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12/06/2007
GERAL
Venda de semicondutores sofre redução.
As vendas mundiais de semicondutores totalizaram US$ 19,9 bilhões em abril,
uma queda de 2,1% em relação a março. Em comparação a abril de 2006, quando
o segmento atingiu US$ 19,6 bilhões, o volume foi 1,6% maior. Os dados são
da Associação da Indústria de Semicondutores (Semiconductor Industry
Association - SIA).
As vendas totais dos primeiros quatro meses de 2007 foram 3,7% maiores que
no mesmo período do ano passado. George Scalise, presidente da SIA, avalia
que a alta competitividade do mercado de semicondutores, em combinação com
uma média de preços de vendas em declínio, contribuíram para a queda
seqüencial dos últimos meses nas vendas globais de chips.
Scalise explica que alguns dos principais segmentos do mercado de
semicondutores - microprocessadores, DRAMs, e memórias NAND flas - estão
passando por um declínio maior na média de preços em relação às tendências
históricas, apesar do crescimento nas vendas unitárias. A média de preços
de microprocessadores tem sofrido forte pressão devido à concorrência no
último ano, como ficou evidenciado nos primeiros quatro meses de 2007.
Neste nicho, as receitas deste período caíram quase 2% em relação a 2006,
enquanto as vendas unitárias subiram 10%
IT Web – 08/06/2007

Samsung investe em construção de uma nova planta no PIM.
A Samsung Eletrônica da Amazônia está investindo R$ 25 milhões na
construção de uma nova planta no PIM (Pólo Industrial de Manaus). A outra
unidade fabril da organização terá dois andares e é considerada a maior
laje de fábrica no Estado do Amazonas, com 15 mil m². A partir de sua
inauguração, prevista para ocorrer neste semestre, serão gerados mais 500
empregos diretos.
A Sansung está investindo também na ampliação de sua atual fábrica, uma
área de produção de 3.000 m² com o objetivo de aumentar a cota de
participação da companhia no mercado de eletroeletrônicos. Com esses
recursos, a empresa coreana prevê um faturamento, em 2007, superior a U$
1,2 bilhão e a geração de mais de 2.000 empregos até o fim do ano.
Com a nova unidade, a empresa irá triplicar a fabricação dos produtos LCD
Monitor, Monitor CDT, TV De LCD, televisores de plasma e de tela plana,
além de DVD e MP3 Player. Após uma semana de funcionamento, os produtos
estarão a venda.
“Na nova empresa, continuaremos a produção de monitores e televisores,
inclusive Slim, que economiza muito espaço e tem boa aceitação no mercado”,
afirmou o gerente executivo, José Adriano Pereira. “Fabricamos MP3 e vamos
começar a produzir MP4 no próximo semestre”, completou.
O relatório da organização para este ano, cuja finalidade é elaborar os
investimentos da companhia no Pólo Industrial de Manaus, apontou que, em
2006, a Samsung obteve um faturamento de U$ 910 milhões.Atualmente, são
gerados 1.250 postos de trabalho diretos na unidade de Manaus.
Conforme o gerente, a empresa investe na qualidade de seus produtos, na
motivação de funcionários e na responsabilidade social. Pereira assegurou
que a Samsung é uma empresa ‘diferente, em nível de cuidado com o
trabalhador, com o produto e sua imagem’.
“A companhia também se preocupa com o desenvolvimento intelectual e
cultural do Estado, por isso está fazendo uma doação de 455 monitores de
computador de LCD e CDT para a Seduc (Secretaria de Estado da Educação), em
parceira do Instituto Ayrton Senna, onde são atendidas diariamente mais de
2.000 crianças e jovens”, disse o gerente executivo.
Logística é apontada como o maior empecilho do PIM
Como coordenador da subcâmara da indústria de informática -com reuniões
mensais realizadas pela Seplan (Secretaria Estadual de Planejamento)-,
Adriano Pereira salientou que a problemática da logística, tanto na
importação quanto na exportação de mercadorias, é um dos maiores empecilhos
das fábricas instaladas no Pólo Industrial de Manaus.
A solução apontada para sanar as dificuldades seria a inclusão das fábricas
no Recof (Regime Aduaneiro de Entreposto Industrial sobre Controle
Informatizado), um sistema aduaneiro, criado pelo governo federal, para
agilizar o processo de liberação de mercadoria para as empresas
exportadoras.
Segundo Pereira, organizações vendedoras de itens para outros países
precisam de habilidade e rapidez para ter maior competitividade. “Este
sistema é considerado pelos especialistas do setor como o melhor regime
aduaneiro do mundo, pois em nenhum lugar há um sistema igual a esse”,
comentou o gerente, ressaltando que o problema é a Receita Federal até a
presente data não autorizou nenhuma empresa do Estado do Amazonas a receber
este regime.
Regime aduaneiro
No Brasil, grandes organizações como Motorola, Samsung e IBM têm a
autorização, mas todas estas companhias estão sediadas em São Paulo.
Questionado pelo motivo da Samsung de Manaus não receber a liberação para
trabalhar com o novo regime, o gerente executivo da empresa foi enfático.
“Nós já pleiteamos isto no passado, mas o pedido da Nokia local foi
rejeitado e nós retiramos o nosso pedido”, assinalou Adriano Pereira
Espaço reduzido
Outras dificuldades em logística apontadas pelo gerente executivo da
Samsung na importação são os problemas dos portos, que não são suficientes
e têm pouco espaço para armazenagem de carga.
A situação é a mesma na exportação. Atualmente, em média, as empresas
locais demoram dois dias para levar um contêiner para seu destino. De
acordo com Adriano Pereira, no momento em que um baú é fechado e a nota
fiscal é entregue ao motorista, cerca de 48 horas depois a mercadoria sai
do porto.
Grupo vai levantar tempo gasto na liberação de carga
Para diminuir o tempo de liberação das mercadorias, Adriano Pereira propôs
ao titular da Seplan, Denis Minev, que se formasse um grupo, composto pela
Sefaz (Secretaria de Estado da Fazenda), Suframa (Superintendência da Zona
Franca de Manaus), a própria Seplan, as indústrias e as empresas de
transporte.
“O objetivo desta comissão é analisar todo o fluxo e mapeá-lo, para ver
ponto a ponto quanto tempo se gasta e tentar diminuir estes dois dias para
algo em torno de cinco ou seis horas”, assinalou Pereira.
Processo demorado
O coordenador da subcâmara da indústria explicou que após entregar a nota
fiscal para o motorista responsável pela carga, o mesmo tem de ir à
transportadora do caminhão para preparar a documentação e, enquanto isso,
pegar outras autorizações na Sefaz e na Receita Federal, até poder
despachar. Este processo inteiro demora dois dias.
“Fizemos uma otimização e já estamos com 19h, mas com muito trabalho,
pressionando bastante e mudando o que precisa mudar, mas o que nós queremos
é simplificar o processo, ser mais simples e mais rápido”, salientou o
gerente executivo. “Seria como fechar o caminhão, entregar a nota fiscal
para o motorista e dali ele vai para o porto”, completou.
Jornal do Commércio – 08/06/2007
Apesar da valorização do real frente ao dólar, as exportações brasileiras
cresceram 149,5% no período 2000 a 2006, superando U$ 130 bilhões. Esse
desempenho, porém, tende a arrefecer nos próximos anos caso os
investimentos em inovação não sejam impulsionados. O alerta foi feito pelo
diretor de estudos da produção tecnológica e inovação do Instituto de
Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), João Alberto De Negri, durante palestra
na 7ª Conferência Anpei de Inovação Tecnológica, que se encerrou nesta
quarta-feira (6/6) em Salvador.
De Negri apresentou os resultados de um estudo realizado pelo Ipea. Segundo
ele, trata-se de uma tentativa de entender o desempenho das exportações,
que não se pode explicar apenas por fatores macroeconômicos. “As
transformações que ocorreram na indústria brasileira a partir do final dos
anos 1980 estão muito longe de serem devidamente compreendidas”, disse ele.
“Essa pesquisa foi motivada pela necessidade de ajudar a compreender essas
transformações.”
Conforme explicou De Negri, o trabalho é uma análise do comércio
internacional sob o ponto de vista das firmas, com base no maior conjunto
de informações sobre empresas jamais reunido. Foram pesquisadas 25 mil
indústrias brasileiras com mais de 30 empregados, que juntas empregam 5
milhões de pessoas e representam 85% do faturamento total da indústria
brasileira e 98% das exportações industriais. Com esse levantamento, foi
possível explicar em parte o grande crescimento das exportações
brasileiras, apesar da valorização cambial. “O estudo mostra que a inovação
tecnológica é um dos fatores especialmente relevantes para explicar o
virtuoso crescimento das exportações brasileiras”, disse De Negri.
O trabalho do Ipea também deixou claro a importância da inovação para que
empresas que não exportam passem a exportar. “A inovação de produto para o
mercado aumenta na média 14,4 pontos percentuais a probabilidade das
potenciais exportadoras virem a exportar (a inovação de processo novo para
o mercado aumenta essa probabilidade em 8,9 pontos percentuais)”, explicou
De Negri. “Além disso, a inovação é um fator determinante da permanência
das empresas no mercado internacional, porque altera as condições iniciais
de entrada da empresa no comércio exterior. Outro dado importante é que os
ganhos de produtividade oriundos de efeitos de escala são maiores para as
empresas que inovam e diferenciam produto.”
TI Inside – 07/06/2007

