06/06/2007

GERAL

Palm cria teclado e LCD para smartphone Treo.

Usuários de smartphones estão acostumados a responder e-mails e editar documentos num verdadeiro balé de polegares, ganhando tempo perdido no trânsito ou em filas de espera nos aeroportos.

Como um pouco de comodidade extra não faz mal a ninguém, a Palm resolveu inovar com o anúncio do Foleo, um acessório composto por teclado e tela LCD que interage sem fio com o smartphone Treo.

Com uma tela de 10 polegadas, o aparelho dá dimensões de um subnotebook e permite que os usuários tenham uma experiência mais cômoda na hora de digitar textos e documentos. O Foleo deve custar US$ 599 no mercado norte-americano.

OESP – 01/06/2007

Reunião entre Brasil e Índia fecha sete acordos.

Brasil e Índia assinaram hoje sete acordos, sendo quatro entre governos. A assinatura de atos ocorreu após reuniões do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o primeiro-ministro indiano Manmoham Sing e reunião ampliada com ministros dos dois países.

Os acordos assinados foram nas áreas de co-produção audiovisual, cooperação para processamento de dados por sensoriamento de satélites, troca de experiências em questões aduaneiras e programa de intercâmbio acadêmico.

Outra parceria firmada possibilitará ações conjuntas da Petrobras e a empresa indiana de petróleo e gás. Também foi assinado acordo de cooperação entre o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o instituto indiano correspondente (National Consul for Applied Economic Research).

Em discurso durante a instalação do Fórum de Executivos Brasil-Índia, o presidente Lula destacou o papel das lideranças empresariais com o aprofundamento das relações econômico-comerciais entre os dois países.

"Nossas economias estão em franca expansão, abrindo caminho para um ciclo consistente de crescimento sustentado. Estão dadas as condições para nossos empresários explorarem as potencialidades comerciais de duas economias prósperas", afirmou o presidente.

O Fórum de Executivos Brasil-Índia, que terá 15 altos executivos de cada país, será presidido pelo presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, e pelo empresário Ratan Tata, dono da maior indústria automotiva da Índia.

Valor – 04/06/2007

AMD pretende interromper queda de participação no mercadode processadores.

A AMD afirmou nesta terça-feira (5/6/) que espera a interromper a queda de participação no mercado de processadores e retomar a trajetória de crescimento até o fim do ano. A fabricante de chips, que perdeu espaço no último semestre para sua arqui-rival Intel, vinha registrando uma forte avanço no mercado desde que lançou as linhas Opteron 32/64 bits (para servidores) e Athlon 64 (desktops). Mas, com a decisão da Intel de aposentar o Pentium e a introdução do Core 2 Duo de processadores com dois núcleos, a AMD sentiu o golpe.

Já no primeiro trimestre deste ano, a Intel controlava 80,2% do mercado mundial de microprocessadores, 4,5 pontos percentuais a mais do que os 75,7% registrados nos últimos três meses de 2006, de acordo com a empresa de pesquisas iSuppli. Por outro lado, segundo a empresa, a participação de mercado da AMD caiu 4,6 pontos percentuais, para 11,1%, na mesma base de comparação.

Com valor de mercado de cerca de US$ 7,9 bilhões, a AMD divulgou um prejuízo líquido no primeiro trimestre de US$ 611 milhões, contra um lucro de US$ 184,5 milhões no mesmo período do ano passado. Agora, conforme adiantou a agências internacionais, a fabricante planeja aumentar os investimentos e disse estar aberta a receber aporte de fundos de private equity (fundos que compram participação em empresas).

TI Inside – 05/06/2007

Comitê define conclusões acerca da instalação de centros P&B.

Tamanho do mercado local, existência de mão-de-obra qualificada a custos competitivos, boa infra-estrutura, políticas de incentivo à pesquisa, desenvolvimento e inovação e ambiente regulatório adequado e eficiente são os principais atrativos que levam grandes multinacionais a instalarem seus centros de P&D em um determinado país.

Estas são as conclusões do trabalho realizado pelo comitê temático “Atratividade do Brasil para centros de P&D mundiais”, um dos quatro criados e coordenados pela Anpei (Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimeno das Empresas Inovadoras) para discutir temas específicos relacionados à inovação tecnológica. O estudo foi apresentado na 7ª Conferência Anpei de Inovação Tecnológica, que termina nesta quarta-feira (6/6) em Salvador (BA).

Durante um ano esse comitê realizou reuniões mensais, com a participação de 14 empresas e instituições de pesquisa. “Entre seus objetivos, estava analisar as condições existentes para o Brasil atrair centros de P&D mundiais no curto prazo”, explicou Jefferson Pellissari, da Siemens, que apresentou os resultados do trabalho do comitê. “Também estava entre suas metas auxiliar no projeto que está sendo desenvolvido em parceria pela Anpei e pela ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial) e que visa a otimização das ações, a troca de informações sobre as experiências nessa área e a apresentação de recomendações para o Brasil atrair centros de P&D no médio e longo prazo.”

Além de identificar os fatores que atraem os centros de P&D, o comitê verificou aqueles que entravam essas atividades no Brasil. Entre eles, os principais são mercado estagnado, poucos investimentos de longo prazo, legislação complexa, limitação de recursos humanos, custo semelhante ou superior ao dos países concorrentes, burocracia e falta de cooperação entre as instituições.

TI Inside – 05/06/2007

AUTOMOTIVO

Grupo Magneti Marelli lança novo amortecedor.

Mais controle, estabilidade, segurança e conforto é o que o Grupo Magneti Marelli visa proporcionar aos motoristas com o novo amortecedor Power Shock Cofap. A inédita tecnologia da Magneti Marelli Cofap deve chegar ao mercado brasileiro no segundo semestre deste ano. O novo sistema Power Shock possui uma mola adicional, chamada de anti-rolling, que diminui a tendência de inclinação dos veículos em curvas, proporciona maior estabilidade ao veículo e melhor controle para o motorista. No princípio o amortecedor vai equipar automóveis compactos. Para isso, a Magneti Marelli está em negociação com as principais montadoras do Brasil. Novo Meio – 05/06/2007

O grupo industrial alemão Siemens transformou sua divisão de componentes para o auto-rádio VDO em uma empresa independente, como medida de preparação para a entrada da filial na bolsa até o final de setembro.

Uma porta-voz da Siemens explicou que, desde hoje, a área de peças automobilísticas é uma companhia autônoma, da qual o consórcio possui 100% dos títulos e assina com o nome Siemens VDO Automotive AG.

A mesma fonte disse que a Siemens deseja que a entrada da VDO na bolsa aconteça antes do fim do ano contábil do consórcio, em 30 de setembro, e assegurou que "trabalha-se a todo vapor" nos preparativos para esta operação.

Em janeiro, a Siemens anunciou que quer levar à bolsa mais de 25% das ações da VDO para financiar seu crescimento, embora deseje manter uma participação majoritária e o controle operacional da filial.

A porta-voz do grupo explicou que a entrada na bolsa é a "opção prioritária" prevista para a VDO mas disse que também são estudadas possíveis ofertas de compra quando recebidas.

Depois que a Siemens divulgou os planos para VDO, o produtor de pneums e autopeças Continental mostrou interesse em adquiri-la, embora tenha posto como condição assumir a direção da empresa.

O diretor de finanças da Siemens, Joe Kaeser, afirmou recentemente que a Continental não entregou até agora "nenhuma alternativa que possa competir com a entrada na bolsa". Último Segundo – 01/06/2007

Muito se falou sobre um possível Honda Accord Hybrid na linha da empresa japonesa, mas agora a Honda declara oficialmente que tal modelo não existirá, e sim será lançado um Accord diesel.

O Accord diesel vai ter um motor que polui muito pouco, provavelmente 2.2 ou 2.4, capaz de cumprir com as regulamentações do estado da Califórnia, as mais pesadas do mundo.

Para aqueles que querem um pouco mais de potência, esperem uma versão V6 diesel, que também equipará o Accord, só que mais pra frente.

Noticias Automotivas – 05/06/2007

Audi se torna referência em motores à diesel.

A Audi, com o sucesso que seus R10 TDI estão fazendo no automobilismo mundial, está se tornando referência em motores diesel. Portanto, logo as pessoas pensam em quando ela poderia passar isso para os carros de produção. Um carro superesportivo á diesel.

De acordo com a revista Car and Driver, isso não é um rumor, e sim fato. O Audi R8 diesel já estaria sendo desenvolvido pela Audi. Haveria três opções de motor diesel, o 3.0 V6, o 4.2 TDI e o V12 de dois turbos que equipa o R10 de corrida. O último faz nada menos que 500 cavalos. Mas, por cause de seu peso e de seu custo, acaba sendo uma opção pouco provável.

Noticias Automotivas – 04/06/2007

Magneti Marelli e Quatro Rodas lançam navegador.

