20/09/2007

GERAL

CEO da Intel apresenta chips de 32 nanômetros e processador de 8 núcleos

O CEO da Intel, Paul Otellini, apresentou nesta terça-feira (18/09), durante a abertura do Intel Developer Forum 2007, um wafer com os primeiros chips feitos no processo de 32 nanômetros da empresa, previstos para entrar em produção em 2009.

Otellini confirmou ainda o lançamento do Penryn - primeiro chip em 45 nanômetros da fabricante - para servidores e estações high-end em 12 de novembro de 2007 e afirmou que a versão para plataformas móveis deve chegar ao mercado no primeiro trimestre do próximo ano.

O CEO também apresentou o chip Nehalem de oito núcleos, feito em 45 nanômetros, cujo desenvolvimento a Intel conclui há cerca de um mês e que chega ao mercado até o final de 2008.

Uma das características do chip enfatizadas na apresentação do CEO foi o recurso de multithreading, que permite que cada núcleo físico do Nehalem funcione como dois processadores lógicos.

Mobilidade
Na área de mobilidade, Otellini anunciou que as fabricantes Lenovo, Acer, Asus, Panasonic e Toshiba vão integrar WiMax em seus notebooks no próximo ano, com o lançamento do Montevino, evolução da plataforma móvel Centrino da Intel, previsto para o meio de 2008.

A plataforma será compatível com os formatos de alta definição HD-DVD e Blu-ray e Otellini anunciou ainda que a fabricante oferecerá uma versão do chip Penryn para a plataforma Montevino com consumo de energia de 25 watts.

Segundo o executivo, desde o seu lançamento em maio, a plataforma Santa Rosa (geração atual do Centrino) já vendeu mais de 10 mil unidades. A Intel prevê que em 2009 o notebook vai superar o desktop em vendas e o laptop será o computador pessoal dominante no mundo.

Ecologicamente correto
O CEO anunciou ainda em sua palestra que a Intel vai eliminar o halogênio da fabricação de chips de 65 e 45 nanômetros até o começo de 2008, diante da preocupação com o meio ambiente.

* A jornalista viajou a São Francisco (EUA) a convite da Intel.

Computer World – 19/09/2007

Apple pode ser a próxima na mira antitruste da Europa

Com a apelação antitruste da Microsoft agora decidida, a próxima companhia de tecnologia americana a se tornar 'a bola da vez' na União Européia pode ser a Apple, de acordo com um especialista em regras antitruste.

"A decisão da Corte de Primeira Instância é um claro sinal para a Comissão Européia de que há uma rota a seguir à frente", disse Herbert Hovenkamp, professor da Faculdade de Direito da Universidade de Iowa e um reconhecido especialistas em regras antitruste. "A Comissão tem agora uma licença para seguir e possui tradicionalmente uma postura agressiva. Eu penso que isso é o prenúncio de danos a algumas companhias".

Entre aquelas que hoje enfrentam investigações ou acusações por parte da agência regulatória européia, que é liderada por Neelie Kroes da Holanda, estão as fabricantes de chips Rambus Inc., Intel Corp. e Qualcomm, e a Apple.

Na verdade, a Apple vai enfrentar dois dias de audiência antes que a comissão comece na quarta-feira a acusação de que ela e quatro parceiras da indústria fonográfica estejam violando as leis européias com sua estrutura de preços e restrições de compra da loja de música online iTunes.

No início de abril, a comissão confirmou que enviou um comunicado de objeções, termo da agência para uma acusação formal, à Apple e os parceiros EMI, Sony BMG, Warner Music e Universal Music.

O comunicado de objeções afirma que os consumidores estão sendo prejudicados em seu direito de escolha sobre onde comprar músicas - porque cada versão do iTunes em um país somente aceita pedidos de consumidores que vivem naquele país - e nos preços. Os preços do iTunes variam de acordo com o país.

Mas a comissão esclareceu em abril que não se trata de chamar a Apple de uma segunda Microsoft. "A declaração de objeções não alega que a Apple esteja em uma posição de mercado dominante", disse o grupo naquele período.

Ontem, Kroes subestimou qualquer ligação entre a rejeição da corte à apelação da Microsoft e a possibilidade de uma ação contra outras companhias de tecnologia americanas. "Você pode ouvir estórias assustadoras sobre supostas conseqüências negativas dessas regras para outras companhias", disse ela durante uma conferência de imprensa na segunda-feira (17/09).

"Deixe-me esclarecer. Há uma companhia que terá de mudar seu comportamento ilegal como resultado desta regra: a Microsoft", reiterou. A própria Microsoft, no entanto, pensa de forma diferente.

Em sua própria coletiva de imprensa, na terça (18/09), Brad Smith, advogado da Microsoft, repetidamente citou a Apple. "A Apple tem algo como 70% do mercado de músicas digitais", disse ele. "O iTunes é de longe a fonte líder para música na internet e o iPod é de longe o dispositivo líder para ouvir músicas digitais".

Até mesmo o Departamento de Justiça americano admitiu a idéia. Thomas Barnett, advogado geral para assuntos antitruste, disse: "estamos preocupados de que esse padrão aplicado de forma unilateral pela Corte de Primeira Instância, mais que ajudar os consumidores, possa ter a conseqüência infeliz de prejudicá-los ao esfriar a inovação e desencorajar a competição".

Hovenkamp se disse certo de que a decisão desta semana possa incentivar a Comissão. "Esta é um marco em termos de decisão em um caso que é um balizador", disse ele. "Ela envolve uma série de coisas importantes. Em primeiro lugar, é uma declaração de independência, uma afirmação de que a política em relação às práticas anticompetitivas não será ditada pelos Estados Unidos. Em segundo, ela deixa claro o caminho para que a Comissão prossiga em novos casos".

