05/10/2007

GERAL

Philips compra empresa de controle cardiológico à distância

Num comunicado, a Philips especificou que juntamente com a Raytel, comprará outras empresas de SGHL Telemedicine, por um total de 110 milhões de dólares (77,9 milhões de euros).
A Philips espera que a transacção tenha o seu desfecho no último trimestre de 2007, após a aprovação das autoridades competentes.

A Raytel, que será integrada na divisão Soluções Philips para cuidados de saúde ao domicílio, é líder nos Estados Unidos no âmbito das tecnologias orientadas para os cuidados e controle de pacientes cardíacos, cuja evolução pode ser controlada enquanto estão na sua residência.

Dinheiro Digital – 04/10/2007

Compra da Solectron não garante liderança à Flextronics

A Flextronics comprou recentemente a Solectron, uma de suas principais concorrentes no mercado de fabricantes de eletrônicos. Com a transação de 3,6 bilhões de dólares, a empresa agora soma vendas de 30 bilhões de dólares, mas continua sendo a segunda colocada em seu segmento de atuação, atrás ainda da Hon Hai Precision Industry, que atua sob a marca Foxconn.

E, de acordo com analistas, o caminho rumo à liderança será árduo. A Hon Hai divulgou faturamento de aproximadamente 15,67 bilhões de dólares no primeiro semestre deste ano e deve, segundo os especialistas, alcançar melhores resultados na segunda metade do ano, ficando ainda alguns milhões de dólares à frente da Flextronics.

Para os analistas, a estratégia da Flextronics de crescer através de aquisições é arriscada. A chave para o sucesso dessa estratégia estaria em quão rápido e eficiente a companhia seria na gestão dessa fusão, incluindo a combinação de seus recursos e operações. E mais: tudo isso deve ser feito sem prejudicar a satisfação do cliente, já que muitas empresas perdem clientes porque eles se serem negligenciados quando a companhia dedica esforços às operações internas.

Ao contrário da Flextronics, a Hon Hai evita as grandes aquisições. A companhia taiwanesa limitou-se a comprar rivais de menor porte, que ofereçam serviços que ela não pode prover, ampliando assim a sua especialização e escopo de negócios. A ultima vez que a Hon Hai se propôs a adicionar mais elementos aos seus negócios, ela criou a fabricante de painéis LCD Innolux Display Corp, ao invés de comprar uma empresa do ramo. A Innolux já listou suas ações na bolsa de Taiwan, embora a Hon Hai seja ainda a sua maior acionista.

A compra da Solectron dará à Flextronics melhores condições de concorrer com a Hon Hai e, quem sabe, ganhar lucratividade. Empresas que vendem eletrônicos como iPods, iPhones e outros deste gênero demandam contratos mais lucrativos para o parceiro de produção. Já os fabricantes mundiais de PCs, telefones celulares e outros eletrônicos podem obter contratos mais lucrativos para a produção desses equipamentos, que muitas vezes envolvem processos com margens de lucro muito pequenas para o fabricante.

Por exemplo, a Quanta Computer, que fabrica notebooks para empresas como a Dell e a HP, anunciou recentemente anunciou que sua lucratividade ficou em 4,1% no segundo trimestre do ano. Para da uma idéia, esse índice na Dell foi de 19,9%.

Computer World – 02/10/2007

Mercado mundial de chips cresce 4,5% em agosto

As vendas mundiais de chips saltaram durante o mês de agosto, quando totalizaram 21,6 bilhões de dólares. O número representa alta de 4,5% sobre o mesmo mês de 2006, segundo a Associação da Indústria de Semicondutores (SIA).

Para a SIA, o comportamento do mercado indica que os fabricantes de computadores, iPods e telefones celulares esperam uma boa temporada de compras de fim de ano.

De acordo com John Pitzer, analista do mercado de chips na Credit Suisse Securities, dos estados Unidos. Agosto marca o terceiro mês de crescimento mensal superior aos padrões do setor.

A SIA explica que agosto é também o mês em que os fabricantes compram a maior parte dos chips necessários para produzir equipamentos para as vendas de Natal.

Além da expectativa de bons negócios no fim do ano, o mercado de PCs também seria um dos principais responsáveis pela alta no mercado de chips. Cerca de 40% de todos os chips comercializados em agosto foram destinados a computadores. Outro setor que comprou mais chips foi o automotivo, de acordo com a SIA.

Segundo a IDC, durante o segundo trimestre de 2007, as vendas de chips cresceram 12,5%, na comparação com o mesmo período do ano anterior. A região da Ásia e Pacífico foi a de maior crescimento, chegando a alta de 20%.

A trajetória do mercado de chips levou o Gartner a prever um aumento de 12,3% nas vendas de computadores em 2007. O incremento, segundo a empresa de pesquisas, será conduzido pelos mercados emergentes e a alta na busca por notebooks.

Computer World – 02/10/2007

AUTOMOTIVO

Iveco ampliará produção de motores em 30%

A Iveco, braço do Grupo Fiat fabricante de veículos comerciais, iniciou a expansão da sua fábrica de motores, que passará de 34 mil unidades em 2007 para 58 mil no próximo ano. O valor do investimento não foi revelado mas o acréscimo terá como objetivo principal atender ao esperado crescimento das vendas dos novos modelos de furgões Daily e caminhões pesados Stralis (veja texto abaixo).

A fábrica fornecerá também para os tratores New Holland, também do Grupo Fiat, que usam motores Cummins. A informação foi ventilada ontem durante apresentação à imprensa dos novos Daily e Stralis, na planta industrial da Iveco em Sete Lagoas, MG.

Os visitantes puderam perceber que, diante do enorme aumento das vendas da montadora no País, tanto de automóveis quanto de caminhões, está evidente a necessidade de novos investimentos em expansão nas duas plantas mineiras do Grupo Fiat, situadas em Betim e Sete Lagoas. A fábrica da Iveco foi inaugurada há apen as dez anos e já opera em três turnos na seção de pintura e na linha de motores.

Recentemente a Iveco recebeu da Fiat Automóveis a tarefa de pintar os furgões Fiorino, para abrir espaço na linha de produção de Betim. E uma fonte da Iveco disse que fábrica de Sete Lagoas deverá receber novas funções por parte da Fiat dentro de poucos dias.

Na terça-feira, 2, circulou em Belo Horizonte a notícia de que o principal executivo mundial do Grupo Fiat, Sergio Marchionne, virá ao Brasil no mês de novembro, provavelmente para chancelar novos investimentos.

AutoData – 03/10/2007

Empresas investem no mercado de som automotivo

Em tempos de recordes de vendas de veículos, outro segmento afetado positivamente é o de som automotivo. Por conta disso a H-Buster está ampliando sua produção nacional de aparelhos de CD e DVD e alto-falantes para automóveis, enquanto a LG Eletronics está investindo em nova estratégia de distribuição. Recentemente a Visteon também ampliou sua fábrica de sistemas de áudio em Manaus, AM.

A H-Buster inaugurou sua fábrica em Manaus em 2003, mas com a necessidade de ampliação teve de investir R$ 10 milhões e desde setembro transferiu para lá as linhas de rádios, CD e DVD. Com isso a produção passará de 40 mil unidades/mês para 100 mil até o fim do ano. Segundo o gerente de marketing João Henrique Oliveira a expansão é resultado da forte demanda do mercado, mas também da nova estratégia da empresa em reorganizar as vendas no País, ampliad o a quantidade de pontos de venda.

Oliveira reconhece que estatísticas do setor de som automotivo são muito controversas, até porque as empresas preferem manter em sigilo seus volumes de vendas. De 2006 para 2007 as vendas H-Buster cresceram 86% e o executivo, sem revelar volumes, já comemora o fato de toda a produção da nova fábrica até março de 2008 já estar vendida. “Nesse mercado em que a concorrência é acirrada ganha quem tem melhor preço.”

Dados obtidos informalmente pela LG dão conta de 1,8 milhão de unidades vendidas em 2006 e para 2007 haverá aumento na casa dos 20%, atingindo 2,2 milhões. Com a nova estratégia de ampliar a carteira de clientes e abrir revendas especializadas no segmento de som automotivo em todo Brasil, a LG espera triplicar seu volume de vendas nos próximos doze meses.

No Brasil desde 1997, a estratégia inicial da H-Buster era importar da China grande parte das peças usadas nos aparelhos, como os sintonizadores dos rád ios. Mas ao longo dos anos e do desenvolvimento da tecnologia local a empresa foi reduzindo a quantidade de peças importadas. Atualmente os sistemas mais complexos são montados aqui, como as placas dos circuitos dos aparelhos.

AutoData – 03/10/2007

VW trabalha até domingo para atender demanda

Sábados já estão incorporados como rotina no ritmo de produção da montadora. Para dar conta dos pedidos, a fábrica da Volkswagen Caminhões e Ônibus está trabalhando até nos domingos. Os sábados se tornaram rotina. Neste ano, a fábrica trabalhará 28 sábados em regime de horas extras. Do total, 24 já foram cumpridos. Instalada em Resende (RJ), há 10 anos, em agosto, a unidade deu expediente de domingo na área conhecida por buyoff - aprovação final dos veículos.

A Volkswagen quer encerrar o ano com 45 mil caminhões e ônibus produzidos. Deste volume, 10 mil serão para exportação. Em 2006, o ritmo foi de 34,09 mil unidades - com 9,86 mil para exportação.