A Magneti Marelli lança em julho, em parceria com a revista Quatro Rodas, o Navegador Guia Quatro Rodas Magneti Marelli (R$ 1899,00). O aparelho possui novo software, com 157 cidades de 13 estados diferentes mapeadas e mais de 200 mil pontos de interesse, divididos em restaurantes, hotéis, bares, hospitais, postos de gasolina, casas noturnas, farmácias, entre outros. Destes pontos de interesse, cerca de 25 mil são classificados e comentados pelo Guia Quatro Rodas. O funcionamento do Navegador Guia Quatro Rodas Magneti Marelli é semelhante ao primeiro navegador da Magneti Marelli, mas hardware e o software tiveram up grade. Além da função de navegação, o sistema oferece ao consumidor as funções de reprodução de vídeo, visualizador de imagens e fotos digitais, MP3 Player e outros aplicativos. Em outra página, as informações do GPS possibilitam verificar tanto a velocidade do veículo em km/h, como a altitude instantânea e a direção em graus da rota que está sendo seguida. Os interessados podem fazer as reservas em www.easyroad.com.br ou pelo tel. 0800 707-7074

Automotive Business – 05/06/2007

Empresas automobilísticas do Brasil e Índia atuam juntas na Rodada Doha.

Sob o guarda-chuva da aliança política entre Brasil e Índia na OMC, as empresas automobilísticas dos dois países negociam uma atuação conjunta na atual rodada de liberalização comercial, conhecida como Rodada Doha. O objetivo é enfrentar uma ameaça comum: os automóveis chineses. "A Rodada Doha vai abrir as portas para a China na América do Sul, afirma a vice-presidente da Anfavea, Elizabeth Carvalhaes. "Os chineses já fizeram contratos para começar a vender veículos prontos à África do Sul e mesmo pagando a tarifa de 30% vão oferecer as picapes e utilitários esportivos mais baratos do país", diz, alarmada, Carvalhaes. "Não será difícil tentarem o mesmo na América Latina", diz ela, como argumento para impedir uma maior redução de tarifas de importação para produtos automotivos nas negociações da OMC.

Valor – 04/06/2007

GPS cresce no Brasil.

Há cinco anos, praticamente não se falava no Brasil de rastreamento e navegação por meio do Global Positioning System (GPS), serviços amplamente utilizados em mercados maduros como Europa e Estados Unidos. Mas a situação mudou. O assunto está em efervescência por conta da entrada de um maior número de empresas no setor. Ainda não há dados concretos sobre o desempenho deste mercado, mas quem participa dele estima que, este ano, a navegação em automóveis faturará entre R$ 110 milhões e R$ 130 milhões, enquanto o negócio de rastreamento atingirá 800 mil automóveis. E isso é apenas o começo.

Valor – 04/06/2007

CONSUMER

UE aprova projeto BRASIL.

A União Européia aprovou recentemente - e já deu início - ao projeto BRASIL (Broadband to Rural Areas via Satellite Integrated Links), que pretende diminuir a "divisão digital" nas regiões remotas, em especial as localizadas em áreas rurais, da América do Sul, até 2009.

O projeto começa exatamente no Brasil, o mais populoso dos países da região e também o que possui maior extensão geográfica, segundo o site do programa.

Por isso, o País deve ser o primeiro a receber a tecnologia de padrão aberto DVB-RCS (Digital Video Broadcast - Return Channel Satellite), a partir da tecnologia DVB, uma das três participantes da disputa pelo padrão de modulação da TV digital brasileira. O governo escolheu, entretanto, o padrão japonês para a TV digital nacional.

A tecnologia DVB-RCS, segundo o site do programa, vai garantir um canal de retorno que permita o tráfego de internet e de serviços de dados em alta velocidade através do satélite.

O consórcio criado para implementar o programa envolve tanto empresas européias (da Noruega, Alemanha e Itália) como brasileiras, como a consultoria Unisat e a Provisuale, que organiza eventos de telecomunicações como a Futurecom.

Harald Skinnemoen, da AnsuR, uma companhia de comunicação via satélite, e coordenador do Projeto BRASIL, disse, em comunicado à imprensa: "a disseminação da banda larga na América do Sul se encontra atualmente em um nível muito baixo, de aproximadamente 3% da população, contra 18% na Europa".

As projeções, no entanto, são de "um crescimento exponencial da disseminação na América do Sul nos próximos anos". Por isso, ele opina que "o projeto BRASIL será um elemento-chave em fazer com que isto ocorra e oferecerá oportunidades únicas às companhias européias, que tenham desenvolvido o padrão DVB-RCS, para conquistarem o mercado sul-americano".

O projeto de três anos envolve a construção da infra-estrutura mínima necessária nos países, a compra dos terminais de satélite, a montagem da estrutura dos painéis solares e pontos de acesso móveis e WiFi nas regiões identificadas para receber a cobertura.

Computer World – 05/06/2007

Venda de computadores deve ultrapassar a de televisão em 2007.

O Brasil deve vender em 2007 mais computadores do que aparelhos de TV pela 1a vez na história do varejo.

O que é importante é que isso reflete o movimento de informatização da sociedade, e isso é um indicador do potencial de crescimento da própria economia e da produtividade de um país, disse o professor Fernando Meirelles, diretor geral da escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo.

Estamos pegando este ano a primeira geração no ensino superior que foi alfabetizada na informática. E isso é bom porque não é possível incorporar uma pessoa à tecnologia somente com treinamentos em empresas, acrescentou.

O pesquisador estima que 19 por cento dos lares brasileiros têm computador, enquanto 60 por cento das residências possuem televisor. Atentas a indicadores como esse, fabricantes, redes varejistas e analistas apontam que o potencial de crescimento das vendas de PCs continua grande e mostram otimismo.

Entre 2005 e 2006, 8 milhões de pessoas passaram das classe D e E para a C. Isso é um dado estarrecedor. A classe C tem mais dinheiro, tem mais gente na classe C e temos mais crédito. É uma fórmula explosiva, disse à Reuters Hélio Rotenberg, presidente da Positivo Informática, maior empresa entre os mais de 60 fabricantes de PCs registrados junto ao governo federal.

A Positivo trabalha com uma previsão de expansão média anual das vendas de computadores pessoais pela indústria no Brasil da ordem de 35,5 por cento até 2010.

Segundo as expectativas da associação que representa a indústria eletroeletrônica (Abinee), as vendas de PCs no país devem crescer 20 por cento este ano, alcançando o patamar de 10 milhões de unidades, depois de terem disparado 46 por cento em 2006, impulsionadas por crescimento econômico, financiamentos no varejo e redução de carga tributária.

Caso a previsão da Abinee se confirme, os brasileiros comprarão mais PCs do que televisores em 2007 pela primeira vez.

A média histórica das vendas anuais de televisores no Brasil está na casa das 8 milhões de unidades, e crescem em anos de Copa do Mundo, como 2006, quando foram comercializados 10 milhões de aparelhos. A expectativa da Abinee para este ano é de vendas de 9,5 milhões de televisores.

NORDESTE COM FORÇA

A expansão do mercado de PCs não se dá apenas nos grandes e tradicionais centros consumidores do país, na região Sudeste. Ela acontece também em áreas que estão obtendo melhora nos indicadores de renda, como no Nordeste.

No Extra, rede de hipermercados do grupo Pão de Açúcar, a região que abriga alguns centros de tecnologia de renome --como o Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar)-- aparece com destaque nas vendas de produtos de informática.

O Nordeste está comprando muito forte. Desde o início do ano está comprando mais que todas as outras regiões do país, disse o gerente de compras da categoria informática do Extra, Avelino Nogueira, referindo-se a percentuais de expansão das vendas, sem fornecer números.

Segundo ele, aumento no poder aquisitivo e mais crédito disponível têm ajudado o Nordeste a apresentar o crescimento mais significativo de comercialização de computadores no país.

EMPURRÃO DO DÓLAR

O otimismo do setor também vem ganhando impulso com a desvalorização da moeda norte-americana, que barateia a aquisição de componentes cotados em dólar. De acordo com o analista Ivair Rodrigues, da consultoria IT Data, cerca de 85 por cento dos custos de um PC no Brasil estão atrelados ao dólar, que do início de maio de 2004 até a final de abril exibe queda de cerca de 30 por cento contra o real.

Enquanto isso, segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o preço de computadores caiu 33,9 por cento para uma inflação de 13,8 por cento no mesmo período. É uma queda monstruosa no preço, mesmo considerando a característica inerente do computador que é o avanço muito rápido da tecnologia, disse Marcio Nakane, coordenador do índice de inflação IPC da Fipe.

No Extra, o PC mais vendido é um modelo básico que custa 899 reais e vem equipado com monitor e sistema operacional livre Linux.

De acordo com o gerente de compras de informática do Extra, quem compra mais é o cliente que está levando a primeira máquina da família. A idéia é comprar o básico para depois acrescentar acessórios, disse Nogueira. Total Security – 04/06/2007

Projeção da iSuppli estima que custo da memória deva cair 47% nos próximos três anos

O número de players portáteis de mídia (PMP, na sigla em inglês) equipados com memórias flash deve crescer mais de 25 vezes até 2011, chegando a 150,2 milhões de unidades segundo a iSuppli.

