12/02/2008

GERAL

Vendas de semicondutores cresceram 3,2% em 2007

O mercado mundial de semicondutores registou um crescimento de apenas 3,2%, em valor no conjunto de 2007 face ao ano anterior, reflectindo a quebra nos preços de venda dos chips de memória.

As vendas mundiais da indústria de semicondutores somaram 255,6 mil milhões de dólares em 2007, segundo a SIA (Semiconductor Industry Association). O aumento de 3,2% observado face a 2006 foi o mais fraco desde 2002, quando a facturação aumentou apenas 1,3%.
Em 2006, o crescimento alcançado face ao ano anterior foi de 9%. A quebra registada em 2007 foi determinada, numa primeira fase, pelo nível de stocks acumulados pela indústria no final de 2006.

Esta situação gerou, por sua vez, uma fraca taxa de utilização da capacidade instalada, prolongando a pressão sobre os preços médios de venda (memórias flash DRAM e NAND) apesar do aumento das vendas unitárias.

Dinheiro Digital – 11/02/2008

Mercado de chips vai ultrapassar vendas de US$ 28 bilhões em 2011 na China, diz IDC

O mercado de semicondutores (chips) na China deve ultrapassar os US$ 28 bilhões de faturamento em 2011. O crescimento será alimentado, de acordo com estudo da consultoria IDC, pela forte demanda por computadores e eletrônicos nos próximos anos.

Ainda assim, segundo o levantamento, a indústria de chips chinesa continua a empregar tecnologia inferior a seus concorrentes nos EUA, Japão, Coréia do Sul e Taiwan. Para que as fabricantes globais possam se beneficiar do crescente e já enorme mercado interno chinês, terão de incluir o país em suas estratégias globais de melhorias de competitividade.

A China é um mercado atrativo com novas oportunidades e desafios, disse o diretor de Pesquisa de Semicondutores para Ásia e Pacífico do IDC, Patrick Liao. Para serem bem sucedidas, as fabricantes de chips têm de ter em mente as características dinâmicas do mercado chinês e a forte influência do governo local em práticas e políticas de negócios, acrescentou.

O pesquisador afirma ainda que apoio e experiência locais, parcerias bem talhadas com integradores domésticos de ponta e concentração da força de trabalho são pontos que podem dar uma boa vantagem competitiva para o futuro dos negócios.

Segundo o levantamento do IDC, o segmento de computadores será responsável por 62% do mercado chinês em 2011, com especial crescimento nas áreas de produtos para notebooks e servidores. O segmento de chips para eletrônicos de consumo será puxado principalmente por TVs digitais, conversores para sinais digitais de TV, videogames de mesa e portáteis, além de chips para celulares.

O Globo Online – 08/02/2008

AUTOMOTIVO

Montadoras investem em centros de desenvolvimento no País

Com o aumento da demanda interna, as montadoras estão ampliando seus centros de desenvolvimento para reduzir custos e, principalmente, o tempo de criação de novos produtos.

O prazo entre início do projeto, quando se faz o esboço do carro, e o momento de lançamento deve ser reduzido em pelo menos um ano na Fiat. Para o desenvolvimento de um automóvel novo, o tempo deve diminuir de 36 para 24 meses, calcula Claudio Demaria, diretor de engenharia da empresa. Com o laboratório que será instalado na fábrica de Betim (MG), a montadora estará apta a desenvolver integralmente um carro no País, sem ajuda da matriz italiana ou de terceiros. O primeiro carro 100% nacional, antigo projeto da marca, chegará ao mercado em 2010, diz Demaria.

A General Motors vai ampliar os laboratórios de ruídos e vibração e o campo de provas em Indaiatuba (SP). A área receberá pista exclusiva para avaliar carros com freio ABS, com coeficiente de baixo atrito para verificar, por exemplo, condições do veículo em terreno escorregadio. Atualmente, a empresa usa pistas das fabricantes Bosch e TRW para avaliações. As obras devem estar concluídas em meados de 2009.

"Cobrimos toda a cadeia de desenvolvimento, desde a realização do projeto, protótipos, testes e validação", diz Pedro Manuchakian, vice-presidente de engenharia da GM para a América Latina, África e Oriente Médio. Segundo ele, a vantagem de se ter estrutura completa é a qualidade do produto com as características do mercado local, a prioridade do desenvolvimento por não depender de terceiros e a possibilidade de rápida reação se o mercado exigir mudanças no produto.

A GM só não dispõe no Brasil de laboratório de eletromagnética, que mede a interferência de ondas eletromagnéticas nos sistemas dos automóveis. "O investimento é muito alto e, como o uso não é tão intenso, preferimos usar os laboratórios dos Estados Unidos e da Europa", explica Manuchakian.

