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11/10/2007
GERAL
SAP compra Business Objects para enfrentar a Oracle
A fabricante alemã de software SAP fez neste domingo (7/10) uma oferta de aquisição a Business Objects de 4,8 bilhões de euros (o equivalente a cerca de US$ 6,8 bilhões). De acordo com os termos e condições da transação (tender offer), a SAP se compromete a pagar 42 euros por ação ordinária e American Depositary Shares (ADSs), que lasteriam as ações preferenciais, pelo mesmo valor equivalente em dólares com base no câmbio euro-dólar do momento da oferta.
Segundo analistas consultados pelo jornal britânico Financial Times, a proposta representa um prêmio de 20% sobre o preço das ações da companhia francesa, registrado na sexta-feira (5/10).
De acordo entre as duas companhias, o conselho diretor da Business Objects aprovou a oferta e a recomendou aos acionistas da empresa para o preenchimento dos requisitos regulatórios.
A aquisição, na realidade, é parte da estratégia da SAP para atingir a meta anunciada de dobrar seu mercado até 2010 e de fazer frente a sua arqui-rival americana Oracle, que em março passado comprou, por US$ 3,3 bilhões, a fabricante de software de business intelligence Hyperion.
Em comunicado conjunto, a SAP e a Business Objects dizem acreditar que os clientes terão benefícios significativos a partir da combinação das novas ofertas de soluções de business intelligence para toda a organização, com análises baseadas em aplicações transacionais.
“Estamos altamente comprometidos com a próxima geração de aplicações que servem aos usuários de negócios”, disse Henning Kagermann, CEO da SAP AG. “A aquisição da Business Objects dá continuidade à estratégia definida pela SAP de dobrar os mercados-alvo até 2010, como anunciado em 2005.” “A SAP vai acelerar seu crescimento para as àreas de negócios, enquanto complementa a sua estratégia orgânica de crescimento”, explicou.
O negócio é mais uma reversão de estratégia da SAP para manter sua liderança frente a concorrente americana Oracle. A empresa alemã, que até o momento vinha concentrando esforços para obter seu crescimento orgânico, mudou sua investida depois que a Oracle adquiriu a empresa de software Hyperion, uma rival menor da Business Objects, por 3,3 bilhões de euros. Esta é mais uma alternativa da SAP para que ela consiga atingir a meta de dobrar seu mercado até 2010.
A Business Objects tem receita anual de 1,2 bilhão de euros. Com sede em Paris e em San Jose (EUA), emprega 6,6 mil pessoas e tem cerca de 44 mil clientes e sua especialidade são softwares de inteligência em negócios, busca e distribuição de informações, gestão da informação e análise e gerenciamento de performance.
Após o anúncio da compra, as bolsas européias iniciaram suas operações em baixa. As ações da SAP caíram de 5,5%, enquanto que os papéis da Business Objects valorizaram-se 17%.
TI Inside – 08/10/2007
Governo vai aplicar R$ 677 milhões no Sistema Brasileiro de Tecnologia
Uma das ações do Plano de Ciência e Tecnologia 2007-2010, que está sendo fechado pelo governo, é a criação do Sistema Brasileiro de Tecnologia (Sibratec) que visa, entre outros objetivos, aumentar a capacidade tecnológica das micro e pequenas empresas.
O plano foi discutido na quarta-feira (3/10) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia, composto por ministros, empresários e cientistas. Lula quer lançar oficialmente o plano ainda neste mês.
O sistema será coordenado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, mas atuará em conjunto com centros universitários para a prestação de serviços e consultorias técnicas ao setor produtivo. A idéia, segundo o ministério, é criar uma rede com no mínimo dez instituições, em 15 estados, até dezembro de 2008. Os investimentos previstos até 2010 somam R$ 677 milhões.
O novo sistema também terá bolsas de mestrado, doutorado e iniciação científica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) sobre desenvolvimento tecnológico industrial, além do Programa Nacional de Qualificação e Modernização dos Institutos de Pesquisa Tecnológica (IPTs), para que os órgãos acompanhem as necessidades e tendências das indústrias.
O plano prevê ainda, conforme o MCT, aumentar o número de bolsas de pós-graduação, especialmente nos cursos de engenharia, área com deficiência de pesquisadores, e de iniciação científica entre alunos do ensino médio.
Outras ações são estimular a entrada de pesquisadores nas empresas para a realização de teses e incentivar os empresários a criar estruturas internas de desenvolvimento tecnológico. A alternativa, de acordo com o ministério, é reduzir o valor pago pelo CNPq na bolsa de estudo do pesquisador e aumentar a contribuição financeira da empresa que, para isso, poderá ter benefício fiscal.
O CNPq e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), ligada ao Ministério da Educação, deverão ainda criar programa de pós-doutorado para garantir a permanência de especialistas no país, principalmente nas regiões menos desenvolvidas.
TI Inside – 08/10/2007
GDF estuda projetos para se tornar centro tecnológico do País
Brasília pretende se tornar um grande centro tecnológico do País. Além da Cidade Digital, que começará a ser implantada ainda este ano, o Distrito Federal também terá outras áreas destinadas ao setor. O Parque de Biotecnologia e Agronegócio funcionará em terreno localizado no Riacho Fundo I, o Pólo de Microeletrônica e Semicondutores já tem área demarcada, perto do Posto Colorado (sentido Paranoá). O governo estuda ainda a instalação de um pólo em tecnologia de saúde, em terreno do GDF situado em frente ao Centro Cultural Banco do Brasil.
O secretário de Ciência e Tecnologia do DF, Izalci Lucas, embarca nesta quarta-feira (10) para a Ásia, onde se encontrará com potenciais investidores das áreas de microeletrônica e semicondutores. Ele lembra que um grupo de empresários asiáticos visitou Brasília recentemente e mostrou disposição em trazer tecnologia para a capital brasileira. “Há o interesse de importantes multinacionais se instalarem aqui”, revela. Para ele, a cidade é um local atraente. Entre os pontos favoráveis estão o melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país, infra-estrutura e o fato de o DF ser sede do governo federal e de representações internacionais.
Roteiro
Izalci viajará em companhia de empresários. Na pauta da visita ao Japão, Coréia do Sul e Taiwan, estarão encontros com representantes das marcas orientais e visitas a parques tecnológicos e a instituições especializadas na formação de profissionais da área. Segundo o secretário, os executivos asiáticos também mostraram interesse no investimento em biotecnologia.
A idéia é atrair os empresários orientais para Brasília. Eles se instalariam no DF e se aprimorariam no setor, em parceria, com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que possui avançados projetos na área de biotecnologia. Izalci aponta que os maiores atrativos estão nos setores agrícola, fármaco e de energias alternativas.
Ainda não há previsão para a implantação do Parque de Biotecnologia e Agronegócio no DF. O governo, porém, já trabalha em um estudo de viabilidade do projeto. Já o Pólo de Microeletrônica e Semicondutores já tem sua instalação assegurada pelo GDF. O próximo passo, segundo Izalci, será conseguir junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a licença prévia para exploração da área de 115 hectares.
Atualmente, o Brasil carece de indústrias de microeletrônica e, por isso, importa grande parte dos produtos de tecnologia de ponta. A prioridade do pólo será a produção de placas de memória (as mesmas que são usadas em computador e relógio, por exemplo) e chips. O secretário de Ciência e Tecnologia reconhece que a instalação do pólo não será uma tarefa rápida. No entanto, ele acredita que ainda durante o governo de José Roberto Arruda (que vai até 2010), o pólo saia do papel.
Na opinião do professor do departamento de Ciência da Computação da Universidade de Brasília (UnB) Jacir Bordin, o Distrito Federal tem, de fato, potencial para o desenvolvimento de indústrias do ramo de microeletrônica e semicondutores. Porém, ele considera que, por se tratar de um investimento de grande magnitude, a instalação de indústrias do ramo será um processo demorado. Como possíveis empecilhos, o professor aponta a elevada carga tributária do Brasil e a falta de mão-de-obra especializada em alguns setores.
CorreioWeb – 10/10/2007
Sondagem Abinee aponta expectativas positivas para o setor
Sondagem da Abinee, em setembro, mostra que a avaliação das empresas do setor eletroeletrônico sobre seu desempenho foi positiva para todos os segmentos, especialmente nas áreas de GTD, Automação Industrial e Equipamentos Industriais. Para GTD, os negócios estão mais aquecidos nos segmentos de Transmissão e Distribuição.
Também foi observada a evolução positiva em Geração, em função, principalmente, do leilão da primeira usina Hidrelétrica de Santo Antônio, e da retomada do projeto da Usina Termonuclear Angra III. Os negócios de Automação Industrial e Equipamentos Industriais continuaram contando com os investimentos produtivos em setores da economia como Petróleo e Gás, Biocombustível, Açúcar e Álcool, Mineração, Papel e Celulose, entre outros.
Também os negócios de Informática permaneceram aquecidos com destaque para o forte crescimento das vendas de notebooks, que deverão atingir 2,1 milhões unidades, em 2007, e 3,8 milhões, em 2008. Na área de Telecomunicações, as vendas de telefones celulares permaneceram concentradas no mercado de reposição ou troca de aparelhos. Em telefonia fixa, as empresas ressentem-se da falta de encomendas.
As expectativas são favoráveis, no entanto é necessária a definição da liberação da Terceira Geração de celulares e do WiMax.Os negócios de Materiais Elétricos de Instalação estão apontando crescimento moderado. No decorrer deste ano, as vendas foram oriundas, principalmente, das pequenas reformas, construções e investimentos em imóvel próprio.
Os fabricantes estão na expectativa dos reflexos positivos do crescimento da indústria da Construção Civil.As vendas de Componentes Elétricos e Eletrônicos contaram com o aquecimento dos mercados de eletrodomésticos portáteis e de linha branca. Porém, a forte concorrência internacional, estimulada pela valorização do Real, permanece como entrave para o crescimento desta área.
Este fato também está dificultando o acesso aos principais mercados de componentes: indústria eletrônica de consumo, telecomunicações e informática. Porém, a proximidade do fim de ano deverá estimular a indústria de produtos de bens de consumo, que já começa a abastecer o comércio neste mês de outubro e em novembro para as vendas de Natal.
Abinee – 09/10/2007
Na ABINEE, governo apresenta programas na área de microeletrônica
O Coordenador de Microeletrônica do MCT, Henrique Miguel, manteve, na manhã desta terça-feira (9), reunião com o grupo de P&D da ABINEE, apresentando os programas prioritários do governo, com destaque para o programa HardwareBR, e oportunidades na área de microeletrônica para as empresas associadas da ABINEE, beneficiadas pela lei de informática. Segundo ele, a intenção é que os programas recebam não só aporte de recursos, mas também, parceria no desenvolvimento dos projetos. “Queremos compatibilizar as linhas estratégicas do governo com as demandas das empresas”, disse. As empresas do grupo de P&D da ABINEE demonstraram interesse nos programas apresentados por Miguel, e ficaram de analisar investimentos futuros. A ABINEE realizará novas reuniões para tratar do tema, visando promover um diálogo permanente entre o governo e as empresas.
Abinee – 09/10/2007
AUTOMOTIVO
TRW investe R$ 34 milhões para ampliar exportação
A TRW Automotive inaugura nesta terça-feira, 9, a ampliação da fábrica de Engenheiro Coelho, SP, que recebeu investimento de R$ 34 milhões para aumentar a produção de componentes de freios e assim atender contratos de exportação para Ford e Chrysler nos Estados Unidos. A expansão da unidade estava programada para começar no fim deste ano, mas os planos foram antecipados para dar conta dos pedidos dos clientes externos e também por causa do acidente no começo do ano na planta de Limeira, bem próxima, o que precipitou o planejamento da TRW de transferir toda a área de usinagem para Engenheiro Coelho.
A TRW vai embarcar para Ford e Chrysler sistemas de freios, incluindo discos dianteiros e traseiros, carcaças e suportes fundidos e usinados. Os dois contratos têm duração de cinco anos. O fornecimento para a Chrysler tem início imediato e para a Ford começa no s primeiros meses de 2008. As duas montadoras receberão os conjuntos de duas maneiras: já montados e exportados diretamente por meio das filiais no Brasil, ou seguirão desmontados e incorporados aos veículos nas linhas de produção dessas empresas no México.
Os dois novos contratos externos adicionam R$ 95 milhões ao faturamento anual da TRW no Brasil e colocam 1 milhão de conjuntos de freios a mais na linha de produção, somando 3,5 milhões de unidades em 2009.
O mercado interno também terá sua fatia na expansão de Engenheiro Coelho. Segundo Moisés Bucci, presidente da empresa no Brasil, apenas 10% da produção anual da fábrica são destinados ao mercado interno, mas esse volume tende a aumentar. “Investir nesta unidade está em linha com a estratégia da companhia de expandir os negócios na América do Sul e ao mesmo tempo acompanhar a demanda do mercado doméstico.”
Com a ampliação a TRW transferiu para a Engenheiro Coelho toda a linha de usinagem e de fundição desses conjuntos, mas manteve em Limeira a linha de montage m dos sistemas de freios. Além de deslocar funcionários, a empresa também contratou cerca de cem novos empregados para o rearranjo das fábricas. “Conseguimos reduzir custos enxugando a produção e unificando a área de usinagem.”
Do total investido, R$ 14 milhões foram aplicados na construção no novo prédio inaugurado. O restante, R$ 20 milhões, foi destinado à compra de máquinas e equipamentos. A fundição de Engenheiro Coelho tem capacidade de produzir 38 mil toneladas/ano.
Portal Fator Brasil – 06/10/2007

