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08/01/2008
GERAL
Fabricantes de eletrônicos observam economia dos Estados Unidos
Os fabricantes de eletrônicos estão avaliando o desgaste na economia dos Estados Unidos e esperam que os consumidores decidam cortar primeiro outras despesas, mas muitos vêem sinais preocupantes para o futuro.
Reunidos em Las Vegas nesta semana para a feira setorial Consumer Electronics Show, os fabricantes de aparelhos eletrônicos, celulares e televisores estão definindo suas apostas em relação ao efeito dos problemas econômicos norte-americanos --da alta no desemprego à crise no mercado hipotecário-- sobre o crescimento do consumo.
"Precisamos observar o efeito disso sobre os ânimos do mercado", disse Toshihiko Fujimoto, presidente-executivo da Sharp Electronics, no domingo. "Não podemos dizer que os negócios estejam especialmente bons."
Stan Glasgow, presidente da Sony Electronics, subsidiária da Sony, e responsável pelas operações de eletrônicos da empresa nos Estados Unidos, disse à Reuters que a companhia teve forte alta de vendas nos últimos meses, impulsionada pela demanda por sua linha Bravia de televisores.
Mas Glasgow apontou que qualquer desaceleração se faria sentir inicialmente em segmentos como o de câmera digitais de ponta, em oposição aos televisores de tela grande. "No horizonte, vejo que as coisas se complicarão," afirmou.
Os fabricantes de celulares e televisores consideram que seus produtos sejam de consumo obrigatório --ou que representem pequenos confortos cujo objetivo é aliviar dores maiores.
"Celulares são uma necessidade", disse à Reuters Muzib Khan, vice-presidente de administração de produtos na divisão de produtos de telecomunicação da Samsung Electronics nos EUA.
Bill Ogle, vice-presidente de marketing da Samsung Telecommunications America, disse que a empresa registrou forte alta nas vendas no quarto trimestre, mas apontou para sinais de queda na demanda entre as operadoras norte-americanas de telefonia móvel, no final do período.
Allan Jason, vice-presidente de marketing da LG Electronics, disse que o setor de bens eletrônicos de consumo era em certa medida "à prova de recessão", já que as viagens são o primeiro corte, entre os gastos não essenciais.
Reuters – 07/01/2008