Outra opção é o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), em São José dos Campos (SP), que aluga seu laboratório para testes. Entre as montadoras, só a Fiat tem esse serviço no País, realizado em uma câmara de compatibilidade eletromagnética que mede a interferência de equipamentos como celulares e satélites nos sistemas eletrônicos do carro.

A Meriva, lançada em 2004, foi toda desenvolvida pela GM no Brasil e enviada ao exterior para o teste eletromagnético. O Celta também foi criado pela engenharia local, mas sua estrutura era baseada em um produto já existente, o Corsa Classic. "A Meriva tinha arquitetura nova e foi nosso divisor de águas no desenvolvimento local", diz Manuchakian. O modelo é produzido também na Espanha.

O desenvolvimento desses dois produtos, além de adaptações como a da S10, credenciaram a filial brasileira a ser escolhida pela GM americana como centro mundial de desenvolvimento de picapes médias. O primeiro fruto dessa missão ficará pronto em dois ou três anos.

O próximo passo da GM é atuar no desenvolvimento de veículos híbridos, movidos a células de combustível (ou elétricos). A empresa terá de investir em laboratório de projetos eletroeletrônicos e baterias.

A GM inaugurou, em 2006, uma sala de realidade virtual em São Caetano do Sul (SP), onde são feitos projetos em três dimensões. A empresa gasta em média 5% do faturamento na área de desenvolvimento. O laboratório de segurança da Fiat está incluído no investimento de R$ 5 bilhões que o grupo fará no País até 2010.

Cada "dummy", boneco usado nos testes de colisão, custa US$ 100 mil e são necessários vários deles, de diferentes estaturas, para simular efeitos de um acidente com uma família. Quando um modelo é desenvolvido, a Fiat costuma fazer o teste com pelo menos 40 carros.

Último Segundo – 06/02/2008

Faturamento da Bosch aumentou 6% em 2007, para US$ 68,608 bilhões

A fabricante de autopeças Robert Bosch registrou faturamento de US$ 68,608 bilhões em 2007, que supõe um aumento de quase 6% em comparação com o ano anterior.

Em comunicado, a empresa informou hoje que o lucro antes de impostos atingiu 8% do volume de negócio (US$ 5,488 bilhões) e alcançou, portanto, as metas da empresa.

"Para a Bosch, 2007 foi um bom ano, que se desenvolveu melhor do que o previsto. Estamos indo em direção a nossos objetivos de longo prazo", disse o presidente da companhia alemã, Franz Fehrenbach.

Por setores, o de técnica industrial cresceu 9% em 2007, com um faturamento de US$ 8,780 bilhões, e o de artigos de consumo aumentou quase 7%, com vendas de US$ 17,413 bilhões, em relação ao ano passado.

No setor de tecnologia automobilística, o volume de negócios chegou a US$ 42,414 bilhões, 4,5% a mais que em 2006.

"A demanda por tecnologias seguras, limpas e econômicas aumentou notavelmente na segunda metade do ano. Isso supôs um impulso que também garantirá um desenvolvimento positivo nos próximos anos", acrescentou Fehrenbach.

Por regiões, o negócio da Bosch cresceu principalmente na Ásia, onde a empresa registrou em 2007 um aumento de 15% de seu faturamento em comparação com o exercício anterior.

No continente americano, a alta foi de 7,5%, impulsionada principalmente pelas vendas na América do Sul, segundo a companhia.

As vendas da empresa foram prejudicadas durante 2007 pela fraqueza do mercado automobilístico nos Estados Unidos, pelas fortes pressões sobre os preços no setor de tecnologia para veículos, pela desvalorização do dólar e do iene, além de pela queda do consumo na Alemanha, acrescentou a Bosch.

No entanto, os negócios da Bosch foram impulsionados pela conjuntura mundial positiva, pelo dinamismo dos mercados asiáticos, sul-americanos e do Leste Europeu, assim como pela crescente demanda por tecnologias que respeitem o meio ambiente.

Último Segundo – 01/02/2008

Pela 1ª vez, país produz mais de 3 milhões de veículos em 12 meses

A indústria automobilística nacional ultrapassou pela primeira vez a marca dos 3 milhões de veículos produzidos em um ano. Nos 12 meses encerrados em janeiro último, foram fabricados 3,02 milhões de automóveis no país, o que representa um crescimento de 15,2% sobre os 12 meses anteriores, quando foram produzidas 2,62 milhões de unidades.

No caso das vendas, os 12 meses encerrados em janeiro somaram 2,52 milhões de veículos, com alta de 29,6% sobre os 1,95 milhão comercializados um ano antes.