"Vocês verão uma comissão mais agressiva que irá acompanhar companhias de alta tecnologia, especialmente aquelas que estão envolvidas com redes ou ambientes padrões", afirmou Hovenkamp.

"A Rambus e a Qualcomm certamente estão entre as companhias que correm risco de um embate com a comissão", disse ele. "A Intel? Talvez. Assim como para a Apple, existem alguns assuntos a serem estudados ali".

A favor da Apple, disse ele, está a tradição da comissão antitruste européia de olhar a discriminação de preços de forma diferente. Ela costuma ser mais rigorosa quando o preço é mais alto em países onde existam rivais da companhia do que quando o preço varia conforme o poder de compra do consumidor local.

Procurada, a Apple preferiu não comentar as declarações do especialista.

Computer World – 19/09/2007

Finep pode ter orçamento de R$ 2,8 bi em 2008

Já está no Congresso a proposta orçamentária para 2008 que prevê recursos da ordem de R$ 2,8 bilhões para a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Os recursos da agência de fomento à inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia serão destinados a projetos científicos e tecnológicos de instituições de ensino e pesquisa e de inovação em empresas. A previsão orçamentária é considerada a maior do setor e representa um aumento de 50% em relação a 2006.

“Nunca a área de ciência, tecnologia e inovação contou com recursos dessa ordem. Na década de 70, época áurea do sistema, chegamos a R$ 800 milhões – orçamento da Finep em 1979, corrigidos para valores atuais”, afirmou o presidente da Finep, Luis Fernandes.

Do total previsto para 2008, R$ 2 bilhões são provenientes de 14 fundos setoriais que compõem o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), gerenciado pela Finep. Eles serão utilizados no apoio ao desenvolvimento de pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação por instituições públicas de ensino e pesquisa ou em projetos que envolvam parcerias com empresas. Nesse tipo de financiamento, os recursos não retornam para a Finep.

A expectativa é que o orçamento do FNDCT cresça a cada ano. Segundo o presidente da Finep, foi feito um acordo com a equipe econômica do governo que prevê a redução da reserva de contingência dos recursos dos fundos setoriais. Para 2008, serão descontingenciados 77% dos recursos e a meta é zerar o contingenciamento até 2010.

Já os R$ 800 milhões restantes de 2008 vão financiar, em parte, projetos de inovação em empresas, com recursos reembolsáveis em condições especiais de mercado. Uma outra parcela será destinada ao programa de subvenção econômica à inovação, onde a empresa beneficiada não precisa pagar pelo dinheiro recebido.

TI Inside – 19/09/2007

Freescale investe US$ 1,8 mi em design house brasileira

A Freescale, multinacional de semicondutores que nasceu de uma divisão da Motorola, inaugura nesta terça-feira (18/09) sua nova sede no Brasil. Com investimento de US$ 1,8 milhão, a companhia passa a integrar o Techno Park, conjunto de empresas de tecnologia localizado em Campinas, interior de São Paulo.

Batizado de Brazil Semiconductor Technologies Center (BSTC), o sítio vai receber os desenvolvedores da companhia que antes trabalhavam na unidade fabril da Motorola, na cidade vizinha Jaguariúna (SP). Também serão transferidas as equipes de vendas, recursos humanos e diretoria, que ficavam no escritório da capital paulista.

Armando Gomes, country manager para Brasil, afirma que a companhia enxerga um bom negócio em investir em design houses nos países da América Latina. No entanto, as apostas devem se restringir a esta etapa da produção de semicondutores. "Nosso modelo de negócio consiste em concentrar a fabricação nas nossas unidades dos Estados Unidos", revela.

A visão é compartilhada por Germán Hernández Guerrero, country manger no México e diretor de vendas para a América Latina da Freescale. "Nessa região, é perceptível que se invista em centros de desenvolvimento sem necessariamente ter que se produzir", afirma o executivo. "No México, estamos experimentando uma transição da produção de alguns produtos do México para a China."

Oportunidades
De acordo Gomes, o investimento no BSTC é reflexo da necessidade de crescimento físico da operação brasileira. "Temos uma média de crescimento anual de 25% de nossa equipe", afirma. Hoje, a companhia conta com 170 colaboradores e este número deve aumentar para 200 até 2008, com a contratação de 30 profissionais da área de desenvolvimento de semicondutores.

Outra questão apontada por Gomes é a Lei de Incentivo à Informática, dirigida ao setor de semicondutores, enquadrada dentro do Programa de Aceleração Ecômica (PAC), do governo federal. "Hoje, nós crescemos a uma média de 25% ao ano. Com as políticas deste programas poderíamos dobrar nossos números." A lei está em fase de regulamentação e sob responsabilidade do Ministério da Tecnologia.

A separação da Freescale da Motorola foi realizada em 2004, quando a empresa fez sua primeira oferta pública de ações (IPO).

IT Web – 18/09/2007

AUTOMOTIVO

Delphi vende fábricas nos EUA para a TRW

A Delphi, maior fabricante de autopeças dos Estados Unidos, vai vender parte de suas operações de componentes de freios para uma subsidiária da TRW Automotive Holdings como parte de um plano para sair do processo de recuperação judicial. Os termos da transação não foram revelados.

Sob o acordo, a Delphi venderá maquinaria e equipamentos de montagem, inventário, e arrendará parte de uma fábrica de produção de freios. A TRW informou que aguarda a audiência de venda final de um tribunal de falências no quarto trimestre.