Mais segurança para os pedestres
- Reduzir o número e a gravidade de atropelamentos é uma preocupação em todo o mundo. E as empresas sistemistas estão investindo em novas soluções para contornar o problema.
É o caso do EPP (Proteção Eletrônica a Pedestres), da Bosch, que equipará alguns carros ainda este ano. Trata-se de uma evolução de um sistema já existente em modelos da Volvo.
Sensores instalados na frente do capô detectam a presença de objetos ou pessoas e o risco de impactos. Em caso de acidente, eles ativam o recurso que impulsiona a tampa do motor para cima, aumentando a zona de deformação da carroceria e reduzindo os riscos de ferimentos graves aos pedestres.
O sistema pode vir com air bag externo, que aumenta a eficiência, e tem capacidade de diferenciar objetos de pessoas, preparando o carro da forma correta para o impacto.
Da Delphi há um sistema que integra câmeras, radares e sensores. Ele também começa a equipar alguns carros este ano, mas até 2011 ganhará mais funções, entre elas a que aumenta a segurança dos pedestres.
Batizado de Intelligent Foward View (IFV), terá capacidade de detectar a presença de pedestres em volta do veículo, mesmo nos chamados "pontos cegos". Imagens captadas por câmeras serão projetadas no painel do carro e sensores emitirão avisos sonoros em situações de risco. Um recurso poderá até acionar os freios para impedir atropelamentos.
Outra função é a que lê placas de velocidade e aciona os freios para evitar multas de trânsito.
Estadão.com – 08/10/2007

A demanda de caminhões 10x4
A nova e crescente demanda por caminhões rodoviários traçados 10x4 para mineração aparenta ter perímetros maiores do que os informados até agora. A montadora pioneira na descoberta dessa lavra dos foras-de-estrada oriundos das estradas – leia-se Scania – acredita que o grande mercado dos traçados ainda reside nos quatro eixos dos 8x4, seja para mineradoras ou mesmo para outras operações. E não sem razão: em 2006 a Scania vendeu 377 unidades desses modelos no País e remeteu outras 1 mil 61 para o Exterior, num total geral de 1 mil 438 traçados 8x4.
Nos bastidores, todavia, circula notícia que pode fazer a balança do mercado pender mais para o lado dos 10x4. Ainda não foi confirmado, mas fala-se que a Companhia Vale do Rio Doce estaria para fechar a compra programada de nada menos que 1 mil caminhões 10x4 – isso depois de já anunciado a recente aquisição de 104 Volvo FM 10x4. Nas entrevistas coletivas da Fenatran, com abertura na próxima segunda-feira, 15, mais pormenores dessa negociação devem vir à tona.
O certo é que a Scania não ficou nada contente com a primeira compra da Vale, que escolheu os Volvo. Motivo: apesar de ter iniciado os testes de campo com seus modelos R 470 10x4 muito antes dos concorrentes, a montadora preferiu perder a venda dessa primeira centena de unidades a ter de concorrer pela simplória via de um leilão pela internet. Em outra leitura: depois de ter seu produto aprovado pela Vale, a Scania abdicou da chamada vala comum que incluiu também a desconhecida concorrente holandesa Ginaf.
Promete ser bastante acirrada a briga por um naco dessa nova mina aberta pela Vale de 1 mil caminhões fora-de-estrada.
AutoData – 10/10/2007

Caterpillar investe US$ 50 milhões e renova produtos
A fabricante de máquinas de construção Caterpillar está renovando parte da linha de produtos fabricados no Brasil, e para isso este ano investiu US$ 50 milhões na fábrica de Piracicaba, SP. A empresa manterá a estratégia de exportar a maior parte da produção mesmo com o aquecimento do mercado interno. Os investimentos anuais e os programas de redução de custos garantirão a expansão da na unidade brasileira responsável pelo fornecimento para toda a América Latina.
Com lançamento mundial e simultâneo, a Caterpillar está substituindo sua linha de motoniveladoras para os mercados de construção e mineração. Dos sete modelos da nova Série M, quatro serão produzidos no Brasil: 120M, 12M, 140M e 160M, que vão abastecer o mercado nacional e serão exportados para América Latina, América do Norte, Europa e Austrália. O destaque das novas motoniveladoras foi a substituição do volante e das quinze marchas por comandos joystick.
A renovação também engloba o trator de este ira D6T, que substitui o D6RIII, e a escavadeira hidráulica 320DL no lugar da 320C, que chegam ao mercado brasileiro três meses depois do restante do mundo. Ambos os produtos são destinados também ao mercado interno e exportação para América Latina. As máquinas receberam atualizações tecnológicas que, segundo os engenheiros da Catepillar, reduziram consumo de combustível, aumentaram a produtividade, velocidade das manobras e também a vida útil de algumas peças.
Números de produção e vendas são considerados sigilosos pelo presidente da Caterpillar no Brasil, Natal Garcia. “Estamos num segmento muito competitivo, por isso nós, assim como outras empresas, também não revelamos nossos volumes de produção nem de vendas.” O executivo diz apenas que de 75% a 80% da produção são destinados à exportação para 120 países, mesmo porcentual de participação das vendas externas no faturamento da operação brasileira – cifra também não revelada.
“As outras fábricas da Cater pillar no mundo estão com capacidades quase que totalmente tomadas. P or isso a unidade brasileira está ganhando mercados.” Mas Garcia não sabe precisar até quando a fábrica de Piracicaba terá essa vantagem já que outras importantes unidades no mundo estão recebendo investimentos para ampliar a produção.
No curto prazo os novos modelos não devem alterar os volumes de produção da fábrica paulista, única unidade industrial da Caterpillar na América Latina. Mas segundo Garcia no médio e longo prazos o forte crescimento esperado para países latino-americanos e a entrada de novos mercados no circuito de exportações deverão contribuir para o aumento da produção.
Anualmente a empresa investe cerca de US$ 30 milhões na fábrica brasileira, aplicados na ampliação gradativa da produção, mas tanto em 2007 quanto em 2008 a Caterpillar projeta aumentar esse volume, por conta do aquecimento do mercado doméstico. “Para alguns produtos já conseguimos aumentar a produção em 50%.”
Trabalhando em dois turnos a fábrica já apresentou garg alos na pintura, que foram solucionados com o investimento de US$ 20 milhões dos US$ 100 milhões investidos nos últimos três anos para atender à demanda.
Em 2007 a projeção de faturamento da operação brasileira deve ser 5% maior do que o registrado em 2006, alcançando cerca de US$ 1,8 bilhão. No mundo as projeções de faturamento para os próximos anos são ambiciosas. Em 2006 a Caterpillar faturou US$ 46 bilhões, para 2010 a projeção é alcançar US$ 50 bilhões, saltando para US$ 100 bilhões em 2020.
AutoData – 10/10/2007

