09/11/2007

GERAL

INCM e INETI patenteiam nova tecnologia de segurança óptica

Casa da Moeda (INCM) e o Instituto Nacional de Engenharia e Tecnologia Industrial (INETI) patentearam a tecnologia Paragon, nos EUA.

A referida tecnologia de segurança óptica, visando impedir a contrafacção, foi desenvolvida por cientistas do Departamento de Óptica e Lasers daquele instituto, no âmbito de um contrato de investigação e desenvolvimento firmado pelas duas instituições, em 1997, e que se tem mantido e expandido desde então.

A parceria INCM / INETI considera que o novo produto está em condições de concorrer nos mercados de documentos de segurança mais sofisticados do espaço europeu, designadamente de documentos de identificação.

A tecnologia Paragon permite produzir elementos ópticos variáveis de segurança e é dotada de características forenses únicas, rivalizando em qualidade e segurança com tecnologias concorrentes baseadas, por exemplo, na litografia por feixes de electrões. A invenção foi desencadeada pela disponibilidade de uma nova família de micro-componentes MOEMS (Micro-Optical-Electro-Mechanical Systems) criados pela Texas Instruments, os DMD (Digital Micro-Mirror Devices), com os quais é possível implementar moduladores espaciais de luz, e que se podem encontrar em muitos projectores digitais. A invenção partiu de uma abordagem inovadora, para prescindir completamente da existência de largas centenas de máscaras físicas, cujo perfeito alinhamento seria problemático para a constituição de produtos ópticos de segurança, tais como os necessários em passaportes, cartões de identidade ou quaisquer outros documentos oficiais para os quais a protecção contra a falsificação e contrafacção seja uma preocupação fundamental. Após o registo da patente no espaço europeu (ainda em curso), foi ultrapassada uma fase fundamental ao conseguir-se a aprovação da patente nos EUA, uma vez que muitos países alinham com a sua posição.

Está actualmente em produção um sistema de originação de ópticas de segurança baseado na tecnologia Paragon, desenvolvido conjuntamente com a empresa inglesa OpSec, um dos maiores produtores mundiais de hologramas de segurança, com quem a INCM celebrou um acordo de cooperação nesta área. As duas empresas contam com os desenvolvimentos da equipa do INETI no domínio das tecnologias de segurança óptica.

CiênciaPT – 08/11/2007

Bug Labs lança plataforma para criação colaborativa de eletrônicos

Um conjunto de módulos de hardware que podem produzir um ou mais serviços para a web. Esta é a plataforma BUG, da Bug Labs, lançada no quarto trimestre deste ano, que cria um ambiente colaborativo para a criação de gadgets eletrônicos.

Os módulos, ao se unirem fisicamente, conectam os serviços, permitindo que os usuários construam e compartilhem facilmente seus dispositivos e aplicações.

O hardware é formado por uma base, a BUGbase, um computador com Linux, totalmente programável. Ele tem 128MB de memória RAM, Wi-Fi, saída USB, bateria recarregável e Ethernet, além de uma pequena tela LCD com botões de controle.

Cada base conecta até quatro módulos, possibilitando a criação de quaisquer gadgets que o usuário possa imaginar.

O BUG é construído totalmente com softwares livres. Para criar as aplicações, o usuário utilizada JAVA e OSGi.

É possível, por exemplo, juntar um dispositivo GPS e uma câmera digital. O resultado pode ser a publicação automática de fotos com tags geográficas como um serviço da web. É possível integrar a criação com o Flickr e outros sites.

PCWorld – 06/11/2007

Siemens regista primeiro prejuízo trimestral em seis anos

A Siemens, a maior companhia de engenharia da Europa, registou os seus primeiros prejuízos trimestrais em seis anos. Estes resultados foram penalizados por custos com a venda da divisão de automóveis e com a coima relacionada com uma investigação por suspeitas de suborno.

O prejuízo da Siemens, no trimestre terminado a 30 de Setembro, ascendeu aos 74 milhões de euros, valor que compara com o lucro de 148 milhões obtido em igual período do ano passado, segundo a informação avançada pela companhia, citada pela Bloomberg.

Para este prejuízo, o primeiro num trimestre desde 2001, contribuiu o gasto fiscal de mil milhões de euros da venda da Siemens VDO Automotive, e os 201 milhões de multa aplicada por um tribunal alemão, relacionada com uma investigação por suspeitas de suborno.

Apesar do resultado negativo no trimestre, no ano fiscal a Siemens conseguiu aumentar os seus lucros. Os resultados líquidos da companhia alemã cresceram em 20,7% para os 4,03 mil milhões de euros.

Jornal de Negócios – 08/11/2007

AUTOMOTIVO

Mercado interno garante recordes a setor automotivo

O mercado interno aquecido levou as vendas do setor automotivo a superarem de janeiro de outubro deste ano o recorde registrado em todo o ano de 1997 e a previsão é de que também a produção encerre 2007 com pico histórico.

As vendas de veículos novos somaram 1,98 milhão de unidades nos 10 primeiros meses do ano, informou a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) nesta quarta-feira. O recorde anual do setor foi atingido em 1997, quando foram vendidos 1,94 milhão de carros no país.

"As vendas de automóveis continuam muito pautadas no crédito. É realmente um impulsionador deste setor, em meio à baixa inadimplência, de apenas 3,3 por cento", disse Jackson Schneider, presidente da Anfavea.

"Temos também a força do consumidor, com a melhora da renda, do emprego, e com os prazos maiores de financiamento para a compra de veículos."

A produção do setor acumula no ano 2,48 milhões de veículos, aproximando-se do recorde atingido em 2006, quando foram produzidos 2,61 milhões de carros.

A Anfavea repetiu as previsões de outubro, de que as vendas do setor crescerão 25 por cento neste ano sobre o anterior, para entre 2,40 milhões a 2,45 milhões de unidades. No caso da produção, a estimativa é de aumento de 13 por cento, chegando a 2,96 milhões de unidades.

Também foram recordes os dados de outubro do setor, com crescimento mensal na faixa de 18 a 20 por cento da produção e das vendas, após uma queda em setembro motivada por um menor número de dias úteis.

As vendas de máquinas agrícolas também tiveram recordes no mês passado e as vendas de automóveis biocombustíveis também se recuperaram do recuo pontual de setembro, atingindo o maior nível da série histórica.

LONGO PRAZO

Schneider acredita que o crescimento do setor deve se sustentar, apesar de prever uma desaceleração das taxas em 2008 em razão da forte base deste ano.