Governo barateia transferência de tecnologia
A análise jurídica obrigatória feita no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) dos contratos de transferência de tecnologia entre empresas brasileiras e estrangeiras já trouxe benefícios a diversas companhias. Os benefícios acontecem a partir das sugestões do instituto de alterações contratuais.
É o caso, por exemplo, do grupo Caoa, que, por conta das alterações sugeridas pelo órgão no contrato firmado com a Hyundai, paga apenas US$ 150 de royalties por automóvel. O contrato teve 30 itens alterados pelo Instituto.
"O nível reduzido de royalties é conseqüência do trabalho do INPI", afirma Carlos Alberto de Oliveira Andrade, principal executivo do Caoa.
Segundo a coordenadora-geral de Contratos de Tecnologia do INPI, Lia de Medeiros, já houve diversas sugestões de alterações contratuais que beneficiaram as empresas brasileiras, principalmente com relação ao abuso de cláusulas concorrenciais.
"A Gradiente, por exemplo, escreveu uma carta de agradecimento ao órgão devido à análise que fizemos em um contrato de transferência de tecnologia que trouxe grandes vantagens para a empresa", diz.
As remessas ao exterior por fornecimento de tecnologia têm crescido: somaram US$ 641 milhões em 2006 e as estimativas são de que tenham superado US$ 700 milhões no ano passado, de acordo com as previsões de economistas ainda não confirmadas pelo governo federal.
"Venda casada"
Entre as cláusulas que aparecem com mais freqüência e que são consideradas abusivas estão os dispositivos que impedem a empresa que adquiriu a tecnologia de importar o produto ou que vinculam a transferência da tecnologia à compra de outro produto da empresa, o que caracteriza "venda casada". Também existem cláusulas que estabelecem a titularidade da cedente caso a empresa que adquiriu a tecnologia consiga ainda outras melhoras tecnológicas baseadas na antiga.
Além disso, há contratos que aparecem com valores não correspondentes aos de mercado, segundo Lia de Medeiros.
Além das cláusulas abusivas, o órgão também tem o papel de verificar se o contrato está de acordo com as leis brasileiras de propriedade industrial e com os regulamentos tributários.
Depois que o órgão analisa o contrato, as sugestões e alternativas são apresentadas à empresa.
"No caso da Caoa, por exemplo, fizemos várias reuniões com a empresa, discutimos diversas cláusulas, pensamos em alternativas para tornar o contrato melhor, discutimos valores e comparamos com outras empresas do setor que também têm contrato de transferência de tecnologia", diz a coordenadora da área.
Todos os contratos de transferência de tecnologia entre brasileiras e estrangeiras são obrigados a passar pelo órgão para que se possa, depois, ter autorização do Banco Central ao efetivar as remessas ao exterior e da Receita Federal na obtenção de dedutibilidade fiscal.
Desconto nos tributos
O desconto tributário, nesses casos, varia a depender do setor, de 1% a 5% no valor final do produto vendido, que será usado no pagamento da tecnologia.
No caso de transferências de tecnologia entre brasileiras, também é necessária a apresentação ao INPI, se a empresa quiser pedir a dedutibilidade fiscal, caso contrário não há a imposição de que seja apresentado ao órgão.
Os principais setores que têm utilizado contratos de transferência de tecnologia são os de petróleo e de veículos. (Leia texto ao lado nesta página). São analisados cerca de 1,5 mil contratos por ano e esse número tem-se mantido estável, segundo a coordenadora.
Para 2008, o órgão pretende estimular a análise dos contratos de comércio interno.
"A análise do órgão dá mais segurança jurídica para as empresas e pode nos ajudar a incrementar o nosso banco de dados local sobre as tecnologias transferidas", diz.
Apoio a políticas públicas
Todos os contratos analisados pelo órgão servem como base para um banco de dados, segundo Lia de Medeiros.
"A partir desses dados existe possibilidade de fazer estudos para o governo, que podem gerar políticas públicas, e desenvolver estatísticas. Também há a utilidade de possibilitar a pesquisa ao analisar contratos de setores semelhantes", afirma.
O INPI, além de analisar e registrar patentes, marcas e desenhos industriais também tem a função de verificar contratos como o de transferência de tecnologia, desde 1971, com a entrada em vigor do antigo Código de Propriedade Industrial, Lei n° 5.772.
Essa atuação, porém, segundo Lia de Medeiros, foi se modificando ao longo do tempo.
"A forma mais impositiva de atuar, como uma espécie de órgão regulador, foi deixada para trás na década de 1990, com a abertura econômica", diz.
Assintecal By Brasil – 07/01/2008
Siemens fecha compra da Morgan Construction
O grupo alemão Siemens anunciou hoje o acordo para a compra da norte-americana Morgan Construction, fornecedora de produtos laminadores usados na indústria de metais que emprega 1.100 pessoas nos Estados Unidos, na China, na Índia, no Reino Unido e no Brasil, onde opera a Morgan do Brasil Comércio, Importação e Exportação.O acordo, cujo valor não foi divulgado, ainda depende da aprovação das autoridades regulatórias responsáveis. A Morgan Construction registrou vendas de e 180 milhões em 2006.
Invertia – 04/01/2008
AUTOMOTIVO
Venda de automóveis e comerciais leves cresce 27,8% em 2007, diz Fenabrave
As vendas de automóveis e comerciais leves no ano passado somaram 2.342.059 unidades, num aumento de 27,8% em relação a 2006. Considerando também caminhões e ônibus, foram comercializadas 2.462.905 unidades em 2007, 27,78% mais que no ano anterior, segundo dados divulgados hoje pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
Apenas em dezembro de 2007, as vendas de automóveis e comerciais leves aumentaram 2,46% em relação a novembro, para 231.314 unidades. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a alta foi de 18,05% em relação aos 195.953 veículos vendidos naquela ocasião.
Levando em conta também caminhões e ônibus, os dados da Fenabrave mostram expansão de 2,19% nas vendas entre novembro e dezembro, com um volume total de 242.258 unidades comercializadas. Ante igual mês de 2006, foi registrado crescimento de 18,28% no comércio desses veículos.
Valor Online – 04/01/2008

Recorde anunciado
2.462.387 veículos. Esse é o número do recorde histórico de vendas do setor automobilístico. Quem achava que o mercado tinha se esgotado em novembro - e não foram poucos - se surpreendeu com mais um recorde de vendas em dezembro, que apresentou a melhor venda diária da história: 13.438 unidades, e superou a marca mensal anterior, registrada em outubro.
Com isso o setor fechou o ano com um crescimento de 27,7% sobre 2006, uma das melhores performances em todo o mundo. Os dados são preliminares, do Renavam, e referem-se ao volume total de veículos licenciados em território nacional, incluindo caminhões e ônibus.
Com 607.526 unidades, a Fiat confirmou a liderança pelo quarto ano seguido, fechando com 24,67% de participação, mais de 30 mil carros à frente da segunda colocada, a Volks, que vendeu 576.275 unidades e ficou com 23,4%. A GM ficou em terceiro lugar com 498.590 unidades, o que lhe deu 20,25% de participação.
Bem mais distante, com 10,78% do mercado, a Ford aparece em quarto lugar. No bloco das montadoras novas, a Honda manteve a liderança, fechando 2008 com 86.747, o que lhe deu 3,48% do mercado interno. Em seguida veio a Peugeot, com 78.642 carros vendidos (3,19%) e a Renault, com 73.576 unidades (2,99%).
Montadora dez/07 Acumulado
1º Fiat 57.828 607.526
2º Volkswagen 55.695 576.275
3º GM 49.155 498.590
4º Ford 25.039 265.347
5º Honda 8.815 85.747
6º Peugeot 7.272 78.642
7º Renault 7.929 73.576
8º Toyota 7.133 72.068
9º Citroën 5.889 49.565
10º Mitsubishi 2.938 28.726
Outros 14.206 126.325
AutoInforme – 04/01/2008

