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11/12/2007
GERAL
Philips compra norte-americana Emergin para fortalecer portfólio de monitores de pacientes
A holandesa Philips anunciou a compra da norte-americana Emergin, que fabrica softwares para equipamentos de alarmes hospitalares. Os detalhes financeiros do negócio não foram divulgados, mas a transação deve ser encerrada ainda neste ano. A idéia da Philips é reforçar seu portfólio de sistemas de monitores de pacientes com a tecnologia da companhia adquirida.
Com a conclusão do negócio, a Emergin passará a ser parte da divisão de Saúde da Philips, que aumentará sua participação no mercado de tecnologia para esse setor.
Na Philips, construímos nossa liderança no mercado de sistemas de monitoramento de pacientes, e nossos monitores podem ser encontrados em todas as áreas de um hospital - seja no pronto socorro, na sala de operação ou na UTI, disse o executivo-chefe da Philips Saúde, Steve Rusckowski. Mas vemos que a relação entre o número de pacientes e o das equipes dos hospitais está aumentando, avalia.
Atualmente a Philips ocupa a liderança no mercado mundial de equipamentos de monitoramento de pacientes, que em 2006 movimentou cerca de US$ 3 bilhões. Com a aquisição da Emergin, a Philips espera incorporar a tecnologia de alarmes da empresa norte-americana a seus produtos, consolidando essa posição.
A nossa aquisição pela Philips permitirá à Emergin manter sua liderança em seu segmento, acelerando seu ritmo de chegada ao mercado e expandindo imediatamente sua presença global, disse o presidente e executivo-chefe da Emergin, Michael McNeal.
Fundada em Boca Raton, Florida, em 1995, a Emergin deve fechar 2007 com vendas de US$ 18 milhões, resultado de uma média de crescimento anual de 50% registrada nos últimos três anos.
O Globo – 07/12/2007

Cresce compra externa de eletroeletrônicos
A China ganha cada vez mais destaque entre os eletroeletrônicos importados no Brasil. Em 2000, as compras chinesas respondiam por 4% dos US$ 11,9 bilhões importados. Este ano, o país representará 27% dos US$ 23,7 bilhões que foram comprados fora do Brasil ao longo do ano, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).
"Os semicondutores e os componentes para informática estão puxando esta alta", afirmou Humberto Barbato, presidente da Abinee. As importações de semicondutores cresceram 4%, para US$ 3,4 bilhões, este ano. As compras de componentes para informática deram um salto de 38%, para US$ 3 bilhões, ultrapassando as de componentes para telecomunicação, que eram a segunda maior área entre os mais importados até 2006 e cresceram 10% este ano, para US$ 2,4 bilhões. O câmbio, assim como o mercado interno aquecido, impulsionaram as importações, de acordo com Barbato.
A balança comercial do setor continua em queda livre. Fechará 2007 com um déficit de US$ 14,4 bilhões, valor 40% maior em relação a 2006, ano em que o salto ficou negativo em US$ 10,4 bilhões. Segundo expectativas da Abinee, o déficit deve ultrapassar os US$ 20 bilhões no próximo ano.
O setor
O faturamento do setor de eletroeletrônicos alcançou R$ 112,4 bilhões, alta de 8% em relação a 2006. As áreas que mais se destacaram foram a de Geração, Transmissão e Distribuição (GTD) de energia elétrica, que cresceu 28%, para R$ 10,7 bilhões; a de equipamentos industriais, que atingiu R$ 15,4 bilhões, alta de 16%; e a de automação industrial, que subiu 11%, somando R$ 2,9 bilhões.
A área com maior participação no setor continua sendo informática, que movimentou R$ 31,6 bilhões este ano, alta de 8% em relação a 2006. As vendas de notebooks impulsionaram o setor este ano. Segundo expectativas da associação, serão comercializados 10,1 milhões de computadores no Brasil em 2007. No ano passado foram 8,2 milhões. As vendas de notebooks devem alcançar 2,1 milhões, ante as 675 mil unidades vendidas em 2006. As vendas de desktops passaram de 7,5 milhões no ano passado para 8 milhões este ano, mesmo volume que a Abinee projeta para o próximo ano. Os notebooks, no entanto, devem chegar a 3 milhões de unidades em 2008.
Para o p´roximo ano, as perspectivas do setor de eletroeletrônicos são positivas. O faturamento do setor deve alcançar R$ 123 bilhões, alta de 9% em relação a 2007. Segundo a Abinee, o aumento da renda, do nível de emprego, as condições favoráveis ao crédito e a redução da taxa de juros são os principais fatores que impulsionam o mercado interno.
Televisores
A queda nas vendas dos produtos de linha marrom (que inclui os televisores) foi o que manteve o faturamento da área de utilidades domésticas estagnado este ano em relação a 2006, em R$ 16,5 bilhões. "A área de linha branca cresceu enquanto houve uma queda em linha marrom. Acabou que houve uma compensação", afirmou Barbato.
Segundo o executivo, as vendas menores dos produtos da linha marrom podem ser explicadas por dois motivos: a diminuição natural nas vendas em ano após a Copa do Mundo e o receio dos consumidores em adquirir um equipamento na ocasião do lançamento do sinal digital. "Algumas pessoas esperaram a definição para comprar televisores", disse Barbato.
Benjamin Benzaquen Sicsú, diretor da Abinee e vice-presidente da Samsung, afirmou esperar que as vendas se recuperem no próximo ano e destacou o desempenho dos aparelhos de plasma e LCD. De acordo com expectativas de Sicsú, as vendas de televisores de plasma e LCD, que devem ficar em 1 milhão este ano, ultrapassarão 2 milhões em 2008. A estimativa da Abinee é que o setor de utilidades domésticas cresça 10% em 2008, totalizando R$ 18,1 bilhões.
"É um bom número", afirmou Barbato.
Gazeta Mercantil – 07/12/2007
Vendas na indústria de eletroeletrônicos devem crescer 9% em 2008 e gerar receita de R$ 123 bilhões
A continuidade dos investimentos oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o bom andamento da economia devem garantir à indústria de eletroeletrônicos um faturamento de R$ 123 bilhões em 2008, o que corresponde a uma expansão de 9% em relação este ano, quando o crescimento deve ser de 8%. As projeções foram feitas hoje pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica Eletrônica (Abinee).
Todos os segmentos estão com uma expectativa de crescimento bem razoável, diz Humberto Barbato, presidente da entidade. As áreas mais promissoras para expansão no ano que vem são Automação Industrial, com crescimento estimado de 14%, Material de Instalação (13%) e Informática (12%). A expansão industrial, de projetos de infra-estrutura, da construção civil e da demanda interna por produtos de informática deve sustentar a evolução da receita nesses segmentos.
Essa indústria fechará o ano com utilização média da capacidade instalada de 95%, considerando um turno de oito horas. A Abinee ressalva, no entanto, que ainda há muita capacidade ociosa. Podemos aumentar a capacidade sim, diz Barbato, lembrando que em muitos casos basta estabelecer mais turnos de produção.
Apesar de aquecido, o setor continua bastante insatisfeito com as perspectivas para as exportações, sobretudo por conta da tendência persistente de queda do dólar frente ao real. Essa variável não só desestimula as vendas externas, com achatamento das margens, mas também afeta a competitividade do setor no mercado local, que consome cada vez mais itens importados.
O déficit comercial do setor deve fechar este ano com um aumento de 38% em relação a 2006, somando US$ 14,4 bilhões. Esse montante corresponde a vendas externas de US$ 9,229 bilhões e compras de US$ 23,660 bilhões. Segundo a entidade, nos últimos três anos o saldo negativo acumula aumento de cerca de 100% e a estimativa é de que em 2008 a elevação seja de 43%, para US$ 20,6 bilhões, com estabilidade nas vendas e expansão de 26% nas importações, que devem somar quase US$ 30 bilhões.
A maior parte das compras brasileiras é de componentes, que atingiram neste ano US$ 13,6 bilhões, com aumento de 14%. Mas chama mais atenção a expansão de 56% das importações do setor de telecomunicações em 2007, para US$ 1,9 bilhão. Além do câmbio, a entidade menciona a aversão a risco a novas linhas de investimento das empresas, devido ao atraso na adoção de novas tecnologias como a 3ª Geração (3G) e a WiMax. São projetos que ainda não justificam a produção local, diz Paulo Castelo Branco, vice-presidente da entidade.
Vale destacar que dos R$ 17 bilhões de faturamento do setor de telecomunicações estimado para este ano, R$ 10 bilhões derivam da telefonia móvel.
O Globo – 06/12/2007
Siemens no Brasil encerra ano fiscal 2007 com crescimento de 27% em entrada de pedidos
A Siemens no Brasil encerrou o ano fiscal de 2006/2007 com R$ 6,9 bilhões em entrada de pedidos, registrando um aumento de 27% em relação ao exercício anterior. Até o fechamento de seu balanço, em 30 de setembro, a empresa apresentou um faturamento líquido de R$ 5,3 bilhões, com R$ 550 milhões em vendas para o exterior. Os investimentos no País somaram R$ 395 milhões. Desse total, R$ 151,2 milhões foram aplicados em pesquisa e desenvolvimento, quantia 25% superior ao exercício passado. Os números acima incluem as áreas de Automation and Control, Power, Medical, Transportation, Information and Communications e Lighting. Os bons resultados apresentados pela companhia estão relacionados, principalmente, a importantes contratos fechados nos setores sucroalcooleiro, papel e celulose, óleo e gás, geração de energia, transporte, mineração e siderúrgico.
A alta competitividade da Siemens no mercado é resultado da política de inovação e expansão da empresa em áreas estratégicas. Um dos grandes destaques este ano foi a inauguração da ampliação do complexo de energia em Jundiaí, para atender à crescente demanda dos mercados doméstico e internacional. Foram investidos cerca de R$ 200 milhões, o que possibilitou à empresa aumentar a sua capacidade produtiva nas fábricas de turbinas industriais e nas áreas de transmissão e distribuição de energia.
A Siemens se sobressai no cenário nacional como uma das empresas que mais investe em Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia (P&D&E) e por sua capacidade de inovação. Cerca de 7% de seus 10.741 colaboradores no Brasil estão diretamente envolvidos em atividades de pesquisa e desenvolvimento de soluções tecnológicas inovadoras. Em 2007, os investimentos da companhia em P&D no País representaram 2,9% de seu faturamento, índice superior à média de investimentos das indústrias brasileiras.
Novo Foco – Ao completar 160 anos de sua fundação na Alemanha, a Siemens está ajustando seu posicionamento estratégico em nível mundial e, a partir de 1o de janeiro, passará a organizar suas operações com foco nos setores da Indústria, Energia e Saúde. “Com um portfólio amplo, competências e poder de inovação, podemos apresentar respostas às perguntas mais prementes que surgiram no mundo inteiro em decorrência dos desafios apontados pelas forças que estão moldando o desenvolvimento do século 21: as megatendências das mudanças demográficas, da urbanização e das mudanças climáticas”, afirma Adilson Primo, presidente Grupo Siemens no Brasil e na região Mercosul.
Primo destaca, ainda, que esse redirecionamento global está alinhado com o cenário atual da economia brasileira. De acordo com o executivo, o Brasil vive um momento importante de crescimento econômico e, por isso, necessita de investimentos nos três setores, considerados chaves para viabilizar o desenvolvimento brasileiro. "Além do portfólio diversificado, com geração de valor agregado em produtos e serviços, temos uma atuação estratégica voltada a atender às demandas de áreas de infra-estrutura, logística, energia e saúde consideradas críticas ao crescimento do País”.
Paranashop – 07/12/2007