Ele alerta, no entanto, que alguns planos de investimentos por parte das montadoras podem ser prejudicados pela queda das exportações do setor em razão do dólar fraco.

"As empresas estão aumentando seus preços em dólar, para contrabalança a queda no volume das exportações. Os compradores aceitam isso até um certo ponto", disse ele, que recentemente entregou ao governo um estudo comparando a competitividade brasileira com a de outros países, entre eles os emergentes.

As exportações de veículos e máquinas agrícolas em valor acumulam no ano expansão de 6,8 por cento, enquanto as vendas externas de veículos em volume têm queda de 6,4 por cento no ano.

O Globo – 07/11/2007

Argentina bate o próprio recorde de produção automotiva

A indústria automotiva argentina deu novos sinais em outubro de que está em plena expansão, a ponto de bater todos os recordes históricos do país. Segundo a Associação de Fabricantes de Automóveis da Argentina (Adefa), a produção em outubro foi de 55.280 veículos, 10,8% a mais do que em setembro e 30,5% a mais do que no mesmo mês do ano passado. Esta foi a maior produção mensal da história argentina. A Adefa anunciou que a produção acumulada desde o início do ano é de 434.535 unidades, superando em 10 meses o total produzido em todo o ano 2006, de 432.101 unidades.

A perspectiva das montadoras instaladas na Argentina é que neste ano a produção ultrapassará a faixa de 500 mil unidades, marca que bateria o recorde anterior, de 1998, em plena Conversibilidade Econômica (sistema que durante uma década estabeleceu a paridade um a um entre o dólar e o peso), quando a indústria automotiva produziu 457.956 unidades. O setor calcula que poderia chegar a 520 mil unidades neste ano.

O setor automotivo conseguiu driblar a crise energética que em meados do ano provocou quedas na maioria dos setores industriais e prepara-se para realizar substanciais investimentos nos próximos anos. Otimistas com as perspectivas econômicas para o mercado interno argentino e a expansão de suas exportações para a região, as montadoras prometeram investimentos de US$ 3,5 bilhões entre 2007 e 2010.

A Tarde Online – 06/11/2007

Uma afiliada da Navistar estabelece joint venture com a Mahindra & Mahindra para produzir motores diesel na Índia

Warrenville, Ill.– Uma afiliada da Navistar International Corporation (Other OTC: NAVZ), assinou no dia 5 de novembro, um acordo de joint venture com a indiana Mahindra & Mahindra, para produção de motores diesel para aplicação em ônibus e caminhões médios e pesados na Índia.

A joint venture será denominada Mahindra International Engines Ltd. (MIEL), sendo 51% pertencentes à Mahindra & Mahindra (M&M) e 49% pertencentes à Navistar (Warrenville, Ill), a maior produtora norte-americana de caminhões, ônibus escolares e motores diesel de médio porte. O investimento total realizado pelas duas companhias será de US$ 90 milhões pelos próximos cinco anos.

Isto marca a segunda parceria com a M&M, principal fabricante automotivo da Índia, seguindo uma JV estabelecida em 2005, que hoje produz veículos comerciais leves, médios e pesados para o mercado indiano e exportação. Os avançados motores diesel da nova companhia equiparão toda a linha de caminhões e ônibus da primeira JV, a partir de 2009. O conteúdo local dos componentes dos motores pode chegar a 85% dentro de dois anos, devido à disponibilidade de peças e materiais de qualidade dos fornecedores indianos.

“Isso é mais um passo em direção à estratégia global de crescimento da empresa para impulsionar nossas tecnologias, produtos e experiência em manufatura no mundo todo, além de criar escala e alcançar uma estrutura de custos competitiva”, afirmou Daniel C. Ustian, chairman, presidente e CEO da Navistar. "Com um experiente parceiro como a Mahindra & Mahindra, isso representa uma oportunidade de ingressar na Índia e em outros mercados regionais para exportação, com caminhões e motores, afinal essa região tem um tremendo potencial de crescimento para veículos comerciais e motores diesel", explica Ustian.

Anand Mahindra VC & MD, do Mahindra Group, disse “Esta JV é um importante marco para a M&M emergir como uma organização focada no cliente. Nossa moderna planta na Índia produzirá motores tanto para o mercado indiano como para exportação. A JV estenderá nossa parceria existente com Navistar, além disso, as sinergias resultantes farão com que a MIEL surja com uma força potencial no mercado global de OEM."

Perfil da Mahindra International Engines Ltd.- A Mahindra International Engines Ltd. construirá uma nova planta na Índia, e a previsão é iniciar a produção de motores em abril de 2009. A capacidade inicial da planta está projetada para 25 mil unidades por ano, podendo chegar a 40 mil/ano, dentro de cinco anos. “O primeiro motor a ser produzido será um 7.2 litros em linha, propulsor que tem sido muito bem sucedido para aplicação em caminhões e ônibus na América do Sul e México”, afirmou Waldey Sanchez, presidente e CEO da MWM International, uma subsidiária do International Engine Group, mais uma afiliada da Navistar.

“A tecnologia e a engenharia por trás dessa linha de produtos, comercializados sob a marca Acteon™ na América do Sul e MaxxForce™ no México, assegura o sucesso dos produtos naquelas regiões”, concluiu Sanchez. A joint venture prevê que os modelos dos motores, certificados para atender aos padrões de emissões Euro III e Euro IV, sejam otimizados para o mercado indiano e exportação para outros mercados globais.

“A assinatura desse acordo estende nosso relacionamento com uma grande companhia, permitindo nossa participação no crescente mercado indiano, fornecendo tecnologia diesel avançada, que suportará a evolução ambiental e o crescimento da demanda de veículos comerciais na Índia. A Índia é parte importante da estratégia de crescimento da Navistar, pois o país apresenta economia emergente com crescimento nas vendas de caminhões, assim como expansão das estradas da região e em infra-estrutura de negócios”, comentou Jack Allen, presidente do International Engine Group.

“Essa JV representa a segunda significante parceria entre Mahindra & Mahindra e a afiliada da Navistar, seguida da JV feita em 2005. Os avançados motores diesel da nova companhia equiparão toda a linha de caminhões e ônibus da primeira JV, a partir de 2009. A experiência da M&M no desenvolvimento de novas fontes de fornecimento contribuirá para que 85% dos componentes dos motores sejam locais, devido à grande disponibilidade de peças e materiais de qualidade dos fornecedores indianos. Isso nos trará uma grande vantagem competitiva no mercado local e nos ajudará impulsionar a economia de escala”, disse Dr. Pawan Goenka, presidente do Setor Automotivo da M&M.

