|
07/03/2008
GERAL
Vendas de chips mantêm-se estáveis em janeiro
As vendas globais de semicondutores totalizaram US$ 21,5 bilhões em janeiro, uma variação de 0,03% em relação ao registrado há um ano, segundo a Semiconductor Industry Association (SIA). As negociações do segmento declinaram 3,6% em relação a dezembro passado, quando totalizaram US$ 22,3 bilhões.
A queda em relação a dezembro, segundo a SIA, representa uma tendência sazonal típica desta indústria. Em janeiro, as vendas costumam ser menores em todo o mundo, devido às festas de fim de ano.
Ao avaliar a estagnação do mercado, na comparação anual, George Scalise, presidente da SIA, analisa que a economia norte-americana entrou em um período de desaceleração do crescimento, o que tem impacto nas compras dos consumidores de produtos eletrônicos. Por outro lado, em outras regiões do mundo, estão se expandindo grandes bases de consumo, gerando oportunidades para fabricantes de chips.
As vendas de PCs e celulares ficaram em linha com as expectativas da SIA em janeiro. Analistas projetam crescimento de 12% nas vendas de computadores, e aumento de 12% a 15% para telefones móveis, em 2008. PCs e celulares respondem por cerca de 60% de todas as vendas globais de semicondutores.
IT Web – 04/03/2008

Intel revê, para baixo, projeção de lucro no 1º trimestre
A Intel reduziu sua previsão de lucro para o primeiro trimestre, sob a justificativa de ter havido uma queda acentuada nos preços dos chips de memória. Em comunicado divulgado nesta terça-feira (4/3), a fabricante disse que a redução nos preços de um tipo de memória NAND flash utilizada em dispositivos eletrônicos portáteis, como câmeras digitais e tocadores de música MP3 fez com que o lucro caísse mais do que o previsto.
A Intel afirmou, ainda, que sua margem bruta - uma medida crucial de rentabilidade que avalia a capacidade que uma empresa tem, ou não, para controlar os custos de produção – deve representar 54% das receitas. Isso significa um patamar abaixo de previsão anterior, de 56%.
Segundo a empresa, as outras projeções, porém, não se alteraram, incluindo a expectativa de elevação da receita de US$ 9,4 bilhões para US$ 10 bilhões no trimestre. Os analistas da consultoria Thomson Financial avaliam, no entanto, que na média as vendas totais da Intel ficarão em US$ 9,7 bilhões.
Outras fabricantes de semicondutores também têm acusado uma queda nos preços dos chips de memória. O lucro da Samsung Electronics caiu mais de 6% no ano passado, arrastado pelos preços dos chips NAND flash e de memória DRAM, o mais comum tipo de chip de memória dos computadores pessoais.
TI Inside – 04/03/2008
Corte de previsões da Intel penaliza praças europeias
A STMicroelectronics lidera os tombos no sector depois da Intel ter revisto em baixa as suas previsões de lucro. Os analistas estão a contar com uma diminuição dos resultados das empresas norte-americanas neste trimestre e no próximo, e já cortaram as suas estimativas para a Europa para este ano.
“Há ainda muita incerteza sobre a economia e nos resultados de muitas empresas”, considerou Job Curtis, gestor na Henderson Global Investors.
Em termos de indicadores, foi hoje divulgado que o crescimento da economia da Zona Euro abrandou no último trimestre de 2007, devido à desaceleração das exportações e do investimento, com o consumo a cair pela primeira vez em seis anos.
Deste modo, a maior fabricante europeia de semicondutores – a STMicroelectronics – segue a afundar 3,7% para os 7,47 euros, seguida pela segunda maior – a Infineon – que perde 2,8% para os 5,19 euros.
A Intel revelou hoje que a sua percentagem de vendas face aos custos de produção deverá ser de 54%, contrariando os 56% previstos em Janeiro passado.
Nota ainda para o sector financeiro, com o Citigroup a descer 5 cêntimos para os 23,04 dólares no mercado alemão. O maior banco dos Estados Unidos está a ser pressionado pela possibilidade, de acordo com o fundo Dubai International Capital, de poder precisar de capital adicional por parte de investidores estrangeiros para combater os prejuízos e amortizações resultantes da crise do ‘subprime’.
O Citigroup recebeu 7,5 mil milhões de dólares de Abu Dhabi, em Novembro do ano passado, depois dos prejuízos recorde com o ‘subprime’ terem retirado à instituição quase metade do seu valor de mercado.
Enfoque ainda para a PSA Peugeot Citroen que segue a recuar 3,9% para os 50,35 euros, depois do seu CEO, Christian Streiff, ter anunciado que o mercado automóvel europeu vai continuar em declínio este ano em linha com o abrandamento económico.
Deste modo, o S&P/Mib de Milão e o Dax Xetra de Frankfurt seguem a perder 1,44% para os 32 694 pontos e para os 6593,93 pontos, respectivamente, acompanhado pelo Ibex-35 de Madrid que regride 1,29% para os 12 696,70 pontos. O CAC-40 de Paris recua 1,09% para os 4691,11 pontos e o FTSE-100 de Londres desvaloriza 1% para os 5760,40 pontos.
Diário Econômico – 04/03/2008
Proposta cria empresa pública de semicondutores
O Projeto de Lei 2468/07, do Executivo, prevê a criação do Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada S.A. (Ceitec), sob a forma de empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, com o objetivo de produzir tecnologias de semicondutores, microeletrônica e áreas correlatas. Atualmente, o Ceitec funciona em Porto Alegre (RS) como uma entidade jurídica de direito privado, na forma de associação civil sem fins lucrativos e de interesse coletivo, mantido com recursos dos governos federal, estadual e municipal.
A exposição de motivos do governo cita como vantagens de uma empresa pública a possibilidade de implantação de um regime jurídico flexível, com a contratação de pessoal pelo regime celetista. Além disso, permitirá a captação de recursos de fontes privadas e a obtenção de receitas próprias, com controle público e segurança jurídica.
Segundo o projeto, o Ceitec vai produzir e comercializar dispositivos semiconditores, sistemas de circuitos integrados e produtos de microeletrônica para os mercados interno e externo. Também vai promover e dar suporte a empreendimentos inovadores nas áreas de hardware e software e ser responsável pela formação de recursos humanos, em articulação com instituições de ensino superior, centros de pesquisa e entidades empresariais.
A proposta permite que a União deixe de exercer o direito de preferência no caso de aumento de capital do Ceitec, mas deverá manter o controle acionário da empresa. De acordo com o projeto, o Ceitec será administrado por um conselho de administração e por uma diretoria-executiva. Também haverá um conselho fiscal e um conselho consultivo.
"A implantação do Ceitec propiciará a substituição seletiva e competitiva de importação de componentes que, hoje, apresentam um grande déficit na balança comercial brasileira", diz a justificativa do governo.
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
B2B Magazine – 03/03/2008

AUTOMOTIVO
Porsche vai assumir controle acionário da Volkswagen
Ferdinand Piech - neto de Ferdinand Porsche, o criador do fusca e fundador da Porsche - deu dois grandes passos em direção a um império automotivo global, unindo a montadora sueca de caminhões Scania à Volkswagen e preparando a Porsche para assumir o controle total da Volkswagen. Os dois negócios foram anuciados nesta segunda-feira - o maior deles em Stuttgart, na Alemanha, sede da Porsche; já a transação entre Volks e Scania foi divulgada pouco antes em Estocolmo, na Suécia, sede da fábrica de caminhões.
A ousadia coloca Piech - presidente do conselho da Volkswagen e cuja família austríaca controla a Porsche - como arquiteto de um grupo que fabrica desde pequenos carros e automóveis de luxo a pesados caminhões. A VW assumiu o controle da Scania, num acordo de US$ 4,4 bilhões, que a deixa mais próxima de seu objetivo de criar a líder de mercado em caminhões na Europa.
- Esse é um grande avanço para todas as partes envolvidas - afirmou o presidente-executivo da Volkswagen, Martin Winterkorn, durante conferência em Estocolmo, enfatizando que as dúvidas sobre a administração da Scania foram esclarecidas.
- Alguém poderia dizer que a empresa tem estado em jogo desde janeiro de 1999. Um período muito grande - afirmou o presidente-executivo da Scania, Leif Ostling, referindo-se a uma oferta da Volvo que não passou pela aprovação das agências reguladoras antitruste da Europa.
O mercado mal tinha digerido a surpresa quando a Porsche anunciou que iria aumentar sua participação votante na VW, de 31% para a maioria - ou seja, 50%-, mas que não pretendia fundir as duas montadoras. Em reunião extraordinária, o conselho da Porsche autorizou o esperado movimento que representa um investimento adicional de 10 bilhões de euros (US$ 15,17 bilhões). No entanto, a Porsche disse que as autoridades antimonopólio ainda devem estudar a operação - algo que pode durar alguns meses.
- Nosso objetivo é criar uma das mais fortes e inovadoras alianças do setor automotivo no mundo, que esteja à altura da crescente competição internacional - afirmou Wendelin Wiedeking, presidente-executivo da Porsche.
O aumento para mais de 50% não cria a necessidade da Porsche fazer uma oferta total pela VW, porque a empresa já fez uma oferta de preço mínimo legal no ano passado acatada pelos investidores.
- Ainda acredito que no longo prazo veremos a Porsche baseada em três pilares: carros esportivos (Porsche), carros (VW) e caminhões (VW/MAN/Scania) - afirmou o analista Michael Punzet, da DZ Bank, em nota aos clientes.
Contudo, Piech, da Volkswagen, afirmou nesta tarde que não haverá uma fusão entre a MAN, Scania e VW.
O Globo – 03/03/2008

