07/12/2007

GERAL

Fabricantes de semicondutores e produtoras de matérias-primas lideram ganhos na Europa

Segundo afirmou à agência Bloomberg um especialista, "mesmo se o crescimento abrandar nos EUA, existe uma forte procura por parte dos países em desenvolvimento", por isso os receios de que o arrefecimento económico norte-americano possa afectar negativamente o crescimento da economia europeia estão a ser suplantados pelo optimismo em relação à evolução dos preços.

Deste modo, a fabricante de semicondutores alemã Infineon Technologies sobe 4,6% para os 8,44 euros, enquanto a STMicroelectronics cresce 2,2% para os 10,53 euros, depois da Dramexchange Technology Inc. ter previsto uma recuperação dos preços das memórias para computadores.

Em adição, os títulos das empresas do sector de mineração sobem devido ao aumento dos preços do cobre em Xangai, depois do Barclays ter previsto que estes irão atingir um recorde em 2008. A britânica BHP Billiton cresce 1,6% para os 1588 pence, enquanto a sua compatriota e congénere Anglo American cresce 2,3% para os 3189 pence.

Nota ainda para a subida dos títulos das imobiliárias britânicas, depois de ter sido noticiado que os preços das casas registaram em Novembro a maior queda dos últimos doze anos e a confiança dos consumidores entrou em forte queda, uma vez que estas poderão levar o Banco de Inglaterra a descer as suas taxas de juro.Em consequência, a Derwent London Plc dispara 4,5% para os 303 pence, enquanto a Taylor Wimpey Plc cresce 3,7% para os 194,5 pence.

Assim, às 12h06 o Ibex-35 de Madrid avança 0,64% para os 15 808,30 pontos, o Dax Xetra de Frankfurt cresce 0,78% para os 7870,24 pontos e o S&P/Mib de Milão progride 0,94% para os 38 852,00 pontos, enquanto o CAC-40 de Paris sobe 1,00% para os 5602,74 pontos e o FTSE-100 de Londres ganha 1,38% para os 6402,60 pontos.

Último Segundo – 28/11/2007

Brasil foi 2º maior investidor externo emergente em 2006


Vale do Rio Doce e Petrobras contribuíram para que o Brasil se tornasse o segundo maior investidor externo em 2006 entre os países em desenvolvimento, atrás apenas de Hong Kong, em termos de fluxo de investimento estrangeiro direto (IED). A conclusão é fruto de um estudo publicado hoje em conjunto pela Fundação Dom Cabral (FDC) e pelo Columbia Program on International Investment (CPII), da Universidade de Columbia, em Nova York.

Segundo os dados da pesquisa, pela primeira vez desde que estatísticas oficiais foram disponibilizadas o fluxo de saída em 2006 no Brasil (US$ 28 bilhões) foi maior que o de entrada (US$ 19 bilhões). Embora não haja garantias que esta seja uma tendência no futuro, os pesquisadores prevêem que os dois fluxos devem ficar em níveis relativamente altos. Além de se tornar o segundo maior "exportador" de investimentos entre os países em desenvolvimento, o Brasil foi considerado o maior investidor externo da América Latina, sendo que boa parte desses fluxos se deu em forma de fusões e aquisições.

O levantamento classificou as multinacionais brasileiras em um ranking, que contempla 20 companhias. Juntas, estas têm US$ 56 bilhões em ativos no exterior, o equivalente a mais da metade do estoque de IED brasileiro. Este montante mais do que dobrou entre 2005 e 2006, influenciado pela aquisição da Inco (Canadá) pela Vale do Rio Doce, em valor superior a US$ 18 bilhões em 2006. Além da Vale e Petrobras, integram o ranking Embraer, Votorantim Participações, Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Camargo Corrêa, Odebrecht, Aracruz Celulose, Weg, Marcopolo, Andrade Gutierrez, Tigre Tubos e Conexões, Usiminas, Natura, Itautec, ALL Logistica, Ultrapar Participações, Sabó Autopeças e Lupatech.

O número de funcionários no exterior das Top 20 quase dobrou de 2005 para 2006. Três delas (lideradas pela Odebrecht) têm mais de 10 mil empregados no exterior. A média de empregados no exterior frente ao número total de funcionários para as Top 20 é de 19% (comparado a 39% para as 100 maiores multinacionais de países em desenvolvimento). Já no que se refere à distribuição por setor, foi observada uma grande concentração na exploração de recursos naturais, com duas empresas (Vale e Petrobras) representando mais de dois terços dos ativos no exterior das Top 20.

A Tarde Online – 03/12/2007

Siemens encaixa 90M€ com contrato na Rússia

"Ao longo dos últimos doze meses tem existido uma enorme e dinâmica procura no mercado das fábricas de energia russas", afirmou o membro do Conselho de Administração da Siemens, Michael Suess, em comunicado citado pelo site 'Invertia'.

A maquinaria energética será a mais beneficiada com o aparecimento de grandes pedidos provenientes do sector eléctrico russo como parte do processo de modernização da indústria do país.

A Siemens vai distribuir quatro turbinas para as duas centrais, duas de ciclo combinado e outra com capacidade de 450MW para a Urengoiskaya e outra turbina para a central térmica de Kirishi.

Diário Econômico – 03/12/2007

AUTOMOTIVO

BMW testa carro equipado com IP para acessar a internet

A fabricante de carros BMW começou a testar uma solução baseada em Internet Portocol (IP) para conectar seus carros a uma central utilizando a rede Ethernet. Engenheiros ligaram alguns componentes do carro à internet para controlar remotamente o motor, verificar o chassi e até alimentar o sistema de entretenimento (rádio e DVDs) com um servidor de multimídia. A informação foi publicada nesta segunda-feira, 3 , no site Autoblog.

A idéia de utilizar protocolo IP para "conversar" com a máquina serve para reduzir custos e antecipar tecnologia que será usada no futuro, quando houver integração entre carro, internet e aparelhos móveis como celular ou notebook. O site Autoblog faz uma comparação entre a tecnologia usada para enviar SMS e a comunicação do carro por IP: é a mesma. A comunicação fica também mais segura com o uso do protocolo.