Toyota supera Ford nos EUA
A Toyota fechou o ano de 2007 como a montadora que mais vendeu carros no mundo, mas sua principal vitória se deu nos Estados Unidos. Pela primeira vez, a marca japonesa superou a norte-americana Ford no saldo de vendas, comercializando 61.692 unidades a mais. No total, a Toyota vendeu 2.62 milhões de unidades, enquanto a rival alcançou 2.56 milhões. Com isso, a Ford caiu para o terceiro lugar no ranking dos EUA, que permanece liderado pela General Motors, com 3.82 milhões de veículos vendidos no ano passado.
Com os números, a Toyota subiu seu share no mercado para 16,8%, deixando a Ford com 16,4%. Em 2007, a indústria automotiva norte-americana comercializou 16.15 milhões de passeio e comerciais leves, uma queda de 2,5% em relação ao ano anterior (16.56 milhões).
Representantes da Ford já declararam que a marca está trabalhando na reestruturação de sua estratégia de marketing, para mudar a percepção do público sobre a qualidade de produtos da marca. A norte-americana também quer encontrar novas linhas de operações, de maneira a tornar-se lucrativa a custos mais baixos.
Auto Esporte – 04/01/2008

Fiat fecha 2007 como líder em vendas
A Fiat alcançou pela sexta vez consecutiva o posto de líder de vendas de automóveis e comerciais leves no ano. Com 607.598 veículos emplacados em 2007, a marca conseguiu uma participação de 25,9% do mercado. O desempenho representou crescimento de 30,5% em relação ao ano anterior. Os números foram cedidos pelo Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam).
Os principais responsáveis pela marca são os modelos Palio e Mille, que ocupam o terceiro e quarto lugares (respectivamente) entre os mais vendidos do país. No total, o Palio acumulou vendas de 221.751 unidades, enquanto que o Mille fechou o ano com 128.196 unidades comercializadas. O Siena também registrou crescimento de 87,4% em relação ao ano passado, alcançando a marca de 88.732 veículos vendidos em 2007.
AutoMercado – 04/01/2008

Montadoras produziram 2,97 milhões de veículos em 2007, diz Anfavea
As montadoras instaladas no país encerraram o ano de 2007 com a produção total de 2.972.822 veículos. O número representa aumento de 13,9% frente aos 2.611.034 milhões de unidades fabricadas no ano passado e está dentro das previsões da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
Foram fabricados 2.797.321 automóveis e comerciais leves, 136.760 caminhões e 38.741 ônibus no ano passado.
Apenas no mês de dezembro, as fábricas produziram 223.199 veículos, com elevação de 17,8% ante o mesmo mês de 2006, quando foram produzidas 189.432 unidades.
No entanto, na comparação com novembro, quando a marca foi de 271.201 mil unidades, houve queda de 17,7% na produção.
De acordo com a Anfavea, a produção de dezembro foi composta por 212.136 automóveis e comerciais leves, 9.040 caminhões e 2.023 ônibus.
Valor Online – 07/01/2008

CONSUMER
LG terá e-paper de 0,3 mm de espessura na CES
Uma parceria entre a holandesa Philips e a coreana LG produziu um novo modelo de e-paper.
O e-paper, que será exibido pela primeira vez ao público durante a Consumer Eletronics Show (CES), tem o tamanho equivalente a uma página A4 e, segundo o consórcio, é altamente flexível e pode ser enrolado sem dificuldades. A tela tem espessura de 0,3 milímetro.
Segundo a LG, a tela pode exibir imagens com resolução de 1280 x 800 pixels e carregar 16,7 milhões de cores além de ser brilhante o suficiente para permitir visão num ângulo de até 180 graus.
A idéia é que a tela flexível seja usada em aplicações multimídia portáteis. Não há previsão de uso comercial da tela.
Outra vantagem alegada pelos desenvolvedores é o baixo consumo da tela, que só consome energia quando muda a imagem exibida.
INFO Online – 05/01/2008

