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04/03/2008
GERAL
América do Sul é o mercado mais importante
A América do Sul é considerada o mercado consumidor mais importante para a indústria brasileira de manufatura e de produtos de tecnologia intensiva. A conclusão é resultado de uma série de estudos encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que identificou o potencial do Brasil nas áreas de comércio de bens, investimentos diretos e serviços, apresentada hoje no seminário "Os interesses empresariais brasileiros na América do Sul", na capital paulista.
A pesquisa recomenda aprofundamento dos acordos comerciais já existentes entre Brasil e países onde as oportunidades de inserção são maiores, tais como Colômbia, Venezuela, Peru, Equador e, ainda que em menor proporção, o Chile. "A percepção geral é a de que, no Mercosul, há pouco espaço para avanços institucionais, uma vez que a maior parte das tarifas já foi eliminada, exceto no setor automotivo. Mas existe uma série de oportunidades em relação aos países andinos", disse o diretor-executivo da CNI, José Augusto Fernandes.
A melhor estratégia, segundo os autores do estudo, é negociar a redução de tarifa para bens industriais, que, para alguns setores, está acordada para acontecer apenas em 2018. Nos últimos anos, a maior parte desses países fechou acordos de livre comércio com os Estados Unidos, o que diminuiu a competitividade dos produtos brasileiros nesses mercados. Ao mesmo tempo, a pesquisa identificou que é necessário realizar ações de promoção comercial para determinados setores em alguns desses países. "Essas ações (reduções tarifárias e promoção comercial) devem ser simultâneas", destacou a gerente-executiva de negociações internacionais da CNI, Soraya Rosar.
A indústria percebeu que as negociações internacionais na área de serviços como um todo podem render ganhos para si mesma. "Nós entendemos que o avanço do setor de serviços traz a reboque mercadorias e produtos industriais. Uma construtora que faça obras em outro país da região vai precisar adquirir tratores, caminhões e computadores. Ao mesmo tempo, uma empresa brasileira que preste serviços de consultoria para uma fábrica de biscoitos em outro país, já conhece nossas máquinas e poderá recomendá-las", considerou o diretor-executivo da CNI.
A Tarde – 28/02/2008

AUTOMOTIVO
Em 28 dias vendas cresceram 26,5%
Comparando os 28 dias de fevereiro de 2008 com igual período do ano passado as 176,6 mil unidades de automóveis e comerciais leves licenciados até a quinta-feira, 28, representaram aumento de 26,5% – e há, ainda, um dia de vendas a mais neste ano bissexto. Portanto o crescimento porcentual certamente será maior. As vendas estão bombando e nem mesmo o carnaval no início do mês diminuiu o ritmo do mercado.
De acordo com dados preliminares do Renavam apenas a venda de automóveis, 146,7 mil unidades, superou o desempenho de fevereiro de 2007, quando foram licenciados 146,5 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus.
A Fiat vendeu mais veículos em fevereiro e permanece na liderança com 45,8 mil unidades. A Volkswagen entregou 39,8 mil unidades e a General Motors 39,3 mil, considerado um empate técnico. O balanço definitivo a ser apresentado pela Anfavea na quinta-feira, 6, ainda pode mudar esse resultado.
A Ford é a terceira, com 15,2 mil veículos licenciados, e em quarto lugar a Honda, com 7,8 mil veículos, até agora supera a Renault, com 6,9 mil unidades. Em janeiro a Renault vendeu mais do que a rival.
No ranking de veículos a surpresa é o Ford Ka, que já no primeiro mês de vendas entra na lista dos dez mais vendidos, com 3,7 mil unidades. O desempenho do Honda Civic, que é nono colocado, com 4,5 mil unidades, talvez explique sua posição no ranking das montadoras.
O VW Gol é o líder, com 18,7 mil unidades, seguido por Fiat Palio, com 15 mil, e por Chevrolet Celta, com 9,9 mil unidades.
Auto Data – 29/02/2008
Daimler destina € 13,9 bi em desenvolvimento de produto
De acordo com informações da agência de notícias Flash de Motor o Grupo Daimler fará o maior investimento da sua história na área de pesquisa e desenvolvimento: serão € 13,9 bilhões a partir de 2008 até 2010.
€ 9,1 bilhões serão destinados à Mercedes-Benz para o desenvolvimento de novas versões do Classe C e para novas opções de motores. A divisão Daimler Trucks ficará com € 3,5 bilhões, que serão investidos no desenvolvimento de novos motores com índices menores de emissões, e a divisão de ônibus e furgões receberá € 1,3 bilhão para o lançamento de sistemas de condução alternativos.
No ano passado o grupo investiu € 4,1 bilhões nas áreas de pesquisa e desenvolvimento: € 2,7 bilhões foram para a Mercedes-Benz Cars, € 1 bilhão para a Daimler Trucks e € 400 milhões divididos para as outras divisões.
Segundo a agência o Grupo Daimler também investe cerca de € 12,6 bilhões de 2008 a 2010 em suas fábricas, equipamentos e em novas aquisições
Auto Data – 29/02/2008
Janeiro tem 16 novidades e 15 carros saem do mercado
Janeiro foi um mês de muitas novidades. Além da saída oficial do Marea, da volta da importação do Defender e na chegada do Chrysler 300 C com novo motor, mais 12 carros chegaram ao mercado e outros 13 deixaram de ser fabricados ou importados, contando todas as versões de acabamento e motorização.
Entre as versões que entraram nos catálogos de ofertas, destaque para o Ka novo, que vem em cinco versões e para o Stilo, primeiro carro da Fiat com câmbio automático. A GM lançou o Vectra Elite Flexpower com um motor menos potente, o 2.0 16v (só tinha o motor 2.4), com isso baixando o preço de R$ 81,7 mil para R$ 76,5 mil porque o carro entrou numa baixa menor de imposto.
A Volks mudou o nome da Parati Super Surf para Surf, mas aí a mudança é apenas de adesivo. A montadora não vende mais também a Parati Track e Field.
Veja a relação completa de quem saiu e quem entrou em janeiro.
ENTROU (16)
Chrysler 300 C V6 206
Defender PUMA 110 Cabine dupla
Defender PUMA 110 S
Defender PUMA 90 S
KA 1.0 Flex
KA 1.0 Flex Fly
KA 1.0 Flex Pulse
KA 1.6 Flex Class
KA 1.6 Flex Fly
Parati SURF 1.6 Total Flex
Parati SURF 1.8 Total Flex
Saveiro SURF 1.6 Total Flex
Saveiro SURF 1.8 Total Flex
Stilo 1.8 8V 4P FLEX Dualogic
Stilo Sporting Dualogic
Vectra 2.0 16v Elite Flexpower
SAIU (15)
Coupè Cabriolet 1.6 16V 2p
206 Feline Hatch 1.6 16v FLEX
206 Feline Hatch 1.4 8V FLEX 5p
KA #1 (pela internet)
KA Action 1.6L
KA GL 1.0L
KA GL Class 1.0L
KA XR 1.6L
Lancer Evolution IX MR
Marea SX 1.6 16V
Marea Weekend SX 1.6 16V
Parati Track & Field 1.6 Total Flex
Parati Track & Field 1.8 Total Flex
Saveiro Super Surf 1.6 Total Flex
Saveiro Super Surf 1.8 Total Flex
AutoData – 28/02/2008