A joint venture também fornecerá serviços de desenvolvimento de novas fontes de fornecimento (sourcing) e de engenharia à afiliada da Navistar, International Truck and Engine Corporation, que tem operações na América do Norte e na América do Sul.

A M&M e a afiliada da Navistar terão cinco executivos cada uma, para compor a diretoria da Mahindra International Engines Ltd.. A Mahindra indicará o chairman e a International indicará o diretor geral.

O acordo da joint venture foi assinado hoje, em Chicago, por Dr. Goenka, da M&M, e Jack Allen, do Engine Group, da International Truck and Engine Corporation.

A afiliada da Navistar irá fornecer avançados motores diesel para o mercado indiano. Os motores produzidos pela nova JV equiparão toda linha de caminhões médios e pesados.

Portal Fator Brasil – 06/11/2007

Vendas da Gerdau crescem no mercado interno

Participação do Brasil no faturamento da siderúrgica sobe para 47%. A previsão de novos investimentos em infra-estrutura, estimulados não apenas pelo Programa de Aceleração do Investimento (PAC) como também pelas obras com vistas à Copa de 2014, devem possibilitar a manutenção do forte consumo de aço ao longo dos próximos anos. O diretor-presidente do Grupo Gerdau, André Gerdau Johannpeter, não deu estimativas sobre quanto as obras para o mundial de futebol podem movimentar no mercado de aço, mas avaliou que a definição do Brasil como país sede da competição deve estimular a demanda pelo produto.

"É cedo para estimar um valor, mas é certo que será necessário investir em estádios, infra-estrutura de transporte, rede hoteleira e tudo isso consome aço", disse, ao comentar os resultados do terceiro trimestre.

A empresa teve um aumento de 16,9% nas vendas ao mercado interno entre julho e setembro deste ano, para 1,3 milhão de toneladas, ante igual período de 2006. No ano, a Gerdau acumula alta de 10,9%, para 3,56 milhões de toneladas de aço. "A demanda está muito forte e deve superar as expectativas", disse. O executivo destacou o crescimento de 13,2% nas vendas internas de laminados longos até setembro e afirmou que no mercado já há quem aponte para uma alta de 15% no fechamento de 2007. "O aumento do financiamento imobiliário, a queda da taxa de juros, o crescimento do setor de máquinas e implementos agrícolas, o forte desempenho do setor automotivo e a recuperação da construção civil têm impulsionado a demanda", disse o vice-presidente de finanças e diretor de relações com investidores da Gerdau, Osvaldo Schirmer.

O aumento da demanda interna fez a companhia reduzir a exportações, que totalizaram 453 mil toneladas no terceiro trimestre, 6,5% menos que em igual período de 2006. Segundo Johannpeter, entre 30% e 35% da produção brasileira - que soma 6 milhões de toneladas de aço bruto e 4 milhões de toneladas de laminados em nove meses - é exportada. "Este ano no conjunto exportamos 31% da produção nacional, menos que os 34% do ano passado", disse.

Com o crescimento da demanda brasileira - e a valorização do real, que reduz em reais o faturado nas operações no exterior - o mercado brasileiro respondeu por 39% do faturamento consolidado do grupo, que somou R$ 25,1 bilhões nos primeiros nove meses do ano. Em junho, o percentual era de 36%. No total, a operação brasileira, incluindo as exportações, contribuiu com 47% do faturamento da empresa.

Ao todo, as vendas do grupo atingiram 12,5 milhões de toneladas de janeiro a setembro, 12,4% mais que o verificado nos nove primeiros meses do ano passado. A produção total de aço cresceu 9,4%, para 12,96 milhões de toneladas, enquanto a produção de laminados subiu 12,6%, para 11 milhões de toneladas. O lucro subiu 16,4% no terceiro trimestre e 7,6% no acumulado do ano, para R$ 1,03 bilhão e R$ 3,36 bilhões, respectivamente. A geração de caixa do trimestre caiu 5,1%, impactada pelo aumento das provisões para imposto de renda, para US$ 1,5 bilhão. No acumulado do ano, o índice teve alta de 2,2%, para R$ 4,63 bilhões.
Preços

Johannpeter destacou que o custo de produção tem apresentado certa volatilidade, com aumento dos preços da sucata e pressão de alta no frete, no minério e na energia. Para o executivo, como a demanda por aço também permanece aquecida, os preços devem se manter estáveis ou até apresentar elevação. "Os fornecedores de insumo acenam com aumento, o que significa transferir para indústria esse custo, por isso para 2008 haverá pelo menos a manutenção dos preços atuais", disse.

Gazeta Mercantil – 08/11/2007

CONSUMER

Mandriva Conectiva anuncia mais uma edição do "Install Fest"

A Mandriva Conectiva, uma das principais desenvolvedoras Linux do mundo, vai realizar mais uma vez o Install Fest em diversos paí­ses. O objetivo do evento é instalar, em um único dia, o sistema operacional Mandriva Linux 2008 no maior número de computadores possí­vel. Na França, a programação está agendada para o dia 17 de novembro, mas por conta do feriado do Dia da Proclamação da República (15 de novembro), no Brasil, a data escolhida foi 24 de novembro.

As instalações serão realizadas com a ajuda de técnicos especializados, apresentando, sobretudo, as tecnologias e benefí­cios da nova versão do software. Para participar, basta levar a CPU do computador e as configurações de teclado e monitor até o local credenciado mais próximo. O procedimento será feito gratuitamente. No Brasil, o Install Fest da Mandriva Conectiva está em sua quarta edição. Serão 19 entidades envolvidas em 16 cidades.

O evento acontecerá nas cinco regiões do país, nas seguintes cidades: Santo André, Campinas e São José dos Campos (SP); Rio de Janeiro (RJ); Vitória (ES); Manhuaçu (MG); Curitiba e Maringá (PR); Chapecó (SC); Porto Alegre (RS); Goiânia (GO); Campo Grande (MS); Manaus (AM); Belém (PA); Salvador (BA) e Recife (PE).

A lista de entidades participantes e outras informações estão disponí­veis no site www.mandriva.com.br.

Convergência Digital – 07/11/2007

Samsung lança unidade SSD ultra-rápida

A companhia sul-coreana acaba de lançar uma unidade SSD (Solid State Disks, vulgarmente conhecida por memória flash) que se distingue pela velocidade.
O lançamento da nova “memória Flash” da Samsung é encarado um importante passo para o desenvolvimento de unidades de armazenamento de dados alternativas aos discos rígidos utilizados pelos computadores portáteis.