Venezuela chega a novo patamar
A Cavenez, entidade que reúne os fabricantes venezuelanos, comemora o quinto mês consecutivo de vendas superiores a 40 mil unidades. Significa que a Venezuela encontra-se em novo patamar e dá passos largos no desenvolvimento de seu mercado automotivo. De janeiro a setembro foram comercializados 346 mil unidades, 3 mil veículos a mais do que em todo o ano passado.
As vendas acumuladas cresceram 49,3% com relação a igual período do ano passado. O destaque é o incremento de vendas dos modelos importados: 231,5 mil unidades de janeiro a setembro, 95% a mais do que em igual período de 2006.
Em setembro foram negociadas 43,3 mil unidades, aumento de 29,8% diante do mesmo mês de 2006. De novo os importados fizeram a diferença: 29,8 mil unidades, crescimento de 65% na mesma base de comparação, enquanto os modelos nacionais totalizaram 13,6 mil unidades, menos 11,8%.
A General Motors lidera o mercado venezuelano e em setembro bateu seu recorde de vendas, com 12,8 mil unidades. É a primeira montadora na história do mercado da Venezuela a superar 100 mil unidades comercializadas. No total, 105,3 mil. A GM é líder na Venezuela há 28 anos
AutoData – 10/10/2007

Cipatex expande negócios para atender demanda
Indústria 100% brasileira com atuação na fabricação de laminados sintéticos, com sede em Cerquilho/SP, o Grupo Cipatex está de olho no setor automotivo. Oferecendo ao mercado soluções em laminados sintéticos e não-tecidos há mais de 40 anos para os segmentos calçadista e moveleiro, entre outros, a empresa aprimorou seus produtos e, atualmente, é a única empresa a produzir revestimentos em PU (poliuretano) para o mercado automotivo.
Com isso, a Cipatex, que produz 50 milhões de metros lineares, espera alcançar 5% até o próximo ano neste concorrido setor, que consome cerca de 7,5 milhões de metros lineares de laminado sintético por ano.
'No último ano, a empresa investiu R$1 milhão no desenvolvimento de produtos para o setor automotivo e contou ainda com a colaboração de dois consultores alemães, que passaram quatro meses no Brasil acompanhando o processo', afirma Marcelo Nicolau, diretor comercial do Grupo Cipatex em nota. Segundo o executivo, o objetivo da empresa é fazer com que as vendas para carros cheguem a 15% dos negócios do grupo em cinco anos.
O resultado do investimento são três linhas de produtos, que atendem áreas distintas do segmento. A primeira é o PVCAR, um laminado sintético à base de PVC (poli vinil clorídrico) com reforço em tecido de malha, utilizado no revestimento de poltronas de ônibus urbanos. J á a linha PORUS é feita à base de PU (poliuretano coagulado) com reforço em tecido e é utilizado na confecção de coifas de câmbio, de colunas de direção, freio de mão e revestimentos de bancos. Por fim, o Autolinea é à base de PVC sem reforço e sua utilização destina-se à partes do painel, lateral de portas, quebra-sol, colunas externas e na forração do painel interno do mortor das pick-ups. (Redação - InvestNews)
Gazeta Mercantil – 09/10/2007

Produção de veículos cai ante agosto, mas acumula alta de 10,6% no ano, diz Anfavea
As montadoras instaladas no país produziram 252,8 mil veículos em setembro, o que representa elevação de 23,9% na comparação com o mesmo mês de 2006, quando foram produzidas 204,1 mil unidades.
Em relação a agosto (279 mil unidades), porém, houve queda de 9,4% na produção. A informação foi divulgada nesta manhã pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
Nos nove primeiros meses deste ano, a produção de veículos no país totalizou 2,18 milhões de unidades, com crescimento de 10,6% ante o mesmo período do exercício passado (1,97 milhão).
Do total de veículos fabricados no Brasil em setembro, 237,3 mil foram automóveis e comerciais leves; eram 12.272 caminhões e 3.157, ônibus, de acordo com a entidade.
Valor Online – 05/10/2007

CONSUMER
Televisor para o sinal digital é 15% mais caro
Apesar do início das projeções do sinal digital estar marcado para o dia 2 de dezembro, poucas fabricantes terão disponíveis os televisores com a nova tecnologia. Só a Samsung garantiu que disponibilizará modelos adaptados na ocasião do lançamento. A gerente de produtos da empresa, Daniela Hashizume, conta que, até a data, serão lançados aparelhos de LCD de 40 polegadas e 42 polegadas com conversores embutidos, prontos para receber o sinal digital. Segundo ela, os televisores serão entre 10% e 15% mais caros que os convencionais.
A LG Eletronics planeja lançar aparelhos de LCD adaptados na segunda quinzena de dezembro, de acordo com a gerente Fernanda Summa. A Gradiente deve iniciar a produção desses aparelhos no segundo semestre de 2008, segundo Moris Arditt, vice-presidente da empresa. E a Semp Toshiba lançará televisores prontos para a TV digital até fevereiro de 2008. Gradiente e Semp Toshiba terão disponíveis, no dia 2 de dezembro, apenas os conversores. (Wilson Gotardello Filho - Gazeta Mercantil)
Gazeta Mercantil – 09/10/2007

LG.Philips LCD regista o melhor resultado em três anos
Segundo um comunicado emitido hoje pela fabricante de ecrãs LCD, no terceiro trimestre de 2007, as suas vendas aumentaram 43% para os 3,95 biliões de wons (3 mil milhões de euros) face aos 2,77 biliões de wons (2,15 mil milhões de euros) no período homólogo do ano passado.
O documento refere ainda que, no período em análise, o resultado antes de impostos, taxas, depreciações e amortizações (EBITDA) disparou 366% para os 1,37 biliões de wons (1,06 mil milhões de euros), comparativamente aos 295 mil milhões de wons (228,9 milhões de euros) verificado no terceiro trimestre do exercício anterior.
Este foi o melhor resultado conseguido pela empresa de electrónica controlada pelo grupo sul-coreano LG e pela holandesa Philips nos últimos treze trimestres.
Diário Econômico – 09/10/2007

Lula isenta de IPI equipamentos da TV digital
Por meio de decreto publicado hoje no Diário Oficial da União, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou que seja reduzida a zero a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que incide sobre uma lista de 11 equipamentos destinados à TV digital.Entre os beneficiados com a isenção estão moduladores, transmissores digitais, codificadores, geradores de sinais, roteadores e amplificadores.
O início das transmissões da TV digital está marcado para o dia 2 de dezembro, quando o sistema irá oficialmente ao ar na capital paulista. Atualmente, muitas emissoras já estão realizando transmissões experimentais.
A desoneração determinada hoje pode ser uma medida do governo para conter os preços dos equipamentos. Recentemente, a Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), divulgou um preço médio de R$ 700 para o receptor do sinal digital. Fabricantes menores, no entanto, prometem cobrar R$ 300 pelo produto. A expectativa do mercado é que possa haver uma guerra de preços entre os produtores.
Valor Online – 09/10/2007

Indiana diz que receptor de TV digital de R$ 250 é limitadoo
O receptor de TV digital fabricado pela Encore do Brasil, um dos modelos com preço na faixa de R$ 200, anunciada pelo Ministério das Comunicações será limitado, ou seja, não terá a capacidade máxima de resolução da TV digital: 1.080 linhas.
"É um modelo que será acessível à baixa renda, às pessoas que vão continuar com sua TV de até 14 polegadas", diz o presidente da Encore Tecnologia do Brasil, Jakson Sosa.
A empresa, que está fabricando o conversor no país, é uma joint venture entre a indiana Encore e o Comsat.
O equipamento custará R$ 250 e terá resolução de 320 por 480 linhas. Segundo Sosa, é um receptor de TV móvel --com a tecnologia OneSeg--, mais adequada para televisores de 3,5 a 7 polegadas. "Não é um receptor que vai atender toda a demanda necessária, mas por que alguém compraria um receptor de R$ 700 para ligar em um televisor de 18 polegadas?"
A redução de custos, segundo ele, será possível em razão do uso de softwares livres --como o Linux-- no equipamento, além de outros componentes de preço mais baixo. "Essa configuração nasceu do computador de baixo custo."
A empresa foi uma das fornecedoras do programa Um Computador Por Aluno, que distribuiu notebooks de baixo custo em escolas públicas do país.
Sosa diz que o primeiro lote de 10 mil conversores deve ser lançado ainda neste mês e será vendido por meio da televisão ou telemarketing.
Em um segundo estágio, e após analisar a demanda pelo equipamento, ele afirma que virá um segundo lote, com 100 mil equipamentos.
Por meio da assessoria de imprensa, o Ministério da Comunicações disse que reitera que "vai haver conversores no mercado a R$ 200" e que o custo deles deve diminuir posteriormente. O órgão não especifica, no entanto, a resolução desse tipo de aparelho.
O ministério disse que não investiu na produção de receptores para a televisão digital, somente destinou quase R$ 6 milhões para o desenvolvimento do software que vai permitir a interatividade, o Ginga.
Popular
Sosa diz que a Encore pesquisou o mercado de conversores de resolução mais alta --de 1.080 linhas-- e conseguiria "fabricar um 'set top box' [conversor para TV fixa] com custo entre R$ 400 e R$ 550".
Na semana passada, o presidente da Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos), Lourival Kiçula, disse que as fabricantes dos conversores para a TV digital lançariam o produto no mercado com custo entre R$ 700 e R$ 800.
A entidade diz que seus associados produzirão modelos de 1.080 linhas de resolução.
Ainda assim, Sosa diz que a Encore não pretende produzir outros modelos de conversores. "Achamos que a vida útil de um conversor será muito curta. As pessoas vão continuar usando os mesmos televisores, que não têm alta definição, com um conversor de maior qualidade."
A falta de interesse da Encore em produzir outro modelo, segundo ele, vem do custo do aparelho, o que tornaria muito mais difíceis o ganho de escala e a redução do preço. "É o preço de uma televisão 21 ou 20 polegadas hoje em dia, e o consumidor não irá trocar."
Folha Online – 09/10/2007