Ao mesmo tempo, os equipamentos com discos rígidos devem crescer a um ritmo muito menor, passando dos atuais 35,3 milhões, para 29,3 milhões de unidades

Para este ano, o número de aparelhos equipados com memória flash no mercado deve chegar a 54,8 milhões. A iSuppli define PMP como aparelhos capazes de reproduzir vídeo, áudio em MP3 e que possuam display colorido.

Nas projeções da iSuppli, o custo da memória flash deve cair mais de 47% ao ano até 2010, e equipar não só PMPs, mas também notebooks.

IT Web – 05/06/2007

Companhia prepara ampliação de unidade industrial em Santa Rita do Sapucaí, MG.

A Linear, fabricante de transmissores de TV, anuncia investimento de US$ 3 milhões em pesquisa e desenvolvimento da linha ISCHIO, composta por transmissores e multiplexadores para TV digital.

A empresa prepara-se para ampliar sua fábrica em Santa Rita do Sapucaí (MG), pólo da indústria eletroeletrônica. No local, a Linear já produz soluções para TV analógica e ditial em sistema ASTC.

IT Web – 04/06/2007

Lula veta emenda MP 352.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, decidiu vetar a emenda aprovada na MP 352 (Semicondutores e TV Digital), que garantiria às empresas de informática, os benefícios fiscais previstos para inovação, previstos na Lei 11.196/05 (antiga MP do Bem). A emenda de autoria do deputado, Júlio Semeghini (PSDB-SP), tentava resgatar para o setor os incentivos previstos para Inovação contidos na "Lei do Bem".

Apesar dos esforços do ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, que recomendou a manutenção do texto aprovado pelo Congresso da Medida Provisória 352, Lula aceitou os argumentos do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e vetou a proposta de Semeghini, ao sancionar a Lei 11.484/07 publicada hoje (01/06) no Diário Oficial da União, que cria novos incentivos fiscais para os fabricantes de Semicondutores e TV Digital.

"A proposta de revogação configura-se contrária ao interesse público devido ao fato de que o artigo que se pretende revogar ter sido introduzido na Lei n^o 11.196, de 2005, exatamente para evitar que houvesse duplicidade de benefícios fiscais relativos ao Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e ao Imposto sobre Produtos Industrializados", destacou o presidente em sua Mensagem de Veto encaminhada ao Congresso.

As argumentações do governo para o veto ao setor de informática são as seguintes:

"...O Capitulo III da mesma lei trata ‘Dos Incentivos à Inovação Tecnológica’, e em seu art. 17, § 1º , esclarece que se considera inovação tecnológica a concepção de novo produto ou processo de fabricação, não impondo que essas atividades sejam exercidas com exclusividade pelas empresas. Assim entende-se que pode ocorrer de uma mesma empresa se dedicar não só à industrialização de bens de informática e prestação de serviços de informática, como também desenvolver atividades de concepção de novos produtos e/ou processos de fabricação.

Prosseguindo, as Leis nºs 8.248 e 8.387, ambas de 1991, condicionam que o benefício de isenção/redução do IPI tenha em contrapartida investimentos em pesquisa e desenvolvimento em tecnologias da informação a serem realizados no País, no valor no mínimo correspondente a 5% do faturamento bruto no mercado interno dos produtos contemplados com redução/isenção do IPI, deduzidos os tributos correspondentes a tais comercializações.

Já a citada Lei nº 11.196, de 2005 (art. 17, inciso I) dispõe sobre a dedução, para efeito de apuração do lucro líquido, de valor correspondente à soma dos dispêndios realizados no período de apuração com pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação tecnológica classificáveis como despesas operacionais pela legislação do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica – IRPJ ou como pagamento na forma prevista no § 2º do mesmo artigo.

Acrescente-se que o art. 19 da mesma lei permite à pessoa jurídica, a partir do ano-calendário de 2006, sem prejuízo do disposto no art. 17, excluir do lucro líquido, na determinação do lucro real e da base de cálculo da CSLL, o valor correspondente a 60% (que poderá alcançar 80%, nos termos do seu 1º ) da soma dos dispêndios realizados no período de apuração com pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação tecnológica, classificáveis como despesa pela legislação do IRPJ.

Portanto, como os investimentos compulsórios, previstos nas Leis nºs 8.248, de 1991, e 8.387, de 1991, são classificáveis como despesas operacionais pela legislação do IRPJ, a revogação do art. 26 da Lei nº 11.196, de 2005, que veda a fruição simultânea dos incentivos nela previstos com os das Leis nºs 8.248, de 1991, e 8.387, de 1991, acarretaria a indesejável duplicidade de benefícios fiscais, colocando em condições muitíssimo vantajosas àquelas empresas de informática que efetuam as atividades de desenvolvimento de software ou de prestação de serviços de tecnologia da informação, cumulativamente com a de concepção de novo produto ou processo de fabricação.

Há que se considerar, também que, nos termos do § 2º do art. 17 da Lei nº 11.196, de 2005, poderão também ser computados como dispêndios com pesquisa, tecnológica e desenvolvimento de inovação tecnológica contratados no País com universidades, instituição de pesquisa ou inventor independente, hipóteses também previstas na regulamentação das Leis nº 8.248 e 8.387, ambas de 1991."

Convergência Digital – 01/06/2007

Órgão regulador quer unificar a questão das licenças de oferta de serviço das TV por assinatura.

O conselheiro José Leite Pereira Filho revelou que o conselho diretor do órgão regulador estruturou um grupo de trabalho para unificar a questão das licenças ligadas à oferta de serviços de TV por Assinatura. O grupo terá seis meses para apresentar o novo modelo. O serviço, batizado de SCEMA - Serviço e Comunicação Eletrônica de Massa - pode resolver dois conflitos: a oferta do IPTV pelas concessionárias e a restrição à participação do capital estrangeiro nas operadora de TV a cabo.

Leite informou aos jornalistas presentes ao painel Telebrasil que a comissão irá analisar se existem conflitos legais com as demais legislações que regem o mercado de TV por Assinatura, observando por exemplo, que as licenças de TV por assinatura por MMDS e DTH são concedidas pela Anatel, mas às de cabo, são ligadas à Lei do Cabo, que tem uma série de restrições, entre elas, a participação de capital estrangeiro no controle acionário das operadoras.

O conselheiro da Anatel explicou ainda que as operadoras poderão migrar para a nova outorga, caso o SCEMA ganhe folêgo e avance. Como exemplo da possibilidade de fazer essa opção, o conselheiro da Anatel lembra o processo de migracão das concessões do SMC (Serviço Móvel Celular) para o SMP (Serviço Móvel Pessoal), no qual as operadoras tiveram benefícios para fazer essas mudanças, entre eles, o direito a fazerem fusões e aquisições.

O resultado do Grupo de Trabalho, que será apresentado num prazo de seis meses, passará pelo crivo do Conselho Diretor da Anatel. Se aprovado, seguirá os trâmites da agência, mas para Leite, o SCEMA pode ser, sim, o caminho para a adoção da licença única para a oferta de serviços, já que hoje existem apenas quatro concessões: STFC, SMP,SCM e TV por Assinatura.

A proposta de Leite deverá ser um dos temas centrais do debate que será realizado neste sábado entre as principais operadoras do setor. Elas irão discutir o futuro da oferta dos serviços de telecomunicações no Brasil.

Ana Paula Lobo viajou para a Costa do Sauípe, Salvador a convite da organização do Telebrasil

Convergência Digital – 01/06/2007

LP Displays fecha quatro fábricas.

A LP Displays Brasil fechou quatro fábricas. Com isto encerra a produção de cinescópios no Brasil. A empresa, uma joint venture entre a LG e a Philips, disse que a alta dos custos de produção e a queda do dólar inviabilizaram as operações no País.

A direção da LP Displays Brasil, no complexo industrial da antiga LG.Philips, em São José dos Campos (SP), anunciou o encerramento de suas atividades fabris no Brasil e a dispensa de 2,5 mil empregados. Além da unidade do vale do Paraíba, deixam de funcionar as fábricas de Recife, Suzano e Capuava (SP). A LP Displays embasou sua decisão nos altos custos de produção e queda do dólar. Com isto se encerra a produção de cinescópios no Brasil.

A empresa chegou a ter 65% do mercado nacional de cinescópios e ser grande exportadora para fábricas na Europa, América do Sul e América do Norte. E abasteceu os fabricantes instalados no País, na Zona Franca de Manaus, como a própria Philips e LG. Outras marcas, como a Semp Toshiba, Panasonic e Philco eram também grandes clientes. A joint venture completaria sete anos de atividades.

Importação da China Parte da produção de cinescópios, produzidos principalmente na unidade de São José dos Campos, em São Paulo com 1,2 mil empregados, ainda era exportada. Entretanto, os volumes estão sendo reduzidos e tornou inviável a continuidade da fabricação no complexo que nos anos 90 foi o maior do mundo na produção de tubos de imagem.

