17/06/2007

GERAL

Broadcom adquire fabricante de GPS por US$ 146 milhões
Inclusão do portifólio da Global Locate capacitará companhia a fornecer tecnologias como bluetooth, Wi-Fi, rádio FM e GPS.

A Broadcom anunciou a aquisição da Global Locate, fabricante de GPS, por US$ 146 milhões. Com a compra, a fornecedora de semicondutores espera acompanhar o aumento na demanda pelo serviço de localização em dispositivos móveis.

A inclusão do portifólio da Global Locate dará a Broadcom capacidade de fornecimento de tecnologias como bluetooth, Wi-Fi, rádio FM e GPS.

A Broadcom ainda anunciou que pagará US$80 milhões adicionais caso sua performance com a compra da Global Locate supere metas previamente estipuladas.

IT Web – 12/06/2007


HTC lança concorrente do iPhone
Companhia reforça estratégia de lançar produtos com a própria marca

Batizado de HTC Touch, produto faz parte de uma mudança no modelo de negócio da companhia

A HTC, fornecedora de smartphones, anunciou nesta terça-feira (12/06) o lançamento de um novo produto que deve concorrer diretamente com o iPhone, da Apple. Segundo a companhia, o produto estará disponível nos Estados Unidos até o fim deste ano.

O modelo, um smartphone com funções de telephone móvel e capacidades de personal digital assistant (PDA), irá utilizar tecnologia touch-screen, similar a do iPhone e deve ser lançado com a marca HTC. Isso significa uma mudança no modelo de negócio da companhia, que tem como maior parte de sua receita o desenvolvimento de produtos para outras empresas. O produto foi batizado de HTC Touch.

A companhia espera anunciar os resultados de seu terceiro trimester do ano fiscal 2007 com uma receita de US$912 milhões.

IT Web – 12/06/2007



Estudo: economia digital na AL avança
Estudo encomendado pela Telefónica aponta crescimento da região três vezes maior do que o de países ricos

A economia digital nos países latino-americanos cresce três vezes mais do que em países mais ricos, como Estados Unidos, Europa e asiáticos. A informação foi retirada do relatório DigiWorld América Latina 2007, realizado na Espanha a pedido da Telefónica.

O estudo especula sobre a redução da distância entre América Latina e países ricos em relação à adoção de tecnologias de comunicação. Os números indicam que, entre 2003 e 2005, a taxa de crescimento média na América Latina foi de 14%, enquanto Estados Unidos e Europa cresceram 5% e países da Ásia e Pacífico, como Japão e Coréia do Sul cerca de 6%.

O estudo define como economia digital os setores que se baseiam em tecnologias digitais, como telecomunicações, tecnologia da informação, bens eletrônicos e serviços audiovisuais.

IT Web – 12/06/2007


Texas Instruments revê projeções trimestrais de lucro e receita
A Texas Instruments (TI), maior fabricante de chips para celulares, restringiu suas projeções financeiras para o segundo trimestre. A empresa espera agora uma receita da ordem de US$ 3,36 bilhões a US$ 3,51 bilhões. Antes, projetava resultado de US$ 3,32 bilhões a US$ 3,6 bilhões.

O lucro deve situar-se entre US$ 0,40 a US$ 0,44 por ação frente à faixa de US$ 0,39 a US$ 0,45 por papel calculada anteriormente.

A companhia acredita que suas atividades de semicondutores devem registrar receita de US$ 3,2 bilhões a US$ 3,34 bilhões. A projeção passada era de US$ 3,14 bilhões a US$ 3,4 bilhões.

O comunicado foi feito ontem, depois do fechamento dos mercados americanos.

Último Segundo – 13/06/2007


Matérias-primas de celulares, chips e LCDs se esgotarão em no máximo 30 anos
Estatísticas mostram que metais necessários na produção de eletroeletrônicos se esgotarão se consumo desenfreado continuar.

Metais necessários para a produção de produtos eletroeletrônicos terão suas fontes esgotadas em no máximo 30 anos. Se o consumo desenfreado continuar, algumas tecnologias não poderão ser produzidas, segundo artigo da edição 2605 da revista NewScientist.

A quantidade que a natureza produz desses elementos não acompanha o consumo de produtos. O químico de materiais Armin Reller, da University of Augsburg, apresentou estatísticas alarmantes.

Com base no aumento da demanda de tecnologia, junto ao crescimento da população, os dados de Reller revelam que o tantálio, utilizado na fabricação de celulares e lentes de câmeras, se esgotará em no mínimo 20 anos e no máximo 30. Já o háfnio, elemento presente em chips, se esgotará em torno de uma década.

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O metal índio, utilizado na produção de telas LCD, se esgotará em um período que varia entre 5 e 10 anos. A antimônia, um tipo de retardante de chamas, se esgotará em no máximo 20 anos. Os retardantes são utilizados em componentes eletrônicos para evitar incêndios.

Reller prevê ainda que todas as fontes de platina se esgotarão em 15 anos. A platina é utilizada na produção de placas eletrônicas.

Métodos alternativos procuram amenizar o esgotamento de alguns materiais. Lynne Macaskie, da University of Birmingham no Reino Unido, está desenvolvendo um processo de bactérias que extrairá platina da poeira acumulada em estradas.

A economia é o espelho da escassez de materiais. O quilo do índio, por exemplo, que em janeiro de 2003 era vendido por 60 dólares, passou a custar mil dólares em agosto de 2006.

Reller defende que medidas como reciclagem e reutilização dos produtos devem ser adotadas com urgência.

IDG Now! – 13/06/2007

Preços menores de chips pressionam receita da indústria em 2007
A Associação da Indústria de Semicondutores (SIA, na sigla em inglês) reduziu nesta quarta-feira a previsão para o crescimento global de vendas de microchips este ano, citando uma diminuição na média dos preços em segmentos-chave do mercado.
A SIA espera que as vendas da indústria de semicondutores se expandam em 1,8 por cento em 2007, bem abaixo da projeção anterior de crescimento de 10 por cento.

A nova estimativa aponta vendas globais de chips de 252 bilhões de dólares em 2007, com expectativa de que a cifra cresça para até 306 bilhões de dólares em 2010. O rápido desgaste de preços de microprocessadores e de chips de memória flash DRAM e NAND é o principal fator de contribuição para as previsões menores, acrescentou a associação que representa a indústria em um comunicado.

Terra – 14/06/2007



Novas audiências à vista para debater convergência
O senador Flávio Arns (PT/PR) disse nesta quarta (13/6) que a Comissão de Educação também quer discutir a questão dos projetos de regulamentação da convergência, sob a ótica da educação e da cultura. Arns e a senadora Marisa Serrano (PSDB/MS) apresentaram o Requerimento 25/07, que "requer a realização de audiências públicas, no âmbito da Comissão de Educação, Cultura e Esporte, em conjunto com a Subcomissão Permanente de Cinema, Teatro, Música e Comunicação Social, com o propósito de instruir o PLS 280/07, que 'dispõe sobre a produção, programação, e provimento de conteúdo brasileiro para distribuição por meio eletrônico'".

Serão três audiências. Na primeira, serão convidados o presidente da Abert, o presidente da Abrafix, o presidente da Ancine, o presidente da Rede Global Info, o presidente da ABTA e o presidente da ABI. Na segunda audiência, serão convidados o presidente da Abra, o presidente da Acel, o cineasta Cacá Diegues, o presidente da Abranet, o presidente da Fundação Padre Anchieta e o presidente do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação. Na última audiência serão convidados o presidente da ABPTA (associação de programadores de TV por assinatura), um representante do Ministério das Comunicações, Gustavo Dahl (ex-presidente da Ancine), o presidente da ABTU (associação de TVs universitárias), o presidente da MPA (Motion Picture Association) e o presidente da Fenaj. As datas das audiências ainda não foram marcadas e o requerimento ainda precisa ser aprovado.

O senador Flexa Ribeiro (PSDB/PA) sugeriu a realização conjunta das audiências sobre conteúdo pela comissão de educação e pela comissão de comunicação, no que foi apoiado pelo presidente da CCT, senador Wellington Salgado (PMDB/MG). Arns ainda irá apresentar a proposta à CE.


TI Inside – 13/06/2007



AUTOMOTIVO

Pioneer investe R$ 26 mi em nova planta no pólo de Manaus
Pioneira no lançamento do primeiro DVD automotivo totalmente produzido no Brasil, a empresa japonesa Pioneer pretende não somente manter a liderança no setor de som e imagem para automóveis como também aumentar a produção com a nova fábrica que terá 13 mil metros quadrados de área construída no PIM (Pólo Industrial de Manaus.

