13/11/2007

GERAL

Intel alcança novo patamar na miniaturização de chips

O maior construtor do mundo de semicondutores começa a distribuir os 16 microprocessadores, os quais usam novos materiais para conter perdas de energia, destinados a servidores e computadores pessoais para jogos de alta gama.
Os microprocessadores mais complexos hoje lançados têm 820 milhões de transistores, comparados com os 582 milhões de transístores nos mesmos chips construídos usando a actual tecnologia padrão.

Os primeiros chips da Intel, introduzidos no início dos anos 70, tinham apenas 2.300 transistores.

Esta nova tecnologia permite gravar linhas cada vez mais pequenas, tendo cada novo chip uma média de 45 nanómetros, quando os geradores anteriores tinham comparado com os 65.

Um nanómetro é equivalente a uma milionésima parte do milímetro, por exemplo um cabelo humano tem um diâmetro de cerca de 80.000 nanómetros.

Os circuitos mais pequenos permitem colocar mais transístores na mesma lâmina de silicone, o que acelera o desempenho e diminui os custos de produção.

Os transistores nos novos chips são tão pequenos que mais de 30 milhões deles caberiam na cabeça de um alfinete.

Com transistores mais pequenos, a sua quantidade é maior, o processamento de dados é mais rápido e consomem menor quantidade de energia.

Os novos materiais usados pela empresa nos chips ajudam a resolver o problema das perdas de electricidade à medida que os circuitos ficam mais pequenos.

Quanto maior é a perda de electricidade, mais energia é necessária para alimentar o chip, levando ao condicionamento da autonomia dos portáteis.

O lançamento de hoje inclui chips para servidores de 2 a 3.2 gigahertz para os modelos quad-core, os quais têm quatro processadores.

A velocidade relógio para os modelos dual-core, os quais têm dois processadores, vai até aos 3.4 gigahertz.

Os chips para servidores vão ser vendidos desde 120 a 871 euros em quantidades de 1.000, enquanto que os chips para jogos custarão 680 euros nas mesmas quantidades.

Dinheiro Digital – 12/11/2007

Wall Street fecha no vermelho com nova queda das ações de tecnologia

Os principais índices acionários de Wall Street tornaram a fechar no vermelho, novamente sob as preocupações com o impacto da crise no mercado de crédito sobre a economia real americana.

Além desse fator, que prejudicou papéis de bancos e de varejistas, o aviso da fabricante de chips para telefones móveis Qualcomm juntou-se ao quadro pessimista. A empresa disse ontem que questões legais e um aumento da concorrência devem fazer com que os resultados de 2008 fiquem abaixo das expectativas do mercado. Suas ações fecharam hoje com queda de 4,2%.

A notícia da Qualcomm, somada à previsão desapontadora de receita trimestral informada ontem pela Cisco (que caiu 3,5%), levaram o índice Nasdaq das ações de tecnologia a recuar 2,5% hoje, para 2.627 pontos. O indicador perdeu mais de 5% na semana. Outros papéis do setor também recuaram, como os do Google (-4,3%) e da IBM (-5,5%).

O Dow Jones das 30 principais ações da bolsa caiu 1,7%, aos 13.042 pontos, e o SP 500 declinou 1,4%, para 1.453 pontos. A preocupação com o nível de crescimento econômico americano fez cair ações de todos os tipos, como Boeing (-2,1%), Caterpillar (-2,8%) e 3M (-4%).

O Globo – 09/11/2007

Bolsas nova-iorquinas abrem em baixa

O índice Dow Jones indicava queda de 0,08%, para cotar 13.032,3 pontos, com a IBM a registar ganhos depois de anunciar um acordo para aquisição da canadiana Cognos.
Na bolsa Nasdaq, oíndice Composite mostrava descida de 0,44%, face ao fecho de sexta-feira, marcando nos 2.616,44 pontos. Depois de abrir em terreno negativo, o índice Dow Jones inverteu a tendência e, menos de 10 minutos depois do arranque de operação, já mostra ganhos de 0,2%.

Além da subida da IBM e da Cognos, juntamente com a Intel – que anuncio a comercialização de um novo microchip, mais pequeno e com maior capacidade de poupança de energia, o mercado tecnológico reage a notícias que indicam a falência da E*Trade (sector financeiro), cujo título desliza perto de 45% no arranque da sessão.

Também em foco estava o mercado petrolífero. Contrariando as expectativas de alcançar o recorde de 100 dólares/barril, a referência Nymex segue a negociar em redor dos 94,2 dólares nesta altura.

Dinheiro Digital – 12/11/2007

Cisco tem alta de dois dígitos nas vendas do 1º trimestre de seu novo ano fiscal

A Cisco acaba de divulgar seu resultado financeiro do primeiro trimestre do ano fiscal 2008, encerrado no último dia 27 de outubro. O faturamento da gigante de rede cresceu 17%, ficando em 9,6 bilhões de dólares, ante os 8,2 bilhões de dólares registrados no mesmo período no ano anterior. O lucro da empresa também cresceu bastante, mais de 37%, saltando de 1,6 bilhões de dólares para 2,2 bilhões de dólares. Os resultados significaram ganhos de 35 centavos de dólar por ação, sobre 26 centavos de dólar registrados no mesmo período do ano anterior.

Em nota oficial, o chairman e CEO da Cisco, John Chambers, citou “atuação balanceada por toda a companhia”. O executivo apontou um grande futuro para a empresa graças à segunda onda de investimento da internet apostando em conteúdo multimídia e em tecnlogias de Web 2.0. O maior fornecedor de roteadores para o núcleo da internet e para empresas, a corporação californiana sempre ganha quando o tráfego IP cresce.