Suzuki vendeu quase 25 mil veículos
No primeiro ano de operação, em 1991, a Suzuki comercializou 20 veículos, enquanto a Lada vendeu nada menos do que 15.129 unidades. Naquele ano os importadores associados à Abeiva, que incluíam também Citroën, Mercedes-Benz, Mitsubishi, Porsche e Volvo Car, comercializaram 15.691 veículos no Brasil. Nos anos seguintes a Suzuki comercializou 1.058, 3.332, 3.459, 3.909, 468, 4.191, 2.894, 1.057, 1.875, 1.230, 1.010 e 322 unidades. Em 2004 a marca deixou de aparecer nas estatísticas da Abeiva. Na soma, foram vendidos 24.825 veículos da Suzuki, incluindo automóveis e comerciais leves
Automotive Business – 29/02/2008

Volkswagen compra a Scania
O Grupo Volkswagen anunciou na segunda-feira, 3, a compra de 134,7 milhões de ações classe A da Scania, tornado-se assim o acionista controlador isolado da fabricante sueca de caminhões e ônibus. O acordo fechado com os dois maiores grupos acionistas que dividiam o poder na companhia, o Investor AB e a Wallenberg Foundations, envolve o pagamento de € 2,9 bilhões em dinheiro, o que corresponde a € 21,40 por ação.
Com a transação a VW, que já era a maior acionista individual da Scania, ampliará sua participação no capital votante de 38% para 68,6%, correspondentes a 37,7% do total de ações. Antes do negócio a VW tinha 20,9% do capital.
Dessa forma fica aberta a possibilidade de a montadora finalmente realizar os planos de fusão da sua divisão própria de caminhões com a MAN e a Scania, todas agora controladas por um mesmo grupo.
O presidente do conselho de administração da Volkswagen, Martin Winterkorn, não disse se dará continuidade ao processo de fusão das operações de veículos pesados da companhia. Apenas ressaltou a importância da compra das ações: “A Scania é marca forte que tem futuro próspero. Nós apoiaremos a administração da Scania e a estratégia de seu time executivo, que é de crescimento lucrativo. Os investidores e a Volkswagen trabalharam juntos por oito anos e durante esse tempo a Scania alcançou bons resultados de vendas e de lucro”.
A VW manterá e desenvolverá a Scania como marca premium e exercerá sua influência na companhia para aumentar o valor da companhia no longo prazo. A montadora não pretende realizar qualquer mudança estrutural que afetaria os empregados. Manterá o time de administração da Scania, a sede e os centros de competência de engenharia em Södertälje, na Suécia. “Nós continuaremos agindo como acionista responsável.”
AutoData – 03/03/2008

CONSUMER
Brasil pode pular, em 2010, para 3º no ranking mundial de PCs
Dados da consultoria IDC apontam que o Brasil vendeu 10,7 milhões de computadores em 2007. Com essa marca, o país passou a ocupar o quinto lugar no ranking mundial do mercado de PCs, ficando atrás de EUA (64 milhões), China (36 milhões), Japão (13 milhões) e Reino Unido (11,2 milhões), e muito à frente da Índia (6,4 milhões, 9º lugar).
De acordo com a consultoria, até 2010, o mercado brasileiro deverá pular para a terceira posição, sendo superado apenas pelo norte-americano e o chinês. O bom desempenho consolidou ainda o Brasil na liderança absoluta do ranking de venda de computadores da América Latina. O país detém, hoje, 47,3% de todo o volume de PCs vendidos na região. O dado é significativo porque, de acordo com a IDC, o México, que está na segunda posição, responde por apenas 19,5%.
As vendas de 10,7 milhões de unidades de PCs no Brasil ao longo de 2007, entre desktops e notebooks,representam um crescimento de 38% sobre as vendas de 2006, aponta o estudo Brazil Quarterly PC Tracker. O consumo por desktops mantém a preferência nacional, com 9,1 milhões de equipamentos vendidos no ano passado, um aumento de 28% sobre o resultado de 2006.
Para Reinaldo Sakis, analista sênior de PCs e monitores da consultoria, "2007 foi um ano muito forte em vendas de desktops, marcado pela consolidação dos modelos com monitores LCD e a procura por design mais arrojados e melhor performance. Houve ainda a oferta de pacotes promocionais com operadoras de telefonia para incluir banda larga, o que ajudou a ativar as vendas".
Com preços ainda mais acessíveis, os notebooks caem cada vez mais nas graças dos brasileiros, antes um sonho caro de se alcançar. Os modelos portáteis dispararam nas vendas e apresentaram um crescimento de 153% no ano passado. No total, foram comercializadas no período mais de 1,5 milhão de unidades de notebooks no ano passado.
"A oferta dos portáteis se expandiu, tendo um maior número de empresas oferecendo estes equipamentos. Os planos de financiamento foram muito mais atrativos para o consumidor, que pode se valer dos preços mais baixos e do pagamento em até 24 vezes", comenta Sakis.
De acordo com o analista, o crescimento apresentado no ano passado revela que estamos avançando rumo à tendência mundial, que segue com vendas na base de 70% de desktops e 30% de notebooks. No Brasil, as vendas de portáteis já estão na escala de 15%. Este número impressiona mais se compararmos com os percentuais apresentados em 2006, que foi de 8%, e de 2005, apenas 4%.
Notebooks exigem mais fiscalização
Já o mercado paralelo, denominado de cinza, caiu para 46,4% no ano passado, contra o índice de 50,8% apresentado em 2006. Para Sakis, a diferença não foi mais expressiva por conta do aumento do volume de produtos contrabandeados, principalmente notebooks.
"A fiscalização está intensa nas divisas mais passíveis de contrabandistas, com a Polícia Federal fortemente ativa. O problema, porém, é que o Brasil possui uma fronteira seca enorme, sem nenhuma fiscalização".
Para 2008, Sakis aposta em outro excelente ano para o consumo de PCs, com as vendas de notebooks ainda melhores. O surgimento de novas marcas e uma maior competição entre os fabricantes prometem aquecer o mercado ainda mais, amortecendo as custas para o consumidor.
Convergência Digital – 28/02/2008