Com um investimento inicial de R$ 26 milhões, a construção da fábrica ocasionará não só a transferência de toda a equipe que trabalha hoje no prédio de 6 mil metros quadrados no Distrito Industrial, mas também vai aumentar o quadro de colaboradores.

“Dispomos hoje de um total de 380 funcionários na Pioneer. Com a inauguração da nova fábrica, em março de 2008, iremos certamente gerar mais empregos pois pretendemos aumentar nosso número de colaboradores para 700 funcionários, quase o dobro de hoje”, destacou a gerente de planejamento da Pioneer no Amazonas, Inês Carolina Barbosa.

O aumento no número de funcionários, esclarece a gerente, vai ser suficiente para cumprir a meta de produção já para o fim do próximo ano: 1 milhão de rádios e CD players automotivos produzidos.

Atualmente, a empresa japonesa já é líder absoluta no setor de rádios, CDs e DVDs automotivos. “Mesmo com apenas três anos competindo no mercado brasileiro, nosso market share é 37% do mercado total de som de automóveis, hoje estimado em 2 milhões (de carros novos no mercado) por ano”, explicou Inês.

Meio ambiente

Os produtos da empresa que incluem DVD com touch screen, CD player com tecnologia bluetooth, conexões com Ipod e USB, são todos produzidos com pleno respeito ao meio ambiente e a construção da nova fábrica, cujo terreno foi totalmente regularizado nos órgãos ambientais de Manaus, atende à política de uma empresa que já conquistou a norma ISO 14001:2004, visando a diminuição dos riscos ambientais existentes em seus processos, produtos e serviços.

“O plano é deixar boa parte do terreno da nova fábrica, que tem área total de 40 mil metros quadrados, com área verde para o bem-estar dos colaboradores, da comunidade e para a sustentabilidade do meio ambiente”, conta Inês.

Como não poderia deixar de ser, já que está instalada numa capital cercada pela floresta amazônica, todos os itens produzidos pela fábrica são recicláveis. “Desde que começamos nossas atividades no país, nunca houve problemas ambientais causado por qualquer item produzido por nossa fábrica”, afirmou a gerente. “Nossa meta é manter o respeito ao meio ambiente, prevenindo a poluição, minimizando os aspectos e impactos significativos ao processo de produção, além de reciclar e reutilizar os resíduos gerados”.

A Pioneer Corporation é líder não só no Brasil, mas também no mundo na fabricação de produtos eletrônicos de áudio e vídeo com alta performance para o mercado automotivo e residencial. A empresa foi fundada em 1938 em Tóquio e emprega hoje mais de 31 mil pessoas em todo o mundo. Em julho de 2001, a Pioneer lançou uma campanha com o slogan “sound.vision.soul” (som.imagem.alma) expressando a idéia de que o entretenimento por sons e imagens sugere a sensação de alegria e leveza da alma.


Jornal do Commércio – 13/06/2007



Após 75 anos, a GM perde a liderança mundial
Se há uma característica que une as grandes dinastias aos impérios dos negócios, ela é, certamente, o imenso apego de ambos a seu legado. Cabe às novas gerações a tarefa de preservar o que foi alcançado pelas anteriores -- e manter inabaladas suas principais conquistas. Ninguém, afinal, quer carregar o estigma de tê-las destruído. Nesse quesito, o presidente mundial da General Motors, Richard Wagoner, não tem motivos para se orgulhar. Nos últimos 75 anos, a montadora americana teve 11 presidentes. E, nesse tempo todo, manteve-se, imbatível, no posto de a maior do planeta. Coube a Wagoner a humilhação de ser o dono da cadeira justamente no ano em que a GM perdeu a liderança do mercado mundial para a Toyota (a empresa japonesa nem existia quando os americanos assumiram a primeira posição, em 1931). Na manhã de 24 de abril, após ter recebido a notícia, Wagoner foi tomado por uma obsessão: não ser lembrado pela história como o símbolo máximo da decadência de Detroit. Enviou, então, um e-mail a seus subordinados. "Ainda temos o ano inteiro pela frente -- e vamos lutar por cada venda", dizia o texto. "É claro que eu não gostei da notícia", disse Wagoner a EXAME (veja trechos da entrevista na pág. 62). "Vamos recuperar nossa antiga posição."

A tarefa à frente de Wagoner é inglória e faz lembrar a performance de um equilibrista de pratos. Apesar de todo o simbolismo da perda da liderança, seus problemas vão muito além do crescimento das concorrentes -- a GM enfrenta desafios mastodônticos para qualquer direção que se olhe. A companhia passa por uma crise colossal. O prejuízo acumulado de 2005 até hoje é de 12 bilhões de dólares. O gasto com planos de saúde e aposentadoria dos ex-funcionários chega a 1 500 dólares por carro vendido. Seus veículos, beberrões, são tudo que o consumidor não quer num momento de altas históricas no preço do petróleo e de patrulhamento ambiental. E a empresa depende do mercado americano, justamente o mais competitivo do mundo. Nesse cenário, a perda da liderança para a Toyota era tida como inevitável. Ou seja, a missão de Wagoner é tentar recuperar a coroa do mercado automotivo mundial, tornar a GM rentável, lançar uma linha de carros inteiramente novos e resolver o problema dos gastos com saúde e aposentadoria dos funcionários. Tudo ao mesmo tempo.

Em algumas das frentes de batalha, Wagoner já começa a apresentar resultados. Os principais foram obtidos na crucial questão dos gastos sociais. Para financiar a aposentadoria de seus 350 000 ex-funcionários e estancar um prejuízo de 5 bilhões de dólares anuais, ele criou um fundo de investimentos, administrado por especialistas em mercado financeiro. À GM, coube um aporte inicial de 18 bilhões de dólares. Outros desembolsos foram feitos após a venda de seu braço financeiro, a GMAC, para o fundo de private equity Cerberus por 14 bilhões de dólares. Em três anos, o fundo para aposentadorias saiu de um prejuízo de 17 bilhões de dólares para um lucro de 17 bilhões de dólares. "Nosso problema com as aposentadorias está resolvido", afirma Wagoner. Foi graças a esse fundo que a GM conseguiu reduzir seus prejuízos em quase 9 bilhões de dólares entre 2005 e 2006. "Isso deverá nos liberar caixa para investir em pesquisas e lançar novos carros."

A estratégia de Wagoner
O novo plano de ação do presidente da GM
Por que ele perdeu a liderança...
A GM apostou em carros grandes e beberrões, num momento em que o preço da gasolina atingiu altas históricas
Os elevados custos com aposentadorias e planos de saúde drenaram os investimentos em inovação e novos produtos
A empresa se concentrou no mercado americano, muito competitivo e com ínfimas margens de lucro
... e como pretende reconquistá-la
Criar um fundo de investimentos para cobrir os gastos com planos de saúde, a exemplo do que foi feito com as aposentadorias
Reduzir pela metade o tempo de lançamento de novos modelos — atualmente, o desenvolvimento de carros demora em média seis anos
Apostar em mercados emergentes, como China, Índia e Brasil — onde as montadoras japonesas não têm presença marcante

Com o fôlego proporcionado pela economia com aposentadorias, Wagoner pôde se dedicar àquele que costuma ser o maior desafio de uma empresa do tamanho da GM, com seus 285 000 funcionários e operações em 33 países -- mudar. A GM sempre se comportou como se abrigasse quatro companhias independentes: nos Estados Unidos, na Europa, na Ásia e na América Latina. Cada uma tinha centros de desenvolvimento com estruturas próprias, da engenharia ao departamento de marketing, passando por recursos humanos, área comercial e departamento financeiro. O grau de independência era tal que um carro desenvolvido na Europa, por exemplo, dificilmente seria produzido nos Estados Unidos. Cada região respondia por projetos próprios, ainda que fossem redundantes. "O custo de desenvolvimento de um carro é de aproximadamente 1 bilhão de dólares", afirma Michael Robinet, da consultoria americana CSM Auto. "Projetos redundantes são sinônimo de perdas bilionárias."

Para evitar tais redundâncias e aproveitar as sinergias existentes entre as quatro unidades geográficas da GM, Wagoner determinou que todos os centros de desenvolvimento respondam a um único executivo: Robert Lutz, o número 2 da companhia. Além disso, cada um desses centros será responsável pelo desenvolvimento de determinado tipo de veículo. Ao Brasil caberá o desenvolvimento de picapes. Europa e Ásia deverão concentrar a criação de carros compactos. Nos Estados Unidos, serão desenvolvidos os utilitários e as picapes maiores. O primeiro teste dessas sinergias deverá ocorrer já em 2007. O novo Vectra, desenvolvido pela GM européia, também será produzido nos Estados Unidos. Claro, ações desse tipo estão longe de ser a redenção. Afinal, são passos um tanto óbvios -- a surpresa é que não tenham sido dados antes. Estima-se que esse plano simples permita à montadora uma economia de aproximadamente 5 bilhões de dólares ao ano e reduza o tempo de lançamento de novos produtos pela metade. "Precisamos ser mais eficientes e tirar melhor proveito de uma estrutura que já existe", afirma Wagoner. Além disso, a GM mudou o foco de seus lançamentos. Até o ano que vem, oito de seus modelos terão uma versão com motor híbrido, movido a gasolina e eletricidade.