Apesar das marcas alcançadas, a Associação Nacional das Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) mantém suas projeções para 2008. A entidade estima um crescimento de 8,9% na produção, que deve atingir 3,235 milhões de unidades ao final do ano.

As vendas deverão avançar 17,5%, para 2,895 milhões de veículos. O volume projetado para a produção em 2008 está bastante próximo da capacidade total atual da indústria brasileira, que é estimada em cerca de 3,5 milhões de unidades. A Anfavea, porém, garante que não haverá problemas na oferta.

"Não vai faltar carro. A indústria já está investindo em aumento de capacidade", disse o presidente da entidade Jackson Schneider. Ele promete para março a divulgação de um estudo em que será revelada a nova capacidade da indústria nacional, já contabilizando os investimentos anunciados por algumas montadoras, como Fiat, Peugeot/Citroën e Volkswagen Caminhões e Ônibus.

Valor Online – 11/02/2008

Licenciamento de veículos cresce 40,6% ante janeiro de 2007

As montadoras de veículos instaladas no Brasil licenciaram 214.959 veículos em janeiro, informou há pouco a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

O volume refere-se aos automóveis novos nacionais e importados com base nos dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

Os licenciamentos do primeiro mês de 2008 foram 40,6% maiores do que os registrados no mesmo período do ano passado, quando foram comercializadas no varejo 152.931 unidades.

No confronto com dezembro de 2007, quando foram emplacados 242.240 veículos, no entanto, viu-se redução de 11,3%.

Valor – 11/02/2008

Setor automotivo tem recorde e prevê investimentos

As vendas de veículos novos no Brasil caíram em janeiro devido ao período de férias, mas a produção aumentou e recuperou-se da queda de dezembro motivada por paradas técnicas do setor.

Apesar do recuo das vendas em geral, tanto a comercialização interna como a produção tiveram o melhor janeiro da série histórica da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Os dados, divulgados nesta segunda-feira, mostram a continuidade do forte crescimento da indústria automotiva nos últimos dois anos, abrindo espaço para mais investimentos de aumento da capacidade.

"Mês a mês o mercado tem se fortalecido. Entramos em uma nova base de mercado", disse Jackson Schneider, presidente da Anfavea. Mais uma vez, ele descartou que possa haver problemas de oferta, enquanto o setor vem operando perto da capacidade instalada de 3,5 milhões de unidades. Schneider citou investimentos recentes da Fiat, Peugeot Citroen e Volkswagen Caminhões e Ônibus.

"Não vai faltar carro. Já está havendo aumento da capacidade e mais planos de investimento. O mercado será atendido", sustentou. A entidade pretende divulgar em março um estudo com o novo patamar de capacidade da indústria, baseado nos últimos investimentos feitos.

A Anfavea informou que as vendas de veículos no país caíram 11,3% em janeiro ante dezembro. Mas frente ao mesmo mês do ano passado as vendas saltaram 40,6%, atingindo 215 mil unidades.

A produção aumentou 15,5% mês a mês e 24,2% na comparação anual, para 254,9 mil unidades. "Em janeiro tem férias escolares, tem férias de trabalhadores (dentro e fora do setor), muita gente vai para a praia, então o mercado cai um pouco em vendas. Isso é normal", explicou o presidente.

"Já a produção está se recuperando de dezembro, quando caiu porque houve férias coletivas do setor e paradas para manutenção, como costuma ocorrer no fim do ano."

Schneider manteve as previsões para o ano, de 2,895 milhões de unidades vendidas no mercado interno --alta de 17,5% sobre 2007-- e produção de 3,240 milhões de veículos --aumento de 8,9%. Ambos os números marcariam novo recorde do setor.

Emprego em alta
Segundo ele, os mesmos motivos que vinham estimulando o setor em 2007 impulsionaram o mercado em janeiro e devem servir de motor para todo o ano: crédito em crescimento, emprego e renda melhorando e inadimplência baixa, que abre espaço para prazos maiores de financiamento.

O nível de emprego no setor aumentou 1% em janeiro ante dezembro e 13,7% em relação a janeiro do ano passado, para 121.523 postos de trabalho. O dado vem crescendo desde setembro de 2006.

O único dado que não se mostra tão favorável é o de vendas externas, em razão da desvalorização do dólar. Em janeiro, as exportações de veículos e máquinas agrícolas em valor totalizaram US$ 1 bilhão, queda de 17,4% sobre dezembro, mas alta de 26,8% na comparação com o mesmo mês de 2007.

Em volume, as vendas externas de veículos declinaram 5,3% mês a mês e subiram 7,7% na comparação anual, para 53 mil unidades.

Reuters – 11/02/2008

Receita de montadoras com exportações aumenta 26,8% em relação a janeiro de 2007


As exportações de veículos e máquinas automotrizes somaram US$ 1 bilhão em janeiro, maior em 26,8% em relação à receita obtida no mesmo mês do ano anterior, de US$ 789,130 milhões.

