06/07/2007

GERAL

NXP usa RFID para combater pirataria de DVDs

A NXP Semicondutores, companhia independente fundada pela Philips, e a Kestrel Wireless, empresa norte-americana especializada em soluções tecnológicas para o comércio, uniram suas forças para resolver o problema de roubo e pirataria de DVDs em toda a rede de supply chain (cadeia de fornecimento) do mercado varejista.

Utilizando a tecnologia RFID (identificação por radiofreqüência) da NXP e a solução RFA™ (Radio Frequency Activation) da Kestrel, é possível implantar um chip que impeça a leitura dos discos. Só quando o produto passa pelo dispositivo leitor de um ponto-de-venda o chip é desativado, permitindo a leitura e reprodução do conteúdo.

A primeira aplicação da solução RFA/RFID será integrada em mídias ópticas. Entretanto, a tecnologia é aplicável em todos os produtos eletrônicos, como tocadores MP3, discos de jogos para vídeo-games, barbeadores elétricos, escova de dente, televisores, cartuchos de impressora e cartões de memória.

A solução também abre novas oportunidades para a distribuição destes produtos eletrônicos. Elimina, por exemplo, a necessidade de dispositivos de alto custo, como displays e embalagens de segurança. Minimizando o empacotamento dos produtos, criam-se também soluções ambientais menos agressivas, como a utilização do papel no lugar do plástico.

Adicionalmente, os custos e os problemas com os retornos de DVDs são reduzidos. "Centenas de milhões dos dólares de varejistas, fabricantes e, indiretamente, dos consumidores são gastos todos os anos a fim de impedir os roubos", afirma Christophe Duverne, vice-presidente sênior e gerente geral do segmento Identification da NXP.

"Esta colaboração com a Kestrel tem o potencial de finalmente erradicar o roubo das mídias ópticas e de outros produtos eletrônicos em toda cadeia de forneciment"”, ressalta o executivo.

Ainda segundo Duverne, a tecnologia RFID está transformando a manufatura, a distribuição e a venda da mercadoria. "Um novo nível de segurança foi criado, estimulando vendas, reduzindo custos totais e tornando a experiência de compra mais agradável para os consumidores", pontua.

O norte-americano Bo Andersen, presidente da Entertainment Merchants Association (Associação dos Comerciantes de Entretenimento, em português), em nome do Comitê de Prevenção de Perda, já comemora a implantação da nova tecnologia.

"Estamos animados com a promessa deste tipo de solução. O roubo de DVD e de discos de vídeo-games é um problema que se estende por um longo período e gera um custo anual de US$ 400 milhões às lojas dos EUA", salienta.

"As soluções que incluem maior consciência ambiental também trazem melhorias no merchandising, com mais espaço na prateleira para discos e redução do custo dos retornos. Estes ingredientes realçarão fortemente todos os negócios", prevê Andersen.

Convergência Digital – 03/07/2007

Veja quais são e quem produz os componentes do iPhone

O Apple iPhone enfim chegou ao mercado norte-americano e os analistas já começaram a desmontar o aparelho para descobrir que empresas estão fornecendo os componentes do aparelho.
Confira a seguir algumas das peças mais importantes do celular da Apple e seus fabricantes, tais como identificados até o momento: - A sul-coreana Samsung Electronics produz o processador principal, bem como os chips de memória flash e de memória DRAM que armazenam música, fotos e outros dados do usuário. Os chips respondem por 76,25 dólares do conteúdo de semicondutores em cada iPhone de 8 gigabytes. O processador se baseia em uma tecnologia licenciada da ARM Holdings, do Reino Unido. - A Balda, da Alemanha, em associação com sua parceira chinesa TPK Holding, fornece o módulo de tela, que custa cerca de 27 dólares. - Epson, Sharp e Toshiba Matsushita Display Technology fornecem o sistema de tela sensível a toques, que custa cerca de 24,50 dólares. - A alemã Infineon Technologies fornece o transceptor, o processador de banda e os sistemas de administração de energia do aparelho. O custo total de seus componentes é de 15,25 dólares. - A britânica Wolfson Microelectronics produz o chip de processamento de áudio. A empresa já fornece chips de áudio para o popular iPod, também da Apple. - O Marvell Technology Group, dos Estados Unidos, produz o chip Wi-Fi que permite que o iPhone se conecte a redes sem fio para acessar a Internet. O componente custa seis dólares. - A Skyworks Solutions fornece o amplificador de potência para redes de celulares. - A britânica CSR fornece o chip Bluetooh para conexão sem fio do aparelho com acessórios como microfones, ao custo de 1,90 dólar. - Outros componentes são fornecidos por Linear Technology, Broadcom, NXP Semiconductors, National Semiconductor, Micron Technology, Texas Instruments, STMicroelectronics, Silicon Storage Technology e RF Microdevices .

De acordo com a iSuppli, que pesquisa o mercado de tecnologia, o iPhone de 8 gigabytes, comercializado por 599 dólares, custa 265,83 dólares em termos de componentes e produção. Tina Teng, analista da empresa, estima que 4,5 milhões de iPhones serão embarcados este ano, e que o total subirá a 30 milhões até o final de 2011.

Reuters Brasil – 03/07/2007

Empresa de private equity KKR pode levantar US$ 1,25 bilhão com abertura de capital

A empresa private equity KKR registrou nesta terça-feira à noite o pedido de registro da sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na Securities Exchange Commission (SEC, órgão regulador do mercado americano). De acordo com informações das agências internacionais, as condições do prospecto indicam que a empresa poderá captar até US$ 1,25 bilhão com a operação. Os bancos Morgan Stanley e o Citigroup coordenam a oferta.

A expectativa da empresa é concluir o IPO no segundo semestre deste ano.

No mês passado, outra grande empresa de private equity, a Blackstone, abriu o capital. Na oferta, a empresa captou US$ 4,13 bilhões.

Último Segundo – 03/07/2007

Brasil e Chile voltam a negociar acordos na área de ciência e tecnologia

Nesta quinta-feira (05/07), brasileiros e chilenos voltam a se encontrar em Santiago do Chile para discutir mecanismos de financiamento para ciência, tecnologia e inovação. Na oportunidade, serão apresentadas as capacidades de ambos países nas áreas de biotecnologia aplicada ao setor florestal, bioenergia, nanotecnologia, capital de risco e mão-de-obra profissional.

Para representar o Ministério da Ciência e Tecnologia, estarão no encontro o secretário executivo Luiz Antonio Elias e o chefe do Departamento de Cooperação Internacional, Paulo Rogério Gonçalves, que participam da rodada de debates com autoridades do governo chileno, cientistas, empresários e organizações ligadas ao meio ambiente.

A reunião, que se repete na sexta-feira (06/07), marca a continuação dos trabalhos iniciados na visita do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Chile, no final de abril.

Naquela ocasião, o Presidente da República e o secretário executivo da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe, José Luís Machinea, acordaram pontos de vista sobre temas relativos ao incremento regional e assinaram um memorando de entendimento para promover o desenvolvimento econômico, social e a preservação de recursos naturais.

Brasil e Chile iniciam, desta forma, uma ampla cooperação com a qual pretende criar uma rede latino-americana e caribenha de técnicos de governo para intercâmbio de experiências e informações.

Computer World – 05/07/2007

AUTOMOTIVO

Exportação cai e Anfavea cobra créditos da Lei Kandir

Em um dia de recordes e revisão de projeções para o crescimento da produção e de vendas de veículos no mercado interno, o resultado das exportações contrariou o otimismo do setor automotivo. Apesar da alta das vendas externas, que em valores tiveram alta de 9,3% em relação a junho de 2006 e de 2% na comparação com o primeiro semestre de 2006, o volume de veículos exportados diminuiu e fez com que a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) revisasse a estimativa de queda no volume de exportações em 2007 de 8,5% para 11%.

"As exportações preocupam e continuam a cair. Esse é o grande desafio da indústria e de todos que lidam com o setor, inclusive o governo. Temos que buscar medidas para enfrentá-lo. É absolutamente relevante e importante que essa presença no mercado externo, que essa magnitude de exportações, seja preservada", disse o presidente da entidade, Jackson Schneider, em referência aos 750 mil veículos que o setor prevê exportar neste ano, ante 843 mil em 2006.

Para o dirigente, a solução passa pelo aumento da competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional. A cobrança do presidente da Anfavea foi em relação ao recebimento dos créditos de ICMS devidos aos exportadores, segundo estabelece a Lei Kandir.

"Temos pontos específicos que têm que ser examinados, e um deles, que acho importante reforçar, é o crédito de ICMS. A indústria automotiva hoje tem acúmulo de créditos de ICMS e uma demora importante no recebimento desses créditos", disse. "Isso gera um custo financeiro adicional ao produto que é exportado, tornando-se na verdade quase que um tributo indireto do produto exportado", acrescentou.