Porsche vendeu 459 carros no Brasil em 2007
Com planos de tornar-se um império automotivo na Europa, a Porsche tem presença pequena no Brasil. A marca, que importa modelos de alto luxo, vendeu no ano passado 459 carros no País. Nos dois primeiros meses deste ano, importou 130 unidades de modelos que custam entre R$ 237,1 mil e R$ 597,8 mil.
Já a Volkswagen, a marca que a Porsche passará a controlar, é uma das maiores montadoras do País. A empresa vendeu no primeiro bimestre do ano 89.396 veículos, com participação de 22,5% do mercado brasileiro, muito perto da General Motors (GM), com 22,6% das vendas (89.670 unidades). A Fiat, líder no mercado há seis anos - posição tirada, na época, da Volkswagen -, vendeu 99.198 veículos, garantindo 25% da fatia do bolo nacional.
A fabricante de caminhões Scania, que passa a ter 37,7% de suas ações controladas pela Volkswagen, atua no Brasil apenas no mercado de caminhões de grande porte. A marca vendeu no ano passado 6.505 unidades, ou 6% do mercado total. Já a Volkswagen Caminhões disputa a liderança do segmento com a Mercedes-Benz e tem quase 30% das vendas. O Brasil é o único país onde a Volks produz caminhões e ônibus com marca própria. As informações são do jornal
Agência Estado – 04/03/2008

Brasil poderá apoiar crescimento da indústria de autopeças argentina
A recuperação da indústria de autopeças da Argentina deverá ser o principal objetivo do próximo acordo bilateral de comércio automotivo a ser firmado entre o país e o Brasil.
Durante reunião realizada hoje (3) – a primeira para discussão do pacto –, o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Ivan Ramalho, assim como o secretário de Indústria da Nação do Governo Argentino, Fernando Fraguío, destacaram a intenção de alavancar a produção de autopeças na Argentina e equilibrar a balança comercial do setor com o Brasil.
"Parece-nos racional, e assim decidimos colaborar mutuamente para que a participação argentina no mercado de autopeças cresça”, declarou Fraguío à imprensa, após a reunião.
Atualmente, Brasil e Argentina já têm políticas conjuntas para evitar o desequilíbrio na produção de veículos e peças. De acordo com as normas do acordo bilateral em vigor, que expira em 30 de junho, a cada US$ 100 em produtos do setor automotivo que um país exporta para o outro, o exportador ganha o direito de importar US$ 195 sem pagar impostos e, assim, estimula a produção do vizinho.
As regras de hoje, no entanto, não têm feito com que a indústria de autopeças argentina consiga exportar tanto para o Brasil quanto a brasileira exporta para a Argentina. “No que diz respeito a automóveis, veículos montados, não existe um desequilíbrio muito grande, o Brasil tem um pequeno superávit. Já no que diz respeito a autopeças, a diferença é mais acentuada”, afirmou Ramalho, em entrevista coletiva.
De acordo com as estimativas do secretário-executivo, o Brasil deve importar US$ 10 bilhões (cerca de R$ 16,7 bilhões no câmbio de hoje) em autopeças neste ano. Fraguío disse, entretanto, que somente cerca de 10% devem vir da Argentina.
O representante do governo argentino afirmou ainda que, só no setor de autopeças, o superávit do Brasil na balança comercial é de cerca de US$ 1,4 bilhão (R$ 2,33 bilhões). Para ele, isso tem de mudar: “Entendemos que o Mercosul deve ganhar posições no ranking da indústria automotiva. E para ganharmos posições, temos que juntar forças e recuperar a indústria automotiva argentina.”
Na opinião de ambos os representantes, mais do que alterar a política de incentivos fiscais – a ser discutida antes do fechamento do novo acordo –, é preciso dar condições para empresários invistirem na produção. Buscando isso, os dois governos já chegaram a um consenso: é preciso firmar compromissos com prazos mais longos de vigência.
“Estamos de acordo que, a partir de agora, devemos negociar programas com períodos mais longos de duração. O prazo de um ano [modelo atual] inibe a atração de investimentos. Não temos prazos definidos, mas já começamos a conversar em torno de um prazo de cinco anos”, disse Ramalho.
Ele acrescentou que "se a Argentina aumentar a sua produção de autopeças, isso vai ajudar a reduzir o desequilíbrio e pode ajudar as montadoras brasileiras, que hoje importam em valores expressivos autopeças de regiões mais distantes, com logística mais difícil e pagamento de impostos.”
Fraguío declarou que, para alcançar o objetivo, não está descartada a possibilidade de o governo brasileiro colaborar com o aumento dos investimentos no país: “Se forem investimentos argentinos, são excelentes; se forem investimentos binacionais, são muito bons; se forem investimentos brasileiros, são bem-vindos.”
A discussão do acordo prosseguirá no fim deste mês, quando representantes dos dois países se reúnem em Brasília, e no início de abril, com nova reunião em Buenos Aires.
Agência Brasil – 03/03/2008

Gol amplia liderança de vendas no varejo
Carsale - O líder do ranking de vendas de carros de passeio, no varejo, continua sendo o Volkswagen Gol, com 20.167 emplacamentos registrados em fevereiro. O hatchback ampliou sua diferença com relação ao segundo colocado, o Fiat Palio, que atingiu 16.242 unidades comercializadas. Já o terceiro colocado, o Chevrolet Celta, com 11.177 unidades vendidas superou o Corsa Sedan, com 10.879 exemplares vendidos, que ocupou a posição na primeira quinzena de fevereiro. O modelo foi ultrapassado ainda pela linha Fox (incluindo o CrossFox), que totalizou 11.165 emplacamentos.
Entre os utilitários, o Fiat Strada continua levando a melhor, com 5.157 licenciamentos. O modelo é seguido pelo Ford Ecosport, que registrou 2.939 licenciamentos, e pela Chevrolet Montana, que alcançou total de vendas de 2.892 unidades, superando a Chevrolet S10, responsável por 2.316 vendas, que ocupou o terceiro lugar nos primeiros quinze dias de fevereiro.
Análise
De acordo com o presidente da Fenabrave, Sérgio Reze, a tendência positiva de crescimento do setor automotivo deve se manter, graças principalmente aos bons resultados registrados pela economia nacional. "Eu acredito que o mercado vai continuar crescendo, já está bastante firme; entrou num ciclo mais previsível, sem picos e vales, como antes do Plano Real", declarou Reze.
Para ele, não faltarão veículos zero quilômetro no mercado, já que as próprias montadoras e concessionárias deverão, guiando-se pelo mercado, controlar a produção e a distribuição das unidades. Novas fábricas de aperfeiçoamento de produção, além de mais investimentos das montadoras são, para ele, tendências do setor. A procura por lançamentos, como o novo Ford Ka, são exceções.
Reze afirmou também que a facilitação de compra de automóveis, com financiamentos por prazos maiores, movimenta o mercado de usados, proporcionando uma renovação natural da frota nacional. A projeção de crescimento divulgada pela Fenabrave é de 20,86% com relação a 2007. A instituição prevê encerrar 2008 com a venda de 2.389.485 veículos.
Car Sale – 05/03/2008

Crise nos EUA golpeia forte empresas do setor automotivo em fevereiro
As vendas nos Estados Unidos da indústria automobilística, incluídas as da General Motors, que em janeiro haviam resistido ao embate com um aumento, viram-se duramente castigadas pela crise e todas acabaram com retrocessos em fevereiro.
As vendas da GM que registraram aumento no primeiro mês do ano, fecharam em baixa em fevereiro de 13% em relação ao mesmo mês de 2007, tendo sido comercializados 270.423 veículos.
A situação foi atribuída pela empresa a "duras condições atuais do mercado".
A maior baixa foi no setor de caminhonetes, no qual as vendas sofreram contração de 20%, enquanto que no capítulo de utilitários, o retrocesso foi mais suave (-1,2%).
A Chrysler foi a mais castigada com a venda no total de 150.093 veículos, ou 14% menos que em fevereiro de 2007.
A Ford e a Toyota registraram resultados menos negativos, mas ambas venderam, respectivamente, 6,9% e 6,6% menos em fevereiro. A Ford comercializou 196.681 unidades e a Toyota, 182.169.
A Toyota também teve um retrocesso de 13,2% nas vendas de sua marca Lexus.
Além disso, a Ford anunciou que prevê produzir 730.000 veículos no segundo trimestre, 10% menos que há um ano - uma redução que significará a supressão de 2.500 empregos e que, segundo comunicado da firma, "reflete as condições econômicas atuais".
AFP – 03/03/2008

CONSUMER
LG prevê receita de US$ 3 bi
A sul-coreana LG Eletronics projeta faturamento de US$ 3 bilhões para 2008 no Brasil, ante os US$ 2,5 bilhões registrados no ano passado, quando cresceu 38,9% em relação a 2006. Os pilares desse crescimento continuam a ser as vendas de televisores e celulares que, juntas, representam cerca de 65% do faturamento da empresa no País. Mas, de acordo com Eduardo Toni, diretor de marketing da subsidiária, investimentos em outras áreas estão em estudo.
Um dos mais aguardados é a instalação de uma unidade ou linha de produção de eletrodomésticos de linha branca (refrigeradores, fogões, entre outros). Dos 130 novos produtos que a LG lançou ontem no Brasil, os aparelhos de linha branca continuam a ser importados. A empresa aproveitou a ocasião e mostrou sua linha de aspiradores de pó, segmento em que ainda não atuava no País. "Temos estudos para trazer a produção ainda este ano", disse Toni, sem revelar mais detalhes da empreitada.
Outro investimento que pode acontecer este ano é a ampliação da unidade de produção de celulares em Taubaté, interior de São Paulo. Hoje a empresa tem capacidade de produção de 12 milhões de celulares por ano. "Vamos precisar ampliar essa quantidade", garantiu. Segundo Toni, grande parte desse volume é para atender os mercados chileno e argentino. A empresa deve anunciar detalhes desta ampliação ainda este ano.
Liderança
A LG Eletronics no Brasil alcançou a liderança no segmento de televisores, com 24% de participação, segundo a própria empresa. Na categoria de televisores de tela fina, a empresa possui uma liderança ainda maior, com 38% de participação.
A LG Eletronics fechou 2007 com vendas globais de US$ 44 bilhões. Para este ano, a expectativa é alcançar US$ 50 bilhões. A empresa faz parte do grupo LG, que atua em diversos segmentos e fechou 2007 com receita de US$ 101,2 bilhões.
Gazeta Mercantil – 06/03/2008