Segundo os especialistas, a GM é a montadora americana que chegou mais longe em sua reestruturação. A Ford e a Chrysler (vendida em maio para o Cerberus) também avançaram e, com isso, o panorama mudou em Detroit. Um estudo recém-concluído pela consultoria Harbour and Associates mostrou que, entre 2002 e 2006, as americanas aumentaram a produtividade de suas linhas de montagem locais em quase 15% -- enquanto Honda e Toyota permaneceram estáveis. Do ponto de vista de custos, as três montadoras estão enxugando suas estruturas de maneira considerada bastante agressiva. Até 2012, cerca de 25 fábricas deverão ser fechadas e 60 000 trabalhadores demitidos. Pela primeira vez na história, o dinheiro para financiar essa reestruturação -- algo em torno de 50 bilhões de dólares -- não virá do caixa dessas companhias. Para conseguir recursos, foram hipotecadas fábricas, máquinas e propriedades. A Ford, presidida por Alan Mullaly, hipotecou até o direito de uso da marca da empresa. É quase como vender a própria alma. "As montadoras vivem um clima de urgência, daí a profundidade das mudanças", afirma Sean McLinden, economista-chefe do Centro para Pesquisa Automotiva nos Estados Unidos.

O caminho para fazer as montadoras americanas crescer e dar lucro ainda está no começo. Mesmo já tendo sanado o problema das aposentadorias, a GM ainda tem de arcar com o imenso passivo dos planos de saúde: um rombo de aproximadamente 60 bilhões de dólares. Além disso, reina nas fábricas das três montadoras um sistema arcaico de distribuição de trabalho. Em algumas das fábricas da GM, existem mais de 50 classificações de funcionários. Isso significa que um operário habilitado a operar uma máquina não pode trocar uma lâmpada, por exemplo. Na Toyota, existem apenas três classificações desse tipo. Além da questão social, prevalece nos Estados Unidos a crença de que os carros japoneses têm melhor qualidade. Com isso, lançamentos como o novo Saturn VUE, da GM, ou o Escape, da Ford, receberam excelentes avaliações da crítica, mas seu desempenho nas vendas continua abaixo do esperado. Segundo estimativas do Centro para Pesquisa Automotiva, o desprezo pelas marcas americanas custa às montadoras cerca de 3 000 dólares em descontos por veículo. Fazer o consumidor voltar a desejar seus carros é mais uma missão de Wagoner -- que, mesmo afundado em problemas, mantém o otimismo. "Nosso plano está dando certo, e é isso o que importa", diz ele. "Vamos lutar até o fim."

Exame – 13/06/2007


Mitsubishi indecisa sobre futuro no país
Desde que ergueu uma fábrica de veículos da marca japonesa Mitsubishi, nove anos atrás, em Catalão (GO), o brasileiro Eduardo Souza Ramos conseguiu lançar um novo produto fabricado no Brasil a cada dois anos ou menos. Mas em nenhum momento a decisão foi cercada de tantas dúvidas como acontece hoje em relação aos futuros lançamentos. Souza Ramos tem em mãos projetos de dois novos modelos: um para 2008 e outro para 2009. Mas a queda da competitividade da produção industrial brasileira e o temor de que a infra-estrutura do país não aguente mais crescimento deixam o empresário indeciso.

"Nunca foi tão difícil decidir", afirma. Primeiro, é preciso convencer a matriz da Mitsubishi, que não injeta recursos no Brasil, mas transfere tecnologia da marca, de que os futuros lançamentos serão aceitos pelo consumidor. Tarefa cada vez mais árdua diante da iminente chegada de competidores que nunca disputaram esse mercado. Tanto a chinesa Chery, que produzirá no Uruguai, como a indiana Mahindra & Mahindra, com projeto industrial em andamento na Zona Franca de Manaus, vão estrear na América do Sul com veículos do segmento em que a Mitsubishi atua, o de utilitários de carga leve e esportivos.

Depois Souza Ramos precisa convencer a si mesmo e ao seu sócio, Paulo Ferraz, que os próximos projetos garantirão retorno. "O custo de produção no Brasil deixou de ser competitivo." E, por último, vem a questão da infra-estrutura. A fábrica localizada em Goiás já sofre com a situação precária das estradas "que se agrava a partir do trecho de Uberaba (MG)", conta Souza Ramos. Segundo ele, o problema obriga a reforçar estoques de segurança o que eleva custos. A questão da energia também o aflige. "Uma das dificuldades nessa decisão de investimento é falta de visão sobre a energia no futuro."

Para os projetos dos dois novos veículos o grupo brasileiro terá de desembolsar R$ 300 milhões, recursos que seguem mais ou menos a média dos últimos investimentos. O total este ano chega a R$ 200 milhões e vai contemplar, além do lançamento de um modelo em outubro - outro utilitário - expansão da fábrica. E ainda: o primeiro veículo da Mitsubishi com motor bicombustível do mundo, sistema desenvolvido pelo parceiro local.

Com pouco barulho, algo incomum entre as multinacionais do setor que atuam no país, a operação da Mitsubishi foi crescendo pouco a pouco. Quando inaugurada, em setembro de 1998, a fábrica de Catalão produzia 100 veículos por mês. Hoje faz 120 por dia. O tamanho da área construída - 90 mil metros quadrados - é seis vezes maior que na inauguração. A operação, que sempre garantiu lucro, segundo Souza Ramos, é feita com 2,2 mil funcionários e permite atuação importante nos segmentos dos utilitários, embora no mercado total a participação seja pequena, com 1,3% das vendas.

Metade das peças é importada. Mas nem por isso Souza Ramos se diz por satisfeito com a valorização do real. Para ele, a atual situação cambial atrapalha a vida de quem investe e emprega no país. "É desvantagem para quem nacionaliza e vantagem para quem importa. Eu estou no meio, procurando o menor risco", afirma o empresário.

Souza Ramos, que há quatro anos passou a ocupar o cargo de presidente do conselho da MMC, cedendo o lugar da presidência ao sócio Paulo Ferraz, não compactua das idéias de liberação de fronteiras defendida de forma quase unânime pelo setor. Lembrando que fala e pensa como um brasileiro, Souza Ramos discorda quando as multinacionais do setor defendem acordos bilaterais para intercâmbio comercial, principalmente com Europa, onde fica parte das suas matrizes. "Trata-se de um retrocesso, que aproveitará a capacidade ociosa das fábricas de outros países, reduzirá os investimentos na fabricação de carros médios no Brasil e nos transformará num canteiro do carro popular."

Com 62 anos de idade e trabalhando desde os 19, Souza Ramos no é o tipo de executivo que depende dos analistas . Usa a experiência de vida, em que atuou como concessionário e fabricante de veículos especiais, para fazer prognósticos do mercado brasileiro, e dedica 30% do tempo com a leitura de jornais e outras fontes de informação para depender menos da opinião alheia.

Na fórmula da Mitsubishi no Brasil, os investimentos são do grupo local, que compra da multinacional japonesa peças e tecnologia. No caso da Souza Ramos, a operação ganhou ares de empreendimento familiar. Ele colocou os filhos para ajudar a cuidar dos negócios e o seu pai, com 90 anos, se dedica três vezes por semana aos negócios da concessionária Ford que leva o nome da família.

Apaixonado por competições, Souza Ramos venceu a última edição do Endurance, corrida nacional de três horas. Mas teme que a paixão se sobreponha à vantagem mercadológica do uso do esporte como promoção. De qualquer maneira as competições também lhe servem para o planejamento estratégico: "No rally se diz que para vencer é preciso antes chegar."