A Delphi, ex-unidade de autopeças da General Motors, está fechando, vendendo ou consolidando 25 das 33 fábricas americanas para cortar os custos e sair da recuperação judicial antes de 1º de janeiro, A companhia está no processo de recuperação judicial desde 2005.

A venda cobre equipamentos das operações da Delphi em Saginaw, Michigan; Springhill, Tennessee, e Oshawa, Canadá. A TRW vai arrendar parte da fábrica de freios da Delphi em Saginaw por cinco anos, com uma opção para prorrogar o prazo. A TRW vai assumir uma "parte significativa" dos 700 trabalhadores horistas da fábrica de Saginaw. A TRW tem expandido o leque de produtos que oferece na segurança de veículos .

Gazeta Mercantil – 19/09/2007

Sistema Flex Magneti Marelli é considerado inovação mundial

A tecnologia bicombustível da Magneti Marelli é mais uma vez reconhecida internacionalmente. Desta vez seu sistema SFS – Software Flexfuel Sensor – é mencionado no livro recém-lançado pela Innovation Management, do Monitor Group, por ser a empresa pioneira no desenvolvimento da tecnologia flex no Brasil.

O livro “101 inovações revolucionárias” (“101 innovation breakthroughs”) classifica serviços, tecnologias e idéias de grande sucesso e repercussão de empresas do mundo todo. A Magneti Marelli foi citada em uma das seis menções ao Brasil, entre as quais estão a Alpargatas (sandálias Havaianas), Casas Bahia (modelo de comercialização), Embraer (desenvolvimento de novos jatos), Natura (venda domiciliar) e 24x7 Cultural (máquina de venda de livros).

Segundo pesquisa da Innovation Management, 51% das inovações são derivadas da América do Norte. Em seguida estão a Europa, com 30%, e a América do Sul, com 7% das inovações mencionadas. Os segmentos automotivo e aeroespacial representam somente 8% das citações e, ainda assim, a Magneti Marelli aparece no livro ao lado de marcas gigantes como Coca-cola, Apple e Chrysler.

É importante destacar também que apenas duas das seis menções do livro eleitas como revolucionárias no são de fato frutos de um verdadeiro planejamento de pesquisa: os jatos da Embraer e a tecnologia SFS da Magneti Marelli.

Novo Meio – 19/09/2007

3 mi de veículos entram no mercado todo ano

Todos os anos, cerca de quase 3 milhões de veículos (1 milhão só de motocicletas) entram no mercado brasileiro, segundo estimativa da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), que lança hoje em São Paulo o estudo Trânsito no Brasil - Avanços e Desafios. Ainda de acordo com a ANTP, o setor automotivo movimenta R$ 100 bilhões anuais.

São 40 milhões de veículos registrados no País, sendo que 27 milhões se encontram em circulação, dos quais um terço é revendido anualmente - ou seja, cerca de 9 milhões de automóveis trocam de proprietários todos os anos.

Ainda segundo o estudo, os custos anuais de acidentes de trânsito no Brasil ficam em R$ 28 bilhões. De acordo com dados da ANTP, com base na média entre os anos de 2003 e 2006, o trânsito brasileiro deixa por ano 34 mil mortes; 100 mil pessoas com deficiências temporárias ou permanentes e 400 mil feridos.

Invertia – 18/09/2007

CONSUMER

Intel promete chips Wi-Fi-WiMAX para 2008

Em conformidade à estratégia de impulsionar e fortalecer o segmento sem fio, a Intel anunciou o lançamento de processadores compatíveis com as tecnologias de conectividade Wi-Fi e WiMAX.

Paul Otellini, diretor-executivo, afirmou que a fabricante segue comprometida com a meta de lançar módulos de rádio WiMAX em meados de 2008, que irá suportar os processadores móveis Penryn (de baixo consumo de energia), da Intel. Otellini adiantou que os fabricantes Lenovo, Acer, Asus, Panasonic e Toshiba já disseram que irão incluir a combinação do chip Wi-Fi e WiMAX em seus produtos, quando a tecnologia for lançada.

Uns dos objetivos de Otellini é trabalhar para popularizar o WiMAX, assim como ocorreu com o Wi-Fi, hoje encontrado em diversos lugares, como lanchonetes e aeroportos. O executivo estima que cerca de 150 milhões de pessoas contarão com cobertura WiMAX no próximo ano, um número que deve subir para 1,3 bilhão em 2012.

IT Web – 18/09/2007

Nova geração de ecrãs LCD apresentada pela S-LCD

O anúncio foi feito numa cerimónia perante responsáveis de ambas as empresas onde os ecrãs foram apresentados como os que conseguem «processar os maiores substratos de motherglass [material feito a partir do vidro que é cortado em unidades individuais e utilizado nos ecrãs LCD e plasmas], medindo apenas 2,200 mm por 2,500 mm».

Em comunicado o CEO da S-LCD, Won-kie Chang, defende que a parceria «continua um passo à frente da competição em termos de escala de produção e timing», revelando que «a nossa visão agora são os televisores de LCD de 50 polegadas».

Depois de ter apostado nos ecrãs LCD de 40 polegadas a empresa acredita que esta nova geração vai ser «um ponto de viragem importante no mercado dos televisores de LCD de 50 polegadas».

Até ao final do ano a S-LCD espera ter uma capacidade de produção de 50 mil unidades por mês destes ecrãs.
(nota: Tela de monitor ou tv, em Portugal, é chamada de ecrã)

Sol – 18/09/2007

Positivo é novo emergente do mundo dos computadores

Nos últimos dias, a Positivo Informática conseguiu dois feitos inéditos para os padrões do mercado local de computadores, tradicionalmente associado a empresas aventureiras. Primeiro, a empresa entrou para o índice IBX-100, das 100 ações mais negociadas da Bolsa de Valores de São Paulo, oito meses depois de ter aberto o capital, um sinal forte de confiança dos investidores.

