderança da telefonia móvel
A extensão da oferta dos serviços de telefonia celular na rede GSM permitiu à Vivo reverter os últimos meses de queda no ranking de liderança do mercado brasileiro de telefonia móvel. A Vivo, segundo dados da Anatel consolidados no mês de maio, ficou com 28,39% de participação, o que significa um pequeno aumento em relação aos 28,34%, registrados em abril.
Mas, o mais importante nesse incremento é que a operadora - que nos últimos meses vinha perdendo market share - reverteu a tendência, mesmo que num pequeno patamar em relação à concorrência. A TIM manteve a segunda colocação no mercado e, assim como a Vivo, também teve um pequeno aumento na participação: de 25,71% em abril para 25,72% em maio. No entanto, a diferença entre a Vivo e a TIM aumentou de 2,63 para 2,67 pontos percentuais.
A Claro, a terceira, registra 24,33% do mercado (24,24% em abril), seguida da Oi, que teve uma pequena redução para 12,92% (era 13,08%). Em quinto, a Telemig Celular/Amazônia Celular registra 4,58% (4,63% em abril). A 14BrasilTelecom GSM tem 3,64% (era 3,57%) e a CTBC Telecom Celular, 0,33% (era 0,34%), enquanto a Sercomtel Celular manteve os 0,09% registrados no mês anterior.
O mês de maio foi considerado excepcional pelo mercado. O Brasil superou a marca dos 105 milhões de celulares, com um incremento das vendas. Duas operadoras - Vivo e Claro - apostaram pesado no subsídio de terminais para conquistar novos clients. Já a TIM, preferiu não aderir ao movimento. A Oi, que recém-lançou uma nova política de ação - o desbloqueio do chip - registrou uma queda na sua área de atuação, certamente, a mais impactada pela concorrência com a Vivo e a Claro.
Convergência Digital – 20/06/2007

Nokia reorganiza-se e divide-se em três unidades
A Nokia, maior fabricante mundial de celulares, anunciou nesta quarta-feira uma reorganização com o objetivo de tirar vantagens de futuras áreas de crescimento e promover uma maior eficiência.
A empresa finlandesa será dividida em três unidades - Aparelhos, Serviços & Software e Mercados -, decisão que segundo os analistas deve melhorar a sua linha de produtos e eliminar certas rivalidades internas.
As unidades substituirão as atuais divisões de celulares, que produz os modelos mais baratos; Soluções empresariais, que cuida dos produtos para o mercado de negócios; e Multimedia, que produz celulares equipados com câmeras e leitores de música avançados.
A Nokia anunciou que a nova organização, que estará concluida a 1 de Janeiro de 2008, ajudará a administrar de maneira mais efetiva a sua linha de produtos, a acelerar o prazo necessário a conduzir novos modelos ao mercado e a reforçar a sua eficiência no desenvolvimento e comercialização de produtos.
Os analistas afirmam que a nova estrutura removeu as barreiras, até certo ponto artificiais, que resultavam em duplicação de esforços e concorrência interna por recursos.
"Isto deve ajudá-los a desenvolver uma linha de produtos com menos conflitos, e a concentrarem-se melhor naquilo que é oferecido pelas diferentes divisões, especialmente no campo dos celulares inteligentes", disse Lauri Rosendahl, analista da Carnegie.
"Obterão com certeza novas sinergias ao reunir as três divisões de negócios. Acredito que definitivamente haverá benefícios de redução de custos no campo da pesquisa e desenvolvimento", afirmou.
A Nokia também reestruturará a sua contabilidade, reportando os resultados em dois segmentos distintos - os números da divisão de aparelhos e os da Nokia Siemens Networks, joint venture da infra-estrutura para redes de telecomunicações que mantém com o grupo alemão Siemens.
Olli-Pekka Kalasvuo, presidente-executivo do grupo, disse que a nova estrutura ajudará a Nokia a tirar vantagens das novas tendências em termos de aparelhos celulares, serviços de Internet ao consumidor.
Diário Econômico – 20/06/2007