Valor – 14/06/2007


Chevrolet Vectra GT chega no Brasil no segundo semestre
Vectra GT. Este é oficialmente o nome do novo automóvel Chevrolet, que a General Motors do Brasil lançará no mercado brasileiro no segundo semestre deste ano de 2007. O modelo será produzido na fábrica de São Caetano do Sul (SP), exclusivamente na configuração hatchback de quatro portas, e será equipado com o já conhecido motor de quatro ilindros Flexpower, de oito válvulas e 2.0 litros de capacidade volumétrica. Segundo Ray Young, presidente da General Motors do Brasil e Mercosul, o Vectra GT está posicionado no mercado brasileiro entre os modelos Chevrolet Astra hatchback e o sedã Vectra. Além disso, o modelo solidifica também a atual linha Chevrolet no País, em especial no segmento dos hatchbacks médios, ao lado do líder Astra hatchback. Já segundo Marcos Munhoz, diretor geral de Marketing e Vendas, o modelo terá seu preço posicionado na mesma faixa do atual sedã Vectra, para concorrer em uma faixa de mercado dos hatchbacks médios “premiuns”, ou seja, os modelos topo de linha nessa categoria.
AutoShow – 13/06/2007



GM foca em países do Bric com meta de superar Toyota
A General Motors está seguindo os passos da Toyota, que acaba de desbancá-la como maior fabricante de carros do mundo. Na nova estratégia da GM, o método de trabalho de todas as fábricas espalhadas por 36 países está sendo padronizado, uma lição aprendida com a Toyota.

Para recuperar a liderança, a montadora americana atacará a concorrente japonesa onde ela é mais frágil: os mercados emergentes. A filial brasileira tem um papel importante nesse plano e recebeu a missão de desenvolver picapes médias para todos os continentes. Também vai trabalhar em conjunto com a filial da Ásia e Pacífico para criar um carro de baixo custo.

"Há dois anos, fizemos uma análise sobre porque a Toyota estava se movendo tão rápido e concluímos que era porque operava como uma companhia única, enquanto nós éramos um grupo com várias companhias agindo cada uma por si, em quatro regiões do mundo", disse o vice-presidente de desenvolvimento de produtos da GM nos Estados Unidos, Bob Lutz.
Lutz, considerado um ícone da indústria automobilística mundial em design e projetos, esteve no Brasil durante dois dias nessa semana. Reuniu seu time de cinco executivos da matriz e mais os brasileiros para avaliar projetos e veículos que podem ser lançados na América do Sul e outros mercados.

Engenharia padronizada

A GM iniciou uma nova filosofia de trabalho padronizando dos desenhos e engenharia à manufatura. Cada fábrica utilizará o mesmo método, independente do veículo a ser fabricado. "Pela primeira vez, estamos agindo como uma corporação."

Os resultados, disse o executivo, serão a melhora da qualidade dos produtos e a redução dos custos. "Vamos bater a Toyota de novo", afirmou. Quando isso vai acontecer? "Antes de eu me aposentar", respondeu um bem humorado Lutz, aos 75 anos. Questionado quando vai se aposentar, responde de imediato: "Quando ultrapassarmos a Toyota."

No primeiro trimestre deste ano, a Toyota vendeu mais carros e caminhões do que a GM. Foram 2,35 milhões de unidades contra 2,26 milhões da marca americana. Nessa semana, a publicação Automotive News, de Detroit, afirmou que a montadora japonesa já havia superado a GM no ano passado, por uma diferença de 128 mil veículos. De acordo com a revista, a GM teria incluído em suas contas veículos fabricados com uma empresa chinesa da qual não é acionista majoritária. De acordo com a Automotive News, a GM teria vendido 8,6 milhões unidades em 2006, contra 8,8 milhões da Toyota.

Diante da pressão, a GM decidiu atacar mercados emergentes, onde a Toyota tem baixa penetração. "O foco maior serão os países do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), os que mais crescem atualmente", disse o presidente da GM do Brasil, Ray Young. Hoje, 60% das vendas da GM são fora dos EUA.

A GM lidera as vendas na China, com 13% de participação contra 4% da Toyota. Em cinco a dez anos, á China deve ser o maior consumidor de carros do mundo, aposta Lutz.
Nos demais países, a GM é bem mais forte que a Toyota. No Brasil a GM responde por 20% das vendas, e a Toyota por 3%. Nas contas de Young, os países do Bric devem vender este ano 15 milhões de veículos, quase 20% do mercado mundial.


Jornal do Commércio – 15/06/2007



CONSUMER

No fim de 2008, mundo terá um bilhão de PCs
Economias emergentes, como a brasileira, serão responsáveis por consumir grande parte da nova demanda

Enquanto o mundo demorou 27 anos para atingir um bilhão de computadores, só serão necessários mais cinco para alcançar outro bilhão, menores preços, tecnologias mais avançadas e uma demanda global por tecnologia. A tendência foi analisada pela Forrester Research.

Segundo a empresa de pesquisa, até o final de 2008 haverão mais de um bilhão de computadores pessoais em uso no mundo. A Forrester ainda estima que até 2015 o número de máquinas ativas gire em torno de dois bilhões, o que representa um crescimento de mais de 12%, entre 2003 e 2015.

De acordo com a Forrester, economias emergentes como as de Brasil, Rússia, Índia e China consumirão grande parte da nova demanda. Especula-se que esses mercados sejam os destinos de mais de 775 milhões de novos computadores até 2015.

IT Web – 12/06/2007


Vendas de PCs devem crescer 12% em 2007
IDC estima que as vendas de computadores atinjam 284,4 milhões em 2008 e 356,7 milhões em 2011

Uma pesquisa realizada pela IDC aponta que o mercado mundial de computadores deve crescer 12,2% em 2007, para 256,7 milhões de unidades vendidas. Olhando ainda mais adiante, a empresa de pesquisas de mercado estima que as vendas de computadores atinjam 284,4 milhões em 2008 e 356,7 milhões em 2011.

Os números fazem sentido se relacionados com um estudo divulgado nesta semana pela Forrester Research, que estima dois bilhões de computadores em uso até 2015. O último levantamento trimestral da IDC, sobre o mercado mundial de computadores, mostrou crescimento de 28% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Entre os impulsionadores aparece a venda de computadores portáteis. A IDC espera que este mercado mantenha um crescimento de dois dígitos pelos próximos anos. A demanda é reflexo da tendência para mobilidade e da migração de consumidores de desktops para o mercado de notebooks.

No entanto, a IDC aponta que os usuários corporativos nos Estados Unidos estão novas compras enquanto esperam o pacote da Microsoft, específico para o Windows Vista. O IDC especula que este segmento não realize compras grandes antes do lançamento, agendado para este ano.

IT Web – 13/06/2007



CPqD confirma uso da TV Digital para atividades bancárias
A partir do começo da TV Digital no Brasil será possível pagar contas bancárias por meio do aparelho de televisão, por meio dos recursos de interatividade do padrão, segundo anuncia o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações ().

O Centro criou uma solução capaz de viabilizar operações bancárias, como consultas a saldos e extratos, transferências de valores e aplicações, por meio de uma TV Digital, que já tem atuação técnica e regulatória. "No começo serão consultas básicas, depois isso será ampliado para pagamentos e outras funções", explica Élcio Polezer, gerente de mercado financeiro.

Batizada de T-banking, a ferramenta é considerada pelos bancos meio que tende a complementar os canais de serviços de auto-atendimento já existentes, como a internet, o telefone e os caixas eletrônicos. Até agora, Polezer diz que três bancos já estão em contato para serviços desde a consultoria até a implementação da solução usando os sistemas dos bancos. "Acreditamos que entre três e cinco instituições deverão começar a oferecer o serviço já no início da transmissão do sinal de TV Digital, previsto para três de dezembro", conta.

Para o desenvolvimento da solução, o fez um estudo de viabilidade do serviço no Brasil, considerando as premissas-chave do setor financeiro, como os requisitos de segurança, projeção de demanda, grau de interesse pelo serviço no País e projeção de investimentos dos bancos para a implementação do serviço.

A oferta inclui uma consultoria estratégica, além do fornecimento de uma aplicação. Para cada banco é feito um projeto, com especificações técnicas de seus sistemas legados e análise do modelo de negócios, considerando todas as variáveis e os processos internos e externos. Feito sob medida, o projeto inclui ainda um piloto junto a uma parcela de clientes, antes da disponibilização total.

O aposta na solução, porque avalia que a interface do usuário com o aparelho de televisão é mais amigável em comparação com outras soluções, como o celular, os handhelds etc.

Apesar disso de o governo e o Fórum Nacional de TV Digital ainda não terem decidido qual será o canal de retorno para garantir a interatividade do novo sistema de televisão, Polezer afirma que a solução está preparada para qualquer tipo de canal, como a operadora de telefonia fixa, canal de cabo, rede WiFi e WiMax.

Mesmo diante do anúncio, executivo envolvidos com as decisões de TV Digital garantem que não haverá interatividade no começo das transmissões do sinal digital de TV. Um dos integrantes do Fórum, Marcelo Zuffo, da USP, confirma comentários. “É uma decepção e eu acho uma pena, mas a princípio só vai ter melhoria de imagem e som, nada mais”, comenta.

O executivo diz ainda que é muito difícil cumprir tudo o que está no cronograma de lançamento da TV Digital, porque o Brasil está trabalhando com prazo de primeiro mundo, apesar de ser um terceiro mundista.