A pesquisa da BMW ainda está em andamento, e não tem data para ter versões comerciais. Uma das funcionalidades que engenheiros da montadora querem habilitar é a navegação na internet direto no carro, nas telas de cristal líquido colocadas atrás dos bancos da frente. Eles chamam o protótipo de iDrive.

Estadão.com.br – 03/12/2007

Mercado vende 11.289 carros por dia


As vendas de carros e comerciais leves em novembro tiveram uma queda de 3,01%, mas isso não significa que o mercado está comprando menos carros do que o mês passado. Ao contrário, as compras estão crescendo. Explica-se: o mês de novembro teve apenas 19 dias úteis, isso considerando útil o feriado do dia 20, Dia da Consciência Negra, quando metade do País parou. Em outubro foram 22 dias úteis.

Quer dizer: novembro vendeu menos no balanço mensal, mas teve mais vendas diárias. As 11.289 unidades vendidas por dia no mês passado marcaram novo recorde histórico.

Novembro fechou com 225.779 carros e comerciais leves, ante 232.790 de outubro.

A líder do mercado, a Fiat, fechou novembro com vendas 1,78% abaixo do mês anterior, quer dizer, caiu menos do que a média do mercado.

A Volks vendeu apenas 2,71% a menos e portanto também cresceu em participação: foram 51.797 ante 53.239 de outubro.

A maior queda entre as quatro grandes ficou com a GM, que teve os modelos Vectra, Meriva, Corsa e Astra com vendas bem abaixo da média. A Meriva foi o carro que mais caiu em vendas, vendeu em novembro 21,99% a menos que em outubro. A GM fechou o mês com 45.603 unidades.

A Kia foi a marca que mais cresceu no mês, um aumento de 40,31% em relação a outubro. Das quatro grandes apenas a Ford aumentou as vendas no mês.

Vendas por montadora

Carros e comerciais leves

Marcas

out/07
nov/07
Var.%

Kia
769
1.079
40,31

Nissan
1.228
1.526
24,27

Renault
7.383
7.838
6,16

Land Rover
291
305
4,81

Toyota
6.620
6.905
4,31

Ford
22.706
23.078
1,64

Mitsubishi
2.780
2.765
-0,54

Fiat
60.309
59.237
-1,78

Volvo
121
118
-2,48

Volkswagen
53.239
51.797
-2,71

Audi
157
151
-3,82

Citroën
5.939
5.626
-5,27

Peugeot
7.806
7.316
-6,28

Chevrolet
48.824
45.603
-6,6

Hyundai
2.744
2.495
-9,07

Mercedes-Benz
492
426
-13,41

Honda
10.083
8.665
-14,06

Troller
113
87
-23,01

Chrysler
210
144
-31,43

BMW
330
213
-35,45

Fonte: Renavan

Auto Informe – 04/12/2007

Inflação do Carro chega a 3,97%

O custo para andar e manter o carro teve a quarta alta mensal consecutiva, subiu 0,48% em novembro e atinge 3.97% no acumulado do ano. O índice do IMC - Índice de Manutenção do Carro, mais conhecido como Inflação do Carro, é maior do que o IPC da Fipe no período (3,23% até a terceira quadrissemana de novembro).

A cesta de serviços é a que mais está pesando no custo de manutenção do carro. Em novembro a alta foi de 0,66% e no acumulado de janeiro a novembro os serviços automotivos já subiram 9,13%. As peças tiveram aumentos abaixo da média: 0,52% em novembro e 2,15% no ano.

O álcool foi o item que mais subiu de preço em novembro (+ 12,49%, veja matéria), seguido pelo serviço de cambagem, que ficou 7,07% mais caro, e o balanceamento de rodas, com alta de 4,51%. Na outra ponta, a pastilha de freio ficou 4,07% mais barata e estacionar o carro por um período de até duas horas também ficou mais barato em novembro: - 2,04%.

O preço da gasolina fechou novembro estável.

Os itens que mais subiram
Item

Novembro %
Jan-Nov %

Álcool
12,49
0,91

Cambagem
7,07
27,92

Balanceamento
4,51
26,13

Mão-de-obra / Revisões
3,94
14,62

Lona de freio
3,88
16,99

Fonte: AutoInforme

Evolução por categoria
Tipo

Novembro %
Jan-Nov %

Peças
0,52
2,15

Serviços
0,66
9,13

Impostos
0
3,98

Seguro
0,31
3,36

Total
0,48
3,96

Fonte: AutoInforme

Auto Informe – 03/12/2007

Produção cai em novembro, mas cresce no ano

A Anfavea anunciou hoje (6) queda de 10,2% na produção de veículos automotores em novembro, em relação ao mês passado, mas no acumulado do ano o setor mantém bom crescimento em relação ao período de janeiro a novembro do ano passado: + 13,4%.

Esses números referem-se à produção de carros montados e também CKD, para exportação.

A queda em relação a outubro é em razão do menor número de dias úteis em novembro. No mês passado a indústria trabalhou 20 dias e em outubro 22.

O ritmo de produção diária continua portanto em crescimento.

As exportações tiveram queda de 6,6% este ano em relação ao volume de unidades, em razão da valorização do real em relação ao dólar.

Mas em valores, as vendas externas cresceram em relação ao ano passado.

O faturamento das montadoras brasileiras com as exportações aumentou 8,8% até novembro.

A situação não poderia ser melhor: vendeu menos e ganhou mais.

Auto Informe – 06/12/2007

Volkswagen deve crescer 33% este ano

A Volks anunciou ontem (4) em São Paulo que vai fechar 2007 com um crescimento de 33% nas vendas internas, comparadas com o mesmo período de 2006.

Um crescimento superior ao da indústria, que prevê 28% de aumento.

Mediante esse crescimento a montadora deve fechar 2007 com 546 mil veículos comercializados, entre carros e comerciais leves, ante os 409.832 de 2006.

A montadora estima elevar sua participação no mercado em 0,9% e fechar o ano com 23.3%, ante 22,4% do ano anterior.

Auto Informe – 05/12/2007

CONSUMER

Guerra de preços entre Intel e AMD dá sinais de enfraquecimento

Feridas pela guerra de preços em microprocessadores, a Intel e a AMD estão tentando se afastar deste tipo de competição e se diferenciar pelos recursos e funcionalidades dos seus chips, segundo um estudo da iSupply.