Produção de LCD na China aumenta 77% no ano
A China produziu 9,4 milhões de televisores LCD (monitor de cristal líquido) nos primeiros oito meses de 2007, o que representa 77,1% de aumento em relação ao ano passado, de acordo com o ministro da indústria de informação.
No período de janeiro a agosto, um em cada cinco televisores coloridos feitos no país era de LCD. A baixa nos preços impulsionou as vendas dos modelos de tela plana, como aparelhos de LCD e plasma, tomando 50% do mercado doméstico e 90% das vendas nas grandes cidades.
Os aparelhos de LCD ganharam popularidade rapidamente, já a tela de plasma continua a fazer progresso apesar do alto custo. Como número um de produção de televisores coloridos, a China detém mais de 50% da produção mundial.
No ano passado, a indústria brasileira vendeu 350 mil aparelhos, entre televisores de plasma e LCD. A previsão de venda para esse ano é atingir um milhão de unidades.
Gazeta Mercantil – 09/10/2007

Nova TV chega ao varejo em 2008
Só a Samsung informa que terá disponível modelo com sistema digital em 2 de dezembro. As transmissões da televisão digital começam teoricamente no dia 2 de dezembro deste ano, mas, na prática, os espectadores brasileiros não terão ainda tantas opções de TVs já com a nova tecnologia acoplada dentro desse prazo. De todas as fabricantes consultadas por este jornal, somente a Samsung planeja disponibilizar modelos de televisores prontos para receber o sinal digital, e ainda assim apenas em algumas lojas da cidade de São Paulo, neste prazo.
A Semp Toshiba e a Gradiente devem disponibilizar os set-top box, ou conversores, que poderão ser ligados em qualquer aparelho de televisão, mas os modelos prontos para receber a nova tecnologia devem ficar só para o próximo ano. Os conversores da Gradiente serão fabricados na fábrica da empresa, em Manaus. O primeiro lote a ser comercializado pela Semp Toshiba será totalmente importado, segundo Deniz Lozano, gerente de produtos de linha marrom.
De acordo com o executivo, o plano da empresa para a chegada da televisão digital inclui o início da fabricação de dois modelos de LCD com o conversor acoplado, um com 42 polegadas e outro com 52 polegadas. Mas, a produção desses dois modelos, assim como dos conversores, só deve ser iniciada na fábrica da empresa no Brasil em fevereiro de 2008.
"No começo vamos aprender com o mercado. Na segunda fase, se as pessoas quiserem, vamos fabricar e vender tanto os conversores como vários modelos de televisores prontos para a tecnologia", disse Lozano.
Os planos de lançamento da Gradiente não estão tão avançados. Segundo o vice-presidente da empresa, Moris Arditt, a fabricante não deve iniciar a produção de televisores com conversores acoplados antes do segundo semestre de 2008.
A LG Electronics também não disponibilizará televisores prontos para a televisão digital aos consumidores no dia dois de dezembro. Segundo Fernanda Summa, gerente de produtos de TV da empresa, devem chegar nas lojas dois modelos de LCD com set-top box no final de dezembro deste ano. Os modelos que estarão disponíveis serão de 42 polegadas e 47 polegadas. "A intenção é ampliar o portfólio com o tempo", disse Fernanda.
A Samsung lançará televisores de LCD com 40 polegadas e 42 polegadas prontos para receber o sinal digital. Ambos serão produzidos na fábrica de Manaus. A produção será iniciada no final de novembro, mas Daniela Hashizume, gerente de produtos, garantiu que chegarão às lojas na ocasião do início das transmissões. Procurada pela reportagem, a Sony afirmou que lançará uma linha com tecnologia digital ainda este mês.
Preço
Inicialmente previsto para custar entre R$ 100 e R$ 200, os conversores devem chegar aos consumidores mais caro do que o planejado pelo governo. Segundo Lozano, da Semp Toshiba, a empresa deve iniciar a produção dos aparelhos no Brasil em 2008 e os preços devem ficar entre R$ 700 e R$ 800.
Arditt, da Gradiente, garantiu que os modelos produzidos pela empresa não devem ultrapassar os R$ 700. "É daí pra baixo. Depende dos mecanismos de incentivo, como isenções fiscais", afirmou.
E não serão só os conversores que custarão mais caros. Segundo Daniela, da Samsung, os televisores prontos para receber a nova tecnologia custarão entre 10% e 15% a mais do que os encontrados no mercado atualmente. Segundo informações do Ministério das Comunicações, a previsão é de que o preço dos conversores não ultrapasse R$ 200. O ministério prevê linhas de financiamento para impulsionar as vendas.
Gazeta Mercantil – 09/10/2007

Toshiba e Microsoft vão ser parceiros em projectos interactivos
Em comunicado, as duas empresas de tecnologia informam que a DreamWorks Animation, Paramount, Universal e Warner são algumas das marcas envolvidas no futuro consórcio «para alargar e promover experiências interactivas em novas plataformas».
Em causa está a criação de um fórum aberto cujo objectivo é promover a interactividade entre diversos equipamentos de última geração, conteúdos digitais e cenários de distribuição.
A missão da organização recém-formada «é maximizar a satisfação dos consumidores em todo o mundo, acelerando a adopção, ao nível de toda a indústria, de soluções de interactividade avançada entre os mais diversos produtos HD DVD», esclarecem as duas empresas.
Agência Financeira – 09/10/2007

Brasil é país em que uso de computador mais aumentou, diz pesquisa
O Brasil foi o país que registrou o maior aumento no uso de computadores entre 2002 e 2007, apontou uma pesquisa realizada pelo Pew Institute Research, dos Estados Unidos.
A pesquisa, realizada com mil entrevistados, indicou que o número de pessoas que usam computador no país subiu de 22% para 44%, um salto de 22 pontos percentuais.
O estudo global, que ouviu pessoas em 35 países, mostrou que o Brasil foi seguido pela Eslováquia, com aumento de 21 pontos percentuais em relação a 2002, para um total de 73% dos entrevistados.
Em terceiro veio a Bulgária, que registrou aumento de 19 pontos percentuais.
Apesar de ter dado o maior salto, a utilização de computadores no Brasil ainda é bem menos disseminada do que em países desenvolvidos, como a Suécia onde 82% dos entrevistados disseram usar a tecnologia, o maior índice mundial.
Em segundo ficou a Coréia do Sul (81%), seguida pelos Estados Unidos (80%).
"Apesar de o uso de computadores ter aumentado em muito países pobres ou em desenvolvimento nos últimos cinco anos, ainda é perceptível um abismo digital, fazendo com que o uso de computadores ainda seja maior nos países mais ricos", avalia o relatório.
Na América Latina, o Brasil foi seguido pela Bolívia, que registrou um crescimento de 15 pontos percentuais, passando de 31% para 46%.
Em terceiro está o Peru, com 13 pontos percentuais, e em último ficou o México, com aumento de apenas dois pontos percentuais.
O relatório do instituto de pesquisa americano também mostrou que a proporção do número de pessoas com telefone celular também cresceu nos países analisados, registrando um aumento médio de 24 pontos percentuais nos últimos cinco anos.
No Brasil, 64% dos entrevistados disseram ter celular, um aumento de 28 pontos percentuais em relação a 2002, colocando o país na quarta posição entre os países latino-americanos analisados.
Os argentinos foram os que mais aumentaram o uso do celular na região, passando de 28% para 63%, um salto de 35 pontos percentuais.
A tendência de ascensão foi seguida pelos bolivianos, com crescimento de 32 pontos percentuais.
No âmbito mundial, a Rússia saiu na frente, onde 65% dos entrevistados disseram ter um celular, um aumento de 57 pontos percentuais.
O país com a menor taxa de crescimento foi a Itália, que desde a sondagem anterior continuou estagnada no índice de 79%.
O Globo Online – 09/10/2007

Motorola vê demanda explosiva por set-top box
A Motorola avalia que a demanda por conversores para TV digital vá crescer fortemente no mundo todo.
Segundo a empresa, desde 2005 até meados deste ano o grupo produziu 1 milhão de set-top boxes. Nos últimos cinco meses, no entanto, a Motorola afirma ter produzido outro milhão de equipamentos do tipo.
A análise da empresa é que, em 5 anos, o número de pessoas que assiste TV por sinal digital vá saltar de 3 milhões de usuários para 50 milhões de pessoas. Atualmente, os maiores clientes da Motorola por conversores estão na Europa, mas a companhia acredita que poderá avançar sobre novos mercados ainda este ano.
Para ampliar as vendas de set-top-boxes, a Motorola comprou várias empresas que atuam no segmento de vídeo digital ao longo dos últimos 12 meses, como a Broadbus, Tut Systems, Terayon Systems e Modulus Video.
INFO Online – 09/10/2007