Ericsson fecha acordo para operar rede fixa da Telemar
A Ericsson conquistou uma encomenda para operar a rede fixa da Telemar e vai incorporar 700 funcionários da operadora, informou a companhia sueca na quarta-feira, durante a feira CommunicAsia.
Jan Wareby, presidente da unidade multimídia da Ericsson, disse que a parceria tem o objetivo de aumentar sua participação global no mercado de telefones celulares que, segundo ele, tem registrado "crescimento contínuo".
"Nós vamos realizar as operações de campo da rede deles e incorporar cerca 700 funcionários", dsse Hans Vestberg, chefe de serviços de negócios da Ericsson, em uma conferência na feira de negócios CommunicAsia em Cingapura. A Ericsson, a maior fabricante de equipamentos de rede de celulares, também anunciou algumas encomendas menores na região da Ásia-Pacífico durante a feira.
As fabricante de equipamentos de telefonia voltaram seus olhos para o mercado de 200 bilhões de dólares ao ano de controle das redes das operadoras de telefonia à medida que o crescimento no negócio tradicional de hardwares vem diminuindo, em parte devido à pressão pelo preço oferecido pelos vendedores asiáticos.
Neste ano as operadoras de telefonia vão realizar cerca de 55 bilhões a 60 bilhões em negócios com vendedores como Ericsson, Nokia Siemens Networks e Alcatel-Lucent, disse Vestberg à Reuters em uma entrevista.
Ele repetiu a previsão da Ericsson de que os serviços da companhia disponíveis no mercado vão crescer em um bom ritmo neste ano e que é previsto no mercado em torno de 10 por cento, com o crescimento da Ericsson superando o do mercado.
Nos últimos seis meses, a Ericsson tem estado ativa no mercado de aquisições, incorporando empresas como a norte-americana de tecnologia de fibra, Entrisphere, a fabricante de equipamento de redes, Redback, e a companhia norueguesa de TV pela Internet, Tandberg Television. "Em serviços nós planejamos crescer organicamente, mas haverá também aquisições", disse Vestberg, acrescentando que estas seriam provavelmente empresas menores com conhecimento especial de tecnologia.
A margem de lucro operacional da companhia ficou em 15 por cento no primeiro trimestre deste ano, não sofrendo modificações em relação um ano atrás. Vestberg disse que a margem estará em um "nível competitivo" no futuro, mas não mencionou detalhes.
Reuters Brasil – 20/06/2007

Redecard anuncia solução de pagamento por celular
A Redecard anunciou nesta terça-feira, 19/6, o lançamento do Foneshop para pagamento de compras por meio do celular, que funciona em aparelhos que receba SMS de qualquer operadora do país. A solução garante a interoperabilidade entre os diversos participantes do sistema de meios de pagamento eletrônico do mercado.
“Diferentemente das iniciativas que já foram lançadas no mercado brasileiro, o Foneshop foi desenvolvido para servir como um padrão para o mercado”, afirma Ronaldo Varela, diretor-executivo de Marketing e Produtos da Redecard.
Com o Foneshop, o celular do usuário de cartão de crédito passa a funcionar como uma carteira eletrônica, já que é possível ter vários cartões de crédito de diferentes bancos, relacionados a apenas um número de celular. É o cliente quem decide, na hora da compra, qual dos cartões deseja usar.
De acordo com Varela, o Foneshop traz uma série de benefícios como rapidez, conveniência e segurança nas transações, sem a necessidade da presença física do cartão de crédito e sem custo adicional para estabelecimentos e usuários. “É importante lembrar, ainda, que toda a infra-estrutura de captura e processamento necessária para a implementação dessa nova solução já está pronta na Redecard, o que dispensa investimentos adicionais em rede de aceitação por todo o mercado”, afirma o executivo.
“O Foneshop permite alavancar o uso dos cartões de crédito MasterCard e Diners Cub Internacional na rede já credenciada e ainda expandi-la para novos segmentos do comércio de bens e serviços”, afirma Varela. “Taxistas, serviços de entrega, venda em domicílio, e feirantes, por exemplo, serão grandes beneficiados”, completa.
Os novos estabelecimentos que desejarem adotar o Foneshop devem se credenciar na Redecard acessando o portal www.redecard.com.br. A solução já se encontra disponível aos bancos, que necessitam apenas desenvolver a integração da plataforma com os seus sistemas.
TI Inside – 19/06/2007