Computer World – 12/06/2007



Fujitsu lança soluções inéditas durante o CIAB 2007
A Fujitsu do Brasil Ltda., subsidiária da Fujitsu Limited, líder no fornecimento de soluções de telecomunicação e TI, anuncia sua participação no CIAB FEBRABAN 2007 - XVII Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras, que acontece entre os dias 13 e 15 de junho, no Transamérica Expo Center, em São Paulo (SP). Entre os vários destaques da empresa, estão os lançamentos de solução inédita para a transferência de grandes volumes de dados via IP denominada COMET, que permitirá oferecer serviços de contingência de dados através de conexões IP, a nova linha de produtos para storage e do primeiro scanner de rede.

O COMET é um dispositivo de rede que acelera o protocolo TCP (Transfer Control Protocol) e é indicado para empresas que utilizam serviços de contingência em transmissões de vídeo via IP, em centros remotos através de canais de comunicação IP ou IPTV, com alta velocidade para suportar o contínuo crescimento do volume de dados, garantindo agilidade, integridade e a segurança das informações. A solução estará disponível no Brasil até o final deste ano.

A empresa aproveita o evento para lançar o primeiro scanner de rede em sua já consagrada linha de scanners de documentos. O Scanner de rede Fujitsu, Color Duplex fi-6000NS, é o primeiro scanner Fujitsu que combina a fácil instalacão de um scanner profissional com a produtividade necessária em um scanner de rede, compartilhando documentos num ambiente de negócios cada vez mais distribuído.

A Fujitsu demonstrará em seu estande, um terminal de auto-atendimento (ATM), totalmente operacional, onde os clientes poderão efetuar transações por meio do sistema do PalmSecureT, dispositivo compacto e de alto desempenho de autenticação biométrica, através da leitura das veias da palma da mão.

Storage
A Fujitsu apresenta no CIAB, o disk array corporativo ETERNUS8000, disponível em quatro modelos com a capacidade de armazenamento de 1.36 petabytes (PB) e o desempenho de processamento de I/O mais veloz do mundo, e o disk array mid-range ETERNUS4000, disponível em quatro modelos que combinam alto desempenho e preço acessível.

Os produtos aliam escalabilidade, performance, segurança e criptografia de dados robustas para gerenciar ativos de informação na corporação, resultando em plataformas de armazenamento otimizadas para satisfazer as necessidades dos clientes de lidar com novas leis de adequação do negócio.

Com o advento de novas regulamentações, como a Sarbanes-Oxley Act (Financial Commodity Exchange Act, programado para vigorar em abril de 2008) e o Personal Information Protection Law, há necessidade premente de lidar com questões como adequação regulatória e confiabilidade dos relatórios financeiros. As empresas precisam adotar uma abordagem integrada para arquivar e gerenciar seus registros eletrônicos que estão crescendo, incluindo documentos e e-mail, bem como a infra-estrutura de TI que as capacita a pesquisar estes registros com rapidez e eficiência para acessar dados sob demanda. Como as empresas estão sofrendo cada vez mais fiscalização em termos dos procedimentos que empregam para gerenciar o armazenamento de dados, é essencial também que se protejam de vazamentos de informação que ameaçam seu valor corporativo e sua reputação de confiabilidade.

Recursos dos Produtos

ETERNUS8000 Enterprise Disk Array

1. Aprimoramentos de hardware

- Capacidade de armazenamento e performance de processamento de I/O mais altas do mundo;

- Escalabilidade e velocidade de transferência de dados altas;

2. Aprimoramentos de segurança e proteção de dados

- Suporte a criptografia de dados;

- Recursos de backup aprimorados;

- RAID6 para dupla falha de disco;

3. Recuperação de desastre acessível

4. Capacity on Demand que proporciona flexibilidade para responder a necessidades que mudam

ETERNUS4000 Midrange Disk Array

1. Recursos ricos para sistemas de missão crítica

2. Aprimoramento de hardware

Software de armazenamento aprimorado.

Segs – 13/06/2007


Positivo liderou mercado brasileiro de PCs no 1o trimestre
A Positivo Informática registrou 12,9% de market share no primeiro trimestre de 2007, mantendo-se na liderança do mercado brasileiro de computadores. A posição de destaque é ocupada pela companhia paranaense há dois anos, segundo dados da IDC.

De acordo com a consultoria, de janeiro a março deste ano foram vendidos 1,9 milhões de computadores no Brasil. O mercado de desktops apresentou crescimento de 23,9%, enquanto o de notebooks aumentou 125,8%, totalizando 200,2 mil unidades no período, contra 88,7 mil no primeiro trimestre de 2006. O mercado oficial se expandiu 77,6%, ao passo que o cinza decresceu 5%, resultando numa participação de 42,1% do mercado total.

Nos três primeiros meses deste ano, enquanto o mercado brasileiro vendeu um total de 1.113.037 computadores, a Positivo comercializou 247.870. O número representa um crescimento de vendas de 53,8% para a companhia, na comparação entre 2006 e 2007. Do total de unidades entregues, 226.178 foram desktops, ao passo que 21.692 foram laptops. Nestes últimos equipamentos, a empresa paranaense registrou um crescimento comercial de 733,7%.


Jornalismo Empresarial – 14/06/2007



LG lança player para dois formatos no país
A LG Electronics lança no Brasil o tocador de formatos HD DVD e Blu-ray, o Super Multi Blue Player, modelo BH100. A novidade foi eleita o "Best in Show" na CES 2007 (Consumer Electronics Show), prêmio dado ao produto mais inovador apresentado no evento.
O player híbrido de discos de alta definição da LG é o primeiro aparelho capaz de reproduzir os dois formatos da próxima geração de discos, oferecendo uma solução para a atual disputa entre os padrões.

"A LG traz o BH100 para o Brasil simultaneamente ao seu lançamento mundial, o que reafirma o compromisso da empresa em apresentar inovações tecnológicas constantemente no País" afirmou Alex Silvério, gerente de produto de Áudio & Vídeo, e acrescentou "Nosso objetivo com esse modelo exclusivo é colocar um fim à confusão gerada pela atual rivalidade entre os formatos Blu-Ray e HD DVD. Os consumidores não serão obrigados a optar por um dos formatos".
O player é capaz de reproduzir os discos de DVDs comuns (padrão), elevando sua resolução para 1080i, por meio do sistema Up Scaling, o que traz maior compatibilidade às videotecas dos consumidores e, ao mesmo tempo, melhora também a qualidade dessas mídias.

Além de oferecer a qualidade de imagem Full HD - 1080p - das mídias de alta definição, o BH100 também incorpora funções interativas baseadas em BD-Java, que permitem que menus e funções avançados sejam exibidos no vídeo de discos Blu-ray. Embora não ofereça menus com o mesmo nível de interatividade para HD DVDs, essa combinação de tecnologias de reprodução de áudio/vídeo para discos Blu-ray e HD DVD é única no mercado.
O Super Multi Blue Player (BH100) tem preço médio sugerido de R$ 4.999.


Jornal do Commércio – 15/06/2007


Comitê da TV Digital veta bloqueadores a gravação nos conversores
Ministro Hélio Costa diz que é contra a pirataria comercial de conteúdo, mas que gravação doméstica deve ser permitida.

O Comitê de Desenvolvimento da TV Digital vetou a instalação de um bloqueador nos aparelhos conversores do Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre (SBTVD) para impedir a reprodução de vídeos, como a gravação de novelas e filmes.

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, que também integra o Comitê, já havia se manifestado contrário à colocação dos bloqueadores, durante o 24º Congresso de Radiodifusores, em maio. Segundo Hélio Costa, nos países mais desenvolvidos, a proibição não deu certo.

“A pirataria tem que ser combatida de qualquer forma. A lei e a justiça têm que tomar conta, e ter cuidado para que isso não aconteça, se acontecer, tem que penalizar”, afirmou o ministro, ao defender que o controle da pirataria seja feito com base na legislação de direitos autorais existente no Brasil. A legislação brasileira permite a cópia, mas proíbe a comercialização.

A pedido das emissoras, o comitê definiu que os aparelhos não terão um dispositivo que permita ao telespectador pular o comercial quando fizer a gravação de um determinado programa.

Entre as normas aprovadas pelo comitê, está a incorporação de tecnologias desenvolvidas no Brasil, como o compressor de vídeo (H264), considerado o mais moderno do mundo; e a incorporação de um codificador de áudio (AAC3) que dará ao som a qualidade de “home theater”.

Além disso, os telespectadores poderão escolher o idioma em que os programas serão exibidos ou legendados, e os deficientes auditivos terão acesso à tradução dos programas para a Língua Brasileira de Sinais (Libras) por meio de um ícone eletrônico.