Governo usará Inmetro para certificar equipamentos de TV Digital
Os equipamentos e aplicativos do Sistema Brasileiro de TV Digital serão regulamentados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). A decisão foi tomada em reunião realizada no Palácio do Planalto entre os ministros, das Comunicações, Hélio Costa, da Casa Civil, Dilma Roussef; do Planejamento, Paulo Bernardo; do Desenvolvimento, Miguel Jorge; da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende; entre outros.
O Instituto também vai estruturar o correspondente "Programa de Avaliação da Conformidade". O objetivo do programa será avaliar se os equipamentos atendem aos requisitos técnicos, de segurança e de conformidade com a regulamentação. Com isso, os consumidores poderão comprar os equipamentos de qualquer fabricante, sem nenhuma dúvida, desde que tenha o selo de aferição do Inmetro.
A medida visa prevenir a comercialização de produtos piratas, com baixa qualidade, garantir a concorrência leal, o fortalecimento do mercado e, acima de tudo, estimular o desenvolvimento industrial, segundo avaliação do ministro das Comunicações, Hélio Costa.
Convergência Digital – 29/02/2007

Positivo é a décima maior fabricante de desktops do mundo
Com vendas de 1,389 milhão de computadores no último ano, a Positivo Informática assumiu o décimo lugar no ranking mundial de fabricantes de desktops em 2007, segundo a consultoria IDC. A companhia faturou 2,092 bilhões de reais no último ano (um salto de 54,3%) e registrou lucro líquido de 254,2 milhões de reais, um aumento de 66,3% em relação a 2006.
A empresa foi a primeira a ultrapassar vendas de 1 milhão de desktops no País, superando multinacionais como HP, Lenovo e Dell. Ao todo, a companhia vendeu 1,149 milhão de computadores de mesa, um crescimento de 45,7% ano-a-ano - acima da média do mercado brasileiro, que foi de 38%.
Na área de notebooks, o crescimento também foi expressivo. As vendas saltaram de 45,6 mil unidades em 2006 para 239,3 mil em 2007, um crescimento porcentual de 439,3%, suficiente para dar à fabricante nacional - que já era líder em desktops - a liderança na venda de equipamentos portáteis no Brasil.
Apesar do expressivo volume de vendas e do importante posicionamento no ranking global de fornecedores, a possibilidade de expandir os negócios no exterior ainda é uma alternativa que está sendo estudada pela empresa. “O principal motivo é que o Brasil ainda está crescendo muito”, explica Hélio Rotenberg, presidente da companhia.
Para Reinaldo Sakis, analista de mercado da IDC Brasil, a empresa teria fôlego para explorar o mercado latino-americano de computadores, aproveitando as vantagens de acordos regionais, como o Mercosul. “Pelo tamanho, eles já teriam condições”, avalia o analista.
Mas, segundo o presidente da companhia, o foco para o crescimento em 2008 são os mercados corporativo (onde a participação da empresa é de apenas 0,9%) e o próprio varejo, que permitiu a ascensão da marca ao posto de líder de mercado e ainda representa 83% dos negócios da empresa.
“A classe C é o grande motor de crescimento do mercado de PCs”, justifica Rotenberg. A companhia também aposta no aumento de vendas de notebooks para os compradores do segundo computador e em novos modelos de negócio.
“O Compra Certa, da Brastemp, é um modelo muito interessante”, indica o presidente, referindo-se ao programa de venda de porta-em-porta da fabricante de eletrodomésticos. Diante da progressiva redução do mercado cinza no País, a empresa também quer se posicionar como fornecedora de equipamentos legais a preços competitivos para pequenas revendas de informática.
Segundo o executivo, o mercado de varejo deve crescer em média 25,5% ao ano até 2012 (projeção da IDC Brasil), representando um importante filão para os fornecedores de PCs.
A aposta da companhia no varejo em 2004 - quando ele estava “desacreditado”, nas palavras de Rotenberg - foi justamente o que lhe rendeu a atual liderança de mercado. “Nós começamos essa brincadeira”, assume o presidente.
O mercado corporativo representa hoje 3,1% da receita da companhia, enquanto o governo equivale a 13,5%.
As recém-iniciadas operações em TV digital - a empresa lançou dois modelos de set-top box no final de 2007 - ainda não decolaram. “A TV digital ainda não aconteceu”, diz Rotenberg. Para o executivo, faltou divulgação por parte das emissoras e apoio por parte do governo. Ele acredita que com a estréia da TV digital em outras capitais, as vendas podem ganhar novo impulso.
O mercado brasileiro de PCs registrou vendas totais de 10,7 milhões de unidades em 2007, ocupando o quinto lugar no ranking mundial de vendas de computadores, segundo dados da IDC.
Computer World – 27/02/2008