O faturamento da Cisco superou as expectativas de analistas financeiros. Em teleconferência, Chambers disse que o crescimento na venda de roteadores para operadoras de telefonia foi o ponto alto do trimestre. O faturamento com os roteadores high-end cresceram em 28%, incensados pela demanda por IPTV e outras aplicacões de vídeo. A receita com switching cresceru 8%, provavelmente pela espera das empresas para que as linhas Catalyst 6500 e 4500 lines fossem atualizadas, defendeu Chambers.

A maior fraqueza, citou Chambers, foi o mercado corporativo nos EUA, no qual o número de pedidos cresceu em apenas um dígito. A fragilidade chega, em parte, das tendências da economia no país, com a queda nos pedidos de setores como finanças e automotivo. A expectativa da companhia é que o crescimento nos EUA seja pequeno.

Mesmo assim, defendeu o executivo, os problemas dos EUA têm pouca probabilidade de refrear a economia e a globalização está ajudando o crescimento das companhias nos EUA. Entre as maiores contas da Cisco, quase 60% dos pedidos é para implementação fora do país, enquanto anos atrás esse valor era próximo de 45%.

De qualquer maneira, as ações da empresa no after-hours foram atingidas pela preocupação dos investidores com as consequências da fragilidade da economia dos EUA. As ações da empresa cairam 3,02 dólares, fechando a 29,74 dólares.

Chambers destacou a estratégia da empresa em mercados emergentes, apontando alta de quase 30% nesta região. Investindo pesado na India, a Cisco planeja repetir a estratégia na China.

“Se eu disser que estou empolgado, ainda é pouco”, disse.

Para o segundo trimestre, a Cisco espera alta de faturamento em 16%.

ComputerWorld – 09/11/2007

AUTOMOTIVO

Produção de veículos aumenta 18,3% no mês em outubro e 31,6% ante 2006, diz Anfavea

As montadoras instaladas no país produziram 299,3 mil veículos em outubro, o que representa elevação de 31,6% na comparação com o mesmo mês de 2006, quando foram produzidas 227,4 mil unidades.

Na comparação com setembro, quando a marca foi de 252,9 mil unidades, houve alta de 18,3% na produção. A informação foi divulgada nesta manhã pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

No período de janeiro a outubro, a produção acumulada de veículos no país totalizou 2,48 milhões de unidades, com crescimento de 12,8% em relação aos 2,20 milhões de unidades fabricadas no mesmo período do ano passado.

De acordo com a Anfavea, a produção de outubro foi composta por 281,289 mil automóveis e comerciais leves, 14.323 caminhões e 3.639 ônibus.

Valor Online – 09/11/2007

Anfavea admite CAOA/Hyundai

Nos próximos meses a Anfavea somará aos volumes nacionais de vendas, produção e exportação de veículos os números da Hyundai-CAOA Montadora de Veículos S. A. A primeira fábrica brasileira de veículos coreanos foi inaugurada em abril de 2007 e receberá investimento de R$ 1,2 bilhão até 2010, de acordo informações da CAOA. Com a pretensão de montar um segundo veículo a partir do ano que vem, anuncia novas contratações para ampliar a produção local.

Auditores da Hyundai estiveram em maio no Brasil para fazer as certificações de qualidade da produção. Informa-se que a unidade de Anápolis, GO, alcançou 99,7% de satisfação da matriz.

Em abril a festa de inauguração não permitiu visita à linha de produção, mas a direção da empresa garante que a produção do HR teve início imediato. Alguns de seus fornecedores, contudo, contrariam a informação, afirmando que as entregas começaram só em outubro. É o caso dos vidros, por exemplo. Manuel Corrêa Neto, diretor geral da Saint-Gobain Sekurit, diz que “como já somos parceiros na Coréia foi mais fácil, pois os moldes da versão brasileira são os mesmos da versão coreana”.

Ainda há, nas concessionárias Hyundai, modelos importados do HR. Isso porque, segundo a montadora, a demanda ainda é maior do que a capacidade de produção em Anápolis. Atualmente são montados 30 unidades/dia, e até o fim do ano o volume total deve somar 3,5 mil. Os dados da Fenabrave dão conta de quase 3 mil HR vendidas de janeiro a outubro.

O início da produção do segundo modelo, o utilitário esportivo Tucson, está agendado para o primeiro semestre de 2008. Para isso serão necessárias mais contratações e até dezembro o quadro de funcionários deve crescer 60%, para 480 pessoas, trabalhando sempre em um turno. Mas os planos são audaciosos: até 2010, quando a fábrica poderá estar operando em plena capacidade, Hyundai-CAOA promete quadro de 6 mil empregos diretos.

Informações sobre as outras áreas da produção, como pintura e estamparia, não são pormenorizadas. O que se sabe é que nenhuma peça é estampada por terceiros e que o setor de pintura de pequenos componentes está em fase de construção.

Para ser associada à Anfavea a empresa candidata deve demonstrar seu processo produtivo básico, que inclui a área de pintura. A filiação foi concedida seis meses depois de feito o pedido e depois de passar pelo crivo de diretores da entidade, que analisaram e atestaram seus processos.

AutoData – 09/11/2007

Autopeças têm déficit após 5 anos

A indústria de autopeças deverá registrar este ano o primeiro saldo comercial negativo desde 2002. Em sua segunda revisão, feita em outubro, o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) estima que o déficit na balança comercial atinja US$ 100 milhões. O saldo negativo, segundo o Sindipeças, é resultado do crescimento de 32,8% das importações, que devem passar de US$ 6,78 bilhões em 2006 para US$ 9 bilhões. Já as exportações também terão um crescimento, mas em um percentual bem inferior, 1,6%, passando de US$ 8,76 para US$ 8,9 bilhões.

