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22/01/2008
GERAL
Philips reduziu lucro em quase 23% no ano passado
Segundo um comunicado emitido hoje pelo grupo holandês, o seu resultado antes de impostos, taxas, depreciações e amortizações (EBITDA) aumentou 49% para os 2,06 mil milhões de euros, face aos 1,38 mil milhões registados um ano antes, enquanto que as vendas totalizaram os 26,79 mil milhões de euros em 2007, ligeiramente acima dos 26,68 mil milhões registados no exercício de 2006.
Quanto aos resultados trimestrais, a Philips mais do que duplicou o seu lucro líquido para os 1,39 mil milhões de euros, ou 1,30 euros por acção, no quarto trimestre do ano passado, face aos 680 milhões de euros, ou 59 cêntimos por título, contabilizados no período homólogo de 2006, graças essencialmente aos ganhos extraordinários de 1,08 mil milhões de euros com a venda das participações na LG.Philips LCD e na TSMC.
Estes resultados superaram as expectativas dos analistas consultados pela Bloomberg, que esperavam em média um lucro de 1,23 mil milhões de euros. Já as vendas cresceram 3,8% neste período, totalizando os 8,37 mil milhões de euros.
A Philips acrescenta ainda no documento que pretende aumentar o seu dividendo relativo ao exercício de 2007 para os 70 cêntimos por acção, o que representa uma melhoria de 17% em relação ao exercício anterior.
Diário Econômico – 21/01/2008

Matsushita quer entrar nos 32nm
Será no Rio de Janeiro a fábrica de semicondutores que a Symetrix vai construir no Brasil, em um investimento avaliado em US$ 1 bilhão. O protocolo de intenções com o governo do Estado foi assinado na quinta-feira, 17. A planta ficará no Parque Tecnológico do Rio, localizado no Campus da UFRJ, na Ilha do Fundão.
A previsão de conclusão da obra na primeira fase é de dois anos. A construção começa no final de março. O primeiro produto da fábrica serão cartões inteligentes para armazenamento de informações, que podem ser usados como cartões de fidelidade, de acúmulo de pontos e descontos, de acesso à rede de computadores e como carteira de motorista, entre outras finalidades.
O Rio de Janeiro oferecia 97% de isenção de impostos. São Paulo e Pernambuco, que também disputavam o investimento, dariam 75%. Em outubro de 2007, o Planalto já havia anunciado a isenção de IPI, PIS, Cofins e IR para fábricas de chips que viessem ao país.
Governo cobra japoneses
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, cobrou do governo japonês o seu compromisso de instalar uma indústria de semicondutores no Brasil nesta quinta-feira, 17. A promessa foi feita durante as negociações que levaram à adoção do modelo japonês de TV Digital pelo país, em meados de 2006.
Empresas como a Toshiba, chegaram a fazer estudos de viabilidade de investimento e duas visitas misteriosas ao Ceitec, em Porto Alegre. A fábrica acabou não vindo.
Em outubro, durante participação em um evento em Gramado, o coordenador geral de Microeletrônica da Secretaria de Informática do Ministério de Ciência e Tecnologia, Henrique de Oliveira Maciel, garantiu ao Baguete que o assunto ainda estava na pauta do governo e que negociações estavam em curso com três grupos internacionais. Na época, Maciel previu um anúncio oficial até o final de 2008.
Exame – 18/01/2008
Guerra fiscal definiu local de fábrica de semicondutores
Segundo reportagens publicadas nos jornais do Rio de Janeiro, nesta sexta-feira, 18/01, Carlos Paes, executivo responsável pela Symetrix Corporation, que montará uma fábrica de semicondutores no Brasil, investimento estimado em R$ 1 bi, teria admitido que a isenção de 97% dos impostos ofertada pelo governo Sérgio Cabral pesou, de forma decisiva, para a escolha do Rio de Janeiro para sediar a unidade fabril da companhia. A disputa pela fábrica aconteceu com São Paulo e Pernambuco, que teriam oferecido 75% de isenção.
O protocolo assegurando os recursos do governo do Estado do Rio de Janeiro à Symetrix do Brasil foi assinado nesta quinta-feira, 17/01, no Palácio Laranjeiras, pelo governador Sérgio Cabral, pelo presidente da Symetrix do Brasil, Marcelo José Pimentel Teixeira, pelo presidente da Symetrix Corporation, Gregory Boyd Jones, e pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Julio Bueno.
A estimativa do governo do Rio de Janeiro é que a fábrica de semicondutores irá gerar 700 empregos diretos e até 20 mil indiretos. A construção da unidade começa em março, na Ilha do Fundão, no bairro da Ilha do Governador.
"Uma fábrica de semicondutores permite que uma série de outras empresas se agreguem para o fornecimento. A lógica de uma montadora de automóveis, guardadas as proporções para o setor da ciência e tecnologia, é a mesma: a geração de empresas-satélite e novos investimentos. Com a Symetrix, o Rio de Janeiro vai tornar-se uma referência em produção tecnológica na América Latina", comemorou o governador Sérgio Cabral.
A Symetrix construirá uma unidade fabricante de cartões inteligentes para armazenamento de informações. O produto pode ser utilizado como cartões de fidelidade, de acúmulo de pontos e acesso à rede de computadores, entre outros tipos de uso. De acordo com executivos do grupo, a idéia é ganhar boa parte do mercado brasileiro e fazer da unidade uma plataforma de exportação para a América Latina.
"A primeira unidade Symetrix na América Latina, no Rio de Janeiro, não será uma indústria local, mas, sim, global, para atender a demanda do mundo globalizado. O governador Sérgio Cabral e sua equipe trabalharam muito para trazer a fábrica para o Rio de Janeiro e a Symetrix está com o processo bem adiantado, inclusive com a planta da unidade no papel", completou o chairman da Symetrix, Carlos Araújo Paez.
Nas entrevistas concedidas aos jornais do Rio de Janeiro após a assinatura do termo de compromisso, Paez admitiu que pesou na decisão da Symetrix o fato de o governo do Rio oferecer isenção de até 97% de impostos para a construção da unidade. Também foi importante o fato de a planta ficar instalada bem próxima ao campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro, na Ilha do Fundão, que acolhe um dos principais institutos formadores de mão-de-obra na área de Tecnologia - a Coppe.
O Rio de Janeiro disputava a sede da fábrica com os governos de São Paulo e Pernambuco, que teriam ofertado uma isenção de 75% de impostos.
Quando fez o anúncio oficial da construção da fábrica de semicondutores ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ainda nesta semana, numa audiência em Brasília, o executivo brasileiro, do Rio Grande do Norte, Carlos Paez, não tinha ainda fechado o acordo.
A tecnologia da Symetrix já é utilizada nos trens, metrôs e carteiras de habilitação do Japão. Esses cartões do Japão foram fabricados pela Panassonic, que detém 10% do controle acionário da companhia. A tecnologia RFID é uma das apostas da companhia. tanto é assim que o cartão inteligente funciona sem contato com a leitora, que indentifica os dados pelo chip de radiofreqüência.
Convergência Digital – 18/01/2008
AUTOMOTIVO
Volkswagen é maior fabricante de Ônibus e Caminhões
Pela primeira vez na história, a maior fabricante de caminhões do Brasil não está mais localizada no ABC Paulista. Agora, é a fluminense Volkswagen Caminhões e Ônibus, localizada no município. Os dados, repassados pela diretoria da Volks, por meio da assessoria de Comunicação Social, demonstram ainda que o topo da lista dos caminhões mais vendidos do país é ocupado pelo leve VW Delivery 8.150, 100% desenvolvido e fabricado no município.
Em breve, ainda conforme informou a multinacional, a Câmara de Comércio e Indústria do Estado do Rio (Caerj) divulgará o balanço de exportações do estado em 2007 e a Volks Caminhões e Ônibus poderá chegar à liderança no segmento automotivo. A divulgação representará o bicampeonato, porque a montadora já tem o título de 2006.
“O resultado da Volks mostra que Resende é o mais novo pólo industrial do Brasil, motivado por diversos fatores como, por exemplo, a logística e a boa infra-estrutura da cidade. O fato de a Volkswagen estar melhorando a produção vai fazer como que fornecedores da fabrica alemã venham se instalar também em Resende”, disse o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação, Ricardo Abbud Azevedo, informando que atualmente a fábrica alemã e seus sete fornecedores na manufatura e prestadoras de serviços totalizam quatro mil empregos diretos na fábrica do Pólo Industrial de Resende. “Ao longo de 2008, mais 400 vagas serão criadas, conforme foi anunciado no final do ano passado. Destas, 200 serão destinadas para o novo Centro Logístico e o restante - outras 200 - para o aumento na produção”, declara.
A Volkswagen vem batendo uma série de recordes. Comparadas ao mesmo período de 2006, de janeiro a novembro de 2007 as vendas domésticas de caminhões cresceram 35%; o volume de ônibus da marca comercializados no país é 40% maior; e as exportações, mesmo pressionadas pela desvalorização do dólar, cresceram 10%.
A produção no município cresceu 50%, com dois turnos em expedientes até nos finais de semana. Foi batida a marca dos 200 veículos produzidos ao dia e para 2008 o número poderá chegar a 240 unidades, se o mercado continuar aquecido. “Não comentamos sobre empregos indiretos porque não existe um cálculo confiável para a indústria automotiva”, informou a Volkswagen, por meio da assessoria de Comunicação Social.
A voz da cidade – 19/01/2008