A demanda interna será suprida pela empresa com a importação da China. Os produtos de origem chinesa praticamente monopolizaram o mercado nacional, já que fornece também aos fabricantes de televisores de Manaus.

Outro motivo apresentado pela companhia foi a queda nas vendas de televisores convencionais com a chegada no mercado dos aparelhos de plasma e de LCD. Na verdade, essa possibilidade vinha sendo analisada há mais de três anos com o desaquecimento do mercado interno e mundial para os aparelhos de tubo de imagem, como monitores de computador e televisores.

A informação foi dada aos trabalhadores diretamente pelos dirigentes da multinacional. O sindicato dos metalúrgicos foi informado da decisão no meio da tarde de sábado e sequer conseguiu realizar uma assembléia com os trabalhadores, pois a empresa já havia tomado a dianteira no processo e comunicado seus funcionários que a fábrica do Vale do Paraíba, em São Paulo, será fechada, no máximo, até a primeira semana de agosto.

A unidade de Capuava, que produzia os vidros para os cinescópios, será fechada em um mês. Segundo o sindicato, os funcionários estão extremamente abatidos e vão manter a produção até a data de encerramento das atividades para assegurarem o pagamento dos salários e rescisões trabalhistas.

GM – 04/06/2007

IDENTIFICATION

Congresso de tecnologia prevê novos lançamentos para mobile banking.

Pelo menos nove empresas vão lançar produtos para mobile banking no congresso de tecnologia da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), o Ciab, com início no próximo dia 13. Ainda assim, parece distante o momento em que será possível realizar saques e pagar contas diretamente com o celular.

Na maioria, as soluções de tecnologia oferecidas pelas empresas são para acesso de dados bancários e, no máximo, para utilização da internet - via telefone móvel - para pagamento de contas. Sacar dinheiro num caixa automático ou pagar contas utilizando o celular como uma espécie de cartão de débito são operações que ainda devem demorar a se tornar algo comum no país.

O próprio diretor de tecnologia e automação da Febraban, Carlos Eduardo Corrêa de Mendonça, no lançamento do Ciab, há alguns dias em São Paulo, reconheceu que ainda há muitos obstáculos a serem superados para a implementação do mobile banking no país. Segundo ele, o principal é a falta de padronização nas operações.

Os produtos que serão apresentados no Ciab parecem confirmar essa falta de padronização. Exemplo disso são os lançamentos de produtos e serviços de operadoras de celulares que, em vez de estarem disponíveis para qualquer usuário, se limitam àqueles com contas em bancos específicos. Caso da Claro que, em parceria com a EverMobile e o Banrisul, vai lançar seu canal de atendimento pelo celular. Ele permitirá a conferência de saldos de contas-correntes, poupanças e investimentos. Mas não terá opção para realizar saques ou pagamentos com o celular.

Apenas como demonstração, estarão na feira o banco sul-africano FNB, mostrando sua tecnologia de pagamento por celular, assim como a japonesa Sony, com seu sistema de FeliCa, também para uso do telefone móvel como cartão de débito. Dentre as instituições com operações no país, além do Banrisul, também o Itaú, o Banco do Brasil e o HSBC vão apresentar suas opções de uso do celular como meio de transação eletrônica.

Uma das poucas empresas a apresentar soluções para a utilização do celular como meio de pagamento é a operadora Oi, com o Oi Paggo e o MToken, que podem, em estabelecimentos credenciados, substituir o cartão de débito nas transações, utilizando um chip especial.

Outra solução similar é o MobiCash, que será lançado pela Itautec. O serviço permite que o correntista realize saques em dinheiro em caixas eletrônicos usando o celular.

Na linha das informações, duas empresas, a Crivo e a Bull, vão apresentar serviços para análise de crédito e de risco via celular, permitindo a abertura de contas, venda de seguros e aprovação de financiamentos.

Último Segundo – 05/06/2007

American Banknote anuncia compra da Transtex.

A American Banknote anunciou a compra da Transtex, por US$ 10,5 milhões. Segundo o comunicado da companhia, a Transtex é empresa líder no mercado argentino em comercialização de cartões bancários e telefônicos, com sede em Buenos Aires.

Ainda segundo o fato relevante, a Transtex é uma subsidiária integral da American Banknote Corporation. A aquisição poderá ter um pagamento adicional de até US$ 3 milhões, em função da evolução do Ebitda da Transtex nos próximos 18 meses. Veja a íntegra do fato relevante: "American Banknote S.A.

Companhia Aberta CNPJ/MF 33.113.309/0001-47 NIRE 33.300.277.994 FATO RELEVANTE A American Banknote S.A. (Bovespa: ABNB3) - "ABnote", líder no fornecimento de soluções envolvendo cartões plásticos, sistemas de identificação e gestão de serviços gráficos no Brasil, vem a público, na forma e para os fins da Instrução CVM n° 358/2002, informar a seus acionistas e ao mercado em geral que assinou contrato de compra para a aquisição da TRANSTEX S.A, empresa líder no mercado argentino em comercialização de cartões bancários e telefônicos, com sede em Buenos Aires. Além de sua liderança no mercado Argentino, a TRANSTEX exporta seus produtos para o Chile, Peru, Bolívia, Uruguai e Paraguai.

A TRANSTEX é uma subsidiária integral da American Banknote Corporation e esta aquisição faz parte de um reposicionamento mercadológico da ABnote,que passará a atuar em toda a América do Sul. Adicionalmente, a aquisição da TRANSTEX faz parte da estratégia da ABnote de avaliar continuamente potenciais negócios que possam oferecer oportunidades de crescimento no mercado onde atua, melhorando seu portfólio de produtos e serviços e gerando valor para seus acionistas. Desde 1995 a Companhia concluiu com êxito a integração de seis aquisições nos mercados de cartões e serviços gráficos. O valor da transação, sujeito às diligências usuais, é de US$ 10.500.000 (dez milhões e quinhentos mil dólares), com um possível pagamento adicional de até US$ 3.000.000 (três milhões de dólares), sujeito à evolução do EBITDA da Transtex nos próximos 18 meses.

No ano de 2006 a Transtex S.A faturou, aproximadamente, US$ 10.500.000 (dez milhões e quinhentos mil dólares) e obteve um EBITDA de US$ 2.500.000 (dois milhões e quinhentos mil dólares).

Conforme determinado pelo artigo 256, inciso I da Lei das Sociedades Anônimas (Lei 6.404/1976), os acionistas da ABnote serão oportunamente convocados para deliberar sobre o assunto em Assembléia Geral Extraordinária, sendo a aprovação em referida Assembléia condição suspensiva para a aquisição.

Último Segundo – 01/06/2007

INDUSTRIAL

Urmet Daruma e Insoft inauguram centro relacionado à automação comercial.

A Urmet Daruma, braço do grupo Daruma na área de telecomunicações e automação comercial, inaugura no dia 14 de junho um centro de capacitação e integração de automação comercial em parceria com o Instituto de Software do Ceará (Insoft) e com a Universidade Estadual do Ceará. O novo centro, cujo investimento não foi divulgado, é voltado a desenvolvedores de software e vai reunir em um só espaço toda a infra-estrutura necessária para capacitação profissional.

O Centro de Integração e Capacitação Daruma (CCID), que ficará localizado em Fortaleza, irá fornecer cursos gratuitos para desenvolvedores que se interessarem em oferecer softwares de automação compatíveis com os produtos da empresa. “O curso será todo baseado no XP Embedded, e é a nossa mais nova aposta. Prova definitiva de que a Urmet Daruma está investindo pesado no fortalecimento da parceria com seus desenvolvedores”, diz Claudenir Andrade, gerente de integração e desenvolvimento da companhia, que considera o CCID como um marco para mercado de automação.

O centro, segundo ele, vai contribuir socialmente para que estudantes das áreas de sistemas de automação, de análise de sistemas e informática possam ter acesso aos processos de treinamento e capacitação e assim ingressarem no mercado de trabalho com mais qualificação e com o certificado de conclusão do curso. “As estações de treinamento, que já possuem as linguagens C# (Sharp) e SQL Express Edition instaladas, estão equipadas com impressoras convencional e fiscal, terminal autônomo, acesso a internet e ligação direta com o suporte Urmet Daruma de Curitiba”, explica Andrade.

TI Inside – 05/06/2007

Luminary Micro lança 27 micro-controladores.

A Luminary Micro (http://www.luminarymicro.com/), criadora dos premiados micro-controladores Stellaris baseados em Cortex-M3, lançou hoje 27 novos micro-controladores (MCUs), trazendo capacidades inovadoras de rede para aplicativos em tempo real para controle de movimento, automação industrial e de prédios, combate a incêndios e segurança, sensoriamento remoto, instrumentação, pontos-de-venda e sistemas de conexão altamente integrados.

