|
06/11/2007
GERAL
Philips registra patente de tecido de circuitos
A fabricante Philips registrou uma nova patente visando à melhoria na integração de componentes eletrônicos na manufatura de roupas, a chamada "wearable computing", ou seja, computadores que podem ser vestidos.
Segundo o site NewScientist, a indústria têxtil atualmente é capaz de produzir vestimentas que são bons condutores elétricos e tão flexíveis como tecidos tradicionais, permitindo que características biométricas sejam inseridas em roupas, com aplicações importantes para as áreas médicas e esportivas.
Todavia, a aplicação atual dos sensores a estes tecidos é difícil, já que os panos utilizados precisam ser extremamente duráveis e também pelo fato das tramas serem fabricadas em larga escala e depois cortadas, o que muitas vezes impede que todos os componentes essenciais estejam disponíveis no recorte e limita a escolha dos sensores que podem ser utilizados.
De acordo com a patente, a Philips acredita que criando um tecido que age como uma placa flexível de circuito impresso, em que qualquer variedade de sensores pode ser anexada.
Para o problema visto no corte, a sugestão seria tecer em um híbrido de fibras condutoras e não condutoras, sendo que fios condutores proveriam não apenas energia, como também comunicação entre diferentes sensores.
Geek – 06/11/2007

A Qualcomm em associação GSM
Se este post fosse escrito pelo José Simão, ele viria com o título "Buemba Buemba". Mas como é escrito por mim, digo que é um verdadeiro sinal dos tempos. A Qualcoom, criadora e mãe (e pai e tia e avó) do padrão CDMA anunciou sua entrada na GSA (Global Mobile Suppliers Association). Sim, é isso mesmo: é claro que todo mundo sabia que a Qualcomm estava investindo pesado no GSM, uma vez que a evolução deste passa por CDMA, ainda mais com a chegada do 3G, mas tornar-se um membro defensor do padrão, esta sim é uma surpresa e tanto.
É claro que todo mundo imaginava que isso ia acabar acontecendo, mas o anúncio não deixa de ser uma bomba.
A GSA hoje está dedicada à promoção e desenvolvimento de tecnologias sem fio tanto GSM quando WCDMA. Assim, a entrada da Qualcomm era, podemos dizer, inevitável.
Alan Hadden, presidente da GSM, pessoa que eu já tive o prazer de conhecer (na época, ele falava mal e não era pouco do CDMA, aliás), disse que "a visão da Qualcomm é permitir constantes evoluções no que o GSM considera que pode ajudar e muito na implementação da nova onda de tecnologias wireless".
O Globo Online – 31/10/2007
AUTOMOTIVO
BDMG tem R$ 250 milhões para setor automotivo
O Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais, BDMG, deve liberar R$ 250 milhões em 2008 para expansão ou estabelecimento de novas empresas do setor automotivo no Estado. O valor corresponde a acréscimo de 30% sobre as operações de 2007. Os créditos não incluem empréstimos já autorizados para seis novas empresas de autopeças que assinaram protocolo ou estão em entendimentos finais para se instalar em Minas, segundo o diretor da instituição, Fernando Lage.
Também não estão incluídos créditos abertos para mais de cinqüenta empresas do setor já em atividade, como a Fiat Automóveis, que recentemente recebeu acesso a R$ 800 milhões.
“O apoio financeiro é fundamental, pois as empresas mineiras de autopeças operam no limite da capacidade e, no entanto, a Fiat deverá produzir pelo menos mais 70 mil veículos em Betim em 2008 com relação a este ano, de acordo com a previsão da própria indústria automobilística.”
O dirigente disse que o BDMG dispõe de cerca de R$ 3 bilhões a cada ano e que, além dos empréstimos, os clientes são contemplados com abertura de crédito que funciona como cheque especial, que pode ser utilizado ou não. Também existem benefícios fiscais, concedidos diretamente pela Secretaria da Fazenda, que consistem em abatimentos do ICMS, ou utilização do impostos em obras de interesse da empresa.
Mesmo sem revelar os nomes das empresas que negociam instalar-se em Minas, Lage informou que há interesse especial na atração de atividades ainda inexistentes no Estado, como a produção de pneus e vidros. Revelou, ainda, que será criado programa especial de financiamento para atender necessidades específicas das novas empresas, que inclui alongamento dos prazos de financiamento e de carências.
Autodata – 01/11/2007
Lucro da Marcopolo avança 5,7% no ano
A Marcopolo fechou os nove primeiros meses do ano com alta de 5,7% no lucro líquido sobre igual período de 2006. O resultado, R$ 87,5 milhões, representa 5,8% de margem sobre a receita líquida superior a R$ 1,5 bilhão, que teve expansão de 19% sobre o acumulado de janeiro a setembro do ano passado.
No período a montadora de Caxias do Sul, RS, produziu no Brasil e no Exterior 12 mil 985 ônibus, alta de 15%. Nas fábricas brasileiras o volume avançou 25%, de 8 mil 58 unidades para 10 mil 90. No Exterior houve queda de 10%, ficando na faixa de 2,9 mil ônibus. Excetuando-se a montagem na África do Sul, que teve acréscimo de 19%, no México, Colômbia e Portugal o registro é de redução média de 12% por fábrica.
Da receita líquida total 58,9% tiveram origem no Brasil, 4 pontos porcentuais abaixo do consolidado em igual período de 2006. De acordo com os administradores a expansão interna continua sustentada na renovação de frotas devido, principal mente, à maior oferta de financiamentos e à ampliação dos prazos de carência e de amortização a menores taxas de juros. Outra variável detectada pela direção da Marcopolo é a total aceitação dos novos motores eletrônicos, com impacto no custo operacional.
Para exemplificar o momento atual do transporte de passageiros a diretoria da empresa destacou o recente incremento de 25% no número de passagens vendidas no trecho Rio de Janeiro-São Paulo, fenômeno que se estende a outros percursos, que anteriormente usavam meios alternativos. Também tem favorecido o crescimento dos serviços de fretamento e o efeito das ótimas safras agrícolas, fator que tem exercido grande influência na mobilidade da população interiorana.
Na visão dos dirigentes da Marcopolo essa situação não muda até o fim do ano. Neste sentido é mantida a projeção de receita líquida de R$ 2 bilhões, alta de 14,3% sobre 2006, e produção total de 17 mil unidades, acréscimo de 8,5%.
Autodata – 01/11/2007