Empresa de tecnologia investirá US$ 100 mi na Índia até 2010
O grupo suíço-sueco de tecnologia de energia e automação ABB investirá US$ 100 milhões até 2010 para expandir seus negócios na Índia, segundo anúncio feito nesta segunda-feira.
A companhia planeja criar 4 mil novos postos de trabalho, elevando a 10 mil seu quadro de funcionários na Índia no período, informou a empresa em comunicado.
Estimulado pela forte demanda de infra-estruturas elétricas e pelo rápido crescimento do setor industrial, o ABB espera neste período pelo menos dobrar sua receita no país, a US$ 2 bilhões, até 2010.
Para a companhia, a Índia está se transformando em um mercado-chave e desempenhará um papel essencial no fortalecimento do grupo nos próximos anos.
O grupo ABB é um dos principais do mundo em tecnologias eletrotécnicas e de automatização, opera em mais de cem países e emprega 11 mil pessoas.
O Globo – 07/12/2007

AUTOMOTIVO
Vendas de carros flex voltam a cair em novembro, diz Anfavea
As vendas de veículos bicombustíveis caíram em novembro informou a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) nesta quinta-feira.
No mês passado, as vendas de veículos Flex somaram 196.728 unidades, ante 200.999 em outubro e 141.578 em novembro de 2006.
As vendas de bicombustíveis representaram 87,1 por cento do total de veículos comercializados em novembro, contra 86,5 por cento em outubro e 81,4 por cento em igual mês de 2006.
Foram vendidos 19.983 carros a gasolina no mês passado, contra 22.651 em outubro e 24.468 em igual mês do ano passado.
O Globo – 06/12/2007

Renault compra 25% de montadora russa fabricante do Lada
A fabricante francesa de carros Renault concordou em comprar participação de 25 por cento da maior montadora russa, AvtoVAZ, na esperança de reviver a marca Lada e ampliar sua presença no país que em breve deve ser o maior mercado automotivo da Europa.
A venda de carros na Rússia deve superar o mercado alemão em poucos anos, chegando a entre 3,5 milhões e 4 milhões de unidades em 2015 contra 2,3 milhões em 2007, previu o vice-presidente financeiro da Renault, Thierry Moulonguet.
O executivo recusou-se a informar quanto a Renault está pagando pela fatia da AvtoVAZ, mas informou que o valor de mercado da empresa russa é de 5,7 bilhões de dólares e que a montadora francesa está pagando "um múltiplo razoável" sobre as expectativas de lucro da fabricante russa.
De acordo com o chefe da estatal Russian Technologies, controladora da AvtoVAZ, Sergei Chemezov, a Renault e a montadora russa pretendem fazer um carro custando cerca de 15 mil dólares e elevar a produção para 1,5 milhão de veículos por ano.
Segundo com o presidente-executivo da Renault, o brasileiro Carlos Ghosn, a marca Lada será mantida. "O desenvolvimento da marca Lada será prioridade", afirmou.
Pelo acordo fechado entre as empresas, o volume de venda de carros Lada será consolidado no resultado da Renault.
O Globo – 08/12/2007

Veja o que a indústria automotiva prepara para o futuro
O automóvel não é a invenção do homem que mais evoluiu nos últimos anos. Afinal, até hoje os veículos utilizam a combustão para funcionar, a mesma solução desde sua criação, em idos de 1880. Tudo bem que há protótipos que rodam com células de combustíveis ou baterias, mas nada ainda técnica ou economicamente viável. Na última edição do Congresso SAE Brasil 2007 que aconteceu em novembro, foram apresentadas as últimas inovações tecnológicas da indústria da mobilidade.
Para rodar
Os carros brasileiros do amanhã utilizarão pneus com sensores que vão monitorar a temperatura e a pressão interna do pneu, alertando aos condutores do veículo sobre possíveis erros na condição do uso. Outra evolução dos pneus é a capacidade de rodar vazios em maior escala, isso graças à nanotecnologia empregada nos compostos de borracha.
A roda não terá aço, alumínio ou ligas metálicas. Ela será de plástico. Por meio da nanotecnologia, empresas vão conseguir desenvolver uma peça mais resistente e ao mesmo tempo mais leve. A grande barreira é conseguir chegar a algo tão resistente que suporte o peso do automóvel.
Trocando a marcha
Os câmbios automatizados já chegaram ao mercado. Trata-se de um sistema que oferece a mesma praticidade de um câmbio automático, porém com a vantagem de ser mais barato. Ao contrário dos automáticos, os robotizados não usam conversor de torque, oferecendo maior custo/benefício, economia e agilidade. Recentemente a General Motors lançou o Chevrolet Meriva Easytronic equipado com o sistema Auto Shift Gearbox, fabricado pela alemã Luk.
A Magneti Marelli pretende colocar o Free Choice nas concessionárias em fevereiro. Tudo indica que o projeto sairá das pranchetas para embarcar em um Fiat Stilo.
Combustíveis
Bosch, Marelli e Delphi mostraram, cada uma, seu sistema de partida frio para automóveis com tecnologia flexível de combustível. Com as novas tecnologias, o usuário poderá ligar o automóvel abastecido a álcool, em temperaturas abaixo de 0º C, sem precisar da ajuda da gasolina. É o fim do tanque de combustível auxiliar no cofre do motor. O processo é praticamente o mesmo em todas as marcas. Um aquecimento faz o etanol atingir a temperatura ideal para a queima.
A Muller lançou uma novidade prática para o brasileiro enfrentar a adulteração de combustíveis. Trata-se de um sistema que detecta, na hora do abastecimento, a qualidade do produto. Se houver fraude, um dispositivo aciona uma luz no painel do veículo.
Além dos sistemas voltados para os automóveis, já é possível ver nas ruas ônibus rodando com etanol e biodiesel. O álcool continua sendo a grande aposta da indústria automotiva. No segmento das duas rodas, a Delphi e a Marelli mostraram motocicletas flexíveis em combustível.
Nanotecnologia nos acabamentos
Tampão em fibras de milho, console com plástico de garrafas pet e espuma que se auto-regenera são produtos recicláveis desenvolvidos por meio da nanotecnologia. Cada vez mais, os veículos vão ter de apresentar itens renováveis. É uma tendência da indústria mundial.
Economizando a energia
Os vidros serão de policarbonato, mais resistentes a vandalismo e com camada protetora para raios solares. Com isso, menor exigência do ar-condicionado e melhor conforto ao dirigir, além de custo de produção reduzido.
A Bosch apresentou o Global Blower Module, um sistema para aplicações em ventilação que reduz o consumo de energia elétrica, oferecendo maior desempenho ao motor, além de diminui o nível de ruído. Em poucas palavras, trata-se de um alternador extra que carrega quando o ar-condicionado está funcionando. Outra novidade da marca é o Energy Braking Recover, sistema capaz de recuperar a energia do freio motor, contribuindo para a redução de consumo e emissões.
Web Motors – 06/12/2007