Empresários argentinos mantêm restrições a televisores brasileiros
O titular da Associação de Fábricas Argentinas de Eletrônica (Afarte), Alejandro Mayoral, manifestou nesta quarta-feira sua rejeição ao pedido brasileiro para suspender as medidas protecionistas para o ingresso de aparelhos de televisão na Argentina.
"Se não forem mantidas as salvaguardas que protegem atualmente a indústria nacional radicada na Terra do Fogo (sul), as fábricas argentinas perderão toda a rentabilidade e deverão fechar", advertiu Mayoral em comunicado à imprensa.
O empresário afirmou que os brasileiros pretendem "ficar com 40% do mercado argentino de televisores", o que equivaleria a mais de um milhão de aparelhos por ano.
Os fabricantes brasileiros de televisores pediram, durante reunião em Buenos Aires, maior cota para suas vendas entre janeiro e setembro de 2008, com uma previsão de 175.244 unidades, e reiteraram a rejeição às medidas protecionistas em vigor desde 2004.
Do encontro participaram empresários argentinos, brasileiros e as autoridades da Terra do Fogo.
Para Mayoral, suspender as salvaguardas terminará "afetando nada menos que 15.000 postos de trabalho de forma direta e indireta numa província de 120.000 habitantes".
"O que é ainda mais contraditório na posição do Brasil é que os fabricantes radicados em Manaus pretendem inundar-nos de televisores, mas vêm impedindo sistematicamente aos argentinos ingressarem no mercado brasileiro", destacou o titular da AFARTE.
As salvaguardas vencem em 30 de junho próximo.
AFP – 06/03/2008

Acer ultrapassa Dell na distribuição de notebooks
A Acer, que no ano passado comprou a Gateway e a Packard Bell, ultrapassou a Dell no último trimestre de 2007 como o 2º fabricante mundial de notebooks, de acordo com pesquisa da DisplaySearch.
Contando as aquisições, a Acer ultrapassou a Dell em mais de 600 mil unidades distribuídas. Nos Estados Unidos, no entanto, a Dell manteve a primeira posição, suplantando a HP em mais de 3%.
Em termos gerais, a HP continua na 1ª posição em distribuição de notebooks pelo sexto trimestre consecutivo, com o mercado tendo crescido cerca de 41% em relação ao mesmo período de 2006, para 33 milhões de unidades.
As participações de mercado ficaram assim: HP, 20,1%; Acer, 15,9%; Dell, 14% e Toshiba, 8,6%. Atrás ficam a Lenovo, com 8,2%; Fujitsu-Simenes, 4,9%; Sony, 4,8%; Asus, 4.7% e Apple, 4.1%.
O tamanho de tela mais popular (50% dos notebooks que chegaram ao mercado) é o de 15,4" com resolução de 1280x800 pixels. Em segundo lugar estão as telas de 14,7" (23%).
Em 2009, a distribuição de notebooks deve ultrapassar a venda de PCs. Este ano, a distribuição deve chegar a 136 milhões de unidades, 25,8% a mais que em 2007, de acordo com Alex Yang, do Lehman Brothers. Por outro lado, o número de PCs no mercado deve cair 1,3% com relação ao ano passado, com 143 milhões de unidades.
Em geral, a distribuição de desktops tem crescido a um dígito, enquanto a de notebooks tem se mantido acima de 20% nos últimos anos.
IT Web – 05/03/2008

Dell perde lucro e busca equilíbrio em vendas indiretas
Depois de reportar queda de 6,4% nos ganhos do quarto trimestre, a Dell busca o equilíbrio entre as vendas diretas e indiretas. Segundo o CEO da companhia, Michael Dell, a empresa está "aprendendo exatamente como balancear" os negócios com canais e feitos diretamente. A afirmação foi feita depois dos resultados de seu último trimestre fiscal ficarem abaixo das expectativas de Wall Street.
"Posso dizer que até o dia de Ação de Graças [em dezembro] quase esgotamos o estoque em alguns modelos. Ainda estamos aprendendo a balancear de forma exata , mas estamos felizes com o progresso até agora", diz.
Dell comentou superficialmente sobre os negócios indiretos nos Estados Unidos, mas sem mencionar dados de performance da rede. Até o momento, são 30 mil canais ao redor do mundo, que responderam por US$ 10 bilhões em vendas no ano fiscal 2008 (encerrado agora).
A fabricante obervou, no quarto trimestre, aumento de 10,5% na receita. As vendas somaram US$ 15,99 bilhões, contra os US$ 14,47 bilhões observados no mesmo trimestre do ano anterior. Para o atual período, os analistas esperavam vendas de US$ 16,27 bilhões.
Os ganhos no trimestre foram de US$ $679 milhões, contra US$ 726 milhões do intervalo equivalente do ano anterior.
Executivos da empresa afirmam que uma "demanda conservadora nos Estados Unidos afetou o crescimento em muitas áreas de produtos". Além disso, a fabricante afirma que custos mais altos e demanda em baixa podem também afetar os ganhos e as vendas também no trimestre atual.
IT Web – 04/03/2008

Samsung e Sony devem gastar US$1,9 bi em LCD
A Samsung Electronics e a Sony devem investir cerca de 1,9 bilhão conjuntamente em uma nova linha de produção de tela plana, disse na segunda-feira um fonte na Samsung.
O comentário vem depois de uma reportagem do jornal Nikkei segundo a qual as duas empresas estão prestes a investir mais 200 bilhões de ienes (1,9 bilhões de dólares) para impulsionar a produção de telas de cristal líquido (LCD).
"As negociações estão no estágio final e serão concluídas em breve", disse a fonte, que se recusou a ser identificada. "O tamanho do investimento será desse mesmo tamanho", disse a fonte, quando perguntada sobre a reportagem do Nikkei.
Reuters – 03/03/2008

Banda Larga cresce 30,5%, mas abismo digital não reduz no Brasil
Mesmo com um incremento de 30,5% no número de conexões de Banda Larga no Brasil - 8,1 milhões, de acordo com dados da oitava edição do Barômetro Cisco/IDC da Banda Larga, divulgados nesta quarta-feira, 05/03, o serviço ainda está muito distante do cidadão comum do país, apesar da alta venda de PCs, que colocou o Brasil no terceiro lugar no ranking mundial.
Na região Nordeste, por exemplo, apenas 0,8% da população tem acesso ao serviço. Na região Norte, esse número sobe para 2,2%. No Centro-Oeste fica em 4% e nas regiões Sul e Sudeste elevam um pouco mais, variando entre 5% a 7%. No total,a penetração brasileira de Banda Larga terminou 2007 na faixa dos 4%, percentual que coloca o país atrás da Argentina, que no terceiro trimestre do ano passado tinha um precentual de 5,3%.
No estudo, ainda dentro da distribuição geográfica - o que revela o grande fosso digital do país - o Estado de São Paulo, o pólo econômico, continua sendo a região de maior consumo da banda larga, com uma penetração de 40,2% sobre a população de 7,1%. A diferença entre as regiões é um fato constatado pelos elaboradores do barômetro e a redução do abismo é uma meta a ser perseguida.
No entanto, avaliam Cisco e IDC Brasil, o incremento de 30,5% no número de conexões de banda larga em 2007 deve ser considerado como expressivo, mesmo que mantenha o fosso digital entre as regiões. A banda larga móvel - nas redes 2,5 e 3G - desponta como uma opção de curto prazo para minimizar as diferenças.
"A 3G poderá vir a fazer a diferença em 2008. As operadoras móveis serão um player definitivo e virão com preços atrativos e com uma cobertura, observando a rede 2,5G, com grande capilaridade. Elas podem levar a conexão para municípios ainda não-atendidos. Teremos que esperar a criatividade das operadoras, mas haverá uma disputa entre móveis e fixas", afirmou Pedro Ripper, presidente da Cisco, empresa que, desde 2005, contrata o serviço da IDC para avaliar a expansão da banda larga no país.
A divulgação dos resultados do Barômetro em 2007 foi o primeiro evento no qual o executivo participou oficialmente desde o escândalo da Operação Persona. A expectativa com relação à oferta móvel - via dispositivo sem fio, e não, no próprio celular - é tanta que o Barômetro prevê que, nos próximos dois anos, de 1,5 milhão a 3 milhões de novos usuários de banda larga surgirão no país, isso numa visão conservadora.
"Poderemos ver, caso as operadoras móveis percebam que o serviço voz delas não será canabilizado, até uma maior valorização do serviço de acesso. O desafio das teles é que elas têm de atender o consumidor de duas pontas bastante diferenciadas - a do topo da pirâmide, que pode e quer pagar por melhores aplicações, e o da base, que nunca contratou o serviço e poderá ter acesso a uma banda larga permanente, mesmo que em velocidade entre 128 Kbps e 256 Kbps, muito melhor do que a conexão discada, hoje utilizada", destacou o presidente da Cisco Brasil, Pedro Ripper.
O estudo apurou que, em 2007, a banda larga móvel atingiu 602 mil assinantes, a maior parte deles, na rede 2,5G, e com velocidades média de 100 Kpbs. Um dos grandes apelos, na visão de Roberto Gutierrez, analista da IDC Brasil, para o sucesso do produto foi o custo baixo das promoções iniciais - o download de 40 Megabytes chegou a custar R$ 9,90, com o subsídio do modem USB, um preço compatível com a realidade do consumidor que incrementou o consumo de PCs no Brasil: A nova classe C - mais de 20 milhões de pessoas que vieram da classe D e, com a estabilidade econômica, puderam comprar o primeiro microcomputador.
O número obtido no quarto trimestre de 2007 na base de usuários de banda larga, via operadora móvel, é bastante representativo porque ele revela um incremento de 124%, em relação ao terceiro trimestre, quando o levantamento Cisco/IDC começou a considerar a modalidade.
"As ofertas estavam até então muito concentradas no mercado corporativo, mas com a entrada do produto da TIM ( em julho do ano passado - o TIM Web) para o consumidor final, as concorrentes também seguiram a estratégia. Além disso, em dezembro, a Claro já lançou o serviço 3G, em 850 MHz, em seis capitais", observou Gutierrez, da IDC.
Segundo o analista, mesmo não considerados no balanço divulgado nesta quarta-feira, 05/03,os números já observados pela consultoria junto às teles revela que janeiro e fevereiro foram de grande relevância na parte da venda de banda larga móvel. "Não tenho dúvida que teremos um resultado bastante expressivo no primeiro trimestre de 2008, mesmo sem a 3G oficial em todas as operadoras", completou Gutierrez.
O resultado dos últimos seis meses da banda larga móvel pode explicar boa parte do incremento de 34% registrado no consumo da banda larga na faixa de 128 Kbps a 256 Kbps, considerada baixa para os padrões da maior parte das aplicações, mas muito acima do ofertado, atualmente, na conexão discada.
"Temos que levar em conta que esse é um serviço de conexão permanente. Não há o perigo de a linha cair. O usuário percebe uma melhoria evidente no serviço, além de ter um produto que cabe nas suas contas do mês", completa o presidente da Cisco, Pedro Ripper.
A expectativa é tanta diante do momento brasileiro - a oferta da 3G e de uma expansão da cobertura por parte das fixas - que a Cisco reviu a meta estabelecida no início do estudo - em 2005 - para 2010, que era a do País chegar a 10 milhões de conexões. Agora, o número estimado subiu para 15 milhões, sendo 12 milhões de conexões fixas e três milhões de conexões móveis.
Convergência Digital – 05/03/2008

