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04/01/2008
GERAL
Mercado de chips recua em 2008, diz Gartner
O mercado de equipamentos com semicondutores deve se contrair em quase 10% por cento em 2008.
Principalmente por conta da redução dos gastos das fabricantes de memória de computadores, afirmou a consultoria Gartner.
O Gartner prevê gastos de 40,3 bilhões de dólares em equipamentos com chips, abaixo dos 44,8 bilhões de dólares estimados para este ano.
A SEMI, associação do setor que reúne as principais fabricantes de máquinas com microchips, previu neste mês gastos de 41,05 bilhões de dólares em 2008, mas estimou que as vendas de 2007 sejam de 41,7 bilhões de dólares, o que torna a queda menos saliente.
"Esperamos que a correção nos investimentos de capital no mercado de DRAM leve o mercado de equipamentos de capital para uma correção", disse o analista Klaus Rinnen, da Gartner, em referência a um tipo de memória randômica (DRAM) usada em computadores.
"No lado negativo também há outro ano lento na fundição e um clima mais cauteloso de modo geral com os investimentos em meio à maior preocupação com uma recessão nos Estados Unidos."
Os fabricantes de memória flash, usada em tocadores de música e cartões de memória de câmeras digitais e celulares, no entanto, esperam impulsionar ainda mais as vendas, disse a Gartner.
Entre as maiores fabricantes de equipamentos com chips estão a Applied Materials, a ASML e a Tokyo Electron .
Em novembro, a Applied Materials, maior fornecedora de máquinas para a fabricação de microchips, divulgou uma queda de 6 por cento nos lucros e na receita no quarto trimestre fiscal, encerrado em 28 de outubro.
Ela também fez uma previsão de lucros no trimestre atual muito abaixo da expectativa de Wall Street.
Reuters – 21/12/2007

AUTOMOTIVO
Autopeças investe e cobra expansão das montadoras
A indústria brasileira de autopeças está pronta para o crescimento de produção de veículos em torno de 10%, previsto pelas montadoras em 2008. Mas desta vez o gargalo poderá ser nas próprias linhas de montagem de veículos. O alerta vem de Flávio Del Soldato, presidente da Usiparts, empresa de autopeças que pertence à Usiminas.
Fazendo contas a partir do atual variação mensal, a indústria automobilística já está funcionando no ritmo de uma produção anual de 3,3 milhões de veículos. O número já é superior ao total de 3,24 milhões de unidades, calculado pela Associação nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a entidade que reúne as montadoras no país, para este ano.
Salvo surpresas, nada deverá interromper a curva de crescimento do setor automotivo. As linhas de montagem trabalham com médias de 280 mil a 290 mil veículos por mês. A prevalecer a tendência, a produção brasileira de veículos anual estará próxima das 4 milhões de unidades em 2010.
"Para atender essa demanda a indústria precisa ter uma capacidade para pelo menos 5 milhões de unidades", destaca Del Soldato. Hoje as linhas de montagem instaladas no Brasil estão aptas para produzir 3,5 milhões.
Algumas empresas como Volkswagen, General Motors, Fiat e o grupo PSA Peugeot Citröen anunciaram revisões de programas de investimentos que possibilitam ampliar a capacidade a níveis maiores do que os anunciados previamente. Há, no entanto, empresas à espera da autorização das matrizes para elevar a produção.
O setor chegou a um novo ciclo de investimentos. Resta saber se a indústria montadora tem o mesmo entusiasmo para dar passos tão largos como os que deu em meados da década de 90. Naquela ocasião, os cálculos de crescimento ficaram abaixo da realidade, frustrando a todos.
Por isso, já se pensa em outras formas de resolver o problema se o gargalo de fato se concentrar na indústria terminal, como diz o presidente da Usiparts. Pouco antes de o ano terminar, o presidente da Volks do Brasil, Thomas Schmall, acenou com a possibilidade de testar no Brasil um modelo utilizado na Europa: a terceirização de montagem final.