A linha de caminhões mais solicitada é a Constelattion na faixa de extrapesados, com filas de espera até dezembro. Os caminhões de 370 cv têm preço sugerido que variam de R$ 288 mil a R$ 325 mil. A Volkswagen produzia até recentemente 145 caminhões e ônibus por dia. Passou para 185 unidades diárias e, no primeiro trimestre, pulará para 220 veículos por dia. Isto será possível com a inauguração do centro logístico, em Resende, a um custo de R$ 36 milhões.

A fábrica opera no sistema de consórcio modular. Sete consorciados se encarregam da montagem. São eles Maxion (chassis), ArvinMeritor (eixo e suspensão), Remon (rodas e pneus), Powertrain ( motor e transmissão), Siemens/VDO) (acabamento de cabine). AKC (estamparia) e Carese (pintura).

De janeiro a setembro a VW foi a segunda em caminhões (com 29% do mercado) e também segunda em ônibus, com 28,9% de participação. A primeira, nos dois casos, foi a Mercedes-Benz

Gazeta Mercantil – 03/10/2007

GM anuncia exportação por Rio Grande

Após pouco mais de um ano do anúncio do plano de expansão das importações pelo Porto de Rio Grande, RS, a direção da General Motors reafirmou que ampliará lá suas operações, agora incluindo exportações. Além do Celta deverá embarcar o Prisma, segundo veículo montado em Gravataí. A informação foi transmitida a representantes da Superintendência do Porto de Rio Grande por dirigentes da montadora, que também anunciaram investimentos em segurança do trabalho e no treinamento da mão-de-obra.

De acordo com o gerente de relações governamentais e públicas da GM, Marco Antônio Kraemer, a demanda tem sido muito grande, havendo necessidade de aumentar a importação e exportação pelo Porto de Rio Grande: “Teremos mais carros e movimento. A nossa idéia é fortalecer a utilização do modal marítimo”.

Até agosto a movimentação de veículos no Porto de Rio Grande avançou 284,4%, atingindo 33 mil 909 unidades. O destaque ficou com as importações, com increme nto de 724,62% e desembarque de 30 mil 412 veículos. Na contramão estão as exportações, que registraram decréscimo de 31,8%, limitando-se a 3 mil 497 unidades, basicamente tratores.

Na importação o crescimento deve-se principalmente às operações da GM. Somente a movimentação do modelo Classic, procedente da Argentina, totalizou 26 mil 315 unidades, contra 3 mil 205 em 2006. O utilitário esportivo Tracker, também vindo da Argentina, que não teve movimento nos oito primeiros meses de 2006, atingiu 3 mil 668 unidades até agosto passado. Já o Ômega australiano apresentou decréscimo, movimentando 127 veículos, em queda de 69,6%.

Nas exportações a movimentação de tratores registrou crescimento de 4,4%. As exportações de colheitadeiras tiveram diminuição de 18,5%.

TI Inside – 02/10/2007

Venda de veículos passa dos 3 milhões em 2007, diz Fenabrave

As vendas de veículos passaram dos 3 milhões de unidades em 2007, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (1º) pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

De acordo com a entidade, no mês passado foram vendidos 353.833 veículos, uma queda de 11,26% sobre agosto (mês recorde em dez anos, com 398.745 vendas) e um crescimento de 29,59% em relação a setembro de 2006. Assim, as vendas no ano somam 3.025.862 unidades, número 28,4% maior sobre o mesmo período do ano passado.

Os dados englobam as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos, máquinas agrícolas e implementos rodoviários.

Em relação apenas aos automóveis, setembro registrou venda de 163.202 unidades, ante 187.673 vendidas em julho, uma queda de 13,04%. Sobre setembro do ano passado, porém (128.767), a alta é de 26,74%. No ano, já foram vendidos 1.400.935 carros, alta de 27,54% sobre o mesmo período de 2006 (1.098.440).

Segundo a Fenabrave, 2007 também é o melhor ano dos últimos dez anos. A previsão de venda do setor, incluindo automóveis, caminhões, ônibus e motocicletas, é de alta de 17%, o que representa venda de 3,8 milhões de unidades.

Participação

Em setembro, a Fiat liderou a participação no mercado de automóveis com 26,57% das vendas, seguida por Volkswagen, com 24,46%, e General Motors, com 22,73%. Em quarto, a Ford ficou com 7,71% das vendas.

A Fiat também é líder no acumulado do ano, com participação de 26,03%, seguida pela Volks (23,03%), GM (21,48%) e Ford (10,76%).

Com relação aos modelos mais vendidos, o Gol (Volks) voltou a liderar com diferença de apenas uma unidade vendida frente ao Palio (Fiat). O primeiro modelo vendeu 18.605 unidades e o segundo, 18.604. Em terceiro o Cross Fox (Volks), com 11.571, seguido por Uno (Fiat), com 10.248 e Celta (GM), com 10.229.

Folha Online – 01/10/2007

GM vai incrementar compras na região andina

Os principias executivos de compras da General Motors estiveram na Colômbia para anunciar planos de melhorar a qualidade dos fornecedores dos países da região andina, composta também por Venezuela e Equador. A GM informa que pretende comprar US$ 981 milhões em componentes nos três países em 2007 e que pode incrementar esse valor em 2008. Desse total US$ 471 milhões vão para a Venezuela, US$ 351 para a Colômbia e US$ 160 milhões para o Equador.

Bo Anderson, vice-presidente mundial de compras, Pablo Ross, diretor da GM para a região Andina e Johnny Saldanha, vice-presidente para região LAAM, que engloba a América Latina, África e Oriente Médio, afirmaram a fornecedores que vão iniciar programa de capacitação com o objetivo de tornar os fornecedores mais competitivas para o mercado global.

Mas também pediram mais investimentos em infra-estrutura, notadamente em ferrovias e portos, para que a região andina possa competir com a indústria auto motiva instalada no México.

A GM tem 180 fornecedores diretos nos três países, trezentos indiretos e trabalha com noventa empresas de logística, que deverão receber suporte da montadora.

Autodata – 01/10/2007

Toyota quer ser a primeira a vender 10 milhões/ano

A Toyota está traçando novas estratégias para tornar-se a primeira montadora a vender 10 milhões de veículos por ano. Os caminhos para esse objetivo passam por lançamentos para impulsionar vendas tanto no Japão quanto no restante do mundo, de acordo com informações da agência Flash de Motor. Dois novos modelos serão peças-chave:o primeiro é um automóvel utilitário, tipo minivan, destinado ao mercado japonês, e o segundo será um minicarro para o mercado europeu, com apelo ecológico.

O minicarro-conceito iQ, apresentado no Salão de Frankfurt em setembro, será a base para o modelo de pequenas dimensões que deve ser lançado na Europa em 2009. Ele terá como maior apelo o baixo consumo de combustível e cumprirá leis ambientais da União Européia. A princípio será produzido no Japão, mas será o menor carro vendido pela Toyota na Europa. Com menos de 3 metros de comprimento e provavelmente com motor de a diesel 1.0, o carro tem capacidade para quatro pes soas.

A segunda grande aposta da montadora é o lançamento de um modelo com dimensões bem maiores do que as do iQ. Seguindo a família de sua minivan Mark X Zio, o diferencial é a flexibilidade dos assentos, que permite modificar o espaço interno de acordo com o uso. O carro terá três versões de motorização: 2.4, 3.5 e 6.0.

Autodata – 01/10/2007

CONSUMER

Oi quer lançar IPTV no primeiro trimestre de 2008

O Grupo Oi marcou para o primeiro trimestre de 2008 o lançamento comercial do seu serviço de IPTV (televisão transmitida pela rede IP). O diretor de Novos Negócios da operadora, José Luis Volpini, disse hoje que os primeiros testes terão início em dezembro e que ficarão centrados em bairros de classe média alta do Rio de Janeiro, como Ipanema, Leblon, Jardim Botânico, Gávea e Lagoa. Segundo o executivo, os testes em alguns desses bairros serão feitos via rede ADSL e outros, através de fibra ótica.

A empresa espera conquistar cerca de dez mil clientes para o serviço no período de lançamento. Os assinantes da internet banda larga da Oi, que são hoje cerca de 1,3 milhão, serão um dos focos da operadora para a oferta do IPTV.

Durante a fase de testes, a empresa dará prioridade à avaliação dos sistemas de transmissão e navegação. Com relação ao conteúdo, a idéia é apresentar, inicialmente, um pacote com cerca de 200 vídeos. Segundo Volpini, a Oi está negociando a compra desses títulos.

O Globo Online – 03/10/2007

IBOX permite conexão com iPod e MP3

A Gradiente lançou o IBOX, trata-se de uma linha de sons portáteis com conector de iPod, que possibilita ao usuário escutar suas músicas armazenadas no aparelho e recarregá-lo, além disso permiti que se escute qualquer tipo de MP3 utilizando a entrada auxiliar frontal, memoriza 10 emissoras AM e 10 FM, possuí saídas para fone de ouvido, display LCD com relógio, controle e acesso as músicas do iPod a distância e Sleep Timer, opção para programar o aprelho para desligar-se automáticamente em um período determinado.