Vendas de veículos novos cresceram 22% no estado
Mercado em franco processo de expansão, o setor automotivo baiano encerrou 2007 com o melhor balanço dos últimos anos. Com o consumo em alta, o segmento anuncia recorde de emplacamentos no período, resultado confirmado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Segundo dados da entidade, foram emplacados na Bahia, no ano passado, um total de 93.960 veículos, entre automóveis (78.769) e comerciais leves (15.191). O número foi cerca de 22% superior às 77.188 unidades vendidas em 2006.
“O desempenho de 2007 foi o melhor da história do ramo automobilístico nacional”, afirma o presidente da Fenabrave, Sérgio Reze. Para o dirigente, diversos fatores vêm contribuindo para esse cenário, como a formação de um ambiente econômico favorável, o crescimento da renda do trabalhador e as facilidades para a aquisição do bem _ com prazos mais longos para o financiamento. “A economia do país está mais responsável. A moeda está estável e a inflação controlada. Tudo isso transmite muito mais confiança aos consumidores”, argumenta.
Ritmo impulsionado ainda pela mudança no perfil de compra desses bens. “O consumidor começou a adquirir veículos de maior valor agregado, com itens como direção hidráulica, ar-condicionado e vidro elétrico, além de carros quatro portas”, revela.
Expectativa de bons negócios que deve se repetir em 2008, mesmo com a recente divulgação do aumento da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Na análise de Reze, a alta no tributo não deve prejudicar as vendas do mercado este ano, cuja previsão aponta para um crescimento entre 19% e 20%. “A elevação do IOF não irá atrapalhar a performance do segmento, pois a subida no valor das parcelas do financiamento não será substancial”, avalia.
Conforme simulação feita pela Fenabrave, para o financiamento de um automóvel no valor de R$25mil, em 60 meses, com juros de 2% ao mês, as prestações passam de R$740,25 para R$763,38, com um incremento final de R$1.387,80. “Com base nesse exemplo, o acréscimo nas parcelas será de pouco mais de R$20, o que pode ser absorvido pelo consumidor, que não deve perder a motivação de compra em função do aumento da alíquota”, analisa.
Otimismo ancorado ainda nos resultados apurados em âmbito nacional. De acordo com a entidade, foram vendidas no país, durante o ano passado, cerca de 4,24 milhões de unidades, contingente superior às 3,27 milhões comercializadas em 2006 – um crescimento de 29,57%. O balanço engloba as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos, máquinas agrícolas e implementos rodoviários. Apenas nos emplacamentos de automóveis e comerciais leves, a expansão registrada foi de 27,80%. Já a maior ampliação ficou com o ramo de motocicletas, que vem crescendo mais de 20% ao ano, chegando a 32,6% em 2007.
Correio Bahia – 17/01/2008