Fenabrave divulga números das vendas do mês de outubro
O mês de outubro foi um dos melhores para o mercado automotivo nacional. Foram 232.566 veículos comercializados durante o décimo mês do ano, entre automóveis bicombustíveis e monocombustíveis (gasolina ou álcool). Ele também serviu para firmar o sucesso de modelos recém-chegados (que estão há pouco tempo à venda) às concessionárias, como Citroën C4 Pallas, Fiat Punto e Renault Logan.
A liderança do mês, nas marcas de automóveis, foi da Fiat, mais uma vez. A fabricante italiana abocanhou 26,56% das vendas, seguida por Volkswange (25,02 %), GM (21,74 %) e Ford (8 %). Na quinta colocação está a Honda (5,05 %), seguida por Peugeot (3,83 %), Renault (3,64 %), Citroën (2,98 %) e Toyota (1,93 %). As outras marcas somaram 1,26%.
No acumulado do ano, somadas as vendas de automóveis e comerciais leves, a liderança permanece com a Fiat. A marca com sede em Betim (MG) tem 26,02 % (490.237) de participação no mercado nacional, seguida de Volkswagen (23,01 % - 433.527) e Chevrolet (21,42 % - 403.570). A quarta colocação é da Ford, distante das três primeiras, com 10,64 % (200.466). A quinta também está distante da Ford: a Honda tem 3,62 % (68.203) de participação. Em sexto lugar está a Peugeot (3,4 % - 64.058), em sétimo estão, empatadas, Renault e Toyota (3,07% - 57.849 e 57.813, respectivamente), seguidas por Citroën (2,02 % - 38.058) e Mitsubishi (1,25% - 23.551). Todas as outras marcas somam 2,48 % de participação.
Vendas do mês de outubro
Novamente, o líder do mês foi o Volkswagen Gol, que caminha para mais um ano de liderança. O compacto alemão contabilizou 24.772 unidades vendidas. A segunda colocação é do Fiat Palio, com 21.663, seguido por VW Fox/CrossFox (11.765), Chevrolet Corsa Sedan/Classic (11.629) e Fiat Mille (11.586), completando os cinco primeiros. Na sexta posição aparece o GM Celta (11.279), seguido por Fiat Siena (8415), Ford Fiesta (6.144), Honda Civic (6.006) e GM Prisma (4.782).
A grande surpresa é o número de veículos com pouco mais de 11 mil unidades comercializadas e o surpreendente avanço do Honda Civic, alcançando mais de seis mil automóveis comercializados em um único mês, o recorde do segmento no ano. Outros destaques são o Fiat Punto, que vendeu 3.660 unidades, a VW SpaceFox, que se consolidou na liderança do segmento com os 3.014 automóveis comercializados, o Renault Logan, que com 2.407 unidades é o Renault mais vendido do mês e superou a expectativa de 1.500 carros/mês da marca, e o Citroën C4 Pallas, que se firmou como veículo de luxo e ultrapassou grandes concorrentes como Ford Fusion e Renault Mégane com sua marca de 1.793 automóveis vendidos, apesar de abaixo das expectativas da marca.
Top 50 do mês de outubro
1º VW Gol - 24.772
2º Fiat Palio - 21.633
3º VW Fox/Cross Fox - 11.765
4º GM Corsa Sedan/Classic - 11.629
5º Fiat Uno - 11.586
6º GM Celta - 11.279
7º Fiat Siena - 8.415
8º Ford Fiesta Hatch - 6.144
9º Honda Civic - 6.006
10º GM Prisma - 4.782
11º Peugeot 206 - 4.147
12º GM Corsa Hatch - 4.046
13º Ford Fiesta Sedan - 3.699
14º Honda Fit - 3.674
15º Fiat Punto - 3.660
16º GM Vectra - 3.192
17º Toyota Corolla - 3.084
18º VW Space Fox - 3.014
19º VW Polo Sedan - 2.966
20º Fiat Idea - 2.886
21º Citroen C3 - 2.851
22º Ford Ka - 2.475
23º Renault Logan - 2.407
24º GM Astra Hatch - 2.341
25º VW Polo Hatch - 2.296
26º GM Meriva - 2.224
27º Citroen C4 Pallas - 1.793
28º Renault Clio Hatch - 1.458
29º Peugeot 206 SW - 1.439
30º Fiat Stilo - 1.435
31º VW Parati - 1.433
32º Ford Fusion - 1.368
33º Fiat Palio Weekend - 1.368
34º Ford Focus Hatch - 1.292
35º VW Golf - 1.186
36º Peugeot 307 - 1.160
37º Renault Clio Sedan - 1.074
38º GM Zafira - 1.056
39º Renault Megane - 1.016
40º Citroen Xsara Picasso - 996
41º Fiat Doblo - 741
42º VW Jetta - 673
43º Nissan Sentra - 642
44º Toyota Fielder - 606
45º Ford Focus Sedan - 598
46º Renault Megane GrandTour - 588
47º GM Astra Sedan - 580
48º Peugeot 307 Sedan - 508
49º Renault Scenic - 404
50º VW Bora - 388
As listas dos segmentos
Hatches Compactos
1º VW Gol - 24.772
2º Fiat Palio - 21.633
3º VW Fox/Cross Fox - 11.765
4º Fiat Uno - 11.586
5º GM Celta - 11.279
6º Ford Fiesta Hatch - 6.144
7º Peugeot 206 - 4.147
8º GM Corsa Hatch - 4.046
9º Fiat Punto - 3.660
10º Citroen C3 - 2.851
11º Ford Ka - 2.475
12º VW Polo Hatch - 2.296
13º Renault Clio Hatch - 1.458
14º Kia Picanto - 128
Sedans Compactos
1º GM Corsa Sedan/Classic - 11.629
2º Fiat Siena - 8.415
3º GM Prisma - 4.782
4º Ford Fiesta Sedan - 3.699
5º VW Polo Sedan - 2.966
6º Renault Logan - 2.407
7º Renault Clio Sedan - 1.074
Familiares Compactos (Monovolumes e peruas)
1º Honda Fit - 3.674
2º VW Space Fox - 3.014
3º Fiat Idea - 2.886
4º GM Meriva - 2.224
5º Peugeot 206 SW - 1.439
6º VW Parati - 1.433
7º Fiat Palio Weekend - 1.368
Hatches Médios
1º GM Astra Hatch - 2.341
2º Fiat Stilo - 1.435
3º Ford Focus Hatch - 1.292
4º VW Golf - 1.186
5º Peugeot 307 - 1.160
6º Nissan Tiida - 333
7º Citroën C4 VTR - 152
Sedans Médios
1º Honda Civic - 6.006
2º GM Vectra - 3.192
3º Toyota Corolla - 3.084
4º Citroen C4 Pallas - 1.793
5º Ford Fusion - 1.368
6º Renault Megane - 1.016
7º VW Jetta - 673
8º Nissan Sentra - 642
9º Ford Focus Sedan - 598
10º GM Astra Sedan - 580
11º Peugeot 307 Sedan - 508
12º VW Bora - 388
13º Kia Cerato - 67
14º Kia Magentis - 59
15º Fiat Marea - 4
Familiares Médios (Peruas e Monovolumes)
1º GM Zafira - 1.056
2º Citroen Xsara Picasso - 996
3º Toyota Fielder - 606
4º Renault Megane GrandTour - 588
5º Renault Scenic - 404
6º Peugeot 307 SW - 183
7º Fiat Marea Weekend - 1
Picapes Leves
1º Fiat Strada - 6.123
2º GM Montana - 2.689
3º VW Saveiro - 2.270
4º Ford Courier - 864
Picapes Médias
1º GM S10 - 2.692
2º Toyota Hilux - 1.979
3º Ford Ranger - 1.354
4º Mitsubishi L200 - 1.029
5º Nissan Frontier - 215
Utilitários Esportivos
1º Ford EcoSport - 4.709
2º Hyundai Tucson - 1.681
3º Mitsubishi Pajero TR4/Sport HPE/Full - 1.382
4º Toyota Hilux SW4 - 741
5º GM Tracker - 671
6º GM Blazer - 415
7º Kia Sportage - 286
8º Hyundai SantaFe - 279
9º Honda CRV - 251
10º Mitsubishi Airtrek - 209
11º Hyundai Vera Cruz - 121
12º Troller T4 - 113
13º Kia Sorento - 89
14º Toyota RAV4 - 85
15º Land Rover Discovery - 66
Top 20 do acumulado do ano
1º VW Gol - 195.837
2º Fiat Palio - 182.294
3º Fiat Uno - 104.434
4º GM Celta - 103.005
5º VW Fox/Cross Fox - 101.981
6º GM Corsa Sedan/Classic - 92.445
7º Fiat Siena - 71.222
8º Ford Fiesta Hatch - 55.758
9º Fiat Strada - 50.271
10º GM Prisma - 45.835
11º GM Corsa Hatch - 37.603
12º Honda Civic - 37.217
13º Ford Fiesta Sedan - 36.673
14º Ford EcoSport - 36.209
15º Peugeot 206 - 31.685
16º Toyota Corolla - 28.168
17º Honda Fit - 27.944
18º GM Vectra - 25.010
19º Fiat Idea - 23.892
20º VW Polo Sedan - 22.661
Autodiário – 05/11/2007

Venda de veículos cresce 30% no acumulado do ano, diz Fenabrave
As vendas de veículos alcançaram quase 3,5 milhões de unidades em 2007, de janeiro a outubro, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (1º) pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), uma alta de 30% em relação ao mesmo período do ano passado.
De acordo com a entidade, no mês de outubro foram vendidos 422.575 veículos, uma alta de 18,28% sobre setembro e de 43,1% em relação a outubro de 2006. Assim, as vendas no ano somam 3,448 milhões de unidades, número 30,21% maior sobre o mesmo período do ano passado.
Os dados englobam as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos, máquinas agrícolas e implementos rodoviários.
Em relação apenas aos automóveis e comerciais leves, outubro registrou venda de 232.557 unidades, ante 194.102 vendidas em setembro, uma alta de 19,81%. Sobre outubro do ano passado, porém (166.802), a alta é de 39,42%. No ano, já foram vendidos 1,884 milhão de carros, alta de 28,86% sobre o mesmo período de 2006 (1,462 milhão).
Segundo a Fenabrave, 2007 também é o melhor ano dos últimos dez anos. A previsão de venda do setor, incluindo automóveis, caminhões, ônibus e motocicletas, é de alta de 17%, o que representa venda de 3,8 milhões de unidades.
Participação
Em outubro, a Fiat manteve a liderança no mercado de automóveis com 26,56% das vendas, seguida por Volkswagen, com 25,02%, e General Motors, com 21,74%. Em quarto, a Ford ficou com 8% das vendas.
A Fiat também é líder no acumulado do ano, com participação de 26,02%, seguida pela Volks (23,01%), GM (21,42%) e Ford (10,64%).
Com relação aos modelos mais vendidos, o Gol (Volks) voltou a liderar com 24.772 unidades. Em segundo ficou o Palio (Fiat), com 21.633. Em terceiro o Fox/Cross Fox (Volks), com 11.765, seguido por Corsa Sedan (GM), com 11.629 unidades e Uno (Fiat), com 11.586.
Folha Online – 01/11/2007