A Usiparts é parte interessada nesse processo. A empresa já fornece partes acabadas de carroceria para as fábricas da Mitsubishi, em Catalão (GO). E para os fabricantes de caminhões Ford e Scania, em São Bernardo do Campo (SP). Del Soldato conta que a Usiparts investiu R$ 80 milhões na compra de prensas para se preparar para a nova fase de crescimento do setor.
Não apenas a Usiparts pensou em investir antes de os pedidos aumentarem ainda mais. Pesquisa recente do Sindipeças mostrou que 77% dos associados tomaram a iniciativa de investir em 2007, mesmo sem o estímulo direto dos clientes, como resultado da constatação de que a forte demanda do mercado brasileiro de veículos não é um movimento passageiro.
O Sindipeças acusa um total de investimentos de US$ 1,35 bilhão na indústria de autopeças em 2007. Segundo Paulo Butori, presidente da entidade, o total de recursos aplicados pelo setor em 2008 deverá somar US$ 1,6 bilhão.
"Os investimentos do setor de autopeças não aparecem tanto quanto os das montadoras, mas isso vem acontecendo", afirma Gábor Déak, presidente da Delphi, uma das maiores fabricantes de autopeças do mundo. Em 2007, quase todas as fábricas brasileiras dessa companhia americana trabalharam 24 horas por dia.
Há mais ou menos um ano, as montadoras viviam se queixando da falta de componentes. Muitos automóveis iam para os pátios sem alguma peça, que tinha de ser instalada no próprio estacionamento do estoque. Os fabricantes de veículos pararam de reclamar.
Poucos dias antes do Natal, o vice-presidente mundial de compras da General Motors, Bo Andersson, passou pelo Brasil para visitar as fábricas da companhia e seus fornecedores. Segundo disse, o principal motivo da sua visita ao país foi "agradecer pessoalmente" os fabricantes de autopeças por terem ajudado a montadora a elevar a produção.
Segundo Andersson, boa parte dos 300 fornecedores que a GM tem no Brasil trabalharam 24 horas por dia em 2007. O executivo reclama, no entanto, da falta de competitividade em três segmentos: aço, vidros e pneus. Isso é que leva, segundo ele, à importação. A GM comprou pneus da China em 2007. Andersson afirma que a montadora prefere se abastecer nos mercados em que vende os veículos. "Deslocar peças em navios é bem mais difícil", diz. No entanto, afirma o executivo, a empresa continuará importando itens quando avaliar que falta competitividade local.
Na análise de final de ano para os associados, Butori reclamou apenas do câmbio. "O ano de 2007 foi muito bom para o setor de autopeças. Apesar das dificuldades provocadas pela valorização do real ante o dólar, que nos fez perder rentabilidade nas exportações e amargar o primeiro déficit comercial desde 2002, vivemos momentos diferentes de tudo a que assisti desde que assumi a presidência do Sindipeças, em 1994", destacou.
A indústria de autopeças terminou 2007 com faturamento total de US$ 35,7 bilhões, o que representa um crescimento de 19,80% na comparação com 2006. Desse total, 63,4% foram obtidos com o fornecimento para as fábricas brasileiras das montadoras. Como o total importado - US$ 9 bilhões - ficou acima da soma das exportações - US$ 8,9 bilhões -, essa indústria registrou um déficit de US$ 100 milhões, depois dos anos seguidos de superávit desde 2002. Os fornecedores de peças abriram 16 mil novas vagas em 2007, terminando o ano com 215 mil empregados.
Valor Online – 03/01/2008
A Renault foi a marca de mais cresceu
A Renault deu um passo importante para a recuperação da liderança entre as novas montadoras, posto que ocupou em 2001 e depois perdeu. Fechou o ano apenas na sétima posição, mas foi a marca que mais cresceu no mercado brasileiro em 2007, uma evolução de 42,4%, passando de 51.672 unidades para 73.576. A Citroën foi a segunda que mais cresceu, com um índice semelhante, aumento de 42%, passando de 34.906 para 49.565 veículos.