Motorola desenvolve 3º celular totalmente nacional
A Motorola lança, nos próximos dias, um celular GSM totalmente desenvolvido no Brasil. É o terceiro desenvolvimento totalmente nacional de um aparelho, iniciativa que marca os 10 anos da área de pesquisa e desenvolvimento da companhia no País.
Segundo Rosana Fernandes, diretora da área de pesquisa e desenvolvimento da companhia americana no Brasil, nesse período foram investidos cerca de 280 milhões de dólares, "valor que supera o que a companhia teria de investir por conta da Lei de Informática", segundo ela, que afirma, não entanto, não poder revelar qual seria o porcentual acima da contrapartida da Lei.
Rosana conta que a companhia, que implantou a área de P&D em 1997 no País, passou a trazer atividades mundiais para a unidade brasileira três anos depois, em 2000. Desde então, a companhia criou no Brasil programas como o Motodev para desenvolvedores de aplicativos, o Brasil Test Center, o único centro mundial de integração e verificação de software para aparelhos da marca, o programa de desenvolvimento da plataforma PoC (Push to Talk over Cellular) e o sistema de integração global de software para aparelhos CDMA, com suporte a operadoras CDMA em todo o mundo.
Ela também tem no País um centro de excelência em mensagens (Messaging), responsável pelo software de troca de mensagens de todos os telefones da empresa, um grupo de engenharia regional responsável pelo desenvolvimento de produtos destinados à América Latina e uma equipe de desenvolvimento de ferramentas e aplicativos móveis para integração de dados de órgãos públicos.
A Motorola envolve na divisão, hoje, um grupo de 1 mil pesquisadores, entre funcionários diretos e os profissionais das universidades com quem ela tem parcerias - C.E.S.A.R. (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife); o CIn-UFPE - Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco; o Instituto Eldorado, em Campinas, e a Universidade Federal de Santa Catarina.
A diretora lembra que o primeiro desenvolvimento nacional aconteceu em 2003, quando a empresa lançou o C353, um modelo de celular no padrão TDMA que foi vendido não só no Brasil, mas para países da América Latina que utilizavam aquele padrão.
No ano passado, a companhia desenvolveu o modelo híbrido de telefone celular capaz de se conectar à rede fixa, lançado pela Brasil Telecom, mas disponível também a outras operadoras do Brasil e do exterior.
Segundo Rosana, o lançamento desse terceiro celular 'made in Brazil', cujo projeto envolveu todas as áreas de pesquisa da companhia, "completa um ciclo" para a companhia.
"Esse é o produto mais brasileiro que a Motorola desenvolveu", afirmou, já que envolveu as áreas de mensagem, testes, software e integração e ainda será produzido na fábrica de Jaguariúna (SP).
O primeiro cliente desse celular, inclusive, não é brasileiro, mas, sim, uma operadora mexicana. "Em seguida ele começa a ser vendido no Brasil", acrescentou.
Mundialmente, o grupo faturou 42,9 bilhões de dólares em 2006. No Brasil, a companhia afirma já ter aplicado mais de 500 milhões de dólares desde a implantação da subsidiária, em 1995.
Computer World – 21/06/2007