Vendas de automóveis de empresas dos EUA caem em outubro
Com o setor automotivo afetado pela crise de crédito imobiliário nos Estados Unidos, a GM (General Motors) enfrentou em outubro a crise que deixou Ford e Chrysler com números negativos, enquanto as marcas japonesas aproveitaram a fraqueza de suas concorrentes, segundo dados divulgados nesta quinta-feira.
Toyota e Nissan fecharam o mês de outubro com lucro, embora pequeno, enquanto as "três grandes de Detroit" tiveram que amargar mais prejuízos.
As vendas da Toyota subiram 0,5%, as da Nissan 8,8% e as da Honda caíram 0,2%.
Por outro lado, a GM vendeu 1,1% a menos, a Ford 9,5% e a Chrysler 9%.
Os números da Chrysler, agora administrada pelo fundo de investimentos privado Cerberus, motivaram uma rápida reação por parte de sua direção.
O terceiro fabricante americano anunciou que deixará de produzir quatro modelos e cortará até 12 mil postos de trabalho em 2008, diante da queda da demanda.
Além disso, o Grupo Chrysler anunciou novos incentivos econômicos para despertar o interesse por seus modelos.
A Chrysler atribuiu os maus resultados à situação do mercado imobiliário nos EUA, afetado pela crise de crédito imobiliário de alto risco ("subprime").
Segundo o vice-presidente de Vendas da Chrysler, Darryl Jackson, "as crescentes preocupações pela diminuição do setor de imóveis estão aparecendo nas expectativas dos consumidores sobre as condições econômicas futuras, já que as vendas de automóveis em outubro continuam abaixo dos níveis normais."
A Ford culpou, em parte, por seus resultados de outubro, a redução de vendas para frotas, que diminuíram em 12 mil unidades durante o mês.
Mas a Ford encontrou alívio na excelente procura por seus novos modelos, Ford Edge e Escape, Lincoln MKX, e Mercury Mariner, dos quais foram vendidas 36.852 unidades, 145% a mais que nesse mesmo período em 2006.
"Nossos novos modelos continuam surpreendendo e encantando os clientes, o que demonstra que a Ford está produzindo mais produtos que as pessoas realmente querem", disse Mark Fields, presidente da Ford no continente americano.
No entanto, a Ford não pôde resistir à pressão da Toyota, pois enquanto a marca japonesa vendeu 197.592 unidades em outubro, a americana se contentou com 195.462, o que coloca a Toyota como segundo fabricante no mercado americano.
A demanda de veículos da Toyota cresceu apenas 0,5%, o que o vice-presidente executivo da companhia nos EUA, Jim Lentz, atribuiu aos recentes incêndios na Califórnia porque "afetaram um mercado chave que já está prejudicado pelas quedas no mercado de imóveis."
Mas o fabricante japonês voltou a ganhar de forma significativa na categoria de caminhonetes (que inclui utilitários esportivos e picapes), um mercado com uma maior margem de lucro e que tradicionalmente esteve dominado pela General Motors e pela Ford.
A GM, primeiro fabricante mundial de veículos, não teve um mês ruim, apesar de sua demanda ter caído 1,1%, quando foram contabilizadas as vendas pelos dias de negócio em outubro de 2007.
Em números globais, a GM vendeu 8.700 veículos a mais em outubro deste ano do que no mesmo mês de 2006, mas, percentualmente, o número se transforma em uma queda de 1,1%, já que no mês passado houve 26 dias de venda, enquanto o de 2006 teve uma jornada menor.
A GM destacou que, desde agosto, "a fração de mercado da empresa aumentou mais de um ponto, até chegar aos 25,1%, comparados com o mesmo período trimestral do ano passado."
"Nosso forte rendimento em fração de mercado e nossa capacidade para superar as tendências de volume do setor demonstram que o consumidor está aceitando nossos novos produtos", afirmou Mark LaNeve, vice-presidente de Vendas da GM para a América do Norte.
Apesar disso, a demanda de veículos da GM caiu 4,5%, o que marca uma das grandes debilidades do fabricante americano.
Folha Online – 01/11/2007

CONSUMER
Vendas de telas finas batem recordes no Brasil e acompanham tendência de substituição dos monitores de tubo
De um ano para cá, os monitores LCD finalmente atingiram preços acessíveis no Brasil. Para se ter uma idéia, as telas de 15 polegadas, que são as mais comuns, tiveram uma queda de 29,5% e já custam em média R$ 530, segundo a consultoria ITData. Já os monitores de 17’’, que hoje custam por volta de R$ 650, tiveram uma redução ainda maior: 38%. E os de 19 polegadas foram os campeões com uma redução de 43%, chegando ao valor de R$ 800.
Mas será que já é a hora de trocar aquele seu velho e pesado monitor de tubo? Depende.
Se seu bolso só permite comprar um de 15 polegadas, talvez ainda não. Há uma grande chance de os monitores de 17 polegadas se tornarem o padrão dos LCD, ao contrário do tubo, que era de 15 polegadas.
As telas em widescreen – aquele formato 16:9, como no cinema – também devem se tornar as preferidas em um futuro próximo. Portanto, espere um pouco até o preço dessas telas cair ainda mais em vez de comprar uma de 15 polegadas e depois se arrepender.
Foi para não ficar tecnologicamente atrasado que o estudante universitário Fernando Nogueira, de 22 anos, resolveu comprar um LCD de 17 polegadas. Ele achou que as telas widescreen ainda não valiam a pena pelo preço. “Aproveitei uma promoção para trocar meu monitor de tubo de 5 anos, que já estava até desfocado. Melhorou bastante. Ocupa menos espaço, tem um visual menos confuso e a definição é melhor”, diz.
Agora, se você puder investir mais, além dos monitores de 17 polegadas, outra boa escolha são os modelos de 19 polegadas e widescreen. Você ficará um bom tempo despreocupado em trocar por outro. A questão é que, se você adquirir um LCD desses hoje vai ver, claro, o preço cair ainda mais no ano que vem. São várias as razões que indicam isso. Olhe só.
Só no primeiro semestre de 2007, foram vendidos 2,6 milhões de telas LCD no Brasil, um crescimento de 197% sobre o mesmo período do ano passado, segundo a consultoria IDC. “No início do ano, esperávamos um total vendas de 6,3 milhões de aparelhos no ano. Mas vamos revisar o número, porque deve ser ainda maior”, diz Reinaldo Sakis, analista sênior da IDC.
A previsão da ITData segue o mesmo ritmo. As vendas de monitor LCD devem aumentar 129% este ano, e as de CRT, cair 62%. “O que aconteceu este ano no Brasil é uma tendência já existente nos países desenvolvidos: a substituição de uma tecnologia antiga pela nova”, afirma Ivair Rodrigues, diretor de pesquisas da consultoria.
E mais ainda. Dos três principais fabricantes (AOC, LG e Samsung), só a LG afirmou ao Link que ainda produz monitores de tubo.
Então, os LCD chegaram para ficar e eles se tornarão ainda mais populares no ano que vem. Os fabricantes devem apostar na queda de preços constante e na melhora de qualidade de imagem.
Ficou com vontade de jogar seu monitor de tubo pela janela? Vá com calma. Nem todos os monitores LCD são melhores que os antigões. Eles têm muita diferença entre si. Na página seguinte você descobre como escolher um LCD bem ajeitado.
DADOS:
O LCD veio para ficar:
R$ 650
É o preço médio de um monitor de 17 polegadas hoje. Há um ano, eles custavam cerca de R$ 1.050
43%
É quanto caiu o preço de um monitor LCD de 19 polegadas em um ano. Eles já custam R$ 800
127%
É o crescimento esperado nas vendas de telas LCD em 2007. Monitores de tubo devem cair 62%
2 fabricantes
Samsung e AOC já pararam de produzir telas de tubo. Apenas a LG ainda continua
Link – 05/11/2007