Produção de TV e aparelho de som caiu 11,8% em 2007
Na contramão do ótimo desempenho da indústria no ano passado, as empresas produtoras de eletrodomésticos de linha marrom (rádio, som, televisores) registraram uma queda de 11,8% na produção, o pior resultado apurado para esse segmento em nove anos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O recuo de 2007 zerou os ganhos que a produção desses bens de consumo tinha obtido em 2006 quando, em função da Copa do Mundo, houve crescimento de 11,3%.
O compasso de espera dos consumidores e empresas pela chegada da TV Digital é o principal motivo apontado pelo presidente do Sindicato da Indústria de Aparelhos, Elétricos, Eletrônicos e Similares de Manaus (Sinaees), Wilson Périco, e pelo economista do IBGE, André Macedo, para justificar o mau desempenho desse segmento. O Sinaees reúne as maiores indústrias fabricantes de aparelhos de televisão do País.
Périco explicou que a queda mais acentuada na produção ocorreu exatamente nos aparelhos de TV com cinescópio (analógicos), já que os aparelhos de plasma e LCD registraram mais de 100% de aumento, mas respondem por apenas cerca de 10% da produção nacional de televisores. "As ações do governo para ampliação do sinal digital estão demorando a serem implantadas e, por isso, a demanda, que vai crescer muito, hoje é pequena", disse.
Além de estar no sentido contrário da indústria em geral, cuja produção cresceu 6,0% em 2007, a indústria de linha marrom teve desempenho também muito diferenciado dos eletrodomésticos de linha branca (geladeira, fogão, máquina de lavar roupa), que elevaram a produção em 11,1% no ano passado. Nem mesmo o crescimento do crédito e da renda, que impulsionou a produção de bens duráveis em geral (automóveis, eletrodomésticos) e aqueceu o mercado interno em 2007 conseguiu evitar o recuo da produção da linha marrom.
A Tarde Online – 28/02/2008

Computadores ultrapassam TVs no Brasil
A venda de computadores ultrapassou a venda de televisores, pela primeira vez no Brasil, informa o site Meio&Mensagem. No ano passado, foram adquiridos 10,7 milhões de PCs e 10 milhões de televisores.
Do total de aparelhos adquiridos pela população em 2007, um milhão é relativo a modelos de plasma e LCD.
Entre os motivos que elevaram as vendas de computadores estão a queda nos impostos, aumento de produção, ampliação do crédito popular o e câmbio favorável.
Atualmente, o Brasil ocupa o quinto lugar no ranking mundial de vendas, atrás de Estados Unidos, China, Japão e Reino Unido. Até 2011, o país deve assumir a terceira posição.
Baguete – 28/02/2008

Samsung lança primeiro Home Theater Blu-Ray
A Samsung expande seu portfólio de sistemas integrados de home theater e lança no Brasil o primeiro modelo (HT-BD2) equipado com a tecnologia de reprodução Blu-Ray. Além de possuir acabamento em preto glossy e contar com sistema de som 7.1, o aparelho é capaz de exibir imagens Full HD (1080p) configurando-se um verdadeiro centro de entretenimento doméstico.
“Mais uma vez a Samsung se antecipa e traz para o mercado brasileiro a primeira solução de entretenimento com diferencial da tecnologia Blu-Ray como alto valor agregado. Assim, reforçamos nosso compromisso com a era digital e com a oferta de completos sistemas integrados de som e imagem”, afirma José Roberto Campos, vice-presidente Executivo da Samsung.
O novo equipamento segue a tendência de design da linha de televisores da marca, apresentando traços modernos e delicados para a composição de um ambiente com o máximo de tecnologia e beleza. Dispõe também de subwoofer ativo, caixas acústicas frontais, central e traseiras, além de ser compatível com praticamente todos os formatos de mídia disponíveis (CD, CD-R/RW, DVD, DVD+R/+RW).
Entre os seus recursos, destaque para a potência sonora com amplificador digital de alta potência (1095W RMS) em 7.1 canais e para a completa variedade de conexões de alta definição oferecidas, entre elas, saída digital HDMI e entrada digital óptica . O HT-BD2 permite ainda a visualização de imagens de alta definição (720p/ 1080i/ 1080p) a partir de mídias nos formatos Blu-Ray ou DVD.
“Este home theater completa a linha de equipamentos Full HD da Samsung e, junto com as TVs de LCD e Plasma da marca, compõe soluções ideais, capazes de levar recursos das salas de cinema para dentro da casa dos usuários”, salienta Eduardo Mello, diretor da área de Eletrônicos de Consumo da Samsung. O preço sugerido do produto é de R$ 3.999,00
Caderno Digital – 02/03/2008