Investimentos

Apesar da queda no volume de exportações, Schneider afirmou que as montadoras vivem um momento de decisão em relação a novos investimentos, e nem mesmo a redução das vendas externas pode desestimular o setor. "Esse é um momento de análise importante em relação a investimentos. O momento é agora, entre o segundo semestre deste ano e os primeiros seis meses de 2008", disse, citando os recordes de vendas internas e de produção de automóveis.

Embora não tenha falado sobre os planos de investimentos das montadoras associadas, sob a justificativa de que a decisão é estratégica para cada companhia, Schneider deu sinais de que o setor, de uma forma geral, avalia oportunidades. "A decisão de investir, de reestruturação de capacidade ou de ajustes, dentro do modelo de negócio que cada empresa for adotar, é importante e deve entrar na mesa de decisões de vários atores do setor", admitiu.

Segundo Schneider, as montadoras esperam que a política industrial que deve ser implementada pelo governo venha ao encontro dessas demandas - mercado interno, exportações e investimentos.

A Tarde Online – 05/07/2007

Fiat lidera 'venda consolidada' de veículos

A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulgou, pela primeira vez, os dados das vendas de veículos de um mês separando as compras efetuadas por pessoas físicas e pessoas jurídicas, acentuando uma velha briga das maiores montadoras do país pela liderança no mercado nacional.

Segundo o novo critério, há uma inversão no ranking das maiores montadoras do Brasil. A Fiat, que tem hoje o primeiro lugar em vendas de automóveis consolidadas (pessoa física e jurídica), com 27,37% de participação de mercado em junho, cai para terceiro lugar se consideradas apenas as vendas para pessoas físicas, com 18,91% de participação de mercado e 16.683 unidades comercializadas.

A Volkswagen, em segundo lugar no ranking de vendas consolidadas, com 24,25% de participação do mercado em junho, assume a liderança nas vendas de automóveis para pessoas físicas, com 23.050 unidades comercializadas e 26,13% de participação de mercado. E a GM, na terceira colocação do ranking consolidado, com 22,08% de participação de mercado, fica com o segundo lugar, com 18.503 unidades vendidas para pessoaas físicas e 20,98% de participação de mercado.

Legitimidade

Na avaliação do presidente da Fenabrave, Sergio Antonio Reze, separar as vendas de veículos entre pessoas físicas e jurídicas é a forma mais correta para analisar o mercado automotivo. "Nós consideramos que a legítima participação de mercado é dada pelo critério da pessoa física", sustentou.

Ele lembrou ainda que, entre pessoas jurídicas, estão frotistas e locadoras de veículos, que, além de contar com privilégios fiscais, como isenção de alguns impostos, recebem ainda descontos das montadoras, que podem variar entre 20% e 30% do valor dos veículos.

De acordo com a Fenabrave, em junho, 53,28% das compras de veículos foram realizadas por pessoas físicas, e 46,72%, por pessoas jurídicas. Procuradas, a Volkswagen e a GM não quiseram se manifestar sobre o assunto. A Fiat afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não faz distinção entre pessoas físicas e jurídicas, já que o cliente que utiliza o veículo sempre é uma pessoa física.

Globo.com – 03/07/2007

Omega 2008 chega ao Brasil em Agosto

A nova geração do Omega 2008 chega ao Brasil na segunda quinzena de agosto, importado da GM Holden australiana. O veículo incorpora diversas melhorias na área de engenharia, como o gerenciamento eletrônico do motor, com nova calibração e sistema de exaustão, além de novo sistema de freios. O carro traz a tecnologia Electronic Stability Program, aumento na distância entreeixos e sistema de DVD no teto. O visual foi renovado no interior do veículo e na parte externa. Além dos tradicionais airbags frontais e laterais, há airbags tipo cortina que, acionados, se projetam de cima dos vidros laterais, protegendo principalmente a cabeça dos ocupantes. O motor Alloytec V6 3.6 litros foi recalibrado, privilegiando o torque. Ele fornece potência de 250 cavalos a 6000 rpm e torque de 35 kgf.m a 2600 rpm. Segundo dados do fabricante, o veículo acelera de 0 a 100 km/h em 8s1, alcançando uma velocidade máxima de 229 km/h. Os sistemas de suspensão dianteira e traseira também são novos, com junta esférica dupla na dianteira e bracos multi-link na traseira. O sistema de transmissão, automático, oferece cinco marchas com o dispositivo Active Select na manopla do câmbio, design preferenciado para atender aos consumidores, que permite a opção da troca de marchas também pelo motorista. A GM não divulgou os preços.

Automotive Business – 05/07/2007

Desempenho de vendas de automóveis e comerciais leves

Automóveis e comerciais leves – O volume de vendas no varejo de automóveis e comerciais leves somou 1.027.370 unidades nos primeiros seis meses de 2007, contra 867.752 unidades no primeiro semestre do ano anterior, registrando aumento de 18,39%. Já o desempenho do segmento foi 5,75% menor na comparação de junho com maio. Foram emplacadas 188.631 unidades em junho, contra 200.130 unidades no mês anterior. A performance volta a melhorar comparando junho de 2007 com o mesmo mês do ano passado, quando foram vendidas 140.832 unidades, em uma evolução de 33,94%.

Automotive Business – 05/07/2007

Montadoras vão rever projeções para 2007

Diante de um mercado interno que cresceu 25,7% nas vendas acumuladas na primeira metade do ano, os dirigentes da indústria automobilística decidiram refazer os cálculos de crescimento do setor em 2007. Os representantes do setor começaram o ano prevendo uma ampliação de mercado de 7,7%. As novas projeções para o ano serão anunciadas na quinta-feira pela Anfavea, segundo o presidente da entidade, Jackson Schneider: "Diante desse crescimento do mercado interno nos primeiros seis meses, decidimos rever o prognóstico". O acumulado do ano ultrapassou a marca de um milhão de veículos. A GM, que começou o ano prevendo mercado entre 1,8 milhão e 1,95 milhão de unidades, fala agora em 2,25 milhões, o que representaria acréscimo de 16,5% em relação a 2006. A Volkswagen trabalha com expectativa de crescimento de 14,5%. É bem provável que a Anfavea anuncie a nova projeção próxima desses percentuais.

Valor – 03/07/2007

Mercado automotivo sofre queda de 5,9%

Hoje (5/7), a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) divulgou os números de vendas referentes ao mês de junho, no qual foram licenciados 161 076 unidades. Esse número representa uma queda de 5,9% em relação ao mês de maio, quando foram comercializadas 171 096.

Comparando o mês de junho deste ano com junho de 2006, o aumento das vendas foi de 35,6%. No total, de janeiro a junho foram comercializados 873 657 veículos, isso significa um aumento de 26,6% em relação ao primeiro semestre de 2006, no qual foram comercializados 690 143.

A Fiat se mantém em 1º no ranking de vendas das montadoras com 51 591 unidades licenciadas; em 2º lugar, com uma diferença de mais de 9 000 carros, está a Volkswagen, com 42 134. Em 3º lugar está a General Motors (Chevrolet), com 39 731 veículos. O 4º lugar fica com a americana Ford com 19 577 unidades.

Quem vem ganhando posições nos últimos meses é a francesa Peugeot que agora está em 5º lugar com 7 945 automóveis vendidos. A Honda agora ocupa o 6º lugar com 7 540 unidades, seguida pela também japonesa Toyota, que comercializou 5 308. O 8º lugar é da Renault, com 4 586 unidades, a Citroën se mantém em 9º, com 3 355, e, por último está a Mitsubishi, com 2 441 unidades.

Carro Online – 05/07/2007

Sedãs da Peugeot poderão ser construídos e vendidos no mercado norte-americano

A Peugeot tem pensado em fabricar o 408 nos Estados Unidos para vendê-lo também na América do Sul, agora que a Citroën, parceira da montadora, e a Mitsubishi estão juntas no mercado local. Tanto a Peugeot quanto a Citroën incorporaram versões remodeladas do Outlander da marca japonesa à sua gama de veículos, e a parceria entre as empresas agora vai um passo além, com rumores de que a Mitsubishi poderia construir o 408 sedã na sua fábrica em Illinois, nos Estados Unidos.

De acordo com os rumores, a Peugeot usaria a fabricação em solo norte-americano para alimentar o mercado sul-americano e, posteriormente, voltaria ao maior mercado automotivo. No entanto, a montadora francesa enfrentaria diversos empecilhos em sua volta ao mercado dos Estados Unidos, já que ambas as nações se estranham há tempos e têm o costume de hostilizar os produtos uma da outra.