Sony abandona mercado de TVs de retroprojeção
A Sony vai parar de fabricar televisores de retroprojeção, tornando-se a mais recente companhia a se distanciar de uma tecnologia que já foi considerada como promissora rival das telas de cristal líquido (LCD) e de plasma.
A Sony vai concentrar seu foco em LCD e na tecnologia de diodo orgânico emissor de luz (Oled) para atender ao mercado de TVs estreitas, que tem crescido rapidamente à medida que consumidores trocam seus volumosos aparelhos de tubo por telas mais finas de LCD e plasma. A gigante dos eletrônicos planeja parar de produzir TVs de retroprojeção em três fábricas no Japão e no exterior em fevereiro, informou um porta-voz da companhia.
A Seiko Epson anunciou no início do mês a suspensão da produção e vendas de TVs de retroprojeção, enquanto a Hitachi deixou o segmento na América do Norte este ano.
A demanda por aparelhos de retroprojeção, que já dominaram o segmento de televisores de grande formato, tem encolhido depois que os fabricantes começaram nos últimos anos a oferecer TVs LCD e de plasma maiores e a preços menores.
Em outubro, a Sony reduziu sua meta de vendas de TVs de retroprojeção para o ano fiscal em 43 por cento, para 400 mil unidades.
INFO Online – 04/01/2008

Philips inova em porta-retrato com display digital
Enquanto todo mundo está preocupado com o WiFi, RSS e outras novidades para suas fotos digitais, a Philips se atém ao básico com seu auto-intitulado Porta-Retrato de Display Digital, segundo material publicado no blog de tecnologia Engadget. A empresa apresentou nesta segunda-feira, 7, sua nova linha de eletrônicos.
Disponíveis nos tamanhos 14,2 centímetros, 17,8 cm e 20,3 cm, as novas molduras apresentam tecnologia para "esticar" as cores da imagem até as bordas do porta-retrato e também a função "montagem", que permite a visualização de diversas fotos ao mesmo tempo.
Os preços variam de US$ 70 (aproximadamente R$ 122,5) a US$ 140 (R$ 245). Todos os modelos serão lançados na primeira quinzena de 2008.
Estadão – 07/01/2007

Liderança Tecnológica Da AMD Com Os Novos Processadores de Painel AMD Xilleonmr para Excepcional Qualidade de Imagem de TV LCD
Hoje, a AMD (NYSE:AMD) revelou uma nova família de processadores de painel AMD XilleonMR desenvolvidos pra oferecer qualidade visual inigualável em TVs digitais de tela de cristal líquido (LCD). Os novos processadores de painel da AMD oferecem tecnologia de compensação de movimento e de conversão de taxa de quadro avançadas para um excelente processamento de imagem, que resulta em rica experiência de imersão de entretenimento.
“A experiência visual agora define a experiência do usuário. Temos o compromisso de ajudar os fabricantes a produzir “televisores 20/20” com imagem absolutamente clara para o crescente e predominante mercado de consumidores de TV digital em todo o mundo, permitindo A Mais Nova Experiência Visual”, disse Dave Di Orio, vice-presidente e gerente geral da divisão de DTV da AMD. “A AMD está liderando a eficiência de inovação e design com tecnologia excepcional em soluções altamente integradas e flexíveis com o processador AMD Xilleon, que agora abrangem de placas-mãe para TVs a painéis de exibição.”
Na medida em que os consumidores exigem televisores cada vez maiores e com melhor clareza visual,, tal como oferecido pela tecnologia full HD (1080p), o aparecimento de defeitos de imagem como movimento borrado ou descontínuo, chamados de “film judder”, pode reduzir a experiência visual e deixar os consumidores insatisfeitos com a compra de sua nova TV.” Esta tendência para TVs maiores, juntamente com a transição global para a transmissão de TV digital a partir do início de 2009 nos EUA, aumenta significativamente a importância da qualidade visual da TV digital.
Para ajudar os fabricantes de TVs LCD a oferecer uma experiência visual superior, a nova família de processadores de painel AMD Xilleon 410, 411, 420 e 421 foi projetada para proporcionar qualidade de imagem inigualável até a resolução full HD, com design flexível que permite a diferenciação de marcas de televisores e a redução de custos de manufatura através de integração de sistema sem precedentes. Essa avançada tecnologia foi escolhida pela Samsung, a maior fornecedora de telas de transístores de filme fino e cristal líquido (TFT-LCD), para a sua solução patenteada de Interpolação de quadros de Movimento Compensado (motion-compensated frame interpolation).de 120Hz (McFiMR).
“Os processadores de painel Xilleon da AMD personalizados com a tecnologia McFI patenteada da Samsung nos permite estabelecer o que é essencialmente um novo padrão para a indústria em termos de qualidade de imagem de televisão absolutamente clara”, afirmou Sang Soo Kim, Ph.D., vice-presidente e membro Samsung da Samsung Electronics. “A grande colaboração com a AMD nos ajuda a manter a nossa liderança no fornecimento de soluções de painéis de alta qualidade para os nossos valiosos clientes.”
Os processadores dos painéis AMD Xilleon oferecem compensação de movimento e conversão de taxa de quadro baseados na tecnologia de correlação de fase-plano melhorada AMD, compatível com o processamento visual de alta qualidade para os televisores LCD de 100Hz/120Hz a full HD. A chave é a habilidade do processador de identificar a entrada de sinais de filme e vídeo de 24Hz/60Hz e convertê-los para 120Hz, e de determinar o movimento de imagem entre quadros criando quadros de conteúdo adicionais de forma inteligente, para representar o movimento “entre quadros” com clareza excepcional. Para oferecer aos fabricantes maior flexibilidade de personalização de seus televisores, esses processadores de painel da AMD são altamente programáveis e podem ser integrados a subsistemas de painel de LCD e a placas-mãe de televisores
Os televisores LCD 120Hz da série MZW da Mitsubishi, que são baseados na solução McFI da Samsung, e o processador de painéis Xilleon da AMD estão disponíveis em três tamanhos de painéis no Japão. Outros fabricantes líderes de televisores devem adotar os processadores de painéis Xilleon da AMD no início de 2008.
Sobre os Processadores AMD Xilleon
Com a aquisição da antiga ATI Technologies no final de 2006, a AMD tornou-se a fornecedora líder de tecnologia para muitas das marcas populares de televisores no mercado. Além dos novos processadores de painéis AMD Xilleon para filmes LCD e processamento de vídeo, a marca AMD Xilleon inclui uma família de soluções do tipo sistema em chip (SOC) que combina recepção de sinais digitais e analógicos, gráficos, processamento de imagem, decodificação de vídeo e multimídia para televisão digital. As soluções SOC do processador AMD Xilleon são usadas atualmente por grandes fabricantes tais como a Samsung, a Mitsubishi e a Westinghouse.
Sobre a AMD
A Advanced Micro Devices (NYSE:AMD) é fornecedora líder global de soluções de processamento inovadoras para os mercados de computação, gráficos e eletrônicos de consumo. A AMD dedica-se em liderar a inovação aberta, a escolha e o crescimento da indústria, oferecendo soluções centradas no cliente que fortalecem os consumidores e as empresas em todo o mundo. Para maiores informações, visite www.amd.com.
Business Wire – 07/01/2007