Informe Digital – 04/10/2007

TV digital chega em dezembro sem sinal móvel e interatividade

A 60 dias do início das transmissões de televisão com sinal digital, o sistema brasileiro não está preparado para ser muito mais do que uma imagem com qualidade de DVD. Os recursos que tornam o modelo brasileiro o "melhor do mundo", segundo a indústria do setor, não vão chegar às casas da Grande São Paulo no dia 2 de dezembro.

O padrão japonês foi escolhido, segundo o presidente da Eletros (associação da indústria eletroeletrônica), Lourival Kiçula, por permitir interatividade, mobilidade e portabilidade. O espectador pode enviar informações, comprar pela TV ou assisti-la em carros ou pelo celular, por exemplo.

Mas a plataforma que permitirá a interatividade -o software Ginga- e as negociações com operadoras de telefonia para a conexão e a transmissão móvel não foram concluídas nem têm data para começar.

"Isso [lançamento com tecnologia parcial] não é interessante para o consumidor", diz Daniel Kawano, analista de produto da Panasonic. Para ele, há mais chances de comprar um produto e logo ter de trocá-lo para receber outros recursos.

A partir do dia 2 de dezembro, o espectador poderá, por exemplo, ver a escalação dos jogos e informações sobre a programação -a chamada interatividade remota-, por ser a base de informações enviadas pela emissora. Já comprar pela TV está descartado porque depende de conexão.

"Se for realmente plena [a interatividade], será necessária a presença das operadoras [de telefonia]", afirma o vice-coordenador do módulo de mercado do Fórum Brasileiro de TV Digital, José Marcelo Amaral. O grupo tem representantes da cadeia como fabricantes de produtos e emissoras, e ajuda na implantação da TV digital.

Segundo ele, as teles não conseguiram dimensionar os resultados que a TV móvel trará. Mas ele diz que as operadoras e os fabricantes de celulares foram chamados para discutir, no fórum, o uso de mais recursos na TV digital. Os bancos também devem ser, para viabilizar as compras via TV digital.

Correio Web – 03/10/2007

Positivo fabrica computador número 2,5 milhões impulsionada por bom momento da indústria

Beneficiada pelo bom momento da indústria e pouco mais de um ano após atingir a marca de 1 milhão de computadores produzidos, em junho de 2006, a Positivo Informática atingiu hoje os 2,5 milhões de unidades fabricadas. A diferença entre os dois marcos é que, para alcançar o primeiro, foram gastos 17 anos. Para o segundo, apenas um ano e quatro meses. Em se mantendo a produção no ritmo atual, de 103 mil PCs por mês, a companhia pode fechar o ano com 1,249 milhão de unidades, 25% mais em um ano do que nos primeiros 17 anos da empresa. Para o futuro, a empresa já prepara o terreno para elevar ainda mais esses números.

O marco atingido pela Positivo, maior fabricante nacional de PCs, é exemplo da grande expansão do mercado de informática no país. As reduções de impostos promovidas pelo governo para produtos desse gênero, assim como melhores condições de financiamento e até a tímida elevação no poder de compra da população são os motores desse crescimento.

As projeções da indústria para este ano é de que o país atinja a marca de 10 milhões de PCs vendidos, contra 8 milhões no ano passado.

Muito desse aumento virá novamente nas costas da isenção de PIS e Cofins para computadores de até R$ 4 mil e nos bons indicadores da economia. O dólar baixo e outros programas de incentivo do governo também devem contribuir para que o mercado atinja suas previsões.

No caso da Positivo, o resultado também se deve a sua estratégia voltada principalmente para os consumidores de renda mais baixa e que adquirem o primeiro PC. Nessa faixa ainda existe um potencial muito grande a ser explorado, uma vez que a penetração (de computadores) é de apenas 18,8% na classe C contra 86% na classe A, diz o presidente da companhia, Hélio Rotenberg. Segundo ele, o equipamento ainda está atrás de fogões, geladeiras e TVs, mas isso pode mudar já que o PC aparece, em diversas pesquisas como o item mais desejado pelos consumidores.

Segundo ele, o diferencial da empresa brasileira é, exatamente, ser nacional. Assim, ela consegue, de acordo com Rotenberg, um melhor entendimento do mercado local, bem diferente do internacional. Ele explica que a empresamonitora constantemente as intenções do consumidor brasileiro através de pesquisas, especialmente no grupo prestes a adquirir o primeiro computador. Isso permite que a companhiasaia na frente das concorrentes, oferecendo produtos mais relevantes ao consumidor do país, como no caso do Positivo PCTV, que integrou a função de televisão ao computador, dando um duplo benefício, segundo Rotenberg.

A forte expansão da Positivo teve início na verdade em 2004, quando firmou parcerias para vender seus produtos no varejo, através de grandes redes como Casas Bahia, Magazine Luiza e Ponto Frio. Os benefícios oficiais ao consumo de produtos de informática apenas garantiram à empresa a liderança no mercado brasileiro de PCs. De acordo com dados da consultoria IDC, a Positivo lidera o mercado brasileiro, com fatia de 17,7% no mercado como um todo e de 38,7% ao se considerar apenas o varejo.

Olhando para o futuro, a empresa já se prepara para aproveitar o que considera ser um ambiente positivo permanente para a indústria de informática, e não passageiro. Com certeza (isso) veio para ficar, diz Rotenberg. O governo tem amplo interesse no aumento da inclusão digital e sabe que o computador é o meio fundamental para isso. Ainda existe uma grande fatia da população que não teve acesso à tecnologia e com essas condições o computador saiu da posição de sonho para uma realidade, completa, afirmando que o governo, apesar de ter aberto mão de alguns impostos, está gerando mais empregos e aumentando a arrecadação.

Hoje, na planta da Positivo em Curitiba, a capacidade de produção é de 130 mil computadores. Já estão em curso investimentos, num total de R$ 6 milhões, para elevar essa capacidade para 225 mil por mês, mais do que o dobro dos 103 mil que efetivamente produz por mês atualmente.

O Globo Online – 02/10/2007

Semp Toshiba vai emitir ações para aumentar capital

A fabricante de eletroeletrônicos Semp Toshiba divulgou comunicado nesta terça-feira (2/10) parta informar que a assembléia geral realizada em 28 de setembro aprovou o aumento de capital social da companhia de cerca de R$ 6,5 milhões para cerca de R$ 152 milhões. Em fato relevante destinado aos acionistas, a empresa informa que o aumento do capital social será de cerca de R$ 145,7 milhões, sendo que para isso serão emitidas um total de 9,45 milhões de ações ordinárias nominativas.

O preço de emissão será de R$ 15,42 e o prazo para exercício do direito de preferência teve início nesta terça-feira e término em 1º de novembro. De acordo com o documento, a integralização será à vista, em moeda nacional ou por meio de créditos preexistentes dos acionistas. Estes deverão retirar na sede da companhia, no período de exercício de preferência, o boletim de subscrição de ações, devendo o pagamento ser realizado por meio depósito bancário.

A opção por sobras de ações não subscritas no período de preferência deverá ser manifestada no próprio boletim de subscrição. O prazo para o exercício do direito de subscrição das sobras, será de cinco dias após 1º de novembro.

TI Inside – 03/10/2007

Conversor para sinal digital de TV custará R$700

A TV digital começa a funcionar em escala comercial dentro de 60 dias. A partir de 2 de dezembro, apenas os moradores da Grande São Paulo vão ter disponível a nova tecnologia de transmissão de sinais de televisão. O novo sistema entra em operação quase sete anos depois das primeiras discussões sobre o assunto e com um custo diferente do que havia sido imaginado. Só o conversor – equipamento básico que vai receber a transmissão digital em UHF e enviá-la para uma TV normal – deve custar R$700 ou mais para o consumidor, segundo Lourival Kiçula, presidente da Eletros, que reúne os fabricantes de produtos eletroeletrônicos, que apresentou ontem o Painel TV Digital no Brasil.

“A produção dos componentes do conversor é pequena. A idéia é ter um equipamento mais barato possível, mas as boas surpresas devem ocorrer só após o quinto ou sexto ano de produção”, afirmou Kiçula, fazendo referência à provável queda nos preços.

Em agosto deste ano, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, chegou dizer que o conversor chegaria ao mercado por R$200. Dois anos antes, ele mesmo tinha afirmado que, nos Estados Unidos, o equipamento custava cerca de US$30 (R$56) e no Brasil o preço até poderia ser menor.

Outra diferença em relação ao inicialmente previsto diz respeito a interatividade da TV digital, isto é, a possibilidade de o telespectador comprar, por exemplo, a roupa do artista da novela por meio do controle remoto da TV. “Essa interatividade plena deverá ser possível num segundo momento, dentro de um ano”, observou o vice-coordenador do Módulo de Mercado da TV Digital, José Marcelo Amaral. Ele acredita que, depois da Grande São Paulo, a próxima região que terá transmissão digital será o Rio de Janeiro, no início do ano que vem, seguido por Minas Gerais e o Distrito Federal. O prazo máximo para a entrada dos demais estados é de cerca de dois anos.

Amaral contou que todas as emissoras de TV já estão produzindo a programação normal digitalizada. O grande teste agora será a transmissão dos sinais digitais. De toda forma, ele observa que a mudança não se dará do dia para a noite. Por cerca de dez anos, os dois sinais, o analógico (atual) e o digital (novo), vão conviver. E o consumidor terá a possibilidade de escolha. (AE)

Correio da Bahia – 03/10/2007

Broadcom desenvolve chip Wi-Fi

Opera no protocolo 802.11n e promete tornar os telemóveis mais rápidos no acesso às redes sem fios. É um chip para redes Wi-Fi e foi anunciado pela Broadcom.