Há outras especulações que dão conta de que o 408 serviria como substituto do Galantm, o qual era para ter sido lançado ao mesmo tempo em que o novo Lancer 2007. A Mitsubishi, no entanto, já deu certeza dos planos para construir um novo Galant sob a plataforma do Lancer e um protótipo desse veículo poderá ser visto no final do ano, no Salão do Automóvel de Tóquio.

Carro Online – 05/07/2007

Empresa automotiva interessada na compra da Land Rover e da Volvo

A história da venda da Land Rover e da Jaguar já superou o termo de “novela” apenas e pode ser considerada uma verdadeira “novela mexicana”, com a entrada de um novo personagem no enredo e um turning point na história. A Magna, empresa americana de suprimentos do setor automotivo, é a mais nova cotada como possível compradora do PAG da Ford.

Uma das interessadas na compra da Chrysler – com quem tem vínculos estreitos – no começo do ano, a Magna falhou na oferta à empresa, perdendo-a para a Cerberus. Agora, há boatos de que ela estaria especialmente interessada nas fábricas da Land Rover nas cidades de Solihull e Halewood, ambas na Inglaterra, e nas fábricas da Volvo nas cidades de Ghent, na Bélgica, e Torslanda, na Suécia.

É sabido, no entanto – como a Ford anunciou na última semana –, que a Volvo, mesmo fazendo parte do PAG da montadora americana, não está à venda. Mesmo assim, os rumores dizem que a Magna insiste em fazer uma proposta pela compra da Volvo e da Land Rover, deixando a Jaguar de escanteio.

Carro Online – 05/07/2007

Comissão Européia aprova venda da Chrysler

A separação entre Chrysler e Daimler e a venda da primeira para a empresa de Capital Privado Cerberus foram anunciadas em maio, mas as transações só obtiveram aprovação final da Comissão Européia ontem (4/7). Apesar disso, o negócio entre as duas empresas só será definitivamente concretizado depois que as autoridades norte-americanas aprovarem as condições de venda, o que deve acontecer até o mês de setembro.

Como não houve qualquer objeção das partes envolvidas, a aprovação ocorreu rapidamente, tendo sido feita por meio de processos simplificados, do mesmo jeito que deve ser realizado em solo americano. Sob os termos do negócio, a Cerberus se tornará dona de 80,1% das ações da Chrysler e de seus negócios.

Dos US$ 7,4 bilhões que serão pagos por essa alta porcentagem da empresa americana, US$ 6,05 bilhões serão destinados diretamente para a Chrysler, e seu financiamento e o resto, de US$ 1,35 bilhão serão pagos à alemã Daimler que, em resposta, oferecerá um empréstimo de US$ 405 milhões à Chrysler, além de um adicional de US$ 880 milhões para cobrir suas responsabilidades a longo prazo.

Carro Online – 05/07/2007

CONSUMER

Sun Microsystems se prepara para IPTV

A Sun Microsystems lança no Brasil sua plataforma para serviços de vídeo streaming e IPTV, batizada de Sun Streaming System. A solução consiste em hardware e software que gerencia toda a oferta de vídeo, podendo, por exemplo, oferecer menus diferenciados para cada cliente.

Trata-se de uma ferramenta para entrega conteúdo único e relevante para cada cliente em cima de uma rede IP”, resume Vilson Guelman, diretor de telecom para América Latina. A expectativa da empresa é que os serviços de IPTV estejam amplamente disponíveis em 2010, impulsionados pelas transmissões de TV digital. "

A solução pode ser adotada por empresas de telefonia celular com redes de terceira geração. Guelman explica que a solução chega até as operadoras de telefonia e empresas de cabo por meio de parceiros.

No Brasil, a empresa já tem acordos com a Nortel e a Ericsson, entre outras, que por sua vez mantêm testes de IPTV com algumas operadoras, cujos nomes não puderam ser revelados.

TI Inside – 03/07/2007

LG Electronics avança com processo contra Quanta Computers

A LG Electronics avançou com um processo conta a Quanta Computers por violação de patente no que respeita à tecnologia dos DVD.
A LG pretende, entre outras compensações, uma indemnização pela utilização indevida pela Quanta Computers de patentes por si registadas.

O caso diz respeito a tecnologia para o fabrico de DVD, sendo que a empresa queixosa reclama que foram utilizadas quatro patentes suas.

Esta já não é a primeira vez que a LG avança para tribunal contra a Quanta Computers. Em 2004, foi interposto um processo por violação de patente respeitante à tecnologia de fabrico de computadores.

Diário Digital – 05/07/2007

BNDES reduz juros para projeto inovador de fornecedores de TV Digital

Os fornecedores de produtos e equipamentos destinados ao Sistema Brasileiro de TV Digital poderão ter acesso a financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social com juros mais baixos. O banco reduziu a taxa fixa de juros anual de 6% para 4,5% para esses projetos.

A medida foi aprovada esta semana pela direção do BNDES. O chefe do Departamento de Telecomunicações do banco, Alan Fischler, destacou porém, em entrevista nesta quinta-feira, que os novos juros valem somente para a linha de Inovação e Desenvolvimento Tecnológico na modalidade fornecedores, dentro do Programa de Apoio à Implementação do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre(Protvd).

Nas demais modalidades do programa, que são a Protvd Radiodifusão e a Protvd Conteúdo, não houve queda de juros. A taxa foi reduzida para 4,5%/ano também na linha geral de Inovação, que é uma grande prioridade do BNDES, explicou Alan Fischler. Quando o Programa de Apoio à Implementação do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre foi criado, em fevereiro deste ano, a Taxa de Juros de Longo Prazo(TJLP) praticada pelo banco em suas operações era de 9% ao ano. Então, para estimular os empresários do setor, o BNDES estabeleceu uma taxa fixa para o Protvd de 6% ao ano, inferior em três pontos percentuais à TJLP vigente à época.

Como a TJLP baixou para 6,25% ao ano, a taxa anterior já não representava uma grande prioridade. Então se ajustou para baixo para continuar representando uma prioridade. Ou seja, é uma sinalização de que o banco vê Inovação como uma grande prioridade, afirmou o chefe do Departamento de Telecomunicações. Toda a parte de Inovação da TV Digital está incluída nessa prioridade. Novos equipamentos, aplicativos, enfim tudo que for classificado como Inovação vai poder se beneficiar dessa redução, disse o técnico do BNDES.

O banco não está divulgando a carteira de investimentos do programa, mas Fischler adiantou que o volume de consultas é expressivo. A demanda está bastante grande. Ele revelou, inclusive, que a maior procura é na parte de radiodifusão, tanto na parte de infra-estrutura como de conteúdo.

Segundo expôs Alan Fischler, a disponibilização para licenciamento, esta semana, do software Ginga, escolhido como padrão do Sistema Brasileiro de TV Digital, abre caminho para a fabricação de equipamentos pelo setor fornecedor, destacando aparelhos de transmissão e recepção e caixas conversoras.

O programa de apoio à TV Digital do BNDES tem dotação de R$ 1 bilhão durante sua vigência até 2013. Fischler salientou, entretanto, que esse é apenas um valor de referência. Isso significa que havendo demanda, não faltarão recursos para financiar os projetos.

JB Online – 05/07/2007

Faltam profissionais especializados em TV Digital

Há uma carência tremenda de profissionais especializados em TV Digital no mercado e fabricantes como a Philips, Samsung, RF Telavo e Linear concordam que a demanda ainda vai aumentar.

“Se houvesse oferta de mão-de-obra, contrataria hoje pelo menos 50 profissionais, principalmente na área de radiofreqüência”, ressalta o diretor executivo da RF Telavo, Jakson Alexandre Sosa. Para solucionar o problema e diante do fato de que as universidades não têm cursos voltados para a área, a empresa diz que está formando sua própria mão-de-obra. “Varremos as faculdades do estado de São Paulo e não achamos ninguém, então partimos para buscar pessoas no nosso centro no Rio Grande do Sul”, conta.

Segundo ele, o problema é que, como de praxe, depois do treinamento e de as pessoas ficarem lapidadas as emissoras as levam embora. “As radiodifusoras têm várias facetas e muitas áreas que precisam de especialistas, como em produtos, aplicativos de middleware e outras que formam um cenário amplo que as fazem ter mais problemas que nós”, afirma.

Na Samsung o problema da falta de profissionais só não é maior, segundo Benjamin Sicsú, vice-presidente da companhia, porque a empresa possui um centro de pesquisas que ajuda na formação de pessoas. “Quem tem institutos desse gênero precisa treinar e contratar com antecedência”, explica. Apesar disso, ele diz que a empresa deverá aumentar o número de contratações e que a preocupação é especialmente com profissionais que entendam de semicondutores, porque “os profissionais de eletrônica são muito bons”, avalia.