USA Today aposta no Brasil.
Há duas semanas, o jornal americano USA Today noticiou: ´Saiam da frente,
Índia e China. O Brasil é o mais recente entre os países com economia
emergente a atrair grandes investimentos de companhias americanas de
tecnologia.´ Mais do que os investimentos enumerados pelo jornal, chama a
atenção a visibilidade internacional do País como jogador importante no
setor de tecnologia. A mudança de imagem se deve principalmente a dois
fatores: melhora dos indicadores macroeconômicos e expansão das vendas de
microcomputadores.
Segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), foram vendidos 7,4 milhões
de PCs no ano passado, um crescimento de 20% sobre 2005. Para este ano, a
previsão está em 8,6 milhões. A consultoria I.T. Data trabalha com uma
expectativa ainda mais ousada: os micros vendidos podem alcançar 10
milhões, ultrapassando, pela primeira vez, a venda de televisores. Em 2006,
o mercado brasileiro de computadores de mesa foi menor somente que o dos
Estados Unidos e o da China.
´O Brasil é um país-chave´, afirmou Lee Ray Massey, vice-presidente sênior
para as Américas do Grupo de Imagem e Impressão da HP, que visitou o País
na semana passada. ´Não posso falar pelo mercado americano de tecnologia,
mas, dentro da HP, há muito tempo reconhecemos isso.´ Em fevereiro, a
empresa comemorou a marca de 10 milhões de impressoras produzidas no
Brasil. A produção local começou em 1998. A HP Brasil é a única subsidiária
a fabricar modelos que também são produzidos na Ásia.
A matéria do USA Today citou a fábrica inaugurada no mês passado pela Dell
em Hortolândia (SP). ´O mercado brasileiro continua crescendo,
principalmente nos notebooks´, disse Fernando Loureiro, diretor de
Comunicação e Assuntos Corporativos da Dell. ´Michael Dell (presidente
mundial da empresa) já disse que o segundo bilhão de PCs do mundo virá dos
Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China).´
Loureiro defendeu que se aproveite o bom momento que o mercado brasileiro
atravessa para reduzir barreiras que ainda existem ao crescimento. Ele
defendeu uma flexibilização da Lei de Informática, com ampliação das
alternativas no cumprimento da exigência de conteúdo local e da capacidade
de as empresas decidirem onde aplicar os recursos de pesquisa e
desenvolvimento.
O mercado de PCs foi beneficiado pelo corte do PIS e da Cofins,
implementado no âmbito do Programa Computador para Todos, pela queda do
dólar frente ao real, pela ampliação do financiamento dos computadores e
pelos próprios ganhos de escala. O preço dos computadores caiu 50% desde
2004.
A venda de computadores portáteis no Brasil ainda é pequena. Isso faz com
que o País, apesar de estar entre os três maiores mercados de computadores
de mesa do mundo, fique no oitavo lugar nas vendas de PCs. Os laptops são
10% do mercado brasileiro de microcomputadores. A participação dos
portáteis chega a 50% nos EUA e a 70% no Japão. Na América Latina, os
notebooks têm 25% do mercado mexicano e 30% do chileno.
´Se o País mantiver a estabilidade econômica e as políticas setoriais, pode
ficar entre o terceiro e o quinto lugares na venda de PCs em três anos´,
disse Elber Mazaro, diretor de Marketing da Intel no Brasil. A Intel
Capital, braço de investimentos da empresa, tem um fundo de US$ 50 milhões,
criado especialmente para o País e citado pelo USA Today.
Telecomunicações
A Intel acredita que as vendas de PCs no Brasil têm potencial para crescer
numa média de 20% ao ano nos próximos três a cinco anos. O mercado de
notebooks pode dobrar todo ano até 2010, quando chegaria a 30% ou 35% das
vendas totais. ´Tanto o setor industrial quanto o de serviços têm crescido
bastante´, disse Mazaro. ´Mas algumas coisas podem melhorar.´
Ele destacou que, apesar de o Brasil ter avançado na política de
informática, existe uma paralisia nas telecomunicações. ´Uma área depende
da outra´, destacou o executivo. ´Se a banda larga parar de crescer, isso
pode ter um impacto na venda dos computadores.´
O leilão das licenças para banda larga sem fio, com tecnologia WiMax, está
paralisado desde setembro de 2006. Recentemente, o conselheiro José Leite
Pereira Filho, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), disse que
cabe às associações de operadoras chegarem a um acordo e levarem uma
solução para os impasses que impedem a licitação. ´Esse leilão precisa
acontecer´, disse Mazaro. O diretor da Intel ressaltou que existem
problemas de logística e burocracia excessiva que impedem um avanço mais
rápido do mercado interno e uma presença maior do País no mercado
internacional.
Desoneração
´Os indicadores macroeconômicos melhoraram substancialmente a imagem do
Brasil´, disse Humberto Barbatto, presidente da Associação Brasileira da
Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). ´Mas a microeconomia ainda tem
problemas.´ Ele destacou que a desoneração do setor de informática, trazida
pela Lei do Bem, com o corte do PIS e da Cofins, criou empregos e aumentou
a arrecadação. ´Se desonerasse mais um pouco, o governo poderia arrecadar
ainda mais.´
Barbatto se disse preocupado com algumas medidas recentes, como o veto
presidencial aos benefícios da Lei da Inovação para o setor de informática,
sob o argumento de que já recebe incentivos da Lei de Informática. ´A Lei
de Informática existe para compensar distorções criadas pela Zona Franca de
Manaus´, disse. ´Não esperávamos o veto.´ Outro tema que preocupa a Abinee
é a discussão de vantagens para o Paraguai na exportação de produtos ao
Brasil. ´Estão é querendo legalizar o contrabando.´
OESP – 10/06/2007