Continental adquire Siemens VDO e inicia uma nova era com força renovada
Fornecedor da indústria automobilística saúda os novos colaboradores, a integração intensivamente planejada é colocada em prática, Manfred Wennemer, presidente da Continental: decisões finais em dois ou três meses, após uma verificação detalhada.
Clientes e investidores confiam na competência e no amplo espectro de produtos para atender megatendências como segurança, sustentabilidade e informação. A Continental AG, de Hannover, na Alemanha, após ter fechado o negócio de compra da Siemens VDO Automotive AG, iniciou uma nova era, com a força renovada de dois gigantes de ponta do grupo de fornecedores globais da indústria automobilística. "Nós saudamos os colaboradores e colaboradoras vindos da Siemens VDO. Consolidando nossas forças, iremos conduzir a Continental para que se transforme em um fornecedor de destaque da indústria automobilística mundial", afirma Manfred Wennemer, presidente da Continental.
Antes disso, foi fechado o negócio de compra da Siemens VDO Automotive AG, fruto do acordo de 25 de julho e aprovado pela comissão européia, sem restrições, em 29 de novembro, com o pagamento de € 11,4 bilhões à Siemens AG, envolvendo benefícios fiscais da ordem de € 1 bilhão. O empreendimento adquirido já se encontra totalmente integrado ao balanço do grupo Continental desde dezembro de 2007. Para o financiamento da compra, a Continental reuniu, em meados de outubro, um consórcio de 39 bancos internacionais. Além disso, em 30 de outubro, foi efetuado com sucesso um aumento de capital da ordem de 10%, o que resultou em um ganho de aproximadamente €1,48 milhão.
"Após uma fase exaustiva de preparação, podemos agora alçar o vôo inicial rumo à integração. Devemos levar, no entanto, de dois a três meses para tomar várias decisões importantes. Este período é necessário para que possamos examinar uma série de dados que, até então, não tínhamos acesso, por razões legais de concorrência", afirma Wennemer.
"Estas são particularmente as informações que dizem respeito ao faturamento, aos resultados e à quantidade de funcionários por grupos de produtos e unidades industriais. Os planos necessários à operação do empreendimento e, principalmente para a produção deverão constituir a base para gerar os efeitos de sinergia que farão com que duas empresas de desempenho muito bom se transformem em uma só, ainda melhor e mais eficiente", completa Wennemer.
De acordo com os planos até então elaborados, a Continental espera os resultados líquidos desta sinergia, da ordem de € 170 milhões, a partir de 2010. "Tendo por base o conhecimento atual da situação, ficaríamos desapontados se o valor permanecesse neste patamar, que é uma previsão conservadora. Partimos da premissa de que este valor possa ser mais alto. Dentro das próximas dez semanas poderemos fornecer mais detalhes", ressalta Wennemer.
O Dr. Karl-Thomas Neumann, responsável pelo desenvolvimento de tecnologia de todo o grupo e pelas novas divisões de Carrocerias & Segurança (Chassis & Safety), assim como pela divisão Powertrain, afirmou que a nova Continental, com a expansão de suas atividades em nível global, com uma gama renovada de produtos e maior competência em sistemas automotivos, estará apta a ocupar uma posição importante em meio às futuras tendências da indústria automobilística. "Nossa força inovadora e nossa competência cobrem exatamente as megatendências da indústria automobilística para os próximos anos, que são a segurança, a sustentabilidade e a informação", complementa o Dr. Neumann.
"Na divisão de Carrocerias & Segurança (Chassis & Safety), pretendemos criar um futuro com um automóvel sem acidentes e ferimentos, por meio da integração de componentes de alto desempenho para os sistemas de freios, assim como de sensores e de tração do veículo, de acordo com o nosso conceito ContiGuard® de segurança. Da mesma forma, estamos bem preparados para uma visão futura de "emissão zero". Introduzimos novos padrões por meio da piezo-injeção de combustível em motores a gasolina e diesel, assim como para soluções híbridas, ou ainda por meio da otimização do atrito de rodagem dos pneus. Na divisão Powertrain decidimos viver o nosso lema que é ‘viver a mobilidade, sentir a paixão’, a partir de novas soluções para motores diesel e a gasolina, que farão com que os veículos sejam mais econômicos, mais confiáveis e ecologicamente mais corretos", afirma o Dr. Neumann.
O objetivo estratégico da nova divisão de Interiores tem o nome de "Always On". "Nós nos consideramos gestores de informações dentro do veículo e queremos otimizar este fluxo de informações. Iremos desenvolver novas funções para o contato com o mundo externo, assim como apresentar de uma forma intuitiva novos dados para o condutor do veículo. Para isso, a divisão de Interiores está perfeitamente estruturada, pois a nossa gama de produtos parte dos instrumentos combinados, abrange os sistemas de acesso e de controle e se estende até as plataformas de áudio e de navegação para veículos de passageiros e utilitários", completa Wennemer, cuja responsabilidade abrange também a divisão de Interiores.
O Grupo Continental, cujo faturamento é superior a € 25 bilhões (base de 2006), congrega atualmente mais de 150.000 funcionários em mais de 200 sucursais (fábricas, centros de pesquisas e pistas de teste) em 36 países, e pertence agora ao grupo dos cinco maiores fornecedores da indústria automobilística no mundo. O empreendimento é composto de seis divisões:
A nova divisão dirigida pelo Dr. Ralf Cramer, de Carrocerias & Segurança (Chassis & Safety), com um faturamento superior a € 5 bilhões, contando com mais de 27.000 funcionários alocados em 65 sucursais ao redor do mundo, assume a posição estratégica de líder mundial de mercado e de tecnologia para sistemas de freios e de tração, de conectividade entre segurança ativa e passiva no veículo, assim como dos sensores utilizados.
A nova Divisão Powertrain, com faturamento superior a € 5 bilhões e mais de 27.000 funcionários alocados em cerca de 70 unidades ao redor do mundo, é dirigida por Dieter Rogge. Esta divisão, com seus produtos e soluções de sistemas em torno da tração do veículo, controladores de motores, tecnologia de injeção, sensores, engenharia de atuadores e sistemas híbridos, segue o objetivo de se tornar líder mundial de mercado e tecnologia na produção de veículos econômicos e ecologicamente corretos.
A nova Divisão de Interiores (Interior Division), cujo faturamento supera € 6 bilhões, se posiciona como líder mundial de mercado e de tecnologia para o gerenciamento de informações entre o veículo, o condutor e os demais ocupantes, assim como entre vários veículos e ainda entre o veículo e o mundo exterior. A divisão que conta com mais de 33.000 pessoas alocadas em cerca de 70 unidades, é dirigida por Helmut Matschi.
A Divisão de pneus para autos (Passenger and Light Truck Tires division), com cerca de 25.000 funcionários e um faturamento anual de quase € 4,7 bilhões (2006), é dirigida por Manfred Wennemer. Após a joint venture com a Matador, a Continental se tornou a primeira na Europa e a quarta maior empresa do ramo no mundo. Além disso, a Continental é líder na Europa desde 2003 no mercado de peças originais e de primeira montagem, e líder na fabricação de pneus para utilização no inverno e para o tuning.
A Divisão de pneus para utilitários (Commercioal Vehicle Tires division), dirigida pelo Dr. Hans-Joachim Nikolin, conta com mais de 8.000 funcionários e um faturamento próximo a € 1,5 bilhão (2006), fornecendo ao mercado pneus para ônibus, caminhões e aplicações industriais, para diferentes finalidades e condições de operação. Todos produtos são sucesso de mercado, tanto para montagem original como para reposição.
A Divisão ContiTech é a maior especialista mundial em tecnologia de borracha e plásticos não utilizados para pneus. A empresa desenvolve e produz, na forma de parceiro de desenvolvimento e fornecedor de primeira montagem, peças técnicas, componentes e sistemas para as indústrias automobilística, de máquinas e equipamentos, de transporte ferroviário, de impressão, de construção civil, para a indústria química e petroquímica, naval, aeronáutica, assim como de mineração. Gerhard Lerch é o responsável pela divisão, cujo faturamento é de cerca de € 2,9 bilhões (2006) e que emprega aproximadamente 22.000 funcionários.
O grupo Continental, com um faturamento anual superior a € 25 bilhões (base 2006), é um dos cinco maiores fornecedores do mundo para a indústria automobilística. Como fornecedor de sistemas de freios, sistemas e componentes de tração, instrumentação, soluções de infotainment, eletrônica para veículos, pneus e elastômeros técnicos, a empresa contribui para uma maior segurança do tráfego e proteção do clima global. Além disso, a empresa também é um parceiro competente em conectividade e comunicação automotiva. A empresa emprega atualmente cerca de 150.000 funcionários em aproximadamente 200 diferentes unidades, distribuídas por 36 países.
Portal Fator Brasil – 07/12/2007