IDG Now! – 15/06/2007



IDENTIFICATION

Primeiro smart card para condução no México
A cidade mexicana de Monterrey, situada no estado de Nuevo Leon, entregou ontem o primeiro smart card que funciona como carta de condução. O documento foi desenvolvido pela empresa de segurança digital Gemalto.
Este também é o primeiro smart card implementado no México que serve não só como carta de condução, mas também como documento de identificação e poderá ser adaptado a outros serviços, nomeadamente na área da saúde. A informação do condutor está guardada num sistema de segurança com chip criado especificamente para evitar a cópia ou falsificação.
A Gemalto está responsável pela emissão de 900 cartas de condução nos próximos três anos. O documento vai incluir informação pessoal como fotografia de alta resolução, tipo de sangue ou assinatura digital e informação sobre o historial do condutor, desde a categoria da carta até às multas.
O objectivo do novo documento é facilitar a identificação dos reincidentes por parte das autoridades policiais e no futuro poderá vir a ser utilizado pelas seguradoras para cálculo dos seguros. A leitura dos cartões vai ser feita por um aparelho que vai acompanhar os agentes de segurança nas suas patrulhas rodoviárias.
Em comunicado o director do Instituto de Control Vehicular, Jorge Domene, realça que «graças ao novo sistema, agora temos a certeza que as multas e as sanções são para o condutor e não para o veículo.

iGov Central – 14/06/2007


Incard desembarca no Brasil
Com sede em Los Angeles, nos Estados Unidos, a InCard deve inaugurar seu escritório no Brasil em cerca de um mês. Com uma estrutura pequena, a companhia vai trabalhar com parceiros já instalados na oferta de um cartão de segurança diferente dos já conhecidos pelo mercado brasileiro.

Trata-se de um dispositivo com um pequeno visor que, a cada toque em um pequeno botão na parte de trás, altera a senha numérica. O cartão contém, na parte de dentro, uma placa e um sistema de RFID – identificação por radiofreqüência. “O produto tem uma aceitação muito boa na América Latina. Vamos trabalhar com poucos e bons parceiros por aqui”, avalia Sandra Peres, vice-presidente de marketing e produtos para região Ibérica e da AL sem revelar quanto será investido no País. A tecnologia, na verdade, permite agregar a cartão de débito ou crédito as funções de token.

Apesar das instituições financeiras apresentarem maior interesse pelo produto, a executiva garante que ele pode ter uma infinidade de funções, especialmente nos tipos de transações onde um grau de segurança avançado é essencial. “Ele pode ser usado até mesmo como crachá, artifício de login para computadores, senha de acessos a redes privadas virtuais, permite a inclusão de tarja magnética, entre diversos outros”, diz Sandra.

Marcos Santos, da InfoServer, primeira representante da InCard e responsável pelo sistema de back end que dá suporte ao cartão com a validação dos códigos apresentados ao usuário, lembra que os maiores apelos do produto são a segurança e portabilidade. “É um cartão que pode ser carregado na carteira, como se fosse um plástico de crédito”, afirma.

A vida útil do dispositivo está estimada em três anos, mas isso vai depender da quantidade de utilização. O cartão permite a geração de 18 mil senhas e trabalha com padrão aberto de autenticação. O Bradesco está realizando um projeto piloto em parceria com a Visa para avaliar a possibilidade de adoção dessa tecnologia.

B2B Magazine – 13/06/2007


INDUSTRIAL


Altus realiza a maior feira brasileira de automação industrial
O evento acontece nos dias 13 e 14 de junho no Novotel Center Norte, em São Paulo e aguardam um público selecionado de mais de 1000 pessoas, que irão conhecer as novidades do setor, entre tecnologias de ponta, financiamentos, e o próprio mercado de automação industrial.

O Altus’ Partners, em sua 6ª edição, se consolida como um dos mais importantes eventos da área de automação industrial, controle de processos e integração de sistemas, no Brasil. Será realizado nos dias 13 e 14 de junho, no Novotel Center Norte, em São Paulo - SP. Estarão participando 24 empresas dos mais diversos segmentos do setor, e 28 palestras técnicas, treinamentos e laboratórios práticos complementam o encontro. É esperado um público selecionado de mais de 1000 pessoas.

O chefe do escritório da FINEP em São Paulo, Dr. Marcos Francisco de Almeida, estará proferindo palestra de abertura e anunciará novos projetos de financiamento e subvenção para o setor industrial brasileiro.

Altus’ Partners Automation Workshop 2007 - A Altus, uma das líderes do mercado brasileiro de automação industrial, está realizando a 6ª edição do Altus’ Partners, um evento que tem por objetivo mostrar as mais modernas tecnologias e soluções do mercado, através da integração entre a Altus, empresas parceiras com tecnologia de ponta e o mercado de automação industrial.

Um show de produtos, tecnologia e soluções - Serão 24 empresas expositoras, 28 palestras técnicas, treinamentos e laboratórios práticos.

Durante dois dias de ampla discussão técnica, estarão sendo apresentados um mix completo de produtos e soluções inovadoras, voltadas para áreas específicas e complexas como produção e distribuição de petróleo, geração elétrica, saneamento, siderurgia, transporte, produção de manufaturados, entre outras.

Entre os produtos e soluções que serão apresentados estão equipamentos de segurança Ex e SIL 2/3, atuadores, medidores, sensores, motores, relés, inversores de freqüência, comunicação via rádio, PC Industrial, SCADA, etc.

A Altus estará presente com os seguintes produtos: Série FBs de Controladores programáveis, novas UCPs da série Ponto, Série PX de Controladores com redundância, Inversores de freqüência e uma linha completa de IHMs.

Em termos de tecnologia de ponta a Altus estará mostrando: Redundância Profibus; Conexão Wireless - GPRS; Protocolo Hart, muito utilizado no segmento de instrumentação; Protocolo Profibus DP-V1, que possui um set maior de instruções do que o Profibus DP-V0. Um selecionado público de mais de 1000 profissionais, altamente qualificados do segmento industrial e responsáveis ou influenciadores no processo de decisão de soluções técnicas, deve participar do evento.

28 palestras: 25 de fornecedores de sistemas, 2 de usuários de tecnologia, sendo que um é um case da Ipiranga e outro da CHESF e 1 sobre financiamento para a área de automação.

Estarão sendo abordadas soluções e tendências de grande interesse da área de automação industrial como normas de certificação internacionais, gerenciamento de ativos, novas tecnologias de comunicação, entre outras.

Além das palestras técnicas proferidas por empresas expositoras, Luis Silberman, Chefe da Secção de Automação da Cia Brasileira de Petróleo Ipiranga, falará sobre “Inovações Tecnológicas na Automação de Bases de Distribuição de Combustíveis” e um representante do FINEP abordará o tem a “Financiamento e Subvenção para o setor Industrial”. v

A Altus ministrará cinco palestras: Desenvolvimento de produtos de classe mundial (Luiz Gerbase) ; Otimização na programação de CPs (Dimitrius Rocha); Gerenciamento de Ativos com FDT/DTM, HART e Profibus (Paulo César Carvalho); Soluções de automação para área elétrica: Case CHESF ( Paulo César Carvalho); Terminais de Operação para automação em Manufatura e Processos( Leandro Schaan Profes).

Parceiros: - Advantech Brasil S.A | - Agora Soluções em Telecomunicações Ltda. | - Areva Transmissão e Distribuição de Energia Ltda. | - Beijer Electronics AB | - Coester Automação S.A - Conexel - Conexões Elétricas Ltda. | - Dutoplast do Brasil Ind. de Plásticos Ltda. | - Elipse Software Ltda. | - Fascitec Instrumentação e Eletrônica Ltda. | - Finder Componentes Ltda. - FT Automação Industrial Ltda. | - Hytronic Automação Ltda. | - IMS Indústria de Micro Sistemas Eletrônicos Ltda. | - Inseletro Montagens Elétricas Ltda. | - IPCE Fios e Cabos Elétricos Ltda. | - Novus Produtos Eletrônicos Ltda. | - Phoenix Contact Ind. e Com. Ltda.| - Ponfac Sistemas de Visão | - Reason Tecnologia S.A | - RedNetwork Dist. de Soluções Tecnológicas Ltda. | - Sense Eletrônica Ltda. | - WEG Indústria S.A | - Westcom Instrumentação Industrial Ltda.

Altus - Brasileira e gaúcha, com berço na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, atuando globalmente, a Altus Sistemas de Informática S/A, é líder no país dentre as empresas que utilizam tecnologia própria no setor de automação e controle de processos industriais. Completando 25 anos de atuação no mercado em 2007, a Altus foi pioneira no desenvolvimento e fabricação de Controladores Programáveis e dispositivos eletrônicos associados, equipamentos fundamentais no aumento de qualidade e produtividade da indústria. Atua também na integração de sistemas completos de automação em áreas específicas e complexas como produção e distribuição de petróleo, geração elétrica, saneamento, siderurgia, transporte, produção de manufaturados e outros segmentos da indústria.