Provedores de serviços adicionaram soluções de fabricantes emergentes ao seu portfólio.
Cerca de 72% dos provedores de serviços norte-americanos adicionaram
soluções de fabricantes emergentes ao seu porfólio, em 2007, contra 57%
apurados no último ano. Os dados compõem um levantamento realizado por CRN
EUA e revelam um avanço das marcas secundárias nas linhas de produtos
trabalhadas por esses parceiros de vendas.
Ao mesmo tempo, as empresas mostram uma descontinuidade maior das alianças
com os gigantes da indústria de TI. No mesmo período, 32% das revendas de
valor agregado (VARs) que selaram acordos com fabricantes em ascensão
disseram ter desistido de uma marca já estabelecida, contra 24%
identificados em 2006.
A principal razão para a inclinação dos VARs a fabricantes emergentes
responde pela superioridade da tecnologia fornecida por essas companhias,
segundo os entrevistados. Ainda de acordo com o estudo, um dos motivos para
descontinuação de uma aliança com os grandes players envolve a competição
com a força direta de vendas.
O levantamento mostrou também que, entre as categorias de produtos
incorporados pelos parceiros norte-americanos, quando firmam acordos com
marcas secundárias, estão software (39,8%), segurança (36,6%), hardware
(30,9%), serviços (26%), armazenamento de dados (23,6%), redes (20,3%) e
VoIP (16,3%).
Reseller Web – 07/06/2007

NextWave anuncia conjunto de chips de banda básica e múltipla.
A NextWave Broadband Inc., subsidiária da NextWave Wireless Inc.
(NASDAQ:WAVE), anunciou o esquema para sua família de plataformas de
conjunto de chips de RFIC (Circuito Integrado de Rádio-Freqüência) de banda
básica e banda múltipla WiMAX. Os conjuntos de chips, projetados pelo Grupo
de Tecnologia Avançada da companhia, se destinam a proporcionar aos
fabricantes de dispositivos de comunicações sem fios e equipamentos de
redes uma plataforma avançada para desenvolver produtos de infra-estrutura
e terminal de comunicações móveis WiMAX de próxima geração. Amostras do
sistema sobre chip (SOC) de banda básica e RFIC de banda múltipla
relacionado de primeira geração da companhia estarão disponíveis neste
trimestre. A disponibilidade inicial dos chips de segunda geração da
companhia, destinados à produção comercial de alto volume, está planejada
para o primeiro semestre de 2008.
Os conjuntos de chips incluídos no esquema incorporam várias inovações da
NextWave para melhorar o desempenho, reduzir o consumo de energia,
proporcionar novos tipos de aplicativos de multimídia avançados e permitir
operação facilitada e roaming (acesso fora da base) em freqüências e perfis
de WiMAX em todo o mundo. Além disso, os conjuntos de chips incorporam
recursos fundamentais para acelerar a convergência de equipamentos de
comunicações móveis sem fios com produtos eletrônicos de consumo em
ambientes de Redes de Longa Distância (WAN) e Redes Locais (LAN).
"Este anúncio demonstra nosso empenho em distribuir os semicondutores de
banda larga de comunicações móveis de alto desempenho e os projetos de
referência avançados necessários para proporcionar um novo ecossistema de
equipamentos, redes e serviços de banda larga de comunicações móveis.
Juntamente com nossa companhia co-irmã, Packet Video, fornecedora líder
mundial de soluções de software com riqueza de mídia para operadoras de
comunicações sem fios e fornecedores de equipamentos, nós estabelecemos uma
base forte para o futuro centrado na mídia que visualizamos para o WiMAX",
disse Mark Kelley, diretor de divisão do Grupo de Tecnologia Avançada da
companhia. "Nós acreditamos que nossos conjuntos de chips estabelecerão um
novo padrão para preço-desempenho e elevarão o nível de desempenho para
equipamentos de comunicações móveis habilitados para banda larga de
comunicações sem fios e produtos eletrônicos de consumo de próxima
geração."
Uma Família de SOCs de Banda Básica e RFICs de Banda Múltipla WiMAX
O anúncio do esquema da NextWave proporciona aos clientes uma informação
importante sobre as primeiras duas gerações de plataformas WiMAX avançadas
da companhia, cada uma delas compostas de várias famílias de soluções de
SOC de banda básica e RFICs de banda múltipla relacionados.
Plataforma NW1000
A plataforma de primeira geração da NextWave é composta pelo SOC de
assinante de comunicações móveis de banda básica WiMAX NW1100 e seu RFIC de
banda múltipla relacionado, o NW1200. Chips de amostra com projetos de
referência estarão disponíveis neste trimestre. Os principais recursos da
plataforma NW1000 incluem:
Baseia-se no padrão IEEE 802.16e;
Suporta interfaces principais PCI e SPI;
Interface de banda básica RF otimizada para redução do custo de BOM
(quantidade de componentes), facilidade de projeto e desempenho otimizado;
Arquitetura de RFIC de conversão direta altamente integrada;
Suporta larguras de banda de canal altamente redimensionáveis de 1,75 MHz a
20 MHz;
Suporta principais alocações de espectro WiMAX mundiais de 2,3 GHz
(incluindo banda WCS nos Estados Unidos), 2,5 GHz (incluindo banda EBS/BRS
nos Estados Unidos) e 3,4 - 3,8 GHz (incluindo 3,65 - 3,7 GHz para
operações comuns licenciadas);
Suporte de MIMO integrado; e
Otimizada para serviços de banda larga de comunicações móveis.
Plataforma NW2000
A plataforma de segunda geração WiMAX da NextWave, a NW2000, incorpora a
família NW2100 de SOCs de banda básica de assinante de comunicações móveis,
a família NW2700 e NW2800 de SOCs de banda básica de estação de acesso de
WiMAX, e a família NW2200 de RFICs de banda múltipla altamente integrada.
Com previsão de lançamento com projetos de referência no primeiro semestre
de 2008, a plataforma de assinante de comunicações móveis NW2000 se destina
a proporcionar aos clientes uma solução de WiMAX/Wi-Fi integrada com baixo
consumo de energia para suportar equipamentos de comunicações móveis com
energia limitada em uma ampla gama de bandas de freqüência.
Empregando tecnologia de processo CMOS avançada de 65 nanômetros para
minimizar o tamanho e reduzir o consumo de energia, a família de conjunto
de chips NW2100 será otimizada para aplicações de multimídia por
comunicações móveis com intensiva largura de banda como televisão móvel,
exibição de vídeo e videoconferência, e para aplicações com Qualidade de
Serviço (QoS) como Voz sobre IP (VoIP). Quando combinada com a família de
RFIC NW2200 com freqüência ágil, os principais recursos incluirão:
Baseia-se no padrão IEEE 802.16e;
É compatível com WiMAX Forum Wave 2;
SOC de banda básica de WiMAX/Wi-Fi integrado de baixo consumo de energia
projetado para gerar excelente duração da bateria com a utilização da
tecnologia de processo CMOS de 65nm;
Integra 802.11 a/b/g;
Suporta Wi-Fi na banda ISM de 2,4 GHz;
Arquitetura ASIC otimizada para mobilidade com recursos avançados de
economia de energia para aumentar a duração da bateria para equipamentos de
comunicações móveis centrados em multimídia;
Suporta alocações de espectro TDD e FDD globais de 1,7 GHz a 3,8 GHz;
Suporta principais alocações de espectro WiMAX mundiais de 2,3 GHz
(incluindo banda WCS nos Estados Unidos), 2,5 GHz (incluindo banda EBS/BRS
nos Estados Unidos) e 3,3 - 3,8 GHz (incluindo 3,65 - 3,7 GHz para
operações comuns licenciadas);
Larguras de banda de canal de WiMAX/Wi-Fi dinamicamente programáveis de 3,5
MHz, 5 MHz, 7 MHz, 8,75 MHz, 10 MHz e 20 MHz para suportar vários perfis;
Arquitetura de RFIC de conversão direta altamente integrada com interface
de banda básica de RF otimizada para redução de custo de BOM, facilidade de
projeto e melhor eficiência espectral;
Suporta larguras de banda de canal de RF altamente redimensionáveis de 1,75
MHz a 20 MHz;
Suporta uma ampla gama de ambientes de sistemas operacionais e interfaces
de sistema, incluindo SDIO, SPI, USB2 e PCIe, para permitir a maior gama
possível de tipos de equipamentos;
Arquitetura Flexi-MAC suporta MAC hospedado ou totalmente integrado para
ótima flexibilidade, tempo de disponibilização para o mercado acelerado e
custo de solução reduzido;
Suporta MIMO avançado;
Suporta soluções de beamforming opcionais;
Capacidade de processamento de até 36 Mbps;
Suporte de protocolo baseado em contenção 802.16h para permitir operação de
WiMAX em bandas isentas de licença;
Proporciona melhor desempenho e interoperabilidade entre bandas de
freqüência de Wi-Fi e WiMAX;
Arquitetura SOC otimizada para mobilidade com recursos avançados de
economia de energia que proporcionam máximo processamento para usuários
exigentes de comunicações móveis;
Solução de rádio única altamente eficiente que suporta múltiplos tipos de
serviços, incluindo transmissão única, transmissão múltipla e solução de
transmissão otimizada da NextWave;
Suporta subcamada de convergência para redes Ipv6 de próxima geração;
Múltiplos projetos de referência para minimizar o risco de desenvolvimento
e o tempo de disponibilização para o mercado para múltiplos tipos de
equipamentos, incluindo telefones portáteis, smartphones, PDAs, placas de
modem de PC, modems CPE fixos, dongles (circuitos de proteção) de USB e
Reprodutores de Mídia Pessoais (PMPs); e
Suporte para múltiplos ambientes de sistemas operacionais para permitir a
gama mais ampla possível de tipos de equipamentos.
Também estão incluídos na plataforma NW2000 os SOCs de banda básica NW2700
e NW2800 da NextWave, destinados a aplicativos de infra-estrutura para
trabalhos leves e médios como pontos de acesso em residências e células
femto, bem como pontos de acesso externos e equipamentos micro-BTS. Com
programação de lançamento no segundo semestre de 2008, esses conjuntos de
chips demonstram o empenho da NextWave para fornecer produtos que reduzem
os custos de capital de rede de WiMAX oferecendo soluções de semicondutor
em ambos os lados da conexão sem fios para maximizar a eficiência
espectral, suportando múltiplos tipos de serviços, incluindo transmissão, e
permitindo operações de banda isentas de licença.
Atendendo às Demandas do Mundo Real
As soluções de plataforma, os produtos de semicondutor e os projetos de
referência de equipamentos da NextWave permitirão aos fabricantes de
terminais de infra-estrutura de redes e de assinantes desenvolver de
maneira rápida e econômica produtos altamente diferenciados para atender às
demandas de rápido crescimento do mercado. Os projetos de referência da
NextWave Broadband destacarão aplicativos de multimídia avançados
habilitados por software da PacketVideo, outra subsidiária da NextWave
Wireless Inc.
Para dar suporte adicional às necessidades de seus clientes, a NextWave
implantou uma instalação de testes de campo de WiMAX avançada em Henderson,
Nevada, com ferramentas avançadas de coleta de dados para medir o
desempenho do 'mundo real' em ambientes de implantação típica. Essa
instalação estará disponível para os clientes que quiserem conduzir testes
de campo de seus produtos baseados nos projetos de referência e produtos de
conjuntos de chips da NextWave.
"Nossa missão é tornar possível a banda larga por comunicações móveis de
maneira mais rápida, mais confiável, mais acessível e mais disponível",
acrescentou Kelley. "Nossos 250 engenheiros de nível mundial estão entre os
mais capacitados da indústria. Nós temos o talento, os recursos financeiros
e o empenho para fornecer aos nossos clientes as tecnologias e o suporte
que eles necessitam para distribuir a mais ampla gama de produtos novos e
inovadores para o mercado de banda larga por comunicações móveis."
Business Wire – 08/06/2007