Novos veículos elétricos serão produzidos no Brasil
O projeto do Palio Elétrico desenvolvido na Itaipu Binacional, em Foz do Iguaçu, PR, está indo de vento em popa: este ano deverão ser montadas cinqüenta unidades do veículo que tem relação de consumo cinco vezes melhor do que o similar a gasolina. E também há previsão de homologação da perua Palio Weekend Elétrica pelo Denatran para uso em vias públicas, já que as primeiras unidades do Palio feitas em Itaipu deverão ser usadas só por empresas do sistema Eletrobrás.
Novidades para 2008 serão os protótipos de um miniônibus e um caminhão elétrico. O miniônibus terá duas versões: uma com baterias tradicionais e outra com motorização elétrica alimentada por pilhas de hidrogênio – ou células de combustível.
Já o caminhão elétrico é projetado para pequenas cargas, com objetivo de atender a demandas de atividades do meio rural, vislumbrando também a possibilidade de abastecimento a partir de energia proveniente de biomassa.
AutoData – 18/11/2007

Visteon projeta três anos de prejuízo
A fabricante de sistemas automotivos Visteon projeta mais três anos de prejuízo em seus próximos balanços, segundo material da companhia enviado a analistas antes da apresentação dos resultados oficiais do ano passado. De acordo com essas estimativas, a Visteon deve reportar perda líquida de US$ 425 milhões a US$ 435 milhões em 2007, espera por prejuízo de US$ 320 milhões a US$ 370 milhões em 2008 e de US$ 85 milhões a US$ 185 milhões em 2009.
A companhia aumentou de US$ 10,6 bilhões para US$ 10,7 bilhões seu cálculo de faturamento durante o ano passado, que dessa forma permanece quase estável em comparação com os US$ 10,8 bilhões obtidos em 2006. Para este ano é projetada receita menor, de US$ 9,7 bilhões, e de US$ 9,4 bilhões em 2009.
Segundo a Visteon a redução das vendas é devida à queda dos negócios, fechamentos de fábricas nos Estados Unidos e diminuição do portfólio de produtos.
AutoData – 18/01/2008

Fiat e Volks crescem; GM e Ford perdem mercado
No ano mais importante da história da indústria automobilística brasileira, a Fiat foi a líder de vendas pela sexta vez e fechou 2007 com 24,64% da fatia do mercado e um aumento de vendas acima da média. As vendas do mercado total aumentaram em 27,94%, enquanto as da Fiat cresceram 30,51%, totalizando 607.552 unidades de carros e comerciais leves. A Volks que ficou em segundo lugar aumentou as vendas em 31,40%, acima da Fiat, mas insuficiente para liderar o mercado. A montadora alemã terminou o ano com 23,29% do mercado e um volume de 574.430 unidades de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus.
A GM e a Ford cresceram abaixo da média do mercado, 21,65% e 20,51%, respectivamente. A GM totalizou 498.655 unidades vendidas e fecha o ano com 20,22% do bolo total. A Ford somou 265.680 unidades e 10,77% do mercado.
Entre as novas montadoras a Honda leva a melhor
Na acirrada disputa pela liderança entre as novas montadoras, aquelas que se instalaram no País a partir de 1997, a Honda fechou o ano na frente. Mesmo crescendo abaixo da média do mercado, ou seja, 27,36%, a montadora japonesa totalizou 85.749 unidades, o suficiente para ficar em quinto lugar no geral e líder entre as novas. Logo atrás veio a Peugeot que aumentou as vendas acima da média, em 28,57%, e somou 78.650 unidades. As vendas da Renault deram um salto de 43,45%, insuficiente para superar a Honda e Peugeot, mas o suficiente para deixar a Toyota para trás, que no ano anterior foi a líder entre as novas montadoras. A Renault vendeu 73.608 unidades e a Toyota somou 72.008 unidades.
Nissan dobra o volume de vendas e a Citroën fecha o ano em nono lugar
O aumento mais expressivo em volume de vendas no ano passado foi da Nissan. Com muitos lançamentos a montadora totalizou 11.908 unidades, ante 5.733 do ano anterior, um crescimento de 107,71%. A Citroën pela primeira vez superou a Mercedes-Benz e fechou o ano como a nona montadora do mercado. Foram 49.567 unidades vendidas, o que representou um aumento de 42,45% nas vendas. A Mercedes Benz, que praticamente só vende caminhões, somou 49.355 unidade, 22,68% a mais que no ano anterior e a décima posição no ranking geral.
Auto Informe – 18/01/2008

CONSUMER
Amorim cobra de japoneses instalação de fábrica de semicondutores no Brasil
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, cobrou do Japão a instalação de uma fábrica de semicondutores no país para atender à demanda de produtos da TV digital, que segue o modelo japonês. A exigência do cumprimento da contrapartida acordada durante a escolha do padrão de TV digital do país foi feita nesta quinta-feira (17/1) na abertura das comemorações do centenário da imigração japonesa no Brasil, realizada no Itamaraty.
“Confiamos que uma fábrica de semicondutores pode ser instalada no Brasil”, disse Amorim, falando em nome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que apenas acompanhou o evento.
Em novembro passado, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, disse que um grupo formado por engenheiros das duas nações debate a instalação da indústria. O custo mínimo está estimado em US$ 500 milhões.
Já o vice-ministro de Negócios Estrangeiros do Japão, Hitoshi Kimura, destacou a ajuda dos 300 mil brasileiros que vivem no Japão na revitalização da economia de seu país. Logo depois, Amorim disse que é bom ouvir que a comunidade brasileira “contará com as mesmas oportunidades de inserção social”.
O presidente da Associação para Comemoração do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, Kokei Uehara, agradeceu o acolhimento dado à comunidade japonesa, que soma 1,5 milhão de pessoas. “Graças a esse país tive os melhores professores da minha vida. Fico bravo quando alguém diz que o Brasil não tem professor de qualidade”, contou Uehara, que chegou ao país com nove anos de idade.
O ministro Amorim lembrou que o Japão já foi o segundo maior parceiro comercial do Brasil, mas perdeu posições por causa da estagnação de sua economia há alguns anos e da instabilidade e inflação alta no mercado brasileiro. “Porém, as duas nações já superaram esses problemas e podem retomar as negociações para impulsionar o comércio bilateral.”
De acordo com informações divulgadas pela Presidência da República, os investimentos japoneses no Brasil passaram de US$ 648 milhões, em 2006, para US$ 800 milhões, no ano passado. A agência japonesa de promoção comercial prevê investimento da ordem de US$ 1 bilhão em 2008.
TI Inside – 17/01/2008