A Philips conta que também não tem sofrido tanto porque acredita que ainda não chegou a hora em que precise de pessoas realmente especializadas. “Os produtos mais imediatos já estão prontos, como o set up box – talvez em dezembro e em 2008 é que precisaremos de mais desenvolvimento interno”, acredita Walter Duran, diretor de tecnologia da empresa.

De acordo com o executivo, quem realmente vai sofrer com a falta de profissionais são as radiodifusoras, que demandarão profissionais para o desenvolvimento do Ginga. “A chave do ouro está no middleware, que fica entre o sistema operacional e o hardware e vai determinar as aplicações”, descreve.

A Linear, fabricante nacional de equipamentos de transmissão de sinais para TV, contratou recentemente 23 pessoas para a linha de montagem e seis para desenvolvimento dos primeiros transmissores. O executivo diz que é difícil principalmente encontrar pessoas para o desenvolvimento, porque não existe formação para isso. “E a demanda ainda vai aumentar muito depois do início oficial das transmissões”, aposta.

Cursos
O COMPUTERWORLD procurou diversas universidades do Brasil para descobrir cursos na área de TV Digital. A maioria das universidades, inclusive aquelas especializadas em tecnologia, ainda não tem oferta específica em TV Digital. As únicas perspectivas são na Universidade de São Paulo, que está articulando um curso de pós-graduação na área e da Universidade Federal da Paraíba, que tem uma disciplina de um semestre sobre o tema no curso de pós-graduação em informática.

A iniciativa mais adiantada é do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel) que prepara novas turmas de pós-graduação em Engenharia de Sistemas de TV Digital e Internet Protocol Television (IPTV). Com turmas em Campinas (SP), São Paulo capital e Santa Rita do Sapucaí (MG), sede do Inatel, o curso promete atualizar e preparar profissionais para esse segmento e diminuir a carência existente.

Computer World – 05/07/2007

Brasil aprova restrição de importação de transmissores de TV Digital da China

O Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (GECEX) aprovou durante reunião no MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) a criação de uma lista de concessão de ex-tarifários para importação de equipamentos transmissores de sinal digital, dentro do Programa Sistema Brasileiro de TV Digital.

A resolução aprova a redução de 12% para 0% do Imposto de Importação sobre bens que não tenham produção nacional. Os pleitos para importação de equipamentos para transmissão digital são da ordem de 40,8 milhões de dólares.

Durante a reunião, ainda foi aprovada a aplicação de dois antidumping provisórios, com duração de seis meses, contra produtos chineses. Os membros do Gecex também aprovaram a ampliação da lista para bens de capital, com 231 produtos, sendo 152 novos ex-tarifários simples, 15 sistemas integrados e 64 prorrogações de itens que já vigoram.

Com relação aos bens de informática e de telecomunicações, foi aprovada concessão de dois novos ex-tarifários e a prorrogação de um que já está em vigor. Os investimentos previstos, relacionados à concessão dos novos ex-tarifários, são da ordem de 795,3 milhões de dólares em números globais e 249,7 milhões de dólares em importações.

O recurso será aplicado também sobre as importações de alto-falantes (US$ 2,75/kg) e escovas de cabelo (US$ 14,49/kg) e a medida passa a valer a partir de publicação no Diário Oficial da União.

Computer World – 05/07/2007

Itautec lança notebook por menos de R$ 2 mil

A Itautec lança esta quarta-feira (04/07) o notebook Infoway Note W7635, que custará a partir de 1.999 reais.

O equipamento vem em modelos com processador Intel Core Duo ou Celereron M, memória RAM de até 2 GB, disco rígido a partir de 40 GB e já conta com gravador de DVD.

Além disso, tem um slot de expansão Express Card e é compatível com comunicação sem-fio.

Segundo a fabricante, um dos diferenciais do novo notebook é a tela Glare de 15.4 polegadas, que tem mais brilho que as outras e, por isso, proporcionaria melhor definição da imagem.

O laptop está disponível nas cores preto e prata, e pode ser adquirido pela central de vendas da Itautec, cujo telefone é 0800 12 1444.

PC World – 04/0/2007

Empresas do PIM recebem incentivos fiscais da ADA

A ADA (Agência de Desenvolvimento da Amazônia) fará a entrega de 44 laudos de aprovação de projetos a empresas do PIM (Pólo Industrial de Manaus). A solenidade ocorrerá nesta sexta-feira, 6, às 11h, na sede da Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus).

No total, 28 empresas localizadas no PIM receberão os laudos. Essas indústrias serão beneficiadas com a redução de 75% de Imposto de Renda. Esta será a terceira vez, neste ano, que a ADA faz a entrega de laudos de aprovação a indústrias do pólo industrial, totalizando cerca de cem projetos beneficiados pela entidade somente em 2007.

As empresas beneficiadas com os incentivos fiscais da Agência de Desenvolvimento e que receberão os laudos de aprovação de projetos são: Amazônia Indústria e Comércio de Polpas Ltda, Amazon Motion do Brasil Ltda, Arcoma da Amazônia Indústria e Comércio Ltda, Atobá da Amazônia Ltda, Beira Alta Industrial Ltda, Brasil & Movimento S.A., Brasil Eletrônica Componentes Ltda, Coimpa Industrial Ltda, Dixtal Biomédica Indústria e Comércio Ltda, Elgin Industrial da Amazônia Ltda, Engepack Embalagens da Amazônia Ltda, Foxconn do Brasil Indústria e Comércio de Eletrônicos Ltda (filial), Frigorífico Rio Mar Ltda, Frioterm da Amazônia Indústria e Comércio Ltda, Gás Carbônico de Manaus Ltda, Gera-Geradora de Energia do Amazonas Ltda, Gree Electric Appliances do Brasil Ltda, Nokia do Brasil Tecnologia Ltda e outras.

Jornal do Commércio – 04/07/2007

Telefônica quer lançar TV paga ainda este mês

Mesmo sem ter fechado todos os acordos com provedores de conteúdo e com ajustes técnicos ainda pendentes, o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, disse que está trabalhando para lançar o serviço de TV por assinatura do grupo ainda este mês.

"Trabalhamos para que nosso serviço de TV via satélite (DTH) seja lançado ainda em julho: estamos em negociação com os principais provedores de conteúdo e finalizando alguns ajustes técnicos, processos que queremos concluir o mais rapidamente possível", disse ontem o executivo.

Na semana passada, o diretor-geral da empresa, Stael Prata, disse que a Telefônica já contratou cerca de 50 pessoas para o serviço Telefônica TV Digital, a maioria dedicada à área comercial, e contará com a equipe de três mil engenheiros que hoje faz a manutenção da rede da concessionária e da operadora de TV a cabo TVA. Na ocasião, ele afirmou que ainda não foi decidido se a operadora vai incorporar os 110 mil clientes da DTHi, operadora de TV paga com a qual a Telefônica mantém uma parceria comercial.

Multa na Europa

A Comissão Européia, órgão executivo da União Européia, anunciou ontem ter aplicado à Telefónica uma multa superior a 150 milhões de euros por "abuso muito grave de posição dominante" no mercado espanhol de conexões à internet por banda larga.

Segundo a Comissão, desde 2001 a empresa vem tentando, com práticas anticompetitivas, impedir a entrada de empresas rivais no mercado. Após o anúncio, a Telefónica comunicou que recorrerá da "inexplicável decisão" da Comissão.

A Tarde Online – 05/07/2007

IDENTIFICATION

Tecnologia a serviço do idoso

O uso de tecnologia de ponta é um dos diferenciais do Hiléa, centro de vivência e desenvolvimento para idosos que será inaugurado em setembro na capital paulista. A instituição, que também contará com um hospital de apoio, já nasce com o sistema de prontuário eletrônico do paciente (PEP) instalado e utiliza soluções baseadas em RFID e PDAs para agilizar as rotinas e permitir a rápida identificação do cliente.

Na instituição, o PEP trará todo o histórico do paciente com informações que vão desde o estado clínico do idoso até preferências gastronômicas e atividades agendadas ao longo do dia. “O prontuário acaba virando quase um site pessoal do paciente. Os médicos do Hiléa, convênio e até mesmo familiares poderão consultar algumas informações, sendo que cada um destes grupos terá acesso a determinados dados”, relata Nilton Ferri Roque, diretor de operações do Hiléa.

O executivo explica que o software, da TrakHealth, possui interface web, o que permite o acesso ao PEP por meio dos PDAs. “A inserção de informações como sinais vitais pode ser feita diretamente no equipamento móvel e já entra no sistema. O objetivo é que os profissionais possam se dedicar o maior tempo possível aos pacientes, sem perder tempo com rotinas administrativas”, destaca.