AUTOMOTIVO
Ford tenta arrumar compradores para marcas européias.
A Ford Motor Co., na tentativa de se concentrar em sua recuperação na
América do Norte, está procurando compradores para suas marcas européias
Volvo, Jaguar e Land Rover, disseram duas pessoas familiarizadas com a
estratégia da montadora.
A Ford, que registrou um prejuízo de US$ 12,6 bilhões no ano passado,
contratou o Goldman Sachs Group Inc. e o Morgan Stanley para articular a
venda. O plano é conhecido dentro da Ford como "Project Swift", em
referência à velocidade pela qual a Ford quer fechar a venda, disseram as
pessoas, que preferiram não ter seus nomes divulgados
A venda das marcas européias porá fim aos 20 anos de tentativas por parte
da Ford de expandir a venda de automóveis de luxo por meio da aquisição de
empresas européias. Desde 1998, antes da aquisição da Land Rover e da Volvo
pela Ford, a divisão Lincoln da empresa despencou da primeira colocação
para a sétima nas vendas norte-americanas de automóveis de luxo.
A divisão automotiva da Ford na América do Norte foi a principal origem do
prejuízo recorde registrado no ano passado. A divisão foi prejudicada pela
queda das vendas de picapes e utilitários esportivos, a principal fonte de
lucro da empresa. As marcas de luxo compõem o Premier Automotive Group da
Ford, cujos prejuízos se ampliaram para US$ US$ 2,32 bilhões em 2006.
GM – 12/06/2007
As vendas da Renault do Brasil nos cinco primeiros meses deste ano
atingiram a marca de 25.967 unidades emplacadas, sendo 24.090 unidades de
passeio e 1.877 utilitários. O resultado é 33,5% superior aos 19.454
veículos vendidos em igual período de 2006.
No mês passado, a Renault registrou o emplacamento de 5.405 unidades, sendo
5.017 veículos de passeio e 388 utilitários. O volume é 23,2% superior ao
registrado em maio de 2006, quando a empresa vendeu 4.387 unidades. A
montadora também registrou resultados positivos no mercado externo.
No acumulado de janeiro a maio deste ano, as exportações da montadora
chegaram a 8.203 unidades, resultado 32,1% superior a igual período do ano
passado.Para atender a demanda, a Renault do Brasil estima produzir 112.151
unidades em 2007, volume 64,1% superior aos 68.327 veículos fabricados em
2006.
Invertia – 07/06/2007

Carro popular perde mercado dos brasileiros.
O carro popular perde espaço na garagem do brasileiro. Com crédito barato e
prazos longos de financiamento, o consumidor está migrando para modelos
mais sofisticados, diluindo o pagamento em maior número de parcelas. Entre
2000 e 2003, versões mais baratas, com motor 1.0, representavam cerca de
60% das vendas de automóveis no País. Hoje, a fatia caiu para 46%. Já os
carros compactos com motores mais potentes e sedãs pequenos ampliaram a
participação de 7% para 26%.
"O consumidor está melhorando o carro porque há maior capacidade de
financiamento", confirma o presidente da Federação Nacional da Distribuição
de Veículos Automotores (Fenabrave), Sérgio Reze. Além disso, diz ele, há
um fator psicológico de maior segurança na economia do País que induz às
compras de longo prazo. O mercado oferece financiamentos em até seis anos.
Até o ano passado, 66% das vendas do modelo Classic da General Motors eram
de versões básicas, que custam cerca de R$ 26 mil. O mais equipado, com
ar-condicionado, direção hidráulica e trio elétrico - R$ 7,5 mil mais caro
-, ficava com 34% da fatia. Hoje a posição se inverteu, com 40% da
preferência para o básico e 60% para o mais sofisticado, informa a GM. Já a
Fiat constatou uma alta significativa na venda de modelos Palio com kits de
ar-condicionado e direção hidráulica, que encarecem o carro em média em R$
2,5 mil.
MAIS VENDIDOS - Os chamados carros populares ainda são os mais vendidos no
País, mas já não acompanham o crescimento do mercado. De janeiro a maio, as
vendas totais de veículos aumentaram 24%. Os negócios com populares
cresceram 22%, para 390 mil unidades, contabiliza o departamento técnico da
Citroen do Brasil, que acompanha mensalmente o desempenho de cada segmento
da indústria.
Modelos pequenos, mas não populares, como Siena, Corsa, Prisma e Polo, com
preços entre R$ 30 mil e R$ 40 mil, dobraram as vendas e somam 60,8 mil
unidades. Sedãs médios como Corolla, Civic e Vectra, na faixa de R$ 60 mil,
venderam 63,6 mil unidades, 33,8% a mais na comparação com os primeiros
cinco meses de 2006. Mesmo os utilitários esportivos, vendidos acima de R$
100 mil, tiveram aumento de 67% nos negócios, para 19,3 mil unidades.
Para o presidente da Citroen, Sérgio Habib, há um efeito cascata. "Quem
comprava carro usado está comprando um popular e quem comprava o popular
compra agora um modelo na faixa de R$ 40 mil. E quem comprava o carro de R$
40 mil hoje compra um de R$ 60 mil.
OESP – 10/06/2007