Gazeta Mercantil – 12/11/2007

General Motors volta a defender IPI único

Apoiada no crescimento das vendas de automóveis mais caros, um efeito recente do crédito fácil, a General Motors volta a defender a unificação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Polêmica antiga, a idéia de acabar com o benefício fiscal para carros populares não é, no entanto, consenso entre os fabricantes de veículos. A demanda de carros com motor 1.0, também chamados de populares, está, de fato, caindo. A participação dessa categoria no total de vendas de zero-quilômetro, que há cinco anos era de 66,7%, está hoje em 54,7%. Parte do desinteresse de uma parcela dos brasileiros pelo veículo com motor 1.0 vem da decisão estratégica de algumas empresas da indústria automobilística de começar a produzir carros com motor 1.4. Isso começou a trazer um ligeiro aumento de potência no veículo a um custo baixo para o consumidor. Esse custo mais baixo se torna ainda mais leve quando diluído nos longos financiamentos oferecidos no mercado hoje.

Valor Econômico – 12/11/2007

Brasil chega a 4 milhões de carros flexíveis em combustível

No final de setembro último, a indústria automobilística alcançou a marca importante de quatro milhões de veículos com motores flex em apenas quatro anos e seis meses. Nos 15 anos em que os carros a álcool foram fabricados, o acumulado ultrapassou ligeiramente 5 milhões de unidades. Portanto, em menos de seis meses os flexíveis álcool-gasolina vão superar toda a produção de veículos a álcool puro, dos quais cerca de 2 milhões ainda rodam. E, até o final de 2008, a frota brasileira vai ultrapassar a de veículos flex dos EUA, por enquanto a maior do mundo.

Automóveis com motores que consomem álcool e/ou gasolina foram lançados em 1991, nos EUA. Na realidade, surgiram apenas para contornar uma exigência do governo americano. A fim de continuar a vender carros com grande sede por gasolina, os fabricantes deveriam compensar, lançando outros que consumissem combustíveis alternativos. Como não havia uma rede nacional de postos com bombas de álcool (etanol), quase todos esses carros acabaram consumindo mesmo só gasolina. A indústria fez a sua parte, enquanto o governo levou 15 anos para começar a estimular o álcool obtido a partir do milho, no cinturão agrícola do meio-oeste do país. No ano passado, o volume de etanol destilado nos EUA foi superior ao obtido aqui.

O início de tudo

No Brasil o governo federal lançou o Proálcool em novembro de 1975, em resposta à primeira crise do petróleo, de 1973. Na realidade, meio século antes (1925) se testavam motores a álcool puro nos automóveis. Durante a II Guerra Mundial (1939-1945) era comum, principalmente no Nordeste, carros rodarem com 40% de etanol misturado à gasolina.

O Centro Tecnológico Aeroespacial já havia desenvolvido, em 1974, o primeiro motor a álcool moderno com a equipe liderada pelo engenheiro Urbano Stumpf. O automóvel escolhido: um Dodge 1800. Os quatro fabricantes de então partiram para desenvolvimentos próprios. Em 1979, a Fiat homologou o 147 movido a álcool e recebeu autorização para vendê-lo a frotas governamentais.

Esse grande momento da indústria demonstrava a vontade de inovar, mesmo que a reboque do governo, em reação às dificuldades externas do país. Em meados dos anos 1980, os motores a álcool puro estavam em 96% dos automóveis vendidos, restando apenas 4% para a gasolina. Por erro de avaliação do governo, o combustível vegetal praticamente desapareceu no início da segunda metade dos anos 1990, restando-lhe o papel de adição à gasolina na proporção de até 25%.

Em 1994, após a crise de escassez que levaria ao fim os carros movidos a combustível vegetal, a Bosch apresentou um Chevrolet Omega com motor flex. O sistema, no entanto, era lento para reconhecer se havia gasolina ou álcool no tanque e caro, além de durar pouco. Basicamente era o mesmo desenvolvimento das Três Grandes americanas. Depois de três anos nenhum fabricante se interessou e o projeto, abandonado.

Flex chega para vencer

A indústria de autopeças — Magneti Marelli e Bosch, inicialmente — foi a principal responsável por resgatar o interesse pelo álcool com os motores flex. Em 2003, surgiu o primeiro bem evoluído: VW Gol, de 1.600 cm³. Utilizava um sensor de oxigênio já existente em todos os carros e um poderoso software da Magneti Marelli de gerenciamento quase instantâneo, capaz de lidar com álcool, gasolina ou qualquer proporção entre os dois combustíveis. Na realidade, fornecedores como a Bosch e, pouco mais tarde Delphi, também dominavam essa tecnologia e passaram a oferecê-la a todos os fabricantes. Até as marcas francesas e japonesas, sem tradição no uso de combustível renovável, renderam-se às pressões de mercado.

O resultado é o que se vê hoje. Concorrentes das Quatro Grandes (Fiat, Ford, GM e Volkswagen) tiveram que correr atrás para descontar a diferença, mesmo sem nenhuma experiência prévia com etanol. Em setembro último, 86% dos automóveis e comerciais leves comercializados no país tinham motor flex; 8% apenas, gasolina e 4%, diesel. Cerca de dois terços dessa nova frota roda em regiões onde o álcool custa menos de 70% do que a gasolina, garantindo economia no custo/km rodado.

O passo seguinte, no âmbito técnico, é a eliminação do tanquinho de gasolina, ainda utilizado para a primeira partida do motor em dias frios. Até 2009, pré-aquecimento do álcool e estratégias de software do módulo de controle central vão dispensar o último tênue vínculo com o derivado do petróleo. Os motores partirão a até 5° Celsius abaixo de zero (alguns fabricantes especificam até 10° Celsius negativos).