Anfavea: vendas acumulam alta de 28,9% no ano
As vendas do setor automotivo para o mercado interno totalizaram 237 mil unidades em novembro de 2007, o que representa uma redução de 3% em relação a outubro. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, porém, o setor registrou aumento de 29,7% nas vendas de veículos novos.
No acumulado de janeiro a novembro, foram comercializadas 2,22 milhões de veículos no País, uma expansão de 28,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados hoje pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
A Tarde Online – 07/12/2007

CONSUMER
Venda de conversores de TV digital fica acima do esperado
As vendas de conversores para a TV digital superaram as estimativas das redes de varejo na semana de estréia do novo sistema, em São Paulo, e fizeram com que os fabricantes começassem a receber pedidos para repor estoques do comércio. Nas lojas da Fnac, segundo Fernando Santana, porta-voz da rede, os conversores da Philips começaram a ser vendidos no último dia 30, sexta-feira e, no sábado estavam esgotados. Novas unidades do equipamento, que custa R$ 1.099, foram entregues pela fabricante já na última quinta-feira.
Luiz Freitas, diretor comercial da fabricante Semp Toshiba, confirmou que as vendas surpreenderam indústria e varejo.
- Houve um erro para menos, porque ninguém sabia como o consumidor iria se comportar diante da novidade. O comércio comprou menos e, como as vendas foram maiores, já começamos a receber pedidos - disse.
Alegando razões de estratégia comercial, contudo, varejistas e fabricantes não revelam números sobre vendas. A Positivo Informática foi a única que informou ter um lote de 10 mil aparelhos para a estréia da TV digital em São Paulo.
O Globo – 10/12/2007

Tevês de LCD e plasma vendem mais e preços caem cerca de 35%
Com o aumento na produção e a queda do dólar, os preços de televisores de LCD ou de plasma sofreram redução de cerca de 35% de um ano para cá, e alguns chegaram a cair pela metade. Promoções agressivas das lojas também ajudam a baixar os valores em poucas semanas, mas os produtos ainda não cabem no orçamento de todo mundo. A tendência, no entanto, é de que as tecnologias substituam completamente as tradicionais tevês de tubo em breve.
O gerente de uma loja da rede Salfer da Rua Barão do Rio Branco, no centro de Curitiba, Emerson Oliveira Santana, diz que as vendas das tevês de plasma ou LCD não param de crescer e, por isso, os preços estão caindo. “Hoje se vende muito mais e, com a proximidade do fim de ano, fazemos promoções”, diz. Um aparelho LCD da Panasonic de 42 polegadas custava R$ 4.499 há um mês e agora é vendido a R$ 3.999. Na semana passada, em uma promoção, saiu por R$ 2.990, uma diferença de 33% do preço inicial. Outro modelo de 42 polegadas, da Philco, custava R$ 6.211 há um ano e agora não passa de R$ 2.990, uma queda de 51%.
Próximo dali, em uma loja MM, o preço de uma tevê LCD da Philips com 32 polegadas caiu de R$ 3.400 para R$ 2.990 em 20 dias, um desconto de 12%. “É por causa da concorrência e pelo final do ano”, diz o gerente Emerson Alipio. Na Casas Bahia que fica em frente, o preço de uma tevê de plasma LG de 42 polegadas passou de R$ 4.200 para R$ 2.999 nas últimas semanas, uma diminuição de 28,5%. “É que a loja compra em grandes quantidades”, explica o vendedor Marcelo de Oliveira.
Para o diretor de pesquisas da IT Data, Ivair Rodrigues, os principais motivos para o corte no preço dos televisores são a queda no dólar, pois grande parte dos componentes são importados, e a grande demanda mundial pelos produtos, o que aumenta o ganho de escala. “O preço caiu cerca de 35% de um ano para cá. Uma tevê de 32 polegadas custava R$ 4.500 e hoje pode ser encontrada por R$ 2.500. O preço deve cair ainda mais no ano que vem”, diz. Segundo Rodrigues, não são todos que podem comprar uma tevê de plasma ou LCD, mas a tendência é que a tecnologia domine as lojas nos próximos anos e que os aparelhos de tubo, muito mais baratos, saiam de cena. “Com certeza, algum dia cada um ainda vai ter a sua tevê de LCD ou plasma. Nos Estados Unidos não são mais vendidos tevês de tubo.”
A Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) espera que as vendas de aparelhos de LCD e plasma atinjam de 750 mil a 1 milhão de unidades neste ano. No ano passado, as duas tecnologias foram responsáveis pela venda de 350 mil aparelhos de tevê. A entidade não tem dados separados sobre cada tecnologia. Ainda assim, as vendas totais de televisores devem fechar o ano em queda, com 9,5 milhões de unidades, contra 10,8 milhões de 2006.
Gazeta do Povo – 05/12/2007

Grupo de pesquisa de Taiwan desenvolve TVs de LCD em 3D
Um grupo de pesquisa taiwanês desenvolveu uma tecnologia de imagem para televisão em 3D (tri-dimensional) que pode ser usada em aparelhos LCD (display de cristal líquido) grandes como os de 42 polegadas e acreditam que essa TV estará disponível para vendas dentro de dois anos.
Os engenheiros do Industrial Technology Research Institute (ITRI) de Taiwan, já desenvolveram protótipos de displays 3D polarizados em duas TVs LCD com telas de 32 e 42 polegadas. A tecnologia está quase pronta para ser entregue à companhias privadas para marketing e vendas, diz Tsai Chão-hsu, gerente de projetos da tecnologia do display 3D da ITRI.
Depois que a tecnologia estiver nas mãos das empresas privadas, o tempo para que cheguem ao mercado vai depender diretamente da companhia, mas deve ocorrer dentro de um ou dois anos, afirma Tsai. A ITRI é uma organização de pesquisa pública em Taiwan. Ela ajuda a desenvolver novas tecnologias e normalmente trabalha com empresas para agilizar o desenvolvimento dos produtos. Uma vez que uma tecnologia desenvolvida está pronta para o mercado, a ITRI fecha acordos com empresas privadas para assumirem a venda e o marketing das tecnologias.
As TVs LCD em 3D funcionam com um tipo de estrutura de dados com um micro-retardamento anexado em frente ao painel da TV, o que não adiciona um significativo custo na produção da TV, completa Tsai. “O custo do material para os componentes extras que farão uma TV LCD comum se transformar em uma TV LCD em 3D é bastante baixo. No entanto, o preço final dependerá da política de marketing da companhia. Sobre esse termo, o preço deles será um pouco maior do que a reproduçã em 2D deles”, diz Tsai.
Qualquer painel LCD pode ser usado com o micro-retardo. Infelizmente para aqueles que já possuem sua própria TV LCD, o micro-retardo precisa ser embutido na tela durante a produção e não pode ser adicionado em produtos já existentes. Os usuários precisam usar óculos polarizados especiais para uma visão clara em 3D nesse novo aparelho. Um par de protótipos da TV LCD em 3D que o grupo de pesquisa mostrou funcionou bem, mas os engenheiros disseram que ainda estão aperfeiçoando a tecnologia para melhorar a saturação de cor e deixar a imagem mais limpa.
A ITRI acredita que as televisões podem se tornar bastante populares para jogos 3D ou assistir filmes em 3D. A ITRI já está negociando com algumas companhias sobre o controle das vendas e do marketing para essas TVs 3D, confirma Steven Yang, pesquisador do departamento de display 3D da ITRI. Mas ele evitou fornecer mais detalhes, não revelando informações sobre os acordos.
O grupo taiwanês também está usando o micro-retardo em frames de fotos digitais 3D, que são tri-dimensionais para olho nu. Nenhum óculos polarizado é necessário. Mas o produto está longe de ficar pronto e me deixou com dor de cabeça enquanto olhava para isso. Os engenheiros da ITRI colocaram o micro-retardo atrás do painel LCD, mas em frente da backlight do frame da foto digital para criar o efeito 3D, afirma Yang.
PC World – 07/12/2007

Brasil venderá 2 milhões de TVs LCD e de plasma em 2008
As vendas TVs de LCD vão dobrar no Brasil em 2008. As projeções da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) são de que a indústria comercializará 2 milhões de aparelhos com essas duas tecnologias contra 1 milhão de equipamentos estimados para este ano.
Segundo Benjamin Sicsú, diretor da Abinee, o aumento das vendas é reflexo da migração da TV de tubo para aparelhos mais modernos. “A curva dessas novas tecnologias é crescente e acompanha o mesmo movimento dos monitores para computadores", diz o executivo.
Em 2005, a indústria vendeu 30 mil televisões de plasma e LCD. No ano passado esse número pulou para 300 mil, ajudado pela Copa do Mundo, informa o executivo da Abinee. Em 2007, as vendas dessas TVs serão mais que o triplo, chegando a 1 milhão de unidades. Ao todo, a indústria deverá vender 9,5 milhões de aparelhos, incluindo todas as tecnologias.
As projeções da Abinee para 2008 ainda não contemplam as vendas de aparelhos preparados para a TV digital, tecnologia que entrou em operação no Brasil, no último domingo. Sicsú justifica que ainda é cedo para fazer estimativas sobre esse novo mercado que está iniciando no País.
W News – 06/12/2007