Foram lançados hoje 12 membros da série Stellaris LM3S6000 Ethernet e 15 membros da série Stellaris LM3S2000 CAN. Estes novos MCUs ampliam os benefícios de classe mundial da família Stellaris com rede em tempo real, maiores memórias no chip, gestão melhorada de força e capacidades de entrada/saída expandidas. Os kits de avaliação dos novos MCUs já estão disponíveis através do canal global de vendas da Luminary Micro (http://www.luminarymicro.com/sales). Os novos MCUs estão sendo testados a partir de hoje e estarão disponíveis em volumes de produção no próximo trimestre.

Os MCUs da série LM3S6000 são os primeiros do mundo com uma solução Ethernet de 100 Mbps totalmente integrada e compatível com a arquitetura ARM. Os dispositivos LM3S6000 combinam o Controle de Acesso ao Meio (MAC - Media Access Control) com as camadas físicas (PHY), marcando a primeira vez que a conectividade integrada está disponível em um MCU Cortex-M3 da ARM e o único MCU com arquitetura ARM com 10/100 Ethernet MAC e PHY integrado.

A série LM3S2000, projetada para aplicativos de rede CAN (Controller Area Network), amplia a família Stellaris com a tecnologia de rede Bosch CAN, o padrão de ouro das redes industriais de curta distância. Este lançamento marca a primeira integração entre as capacidades CAN com o revolucionário núcleo Cortex-M3.

"Ser a principal parceira da ARM para o Cortex-M3 nos deu a oportunidade de realmente demonstrarmos os poderes e as capacidades deste núcleo de MCU otimizado, com alcance muito maior do que quaisquer outros disponíveis atualmente", disse a Executiva-Chefe de Marketing, Jean Anne Booth. "No período de um ano levamos a arquitetura ARM aos desenvolvedores integrados por preços arrasadores de somente US$ 1,00; fomos a primeira companhia a oferecer real capacidade de controle movimento para a arquitetura ARM; e agora estamos oferecendo conectividade integrada CAN e Ethernet para os projetistas, que antes estavam limitados às opções de 8 e 16 bits.

"US$ 1 por 1 GHz" no melhor ecossistema de desenvolvimento do mundo

A família de MCUs Stellaris tem como base o processador Cortex-M3 da ARM, o membro micro-controlador da família do processador Cortex da ARM. Projetada para reais aplicativos de micro-controladores, a família Stellaris fornece penetração no mais forte ecossistema da indústria, com compatibilidade de códigos variando de US$ 1 por 1 GHz. As vantagens adicionais incluem:

* Atualização fácil e eficiente em relação aos custos de aplicativos de 8 e 16 bits, necessitando menos espaço de código flash e entregando um desempenho dez vezes melhor sobre os núcleos 8051 e desempenho oito vezes melhor sobre os núcleos PIC24F; * Amplia as capacidades do processador da família ARM7(TM) em aplicativos críticos de MCU com melhoria quatro vezes maior do desempenho do processo de controle, capacidade de resposta de interrupção em tempo real e comportamento de interrupção determinista previsível, enquanto necessita somente de metade do espaço de código flash dos aplicativos de controle ARM7; * Mais de 50 MIPS com um mapa de desempenho demonstrável vinte vezes maior na família Cortex, permitindo um caminho de migração "sem preocupação" * Melhor ambiente de desenvolvimento e ferramentas de resolução de problemas da indústria.

Os produtos anunciados hoje representam a próxima geração da família Stellaris, demonstrando as capacidades de amplo alcance do núcleo Cortex-M3 combinadas com a experiência de engenharia em tempo real da equipe de projetistas do MCU Stellaris.

"A próxima geração da Stellaris" significa integração incomparável

Doze dos novos MCUs apresentam Ethernet MAC e PHY no chip, fazendo do MCU Stellaris o único MCU baseado na arquitetura ARM a oferecer esta útil característica. Os aplicativos que se beneficiam desta poderosa capacidade incluem o monitoramento remoto, máquinas eletrônicas de ponto de venda, dispositivos e interruptores de rede e equipamentos de jogos.

As características incluem: * 10/100 Mbps Ethernet MAC e PHY Integrada - Suporta operação duplex completa ou semi-duplex 10BASE-T e 100BASE-TX/FX IEEE 802.3 - Correção automática de inversão MDI/MDI-X - Endereço MAC programável - Suporte ao modo promíscuo - Modos de economia de força e desligado - Transmissão FIFO 2KB / Recepção FIFO 2KB * Operação em 25-50 MHz * Flash de ciclo único de 64-256 KB e SRAM de ciclo único de 16-64 KB * Até 46 GPIOs * Preços a partir de US$ 4,61 em quantidades de 10K

Os outros quinze novos MCUs incluem até dois controladores CAN integrados com taxas de bit de até 1Mb/s, oferecendo capacidades mais robustas para todos os aplicativos de processamento de controle. Estes dispositivos são muito adequados para aplicativos conscientes em relação aos custos, que necessitem de capacidades significativas de processamento de controle e conectividade tais como equipamentos de testes e medições, controle de movimento, instrumentação médica, equipamentos de AVAC, controle de prédios e transportes.

As características incluem: * Até dois protocolos de suporte de controladores CAN licenciados pela Bosch versões 2.0A & 2.0B - Taxas de bit de até 1 Mb/s - 32 objetos de mensagens, cada qual com máscara de identificação - Modo de desligamento automático de retransmissão para TTCAN - Modo de realimentação programável para operação de auto-teste * Operação em 25-50 MHz. * Flash de ciclo único de 64-256 KB e SRAM de ciclo único de 16-64 KB * Até 60 GPIOs * Preços a partir de US$ 3,65 em quantidades de 10K

Para informações detalhadas sobre as características de cada membro da família Stellaris, consultar o endereço: http://www.luminarymicro.com/product_selector_guide.

Kits de avaliação colocam desenvolvedores em funcionamento em 10 minutos ou menos

Este anúncio inclui a chegada de dois novos e completos kits de avaliação: o kit de avaliação do Stellaris LM3S6965 Ethernet e o kit de avaliação do Stellaris LM3S2965 CAN. Cada um dos kits de avaliação, que são ricos em características, incluem placas de avaliação, todos os cabos necessários, opções de conjuntos de ferramentas de avaliação para as ferramentas populares de desenvolvimento, documentação, a biblioteca de drivers periféricos Stellaris (que fornece um método conveniente, sem complicações para inicialização, programação e controle de periféricos), notas sobre os aplicativos e tudo que é necessário para um desenvolvedor para começar a funcionar em 10 minutos ou menos, para uma extraordinária experiência de uso imediato. Ambos os kits cobrem o espectro do projeto desde a avaliação até o protótipo do desenho específico do aplicativo, através do funcionamento tanto como uma plataforma de avaliação e como interface serial de resolução de problemas no circuito para qualquer placa alvo baseada em micro-controlador Stellaris.

O kit de avaliação Stellaris LM3S6965 Ethernet é excepcional por ser compacto e versátil, e inclui um aplicativo para início rápido que possui servidor Web integrado, utilizando a fonte aberta lwIP, pilha TCP/IP para uso imediato. As opções de conjuntos de ferramentas de avaliação, incluem o kit de desenvolvimento de micro-controlador ARM RealView(R), a edição Kickstart do IAR Embedded Workbench(R), e as ferramentas CodeSourcery Sourcery G++ GNU. Além disso, as demonstrações das portas RTOSes incluem FreeRTOS.org(TM), Micrium uC/OS-II com sistema de monitoramento integrado uC/Probe, Express Logic ThreadX(R), sistemas CMX-RTX(TM) da CMX, Keil RTX, IAR PowerPac(TM), e o SEGGER embOS. As pilhas disponíveis incluem a Express Logic NetX(TM) TCP/IP; InterNiche TCP/IP NicheStack(TM), NicheLITE(TM), e módulos adicionais tais como HTTP, SNMP, e protocolos de segurança; sistemas CMX-MicroNet(TM) da CMX; pilhas uIP de fonte aberta baseadas na FreeRTOS.org; Micrium uC/TCP-IP e uC/Modbus; e Automation EtherNET/IP(TM), da RTA. O kit também inclui um aplicativo integrado de servidor Web com base na fonte aberta FreeRTOS.org RTOS e na fonte aberta de pilha de Ethernet uIP. O kit de avaliação Stellaris LM3S6965 Ethernet está disponível hoje por US$ 79,00.

O kit de avaliação Stellaris LM3S2965 CAN é fornecido como uma rede CAN completamente funcional para pronto uso, tanto com placa mãe baseada em LM3S2965 como com placa de dispositivo CAN baseada em LM3S2110 e um aplicativo para início rápido mostrando comunicação CAN de uso imediato. As opções de conjunto de ferramentas de avaliação incluem o kit de desenvolvimento de micro-controlador RealView da ARM, a edição Kickstart do IAR Embedded Workbench, e as ferramentas CodeSourcery Sourcery G++ GNU. Além disso, as demonstrações das portas RTOSes incluem FreeRTOS.org, Micrium uC/OS-II com sistema de monitoramento integrado uC/Probe, Express Logic ThreadX, sistemas CMX-RTX da CMX, Keil RTX, IAR PowerPac, e o SEGGER embOS. As pilhas disponíveis incluem os sistemas CMX-CANopen(TM) da CMX; Micrium uC/CAN, e o Automation DeviceNet(TM) da RTA. O kit de avaliação Stellaris LM3S2965 CAN está disponível hoje por US$ 89,00

A Luminary Micro possui agora 51 MCUs Stellaris disponíveis para distribuição global, somente 14 meses depois de a companhia anunciar que foi selecionada como principal parceira da ARM para o desenvolvimento do Cortex- M3. A companhia possui centenas de projetos de sucesso para os clientes de toda a família Stellaris, incluindo os novos dispositivos anunciados hoje.