Web Motors – 09/11/2007

CONSUMER

Governo negocia a compra 2,5 milhões de notebooks

Representantes do governo e da indústria se reuniram nesta sexta-feira (09/11) em São Paulo, para debaterem a possibilidade de produção de um notebook para atender às necessidades de professores do Ensino Básico. O governo deseja adquirir uma máquina cujo o preço não ultrapasse R$ 1 mil. Em contrapartida, acena com a possibilidade de comprar ao longo dos próximos anos, um volume estimado em 2,5 milhões de notebooks.

A reunião entre governo e indústria durou toda a tarde desta sexta-feira. Os técnicos do governo apresentaram as linhas gerais do projeto para os fabricantes. Estavam presentes diretores de empresas fabricantes de computadores e os Assessores Especiais da Presidência da República, José Luiz Aquino e Nelson Fugimoto, da Sepin, Adalberto Barbosa, além de Vinícios Ferreira e Geraldo Figueiredo Neto, ambos do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio exterior.

Este foi o segundo contato da indústria com o governo para discutir a fabricação dos notebooks. O governo recuou da sua decisão inicial de comprar os notebooks populares que foram desenvolvidos pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology), pela Intel e pela indiana Encore. O processo de compras desses equipamentos, por sinal, está atrasado. O governo previa lançar o edital em outubro.

A mudança de planos foi em função de o Ministério da Educação desejar uma máquina mais robusta para os professores. No encontro desta sexta-feira, na capital paulista, não foi fechado nenhum acordo, mas ficou agenda a realização de um novo encontro, em dezembro.

Os fabricantes apenas disseram gostar da idéia do governo e garantiram que irão estudar fórmulas para atender aos requisitos de preço e técnicos. Na proposta que deverá ser apresentada na próxima reunião, os fabricantes deverão pedir algum tipo de medida compensatória, como desoneração da carga tributária, o que baratearia o custo de produção. Essa medida seria além da já adotada pelo governo - a desoneração da alíquota de PIS/Cofins - 9,25%.

Convergência Digital – 09/11/2007

LG lança novo notebook no Brasil

A LG lançou no Brasil o notebook R500, equipado com a plataforma Santa Rosa, da Intel. O aparelho tem um poder maior de processamento de dados, menor consumo de energia, mais velocidade no acesso wireless e de inicialização. O equipamento é o único do mercado com conexão HDMI, Intel Turbo Memory de 1GB e interface gráfica de última geração (nVidia).

Com tela de 15 polegadas, o lançamento da LG possui memória RAM de 2GB, HD de 160GB, memória de 2GB, webcam e processador Core2Duo. O sistema operacional é o Windows Vista Home Premium. O acabamento do R500, em azul, foi inspirado no sucesso da Black Label Series.

"O R500 faz parte da estratégia da LG em posicionar a marca no País como detentora de tecnologia de ponta associada a um design diferenciado. A novidade chega ao mercado brasileiro para reforçar a linha da empresa, que já tem a marca conhecida neste mercado como sinônimo de produtos top de linha", explica, em nota, a gerente de produto da área de informática, Patrícia Moraes. O modelo chega ao Brasil com o preço médio sugerido de R$ 7.999.

Gazeta – 09/11/2007

TV Digital: conversor será importado

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, vai levar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta segundafeira, proposta para que o governo brasileiro abra as importações - da China, por exemplo - do set-topbox (conversor que permitirá que as TVs convencionais recebam o sinal digital) da China. Segundo o ministro, essa será a única maneira de baixar o preço do produto, uma vez que as empresas instaladas no país não demonstraram interesse em fabricar o aparelho a custo baixo.

"O nosso conversor tem que vir da China", diz. A proposta também prevê o financiamento dos aparelhos. O ministro acrescenta que, para chegar barato ao consumidor brasileiro, o produto terá que ser importado via Manaus, onde há incentivos fiscais, como redução de 85% no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). De acordo com Hélio Costa, os conversores fabricados na China custam US$ 64 (cerca de R$ 115).

Contando com o frete e a margem de lucro, ele acredita que o set-top-box possa ser vendido no Brasil a R$ 200. "As grandes empresas do setor de eletroeletrônicos sinalizaram que não pretendem produzir o conversor isoladamente. Preferem vender a TV já com a tecnologia digital, pois assim poderão agregar maior valor à mercadoria. Por isso é que, se forem fabricar o conversor isoladamente, colocarão preços altos", diz.

Segundo o ministro, até meados de 2009, um ano e meio depois da estréia do sistema, 1,5 milhão de conversores devem estar funcionando na cidade de São Paulo, onde a nova tecnologia chegará primeiro. Nos três primeiros anos de funcionamento da TV digital no Brasil, a venda dos equipamentos deve movimentar cerca de R$ 10 bilhões no país. O preço do conversor é a grande incógnita para a implantação da TV digital no Brasil.

Quando o modelo foi definido, em junho de 2006, a expectativa era de que o produto fosse vendido por cerca de R$ 100. Este ano, o Ministério das Comunicações passou a trabalhar com valores entre R$ 150 e R$ 200 e, na última semana, o ministro estimou em R$ 500 o preço do equipamento fabricado no país. A Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) estima que a caixinha conversora custe, em média, R$ 700.

BH vai ser das primeiras
A TV digital estará em todo o país até 2013. Depois de São Paulo, as próximas cidades a receber a tecnologia serão Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Brasília e uma capital nordestina, onde as transmissões experimentais começarão em janeiro de 2008. As transmissões comerciais nessas cidades devem começar até meados do próximo ano, segundo o secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Roberto Pinto Martins. Depois, o serviço deve se expandir gradativamente pelo Brasil.

O modelo dos testes deve ser o mesmo que foi adotado em São Paulo. A data de início das transmissões comerciais foi determinada pelo governo e cada emissora teve a liberdade de testar a transmissão por quanto tempo achou necessário antes do início oficial. Os testes foram realizados em diversos pontos da cidade e com dispositivos móveis, para avaliar a recepção na área completa. Houve também transmissões públicas, como as que aconteceram durante o Pan-Americano.