TV com disco rígido dispensa gravadores
A TV de LCD Time Machine, da LG, dispensa videocassetes e gravadores de DVD: com um disco rígido interno de 80 Gbytes, ela permite gravar mais de 30 horas de programas.
A Folha testou um modelo de 32 polegadas --também está disponível o de 42-- e notou que o processo é fácil até para quem sempre teve dificuldade em lidar com fitas cassete: para gravar, basta apertar o botão Rec no controle remoto, e o aparelho já inicia o processo.
Divulgação
Televisor de LCD Time Machine, da LG, vem disco rígido interno de 80 Gbytes e permite gravar mais de 30 horas de programas
Caso saiba os horários de início e término da atração, você pode programar a gravação por meio do botão Menu, na opção Time Machine.
Não é necessário estar com a televisão em uso para que o processo funcione; no modo stand by, a TV registra a programação até o horário programado --ou até que você aperte Stop ou se esgote sua capacidade de armazenamento.
Outro recurso de gravação é o Time Control. Ele funciona assim: se o telefone tocar durante a novela, por exemplo, você pode pausar, atender à ligação e, quando desligar, retomar do ponto (que estará gravado) de onde parou. Quando entrar o intervalo comercial, é possível avançar até o ponto em que a programação estiver sendo exibida pelo canal.
A imagem gravada não perde muita qualidade em relação à originalmente transmitida. No entanto o som é seriamente prejudicado: não há ruídos, mas fica muito baixo e é preciso aumentar o volume em quase o dobro do que o necessário para ouvir a programação normal.
Os arquivos gravados são exibidos em uma tela muito parecida com uma pasta no computador. Para revê-los, basta escolher o arquivo e apertar o botão Enter do controle remoto.
Quando o disco estiver cheio, o usuário pode apagar os arquivos que não deseja ver mais ou, se preferir, formatar o disco.
Durante os testes, tentou-se transferir os arquivos para um notebook por meio da porta USB da parte traseira, mas não houve sucesso; a entrada serve somente para exibir na TV arquivos de fotos e músicas que estejam em um pendrive, máquina fotográfica ou tocador de MP3.
Com alta definição
A Time Machine tem definição de 1.080i, ou seja, está pronta para programas e filmes de alta definição. Em testes com a transmissão da TV digital aberta, ela exibiu o máximo da qualidade disponível, já que a definição do padrão brasileiro também é de 1.080i.
Mesmo sem usar dispositivos de áudio, a potência de seus alto-falantes (que você não vê) é muito alta, e a experiência com o som é prazerosa.
A TV, além de útil para gravar, tem um visual sofisticado. Em preto brilhante, mas que não risca tão fácil, ela tem uma base giratória que é ligada à TV por meio de um anel disponível em vinho e preto. O modelo de 32 polegadas custa R$ 3.799 e o de 42, R$ 5.499.
Folha Online – 07/12/2007

TV Digital chega aos notebooks por R$ 369
Já que os diferenciais da TV Digital são a mobilidade e a portabilidade, as empresas não tardam a explorar esses recursos. A rede varejista Extra anunciou que já está recebendo pedidos para vendas antecipadas da Pen TV, aparelho receptor de TV Digital para computadores e notebooks.
A mobTV100, fabricada pela Tec Toy, pode ser encomendada por R$ 369, no site da loja. As primeiras entregas estão programadas para o dia 19 de dezembro.
Do tamanho de uma pen drive e com antena retrátil, ela vem com um software que permite gravar a programação da TV no disco rígido e pausar a transmissão ao vivo. Compatível com Windows XP e Vista, o MobTV realiza a busca automática de canais, exibe o vídeo com três opções de tamanho de tela e consegue reproduzir legendas, se as emissoras disponibilizarem o recurso.
No celular
A Samsung anunciou nesta terça-feira (4) o desenvolvimento de uma solução móvel que proporcionará portabilidade à nova tecnologia, ou seja, permitirá o acesso da TV Digital por meio do celular.
"Essa é mais uma evidência de quanto a empresa está comprometida com o desenvolvimento de produtos para oferecer com agilidade o que há de mais avançado em tecnologia de comunicação", afirma José Roberto Campos, vice-presidente executivo da Samsung.
Em processo final de desenvolvimento, o novo terminal suportará o sinal do padrão brasileiro (ISDB-T 1seg) e disponibilizará antena retrátil para TV Digital e plataforma 3G HSDPA. Além disso, contará com display colorido, câmera com resolução de 2 megapixels, MP3 player, memória expansível via cartão microSD e conexão Bluetooth (A2DP). O celular também permitirá aos usuários a realização de vídeos-chamada, um dos principais benefícios da tecnologia 3G.
"Toda a adequação técnica do novo aparelho está sendo desenvolvida localmente pelo centro de Pesquisa & Desenvolvimento da Samsung em Campinas. De lá sairá o primeiro terminal, que oferecerá aos consumidores um completo e portátil pacote de funcionalidades, apto a operar com a tecnologia da TV Digital embarcada", ressalta Oswaldo Mello, diretor da área de Telecom da Samsung.
A previsão é que o primeiro aparelho da Samsung com TV digital esteja disponível no mercado brasileiro ainda no primeiro trimestre de 2008. Ainda não há previsão de quanto o aparelho custará.
Administradores – 07/12/2007

Telesul traz ao Brasil set-top de alta performance
A Telesul Sistemas começa a distribuir no Brasil um set-top direcionado para videoconferência. O produto, Vega X5, fabricado pela italiana Aethra Networks, é indicado para seções com grupos médios e grandes. Conecta até nove sites de modo misto (ISDN e IP) e suporta conectividade múltipla: conexões de até 768 kbps em ISDN BRI e 4Mbps em IP; bem como conexões de até 2Mbps ISDN PRI ou em redes dedicadas.
O Vega X5 possui a tecnologia de seguimento de voz, na qual a câmera segue e enquadra o orador, além do áudio full-duplex, cancelamento de eco e supressão automática de ruído. A solução conta com portas XGA, suporte para três monitores e interface gráfica customizável, com várias opções de layouts, idiomas e cores.O sistema permite a troca de dados através de apresentações de PowerPoint e suporte multimídia.
Todo diagnóstico remoto e funções de gerenciamento são acessíveis via web através de browsers. Recursos de criptografia garantem a segurança das mensagens.
Convergência Digital – 07/12/2007

Dell fecha parceria com a Best Buy para venda de computadores nos EUA
A Dell anunciou hoje uma parceria com a rede de equipamentos eletrônicos norte-americana Best Buy para a venda de seus produtos. Com isso, a empresa supera a marca de 10 mil lojas em todo o mundo que revendem seus computadores, 900 das quais são da nova parceira.
Os computadores devem começar a ser vendidos nas próximas semanas nos EUA. Segundo a Dell, inicialmente serão vendidos computadores de mesa dos modelos XPS e notebooks Inspiron nas lojas da Best Buy.
A parceria é o mais recente passo da fabricante em sua estratégia de diversificação do modelo de negócios que utiliza. Até recentemente, a Dell só vendia diretamente seus computadores, através da internet ou por telefone.
Com a necessidade de elevar participação de mercado e seguir a líder Hewlett-Packard (HP), a empresa abandonou o modelo direto, pregado como sendo o segredo do sucesso da Dell por seu fundador e guru, Michael Dell. Agora, segundo a própria fabricante, comprar sistemas diretamente da Dell ou em lojas de varejo significam que os consumidores podem adquirir o que precisam quando e como quiserem.
Nas próximas semanas, pessoas que quiserem mudar para um notebook ou computador de mesa da Dell nos EUA poderão visitar a Best Buy mais próxima para ver e comprar nossa linha premiada de produtos, disse o vice-presidente de Vendas e Marketing da Dell, Michael Tatelman.
A primeira rede varejista com que a Dell firmou parceria para distribuição de seus produtos foi o Wal-Mart. No fim do mês passado, a empresa também anunciou acordo com a rede francesa Carrefour para a venda de seus computadores em alguns países da Europa. Ela também tem parcerias com o próprio Wal-Mart para vendas no Brasil, México e Canadá, com as redes Bic Camera (Japão), Courts (Cingapura), Gome (China), Carphone Warehouse (Reino Unido) e Staples (EUA).
A Dell é claramente uma das mais populares e bem sucedidas companhias de PCs e a inclusão de seus produtos em nossas lojas e em nosso site vai garantir um número de opções sem precedentes para nossos clientes escolherem o computador que vão comprar, disse o vice-presidente da unidade de Mobilidade da Best Buy, Dave Morrish.
O Globo – 07/12/2007