Segundo notícia da PC Pro, o novo chip é 40% mais pequeno que as versões anteriores e permite reduzir substancialmente o consumo de energia dos dispositivos móveis.
O chip da Broadcom foi criado sobre uma arquitectura de 65 nanómetros. O lançamento está previsto para 2008.

O novo chip pode ser integrado na interface PCI Express Mini Card e pode revelar-se útil em câmaras digitais ou periféricos de pequena dimensão.

Exame Informática – 28/09/2007

WiMax móvel ganha primeira demonstração pública

A Motorola fez a primeira demonstração pública da tecnologia móvel para WiMax durante o WiMax World, que acontece esta semana em Chicago, nos Estados Unidos.

Com quatro células distribuídas pela cidade, a empresa procurou mostrar a capacidade de handoff, ou seja, mudança de células sem perda da conexão, durante o percurso de um barco que navegou cerca de 6 quilômetros pelo Chicago River (cruzado por dezenas de pontes metálicas e confinado em um canal cujas paredes têm mais de 10 metros de altura).

Com o sinal sendo transmitido para aparelhos celulares com chip para recepção de WiMax, notebooks e para CPEs (terminais), a demonstração funcionou, com apenas pequenas interrupções, já que as células estavam posicionadas no topo dos edifícios.

"É um momento histórico. Havíamos feito experiências controladas e uma pequena demonstração para alguns clientes durante o 3GSM em Barcelona (Espanha), mas o que pode ser visto aqui é a tecnologia funcionando na prática", comemorou Jaime Borras, vice-presidente de tecnologia e inovação de terminais da Motorola.

Na verdade, toda a expectativa sobre o desenvolvimento do WiMax está depositada nas primeiras operações em grande escala nos EUA, que começam este ano com a Sprint Nextel (Xohm) e com a Clearwire. A Sprint começa justamente por Chicago, paralelamente a Washington e Baltimore.

Após a tensão da primeira demonstração de um serviço de WiMax móvel funcional, a Motorola aproveitou para comemorar. Assim, nesta quarta, 26, durante o evento WiMax World, Fred Wright, vice-presidente sênior de celular e WiMax da empresa, foi enfático: "WiMax é a coisa mais importante que já aconteceu no mundo wireless desde a invenção do celular."

Salto

"Há pouco mais de um ano, o acesso banda larga por redes wireless era apenas 2% do total, e hoje já é 18%, ou seja, 73 milhões de usuários, ante 343 milhões que têm acesso banda larga por redes fixas. Isso nos faz acreditar que o futuro da banda larga é wireless", disse Wright.

A empresa aposta que o crescimento pode ser exponencial considerando que há 1.272 licenças de uso de faixas do espectro que podem ser aplicadas ao WiMax no mundo, sendo 580 na faixa em 2,5 GHz, 563 em 3,5 GHz e 76 em 2,3 GHz.
"Outras tecnologias similares de banda larga wireless, como LTE, não chegam antes de 2010 ou 2011. O WiMax chega dois anos antes, o que dá uma grande vantagem aos operadores", acrescentou Wright.

Para Sean Maloney, vice-presidente executivo da Intel (uma das empresas que mais aposta no WiMax), haverá em 2008 três grandes operadores de WiMax, e a fase móvel da tecnologia estará a pleno vapor. "A rampa de adoção da banda larga é muito parecida com o que foi a curva de adoção do telefone celular, então podemos prever histórias parecidas na adoção da banda larga móvel", disse Maloney.

América Latina

Segundo Tomhas Mitoraj, diretor de WiMax da Motorola para a América Latina, a Sprint foi quem "colocou fogo" no mercado de WiMax ao adotar a faixa de 2,5 GHz para sua plataforma. Perguntado se não faltaria para o mercado latino-americano um impulso para o WiMax como foi o da Sprint Nextel nos EUA, Mitoraj deu a entender que as grandes operadoras entrarão em breve nesse mercado.

"Na América Latina, temos conversa com uma dúzia de grandes empresas, das quais pelo menos metade são nomes bem conhecidos da área de telecomunicações. O interesse das teles é muito maior do que se vê na superfície. É só observar que no Chile a Telmex já comprou uma empresa que tem a licença de uma faixa para WiMax e no Brasil a Telefônica investiu na TVA, que tem várias licenças na casa dos 2,5 GHz", diz ele.

A todo momento, os fornecedores de plataformas WiMax, não apenas a Motorola, gostam de enfatizar que os custos da tecnologia criam grandes atrativos para países em desenvolvimento, como o Brasil.

Tanto que a primeira operação real de WiMax da Motorola está em funcionamento no Paquistão. "Fazendo uma comparação com plataformas de ADSL e cabo, podemos dizer com certeza que o custo de instalação do WiMax é menor, o custo de operação é similar e o custo de modem é ainda mais alto, cerca de duas vezes o que é para estas tecnologias. Mas acredito que em 2009 o custo geral já será muito menor em todas as etapas do processo.”

TI Inside – 27/09/2007

IDENTIFICATION

Veículos de São Paulo terão chips RFID a partir de maio

São Paulo começa a adotar chips em veículos a partir de maio de 2008. A prefeitura da cidade e o governo do Estado assinaram um convênio com o Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos (Siniav) nesta terça-feira (03/10). A expectativa é que, até maio de 2009, todos os carros em dia com o licenciamento estarão com a Etiqueta Eletrônica, como foi batizado o dispositivo.

O chip será afixado no pára-brisa, e nele ficará gravado o código de identificação com as informações do veículo, como números do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), placas dos veículos e números dos chassis. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) calcula a instalação de 2,5 mil antenas espalhadas pela cidade, para realizar a leitura das etiquetas, por meio de sinais de radiofreqüência.

Os dados seguem para uma central de processamento informatizada, que serão transmitidos por diferentes conexões, como freqüência de celular, cabos ou fibra ótica.

Segundo a prefeitura de São Paulo, a instalação do chip não terá custos para os proprietários dos veículos. A empresa responsável pela operação do sistema será responsável pelos gastos de implantação. O projeto prevê que os veículos passem a sair com chip direto da fábrica, em um segundo momento.

A prefeitura acredita que o projeto terá como resultados melhor fiscalização, aumento da segurança e otimização da gestão do tráfego, por meio de medidas como redução da inadimplência no pagamento de IPVA, licenciamento e multas, que atinge cerca de 30% da frota da cidade.

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, espera que a conclusão da licitação aconteça até março de 2008.

IT Web – 03/10/2007

Produtos de RFID ativa da Savi, baseados em padrões, são certificados pelos governos de Taiwan, Malásia e Chile

A Savi Technology, uma companhia da Lockheed Martin e uma fornecedora líder de soluções de gestão de ativos baseadas em Identificação por Rádio Freqüência (RFID), anunciou hoje que os órgãos reguladores oficiais de Taiwan, da Malásia e do Chile aprovaram o uso dos rótulos e leitores de RFID ativa da Savi. As certificações abrem o caminho para o aumento da expansão global das redes de RFID ativa da Savi, que monitoram automaticamente a localização, a segurança e o ambiente dos containers de carga.

"As companhias de Taiwan, da Malásia e do Chile reconhecem o valor econômico e estratégico da RFID padronizada e a certificação facilita nossa habilidade de ajudar para que a cadeia de suprimentos seja mais eficiente e segura", disse Fraser Jennings, Vice-Presidente para Padrões e Atividades Regulatórias da Savi."O reconhecimento internacional do ISO 18000-7 significa que os clientes podem instalar uma única plataforma de RFID ativa globalmente, a qual significará custos mais baixos de instalação, maior flexibilidade no projeto de redes de RFID ativa, e um retorno mais alto do investimento".

Agora, os produtos da Savi estão aprovados para uso em mais de 50 países, localizados por todas as maiores regiões de comércio em todo o mundo. Os equipamentos da Savi são baseados no padrão ISO 18000-7 para dispositivos de RFID à bateria que operam na rádio freqüência de 433 MHz.

As aprovações foram solicitadas em Taiwan, Malásia e Chile como parte do plano da Savi Networks para expansão de sua infra-estrutura baseada em RFID para locais estratégicos de cadeias de suprimentos na Ásia, Europa e Américas do Norte e do Sul. A Savi Networks, que é um empreendimento conjunto entre a Savi Technology e a Hutchison Port Holdings, já está instalando leitores Savi SR-650 e postes de sinalização Savi SP-652 no Porto de Kaohsiung, em Taiwan, como parte de sua crescente rede global e dos serviços de informação SaviTrak(TM). Na Malásia, a Savi Networks está expandindo sua rede de monitoramento na Westports Malaysia Port, no Porto Klang, onde os leitores da Savi irão cobrir os portões, enquanto os postes de sinalização irão monitorar o tráfego ferroviário.

Estas aprovações para os produtos irão também facilitar a instalação de sistemas dos sócios licenciadores de IP (protocolo de Internet) da Savi Technology, que participam do programa de licenciamento ISO 18000-7 da Savi.