IPTV terá mais de 72,6 milhões de assinantes em 2011
Análise da Pyramid Research revela que os países emergentes, no qual o Brasil se inclui, apesar dos entraves regulatórios existentes para uma oferta mais diversificada do produto, são os grandes impulsionadores do serviço, que registrou mundialmente, em 2007, um crescimento acima de dois dígitos.
De acordo com a consultoria, o IPTV tem sido contratado através de "pacotes" ofertados pelas operadoras de telecom, numa tendência de agregar valor para o assinante. A estimativa da consultoria é de que 15 milhões de usuários contrataram IPTV mundialmente no ano passado.
Como o serviço ainda está sendo lançado em vários mercados, a consultoria acredita que, em 2011, o mercado global de IPTV poderá somar mais de 72,6 milhões. Isso significaria um crescimento de 350%, em pouco mais de quatro anos.
No Brasil, as operadoras iniciam a oferta de IPTV com o serviço de VOD - Video on Demand - em função da restrição regulatória ligada à operação de serviços de Broadcast por parte de concessionárias de telecomunicações.
Convergência Digital – 17/01/2008

Blu-Ray domina 94% das vendas no Japão e pode se definir como padrão
O padrão de DVDs de alta definição Blu-ray liderou as vendas de gravadores de discos no Japão em dezembro sobre o formato rival, HD-DVD, o que pode representar o fim da guerra global pela disputa de mercado de imagens em altíssima resolução.
O porta-voz da Sony no Japão, Masayo Endo, informou que os players e gravadores de DVD no padrão Blu-Ray responderam por 94,9% das vendas de equipamentos eletrônicos nas festas de fim de ano em dezembro. Porta-vozes das fabricantes Panasonic (Matsushita) e Sharp, que lideradas pela Sony defendem o padrão de DVD, comemoraram os dados, interpretados como uma grande conquista na disputa pela definição de padrão.
O Globo – 18/01/2008

Controlador com tela colorida e receptor sem fio permite as pessoas manejarem música digital
A Logitech anunciou recentemente o sistema de música em rede Logitech® Squeezebox™ Duet, ampliando o alcance dos premiados produtos Squeezebox, que permitem às pessoas acessarem e escutarem a música que lhes agrada em qualquer cômodo de sua residência. O novo sistema Squeezebox Duet oferece um controlador inovador, que inclui uma tela LCD colorida e um receptor compacto – permitindo navegar, selecionar e reproduzir por controle sem fio sua música digital nas caixas de som de seu estéreo em qualquer lugar da casa – inclusive quando o computador está desligado.
Com o sistema de música em rede Logitech Squeezebox Duet, os amantes da música podem escutar sua coleção de música digital, rádio na Internet e serviços de assinatura no sistema de entretenimento da sala de sua casa, no estéreo de sua suíte, e até mesmo no mini-system de sua cozinha – em qualquer lugar que haja um equipamento de som. E com o controlador do Squeezebox Duet, os usuários podem controlar sua música digital a partir da palma de sua mão.
A banda larga e a digitalização estão transformando rapidamente a forma como as pessoas escutam música. De acordo com a empresa de pesquisas IDC[1], hoje quase 65% dos adultos e mais de 86% das pessoas entre 18 e 24 anos de todo o mundo utilizam seus computadores para acessar música. E mais 95 milhões de pessoas pagarão por serviços de música online em 2008[2].
“Ainda que cada vez mais pessoas estejam utilizando seus computadores para escutar música a partir de uma ampla variedade de fontes, não existe uma forma conveniente de escutar a música digital em sua residência, até agora”, observa Robin Selden, vice-presidente e gerente geral da unidade de Negócios Streaming Media da Logitech. “O Squeezebox Duet oferece acesso instantâneo a todas as músicas de que as pessoas gostam – seja de sua biblioteca pessoal, das estações de rádio na Internet ou do crescente número de serviços de assinatura online.”
Squeezebox Duet Controller
Para ajudar na navegação por coleções de música digital, o novo Squeezebox Controller inclui uma tela LCD colorida de 2,4 polegadas. O controlador para vários ambientes utiliza um prático controle giratório, menus familiares e botões intuitivos, o que facilita navegar, selecionar e reproduzir sua coleção pessoal de música, rádio da Internet e serviços de assinatura online, como Rhapsody, MP3tunes.com e Pandora. Podem-se buscar músicas por artista, álbum, listas de reprodução, gêneros e várias outras categorias. Além disso, a tela colorida brilhante apresenta a capa dos álbuns e permite personalizar o protetor de tela.
Squeezebox Duet Controller
Com base no controle e na qualidade de áudio do Squeezebox clássico, o novo receptor sem fio compacto se adapta facilmente a qualquer ambiente da casa. A engenharia e a sofisticada tecnologia de reprodução de áudio ajudam a trazer uma clareza de som melhorada. A avançada tecnologia sem fio 802.11g elimina a necessidade de estender cabos por toda parte apenas para escutar a música do computador. Além disso, os proprietários do Squeezebox que queiram controlar múltiplas fontes de música por toda a casa podem facilmente acrescentar mais receptores, o que lhes permite escutar uma canção diferente em cada cômodo, ou sincronizá-los para escutar a mesma canção por toda a casa. Um Squeezebox Duet Controller pode controlar múltiplos receptores.
Acesso a Milhões de Músicas
A solução Squeezebox permite inclusive escutar música quando seu computador está desligado. Quando registram o sistema de música Squeezebox Duet, as pessoas podem acessar milhares de estações de rádio e milhões de música, reunidas pelo serviço exclusivo de Internet da Logitech: o SqueezeNetwork, que utiliza a plataforma de código aberto SqueezeOS. Ao colocar a música no SqueezeNetwork, os usuários podem escutar suas coleções pessoais de música digital, desfrutar de rádio na Internet ou acessar serviços de música por assinatura através de seu sistema de música em rede Squeezebox Duet a partir de qualquer lugar com acesso à Internet – sem que seja necessário interagir com o computador.
O novo Squeezebox Duet se integra ao premiado sistema de música em rede Logitech® Squeezebox™ original e à primeira opção para os fanáticos de áudio, o sistema de música em rede Logitech® Transporter™. Para os atuais proprietários do Squeezebox e do Transporter que queiram controlar sua música a partir da palma de sua mão, pode-se comprar um Squeezebox Controller independente e integrá-lo facilmente ao sistema atual.
O Tempo – 07/11/2007