Embora a Intel tenha uma considerável liderança sobre a AMD no mercado global, ambas as empresas admitiram recentemente que a competição por valores diminuiu, o que pode significar o começo do fim da guerra de preços em processadores x86, disse a iSuppli.

As receitas totais com processadores no terceiro trimestre foram de 8,53 bilhões de dólares, um aumento de 10,9% sobre o ano anterior, com a Intel respondendo por 78,7% do mercado - uma alta de 4,6 pontos percentuais. A AMD ficou com 13,9% do mercado, caindo 2,9 pontos percentuais.

Outros fornecedores, como IBM, Freescale e Marvell Technology, responderam por 7,4% do mercado de processadores nesse período.

O lançamento de chips com múltiplos núcleos e o uso de novas técnicas de fabricação garantiram uma estabilização de preços na arena dos processadores, segundo Dale Ford, vice-presidente da iSuppli.

A Intel lançou recentemente seu chip eficiente em energia Penryn, feito em 45 nanômetros. A AMD deve iniciar a produção em 45 nanômetros em 2008.

Além do incremento dos chips com recursos como suporte a virtualização e melhor qualidade gráfica, as fabricantes estão apostando em novas arquiteturas, como Nehalem e Fusion, na esperança de manter os preços em um patamar mais alto, concordou o analista Dean McCarron, do Mercury Research.

A forte demanda por chips para dispositivos móveis também está ajudando a equilibrar os preços, segundo McCarron.

Computer World – 04/12/2007

Tevês de LCD e plasma vendem mais e preços caem cerca de 35%


Com o aumento na produção e a queda do dólar, os preços de televisores de LCD ou de plasma sofreram redução de cerca de 35% de um ano para cá, e alguns chegaram a cair pela metade. Promoções agressivas das lojas também ajudam a baixar os valores em poucas semanas, mas os produtos ainda não cabem no orçamento de todo mundo. A tendência, no entanto, é de que as tecnologias substituam completamente as tradicionais tevês de tubo em breve.

O gerente de uma loja da rede Salfer da Rua Barão do Rio Branco, no centro de Curitiba, Emerson Oliveira Santana, diz que as vendas das tevês de plasma ou LCD não param de crescer e, por isso, os preços estão caindo. “Hoje se vende muito mais e, com a proximidade do fim de ano, fazemos promoções”, diz. Um aparelho LCD da Panasonic de 42 polegadas custava R$ 4.499 há um mês e agora é vendido a R$ 3.999. Na semana passada, em uma promoção, saiu por R$ 2.990, uma diferença de 33% do preço inicial. Outro modelo de 42 polegadas, da Philco, custava R$ 6.211 há um ano e agora não passa de R$ 2.990, uma queda de 51%.

Próximo dali, em uma loja MM, o preço de uma tevê LCD da Philips com 32 polegadas caiu de R$ 3.400 para R$ 2.990 em 20 dias, um desconto de 12%. “É por causa da concorrência e pelo final do ano”, diz o gerente Emerson Alipio. Na Casas Bahia que fica em frente, o preço de uma tevê de plasma LG de 42 polegadas passou de R$ 4.200 para R$ 2.999 nas últimas semanas, uma diminuição de 28,5%. “É que a loja compra em grandes quantidades”, explica o vendedor Marcelo de Oliveira.

Para o diretor de pesquisas da IT Data, Ivair Rodrigues, os principais motivos para o corte no preço dos televisores são a queda no dólar, pois grande parte dos componentes são importados, e a grande demanda mundial pelos produtos, o que aumenta o ganho de escala. “O preço caiu cerca de 35% de um ano para cá. Uma tevê de 32 polegadas custava R$ 4.500 e hoje pode ser encontrada por R$ 2.500. O preço deve cair ainda mais no ano que vem”, diz. Segundo Rodrigues, não são todos que podem comprar uma tevê de plasma ou LCD, mas a tendência é que a tecnologia domine as lojas nos próximos anos e que os aparelhos de tubo, muito mais baratos, saiam de cena. “Com certeza, algum dia cada um ainda vai ter a sua tevê de LCD ou plasma. Nos Estados Unidos não são mais vendidos tevês de tubo.”

A Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) espera que as vendas de aparelhos de LCD e plasma atinjam de 750 mil a 1 milhão de unidades neste ano. No ano passado, as duas tecnologias foram responsáveis pela venda de 350 mil aparelhos de tevê. A entidade não tem dados separados sobre cada tecnologia. Ainda assim, as vendas totais de televisores devem fechar o ano em queda, com 9,5 milhões de unidades, contra 10,8 milhões de 2006.

Gazeta do Povo – 05/12/2007

Sony fabrica no Brasil e quer vender 10 milhões de notebooks no mundo em 2010

A linha Vaio está recebendo mais atenção e foco da Sony. A empresa anunciou nessa quarta-feira (28/11) o lançamento de novos equipamentos no Brasil. “Vamos continuar na linha Premium, mas agora vamos ampliar para o Mass Premium”, afirma Bob Ishida, presidente mundial da Vaio.

O objetivo da companhia é vender 10 milhões de unidades em 2010, sendo que neste ano esse valor é de 5,3 milhões. Entretanto, no Brasil, o crescimento da linha é ainda maior. “Como estamos no Brasil só há 11 meses, esperamos um crescimento de no mínimo 400%”, avalia Francisco Simon, diretor de vendas e marketing da linha da Sony.

Para isso, a empresa anuncia que vai começar a produção local de equipamento. De acordo com Ishida, a capacidade é superior a demanda local, mas mesmo assim não será voltada à exportação. O executivo acrescenta ainda que, atualmente, a linha de notebooks representa 90% das vendas da linha Vaio no mundo e, mesmo daqui três anos, isso não deverá mudar.

Com a meta de aumentar os negócios do setor, a estratégia da companhia é aumentar os focos de atuação. “Hoje é claro que o varejo é o nosso maior colaborador para a popularização de notebooks e, por isso, vamos estender as parcerias que temos também para Carrefour, Ponto Frio e outras”, diz.