Depois de ter um lançado modelo de SSD com capacidade de armazenamento 64GB no passado mês de Junho, a Samsung aposta forte na velocidade de leitura e gravação de dados para abrir as portas do mercado das tecnologias – a ponto de quase duplicar as velocidades alcançadas pelo modelo anterior (45MB por segundo na gravação; 65MB por segundo na leitura).

As novas unidades SSD da Samsung têm por base a tecnologia NAND e incorporam uma arquitectura de 50 nanómetros, informa o DailyTech. As SSD de 64GB vão ser comercializadas em modelos de 1,8 polegadas e 2,5 polegadas.

Exame Informática – 06/11/2007

Samsung lança o mais rápido gravador de DVD

A Samsung colocou no mercado americano o que afirma ser o gravador de DVD mais rápido já fabricado, com velocidade máxima de gravação de 20x.

Segundo o site TG Daily, o aparelho SH-S203N é um gravador interno SATA que trabalha com discos DVD-R em velocidades de até 20x e em discos de dupla camada em até 16x. Mídias regraváveis DVD+R e DVD-R podem ser gravadas em 8x e 6x, respectivamente.

A velocidade é bastante superior às vistas nos modelos atualmente no mercado, que possuem como padrão velocidade máxima entre 10 e 12x, além de possuir uma tecnologia de equilíbrio do laser disparado no disco, o que garante uma melhor gravação dos dados, conforme noticiou o site InformationWeek.

O dispositivo possui suporte à tecnologia LightScribe, que permite imprimir rótulos em discos especiais, e vem acompanhado de um software com uma série de modelos para auxiliar usuários que não querem ter que criar seus próprios designs.

O aparelho pode ser encontrado no exterior pelo preço sugerido de US$ 80.

Geek – 06/11/2007

Conversor da TV digital pode ser mais caro ainda

Além de pagar caro pelo set-topbox, conversor que permitirá que as TVs analógicas recebam o sinal digital, o consumidor também não terá muita escolha. Das sete fábricas envolvidas no processo de implantação da TV Digital no Brasil apenas duas, Philips e Semp Toshiba, fabricarão o produto. A Tectoy vai fabricar um conversor para ser acoplado em computadores e que transformará a máquina em um receptor de TV.

As outras indústrias - LG, Panasonic, Samsung e Sony - não irão fabricar o produto. O conversor será necessário para que os televisores atuais recebam o sinal digital. Nenhum modelo de TV vendido atualmente, incluindo os de plasma e LCD, é capaz de receber o sinal digital. A Semp Toshiba irá colocar no mercado dois modelos de conversor até o fim de novembro. O mais simples custará R$ 800 e o mais sofisticado, para TVs de alta definição, sairá por R$ 1.000.

O equipamento da Tectoy será mais barato, R$ 370, mas só será usado em computadores tradicionais ou laptops. O produto, batizado de MobTV, chega ao mercado em dezembro e será conectado à porta USB, como um pen drive. A Philips não informou o preço de seu aparelho, mas só deve fabricar o conversor para TVs de alta definição. A Panasonic ainda está avaliando o mercado e não tem modelos comerciais do conversor, apenas versões de teste.

A Sony, a Samsung e a LG não produzirão o set-top-box. O preço do set-top-box é alvo de especulações desde que o governo definiu o padrão de TV digital do Brasil, em junho de 2006. Desde então, os cálculos do Ministério das Comunicações variaram entre R$ 100 e R$ 200. Anteontem, em visita a Belo Horizonte, o ministro Hélio Costa afirmou que o aparelho custará R$ 500. A TV digital estréia no Brasil no dia 2 de dezembro, em São Paulo. Em Belo Horizonte os testes começam em janeiro de 2008. Até 2016 ainda haverá transmissões analógicas e as TVs atuais continuarão a funcionar.

O Tempo – 07/11/2007

Positivo tem lucro de quase R$ 59 milhões no trimestre

A Positivo Informática, atual líder do mercado nacional de PCs, apresentou lucro líquido de R$ 58,73 milhões no terceiro trimestre, com crescimento de 92,5% em relação ao mesmo período de 2006, quando o ganho somou R$ 30,50 milhões. A receita líquida de vendas avançou 54,4%, para R$ 386,34 milhões.

De acordo com o informe de resultados divulgado nesta quarta-feira (7/11), e entre julho e setembro, a empresa vendeu 309.091 computadores, volume 80,4% superior ao registrado no terceiro trimestre do ano passado. Deste total, 256.429 unidades foram de desktops, cujas vendas avançaram 61,3%, 52.662 unidades foram de notebooks, número mais quatro vezes maior que o contabilizado no mesmo período de 2006.

A geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de despesas financeiras, impostos, depreciação e amortizações) foi de R$ 62,72 milhões, cifra 95,1% superior à apurada um ano antes. A margem Ebitda (relação entre a geração de caixa e a receita líquida) cresceu quatro pontos percentuais, para 16%.

Segundo a empresa, o bom resultado decorre do forte crescimento das vendas, em função principalmente da facilidade de crédito e prazo de pagamento ao consumidor, e da isenção do PIS e da Cofins aos fabricantes para desktops no valor de até R$ 2,5 mil e laptops de até R$ 3,5 mil.

TI Inside – 07/11/2007

Escândalo Cisco faz Positivo suspender compra da fábrica da Waytec

A Positivo Informática, que em outubro anunciou uma série de decisões de verticalização para reduzir custos, decidiu suspender temporariamente a compra de uma fábrica de monitores LCD que pertencia à uma divisão da Waytec, em Ilhéus (BA).

Segundo Hélio Rotenberg, presidente da Positivo, em teleconferência há pouco (08/11), "diante dos escândalos envolvendo a Cisco e outras companhias, demos uma parada" na decisão de comprar a companhia.

A Waytec teve seu nome citado entre as companhias que participam do suposto esquema fraudulento de importação de equipamentos investigado pela Polícia federal na operação batizada de Persona. A companhia, segundo notícias veiculadas na imprensa, registraria como produtos feitos localmente itens importados.

De acordo com Rotenberg, a Positivo ainda estuda se vai ou não comprar a operação, mas a decisão de produzir monitores está mantida.

"Isso [o caso Waytec] não vai alterar em nada a implantação de uma fábrica própria. Devemos começar a produzir em janeiro ou fevereiro com capacidade de 20 mil monitores por mês", reiterou.

Segundo ele, a produção local vai garantir uma economia de 7% nos gastos da Positivo com esse item, que representa 30% dos custos de cada microcomputador, de acordo com o executivo.