AOC lança monitor LCD 22” com webcam, microfone e USB hub
A AOC Brasil, marca do grupo TPV, lança o novo monitor Premium de cristal líquido (LCD) 2217Pwc, de 22 polegadas, com tela Widescreen (16:10). O modelo faz parte da linha Deevo (Design Evolution), possui webcam (1.3 MP) e microfone incorporados, para vídeo conferência e chats, amplificação dinâmica de cores (DCB) e alta relação de contraste dinâmico - 3.000:1 (DCR). Além disso, a base é ajustável em três posições: altura, rotação e inclinação. Seu acabamento segue a tendência mundial (Black Piano - preto brilhante). O monitor tem também certificado Windows Vista Premium e possui tecla única de navegação, tornando a utilização dos menus tão fácil quanto a de um celular.
O novo modelo de monitor tem tempo de resposta ultra rápido de 5ms, eliminando o efeito "fantasma" de imagens em movimento, ângulos de visão horizontal de 170º e vertical de 160º, resolução recomendada de 1.680 x 1.050, HDCP (High Bandwidth Digital Content Protection - Proteção de Conteúdo Digital de Banda Larga) - para ver conteúdo digital protegido e exibir imagens de alta definição sem distorções, conectores de vídeo analógico (RGB) e digital (DVI-D - Digital Visual Interface), consumo de energia menor do que 49 Watts, e alto-falantes estéreo e USB Hub (1 entrada para 3 saídas), que conecta três acessórios USB simultaneamente na lateral do monitor, e pesa 5,58 Kg.
Convergência Digital – 04/03/2008

IDENTIFICATION
Procon questiona bilhetagem eletrônica em Natal
A Promotoria de Defesa do Consumidor deve pedir a suspensão imediata da bilhetagem eletrônica. A decisão foi anunciada pelo coordenador geral do Procon Estadual, José Alberto de Souza Madruga, que participou de uma audiência na manhã de ontem na sede da promotoria. A reunião aconteceu a portas fechadas, presidida pelo promotor Sérgio Sena, e contou com a presença do assessor jurídico da Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito Urbano (STTU), Teles Márcio dos Santos, da secertária-adjunta Lúcia Rejane e de representantes do Sitoparn.
Segundo Alberto Madruga, ‘‘nenhum órgão questiona a implantação do novo sistema, a questão é que ele deveria ser submetido à STTU.’’ Alguns usuários, inclusive empresas, entraram em contato com o Procon Estadual para reclamar o problema que vêm enfrentando. Agora, o órgão vai aguardar a documentação contendo as reclamações registradas desde a última sexta-feira para pedir a suspensão imediata do sistema e a volta do vale-transporte de papel.
Para a vice-presidente do Sindicato dos Permissionários de Transporte Opcional Público de Passageiros (Sitoparn), Edileuza de Queiroz, o principal problema para os alternativos é que desde o início das negociações Seturn e STTU acertaram que um cartão único seria oferecido à população, o que não está acontecendo. ‘‘O Sitoparn foi pego de surpresa, já que agora a gente se vê diante de dois cartões, inclusive para o usuário. Para nós, se for mantido o cartão diferenciado, não teremos como sobreviver’’, revelou.
A falta de vale-transporte no mercado já está atingindo a categoria. Segundo Edileuza, essa situação poderia ser evitada se a venda dos cartões fosse controlada pela prefeitura. Sobre a postura adotada pelo Seturn, a vice-presidente do Sitoparn disse acreditar que ‘‘ele pensa ser o dono de tudo, que manda no setor. O usuário deve cobrar uma resolução porque com dois vales (estudantil e passagem inteira) já dá trabalho, imagine com dois cartões, um para ônibus e outro para alternativo?’’
Durante a reunião na Promotoria de Defesa do Consumidor, a ausência de representantes do Seturn foi apontada como um ponto negativo às negociações pelo coordenador geral do Procon Estadual. Porém a assessoria de imprensa da STTU informou que o sindicato seria representado pelo consultor Carlos Batinga, que auxiliou as cidades de Salvador e João Pessoa na implantação da bilhetagem eletrônica. Os órgão participantes da reunião não confirmaram a presença de representante do Seturn na Promotoria.
Diário de Natal – 06/03/2008

Aquisição da Interprint pela ABNote volta a andar
A American Banknote, empresa que atua em soluções com cartões plásticos, sistemas de identificação e gestão de serviços gráficos, informou, em comunicado ao mercado, que, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, por meio da Desembargadora Elaine Macedo, concedeu liminar afastando restrição à aquisição da Interprint pela ABnote, por reconhecer que a operação não inclui a Intelcav Cartões.
Recentemente, a juíza Sônia Fátima Battistela, da 1a Vara Cível de Getúlio Vargas (RS), havia negado o pedido de suspensão da liminar que impedia a negociação de venda da Interprint para a ABNote, reiterando sua decisão anterior. A juíza havia levado em conta que a compra poderia comprometer a gestão das empresas envolvidas, tendo em vista que "pessoas estariam administrando duas empresas concorrentes: a Intelcav Cartões e a ABNote".
Monitor Mercantil – 05/03/2008

A Tecnologia Gemalto fornece dispositivos de autenticação para a SYSteam
A Gemalto (Euronext NL0000400653 GTO), a líder mundial em segurança digital, anunciou hoje a sua primeira implementação do Serviço de Gerenciamento do Dispositivo Allynis (DAS) na Europa. A Smartjac, uma distribuidora da Gemalto na Suécia, equipou integralmente a SYSteam, um fornecedor de elementos de IT líder na região nórdica, com o serviço Gemalto baseado na Web, para fornecer e administrar sólidos dispositivos de autenticação. A inovação que a Gemalto introduz permite que os gerentes de IT da SYSteam possam realizar suas operações de gerenciamento cotidianas para os dispositivos .NET de maneira segura e prática. Os administradores podem realizar a implementação e gerenciamento dos dipositivos através de uma interface da Web além de gerenciar os códigos PIN e as chaves administrativas destes sólidos dipositivos de autenticação.
Esta solução pronta para ser usada aperfeiçoa a sua segurança e simplifica o processo de gerenciamento dos dispositivos. As organizações de IT possuirão um controle total da sua segurança já que as chaves administrativas do usuário final serão diversificadas através do controlador DAS, sob o exclusivo controle do gerente de IT. Através de um portal on-line, os usuários finais poderão gerenciar as opções de atualização de PIN e destravamento remoto quando eles bloquearem a sua autenticação ou esquecerem seu código. Além disso, eles poderão importar de maneira fácil e segura seus próprios certificados digitais, facilitando, portanto, sua implementação.
Esta solução que o liberta de problemas pode ser rapidamente implementada pelas empresas. Ela inclui um portal de gerenciamento para as equipes de IT muito fácil de usar, e um portal intuitivo para o usuário final com capacidades de auto-assistência. E com ela, você dispensa da compra de um servidor, do investimento em algum hardware, dos custos de manutenção e configuração bem como do orçamento destinado ao treinamento.
A Gemalto providencia um serviço integral que vai da plataforma de gerenciamento do dispositivo até a manutenção do software. A Gemalto se compromete com uma disponibilidade de 24 horas, os 7 dia da semana para o seu serviço técnico, através de um estrito contrato de nível de serviço técnico (SLA).
Este serviço é compatível com os navegadores Internet Explorer da Microsoft e com o Firefox da Mozilla; e funciona com os sistemas operacionais Windows 2000, Windows XP e Windows Vista.
“O gerenciamento de um dispositivo pode, as vezes, ser bem complexo. No mundo de hoje, tão inter-conectado, precisamos de sistemas que sejam flexíveis, seguros e que ofereçam uma alta compatibilidade. Para nossa maior satisfação, a Gemalto nos forneceu um serviço fácil e transparente”, disse Jonas Westerdahl, Especialista em Segurança da SYSteam i Halland AB.
“A Gemalto pensa por cima e além da própria solução e oferece serviços que são integrais. O seu modelo de serviço permite que as companhias que precisem de soluções fáceis de usar e de extrema segurança se focarem no seu negócio principal. Independentemente do seu tamanho, elas podem confiar no conhecimento e experiência quanto à segurança digital no desenvolvimento de serviços de gerenciamento de sólidos dispositivos de autenticação da Gemalto", acrescentou Nipa Raunio, Diretor Executivo da SmartJac.
Business Wire – 04/03/2008