Sony mira futuro além de LCD com nova TV ultrafina
A nova TV ultrafina da Sony supera modelos rivais baseados em telas de cristal líquido (LCD) e de plasma em várias áreas como velocidade de resposta e consumo de energia, mas a tecnologia de próxima geração não deve gerar impacto significativo no lucro da companhia japonesa no curto prazo.
A TV, que será lançada em dezembro, usa a tecnologia estado-da-arte conhecida como diodo orgânico emissor de luz (Oled na sigla em inglês), que pode dominar o mercado de televisores tela plana a partir de 2010 se os preços caírem e as telas aumentarem de tamanho, dizem analistas.
"É cheia de potencial, é fina o suficiente para montagem na parede e é ecológica pois consome menos energia", afirmou o analista Hisakazu Torii, da DisplaySearch.
"Mas eu não vejo as TVs Oled assumindo um papel de inflexão na indústria de televisores nos próximos cinco anos. Entretanto, as TVs de LCD e de plasma vão acabar se tornando maduras com lucratividade pequena, como acontece com os modelos de tubos de raios catódicos atuais, criando uma oportunidade para as TVs Oled", acrescentou.
As telas Oled usam compostos orgânicos (contêm carbono) que emitem luz quando eletricidade é aplicada. Diferente das telas de cristal líquido, elas não precisam de retroiluminação, o torna as TVs com essa tecnologia mais finos e mais eficientes em termos de consumo de energia.
As TVs Oled são ideais para se assistir a imagens em movimento acelerado, como programas esportivos, por causa de seu tempo rápido de resposta. Elas também são capazes de exibir cores vibrantes e podem ser assistidas a partir de um ângulo de visão bem amplo.
A Sony informou na semana passada que lançará a primeira TV Oled do mundo em 1o de dezembro, abrindo uma nova era no mercado de televisores estreitos, avaliado em 82 bilhões de dólares.
Com apenas 3 milímetros de espessura, a nova TV consome 40 por cento menos energia que uma tela comparável de cristal líquido, mas tem apenas 11 polegadas e será vendida por 200 mil ienes (1.704 dólares).
A nova TV será oferecida em um mercado onde modelos LCD de 40 polegadas são vendidos por preço similar, o que dificulta as perspectivas de curto prazo da tecnologia Oled.
Conforme a tecnologia se torna comercialmente mais competitiva, a DisplaySearch espera que o mercado global de TVs Oled cresça 24 vezes, para 884 milhões de dólares em 2011, ante estimativa de 37 milhões de dólares em 2008. O potencial de crescimento ultrapassa os 15 por cento de expansão previstos para a demanda de TVs LCD.
Entretanto, o número de 2011 representará menos de 1 por cento do faturamento projetado com TVs LCD, de 92 bilhões de dólares nessa época.
Analistas afirmam que não será até o final da próxima década que os negócios com TVs Oled começarão a dar um impulso significativo aos lucros da Sony.
Apesar disso, durante a feira japonesa de eletrônicos Ceatec, realizada na semana passada, as TVs Oled de 11 polegadas da Sony atraíram mais visitantes que os gigantes aparelhos LCD de 108 polegadas da Sharp e de 103 polegadas, de plasma, da Matsushita Electric Industrial.
"Eu não posso pagar 200 mil ienes por uma TV de 11 polegadas. Eu vou comprar uma quando eles começarem a vender um modelo de 20 polegadas abaixo de 100 mil ienes", disse Akihiko Murakawa, 52, visitante da feira.
E a concorrência trabalha para tirar a vantagem da Sony. A sul-coreana Samsung SDI está produzindo telas Oled, enquanto uma joint-venture entre a Matsushita e a Toshiba informou este ano que quer lançar painéis Oled para uso em TVs nos próximos três anos.
A General Electric também decidiu cooperar com a Konica Minolta Holdings no desenvolvimento de produtos flexíveis e finos de iluminação que usarão a tecnologia.
Reuters – 09/10/2007

IDENTIFICATION
GetNet: grande contrato em SP
A GetNet Tecnologia, de Campo Bom-RS, está em fase final de instalação de sua tecnologia de recarga de bilhetes eletrônicos em pontos comerciais de São Paulo. A empresa, que ingressou no mercado paulista em julho, pretende chegar ao final deste mês com 2 mil locais cadastrados, respondendo por 40% do segmento de bilhetagem de trens, ônibus e metrô no estado.
Porto Alegre e Rio de Janeiro também estão na mira da GetNet. Na capital gaúcha e região Metropolitana, a empresa terá, até o final de 2007, de 300 a 400 pontos de recarga de cartões, que poderão ser utilizados por usuários de ônibus e trem. Já no Rio, serão 400 estabelecimentos cadastrados para bilhetagem da empresa Supervia (ex-Central do Brasil).
“A bilhetagem eletrônica tem se mostrado uma das opções com grande potencial de crescimento dentro de nossa estratégia de oferecer multisserviços com o uso de terminais no varejo”, afirma o presidente da GetNet, José Renato Hopf. “Nossa meta é atuar rapidamente em todas as cidades brasileiras que oferecem esta alternativa à população”, acrescenta.
Já o diretor Comercial da empresa gaúcha, Fernando Abreu, explica a estratégia da companhia. “Atualmente, existem 255 cidades com mais de 100 mil habitantes operando com bilhetagem eletrônica no país. Para chegar rapidamente a todos estes locais, deixamos de oferecer serviços diretamente aos operadores do transporte público dos municípios e passamos a buscar contato com os fornecedores da tecnologia implantada nas catracas dos coletivos”, esclarece o executivo.
Abreu destaca, ainda, que a GetNet não tem qualquer relação com os equipamentos utilizados nos sistemas eletrônicos do transporte público, como validadores, catracas, leitoras de cartões e outros. “Nossa atuação acontece quando o portador do bilhete precisa recarregar seus créditos. Fazemos a integração de nossos sistemas com as companhias que fazem a outra etapa do processo”, conta. Assim, quando cada empresa for contratada por operadores do transporte municipal, levará a GetNet com ela.
A rede da GetNet possui mais de 110 mil estabelecimentos credenciados, espalhados por 3,5 mil municípios de todo o país. Conforme Abreu, a presença do sistema da empresa é um benefício para todas as partes envolvidas no processo.
“O diferencial da GetNet para o comerciante é a possibilidade da realização de multisserviços. Além de oferecer a recarga do bilhete eletrônico, o estabelecimento pode fornecer a seus clientes captura de transações com cartões de bandeiras regionais e de lojas, pagamento de boletos e contas bancárias, pagamento com cartões de benefício, recarga de telefones pré-pagos, entre outros”, conclui.
Além da sede no Rio Grande do Sul, a GetNet possui 12 filiais, localizadas em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Recife, Salvador, Fortaleza, Belém, Campinas, Ribeirão Preto e Espírito Santo.
Baguete – 09/10/2007

Bilhete eletrônico em breve
Até o fim da próxima semana, o usuário do transporte urbano no Distrito Federal já terá acesso à bilhetagem eletrônica. O prazo foi dado pelo secretário de Transportes, Alberto Fraga, que garantiu que até o final desta primeira quinzena o sistema estará em pleno funcionamento em toda a frota de veículos do Sistema de Transporte Público (STP – ônibus).
De acordo com Fraga, já está tudo pronto para o sistema começar a funcionar. Apenas 20% da frota ainda não conta com o equipamento de validação dos cartões, que são as catracas eletrônicas. Além disso, 75 mil estudantes foram, até o momento, cadastrados e as 50 maiores empresas de Brasília que pagam vale-transporte a seus funcionários também.
O sistema contará com sete tipos de cartões: o sênior (para idosos), especial (portadores de necessidades especiais), vale-transporte para trabalhadores/servidores, o gratuito (funcionários dos Correios, policiais e bombeiros em horário de serviço), funcional (rodoviários), estudantil e o cidadão.
Esse último é voltado para toda a população, que poderá reabastecer o cartão no posto de atendimento da empresa Fácil no Conic. “A princípio, teremos apenas esse posto da Fácil no Conic, mas a previsão é de que, em breve, outros sejam instalados para atender toda a população”, garante o secretário.
A bilhetagem eletrônica deve prejudicar os permissionários do STPA, que hoje recebem cerca de 60% dos usuários por meio do vale-transporte. “Fomos excluídos da bilhetagem e só ficamos sabendo agora”, disse um motorista, que preferiu não se identificar. Porém, o efeito da medida não é desconhecida por Fraga que declarou: “Nós vamos asfixiar as vans”.
Brasília Integrada – Outro prazo estabelecido pelo secretário foi a integração do transporte urbano no DF, que deve entrar em vigor dentro de três meses. Com isso, também será criada a bilhetagem integrada, na qual o usuário, por meio do cartão, poderá pegar vários ônibus e microônibus pagando uma única tarifa.
ComuniWEB – 08/10/2007

Nokia e Visa testam m-payment em Taiwan
A fabricante de celulares Nokia e a bandeira de cartões de crédito Visa anunciaram um projeto de m-payment com a operadora celular taiwanesa Chunghwa, a principal do país, que permitirá aos clientes da tele usar os aparelhos móveis como cartão da Visa.
Os testes terão início no mês que vem e envolverão 500 clientes de um banco local. Além de oferecer facilidades de pagamento, a operadora taiwanesa espera vender produtos próprios como vídeos, ringtones e fotos. A tecnologia funciona para transações de baixo valor e é facilitada pela existência de uma base de 3 mil leitoras contactless da Visa distribuídos por estabelecimentos comerciais de Taiwan. O chip do celular armazenará dados sobre o cartão Visa. Durante uma transação, o celular se comunica com a leitora por meio de tecnologia NFC (near-field communication).
Em abril deste ano, a Visa anunciou um projeto semelhante na Coréia do Sul, com a SK Telecom.
INFO Corporate – 08/10/2007