Martins explica que, durante a fase experimental, as emissoras têm a liberdade de interromper a transmissão, o que não é permitido depois da entrada comercial do sistema. Em cidades com relevo acidentado ou com muitos prédios, a transmissão deve ser mais difícil, mas os resultados tendem a ser melhores.

"Em Belo Horizonte, temos os dois casos. Mas, quanto mais desfavorável a geografia, maiores as melhorias", afirma. O início da transmissão em São Paulo deve ser marcado por uma grande festa, organizada pelas emissoras.

O Tempo – 11/11/2007

Positivo Informática registra venda de 940,8 mil PCs e Receita Bruta de R$ 1,4 bilhão nos nove primeiros meses de 2007

A Positivo Informática S.A. (Bovespa: POSI3), maior fabricante de computadores do Brasil e líder no segmento de tecnologia educacional, registrou recorde de vendas de 940,8 mil PCs nos primeiros nove meses de 2007 – um crescimento de 76,6% em relação ao mesmo período de 2006. Neste ano, a Positivo Informática já vendeu 106,1 mil PCs a mais do que em todo o ano passado. No acumulado do ano, as vendas de notebooks se destacaram, respondendo por 133,1 mil unidades, um crescimento de 505,0% em relação aos três primeiros trimestres de 2006. A receita bruta totalizou R$ 1,4 bilhão de janeiro a setembro de 2007, sendo o segmento de Hardware responsável por 97,2% desse valor.

O terceiro trimestre de 2007 registrou 309,1 mil computadores vendidos, aumento de 80,4% em relação ao mesmo período de 2006. A forte expansão dos notebooks fez com que esse produto representasse 17,0% das vendas de PCs e 23,9% da receita bruta de Hardware no período. No terceiro trimestre do ano passado, notebooks representaram 7,2% das unidades vendidas.

O EBITDA ajustado do terceiro trimestre foi 95,1% superior ao do mesmo período do ano passado, totalizando R$ 62,7 milhões. A margem EBITDA ajustada foi de 16,2%, com aumento de 3,4 p.p. em relação ao terceiro trimestre do ano passado. O lucro líquido ajustado totalizou R$ 58,7 milhões entre julho e setembro de 2007, apresentando aumento de 92,5% em relação à igual período de 2006.

O expressivo crescimento das vendas da Positivo Informática é decorrente do bom posicionamento e forte atuação junto ao canal de varejo, que responde por 89,4% das vendas da companhia no terceiro trimestre deste ano Este canal tem sido o principal financiador das classes de renda mais baixas, que têm conseguido comprar seu primeiro PC. O preço médio do computador caiu 49,1% desde o início de 2004. A empresa investe continuamente no fortalecimento de sua marca nesse canal, seja através da concepção de produtos de qualidade que atendam às necessidades e desejos do consumidor brasileiro, ou através de ações de trade marketing junto aos 6.500 pontos de vendas do varejo, onde os computadores Positivo estão presentes.

Outro destaque é o fortalecimento da Positivo Informática em estados em que a penetração de PCs está entre as mais baixas do país, como os das regiões Norte e Nordeste, onde a marca Positivo já está presente em 80% de seus maiores varejistas. A penetração de PCs é cerca de 9% nessas regiões, aproximadamente um terço da penetração das regiões Sul e Sudeste.

A forte presença no varejo e uma dinâmica estratégia de marketing estão consolidando a Positivo Informática como a principal marca de fabricantes de computador no Brasil: pelo segundo ano consecutivo, a marca Positivo foi eleita a mais reconhecida entre os consumidores pela pesquisa Top of Mind da Folha de S.Paulo de 2007, ficando 150% acima da segunda fabricante de PCs do ranking em número de citações.

A história da Positivo Informática tem sido marcada por uma gestão empreendedora. Em uma nova iniciativa, a empresa anunciou no mês passado a constituição da Positivo Informática da Amazônia Ltda., com o objetivo de cuidar da produção de conversores para TV Digital (set top boxes) e de PCs em Manaus. A empresa também anunciou que iniciará a montagem de placas-mãe e monitores nas cidades de Curitiba e Ilhéus, respectivamente.

Novas Iniciativas em Tecnologia Educacional - Inovação e qualidade são também constantes na área de Tecnologia Educacional. Nos últimos meses, a Positivo Informática lançou a “Escola do Século XXI”, um conjunto único de produtos e serviços que integra o que há de mais moderno em tecnologia educacional. Ao invés de vender ferramentas isoladas, a empresa oferece uma solução completa incluindo desde mesas educacionais, softwares e lousas interativas até portais educacionais e serviços de capacitação e treinamento de professores.

A Positivo Informática também tem sido pioneira no conceito de “um computador por aluno” no País. A empresa participa com o Positivo Classmate PC de projetos-piloto no Colégio Porto Seguro de São Paulo, no Instituto Gay Lussac do Rio de Janeiro, e na Fundação Bradesco de Campinas.

Sobre a Positivo Informática - Criada em 1989, a Positivo Informática (Bovespa: POSI3) tem presença nacional e internacional, oferecendo as mais avançadas soluções de tecnologia, da fabricação de computadores ao desenvolvimento de ferramentas educacionais. A companhia atua com duas divisões de negócios: Hardware e Tecnologia Educacional. No portfólio da divisão de Hardware, a empresa oferece uma linha completa de microcomputadores - desktops e notebooks -, servidores e impressoras, sendo a líder nacional de mercado de computadores segundo a IDC (International Data Corporation) há 11 trimestres consecutivos. Para dar suporte a todas as suas atividades conta com uma rede de assistência técnica de 404 empresas licenciadas cobrindo a totalidade das cidades brasileiras, além da CRP – Central de Relacionamento Positivo. No segmento de Tecnologia Educacional, a Positivo Informática oferece soluções exclusivas como as mesas, softwares e portais educacionais, além de serviços de capacitação de professores e usuários, bem como suporte técnico.