Controle interno

Voltado para o atendimento ao idoso, o Hiléa também aposta na tecnologia para garantir a segurança do cliente. A instituição lida com muitos portadores de doenças que afetam as faculdades mentais, como o Alzeimer e isso exige cuidado redobrado. “Os clientes de vivência permanente utilizam uma pulseira com tag que traz dados essenciais como nome, enfermidades e áreas nas quais podem circular. Com isso, caso algum paciente ultrapasse o perímetro, o profissional mais próximo recebe um alerta por meio do palm e pode reconduzir o cliente para sua atividade”, detalha Roque.

O sistema também ajuda a controlar a alimentação. Se um paciente diabético solicita um doce, por exemplo, o profissional pode checar e providenciar uma sobremesa apropriada ao perfil daquele idoso. “O PDA possui leitor de RFID, por meio do qual os profissionais podem acessar as informações dos pacientes. Além disso, a tecnologia permite a leitura a distância, o que torna o processo transparente para o cliente”, observa.

A pulseira ainda ativa a abertura da porta do quarto do cliente, evitando que ele realize esforço ou que entre nas acomodações erradas. O próximo passo é inserir medidores de sinais vitais nas pulseiras para aprimorar o acompanhamento da evolução do paciente.

O Hiléa possui 67 dormitórios destinados à vivência permanente, equipados com poltronas para acompanhantes. “Não estabelecemos dia ou horário de visita para que o cliente se sinta confortável”, afirma.

O centro ainda conta com um hospital de retaguarda com 61 leitos, sendo 7 de terapia semi-intensiva. “A unidade oferece toda a infra-estrutura para a recuperação de pacientes que passaram por procedimentos cirúrgicos, por exemplo.”

Decision Report – 05/07/2007

INDUSTRIAL

Cresce a demanda por automação

Companhias registram aumento de até 35% nas vendas em cinco meses, até maio. A necessidade de baixar custos quer para enfrentar a maior concorrência interna quer para garantir margens na exportação diante de um dólar desfavorável à venda externa está garantindo crescimento expressivo para as fabricantes de produtos para automação industrial. Os números da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) mostram alta de 30% nas vendas do primeiro trimestre deste ano. E a expectativa, de acordo com o diretor da área na Abinee, Ricardo Felizzolla, é de alta nesses patamares para o setor em 2007. Em 2006 a área movimentou R$ 2,7 bilhões com alta de 16% sobre os resultados do ano anterior.

"Os investimentos em modernização de unidades industriais e os novos projetos, particularmente de grandes consumidores como a Petrobras, estão aumentando as vendas", disse Felizzolla. "E o segundo semestre é tradicionalmente mais forte." O executivo destaca ainda a estabilidade macroeconômica alcançada pelo País como um fator importante nesse processo.

"Estamos em um momento propício para investimentos. Alguns custos estão caindo com a redução do dólar", disse o diretor superintendente da Ace Schmersal no Brasil, Rogério Baldauf. A empresa fabrica controladores programáveis e inversores, entre outros itens e projeta alta de 12% este ano sobre os R$ 42 milhões líquidos de 2006.

A demanda de setores como o automotivo, de mineração, siderúrgico, farmacêutico, alimentício e de óleo e gás é o que tem puxado o crescimento do mercado de automação. A Novus, empresa nacional com sede e fábrica em Porto Alegre, viu suas vendas aumentarem cerca de 35% nos primeiros cinco meses e meio do ano, ante igual fase de 2006, informou Aderbal Lima, diretor-executivo da companhia. "Praticamente toda a indústria tem necessidade, aqui e lá fora", disse Lima, observando que espera manutenção desse percentual para todo o ano.

Em 2006, o faturamento da Novus, não revelado, cresceu 25% sobre o ano anterior. A fabricante gaúcha, que exporta para 50 países, pesquisa, desenvolve e produz, especialmente, sensores, controladores e registra-dores - equipamentos eletrônicos utilizados em processos industriais que servem para medir e documentar parâmetros, como temperatura, vazão.

O aquecimento verificado entre janeiro e abril fez a Yaskawa Elétrico do Brasil, sediada na capital paulista e uma das líderes do mercado nacional de automação de pontes rolantes, rever para cima metas de crescimento para algumas de suas divisões. O diretor-geral da companhia, José Luiz Rubinato, disse que na área de sistemas de automação a perspectiva, que era crescer 10% este ano sobre o resultado de 2006, foi reavaliada para 30%.

Um dos contratos que deram impulso aos negócios da empresa no período foi fechado com a fabricante brasileira de máquinas e equipamentos Bardella, para quem a Yaskawa está fornecendo as soluções elétricas de automatização de dez pontes rolantes, a serem instaladas neste ano no complexo da Gerdau Açominas, em Ouro Branco (MG) - usina em fase de expansão da capacidade de 2,5 milhões de toneladas de aço por ano para 4,5 milhões de toneladas. Rubinato explicou que três dessas pontes serão utilizadas na produção de aço líquido e sete em processos de produção da máquina de lingotamento de placas, uma nova linha da siderúrgica do Grupo Gerdau.

O contrato com a Bardella foi fechado em fevereiro último, após a Yaskawa - especializada nos mercados de mineração, siderurgia e automotivo - ter vencido concorrência. Mas, apesar do maior volume de negócios nos primeiros meses do ano, Rubinato ainda mantém a previsão de alta de 10% no faturamento líquido neste ano, ante 2006, para R$ 42 milhões. A manutenção deve-se a uma retração no mercado sentida em maio e junho e também à queda nas vendas de produtos, como inversores de freqüência (equipamentos que controlam velocidade de motores) no primeiro semestre.

Rubinato observou que nesse segmento previa uma alta de 10% dos negócios, mas já está trabalhando com uma projeção de 20% menos. A área é afetada, disse, pelo aumento das importações brasileiras de máquinas chinesas. "O equipamento vem pronto de lá e eu perco negócios aqui porque os fabricantes nacionais estão produzindo menos e, em conseqüência, tenho menos máquinas para automatizar." Em relação a retração no último bimestre, o executivo acredita ser passageira, postergação de pedidos por problemas organizacionais das empresas, já que, observou, são projetos aprovados e que têm de acontecer. "Estou otimista para o segundo semestre."

Já a Altus, que desenvolve tecnologia para automação e controle de processos, espera incremento de 15% no faturamento deste ano, para R$ 35 milhões, mesmo percentual conquistado em 2006. Luis Gerbasi, VP da companhia, informou que será resultado de uma série de negócios realizados por causa da liberação de contratos, no final de 2006, em especial, de grandes estatais das áreas de energia e óleo e gás, mercados em que atua mais fortemente. "A demanda por energia continua alta e o mercado de automação, tradicionalmente, vai duas ou três vezes além da alta do PIB."

Sediada em São Leopoldo (RS), a Altus desenvolveu, em parceria com a Ceitec e a Finep, o primeiro chip comercial feito em escala industrial no País, na área de microeletrônica, utilizado em controladores programáveis, foco de pesquisa e produção da empresa. Gerbasi explicou que o produto já está sendo testado no processo de automatização da Usina de Paulo Afonso, contrato nas mãos de um consórcio liderado pela Altus.

A Coester Automatização, também de São Leopoldo, cresceu em torno de 10% nos últimos três anos, mas prevê expansão entre 20% e 40% para 2007, com receita prevista de R$ 14 milhões, se o máximo de aumento projetado for conquistado. "Este ano tem dado sinais concretos de empreendimentos interessantes e o PAC tem grandes projetos que desequilibram favoravelmente os números desse mercado", disse o empresário Marcus Coester.

Para buscar o crescimento, a empresa também diversifica atuação. Fabricante de atuadores para válvulas, principalmente, hoje 70% dos seus negócios são na área de petróleo e a intenção é expandir o restante, voltado para os setores de mineração e celulose, em busca também de uma menor dependência.
kicker: Vendas alcançaram R$ 2,7 bilhões no ano passado, segundo a Abinee e resultados podem ser até 30% superiores em 2007

GM – 03/07/2007

Bematech contrata Ágora Sênior como formadora de mercado para suas ações

A Bematech contratou a corretora Ágora Sênior como formador de mercado para suas ações ordinárias. Com isso, a companhia espera elevar a liquidez das suas ações. Cabe ao formador de mercado manter ofertas de compra e venda diariamente e de forma contínua.

Ao todo, 36 ativos já possuem formador de mercado, sendo 33 para ações, um para cotas do Fundo PIBB (Papéis Índice Brasil Bovespa) e dois para debêntures no Bovespa Fix, mercado de renda fixa.