Teste mostra qual é a melhor TV de LCD no Brasil
A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pro Teste) avaliou seis modelos de televisores de cristal líquido (LCD) disponíveis no país. Os resultados mostram que, no geral, os aparelhos encontrados por aqui possuem boa qualidade, mas alguns modelos apresentam restrições em itens específicos, como som ou painel de controle.
O televisor da Sony foi apontado como o melhor do teste, por ser o mais versátil, apresentar a melhor imagem e consumir menos energia. A opção da Gradiente, porém, foi considerada a melhor relação custo/benefício – possui uma boa qualidade e preço mais acessível.
Quem quer comprar um aparelho de LCD precisa pesquisar bem os preços, pois a diferença entre os valores ofertados no mercado para um mesmo modelo pode superar facilmente os 1.000 reais. A Pro Teste também desaconselha a compra pela internet. Na média, as lojas virtuais registraram valores maiores que os encontrados em lojas de departamentos ou de eletrodomésticos.
Confira, a seguir, o desempenho dos modelos avaliados pela Pro Teste.
Modelo Sony KLV-32S200AT
Avaliação final: bom
Preço: de 3.499 a 4.999
Conexão digital: HDMI
Decodificador de surround: sim
Redutor de ruído: sim
Autobrilho: sim
Congelamento de imagem: sim
Imagem: entre muito boa e boa
Som: entre bom e aceitável
Primeira instalação: muito boa
Uso diário: aceitável
Controle remoto: bom
Manual de instruções: muito bom
Painel de controle: bom
Consumo de energia: muito bom
Modelo Samsung LN32R71B
Avaliação final: bom
Preço: de 3.149 a 4.999
Conexão digital: HDMI
Decodificador de surround: sim
Redutor de ruído: sim
Autobrilho: não
Congelamento de imagem: sim
Imagem: entre muito boa e boa
Som: entre bom e aceitável
Primeira instalação: muito boa
Uso diário: bom
Controle remoto: bom
Manual de instruções: muito bom
Painel de controle: entre muito bom e bom
Consumo de energia: aceitável
Modelo Gradiente LCD-3230
Avaliação final: bom
Preço: de 2.699 a 3.999
Conexão digital: HDMI
Decodificador de surround: não
Redutor de ruído: não
Autobrilho: não
Congelamento de imagem: sim
Imagem: boa
Som: entre bom e aceitável
Primeira instalação: muito boa
Uso diário: bom
Controle remoto: bom
Manual de instruções: bom
Painel de controle: bom
Consumo de energia: aceitável
Modelo LG 32LC3R
Avaliação final: entre bom e aceitável
Preço: de 2.992,41 a 3.999
Conexão digital: HDMI
Decodificador de surround: sim
Redutor de ruído: não
Autobrilho: não
Congelamento de imagem: não
Imagem: entre boa e aceitável
Som: entre bom e aceitável
Primeira instalação: boa
Uso diário: muito bom
Controle remoto: bom
Manual de instruções: bom
Painel de controle: bom
Consumo de energia: bom
Modelo Philips 32PF5321/78
Avaliação final: entre bom e aceitável
Preço: de 2.799 a 4.399
Conexão digital: HDMI
Decodificador de surround: sim
Redutor de ruído: sim
Autobrilho: não
Congelamento de imagem: não
Imagem: entre boa e aceitável
Som: entre bom e aceitável
Primeira instalação: boa
Uso diário: aceitável
Controle remoto: aceitável
Manual de instruções: bom
Painel de controle: entre bom e aceitável
Consumo de energia: bom
Modelo Semp Toshiba LC3210W
Avaliação final: entre bom e aceitável
Preço: de 3.290 a 4.999
Conexão digital: DVI
Decodificador de surround: não
Redutor de ruído: não
Autobrilho: não
Congelamento de imagem: não
Imagem: entre boa e aceitável
Som: entre bom e aceitável
Primeira instalação: muito boa
Uso diário: aceitável
Controle remoto: bom
Manual de instruções: bom
Painel de controle: entre bom e aceitável
Consumo de energia: aceitável
Portal EXAME – 02/11/2007

LG aposta na linha de Car Audio para o Natal de 2007
A LG Electronics aposta na linha de Car Audio 2007/2008, lançada recentemente, para as vendas do Natal deste ano. Os modelos LAC7710, LAC6710, LAC4710 e LAD-9600 fazem parte do portfólio de produtos da marca, que se destaca por unir design diferenciado e tecnologia de ponta em seus equipamentos. A linha conta com o recurso bluetooth “hands-free” (modelos LAC7710 e LAD-9600), em que o consumidor consegue usar todas as funções bluetooth do aparelho pressionando um único botão e, com a função bluetooth audio streaming, é possível ainda escutar músicas em MP3 arquivadas no celular direto no sistema de áudio do som automotivo. Além disso, a entrada USB frontal dos modelos LAD-9600 e LAC6710 proporciona mais velocidade na reprodução dos arquivos, por meio da conexão com um pen drive ou MP3 player. Outra novidade dos modelos LAC7710, LAC6710 e LAC4710 é o MUZ Blaster, um sistema novo de efeitos de som desenvolvido pela LG, que proporciona uma excelente qualidade de áudio.
“O Natal é o segundo período de maior volume de vendas no ano e estamos bastante confiantes no sucesso dos modelos de som automotivo, pois trazem design diferenciado e conectividade, características perfeitas para presentear amigos e familiares, que já poderão aproveitar os presentes para as viagens de carro no fim do ano”, aposta Alex Silvério, gerente de produto de Áudio & Vídeo da LG.
“O Natal é o período de maior volume de vendas no ano e estamos bastante confiantes no sucesso dos modelos de som automotivo, pois trazem design diferenciado e conectividade, características perfeitas para presentear amigos e familiares, que já poderão aproveitar os presentes para as viagens de carro no fim do ano”, aposta Alex Silvério, gerente de produto de Áudio & Vídeo da LG.
Perfil da LG Electronics, Inc. - A LG Electronics, Inc., (KSE: 06657.KS) é líder global e empresa que desenvolve tecnologia inovadora para eletrônicos de consumo, eletrodomésticos e comunicação móvel. A empresa emprega mais de 82.000 funcionários, em mais de 111 operações — incluindo 81 subsidiárias ao redor do mundo. Composta por quatro unidades de negócios: Mobile Communications, Digital Appliance, Digital Display e Digital Media, em 2006, suas vendas globais atingiram USD 38,5 bilhões. A LG Electronics é a maior fabricante do mundo de celulares CDMA, condicionadores de ar, dispositivos óticos, DVDs players e home theaters. | www.lge.com
No Brasil desde 1995, a LG Electronics comercializa no País um extenso line up de produtos: TVs convencionais, TVs Flat (Tela Plana), TVs LCD, Displays de Plasma, DVDs, Home Theaters, Mini Systems, Micro Systems, Rádios para carros, MP4 Players, Monitores CRT e LCD para PCs, Notebooks, Dispositivos Óticos, Celulares CDMA e GSM, Condicionadores de Ar, Adegas Residenciais, Forno 2 em 1 – Solardom, Refrigeradores e Lavadoras de Roupa.
A empresa fabrica localmente a maioria dos produtos que comercializa no País. Para isso, tem dois complexos industriais: em Manaus (AM), com três plantas, onde são fabricados equipamentos eletroeletrônicos e condicionadores de ar, e em Taubaté (SP), com mais três plantas, responsável pela fabricação de aparelhos celulares, monitores para computadores e notebooks. O escritório na capital de São Paulo engloba as áreas de vendas, marketing, financeiro, recursos humanos, produtos, pesquisa e desenvolvimento, e a presidência da empresa no Brasil. Ao todo, são mais de 5.200 funcionários em todo o País.
Em 2006, a subsidiária brasileira atingiu um faturamento de US$ 1,8 bilhão, um crescimento de 38,4% na receita em relação ao ano anterior (2005). A meta para este ano de 2007 é faturar no Brasil US$ 2,5 bilhões. Atualmente, a subsidiária brasileira é um dos principais focos de negócios da LG Electronics global.
A missão da LG é criar produtos com a mais alta tecnologia digital e serviços inovadores para tornar a vida dos consumidores mais prática e agradável. Para mais informações sobre a subsidiária brasileira da LG Electronics.
Portal Fator Brasil – 02/11/2007