Computer World – 08/11/2007

Monitores USB da LG

A LG apresentou hoje em Lisboa as novidades que tem introduzido nalguns monitores agora no mercado e que irão integrar lançamentos futuros, já em 2008.
Para o próximo ano, a LG está a preparar o lançamento de vários monitores – como o modelo L206WD – sob um novo conceito: Easy Connection.

Os ecrãs LG passam assim a estar preparados para trabalhar como um segundo monitor em multi tasking, permitindo fazer a ligação (através de USB) até um máximo de seis ecrãs em simultâneo.

Além disso, com vista a agradar os gamers, utilizadores que a LG considera entre os mais exigentes, os novos equipamentos vão todos passar a integrar contraste de 5000:1, rapidez de resposta de 2ms e tecnologia Full HD.

A marca anunciou ainda que vai deixar progressivamente o formato 4:3 e os monitores abaixo das 17 polegadas.

Bit – 08/11/2007

IDENTIFICATION

Recall do Brasil inicia uso de RFID na gestão de documentos

A Recall do Brasil, empresa fornecedora de gestão terceirizada de documentos, está prestes a adotar no País, um sistema de RFID (radio frequence identification). A tecnologia empregada na identificação por radiofreqüência se populariza mundialmente, estando já ativa nas unidades dos Estados Unidos e Canadá.

No Brasil, no curto e médio prazo, a Recall será a única empresa do segmento de gestão documental a oferecer a tecnologia de ponta, garantindo mais velocidade, precisão e minimizando o risco da exposição para seus clientes.

Vicente Troiano, diretor de marketing e vendas da Recall, atribui parte do pioneirismo da multinacional de origem australiana à parceria selada com um laboratório norte-americano de pesquisas.

"Somos os únicos a utilizar a tecnologia de etiquetas inteligentes globalmente. Enquanto um leitor escaneia o código de barras de 280 caixas de documentos em 27 minutos, com o RFID essa operação é realizada em 30 segundos", ressalta o executivo.

Através de um chip de computador, inserido na etiqueta colada em cada caixa, é possível não só rastrear as caixas através de ondas de rádio, mas também – e principalmente – obter informações mais detalhadas sobre seu conteúdo e movimentação.

Em contraste com o método de identificação baseado no código de barras, que apenas classifica o produto e depende de leitura manual, os dados das etiquetas RFID são transmitidos sem que seja necessário haver contato direto. Troiano enfatiza ainda que, mesmo depois do recebimento do equipamento e da implementação da nova tecnologia, a Recall não pretende descartar a localização por código de barras.

O executivo vê com grande otimismo a implantação da tecnologia RFID no Brasil. "Nenhum outro apresenta movimentação de documentos tão intensa quanto o nosso. Além de gerar grande volume de papéis a cada transação comercial ou legal, nossas leis favorecem maior número de consultas a esses documentos armazenados", finaliza o diretor da Recall.

Convergência Digital – 05/11/2007

Prefeitura de Ribamar começa a entregar carteiras estudantis

A Prefeitura de São José de Ribamar, juntamente com a Associação Municipal dos Estudantes Ribamarenses (AME), União dos Estudantes Ribamarenses (UER) e União Municipal dos Estudantes Secundaristas de Ribamar (UMES), inicia nesta segunda-feira (dia 05) o processo de entrega do primeiro lote das carteiras estudantis metropolitanas gratuitas.

As carteiras dos alunos ribamarenses que estudam em escolas localizadas em São Luís estarão sendo entregues na Casa do Estudante, localizada na rua da Avenida, sede de São José de Ribamar.

Já aqueles que estudam na cidade balneária receberão o documento na própria escola. Uma equipe itinerante da prefeitura ribamarense, a partir desta segunda-feira, estará percorrendo todos os estabelecimentos de ensino do município entregando as carteiras. Para requerer o documento basta o estudante apresentar qualquer documento de identificação.

Neste primeiro momento serão entregues um total de 3.201 carteiras. O segundo lote – mais de 4 mil – será entregue ainda este ano. Vale ressaltar que, devido à implantação do sistema de bilhetagem eletrônica, o documento já vem chipado.

Foram beneficiados com o documento estudantes das redes municipal, estadual, comunitária e de universidades públicas ou privadas que residem no município.

Badauê – 05/11/2007

INDUSTRIAL

Urmet Daruma planeja aproximação com software houses

Com o intuito de atrair 1 mil novos desenvolvedores de software em 2008, a Urmet Daruma empreende novidades em seu programa de relacionamento com as software houses.

Claudenir Andrade, gerente de integração e desenvolvimento da companhia dedicada a soluções para automação comercial, conta que, desde 2004, a empresa optou por não fornecer software juntamente com suas impressoras fiscais. "Decidimos manter alianças com empresas especializadas e desenvolver esse relacionamento", conta o executivo.

Com base nisso, a Daruma criou, no final de 2003, a comunidade chamada de DDC (Daruma Developers Commnunity), que, hoje, concentra quase três mil desenvolvedores. "Desde então, trabalhamos para aprimorar os serviços prestados a esse grupo de empresas, como a criação do atendimento gratuito por telefone aos desenvolvedores, no ar desde este semestre", cita Andrade, referindo-se ao número 0800 770 3320, coordenado por seis programadores profissionais, que atendem às solicitações técnicas das software houses.

Para 2008, além da meta de atrair novas parcerias, a Urmet Daruma planeja também uma série de road shows, com o intuito de aproximar as aliadas. Além disso, prepara para janeiro do próximo ano o lançamento do Daruma framework. "Trata-se de um driver que facilita a integração entre a impressora e o software", detalha Andrade. Ele afirma que a ferramenta reduzirá em até 80% o tempo de instalação do aplicativo.

Também para o início do ano, o executivo estima o anúncio do Daruma Alerts, uma espécie programa de mensagem instantânea para a empresa comunicar novidades aos desenvolvedores. Automaticamente, o sistema avisará sobre eventos, novos drivers, correções, entre outros temas.

IT Web – 07/11/2007

Electrolux lança Cooktop portátil, produto que deve ser "hit" de vendas no Natal

Inovação é a palavra-chave em todas as criações da Electrolux - www.electrolux.com.br - no que diz respeito a desenvolvimento de produtos. Acompanhando as tendências mundiais e os desejos do consumidor, a companhia traz para o Brasil um inédito Cooktop Portátil por Indução. Com design arrojado, tecnologia de ponta e funcionalidade ímpar, o produto é considerado um gadget na categoria eletrodoméstico.