Vendas de telas LCD somaram 371 milhões de unidades em 2007, afirma pesquisa
As vendas mundiais de televisores e desktops com telas de LCD (liquid crystal display) somaram 371 milhões de unidades em 2007, um crescimento de 38% em relação ao total de 270 milhões de unidades comercializadas 2006, informa a Witsview Technology, empresa de pesquisas de Taipé especializada no mercado de LCD.
Em dezembro, mês em que os produtos já estão em estoque para as vendas de Natal, o setor teve uma queda de distribuição de 12,2% sobre novembro, registrando 7,9 milhões de unidades vendidas no último mês de 2007. As vendas de telas LCD usadas em monitores caíram 3,6% em dezembro, na comparação com o mês anterior, enquando a comercialização de LCDs para notebooks caiu 3,8% na mesma comparação.
O segmento de laptops apresentou um ligeiro crescimento em vendas de telas de 15,4 polegadas e uma forte demanda em painéis de 17 polegadas, informa a Witsview. As vendas de telas de 17 polegadas para notebooks cresceram 13% em dezembro, em relação ao mês anterior, mostrando que apesar dos esforços de fabricantes em reduzir o tamanho dos portáteis, muitos consumidores preferem telas maiores.
Para 2008, a Witsview acredita que a demanda por novas TVs de LCD nos Estados Unidos, impulsionada pelo campeonato de futebol americano, o Super Bowl, e a demanda na China provocada pelo Ano Novo Lunar, que ocorre em fevereiro, ajudarão a estabilizar a demanda por painéis com dimensões maiores no início do ano.
Entretanto, após estes eventos, os problemas na economia mundial podem gerar impactos no poder de consumo de mercados-chave como os Estados Unidos. O setor ainda deve ganhar fôlego em agosto, com a realização dos Jogos Olímpicos, em Pequim.
PC World – 21/01/2008

IDENTIFICATION
Chips comunicadores invadem o espaço urbano
Dispositivos eletrônicos inteligentes estão invadindo cada vez mais, e em silêncio, o cotidiano dos suíços. Seus defensores acreditam que os chips comunicadores facilitam a vida. Outros vêem na tecnologia um grande risco para a privacidade.
As tecnologias RFID e NFC permitem objetos trocar informações. O que parece ficção científica já está se tornando realidade no comércio e na indústria.
Os sistemas "inteligentes" estão tendo cada vez mais espaço na nossa vida. Os objetos irão se comunicar entre si e conosco graças a uma vasta rede sem-fio que irá englobar o computador, o telefone móvel e os eletrodomésticos. Um mundo feito de eletrônica dissimulada, mas onipresente.
Essa revolução é discreta e silenciosa. Nosso meio ambiente está repleto de objetos dotados da tecnologia RFID. Ela está na base de uma nova geração de códigos de barra que permite a identificação de um produto sem o contato direto.
Incorporado num artigo, uma etiqueta RFID (ou "RFID Tag") compreende uma antena, um chip eletrônico e, para os tags ativos, uma bateria para emitir sinais à longa distância.
Essa etiqueta eletrônica é extremamente discreta graças a sua pouca espessura (a última geração é mais fina do que um fio de cabelo), ao seu tamanho reduzido (menos de um milímetro) e sua massa insignificante.
É possível ler e escrever sobre um chip, armazenando ao mesmo tempo informações nele. Essa propriedade de "rádio-identificação" permite traçar todos os deslocamentos de um artigo, a partir da linha de produção até o consumidor final. Uma grande vantagem: o custo do chip é mínimo, o que permite que ele seja jogado fora após o uso.
Aplicações múltiplas
As aplicações da tecnologia são as mais variadas. Um exemplo: dispositivos de chaves eletrônicas "sem fechadura" já equipam alguns modelos de veículos.
Na Suíça, todos os cães recém-nascidos devem estar aparelhados de um chip de identificação colocado, através de uma operação subcutânea, no pescoço. Cada vez mais bibliotecas também utilizam chips no seu acervo para limitar o roubo de livros e também administrar o empréstimo.
Na indústria alimentar, um chip RFID permite acompanhar todo o filão tradicional de distribuição de um produto. Seu rastreamento é total, do produtor ao consumidor. Esse é um instrumento essencial para controlar as crises sanitárias ligadas à cadeia de alimentação. Assim, uma ruptura no armazenamento em frio poderá ser imediatamente detectada.
Sob a pele....de humanos
O sonho é acabar com as filas nos caixas de supermercados. Um terminal lerá automaticamente todas as etiquetas RFID fixadas em cada um dos artigos colocados no carrinho de compras e dará a soma total das compras, incluindo a nota fiscal após o pagamento (debitado no cartão de crédito, por exemplo) em questão de segundos.
Etiquetas-rádio instaladas embaixo da pele poderão também ser utilizadas em seres humanos. Combinados com receptores sensíveis às funções principais do corpo (ritmo cardíaco, etc), esses sistemas servirão para controlar o estado de saúde de um paciente.
Celular como carteira de dinheiro
Outra tecnologia sem contato que está em pleno desenvolvimento e a NFC (Near Field Communication. Ela permite o intercâmbio de dados a uma distância de alguns centímetros entre um leitor e um telefone móvel, ou entre os termineis eles próprios.
Um celular pode, dessa forma, se conectar com um computador para transferir um arquivo. Um aparelho de fotos também poderia enviar as imagens arquivadas nela a um computador portátil. Um televisor poderia intercambiar dados com um smartphone.
Os setores de controle de acesso ou da bilheteria de um teatro podem funcionar com a nova tecnologia. Os pagamentos seriam feitos através do telefone portátil. Essa é uma solução já aplicada em diversos países asiáticos, onde o celular serve como carteira eletrônica.
Milhares de receptores
No Japão já estão em uso mais de 30 milhões de aparelhos equipados de um chip sem contato para a utilização em pagamentos. A ex-estatal de telecomunicações da Suíça, a Swisscom, testa atualmente a tecnologia NFC e diversas aplicações podem ser lançadas no país já em 2008.
Após os cartões bancários, os telefones móveis, os sistemas de navegação GPS por satélite, os sistemas de controle biométrico, os chips comunicantes estão adicionando uma camada suplementar de controle da nossa vida.
Os especialistas estimam que, até 2015, nós iremos coexistir com milhares de captores ligando o mundo físico ao numérico.
Cuidado com o "small brother"
Como é possível permitir a coabitação de "aparelhos inteligentes" e a sociedade sem o perigo de controle inescrupuloso? No dia em que todos os diversos sistemas estiverem totalmente conectados entre si, essa rede será completa e nada mais, ninguém, poderá escapar à vigilância completa. Os mínimos atos e gestos serão registrados. O escritor George Orwell terá então razão, mas não será o "big brother" que controlará todos nossos movimentos, mas muito mais um número incontável de "small brothers".
Isso, pois os chips RFID têm o defeito de permitir uma leitura demasiadamente automática, sem o consentimento explícito do utilizador, incluindo também o risco de transmissão dos dados a leitores fraudulentos. A única solução é permitir que o usuário possa controlar o fluxo de informações e desconectar os chips no momento em que ele sente que sua esfera privada está em perigo.
Ainda será necessário descobrir se um produto tem um chip e como neutralizá-lo. Também seria importante que os políticos tenham mais interesse nos perigos potenciais dessas novas tecnologias. Muitas vezes, a lei está anos-luz atrasada em relação à realidade.
Convergência Digital – 05/11/2007