PR Newswire – 03/10/2007

ID-Suite Inclui Novos Leitores de Documentos Avançados, Software e Bancos de Dados de Documentos

A L-1 Identity Solutions Inc. (NYSE:ID), fornecedora líder de soluções e serviços de identificação, lançou o ID-Suite, um novo e melhorado conjunto de hardware e software englobados em conjuntos de soluções customizados para enfrentar os desafios de identificação específicos de aplicações de gerenciamento de fronteiras internacionais, aplicação da lei e licenças de motoristas nos Estados Unidos. O conjunto de soluções de hardware e software oferece um meio melhor e mais eficiente de verificar documentos de identificação, acompanhando a emissão e a utilização dos documentos de identificação. Ele também proporciona melhor eficiência na operação de negócios automatizando a autenticação de documentos, a captura de dados, a digitalização de documentos, o gerenciamento de dados, o processamento de fluxo de trabalho, auditoria e relatórios.

"As agências estão trabalhando para encontrar um equilíbrio entre a emissão segura de documentos de identificação e os processos seguintes adequados à legislação e padrões federais, enquanto também gerenciam seus negócios de maneira eficiente e oferecem um forte atendimento ao cliente", disse Leo Sullivan, presidente da divisão de credenciamento seguro da L-1 Identity Solutions. "O ID-Suite é projetado para ajudar os nossos clientes a enfrentar esse desafio, oferecendo um novo padrão para autenticação segura, precisa e eficiente de documentos, digitalização e gerenciamento de dados de identificação."

O ID-Suit se baseia na principal tecnologia de autenticação de documentos da L-1, atualmente implantada em mais de 4 mil instalações em todo o mundo. O ID-Suite inclui o novo leitor de documentos da L-1, J1000. O dispositivo é o primeiro da espécie, pequeno no tamanho e peso e projetado especificamente para pequenos documentos, como licenças de motoristas, tornando-o adequado para aplicação da lei através da utilização em carros de polícia ou delegacias de polícia. Componentes de hardware adicionais incluem novas versões dos digitalizadores de documentos B500 e B500-SC (Smart Chip) de quinta geração que lêem passaportes com RFID (Identificação de Rádio-Freqüência) e licenças de motoristas seguras. As melhorias incluem maior velocidade, melhor precisão, melhor ergonomia e capacidade de uso e detecção automática de documentos tudo em um leitor pequeno e leve, tornando-o ideal para aplicações de gerenciamento de fronteiras.

Um conjunto de aplicativos de software que é executado de maneira congruente com os dispositivos de hardware também está incluído. Módulos adicionais como Global ID, ID-Licence, ID-Passport e ID-Reference podem ser comprados para estender as capacidades de autenticação de documentos de cada solução.

Ideal Para Aplicação da Lei, Gerenciamento de Fronteiras e Licenças de Motorista

O ID-Suite inclui hardware e software avançados de autenticação de documentos que proporciona autenticação avançada, precisão, velocidade e integração de capacidades biométricas para todos os mercados. Além disso, as ofertas de hardware de autenticação de documentos são customizadas para atender às necessidades específicas de mercados selecionados. Isso inclui fluxo de trabalho e delegação de autoridade de adjudicação dentro do mercado de licenças de motoristas; processamento rápido e preciso de todos os documentos de identificação internacionais, incluindo os com smart chips, dentro do mercado de gerenciamento de fronteiras; e mobilidade e acesso às informações dentro do mercado de aplicação da lei.

O ID-Suite é ideal para utilização em aplicação da lei, oferecendo uma unidade pequena, compacta e leve que pode ser executada de um computador laptop sem exigir energia dedicada. Ele também se destina a documentos do tamanho ID1, eliminando funcionalidades desnecessárias e reduzindo os requisitos de espaço.

"O dispositivo de autenticação de documento J1000 da L-1 provou ser uma solução extremamente robusta para rápida coleta e autenticação de ID (identificação)", disse Scott McCallum do departamento do Pinellas County Sherriff. "A facilidade de uso e a redimensionabilidade de unidade J1000 permite simples implantação em uma variedade de ,ambientes para incluir aplicações de comunicações móveis."

Vinte e um estados dos Estados Unidos utilizam atualmente as soluções de credenciamento seguro da L-1. O ID-Suite oferece o mais completo e avançado banco de dados de modelos de ID/licenças de motoristas para adjudicação de credenciais de identificação utilizando dados automatizados e análise de imagens. A solução inclui captura de dados de identificação de imagem e demográficos para processamento de emissão, auditoria e tratamento de dados, bem como processo controlado para a captura, digitalização, avaliação, armazenamento, relatórios e análises de dados de identificação. O ID-Suite se integra facilmente com infra-estruturas de dados existentes e oferece a flexibilidade de adicionar múltiplos dados biométricos.

Implantado nos cruzamentos de fronteiras de mais de 20 países atualmente, as aplicações de gerenciamento de fronteiras da L-1 proporcionam melhor segurança de fronteiras, processamento mais rápido de passageiros e melhor atendimento ao cliente. O ID-Suite oferece um leitor de e-passport menor e mais leve especificamente projetado para controle de fronteiras com melhor funcionalidade de RFID para leituras mais rápidas e mais precisas de passaportes com e sem RFID, melhor capacidade de uso e manuseio de documentos para suportar novos e-passports para verificação global de identidades em todas as fronteiras internacionais e capacidades avançadas de e-passport, como detecção automática de documentos e banco de dados de documentos de passaportes expandido. O ID-Suite pode ser facilmente integrado com níveis de segurança adicionais baseados nas capacidades de biometria líderes da L-1.

Business Wire– 02/10/2007

INDUSTRIAL

Mais setores impulsionam o crescimento da indústria

A forte demanda interna permitiu desconcentrar o crescimento das vendas industriais em agosto. Essa mesma causa também fez com que os economistas da Confederação Nacional da Indústria (CNI) projetassem, para este ano, aumentos de aproximadamente 5% nas vendas e na produção do setor. Mesmo forte, o índice não supera 2004, quando a produção industrial subiu acima de 8%.

Os indicadores industriais apurados pela CNI apontaram, em agosto, uma benéfica combinação de aumento de vendas (o segundo consecutivo em um nível elevado) com manutenção do uso da capacidade instalada. Nesse cenário, o emprego industrial também continua em expansão há 21 meses.

As vendas reais da indústria, em agosto, foram 1,3% maiores que as de julho e 6,5% mais elevadas que as de agosto do ano passado. No período janeiro-agosto de 2007, a variação foi de 4,3% sobre 2006. Os economistas da entidade, Flávio Castelo Branco e Paulo Mol, chamaram a atenção para a desconcentração deste aumento das vendas.

Três setores responderam, em julho, por 92% do crescimento das vendas industriais. São eles: alimentos e bebidas, máquinas e equipamentos e metalurgia básica. Em agosto, contudo, esses mesmos segmentos foram responsáveis por 65% do crescimento industrial. Para os economistas da CNI, ainda é cedo para afirmar que há uma tendência, mas a maior dispersão do aumento das vendas foi provocada pela forte demanda interna, impulsionada pelos aumentos da massa salarial, do crédito e das transferências do governo. Assim, vários setores melhoraram seu desempenho no mês.

Sinal dessa desconcentração, segundo a CNI, é o fato de apenas dois setores terem apresentado queda em suas vendas reais no período janeiro-agosto. No segmento de madeira, a diminuição foi de 3,2%. No de material eletrônico e de comunicação, o recuo foi de 16,2%. Na média da indústria de transformação, a elevação das vendas foi de 4,3% nesses oito meses.

Segundo o IBGE, a demanda doméstica cresceu 5,8% no primeiro semestre, mas a produção industrial elevou-se 3%. Castelo Branco comentou que isso ocorreu porque parte da demanda foi atendida por importações e as exportações tiveram desaquecimento.

As horas trabalhadas na produção industrial, em agosto, ficaram praticamente estáveis em relação ao mês anterior. Mas a comparação com agosto de 2006 mostra crescimento de 4,3%. No período janeiro-agosto, a variação foi de 3,8%. Segundo os economistas da entidade, isso revela uma "trajetória de expansão consolidada".

Dois setores - alimentos e bebidas e máquinas e equipamentos - concentraram 70% do crescimento das horas trabalhadas neste ano. Também neste indicador, ocorreu uma desconcentração, pois até julho eles responderam por 84% da variação. As maiores quedas nas horas trabalhadas na produção foram, neste ano, em vestuário, têxteis, material eletrônico e de comunicação, madeira, móveis, outros equipamentos de transporte e papel e celulose.

O emprego industrial cresce há 21 meses e, em agosto, ficou praticamente estável com relação a julho. Na comparação com agosto de 2006, cresceu 3,9% e, nos oito meses deste ano, a elevação foi de 3,6%. Alimentos e bebidas concentraram 54% dessa variação no ano.

Segundo Castelo Branco, está ocorrendo uma maturação de investimentos com consequente aumento da capacidade instalada na indústria. A utilização da capacidade instalada, em agosto, ficou em 82,3%, ante 80,6% em agosto do ano passado, o que vem ocorrendo com aumento da produção e do emprego. "A indústria está conseguindo responder à maior demanda, o que dá confiança em um crescimento sustentado", disse.

Valor Online – 04/10/2007

Electrolux terá recorde de vendas este ano no Brasil

Nunca antes a marca sueca Electrolux exibiu números tão bons no Brasil como neste ano, nem mesmo durante os áureos tempos do Plano Real, em 1994. As vendas de linha branca da multinacional - refrigeradores, microondas, lavadoras, fogões e condicionadores de ar - devem crescer quase 20% em relação a 2006 e atingir o volume recorde de 4 milhões de unidades apenas no mercado interno, excluindo as exportações.