Os formadores de mercado são instituições autorizadas pela Bovespa a atuar de forma a promover a liquidez de ativos. A atividade foi autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em 17 de março de 2003, por meio da Instrução CVM 384, e regulamentada pela Bovespa, por meio da Resolução 293, em 22 de julho do mesmo ano.

Valor – 03/07/2007

Produção industrial cresce acima do esperado em maio

A atividade industrial brasileira cresceu 1,3 por cento em maio ante abril, registrando o oitavo mês consecutivo de expansão. Esse movimento contínuo não era observado desde 2004, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira.

O índice superou as expectativas do mercado e foi puxado, principalmente, pelo produção de bens de capital, que na comparação anual subiu 19,4 por cento e na mensal, 5,1 por cento.

Analistas consultados pela Reuters estimavam um aumento mensal da produção das indústrias no país de 0,4 por cento, depois da queda de 0,1 por cento em abril --dado revisado agora para estabilidade.

"(O dado) está mostrando que realmente a gente pode bater uns 5 por cento (de crescimento econômico) no final do ano. É mais um fator que mostra o bom andamento da economia brasileira", avaliou o gerente de câmbio da Corretora Liquidez, Francisco Carvalho.

De acordo com o coordenador de indústria do IBGE, Silvio Sales, o crescimento da indústria está cada vez mais generalizado e continua liderado por bens de capital.

"(O número de maio) mostra que continua a ampliação da capacidade produtiva do país, o que abre espaço para atender a um eventual aumento da demanda futura, isso é bastante positivo", disse Sales a jornalistas.

A economista Thais Marzola Zara, da Rosenberg & Associados, também destacou o crescimento na produção de bens de capital. "Isso significa maior investimento na produção. Portanto, o crescimento da produção não entra em choque com a condução da política monetária", comentou.

O maior salto na produção de máquinas foi observado na agricultura, que subiu 42,8 por cento em maio em relação ao mesmo mês do ano passado. Nos cinco primeiros meses do ano, o segmento registra alta de 23,4 por cento.

"Desde dezembro do ano passado, os bens de capital começaram a ficar positivos na agricultura. Tem a ver com a safra, com a mecanização para exportações", explicou.

REVISÃO

O IBGE revisou a produção industrial de abril, de queda de 0,1 por cento para estabilidade, após a adição de mais dados, assim como a produção de janeiro, que passou de estabilidade para alta de 0,1 por cento. Em fevereiro, a produção subiu de 0,5 para 0,6 por cento e, em março, permaneceu em 1,3 por cento.

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, a produção industrial subiu 4,4 por cento em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto a taxa anualizada do indicador acumulada nos últimos 12 meses indica alta de 3,3 por cento.

Na comparação com maio de 2006, a produção das indústrias registrou um avanço de 4,9 por cento. Economistas esperavam um ganho de 3,5 por cento em termos anuais.

No comparativo entre maio e abril, 15 dos 23 ramos pesquisados registraram expansão, com destaque para o desempenho de veículos automotores, com alta de 3,7 por cento, seguido da indústria farmacêutica, com crescimento de 8,3 por cento.

Exercendo pressão negativa, ficaram os produtos químicos, queda de 1,8 por cento, e bebidas, recuo de 2,8 por cento.

Os bens intermediários, que tem menor peso na indústria, foram os que apresentaram menor crescimento. Segundo Sales, a pressão negativa nesse segmento foi exercida principalmente pela redução na produção e refino de petróleo e celulose.

"Mas como o consumo de combustíveis em maio não indica queda, a produção menor de petróleo pode significar um aumento de importação", afirmou Sales. Em maio, a Petrobras registrou queda de produção em função de problemas operacionais em plataformas.

A importação também estaria influenciando negativamente os bens de consumo duráveis, como televisores, rádio e som (linha marrom) que, em maio, registraram queda de 19,7 por cento na produção, enquanto a produção da linha branca (geladeiras e fogões), que não compete com os importados, subiu 8,4 por cento.

"Além da importação, a base de comparação também influencia no caso da linha marrom, porque, no ano passado, se produziu mais televisores para a Copa do Mundo. A tendência é que no segundo semestre essa queda seja reduzida", avaliou Sales.

Reuters Brasil – 04/07/2007

TELECOM

LG vai oferecer serviços do YouTube em alguns modelos de celular

Assistir e enviar vídeos ao YouTube através de celulares será possível em alguns aparelhos da LG até o final deste ano, anunciou a empresa nesta terça-feira (03/07). O serviço permitirá que os usuários façam vídeos em seus celulares e os enviem diretamente ao site de vídeos.

A LG já possui links com um parente do YouTube, o Google. Em março deste ano, as duas empresas concordaram em oferecer serviços do Google em alguns celulares da LG. O primeiro modelo que possui estas características é o LG-KS10, que foi lançado em abril na Itália e possui pré-instalados os serviços de busca, o Gmail e o Google Maps para dispositivos móveis.

O acordo está longe de ser exclusivo. A LG fez uma aliança parecida com o Yahoo, para disponibilizar serviços da empresa em alguns aparelhos. A LG pré-instala o Yahoo Go for Mobile 2.0, o Yahoo Mail e o Yahoo Messenger.

Em alguns casos, quando o comprador coloca uma marca nos telefones da LG, o software e as características instaladas no dispositivo podem ser escolhidos - os celulares podem, inclusive, não trazer nenhuma das duas aplicações.

O novo modelo da empresa, o LG Prada, será lançado formalmente na América Latina na quarta-feira (04/07).

PC World – 03/07/2007

Direitos sobre a marca Siemens põem uma sombra na venda da BenQ em Manaus

O anúncio da venda da fábrica de celulares da BenQ em Manaus está longe de representar um ponto final na curta e desastrosa passagem da companhia pelo Brasil. Há mais dúvidas do que certezas na negociação entre o grupo de Taiwan e os empresários Enzo Monzani e Conrado Will, donos da grife Zoomp e candidatos à compra da indústria.

O principal impasse diz respeito ao uso da marca Siemens, o mais valioso – para não dizer o único – ativo da empresa asiática. Ao comprar o controle da divisão de celulares da companhia alemã, em 2005, a BenQ assegurou a utilização da marca por cinco anos. A empresa garantiu a Monzani e Will que o direito do usufruto do nome Siemens no Brasil será naturalmente transferido com a compra da fábrica.

Há controvérsias. Informações filtradas junto à Siemens revelam que o grupo alemão acompanha de perto a movimentação da BenQ e tem instrumentos legais para impedir a quarteirização da sua marca, tanto no Brasil quanto em outros países nos quais a empresa de Taiwan esteja passando adiante seus ativos.

Desprovida do logotipo da Siemens em seus celulares, a operação da BenQ no Brasil se torna um pastel de vento. Monzani e Will terão uma fábrica de aparelhos genéricos e serão forçados a pedalar o lançamento e divulgação de uma nova marca.

A questão em torno dos direitos sucessórios sobre a marca Siemens pode ter desdobramentos ainda mais graves. Se, de fato, os compradores da fábrica da BenQ não produzirem celulares licenciados pela companhia alemã, quem assumirá a responsabilidade da assistência técnica sobre os aparelhos já comercializados no país? Os consumidores terão de bater na porta da Siemens, em Munique, da BenQ, em Taiwan, ou em uma loja da Zoomp?

Outra pendenga nas negociações é a herança dos passivos do grupo asiático no Brasil. O pacote inclui dívidas com bancos e processos trabalhistas – no fim do ano passado, a empresa promoveu mais de 450 demissões.

Cidade Biz – 05/07/2007

TIM acirra disputa com operadoras fixas no acesso à Internet

Há muito desenhando uma estratégia para entrar no mercado de acesso à Internet, a TIM anuncia dois novos produtos que prometem acirrar a disputa da operadora móvel com as concessionárias de telefonia fixa no mercado de acesso discado à Internet, via linha telefônica tradicional, e também no ADSL de baixa velocidade - até 256 Kbps.

Isso até que a operadora, informa o seu presidente, Mario Cesar Araujo, possa ter acesso às freqüências de Terceira Geração e aumentar a 'briga' para velocidades maiores de conexão. "Espero que ainda este ano possamos ter 3G", declarou, em teleconferência realizada com a imprensa para o anúncio oficial dos novos serviços.

A partir de segunda-feira, 09/07, os novos serviços já estarão disponíveis nas principais capitais do país, e num prazo mais curto possível, em toda a sua área de atuação. São dois, os pacotes: o TIM Mais Completo, que reúne os serviços de telefonia móvel, telefonia residencial (TIM Casa) e acesso à internet para clientes pós-pagos da operadora, e o TIM Web, de acesso à Internet via laptops e desktops, através de modem USB, fornecido pela Huawei, ou de placas PCMCIA, fornecidas pela Sony Ericsson.