Mesmo assim, a intenção é ampliar mercado e dar foco também para o mercado corporativo. “Isso é uma diretriz mundial, mas no Brasil está realmente bem no começo”, garante.

A estratégia para oferecer preços mais atraentes, segundo a Sony, foi começar a produção no Brasil. “As duas únicas fábricas próprias que temos estão em São Diego (EUA) e no Japão, mas em todo o mundo temos parcerias no estilo OEM (Original Equipment Manufactor), que é o que será feito no Brasil”, afirma.

Por aqui, a companhia fechou um acordo com a Foxcom, que fica em Jundiaí (SP) e que já começou a produção de equipamentos. “De maneira geral, o conceito que queremos transmitir com esse e outros anúncios Vaio é o de linha High Definition que pode ser transportada", finaliza.

Também nesta quarta-feira (28/11), a Philips anunciou a produção local de notebooks. Veja os detalhes do anúncio.

Convergência Digital – 03/12/2007

Acer supera Lenovo, começa a mirar na Dell

O chairman da Acer, J.T. Wang falando com a imprensa em teleconferência para comentar os resultados da empresa, garantiu que, ano que vem, a empresa vai ter mais de 12% de participação do mercado global de PCs, o que a coloca em condições de desafiar a segunda colocação da Dell no setor.

A entrega de produtos da Acer cresceu com velocidade neste ano pelo seu foco em laptops, o equipamento mais quente do setor, defende o presidente do conselho da empresa, e pela estratégia da companhia de trabalhar de maneira próxima com os distribuidores.

A alta nas vendas foi de 58% na comparação ano a ano no terceiro trimestre de 2007, de acordo com o Gartner. O fornecedor de PCs de Taiwan foi responsável por 8,1% do total de vendas no trimestre, enquanto ficou com 5,9% ante mesmo período no ano anterior. Estes números não incluem os resultados da Gateway, adquirida pela Acer por 710 milhões de dólares.

As vendas da Dell cresceram 3,5% no trimestre, mas a empresa perdeu participação de mercado ao se comparar com 2006. Ela manteve a segunda posição, mas com 14,4% do setor, contra os 15.9% que tinha em 2006.

A Hewlett-Packard manteve a liderança com 18,8% do setor, alta perante os 16,1% no ano passado. A Lenovo ficou com 8%, maior do que os 7,5% de 2006. A IDC afirma que a Lenovo está à frente da Acer nos três meses que vão de julho a setembro.

A Acer prevê que vai crescer também em dígitos duplos em 2008, mais até do que o setor como um todo. Executivos afirmam que o último trimestre do ano promete ser bom, sem indicação de queda na demanda.

“Não vemos nenhuma redução. A demanda ainda é ótima”, diz Gianfranco Lanci, presidente da Acer. Ele prevê as vendas crescendo em 10% a 20% sobre o trimestre imediatamente anterior. A companhia não divulgou quantos PCs vendeu no terceiro trimestre, mas o Gartner estima pelo menos 5,55 milhões de unidades.

A partir do quarto trimestre, a Acer vai adicionar os números da Gateway aos seus resultados, o que vai aumentar a sua participação de mercado.

Computer World – 03/12/2007

TV Digital poderá chegar a todo o país por meio de antenas parabólicas

Com uma tecnologia alternativa já é possível captar o sinal digital por meio das antenas parabólicas em qualquer parte do país, até mesmo numa tribo indígena no meio da Amazônia. O teste foi realizado em Brasília, nesta quinta-feira em apresentação para o ministro das Comunicações, Hélio Costa.

O novo sistema desenvolvido pelas emissoras TV Band e Rede TV vai possibilitar a qualquer um que tenha antena parabólica o acesso à TV Digital logo a partir do início das transmissões. Para isso, basta ter o conversor específico, que deve chegar ao mercado ainda em dezembro.

- Com esse sistema, quem tem uma parabólica vai poder ter acesso imediato à TV Digital, em qualquer ponto do território nacional - afirmou o presidente da Rede TV, Amilcare Dallevo. A transmissão foi realizada em um aparelho Full HD de 60 polegadas, utilizando a resolução máxima possível de 1920x1080 linhas. Segundo Amilcare, três empresas já manifestaram interesse em fabricar o conversor.

Estima-se que, no Brasil, existam cerca de 20 milhões de residências que utilizam antena parabólica, um público estimado em mais de 50 milhões de pessoas. Com o novo conversor, o sinal digital chegará a todas casas antes mesmo da conclusão do cronograma oficial de implantação da TV Digital em todo o país.

O Globo Online – 03/11/2007

IBGE: produção industrial cresceu 2,8% em outubro

Com a estréia da TV digital, os conversores, ao lado das TVs com sistema integrado para a nova tecnologia, são as "estrelas" em cena no mercado. Nem sempre o mais barato, no entanto, pode ser o mais adequado para a TV que se tem em casa. Os que têm preços mais baixos não oferecem todas as funcionalidades da nova tecnologia.

Além disso, como ainda não há à venda nas lojas os conversores com sistema Ginga, que permite a interatividade, os primeiros aparelhos lançados correm o risco de serem logo ultrapassados.
No domingo, quando a TV digital estreou oficialmente, Eugênio Staub, presidente da Gradiente, afirmou que, "nos próximos dias", a empresa -- que seria a primeira no mercado a ter conversor com o software criado no país -- vai lançar um conversor já pronto para receber o Ginga.

Já o gerente de Produto da Semp Toshiba, Deniz Lozano, confirma que os conversores à venda no momento ainda não permitem interatividade. Ele explicou que, como não tinham sido definidas as especificações para o desenvolvimento do software Ginga, responsável pela interatividade no modelo brasileiro, a empresa aguarda posição do Fórum Brasileiro da TV Digital, com aprovação do Ministério das Comunicações.

- Nossos conversores também não têm hardware para gravação. Aliás, nem a concorrência tem. Mesmo porque ainda existe uma discussão no Fórum sobre a permissão ou não da gravação de programas em alta definição por parte do consumidor. Há várias questões envolvidas como direito autoral e pirataria - observou Lozano.