IDENTIFICATION
O Espelho Mágico
O Espelho Mágico vai ser instalado já este ano em Portugal nas lojas Throttleman no seguimento do projecto de aplicação de etiquetas RFID que resulta de uma parceria entre Creative Systems, Paxar e Sybase.
Este Espelho é caracterizado por um alto nível de reflexão, que nos permite visualizar a nossa imagem, como tantos outros espelhos, sendo verdadeiramente distinguido dos outros pelo seu ecrã táctil,que fornece informação sobre diversos produtos e permite a interacção com os lojistas, pelo processador em tudo igual a um computador industrial, cuja informação pode ser actualizada através de conexões ethernet, wi-fi ou portas USB, e pela capacidade de emissão de comunicações rádio RFID, através de retransmissores de comunicações Wi-Fi e RFID, que identificam as peças que se encontram num determinado raio de acção. A sua principal função é a de fornecer informações adicionais sobre peças de roupa experimentadas pelos clientes, mas também é de extrema utilidade no que diz respeito à prevenção de roubos de peças de vestuário, estando já instalada uma versão em Milão numa loja Prada, desenvolvido pela Thebigspace, representada pela Creative Systems em Portugal.
Miguel Maia, director-geral adjunto da Throttleman refere que o Espelho Mágico será uma boa aposta, pois facilita a comunicação com o cliente, simplificando a coordenação da loja e aumentando a quantidade de vendas. A sua instalação vai ser efectuada nas principais lojas do país quando a totalidade da colecção da Throttleman possuir tecnologia RFID. A Throttleman possui já o sistema de RFID aplicado aos seus armazéns, melhorando a produção de inventários, uma vez que uma simples leitura indica a quantidade e o tipo de peças presentes em cada encomenda, bem como as lojas a que se destinam estas encomendas, libertando espaço em armazém.
Para funcionar em pleno, o Espelho Mágico apenas necessita da presença de uma ou mais etiquetas RFID nas imediações. Identifica as peças de roupa que se encontram no interior do provador e disponibiliza uma janela própria de interacção com o consumidor, onde serão apresentados vídeos de peças similares ou outro tipo de peças de vestuário, bem como a possibilidade de interacção com os lojistas, como por exemplo, a troca de tamanhos de roupa.
Após o pedido de um cliente, o Espelho Mágico, envia através de wireless, uma mensagem para um PDA ou computador dos lojistas com o pedido do cliente.
Francisco Teixeira e Melo, director-geral da Creative Systems, acredita que o Espelho Mágico constitui uma enorme vantagem para as lojas que o adquirirem, e prova disso, é que a Creative Systems pretende alugar o Espelho Mágico indexado ao acréscimo de vendas que se venha a registar após a sua instalação.
Comunidade RFID – 04/01/2008