LG Electronics divulga resultados do terceiro trimestre de 2007: empresa obteve aumento em vendas e no lucro operacional
A LG Electronics (LG), líder no segmento de eletrônicos de consumo e comunicação móvel, divulgou os resultados consolidados (não auditados) do terceiro trimestre de 2007, encerrado em 30 de setembro último. Os valores em won coreanos (KRW) foram convertidos para dólares americanos (USD) ao câmbio médio de cada trimestre (Q), o que corresponde a KRW 928 para 1USD (2007 3Q), KRW 929 para 1USD (2007 2Q, QoQ) e KRW 955 para 1USD (2006 3Q, YoY).
Vendas e Lucros Globais - A estabilidade das operações de todas as divisões de negócios resultou em um aumento nas vendas e no lucro operacional em relação ao mesmo período do ano anterior. Com base nos resultados globais da LGE, as vendas do terceiro trimestre de 2007 subiram 11,8%, totalizando KRW 9,911 trilhões (USD 10,680 bilhões). O lucro operacional foi de KRW 362 bilhões (USD 390 milhões), elevando a margem de lucro para 3,6%, o que significa um aumento de 1,3% em relação ao ano anterior.
A divisão Mobile Communications registrou vendas recordes de KRW 2,635 trilhões (USD 2,839 bilhões), 4% superiores às de 2006. A empresa vendeu 21,9 milhões de celulares, um número recorde em vendas graças ao crescimento de mercados emergentes como América Latina e Ásia/Oriente Médio. Não obstante, o aumento na venda de celulares de baixo custo, a queda no preço médio de venda dos modelos mais populares e as melhorias realizadas na estrutura de custo mantiveram a lucratividade em um patamar razoável. A margem de lucro operacional permaneceu no mesmo nível do ano anterior, ou seja, 8,4%. Para o próximo trimestre, as perspectivas para o número de unidades vendidas e para o lucro continuam excelentes, e espera-se um pico de vendas em razão da sazonalidade e do crescimento do mercado 3G.
As vendas da divisão Digital Display cresceram 18,7% no ano (acumulado 2007) e 16,3% no trimestre, totalizando KRW 3,170 trilhões (USD 3,416 bilhões). Foram alavancadas pelo crescimento nas vendas de TVs digitais LCD e plasma e painéis de plasma, que subiram 17% e 21% no trimestre, respectivamente. O prejuízo operacional caiu para KRW 29 bilhões (USD 31 milhões) no trimestre, devido, principalmente, à recuperação nas vendas de módulos de plasma (beneficiadas pela demanda sazonal), aos novos modelos de 32 polegadas e performance da divisão de negócios de TVs tela plana e monitores. A expectativa da divisão Digital Display para o quarto trimestre de 2007 é de crescer ainda mais nas vendas de TVs tela plana de tamanho acima de 40 polegadas, e de maior demanda e popularidade para os modelos com resolução full HD.
As vendas da divisão Digital Media aumentaram 9,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando KRW 1,336 bilhões (USD 1,440 milhões), em razão de um aumento nas vendas de computadores de mesa, na Coréia, e de notebooks, no restante do mundo. O lucro e a margem operacional foram de KRW 29 bilhões (USD 31 milhões) e 2,2%, respectivamente — uma recuperação em relação ao ano anterior. O aumento esperado para as vendas de produtos de informática e produtos premium resultará em lucros mais altos nos próximos meses, época de alta demanda.
As vendas da divisão Digital Appliance aumentaram 11,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando KRW 2,785 trilhões (USD 3,001 bilhões), mas caíram 22,7% em relação ao trimestre anterior, devido, principalmente, à baixa demanda sazonal. Houve aumento de vendas no mercado doméstico (coreano), graças à performance de produtos premium como os refrigeradores Side by Side, de três portas e os condicionadores de ar comerciais. As extraordinárias e estáveis vendas das lavadoras/secadoras de roupa, com sistema de limpeza por tombamento e vapor nos Estados Unidos, ajudaram na conquista de um crescimento geral de 14% (17% em dólares americanos) no mercado exterior. Apesar da valorização do won e do aumento no custo de materiais, a inovação na área de custos e a expansão na venda de produtos premium em mercados desenvolvidos, como os Estados Unidos, tornaram viável tal crescimento. Para o próximo trimestre, antecipa-se uma possível desaceleração em alguns segmentos do mercado americano — como o sub-prime, por exemplo —, devido à conjuntura econômica do país, mas a companhia espera manter sua forte posição nos demais segmentos desse mercado.
Demonstrativo Financeiro e Itens Não Operacionais da Matriz - As vendas e o lucro operacional da matriz da LG Electronics totalizam KRW 5,690 trilhões (USD 6,131 bilhões) e KRW 92 bilhões (USD 99 milhões), respectivamente. O lucro recorrente e o lucro líquido aumentaram em relação ao mesmo período do ano anterior. O lucro recorrente subiu 1169% e chegou a KRW 387 bilhões (USD 417 milhões). No caso do lucro líquido houve aumento de 1394%, chegando a KRW 339 bilhões (USD 365 milhões).
Perfil da LG Electronics, Inc.- LG Electronics, Inc., (KSE: 06657.KS) é líder global e empresa que desenvolve tecnologia inovadora para eletrônicos de consumo, eletrodomésticos e produtos para comunicação móvel. Possui mais de 82 mil funcionários em mais de 110 operações, incluindo 81 subsidiárias, em todo o mundo. A LG Electronics é composta por quatro unidades (divisões) de negócios: Mobile Communications, Digital Appliance, Digital Display e Digital Media. Com venda global de USD 38,5 bilhões em 2006, a LG Electronics é a maior fabricante de celulares CDMA, condicionadores de ar, produtos para armazenamento ótico e DVD players. | www.lge.com
No Brasil - No Brasil desde 1995, a LG Electronics comercializa no País um extenso line up de produtos: TVs convencionais, TVs Flat (Tela Plana), TVs LCD, TVs de Projeção, Displays de Plasma, DVDs, Home Theaters, Mini Systems, Micro Systems, Rádios para carros, MP4 Players, Monitores CRT e LCD para PCs, Notebooks, Dispositivos Óticos, Celulares CDMA e GSM, Condicionadores de Ar, Adegas Residenciais, Forno 2 em 1 – Solardom, Refrigeradores e Lavadoras de Roupa.
A empresa fabrica localmente a maioria dos produtos que comercializa no País. Para isso, tem dois complexos industriais: em Manaus (AM), com três plantas, onde são fabricados equipamentos eletroeletrônicos e condicionadores de ar, e em Taubaté (SP), com mais três plantas, responsável pela fabricação de aparelhos celulares, monitores para computadores e notebooks. O escritório na capital de São Paulo engloba as áreas de vendas, marketing, financeiro, recursos humanos, produtos, pesquisa e desenvolvimento, e a presidência da empresa no Brasil. Ao todo, são mais de 5.400 funcionários em todo o País.
Em 2006, a subsidiária brasileira atingiu um faturamento de US$ 1,8 bilhão, um crescimento de 38,4% na receita em relação ao ano anterior (2005). A meta para este ano de 2007 é faturar no Brasil US$ 2,5 bilhões. Atualmente, a subsidiária brasileira é um dos principais focos de negócios da LG Electronics global.
A missão da LG é criar produtos com a mais alta tecnologia digital e serviços inovadores para tornar a vida dos consumidores mais prática e agradável. Para mais informações sobre a subsidiária brasileira da LG Electronics.
Portal Fator Brasil – 31/10/2007

Televisão com HD de 80 GB é lançada no Brasil
A LG Electronics está lançando a 2ª geração de TVs Time Machine. Os aparelhos têm 32 e 42 polegadas e possuem HD interno 80 GB, para gravar programas de televisão.
O HD do aparelho permite controle de programação em tempo real, possibilitando pausar um programa ao vivo e até mesmo rever uma cena. O disco interno de 80 GB armazena cerca de 33 horas de vídeo.
A linha de televisões tem conexão USB para a reprodução de músicas, fotos e vídeos, inclusive no formato DivX. Quem possuir uma câmera de fotos pode conectá-la via USB diretamente na televisão para ver as fotografias. As TV também lêem direto de pendrives e aceita a conexão de HDs externos para backup. Os aparelhos não gravam diretamente em um HD externo.
Os modelos têm resolução HDTV Ready (1.366 x 768 pixels) e contraste de 10.000:1, além de duas conexões HDMI.
O modelo de 32" tem preço sugerido de R$ 3.799 e a de 42" de R$ 5.499. Os aparelhos já estão no mercado brasileiro.
Gazeta Web – 31/10/2007

Microsoft e grupo indiano fecham acordo para promover TV pela internet
"A Reliance terá todos os direitos da plataforma da Microsoft na Índia", disse o presidente do grupo indiano, Anil Ambani, citado pela agência de notícias indiana "Ians".
O dono da Reliance afirmou que o serviço de televisão pela internet será interativo, pessoal e contará com tecnologia de ponta.
Ambani disse ainda que o grupo lançará serviços de TV por assinatura via satélite nos próximos meses, ao qual a Microsoft contribuirá fornecendo redes de fibra óptica.
As duas empresas se comprometeram também a cooperar em âmbitos como a banda larga nas regiões rurais, a telefonia celular e a indústria do entretenimento da Índia.
O acordo foi assinado na capital financeira da Índia, Mumbai (Bombaim). Compareceram ao ato o executivo-chefe da Microsoft, Steve Ballmer, representantes do grupo americano na Índia e a cúpula direção da Reliance.
Anil Ambani é irmão de Mukesh Ambani, um dos homens mais ricos do mundo e proprietário da Reliance Industries.
Os dois dividiram a herança do pai, Dhirubhai Ambani, com o que o grupo Reliance foi dividido em dois: a Reliance Industries Limited (RIL), dirigida por Mukesh, e a Reliance Anil D. Ambani Group, de seu irmão.
Último Segundo – 05/11/2007

IDENTIFICATION
Cartão múltiplo da Supervia pode ser adquirido a partir de sábado
A partir deste sábado, dia 3, os passageiros que utilizam os trens urbanos poderão adquirir o Cartão Múltiplo da SuperVia. Inicialmente, o cartão será vendido somente na estação Central do Brasil e, posteriormente, será comercializado nas outras estações e nos pontos de venda avançados. Para adquirir o cartão múltiplo, os passageiros deverão efetuar o pagamento em dinheiro, podendo creditar quantas passagens quiser, sendo o mínimo correspondente a duas viagens. Com isso, será possível agilizar o embarque e reduzir o tempo de espera nas filas.
No momento, o Cartão Múltiplo da SuperVia é aceito nas estações Central do Brasil, Praça da Bandeira, São Cristóvão, Maracanã, Mangueira, Riachuelo, Engenho de Dentro, Piedade, Cascadura, Madureira, Oswaldo Cruz, Marechal Hermes, Deodoro, Magalhães Bastos, Inhoaíba, Cosmos, Paciência, Japeri, Triagem, Del Castilho, Pilares, Tomás Coelho, Cavalcante, Mercadão de Madureira, Pavuna, Duque de Caxias, Gramacho, Jardim Primavera e Saracuruna.
O sistema de bilhetagem eletrônica está sendo implantado gradativamente nas outras estações, com previsão de término em novembro, data em que todas as estações aceitarão o novo Cartão Múltiplo da SuperVia.
O Globo – 02/11/2007