Sys-Com Brasil – 05/06/2007

Weg é a vencedora do Ranking Agência Estado Empresas de 2006.

A Weg é a vencedora do Ranking Agência Estado Empresas de 2006. A fabricante de motores e equipamentos elétricos teve o melhor desempenho para seus acionistas entre 124 companhias abertas analisadas. Para o presidente da Weg, Décio da Silva, a adoção de uma estratégia clara, com a agregação de valor no mercado interno e internacionalização, além da consistência de resultados apresentada nos últimos anos, são alguns fatores que levaram a empresa a ter o reconhecimento do mercado.

As outras ganhadoras foram, pela ordem: AmBev, Natura, Souza Cruz, Localiza, Comgás, Companhia de Concessões Rodoviárias (CCR), AES Tietê, Lojas Renner e Porto Seguro.

As companhias recebem hoje pela manhã o prêmio Destaque AE Empresas, em evento realizado em São Paulo, com a presença do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho.

Em sua sétima edição, o levantamento, feito em parceria com a Economática, mostra as empresas que conseguiram os resultados mais expressivos para os investidores, com base em uma metodologia exclusiva. Todos os critérios de análise estão voltados para o ponto de vista do acionista.

A avaliação do Ranking Agência Estado Empresas é baseada em sete quesitos: Preço/Lucro, Preço/Valor patrimonial da ação, oscilação, liquidez, volatilidade, Dividendo/Valor patrimonial e retorno sobre o patrimônio líquido. Só participam do levantamento as empresas com patrimônio líquido acima de R$ 10 milhões.

A lista das melhores do ano passado não traz companhias exportadoras, nem bancos, como acontecia nos levantamentos anteriores. As primeiras colocadas têm em comum a atuação no mercado interno como principal atividade. Em um cenário de dólar em queda, o resultado obtido no território nacional ganha relevância.

"As exportadoras foram vítimas do seu próprio sucesso", afirma o presidente da Economática, Fernando Exel. "A rentabilidade já subiu muito e continua elevada, mas cedeu em 2006."

No caso dos bancos, os lucros foram reduzidos por um fator contábil: o lançamento de despesas decorrentes da compra de outras instituições financeiras, dentro do processo de consolidação bancária.

O resultado do ranking também reflete o atual momento do mercado de capitais. O índice Bovespa ruma para o quinto ano consecutivo de alta, movimento provocado pela forte liquidez internacional e pela perspectiva da obtenção do grau de investimento pelo País. Isso gerou a maior onda de oferta de ações da história - em três anos, cerca de 70 novas companhias abriram o capital.

Como conseqüência, a lista das vencedoras é cada vez mais variada, com novos nomes, de setores inéditos. A presença de empresas do Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que seguem a governança corporativa, também é crescente.

Das 10 ganhadoras de 2006, cinco são do Novo Mercado - Natura, Localiza, CCR, Lojas Renner e Porto Seguro. São companhias que abriram o capital há pouco tempo, mas já galgaram uma posição de destaque. E a Weg, a primeira colocada, migrará em breve.

Novos prêmios

A partir deste ano, a Agência Estado passa a destacar as empresas que têm consideração especial pela governança corporativa e a sustentabilidade dos negócios. Foram criadas duas premiações para as companhias que seguem esses preceitos: o Destaque Novo Mercado, obtido pela Porto Seguro, e o Destaque Sustentabilidade, que ficou com a América Latina Logística (ALL).

A busca por transparência na gestão e a preocupação com a perenidade das operações é uma tendência cada vez mais forte no mundo corporativo atual. Mais do que isso, passou a ser uma exigência não só dos acionistas, mas de toda a sociedade.

O Destaque Novo Mercado traz a empresa cuja ação registrou a maior valorização nesse segmento especial da Bovespa em 2006. No ano passado, os papéis da Porto Seguro dispararam 175%, desempenho que lhe conferiu o prêmio.

O Destaque Sustentabilidade aponta a companhia da carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) cuja ação mais subiu no ano passado. A premiação considera o período de vigência do indicador, de 1º de dezembro de 2005 a 30 de novembro de 2006. A ALL, operadora de ferrovias, venceu nesse quesito porque seus ativos avançaram 108% no período.

OESP – 06/06/2007

TELECOM

Estimativa do Gartner aponta vendas de 257,6 milhões de unidades no período.

As vendas globais de celulares somaram 257,4 milhões de unidades no primeiro trimestre de 2007, um crescimento de 14% em relação ao mesmo período do ano passado. Os números são calculados pelo Gartner.

Pela análise do Gartner, as vendas na região Ásia/Pacífico foram fortes, enquanto a América do Norte e Europa apresentaram a diminuição esperada, devido à sazonalidade do mercado, nos meses seguintes ao Natal.

A partir dos resultados do primeiro trimestre, o Gartner mantém sua previsão de que as vendas globais de celulares cheguem a 1,15 bilhão de unidades em 2007, o que significa um aumento de 16% em relação ao ano passado. As vendas devem ser impulsionadas por aquisições de telefones novos em regiões como África, e substituição de aparelhos em mercados emergentes, incluindo América Latina e China. Nos países desenvolvidos – EUA e os da Europa – o nível de troca de celulares deve ser menor do que nos últimos dois anos.

Vendas por fabricante No primeiro trimestre, a líder de mercado Nokia vendeu 92 milhões de aparelhos, atingindo 35,7% de participação, quase o dobro da segunda colocada Motorola, que reduziu seu market share para 18,5%. A fabricante vendeu 47,6 milhões de unidades no período.

IT Web – 04/06/2007

TIM consegue licensa da Anatel para atuar na telefonia fixa.

A TIM, segunda maior operadora de celular do Brasil em número de clientes, que muitos especialistas do mercado consideram alvo de uma aquisição no curto prazo, conseguiu licença da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para atuar na telefonia fixa em todo o País.

A companhia entrou com o pedido junto à agência sem nenhum alarde e a aprovação saiu da mesma maneira: foi noticiada pela própria Anatel, cujos membros partiipam do 51º Painel Telebrasil, em Costa do Sauípe (BA). Mas a TIM propriamenmte dita não está no evento, e sua assessoria de imprensa, procurada, afirmou que o presidente da TIM não está disponível para dar entrevistas sobre o assunto ou dar detalhes da estratégia.

Segundo os diretores da Anatel presentes ao Telebrasil, não houve nenhuma restrição para que a TIM conseguisse a licença. A Telecom Italia detinha uma participação minoritária na Brasil Telecom, mas repassou essas ações a um fundo gerido pelo Credit Suisse para não ferir a regulamentação. A companhia também retirou os dois conselheiros que tinha na operadora.

Dessa forma, a Anatel entende que a TIM, como empresa que só atua na telefonia celular, não tem nenhum entrave para atuar também na telefonia fixa. Ela pode, inclusive, usar tecnologias sem fio para atender o mercado, como lembrou o conselheiro José Leite Pereira Filho.

Muitas vezes, o mercado questionou a companhia por só ter operação móvel, quando boa parte do mercado caminha para a convergência fixo-móvel. Para atrair para si parte do tráfego da telefonia fixa, a TIM, inclusive, criou o serviço TIM Casa, em setembro passado, que garante preços mais baixos nas ligações de celular para fixo em determinados endereços escolhidos pelo usuário.

Computer World – 01/06/2007

Vivo aprova e Oi e Claro ficam em dúvida acerca do modelo para venda de licensas.

A Vivo aprovou o modelo que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estuda adotar para a venda de licenças de terceira geração de telefonia móvel. Já a Oi e a Claro levantaram dúvidas sobre itens da proposta.

O conselheiro José Leite Pereira Filho apresentou as linhas básicas do modelo que a agência estuda para a licitação durante o 51º Painel Telebrasil. Segundo ele, o órgão pensa em cobrar 5% do valor da licença em dinheiro, enquanto os demais 95% seriam pagos com obrigações, como a que prevê estender a cobertura de telefonia móvel para todo o país - hoje quase 2 mil cidades não dispõem dessa infra-estrutura.

Nas cidades com menos de 30 mil habitantes, a agência vai permitir que as operadoras dividam a infra-estrutura como forma de reduzir os custos em regiões consideradas pouco rentáveis.

Roberto Lima, presidente da Vivo, afirmou, no mesmo evento, que considera "extremamente saudável" a idéia de cobrar 95% da licença em obrigações. "Ao permitir o compartilhamento de infra-estrutura, esse modelo vai permitir maior eficiência, menores danos ao meio ambiente e uma cobertura mais efetiva".