Com sede no Pólo de Informática em São Leopoldo, RS, a Altus possui filiais em São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador e Macaé, e conta ainda com subsidiárias na Argentina, Alemanha e USA. Além disso, participa da aliança internacional WAA (World Automation Alliance) com parceiros na China, Índia e República Tcheca para onde exporta e importa produtos. Essa aliança tem o compromisso de cooperação entre os parceiros, com o objetivo de oferecer soluções globais aos seus clientes. A Altus é também acionista fundadora e controladora da Teikon SA. que é a maior ECM (Electronic Contract Manufaturer) nacional com uma das mais elevadas taxas de crescimento no setor nos últimos dois anos. O faturamento do grupo em 2006 foi de R$ 120 milhões sendo projetado um significativo crescimento para os anos vindouros.

Dentre os clientes da Altus destacam-se: Petrobras, Chesf, Stemac, Citrovita, PDVSA, Bunge, Alstom, Sabesp, CESP, Gerdau, Petróleo Ipiranga, Cosipa, Copesul,Mmetrô, SP, CTMP, Tramontina, Alcoa, Infraero, Sanepar, entre outras.

Atuando com Governança corporativa, gestão por sistema de qualidade total, completa integração com principais Universidades e centros de pesquisa a Altus vem se desenvolvendo sempre pioneira em inovação, geração de riqueza por tecnologia e integração completa no processo de modernização da sociedade brasileira.

O evento acontece dias 13 e 14 de junho no Novotel Center Norte-SP ( Avenida Zaki Narchi, 500 - Marginal Tietê – São Paulo). A feira funciona das 14h as 20h e as palestras das 14h as 18h45. | Mais informações no site www.altus.com.br

Portal Fator Brasil – 12/06/2007



Itautec expande operações no mercado internacional

Uma das empresas pioneiras a abrir operações no mercado externo, a brasileira Itautec amplia sua carteira de clientes e inaugura nos próximos dois meses uma subsidiária na Itália.

De acordo com Simon Ruben Schvartzman, diretor de Operações Internacionais da empresa, o objetivo é começar a atividade para atender uma rede de varejo internacional que tem operações naquele país, e depois atacar o mercado local.

Em Portugal a Itautec já atende o mercado de automação comercial há vários anos. Agora comemora o primeiro contrato de outsourcing da rede de ATMs do BPN–Banco Português de Negócios, que ao mesmo tempo é a primeira solução bancária vendida na Europa.

A Espanha é outro país onde a empresa aposta suas fichas. O diretor explica que em 2003 foi adquirida uma empresa local que atuava na área de serviços e manutenção. Em maio desse ano, foi vendida a primeira solução de self checkout com a marca Itautec para uma rede de supermercados na região das Astúrias, que têm filiais inclusive na Ilhas Canárias.

O México contabiliza mais negócios para Itautec e uma nova conquista. Ela foi homologada pela Prosa (uma espécie de Tecban local), o que lhe garante maior perspectiva para competir no segmento de automação bancária com os players do setor. Ela já atende o Banamex com um sistema de administração de filas em mais de mil agências bancárias, além de outros três bancos locais, inclusive com serviços de outsourcing.

A empresa conta com filiais e centros de atendimento nos Estados Unidos, México, Portugal, Espanha e ilhas ultramarinas, onde trabalham 350 funcionários, 70 dos quais atuando na Europa. Para Schvartzman, o principal desafio desse tipo de negócio é implantar a cultura empresarial que o mercado internacional exige, como por exemplo, trabalhar 7x24 horas, 365 dias por ano, sem feriados ou Carnaval.


TI Inside – 13/06/2007



Bematech nomeia diretor de assuntos corporativos
Marcelo Coppla assume a nova unidade, como parte do plano de expansão da companhia

A Bematech, fornecedora de soluções para automação comercial, cria uma diretoria de assuntos corporativos, que passa a ser comandada por Marcelo Coppla. A promoção do executivo, que respondia pela área de desenvolvimento de negócios, segue o plano de crescimento traçado pela companhia, que anunciou abertura de capital em abril deste ano.

No cargo, o executivo assume a gerência de comunicação, publicidade, relacionamento com a mídia e Business Intelligence (BI) da fabricante, com a proposta de desenvolver os trabalhos também nos processos de fusão e aquisição.

Em sua primeira passagem pela Bematech, Coppla desempenhou o cargo de gerente comercial e de marketing, até 1995, quando deixou a companhia. De volta à empresa, em 2003, o executivo ocupou funções nas áreas pesquisa e desenvolvimento, marketing e internacional.

IT Web – 14/06/2007

TELECOM


Celular substitui meios eletrônicos de pagamento
Um terminal de caixa móvel e sem fio pode ajudar a reduzir o problema das filas nos bancos. O dispositivo é uma das soluções que serão apresentadas no maior congresso e exposição das instituições financeiras da América Latina, o Ciab Febraban, que começa nesta quarta-feira, em São Paulo. O tema central da XVII edição do Ciab Febraban são os serviços bancários e de pagamentos via dispositivos móveis de computação pessoal como o celular, que se destaca como substituto de outros meios eletrônicos de pagamento.

No congresso, que terá 22 keynotes speakers vindos de 12 países, haverá debates sobre algumas das maiores experiências mundiais em "mobile banking". O Ciab Febraban receberá 1,6 mil convencionais (200 representantes de bancos da América latina e mais 100 observadores de outros países) nos três dias do evento.

O evento deve receber 16 mil visitantes na área de exposições, que reúne 80 das maiores fornecedoras de tecnologia do mundo. Empresas como Cisco, Bull, Xerox, InfoServer, EMC, CPqD, Eversystems, Banrisul, Itautec e CSC Brasil, entre muitas outras, mostram soluções para facilitar pagamentos, bem como softwares e soluções voltadas à segurança das transações.

O que: Ciab Febraban 2007
Quando: de 13 a 15 de junho
Onde: Transamérica Expo Center (Avenida Dr. Mário Villas Boas Rodrigues 387, Santo Amaro ¿ São Paulo) .

Terra – 12/06/2007


Operadora móvel precisa ter acesso a banda larga, diz TIM
O presidente da TIM, Mario Cesar Pereira de Araújo, defendeu ontem no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) o fim de barreiras para que as companhias de telefonia celular possam atuar nos mercados de banda larga e de WiMax (padrão de internet sem fio).

O executivo disse que a concentração do mercado de banda larga entre as principais empresas do setor é de 85%. "Há pouca competição", afirmou. "Nós da telefonia móvel continuamos sem acesso."

Na banda larga, os serviços Velox (da Oi), Speedy (Telefônica), Ajato (da TVA, está em processo de compra pela Telefônica), BrTurbo (da Brasil Telecom) e Virtua (da Net) teriam 85%.

O ideal, na opinião do presidente da TIM, seria que todas as companhias, independentemente de sua origem, tivessem acesso aos mercados convergentes (internet, voz e TV por assinatura).

Araujo defendeu condições equânimes para as empresas atuarem nas freqüências de banda larga sem fio, que serão leiloadas pela Anatel. Araujo ressaltou que, para as companhias de telefonia fixa, o WiMax representa a continuidade no mercado. Já para as operadoras de celular, a tecnologia significa a oportunidade de entrar num novo segmento. "A atuação nos mercados convergentes é um imperativo estratégico para todas as empresas que atuam no setor", afirmou.

O conselheiro do Cade Luís Fernando Rigato Vasconcellos perguntou a Araujo qual o interesse da TIM em ter licença para operar na telefonia fixa local, recentemente adquirida pela operadora. "O número fixo é interessante para fazer planos para clientes corporativos."

O Cade está realizando audiências públicas sobre a convergência entre os meios de comunicação. O órgão antitruste terá de julgar uma série de parcerias nos setores de internet, voz e TV paga nos próximos meses e , por isso, está ouvindo representantes de todos os mercados.

O conselho também ouviu ontem o presidente da Claro, João Cox. Ele disse aos conselheiros que o celular é a plataforma mais importante "para a qual vão convergir todas as tecnologias do mundo". O celular não irá substituir a TV, o rádio ou o jornal, enfatizou. Mas irá aumentar substantivamente as opções de distribuição de conteúdo. Para Cox, a produção de conteúdo é o ponto crítico para o sucesso da convergência. "O celular vai trazer mais benefícios para quem produz conteúdo", disse.