Em cada objecto, uma antena
A tecnologia RFID é já uma realidade em Portugal. Encontra-se implementada ao nível das empresas, conferindo-lhes uma gama de vantagens única, como o rastreio de objectos e o aumento de lucros. Espera-se que com o aparecimento dos primeiros telemóveis equipados, os consumidores disponham directamente de muitas mais vantagens.
Paulo Lopes, coordenador do Centro de Investigação em RFID da Sybase, é um dos grandes evangelizadores desta tecnologia em Portugal. Procederemos portanto à análise do aparecimento, desenvolvimento e vantagens desta tecnologia segundo a sua opinião.
O RFID apareceu na década de 30 com a aviação alemã consistindo num princípio muito básico. Na década de 70 apareceram as primeiras tags RFID passivas que desbravaram caminho à implementação da tecnologia.
Esta tecnologia compensa inteiramente a curto prazo qualquer investimento realizado, uma vez que os preços das tags estão a diminuir consideravelmente, sendo que o Centro da Sybase já as disponibiliza a menos de 20 cêntimos cada. Estas tags distinguem-se das activas pois não necessitam de qualquer tipo de alimentação, nem emitem sinais permanentemente. São constituídas por um chip, uma antena e podem ter um invólucro plástico ou uma etiqueta. O custo mais importante está associado às tags e não à infra-estrutura, uma vez que utilizam redes Wireless pré-existentes.
As tags que são destinadas à interacção com o consumidor final não poderão ser alteradas. Existe portanto a necessidade de criar entidades reguladoras, semelhantes à Codipor, que gerem os códigos de barras, para assegurar que o código da tag é único. Desta forma é possível formar standards mundiais, sendo que uma determinada tag passa a ser reconhecida por qualquer empresa como respeitante a um determinado produto. A EPC Global é a reguladora destes códigos a nível mundial, sendo que a nível nacional é a Codipor que está encarregue destes standards.
Quanto ao futuro do RFID existem estimativas que apontam para que 60% dos produtos de retalho estejam etiquetados entre 2015 e 2020, estando afastados ainda da utilização massiva no mercado de consumo.
As principais vantagens apresentadas pelo RFID são: automatização de processos, rastreabilidade de objectos e redução de custos de armazenamento. É possivel a sua integração com outras aplicações de gestão de serviços ou o conhecido Espelho Mágico. Se o cliente aceitar é possivel proceder à sua identificação sempre que entre numa determinada loja.
É claro que existem sempre questões de protecção e privacidade de informação, sendo necessário elaborar códigos de ética para implementação do RFID. Quanto às questões de falsificação nada impede as pessoas de trocarem as tags de produtos, é possível sim, estabelecer que as tags não possam ser reescritas no momento da codificação.
Comunidade RFID – 04/01/2008

INDUSTRIAL
Grandes cias optam por familly offices próprias
A necessidade de coordenar o processo de sucessão e profissionalização da gestão da empresa, aliada ao crescimento e diversificação do patrimônio, têm levado muitos grupos brasileiros a montarem uma estrutura própria de family office para gerir seus recursos e assessorar os negócios.
Segundo o consultor especialista em family office da Werner Associados, René Werner, muitas empresas familiares estão passando por uma mudança de controle para a segunda ou terceira geração e procuraram montar suas próprias family offices ou multi-family offices para assessorar o processo de sucessão e gestão dos ativos. Ele destaca que essa é uma tendência dentro do mercado de family offices no Brasil, que deve se consolidar nos próximos dois anos, à medida que os grupos empresarias se tornam cada vez mais complexos, envolvendo operações em diversas áreas, o que requer atenção mais exclusiva na gestão dos ativos patrimoniais.
'No entanto, para famílias com patrimônio inferior US$ 200 milhões fica inviável montar uma estrutura exclusiva devido ao alto custo operacional', afirma Ricardo Taboaço, sócio da Taboaço, Nieckele & Associados - Gestão Patrimonial.
Os primeiros a se utilizarem desse tipo de estrutura foram as famílias dos grupos Gerdau, Votorantim, Camargo Corrêa, Itaú, Aché, Bombril, Zogbi, Petropar e Natura.
Para o sócio da Pragma Gestão Patrimonial, José Monforte, muitas empresas buscam os serviços das family offices para ajudar no processo de estruturação para abertura de capital. A Janos, criada nos anos 90, para administrar os ativos dos controladores da Natura, é um dos casos típicos de family offices que contribuíram para a reestruturação da governança corporativa da empresa para abertura de capital, destaca Monforte, responsável pelo processo de criação da Janos.
Recentemente, o grupo Weg também anunciou a criação de uma holding, a Weg Participações, que deterá o controle da empresa e administrará a fortuna das famílias dos três fundadores do grupo -- Eggon João da Silva, Werner Ricardo Voigt e Geraldo Werninghaus. Com um patrimônio estimado em R$ 1 bilhão (o equivalente a 70% do valor patrimonial da própria Weg), a nova family office será gerida pelo ex-presidente da empresa, Décio Silva.
Gazeta Mercantil – 04/01/2008