Agora, a fábrica criada em Curitiba por um grupo de seis professores de cursinho universitário ultrapassou a barreira de 1 milhão de computadores vendidos nos doze meses terminados em agosto. Com esse porte, a empresa atinge a 15ª posição do ranking mundial do mercado, dominado por multinacionais.No Brasil, a Positivo lidera com folga a venda de máquinas há quase três anos.

De acordo com o último relatório divulgado pela consultoria IDC, a empresa tem 17,7% das vendas totais de PCs no País. O segundo colocado tem menos da metade desse valor. No mercado oficial, que exclui as máquinas sem marca (conhecido como mercado cinza), ela vende três de cada 10 computadores.A Positivo é um fenômeno típico dos mercados emergentes. Como ela, outros fabricantes locais disputam os consumidores ombro a ombro com gigantes do porte de HP, Acer e Dell.

Na Índia, a liderança é da americana Dell, mas o segundo lugar pertence à HCL, empresa responsável por criar o primeiro microcomputador daquele país (no mesmo ano que a Apple). Na China e na Rússia também podem ser encontrados casos semelhantes.

Agência Estado – 17/09/2007

Dezembro será o mês de implantação da TV Digital no Brasil

Na cidade do Rio de Janeiro a previsão é que as transmissões sejam iniciadas até o final do primeiro semestre de 2008. Para as demais cidades brasileiras a previsão é que isto ocorra até 2011.

Na TV Digital a transmissão do áudio e do vídeo passa a ser feita através de sinais digitais que, codificados, permitem um uso mais eficiente do espectro eletromagnético, devido ao aumento da taxa de transmissão de dados na banda de frequências disponível.

Em junho de 2006, o Brasil adotou o padrão japonês (ISDB) para a TV Digital terrestre. Segundo definido pelo decreto 5.820, o Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre (SBTVD-T) adotará, como base, o padrão de sinais do ISDB-T e possibilitará transmissão digital em alta definição (HDTV) e em definição padrão (SDTV); transmissão digital simultânea para recepção fixa, móvel e portátil; e interatividade.

O início das transmissões de TV Digital terá início na cidade de São Paulo e se extenderá depois para as demais capitais e principais cidades, até atingir todo o país.

Informática – 17/09/2007

Venda de TVs de telas finas no Brasil ocorre em ritmo menor do que em outros países

Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos - diz que apesar da redução dos preços, o menor poder aquisitivo do consumidor brasileiro retarda a evolução das vendas de TVs de plasmas e LCDs no País.

Até o final do ano, devem ser vendidas 750 mil unidades de aparelhos de LCD e plasma, de um universo de 9,5 milhões de televisores. Em 2006, o Brasil vendeu 10,85 milhões de TVs.

“A renda baixa do consumidor brasileiro é um fator que retarda a migração para as novas tecnologias, a despeito dos televisores de plasma e LCD virem registrando consecutivas quedas de preços”, destaca Lourival Kiçula, presidente da Eletros.

Segundo os dados da Suframa, apenas no primeiro semestre de 2007, o volume de produção de televisores de plasma e LCD somou 306,7 mil unidades, enquanto em todo o ano passado foram comercializadas 350 mil unidades.

A expectativa da Eletros é que, no acumulado do ano, as vendas de aparelhos de LCD e plasma atinjam cerca de 750 mil unidades, enquanto as vendas totais de televisores se situem em 9,5 milhões de televisores, em comparação a 10,85 milhões em 2006.

“O segmento de televisores convencionais está diminuindo e, mesmo com o crescimento de TVs de LCD e plasma, não é possível compensar em unidades o menor volume de CRTs”, observa o presidente da Eletros. Nesta quarta-feira, 19/09, a entidade divulgou o balando de vendas do primeiro semestre do ano.

As vendas de produtos eletroeletrônicos cresceram 2,51% no primeiro semestre, comparadas a igual período de 2006. Os produtos da linha branca e de portáteis tiveram o melhor desempenho, com incremento, respectivamente, de 13,14% e 13,26%, enquanto a linha de imagem e som registrou retração de 7,1%.

"A linha branca e a de portáteis acompanharam a tendência, em geral, de crescimento das vendas ao consumidor, enquanto a linha de imagem e som teve uma redução já esperada, pelo fato do mercado ter renovado, no ano passado, o parque instalado de televisores, em função da Copa do Mundo", analisa Kiçula.

"Na média o desempenho foi positivo, com as vendas da linha branca e de portáteis compensando as de imagem e som", completa o executivo.

Convergência Digital – 19/09/2007

IDENTIFICATION

Usuários apontam caminho para RFID nos telefones celulares

Uma das maneiras de aumentar a utilização de RFID, garantindo a segurança e confiança na autenticação, está em combinar a tecnologia de identificação por radiofreqüência com outros dispositivos, entre eles, com telefone celular.

Um dos participantes do evento RFID World, Russ Lamer, disse que está na fase inicial de investigação sobre como colocar o RFID em telefones celulares para que os caminhões de sua frota possam ater uma espécie de “passe rápido” que permita o pagamento da conta de combustível em postos.

Gerente de tecnologias emergentes da Wright Express, ele disse que os cupons de desconto de combustível também serão entregues sem fio para os aparelhos.