IBM anuncia tecnologia que pode "encolher" supercomputadores
Cientistas da IBM anunciaram que obtiveram um marco na transferência de dados dentro de processadores com muitos núcleos. Segundo eles, isso poderá transformar os gigantescos supercomputadores de hoje em minúsculos chips no futuro. Eles desenvolveram uma espécie de modulador que pode ser até 1.000 vezes menor do que os atuais, além de economizar energia. O dispositivo poderá revolucionar a comunicação em redes óticas, aumentando a banda disponível para dados, dizem os pesquisadores.
O Globo – 07/12/2007

IDENTIFICATION
Procwork reforça atuação em NFe
A Procwork se prepara para atender à demanda por soluções de Nota Fiscal Eletrônica, que deve crescer a partir de 2008, quando torna-se obrigatório para alguns setores o uso desta tecnologia. A empresa está montando uma estrutura para atender a dez projetos simultaneamente, além de contar com uma equipe formada por quase 100 profissionais.
“A tendência, em função do volume, é criar uma solução de outsourcing para o processo de NFe”, declara Carlos Kazuo Tomomitsu, diretor sênior de Business Solutions IT da Procwork. “Nos setores de produção de fumo e distribuição de bebidas, as notas emitidas são muitas e estamos a pouco menos de cinco meses da obrigatoriedade do uso de uma solução fiscal. Por isso nos organizamos para ofertar a terceirização deste processo”, resume.
Em NFe, a Procwork já atende a empresas como Shell, Esso, FIC Petróleo e Souza Cruz. Em outros setores, faz parte da carteira de clientes empresas como General Motors, Bosch, Pirelli e TIM.
Baguete – 06/12/2007

Nova versão da Nota Fiscal Eletrônica já é produzida no Espírito Santo
A versão 1.10 da Nota Fiscal Eletrônica está em produção no Espírito Santo, de acordo com a Secretaria da Fazenda do Espírito Santo (Sefaz). Esta alteração na versão utilizada visa a atender as empresas que serão obrigadas a emitir a nota eletrônica a partir de 1º de abril de 2008, como é o caso do setor de cigarros e combustível.
O documento deve garantir um maior controle e inserir o serviço de consulta de cadastro dos contribuintes do Estado.
O procedimento já é utilizado nos Estados da Bahia, São Paulo e Rio Grande do Sul. Também são autorizadores da nota os Estados do Maranhão, Minas Gerais e Goiás. A Nota Fiscal Eletrônica é um documento apenas digital, emitido e armazenado eletronicamente, com o intuito de documentar, para fins fiscais, uma operação de circulação de mercadorias ou prestação de serviços ocorridos entre as partes e sua validade jurídica é garantida pela assinatura digital.
Desde o dia 1º de junho deste ano o sistema encontra-se disponibilizado para os testes com os contribuintes credenciados para a emissão da Nota Fiscal Eletrônica.
Gazeta Online – 10/12/2007

INDUSTRIAL
Impulso à automação no Brasil
Hand Held Products anuncia 40% de crescimento e receita de US$ 13 milhões.
A automação comercial avança a passos largos no mercado brasileiro. A norte-americana Hand Held Products, uma das líderes mundiais do setor, anuncia um crescimento de 40% em suas atividades no País, chegando a um faturamento de US$ 13 milhões.
"O ano de 2007 representou a bem sucedida adaptação da Hand Held no Brasil ao modelo de comercialização adotado mundialmente pela marca. Focamos todos os nossos negócios nas vendas indiretas, por meio de canais de distribuição", explica Ary Gouvêa, diretor da companhia no Brasil. Hoje, a empresa conta com três grandes distribuidores - BP Solutions, CDC Brasil e DNAutomação.
E para 2008, Gouvêa planeja estender sua rede de distribuição. "Queremos um parceiro com perfil de integrador, capaz de oferecer soluções completas para os clientes nas áreas de logística, varejo e serviços", revela. O executivo informa também o interesse em credenciar uma rede de assistências técnicas e conquistar novos distribuidores na Região Nordeste.
Gouvêa acredita que, em 2008, haverá um crescimento expressivo da empresa devido à aliança internacional firmada com a também norte-americana Honeywell, líder em tecnologia e fabricação de produtos para as indústrias aeroespacial, de automação, materiais especiais, automotiva e segurança. Com o negócio, estimado em US$ 390 milhões, a Hand Held Products passou a fazer parte da divisão Honeywell Security, especializada em automação e controle.
Perfil da Hand Held Products - Com sede em Nova York, a Hand Held Products é um dos líderes mundiais na produção de sistemas de coleta de dados baseados em imagem, seja para soluções móveis, sem fio, internas e de processamento de transações. Com a exclusiva plataforma Adaptus, garante soluções de captura de imagem inovadoras, confiabilidade e durabilidade a seus clientes e parceiros por meio de seus canais de distribuição. Companhia privada, a Hand Held atua em todos os maiores mercados do mundo. No Brasil desde 2001, fornece equipamentos com tecnologia de ponta a empresas como Komatsu Tratores, Vigor, Grupo Arcelor (Belgo Mineira), Grupo Usiminas, Votorantim Metais, Dicico, Fassina, Marimex, Rodrimar, Termares, VarigLOG, Metropolitan Robótica, entre outros. |
Portal Fator Brasil – 06/12/2007

A Teikon inaugura sua terceira fábrica em Manaus
E para 2008 projeta mais duas unidades, São Paulo e Minas Gerais, com objetivo de se tornar uma das maiores do Pais.
A planta industrial em Manaus é uma das mais modernas do país e será a maior da empresa. Atualmente tem 2.500m², contando com 239 funcionários. A previsão é de um aumento em 2008 para 6.100m² com 400 funcionários. O foco é a produção de bens de informática, telecomunicação e entretenimento. Entre eles a vedete de mercado o Set-top Box da TV Digital. Até o momento foram investidos R$ 12 milhões. A empresa gaúcha, que tem fábrica em Porto Alegre e São José dos Pinhais, no Paraná, possui subsidiária na China e participa da EMS-Alliance, uma rede internacional de empresas de manufatura localizadas na Suécia, Índia, Filipinas e Canadá. Para 2008 aposta num faturamento de R$ 200 milhões, com crescimento de 80%.
Forte tendência no mercado internacional, a área de EMS ( serviços de manufatura de produtos eletrônicos ou Electronic Manufacturing Service ) está se constituindo numa grande alternativa para a cadeia produtiva brasileira de produtos de eletrônica, oferecendo ganhos de produtividade, de engenharia de processos, soluções inovadoras, logística otimizada, melhores custos e possibilidade tecnológica de produção de ultima geração. Este modelo permite que as empresas Clientes foquem seu Core Business em desenvolvimento de produtos, marketing, comercialização e RH.
Segundo estudos da Eletronic Trend Publication, INC a área de EMS teve um faturamento de US$ 152,6 bilhões em 2006, representando 17.3% do mercado mundial de eletrônicos. A previsão é de crescer 26% até 2009.
No Brasil, a estimativa é que o mercado de EMS seja de US$ 3 bilhões, representando 6,2% do mercado brasileiro eletroeletrônico. No mundo, devido a maturidade da indústria, o EMS cresce a taxas de 11,5% ao ano, enquanto que no Brasil a estimativa de crescimento é de 20% aproximadamente, com grande potencial de desenvolvimento. A teikon vem crescendo a taxas médias de 50% /ano.
A inauguração de Manaus. Foco em bens de informática e entretenimento. A inauguração da unidade de Manaus faz parte do ambicioso planejamento estratégico da Teikon de se tornar uma das maiores EMS do país, constituindo-se numa empresa multiplanta, presente nos principais centros produtores de eletrônica do Brasil, com foco na produção de bens de capital, informática, (placas para desktops e notebooks), telecomunicação e entretenimento como áudio e vídeo (TV de LCD, MP3 e MP4) e a atual vedete do mercado, os set-top boxes, conversores para o sistema brasileiro de TV Digital.
A nova fábrica, situada no Pólo Industrial de Manaus, é uma das mais modernas do país e será a maior da empresa. Conta com 239 funcionários, tem 2.500m², numa área de 34.000m². A previsão é de um aumento, já em 2008, para 6.100 m², com 400 funcionários. Os investimentos foram de R$ 12 milhões, para aquisição de duas modernas linhas de produção de placas eletrônicas do tipo SMT (Sourface Mounting Technology) automatizadas, equipamentos e infra-estrutura. A presença da Teikon em Manaus, complementa sua oferta de serviços nas fábricas de Porto Alegre e São José dos Pinhais no Paraná. Em Manaus a Teikon Industrial SA tem o apoio da Suframa e Seplan e ganha maior competividade com a utilização dos benefícios fiscais estaduais e federais do Pólo e as facilidades logísticas, como base exportadora de eletrônicos para seus clientes.
A Teikon - A primeira fábrica da empresa foi inaugurada em 1998 no Rio Grande do Sul, contando hoje com 285 funcionários, com foco nos mercados de medição de energia, automação industrial e bens de capital. Em 2001foi a vez de Curitiba, no Paraná. Em 2005 a fábrica mudou-se para São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Atualmente tem 411 funcionários. Seu forte é a fabricação de placas de computadores e de automação comercial.
A Teikon conta com 935 funcionários e deverá produzir em 2008 em torno de dois milhões de placas de desktop.
Portal Fator Brasil – 06/12/2007