A Associação Nacional os Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), responsável pelos dados, informou que o resultado acabou, porém, 17,4% menor do que as exportações do setor em dezembro de 2007, de US$ 1,211 bilhão.

Em unidades, foram exportados 53.054 veículos (incluídos caminhões e ônibus) em janeiro, uma elevação de 7,7% na comparação com igual mês de 2007 (49.255 unidades). Ante dezembro, quando as vendas externas somaram 56.005 veículos, viu-se recuo de 5,3%.

As vendas externas de máquinas agrícolas foram de US$ 250,616 milhões em janeiro, com acréscimo de 53,3% na comparação com o mês inicial de 2007, mas diminuição de 13,5% frente a dezembro do ano passado.

Foram exportadas em janeiro 1.887 máquinas, quantidade 56,1% superior àquela apurada no mesmo mês de 2007, mas 18% menor do que a marca de dezembro daquele calendário (2.301 unidades).

Valor – 11/02/2008

CONSUMER

Polaroid fechará fábricas de filmes e terá foco em equipamentos eletrônicos

A Polaroid decidiu fechar suas fábricas de filmes fotográficos e fotos de revelação instantânea.

O anúncio foi feito, em comunicado, pelo CEO da empresa, Tom Beaudoin. Segundo Beaudoin, as novas tecnologias minaram os negócios da Polaroid em fotos instantâneas e filmes.

A empresa vai dedicar-se a produtos para fotografia digital e equipamentos eletrônicos, como DVD players e TVs LCD.

Até março, a empresa fechará uma fábrica de filmes que mantém em Massachusetts, nos Estados Unidos. Até o final do semestre, fechará outras duas fábricas de filmes no México e Holanda.

Uma das alternativas relevadas por Beaudoin é licenciar a tecnologia de fotos instantâneas para terceiros, a fim de atender aos fãs das clássicas câmeras Polaroid.

Um dos novos produtos da empresa é o Zink, uma impressora portátil que pode ser levada no bolso. O Zink tem conexão Bluetooth e pode, por exemplo, imprimir instantaneamente fotos tiraras por um celular.

INFO Online – 11/02/2008

TELE System lança decodificador de TV aberta de alta definição

A TELE System Eletronic do Brasil anunciou o lançamento do seu decodificador para TV aberta de alta definição, de fácil utilização pelos usuários. O equipamento estará no mercado este mês, segundo garante a direção da empresa. O preço do produto não foi revelado pela empresa.

O "TS F2.0." é um receptor de TV Digital Terrestre de alta definição desenvolvido para atender o padrão Brasileiro de TV Digital (ISDB-TB). Compatível com os formatos MPEG-4 e MPEG-2, o TS F2.0. é capaz de receber programas de transmissões terrestres de TV de alta definição (conhecidas como HD (de "high definition") e de definição padrão (SD). O decodificador tem uma CPU com 450 DMIPS, memória Flash de 8 MB e memória RAM de 128 MB DDR.

Além de um visual moderno, o equipamento pesa apenas 1,2 Kg e foi concebido visando uma fácil utilização por todos os usuários. Traz instruções na tela da televisão que ajudam na navegação e orientação da configuração do receptor, de maneira simples e intuitiva.

O receptor é compatível com várias resoluções de imagens - 720x480i, 720x480p, 1280x720p, 1920x1080i - para preencher completamente a imagem de alta definição. Com isso, o usuário pode acessar facilmente programas de alta definição transmitidos pelas emissoras de TV aberta e assistir a filmes, apresentações e eventos esportivos.

Além do receptor conter as opções de áudio estéreo analógico e áudio Dolby Digital 5.1 nas saídas digitais (coaxial e ótica) que serão conectadas à TV ou ao home theater, o usuário terá outras opções de áudio que dependem do sinal transmitido pelas emissoras como: seleção de idiomas alternativos ou de diferentes narradores de eventos esportivos, um segundo canal de áudio (sap) e etc.

O TS F2.0, oferece uma ampla variedade de opções de conexão à TV ou a outros sistemas de entretenimento como: conexão HDMI, Vídeo YPbPr, S-VIDEO ou Composto e conexão Áudio: Digital (SPDIF óptico ou coaxial) e analógico (L/R).

Seu controle remoto foi projetado para acessar toda a variedade de recursos do sistema. Além do acesso aos programas de TV de alta definição e definição padrão, com controles de canal e de volume, ele pode ser usado para operar todos os "menus" do sistema.