INDUSTRIAL
Mercado de sistemas de automação industrial deve crescer mais de 200%, indica estudo
Os mercados brasileiro e mexicano de controladores lógicos programáveis (PLCs) e sistemas de controle distribuído de processos (DCSs) registraram receita de US$ 448,7 milhões em 2006 e devem atingir US$ 926 milhões em 2012, segundo um estudo da Frost & Sullivan, empresa de consultoria e pesquisa de mercado.
Segundo o levantamento, as empresas estão percebendo os benefícios obtidos com estas soluções. Os fabricantes destacam os ganhos financeiros obtidos em médio e longo prazo, assim como o aumento na produtividade resultantes da implementação destes equipamentos, como principais fatores de atratividade.
De acordo com a análise da Frost & Sullivan, os fornecedores de soluções de automação encontrarão oportunidades lucrativas se promoverem a habilidade de seus produtos em melhorar o controle da fábrica, reduzir custos operacionais e conectar sistemas de automação com sistemas de gestão integrada (ERP). Além de disseminar informações sobre os benefícios dos produtos, a consultoria recomenda aos fabricantes contratar profissionais qualificados como engenheiros e programadores com experiência na indústria de automação. A falta desse tipo de expertise pode dificultar a capacidade das empresas em atender as necessidades dos clientes.
“Os fabricantes têm de garantir suporte técnico de alta qualidade e reposição contínua de peças sobressalentes”, afirma Matheus Salvadori, consultor da Frost & Sullivan. “A oferta de serviços de engenharia e implementação de soluções turnkey pode se tornar um fator importante de diferenciação no mercado. Adicionalmente, o parque industrial de América Latina tende a usar os equipamentos por um longo período, e devido a vários fatores, espera-se que as plantas durem mais, o que requer serviços superiores de empresas de automação”, diz.
O estudo observa que, como Brasil e México são países continentais, muitas plantas industriais estão localizadas em áreas remotas. “Diante disso, as companhias de automação têm de descentralizar a operação e ser flexíveis o suficiente para fornecer um suporte efetivos a esses clientes. Os vendedores devem estar prontos para se adaptar às exigências de várias empresas dentro de uma vertical, assim como alguns deles podem estar tecnologicamente avançados, outros ainda podem operar com equipamentos mais antigos”, ressalta Salvadori.
A Frost & Sullivan aponta que os responsáveis pela maioria da receita no mercado de PLC e DCS estão presentes nos setores automotivo, de óleo e gás, metal e mineradoras, papel e celulose e química, entre outros. “Embora grandes empresas invistam muitos recursos em novas fábricas, a expectativa é que as menores desempenhem um importante papel junto aos controladores do mercado, especialmente em PLC”, revela Salvadori. “Com o aumento da acessibilidade às soluções, essas empresas devem adotar o PLC para ganhar competitividade e melhorar a produtividade. Um bom exemplo disso são as usinas brasileiras de cana-de-açúcar, que devem investir em soluções de automação para obter eficiência.”
TI Inside – 17/01/2008