Visa Anuncia Teste Público Marcante da Plataforma de Comunicações Móveis da Visa em Taiwan
A Visa International está fazendo uma parceria com a Chunghwa Telecom, Chinatrust Commercial Bank (CTCB) e Nokia para lançar um teste marcante em Taiwan mostrando uma implementação com riqueza de recursos da plataforma de comunicações móveis da Visa.
O teste reunirá telefones móveis habilitados para comunicações de campo próximo (NFC), personalização over-the-air (OTA) (remota), pagamentos sem contato Visa payWave e ofertas de marketing direto de comerciante enviadas ao telefone.
Gordon Cooper, chefe regional de pagamentos por comunicações móveis da Visa International para a Ásia-Pacífico, disse que o teste público foi uma progressão natural para os pagamentos sem contato em Taiwan, o principal mercado para cartões sem contato da Visa payWave na Ásia-Pacífico.
"Com mais de 1,4 milhão de cartões sem contato da Visa em Taiwan(1), os possuidores de cartões estão cientes da velocidade, segurança e conveniência que o pagamento com cartões sem contato proporciona. Esse teste público se destina a estender nosso recurso de pagamento sem contato Visa payWave para os dispositivos de comunicações móveis e estamos entusiasmados por podermos fazer parceria com a Chunghwa Telecom, Chinatrust Commercial Bank e Nokia para fazer isso acontecer no mercado conhecedor de tecnologia de Taiwan", disse Cooper.
O Sr. Luo Lian-fu, presidente da diretoria da Chinatrust Commercial Bank, disse que o teste público se baseou na experiência que o banco e dos possuidores de cartões de Taiwan obtiveram da Visa payWave e oferecerá lições importantes para a distribuição de serviços centrados no estilo de vida de comunicações móveis dos consumidores.
O teste de seis meses envolve 500 possuidores de cartões da marca conjunta Chunghwa Telecom Call Call utilizando aparelhos telefônicos Nokia 6131i habilitados para NFC para fazer pagamentos sem contato em qualquer uma das 3 mil lojas que aceitam cartões sem contato Visa payWave em Taiwan.
Como indicam as mais recentes taxas de penetração de comunicações móveis em Taiwan, o telefone móvel se tornou uma necessidade diária e uma parte indispensável da vida das pessoas(2). O Sr. Ho-Chen Tan, presidente da diretoria da Chunghwa Telecom, disse que o teste público foi importante porque ilustrará a maneira como o pagamento pode ser personalizado em dispositivos de comunicações móveis. "Estamos satisfeitos por fazer parceria com as principais organizações financeiras e de tecnologia - Visa, Chinatrust e Nokia - para enriquecer a vida dos consumidores através da integração do pagamento em seu telefone móvel"
Os consumidores poderão obter ofertas de comerciantes pré-registrando suas preferências para receber certos tipos de cupons ou mantendo seus telefones em frente a posters especiais localizados em áreas de compras populares, disparando assim um download sob demanda de ofertas especiais de comerciantes. As ofertas sob demanda são apoiadas através da utilização de posters e outras mídias incorporadas com identificadores de NFC. Todas as ofertas são armazenadas no aplicativo de software com riqueza de gráfico que gerencia o pagamento Visa payWave no aparelho telefônico Nokia.
Como parte do recurso de ofertas por comunicações móveis, a Blockbuster Inc. fará testes de cupons de descontos em todas as suas 61 filiais na área metropolitana de Taipei, enquanto 11 outros comerciantes se registraram para oferecer identificadores de poster inteligentes. Esses comerciantes incluem restaurantes, cafés, bares e cinemas selecionados.
"As ofertas de identificadores inteligentes enfocarão os comerciantes no Distrito Xinyi porque é a área de compras, alimentação e entretenimento mais importante da cidade de Taipei. Nossos parceiros comerciantes incluirão Mr. Brown Cafe, Vieshow Cinemas e uma ampla gama de restaurantes no principal shopping Eslite de Xinyi", disse o Sr. Luo Lian-fu, da Chinatrust Commercial Bank.
"Além da utilização de um processo de suprimento OTA e software de aparelho telefônico com riqueza de gráfico criado na plataforma de comunicações móveis da Visa, estamos entusiasmados por complementar a experiência Visa payWave com a solução de marketing por comunicações móveis que é também um componente fundamental da plataforma de comunicações móveis da Visa. Incorporando as ofertas móveis nesse teste nós testaremos o potencial dos dispositivos de comunicações móveis para distribuir serviços de valor agregado que complementam a conveniência do serviço de pagamentos sem contato Visa payWave", disse Cooper.
Business Wire – 08/10/2007

INDUSTRIAL
Finep: “O Sul tem vocação para a inovação”
Os vencedores da etapa Sul do Prêmio Finep de Inovação Tecnológica deste ano foram anunciados nesta quinta-feira (04). Ao todo, foram seis projetos contemplados e classificados para a final nacional [clique aqui para saber mais sobre os projetos]. Com o objetivo de estimular experiências inovadoras que tragam efeitos positivos para a sociedade, o tradicional prêmio Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), órgão do Ministério de Ciência e Tecnologia, envolve empresas, ONGs e instituições de pesquisa de todo o Brasil. Luis Manuel Rebelo Fernandes, presidente da Finep ressalta a importância do concurso, que busca consolidar a cultura da inovação nas empresas e institutos brasileiros. “Esse reconhecimento credencia as empresas a concorrerem por investimentos em órgãos como a Finep, o Sebrae, as federações de indústrias, entre outros”, diz Fernandes. Desde que o prêmio surgiu, em 1998, o número de projetos inscritos passou de 48 para 732, em 2007. “É um sinal de que a cultura de inovação se espalha em âmbito nacional. E a Finep assume o papel de propulsora desse movimento pela inovação”, conclui Fernandes. Para o ano que vem, a Finep tem um orçamento previsto de R$ 2,8 bilhões – o maior da sua história - para financiar projetos de pesquisa e desenvolvimento de produtos e processos inovadores.
Apesar da importância que a inovação vem assumindo nos últimos anos dentro das empresas, Fernandes acredita que ela deveria ser ainda mais valorizada. “É compreensível que o tema ainda não ocupe lugar de destaque, pois muitas empresas brasileiras foram criadas em uma época de mercado protegido, quando não havia sequer a necessidade de inovar para competir no mercado”, resume o presidente da Finep. Segundo ele, a opção brasileira pela abertura ao exterior, na década de 1990, foi feita sem que o poder público construísse instrumentos indutores da inovação. “Este arcabouço de mecanismos está sendo montado apenas agora”, relata.
Fernandes também fez questão de reforçar a vocação da região Sul para a inovação. A região é sempre a segunda colocada no ranking de captação de recursos para projetos junto à Finep, atrás apenas do Sudeste. Já em projetos premiados nacionalmente, os três Estados do Sul se igualam ao Sudeste, também pelo fato de o prêmio ter nascido no Sul. (Luiza Piffero)
Os projetos vencedores:
1º lugar Processo - Sanepar (PR) – A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) põe em prática, desde 2000, técnicas de higienização que permitem o reaproveitamento de resíduos de esgoto como adubo em plantações de milho, soja e trigo.
1º lugar Grande Empresa - Whirlpool Unidade de Eletrodomésticos (SC) – Com um faturamento de R$ 5 bilhões, a companhia está entre as 50 maiores do país e se destaca como um centro mundial em design e tecnologia na produção de eletrodomésticos.
1º lugar Pequena Empresa - Ângelus Indústria de Produtos Odontológicos (PR) – A empresa apresentou uma proposta de utilização de fibra de vidro, no lugar do metal, como matéria-prima em pinos odontológicos. A Ângelus é a líder brasileira na fabricação de pinos para implantes dentários.
1º lugar Instituição de Ciência e Tecnologia - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) – A instituição de ensino criou a Rede Inovapuc, que integra as atividades de oito unidades periféricas da universidade voltadas à interação com empresas.
1º lugar Inovação Social - Instituto Morro da Cutia de Agroecologia (RS) – O projeto premiado prevê o reaproveitamento do óleo de cozinha na produção de biocombustível. Aproximadamente 2 mil litros de óleo são transformados em 1,2 mil litros de combustível todo o mês. O Instituto também instala um sistema que permite que os carros movidos a diesel possam utilizar o biocombustível.
1º lugar Produto - Fras-le (RS) – A companhia gaúcha está lançando uma linha de lonas de freio que aproveita resíduos de outros materiais em sua fabricação. Com o esforço, a empresa evitou a geração de 23 mil toneladas de lixo e poupou R$ 8 milhões com a aquisição de matéria-prima.
Administradores – 08/10/2007

TKTS® contrata Quadrant para gerenciar toda a rede
Quadrant implanta sistema de gestão empresarial em 12 pontos de vendas da TKTS
Presente nos principais shoppings centers do país, com 12 pontos de vendas, a TKTS fechou um contrato com a Quadrant para a implantação dos sistemas de CRM (Customer Relationship Management), PCP (Planejamento e Controle da Produção), GAL (Gerenciador Automático de Lojas) e Backoffice, além da hospedagem de dados no Data Center Quadrant.
Até o primeiro semestre de 2008, a empresa pretende concluir a migração para o novo sistema, passando a gerenciar processos de: compras e abastecimento, auditoria, distribuição e reposição, finanças, produção, relacionamento com o cliente, entre outras atividades operacionais e administrativas das lojas.
A TKTS pretende aprimorar e aumentar a eficácia dos processos de gestão e decidiu partir para uma solução especializada em varejo. "Acreditamos na gestão automatizada como ferramenta essencial para ter informações precisas e gerenciar melhor a marca", explica Diogo Gadelha Jr, diretor comercial da TKTS.
Segundo a diretora de marketing da Quadrant, Juliana Vedovato, é preciso oferecer soluções que atendam as crescentes demandas do comércio. "O objetivo é disponibilizar ferramentas que realmente melhorem os resultados das empresas. A competitividade no varejo requer recursos de inteligência de negócios que tragam possibilidades de expandir continuamente", diz.
Sobre a Quadrant - Há mais de 20 anos, a Quadrant desenvolve, comercializa e implanta sistemas integrados de automação comercial para gestão de pequenas e grandes empresas, assim como redes de franquias nos segmentos de atacado e varejo. Atualmente atende cerca de 2.300 clientes, o que representa mais de 6.000 pontos de venda espalhados em mais de 400 cidades em todo Brasil.
Segs – 10/10/2007