United Technologies oferece US$ 3 bi pelas ações da Diebold, mas empresa rejeita
A companhia americana United Technologies Corporation informou hoje (03/03) que fez uma proposta para comprar todas as ações em circulação da Diebold Incorporated. Ela se ofereceu para pagar 40 dólares por ação da companhia, um prêmio de 66% sobre a cotação de fechamento da sexta-feira (29/02), o que levaria a transação para algo como 3 bilhões de dólares.
A Diebold, no entanto, que fabrica terminais de auto-atendimento e de automação bancária, rejeitou a proposta. As duas companhias são listadas na Bolsa de Nova York.
A compra, segundo a United, seria feita com recursos disponíveis em caixa e outros fundos disponíveis. Ela informou que não precisaria convocar uma assembléia de acionistas para aprovar a proposta e que não vê impedimentos regulatórios para a compra.
A receita anual da United é de cerca de 55 bilhões de dólares, dos quais mais de 60% são gerados fora dos Estados Unidos, e o contigente de empregados soma 220 mil pessoas. Os investimentos em pesquisa e desenvolvimento, de acordo com informações da empresa, supera os 3,5 bilhões de dólares anuais.
A Diebold informou que seu conselho discutiu as propostas da United pelo menos três vezes no último mês, inclusive ontem (02/03), quando chegou a última oferta.
O presidente do conselho da Diebold, John N. Lauer, disse que a oferta é inferior ao valor da companhia e não reflete seu potencial de crescimento futuro
Computer World – 03/03/2008

INDUSTRIAL
Fevereiro garante trimestre forte à indústria
A indústria manteve um bom ritmo de produção em janeiro e fevereiro, indicando a continuidade do crescimento expressivo da atividade econômica em 2008. Com base nesse desempenho, os empresários projetam um primeiro trimestre bastante positivo, em que se destacaram os setores de aço, construção civil, máquinas e equipamentos, eletroeletrônicos e automobilístico. A demanda doméstica segue como o motor do crescimento, impulsionada pela expansão da renda e do emprego e pela oferta abundante de crédito.
Um dos setores com melhor desempenho é o de aços planos. O presidente da distribuidora Rio Negro, Carlos Loureiro, diz que a demanda nos primeiros dois meses do ano foi muito forte. Segundo ele, em fevereiro a distribuição cresceu de 20% a 22% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em janeiro, o crescimento foi de 22%. Loureiro acredita que a distribuição pode aumentar quase 20% no primeiro trimestre. A indústria automobilística e a de autopeças foram duas das principais responsáveis pela forte demanda, assim como os setores de máquinas e equipamentos e construção civil. "Um bom resultado no primeiro semestre está garantido."
O setor de máquinas e equipamentos registrou um dos melhores resultados da indústria neste início de ano. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o segmento cresceu 38,8% em janeiro, na comparação com janeiro de 2007. Para o trimestre, a entidade prevê expansão de 20%. José Velloso, vice-presidente da entidade, observa que as importações têm crescido a um ritmo mais veloz que a produção. Em janeiro, a importação cresceu 60,4% e, em 12 meses, 40%. "O problema é que tem crescido sobretudo itens que têm similares no Brasil, o que significa que as indústrias perdem market share por conta do preço."
A mineira EMH, que fabrica equipamentos para a movimentação de materiais, teve um desempenho excepcional. O faturamento da empresa aumentou 187% no primeiro bimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2007. "Praticamente não houve redução da atividade entre o final de 2007 e o início de 2008, fechamos contratos significativos entre o Natal e o ano novo, o que dificilmente ocorre, não tivemos férias", relata o diretor da EMH, Eduardo Gomes. As encomendas que mais cresceram foram dos setores de mineração, siderurgia, metalurgia e embalagens.
A construção civil se mantém otimista. O presidente do Sinduscon-SP, João Cláudio Robusti, diz que as perspectivas são positivas tanto no mercado imobiliário quanto em relação às obras de infra-estrutura. Segundo números da Associação Brasileira das Indústrias de Material de Construção (Abramat), em janeiro as vendas desses produtos cresceram 29% em relação ao mesmo mês de 2007. Robusti não faz previsões para o resultado do primeiro trimestre, mas aposta num crescimento em relação a janeiro a março de 2007. Ele estima uma alta de 10,2% para o PIB da construção neste ano.
O segmento de eletroeletrônicos também espera um bom primeiro trimestre, segundo Humberto Barbato, presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). Ele observa, no entanto, que o desempenho é assimétrico entre os diversos subsetores.
Uma pesquisa da Abinee com as principais empresas do segmento mostra uma expectativa muito positiva nos segmentos de automação industrial, equipamentos industriais e informática. "88% dos consultados dos segmentos de automação industrial e equipamentos esperam um faturamento melhor no primeiro trimestre de 2008 do que no mesmo período de 2007", diz ele, dizendo que a demanda das áreas de açúcar e álcool, petróleo e gás, mineração e papel e celulose puxam esses dois subsetores. O cenário é mais negativo para as empresas de componentes elétricos e eletrônicos: 36% apostam num primeiro trimestre melhor neste ano, 45% projetam estabilidade, enquanto 18% esperam queda no faturamento. "A influência do câmbio valorizado é que explica esse resultado pior, porque torna muito atraente as importações de componentes." Ele não faz estimativas para o primeiro trimestre, mas acredita num bom desempenho. Para o ano, Barbato projeta alta de 9%.
O segmento de embalagens e papelão ondulado não acompanha o mesmo ritmo do restante da indústria, diz o presidente da São Roberto, Roberto Nicolau Jena. Números da Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO) mostram um crescimento em janeiro de 1,6% das vendas em relação a janeiro de 2007. Para Jeha, num momento em que a indústria cresce a um ritmo tão forte, é pouco. Em fevereiro, as vendas ficaram estáveis, estima ele. Se março for um mês positivo, o primeiro trimestre pode fechar com alta de 2% em relação a janeiro a março do ano passado, diz Jeha, para quem o setor sofre um efeito indireto do dólar barato.
O problema, explica, é que muitos produtos importados semi e não duráveis, como alimentos e produtos de higiene e limpeza, já chegam embalados ao país. "O setor de papelão ondulado deixou de ser um bom termômetro da economia."
A produção da Bahia Pulp ficou estável nesse primeiro bimestre, quando comparada a igual período do ano passado e deve continuar assim ao final dos três primeiros meses. A empresa, contudo, conseguiu elevar seus preços no mercado externo apesar da contínua valorização do real em relação ao dólar.
Sérgio Kilpp, diretor de marketing e vendas da Bahia Pulp, conta que a demanda dos fabricantes chineses de fio de viscose que usam o produto da empresa como matéria-prima está muito forte. Hoje, 75% da produção da Bahia Pulp é destinada ao mercado internacional. A demanda doméstica, por sua vez, está enfraquecida, porque o setor têxtil sofre justamente com a concorrência dos asiáticos.
Valor Online – 06/03/2008

Faturamento da indústria elétrica e eletrônica deve crescer 9% este ano
O faturamento da indústria elétrica e eletrônica previsto para este ano deve apresentar um crescimento de 9%, totalizando R$ 123 bilhões ao final de 2008, segundo estimativas da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), divulgadas hoje. No ano passado, o setor cresceu 8% sobre 2006, com faturamento de R$ 112,4 bilhões.
A expectativa da entidade é contratar nove mil empregados este ano e atingir 164 mil trabalhadores até dezembro, o que representa um crescimento de 6%. As projeções são baseadas em um crescimento econômico da ordem de 4% para o País - menor, portanto, que as projeções de mercado.
As exportações do setor devem permanecer no mesmo patamar de 2007 e atingir a marca de US$ 9,3 bilhões. Já as exportações devem alcançar US$ 29,9 bilhões, com alta de 26% sobre 2007. Desta forma, a entidade espera um déficit do setor elétrico e eletrônico em 2008 da ordem US$ 20,6 bilhões, um crescimento de 43% sobre o déficit de 2007, de US$ 14,4 bilhões.
Segmentos
De uma forma geral, o segmento da indústria elétrica e eletrônica terá um desempenho positivo em 2008. A área de automação industrial deve liderar o crescimento no faturamento em 2008, devendo aumentar 14%.
O segmento de material de instalação vem logo em seguida, com alta de 13% do faturamento, seguido pelo setor de informática (12%); utilidades domésticas (10%); equipamentos industriais (10%); telecomunicações (8%); e equipamentos de geração, distribuição e transmissão de energia com crescimento de (8%).
Somente o segmento de componentes elétricos e eletrônicos apresenta uma expectativa ruim para 2008, com manutenção do faturamento de 2007, para R$ 9,8 bilhões.
Valor Online – 06/03/2008