É verdade que as duas partiram de uma base de vendas bem inferior ás líderes do mercado, Fiat e Volks, que cresceram, cada uma, cerca de 130 mil unidades em 2007, mas os aumentos percentuais foram menores: 31,8% (Volks) e 30,5% (Fiat). Além dessas quatro, outra francesa, a Peugeot, encerrou 2007 com um crescimento acima da média do mercado, que foi de 27,7%. A Peugeot aumentou as vendas em 28,6% no ano. E foi só. As outras cinco das dez marcas mais vendidas no Brasil tiveram um desempenho abaixo da média do mercado.
Terceira colocada no ranking do ano passado, a GM não acompanhou o crescimento do mercado interno, fechando com aumento de apenas 21,6%. Em números absolutos, no entanto, a GM teve um incremento de quase 90 mil unidades no ano. A Ford vendeu 45 mil carros a mais em 2007, mas o aumento foi de apenas 20,4%, 7,3 pontos percentuais abaixo do crescimento do mercado total.
A Honda cresceu 27,4%, próximo da média, e a Mitsubishi 22,1%. O pior desempenho foi da Toyota, que além de perder a quinta posição no ranking de vendas (ficou apenas em oitavo lugar em 2007), praticamente não ampliou as vendas em relação a 2006: vendeu 72.068 unidades no ano passado, ante 69.668 no ano anterior.
Montadora
2006
2007
Evol.%
1º
Renault
51.672
73.576
42,4
2º
Citroën
34.906
49.565
42,0
3º
Volkswagen
437.160
576.275
31,8
4º
Fiat
465.533
607.526
30,5
5º
Peugeot
61.174
78.642
28,6
Mercado
1.927.738
2.462.387
27,7%
6º
Honda
67.329
85.747
27,4
7º
Mitsubishi
23.528
28.726
22,1
8º
GM
409.917
498.590
21,6
9º
Ford
220.466
265.347
20,4
10º
Toyota
69.668
72.068
3,4
AutoInforme – 03/01/2008
Economistas apostam em crescimento de 5% no ano
Apesar da crise nos Estados Unidos, a Confederação Nacional das Indústrias faz projeções otimistas para a economia brasileira em 2008. A instituição prevê um crescimento de 5% nas exportações em relação ao ano passado e uma média de R$ 1,72 por dólar no período.
A demanda interna, o aumento dos investimentos públicos e privados e o cenário externo favorável devem garantir o bom resultado, segundo a CNI.
O setor automotivo também aposta em aumento dos negócios. A Associação Nacional de Veículos Automotores (Anfavea) espera vender 2,880 milhões de veículos em 2008, e produzir 3,240 milhões no mesmo período, o que gerará 10,6 mil novos empregos.
A construção civil pretende bater recordes na contratação de mão-de-obra. Segundo o Sindicato da Indústria de Construção Civil (Sinduscon), deve haver um aumento de 7,9% em 2008.
Já a geração de novos empregos será incentivada pelo turismo regional. Para a Federação das Empresas de Fretamento do Estado de São Paulo, a iniciativa proporcionará escoamento da produção local, desenvolvimento e renda para as comunidades de cada região.
Na área tecnológica, a convergência e a integração de conteúdos via web estão na pauta deste ano. A Anatel projeta crescimento recorde de 15% em 2008.
AutoInforme – 03/01/2008

Importação cresce e chega a 10,5%
O setor de importados viveu uma forte crise no período entre 1999 a 2004. Com uma participação de apenas 3,9% em 2004, muitos importadores cogitaram parar as atividades no Brasil. Mas finalmente o setor pode comemorar o crescimento das vendas. Em 2006 as vendas de importados já haviam dado um salto de 61%. Em 2007, apenas de janeiro a novembro, as vendas cresceram 66% em relação a todo o volume vendido no ano anterior, um total de 234.777 unidades. Com isso, a participação dos importados nas vendas passou a ser de 10,5%.