TELECOM
3Com, Philips e IBM conquistam primeiro contact center
O consórcio fechado entre 3Com, Philips e IBM na área de telefonia IP começa a gerar resultados no Brasil. Há duas semanas, foi fechado o primeiro contrato para a instalação do sistema em um contact center no Brasil.
As empresas não revelam o nome do cliente, mas comemoram o feito, porque precisavam de uma referência para novas negociações.
O consórcio, iniciado em 2006 pela 3Com e Philips, atraiu a atenção da IBM no meio deste ano. Na aliança, a 3Com entra com a experiência em configuração de redes, a IBM com o conhecimento em tecnologia da informação e a Philips com os sistemas de telefonia.
Convergência Digital – 08/10/2007

Google desenvolve software para celulares baseado em Linux
O Google está desenvolvendo um celular que terá sistema operacional com código-fonte aberto, baseado em Linux. O projeto, que vinha sendo mantido em sigilo absoluto, foi revelado por executivos próximos à empresa ao jornal americano The New York Times.
A idéia, segundo essas mesmas fontes, não é, no entanto, rivalizar com o iPhone, da Apple. Ela não deve também ser a fabricante do telefone. A estratégia da companhia é criar o software e, depois, tentar persuadir os fabricantes de celulares e handhelds a usá-lo como uma alternativa ao Windows Mobile da Microsoft e outros sistemas operacionais existentes atualmente.
Ao contrário da Microsoft, o Google não irá cobrar dos fabricantes do telefone a taxa licenciamento para o software. E vez disso, o custo dos aparelhos poderá ser subsidiado, em parte, por anúncios. “O ponto essencial é que a estratégia do Google é capitanear a criação de um concorrente de software aberto ao Windows Mobile”, disse um executivo da indústria, que pediu anonimato à reportagem do jornal americano. “O Google irá colocar o celular no mundo do código-fonte aberto e levará a economia para fora do negócio do Windows Mobile.”
A expectativa do Google é que os telefones baseados em Linux estejam disponíveis no ano que vem. O Gphone, como foi batizado provisoriamente o aparelho, é uma tentativa da empresa de estender seu domínio no segmento de anúncios online para a internet móvel. Para isso, ela está desenvolvendo uma série de aplicações que vão além do software móvel de busca e de mapas, e deve incluir, talvez, um browser de navegação para celulares.
O sucesso do Google nessa área, segundo os analistas, dependerá em grande parte de sua habilidade de fechar acordos com operadoras de telefonia móvel e fabricantes de aparelhos.
Ao ser perguntado sobre projeto, o CEO do Google, Eric E. Schmidt, disse que o mercado de telefonia móvel é a área a maior de oportunidade de crescimento para a empresa, embora não tenham oferecido detalhes sobre o projeto.
TI Inside – 08/10/2007

Instituto Eldorado propõe WiMAX nacional na freqüência 1 GHz
Com a promessa de menores custos na implantação da rede WiMAX, o Instituto Eldorado apresenta ao mercado uma tecnologia 100% nacional e que vem sendo estuda e desenvolvida pela associação desde 2005. Batizado de WiMAX-700, o padrão opera em uma freqüência abaixo de 1 GHz - faixa que permite atingir um raio de 65 km. "A qualidade é a mesma das bandas de 2,5 GHz e 3,5 GHz, mas, como o alcance é maior - o padrão tradicional tem raio de 3 km -, o custo de infra-estrutura fica bem mais barato, porque se usa menos estações radiobase (ERBs)", esclarece o diretor de desenvolvimento de negócios, Paulo Ivo.
Apesar de não ter estudos brasileiros que demonstrem quanto menor é a implementação, Ivo cita uma pesquisa, realizada nos Estados Unidos, que apontou um gasto 90% mais baixo em comparação com os outros padrões. Além do maior raio, uma alternativa seria usar a infra-estrutura já existente das redes de televisão.
Desde seu início, o projeto consumiu investimentos da ordem de R$ 1,5 milhão, financiados pela Finep e pelo Instituto Eldorado. No entanto, a tecnologia brasileira ainda precisa ser aprovada como padrão internacional no WiMAX Forum para, em seguida, o Instituto pleitear junto à Anatel a definição de uma faixa exclusiva para o WiMAX, uma vez que a freqüência abaixo de 1 GHz está ocupada com as transmissões UHF.
Até a segunda quinzena de novembro, Ivo pretende ter a especificação da proposta brasileira versada para o inglês para enviá-la para reconhecimento e certificação do WiMAX Forum. Para reforçar o pedido junto à organização, o Instituto está trabalhando para realizar um projeto piloto. "Estamos conversando com o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Ministério das Comunicações e Anatel para o piloto. Eles apostam muito que vamos conseguir a certificação junto ao WiMAX Fórum."
De acordo com Ivo, oito multinacionais fornecedoras de hardware e o MCT estão empenhados para viabilizar o projeto piloto, que poderia ocorrer na região de Fortaleza, em parceria com a prefeitura de uma pequena cidade.
O projeto do Instituto Eldorado, que ocorreu em parceria da Unicamp, poderia representar uma alternativa para provedores menores levar a internet banda larga em cidade menores, que não justifiquem grandes investimentos.
IT Web – 08/10/2007

Samsung lança celulares com chips da Broadcom
A fabricante de chips de comunicação sem fio Broadcom anunciou que a Samsung, segunda maior produtora mundial de celulares, começou a distribuir às operadoras celulares de próxima geração equipados com seus chips.
Os telefones de terceira geração (3G), capazes de acesso à Web e de baixar dados da Internet mais rápido que aparelhos de gerações anteriores, estão a caminho de operadoras na Europa, Ásia, África, Austrália e outros países, anunciou a Broadcom.
A líder entre os fabricantes mundiais de celulares, Nokia, anunciou este ano que vai adquirir chips da STMicroelectronics, Broadcom e da Infineon, o que pode reduzir a importância dos líderes do mercado de processadores para celulares, Qualcomm e Texas Instruments, seus fornecedores há muito tempo.
Investidores consideraram esses acordos como vitórias importantes para a Broadcom e para a STMicro, já que obter negócios junto à líder do setor pode resultar em elevação suficiente do volume de vendas para ajudá-las a arcar com o custo de concorrer no mercado de chips, que requer investimentos pesados.
"A participação de mercado combinada das duas empresas (Nokia e Samsung) representa oportunidade de mercado significativa", disse Yossi Cohen, administrador do grupo de plataformas móveis da Broadcom.
No ano passado, a Texas Instruments e a Qualcomm responderam cada qual por 20 por cento do mercado de chips para celulares, de acordo com a iSuppli. A Freescale Semiconductor, com cerca de 9 por cento, ficou em terceiro, mas deve perder mercado porque sua principal cliente, a Motorola, também adotou a Texas Instruments e a Qualcomm como fornecedores.
A Broadcom detinha 1,4 por cento do mercado em 2006, e a STMicro tinha quase 6 por cento.
Reuters – 08/10/2007

Stormy Mobile levará bluetooth para 500 pontos até dezembro
A utilização da tecnologia bluetooth para campanhas de mobile marketing no Brasil vem se disseminando aos poucos com o surgimento de empresas especializadas nesse tipo de solução. A mais nova é a Stormy Mobile, que planeja ter 500 pontos com equipamentos bluetooth espalhados pelo Brasil até dezembro.
A empresa tem contrato com a Infraero para levar essa tecnologia para todos os aeroportos do País – os equipamentos já estão instalados em Congonhas, Guarulhos, Santos Dumont e vários outros grandes aeroportos.
Além disso, a Stormy vem firmando parcerias com empresas de mídia indoor. Uma delas é a Bus TV, responsável por telas de LCD instaladas em 150 ônibus que circulam em São Paulo. “A idéia é que o uso de bluetooth venha sempre acompanhado por uma peça de mídia indoor”, explica o diretor executivo e um dos sócios fundadores da Stormy, Cristiano Kanashiro. A empresa nasceu há apenas dois meses e tem como meta registrar um faturamento de R$ 2 milhões em 2008.
Kanashiro calcula que atualmente 28% da base de celulares em serviço no Brasil tenham bluetooth. “Esse percentual sobe para 90% se considerarmos o público em um aeroporto”, comenta o executivo. E a tendência é de forte crescimento: ele acredita que no ano que vem o número de celulares com bluetooth aumentará 200% no País.“Hoje, de cada cinco celulares vendidos, três têm essa tecnologia”, afirma.
Em seu curto tempo de vida, a Stormy já participou de campanhas de mobile marketing de um grande banco e de uma grande empresa de energia. Uma cervejaria deve iniciar uma campanha com a Stormy até o final do ano em vários bares. Kanashiro estima que 70% dos anunciantes que usarão seus equipamentos bluetooth serão captados pelas empresas de mídia indoor parceiras. O restante virá através de agências de publicidade ou pelo trabalho do departamento comercial da própria Stormy.
O preço cobrado varia de acordo com a duração da campanha e com a localização do equipamento.
“Os preços são diferentes no check in, no embarque e no desembarque, por exemplo. No check in é mais caro porque lá o retorno às campanhas é maior”, explica Kanashiro. A Stormy também pretende oferecer soluções de bluetooth móvel, em que o equipamento é levado dentro de uma mochila por promotores da campanha de marketing.
Para evitar que uma pessoa receba a mesma mensagem mais de uma vez, a rede bluetooth da Stormy está conectada via GPRS. Dessa forma, o número de identificação de cada celular que recebe uma mensagem é enviado para uma plataforma, que impede outras máquinas da rede de dispararem a mesma campanha para aquele telefone.
No futuro, Kanashiro pretende criar o que chama de “Bluetooth Zones”, similares às “WiFi Zones”. Seriam áreas identificadas por um selo em que as pessoas ao ativarem o bluetooth de seus aparelhos poderiam receber não apenas campanhas publicitárias, mas notícias e informações úteis gratuitamente.
TI Inside – 08/10/2007