TELECOM
Tim Participações S.A. alcançou R$183,4 milhões, no 4T07, aumento de 35,8% ante 4T06
E no ano (R$ 76,1 milhões, uma melhoria de R$361,6 milhões sobre o prejuízo líquido de R$285,5 milhões registrado em 2006.
Rio de Janeiro – A TIM Participações S.A. (Bovespa: TCSL3 e TCSL4; e NYSE: TSU), a empresa que controla diretamente a TIM Celular S.A. E, indiretamente, a TIM Nordeste S.A., anuncia os seus resultados para o quarto trimestre de 2007 (4T07). A TIM Participações S.A. (“TIM Participações” ou “TIM”) presta, por meio das suas subsidiárias operadoras móveis, serviços de telecomunicação móvel em todo o Brasil. A TIM foi a primeira operadora móvel brasileira presente em todo o território nacional e é a maior operadora GSM da América do Sul.
Os destaques do quarto trimestre de 2007 são os seguintes: • Cumprimento integral das metas traçadas para o ano de 2007: o Clientes: 31,3 milhôes, ante meta de cerca de 29 milhões o Receita Líquida Orgânica: +14,6%, ante meta de >10% (considerando a eliminação do Bill & Keep Parcial a partir de 01/01/2006) o Margem Ebitda de: 23,1%, ante meta de > 23% o Fluxo de caixa livre Operacional: R$761,6 milhões, ante meta de break even • Consolidação da convergência como importante pilar estratégico: a TIM firma-se como uma prestadora de serviços convergentes de comunicação com mobilidade. • 2,1 milhões de adições líquidas no 4T07, alcançando 31,3 milhões de clientes ao final de 2007, dos quais 21,7% pós-pagos. • A receita média por usuário (ARPU) totalizou R$34,5 no 4T07, permanecendo acima da média do mercado. • Receita líquida de serviços: R$3.099,7 milhões no 4T07, alta de 13,3% em relação ao 4T06. • Margem Ebitda no 4T07 de 27,1% (Ebitda de R$914,8 milhões, +16,2% no ano a ano). • Resultado líquido positivo no trimestre (R$183,4 milhões) e no total do ano (R$ 76,1 milhões, uma melhoria de R$361,6 milhões sobre o prejuízo líquido de R$285,5 milhões registrado em 2006). • Fluxo de caixa líquido positivo no trimestre (R$814,7 milhões) e no ano (R$53,8 milhões). • Compra de substancial quantidade de freqüências de 2,1 GHz, que possibilitará à TIM oferecer serviços 3G em todo o território nacional. As licenças foram adquiridas em leilão por R$1,3 bilhão.
A administração comenta através de comunicado “ O ano de 2007 representou o movimento de construção de uma base sólida, necessária para a transformação da TIM de uma empresa de telefonia móvel em uma prestadora de serviços convergentes de comunicação com mobilidade. Nessa direção, passos importantes foram dados, como a aquisição, em maio, da licença STFC (Serviço Telefônico Fixo Comutado) para todos os Estados brasileiros; a adequação de perfis dos colaboradores à nova prestação de serviços; e a implantação de plataformas e sistemas convergentes.
Para o nosso negócio, ter banda de freqüência constitui patrimônio essencial. Participamos com sucesso absoluto de duas licitações conduzidas pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Na primeira, relativa às sobras de freqüência do SMP (Serviço Móvel Pessoal), adquirimos novos lotes de freqüência em 1,8 GHz e em 900 MHz em São Paulo (capital e interior) e no Rio Janeiro; bem como lotes de 900 MHz no Rio Grande do Sul, Espírito Santo e nas regiões Norte e Centro-Oeste por cerca de R$50 milhões com ágio de 9,9% sobre os preços mínimos (o ágio médio da licitação foi de 21,4%). Na segunda, adquirimos freqüências de 3G (1,9 GHz – 2,1 GHz), para todo o País exceto o Triângulo Mineiro, o que nos permite oferecer serviços de terceira geração em todos os Estados, por R$1,324 bilhão, com ágio de 95% sobre os preços mínimos. É importante destacar que em São Paulo (capital, lote III), mercado que demanda uma maior necessidade de serviços de transmissão de dados em alta velocidade, adquirimos a única banda de 15 Mhz oferecida.
Preparamo-nos com solidez para o futuro, e até antecipamos tendências com o lançamento do “TIM Web”, serviço de transmissão de dados sem a necessidade de um provedor, e o “TIM Casa Flex”, serviço convergente que reúne um número fixo e um número móvel no mesmo chip e celular, em qualquer modelo de aparelho GSM. Essa transformação foi realizada mantendo o foco em nossos principais fundamentos: crescimento com rentabilidade, por meio de planos para conquistar e fidelizar clientes de alto valor e do segmento corporativo; ética e transparência, com uma marca aspiracional, confirmada por premiações relevantes, como o “Top of Mind”, do Instituto Datafolha, por quatro vezes, sendo três delas consecutivas, e o de Empresa mais Admirada do setor pela Carta Capital por três vezes seguidas, entre outras; governança corporativa, com a adoção de controles para o cumprimento dos dispositivos exigidos pela seção 404 da Lei Sarbanes-Oxley (SOX) e respeito aos compromissos assumidos com os acionistas, cumprindo todos os objetivos definidos. Além disso, no quarto trimestre e no ano obtivemos resultado líquido positivo, com redução no endividamento e nos custos fixos. Esses números refletem o comprometimento total dos dirigentes e colaboradores com as estratégias empresariais e com os objetivos traçados na consolidação da TIM como um dos principais players do mercado de comunicação com mobilidade”, conclui a nota.
Desempenho Operacional - Ao final de dezembro de 2007, o mercado brasileiro de telefonia móvel atingiu 121,0 milhões de linhas, crescendo 21,1%. A penetração nacional alcançou 63,5%, um aumento de 10,3 p.p. no comparativo ano a ano. O número de linhas móveis no Brasil é três vezes maior do que o número de linhas fixas atualmente usadas e continua sendo um dos principais mobilizadores da inclusão digital no país. O cenário favorável da economia com um crescimento mais significativo do PIB, combinado a um aumento do crédito e do poder de compra contribuíram com estes resultados.
As adições líquidas no trimestre chegaram a 2,1 milhões, 24,6% a mais do que no terceiro trimestre de 2007 e 57,9% a mais do que no quarto trimestre de 2006. A Companhia encerrou o quarto trimestre com uma base de clientes de 31,3 milhões – um aumento de 23,0% nos últimos 12 meses. Em 2007 a TIM Participações adquiriu 5,8 milhões novos clientes ao longo do ano, o que representa 27,7% do total de adições líquidas do mercado.
A TIM registrou um crescimento de 25,3% em sua base pós-paga nos últimos 12 meses - acima do aumento médio de 19,2% das concorrentes. A TIM também manteve o seu mix pós-pago (21,7%) acima da média das suas concorrentes (18,5%). No segmento corporativo, a base de clientes cresceu ainda mais: 30,3% a mais do que em 2006. Por fim, em 2007, o market share da TIM atingiu 25,8%, ante 25,4% ao final de 2006.
A base GSM da TIM Participações representou 96,9% do total. A cobertura GSM atingiu 92,9% da população urbana brasileira, se estendendo ao longo de 2.655 municípios. Todas as cidades cobertas pela tecnologia GSM da TIM possuem acesso a GPRS, e a Empresa também oferece a tecnologia EDGE em mais de 1.530 municípios, o que aumenta a oferta de velocidade em nossa solução de acesso à Internet - “TIM Web”. A tecnologia 3G está chegando para aumentar ainda mais essa velocidade, de acordo com nossa estratégia voltada para o serviço de dados. Essa ampla cobertura de dados facilita e estimula o uso de serviços de valor agregado, (VAS), incentivando ainda mais a receita de serviços da Companhia.
Atividades Comerciais - Durante 2007, em linha com seus objetivos estratégicos, a TIM manteve-se líder em inovação, lançando várias ofertas convergentes e tarifas móveis destinadas ao segmento de menor ARPU, de baixa penetração no país, para capturar novas fontes de receitas e garantir seu sólido posicionamento de mercado.
Assim, nós destacamos algumas ofertas inovadoras apresentadas ao longo do ano: o “TIM Web”, que permite o acesso à Internet sem fio através do uso de um modem USB e o “TIM Mais Completo”, um pacote de telefonia fixa e móvel e acesso à Internet. Ambas ofertas foram lançadas em junho. Em outubro, lançamos o “TIM Casa Flex”, um passo adiante em relação ao “TIM Casa” (lançado em 2006), uma solução de voz convergente que combina conveniência e preços competitivos para chamadas locais fixas fixo-fixo feitas pelo celular dentro de uma área pré-estabelecida (“Home Zone”) . Além disso, o “TIM Casa Flex” dispensa a necessidade de um plano de voz móvel, o que reduz a barreira de entrada: R$ 9,90 para 50 minutos nas chamadas locais de fixo para fixo pré-pagas e R$29,90 para 200 minutos nas chamadas fixas locais para pós-pagos. “Plano 1”, uma oferta comercial lançada em outubro, tem como principal objetivo de elevar a penetração móvel no segmento de usuários de baixa renda, ao mesmo tempo em que preserva a rentabilidade do negócio. No intuito de direcionar-se a esse segmento e explorar novas oportunidades de receitas, a TIM desenvolveu um novo modelo de negócio baseado na oferta de micro-recargas (cartões de R$1, R$3 ou R$5) com uma tarifa atrativa para chamadas feitas para três números TIM ou fixos específicos (R$ 0,20 por minuto contra uma média de R$1,50 por minuto para outros números). Com relação à posição consolidada da TIM no mercado de telefonia móvel, a Companhia tem mantido foco em planos de tarifas altamente segmentados, baixo SAC (custo de aquisição), e fortalecendo o conceito de comunidade, estimulando o uso por meio do tráfego intra-rede e promoções de fidelidade, também garantindo que todos os atuais clientes sejam elegíveis a todas as promoções.
“Tarifa Zero” para pós-pagos e a “7 centavos” para clientes pré-pagos foram campanhas promocionais para datas comemorativas durante o ano e continuaram a explorar tarifas intra-rede para estimular o uso. “Quem Tem TIM Tem Mais” foi uma promoção lançada em julho no intuito de reforçar a fidelidade entre clientes pré-pagos que estão em nossa base há mais de um ano, com a oferta de bônus em minutos para chamadas locais para números da TIM e fixos.
A TIM continua a estimular aquisições de baixo custo por meio da venda de chips avulsos. Com base nessa abordagem, a TIM incentiva o mecanismo de recarga mantendo promoções durante todo o ano, como “Receba o Valor do Chip de Volta” e “Seu TIM Chip Vale Mais” nas quais o cliente recebe uma restituição do valor pago quando faz uma recarga de R$15 dentro de 48 horas.
No segmento VAS, as iniciativas voltaram-se ao aumento do uso de dados, alavancando ofertas de Smartphones e promovendo a ampliação contínua da carteira, lançando planos de dados inovadores, e atualizando constantemente o TIM: a maior base de clientes GSM conteúdo com base em acordos e parcerias estratégicas. A TIM fornece a maior rede de dados no negócio de telefonia móvel.
Primeira operadora a trazer o Blackberry para o Brasil, a TIM lançou várias iniciativas no[ quarto trimestre para expandir a sua solução móvel corporativa. Em outubro, a TIM lançou o “Blackberry Assinatura Zero”, com a dispensa de taxa mensal, a partir de um mecanismo de pagamento somente pelo tráfego (“pay as you go”). A empresa lançou também uma oferta atrativa que inclui um preço especial para Smartphones para planos que combinam voz e dados. Em dezembro, a TIM iniciou a oferta de aparelhos BlackBerry com serviço de navegação por GPS.
Em termos de incentivos a pacotes de dados, nós apontamos o lançamento do: “MEGA TIM WAP” - um pacote de 40 MB por meio de “Wap Fast” e “MEGA TIM Mensagens” - Cartões Combinando SMS e MMS. Além disso, nós destacamos o plug in combinado de dados da TIM, o TIM Data Package, que oferece opções de 1 GB, 250 MB e 40 MB.
Ao longo do ano, a Companhia expandiu sua carteira de conteúdo relevante, através de acordos com fornecedores como Warner e Globo.com e uma parceria com a Microsoft para estimular soluções Windows de mobilidade. “TIM Music Store”, primeiro conteúdo musical integrado para telefonia celular, foi lançado em junho, além do “TIM Studio”, que permite ao usuário desenvolver e compartilhar conteúdos (vídeos, imagens, e músicas) com outros clientes TIM.
Todas as iniciativas lançadas em 2007 comprovam a inovação contínua da Companhia com foco em todas as necessidades de comunicação do cliente, combinada com a força da marca TIM.
Receita Operacional - A receita líquida total atingiu R$3.375,5 milhões no quarto trimestre de 2007, 9,7% a mais do que no quarto trimestre de 2006 e R$12.441,6 no total do ano, 22,7% acima do valor alcançado em 2006. Considerando a eliminação do Bill & Keep Parcial a partir de 1º de janeiro de 2006, o crescimento ano a ano da receita líquida seria de 14,6%, em linha com a meta da Companhia (>10%). Vale lembrar que a receita total para o ano de 2007 foi afetada negativamente em R$54,7 milhões que foram deduzidos da receita líquida de aparelhos tendo em vista a baixa no contas a receber aplicada no terceiro trimestre de 2007.
A receita líquida de serviços totalizou R$3.099,7 milhões no trimestre, um crescimento de 13,3% sobre os R$2.734,8 milhões registrados no quarto trimestre de 2006, enfatizando o crescimento contínuo da Companhia e assegurando a sua liderança na indústria de telefonia móvel no Brasil. Esse crescimento ano a ano decorreu principalmente da expansão da base de clientes e do aumento no tráfego. O MOU (média mensal de minutos por cliente) cresceu 12% (106 minutos/mês). Em 2007 como um todo, a receita líquida de serviços totalizou R$11.421,0 milhões, 27,5% a mais que em 2006. Esse crescimento foi devido principalmente à expansão de tráfego e de serviços de valor agregado (VAS), enfatizando a qualidade da base de assinantes Ada TIM. Considerando a eliminação do Bill & Keep Parcial a partir de 1º de janeiro de 2006, a receita líquida de serviços anual cresceria em 18,1%, em uma comparação ano a ano.
Os esforços contínuos da Companhia para incentivar o uso de serviços de valor agregado (VAS), que complementam os planos de serviços em todos os segmentos, se refletem no desempenho da receita bruta de VAS. Esta totalizou R$375,4 milhões no quarto trimestre de 2007, e R$1.217,1 milhões ao ano, 49,7% e 37,3% superior, respectivamente, aos valores registrados nos mesmos períodos de 2006. No último trimestre de 2007, a receita bruta de VAS respondeu por 9% da receita bruta de serviços, 1,9 p.p a mais em uma comparação ano a ano (7,9% em 2007, 0,4 p.p. a mais que em 2006). No quarto trimestre de 2007, os serviços inovadores (MMS, transmissão de dados, downloads etc) responderam por 63% dessa receita no quarto trimestre, graças também ao forte aumento nas vendas de aparelhos com recursos de dados avançados (ou seja, no 4T07 aproximadamente 90% do total de aparelhos vendidos dispunham de câmera integrada e quase 50% possuíam recursos musicais contra 75% e 25% no 4T06).
A receita média por usuário (ARPU) atingiu R$34,5 no 4T07, ligeiramente maior do que os R$34,0 registrados no 3T07 apesar do forte crescimento em adições líquidas no período. Esse crescimento refletiu as promoções da Companhia adotadas para estimular o uso, bem como a sazonalidade caracterizada por um aumento no uso dos serviços.
A receita líquida de aparelhos somou R$275,8 milhões no 4T07, uma queda de 19,6% no comparativo anual. Em 2007, ela totalizou R$1.020,6 milhões contra R$1.182,6 milhões em 2006, uma redução de 13,7%. Em 2007, a Companhia continuou buscando a redução das vendas de aparelhos pré-pagos enquanto estimula as vendas de cartões SIM individuais (mais de 60% do total de vendas no trimestre) e de aparelhos com recursos de dados avançados. Por último, é importante mencionar que os números de 2007 incluem a dedução de R$54,7 milhões relativa à venda de aparelhos sujeita à baixa em contas a receber ocorrida no terceiro trimestre de 2007.
Resultado Líquido - A TIM Participações encerrou o 4T07 com um resultado líquido de R$183,4 milhões, um aumento de 35,8% sobre o resultado líquido de R$135,0 milhões do 4T06. Para todo o ano de 2007, a Companhia registrou um resultado líquido de R$76,1 milhões, um aumento de R$361,6 milhões sobre o prejuízo líquido de R$285,5 registrados em 2006.
Investimentos - Os investimentos totalizaram R$1.007,2 milhões no quarto trimestre (não incluindo R$8,7 milhões relativos a obrigações derivadas de ativos descontinuados – Assets Retirement Obligation - ARO) contra R$693,1 milhões no 4T06. No ano, a Companhia investiu R$1.932,9 milhões, R$345,1 milhões a mais que em 2006 (R$1.587,8 milhões). O aumento nos investimentos está relacionado basicamente a compras de links (para substituir aluguéis de links) e ao início da instalação da rede 3G.
Do total investido no trimestre, 61% foram direcionados à expansão da capacidade e melhoria da qualidade da nossa rede, 24% ao desenvolvimento e melhoria dos sistemas de tecnologia de informação, 10% ao programa de comodato, componente da estratégia de expansão e fidelização do segmento corporativo, e 5% a outros itens.
TIM Participações S.A.- Por meio de suas controladas, a TIM Participações é a maior prestadora de serviços de telefonia móvel pessoal do Brasil, utilizando a tecnologia GSM (Global System for Mobile Communications). A Companhia atua através de suas controladas TIM Celular S.A. e TIM Nordeste S.A.
Focada no crescimento sustentável e rentável, a TIM concentra suas operações nos clientes de valor em todos os segmentos de atuação – seja do mercado corporativo, planos pós-pagos ou pré-pagos. Para isso, tem investido intensamente na qualidade e diferenciação dos produtos e serviços oferecidos, ao mesmo tempo em que busca desenvolver ofertas inovadoras e de baixo custo. A TIM Participações é controlada pela TIM Brasil Serviços e Participações S.A., subsidiária do Grupo Telecom Italia.
Desde o início de suas atividades no Brasil, o Grupo Telecom Italia tem focado fortemente em sua marca, que hoje é reconhecida nacionalmente, sendo sinônimo de inovação e primeira opção, principalmente para os clientes do segmento de negócios.
A TIM Participações possui a mais extensa rede de transmissão de dados por celular no País, utilizando o GPRS (General Packet Radio Service)/ EDGE (Enhanced Data rates for Global Evolution) tecnologia que permite a conexão à Internet de qualquer dispositivo móvel (laptop, PDA - Personal Digital Assistants - ou celular) sem a necessidade de um modem, a qualquer hora e de qualquer lugar coberto pela Rede GSM da Companhia.
Portal Fator Brasil – 06/03/2008
Regulador brasileiro aprova venda da Amazónia Celular, da Vivo, à Oi
A venda foi anunciada a 21 de Dezembro pela Vivo por 120 milhões de reais (46,2 milhões de euros, no câmbio da época) mas dependia da aprovação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
A Amazónia Celular, que actua nos Estados Maranhão, Pará, Amapá, Amazonas e Roraima, foi vendida à Oi, operadora móvel controlada pela empresa de telefonia fixa Oi (ex-Telemar), num negócio já esperado pelo mercado por causa das exigências de regulação.
A Amazónia Celular havia sido adquirida pela Vivo em Agosto do ano passado, num negócio que envolveu igualmente a aquisição da Telemig Celular, que actua no Estado de Minas Gerais, num valor total de 1,2 mil milhões de reais (462 milhões de euros, na época).
A Vivo já controla na mesma região a Norte Brasil Telecom e as regras da Anatel impedem que uma operadora detenha o controlo de duas empresas numa mesma área, o que obrigava a venda da Amazónia Celular.
"Com o negócio, celebrado com a Vivo, os utilizadores serão beneficiados com o aumento da cobertura de telefonia móvel e um leque mais variado de ofertas, com serviços convergentes de telecomunicações e opções segmentadas para todos os perfis de consumo", salientou a Oi num comunicado.
A Anatel exigiu para aprovar a venda que o negócio seja amplamente divulgado aos 1,4 milhões de utilizadores da Amazónia Celular e que sejam preservadas as condições de prestação de serviço.
A Oi é a maior empresa brasileira de telecomunicações, com actuação em 16 estados das regiões Norte, Nordeste e Sudeste do Brasil, nos sectores de telefonia móvel e fixa.
Radio e Televisão de Portugal – 06/03/2008