Suas princpais características funcionais são:

1· Tem resolução de imagem de até 1080i, que permite a recepção de programas com alta definição (HD) de imagem, entregues via Saída HDMI.
2· O receptor tem opções de som estéreo ou Dolby Digital 5.1 nas saídas digitais (coaxial, HDMI ou ótica);
3· O Decodificador pode funcionar como um "media center", pois conta com entradas Ethernet para conexão ao PC, e USB para conexão de memória externa para execução de fotos, música e filmes.
4· Escolha do formato de tela (widescreen, 16 por 9 ou "letterbox", (4 por 3);
5· Acesso ao Guia Eletrônico de Programação (EPG);
6. Configuração de senha;
7· Configuração de nível de censura;
8· Cria grupos de canais favoritos;
9· Permite a classificação e busca dos canais por ordem alfabética;
10· Procura automática;

O TS F 2.0 tem ainda entradas Ethernet para conexão ao PC, e USB para conexão de memória externa (pen drive) para atualização de softwares ou execução de fotos, músicas e filmes, funcionando como um equipamento de "media center".

O Brasil adotou a tecnologia ISDB-T para transmissão de sinais de TV aberta digital. As emissoras da cidade de S. Paulo passaram a transmitir três tipos de sinais de TV desde o dia 2 de dezembro: 1) Sinal analógico convencional, 2) Sinal de SD ou HD, de acordo com a disponibilidade de conteúdos ou de capacidade tecnológica e 3) Sinal One Seg para dispositivos fixos ou móveis de tela pequena.

"A TV aberta brasileira iniciou uma nova era com a digitalização da transmissão e o telespectador já começou a experimentar essa revolução em São Paulo e em breve no Rio de Janeiro e Belo Horizonte, e a TELE System desenvolveu o menor e o mais completo receptor do mercado para encantar e surpreender os nossos clientes", diz Marco Szili, diretor-geral da TELE System Electronic do Brasil, sem contudo revelar o preço final do equipamento.

A subsidiária brasileira da TELE System Electronic comercializa seus produtos no mercado europeu de satélite, notadamente no Italiano, e faz pesquisas e desenvolvimento de produtos digitais inovadores, especiais para operadoras de TV aberta e de TV por assinatura. Além de atuar na Europa e no Brasil, a companhia também está presente na Malásia e no México e vem construindo uma fábrica na Índia.

Convergência Digital – 11/02/2008

Com mais de 1 milhão de PCs vendidos, receita da Positivo cresce 54%

Com 1,389 milhão de máquinas vendidas em 2007, a brasileira Positivo Informática comemora a marca e registra receita bruta de R$ 2,092 bilhões no ano, com elevação de 54,3% sobre 2006 (dados adicionais serão divulgados no dia 20/02, após o fechamento da bolsa de valores).

Para Hélio Rotenberg, presidente da empresa, o desempenho reflete o esforço da companhia na oferta de máquinas para os três segmentos em que atua: corporativo, governo e varejo. Este último, o grande propulsor dos números. "É a primeira vez que o Brasil vende mais computadores do que televisão e isso é muito animador", celebra o executivo.

Em função do pouco tempo de vida, a divisão corporativa foi a que registrou maior crescimento no período, perto dos 200%, segundo Rotenberg. "Há muitas oportunidades no setor, que serão exploradas ao longo de todo o ano", garante o executivo.

Segundo dados preliminares enviados por Rotenberg, nos primeiros nove meses do ano de 2007, o varejo recebeu 779,9 mil computadores, com avanço de 76,6% sobre o mesmo período de 2006. Enquanto isso, o governo consumiu 132,8 mil máquinas, crescendo 88,5% e o corporativo comprou 28 mil computadores, com salto de 179,6% sobre os nove primeiros meses de 2006.

No período, o canal de vendas da Positivo negociou 940,7 mil equipamentos, elevando o volume em 76,6% sobre o mesmo intervalo de 2006.

Volume de vendas

Entre os PCs negociados pela empresa, os desktops registraram elevação de 45,7%, com 1,149 milhão de máquinas vendidas. Já os notebooks tiveram salto de 423,9% sobre 2006, alcançando a marca de 239 mil unidades.

Sobre a previsão de comportamento entre as vendas de computadores móveis e de mesa, Rotenberg ainda aposta que os desktops devem manter-se em crescimento nos próximos anos, especialmente em casos de famílias que adquirem sua primeira máquina. "Já os laptops, em função da forte baixa nos preços, ganham espaço dia-a-dia, mas não devem ultrapassar os modelos de mesa tão cedo", calcula.

O modelo de distribuição, que até então conta com apenas um distribuidor, a Officer, segue recebendo a atenção do executivo, que não descarta o cadastramento de novos parceiros de distribuição. "Estamos estudando todas as possibilidades", limita-se a dizer.