Outros participantes se mostraram interessados com a tecnologia apresentada pelo MIT que apontava como tendências similares ao RFID poderiam ser usadas para pacientes com diabetes checarem várias vezes ao dia o nível de açúcar no sangue com seu telefone celular, recebendo os dados de um adesivo com chip colocado em seu braço.

Já Steven Georgevitch, gerente sênior de supply chain da Boeing Integrated Defense Systems, disse que os gestores de TI devem planejar maneiras de bloquear a interferência de freqüências de rádio nas tecnologias sem fio, especialmente em grandes corporações com diversas aplicações wireless.

Na Boeing, conta o executivo, há uma variedade de tecnologias sem fio, de etiquetas passivas e ativas de RFID, para o GPS e outras dois serviços de localização sem fio. Os crachás dos funcionários também usam tecnologia de rádio por aproximação, com a qual os empregados são identificados ao passarem próximos aos leitores de RFID, disse Georgevitch.

Com a grande parte do espectro ainda sem regulamentação, Georgevitch ressaltou a necessidade de cuidados com as interferências de freqüências de rádio nas tecnologias sem fio. “Todos querem usar RFID, Bluetooth ou 802.11. As colisões são inevitáveis”, disse.

Convergência Digital – 19/09/2007

Identificação eletrônica gera US$ 1 bi em 2012

A decisão dos Estados Unidos de emitir passaportes com recursos de biometria e identificação eletrônica deve estimular novos países a adotarem a mesma tecnologia, o que levará esse mercado a movimentar 300 milhões de dólares em 2012, segundo previsão da consultoria ABI Research. A decisão do governo americano é vista pela empresa de pesquisas como o principal impulso para o mercado de tecnologia contacless para identificação. O mercado total, incluindo software, hardware e serviços de documentos de identificação eletrônica deve ter um faturamento de 1 bilhão de dólares em cinco anos, diz a ABI, que avalia que a adoção dos passaportes contactless devem estimular o uso de outras aplicações de identificação eletrônica pessoal, como carteiras de identidade, por exemplo.

A ABI também avalia a experiência que o departamento de segurança (Homeland Security) dos Estados Unidos está conduzindo com a tecnologia RFID na fronteira com o Canadá. Documentos de carros equipados com RFID UHF - uma plataforma de identificação por rádio-freqüência de baixo custo - estão sendo usados para acelerar o processo de alfândega terrestre em dois estados americanos. A ABI , no entanto, recomenda cautela na adoção de RFID em sistemas de identificação, pelos receios de invasão de privacidade que o longo alcance dos leitores pode causar nos cidadãos.

Info Corporate – 19/09/2007

Zebra investe no Brasil, mas vê entraves para adoção de RFID

A Zebra Technologies, companhia americana listada na bolsa eletrônica Nasdaq, decidiu ampliar as instalações no Brasil e investir em um laboratório de testes e demonstrações para estimular a demanda dos seus produtos no País.

A companhia atua em três unidades de negócios - impressoras de código de barras, impressoras de cartões magnéticos e sistemas de localização em tempo real, com base na tecnologia RFID.

As impressoras térmicas de código de barras são o principal negócio da companhia, que acredita deter entre 65% e 70% desse mercado no Brasil, segundo Carlos Levenstein, gerente de território, citando "pesquisas de mercado".

Segundo ele, a companhia já tem projetos de RFID, mas ainda vê entraves na adoção em massa da tecnologia. "O investimento necessário é alto e ainda não está claro o retorno", afirmou, em encontro com a imprensa nesta terça-feira (18/09).

De acordo com o executivo, a Zebra fornece tanto as etiquetas como as impressoras de RFID para quatro clientes no Brasil, dos quais o único que ele pode citar o nome é a rede varejista Wal-Mart. Todos são clientes globais, segundo ele.

Para Levenstein, "ainda faltam algumas coisas para essa tecnologia deslanchar", como o alto custo da infra-estrutura. Segundo ele, a etiqueta e a impressora "têm custos irrisórios", mas a infra-estrutura composta de leitores, antenas e softwares ainda tem custo elevado diante do retorno.

Além disso, ele citou "limitações na tecnologia" como o fato dela ainda sofrer interferências de líquidos e de oscilações de temperatura. "Existem formas de superar isso, mas agrega mais custos", ponderou.

Nos Estados Unidos, como ele lembrou, alguns hospitais já utilizam RFID para identificação de pacientes e controle da logística de medicamentos. No Brasil, no entanto, ainda não se tem notícia desse tipo de aplicação.

Hospitais como o Albert Einstein e o Santa Catarina, ambos na capital paulista, são usuários das impressoras térmicas da Zebra para identificação de pacientes e de medicamentos, mas não utilizam RFID e, sim, informações diretamente aplicadas na etiqueta.

A Zebra importa todos os equipamentos que vende no País diretamente de sua sede, nos Estados Unidos porque afirma que o imposto de importação é baixo - cerca de 3%. Depois de faturar 759 milhões de dólares em 2006, a companhia espera ultrapassar os 1 bilhão de dólares de receita até 2008, segundo Levenstein.

No Brasil, o crescimento médio anual oscila entre 15% e 20%, mas a companhia não divulga receita por país. Em 2006, o aumento das vendas foi de 18%, de acordo com o gerente.

Computer World – 18/09/2007

INDUSTRIAL

Bancos vão às compras e Perto fecha negócios de R$ 37 milhões

A Perto, fabricante nacional com atuação na automação comercial e bancária, anuncia a venda de equipamentos de auto-atendimento para um dos maiores bancos privados do Brasil, para o Banrisul e para o BESC - Banco do Estado de Santa Catarina. Negócios chegam a R$ 37 milhões.