IDENTIFICATION
Eleitores de três cidades brasileiras serão cadastrados biometricamente a partir de segunda-feira
A partir da próxima segunda-feira, 03/03, e até 01/04, 60 técnicos da Polícia Federal acompanharão o cadastramento biométrico de eleitores em três municípios brasileiros: Fátima do Sul (MS), São João Batista (SC) e Colorado D’Oeste (RO). Todos os eleitores terão que se cadastrar. Para isso, basta levar o título eleitoral.
Os eleitores terão seus dados pessoais, impressões digitais e fotografia lançados no novo cadastro, que será o maior do mundo em número de pessoas registradas biometricamente. Com o cadastramento biométrico, o TSE pretende excluir a possibilidade de uma pessoa votar por outra.
A expectativa do TSE é que em 10 anos 100% do eleitorado brasileiro esteja cadastrado no sistema e todos os estados do país tenham urnas com leitores biométricos. Este prazo se deve ao fato de que em ano eleitoral só se pode fazer cadastramento até o mês de maio e há um intervalo de 12 meses entre uma votação e outra. A estimativa é de que sejam gastos R$ 200 milhões no cadastramento de eleitores pelo sistema biométrico ao longo desse período.
Kit Bio
As informações biométricas serão recolhidas por meio da utilização do "Kit Bio", conjunto de equipamentos como câmera digital, scanner, software, leitor de impressão digital e laptop. Nesta quinta-feira, 28/02, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) apresentará oficialmente o "Kit Bio". Foram compradas 60 unidades do kit que já estão nos Tribunais Regionais Eleitorais.
As três cidades servirão de “pilotos” para o projeto e haverá 20 técnicos para cada um dos locais para recolher as informações dos eleitores. Elas foram escolhidas por atender às condições estabelecidas pelo TSE: ter aproximadamente 15 mil eleitores; estar na iminência de passar por um processo de revisão de seu eleitorado; ser sede de zona eleitoral e ficar próxima à capital de seu estado; e atender à variabilidade necessária de teste das impressões digitais.
W News – 27/02/2008

Etiqueta inteligente deve aposentar código de barras
A empresa COSS Consulting, instalada no Parque Tecnológico (ParqTec) de São Carlos, na região de Ribeirão Preto (SP), apresentou hoje a um grupo de empresários uma solução tecnológica inovadora para os processos comerciais e operacionais da cadeia de abastecimento.
O software Welcoss I-kanban (método de fabricação para produção em série) tem a "Etiqueta Inteligente" como um de seus componentes e deverá aposentar o tradicional código de barras, diz o sócio-fundador da COSS, Luís Carlo Colella Ferro. Cerca de R$ 2,5 milhões foram investidos no projeto, em 30 meses. "Essa tecnologia tem potencial gigantesco e deverá movimentar, nos próximos dez anos, US$ 30 bilhões", comenta Ferro. A invenção está patenteada.
A "Etiqueta Inteligente" é uma tecnologia de identificação por radiofreqüência (por microchip) e pode guardar um grande volume de informações dos produtos, como data de fabricação, armazenagem, data de validade e de vencimento e até toda a rastreabilidade de animais. "No caso do gado, por exemplo, podemos rastrear do pasto ao prato, não ficando apenas no abatedouro", explica Ferro.
Em outra situação, os consumidores não perderão mais tempo nos caixas dos supermercados, pois a solução, com uma antena e um portal, capta todos os preços dos produtos de uma vez, de forma automatizada, sem precisar listar item a item ao passar os produtos no caixa para pagar a compra. Até o controle de estoque será facilitado ao comerciante.
"Essa solução pode ser usada em qualquer parte do globo, podendo localizar determinado produto com o número de série, combinando com outras tecnologias", comenta Ferro.
Ele acredita no sucesso da inovação. "Temos um mercado competitivo e globalizado e as grandes empresas que atuam com capital exposto em bolsa de valores necessitam preservar suas marcas nas operações, garantindo qualidade, integridade e combatendo fraudes e piratarias", destaca ele, demonstrando confiança. Segundo Ferro, a COSS tem capacidade para prestar serviços, consultorias, implementar, fazer manutenção, treinamentos e dar todo o suporte necessário à solução tecnológica criada.
A Tarde Online – 28/02/2008

INDUSTRIAL
Produção industrial do Japão recua 2% em janeiro
A produção industrial no Japão registrou queda de 2% em janeiro, em relação ao mês anterior. A cifra foi inferior a expectativa do mercado, que projetava por uma baixa de 0,6%, informou hoje o Ministério do Comércio e Indústria.
O recuo é principalmente atribuído à diminuição da atividade nos setores automotivo e de produtos eletrônicos. Para fevereiro, as autoridades nipônicas projetam uma nova queda de 2,9% na produção industrial.
No entanto, a expectativa é de recuperção em março, quando a atividade deverá avançar 2,8%. Além disso, o resultado de janeiro deste ano foi 2,5% maior na comparação com o mesmo período de 2007.
As exportações nipônicas registraram queda de 0,9% em janeiro, em relação ao mês anterior. Já a quantidade de produtos em estoques caiu 1,3% no mês passado, em comparação com dezembro de 2007.
Gazeta Mercantil – 28/02/2008