Setor automotivo cria vários novos empregos.
O setor automotivo criou 1.421 vagas de emprego durante maio, totalizando
110.683 posições de trabalho, segundo dados divulgados hoje pela Associação
Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Do total de
novos postos, 1.075 foram gerados pelas montadoras de automóveis e 346
pelos fabricantes de máquinas agrícolas.
De acordo com o presidente da entidade, Jackson Schneider, o número deverá
crescer nos próximos meses. A previsão leva em conta anúncio de contratação
e criação de novos turnos já feitos pelas montadoras. Segundo a Anfavea,
desde janeiro de 2004 o setor elevou em 19.986 o número de empregos,
passando de 90,7 mil vagas para 110.683 mil em maio.
Questionado se não seria hora de elevar as expectativas de vendas e
produção para 2007, em resposta ao forte crescimento registrado nos
primeiros cinco meses do ano, Schneider disse que vai esperar o fechamento
do primeiro semestre para fazer qualquer mudança nas projeções. O executivo
manteve a previsão de fechar 2007 com aumento de 14,5% nas vendas internas,
para 2,21 milhões de toneladas.
Forte demanda
Ele negou ainda que o setor esteja enfrentando problemas para atender a
forte demanda do mercado interno, explicando que a fila de espera para
compra de alguns produtos é pontual. Segundo a Anfavea, o estoque das
montadoras e das concessionárias em maio era de 140.996 unidades, o
equivalente a 20 dias de vendas. Em abril o volume representava oequivalente
a 23 dias de vendas.
Schneider também não deu informações se há falta de aço no mercado interno
e se as importações do produto devem aumentar significativamente neste ano.
O executivo também disse não ter informações se a alta do preço do insumo
deverá ser repassada para o preço dos veículos.
A Tarde Online – 06/06/2007

Citroën registra crescimento maior que as marcas nacionais.
Com 4.070 unidades emplacadas em maio, a Citroën registrou o maior
crescimento entre as marcas com produção nacional, de 38,81%, em comparação
às 2.932 unidades comercializadas em abril. O diretor comercial da empresa,
Michel Bernardet, destaca a importância desse crescimento ao considerar que
o segmento de automóveis e comerciais leves evoluiu 17,85% no período.
“Tivemos em maio o melhor mês da história da marca Citroën no Brasil, com
destaque para o compacto premium C3, com 2.792 unidades vendidas”, afirma.
Desde o início do ano, e graças ao sucesso de suas novas versões Exclusive
1.4 e XTR 1.4 (foto), o Citroën C3 já acumula 10.599 unidades emplacadas.
Em maio a minivan Xsara Picasso ampliou também sua liderança no concorrido
segmento de monovolumes (em que concorre com Renault Scénic e Chevrolet
Zafira), com 44% de participação.
Interpress Motor – 07/06/2007
Nesta semana a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos
Automotores) deve anunciar um novo recorde de vendas no mercado interno.
Foram comercializadas em maio 208 mil unidades de carros de passeio e
comerciais leves, marca que supera dezembro do ano passado, quando foram
vendidas 204 mil unidades. Assim o acumulado do ano bate nos 27% de aumento
em relação aos cinco primeiros meses de 2006. As quedas dos juros e do
dólar, aliadas ao aumento do crédito, são os principais fatores para o que
provavelmente será o novo recorde histórico de vendas do mercado interno na
indústria automobilística, superando 1997, quando 1,94 milhão de automóveis
foram vendidos. Projeções da associação dão conta de que esse número deverá
ser de 2,2 milhões.
Interpress Motor – 06/06/2007

CONSUMER
Ministério do Planejamento recebe processadores novos.
O Ministério do Planejamento recebe na próxima quarta-feira (13/6) a doação
de 5 mil processadores Pentium 4 de 2,6 GHz da Intel que serão destinados a
iniciativas de inclusão digital do governo federal. Desse total, o
ministério vai encaminhar 4 mil processadores aos três Centros de
Recondicionamento de Computadores (CRCs), que integram o Projeto
Computadores para Inclusão, e os outros mil serão repassados ao Ministério
do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
A iniciativa pretende recuperar milhares de computadores descartados
anualmente pelos órgãos governamentais e pela iniciativa privada e
destiná-los a iniciativas de inclusão digital como telecentros, escolas e
bibliotecas. Atualmente estão em funcionamento centros de recondicionamento
nas cidades de Porto Alegre, Guarulhos e Gama (DF).
As oficinas dos CRCs são adaptadas para o processo de recepção de
equipamentos usados e são responsáveis pela triagem, recondicionamento,
armazenagem, entrega e descarte ambientalmente correto de componentes e
computadores não aproveitáveis. Os centros estão instalados em regiões
carentes de grandes cidades, com o propósito de possibilitar a inclusão
socialmente jovens em situação de risco, destaca o secretário Rogério
Santanna.
Até abril deste ano, 683 computadores foram recuperados pelas três centros
em funcionamento e, desse número, 283 computadores já haviam sido doados a
25 entidades como escolas, bibliotecas e telecentros. Até o final deste
ano, outras duas unidades devem ser implantadas no país e a meta é uma
produção mensal de 50 a 100 computadores recondicionados por CRC.
A assinatura do contrato de doação será na Esplanada dos Ministérios.
Estarão presentes o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do
Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, e o presidente da Intel
Américas, Greg Pearson. Também participam membros da Coordenação Nacional
do Projeto Computadores para a Inclusão e representantes de outros projetos
de inclusão digital do governo federal.
TI Inside – 11/06/2007

Sinal de TV Digital pode exceder o prazo.
Há rumores no mercado de que o prazo de 3 de dezembro estabelecido para o
começo das transmissões oficiais do sinal de TV Digital não será cumprido.
Apesar disso, representantes de diversos setores negam veementemente a
informação e lembram que na semana passada o primeiro sinal de televisão
(da Globo) entrou em funcionamento para os primeiros testes.
A possibilidade de atraso é contrariada, por exemplo, pelo presidente do
Fórum Nacional de TV Digital, Roberto Franco – que participava da reunião
semanal do Fórum quando foi ouvido pelo COMPUTERWORLD. Ele diz que a
informação de um possível atraso não tem fundamento. “Está tudo mantido
conforme a previsão do cronograma de atividades”, garante.
O vice-presidente de novos negócios para a América Latina da Samsung,
Benjamin Sicsú, argumenta também que a indústria está trabalhando dentro do
planejado e que não sabe de nenhuma previsão de atrasos. “Estamos atuando
dentro dos prazos acertados e alguns testes já estão sendo feitos, apesar
de que não dá pra testar apenas com um sinal”, critica.
Marcelo Zuffo, da Universidade de São Paulo (USP), também não acredita em
atrasos e diz que, apesar das polêmicas e pontos contraditórios, tudo vai
acontecer conforme o planejado. “Mesmo assim acho que esses rumores são
válidos para quem acredita que pode tudo o que quer”, comenta.
Além disso, o Conselho de Desenvolvimento do governo federal (formado por
nove ministros) aprovou as normas de TV Digital apresentadas pelo Fórum
Nacional há algumas semanas.
Computer World – 11/06/2007