Rotenberg também celebra a baixa no mercado cinza e aposta nas revendas para disseminar suas máquinas e colaborar com a legalização do mercado.

Futuro

A recente parceria firmada com a Vivo ganha uma campanha publicitária ainda em fevereiro, informa o executivo, que não dá mais detalhes sobre a alianças. "Ainda é muito recente e estamos bem no início da estratégia".

Por fim, Rotenberg diz lamentar muito a suspensão do leilão do laptop educacional. "Ficamos chateados, porque o governo já conhecia os preços antes e argumentar em cima do valor agora é um pouco estranho", opina, garantindo que a empresa está pronta para estudar a redução dos valores.

IT Web – 08/02/2007

Mercado de receptores pra TV Digital deve crescer 35% ao ano até 2013

O mercado mundial de receptores para TV Digital deve crescer de 65 milhões de unidades em 2007 para mais de 350 milhões até 2013, representando um aumento anual de 32%. Esse é um dos principais resultados apresentados por pesquisa sobre o assunto realizada pela ABI Reasearch. O estudo também aponta que aproximadamente 85% dos receptores comercializados em 2007 suportam TV e set-top box digitais, enquanto apenas 15% comportam também outros equipamentos, como PCs.

Com a infra-estrutura implementada primeiro no Japão e na Coréia, os receptores de TV Digital atingiram 23% e 34% de penetração nos mercados desses países, respectivamente. Na China, a TV Digital chegará a tempo para as Olimpíadas, com o serviço disponível para mais de 30 cidades.

“A oportunidade de mercado para os receptores da TV Digital deve impulsionar os comsumidores. Muitos dos standards digitais ao redor do mundo suportam aplicações móveis e portáteis, o que permitirá ao consumidor enviar e receber sinal em uma fração muito menor que as tecnologias anteriores”, conclui Steve Wilson, analista da ABI Research.

Decision Report – 07/02/2007

Laptops venderam 183% mais em 07, diz Abinee

Números confirmam expansão recorde do mercado de notebooks em 2007. Venda de PCs subiu 21% no ano.

A Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) divulgou os dados consolidados da venda de computadores em 2007. No ano, foram comercializados 10 milhões de computadores. A maior parte das vendas foi de desktops.

Segundo a Abinee, 8,07 milhões de computadores de mesa foram vendidos no ano, uma expansão de 7% sobre o número registrado em 2006.

Já os notebooks saltaram para 1,912 milhão de máquinas vendidas. O crescimento deste segmento foi recorde e as vendas ficaram 183% acima das anotadas um ano antes. Na média, o crescimento do mercado de computadores (desktops mais PCs) ficou em 21%.

Na opinião do presidente da Abinee, Humberto Barbato, o setor foi beneficiado pela MP do Bem, que retirou PIS e Cofins de computadores de até 4 mil, e da expansão no crédito.

Mercado cinza – Pelas contas da Abinee, ao longo de 2007 65% das máquinas vendidas foram produtos legais, comercializados com nota-fiscal. Outros 35%, no entanto, foram vendidos no mercado cinza.

Entre os desktops, a participação do mercado cinza ficou em 29,1%. Já entre os notebooks, o mercado sem nota ficou com 37%. Os dados do mercado cinza foram calculados, a pedido da Abinne, pelo instituto IT Data.

Apesar de elevado, o mercado cinza vem recuando. Até 2006 a participação do mercado cinza era de 44%, número que recuou para 35% (desktops mais notebooks) em 2007.

Segundo a Abinee, a queda do mercado ilegal é fruto da maior repressão da Polícia e Receita Federal ao contrabando e às lojas que vendem produtos sem nota.

INFO Online – 02/02/2008

IDENTIFICATION

RFID na Livraria Byblos para localizar mais de 150.000 itens

Uma das maiores livrarias portuguesas, com cerca de 3300 metros quadrados decidiu apostar na tecnologia RFID para localizar mais de 150.000 itens. Este rastreamento será efectuado através da plataforma TrueVUE RFID.

Nesta livraria a integração das tags é feita ao nível do item, ou seja todos os livros, CD's, DVD's e periódicos, irão usar uma tag RFID para simplificar e maximizar os processos de gestão e operacionais da livraria.

Nesta livraria todas as prateleiras serão monitorizadas através de readers UHF e os itens serão rastreados por mais de 2000 locais dentro da livraria.

O facto do inventario e da localização dos produtos ser feita em tempo real, permite a que os clientes se dirijam a um dos 40 quiosques espalhados pela livraria e saibam exactamente a localização de cada produto.

Yahoo Finance – 11/02/2008

Vicaima e o RFID

A Vicaima é um dos líderes europeus no mercado das portas de interior, que se distinguem principalmente pela qualidade, estética e função dos seus produtos.