A Semp Toshiba lançou dois conversores digitais para atender qualquer marca de televisor. O modelo DC 2007M SEMP-Digital Terrestrial Receiver é indicado para consumidores que possuem aparelhos de TV convencionais e custa R$ 899. Ele pode ser conectado pela entrada de antena do televisor, tem receptor de canais digitais, controle remoto unificado para o televisor e é compatível com formatos de telas quadradas e retangulares. Tem ainda saídas analógicas para áudio e vídeo.

Preparado para TVs de Plasma ou LCD, o SEMP DC 2008H - Digital High Definition Terrestrial Receiver - apresenta saída para imagens em alta definição e de áudio digital. O equipamento custa R$ 1.199.

Na linha da Philips, o conversor, nos modelos DTR1007B/78 e DTR1007W/78, que custa R$ 1.099, recebe os novos canais de TV digital e é indicado para os televisores atuais. O aparelho possui controle remoto com um cabo conector USB para multimídia, que permite acessar fotos, vídeos e músicas.

"Mesmo quem tem televisores de LCD ou plasma com a denominação HDTV Ready também precisará de um conversor"

A Positivo Informática entrou no mercado com dois modelos de conversores: o DigiTV Positivo e o DigiTV HD Positivo. De acordo com Hélio Rotenberg, presidente da Positivo, o primeiro aparelho permite que todos os que possuem TV de tubo possam ver os canais abertos com qualidade de DVD.

- Mesmo quem tem televisores de LCD ou plasma com a denominação HDTV Ready também precisará de um conversor. Neste caso, a indicação é o modelo com a conexão HDMI, que permite imagens com resolução de até 1.080 linhas, conhecida como Full HD - observou Rotenberg.

Com o DigiTV Positivo, vendido a R$ 499, por exemplo, o telespectador assistirá aos programas da TV aberta com a mesma qualidade de um DVD ou TV a cabo digital. Indicado para televisores de tubo ou LCD/Plasma sem entrada HDMI, que são a maior parte dos aparelhos hoje em uso no país, o DigiTV Positivo permite a recepção do sinal digital e garante a conversão para o formato compatível com os televisores analógicos convencionais.

Mais sofisticado, o DigiTV HD Positivo, que custa R$ 699, é recomendado para quem possui TV com resoluções de 720 ou 1.080 linhas e poderá desfrutar de imagens de alta definição. Vem com cabo HDMI.

Os dois modelos requerem uma antena de sinal digital UHF para a recepção, não inclusa.

Mesmo com dificuldade em encontrar os conversores nas lojas, o consumidor, que também pode adquirir o produto pela internet, precisa saber o que cada um deles oferece.

Polêmica em torno do Ginga
O ministro das Comunicações, Hélio Costa, afirmou ontem, em Brasília, que os conversores são obrigados a conter o Ginga, programa que permite a interatividade. De acordo com o ministro, o Fórum do Sistema Brasileiro da TV Digital editou novamente, na semana passada, as normas técnicas do conversor.
No entanto, segundo documento da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), que divulgou as especificidades aos conversores no sábado, "o porte do Ginga é opcional".

O Globo – 05/12/2007

IDENTIFICATION

Telemóveis podem transformar-se em carteiras inteligentes

Em breve os telemóveis vão transformar-se em carteiras inteligentes, fruto do interesse manifestado por várias operadoras móveis em disponibilizar equipamentos com tecnologia NFC (Near Field Communication) integrada.

A NFC é uma tecnologia semelhante à das etiquetas de identificação por rádio-frequência (RFID), usada para monitorizar stocks numa loja.
Combina a segurança dos smart cards com a tecnologia bluetooth, possibilitando a transferência segura de dados e aplicações de meios de pagamento através de um interface de rádio-frequência

As unidades integradas nos telemóveis podem guardar informações pessoais, possibilitando o uso destes equipamentos como chaves electrónicas, dinheiro, bilhetes ou cartões de crédito.

"A NFC abre um vasto leque de possibilidades e nós estamos apostados em assegurar que a indústria trabalhe em conjunto de forma a optimizar o seu potencial", explicou Alex Sinclair, da GSM Association, que representa os agentes do mercado.
"A interoperabilidade e a standardização são requisitos fundamentais para o sucesso do mercado móvel", salvaguarda o responsável, citado pela BBC.

Sinclair esclarece ainda que há dois elementos fundamentais para o funcionamento deste sistema - um chip integrado no telefone onde é possível guardar dados de vários tipos e transmiti-los sem fios, e um leitor, através do qual é possível aceder às informações aí armazenadas.

Com um telemóvel deste tipo será possível adquirir uma série de bens e serviços de forma segura e, por exemplo, enviar fotografias ou músicas para alguém que tenha um equipamento do mesmo género.

Mike Roberts, um analista da Informa Telecoms and Mobile, garante que esta é uma mudança sensível para as operadoras.
"Precisam de aumentar os seus lucros e assegurar-se de que o telemóvel se mantém algo fundamental para os consumidores", acrescentou.
Ainda assim, este especialista não deixou de destacar as potencialidades desta aposta: "É de baixo custo e de baixa potência. Apenas têm que descobrir coisas úteis para fazer com ela".

Embora não tenha sido divulgado nenhum prazo para a adopção desta tecnologia, 14 operadoras móveis (entre as quais a Cingular Wireless, Orange, Telefonica Móviles Espanha e a Vodafone) estão já a colaborar no desenvolvimento de aplicações NFC.

Informa – 03/12/2007

INDUSTRIAL

Schneider Electric lança inversor de freqüência

A Schneider Electric, especialista mundial em produtos e serviços para distribuição elétrica, controle e automação, traz para o mercado nacional o inversor de freqüência Altivar 61 com ampliação da faixa de atuação. O produto agora comanda motores de 0,75kW a 800kW em tensões de 220Vca a 690Vca. Seu novo limite de tensão é uma necessidade de uso crescente no Brasil, pois mantém os benefícios dos custos de componentes e da operação em baixa tensão em comparação aos inversores de média tensão.

O novo Altivar 61 conta com mais de 150 funções direcionadas às aplicações de ventilação, refrigeração, ar-condicionado, aquecimento e bombeamento. Desenvolvido para comunicação em Modbus e CanOpen, o inversor de freqüência pode incorporar outros protocolos de automação industrial, como DeviceNet, Ethernet, FIPIO, Interbus_S, Modbus Plus, Profibus DP e Unitelway. Desta forma, o Altivar 61 é capaz de se integrar facilmente aos sistemas de controle e supervisão mais sofisticados.