Numa entrevista à imprensa em Belo Horizonte, a Claro anunciou ontem que superou a marca de 1 milhão de clientes em Minas Gerais, aonde chegou há pouco mais de um ano como quarta operadora da região. O número representa quase 10% de participação no Estado.

A Claro chegou a Minas em novembro de 2005, mas a Telemig Celular conseguiu liminares na Justiça que adiaram o início das operações até abril de 2006.

A Telemig lidera o mercado mineiro, com participação de 31%, seguida de perto pela Oi. A empresa, controlada por fundos de pensão e pelo Citigroup, está em processo de venda. A Claro é uma das candidatas à compra. Entretanto, o diretor regional da empresa em Minas, Sérgio Pelegrino, afirmou que o interesse pela Telemig diminui à medida que a Claro ganha escala no Estado.

Num evento em São Paulo, o presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco, disse que a empresa já acessou a sala de informações para avaliar uma eventual oferta pelo controle da Telemig. De acordo com ele, o processo de venda poderá ser concluído em um mês. Há expectativa de que a Vivo, que não tem licença para atuar em Minas, também apresente proposta.


Valor – 15/06/2007


iPhone desaponta desenvolvedores de aplicações móveis
Há a expectativa da Apple de criar uma onda de desenvolvimento de aplicações de ISVs (desenvolvedores independentes de software) para o iPhone, mas como fazer isso? Steve Jobs prometeu que haverá uma “nova forma de criar aplicações para o iPhone”, baseado no fato de os usuários usarem o browser Safari. Mas muitos desenvolvedores estão desapontados com o que a empresa está oferecendo.

“Aplicações baseadas em web são bacanas para muitas coisas. Mas o que as pessoas estão esperando ansiosas é o desenvolvimento de aplicações nativas”, afirma Anthony Meadow, presidente da Bear River Associates, um ISV de sistemas móveis. Segundo ele, sem acesso nativo às facilidades, você não tem troca de informações e armazenamento entre aplicações. “Não existe nenhum caminho fácil para fazer isso com aplicações baseadas em web”, garante.

De forma geral, Meadow não está impressionado, embora admita que realmente não está claro o que a Apple pretende. Todavia, ele acrescenta que se a empresa não planeja ter acesso, deve dizer logo.

Ken Dulaney, analista sênior de mobilidade do Gartner diz que a solução Web 2.0 da Apple parece ser similar ao que a RIM faz agora. “Isso evita ter de colocar códigos nos equipamentos”, afirma Dulaney. Nos equipamentos da companhia RIM, a aplicação está desenhada para o lado do servidor e o cache no browser faz uma reformatação e leva isso para o equipamento. “O código está somente no aparelho”, conta.

Tecnologia similar está também em uso por fabricantes de equipamentos de manufatura que adotam o Linux da MontaVista. A empresa usa desing “computing peer”, Linux no servidor e no telefone, o que dá aos desenvolvedores a flexibilidade de separar uma aplicação no lado do cliente e do servidor.

Um ISV pode pôr uma carga pesada ou leve no telefone, avalia Jim Ready, CTO e fundador da MontaVista. “Cada bit do Linux no telefone é tão capaz quanto o Linux no servidor”, diz. Certamente este suporte é similar ao que o Jobs anuncia sobre o Safari no desktop e o Safari no iPhone.

Entretanto, assim como Meadow, Ready tem algumas incertezas sobre as capacidades do futuro ou a falta de riqueza das aplicações rodando no iPhone. Quando as aplicações são desenvolvidas somente usando um ambiente abstrato de desenvolvimento, como o hardware e o middleware, existe uma linha decrescente em termos das capacidades de aplicações.

“Observe as taxas de vídeo. A razão que você volta a um ambiente abstrato é porque você paga pela abstração na desempenho. É um comércio de troca”, afirma.

E não somente por desempenho. Desenvolvedores também precisam escrever aplicações nativas que se aproximam do acesso do hardware e o middleware para razões de tamanho e controle, embora Meadow não veja o acesso ao hardware como o maior problema.

Mas onde exatamente está o problema para usuários corporativos e finais que precisam melhorar as aplicações de rede do iPhone?

Infelizmente, é difícil dizer quais serão as limitações de software do iPhone. A Apple quer que o equipamento seja um bom sistema de jogos móveis para uso de milhões que esperam horas no aeroporto (os brasileiros que o digam), está endereçado o problema de como fazer os desenvolvedores criarem aplicações nativas tanto para o hardware quanto para o middleware.

Também nos negócios, os celulares são normalmente usados com softwares customizados, como um código de barras e leitores RFID. “Você não pode fazer isso com uma interface de browser”, afirma Jerry Panagrossi, vice-presidente de operações nos EUA para Symbian. “Você precisa de alguma coisa mais profunda que podem falar com o middleware da IBM ou com a Oracle usando APIs para experiências ricas”.

Ready, da MontaVista, acredita que o ambiente de desenvolvimento é tão simples quanto possível vai facilitar a maior média de aplicações. Em relação às capacidades daquelas aplicações, Ready diz, “existem limites, mas às vezes está tudo bem existirem limitações”.

Computer World – 14/06/2007


Oi espera atrair outras operadoras para serviço de compras pelo celular
A Oi, que criou a Paggo para permitir a utilização do celular como meio de pagamento, espera atrair outras operadoras para o modelo, hoje só possível entre dois celulares da própria companhia. Dessa forma, o sistema, que faz do chip do celular um terminal POS móvel, poderá permitir transações entre celulares Oi e Vivo, TIM ou Claro, por exemplo.

Segundo Leonardo Caetano, responsável pela operação do Oi Paggo, "a intenção da Oi não é ser exclusiva, mas sim, a pioneira", disse o executivo, em painel no CIAB 2007. Ele acredita que "em breve as demais operadoras vão perceber o potencial dessa aplicação e a possibilidade de trazer novos usuários ao segmento de crédito".

Depois de pilotos na região Nordeste, o Oi Paggo foi lançado comercialmente em fevereiro deste ano, apenas na capital Rio de Janeiro. Segundo Caetano, hoje o serviço tem 115 mil usuários - dos quais 61% com celular pré-pago - e 9 mil estabelecimentos comerciais cadastrados, das áreas de vestuário, saúde, eletroeletrônicos, alimentação e veículos.

"Até julho ou agosto deveremos fazer a extensão do serviço para todos os 16 estados em que a Oi atua", afirmou Caetano, citando a região que engloba todos os estados do Nordeste, Rio de Janeiro e parte da região Norte.

Para atrair tanto o consumidor como o lojista, o sistema da Oi não tem custo mensal de aluguel para o estabelecimento, não cobra SMS para nenhum dos lados e tem taxa de administração menor que as tradicionais, além de garantir a mobilidade da transação.

Computer World – 15/06/2007



Oi acredita que venda da Telemig seja definida nas próximas 4 semanas
A Oi, marca adotada pelo grupo Telemar em todos os seus serviços, admitiu que visitou o data room da Telemig Celular montado pelo Merrill Lynch, banco contratado para coordenar a operação de venda da companhia e da Amazônmia Celular, ambas hoje controladas pelo Citigroup e fundos de pensão.

Luiz Eduardo Falco, presidente da Oi, afirmou que a companhia "estuda essa aquisição como olharia qualquer outro ativo" disponível para venda. Segundo ele, não só a Oi, mas "todos" os seus concorrentes estiveram avaliando os números da Telemig no data room.

Falco afirmou que o valor das ações coloca a aquisição no patamar de 1 bilhão de dólares e disse acreditar que o processo está dentro do prazo. "Não se vende um ativo de 1 bilhão de dólares em cinco dias", afirmou aos jornalistas, após participar de debate no CIAB 2007.

Falco acredita que a venda esteja concluída em "cerca de quatro semanas", mas lembrou que isso é responsabilidade do Merrill Lynch, contratado em janeiro para assessorar o processo de venda.

A demora no processo, que se arrastou nos últimos anos em função da disputa entre o Opportunity e os demais sócios, pode ter feito com que alguns dos interessados perdessem o interesse na compra. Em 2006 o Citigroup e os fundos de pensão conseguiram afastar o Opportunity da gestão das companhias e só a partir desse momento puderam assumir o controle e preparar as operadoras para a venda.

A Claro, por exemplo, que sempre foi cotada como uma das interessadas, hoje já tem rede própria em Minas Gerais, apesar da estréia naquele estado ter sido atrasada por disputas judiciais com a própria Telemig.

A venda terá de ser feita em conjunto com a Amazônia Celular, um ativo que também pode não despertar muito interesse das demais operadoras, já que é uma região de renda per capita não muito alta - os estados da região Norte _ onde atuam quatro operadoras (TIM, Vivo, Oi e a própria Amazônia).

Computer World – 15/06/2007