Itautec participa da edição 2008 da CeBIT
A Itautec é uma das expositoras da CeBIT, maior feira mundial nos setores de comunicação e tecnologia da informação. O evento acontece entre os dias 04 a 09 de março, em Hannover, na Alemanha. Já é a oitava vez consecutiva que a empresa participa da CeBIT e este ano leva seus principais destaques em automação bancária e comercial.
“A participação da Itautec na CeBIT consolida a presença da companhia no exterior e permite à empresa prospectar clientes internacionais”, afirma o diretor de Operações Internacionais da Itautec, Simon Schvartzman.
Um dos destaques da empresa na edição 2008 é a nova linha ADATTIS de ATMs, que apresentam design inovador, modularidade de periféricos – maior flexibilidade, aumento dos dispositivos de segurança e novas funções. Os produtos da linha apresentados são: ADATTIS CX3 (lançamento para a feira) que está preparada para todas as funções de consulta e movimentação financeira: impressão de comprovantes, consultas em tela ou impressa, pagamentos e depósitos com cédulas, além de dispensadores de cédulas e moedas para saques ou troco. Ideal para bancos, cassinos e operadoras de câmbio, ADATTIS Full com anti-skimming, sistema de segurança que evita a captura dos dados do cartão magnético do cliente para clonagem. Ainda na área de automação bancária, é apresentado o ATM TTW (Thru the Wall) que pode ser instalado em ambientes internos ou externos, muito usado nos países europeus.
Outro produto que a Itautec apresenta é o teclado operador Klavyt, solução que agrega as principais funções de venda com aplicação para supermercados, magazines e outras lojas de varejo, e terá as seguintes características: leitora de cartão magnético, display de caracteres para o operador e para o cliente, 77 teclas, chave de bloqueio, leitor biométrico, interface de comunicação USB. Possuirá, também, uma configuração com CPU e HD que permitirá a operação com o software aplicativo "embarcado" no equipamento, oferecendo uma solução integrada e de menor custo para o ponto-de-venda. Antes mesmo de seu lançamento para comercialização no mercado, o teclado operador KLAVYT foi premiado pelo IF International Forum Design pelo seu desenho moderno e inovador e constará no IF Yearbook Product 2008. “É a sexta vez que a Itautec é reconhecida pelo órgão internacional. Algumas linhas de ATMs e equipamentos de auto-atendimento receberam esse prêmio. Entendemos que é o reconhecimento dos nossos investimentos em Pesquisa & Desenvolvimento”, declara Schvartzman.
Também para automação comercial, a Itautec leva para Hannover o QuickWay Self Checkout, equipamento que permite que o cliente efetue os passos de uma compra sem auxílio do atendente, isto é, identifica o preço de mercadorias, pesa produtos, recebe o pagamento e devolve o troco. Será exposto, ainda, o QuickWay Checker WiFi, que permite a consulta de preços e utiliza a tecnologia sem fio para facilitar a instalação em qualquer ponto da loja.
Além disso, a empresa leva o Prizis¸ nova linha de terminal de varejo que tem como função automatizar os caixas de frente de loja. O produto unifica as principais funções do operador de ponto-de-venda: CPU, monitor LCD de 15” para operador e para seu cliente, touch screen, leitor de cartão magnético e smart card, leitor biométrico, opção para display alfanumérico, possui três formatos: horizontal, vertical e parede.
Na área de auto-atendimento, a Itautec leva o SIGA - Sistema Itautec de Gestão do Atendimento, que organiza e monitora on-line o atendimento a clientes, minimizando filas. Também é exibido o software ADVision, que é responsável por controle, agendamento e distribuição das informações em vários formatos multimídia e pode ser integrado ao SIGA.
Seguindo a mesma linha, são expostos o Automanager, ferramenta que monitora terminais de auto-atendimento, ATMs, aplicativos e periféricos, identificando e reportando para a central eventuais falhas, e o DAV uma solução para distribuição automática de versões e pacotes de software em organizações que possuem equipamentos distribuídos, como estações de trabalho, terminais de auto- atendimento, PDV's e servidores. E também o quiosque de auto-atendimento B3, um equipamento robusto e que oferece excelente custo-benefício está presente no estande da companhia.
Localização do estande da Itautec: Pavilhão 17 - Stand C32, com aproximadamente 135m².
Portal Fator Brasil – 29/02/2008

TELECOM
Base de celulares cresce 1,55% em janeiro
Mostrando que o mercado de telefonia celular continua aquecido, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciou um crescimento de 1,55% no número de linhas habilitadas no País no mês de janeiro.
Ao fim do primeiro mês do ano, o País contava com 122,8 milhões de celulares. As 1,87 milhão de novas habilitações de janeiro superaram em 135,12% as 798 mil registradas no mesmo período do ano passado e as 1,25 milhão de 2006. Do total de acessos, 99.217.125 (80,76%) são pré-pagos e 23.640.452 (19,24%), pós-pagos.
Nos últimos 12 meses, o Brasil ganhou 22.140.436 novos assinantes, o que representa um crescimento de 21,98%.
IT Web – 28/02/2008

Oi anuncia lucro líquido de R$ 2,4 bilhões em 2007
A Oi revela os resultados do ano fiscal de 2007. A operadora de telecom obteve receita bruta de R$ 25 bilhões e a receita líquidade R$ 17,6 bilhões. O lucro líquido consolidado atingiu aproximadamente R$ 2,4 bilhões.
A companhia ampliou de 14%, em 2006, para 18% sua participação na receita bruta consolidada da companhia, refletindo a estratégia vencedora de convergência de serviços.
O consolidado chegou a R$ 6,5 bilhões, com aumento de 6,5% em relação a 2006. Os investimentos totalizaram R$ 2,3 bilhões. Deste montante, 76% foram destinados à telefonia fixa (a maior parte banda larga) e o restante, à telefonia móvel.
Ao fim de 2007, a dívida líquida da empresa totalizava R$ 2,7 bilhões, o que equivale a 41% do Ebitda acumulado em doze meses. O saldo de caixa e aplicações financeiras alcançou R$ 6,7 bilhões.
Já o provedor Oi Internet terminou 2007 com aproximadamente 3,7 milhões de clientes. Deste total, 2,9 milhões utilizavam o acesso discado e cerca de 770 mil haviam aderido ao serviço de banda larga. O provedor está presente em mais de 2,2 mil localidades.
Investimentos e telefonia móvel
A companhia pretende desembolsar cerca de R$ 4 bilhões em 2008. No ano passado, o investimento foi de R$ 2,3 bilhões.
A expansão dos investimentos neste ano será determinada, entre outros fatores, pelo início das operações em terceira geração (3G), a entrada da companhia no mercado de telefonia móvel do Estado de São Paulo (tanto em segunda como em terceira geração) e a implementação da portabilidade numérica, que começará a ser oferecida em agosto em algumas cidades e evoluirá gradualmente até o primeiro trimestre de 2009.
Em telefonia móvel, a Oi espera encerrar o ano com 18 milhões de usuários em telefonia móvel apenas na Região I, o que significará aumento de 13% em relação ao fim de 2007.
IT Web – 28/02/2008