Uma coincidência de fatores vem favorecendo a demanda por eletrodomésticos desde 2006. Pela primeira vez, os brasileiros têm tamanha oferta de crédito disponível para comprar desde a casa própria até a mobília, a geladeira e o fogão. Este movimento calhou com o fim da vida útil dos eletrodomésticos adquiridos no boom do consumo, na década de 90.

No ano passado, a Electrolux já havia alcançado uma marca histórica de 3,4 milhões de unidades vendidas no país, onde trava um aguerrida disputa pela liderança do mercado com sua maior concorrente mundial, a americana Whirlpool, dona das marcas Brastemp e Consul. A sueca e a americana costumam disputar também o título de maior fabricante de linha branca do mundo.

Com os bons ventos no Brasil, a América Latina transformou-se numa fonte de boas notícias nos balanços divulgados pela Electrolux em Estocolmo, deixando para trás os amargos resultados obtidos durante de crise de energia elétrica, entre 2001 e 2003.

Além do Brasil, outros países latinos também vão bem, como a Argentina, Colômbia e Chile. As taxas de rentabilidade na região já estão, agora, entre as melhores do mundo. No primeiro semestre deste ano, as operações latino-americanas da Electrolux apresentaram uma margem de lucro operacional de 4,5% em relação às vendas líquidas, ficando bem acima das taxas obtidas nos Estados Unidos (3,8%), Europa (3,7) e Ásia (1,1). O lucro operacional do grupo na América Latina cresceu 20,9% em todo o primeiro semestre.

Mesmo com o câmbio, a Electrolux está ganhando dinheiro no Brasil, afirma Winston Merchor, diretor de marketing e exportações da multinacional sueca no Brasil.

Estamos procurando manter as vendas externas num mesmo patamar, mas não temos lucro no exterior, acrescenta. No entanto, pelos números mostrados em Estocolmo, o crescimento da demanda no mercado brasileiro mais do que compensou o câmbio.

Segundo Merchor, além de comprar mais, os brasileiros também estão adquirindo produtos melhores.

As perspectivas para este fim de ano são excelentes, acrescenta. A Electrolux está se preparando para o seu melhor Natal no Brasil. Além dos refrigeradores e microondas, setores em que é mais forte, a marca colocará nas lojas produtos inéditos, como adegas e um fogão elétrico portátil.

Valor Online – 03/10/2007

Embraco lança produto com Intel

A Embraco, fabricante catarinense de compressores, principalmente para a chamada linha branca, acaba de lançar no Intel Development Forum, em São Francisco, uma tecnologia para ser usada na refrigeração de microprocessadores, utilizados nos computadores, informa o Valor Econômico.

Desenvolvido em parceria com o multinacional e com apóio da UFSC, o microcompressor melhora o desempenho dos processadores e tem previsão de chegar ao mercado entre o fim de 2008 e início de 2009.

Segundo a reportagem, neste momento ainda não se tem dados de quanto será o volume de produção, porque o protótipo ainda pode ser melhorado. Além disso, haveriam dúvidas sobre o potencial de comercialização da tecnologia.

Lan houses
Um alvo potencial para a novidade, informa a matéria, seriam as lan houses assim como demais usuários de jogos e de programas de animação, que acabam exigindo o máximo de velocidade dos microprocessadores, o que acaba gerando mais calor.

Baguete – 02/10/2007

TELECOM

Verizon revela rival do iPhone para temporada de fim de ano

A norte-americana Verizon Wireless revelou novos celulares para a temporada de festas, na quarta-feira, entre os quais um novo modelo chamado Voyager que concorrerá com o iPhone, da Apple .

O Voyager, produzido pela LG Electronics, supera o iPhone ao oferecer acesso sem fio mais rápido à Internet. Mas, seguindo o exemplo do aparelho da Apple, disponível apenas para os assinantes da operadora móvel AT&T, oferece uma grande tela de toque e um browser com capacidade integral.

A Verizon Wireless espera que o novo modelo atraia consumidores que rejeitam a falta de um teclado tradicional no iPhone --o Voyager se abre para revelar um pequeno teclado de computador e uma segunda tela.

"Acreditamos que ele será o melhor celular este ano. Vai matar o iPhone", disse o vice-presidente de marketing da Verizon Wireless, Mike Lanman.

Avi Grengart, analista da Current Analysis, disse que o Voyager pode atrair os assinantes existentes da Verizon, que não desejam trocar de operadora de telefonia móvel, mas duvida que o aparelho prejudique as vendas do iPhone.

"As pessoas que desejem um celular de ponta com boa capacidade de mídia e quiserem ficar com a Verizon certamente estarão atentas ao novo modelo. Mas não sei se o telefone convenceria alguém a rejeitar o iPhone", disse.

A batalha pelos corações dos compradores de celulares na temporada de festas de 2007 nos Estados Unidos está se provando mais feroz do que de hábito, com as rivais da Apple e da AT&T apresentando novos desafios.

A Verizon Wireless, controlada pela Verizon Communications e Vodafone, não foi a primeira empresa a lançar modelos sofisticados, mas disse que a atual linha que oferece é a melhor que já teve.

"Tipicamente, uma operadora leva um ou dos produtos excitantes ao mercado a cada ano. Nós estamos trazendo quatro", disse Lanman, em referência aos três novos modelos e ao LG Chocolate, que já está à venda.

A Verizon também lançou o Juke, um telefone ultraestreito que está à venda em três cores e tem formato semelhante ao de uma barra de chocolate. O aparelho, produzido pela Samsung Electronics, tem menos de 2,5 centímetros de largura.

Reuters – 03/10/2007

Siemens Enterprise Communications apresenta soluções para o mercado SMB

Na expansão de seu portfólio de produtos, a Siemens Enterprise Communications construiu o HiPath 2000 especialmente para atender às necessidades das micros e pequenas empresas e infra-estruturas departamentais das grandes corporações distribuídas em pequenas localidades. Isso se traduz não apenas na capacidade, que pode trabalhar com dados e voz para até 30 usuários por equipamento, como também nas muitas facilidades de gerenciamento inseridas, que atendem a quem não tem equipes exclusivas: a grande maioria das micros e pequenas companhias.

A solução oferece integração de voz e dados como a opção por uma plataforma aberta dentro da filosofia de Open Communications da companhia, que trabalha com o protocolo SIP (Session Initiation Protocol) e é totalmente voltada para o mundo IP. Os preços são acessíveis e a solução oferece facilidades de integração com o legado e administração simplificada ao máximo, com toda a flexibilidade e a mobilidade inerentes às pataformas de comunicação da Siemens Enterprise Communications.

“O HiPath 2000 já nasceu puro IP, baseado em sistema operacional Linux e está preparado para conexões SIP e o legado entroncamento analógico com operadoras”, garante Diego Emilio Paniagua Lopez, gerente de produto. A solução pode ser entendida como uma plataforma de comunicação IP-PBX pura e modular, que garante a continuidade do legado e do investimento de comunicação das empresas, algo ainda mais importante quando o foco são as pequenas e médias companhias.

Com as mesmas dimensões de um servidor horizontal, o equipamento conta com uma porta WAN (Wide Area Network) para conexão com a Internet, atua como um roteador de voz e dados e traz interface analógicas para fax e outros equipamentos que não são IP – o que também é um grande diferencial. Ao todo, são quatro portas switch com suporte WLAN (Wireless Lan), bastando integrar o sistema ao access point, com funcionalidades de segurança como firewall. “O equipamento já vem montado e pode ser ligado direto na WLAN. É fácil de instalar, tem interface web, bem amigável, e é muito fácil de programar”, explica Paniagua.

Esse conjunto de facilidades atende ao grande foco corporativo atual de redução de custos, porém a solução é mais do que apenas um “redutor” da conta de telecomunicações. “A diminuição dos gastos depende do perfil de cada empresa e nossos canais fazem uma análise consultiva junto ao cliente para avaliar o retorno. Além dessa economia, o que muitos clientes buscam é a praticidade da solução”, completa Eduardo Casella, diretor de canais da Siemens Enterprise Communications.

Sobre a Siemens Enterprise Communications TI &Com. Corp. Ltda.

A Siemens Enterprise Communications Tecnologia da Informação e Comunicações Corporativas Ltda, sediada em Munique, foi criada em outubro de 2006 como subsidiária do Grupo Siemens. Trata-se de um dos maiores provedores de soluções de comunicação com padrões abertos de tecnologia com cerca de 15 mil funcionários. As soluções desenvolvidas permitem maior produtividade aos processos dos negócios com rapidez e segurança por meio de infra-estrutura de rede, tecnologia da informação e dispositivos móveis.

Paranashop – 03/10/2007

IBM assegura parte das actividades de I&D da Nokia Siemens Network

A Nokia Siemens Networks (NSN) vai transferir para a IBM parte das actividades de investigação e desenvolvimento tecnológico. O acordo assinado na sexta-feira prevê a passagem de 235 trabalhadores dos centros de investigação da NSN de Berlim e Munique para uma filial da fabricante norte-americana.