O TIM Web possui um diferencial e incrementa a briga nas próprias operdoras móveis GSM: ele poderá ser contratado por clientes de outras operadoras GSM/GPRS/EDGE, que queiram acesso à conexão Internet. "É uma forma desse cliente testar a qualidade do nosso atendimento. Também é a maneira de dar a esse consumidor, mobilidade e portabilidade", afirmou Mario Cesar Araujo, em teleconferência realizada nesta quinta-feira, 05/07.

Os pacotes ficarão disponíveis nos 2466 municípios onde a TIM possui rede GPRS - velocidade média de acesso a 50Kbps - capaz de disputar clientes com a telefonia fixa ou voltada para atender ao consumidor que não possui um telefone fixo em casa. "Mais de 40% dos lares brasileiros não têm telefones fixos, mas têm um celular. Agora eles podem, também, se tiverem o computador, acessar à Internet. Estamos levando um serviço para quem não tem", destacou Mario Cesar Araujo.

A TIM também terá o produto nos mais de 1000 municípios onde há a velocidade EDGE - média de conexão a 250Kbps, já capaz de disputar com o ADSL de menor velocidade. "Muitos dessas localidades as operadoras fixas não têm ADSL. Nós poderemos prover o serviço de conexão de dados para acesso à Internet. É um potencial de geração de novos negócios", ressaltou ainda o presidente da TIM.

Paralalelamente a operadora aguarda, ansiosa, pela liberação das freqüências de Terceira Geração. "Os produtos estão adequados para 3G. Acontecendo o leilão, que espero ocorra ainda este ano, vamos aumentar a velocidade e levar o serviço para a nossa rede", completou Araujo. Questionado sobre o leilão das freqüências WiMAX, o executivo disse que a influência dele no serviço será menor. "Mantemos interesse, mas queremos 3G".

Nesta primeira fase, a TIM não está ainda usando a licença de telefonia fixa - STFC - obtida junto à Anatel. "Estamos em processo de negociação de interconexão com as operadoras fixas e todos sabemos que essa etapa não é simples. Tão logo, eu possa usar a minha licença, vou usar. Acredito que possa acontecer em paralelo à nossa entrada no mercado de Terceira Geração, que espero aconteça ainda este ano", reiterou Mario Cesar Araujo.

Questionado sobre valores de investimentos, o presidente da TIM disse que não teria como quantificar, uma vez que a operadora precisou adequar à rede para o serviço e, para a expansão para 3G quando possível, adequar o billing e importar os lotes de modems USB e placas PCMCIA para suportar a estratégia de lançamento dos pacotes. "Os recursos estão dentro dos R$ 5,7 bi previstos para investimentos pela TIM no Brasil entre 2007 e 2009", afirmou o executivo.

Fidelização

Inicialmente o presidente da TIM Brasil acredita que os pacotes irão ter a adesão dos próprios clientes da operadora no pós-pago. A TIM trabalha na adaptação desses pacotes para o mercado empresarial e também para os clientes do pré-pago. No TIM Mais Completo, o prazo de fidelização será de 18 meses. No TIM Web, a exigência cai para 12 meses. Em ambos, o custo do MB excedente será de R$ 0,25. O consumidor terá direito a:

·120 minutos de chamadas locais de voz para celulares ou telefones fixos;

·200 minutos de chamadas para números fixos locais (a partir da área TIM Casa);

·acesso à Internet para o computador do cliente com 250 MB por mês (pacote de dados);

·e ainda 60 TIM Torpedos, 60 TIM FotoMensagens e 40 minutos em ligações recebidas em roaming.

Como promoção de lançamento, quem aderir ao TIM Mais Completo com todos estes benefícios pagará apenas R$ 99,00 durante os seis primeiros meses. Se fizer o pacote de fidelização de 18 meses, o cliente também recebe grátis um minimodem USB para acesso sem fio à Internet, e ainda ganha desconto em aparelhos celulares. O serviço não exige a contratação de um provedor de acesso à Internet.

Após o período promocional, o custo mensal do TIM Mais Completo será de R$ 129,00. O pacote oferece ainda o TIMChip dedicado para o uso de dados e outro para voz. A idéia é oferecer o conforto do ADSL: não há linha ocupada. É possível falar ao telefone e navegar na Internet.

Já o TIM Web é um plano Pós-Pago para conexão sem fio à Internet. Não há necessidade de pagar por um provedor de acesso, não há comprometimento mensal com planos de voz para a sua contratação.

São três os pacotes de dados disponíveis no TIM Web, que oferece ainda descontos na aquisição do minimodem ou da placa PCMCIA. A TIM informa que os clientes que aderirem até 31 de agosto de 2007 têm preços especiais durante os seis primeiros meses. Nesses pacotes, a fidelização é de 12 meses.

·O pacote de 1 GB custa R$ 49,00 e inclui grátis um minimodem USB ou placa PCMCIA.

·O pacote de 250 MB sai por R$ 19,00 e o custo do minimodem ou da placa é de R$ 199,00.

·O pacote de 40 MB custa apenas R$ 9,90 e o dispositivo sai por R$ 389,00.

Após os seis primeiros meses de uso do serviço, os valores passam para R$ 69,00 (1 GB), R$ 29,00 (250 MB) e R$ 19,00 (40 MB).

Convergência Digital – 05/07/2007

TIM se torna líder de mercado na região Norte

A TIM informou nesta quarta-feira (4) que passou a liderar o mercado da telefonia móvel na região Norte do país, onde dá cobertura aos estados do Pará, Amazonas, Amapá e Roraima, além do Maranhão, na região Nordeste.

A liderança da empresa estão de acordo com dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) referentes aos meses de abril e maio.

Agora, além da liderança em receita líquida de serviços, em receita por usuário (ARPU) e de possuir a maior base de clientes nos segmentos Pós-Pago e corporativo do Brasil, de acordo com os dados divulgados no balanço do 1º trimestre deste ano, a TIM passa a ter o maior número de clientes na região Norte, deixando mais esta marca no mercado como prova dos serviços prestados com qualidade e integração de todos os colaboradores.

"Essa é uma conquista importante para a TIM e demonstra o sucesso da empresa e sua equipe em servir os clientes dessa região, cujas características são muito peculiares. Nossa responsabilidade em prestar bons serviços aumenta ainda mais com essa conquista. Continuaremos a crescer com o foco na satisfação dos nossos clientes", ressalta o diretor da empresa na região Norte, Mansur Trad.

A TIM iniciou suas operações comerciais na região em outubro de 2002, em Belém (PA), onde está localizada sua sede regional, expandindo em seguida para São Luís (MA), Manaus (AM), Macapá (AP) e Boa Vista (RR). Atualmente, sua Rede GSM/GPRS está presente em 117 municípios, que contam com oito lojas próprias e mais de 300 pontos de venda nos cinco estados.

Na região, a TIM conta com mais de 450 colaboradores, entre próprios e terceiros, nos diversos segmentos para atender o mercado e representar a marca TIM com credibilidade e qualidade, alcançando assim resultados primorosos como a liderança em participação de mercado em pouco mais de quatro anos de atuação.

Redefatos – 05/07/2007

Governo português vê com simpatia parceria luso-brasileira na telefonia

O governo de Portugal vê com bons olhos uma eventual parceria luso-brasileira no setor de telecomunicações no Brasil, embora considere tratar-se de um assunto empresarial no qual o executivo não deve intervir, disse o primeiro-ministro português, José Sócrates. O premiê acrescentou que as empresas portuguesas têm também uma boa oportunidade no Brasil, na área de fornecimento de conteúdos em português, e por isso seria natural que também nesse setor possa haver uma maior presença portuguesa.

"Vemos isso com bons olhos", afirmou Sócrates em entrevista ao canal de TV estatal RTP, quando questionado sobre as recentes declarações do ministro das Obras Públicas Transportes e Comunicações, Mário Lino, sobre a criação de uma empresa de telecomunicações luso-brasileira. Informações publicadas pela imprensa indicam que a Portugal Telecom tem conversado com o governo brasileiro para a criação de um grande grupo de telecomunicações no Brasil, no qual a companhia portuguesa teria uma participação.

Atualmente, a Portugal Telecom mantém participação de 50% na Vivo, joint venture que mantém com a espanhola Telefônica. Mas a aliança estratégia entre elas arrefeceu depois de a espanhola ter apoiado uma oferta de compra da empresa portuguesa feita pela rival Sonaecom. Analistas acreditam que a Telefónica deverá acabar comprando da Portugal Telecom os 50% restantes da Vivo que ainda não possui, deixando a companhia portuguesa com dinheiro para ingressar em outro grupo de telecomunicações no Brasil.