Nesse número estão incluídos os carros produzidos na Argentina e cuja produção é vendida em sua maior arte no Brasil, caso da perua Fox e da picape Hilux.
A Argentina é o maior exportador para o Brasil. 65,1% dos estrangeiros vendidos aqui vêm do país vizinho. O México está em segundo lugar, com participação de 13,5% das importações brasileiras.
Com a forte presença da Kia Motors e da Hyundai, os carros coreanos são os asiáticos mais vendidos no Brasil, com participação de 6,7% do total, volume superior aos japoneses, que representam 4,5% das vendas de importados.
Os luxuosos veículos da Alemanha representam 4,2% das vendas de importados. Em seguida vêm os franceses e ingleses, com participação de 2,3%, e 1,4%, respectivamente. A Austrália tem 1,3% do bolo de importados e os Estados Unidos apenas 0,6%. O restante de 0,5% é dividido entre Suécia, Bélgica, Itália e Áustria.
País Participação %
Argentina 65,09
México 13,5
Coréia do Sul 6,67
Japão 4,47
Alemanha 4,16
França 2,31
Inglaterra 1,36
Austrália 1,29
Estados Unidos 0,65
Outros 0,51
Fonte: Anfavea
AutoInforme – 28/12/2007

CONSUMER
Siano lança nova geração de chips receptores para TV digital móvel
A Siano Mobile Silicon (www.siano-ms.com), líder de fabricação em chips para TV móvel anunciou hoje o lançamento de uma nova família de chips receptores para TV digital móvel (MDTV), a SMS1100. Após testes de campo bem sucedidos na Europa, Japão e Coréia, a família SMS1000 vem ampliar os limites do mercado de TV móvel em relação ao desempenho do receptor, quantidade de funções, consumo de energia e cobertura global. Um único chip receptor SMS1100 aceita, de forma notável, a recepção de sinais de TV ISDB-T, o padrão de transmissão do Brasil e Japão, além dos padrões que já fazem parte do portfólio da Siano: DVB-H, DVB-T, DAB, DAB-IP e T-DMB. A Siano é a única fabricante de chips para TV móvel que oferece compatibilidade com todos os padrões de transmissão global em um único chip, incluindo Rússia, Europa Ocidental, Coréia, Japão, Sudeste Asiático e Brasil, com desenvolvimentos avançados já esperados na China e Estados Unidos.
Outra característica marcante da nova família SMS1100 é seu desempenho de altíssima mobilidade e sensibilidade, jamais visto no mercado. Com a incorporação ao chip de um inovador mecanismo patenteado de estimativa de canais de última geração, a Siano aumentou seu desempenho e a sensibilidade para níveis jamais vistos na indústria. Testes de campo realizados com o SMS1100 mostram que os usuários finais poderão assistir TV móvel em garagens e outros locais isolados ou a bordo dos trens mais rápidos do mundo, como o TGV francês ou o trem-bala japonês Shinkansen, ou mesmo dentro de um automóvel na Autobahn alemã.
A Siano também bateu o seu próprio recorde de baixo consumo de energia, o que influencia na capacidade da bateria dos aparelhos de TV móvel. O SMS1100 consome menos de 165 miliwatts (sintonizador e demodulador combinados) na recepção de sinais de TV de alta-definição (HDTV) em transmissões DVB-T, 70% menos do que as soluções da concorrência, o que significa mais horas de TV sem a necessidade de recarregar a bateria
"2008 verá a expansão da TV móvel do Japão, Coréia e Itália para a maior parte da Europa, Sudeste Asiático, China e Brasil", disse Alon Ironi, Presidente da Siano. "Ao mesmo tempo, a tecnologia DVB-T já utilizada em mais de 40 países agora está disponível para dispositivos móveis; com muitos canais de HDTV prontos para serem inaugurados. Enquanto a nossa família anterior de chips, a SMS1000, possibilitou os primeiros desenvolvimentos da TV móvel, a nova SMS1100 fará com que a TV móvel possa ser acessada de qualquer lugar, com qualidade cristalina, este produto é a locomotiva que irá transportar toda a indústria, alavancando o enorme potencial do mercado de TV móvel", acrescentou Ironi.