NA IBM, a equipa deverá trabalhar na investigação de novas componentes multimédia e de voz para telemóveis de nova geração, ligações móveis à Internet, serviços de telefonia sobre IP e assistência técnica nas referidas áreas.

Simultaneamente, estes trabalhadores deverão colaborar com a Nokia Siemens Networks no desenvolvimento e gestão de programas, produtos, suporte técnico e provas a sistemas de forma a apurar a qualidade da produção.

A NSN refere em comunicado que ao transferir estas capacidades para a IBM está a cumprir a estratégia que traçou para o aumento da flexibilidade laboral e melhoria da gestão de custos.

A IBM acredita que com esta colaboração oferecerá pela primeira vez serviços de investigação e desenvolvimento para a indústria das telecomunicações.

A finalização do acordo está prevista para o final deste ano, em Dezembro, e faz parte dos planos de fortalecimento da área de I&D da Nokia Siemens Network, na qual a empresa investiu mais de seis mil milhões de dólares em 2006.

TEK.Sapo – 02/10/2007

Vivo lança serviços móveis de telefonia e internet residencial

A Vivo apresenta um novo serviço de convergência fixo-móvel que proporciona maior economia e mobilidade aos seus clientes. Trata-se de um pacote para ligações a telefones fixos com preços agressivos: são 200 minutos por apenas R$ 29,50, que resulta em uma tarifa inferior a 15 centavos. As chamadas locais podem ser feitas de qualquer lugar e a qualquer hora diretamente do celular. Esse pacote está disponível para clientes pós-pagos da Vivo.

A oferta atende especialmente aos profissionais liberais, que têm no celular sua principal forma de comunicação e de contato, e com esse pacote eles contam com ganhos adicionais de economia sem perder a mobilidade. As ligações para chamadas fixas são consumidas prioritariamente pelo novo pacote, liberando então mais minutos de ligações para celulares no plano Vivo Escolha.

“O grande diferencial da oferta em relação à concorrência é de que ela não se limita ao uso apenas dentro de casa. Ao adicionar o serviço dentro de sua linha celular, o cliente terá a economia das tarifas similares às fixas e com mobilidade irrestrita”, afirma Eduardo Aspesi, Vice-Presidente de Marketing e Inovação da Vivo.

Ao mesmo tempo, a Vivo leva ao mercado, com foco em famílias, o telefone residencial, aparelho bastante similar a um modelo fixo que permite ser utilizado dentro da casa por todos os moradores com mais conforto e incorporando vantagens e funcionalidades da telefonia celular – como identificador de chamadas gratuito, agenda telefônica, envio e recebimento de mensagens de texto e viva-voz. O cliente contrata o aparelho com um plano de minutos locais livres e tem também a opção de adicionar o novo pacote de minutos para fixo, usufruindo da economia com esse tipo de ligação, tal como oferecem as operadoras de telefonia fixa.

As famílias que possuem planos a partir do Vivo Escolha 180 podem cadastrar uma linha dependente à sua com o telefone residencial e, assim, compartilhar os minutos do plano e também do pacote entre todos os aparelhos, tudo em uma única conta. Dessa forma, o cliente poderá utilizar integralmente os minutos para celular e para fixo de onde estiver, seja com seu celular, seja com o telefone residencial.

Segundo Aspesi, os novos serviços convergentes são inovadores e apresentam um grande potencial de crescimento no mercado brasileiro, a exemplo do que ocorre em países europeus. “A incorporação do pacote, seja em telefones móveis ou em residenciais, atende às necessidades de comunicação de uma parcela da população que não pode contar com outras alternativas,” ressalta o Vice-Presidente da Vivo.

Na primeira etapa, o novo serviço da Vivo será lançado comercialmente em outubro em 414 cidades no Paraná e em Santa Catarina.

Outro lançamento – Vivo Flash

Para complementar o portfólio de ofertas de acessibilidade, a Vivo apresenta o Vivo Flash, o serviço de internet banda larga para uso em desktops com vantagens frente à banda larga fixa (ADSL ou cabo), devido à sua ampla cobertura, velocidade no tráfego de dados e portabilidade, ou seja poder levar a internet a qualquer lugar dentro da área de cobertura da Vivo, bastando acoplar novamente o modem a outro computador.

“O Vivo Flash atende a um amplo público, pois se por um lado o cliente tiver uma casa na praia ou um sítio, ele simplesmente desconecta o aparelho da tomada da sua casa e o liga onde estiver. Por outro lado, se o usuário estiver numa região sem acesso à internet, o Vivo Flash é o produto ideal para conectar seu computador ao mundo web”, destaca Eduardo Aspesi.

Compatível com a rede de terceira geração (3G) da Vivo, o serviço oferece velocidades médias de 300 – 800 kbps – podendo chegar até 2.4Mbps – e em áreas de cobertura digital (1XRTT) uma taxa média de conexão entre 70 a 100 kbps. Outro diferencial do Vivo Flash é a facilidade de instalação e rapidez para uso, já que o serviço pode ser configurado pelo próprio cliente - basta inserir e executar o CD de instalação e acoplar o modem por cabo USB.

Os novos serviços chegam ao mercado como uma alternativa à rede fixa para levar a qualidade de sinal da Vivo a regiões onde a oferta de internet e telefonia fixa ainda é restrita. Assim, a empresa contribui para disseminar o acesso à internet e à comunicação aos consumidores dessas áreas.

Em oferta promocional de lançamento, os clientes podem contratar o serviço em três planos que atendem a diferentes perfis de consumo: o Vivo Flash Light, que sai por R$ 39,90 ao mês com 500 MB de franquia; o Vivo Flash Plus, por R$ 69,90 mensais e 4 GB de tráfego; e o Vivo Flash Ilimitado, por R$ 99,90 e sem limite de franquia para navegação.

Na promoção, o modem de acesso pode ser adquirido a partir de R$ 10, no plano ilimitado. O usuário do Vivo Flash pode se conectar à web em qualquer região coberta pela Vivo, sem cobrança adicional de roaming.

Paranashop – 03/10/2007

Brasil Telecom inclui WiFi no telefone que fala na rede fixa e móvel

A Brasil Telecom lança até o final deste ano um telefone com capacidade de se conectar em redes WiFi. A companhia vai agregar a novidade ao celular de marca Único, que ela lançou no ano passado para conectar os clientes a redes móveis ou fixas a partir do mesmo aparelho, de acordo com a conveniência de preço em cada região.

Acompanhe a cobertura completa do Futurecom 2007
Enquanto o Único foi lançado com um apenas uma opção de modelo, da Motorola, o celular WiFi terá "no mínimo quatro modelos", inclusive o lançamento mundial da Nokia para WiFi, segundo Ricardo Antonio do Couto, diretor de marketing da Brasil Telecom, que participa da Futurecom 2007.

Segundo ele, a vantagem do serviço é manter a continuidade da ligação quando o cliente estiver em deslocamento e sair de uma região coberta pela rede GSM, mas estiver dentro de um hotspot ou próximo de um roteador.

De acordo com o executivo, o preço para o usuário ainda não está definido. Ele salientou, no entanto, que "o cliente só vai adotar se perceber um benefício financeiro".

No Único lançado em 2006, era possível incluir três números de celular. No modelo WiFi, entretanto, será possível adicionar um número de telefone fixo, além das três linhas móveis.

Computer World – 03/10/2007

Restrição ao WiMAX tem 'causas técnicas', afirma Anatel

O constrangimento público gerado pelas críticas sobre a mobilidade restrita, feitas pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, fez com que a Anatel providenciasse uma explicação nesta terça-feira (2/10) sobre suas polêmicas decisões envolvendo o WiMAX.

Mas o esclarecimento foi ainda mais polêmico. Depois de uma série de explicações, o superintendente de Serviços Privados da agência, Jarbas Valente, alegou que o problema é a falta de designação da faixa na qual o WiMAX será operada para serviços com mobilidade (o que é uma decisão que cabe apenas à Anatel tomar). Antes disso, Valente chegou a afirmar que não havia qualquer restrição para o uso móvel dos equipamentos.

Independentemente dos motivos que levaram a Anatel a optar pela restrição de mobilidade ao WiMAX, o conselho diretor da agência sinalizou que uma mudança nas decisões tomadas não será tão tranqüila quanto Hélio Costa gostaria. “A Anatel toma decisões por autoridade própria. Temos o maior respeito pelo ministro, mas essas questões vão passar por uma análise dentro da Anatel e não são feitas a toque de caixa”, afirmou o presidente da agência, embaixador Ronaldo Sardenberg.

Jarbas Valente jura que não houve pressão das operadoras móveis para limitar o uso móvel do WiMAX. “É uma questão apenas técnica, não de mercado.” Segundo ele, bastaria a designação do serviço móvel para a faixa de 3,5 GHz para que a regulação fosse alterada no sentido desejado pelo Minicom. Atualmente, a principal restrição está localizada no regulamento de certificação dos equipamentos para WiMAX, onde os fornecedores são obrigados a desativar as ferramentas de mobilidade dos produtos que serão comercializados no país. E vale lembrar que para outras faixas em que é possível a prestação do serviço de WiMAX, como a de 2,5 GHz, a Anatel também criou a figura da mobilidade restrita, que não está definida na regulamentação, ainda.