Posigraf investe em seu parque gráfico.
Com a capacidade instalada trabalhando no limite, a Posigraf, do Grupo
Positivo, viu no dólar mais baixo o ingrediente que faltava para investir
R$ 50 milhões em seu parque gráfico. O aporte permitirá uma expansão de 40%
na capacidade produtiva da empresa, em uma estratégia marcada pela
exploração de novos mercados, disse o diretor-geral da Posigraf, Giem
Guimarães.
Segundo o executivo, a empresa aproveitou a combinação dólar baixo mais
capitalização para dar uma folga à capacidade produtiva. É que do montante
investido, R$ 44 milhões foi consumido na importação de quatro impressoras
rotativas e equipamentos de In Line Finish (acabamento em linha). O
restante serviu para a compra de softwares e aparelhamento das divisões
internas, bem como para a construção de uma unidade fabril que trabalhará
integradamente com a fábrica-sede em Curitiba (PR) e entrará em operação no
fim deste mês.
"Não que o mercado esteja tão aquecido, mas queremos abrir mercados novos.
Para isso, não podemos ter a capacidade 100% tomada, precisamos ter uma
folga para crescer", afirmou, dizendo que a companhia precisa estar
preparada em um cenário de expansão econômica.
A empresa continuará atuando no mesmo nicho: livros didáticos, publicações
especiais, tablóides, materiais promocionais, revistas e periódicos. A
atenção a novos mercados é que se desdobrará. "Se o câmbio ajudar, queremos
aumentar a atuação no mercado externo, inclusive nos Estados Unidos",
afirmou. "A gente quer mostrar que o Brasil também tem gráficas
importantes." A idéia também será aumentar a presença no Mercosul e em
regiões do Brasil onde a Posigraf trabalha timidamente, como no Nordeste.
"Além de abrir mercados, queremos consolidar a atuação no Sul e no Sudeste
do País, oferecendo novos serviços", observou.
Último Segundo – 11/06/2007
A Pauta Distribuidora, de São José-SC, realiza um evento de demonstração de
produtos em Porto Alegre nesta quinta-feira, 14. O Pauta Marketing Show é
direcionado a revendas de informática e vai contar com ofertas da Intel,
APC, Lexmark, Samsung e LG.
Além de conhecer os últimos lançamentos de cada fabricante, os
participantes do Marketing Show poderão debater sobre os produtos e
discutir estratégias de venda. O evento também conta com uma palestra
motivacional do bicampeão olímpico de vôlei, Giovane Gávio.
O encontro ocorre no Hotel Deville (Av. dos Estados, 1909), às 13h30. A
entrada é franca e as inscrições podem ser feitas pelos telefones (48)
3063.76.01 e (48) 3281.75.78, ou pelo e-mail eventos@pauta.com.br, em
horário comercial.
Jornalismo Empresarial – 11/06/2007

Dell inicia venda de notebooks na rede Wall-Mart.
Em seu movimento mais recente rumo às vendas de computadores no varejo, a
Dell inicia a comercialização de notebooks em mais de 500 lojas da rede
Wal-Mart na América do Norte, a partir desta semana.
No último mês, a fabricante anunciou a entrada de suas linhas de desktops
em mais de 3 mil unidades da rede varejista, também no mercado
norte-americano, com máquinas por menos de US$ 700.
O modelo de notebooks Inspiron 1501 terá processadores Turion dual-core da
AMD, 2 GB de memória, disco rígido de 120 GB e sistemas operacional Windows
Vista Home Premium. Os preços dos equipamentos ainda não foram divulgados.
IT Web – 11/06/2007

Acer conquista terceiro lugar em vendas de computadores.
A Acer ultrapassou a Lenovo no primeiro trimestre de 2007, e conquistou
pela primeira vez o terceiro lugar em vendas de computadores, segundo a
iSuppli.
As vendas da fabricante de Taiwan subiram atingiram 4,2 milhões de
unidades, um acréscimo de 45,8% em relação às 2,9 milhões do mesmo período
do ano passado. Como resultado, a Acer conseguiu 6,8% de participação no
mercado de computadores, 0,4 pontos percentuais a mais que a chinesa
Lenovo, que viu suas vendas crescerem 16,3%, para 4 milhões de unidades.
Líder de mercado, a HP também obteve uma boa performance nos primeiros
meses do ano, com um aumento de 26,5% em suas vendas, ou 10,7 milhões de
unidades. Quinta colocada, a Toshiba vendeu 2,6 milhões de computadores, um
incremento de 13,8%.
Já a Dell, foi a única empresa a apresentar queda. Foram 9 milhões de
unidades vendidas, uma queda de 6,8%. O decréscimo, no entanto, não foi
maior que último trimestre do ano passado, quando as vendas caíram 8,6% na
comparação ano a ano, segundo a iSuppli.
IT Web – 11/06/2007
Os municípios do interior do Amazonas que perderam, no ano passado, o
acesso ao Amazon Sat, após o processo de digitalização do sistema de
transmissão e recepção de sinal, vão poder voltar a sintonizá-lo com a
disponibilização, no mercado, do receptor digital.
Em parceria com a Visiontec, fabricante de receptores de antenas
parabólicas, a emissora lançou neste sábado, 9, o aparelho receptor
analógico/digital VT-5000-AS, que vem codificado para a recepção do Amazon
Sat e mais 22 satélites de cobertura nacional.
O aparelho, também chamado de decodificador ou decoder, começa a ser
vendido em 150 pontos-de-venda em todo o Estado. Junto com ele, o cliente
também vai receber o cartão de acesso à programação do canal. O equipamento
foi desenvolvido e fabricado pela Visiontec, empresa multinacional, com
sede no Pólo Industrial da Zona Franca de Manaus, e será distribuído no
Amazonas pela BR Eletrônica.
O decodificador foi desenvolvido especificamente para atender aos usuários
de antena parabólica que não têm acesso ao Amazon Sat pelo sistema aberto
(UHF). Atualmente, o canal é transmitido em UHF para 25 municípios,
incluindo Manaus. Os demais tinham acesso via antena parabólica, o que
deixou de acontecer a partir de outubro do ano passado, quando o sinal do
satélite do Amazon Sat passou de analógico para digital.
"Antecipamos o que todo mundo vai fazer, brevemente, que é migrar para
tecnologia digital. Quem comprar o aparelho não vai mais precisar fazê-lo,
quando o sistema começar a funcionar no Brasil", explicou o superintendente
de programação e conteúdo do Amazon Sat, Luciano Maia. Segundo ele, além do
Amazon Sat, o receptor dá acesso aos canais abertos e pagos, tanto digitais
quanto analógicos. "O sistema de recepção digital permite sintonizar uma
quantidade infinitamente maior de canais que o analógico permitia",
completou.
Junto com a venda do decodificador, o Amazon Sat lança uma campanha
publicitária, em Manaus e no interior, com o objetivo de esclarecer o
público sobre a nova fase da emissora.
A campanha publicitária inclui filmes na TV, Spots no Rádio, outdoors e
mídia nos aviões da Rico Linhas Aéreas, que cobrem a região Norte. Segundo
o publicitário Pedro Paschoal, responsável pela campanha criada pela Saga
Publicidade, haverá, ainda, um trabalho intensivo de panfletagem nos portos
e rodoviárias da capital. "Vamos fazer com que todos que viajam para o
interior saibam que poderão sintonizar, novamente, o canal que tem a cara e
a voz da Amazônia", afirmou o publicitário.
Inicialmente, o receptor estará à disposição apenas dos municípios do
interior do Amazonas, mas numa segunda fase passará a ser distribuído em
outros Estados da região. Todos os municípios amazonenses terão, no mínimo,
dois pontos-de-venda.
Jornal do Commércio – 10/06/2007