Para o Banrisul e para o BESC, as vendas aconteceram através de disputa em pregão eletrônico. Até o final deste ano, serão entregues 500 equipamentos para saques e depósitos (ATM Full), dentro da norma de acessibilidade, para o Banrisul e 200, do mesmo modelo, para o BESC.

O negócio realizado com os dois bancos da região sul do país representa R$ 20 milhões. Os equipamentos foram adquiridos visando a ampliação do parque e para atender o aumento de demanda dos clientes na utilização de caixas eletrônicos.

Para o banco privado, cujo nome não pode ser revelado pela fabricante, em um negócio de cerca de R$ 17 milhões, foram vendidos 820 ATMs, sendo 500 deles no conceito acessibilidade a portadores de necessidades especiais.

Os equipamentos de auto-atendimento bancário da Perto são usados em agências do Bradesco, Unibanco, ABN Real, Banco do Brasil, Nossa Caixa, Banrisul, CEF, BESC, BASA, Sicredi, Bancoob, Cecremge e Banese.

São mais de 20 mil equipamentos de ATM em todo o Brasil, que representam 20% do mercado brasileiro de automação bancária. Os equipamentos da Perto já vêm sendo exportados para bancos da Venezuela, Equador, Peru, Grécia, Costa Rica, Chile, Argentina, Colômbia, Espanha, Alemanha, Uruguai, Irã e Índia.

A Perto é uma empresa totalmente nacional, com sede em Gravataí, Rio Grande do Sul, e atua há 20 anos nas áreas de automação comercial e meios de pagamentos, automação bancária e auto-atendimento.

Com duas fábricas, ambas em Gravataí (RS), a Perto conta com mais de 1 mil colaboradores. A empresa possui escritório e show-room em Alphaville (São Paulo), filiais em Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis e rede de assistência técnica própria.

Convergência Digital – 14/09/2007

Zebra quer ampliar mercado de impressoras térmicas

Estimulada pelo crescimento do mercado de impressoras on demand, a Zebra Technologies inaugurou uma nova sede em São Paulo, que deverá abrigar salas de treinamento e um show room, para servir como teste de conceito e produtos envolvendo a tecnologia RFID, onde foram investidos cerca de R$ 300 mil.

Segundo Carlos Levestein, gerente regional de negócios do Brasil, no ano passado a empresa adquiriu a Werenet especializada em RFID que desenvolveu um sistema real time de localização, que conta com clientes globais como Wall Mart. “No Brasil temos mais três clientes globais que estão introduzindo a tecnologia, mas cujos nomes não podem ser divulgados”, explica.

O escritório da Zebra no país tem o objetivo principal de gerar demanda, pois toda a importação é feita diretamente pelos seus distribuidores. Ela não tem planos de fabricação local, “pois com imposto de importação baixo (3%), não há muitos ganhos em fazer a manufatura localmente”, diz Levestein. Ele estima ter um market share de 65% a 70% de impressoras de código de barra térmicas. “Estamos estudando a possibilidade de produzir etiquetas no país”, acrescenta.

Em 2006, a Zebra faturou mundialmente R$ 759 milhões. Seu valor em bolsa está estimado em US$ 2,5 milhões. Já comercializou mais de 5 milhões de impressoras e conta com 2,8 mil profissionais espalhados em 27 países.

TI Inside – 18/09/2007

Para Altus, projeto da Chesf é apenas o começo

Quando venceu a concorrência para ser a responsável pelo projeto de automação da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), em 2005, a gaúcha Altus Sistemas de Informática incluiu seu nome na seleta lista de empresas interessadas e capazes em promover a automação de usinas hidrelétricas. Agora, dois anos depois, a companhia já se considera preparada para elaborar todo o sistema de modernização de unidades de grande porte. 'Por enquanto só elaboramos projetos de novas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), mas já temos capacidade até mesmo para fazermos grandes usinas', destaca o presidente da Altus, Luiz Gerbase.

Prova disso é que, para este ano, a expectativa da companhia que elabora núcleos controladores programáveis - espécie de cérebro das usinas hidrelétricas - é crescer 15%, percentual que sobe para 30% em 2008. 'Esta projeção já está garantida apenas com os projetos que já temos em carteira, principalmente nas áreas de PCHs e de óleo e gás', afirma. No ano passado, a receita da Altus foi de R$ 32 milhões, dos quais quase 70% foram provenientes de projetos de integração nas áreas elétrica e industrial e os outros 30% com a venda direta de equipamentos.

O executivo prevê que o mercado de automação, desconsiderando equipamentos como geradores e turbinas, movimentará R$ 100 milhões nos próximos três anos, o que comprova o potencial do mercado de novas usinas e de modernização de instalações mais antigas. 'A demanda por energia é crescente e a matriz hidrelétrica brasileira já está saturada, o que pressiona as usinas existentes a ampliarem suas capacidades de geração', destaca Gerbase.

Gazeta Mercantil – 19/09/2007

De volta ao mercado, ABB mira modernização de usinas

A ABB, empresa suíça que atua com ênfase nos segmentos de energia e automação, pretende voltar a ter uma posição de destaque no mercado de geração, do qual se retirou em 2001, quando finalizou uma parceria com a Alstom. No ano passado, após um período ausente do mercado, conforme determinava o contrato acertado com a companhia francesa, a ABB retomou as operações na área de energia.