"No exterior, onde já está à venda, vem sendo classificado como item must have, do tipo objeto de desejo... E no Brasil, deve seguir essa mesma linha, pois os brasileiros curtem muito receber amigos e cozinhar interagindo com seus convidados", explica Fernanda de Oliveira, gerente de produto da linha. A executiva ressalta também que a novidade tende a ser um dos produtos muito vendidos como presente de Natal em 2007.

Suas características justificam as previsões da empresa: dotado de controles eletrônicos (touch control), o cooktop portátil com um queimador é perfeito para ser levado à mesa, já que dispõe de cozimento por indução, sistema extremamente rápido e seguro - não emana calor e não tem chama, tampouco exala cheiro de gás.

Acionado por sofisticado mecanismo digital, o Cooktop Portátil por Indução funciona à base de indutores eletromagnéticos que promovem o aquecimento somente da panela, único meio a gerar calor. A indução permite resposta imediata e grande precisão no cozimento, além de maior segurança e conforto na cozinha, uma vez que a mesa vitrocerâmica não fica superaquecida. Facilidade de limpeza, já que a mesa é de vidro liso, e durabilidade estão entre as demais características do produto.

"O charme desse cooktop é que ele pode ser colocado na mesa para realização de pratos como um risoto, o preparo de uma paella e até mesmo um fondue. E a anfitriã pode ficar junto dos amigos e familiares, curtindo e se divertindo", comenta Fernanda.

Com esse lançamento, a Electrolux pretende difundir com mais força a tecnologia de indução, praticamente inédita no Brasil. O Cooktop Portátil por Indução pode ser encontrado em pontos de venda do País pelo preço sugerido de R$399,00 em meados de outubro. Tal valor o torna uma opção de presente criativa e inovadora, atraindo consumidores aficionados por produtos diferentes e que gostam de deixar a casa com "toques de modernidade e sofisticação".

Cozimento por indução

Tendência - Ainda recente no Brasil, a tecnologia de cozimento por indução para uso doméstico já existe a muitos anos em outros países. Os primeiros lançamentos, no entanto, eram muito espaçosos e não tinham desempenho satisfatório. Após considerável evolução, a indução hoje é amplamente utilizada pelos principais chefs europeus e vem se popularizando também entre o consumidor final, cujo crescimento mundial corresponde a 20% ao ano.

Economia de energia - Enquanto tradicionais formas de cozimento - a gás e pelo processo elétrico - há uma fonte externa de calor a ser transferido para a panela. Já no sistema por indução, a própria panela promove calor quando em contato com os indutores eletromagnéticos e acelera o processo de cocção. Em um cooktop a gás, em média, apenas 65% de toda a energia utilizada é de fato aproveitada para o cozimento. Já no cooktop por indução, este índice pode chegar a 90%.
Controle preciso - A tecnologia de indução também permite ajuste preciso da temperatura por meio de diversos níveis de potência, assim como nos cooktops elétricos. Desta forma, a indução consegue unir velocidade de resposta e controle da temperatura aumentando consideravelmente sua performance.

Paranashop – 07/11/2007

Performance de nadadores poderá ser medida com precisão

Um robô capaz de medir a performance de nadadores profissionais dentro da piscina. O sonho de todos os atletas e técnicos está cada vez mais próximo da realidade. A IT&D, uma empresa da Incubadora de Santos (litoral de São Paulo), especializada em automação, está desenvolvendo o Velaqua, um sistema de medição de velocidade em tempo real para nadadores.

O pequeno aparelho corre com uma câmera subaquática ao lado do nadador dentro da piscina. Filma e mede a velocidade do atleta, apontando os mínimos ‘vícios’ no momento do nado. O projeto está sendo desenvolvido pelo sócio da empresa Humberto de Souza, de 28 anos. “O sistema permite a melhoria de pequenas falhas e corrigir vícios dos atletas de alto desempenho, além de documentar a evolução dos atletas no decorrer do tempo”.

Com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São! Paulo (Fapesp) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o projeto já está no final da segunda fase, que é o desenvolvimento do protótipo. Souza também está participando do edital de subvenção da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e já passou pela primeira fase. Ao todo, o projeto está avaliado em R$ 1,06 milhão.

O Velaqua é baseado em técnicas de automação industrial, com sensores e microchips espalhados no decorrer da piscina, que se comunicam com precisão de centímetros com o chip que vai anexado ao cinto extensor de nadadores.

Basicamente é constituído de um carro de translação automatizado e sem fios, que captura e transmite o vídeo do nadador que está sendo avaliado; de um módulo central de processamento, responsável pela comunicação via USB com o notebook ou PC; de sensores de baliza, responsáveis por detectar as eventuais ‘queimadas’ dos atletas. Diferente dos sensores de competição, eles funcionam por infravermelho. ! Possui também trilhos e fins de curso que são utilizados para apoiar o Izzy Car e indicar o final do trajeto nos trilhos, independente do comando solicitado pelo treinador ou pelo PC e de uma antena para captura dos sinais de vídeo transmitidos pelo Izzy Car.

A IT&D e a Unisanta firmaram um termo de cooperação técnico-científica que implica no apoio direto aos projetos realizados na empresa por docentes, e a Universidade leva como contrapartida a autorização da utilização tecnológica dos produtos desenvolvidos. Uma equipe técnica de natação envolvida no projeto que tem entre seus integrantes um dos técnicos da Seleção Brasileira de Natação, Marcio Latuf, acompanha os trabalhos com os nadadores.

“Com os recursos para a fase três, vamos montar um laboratório para replicar o projeto e conseguir uma pequena escala. Já estamos participando também do Sebraetec para ajustar a questão da aparência do produto, embalagem, marca, logotipo, etc”, diz Souza. O objetivo do empr! esário é exportar o produto para os Estados Unidos. “O meu negócio é transferência tecnológica, resguardando evidentemente o Brasil. Mas, o mercado é muito mais amplo para este tipo de produto”.

Além do Velaqua, a IT&D desenvolve soluções para adaptadores de automação principalmente para o ramo de transportes, fazendo instalação, manutenção, comissionamento e assistência a partir de plantas industriais dos segmentos de petróleo e gás e transportes, também tendo atendido áreas como siderurgia. Segundo Souza, a empresa se prepara para a certificação ISO 9001:2000 para melhor atender às requisições e exigências do mercado.

FinalSports – 06/11/2007

TELECOM

Brasil Telecom terá fornecedor único para manutenção

A Brasil Telecom (BrT) deu a largada numa concorrência entre fornecedores que deverá movimentar o mercado. Está em jogo um contrato exclusivo para fazer a manutenção de toda a rede da operadora, hoje dividida entre sete empresas.