Acision estréia no mercado de telecom
Fruto de uma transação de 265 milhões de libras (525 milhões de dólares), a Acision é a nova empresa formada a partir da recente aquisição da divisão de Produtos de Telecomunicações da LogicaCMG por um consórcio que inclui o grupo de investidores privados, Atlantic Bridge Ventures, e o grupo industrial da holding Access Industries.
O anúncio mundial foi oficializado hoje. Os investidores esperam agora que a Acision cresça a partir do histórico de inovação da empresa para expandir sua posição no mercado em Intuitive Messaging, Intelligent Charging, Content Enablement e Customer Intelligence Management para operadoras de redes, provedores de serviços, operadoras de banda larga, empresas proprietárias de conteúdos e empresas de radiodifusão.
Com mais de 300 clientes e servindo a mais de um bilhão de usuários, a Acision emprega aproximadamente 1.700 pessoas em 22 países em seis continentes. Além disso, a nova empresa já nasce com 43 anos de registros de propriedade intelectual e uma reputação respeitável no setor de serviços de dados móveis.
B2B Magazine – 21/06/2007

Os novos caminhos de telecom
Entre os dias 27 e 29 de junho acontece no Sheraton Barra Hotel, no Rio de Janeiro, a Conferência Latino-Americana de Tecnologias de Acesso. Cerca de 200 representantes de operadoras, provedores de serviços e especialistas em telecomunicações de toda a América Latina vão estar presentes no evento. Promovido pela RAD Data Communications, companhia especializada em soluções de acesso para redes, o encontro vai reunir também os principais executivos mundiais da empresa.
Na pauta deste ano, a RAD destaca temas como o emprego das tecnologias Ethernet e pseudowire como conceitos que vão viabilizar a complexa migraçãoem para o ambiente de redes “all-IP”, tanto por parte das operadoras quanto de provedores de serviços. Além disso, será apresentada uma estratégia da empresa para possibilitar a oferta, a custos baixos, de novos serviços de pacote, sem abrir mão do suporte aos sérvios legados.
Outro tema da conferência são as tecnologias da RAD para otimizar a implementação de redes de distribuição de celulares 3G com o emprego de pseudowire, o que possibilita a convivência entre as diferentes gerações, sem restrição para a oferta de serviços por parte das operadoras. "Mostraremos como resolver o desafio de atender a este avanço de exigências para a instalação de redes 3G convivendo com redes 2G e 2,5G", explica John Columban Hoe, diretor da RAD do Brasil.
Ainda segundo o executivo, um dos pontos altos do evento será a apresentação das novas estratégias para a otimização de trunking de voz com a utilização das tecnologias VoIP e TDMoIP, além de novos modelos de entrega de serviços Ethernet sobre redes tradicionais PDH/SDH, que predominam nas grandes operadoras.
Serviço
Conferência Latino-Americana de Tecnologias de Acesso – RAD
Horário: a partir das 08h30
Sheraton Barra Hotel – Av. Lúcio Costa, 3150 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro, RJ – Tel: (21) 3139-8000
B2B Magazine – 21/06/2007

Sony Ericsson vai criar centro de pesquisa e desenvolvimento na Índia
A Sony Ericsson confirmou que vai abrir um centro de pesquisa e desenvolvimento para a sua unidade de telefones móveis em Chennai, na região sul da Índia. A notícia chega poucos meses depois do grupo ter anunciado que vai terceirizar a fabricação para a Flextronics, também baseada em Chennai, e para a Foxconn.
De acordo com a empresa, o estabelecimento do centro de P&D na Índia vai permitir um maior contato e conhecimento do consumidor em mercados locais. A expectativa de fabricação é, em 2009, que sejam produzidas 10 milhões de unidades no país. Além da Sony Ericsson, outros fabricantes do setor também criaram centros semelhantes para aproveitar o momento de explosão da telefonia celular no país.
O país adicionou 6,5 milhões de assinantes de telefonia celular apenas em maio desse ano, atingindo um total de 178 milhões de usuários, segundo dados da agência responsável pela telecomunicações no país (TRAI).

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