Acer compra a fabricante de smartphones E-Ten
Esta aquisição colocará a Acer em uma posição privilegiada no mercado para poder desenvolver uma linha de dispositivos de mão como GPS ou smartphones.
A E-Ten é uma empresa que desenvolveu e vendeu modelos de telefones inteligentes nos últimos anos, incluindo a Glofish, um modelo com GPS e baseado em Windows Mobile 6.0, assim como diferentes Pocket PCs.
Um dos motivos que levou a Acer à aquisição e a tomar a decisão de adquirir a E-Ten foi seus produtos de mobilidade, especialmente os telefones móveis inteligentes.
“A aquisição da E-Ten permitirá a Acer desempenhar um papel chave no desenvolvimento de um mercado de dispositivos de mão inteligente, assim como telefones ultraportáteis. Também ajudará a Acer a oferecer soluções de última geração a um público maior”, explica a companhia.
O acordo se concretiza em um intercambio de ações calculado em 291,3 milhões de dólares. A Acer ofereceu à E-Ten por cada uma de suas ações 1,07 ação da E-Ten em troca.
Os conselhores diretores de ambas companhias já aprovaram a operação, mas continuam esperando os votos dos acionistas, assim como a aprovação das autoridades reguladoras. As envolvidas esperam fechar o acordo ao longo do terceiro trimestre deste ano.
Esta aquisição é a última de uma série de operações realizadas pela Acer, incluindo a compra no ano passado da fabricante de PCs Gateway, assim como o recente acordo para adquirir a fabricante européia Packard Bell.
Convergência Digital – 29/02/2008