IDENTIFICATION
ABNote aplia suas instalações.
A empresa americana ABNote (American Banking Note S.A), líder no
fornecimento de soluções no Brasil, vai ampliar suas instalações em
Sorocaba e, com isso, gerar 500 novos empregos diretos e 80 indiretos.
Serão investidos R$ 15 milhões para as obras de construção do novo parque
gráfico na cidade, localizado no bairro Ipanema das Pedras.
O anúncio da ampliação da empresa, que fabrica cartões plásticos, sistemas
de identificação e oferece gestão de serviços gráficos em todo o país, foi
feito na tarde de ontem, durante assinatura do protocolo de intenções entre
a Prefeitura de Sorocaba e os representantes da empresa, no gabinete do
prefeito Vitor Lippi. Entre os presentes à assinatura, estavam o secretário
de Desenvolvimento Econômico, Daniel de Jesus Leite e vereadores.
A ABNote está instalada em Sorocaba, à rua Laura Maiello Kook, desde
setembro de 2005, quando comprou a CSM Cartões de Segurança, pertencente ao
Grupo Splice.
As soluções da ABNote abrangem cartões de crédito e débito, cartões de
telefonia pública pré-pagos e indutivos, carteiras de habilitação,
impressos de segurança, carteiras de identidade, processamento e emissão de
documentos impressos de segurança e de prevenção a fraudes, logísticas de
documentos e gestão de serviços gráficos, smart cards, selos, contactless
cards, talões de cheque, extratos bancários e faturas de serviços públicos.
Atualmente, na unidade de Sorocaba, são fabricados apenas cartões
magnéticos. De acordo com Sérgio Queiroz Barcellos, gerente administrativo
do projeto de ampliação da ABNote, em breve, deverá ser implantado também
na cidade o setor de folheteria (serviço gráfico), selos e talões de
cheque. “Com a ampliação das instalações em Sorocaba, pretendemos trazer as
outras unidades da empresa para a cidade e ampliar a produção”, explica
Barcellos.
As obras de construção do novo prédio, com 20 mil m² de área, devem ser
iniciadas hoje, com os serviços de terraplenagem. Os prédios antigos já
estão sendo reformados. “A empresa terá uma área total de 26 mil m² e deve
entrar em pleno funcionamento no segundo semestre de 2007”, afirma.
Bom Dia Sorocaba – 12/06/2007

Número de especialistas em RFID aumenta, e a carência está diminuindo.
O número de especialistas em RFID no mercado está aumentando, porém a
carência deste tipo de profissional ainda atrasa a implantação da
tecnologia. São as conclusões de uma pesquisa da Computing Technology
Industry Association (CompTIA), divulgadas pelo site ComputerWorld.
A pesquisa indica que mais de dois terços (68,8%) das organizações
acreditam que há talentos insuficientes em RFID no mercado. O número é
menor do que o índice que tinha essa opinião em 2006: 75% dos
entrevistados.
O número de executivos que acreditam que a carência de especialização em
RFID vai ter impactos na implementação da tecnologia em suas corporações
também diminuiu de 80% no ano passado para 68% neste. Ainda conforme o
estudo, os projetos piloto de adoção dos sistemas de radiofreqüência são
ainda modestos em todo o mundo. A maior concentração está nos setores de
varejo, manufatura, saúde e agências federais.
Jornalismo Empresarial – 11/06/2007

Carência de especialistas em RFID diminui, mas ainda falta profissionais.
A carência de especialistas em sistemas de identificação por
radiofreqüência (RFID) está diminuindo, mas a falta desse tipo de
profissional no mercado ainda atrasa a implantação da tecnologia. Essas são
as conclusões de uma pesquisa realizada pela Computing Technology Industry
Association (CompTIA) e divulgadas na semana passada, a partir de
entrevistas feitas pela internet no início deste ano.
Computer World – 11/06/2007

Ingram e Motorola criam acordo para distribuição, capacitação e integração.
A Ingram Micro anuncia acordo com a Motorola, por meio de sua divisão de
Mobilidade Corporativa (ex-Symbol), para a distribuição de produtos e
capacitação técnica e comercial de revendas e integradores que atuem com
soluções de coletores de dados e leitores de códigos de barra, smartphones
robustos, soluções de infra-estrutura wireless e aplicações associadas de
gerenciamento e segurança.
"Haverá grande sinergia entre a equipe de canais da divisão de Mobilidade
Corporativa da Motorola e nosso pessoal de automação comercial", diz Túlio
Evangelista, gerente de negócios responsável por automação comercial (AIDC)
da Ingram Micro.
Para ele, os produtos da Symbol, empresa líder em soluções de mobilidade e
recém adquirida pela Motorola, irão ampliar a oferta da distribuidora, que
passa a oferecer maior variedade e segue na trilha de disponibilizar
soluções completas às revendas.
Os integradores já têm disponíveis junto à distribuidora as linhas de
leitores de códigos de barra, coletores de dados e infra-estrutura de rede
sem fio. "Posteriormente, há possibilidade de desenvolvermos a linha de
RFID (radio frequency identification), produto que demanda certificação
tanto para o distribuidor quanto para os integradores", adianta o diretor
geral da divisão de mobilidade corporativa da Motorola, Vanderlei Ferreira.
O acordo prevê que a distribuidora siga as regras do programa de canais
Motorola Partner Select e ofereça suporte técnico e comercial aos parceiros
cadastrados. Entre outras funções está a orientação técnica e comercial das
revendas e integradores. "Queremos que a Ingram Micro interaja com a
Motorola para possíveis atividades de marketing em conjunto com os canais",
reforça Ferreira.
Por sua vez, a fabricante participa do Academy on the Road, programa da
Ingram Micro que será realizado nas cidades de Salvador, Vitória, Campo
Grande, Blumenau e Rio de Janeiro. Estão previstos, ainda, treinamentos, a
partir deste mês,na sede da distribuidora, onde o portfólio de produtos de
mobilidade corporativa Motorola será apresentado aos parceiros da Ingram
Micro.
Em setembro do ano passado, a Motorola comprou a Symbol por US$ 3,9
bilhões, com grande foco de atuação em RFID (Radio Frequency
Identification). A aquisição foi avaliada como estratégica pelo CEO da
Motorola, Ed Zander, uma vez que iria reforçar o portfólio de mobilidade
corporativa da fabricante.
Convergência Digital – 07/06/2007