Táxi-lotação também quer usar cartão BHBus
Taxistas de Belo Horizonte querem que o sistema de bilhetagem eletrônica existente hoje no transporte coletivo seja também implantado nos 134 táxi-lotação da capital. Assim, os passageiros poderiam usar o cartão BHBus para pagar as viagens, que custam o mesmo preço do ônibus. Vários profissionais da categoria se mobilizaram para fazer um abaixo-assinado com os usuários dos táxis-lotação que apóiam a proposta.
O documento, segundo os taxistas, já conta com mais de 5.000 assinaturas. O serviço de táxi- lotação é oferecido nas avenidas do Contorno e Afonso Pena com itinerários nos dois sentidos e um fluxo diário de 1.700 passageiros. "É uma reivindicação não apenas nossa, mas também dos usuários, que o cartão do ônibus possa ser usado nos táxis", disse o taxista Cristiano Vilhena de Jesus, um dos idealizadores do projeto.
Vilhena esteve nesta semana na Câmara Municipal de Belo Horizonte para buscar apoio dos vereadores. De acordo com ele, a idéia é que a implantação dos aparelhos validadores do cartão BHBus seja transformado em projeto de lei. A proposta ainda encontra resistência na Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans) responsável pelo gerenciamento dos táxis na capital.
Sobre a reivindicação feita pelos taxistas, a assessoria de imprensa do órgão informou, por meio de nota, que, de acordo com a legislação federal, os táxis não poderiam receber por meio de bilhetagem porque o serviço não se configura como transporte coletivo. "A BHTrans acabou com o vale-transporte de papel e não deu outra opção de pagamento a não ser o dinheiro para os usuários do táxi-lotação", disse Vilhena. De acordo com ele, os taxistas querem que a BHTrans promova uma reunião ainda neste mês para discutir a proposta.
Usuários apóiam a proposta
Os usuários do transporte coletivo da capital dão apoio à proposta de usar o cartão BHBus nos táxis lotação. “Acho legal demais. Prefiro muito mais ir de táxi-lotação do que pegar o ônibus para subir a Afonso Pena, mas infelizmente não uso muito o táxi justamente porque o cartão só passa no ônibus”, disse o office-boy Thiago Jaute, 19. Para exercer seu trabalho, ele já chegou a fazer, em um só dia, 15 viagens de ônibus.
Para o policial militar Renato Domingos, 54, além de comodidade, a adaptação dos validadores do cartão BHBus nos táxis-lotação traria mais segurança tanto para os usuários do serviço como para os próprios taxistas. “Além de ser uma opção a mais para a população, seria bom porque ambos andariam com menos dinheiro por aí. Taxista é sempre visado por assaltantes e os pedestres também”, disse. (IV)
O Tempo – 02/11/2007

Bilhetagem eletrônica começou hoje no DF
O projeto Brasília Integrada começou a funcionar hoje, pelo menos parcialmente. As empresas já providenciaram a instalação das catracas eletrônicas em toda a frota de ônibus, o que permite a população adquirir o cartão eletrônico na Empresa Fácil, no Setor de Diversões Sul. O mesmo cartão que é utilizado nos ônibus também pode ser usado no metrô. Com a bilhetagem eletrônica, a Secretaria de Transportes espera reduzir o número de assaltos a ônibus, diminuir a burocracia e dar eficiência ao sistema de transporte coletivo.
Dos sete cartões criados para o sistema, somente três estão em funcionamento, o Cartão Estudante, Vale-transporte e o Funcional, que é utilizado pelos rodoviários. O Gratuidade, usado por carteiros e oficiais de justiça, só será liberado em 16 de novembro. Pessoas com deficiência começam a utilizar a bilhetagem eletrônica em 15 de novembro e os idosos em 1º de fevereiro. O Cartão Cidadão, que será utilizado para quem paga a passagem integral, será liberado em 1º de dezembro.
O anúncio da bilhetagem foi feito, na manhã de hoje, em frente ao Palácio do Buriti, pelo secretário de Transportes, Alberto Fraga, e pelo governador em exercício, Paulo Octávio. Na solenidade, Fraga aproveitou para apresentar 20 ônibus adaptados para pessoas com deficiência. “Até 2010, toda a frota deve estar adaptada. Os próximos, em vez do elevador, terão piso baixo”, explicou o secretário.
Fraga também se queixou dos impasses na Justiça que impedem a conclusão do Brasília Integrada. Segundo ele, o Tribunal de Contas impede a secretaria de trabalhar. “Sem os microônibus não tem como fazer a integração”, disse o secretário ao se referir à disputa judicial que impede a licitação dos microônibus.
ComuniWeb – 01/11/2007

5ºCertForum: Gemalto agrega certificado digital aos smart cards
A Gemalto trouxe para o o 5º CertForum - Fórum de Certificação Digital, que termina nesta quinta-feira (1º/11), a sua tecnologia que agrega a assinatura digital da ICP Brasil aos smart cards. A empresa aposta numa virada de posição das instituições financeiras, que ainda resistem em investir em soluções de segurança para oferecer maior comodidade nas transações bancárias.
Segundo o Gerente de Marketing Banking & Security Latin América da Gemalto, Ricardo Pareja, as instituições podem aproveitar a atual migração dos cartões de tarja magnética para os cartões inteligentes EMV (Europay Mastercard Visa). "Os cartões com chip permitem oferecer diversas aplicações pelo alto nível de segurança e capacidade de memória", comenta.
Pareja entende que se os bancos já entregam cartões com chip, o momento é ideal para se adicionar uma terceira aplicação, que seria o certificado digital. "Se pensarmos em quanto tempo, dinheiro e pessoal são, hoje, empregadospelas instituições financeiras para gerir toda a cadeia de assinatura de contratos de prestação de serviços no país, podemos imaginar como a incorporação da assinatura digital nos smart cards bancários poderá impactar positivamente", disse o executivo.
Para ele, a adoção dessa tecnologia será benéfica para o correntista, que prefere se relacionar com o banco de modo digital, a qualquer hora e em qualquer lugar, assim como, para os bancos que poderão utilizar esta solução para facilitar ainda mais a adesão a novos serviços. "A economia que eles terão ao tirar o cliente da agência pagará o investimento", afirmou.
A solução da Gemalto, que permite inserir nos cartões com chip a assinatura digital, também abre a possibilidade das instituições agregarem diversas funcionalidade, tais como os planos de saúde, que atualmente, também são ofertados pelas holdings de muitas instituições.
Hoje, todo o processo de reembolso dos planos de saúde ocorre manualmente, com a assinatura do paciente em um formulário do plano. Se esse formulário fosse digitalizado e o paciente pudesse usar o seu cartão da instituição financeira com a sua assinatura digital para autenticar a transação, todo o processo seria agilizado, sem contar com a redução de custos.
“O Brasil é hoje um dos países mais avançados no que tange a normatização da certificação digital. Precisamos agora fomentar aplicações que permitam a disseminação dessa tecnologia, avaliando os impactos positivos para os correntistas, bancos e meio ambiente”, conclui Pareja.
Convergência Digital – 31/10/2007