Com a TecToy, Qualcomm apóia 3G
Ao comprar participação acionária na Tec Toy of America, empresa formada nos Estados Unidos pela brasileira Tec Toy, a matriz da Qualcomm teve o objetivo de fomentar a área de jogos desenvolvida pela brasileira em ambiente de terceira geração (3G).
"A expertise da TecToy é desenvolver e vender jogos, mas não conhecem o acesso às redes de terceira geração, isso é com a Qualcomm", disse o presidente da Qualcomm no Brasil, Marco Aurélio Rodrigues.
A parceria foi noticiada ao mercado em fato relevante enviado pela Tec Toy à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e não se constitui na primeira associação dessa natureza efetuada globalmente pela Qualcomm. "Há outras parcerias nos Estados Unidos e em outros países", disse Rodrigues sem precisar os valores que envolveram a compra de parte do capital da Tec Toy no exterior.
Mesmo o tamanho da participação comprada não foi divulgada. Segundo o executivo chefe da Tec Toy, Fernando Fischer, ela é "importante", mas não muda o controle acionário.
Com o mesmo objetivo de fomentar a disseminação da terceira geração, caracterizada pelo tráfego de dados em alta velocidade em rede sem fio, a Qualcomm simplificou o chipset que incorpora ao telefone celular a fim de permitir o ingresso no setor de fabricação de aparelhos de empresas novas que venham a competir com as gigantes do segmento, como Motorola, Samsung, Nokia, LG etc.
Todo dispositivo capaz de usar a rede celular 3G terá a simpatia da Qualcomm, interessada em popularizar ao máximo a 3G no mundo, defende a empresa.
IT Web – 03/03/2008

Vendas de equipamentos WiMAX cresceram 46% em 2007
O mercado de equipamentos para WiMAX cresceu 46% em 2007. As vendas de produtos para conexões fixas ou móveis atingiram US$ 800 milhões, segundo relatório da Infonetics Research.
O WiMAX está sendo desenvolvido em mais de 80 países, e as redes comerciais continuarão a crescer em número e tamanho durante 2008, de acordo com a pesquisa. A previsão é que o mercado de WiMAX atinja US$ 7,7 bilhões em 2011.
Richard Webb, analista de redes sem fio da Infonetics Research, observa que algumas movimentações do mercado estão impulsionando o desenvolvimento do WiMAX. Entre elas, a aquisição da Navini, pela Cisco, o lançamento de celulares e notebooks com este tipo de conexão, e a iniciativa Open WiMAX, que deve levar a soluções inovadoras com maior interoperabilidade.
IT Web – 29/02/2008

Celulares que recebem sinal da TV digital chegam ao mercado
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nessa terça, na unidade da Samsung em Campinas (SP), o primeiro aparelho celular capaz de captar o sinal de TV digital aberta no Brasil. O telefone foi desenvolvido pelo centro de pesquisa e desenvolvimento da multinacional sul-coreana na cidade, e deve chegar às lojas nas próximas semanas, com o sinal da operadora Vivo.
A Samsung não informou quanto foi investido no desenvolvimento do aparelho. O equipamento V820L tem display colorido, câmera fotográfica com resolução de 2 megapixels, antena retrátil para TV digital e é compatível com redes móveis de terceira geração (3G).
No final deste mês, a Semp Toshiba também deve lançar seu celular com acesso à TV digital. O modelo terá tela sensível ao toque, reconhecimento de escrita, câmera de 2 megapixels e tocador de música digital. Assim como o aparelho da Samsung, também será vendido nas lojas da Vivo na Grande São Paulo - onde o sinal aberto digital está sendo propagado desde o último 2 de dezembro. A operadora, no entanto, não divulgou os preços dos aparelhos.
Os celulares permitem o acesso gratuito à programação normal das emissoras de televisão, onde houver o sinal digital - ou seja, por enquanto, apenas em São Paulo. A Rede Globo, SBT, RedeTV, MTV, Record, Bandeirantes e Gazeta transmitem os sinais para celulares. Mas as imagens não são de alta definição, como nos televisores. No celular, a imagem é compactada e, por isso, perde um pouco a qualidade.
Um dos principais argumentos para a escolha do padrão japonês ISDB-T para o Brasil foi exatamente a mobilidade. Ele era o único dos três sistemas internacionais avaliados - os outros eram o padrão europeu e o americano - que permitia a transmissão do sinal para celulares no mesmo canal usado para o sinal recebido pelos televisores. A tecnologia americana ATSC não previa a transmissão para celulares, e a européia DVB-T exigia que o sinal fosse transmitido num canal diferente de televisão.
O sinal para celulares começou a ser transmitido na estréia da TV aberta digital, em dezembro. Não havia no mercado, no entanto, aparelhos celulares que conseguissem captar o sinal. Os aparelhos japoneses, por exemplo, não funcionavam na rede de telefonia celular brasileira. Os modelos anunciados pela Samsung e pela Semp Toshiba precisaram ser adaptados às características do sistema adotado no País.
Estadão – 05/03/2008

Siemens diz que não fechará fábrica no Brasil
A Siemens AG (Alemanha) divulgou nesta quinta-feira uma nota em que diz que está convencida de que encontrará uma solução para o futuro da fábrica da Siemens Enterprise Communications (SEN) em Curitiba, Brasil.
Na última terça-feira, dia 26 de fevereiro, a Siemens AG anunciou que tem intenção de reduzir os investimentos nos negócios de manufatura como parte do plano atual de transformar a Siemens Enterprise Communications de fornecedora de hardware em provedora de software e soluções.
Segundo a imprensa internacional, o fechamento da operação em Curitiba faria parte dessa iniciativa. No comunicado de hoje (28) o grupo Siemens afirmou que está buscando uma solução, que pode ser uma parceria ou a venda, para a planta, que conta hoje com 470 funcionários.
"No momento não temos nenhuma intenção de fechar a fábrica de Curitiba", afirma Thomas Zimmermann, COO (Chief Operation Officer) da Siemens Enterprise Communications. Esta posição também foi reforçada pelo chefe de Recursos Humanos Corporativo da Siemens AG, Siegfried Russwurm, durante coletiva de imprensa realizada na última terça-feira, na Alemanha, quando comentou sobre a reorientação da Siemens Enterprise.
Estadão – 04/03/2008

|