O produto atende a rígidas normas internacionais de qualidade (Certificação UL, CSA, DNV e Marcação CE) e de proteção ambiental, como a RoHS (Restriction of Hazardous Substances) e WEEE (Waste Electrical and Electronic Equipment).

A Schneider Electric, líder mundial em produtos e serviços para distribuição elétrica, controle e automação, atende os mercados industrial, predial e residencial, além de energia e infra-estrutura. No Brasil há 60 anos, a companhia emprega mais de mil funcionários e possui 11 filiais comerciais, dois mil pontos-de-venda e quatro unidades fabris – São Paulo (SP); Guararema (SP), Sumaré (SP) e Curitiba (PR). Em 2006, a Schneider Electric registrou faturamento mundial de 13,7 bilhões de euros, contando com 205 fábricas e 112 mil funcionários.

Portal Fator Brasil – 05/12/2007

Como melhorar a gestão do seu negócio com softwares Bematech


A Bematech tem uma completa linha de programas (softwares) para gestão comercial. Não importa o segmento em que você atua ou o porte da sua empresa, a Bematech tem soluções que atendem as necessidades específicas do seu negócio. Confira abaixo um resumo dos produtos:

Minha primeira automação - BVT Light
Se você está começando a se automatizar, a linha BVT Light pode ser a melhor opção. Disponível nas versões para lojas de venda balcão (BemaSale), serviços (BemaService), alimentação (BemaFood) e para estacionamentos (BemaPark). O pacote é composto por impressora térmica, display para cliente e microterminal com software da Bematech já embutido, que permite a administração básica do seu negócio.

Busco maior controle para crescer – Bematech Software (Smart) e BSP
Para empresas que necessitam de um maior nível de gerenciamento, a Bematech oferece uma completa gama de softwares, próprios, da linha Smart, ou desenvolvidos por parceiros homologados no programa Bematech Software Partners (BSP)*. Leve a vantagem de trabalhar com aplicativos prontos para os equipamentos Bematech, que você já confia.

Gestão para grande porte – Gemco Anywhere
Caso sua empresa já esteja em um nível mais avançado, composta por uma rede de lojas, com centro de distribuição, etc, a escolha certa é a linha Gemco Anywhere, presente nos varejistas de maior destaque no cenário nacional.

* O programa Bematech Software Partners tem 10 anos e reúne os melhores desenvolvedores de software do país.

Contate a filial mais próxima na sua região para informações na área de software.

Bematech – 05/12/2007

TELECOM

CPqD e Siemens fecham parceria para criar solução convergente

CPqD e Siemens fecham parceria para criar solução convergente. As duas empresas vão combinar os portfólios para levar ao mercado corporativo uma solução convergente completa, que alia padrões abertos (SIP), mobilidade, gerenciamento, controle e redução dos gastos com TI e Telecom

A nova solução utiliza o HiPath 8000 da Siemens, plataforma de comunicação IP totalmente baseada em software, e o serviço de Gestão de Recursos de Telecom (GRT) do CPqD. O HiPath 8000 permite o gerenciamento centralizado de toda a comunicação corporativa, incluindo rotas de menor custo, perfis de usuário e VoIP a partir de um datacenter.

A aplicação nasceu totalmente dentro da linguagem do protocolo de Internet (IP) e utiliza o SIP (Session Initiation Protocol), que possibilita agregar todos os tipos de recursos e funções necessárias no mundo das aplicações de comunicação convergentes, como mobilidade, aumento da produtividade e experiência rica do usuário, além de permitir a migração gradual do legado.

Já a metodologia Telecommunication Expenses Management (TEM) do CPqD possibilita a redução dos gastos por meio da identificação e alocação correta dos recursos, relatórios gerenciais sobre volume e tendências de gastos com 0800, LDN, LDI e evolução de consumo por tipo de serviço, além da verificação de contratos, auditoria de fatura e coleta de informações diretamente na plataforma de comunicação SIP.

A metodologia também indica o momento necessário para a migração para novas tecnologias, assegurando a redução de custo planejada no cliente. "Por meio desta solução TEM, que já se encontra implantada com sucesso em redes corporativas de grandes empresas, o CPqD tem contribuído significativamente para o resultado empresarial dos clientes em função de expressiva redução nas despesas com telecomunicação proporcionada pela metodologia de gestão", reforça José Eduardo Azarite, diretor de Mercado Corporativo do CPqD. "O Banco do Brasil declarou publicamente seu potencial de redução em R$ 100 milhões com uso contínuo desta metodologia", complementa Azarite.

"O diferencial dessa parceria é combinar a experiência do CPqD em consultoria e gestão de custos de Telecom com as soluções Siemens de comunicação corporativa de última geração, utilizando padrões abertos e aplicações aderentes à arquitetura orientada a serviços (SOA)", explica João Fábio de Valentin, gerente do portfólio de serviços e soluções da Siemens Enteprise Communciations. Na parceria, a Siemens Enterprise Communications também vai incorporar à solução os serviços de gerenciamento pró-ativo de todo o ambiente, por meio do seu Centro de Operações de Redes (NOC) no Brasil, que assegura a disponibilidade e o desempenho da infra-estrutura de comunicação dos clientes, incluindo as redes de dados, voz e Voz sobre IP (VoIP).

O portfólio apresentado pode ser comercializado em modelos de serviços flexíveis, compreendendo 'Hosted Services' ou 'Managed Services', ambos permitindo a conversão de custos fixos (CAPEX) em custos variáveis (OPEX). Tanto a Siemens como o CPqD vão oferecer a solução completa para o mercado. "Os primeiros projetos resultantes da parceira Siemens – CPqD estão em andamento e as empresas já atuam em conjunto numa grande companhia do segmento petroquímico", conta Valentin.

A necessidade da parceria Siemens e CPqD foi identificada por ambas as empresas. "As grandes companhias do Brasil estavam demandando por este tipo de serviço, prestado por empresas de porte e com experiência comprovada em suas respectivas áreas de atuação", complementa Valentin.