Produção industrial declina 1,8% no mês em novembro de 2007, informa IBGE
A produção industrial brasileira diminuiu 1,8% em novembro na comparação com um mês antes, com ajuste sazonal. O resultado representa uma mudança de rumo ante outubro, quando houve avanço de 3,3%, apontou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em nota em sua página eletrônica.
"O recuo observado na produção, entre outubro e novembro de 2007, teve perfil generalizado e atingiu 18 dos 27 ramos pesquisados. Os principais impactos negativos vieram de veículos automotores (-3,9%), após acréscimo de 7,7% no mês anterior, edição e impressão (-5,8%) e alimentos (-1,9%)", destacou o organismo. Entre os ramos industriais com crescimento, farmacêutica (5,7%) e metalurgia básica (1,3%) se sobressaíram.
Por setor, todas as categorias de uso apontaram queda na comparação com outubro, menos bens de capital, cuja produção teve ampliação de 1,2%, com expansão pelo quarto mês consecutivo. Bens de consumo duráveis cederam 2,6%, bens intermediários perderam 0,7% e bens de consumo semi e não duráveis diminuíram 0,6%.
Ante o penúltimo mês de 2006, houve crescimento de 6,7% na produção industrial. De janeiro a novembro, a expansão foi de 6%. Em 12 meses, o acréscimo ficou em 5,5%.
Respeitando o confronto novembro passado com mês idêntico de 2006, 21 dos 27 setores investigados viram expansão da atividade fabril, chamando atenção veículos automotores, com acréscimo de 23,3%, impulsionado pela fabricação de automóveis e caminhões, e do setor de máquinas e equipamentos. Em sentido inverso, apareceram a indústria farmacêutica (-1,7%), de madeira (-6,5%) e de outros equipamentos de transportes (-5,7%).
Por categoria de uso, bens de capital registraram o principal avanço frente ao penúltimo mês de 2006, de 24,3%, o único segmento que sustentou taxas de dois dígitos desde o início do ano, nesse tipo de comparação, segundo o IBGE. Teve impacto o bom desempenho de todos seus subsetores, especialmente "bens de capital para transporte, que cresceu 22,1%, apoiado principalmente no aumento da produção de caminhões; e camionetas, furgões e pick-up para transporte de mercadorias, e de bens de capital de uso misto (21,1%), influenciado por itens associados à informática e à telefonia celular".
Ainda no corte por categoria de uso, bens de consumo duráveis subiram 11,1% e bens de consumo semi e não-duráveis tiveram alta de 4,1%. Bens intermediários ampliaram-se 4,9%.
No acumulado de janeiro a novembro do ano passado, em relação a igual período de 2006, 22 atividades apuraram expansão, com a liderança cabendo à fabricação de veículos automotores (15,1%). Todas as categorias de uso verificaram alta, merecendo menção bens de capital, única com taxa de dois dígitos, de 19,5%.
Valor Online – 07/01/2008

TELECOM
Samsung demonstra celular banda larga
Tal velocidade é capaz de transmitir dados 7 vezes mais rapidamente que no passado, podendo transformar o celular em um player de vídeos com qualidade de DVD e de outros arquivos multimídia via streaming, como games por exemplo.
A Qualcomm participou criando o Mobile Station Modem (MSM6280) e o celular está no stand da Samsung na CES, onde estão sendo demonstradas suas capacidades de navegação e download, além de ser possível fazer comparações entre os aparelhos.
iParaíba – 04/01/2008

Operadoras britânicas se unem por 3G
Duas operadoras do Reino Unido, a T-Mobile e a 3 UK, estão se unindo para construir uma rede 3G de forma mais rápida e barata do que se fizessem o trabalho sozinhas. A parceria deve economizar a cada operadora GSM mais de US$ 1 bilhão.
Pelo acordo, que prevê uma cobertura nacional em 3G em 2009, permitirá uma série de vantagens, como a redução de cinco mil antenas necessárias para a infra-estrutura e a rápida implantação de uma rede HSDPA.
Apesar de não terem anunciado acordos fora do Reino Unido, a experiência certamente servirá de base para que a T-Mobile (controlada pela Deutsche Telekom) e 3 UK (da Hutchison Wampoa, empresa com sede em Hong Kong) desenvolvam projetos no futuro.
"Esta será a primeira vez que uma rede 3G será capaz de atingir a abrangência e a capacidade para satisfazer as demandas do futuro", afirmou Jim Hyde, CEO da T-Mobile UK. "À partir de 2008, os clientes poderão contar com acesso a serviços 3G de alta velocidade em um número maior de localidades do que hoje com a nossa infra-estrutura própria", completou.
"É emocionante pensar que dentro de pouco tempo, onde quer que você tenha a cobertura 2G, você terá condições de acessar a internet em alta velocidade através de dispositivos 3G", comentou Kevin russel, CEO da 3 UK.
IT Web – 04/01/2008