INDUSTRIAL
Diebold se expande na área da saúde.
Tradicional fabricante de produtos para automação bancária, a Diebold
Procomp acaba de dar um passo decisivo para expandir sua atuação na área de
saúde. Com uma presença tímida nesse segmento, a companhia, conhecida
também como uma das fornecedoras das urnas eletrônicas brasileiras, anuncia
nesta semana um pacote de produtos e serviços na Feira Hospitalar 2007, que
acontece entre os dias 12 e 15 de junho, em São Paulo.
“Decidimos colocar nosso know-how e tecnologia, além de nossa estrutura de
assistência técnica de informática a serviço da área da saúde. Atuamos em
saúde desde o ano 2000 e agora queremos ampliar nossa participação nesse
mercado e ajudar na intersecção entre as necessidades do setor de saúde e a
TI. Nosso diferencial é que podemos resolver os desafios de A a Z”, afirma
João Abud Junior, vice-presidente corporativo da Diebold para América
Latina e presidente da empresa no Brasil.
A oferta de produtos e serviços abrange desde a fabricação de equipamentos
–microcomputadores, servidores e terminais dedicados – até o
desenvolvimento e projetos de software, implementação, integração,
gerenciamento, monitoração, suporte, além de serviços de obras civis,
cabeamento estruturado, entre outros. “Queremos oferecer produtos e
serviços, após estudar a necessidade com detalhes. Podemos vender um
equipamento, soluções completas, ou até administrar a operação completa na
modalidade outsourcing, conforme a estratégia desejada pelo cliente”,
completa José Ricardo L. Victorino, da Divisão de Saúde da Diebold Procomp.
A Diebold Procomp é um dos principais patrocinadores do Sistema Construtivo
Hospital Contemporâneo, criado e desenvolvido pela L+M Gets, há mais de 20
anos, que atua no gerenciamento de projetos e tecnologia em ambientes de
saúde.
TI Inside – 11/06/2007
A Federação do Comércio, Bens e Serviços da Paraíba realizou esta semana,
na sede da entidade, em João Pessoa, uma reunião de trabalho para discutir
a implementação do projeto Automação Comercial - um dos três itens que
compõem a parceria entre a Confederação Nacional do Comércio (CNC) e o
Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
O encontro contou com a presença do Presidente da Fecomércio/PB, Marconi
Medeiros e representantes do Sebrae na Paraíba. Entre eles, o Presidente do
Conselho Deliberativo, Antônio Gomes de Lima; o Superintendente Estadual da
Entidade, Júlio Rafael, o Diretor Técnico, Pedro Aurélio, o Diretor de
Finanças, Luiz Alberto e o Gerente Franco Fred. Eles discutiram detalhes
da operacionalização do projeto no estado.
O presidente da Fecomércio, Marconi Medeiros, entende que o processo de
automação é fundamental para o setor comercial. “Nosso objetivo é
disseminar a automação comercial como ferramenta de trabalho”, explicou. Já
o superintendente do Sebrae Júlio Rafael acredita que os projetos vão
“melhorar o atendimento aos clientes, reduzir os custos e garantir
agilidade nos negócios”. As palestras e os cursos terão preços subsidiados
e vão acontecer no mês de agosto, em datas ainda a serem agendadas.
Cursos - A Automação Comercial sugere a adoção de modernos instrumentos de
tecnologias da informação que visem ao aumento da competitividade das micro
e pequenas empresas do mercado varejista, a fim de facilitar tarefas como a
digitação de preços dos produtos, gestão de estoques ou o preenchimento de
um cheque, por exemplo.
O Projeto Conectar é um sistema que permite às pequenas e médias empresas
realizarem todas suas transações com fornecedores, e compradores,
inteiramente pela Internet, de forma contínua e em tempo real.
A Central de Serviços pretende criar um ambiente virtual de negócios,
direcionado a promoção de informações sobre a demanda e a oferta de
serviços de profissionais autônomos e de empresas prestadoras de serviços.
Paraiba.com.br – 07/06/2007

TELECOM
Serviços móveis sofrem aumento de 600% em 6 anos.
A 3G Americas anunciou que o número de assinantes de serviços móveis sem
fio GSM atingiu o marco de 2,5 bilhões de clientes, um aumento de 400% de
usuários em apenas seis anos, de acordo com estimativas da Informa World
Cellular Information Service. A cada dia, há mais de um milhão de novas
adições na família de tecnologias GSM que recebem serviços de uma das 700
redes comerciais em 218 países do mundo.
"É sem precedentes o crescimento e o sucesso que o GSM alcança em toda a
indústria global, por meio dos estimados 2,5 bilhões de clientes de hoje",
comentou Chris Pearson, presidente da 3G Americas. "Esse nível de
crescimento da tecnologia sem fio supera quase todas as outras inovações
que mudaram
Cliente SA – 11/06/2007

Nokia e Qualcomm ainda batalham na justiça.
As batalhas judiciais entre a Nokia e a Qualcomm parecem não ter mais fim.
O novo front agora se desenrola em um tribunal do estado americano do
Texas, onde a fabricante finlandesa de celulares abriu um processo com o
objetivo de rebater as ações movidas pela Qualcomm.
Há cerca de um ano e meio, as duas empresas travam uma disputa na Justiça
em torno de direitos de propriedade intelectual. Nesse período, a companhia
americana abriu 11 processos contra a fabricante de celulares, sob a
alegação que a Nokia utiliza patentes da tecnologia CDMA e WCDMA, sem
autorização. Esta, por sua vez, agora acusa a fabricante de chips de violar
seis patentes na implementação de suas tecnologias de TV móvel MediaFLO e
para transmissão móvel de dados, o Brew. A Nokia está solicitando
indenização e um mandado contra a Qualcomm, de acordo com o americano The
Wall Street Journal.
Apesar da dezena de processos por patentes abertos contra a Nokia, a
Qualcomm até agora não obteve sucesso. No mês passado, a Nokia reagiu com
seu primeiro processo contra a Qualcomm, no Wisconsin, relacionado a
tecnologias para chipsets. Na semana passada, a fabricante americana perdeu
uma batalha contra a rival Broadcom. A International Trade Commission dos
Estados Unidos decidiu contra a Qualcomm, proibindo a importação de novos
telefones avançados que, segundo a comissão, violam patentes detidas pela
Broadcom.
TI Inside – 11/06/2007
O grupo de equipamento para redes de telecomunicações Ericsson anunciou no
domingo um acordo básico para o fornecimento de 1 bilhão de dólares em
equipamento para redes à China Mobile Communications.
Carl-Henric Svanberg, presidente-executivo da Ericsson, assinou o acordo em
Estocolmo durante visita oficial do presidente chinês Hu Jintao a
Estocolmo, a primeira de um líder chinês à Suécia.
"A coisa mais importante é que assinamos um contrato para produzir 1 bilhão
de dólares em equipamento. Detemos um terço do mercado de telecomunicações
na China e isso representa mais um passo importante nesse desenvolvimento",
disse Svanberg a jornalistas na cerimônia de assinatura.
A Ericsson informou que forneceria equipamento básico e para redes de
rádio, bem como assistência técnica e serviços, à China Mobile, que está
expandindo sua cobertura de GSM em 19 regiões da China.
Terra – 11/06/2007

Pantech cria o MI-R200.
A Pantech lança um modelo de celular, o MI-R200, com interface slide-up,
uma tela LCD externa e uma tela OLED interna com função touchscreen.
A tecnologia OLED permite que os celulares gastem menos bateria e tenham
melhor contraste . Com o novo celular, dependendo da função que estiver
sendo utilizada pelo aparelho, os controles se adaptam.
Para que os usuários saibam quando um botão for apertado através da tela
sensível ao toque, a Pantech fez com que o aparelho vibrasse discretamente.
O celular tem duas câmeras, sendo que uma na parte da frente é VGA e a que
fica na parte de trás tem 2 megapixels.
O Debate – 07/06/2007

Ericsson anuncia oferta para adquirir LHS AG.
De olho no mercado de soluções convergentes, a Ericsson anunciou uma oferta
pública voluntária para adquirir a LHS AG, fornecedora de softwares
independentes cujas vendas, em 2006, totalizaram EUR 71,6 milhões. A
transação envolverá o pagamento de EUR 310 milhões, ou seja EUR 22,5 por
ação.
A fornecedora de soluções para telefonia celular concordou em adquirir
55,1% do capital registrado e firmou compromisso irrevogável para adquirir
outros 20% das ações o mais breve possível.
A LHS possui mais de 120 cases de instalações e a intenção da Ericsson é
trabalhar diretamente na combinação de suas soluções pré-pagas com produtos
pós-pagos da recém- adquirida para oferecer uma solução integrada e
convergente de cobrança e faturamento para operadoras de telefonia fixa e
móvel.
Decision Report – 07/06/2007
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