MS quer 40% do mercado móvel em três anos na AL
Os serviços de Terceira Geração vão impulsionar, e significativamente, a venda do Windows Mobile, sistema operacional da Microsoft, para dispositivos móveis na região. Meta da Microsoft é alcançar uma taxa de 40% do mercado nos próximos três anos. No Brasil, a MS atua em parceria com fabricantes, entre eles, a HTC, Palm, Samsung e Sony Ericsson, e também com as operadoras.
"Tenho absoluta convicção que num prazo de 10 anos, os smartphones vão ser 100% da base de terminais no mundo e a tendência também será seguida na América Latina. Esse mercado nos dará uma grande visibilidade", preconizou o vice-presidente da Microsoft para a América Latina, Hernán Rincón, que nesta sexta-feira, 29/02, esteve no Brasil, para o lançamento das versões do Windows Server 2008, SQL Server 2008 e do Visual Studio 2008.
"A Terceira Geração e a sua evolução permite uma oferta cada vez mais consistente e há uma rápida evolução dos terminais. Cada vez mais aplicações estarão rodando nos dispositivos móveis de alta performance", enfatizou o executivo.
Questionado do porquê do otimismo com relação ao sucesso do Windows Mobile na AL, Rincón afirma que uma das maiores buscas dos gestores que investem na mobilidade é levar para os dispositivos móveis, as facilidades do chamado "mundo tradicional do PC". "Neste caso, temos um grande impulso. A portabilidade dos dados é aberta e simples no Windows Mobile", ressaltou.
O vice-presidente da MS para a AL, no entanto, descartou a possibilidade de o mercado atender o pedido feito pelo CEO da Vodafone, Arun Sarin, no 3GSM, maior evento de indústria móvel do mundo, realizado de 11 a 14 de fevereiro, em Barcelona, na Espanha, de reduzir o número de sistemas operacionais disponíveis. Sarin disse que há muitos no mercado e que isso obriga as operadoras a trabalharem com sistemas diferenciados.
"A portabilidade dos dados é o grande objetivo de quem faz sistema operacional. O usuário quer trocar o telefone e levar os seus dados de forma transparente e simples. Esse é o desafio que se impõe. Quem atender esse requisito, fica no mercado", completou Rincón.
Hoje, o Windows Mobile é usado por 160 operadoras. O segmento de sistema operacional para dispositivos móveis é liderado pela Symbian, que detém cerca de 70% do mercado. O Windows Mobile responde entre 3% a 7% no market share mundial.
Convergência Digital – 29/02/2008

Nokia já tem mais de 40% do mercado mundial de telemóveis
A Nokia aumentou a sua quota de mercado, durante o último trimestre de 2007, e já controla mais de 40% do mercado mundial de equipamentos de telecomunicações móveis, seguida à distância pela Samsung. A norte-americana Motorola foi a única a perder quota de mercado, mas mantém a terceira posição no "ranking".
De acordo com os dados da Bloomberg, a Nokia encerrou o último trimestre do ano passado com um total de 133,2 milhões de telemóveis comercializados, o que representa 40,4% dos 330,1 milhões de equipamentos vendidos durante os últimos três meses de 2007.
A fabricante finlandesa cresceu, desta forma, de uma quota de 36,2%, no final de 2006, em resultado do aumento da procura pelos seus equipamentos de gama mais baixa nos mercados emergentes, e de aparelhos como o Nokia N95, N82 e N73, de gama alta, na Europa.
A Samsung, a número dois do "ranking", terminou o ano passado com uma quota de 13,4%, o que compara com os 11,3% registados no final de 2006, já a Motorola foi a única fabricante a perder quota de mercado, ainda que mantenha o terceiro posto em termos de vendas de telemóveis.
A companhia norte-americana controla 11,9% do mercado global, mais do que a Sony Ericsson, que segundo os dados revelados hoje tem um quota de 9%, e do que a LG, a fabricante que passou a contar com 7,1% do mercado, resultante da venda de 23,5 milhões de unidades no quarto trimestre de 2007.
No ano passado foram vendidos 1,15 mil milhões de telemóveis, a nível mundial, um crescimento de 16% face ao ano passado. A Gartner, uma consultora do sector, prevê que este ano as vendas abrandem em cerca de 10%.
Jornal de Negócios – 28/02/2008

GoVoip inova com soft switch
A GoVoip, empresa nacional de soluções de infra-estrutura NGN de última geração para telefonia IP, está fazendo uma aposta interessante ao trazer para o mercado o GoSW Now!, um soft switch plug-and-play.A solução vem com um CD para auto-instalação do sistema operacional a ser integrado a um servidor com configuração especificada. Além disso, conta com funções e serviços para operação em nível intermediário e interface gráfica Web amigável.
Trata-se de uma solução completa, com SIP Proxy, billing, mini-ERP (relatórios e monitoramento), mini-CRM (controle e cadastro de usuários, clientes finais, controle e registro de vendas de planos e produtos, criação de destinos e cadastro de rotas entrantes e saintes por Register e Tech Prefix), geração e emissão de boletos bancários eletrônicos e Painel de Controle do Usuário da operadora-cliente completo (conta detalhada, atualização de cadastro, vendas online, acesso a boletos e documentos disponibilizados).O GoSW Now! tem capacidade aproximada de 10 chamadas simultâneas passthrough, 800 a 1000 chamadas SIP peering ou rotas de wholesale e 2500 usuários registrados.
"O sistema tem funções simples e funciona como um operador completo, independente", explica Flávio Corrêa, diretor comercial e novos negócios da GoVoip. Segundo o executivo, a idéia de lançamento do produto foi oferecer uma solução mais robusta para pequenas operadoras e empresas que têm interesse em possuir uma operadora corporativa. "Antes o pequeno operador pegava alguém que oferecia as rotas e terminações com um custo por cliente, ou seja, um custo fixo operacional.
Outra alternativa era baixar o Asterisk, mas ele não funciona como uma solução de plataforma. Uma central precisa de robustez e precisão", analisa.Para Flávio, outra vantagem do produto é a facilidade de upgrade para as soluções seguintes da GoVoip.
"Conforme o cliente cresce aumenta a demanda por outras funções, relatórios e tarifação mais completos e regras de billing, entre outras. Como o software não tem limitação, ele consegue chegar a uma massa crítica que lhe permita crescer", diz.A recomendação de uso da solução é baseada na capacidade instalada de hardware, sendo o ideal um dual core com 4 gigas de RAM. Já a versão full começa demandando quatro servidores e tem capacidade inicial de 35 mil usuários registrados e de 3500 a 3800 chamadas simultâneas.Outra aplicação interessante apontada pelo diretor está nas empresas. "Imagina uma empresa poder ter uma operadora corporativa. Ela pode usar isso como diferencial estratégico. É possível incluir entre seus usuários outros escritórios ou filiais e até mesmo os principais clientes, falando com todos eles a custo zero', conta.
Estratégia
Apesar de começar a ser anunciado recentemente, já há clientes (que não foram citados) usando o GoSW Now! e Flávio conta que a receptividade tem sido boa. Também estão nos planos da empresa o envio de e-mail marketing e um site novo para divulgar essa e outras novidades prometidas para esse ano. "Vamos ainda aumentar a área comercial em São Paulo e expandimos as áreas de prestação de serviços, monitoramento e atualizações das soluções", conclui.
Convergência Digital – 29/02/2008