No Brasil, um segmento que atrai a atenção da companhia é a modernização de usinas hidrelétricas, mercado com enorme potencial de negócios, destaca o gerente de desenvolvimento de negócios de geração de energia da ABB, Fábio Nugnezi. A expectativa do executivo é de que a cada um ano a um ano e meio dois projetos de modernização de grandes usinas sejam definidos. 'O parque gerador brasileiro é antigo, por isso acreditamos que este segmento movimente até R$ 50 milhões por ano ao longo dos próximos dez anos', afirma.

Na lista de possíveis projetos estão usinas de empresas como Furnas, Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) e Eletronorte, entre outras, destaca Nugnezi. Com receita anual estimada em aproximadamente R$ 80 milhões, a divisão de energia da ABB pretende atender um em cada dois projetos de modernização previstos para os próximos dez anos, o que representaria, apenas no segmento de modernização, uma receita anual de R$ 25 milhões.

Gazeta Mercantil – 19/09/2007

ABB Guarulhos exporta tecnologia pioneira

A unidade guarulhense da ABB - multinacional suíça do setor de tecnologia de potência e automação, com sede no Parque Cecap - desenvolveu projeto inovador de subestação móvel de energia encomendado pela concessionária ENEE, de Honduras, na América Central e por sua representante, a NewMark Representaciones.
O equipamento fabricado em Guarulhos é montado sobre carretas e demorou 12 meses para ser concluído. É a primeira subestação móvel que transforma tensões de 230kv - consideradas altas - em tensões baixas, para o consumo urbano. "Estamos acostumados a fabricar subestações para 138kv. Este novo sistema possibilita a captação de uma tensão maior e diminui consideravelmente a perda de energia durante sua transmissão, ou seja, não há perigo do consumidor final ter pouca energia", explicou o diretor da divisão de potências da ABB Guarulhos, João Gomes.

O contrato firmado entre a empresa e a concessionária hondurenha, estimado em US$ 15 milhões, prevê duas subestações móveis de 230kv e outras duas de 138kv. Os equipamentos devem sair da unidade guarulhense da ABB rumo ao porto de Santos no final deste mês. A expectativa é de que deixem o país no dia 5 de outubro.

Agilidade

Com a encomenda, os hondurenhos buscaram dar maior agilidade na restauração do fornecimento de energia em casos de emergência, antecipação de energização em obras de infra-estrutura, atendimento de cargas sazonais e manutenção preventiva. "Temos subestações fixas com capacidade muito maior. O diferencial destes equipamentos é, justamente, a mobilidade, que nos ajudará a oferecer um produto de mais qualidade à população de nosso país", afirmou René Madrid, da ENEE.

Esta não é a primeira vez que a ABB guarulhense fornece equipamentos para países latino-americanos. "Em 2006 nós mandamos seis carretas de 138kv para a Venezuela", apontou Evandro Hidalgo, responsável pelo setor de manutenção de subestações da ABB. João Gomes acredita que o novo produto pode representar um crescimento de até 10% no volume de produção e faturamento da empresa. "O desenvolvimento desta nova subestação pode representar um aumento considerável nas exportações, principalmente de conceitos de sistemas. Já há clientes interessados (Cemig, empresa do setor energético de Minas Gerais) no equipamento fabricado para os hondurenhos."

Líder de mercado

A ABB gaba-se por liderar o mercado de tecnologia de potência e de automação industrial. A empresa suíça - fusão da Brown Boveri e da Asea, feita em 1988 - iniciou suas atividades no Brasil com o fornecimento dos equipamentos elétricos para o primeiro bondinho do Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, em 1912.

A unidade de Guarulhos, construída numa área de 60 km2 no Parque Cecap, foi a primeira das atuais sete da ABB no país. Instalada em 1954, ainda com o nome de Asea, a empresa gera aproximadamente 1.200 empregos diretos, e ainda outros indiretos por causa das terceirizações realizadas - também em Guarulhos - para a realizações de etapas da produção de seus equipamentos. "Para esta nova subestação, foram contratadas duas empresas da cidade", explica Hidalgo.

Guarulhos Web – 18/09/2007

TELECOM

Oi consegue financiamento de US$ 360 milhões para banda larga

A Oi obteve um financiamento de 360 milhões de dólares por parte de um consórcio de bancos internacionais. A companhia informa que vai utilizar os recursos na expansão dos seus negócios de banda larga. Em junho deste ano, a operadora tinha 1,2 milhão de assinantes de internet rápida, um crescimento de 30% sobre igual mês do ano anterior.

O empréstimo foi estruturado por um consórcio de bancos liderado pelo Citibank e pelo Sumitomo Mitsui Banking Corporation. O Japan Bank for International Cooperation (JBIC), banco de fomento do governo japonês, atua como garantidor do financiamento.

Também participam do consórcio os bancos Mizuho Corporate Bank, o Bank of Tokyo-Mitsubishi UFJ e as filiais de Tóquio do Societé Générale, Banco Bilbao Vizcaya Argentaria e ING Bank N.V.

A Oi terá um prazo de dez anos para quitar o empréstimo, com dois anos de carência. O custo anual será de Libor japonesa mais spread de 0,3%. Segundo a companhia, em comunicado distribuído à imprensa, o crédito foi obtido graças à boa avaliação do mercado financeiro em relação ao desempenho da companhia.

Em maio deste ano, após reavaliação da agência de classificação de risco Fitch Rating, a Oi passou à categoria de 'investment grade' na classificação de longo prazo em moeda estrangeira. A nota “BBB-” que a Oi recebeu engloba as classificações de menor risco de crédito.

A Oi informa que vai utilizar os recursos na modernização e ampliação de sua rede de transmissões. Segundo a companhia, o financiamento não tem relação com as negociações que a Telemar Participações trava com bancos para obter financiamento para comprar as ações preferenciais da Tele Norte Leste, em leilão marcado para o dia 25 de setembro.