INDUSTRIAL
Fábrica na CIC será referência mundial
A multinacional de origem suíça Landis+Gyr, com faturamento global de US$ 1,2 bilhão, está transformando a fábrica brasileira, localizada em Curitiba, em um dos centros de referência mundial no desenvolvimento de novos produtos. A companhia, especialista em sistema de medição para o setor de energia, investiu R$ 20 milhões nos últimos três anos, vai exportar medidores para a Inglaterra e prepara-se para aplicar mais US$ 10 milhões a partir de 2008 para a fabricação de medidores de gás natural.
“Espera-se um crescimento expressivo do mercado nos próximos anos com a exploração da Bacia de Santos e o aumento da participação do gás na matriz energética brasileira”, diz o diretor geral da América do Sul e vice-presidente mundial do grupo, Álvaro Dias Júnior. O executivo estima que o segmento de medidores de gás movimente hoje entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões no Brasil, mas deve crescer entre 10% e 15% ao ano – bem acima, portanto, do de medidores de energia elétrica, que avança a um ritmo de 2% a 3% ao ano.
Administração mudou de mãos
Com 17 fábricas e 5,5 mil empregados, a Landis+Gyr passou por várias mudanças de controle nos últimos anos. Fundada em 1896 e com sede em Zug, na Suíça, a empresa foi adquirida pela Siemens em 1998 quando passou a se chamar Siemens Metering. Em 2002, entretanto, a Siemens desistiu do negócio de medição de energia, em meio ao seu processo de reestruturação e a empresa foi vendida para um banco de investimentos dos Estados Unidos. Na época, a multinacional voltou a usar denominação original, baseada nos nomes dos seus fundadores. Dois anos depois, a companhia muda novamente de mãos e passa para o Bayard Capital, com sede em Sydney, na Austrália. No Brasil, a fábrica da Landis fez parte de uma joint-venture com a Inepar, na Inepar Eletroeletrônica. A Landis+Gyr era majoritária, com 51%. Em 2005, a multinacional suíça comprou o restante das ações da Inepar no negócio.
Na fábrica, localizada na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), que emprega 400 pessoas, devem ser contratados mais 60 funcionários para o início da produção de medidores de gás. A intenção é trazer alguns modelos da Inglaterra para servirem de base para a produção nacional.
Dias Júnior conta que nos últimos três anos a empresa investiu R$ 20 milhões em modernização tecnológica, que culminou com a substituição de modelos eletromecânicos por medidores eletrônicos, que permitem agregar um maior volume de funções. Atualmente, 80% da linha já migrou para a tecnologia eletrônica, segundo Dias Júnior. “Além disso, passamos a vender sistemas ao invés de apenas medidores, e agregamos novas soluções e serviços”, diz ele. Essa estratégia permitiu à empresa manter um crescimento anual de receita de 30% no período, mesmo com o mercado crescendo em volume a 3% ao ano. Esse desempenho, segundo Dias Júnior, deve se repetir em 2007, quando o faturamento bruto deve alcançar R$ 200 milhões.
A Landis+Gyr, controlada pelo fundo australiano Bayard Capital, também elegeu a fábrica curitibana – a única da empresa na América do Sul – como uma das sedes de desenvolvimento global de novos produtos. A subsidiária acaba de criar um novo medidor que será exportado para a Inglaterra. A expectativa é enviar 200 mil medidores para esse mercado, o que deverá elevar a participação das exportações nos negócios da empresa, hoje em menos de 10% para cerca de 20%.
Gazeta do Povo – 04/11/2007

Fábrica na CIC será referência mundial
A multinacional de origem suíça Landis+Gyr, com faturamento global de US$ 1,2 bilhão, está transformando a fábrica brasileira, localizada em Curitiba, em um dos centros de referência mundial no desenvolvimento de novos produtos. A companhia, especialista em sistema de medição para o setor de energia, investiu R$ 20 milhões nos últimos três anos, vai exportar medidores para a Inglaterra e prepara-se para aplicar mais US$ 10 milhões a partir de 2008 para a fabricação de medidores de gás natural.
“Espera-se um crescimento expressivo do mercado nos próximos anos com a exploração da Bacia de Santos e o aumento da participação do gás na matriz energética brasileira”, diz o diretor geral da América do Sul e vice-presidente mundial do grupo, Álvaro Dias Júnior. O executivo estima que o segmento de medidores de gás movimente hoje entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões no Brasil, mas deve crescer entre 10% e 15% ao ano – bem acima, portanto, do de medidores de energia elétrica, que avança a um ritmo de 2% a 3% ao ano.
Administração mudou de mãos
Com 17 fábricas e 5,5 mil empregados, a Landis+Gyr passou por várias mudanças de controle nos últimos anos. Fundada em 1896 e com sede em Zug, na Suíça, a empresa foi adquirida pela Siemens em 1998 quando passou a se chamar Siemens Metering. Em 2002, entretanto, a Siemens desistiu do negócio de medição de energia, em meio ao seu processo de reestruturação e a empresa foi vendida para um banco de investimentos dos Estados Unidos. Na época, a multinacional voltou a usar denominação original, baseada nos nomes dos seus fundadores. Dois anos depois, a companhia muda novamente de mãos e passa para o Bayard Capital, com sede em Sydney, na Austrália. No Brasil, a fábrica da Landis fez parte de uma joint-venture com a Inepar, na Inepar Eletroeletrônica. A Landis+Gyr era majoritária, com 51%. Em 2005, a multinacional suíça comprou o restante das ações da Inepar no negócio.
Na fábrica, localizada na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), que emprega 400 pessoas, devem ser contratados mais 60 funcionários para o início da produção de medidores de gás. A intenção é trazer alguns modelos da Inglaterra para servirem de base para a produção nacional.
Dias Júnior conta que nos últimos três anos a empresa investiu R$ 20 milhões em modernização tecnológica, que culminou com a substituição de modelos eletromecânicos por medidores eletrônicos, que permitem agregar um maior volume de funções. Atualmente, 80% da linha já migrou para a tecnologia eletrônica, segundo Dias Júnior. “Além disso, passamos a vender sistemas ao invés de apenas medidores, e agregamos novas soluções e serviços”, diz ele. Essa estratégia permitiu à empresa manter um crescimento anual de receita de 30% no período, mesmo com o mercado crescendo em volume a 3% ao ano. Esse desempenho, segundo Dias Júnior, deve se repetir em 2007, quando o faturamento bruto deve alcançar R$ 200 milhões.
A Landis+Gyr, controlada pelo fundo australiano Bayard Capital, também elegeu a fábrica curitibana – a única da empresa na América do Sul – como uma das sedes de desenvolvimento global de novos produtos. A subsidiária acaba de criar um novo medidor que será exportado para a Inglaterra. A expectativa é enviar 200 mil medidores para esse mercado, o que deverá elevar a participação das exportações nos negócios da empresa, hoje em menos de 10% para cerca de 20%.
Gazeta do Povo – 04/11/2007

Procel fornece software de caixa para Microlins
A Procel Software, de Florianópolis, acaba de fechar uma parceria com a rede de escolas de informática Microlins. A empresa, que desenvolve sistemas para automação comercial e gestão empresarial, vai fornecer o software de frente de caixa Check Win Procel para mais de 700 franquias da aliada no Brasil.
Além disso, a Procel e a Microlins vão realizar juntas um curso para Operadores de Frente de Caixa em todo o país. Em entrevista ao site Noticenter, o diretor Comercial da Procel, Geraldo Otto, explica que o convênio surgiu para suprir necessidades das duas empresas. “A Microlins precisava lançar um novo produto que explorasse as carências do mercado de treinamentos. Nós queríamos divulgar nossa marca e serviços para o maior número de cidades do país”, destaca.
O curso de operador de caixa será ministrado nas escolas Microlins, com base no software Check Win Procel. Os profissionais formados estarão aptos para trabalhar em supermercados, lojas de conveniência, instituições financeiras, postos de combustíveis, farmácias e transportadoras.
Procel
Com sede na capital catarinense, a Procel está presente em cerca de 600 cidades de todo o Brasil. Os principais produtos oferecidos pela empresa são o Procel G3 ERP – Sistema de Gestão Empresarial Integrada, Check Win Procel – Sistema Frente de Caixa, integrado ao ECF e TEF (homologado pelas Secretarias de Fazenda), Procel Loja Light – Sistema de Automação Comercial para Micro Empresas e Lojas de Varejo, e o FPVI Procel, software de apoio ao cálculo de custos e formação do preço de venda na pequena indústria.
Portal Fator Brasil – 31/10/2007

TELECOM
Anatel aprova 3G nas freqüências de 850 MHz a 1,9 Ghz
A partir desta quarta-feira, 31/10, as teles móveis estão autorizadas a operar a telefonia móvel de Terceira Geração nas freqüências de 850 MHz, 1800 GHz e 1900 GHz. O Conselho Diretor da Agência entendeu que a resolução que impedia a operação - a 227, de junho de 2001, regulava tecnologia, e não, serviço, ato, inclusive, não habitual do órgão regulador do setor. Claro e Vivo, com Telemig Celular, estão, agora, legalmente aptas para "ligarem" suas redes 3G. A TIM também tem freqüencia de 850 MHz no Sul do País.
Na reunião realizada nesta quarta-feira, 31/10, o Conselho Diretor constatou que a resolução que, supostamente, impedia o serviço de IMT-2000 (serviços avançados de telefonia móvel, entre eles, a 3G), regulava tecnologia, hábito o qual a Agência, desde o início das suas atividades, sempre foi contrária.
Para normatizar o processo, a Anatel irá colocar em consulta pública, para manifestação da sociedade, a decisão de desconsiderar a resolução que impedia a oferta de serviços avançados nas freqüências de 850 MHz e 1,9 GHz. O serviço também será ofertado nas faixas de 1,9GHz a 2,1GHz, cujas licenças serão leiloadas no dia 18 de dezembro pela Anatel.
A Consulta pública, no entanto, é uma mera questão burocrática, uma vez que o Conselho Diretor já decidiu que essas faixas podem ser destinadas para os serviços IMT-2000. Toda e qualquer operadora que dispuser de espectro nas áreas e quiser fazer o lançamento do serviço, está legalmente autorizada, portanto, a partir desta quarta-feira, 31/10, a fazê-lo.
Duas operadoras vão sair na frente em 850 MHz: A Claro, que assumiu publicamente ter rede pronta para ser "ligada" em seis capitais brasileiras, e a Telemig Celular, agora, uma empresa da Vivo, que também estruturou uma operação em Belo Horizonte, com a Ericsson.
Convergência Digital – 31/10/2007