Esta empresa que seguiu os seu espirito inovador, decidiu apostar na implementação de uma solução RFID. O RFID é utilizado nos produtos individuais transformados na Vicaima, em que todos os produtos passam a conter uma tag RFID por forma a que o controlo de produção seja feito de uma forma eficiente e flexível.

Esta solução foi desenvolvida pela Creativesystems, empresa esta que desenvolve soluções integradas de automatização e optimização de fluxos de informação, suportadas por uma consultoria especializada em gestão da inovação e gestão operacional.

Creativesystems – 11/02/2008

INDUSTRIAL

IBGE: indústria cresceu em 14 regiões no ano passado

A produção industrial brasileira cresceu em todos os 14 locais pesquisados pelo IBGE em 2007, divulgou hoje o instituto. Os destaques nacionais da indústria no ano passado foram Minas Gerais (8,6%), Espírito Santo e Rio Grande do Sul (ambos com 7,5%), Paraná (6,7%) e São Paulo (6,2%).

De acordo com os técnicos do IBGE, "nestes locais confirma-se o padrão de crescimento observado em 2007, uma vez que na estrutura industrial desses Estados há forte presença de segmentos produtores de bens de consumo duráveis, principalmente automóveis e eletrodomésticos, e bens de capital (máquinas e equipamentos), além de setores tipicamente exportadores, principalmente de commodities", diz a nota.

A Tarde – 11/02/2008

TELECOM

Empresas mostram protótipos do sistema do Google para celulares

Os primeiros aparelhos celulares equipados com a plataforma Android, do Google, começaram a ser mostrados nesta segunda-feira (11), na Mobile World Congress, a maior feira mundial de telefonia celular, realizada em Barcelona.

As demonstrações foram feitas por fabricantes de chips como ARM, Marvell, Texas Instruments, Qualcomm, NEC e ST Microelectronics. Elas mostraram um protótipo do que deverá ser a plataforma Android, que tem lançamento previsto para o segundo semestre deste ano.

O pacote de softwares da Google foi apresentado em novembro do ano passado, pondo fim a meses de especulação a respeito dos planos da empresa para a área de telefonia móvel. Entretanto, o anúncio desapontou muitos analistas, que esperavam que a empresa lançasse um aparelho celular para concorrer com o iPhone, da Apple.

Em vez disso, a empresa optou por implantar uma plataforma de internet em aparelhos de fabricantes que concordarem em usar seu sistema operacional.

A intenção do Google é levar a gama de serviços que oferece do computador para o celular, mercado este que sofre com problemas na padronização dos aplicativos e no design dos aparelhos. Segundo a companhia, o sistema será a "única plataforma realmente aberta e abrangente para aparelhos celulares".

O pacote será baseado em sistemas de código aberto para computador, que podem ser mais facilmente manipulados por programadores. A expectativa é que a plataforma possa sustentar aplicativos de diversos desenvolvedores.

"O que está acontecendo com o Android hoje é que nós estamos vendo um certo número de empresas de tecnologia demonstrando como o Android vai operar no sistema delas", afirmou Barry Schnitt, porta-voz do Google.

Entre as empresas que estão colaborando com o desenvolvimento do sistema estão a China Mobile, HTC, Intel, Motorola, Qualcomm, T-Mobile, Telefonica, LG e eBay.

Folha Online – 11/02/2008

WiMax móvel é oportunidade para operadoras de celular, diz pesquisa

Do ponto de vista da operadora de telefonia celular, o WiMax móvel ou 802.16e é um serviço complementar àqueles já oferecidos, e não uma ameaça de concorrência. A afirmação é do instituto de pesquisas em tecnologia In-Stat.

O padrão móvel para o WiMax vem sendo tema de debates desde a sua criação, de acordo com a empresa de pesquisas. Operadoras e fabricantes vêm avaliando como a nova tecnologia impactará suas operações, e a In-Stat dividiu em duas as formas como ela influenciará os negócios já existentes.

Segundo a companhia, de um lado, alguns poucos fabricantes de equipamentos ainda sem participação no mercado WiMax começam a discutir a tecnologia. “Qualquer ganho em WiMax é fruto de outras tecnologias de dados 3G”, diz Daryl Schoolar, analista da In-Stat.

“Do outro lado, fabricantes de infra-estrutura, como Alcatel-Lucent, Motorola e Nokia-Siemens, vêem um mundo onde múltiplas tecnologias de banda larga coexistirão. A In-Stat acredita que a segunda opção prevalecerá”, afirma o analista.

A pesquisa da In-Stat intitulada "Complement or Threat-WiMax Strategies for Mobile Operators" revelou ainda que o WiMax móvel terá mais sucesso entre os usuários de laptops e outros eletrônicos de consumo do que em telefones celulares.