Valor Online – 08/11/2007

Governo terá que arcar com instalação de pontos de acesso

As concessionárias de telefonia fixa - entre elas Telefônica, Oi/Telemar e Brasil Telecom - terão que instalar redes de banda larga em todos os municípios brasileiros até o fim de 2010. O governo, no entanto, terá que investir recursos se quiser levar Internet em alta velocidade até escolas, postos de saúde e delegacias de polícia, como previa o projeto inicial.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou proposta para permitir que as empresas possam trocar a obrigação de instalar 8.462 Postos de Serviços de Telecomunicações (PSTs) pela construção de infra-estrutura de banda larga. Mas esta estrutura das teles chegará apenas até as centrais de telefonia e as ramificações das centrais até o cliente final terão que ser feitas por outras empresas. Para entrar em vigor, a proposta ainda precisa ser aprovada pelo Palácio do Planalto até o fim do ano.

A medida está aquém do que havia antecipado o ministro das Comunicações, Hélio Costa. Ele dissera, no início do mês passado, que as empresas trocariam a meta dos PSTs pela instalação de banda larga em 208 mil pontos, incluindo 143 mil escolas. E que tudo isso seria feito com os recursos que as empresas investiriam nos PSTs, orçados em cerca de R$ 1 bilhão.

O conselheiro da Anatel Pedro Jaime Ziller, relator do processo, disse que a proposta da agência foi feita com base em ofício do Ministério das Comunicações, encaminhado à Anatel no dia 19 de outubro. Ele esclareceu que no ofício não há menção aos 208 mil pontos e que a recomendação é pela troca dos PST apenas por infra-estrutura de banda larga. Ziller explicou que os PSTs fazem parte das metas de universalização da telefonia fixa e que, portanto, o governo não pode exigir das empresas a troca dos postos pela prestação do serviço de banda larga diretamente ao cliente.

A conexão à Internet em alta velocidade, disse ele, não é um serviço de telefonia fixa e, portanto, não pode ser considerado como meta de universalização. Hoje, as redes das concessionárias, segundo Ziller, teriam capacidade de colocar a banda larga em apenas mil municípios. Para chegar ao interior, as empresas terão que aumentar a capacidade de suas redes de telefonia. Ziller disse que o governo ainda está estudando uma forma de levar banda larga às escolas.

"Como o governo vai colocar (a banda larga), se vai usar dinheiro do Fust (Fundo de Universalização das Telecomunicações), se vai fazer licitação, aí já passou da Anatel", afirmou. Hélio Costa informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que para levar a banda larga até as escolas serão necessários investimentos de cerca de R$ 200 milhões.

Monitor Mercantil – 06/11/2007

Google entra no mundo sem fio em 2008

Os celulares baseados no software do Google deverão estar disponíveis a partir da segunda metade do ano que vem. Eles serão produzidos por várias empresas, incluindo a HTC, LG, Motorola e Samsung e poderão ser utilizados nos EUA pela T-Mobile e Sprint. Assim como pela maior operadora de telefonia móvel, a Telecom China, com 332 milhões de assinantes no país e as principais do Japão, NTT DoCoMo e KDDI, além da T-Mobile na Alemanha, Telecom Itália e Telefónica na Espanha.

Os 34 integrantes da Aliança Aberta de Celulares, como o grupo é chamado, também inclui muitos dos principais produtores de chips de celulares, como a Broadcom, Intel, Qualcomm, Texas Instruments, SiRF Technology Holdings, Marvell Technology Group, Nvidia e Synaptics. O EBay (que tem o serviço de ligações pela internet Skype), Nuance Communications e Wind River Systems também são integrantes do grupo.

A tecnologia irá fornecer aos produtores de celulares e operadoras sem fio habilidades equivalentes, com potencial de ultrapassar aqueles, usando softwares de smartphone feitos pela Apple, Microsoft, Nokia, Palm, Research in Motion, entre outros. Em contraste com os rivais existentes, o software do Google será oferecido livremente sob termos de licenciamento "abertos", significando que os produtores de aparelhos poderão usá-lo sem custo nenhum e ficarão livres para acrescentar novas características para diferenciar seus produtos.

Especulações sobre os esforços do Google vazaram nos últimos meses e as expectativas de que a empresa iria construir o que foi chamado de Google Phone, ou GPhone, cresceram. Mas, pelo menos por enquanto, o Google não colocará sua marca em um celular.

O software dos aparelhos pode nem ter o logo da empresa. Pelo contrário, ela está dando o software para outros que irão construir os celulares. O Google teria investido pesado no projeto para garantir que todos os seus serviços estejam disponíveis nos aparelhos.

Seu objetivo final é vender publicidade para os usuários de celular, assim como faz na internet.

Bonde News – 07/11/2007

Telecom Italia subsidia acesso móvel à 3G

A Telecom Italia aposta na nova geração do de um PC Card, fabricado pela Onda (DT501HS), que oferece alta velocidade de acesso à internet e à TV digital nos computadores - PCs ou notebooks, com uma programação, baseada em DVB-H, sem qualquer conexão com a rede fixa de TV.

O serviço foi lançado para os clientes da Telecom Italia por vinte euros por mês e a qualidade é comparável, de acordo com especialistas, ao do DVB Standard. O pacote de TV da titã operadora, dona da TIM Brasil, envolve a programaçaõ de canais como LA7Digital, Sky e o campeonato itnaliano de futebol na temporada 2007/2008.

Além do novo PC Card, fornecido pelo fabricante Onda, a TIM também lança novos modelos de terminais da Nokia que permitem à oferta do serviço de broadcast em banda larga. Até o final do primeiro semestre deste ano, a Telecom Italia ofereceu 34,3 milhões de linhas no País, sendo que 5,1 milhões na tecnologia de Terceira Geração.

Além do serviço de TV Digital, a titã italiana também passa a disponibilizar para os seus clientes a velocidade de 7 Mbit/s para download, em função da adoção da tecnologia HSPA+. Para atrair mais clientes, a operadora lançou um novo produto, batizado de "Alice Móvel". Nele o cliente terá direito a 10 hras de acesso à Internet em alta velocidade por mês a 10 euros.

Uma conexão de 100 horas custará 20 euros. Nos pacotes, sem qualquer custo extra, a operadora oferece o USB modem ou PC Card para que seus clientes possam usufruir do pontencial dos produtos. Expectativa da Telecom Italia é aumentar em até 50% a adesão dos usuários da telefonia móvel celular aos novos serviços 3G.