Qualcomm é proibida de vender chips
A fabricante de chips para telecomunicação sem fio Qualcomm foi impedida de ser vendida no início da semana nos Estados Unidos,com processadores de terceira geração (3G) que infringem patentes da Broadcom, mas a companhia contornou o problema.
Segundo a Qualcomm, os novos chipsets já estão disponíveis e estarão em celulares antes do final de março. A Qualcomm também informou que está avaliando opções que incluem apelações depois que um juiz de um tribunal da Califórnia decidiu que a empresa tem que parar imediatamente de vender nos EUA chips WCDMA que violam patentes da rival Broadcom.
Um tribunal da Califórnia decidiu em 2007 que a Qualcomm infringiu três patentes da Broadcom.
Informw Digital – 04/01/2008

Nokia-Siemens fecha acordo para instalar rede móvel da Zain na Arábia Saudita por US$ 935 milhões
A Nokia-Siemens anunciou hoje ter fechado contrato de US$ 935 milhões com a operadora Zain para a instalação de redes de transmissão para celulares de segunda e terceira geração na Arábia Saudita. O acordo é tratado pela companhia européia como um dos mais importantes de sua história e, por meio dele, poderá espalhar seus equipamentos pelos mais de dez países no Oriente Médio e África.
Segundo o contrato, a Nokia-Siemens será encarregada de instalar uma rede totalmente nova na Arábia Saudita, com capacidade para suportar tecnologias de segunda e terceira gerações (2G e 3G, respectivamente). Os serviços relacionados à operação e aos sistemas da rede também ficarão a cargo da empresa.
A prestação de serviços tem duração, pelo contrato, de 5 anos e será realizada de um centro de operação de redes locais dedicado, a ser operado pela Nokia-Siemens.
Esse projeto enorme vai mudar radicalmente a face das comunicações móveis no reino da Arábia Saudita e estabelecer o padrão nessa região para a comunicação móvel no futuro, disse o executivo-chefe da Zain, Marwan Al-Ahmadi.
Esse projeto leva nossa colaboração de longa data com a Zain, estabelecida em 1994, a um novo patamar, disse o presidente da Nokia-Siemens para o Oriente Médio e África, Walid Moneimne. Esse acordo é um dos mais importantes na história da Nokia-Siemens e também bastante estratégico para nosso crescimento na África, já que a Zain está em vários países da região, completou.
A Zain, antiga MTC Group, é a principal operadora de telefonia móvel em 22 países no Oriente Médio e na África. Recentemente, recebeu licença do governo da Arábia Saudita para iniciar operações no país.
O Globo – 07/01/2008

TIM é primeira brasileira a fechar serviços à bordo de aeronaves
A TIM é a primeira operadora celular do Brasil a oferecer serviço de roaming internacional de dados a bordo de aeronaves durante viagens. Com isso, os clientes da operadora móvel, agora, podem trocar mensagens de texto (SMS) e trafegar dados utilizando seus próprios celulares, nas aeronaves onde houver Rede GSM disponível.
O serviço está implantado, inicialmente, em vôos com origem e destino europeus da Air France. A bordo da aeronave, os clientes poderão enviar e receber SMS e ainda acessar e-mails e navegar pela Internet por meio da Rede GPRS. A comunicação dentro de aviões é possível devido à integração de redes GSM conectadas a satélites.
Depois da decolagem, os passageiros poderão usufruir da comodidade da comunicação móvel ao longo da viagem e deverão desativar seus celulares antes da aterrissagem. Também será necessário desligar os telefones, caso os alertas de no mobile sejam acesos no display acima das poltronas.
"Os clientes não precisam mais aguardar a chegada de um longo vôo para dar continuidade às suas demandas emergenciais. Com segurança, eles contam com comunicação móvel a bordo: acessar e-mails, navegar pela Internet e ainda trocar mensagens", diz Marco Lopes, diretor de Marketing da TIM.
Para utilizar o roaming internacional a bordo, basta ativar o serviço uma única vez pelo *144 do TIM . O serviço é válido para clientes de planos Pós-Pagos e cada SMS enviado sai por US$ 1,50, já o recebimento é gratuito. Para tráfego de dados, o custo é de R$ 39,00 por MB.
Convergência Digital – 07/01/2008

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