Portal Fator Brasil – 09/11/2007

TV Digital: Gradiente apresenta receptor em parceria com a STMicroeletronics

A partir de uma parceria com a STMicroeletronics, fabricante de semicondutores e de chips para receptores do sinal de televisão digital (set up box), a Gradiente lança dois modelos de conversores do sinal.

De acordo com a empresa, o potencial do mercado é grande e durante o ano de 2008 meio milhão de unidades deverão ser vendidos. O ritmo deverá aumentar à medida que o sinal for enviado para mais cidades. No dia dois de dezembro, apenas a cidade de São Paulo receberá o sinal e, gradativamente, o restante dos municípios brasileiros.

A empresa com quem a Gradiente se associou, a STMicroelectronics, é especializada no desenvolvimento e fornecimento de soluções em semicondutores para aplicações em microeletrônica. O preço do produto anunciado em conjunto pelas duas companhias ainda não foi definido, mas deverá ficar entre 700 reais e 800 reais, conforme adiantou Moris Arditti anteriormente.

Mesmo com as turbulências financeiras enfrentadas em 2007, a Gradiente diz que está cumprindo a agenda de lançamento de produtos, que neste ano fica basicamente restrita à linha de televisão digital.

ComputerWorld – 12/11/2007

IDENTIFICATION

Brasil vai fabricar etiquetas RFID

A partir de 2008, o Brasil vai produzir etiquetas eletrônicas inteligentes – e também os sistemas destinados à sua leitura.

Toda a tecnologia dos chips, antenas e leitores RFID (Radio Frequency Identification) está sendo desenvolvida no Rio Grande do Sul, por meio de uma parceria entre a PUC-RS, a empresa Innalogics e o Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec).

Os protótipos dos chips RFID projetados no país foram fabricados na Alemanha e já estão sendo testados na própria PUC-RS e no Ceitec. A intenção é concluir os testes até o fim de outubro e, então, mandar construir as máscaras (espécie de molde), também na Alemanha.

Em 2008, quando a sala limpa que o Ceitec está montando estiver pronta, deverá ter início a produção dos chips – que vão receber as antenas de radiofreqüência. Também desenvolvidas no Brasil, essas antenas operam na freqüência de 915 MHz, que permite a leitura a até 4 metros de distância.

“Nosso foco principal são as aplicações na área logística”, afirma Fabiano Hessel, professor da Faculdade de Informática da PUC-RS e um dos coordenadores do projeto.

INFO Online – 11/11/2007

Sistema ferry-boat não tem a confiança da população

Único meio de transporte marítimo de passageiros regularizado pelo Estado da Bahia, o sistema ferry-boat inicia mais uma alta estação com embarcações com baixo índice de confiabilidade. Há seis ferries no sistema que podem ser utilizados pela população. No entanto, apenas três deles são classificados pela TWB, empresa concessionária há cerca de dois anos, como de alta confiabilidade para uso. Os demais, segundo o próprio presidente da empresa, Reinaldo Pinto, conferem segurança, mas podem apresentar alguma falha que impeça a saída.

Conforme ressalta, “a liberação para tráfego só acontece mediante a absoluta certeza de que não apresentará problemas”. A empresa já anunciou melhorias no sistema para os próximos meses e espera em dois anos oferecer serviço de alta qualidade para a população, com capacidade dobrada, conforto e disponibilidade de horários.

Nos últimos dois anos, nenhum ferry ficou à deriva no mar, entretanto, várias viagens foram canceladas e atrasadas, o que gerou tumulto e insatisfação nos terminais. As estatísticas apontam redução de mais de 30% no número de usuários nos últimos dez anos. Em 1996, cerca de 6 milhões de passageiros foram transportados. Em 2006, 4 milhões.

Os ferries de Salvador possuem mais de 30 anos de uso. O descrédito da população com relação ao sistema foi iniciado em 1996, quando houve a privatização e a Comab assumiu a gestão. Quando estatal, o sistema operava com oito ferries diariamente. Quem usa o sistema afirma que tem receio e pede melhorias. “As embarcações foram sucateadas e passaram a quebrar toda hora, chegamos ao caos e agora esperamos mudanças”, afirma o usuário Osvaldo Cruz, 57 anos. Há nove anos ele utiliza o ferry ao menos duas vezes por semana. “Viajo receoso”, diz.

A TWB promete que ainda este mês o ferry Maria Bethânia voltará à ativa, modernizado e com motores propulsores. Para este verão, há garantia da chegada de um ferry novo em janeiro, com maior velocidade e capacidade. O sistema também adotará, em dezembro, a bilhetagem eletrônica. Com o Smart Card TWB, as passagens poderão ser compradas pela internet ou em postos disponibilizados nos terminais de embarque.

AUMENTO – No entanto, os usuários também podem ser surpreendidos por um aumento da passagem. O contrato de concessão prevê reajustes anuais, o que ainda não aconteceu este ano. Para suprir o aumento da demanda na alta estação, o diretor-executivo da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia (Agerba), Antônio Lomanto Neto, garante que serão disponibilizados horários extras. “Basta haver solicitação do usuário”, diz. A partir de 20 de dezembro, a TWB diminuirá os intervalos de saída das embarcações.

Um segundo ferry novo entrará em operação em dezembro de 2008, segundo planos da TWB. Os dois equipamentos modernos vão operar com quatro motores e poderão ser movidos a diesel e gás natural. Eles terão maior potência e farão a travessia em cerca de 30 minutos – metade do tempo gasto atualmente. Os ferries atuais pesam em média 1.100 toneladas e gastam 280 litros de combustível por travessia. Os novos pesam 170 toneladas e consomem cerca de 60 litros de combustível.