Construção da primeira fábrica de robótica do Paraná termina em março
Os quatro barracões industriais que vão abrigar a primeira fábrica de mecatrônica e robótica do Paraná, em Siqueira Campos (Norte do Estado), ficam prontos em março. A informação é do secretário do Desenvolvimento Urbano, Forte Netto. “A construção da estrutura e alvenaria, fase mais lenta do projeto, já foi concluída. Agora, serão feitas a cobertura e as ligações hidráulica e elétrica, colocado o piso e iniciados os serviços de acabamento”, diz.
Os investimentos para a construção dos barracões são da ordem de R$ 947 mil, financiados integralmente pela Secretaria do Desenvolvimento Urbano (Sedu)/ Paranacidade, por meio do Fundo de Desenvolvimento Urbano (FDU), tendo a Agência de Fomento do Paraná (AFPR) como agente financeiro. “Cerca de 90% do maquinário já foi adquirido”, afirma o prefeito de Siqueira Campos, Luiz Antônio Liechocki. Mecatrônica é a ciência que une mecânica, eletrônica e tecnologia da informação.
Blocos – Cada um dos barracões vai abrigar um bloco de operações da fábrica. No administrativo devem ficar a recepção, espera e direção, além de salas de reunião e treinamento, de vendas, de software, de recursos humanos e de engenharia mecânica. Outro bloco vai contar com salão para abrigar os departamentos de usinagem, calderaria e chaparia, bem como sala de controle de qualidade e almoxarifado. No bloco de fabricação serão instalados showroom, salão para montagem, teste e expedição, laboratório eletrônico e salas de supervisão e treinamento. O quarto bloco abrigará refeitório e enfermaria. A área total dos quatro barracões será de 2.024,08 m².
De acordo com o prefeito Liechocki, 60 pessoas já estão participando de cursos de capacitação promovidos em parceria com a empresa Brasil Robótica. “Esse é o primeiro grupo dos 300 funcionários que vão receber aulas de automação industrial para trabalhar na fábrica. Os postos de trabalho serão ocupados integralmente por profissionais locais”, destaca. As atividades da indústria vão ser iniciadas no começo de abril. Liechocki conta que o investimento tem como objetivo transformar o município em um pólo tecnológico, atraindo outras grandes empresas do setor, bem como aumentar a geração de emprego e renda na região. “Antes do projeto, a prefeitura fez uma pesquisa com os jovens e levantou que 80% deles queriam investimentos em ensino técnico e superior. Com a instalação da fábrica, os profissionais formados nestes cursos terão oportunidade de emprego no próprio município”, explica.
Exportação – Na indústria serão desenvolvidos e fabricados robôs industriais e periféricos, como esteiras para locomoção, dispositivos que seguram peças para que o robô possa trabalhar e sistema de segurança, que serão vendidos em sua maioria para empresas automotivas, lavanderias industriais e de bebidas.
Parte da produção será exportada para a América Latina, principalmente para os países do Mercosul. “Nossa meta é garantir 5% do capital nacional no primeiro ano de funcionamento da fábrica, com faturamento de R$ 8 milhões, e em quatro anos pretendemos ampliar este valor em seis vezes”, revela o diretor da Brasil Robótica, Sidnei Bueno, empresa que vai ocupar os barracões.
Bueno afirma que os robôs serão utilizados para atividades insalubres das indústrias em que há riscos para a saúde do trabalhador. “Em soldagem, os funcionários estão sujeitos a queimaduras e respiração de gases prejudiciais, podendo adquirir doenças graves. Com o robô, estes problemas serão evitados e os funcionários poderão ser remanejados para área com mais segurança, como armazenagem, e mais criativas dentro da empresa”, finaliza.
Paranashop – 17/01/2008

TELECOM
Qualcomm compra empresa de qualidade de som
A Qualcomm informou que a tecnologia da SoftMax pode ser integrada a celulares e fones de ouvido equipados com o sistema de rede sem fio Bluetooth.
A empresa informou que a tecnologia pode ser incorporada a notebooks também.
Entre os clientes da SoftMax estão grandes fabricantes de celulares e de acessórios Bluetooth, informou a Qualcomm sem revelar os termos do acordo.
No mês passado, a Qualcomm fechou a compra de outra companhia, a Firethorn, que oferece serviços de banco online, por 210 milhões de dólares.
INFO Online – 17/01/2008

Sony Ericsson tem lucro acima do esperado e projet crescimento
A Sony Ericsson, quarta maior fabricante mundial de celulares, reportou balanço trimestral acima das expectativas nesta quarta-feira como resultado do lançamento de mais telefones e de um aumento em sua fatia de mercado no mundo.
A Sony Ericsson, controlada pela Ericsson e Sony Corp, anunciou que obteve lucro antes de impostos de 501 milhões de euros, um pouco abaixo dos 502 milhões de euros do ano anterior, mas melhor que a previsão de 459 milhões de euros segundo uma pesquisa da Reuters.
De acordo com a empresa, o preço médio de vendas dos aparelhos celulares, um indicador chave de lucrabilidade, subiu de 120 para 123 euros no terceiro trimestre, contra previsão de 121 euros.
A joint venture afirmou que conseguiu 2 por cento de crescimento em fatia de mercado em 2007.
Segundo pesquisa da Gartner, a líder continua sendo a Nokia com 38,1 por cento do mercado, seguida pela Samsung com 14,5 por cento e Motorola com 13,1 por cento. "Os lucros são bons, o preço médio de vendas está subindo... No geral, é uma boa notícia para o grupo", afirmou Eric Beaudet, analista na Natixis Securities. "Está um pouco acima das expectativas, essa é a parte importante".
Os telefones lançados no trimestre subiram 18 por cento para 30,8 milhões ante ano anterior.
Mas a companhia afirmou que as vendas estavam em linha com o projetado, refletindo a estratégia de lançar produtos com preço mais baixo.
A Sony Ericsson está positiva quanto às perspectivas da indústria, mesmo frente a um desaquecimento na economia global. Segundo a empresa, a previsão de crescimento do setor em 2008 é de 10 por cento.
"Antecipamos este percentual incluindo uma previsão de desaceleração, por causa do momento de crescimento", afirmou o presidente da empresa, Dick Komiyama.
Reuters – 17/01/2008

Vivo ganha market share e lidera adições em dezembro
Líder do mercado habilitou 1,3 mi de novas linhas no último mês; Tim e Claro fizeram 1,17 mi e 1,18 mi de habilitações, respectivamente
No mês de dezembro, a Vivo adicionou à sua base 1,3 milhão de clientes e conqusitou 0,08 pontos percentuais em sua participação de mercado, para 27,68%, o que levou a líder do setor a atingir a marca de 33 milhões de assinantes, dois milhões a mais que a segunda colocada, a Tim, que no último mês de 2007 adicionou 1,17 clientes e fechou o ano com 31 milhões de assinantes.
A participação de mercado da operadora caiu 0,03 pontos percentuais na comparação com novembro, para 25,85%.
Já a Claro conquistou aproximadamente 1,18 milhão de assinantes e fechou 2007 com 30 milhões de habilitações. Sua participação de mercado ficou praticamente estável, passando de 24,98% para 24,99%.
IT Web – 17/01/2008