Como pólo de desenvolvimento tecnológico, o CPqD colabora na criação e desenvolvimento de capital intelectual na área de gestão de redes, inserindo o Brasil no mercado global. A Siemens Enterprise Communications também se dedica a nacionalizar os produtos e soluções criadas pela matriz, conforme as demandas e características do mercado local. A equipe de Professional Services da Siemens, que fica dividida entre o prédio da empresa em São Paulo e o centro de P&D em Curitiba, é responsável pelas adaptações e customizações nas aplicações solicitadas pelos clientes.

Convergência Digital – 05/12/2007

Telefônica cria serviço de instalação para PCs e até televisores

A Telefônica iniciou no estado de São Paulo uma nova modalidade de serviços ao consumidor, pouco ligada ao segmento de telecomunicações. A operadora de origem espanhola passou a fazer instalação e prestar serviços de manutenção em equipamentos como microcomputadores, televisores e home theaters.

O serviço, batizado de Tec Total, é prestado em eletroeletrônicos de qualquer marca e tem por objetivo incentivar a contratação de serviços da Telefônica, como o acesso em banda larga ou a TV por assinatura, mas essas não são condições imprescindíveis para a prestação dos serviços do Tec Total, como explicou Carlos Morales Paulin, vice-presidente da operadora para o segmento residencial.

Segundo ele, "os equipamentos estão cada vez mais complexos, por isso os clientes precisam de assessoria" quando adquirem um televisor de mais nova geração ou um computador novo. A empresa já fechou parcerias com o Ponto Frio e com o Carrefour para que possa oferecer seus serviços aos consumidores dessas redes.

No caso do Carrefour, explicou o executivo, a parceria envolve a oferta - pela rede de varejo francesa - do Speedy, serviço de banda larga da Telefônica, mas a contratação dos serviços do Tec Total pode ser feita por qualquer consumidor.

Morales Paulin apresentou, durante o Broadband World Forum Americas, o conceito do "lar digital" que a operadora quer oferecer, que envolve banda "muito larga" e serviços em quatro vertentes: telecomunicações (telefonia, videoconferência), internet (transmissão de dados e serviços de valor agregado), TV (com alta definição e recursos como DVR) e segurança no lar (com recursos de telessegurança).

Computer World – 04/12/2007

Telefónica reitera que não vende participação na Vivo para a PT


O administrador geral da Telefónica, Antônio Viana-Baptista, reiterou nesta terça-feira que o grupo espanhol não está interessado em vender sua participação na Vivo Participações para a Portugal Telecom (PT). No Brasil, as duas empresas dividem o controle da maior operadora de telefonia móvel do País em market share.

Viana-Baptista, que conversou com a imprensa ao participar de uma conferência de telecomunicações, em Lisboa, afirmou que o relacionamento do grupo com a Portugal Telecom é bom. Observadores do mercado têm dito que o relacionamento da dupla começou a piorar no início deste ano, quando os espanhóis apoiaram a oferta da Sonaecom pela operadora portuguesa. Pessoas próximas da situação avaliaram que, com seu posicionamento, a Telefónica pretendia obter o controle total da Vivo. A Vivo é a principal fonte de crescimento da PT, e os portugueses já afirmaram em diversas ocasiões não ter interesse em vender sua participação. As informações são da Dow Jones.

Último Segundo – 04/12/2007

3G da Claro chega a SP

A Claro iniciou nesta terça-feira, 04/12, suas operações com a rede de Terceira Geração (3G) em São Paulo e também nas cidades de Guarulhos, Jundiaí, Osasco, São Bernardo, Diadema, Barueri, São Caetano, Santo André e Santana do Parnaíba.

Desde novembro, clientes da operadora em todo o Distrito Federal, regiões metropolitanas de Recife (PE), Fortaleza (CE) e Porto Alegre (RS) já têm acesso aos serviços de conexão móvel em alta velocidade e videochamada de 3G. Nos próximos dias, Rio de Janeiro e mais dois municípios fluminenses também terão acesso aos serviços de Terceira Geração da operadora.

A Claro foi a primeira operadora de atuação nacional a lançar a rede de Terceira Geração. A nova rede está disponível para cerca de 33 milhões de pessoas em 37 municípios de cinco Estados e do Distrito Federal.

Convergência Digital – 04/12/2007

TIM lança serviço GPS no BlackBerry

Depois de apresentar o produto, de forma experimental na Futurecom 2007, ocorrida em outubro, em Florianopólis, a TIM inicia a oferta comrcial do serviço de navegação por GPS (Sistema de Posicionamento Global) para aparelhos BlackBerry, da Research In Motion (RIM).

A solução desenvolvida pela Garmin – empresa norte-americana desenvolvedora de produtos com tecnologia GPS, inclusive para os setores de aviação e náutica – oferece uma ferramenta de navegação com instruções de direção em áudio e imagens de mapas para que o cliente possa chegar com facilidade aonde quiser. O serviço está disponível inicialmente nos aparelhos BlackBerry com GPS, os modelos 8800 e o recém-lançado Curve 8310.

Até o final do ano, informa a operadora, estarão disponíveis mapas de navegação em mais de 70 cidades do Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. No Futurecom, o gerente de produtos, César Guerra, informava que o cliente do Blackberry queria ir além do e-mail. A escolha da navegação foi natural para ser a mais nova aplicação incorporada ao portfólio de serviços. Na época, a operadora não tinha ainda o custo da aplicação definida.

Agora, para contratar o pacote de navegação GPS por R$ 19,90 por mês, basta o cliente ter o serviço BlackBerry Ilimitado ou ser um cliente BlackBerry Corporativo. O cliente que baixar o serviço até o dia 31 de dezembro, poderá experimentar gratuitamente a aplicação por 30 dias antes de optar pela contratação. A navegação por GPS é válida tanto para novos quanto atuais clientes que possuem os aparelhos citados.

O modelo BlackBerry Curve 8310 tem GPS integrado e design diferenciado, além de teclado QWERTY completo, câmera fotográfica de 2 megapixels com flash e recursos multimídia como tocador de MP3. Disponível nas principais lojas da TIM, o modelo Curve 8310 custa R$ 799,00 no plano Pós-Pago TIM Brasil 400. Disponível desde agosto, o BlackBerry 8800 também tem teclado QWERTY completo, slot para cartões microSD e Media Player. É um GSM Quad-band, funciona em todo o mundo, e vem com GPS.