Os ferries mais antigos passarão por troca de motores, e há expectativa de a TWB recuperar ao menos um milhão de usuários. Para este ano, a TWB confia ainda nos ferries Agenor Gordilho e Paraguaçu, que passaram por troca de peças recentemente. Os demais (Juracy Magalhães, Ipuaçu e Pinheiro) estão com equipamentos antigos e tendem a dar problemas com maior facilidade.

MANUTENÇÃO – Capitão-dos-portos, Maurício Groetaers Vianna garante que as embarcações do sitema ferry-boat são seguras. A capitania, responsável pela fiscalização, faz inspeções aleatórias diariamente, segundo ele explica. “Ser segura não impede que tenha algum problema devido à idade avançada. Mas são situações que não comprometem a viagem”, diz, para depois avisar: “É preciso que haja manutenção”.

A Tarde Online – 10/11/2007

INDUSTRIAL

Hardware puxa crescimento da Bematech no terceiro trimestre

A Bematech, empresa que fornece soluções completas para automação comercial, anuncia os resultados para o terceiro trimestre de 2007. A companhia apresentou aumento de 9,4% na receita líquida em relação ao mesmo período do ano passado, com resultado de R$ 62,7 milhões.

A companhia divulgou ainda EBITDA ajustado de R$ 13,6 milhões e margem EBITDA ajustada pelos incentivos fiscais e despesas não recorrentes de 21,7%. A receita operacional bruta atingiu R$ 75,3 milhões, o que significa um aumento de 9,8% em relação ao ano passado.

A Bematech continuou com um desempenho positivo em hardware no terceiro trimestre, setor no qual cresceu 19,3% em relação ao mesmo período do ano passado, aproveitando o bom momento do mercado varejista no Brasil e as oportunidades geradas a partir de atualizações e troca de parques instalados.

A produção de equipamentos atingiu novo recorde durante o terceiro trimestre de 2007, com a produção de 41,5 mil unidades.

Soluções completas

A venda de soluções completas atingiu R$ 7 milhões (11% do faturamento). A empresa está intensificando o foco na fidelização de revendas, no treinamento direcionado para a venda de soluções e na criação do conceito de exclusividade para os canais BOSS – Bematech One Stop Shop.

Convergência Digital – 08/11/2007

Star Soft reestrutura processos da Fundação Ford

Com o objetivo de integrar as áreas financeira e administrativa, incrementando os sistemas de folha de pagamento e contábil, por exemplo, a Fundação Ford, organização sem fins lucrativos, cujos objetivos são fortalecer os valores democráticos, reduzir a pobreza e a injustiça, redesenhou sua área de TI com a implantação da solução Star Soft Client Server, sistema que garante a estabilidade e segurança na transição de informações em um ambiente baseado em SQL Server 2000, desenvolvido pela Star Soft.

Com o envolvimento de 11 profissionais (cinco da Star Soft e seis da Fundação Ford), o projeto teve início em setembro de 2002 e sua implementação durou seis meses, por meio de cinco etapas.

B2B Magazine – 09/11/2007

TELECOM

Oi lança oferta de vídeo em multiplataformas

A Oi anunciou nesta quinta-feira (08/11) uma estratégia de oferta de vídeo em múltiplas plataformas, incluindo celular, IPTV, vídeo pela internet e TV a cabo.

A oferta de TV móvel é a primeira a estrear, em 19 de novembro, e inclui vídeo curtos para download e programação em tempo real (streaming) de nove canais, incluindo Cartoon, Discovery, Band, Play TV, ESPN, MTV e o canal Humanóides, com conteúdo feito especialmente para celular.

O serviço pode ser contratado por duas horas ou 24 horas corridas, com custos respectivos de 5,90 reais e 9,90 reais. Para acessá-lo, é necessário ter um aparelho compatível com redes EDGE. A operadora oferecendo seis modelos da Nokia, com preço a partir de 800 reais. Atualmente a cobertura da Oi para a tecnologia abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

A estratégia de TV da operadora prevê ainda a estréia dos serviços de oferta de vídeos on demand por IPTV e a oferta de vídeos pela web a partir do primeiro trimestre de 2008.

Assim como a Brasil Telecom, que recentemente anunciou a oferta de IPTV, a companhia deve driblar as restrições do seu contrato de concessão, que impedem as teles de oferecer broadcasting (programação contínua), apostando no modelo de vídeo sob demanda.

O modelo comercial vai consistir em uma assinatura que dará direito a uma determinada quantidade de horas de conteúdo que o assinante poderá acessar na TV, por meio de um decoder. A programação deve incluir filmes e programas da grade convencional de TV, alem de serviços associados à internet, como previsão do tempo ou informações sobre trânsito.

Segundo o presidente do Grupo Oi, Luiz Eduardo Falco, na maioria dos países – inclusive latino-americanos, como a Argentina – o número de assinantes de TV é igual aos de telefonia fixa, porém, no Brasil, a base de usuário de TV paga é de 4,5 milhões de assinantes. “Temos um mercado de 35 milhões de potenciais assinantes de TV para conquistar”, ele observou.

A operadora anunciou ainda que deve lançar em breve pacotes quadruple play (incluindo telefonia fixa, celular, internet e TV a cabo) nas regiões de Barbacena, Belo Horizonte, Poços de Caldas e Uberlândia, integrando suas ofertas aos serviços da Way TV, uma vez que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deu aval à compra da operadora de cabo mineira pela operadora de telefonia.