Nova técnica transforma relógios de pulso em celulares
Engenheiros da Coréia do Sul e dos Estados Unidos desenvolveram um transistor flexível de baixa voltagem que permitirá incorporar funções de telefonia móvel a relógios de pulso, informou nesta segunda-feira, 8, o Instituto Coreano de Ciência e Tecnologia (Kist, na sigla em inglês).
O novo sistema permitirá acrescentar novas funções aos transistores graças à baixa voltagem (3 volts) e à flexibilidade em temperatura normal, obtida pela adição de plástico, segundo a agência Yonhap.
O "transistor flexível", idealizado pela equipe sul-coreana do Kist liderada pelos professores Kim Il-doo e Hong Jae-min, em parceria com engenheiros do Massachusetts Institute of Technology (MIT), baixará o consumo de eletricidade e diminuirá os danos causados pela alta voltagem.
O transistor é um componente chave dos semicondutores e a fabricanção da versão flexível foi uma das metas de engenheiros nos últimos anos.
Professor Jae-min afirma que o desenvolvimento desses sistemas ainda estão em nível inicial, mas antecipou que as pesquisas podem ocupar, em dez anos, 10% do mercado tecnológico.
Estadão.com – 08/10/2007

WiMax será desbancada em 2012 pelo LTE
Os anos de glória do WiMax deverão durar pouco, segundo estudo da consultoria ABI Research. Na seqüência, a tecnologia vai ceder o espaço para a norma Long Term Evolution (LTE).
A batalha pelo predomínio no mercado de redes sem fio de quarta geração apenas começou e, por volta de 2012, o WiMax deve perder espaço para o LTE. Entre 2010 e 2012, será possível dispor de uma base de 95 milhões de equipamentos conectados e 200 milhões de periféricos móveis.
Para Philip Solis, analista da consultoria, os periféricos e serviços WiMax começarão a fazer furor em 2008 e se distribuirão mundialmente durante o ano seguinte. Os analistas apóiam esta previsão e destacam o interesse das operadoras pela tecnologia.
Para isso, citam iniciativas de companhias norte-americanas como a Sprint Next e Clearwire, que implantaram sua rede WiMax em algumas regiões do país. De acordo com a consultoria, a Vodafone também prevê implantar um rede WiMax na Europa.
No entanto, a ABI acredita que, até 2012, o LTE deve ganhar espaço, já que esta tecnologia representa vantagens sobre o WiMax como sua compatibilidade com equipe GPRS e UMTS, ou sua acessibilidade de até 100 quilômetros de distância.
Por outro lado, diferentes operadoras, sobretudo na Europa, onde o LTE se desenvolve mais favoravelmente, já começaram a efetuar suas primeiras provas com esta tecnologia. Nesse grupo estão a Orange, T-Mobile International e a Vodafone, que trabalham com a colaboração de diferentes fabricantes, como a Alcatel e a Nokia.
ComputerWorld – 08/10/2007

Novos celulares da Venko tem vantagens exclusivas
A Venko, está lançando uma nova linha de aparelhos, o modelo Amigo. Suas vantagens exclusivas, especialmente os recursos de imagem e som, fazem deste novo celular o de melhor relação custo-benefício atualmente disponível no mercado.
Diferente dos aparelhos da mesma faixa de preço, em torno de R$ 450 e, oferecem uma câmera VGA de baixa resolução, o Amigo tem 1,3 megapixels e 65 mil cores, garantindo uma impressão com ótima qualidade das fotos ou mesmo o uso destas em aplicações que exigem alta resolução.
Duas outras vantagens é a facilidade de armazenamento des fotos tiradas com o celular. Acompanham o Amigo, sem custo adicional, acessórios essenciais como cartão de memória de 256 megabytes e um cabo USB.
Além da memória interna, normal em aparelhos da mesma categoria, o cartão pode ser expandido para até 1 Gigabyte e armazenar as fotos, vídeos e músicas. O celular é plug and play, ou seja, assim que é conectado por meio do cabo USB, o computador o reconhece automaticamente, sem necessidade de instalação de qualquer software, minimizando o risco de incompatibilidade.
Música
O Amigo é também um tocador de MP3. O acionamento externo dispensa a navegação por menus, o que torna a operação muito mais prática. O aparelho vem acompanhado de um fone de ouvido estéreo e permite criar uma seleção personalizada de até 30 músicas gravadas para reprodução rápida. Apenas três modelos concorrentes oferecem, hoje, estas facilidades, todos com preço superior a R$ 800.
Mais novidades
Junto com o Amigo, chegam também ao mercado outros dois modelos da Venko. O Estilo é o top de linha e vai concorrer na faixa de R$ 600. Tem as mesmas inovações do Amigo e mais: câmera digital de 2 megapixels, zoom digital de 10 vezes e um design fino e elegante.
O Talento, modelo de estréia da Venko no mercado, dá lugar a uma versão atualizada, o Talento Cores. Além do formato mais moderno, leve e compacto, a principal inovação é o display colorido e mais amplo.
A Venko já trabalha no protótipo de um quarto modelo, o Carisma.
Informe Digital – 09/10/2007

Nokia finaliza processo de aquisição da Enpocket
A Nokia anunciou nesta terça-feira (9/10) que concluiu o processo de aquisição da Enpocket, empresa especializada em anúncios em celulares, que fornece tecnologia e serviços que permitem às companhias planejar, criar, executar e medir campanhas publicitárias em dispositivos móveis. Anunciada no mês passado, a transação não teve os detalhes financeiros reveados e foi finalizada antes do previsto pela fabricante finlandesa
"A aquisição da Enpocket é uma etapa lógica na busca da companhia da liderança em serviços na internet. Com a conclusão da transação, criaremos um setor de negócios focado em propaganda, e oferecendo um sólido conjunto de serviços e soluções para possibilitar que marcas, produtores, operadoras de telecomunicações e outros realizem propaganda e campanhas de marketing direcionadas para audiências móveis", afirmou Tero Ojanperä, diretor de tecnologia da Nokia.
A Enpocket, com sede em Boston, emprega 120 pessoas e seus clientes incluem Vodafone, Pepsi, Telefónica, BT, Sprint e MasterCard.
TI Inside – 09/10/2007

Telefonia Celular mantém queda livre na produção local
O IBGE divulgou nesta terça-feira, 09/10, o resultado da produção industrial do Brasil no mês de agosto. De julho para agosto de 2007, a produção industrial cresceu em dez dos quatorze locais pesquisados, na série ajustada sazonalmente. Os estados do Amazonas (7,5%) e Espírito Santo (6,4%) assinalaram as variações mais acentuadas.
No enanto, no Amazonas, apesar do resultado positivo, grita um dado significativo para o mercado de Telecomunicações: A produção local de telefones celulares mantém um ritmo de queda livre. De janeiro a agosto, por exemplo, o segmento de Comunicações apresentou uma baixa de 24,7% em relação ao mesmo período em 2006. Os telefones celulares são os grandes "vilões" deste processo, admite o próprio IBGE.
Com relação ao processo industrial do Amazonas, o IBGE revela que, em agosto, foi assinalado um crescimento na comparação com o mês anterior (7,5%), na série livre de influências sazonais, após queda de 1,4% em julho. Em relação a igual mês do ano passado, a expansão foi de 12,2%, maior resultado desde fevereiro de 2006 (16,6%).
Com isso, o indicador acumulado no ano passou de uma variação praticamente nula em julho (0,2%) para um acréscimo de 1,8 % em agosto. O acumulado nos últimos doze meses, que já mostrava redução no ritmo de queda des de abril, voltou a apresentar resultado positivo (0,5%), o que não ocorria desde junho do ano passado (0,9%).
Na comparação com agosto de 2006, seis dos onze segmentos registraram taxas positivas, mas a expansão de 12,2% foi determinada, sobretudo, pelo crescimento de dois dígitos de outros equipamentos de transporte (21,7%), alimentos e bebidas (19,6%), edição e impressão (86,3%) e máquinas e equipamentos (68,4%).
Nestes setores destacam-se o avanço na fabricação de motocicletas, impulsionado em grande parte pelo mercado interno; preparações em xarope para elaboração de bebidas; DVDs; e fornos de microondas, respectivamente.
A pressão negativa mais relevante foi exercida por material eletrônico e equipamentos de comunicações (-2,7%) que, ainda assim, assinala seu melhor resultado desde março de 2006 (13,7%).
O segmento de material eletrônico e equipamentos de comunicações (-24,7%), prossegue o levantamento do IBGE, permanece como a principal influência negativa, pressionado, em grande medida, pelo decréscimo na fabricação de telefones celulares.
Dois fatores pesam neste resultado: a valorização do real frente ao dólar, que favorece a vinda de produtos acabados da China com preços mais baixos e a redução da produção global de aparelhos para redes 2G - boa parte do mundo já migra suas redes móveis para a Terceira Geração. No Brasil, como ainda não há 3G, a maior parte da indústria ainda produz terminais 2G, que atendem ao mercado interno, mas perdem vez nas exportações.
Convergência Digital – 10/10/2007

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