Semelhante à geração anterior da Siano, a nova SMS1100 integra tanto o sintonizador de RF quanto o demodulador (baseband), eliminando a necessidade de componentes externos. A família SMS1100 pode ser adaptada a vários mercados e aplicações específicas. A SMS1150, por exemplo, se destina à utilização da TV móvel em notebooks, com uma interface USB 2.0 de alta velocidade e suporte total a diversidade com MRC enquanto a versão SMS1130 se destina a celulares DVB-H.
A SMS1100 já está disponível em amostras e será produzida em massa no primeiro trimestre de 2008. Todas as versões da família SMS1100 serão entregues no mesmo formato BGA: dimensões de 6,2mm x 6,5mm x 1mm e 131 pinos. A Siano fará demonstrações da SMS1100 na Feira CES em Las Vegas entre os dias 7 e 10 de janeiro (Centro de Convenções de Las Vegas, Stand 6538MP, Ala Norte).
Business Wire – 02/01/2008

Samsung cria TV orgânica ultrafina
A fabricante sul-coreana de telas Samsung-SDI anunciou na quinta-feira que desenvolveu uma tela orgânica ultrafina, intensificando a corrida mundial pelos dispositivos que podem ameaçar o domínio do plasma e do cristal líquido.
O anúncio da Samsung-SDI acontece depois que a Sony começou a vender em novembro uma tela de 11 polegadas com diodos orgânicos emissores de luz (tecnologia conhecida como Oled). A companhia japonesa já revelou um protótipo de 27 polegadas.
Os fabricantes de telas estão cada vez mais apostando nas telas Oled de matriz ativa (AM-Oled) como mecanismo de impulso de seu crescimento porque elas são capazes de exibir imagens mais brilhantes com menos consumo de energia.
A Samsung-SDI informou que seu módulo de 31 polegadas tem apenas 4,3 milímetros de espessura ou um décimo da espessura típica de uma tela LCD. O protótipo também vai consumir menos da metade da eletricidade consumida por uma tela LCD de 32 polegadas.
O tempo de vida útil da tela AM-Oled é de 35 mil horas, a melhor performance entre aparelhos semelhantes, segundo a companhia sul-coreana.
Representantes da Samsung-SDI não informaram quando a tela de 31 polegadas começará a ser reproduzida em massa, afirmando que a decisão depende dos planos dos fabricantes de TVs.
Mas eles informaram que a Samsung Electronics, maior fabricante mundial de televisores de cristal líquido (LCD), vai exibir um protótipo de aparelho de 31 polegadas durante a mostra Consumer Electronics Show, em Las Vegas, no início de janeiro.
A Samsung-SDI também está planejando produção em massa em 2008 de telas de 14 polegadas, disse Yoo Eui-jin, diretor da equipe AM-Oled da companhia.
Embora o executivo não tenha informado as companhias que usarão as telas AM-Oled em seus aparelhos, ele disse que uma série de fabricantes demonstraram interesse na tecnologia.
Apesar de pequenas telas AM-Oled já serem utilizadas em celulares e players de mídia digital sofisticados, grandes modelos são mais difíceis e mais caros de se produzir. Os envios de TVs Oled de 11 polegadas da Sony têm sido limitados a 2 mil unidades por mês.