O serviço possui uma navegação simples, sendo fácil de usar e de instalar. Tanto que o cliente não necessita realizar novos downloads para atualização de mapas ou pontos de interesse. Após baixar o aplicativo diretamente do aparelho pelo endereço www.tim.com.br/gps, basta o usuário estar numa área descoberta para que seja possível captar sinal de satélite (funcionamento básico de um GPS) e iniciar a navegação.

A partir daí, é só selecionar no menu a categoria de busca desejada: endereço, alimentação, hotel, aeroporto e atrações turísticas de determinada cidade, entre outras opções. É possível também refinar ainda mais a pesquisa por estabelecimentos, dando nomes de restaurantes e hotéis. A partir da localização do local desejado, um mapa é aberto e as orientações são fornecidas passo a passo, inclusive por comando de voz, à medida que o usuário se desloca.

O sistema, que funciona tanto a bordo de veículos ou se os usuários estiverem a pé, caminhando, permite salvar os endereços selecionados no aparelho como favoritos, exibe o tempo estimado até o destino desejado, e ainda auxilia a definir rotas preferenciais. Uma das vantagens é conhecer caminhos alternativos e selecionar os mais rápidos e com menores distâncias.

"O uso de sistemas de navegação com GPS é uma tendência na Europa e nos Estados Unidos. Nesses mercados, teve seu uso massificado em equipamentos GPS instalados em automóveis. A TIM, por meio dessa solução integrada ao BlackBerry, agrega a conveniência da navegação GPS à praticidade do celular. Uma vez mais a TIM se antecipa ao mercado e oferece serviços completos de mobilidade para seus clientes", diz Marco Lopes, diretor de Marketing da TIM.

O mercado de GPS no celular ganha cada vez mais novos contornos. No final de novembro, a Nokia investiu R$ 8,1 bi para comprar a Navteq, empresa especializada na área. Pesquisa da Juniper Research, divulgada em setembro, revela o potencial do LBS móvel - O GPS no celular.

Em 2007, a receita estimada é inferior a US$ 1 bi, mas em quatro anos, prevê a consultoria, o faturamento na área deverá chegar a US$ 8,5 bi, principalmente pela disseminação da aplicação nos mercados mais avançados como o da Ásia-Pacífico, Europa e Estados Unidos, em função da evolução das redes para a Terceira Geração.

Convergência Digital – 04/12/2007

Motorola cai para terceira posição no setor mundial de telefones celulares

A Motorola registrou 13% de todos os telefones móveis vendidos no terceiro trimestre de 2007 para o setor de usuário final, uma queda de 21% perante o mesmo período no ano passado.

Os dados do Gartner dão conta ainda que, no mesmo momento, a Samsung registrou alta na sua participação de mercado para 15% do setor, enquanto a Nokia manteve sua liderança com 38% do segmento ou mais de um aparelho a cada três vendidos.

Os dados são decepcionantes para a Motorola, que perdeu mercado mesmo em um trimestre em que o mercado como um todo cresceu. Foram vendidos 289 milhões de telefones celulares no último trimestre, alta de 15% no comparativo ano a ano. Mas o desempenho da Motorola durante o ano inteiro foi fraco, então os resultados não geram tanta surpresa, defende Carolina Milanesi, diretora de pesquisa do Gartner.

“A Motorola vem lutando desde o final de 2006, então não é apenas neste trimestre”, disse. Os problemas da empresa, aponta Carolina Milanesi, são dois: a Motorola não encontrou um novo modelo de telefone que causou desejo nos consumidores, da maneira como o Razr fez anos atrás.

“O Razr2 foi bem, mas não teve o mesmo impacto que o primeiro Razr teve”, disse. Além deste, as vendas da Motorola pelos canais – ou telefones vendidos aos varejistas – foram fracas.

É improvável que a Motorola consiga reverter a situação antes do lançamento dos novos modelos na segunda metade de 2008, aponta a diretora. A companhia já havia caído para a terceira posição antes, mas na maior parte dos últimos anos estava na segunda colocação. Representantes da Motorola não comentaram imediatamente o relatório.

Samsung conseguiu aproveitar a fragilidade da companhia dos EUA. Vendeu 42 milhões de telefones no trimestre, gerenciou bem seu inventário e aumentou a popularidade da linha Ultra Edition II, defende o Gartner. A Samsung foi especialmente bem na Europa Ocidental, onde ficou com um em cada cinco telefones vendidos.

Mas a Nokia, que três anos atrás lutava contra maus resultados, que começa a parecer intocável. A empresa vendeu 110 milhões de telefones no último trimestre, define o Gartner, mais do que o dobro de vendas da Samsung e quase três vezes mais do que a Motorola.

“Eles aparentam estar fazendo tudo certo”, disse a diretora de pesquisas. Nokia enfrenta preços médios menores, especialmente pelas vendas de telefones mais simples em mercados como China e Índia, mas seu gerenciamento de custos e a estratégia de distribuição evitaram que a empresa sofresse perdas financeiras, ressalta o Gartner.

A quarta e a quinta colocação ficaram com a Sony Ericsson e a LG que, respectivamente, tiveram 9% e 7% do mercado.

Computer World – 03/12/2007

Samsung desenvolve celular para captar TV digital

A Samsung vai lançar em 2008. Em processo final de desenvolvimento, a previsão é que o primeiro aparelho da Samsung com TV digital esteja disponível no mercado brasileiro ainda no primeiro trimestre de 2008.

O novo terminal suportará o sinal do padrão brasileiro (ISDB-T 1seg) e disponibilizará antena retrátil para TV digital e plataforma 3G HSDPA. Além disso, contará com display colorido, câmera com resolução de 2 megapixels, MP3 player e conexão Bluetooth. O celular também permitirá aos usuários a realização de vídeos-chamada, um dos principais benefícios da tecnologia 3G.

Toda a adequação técnica do novo aparelho está sendo desenvolvida localmente pelo centro de Pesquisa & Desenvolvimento da Samsung em Campinas.

O Globo Online – 03/12/2007