Segundo ele, mesmo nas cidades cobertas, hoje as operadoras "nem sempre cobrem um município como um todo", deixando, muitas vezes, periferias das cidades de fora, problema que poderia acabar com uma gestão compartilhada. "O compartilhamento de infra-estrutura é a única forma de incluir o não-incluído", disse ele, já que na sua opinião as operadoras estão sempre atendendo ao mesmo público, sem abrir oportunidade para os que ainda não têm celular.

Lima defende, desde o ano passado, a criação de uma companhia que administre as redes de todas as operadoras, a exemplo do que fizeram as empresas de cartão de crédito. Todas as operadoras seriam sócias dessa companhia, que seria responsável por gerir e rentabilizar a rede.

Segundo ele, nesse modelo fica possível até a criação das operadoras virtuais no País, aquelas que não têm rede própria, mas compram 'no atacado' das operadoras para atender nichos de mercado. "Quanto mais tráfego se gerar nessa rede [compartilhada], melhor para essa empresa que será a dona dessa infra-estrutura", afirmou.

João Cox, presidente da Claro, admite que a proposta da Anatel "vai tornar muito mais factível o compartilhamento de infra-estrutura", mas defende que esse seja um assunto das operadoras. "O governo não deve regular". Ele ainda questiona: "nesse caso, como será a remuneração do serviço?".

Já Luiz Eduardo Falco, presidente da Oi, concorda com o presidente da Vivo que "os clientes bons são os mesmas da segunda geração" e, por isso, afirmou que sua preocupação "é entender como será o retorno desse investimento" da cobrtura das cidades com menos de 30 mil habitantes.

"Não vi isso em nenhum outro lugar do mundo", ressaltou Falco. Por isso, ele afirma que "tem que fazer conta" para saber se as obrigações que as operadoras assumiriam garantiriam o retorno no tempo adequado.

Computer World – 04/06/2007

Mitel inaugura subsidiária brasileira.

A Mitel Networks Corporation, empresa canadense provedora de soluções de comunicação IP, inaugurou nesta quarta-feira (30/5) sua subsidiária brasileira, no Rio de Janeiro, como parte de sua estratégia de expansão na América Latina, região em que a tem crescido 40% a cada doze meses, nos últimos 5 anos.

Segundo Gilles Rousso, VP da empresa para AL e Caribe, neste momento o Brasil está prestes a decolar no uso de telefonia VoIP. “Viemos oferecer essa solução para um segmento ainda pouco explorado, o das empresas de pequeno e médio porte (até 500 usuários), que querem fazer parte dessa nova realidade, mas não tem recursos suficientes”, diz.

Como diferencial de mercado, o executivo destacou, além de valores competitivos, a disponibilidade de uma plataforma integrada escalável, que atende a organizações de 10 a 65 mil usuários, acompanhando o crescimento das empresas. Os produtos e serviços da Mitel incluem aplicações (inclusive remotas) para contact centers, comunicações unificadas de voz, sistema de mensagens e vídeo, web conference e comunicação sem fio através da rede wi-fi.

Sobre as expectativas da Mitel no Brasil, Paulo Ricardo Pinto, gerente geral da empresa no País, se revelou confiante: “Nosso objetivo é conquistar entre 8% e 10% do market share local em até três anos”.

Para alcançar essa ambiciosa meta, a empresa conta com dois canais de distribuição, a Seal Telecom e a Agora Telecom, mas já procura novos parceiros locais. Uma das estratégias da Mitel para ganhar clientes é sinalizar as filiais de multinacionais atendidas pela empresa em outros países, facilitando o trabalho dos canais.

Simon Gwatkin, VP de marketing estratégico da empresa, explicou que o escritório brasileiro tem total independência para agir e não descartou nenhuma ação que leve ao crescimento da marca no País, como joint ventures, O&M ou aquisições de companhias locais. “Teremos novidades dentro dos próximos três meses”, afirmou. Com o anunciou, no último dia 15 de maio, da compra da Inter-Tel por US$ 723 milhões, “a Mitel se tornou uma companhia de US$ 1 bilhão”, informou o executivo.

Convergência Digital – 01/06/2007

Nokia afirmou que sua disputa de patentes com a Qualcomm pode atrapalhar a adoção do 3G.

A Nokia está concentrando suas atenções em celulares 3G, disse o vice-presidente de tecnologia Tero Ojanpera, apesar da opção de rivais de reduzir os preços dos aparelhos usados para acessar a tecnologia sem fio de alta velocidade.

A Nokia, que produz mais de um terço dos celulares vendidos no mundo, está envolvida em uma disputa judicial sobre patentes com a fabricante norte-americana de chips Qualcomm, depois que porções de um acordo de licenciamento mútuo de patentes expiraram, no mês passado.

A disputa judicial envolve o uso pela Nokia de patentes detidas pela Qualcomm quanto à tecnologia 3G, mas também afeta as operações de chips da Qualcomm, que, de acordo com a Nokia, empregam muitas tecnologias sobre as quais a empresa finlandesa detém patentes.

"Estamos negociando, mas não existe acordo", disse Ojanpera durante uma entrevista coletiva no Seoul Digital Forum.

A Nokia na semana passada abriu seu primeiro processo por patentes em reação às ações judiciais da Qualcomm, solicitando indenização e um mandado que restrinja os chips Qualcomm. Os analistas estimam que a Nokia paga cerca de 500 milhões de dólares anuais à Qualcomm pelas licenças e agora está em busca de um acordo melhor.

"Toda essa discussão pode ter impacto sobre a tecnologia 3G", disse Ojanper, acrescentando que tecnologias alternativas, como o WiMax, estão ganhando força.

As operadoras de telefonia móvel estão substituindo os serviços 2G, que se concentravam em ligações de voz, pela tecnologia 3G ou sistemas alternativos que permitem a oferta de serviços mais lucrativos, como chamadas com vídeo, downloads de música ou acesso à Internet pelo celular.

A LG Electronics, quinta maior fabricante mundial de celulares, em fevereiro venceu uma concorrência organizada por um grupo de operadoras de telefonia móvel para produzir aparelhos 3G a preços acessíveis, por volta de 100 dólares, e acelerar a transição.

Info Online – 01/06/2007

Rafael Steinhauser assume novo desafio profissional.

O executivo argentino Rafael Steinhauser, que presidiu a Cisco no Brasil até novembro de 2006 e também teve passagens pela Nortel Brasil e Vésper, assumiu novo desafio profissional.

Ele trouxe ao Brasil a NextWave, companhia americana de sistemas de conectividade criada em abril de 2005 e que abriu seu capital na bolsa eletrônica Nasdaq em janeiro deste ano.

Steinhauser assumiu a presidência da divisão Broadband da companhia em toda a América Latina, com escritório na capital paulista. A divisão desenvolve chipsets para conexões sem fio pelos padrões WiFi e WiMax, além de componentes de rede e softwares para integração dos sistemas.

De acordo com informações da página eletrônica da companhia, a divisão Broadband já desenvolveu projetos junto a companhias como Intel, Motorola, Nokia, Qualcomm e Texas Instrumens.

O primeiro balanço da companhia, relacionado aos três primeiros meses de 2007, registra uma receita líquida de 7,7 milhões de dólares, quase o dobro dos 3,9 milhões de dólares do mesmo período de 2006.

A empresa, entretranto, afirma que as recentes aquisições e os investimentos em pesquisa e desenvolvimento afetaram o resultado final, que foi de um prejuízo de 49,6 milhões de dólares, ante as perdas de 15,4 milhões de dólares um ano antes.

Computer World – 04/06/2007

Telecomunicações não foram incluídas no PAC.

As telecomunicações não foram incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Até bem pouco tempo, eram vistas como o único setor de infra-estrutura que não atravessava problemas. O diagnóstico hoje, entretanto, é que começam a entrar em crise. A telefonia fixa está estagnada desde 2002 e o crescimento do celular desacelera. Em 2006, o investimento do setor caiu 14,3%, para R$ 12,6 bilhões, mesmo com projetos expressivos, como o R$ 1,1 bilhão que a Vivo destinou à sua rede GSM. A tendência é que, este ano, o montante seja ainda menor.

A banda larga cresce, mas é insuficiente para sustentar o mercado. A saída encontrada pelas empresas foi tentar sensibilizar o governo, que, com seu poder de compra, pode ajudar o setor a retomar a expansão. Precisamos que o Estado tenha políticas públicas claras, com serviços universais, de qualidade e com transparência, afirmou na sexta-feira Cesar Rômulo Silveira Neto, superintendente executivo da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), durante o 51º Painel Telebrasil, na Costa do Sauípe (BA).

Ele sugeriu que o governo federal destine anualmente R$ 6 bilhões do orçamento para universalização da banda larga e do governo eletrônico. Não é quase nada perto dos R$ 150 bilhões usados para pagar juros da dívida. A idéia seria levar eletronicamente saúde, educação e segurança para municípios mais pobres. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Tarde OnLine – 03/06/2007

51º painel Telebrasil expõe cenário não favorável para a indústria de telecomunicações.