Leilão do 3G em outubro

A principal crise em torno da mobilidade gira em torno das críticas das operadoras de celular. Elas temem que operadoras de SCM que consigam faixas no leilão de 3,5 GHz – a preços bem mais baixos do que as freqüências do 3G – virem concorrentes se for permitido o uso móvel dos equipamentos. Outra preocupação de ordem prática é que o debate pode gerar uma mudança de regras no licenciamento do WiMAX tão logo as empresas tenham investido no 3G.

Nesse aspecto, Sardenberg tentou tranqüilizar os empresários. “Não é interesse dar nenhum susto no mercado”, afirmou. “O problema é que estamos tentando mudar de cavalo no meio do rio. E isso é muito difícil.”

Pelo calendário da Anatel, o leilão do 3G será realizado ainda neste mês. O presidente da agência disse que ainda será avaliada a “conveniência política” de se realizar a venda em outubro, mas que esta é a data mais provável para a concorrência. Na abertura do Futurecom, o ministro Hélio Costa falou que a licitação será em novembro, mas a agência insiste que o cronograma ainda não foi alterado.

TI INside – 02/10/2007

TIM acirra competição com concessionárias ao lançar celular com chip fixo-móvel

A TIM apresentou hoje, na Futurecom 2007, o primeiro serviço no qual vai utilizar a licença de telefonia fixa que conquistou em maio deste ano para operar em todo o País. A companhia aperfeiçoou o serviço TIM Casa e criou o Casa Flex, no qual um cliente utiliza um chip com um número de telefone fixo e com número celular.

Segundo Mario Cesar Pereira de Araujo, presidente da TIM, a companhia "vai levar a conveniência do telefone fixo para o móvel", agregando recursos como agenda eletrônica e caixa postal em uma linha fixa. Como explicou o executivo, "a idéia é que o sistema sempre escolha a opção mais barata" para o cliente na hora de completar a chamada: uma rede fixa ou uma móvel.

Segundo ele, a TIM decidiu criar um plano mais agressivo "para fazer frente à oferta da concorrência", que na maior parte dos casos tem serviços de telefone fixo e móvel no mesmo grupo, como Oi e Brasil Telecom.

O serviço da TIM poderá ser vendido apenas como um telefone fixo, mesmo a clientes de outras operadoras de celular. Ele oferece 200 minutos de franquia para ligações a telefones locais e tem um custo mensal de 29,90 reais. Caso exceda esse pacote, o usuário pagará 15 centavos por minuto que ultrapassar os 200.

Questionado sobre a participação que quer deter na telefonia fixa, Mario Cesar Pereira de Araujo afirmou que "a TIM quer os 95% que hoje as concessionárias concentram em suas regiões, mas não sabe se vai conseguir".

Ele ainda ampliou a provocação: "na hora em que vier a portabilidade, esse plano vai ser ainda mais interessante", disse.

Segundo ele, o plano TIM Casa Flex já foi aprovado pela Anatel, mas a companhia sabe que ele talvez não agrade às empresas de telefonia fixa. "Se a concorrência ficasse contente eu acharia que estávamos no caminho errado", afirmou.

O serviço será lançado no dia 8 de outubro em 101 cidades de 10 estados, entrte os quais São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pernambuco, Bahia, Cearé e Santa Catarina. De acordo com Araujo, "não se trata de um privilégio a algumas regiões, é só o tempo das empresas do grupo adaptarem suas centrais", explicou.

Até o final deste mês a companhia espera que o serviço seja oferecido em 240 municípios de todos os estados do País.Quem já tiver o serviço TIM Casa será automaticamente migrado para o Casa Flex, sem a necessidade de trocar o chip.

Para novos usuários, a adesão pode ser feita com qualquer aparelho que funcione em uma rede GSM.

Computer World – 02/10/2007

Aparelho BlackBerry ganha versão com Wi-Fi

Conexão sem fio à internet é a nova cereja do sundae dos smartphones. Depois de causar "frisson" no iPhone, da Apple, a tecnologia agora chega ao BlackBerry 8820, da Rim.

Disponível por enquanto apenas nos EUA, o aparelho está atrelado à contratação de um plano da operadora AT&T, exatamente como aconteceu com o celular da Apple. Por US$ 349, o usuário leva também um plano de assinatura de dois anos.

O primeiro portátil com Wi-Fi da Rim foi lançado em 2005; os serviços eram restritos à conexão wireless. O novo aparelho é o primeiro da marca a oferecer conectividade via celular e Wi-Fi, teoricamente permitindo que sejam feitas ligações de VoIP.

No entanto, a princípio, o acesso à internet ficará restrito ao tráfego de dados; a permissão de tráfego de voz fica a cargo das operadoras.

Folha Online – 02/10/2007

Vivo e Yahoo! anunciam parceria para integrar tecnologia de busca e portal wap em celulares

A Vivo e o Yahoo! anunciaram hoje uma parceria para a integrar a tecnologia de busca do portal norte-americano ao sistema wap da operadora. Com isso, em alguns meses, os telefones Vivo poderão utilizar um sistema de busca online baseado na tecnologia móvel desenvolvida pelo Yahoo, o oneSearch, e que será batizado de Vivo Busca.

A iniciativa da Vivo incorpora o modelo de publicidade associada à busca em seus serviços de acesso à internet, característico do Yahoo!. A partir disso, o acordo firmado entre as duas abre um novo canal de publicidade móvel com público estimado em 30 milhões, tamanho da base de clientes da operadora.

O serviço permite aos usuários fácil acesso aos conteúdos do portal Vivo Wap e também à internet por meio de uma única ferramenta, diz o diretor do segmento premium da Vivo, Roger Solé. Por meio de ações de publicidade móvel, geramos valor à cadeia de negócios sem onerar o cliente adicionalmente, afirmou.

A nova parceria do Yahoo! com a Vivo promove nossa liderança em celulares e demonstra nosso compromisso em trabalhar com parceiros, visando ao aprimoramento de experiência na internet para consumidores em seus aparelhos móveis, diz o gerente geral e vice-presidente da unidade connected life do Yahoo! para as Américas, Bruce Stewart.

De acordo com a Vivo, a implantação do sistema de busca integrado deve ser realizada gradualmente. Ele envolve não apenas a nova ferramenta como também a reformulação da interface do portal wap da operadora. Parte disso será para colocar a caixa de texto para buscas na web com base na tecnologia do Yahoo!.

A parceria entre as duas empresas é parte de um acordo global entre o Yahoo! e o Grupo Telefónica (que compartilha com a Portugal Telecom o controle da Vivo). O acerto é para que todas as operadoras celulares controladas pelo grupo espanhol integrem o sistema de busca desenvolvido pela norte-americana. No total, o acordo abrange operações em 15 países da Europa e América Latina e um público cliente de mais de 100 milhões de usuários.

Valor Online – 01/10/2007

Siemens investe US$ 5 milhões em produção local de terminais IP

A Siemens começará, em janeiro de 2008, a produção local de terminais IP na fábrica instalada em Curitiba (Paraná). Será a única planta da companhia fora da Alemanha a produzir os novos modelos da família OpenStage e OptiPoints. De acordo com a Siemens, um dos principais objetivos é promover o aumento da curva de adoção dos terminais IP.

Para tanto, a empresa investiu US$ 5 milhões em equipamentos, modernização da planta e contratações de funcionários - a nova planta vai gerar 160 novos postos de trabalhos entre diretos e indiretos. Atualmente, são 150 funcionários no centro de pesquisa e desenvolvimento, responsável pela personalização dos softwares embarcados nos novos aparelhos IP.

A produção - que, antes era importada da Alemanha - será destinada ao mercado interno e da América Latina. Além disto, a companhia espera triplicar as vendas de terminais IP no País. A Siemens calcula uma redução na casa dos 30% nos preços dos terminais.

IT Web – 02/10/2007

Portugal Telecom monta fábrica de software no Brasil

A Portugal Telecom Inovação, braço tecnológico da Portugal Telecom, anunciou nesta quarta-feira (3/10) que em 2008 irá montar um centro de desenvolvimento de software no Brasil. A empresa está escolhendo o Estado que vai acolher a nova fábrica, mas já decidiu que não será São Paulo, onde ela mantém uma equipe com 120 pessoas.

Segundo Paulo Nordeste, presidente da PT
Inovação, em São Paulo, além dos custos serem maiores, a empresa teria dificuldade em reter talentos. “É fundamental que o Estado tenha uma boa Universidade, porque é de onde virá a maior parte dos funcionários”, diz ele.

A PT Inovação tem seis clientes no Brasil, sendo que o principal deles é a Vivo para quem eles desenvolveram o software que interligou todas as empresas que compuseram a operadora. A PT Inovação faturou cerca de R$ 40 milhões em 2006; a previsão para 2007 é quer o valor se mantenha estável. A partir de 2008/2009, no entanto, com o funcionamento da nova fábrica, a estimativa de Nordeste é que esse número cresça em 30%.

A empresa pretende explorar o conceito de “real time business”, através do qual as operadoras controlam o uso da rede em tempo real. “Havia uma separação clara entre o sistema pré-pago e pós-pago, hoje essa diferença é apenas comercial”, afirma Nordeste.

A PT Inovação tem um programa que permite às operadoras unirem o sistema pré-pago com o pós-pago, que pode ser aplicado para o mercado corporativo. A empresa dá uma quantidade limitada de minutos aos funcionários. Uma vez atingido esse valor, o funcionário pode colocar créditos extras, como se fosse um pré-pago.

TI Inside – 03/10/2007