Venda de produtos de Utilidades Domésticas fecha o ano estável mas deve subir 10% em 2008
Apesar do aumento da massa salarial e da oferta de crédito no país, as vendas no segmento de Utilidades Domésticas não devem registrar crescimento neste ano. Conforme dados divulgados hoje pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) o faturamento desse grupo deve fechar 2007 em R$ 16,564 bilhões, praticamente igual à receita do ano passado. Os dados são globais e levam em conta também levantamentos da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros).
Segundo Humberto Barbato, presidente da Abinee, embora tenha havia expansão na venda de produtos da linha branca, como geladeira e máquina de lavar roupas, houve queda na chamada linha marrom, que inclui televisores. Houve uma venda importante de televisores em 2006 por causa da Copa. Além disso, acredito que houve uma queda na compra desse produto por conta da TV Digital. Muita gente está esperando a nova TV, explica.
Benjamin Sicsú, diretor da Abinee e também vice-presidente da Samsung, acredita que a baixa na venda de televisores se deve mesmo à fase de transição no segmento, com a entrada mais significativa de unidades LCD e de plasma, em detrimento dos televisores de tubo, que são bem mais baratos. Ele estima que a comercialização desses aparelhos deve crescer em 2008 e atingir 2 milhões de unidades entre modelos LCD e de plasma. Com isso, as previsões da Abinee para o segmento de Utilidades Domésticas no próximo ano são mais otimistas, com aumento de 10% no faturamento desse setor, para R$ 18,1 bilhões.
O Globo – 07/12/2007

Bematech planeja aquisição no exterior
São dias de agitação na Bematech. Há três meses a administração da empresa de automação comercial mudou de endereço. Saiu de uma sede própria localizada num bairro pacato da capital paranaense para ocupar quatro andares alugados em um edifício próximo ao centro de Curitiba. O antigo espaço, onde já funcionou a fábrica, está à venda, porque a unidade foi transferida para a vizinha São José dos Pinhais no fim do ano passado.
As mudanças de endereço, no entanto, são as mais simples vividas recentemente pela empresa, que traçou um ousado plano de crescimento no Brasil e no exterior. Muita coisa ainda precisa ser definida para 2008, mas a direção da Bematech já decidiu que fará de três a cinco aquisições no país e sua primeira no exterior, provavelmente na Argentina. No mesmo ano está prevista a abertura de uma fábrica na Ásia e de um escritório no México, no segundo trimestre. Para 2009 e 2010 as metas incluem compras de fabricantes de software na Europa e nos Estados Unidos.
O Brasil continua sendo importante, já que aqui ela obtém 98% do faturamento, que está projetado em R$ 240 milhões em 2007. Tanto que até propaganda em rádios e outdoors a empresa passou a fazer, mesmo sem vender diretamente ao consumidor final. Mas outros países, principalmente da América Latina, têm recebido atenção especial. De março a novembro, por exemplo, executivos da Bematech fizeram turnês por oito países, entre eles Colômbia e Venezuela, para reforçar parcerias e consolidar a marca. Hoje a empresa conta com 700 revendas na região e, recentemente, fez suas primeiras remessas para Cuba, El Salvador, Guatemala e Costa Rica.
O diretor para a América Latina, Europa e Ásia, Wladimir Alvarez, costuma passar três semanas por mês fora do Brasil, cuidando dessa expansão. "Nosso desafio é conquistar a liderança na América Latina", diz. Os alvos têm números. Até 2015, o objetivo é que 15% do faturamento seja obtido fora do Brasil. Levando-se em conta que, desde 2004, o crescimento interno foi de de 30% a 40% por ano, a área internacional precisa dar passos mais largos. "Temos de crescer 100% ao ano e contar com aquisições", acrescenta.
Hoje a Bematech tem dez filiais no Brasil e subsidiárias nos Estados Unidos, Argentina, Alemanha e Taiwan. As vendas na América Latina respondem por cerca de 85% das exportações, e em 2007 devem somar US$ 2,3 milhões. Para o próximo ano estão previstas receitas de US$ 10 milhões provenientes do exterior. "Estamos preparando mercado nos Estados Unidos. O foco é América Latina, mas estar nos Estados Unidos ajuda a crescer na América Latina", explica.
Ele contou que alguns produtos, como CPUs, já são feitos na Ásia por meio de parcerias. Para ficar mais perto dos fornecedores, a empresa "estuda a real possibilidade" de ter uma fábrica na China, que atualmente é atendida pelo escritório de Taiwan, assim como a Índia e a Austrália. Alvarez afirmou que a área internacional segue a mesma estratégia adotada no Brasil, de oferecer pacotes completos aos clientes.
A Bematech foi fundada em 1990 em uma incubadora do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e cresceu fabricando impressoras fiscais. Em 2006 adquiriu empresas de software e prestação de serviços, mas até agora o resultado delas ficou abaixo do previsto. Além disso, a empresa perdeu recentemente incentivos fiscais que eram concedidos pelo governo do Paraná. O segmento de hardware responde por 72% das receitas, seguido por serviços (20%) e softwares (8%).
Em outubro a empresa anunciou a compra da Rentech, especializada em desenvolvimento de sistemas para impressão de notas fiscais. A transação ainda não foi totalmente fechada. Foi a única das três aquisições previstas para o ano. No terceiro trimestre a Bematech, que entrou na Bovespa em abril, faturou R$ 75,3 milhões e registrou lucro líquido de R$ 6,3 milhões.
A ação da Bematech, negociada no Novo Mercado da Bovespa, fechou cotada a R$ 10, 60 a unidade na sexta-feira, queda de 0,76% em relação ao dia anterior.
Valor – 10/12/2007

TELECOM
Venda aquecida de celular no 2º semestre garante alta na receita da indústria no ano
Depois de um começo de ano fraco, com um primeiro trimestre bastante ruim, o setor de telecomunicações conseguiu fechar 2007 com um crescimento de 5% em sua receita bruta, segundo números apurados pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) e divulgados hoje (06/12).
O segmento, que não esperava crescimento para este ano pelo cenário que se desenhava no final do ano passado, deve fechar 2007 com um faturamento de 17,49 bilhões de reais, ante os 16,74 bilhões de reais do ano anterior.
Para Paulo Castelo Branco, diretor de telecomunicações da Abinee, houve "uma certa recuperação" no segundo trimestre do ano e um aquecimento, principalmente da telefonia celular, na segunda metade do ano.
Ele lembrou que o aumento nas vendas de celular - pela primeira vez neste ano o Dia dos Pais vendeu mais celular que no Dia das Mães - gera uma série de outros negócios paralelos, como a compra de acessos por rádio e equipamentos para a integração das estações radiobase.
O lançamento de serviços que ainda não têm escala para justificar a produção local, no entanto, fez com que o setor ampliasse em 56% as importações no ano - de 1,23 bilhão para 1,92 bilhão de dólares.
Ele citou como exemplos dessa tendência o lançamento de serviços de terceira geração de celular na faixa de 850 MHz, pelas operadoras Telemig e Claro, e o acesso em banda larga pelas operadoras de telefonia fixa, que utilizam grande quantidade de componentes importados.
Apesar do aquecimento percebido no segundo semestre, a produção de celulares este ano deve se manter nos mesmos patamares de 2006, em 66 milhões de unidades. Isso porque as exportações caíram de 32 milhões para 21 milhões de unidades, graças à valorização do real. O mercado interno compensou o movimento, ampliando a demanda de 34 milhões para 45 milhões de unidades.
Nas contas de Castelo Branco, o que se viu em 2007 foi uma mudança de foco no segmento, já que, dos 17,49 bilhões de reais faturados, 10 bilhões foram movimentados com a venda de celulares e apenas 7 bilhões com equipamentos de infra-estrutura, que em outros anos superava a movimentação dos terminais.
Para 2008, além da chegada da terceira geração de celular - cujo leilão acontece em 18 de dezembro -, o aquecimento da venda de microcomputadores, que geram a demanda por conexões à internet, devem garantir o crescimento do setor.
Além disso, ele acredita que continue a migração das redes corporativas para a tecnologia IP. A estimativa do executivo é de que a receita do setor cresça 8% em 2008 sobre este ano.
Computer World – 07/12/2007