Anatel aprova compra da TVA pela Telefônica em SP
O Conselho Diretor da Anatel aprovou, nesta quarta-feira, 31/10, a compra da TVA, em São Paulo, pelo Grupo Telefônica. Em julho, a Agência já havia dado uma anuência prévia à transação, porém condicionou a aprovação integral da aquisição a uma série de mudanças no acordo de acionistas das companhias, em função da sobreposição em São Paulo.
Em entrevista concedida em Brasília, o conselheiro Antonio Bedran, explicou que o Grupo TelefÔnica e a TVA fizeram o ajuste solicitado pelo órgão regulador no acordo. Uma das principais mudanças exigidas pela Agência foi cumprida: A retirada de representantes da Telefônica das reuniões do Conselho de Administração e das Assembléias Gerais de Acionistas da TVA.
Já a outra medida imposta pela Agência, mesmo podendo ser considerada bastante dúbia, também foi acatada pela Telefônica. A Anatel exigia que a cúpula da TelefÔnica não se reunisse previamente com a direção da TVA para decidir assuntos de interesse das Assembléias de Acionistas ou do Conselho de Administração. O Grupo Telefônica assegurou que tal ação não acontecerá ao mostrar o novo acordo firmado entre as companhias à Anatel.
Histórico
O negócio TVA/Telefônica levou exatos 12 meses para ser concretizado. Ele foi anunciado em outubro de 2006. As duas companhias informaram o estabelecimento de uma parceria comercial e operacional para oferecer produtos integrados aos clientes das duas companhias. O negócio envolve a totalidade das operações de MMDS nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre e parte das ações ordinárias das operações de TV a Cabo em São Paulo, Curitiba, Florianópolis e Foz do Iguaçu, nos limites de participação permitidos pela legislação. Os valores envolvidos na transação não foram revelados no mercado.
A aquisição provocou polêmica e reação do segmento de TV por Assinatura. Em abril, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) indeferiu um pedido da Associação Brasileira de TV por Assinatura, que solicitava a suspensão das ações comerciais desenvolvidas de forma conjunta entre a TVA e a Telefônica, até que ocorresse a aprovação legal da compra da TVA pela concessionária de telefonia fixa - até aquele momento, o caso ainda não tinha sido aprovado pela Anatel.
O conselho do CADE indeferiu o pedido após a apresentação do voto do conselheiro relator, Ricardo Cueva. Em seu desapacho, ele salientou que existem questões importantes a serem consideradas do ponto de vista concorrencial, mas sem a urgência que uma medida cautelar exige. Cueva deixou claro que não enxergava qualquer risco irreparável à concorrência que justificasse uma ação mais forte do CADE em relação à TVA e à Telefônica.
Em julho, veio a anuência prévia ao negócio pelo Conselho Diretor da Anatel. Na época, o conselheiro josé Leite Pereira Filho - que se despede da Anatel no dia 04/11 - informou que o órgão regulador não viu nenhum óbice para a Telefõnica comprar as licenças de MMDS e as operações de TV a cabo do Grupo TVA fora do Estado de São paulo.
Já no caso de São Paulo - onde a Telefônica é a concessionária de telefonia fixa - o órgão regulador enxergou um conflito regulatório. Embora a Telefônica admitisse assumir apenas 19,9% do controle da TVA São Paulo, o Conselho Diretor enxergou problemas e solicitou as mudanças no acordo de acionistas, agora, cumpridas e aprovadas, em definitivo, pela Anatel.
Convergência Digital – 31/10/2007

OmniLink inicia comercialização de novo rastreador que utiliza comunicação via satélites Iridium e rede de telefonia celular
A Omnilink foi a primeira empresa autorizada a prestar serviços de comunicação de dados via satélites Iridium no Brasil, logo depois que a empresa norte-americana recebeu sinal verde da Anatel - Agência Nacional de Telecomunicações para atuar no mercado brasileiro. Essaparceria resultou no lançamento, em outubro de 2006, do primeiro rastreador do mundo a combinar tecnologia de satélite Iridium com rede de telefonia celular, uma solução rápida, eficiente e de baixo custo para a comunicação entre as transportadoras e suas frotas. Produto de concepção, projeto e fabricação inteiramente nacionais.
Aprovado o conceito junto aos clientes, agora a Omnilink inicia a comercialização de uma versão mais avançada do produto, também com tecnologia própria, baseados em inteiramente desenvolvida no país. Trata-se do rastreador RI 4484, que integra a "Geração Turbo" de rastreadores. Uma nova família de equipamentos,projeto eletrônico de alto desempenho e grande capacidade de memória. Totalmente configurável, tem exclusivas funções programáveis que dão total liberdade ao cliente para configurar o sistema de rastreamento de acordo com suas necessidades e aplicações específicas.
Em comum, os rastreadores lançados em 2006 e os novos, utilizam comunicação celular quando o veículo estiver em área coberta pela rede GSM/GPRS (TIM e Claro), por ser mais rápida e econômica que a satelital. Fora da área de cobertura da rede móvel, o sistema CLIC (Controle de Localização Inteligente de Cobertura), desenvolvido pela OmniLink, joga os sinais de dados automaticamente para o sistema Iridium, sem necessidade de intervenção do motorista nem do operador da central, e que garante máxima cobertura em áreasdistantes ou sem cobertura celular. Uma das inovações da "Geração Turbo" é que o sistema passa a utilizar dupla rede celular (TIM e Claro) como padrão. Com esta redundância na comunicação celular, há um incremento de performance, área de cobertura e segurança na operação do sistema.
Cileneu Nunes, presidente da OmniLink, observa que a parceria com a Iridium visou atender aos clientes com aplicações caracterizadas por alta interatividade, necessidade de comunicação mais intensa, maior volume de dados trafegados e tempos de resposta mais críticos, principalmente nas áreas de segurança e de logística. "Escolhemos a Iridium por causa de sua tecnologia avançada, da alta confiabilidade do seu sistema, bastante utilizado em aplicações militares pelo Depto. de Defesa norte-americano, e da relação custo-benefício extremamente atraente", acrescenta.
O RI 4484 opera integrado ao Software de Monitoramento Omnilink "Saver Turbo". O equipamento dispensa caixas de comandos e relés pois dispõe de saídas digitais de potência que permitem o acionamento direto dos atuadores instalados nos veículos. Podem ser acoplados aos - também novos - terminais alfanuméricos de mensagens Omnilink, nas duas versões: Multimídia ou Compacto. Muito importante: Os usuários das versões anteriores terão disponível atualização gratuita das novas funcionalidades. Trata-se do maior compromisso da OmniLink com sua carteira de cliente: garantir que os usuários mais antigos, dentro do possível, tenham também acesso ao upgrade das novas funções desenvolvidas para as gerações mais recentes.
Prêmiação - A Omnilink foi escolhida como destaque no segmento de hardware de médio porte pelo Anuário Informática Hoje 2007, editado pela Plano Editorial.
Segs – 01/11/2007

Samsung prevê subir 20% as vendas de telemóveis em Portugal
O responsável da Samsung para a área móvel indicou que a Samsung perspectiva terminar o ano em curso com uma quota de 21% do mercado português de telemóveis em valor e com um aumento de 20% em número de unidades vendidas.
Jaime Ferreira acrescentou que, excluindo as vendas de telefones através de operadores, a Samsung admite chegar a uma quota de 35% no mercado de telefones livres.
Jaime Ferreira apresentou hoje o novo telemóvel G800, o primeiro da marca que vem equipado com uma câmara fotográfica de 5 megapíxeis, com funcionalidade de gravação vídeo.
O novo G800 inclui aplicações para facilitar a edição de imagens e vídeo e é um telemóvel de banda larga de terceira geração, com capacidade para importar ficheiros com velocidade até 3,6 megabits por segundo (Mbps).
Diário Digital – 31/10/2007

Google revela tecnologia para celulares e indica parceiros
O Google anunciou na segunda-feira planos para lançar uma plataforma de tecnologia para celulares que contará com o apoio de mais de 30 companhias, incluindo operadoras e fabricantes de aparelhos.
A companhia informou que fará uma teleconferência ainda nesta segunda-feira para discutir o sistema. A reunião terá representantes da operadora celular T-Mobile, da fabricante de celulares Motorola, e das empresas de tecnologia High Tech Computer e Qualcomm .
O líder das buscas na Web divulgou que o sistema conhecido como Android será a "primeira plataforma realmente aberta e ampla para aparelhos móveis".
Reuters – 05/11/2007

|