Matérias veiculadas nos últimos dias falam que a companhia poderá ter de adiar pela quarta vez o leilão de ações diante das dificuldades em fechar o financiamento. Ela elevou a oferta anterior de 35,09 reais por ação para 45 reais, mas depende da obtenção do financiamento.

A Oi alcançou um lucro líquido de 468 milhões de reais no trimestre encerrado em junho, um salto de 65,4% em relação aos ganhos do mesmo trimestre de 2006. A companhia teve uma receita líquida de 4,35 bilhões de reais entre abril e junho, montante 7,3% superior ao de igual período do ano anterior.

Computer World – 19/09/2007

3G deve valorizar universalização, competição e convergência

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, disse nesta terça-feira, 18/09, que a Terceira Geração da telefonia celular é modelo que o Brasil precisa para aliar a competividade e a lucratividades das empresas, com a necessidade de universalização e do acesso da população às novas tecnologias móveis e convergentes.

"A convergência das redes de comunicações e serviços prestados é o novo paradigma e países têm adotado diferentes abordagens para a sua implementação. Ainda não há uma solução definitiva, um caso unânime de sucesso. É o momento de refletirmos sobre qual modelo será aplicado às necessidades brasileiras", afirmou.

Para ele, o modelo 3G apresentado hoje no Brasil é aquele que pode promover a competição e o aumento do poder de escolha do usuário, com a necessidade de atualização tecnológica.

"A formulação para a venda das frequências da telefonia celular pode ser o exemplo a ser seguido. Até o final de 2009, todas as sedes dos municípios serão cobertas com telefonia celular. E em cinco anos teremos disponíveis recursos da Terceira Geração nas localidades acima dos 30 mil habitantes", destacou.

Para o ministro das Comunicações, o atual modelo de telefonia móvel não alcançou os objetivos centrais de estimular o binômio competição/universalização. Lembrou que o Brasil ainda possui 1.800 municípios sem cobertura celular.

Costa entende que o governo deve incentivar novos investimentos em convergência, sem perder o foco, no entanto, que ainda há uma enorme demanda por serviços por parte de uma parcela da população que não dispõe de renda para atrair prestadores de serviços, que operam num ambiente liderado apenas pela "força de mercado".

"Nosso desafio é encontrar mecamismos que assegurem a universalização ou a massificação de uma gama de serviços sem, contudo, comprometermos a capacidade de investimento, o desenvolvimento das redes e a rentabilidade dos agentes econômicos", frisou.

Costa disse ainda que, nos próximos dois anos, com a entrada da Terceira Geração, o mercado atuando naqueles municípios que não foram atendidos pela telefonia móvel pós-privatização, por razões de rentabilidade.

O Ministro das Comunicações participou nesta Terça-feira do Painel: "Políticas de Comunicação no Ambiente de Convergência Tecnológica" - na Conferência Preparatória de Comunicações, realizada na Câmara dos Deputados.

A Conferência é uma realização da comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados, Ministério das Comunicações, Anatel e da Comissão de Ciência e Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado Federal.

Convergência Digital – 18/09/2007

Nokia adquire americana Enpocket

Num comunicado conjunto divulgado est segunda-feira, sem indicação dos montantes envolvidos na transacção, a Nokia prevê que o negócio do marketing via telemóvel trará um acréscimo significativo de receitas para os seus clientes e parceiros de negócio.
Criada em 2001, no estado do Massachussets, a Enpocket é especialista em soluções para SMS, MMS, Internet móvel e vídeos, actuando como fornecedora de vários operadores do sector.

Dinheiro Digital – 17/09/2007

Governo quer 3G em todo o Brasil até 2010

Até final de 2009, todos os municípios do País terão telefonia celular de terceira geração. Promessa do Ministro Hélio Costa, durante a "Conferência Nacional Preparatória de Comunicações: Uma Nova Política para a Convergência Tecnológica e o Futuro das Comunicações", realizada na Câmara. Segundo ele, nos próximos dois anos, 1,8 mil municípios que ainda não têm cobertura vão receber o serviço.

Está programada para o próximo mês, a licitação da telefonia de terceira geração, que combina acesso à internet de banda larga e à telefonia móvel.

Nesta terça-feira(18/09), a Anatel entregou aos interessados o Documento de Identificação, as Propostas de Preços e a Documentação de Habilitação para obtenção de autorização para exploração do Serviço Móvel Pessoa (SMP).

Serão licitados 105 lotes em 28 áreas de prestação que, no total, abrangem a oferta de faixas de radiofreqüências em todo o território nacional. De acordo com o edital, as faixas serão utilizadas tanto para a extensão da oferta de serviço pelos atuais prestadores como também para a entrada de novas empresas no mercado de telefonia celular.

Os preços mínimos estabelecidos variam de R$ 9,3 mil - lotes 90 e 91, correspondentes à área de prestação 25, que abrange o município de Paranaíba, no Mato Grosso do Sul - a R$ 106,4 milhões - lote 5, correspondente à área de prestação 16, que abrange a Região 1 do Plano Geral de Autorizações (PGA), área de concessão da Telemar (compreende estados da região Sudeste, Norte e Nordeste).

O Edital de Licitação para Expedição de Autorização e/ou Outorga de Autorização de Uso de Radiofreqüência do Serviço Móvel Pessoal (SMP) nas Subfaixas de Radiofreqüências E, M, L e de Extensão em 900MHz e 1.800MHz foi colocado sob a Consulta Pública 756 e esteve aberta a contribuições entre o final de 2006 e início de 2007.

Convergência Digital – 19/09/2007