Música pelo celular pode movimentar US$ 11 bi em 2011
O volume de músicas compradas pelo celular deve mais que dobrar até 2011, segundo projeções da consultoria britânica Understanding & Solutions. A expectativa é que, até 2011, esta modalidade movimente US$ 11 bilhões, ou 30% do mercado global de venda de música. Hoje, a participação é de 14%.
Segundo a consultoria, a maior oferta de celulares com funções musicais e outras avanços dos fabricantes e das operadoras estão encorajando o consumo de música pelo celular pois melhoraram a forma como os usuários buscam, compram, e escutam música.
Ainda assim, a indústria precisa continuar a melhorar a experiência móvel para que ela se assemelhe à online, de acordo com o estudo. "Junto com o mercado online, o de música no celular é essencial para o futuro da indústria", afirma David Sidebottom, consultor da Understanding & Solutions.
Para ele, o Japão tem o melhor horizonte para o desenvolvimento deste mercado, seguido de perto pelos Estados Unidos. "Nos dois países existe uma base concentrada de operadoras e muitos clientes em potencial, oferecendo economia de escala para o serviço", completa. "No mercado europeu, que é mais fragmentado, algumas operadoras estão menos agressivas, pois elas não conseguem receitas da venda direta de faixas completas. Mas isso irá abrir o caminho para outros provedores de serviço."
IT Web – 05/12/2007

Samsung lança celular com receptor para TV digital em 2008
A Samsung anunciou nesta segunda-feira (03/12) que vai lançar no primeiro trimestre de 2008 um aparelho celular com receptor para TV digital.
Embora o sinal para TV digital móvel esteja no ar deste o último domingo (02/12), as operadoras brasileiras ainda não oferecem a seus clientes aparelhos com receptor embutido.
Em desenvolvimento centro de pesquisas da Samsung em Campinas, o aparelho trará uma antena retrátil para TV Digital e terá suporte a redes 3G. O modelo vai contar ainda com tela colorida, câmera de 2 megapixels, MP3 player, memória expansível via cartão microSD e Bluetooth.
A fabricante não informou com quais operadoras está negociando a oferta do aparelho, nem antecipou o preço do celular.
Os aparelhos móveis - como celulares e TVs portáteis - recebem o sinal da TV aberta gratuitamente.
PC World – 07/12/2007

Pesquisa mostra Vivo atrás de TIM e Claro nos grandes centros
Levantamento da corretora Morgan Stanley feito com 1.500 usuários de celulares do país afirma que a operadora celular Vivo está atrás das rivais TIM e Claro em participação de mercado em oito das principais regiões metropolitanas do país. A Vivo aparece na pesquisa do Morgan Stanley com participação de mercado de 23 por cento nas áreas pesquisadas, ante empate da TIM e da Claro, ambas com fatia de 25 por cento. Atrás das três operadoras aparece a Oi, com 20 por cento dos usuários.
Segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a Vivo --controlada por Portugal Telecom e Telefónica-- ocupa a primeira posição no ranking do setor de telefonia móvel brasileiro em número de assinantes, seguido por TIM e Claro, respectivamente.
De acordo com o Morgan Stanley, apesar de estar atrás das rivais nas áreas pesquisadas, a Vivo empata com a TIM em termos de participação entre clientes pós-pagos, com 26 por cento do total cada.
Representantes da Vivo não puderam comentar imediatamente o assunto. Apesar disso, a companhia tem sustentado em encontros recentes com analistas e jornalistas seu interesse em impedir a perda de clientes mais rentáveis para outras operadoras.
O balanço mais recente da Vivo indica que a empresa tinha 31,32 milhões de clientes no final do terceiro trimestre em todo o Brasil.
"Temos visão positiva sobre TIM e Vivo por causa do bom crescimento consistente de receitas, apesar de que entre as duas nós ainda preferimos a TIM, pois seus ganhos de participação de mercado têm sido mais consistentes", escreveram os analistas Vera Rossi e Davis Bell, do Morgan, em relatório de 17 páginas sobre a pesquisa.
A pesquisa do Morgan também afirma que a TIM Brasil, controlada pela italiana TIM, foi a empresa mais eficiente em termos de captura de clientes de rivais nos últimos 12 meses, com participação de 33,8 por cento, e a Claro é a que mais atrai clientes que nunca usaram celulares antes, com fatia de 35,3 por cento.
Os dados mostram que a TIM capturou 50 por cento dos clientes que se desligaram da Vivo nos últimos 12 meses, enquanto a Claro ficou com 19 por cento deles. O principal motivo apontado na pesquisa para um cliente trocar de operadora é a oferta de melhores planos de serviço.
O relatório afirma ainda que a Claro, que pertence à mexicana América Móvil, é a operadora que apresenta a performance mais consistente e que, por isso, é a "melhor maneira para o investidor interessado no setor celular no Brasil".
O levantamento do Morgan Stanley não inclui a Telemig Celular, que está sendo comprada pela Vivo, e a operadora móvel da Brasil Telecom, porque os resultados delas não foram estatisticamente significativos, segundo os analistas. O documento não informa quais foram as regiões metropolitanas pesquisadas.
Reuters – 07/12/2007

Motorola abre centro de inovação na China
A Motorola Inc, segunda maior fabricante de telefones celulares do mundo, abriu ontem um centro de inovação em Xangai que integra quatro centros de pesquisa e desenvolvimento.
A empresa norte-americana investiu US$ 800 milhões em centros de pesquisa e desenvolvimento em seis cidades da China - Pequim, Tianjin, Xanghai, Chengdu, Nanjing e Hangzhou. A data de inauguração coincide com o aniversário de 20 anos da presença da Motorola no país.
Mais de 500 engenheiros e outros trabalhadores prestarão serviços a nova planta, que cobre uma área de 7.500 metros quadrados no Parque Industrial de Jinqiao, em Xangai. O centro desenvolverá reconhecimento tecnológico, ampliação de energia, rádio, design e acessórios para celulares.
Nos últimos anos, a Motorola vem perdendo participação no mercado chinês para a Nokia e Samsung. No último trimestre, a empresa vendeu 35,5 milhões de celulares, uma queda de 51,9 milhões em relação ao mesmo período de 2006.
No mercado interno da China, a Nokia registrou 35,1% de participação, seguida pela Motorola com 13,6% e Samsung com 11,6%. A empresa norte-americana entrou no mercado chinês em 1987 e o total de investimentos no país ultrapassam US$ 3,6 bilhões.
Gazeta Mercantil – 07/12/2007

Motorola cai para terceira posição no setor mundial de telefones celulares
A Motorola registrou 13% de todos os telefones móveis vendidos no terceiro trimestre de 2007 para o setor de usuário final, uma queda de 21% perante o mesmo período no ano passado.
Os dados do Gartner dão conta ainda que, no mesmo momento, a Samsung registrou alta na sua participação de mercado para 15% do setor, enquanto a Nokia manteve sua liderança com 38% do segmento ou mais de um aparelho a cada três vendidos.
Os dados são decepcionantes para a Motorola, que perdeu mercado mesmo em um trimestre em que o mercado como um todo cresceu. Foram vendidos 289 milhões de telefones celulares no último trimestre, alta de 15% no comparativo ano a ano. Mas o desempenho da Motorola durante o ano inteiro foi fraco, então os resultados não geram tanta surpresa, defende Carolina Milanesi, diretora de pesquisa do Gartner.
“A Motorola vem lutando desde o final de 2006, então não é apenas neste trimestre”, disse. Os problemas da empresa, aponta Carolina Milanesi, são dois: a Motorola não encontrou um novo modelo de telefone que causou desejo nos consumidores, da maneira como o Razr fez anos atrás.
“O Razr2 foi bem, mas não teve o mesmo impacto que o primeiro Razr teve”, disse. Além deste, as vendas da Motorola pelos canais – ou telefones vendidos aos varejistas – foram fracas.
É improvável que a Motorola consiga reverter a situação antes do lançamento dos novos modelos na segunda metade de 2008, aponta a diretora. A companhia já havia caído para a terceira posição antes, mas na maior parte dos últimos anos estava na segunda colocação. Representantes da Motorola não comentaram imediatamente o relatório.
Samsung conseguiu aproveitar a fragilidade da companhia dos EUA. Vendeu 42 milhões de telefones no trimestre, gerenciou bem seu inventário e aumentou a popularidade da linha Ultra Edition II, defende o Gartner. A Samsung foi especialmente bem na Europa Ocidental, onde ficou com um em cada cinco telefones vendidos.
Mas a Nokia, que três anos atrás lutava contra maus resultados, que começa a parecer intocável. A empresa vendeu 110 milhões de telefones no último trimestre, define o Gartner, mais do que o dobro de vendas da Samsung e quase três vezes mais do que a Motorola.
“Eles aparentam estar fazendo tudo certo”, disse a diretora de pesquisas. Nokia enfrenta preços médios menores, especialmente pelas vendas de telefones mais simples em mercados como China e Índia, mas seu gerenciamento de custos e a estratégia de distribuição evitaram que a empresa sofresse perdas financeiras, ressalta o Gartner.
A quarta e a quinta colocação ficaram com a Sony Ericsson e a LG que, respectivamente, tiveram 9% e 7% do mercado.
Computer World – 03/12/2007

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