TIM terá 3G ainda neste trimestre
A TIM pretende iniciar as operações de 3G ainda neste trimestre, segundo garantiu o presidente da operadora no Brasil, Mário Cesar Pereira de Araujo. “Vamos acelerar a 3G e estaremos com o novo serviço em muitas cidades brasileiras, neste primeiro trimestre, pois a mobilidade exige a presença nacional”, afirmou.
O executivo, que concedeu entrevista coletiva em Brasília, nesta quinta-feira, 17/01, disse que a empresa ainda estuda por onde começar a operar os novos serviços móveis. Antes mesmo do leilão das freqüências - pelo qual a TIM pagou R$ 1,3 bi - a operadora já tinha acertado com a Ericsson a contratação de infra-estrutura.
Parte dos R$ 6 bi, previstos para o triênio 2007/2010, será destinada para a criação da nova infra-estrutura de 3G. Para iniciar a o serviço 3G comercialmente, a operadora terá tão, somente, que assinar o contrato - previsto para o dia 15 de fevereiro, com a Anatel.
Preocupação com oferta de conteúdo
Mario Cesar, no entanto, mais uma vez, revelou a sua preocupação com a questão ligada à oferta de conteúdo. O presidente da TIM enfatizou que espera ter o direito de poder oferecer a todos os seus clientes, conteúdo diversificado e nacional, sem entrar no mérito das transmissões de programas de TV, até porque o governo ainda não definiu qual será o modelo de participação das teles móveis neste mercado.
O temor do presidente da TIM está ligada às restrições da PL/29, que cria novas regras para o setor de TV paga e para a produção e programação de conteúdos, e que teve como relator, o deputado Jorge Bittar, do PT/RJ. As regras geraram grande polêmica no final do ano passado. O próprio Mario Cesar Araujo reclamou do fato de a operadora, por exemplo, não poder mais patrocinar eventos como o TIM Festival, tradicional na área de música, por ser uma empresa estrangeira.
Também não poderia transmitir via celular os gols de Kaká, artilheiro do Milan, time italiano, mas jogador brasileiro. Com a confusão em torno do assunto, uma nova legislação deverá ser apresentada em fevereiro, pelo relator Jorge Bittar, tão logo o Congresso Nacional retome suas atividades. À imprensa, Bittar garantiu que iria retirar a restrição às celulares mas, agora, é preciso aguardar o novo texto.
Convergência Digital – 18/01/2008

Kyocera vai comprar área de celular da Sanyo por até US$468 mi
A fabricante japonesa de eletrônicos Kyocera afirmou que comprará a unidade de celulares da Sanyo Electric por um valor entre 40 e 50 bilhões de ienes (de 375 a 468 milhões de dólares), criando a sexta maior fabricante mundial de celulares.
A Kyocera espera que o acordo, a ser completado em 1o de abril, irá impulsionar suas enfraquecidas operações, já que a Sanyo possui a Sprint Nextel como sua maior cliente no mercado, enquanto a Sanyo visa concentrar seus esforços em produtos como baterias recarregáveis.
"Precisamos fortalecer nossas operações em outros continentes, mas nossos próprios recursos são limitados", afirmou o presidente da Kyocera, Makoto Kawamura, em conferência.
"Não podemos esperar um rápido crescimento no mercado doméstico com tantos fabricantes de celular e tanta competitividade", acrescentou o executivo.
Mas especialistas da indústria afirmam que a medida não deve oferecer à Kyocera o tipo de crescimento nesse setor que ela precisa para competir de igual para igual com gigantes como a Nokia e a Samsung Electronics .
Segundo a empresa de pesquisa Gartnet, a Kyocera foi a nona maior fabricante de celulares no terceiro trimestre de 2007, a Sanyo ocupava a décima posição.
Suas operações combinadas a colocariam atrás da Nokia, Samsung, Motorola Inc, da joint venture entre Sony Corp e Ericsson, e LG Electronics, segundo dados da Gartner.
Mas uma fatia de apenas 1,5 por cento do mercado global para as unidades de celular da Kyocera e da Sanyo ficaria bem atrás dos 7,1 por cento de mercado atingido pela quinta colocada nesse quesito, a LG.
O preço final de venda da unidade de celulares da Sanyo será estabelecido em setembro, segundo um porta-voz da Sanyo.
Reuters – 21/01/2008

TIM acena investir mais do que os R$ 6 bi previstos até 2009
O presidente da TIM Participações (Brasil), Mario Cesar Pereira de Araujo, anunciou nesta quinta-feira (17/01), que a companhia está revendo, para cima, a sua estimativa de investimentos da ordem de R$ 6 bilhões anunciada no ano passado para o triênio 2007/2009. Os novos números ainda não estão fechados pela direção, mas o executivo acredita que poderão ultrapassar essa meta inicial.
Mario Cesar admitiu que a direção da TIM está disposta e investir mais de R$ 6 bilhões, já levando em conta que, no triênio 2008/2010, a empresa vai prestar o serviço de Terceira Geração e terá de enfrentar uma forte competição no mercado brasileiro com a possível fusão da Telemar com a Brasil Telecom.
O presidente da TIM Brasil acompanha, desde esta terça-feira, 15/01, o chairman da Telecom Itália, Gabriele Galateri Di Genola (à esquerda na foto), e Franco Bernabé - CEO (Chief Executive Officer) da Telecom Itália (à direita) - em encontros na Anatel e no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Os executivos da TIM também serão recebidos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto.
Operação independente
Nas visitas que fez ao presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg e à presidente do Cade, Elizabeth Maria Mercier Querido Farina, o presidente mundial da Telecom Itália, Gabriele Di Genola, garantiu que a administração da TIM no Brasil será totalmente independente da Telefônica, apesar de no ano passado, a empresa espanhola ter adquirido o controle de parte da operadora italiana, controladora da TIM em território brasileiro.
Toda a documentação referente à operação feita entre a Telecom Itália e a Telefonica foi repassada aos dois órgãos de controle do mercado. "Embora a agência não tenha ainda dado a resposta, estamos convencidos de que ela será positiva", afirmou Di Genola. A operação ainda não foi avaliada pela Anatel e o Cade.
Licenças
O CEO da Telecom Itália, Franco Bernabè, admitiu que os investimentos da empresa no Brasil deverão ficar acima da expectativa inicial em função do valor pago no leilão de freqüências de 3G. A TIM pagou R$ 1,3 bilhão na compra das frequências, o que ajudou a Anatel a arrecadar R$ 5,3 bilhões, muito mais do que o previsto pela agência (R$ 2,8 bilhões).
"Creio que vamos aumentar os investimentos porque acreditamos na expansão do mercado além da questão da telefonia móvel", afirmou Franco Bernabé, ao lembrar que a TIM também detém licença para operar no mercado de telefonia fixa.
A empresa comemora um crescimento no mercado brasileiro de 23% em 2007, segundo dados que obtiveram da Anatel, o que ficou acima da média dos concorrentes que cresceram em torno de 20%.
Tempo Real – 17/01/2008

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