Mitsubishi Electric abandona fabricação de celulares
A Mitsubishi Electric anunciou hoje que deixará de fabricar telefones celulares, devido à forte concorrência e a baixa expectativa de crescimento do setor no Japão.
A companhia nipônica projeta vender 2,1 milhões de aparelhos no atual ano fiscal, sendo a maioria deles para a operadora NTT DoCoMo, líder do segmento no país. Desta maneira, as vendas deverão totalizar 100 bilhões de ienes (US$ 970 milhões).
Os recursos retirados da área de telefonia celular serão realocados nos serviços de infra-estrutura em telecomunicações, sistemas de segurança empresarial e sistemas de automação industrial, com melhores expectativas de retorno.
A Mitsubishi Electric é mais uma companhia que reestrutura seus investimentos no Japão. Nas últimas semanas, a Sanyo Electric anunciou que venderia seus negócios de fabricação de telefones celulares para a rival Kyocera. Outros exemplos são a Toshiba, que desistiu de investir em DVD de alta definição, e a Hitachi, que retirou-se do segmento de computadores pessoais.
InvestNews – 03/03/2008
Apple, RIM e ZTE ingressam no ranking dos 10 maiores fabricantes de celulares do mundo
A Apple, a Research In Motion (RIM) e ZTE passaram a figurar no ranking dos dez maiores fabricantes de telefones celulares do mundo em 2007. A ascensão é atribuída pelo instituto de pesquisas Gartner às inovações tecnológicas e ao avanço obtido por essas empresas nos chamados mercados emergentes, que estão produzindo um novo elenco de vencedores e vencidos no setor.
O iPhone da Apple, que passou a ser vendido nos Estados Unidos e na Europa no ano passado, estabeleceu um novo padrão de navegação móvel na web e transformou a fabricante de computadores na décima maior fornecedora de handset no quarto trimestre de 2007. O BlackBerry da RIM, por sua vez, se consolidou como o smartphone de e-mail móvel e levou a empresa canadense e se tornar a sexta maior fabricante de handsets, com base no número de aparelhos vendidos.
Mas o mais interessante é o aparecimento no ranking da fabricante chinesa ZTE, fabricante de equipamentos de telecomunicações, que começa a se estabelecer como uma forte concorrente a rivais ocidentais, como a Nokia. A ZTE tem conseguido ingressar nas operadoras móveis, como ocorreu recentemente na Vodafone, uma das maiores operadoras de celulares do mundo, que passou a dar preferência aos celulares baratos da empresa para fornecê-los nos mercados emergentes.
A analista do Gartner, Carolina Milanesi, oberva que a ZTE está produzindo celulares que custam US$ 40 ou menos para fornecer em mercados como o da Índia, e se deve se tornar “um grande aborrecimento” até mesmo para Nokia, a maior fabricante de telefones celulares do mundo.
O sucesso da ZTE contrasta fortemente com a queda da Motorola, que no ano passado perdeu o posto de segunda maior fabricante de telefones celulares do mundo para a Samsung. Agora a Sony Ericsson também ameaça ultrapassá-la. A fabricante americana viu sua participação de mercado cair para 11,9% nos últimos três meses de 2007, ante 21,5% no mesmo período do ano anterior. A queda de 9,6 pontos percentuais foi pior do que a apresentada durante o terceiro trimestre. O Gartner prevê que a empresa poderá sofre mais uma queda na sua participação de mercado neste primeiro trimestre de 2008.
A estratégia da Motorola de aumentar sua participação no mercado desandou em finais de 2006, porque faltava novos aparelhos para manter rentabilidade.
A Nokia, que obteve um recorde 40,4% de participação no mercado no quarto trimestre, e a Samsung, segunda maior fabricante mundial, continuaram a beneficiar do infortúnio da Motorola.
De acordo com o Gartner, as vendas globais de handsets aumentaram 16% em 2007, para 1,2 bilhão de dispositivos. Para este ano, no entanto, instituto de pesquisas estima que o mercado vá crescer apenas 10%.
Confira como ficou a ranking de participação de mercado no quarto trimestre de 2007, que tem como base os números de vendas:
Nokia = 40,4%
Samsung = 13,4%
Motorola = 11,9
Sony Ericsson = 9%
LG = 7,1%
RIM = 1,2%
ZTE = 1,2%
Sharp = 1%
Kyocera = 0,7%
Apple = 0,6%
TI Inside – 29/02/2008

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