TI Inside – 05/07/2007

CPqD entra no mercado de smart cards com sistemas pré e pós-pagos

O CPqD - Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações anunciou nesta terça-feira (3/7) o lançamento do CPqD Smart Card, um sistema off-line de microcrédito, pré ou pós-pago, que pode ser personalizado para diversos tipos de empresas como postos de combustíveis, companhias de água, energia e gás, ou administradoras planos de saúde.

De acordo com Joseph Haim, gestor de produtos a cartão do CPqD, o sistema é uma ferramenta que contribui para a retenção dos clientes. "Com ele, os estabelecimentos comerciais têm um maior controle das operações. Por meio de relatórios periódicos, emitidos pelo sistema, o comerciante tem acesso aos detalhes de todas as operações realizadas em um determinado período. Isso porque cada vez que um cliente utiliza o cartão, o sistema confere e valida as informações daquele usuário", explica.

As informações de crédito ou transações previamente armazenadas no cartão do consumidor são transferidas, com segurança, para os cartões dos prestadores de serviços, por meio do terminal Card2Card desenvolvido pelo CPqD. "Com o CPqD Smart Card, não há necessidade de uma autorização online a cada transação, basta uma única conexão diária, via internet, com o sistema autorizador do CPqD para a transferência dos dados já validados", comenta Haim.

Outra vantagem, apontada pela empresa, diz respeito à relação custo-benefício do smart card. De acordo com o gerente da área de telefonia pública a cartão do CPqD, Marcos Aurélio Pegoreti, de maneira geral, o sistema apresenta uma taxa de serviço bem inferior ao valor cobrado pelas administradoras de cartão de crédito e débito. “Além disso, não requer outros gastos do comerciante, tais como o aluguel dos equipamentos, as ligações telefônicas efetuadas a cada transação para a devida autorização online e a necessidade de uma complexa infra-estrutura de telecomunicações sempre disponível.”

Pegoreti ressalta que a capacidade de desenvolvimento de aplicações personalizadas, específicas ao negócio do cliente, é um importante diferencial da tecnologia do CPqD. "A possibilidade de diferentes aplicações instaladas em um mesmo cartão do consumidor torna o sistema CPqD Smart Card ainda mais completo e diferenciado", afirma ele. Por possuir um chip com capacidade de armazenamento de dados, de modo seguro e em áreas distintas de memória, um único cartão pode ser usado para mais de um serviço, como, por exemplo, alimentação e pagamento de conta de água.

Com o novo produto, o CPqD atende a dois mercados: o de estabelecimentos comerciais e o de fabricantes de terminais. Para os primeiros, cabe ao CPqD a análise da viabilidade de implantação do cartão, integração de sistemas, migração de sistemas legados para sistemas baseados em cartões inteligentes, desenvolvimento e consultoria em software, além dos serviços de gestão da aplicação e de autorizador de transações. Já para os fornecedores de hardware, o CPqD faz a transferência da tecnologia para a fabricação de seu terminal Card2Card.

Segundo o CPqD, o sistema foi testado, durante dois meses, em um posto de combustíveis de Uberaba e sua utilização foi plenamente aprovada, entrando em operação comercial agora em maio. Outras propostas estão em estudo por diferentes clientes de diversos ramos de atividade, de acordo com a empresa.

TI Inside – 03/07/2007

Oi vai parar de vender aparelhos

Toda a campanha da Oi pelo fim do bloqueio dos celulares tem fundamento: a operadora vai parar de vender aparelhos assim que esgotar o estoque. A empresa de telefonia já saiu da ponta de distribuição para as redes de varejo e continua vendendo apenas os celulares restantes em suas lojas. O objetivo da Oi é focar em seu principal negócio: a comercialização dos chips.

A tecnologia GSM possibilita que várias linhas de telefone sejam utilizadas em um mesmo aparelho, desde que ele seja desbloqueado. Para isso, os consumidores precisam saber dessa possibilidade - que nunca fora informada na aquisição dos celulares por nenhuma operadora - para poder solicitar o desbloqueio e estar apto a ser o novo cliente Oi.

- A Oi entende que a concorrência está nos serviços oferecidos - explica a diretora de Marketing de Varejo da operadora, Flávia Bittencourt. - Vamos parar de vender os aparelhos e vamos comercializar apenas os chips, cuja operação é bem mais simples. Fora que podemos vendê-los em vários lugares, como banca de jornal, farmácia e até sorveteria, no caso do plano pré-pago. Para adquirir o chip pós-pago, é preciso ir a uma loja, para a escolha do plano de minutos.

Desde que passou a vender todos os aparelhos desbloqueados e deu início à campanha, em maio, a Oi retirou os descontos concedidos aos celulares e, em seu lugar, passou a subsidiar os planos contratados. A medida refere-se aos pós-pagos, já que na compra de um pré-pago o consumidor paga o valor integral do aparelho, sem descontos.

- Em vez de subsidiar o aparelho, damos agora o mesmo valor de redução na aquisição da nova linha pós-paga - esclarece a diretora da Oi. - Dividimos a quantia de desconto por 10 e vamos abatendo da conta a cada mês.

A estratégia da Oi começou a partir de uma pesquisa de satisfação do cliente, na qual a operadora descobriu que cerca de 15% dos entrevistados já tinham dois ou três chips de diferentes empresas de telefonia celular, para aproveitar as ofertas de cada região do país. Flávia disse ainda que os clientes também passaram a demonstrar interesse pelo desbloqueio.

- Os consumidores não entendiam por que, se compravam o aparelho, não podiam usar também o chip de outra operadora - acrescenta a diretora. - Como o mercado de celulares já tem grande penetração, existe a negociação paralela de aparelhos e vários canais informais fazem o desbloqueio pelo mínimo de R$ 15 (valor que varia conforme modelo e fabricante).

A Oi também está desbloqueando de graça os seus aparelhos que estavam no mercado antes da campanha. O cliente só precisa procurar uma das lojas.

Nas outras operadoras do Sudeste - Tim, Vivo e Claro - todos os aparelhos são vendidos bloqueados. A resolução 316 da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) dá às empresas o prazo de carência de 12 meses de fidelização do cliente.

A TIM cobra taxa de R$ 45 pelo desbloqueio do aparelho antes desse prazo. Na Vivo, a tarifa é de R$ 100; e na Claro, de R$ 200. Após a carência, a liberação para o uso de outros chips é grátis.

O diretor regional da TIM, José Paulo David, ressalta que o valor dos aparelhos bloqueados é sempre menor que o dos desbloqueados. Por isso, não é possível para as operadoras dar desconto na compra de celulares desbloqueados.

- Na verdade, o cliente não demonstra interesse pelo desbloqueio - afirma David. - Ele valoriza o relacionamento com a operadora e o valor baixo do aparelho.

Técnica de defesa do consumidor do Procon-SP, Marta Aur alerta que há falha na informação e que é preciso ter atenção aos contratos.

- Os consumidores não sabem que podem recorrer ao desbloqueio do aparelho já no ato da compra - ressalta Marta. - Ficam sabendo "desse detalhe" apenas quando querem trocar de operadora.

A especialista considera saudável a postura da Oi, por incentivar a concorrência.

- A tecnologia GSM permite o uso de vários chips no mesmo aparelho e o consumidor tem o direito de aproveitar o melhor preço de ligação cada operadora (em relação ao horário e à região) - destaca Marta. - Com a concorrência, as outras empresas podem começar a vender os celulares desbloqueados também.

JB Online – 05/07/2007

Portugal Telecom: Dificuldades na Vivo estão superadas

O executivo-chefe da Portugal Telecom (PT), Henrique Granadeiro, disse hoje que as diferenças da companhia com a espanhola Telefónica na parceria meio a meio que as empresas têm na Vivo terminaram.

"As dificuldades na Vivo estão superadas", afirmou o executivo a repórteres, nos intervalos da cúpula Brasil-União Européia, que acontece em Lisboa. Ele disse ainda que as duas empresas têm "relacionamento cordial". A PT pretende continuar no Brasil, acrescentou Granadeiro: "O Brasil está em nosso DNA."

O presidente da Telefónica, Cesar Alierta, também está no evento, mas não falou com a imprensa.

A companhia portuguesa não teve êxito na tentativa recente de adquirir a Oi (Telemar). Analistas esperavam, ainda, que a PT buscasse uma solução para a Vivo, depois da deterioração nas relações com a Telefónica - a companhia espanhola apoiou a mal sucedida oferta hostil da Sonaecom pela PT e, por conta disso, especialistas passaram a ver pouco futuro na parceria das teles portuguesa e espanhola na Vivo. As informações são da Dow Jones.

A Tarde Online – 04/07/2007