Serão nesses equipamentos além dos celulares que, de acordo com a In-Stat, o WiMax representará o maior desafio para as tecnologias celulares já existentes. Finalmente, a pesquisa afirma que o WiMax criará novas oportunidades de receitas para as operadoras celulares existentes.

O Globo – 08/02/2008

Onda de smartphones puxa ganhos da Qualcomm

A Qualcomm registrou um lucro maior para seu primeiro trimestre fiscal, com a forte demanda por seus chips de celulares.

O crescimento no uso de celulares inteligentes no mundo todo, em 2007, beneficiou a empresa.

A Qualcomm divulgou um lucro de 767 milhões de dólares, ou 0,46 dólar por ação no período terminado em 30 de dezembro, comparado com 648 milhões de dólares, ou 0,38 dólar por ação no mesmo período do ano anterior.

A receita subiu 21 por cento, para 2,44 bilhões de dólares.

Em dezembro, a companhia havia previsto lucros ajustados por ação entre 0,52 e 0,53 dólar, e que a receita ficasse no patamar mais alto de sua previsão anterior entre 2,3 e 2,4 bilhões de dólares.

INFO Online – 31/01/2008

Com receita próxima de R$ 10 bi, Claro fecha o ano com lucro operacional no Brasil

A operadora investiu 1,4 bilhão de reais em dezembro para comprar licenças de terceira geração que lhe permitirão cobrir todo o País. A Claro já havia lançado os serviços em algumas capitais do País em novembro, nas faixas ociosas da freqüência de 850 MHz que tinha em sua rede.

A receita líquida da Claro alcançou 9,98 bilhões de reais, montante 19,3% superior aos 8,37 bilhões de 2006. A empresa fechou o ano com 30,2 milhões de usuários de celular, número que representa uma alta de 26,6% sobre o ano anterior, quando ela tinha 23,8 milhões de assinantes.

O Brasil é o segundo país em número de assinantes para a companhia mexicana, só perdendo para o país de origem, onde a operadora tem 50 milhões de usuários de celular.

A base de pós-pagos da companhia subiu 44,7% no ano, enquanto a de pré-pagos cresceu 23%. A receita média por usuário subiu 3,8% no último trimestre, para 28 reais, enquanto a taxa de desistência (churn) caiu 1,3 ponto percentual, para 2%.

A empresa, que não divulga o resultado da última linha do balanço por ter capital fechado no Brasil, teve um lucro operacional de 326 milhões de reais em 2007, revertendo o resultado negativo de 558 milhões de reais em 2006, segundo o balanço da América Móvil.

A geração de caixa (Ebitda) mais que dobrou no ano, para 2,5 bilhões de reais, uma alta de 134,5% sobre 2006.

O grupo América Móvil ganhou 28,6 milhões de clientes em todo o ano 2007, totalizando 153,4 milhões de assinantes em todo o mundo. A receita líquida da corporação atingiu 312 bilhões de pesos, uma alta de 28,2% sobre 2006.

Computer World – 06/02/2008

Venda mundial de celulares cresceu 12,4% em 2007

O mercado mundial de celulares totalizou no ano passado 1,144 bilhão de aparelhos comercializados, o correspondente a um avanço de 12,4% sobre 2006, conforme dados da consultoria IDC. Segundo a pesquisa Worldwide Mobile Phone Tracker, o setor bateu um recorde ao embarcar 334 milhões de dispositivos móveis no quarto trimestre de 2007, número 11,6% maior sobre igual intervalo de 2006.

A Nokia voltou a liderar as vendas globais no período, mas a Samsung, que nas últimas medições figurava na terceira posição, galgou um degrau e superou a Motorola.

Ainda que o volume de celulares embarcados no trimestre final de 2007 tenha sido recorde, seu crescimento foi inferior à variação de 18% a 30% registrada em períodos equivalentes nos três últimos anos, ponderou Ryan Reith, analista-sênior que liderou a pesquisa do IDC.

Primeira colocada do ranking, a Nokia registrou no quarto trimestre 40% de participação de mercado, com vendas de 133,5 milhões aparelhos celulares. Trata-se de um avanço de 26,5% sobre intervalo correspondente de 2006. A Samsung tomou da Motorola a segunda colocação com embarques de 46,3 milhões de terminais, alta de 40,7% em 12 meses. Com isso, a empresa amealhou 13,9% do mercado no trimestre que fechou 2007. A Motorola registrou 40,9 milhões de aparelhos, baixa de 37,8% sobre as remessas do quarto trimestre de 2006. A fabricante ficou com 12,2% do mercado de celulares.

A Tarde – 02/02/2008