ComputerWorld – 09/11/2007

Qualcomm anuncia nova solução para internet móvel

A Qualcomm, criadora do padrão CDMA de telefonia celular, anunciou o lançamento de uma nova solução de internet móvel. A Gobi, desenvolvida para notebooks, permite acesso em movimento com altas velocidades, além do uso de tecnologias embutidas como GPS (Global Positioning System), para localização, isso sem falar no acesso sem fio padrão Wi-Fi.

A plataforma já está em processo de certificação para operar em redes CDMA2000 EVDO e UMTS/HSPA. Os notebooks dotados de Gobi devem chegar ao mercado, espera a Qualcomm, no segundo trimestre de 2008.

A solução Gobi virá sob a forma OEM de notebooks e inclui o chipset MDM 1000, da própria Qualcomm, software associado e API. Os produtos trarão suporte aos padrões 3GPP e 3GGP2.

O Globo – 09/11/2007

Vivo eleva investimentos no ano, com R$1 bi só no 4o trimestre

A Vivo, maior companhia de telefonia móvel do país, aumentou a previsão de investimentos para o ano de 1,7 bilhão de reais para até 1,9 bilhão de reais, dos quais cerca de 1 bilhão serão aplicados no quatro trimestre.

Segundo a área de finanças da empresa, os recursos serão alocados no pagamento da compra de licenças de telefonia móvel adquiridas no último leilão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Além disso, a Vivo pretende investir na ampliação da rede, tecnologia da informação e lançamento de produtos e serviços, como um telefone celular residencial que está sendo testado no Paraná e Santa Catarina com tarifa de chamada fixa.

Reuters – 09/11/2007

Assinantes GSM da Vivo superam 6,7 mi e representam 21,39% da base

Em seu balanço consolidado, a Vivo destaca que sua base total de clientes cresceu 9% sobre o terceiro trimestre de 2006 e 3,6% entre abril e junho do exercício corrente. Assim, as adições líquidas no trimestre somaram 1,079 milhão de clientes. Segundo a empresa, os clientes que optaram pela tecnologia GSM representam 77% das ativações totais no período, o que contribuiu para o crescimento da base de clientes. A receita média por assinante (ARPU, na sigla em inglês) atingiu R$ 30,8 no trimestre, alta de 7,31% sobre o ARPU de um ano atrás. Trata-se do maior número desde a conclusão da reestruturação societária da empresa, em fevereiro de 2006. Comparativamente ao segundo trimestre, quando a receita mensal por usuário foi de R$ 29,9, o resultado também é melhor. O dispêndio da Vivo para conquistar novos clientes (indicador conhecido por SAC no mercado) atingiu R$ 115 por assinante, decorrente do maior esforço de vendas. O valor está 9,5% acima dos R$ 105 pagos no ano passado e é 7,5% maior do que os R$ 107 empregados por assinante no segundo trimestre. Por outro lado, a empresa diz ter gasto menos com publicidade. O crescimento no trimestre também é resultado da estratégia de captação de clientes de alto valor, diz a empresa.

"A Vivo permaneceu com a estratégia de manter rígido controle sobre a sua base de clientes sem, entretanto, perder de vista a qualidade no atendimento e a manutenção de cobertura", diz a operadora móvel em seu demonstrativo financeiro.

Úlitmo Segundo – 09/11/2007

Telefónica e Deutsche Telekom levam iPhone para Europa

O grupo espanhol de telecomunicações Telefónica e o alemão Deutsche Telekom venderão a partir desta sexta-feira, no Reino Unido e na Alemanha, o iPhone, da Apple.

Por 400 euros, e um contrato de um mínimo de 50 euros ao mês, os residentes destes países serão os primeiros na Europa a poder usar legalmente o iPhone, escolhido como "A Invenção do Ano" pela revista americana "Time".

Desde que o telefone foi lançado nos Estados Unidos, em junho, alguns europeus compraram os aparelhos desbloqueados, para usá-los com qualquer operadora e em qualquer país.

A Apple confirmou na semana passada que 25% dos 1,4 milhão de iPhones vendidos até o momento foram alterados para que funcionem com outras operadoras de telefonia além da AT&T, com a qual o grupo tem um contrato de exclusividade nos Estados Unidos.

A Apple tentou frear a proliferação dos aparelhos desbloqueados com atualizações do sistema operacional e limitações às compras por pessoa.

O iPhone, que ainda não conta com tecnologia 3G, mas tem internet wi-fi, é também um iPod capaz de reproduzir canções e vídeos em uma tela sensível ao toque de 3,5 polegadas, e de armazenar oito gigabytes de informação.

O Globo – 09/11/2007

Terminais "Super 3G": Market share de 14% na AL

O estudo mundial da Informa Telecoms & Media revela que, daqui a cinco anos, cerca de 35% das vendas mundiais de aparelhos celulares serão para redes 3G de última geração (HSPA), que oferecem grande velocidade de downlink e uplink de dados. A evolução é considerada significativa. Isso porque este ano, por exemplo, esses terminais representam apenas 1,8% do total comercializado no mundo - 1.105 bi.

No levantamento, a Informa revela que o mercado da Ásia/Pacífico será o maior consumidor, mas adianta que, a América Latina, hoje, incipiente, terá pelo menos 14% do market share global em 2012, em função das operações de 3G que começam a ser ativadas na região. Um dado positivo para essas redes é que a maior parte já adotará a última geração de infra-estrutura e terminais.

Segundo ainda o estudo, mais de um bilhão de terminais móveis foram vendidos no primeiro trimestre de 2007. Expectativa é de que o ano termine com pouco mais de 1,105 bi de aparelhos comercializados mundialmente.

Expectativa é que, em 2012, os fabricantes comercializem 1,452 bi de aparelhos mundialmente, com uma CAGR (taxa anual de crescimento) de 5,6%. Desse total, a Informa prevê que 35% serão direcionados para os serviços "super 3G".

Convergência Digital – 12/11/2007