O 51º painel Telebrasil, evento que reuniu os principais executivos de telecomunicações na Costa do Sauípe, Salvador, concentrou suas atenções nas movimentações das operadoras por um novo cenário no país e nos embates mercadológicos com a radiodifusão mas, mesmo que como pano de fundo, expôs um cenário não muito favorável para um dos pilares do setor: o da indústria. Boa parte dos fabricantes presentes ao encontro admitiu que o limite chegou.

Os primeiros cinco meses do ano ficaram muito abaixo da expectativa, do ponto de vista de aquisições. Apesar de cautelosos, muitos já admitem que as demissões serão inevitáveis, uma vez que não há mais, segundo eles, onde cortar custos para sustentar os parques fabris no país. Os meses de abril e maio não trouxeram nenhuma mudança em relação ao primeiro semestre do ano, considerado o pior do setor nos últimos tempos.

Isso porque o 'congelamento' de pedidos das operadoras permaneceu, uma vez que elas continuam à espera das novas licenças, além de acordos com o governo para realizarem um novo ciclo de investimentos. No momento, afirmam os fabricantes, os aportes das teles acontecem tão somente na manutenção e suporte das atuais operações.

Soma-se ao momento das operadoras, o problema do câmbio. Se o presidente Lula conclamou os empresários brasileiros a lutarem contra a China, no setor de telecom, esse alerta se mostra inviável com o real tão em baixa. As indústrias brasileiras, afirmam os executivos, estão levando uma 'goleada' das unidades fabris de suas próprias empresas instaladas na China. Neste embate, os contratos globais ficam com os chineses.

"Já tinha reduzido bastante a minha produção no Brasil. Mas, com o câmbio abaixo de R$ 1,90, fico totalmente sem condições de tentar competir com a fábrica da Alcatel-Lucent instalada na China. Eles levam todos os contratos. Não há como competir internamente", reclamou o presidente da Alcatel-Lucent, Jônio Foigel.

Goleada chinesa

O vice-presidente comercial da Ericsson, Carlos Duprat, que há muito diz que a desindustrialização do setor é um risco de curto prazo, diz que o câmbio abaixo de R$ 1,90 é um 'desastre' para as fábricas multinacionaisinstaladas no país. "Muitos se esquecem que somos responsáveis pela geração de empregos no país. E contratamos muitos brasileiros, que estão no chão de fábrica", diz Duprat.

"Mas se não temos demanda interna e não há como competirmos com as unidades no exterior, simplesmente não temos como manter o parque fabril. Temos um negócio que precisa se sustentar. Fechar uma fábrica em silêncio é fácil. Reabri-la é que é a tarefa mais complexa", adverte o executivo da Ericsson, que fechou o último grande contrato de expansão de rede - a da infra-estrutura GSM da Vivo.

"Estou perdendo contratos para a RFS da China, e até para a RFS do México", declarou Luiz Antonio Oliveira, presidente da RFS Telecomunicações para a região da América Latina, fabricante de antenas para o setor. No Brasil, a empresa emprega entre funcionários diretos e indiretos, cerca de 600 pessoas. Uma linha fabril já foi perdida para o México: a de antenas de grande porte para operações WiMAX.

"Fui obrigado a fazer essa opção. É mais barato para a RFS produzir no México do que aqui no Brasil. Cheguei no meu limite. Montei um parque no país para ser uma operação global. Mas, infelizmente, estou com sérias dificuldades para manter a sua operação", declarou Oliveira, reiterando o posicionamento dos demais fabricantes. Com relação à China, a situação é ainda mais grave.

"Não adianta para nós, executivos, ficarmos falando que a situação dos empregados na China é isso ou aquilo. O Brasil sofre com carga tributária, com mão-de-obra mais cara e com o câmbio extremamente desfavorável. As exportações, que eram uma saída, estão cada vez mais impraticáveis, inclusive para o próprio Mercosul", completou Oliveira.

O presidente da Nokia Siemens Networks, Aluísio Byrro, foi outro executivo a revelar sua preocupação com o momento nacional. A empresa, que está estruturando sua operação após a megafusão, mostra-se temorosa com os rumos da economia brasileira em relação ao setor de telecom.

"Falar que os empresários precisam se adaptar aos tempos e dizer que o câmbio não é uma questão que nos causa problemas é ter uma visão limitada das ações empresariais. O Brasil quer investir em hardware sendo muito mais caro que qualquer outra unidade instalada em um país emergente?", questionou Byrro.

Diretor de telecomunicações da Abinee e presidente da Nec do Brasil - fabricante que suspendeu toda a produção local no país, Paulo Castelo Branco, não escondeu a sua decepção com o governo Lula, que endossou, passando por cima de um acordo fechado no Congresso Nacional, uma posição unilateral da Receita Federal, contra a inclusão do setor nos benefícios da Lei da Inovação.

"Eles não mudam a situação atual do setor, mas nos ajudariam a suportar um pouco mais a questão do câmbio. É uma situação surreal impedir que tenhamos acessos aos recursos da Lei de Inovação porque temos os benefícios da Lei de Informática", declarou o executivo.

"O setor de Telecom ficou fora do Programa de Aceleração do Crescimento. Também não teve nenhuma MP do Bem, para dar um alento ao setor. A Lei de Inovação seria esse plus favorável e com um diferencial: ele impõe recursos para o software, que é o onde o Brasil precisa e deve apostar. Mas, ao que parece, não é essa a política do governo", conclui Castelo Branco.

Apesar do momento crítico, os fornecedores ainda mantêm a esperança de recuperar o ano de 2007, se de fato, houver um acordo entre governo e operadoras para a informatização das escolas e a adoção de uma Parceria Pública Privada para o suporte de um Plano Nacinal de Banda Larga. Também esperam que a Anatel consiga, como prometido pelo conselheiro José Leite, presente ao evento, destravar os leilões da Terceira Geração e do WiMAX.

Convergência Digital – 04/06/2007

Idéias do órgão regulador ainda está em estudo pelas tele móveis.

A idéia do órgão regulador de dividir o país em 11 áreas e declarar os vitoriosos do leilão da Terceira Geração, a partir da melhor oferta ligada à cobertura, colocada à mesa durante o painel Telebrasil 2007, ainda está em processo de estudo pelas teles móveis.

Na proposta da Anatel, as operadoras teriam que depositar tão somente 5% do valor das licenças - a ser fixado pela Agência, com a devida autorização do Tribunal de Contas da União - em dinheiro. Os demais 95% seriam utilizados em recursos para ampliar a cobertura dos serviços de cobertura móvel no país.

O Brasil será dividido em 11 áreas, e os interessados poderão participar de todas para criar uma licença nacional. Também há a ideía de incentivar a criação de uma infra-estrutura única para cobrir os mais de 2000 municípios sem qualquer serviço de comunicação. Essas localidades poderiam ser atendidas, num primeiro momento, por uma rede 2G. O prazo de migração para 3G ficaria em torno de cinco anos.

"Tomamos conhecimento das idéias da Anatel, mas temos que fazer as contas. Essas cidades não são atendidas por um único motivo: a conta do investimento não fecha. Precisamos saber se uma licença de 3G numa grande cidade, compensa esse aporte numa localidade que não trará retorno, mas de qualquer forma, é uma idéia a ser estudada", declarou o presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco.

Já o presidente da Claro, João Fox, deixou claro que a proposta de uma rede compartilhada para 3G nas localidades de menor poder aquisitivo - num consórcio a ser formado pelas operadoras interessadas- precisa ser uma decisão de mercado, e não, imposta pela Anatel ou pelo governo, se for o caso de usar a Terceira Geração como instrumento de universalização.

"Que não se perca o foco que essa é uma decisão empresarial", afirmou Cox.Segundo ainda o presidente da Claro Brasil, a telefonia móvel é, sim, um instrumento de inclusão social a partir do serviço de voz, já que mais de 80% do mercado é formado por usuários pré-pagos e que, segundo ele, em 12 milhões de lares nacionais, o celular é o único dispositivo de comunicação existente.

Responsável pela idéia do compartilhamento de rede para 3G, o presidente da Vivo, Roberto Lima, acredita que a proposta da Anatel para formular as regras do edital para a venda das licenças poderá, sim, facilitar a adoção do conceito, especialmente, nas cidades de menor poder aquisitivo.

Na sua participação na Telebrasil, o executivo voltou a enfatizar o exemplo das administradoras de cartão de crédito, que por causa de uma necessidade de mercado, partiram para o compartilhamento e, hoje, apresentam resultados expressivos de uso de cartões de débito e crédito.

A Anatel planeja disponibilizar quatro das cinco bandas disponíveis para a 3G nesta primeira etapa do leilão, previsto por Leite, para setembro. Essas bandas atenderiam, segundo o conselheiro Leite, todas as demandas das atuais operadoras. Já a quinta banda, ficaria reservada para um possível novo entrante, mas o leilão desta faixa aconteceria num prazo maior.

Convergência Digital – 04/06/2007