Convergência Digital – 05/11/2007

TIM registra prejuízo e contraria estimativa de lucro de analistas

Essas instituições calculavam R$ 707,80 milhões para a geração de caixa medida pelo Ebitda. No demonstrativo financeiro divulgado há pouco, a TIM apresentou R$ 547,281 milhões nesta rubrica, baixa de 22,67% sobre a média esperada. Para estas casas, o lançamento de produtos e a maior dose de agressividade comercial pressionariam as margens operacionais da segunda maior operadora móvel do País. Mas o resultado veio pior do que o esperado. A empresa registrou 17,3% de margem entre julho e setembro, contra cálculos que variavam de 21,8% a 23,1%.

Apesar da tática da TIM de vender isoladamente os chips aos clientes do sistema pré-pago, o que livra as margens de boa parte da pressão dos subsídios a aparelhos, os analistas observaram que a queda nas margens neste trimestre ocorreria tanto pela estratégia de marketing mais agressiva por parte da TIM quanto pelo lançamento de produtos no período, entre eles o TIM Web e os serviços TIM Casa Flex, baseados na licença de telefonia fixa que a empresa obteve da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Quanto à receita líquida, ficou em R$ 3,163 bilhões no trimestre, em linha com os R$ 3,145 bilhões aguardados pelos analistas.

Último Segundo – 07/11/2007

Vídeo no celular movimentará US$ 125 bilhões em 2010

As vendas de vídeos em celulares atingiram quase US$ 58 bilhões em todo o mundo em 2006, e estão previstas para subir mais que o dobro em 2010, para US$ 125 bilhões. A conclusão é resultado de pesquisa da Infonetics Research sobre serviços, assinaturas e aparelhos relacionados a vídeos móveis.

O número de assinantes de vídeos móveis também está previsto para crescer, passando de poucos milhões em 2006, para 58,6 milhões em 2010, segundo a Infonetics Research. A demanda será dirigida por celulares eficientes e melhorias no sinal de transmissão.

Jeff Heynen, analista de banda larga e IPTV da Infonetics Research, avalia que apesar das preocupações referentes aos planos de negócios e nível de adoção, os grandes provedores de serviços continuam a lançar seus produtos de vídeo para celular, com base nas vantagens oferecidas pela disponibilidade de espectro, graças à mudança das redes de TV do sinal analógico para o digital. Eventos como as Olimpíadas de Pequim e o campeonato europeu de futebol também pressionam para os lançamentos.

A pesquisa também mostra que a receita de provedores de serviços de vídeos móveis deve triplicar de 2006 para 2007, com um crescimento médio de 135% ao ano até 2010. No entanto, a América Latina é a região com menor previsão de expansão.

IT Web – 05/11/2007

Analistas divididos sobre resultados da Vivo

Os resultados trimestrais da Vivo criaram sentimentos mistos nos analistas. Enquanto o BPI diz que os números do terceiro trimestre têm um impacto "ligeiramente negativo" com um EBITDA inferior ao esperado, o BCP refere que os resultados da operadora brasileira foram "uma surpresa positiva" destacando o crescimento das receitas de serviço. O CaixaBI diz que os resultados da Vivo foram em linha com o esperado.

A Vivo anunciou os resultados do terceiro trimestre de 2007, tendo registado lucros de 4,4 milhões de reais (1,73 milhões de euros).

As receitas operacionais dos serviços cresceram 7,5%, para 2.845,8 milhões de reais, no terceiro trimestre face ao segundo trimestre. Em termos homólogos, as receitas operacionais dos serviços aumentaram 17,2% para 8.102,9 milhões de reais.

O Millenium BCP diz que os números apresentados foram "uma surpresa positiva dado o bom desempenho da empresa ao nível do crescimento das receitas, nomeadamente das receitas de serviço".

A casa de investimento refere que a "boa performance" se deve ao crescimento da base de clientes, mas também, ao crescimento da utilização e das receitas por subscritor.

"O EBITDA (cash-flow operacional) foi também um indicador que surpreendeu positivamente na medida em que a eficiência da Vivo aumentou visivelmente neste trimestre", considera o analista Nuno Vieira avançando que esta época de resultados da Vivo deverá dar orgiem a uma revisão em alta das estiamtivas para a participada da Portugal Telecom.

Já o BPI diz que os resultados apresentados têm um impacto "ligeiramente negativo" uma vez que o EBITDA do terceiro trimestre "ficou 1,1% abaixo do que esperávamos".

Pela negativa, a casa de investimento destaca também os custos fiscais que ficaram 84 milhões de euros acima do esperado.

Por outro lado, o analista Ricardo Pimentel Seara destaca positivamente os custos financeiros, inferiores às estimativas, e as receitas médias mensais por cliente que ficaram 1% acima das suas estimativas.

O Millennium BCP e o BPI têm uma recomendação de "comprar" e um preço-alvo de 11,05 euros e de 9,20 euros, respectivamente, para as acções da Portugal Telecom.

Para o CaixaBI a Vivo apresentou bons resultados, "mas muito em linha com as nossas estimativas".

Esta casa de investimento diz que "a Vivo continua (e continuará na nossa opinião) a ser uma fonte de boas notícias para a Portugal Telecom".

As acções da PT [Cot] seguem a subir 2,62% para 9,45 euros.

Jornal de Negócios – 06/11/2007

Venda de chips para celular vai superar US$ 32 bi até 2012, prevê pesquisa

Os aparelhos celulares, hoje uma das principais categorias consumidoras de chips, devem continuar a gerar receitas crescentes para a indústria de componentes, na medida em que os modelos ganham novos recursos.

Segundo pesquisa divulgada hoje pela In-Stat, a venda de semicondutores para celulares deve gerar uma receita superior a 31 bilhões de dólares este ano, montante que chegará a 32,2 bilhões de dólares até 2012.

Entre os novos recursos que devem impulsionar a venda de componentes, segundo a pesquisa, estão o Bluetooth e o GPS, que se tornam cada vez mais populares em modelos de todos os tipos.

De acordo com o estudo, a venda dos semicondutores adicionais, como os de Bluetooth, GPS e câmeras digitais, cresce a um ritmo mais alto que o próprio chip principal (core) dos aparelhos.

Com a popularização dos modelos, o preço médio também deve cair. O preço médio dos chips core para aparelhos para o padrão HSPA, de terceira geração de telefonia móvel, por exemplo, deve cair de 60,72 dólares em 2006 para 14,61 dólares em 2012, estima a In-Stat.

ComputerWorld – 07/11/2007