INFO Online – 27/12/2008

Netflix vai transmitir vídeos em streaming para televisores
A loja on-line de aluguel de filmes Netflix vai passar a transmitir filmes e outros programas diretamente para para os televisores --sem que os arquivos tenham de passar por um computador--, por meio de um set-top box conectado à internet.
O equipamento, que será produzido pela LG Electronics e deve chegar ao mercado até o fim do ano, tem a missão de elevar a audiência do serviço de vídeos em streaming, que a Netflix oferece a cerca de 7 milhões assinantes.
A LG não divulgou quanto deve custar o aparelho, mas set-top boxes similares feitos pela Apple ou o Vudu custam de US$ 299 (cerca de R$ 520) a US$ 399 (R$ 700).
O serviço de vídeos por streaming é uma das principais estratégias da Netflix para atrair consumidores para o mercado de aluguéis on-line, a medida que o download de filmes se torna mais popular.
O novo aparelho vem com a missão de resolver um dos principais problemas em assistir vídeos em "transmissão instantânea" pela internet: o fato de eles basicamente só poderem ser vistos em um computador, o que não é usual para grande parte da população.
A intenção é que o aparelho passe a atrair mais pessoas para o mercado de vídeos on-line. Por enquanto, ainda será necessário acessar o site da Netflix para que o internauta escolha quais filmes quer ver. A lista escolhida, vai então, aparecer na televisão.
Resposta
O anúncio do lançamento vem poucos dias depois do surgimento de rumores de que a A Apple e a Twentieth Century Fox estejam costurando um acordo para permitir que os internautas aluguem filmes da produtora por meio da loja de mídia on-line iTunes.
Caso se confirme, a aliança Apple-Fox vai bater de frente com a Netflix, que é uma das líderes no mercado de aluguel de filmes on-line nos Estados Unidos, e também com a Blockbuster, que domina o aluguel "físico" de vídeos
Folha Online – 03/01/2008

Lenovo entra no mercado de PCs para consumidor nos EUA
A chinesa Lenovo apresentou seu primeiro computador voltado aos consumidores nos Estados Unidos na quarta-feira, expandindo sua atuação na região, onde entrou pela primeira vez em 2005 com a aquisição da divisão de computadores pessoais da IBM.
A introdução de três novos modelos de notebook com atributos avançados é parte de uma expansão mais ampla da Lenovo no mercado global de PCs para consumidores. A empresa planeja também vender os novos computadores na França, Rússia, África do Sul, Índia, Austrália, Cingapura e Malásia, entre outros mercados.
A companhia já atua na China, Índia e Cingapura, mas espera que os novos produtos ajudem a aumentar sua fatia de mercado e reconhecimento da marca. Nos Estados Unidos, as vendas têm sido limitadas ao setor corporativo.
A Lenovo está introduzindo sua nova linha em meio à disputa com a taiwanesa Acer, que vende computadores aos consumidores através de sua rede de varejo Best Buy e outras lojas nos Estados Unidos, bem como na Europa e Ásia. A Acer comprou a norte-americana Gateway em outubro, como parte de sua estratégia para tirar a Lenovo do posto de terceira maior fabricante mundial de PCs.
Entre os novos atributos dos computadores da Lenovo estão um programa de reconhecimento facial e tecnologia multimídia.
A Lenovo, cuja receita no terceiro trimestre foi de 4,43 bilhões de dólares, planeja iniciar a venda de um dos novos modelos de computadores nos Estados Unidos esta semana a partir de 799 dólares, e um segundo modelo no final de janeiro a 1.199 dólares. O terceiro modelo, sem preço revelado, deve chegar ao mercado em abril.
O notebook é o setor que mais cresce no mercado de computadores nos Estados Unidos, com um aumento estimado de 21 por cento em 2007, segundo a empresa de pesquisa IDC.
A Lenovo, maior fabricante de PC da China, está entre as várias empresas que apresentarão laptops pra consumidores norte-americanos na Consumer Electronics Show (CES) em Las Vegas, maior feira da indústria nos Estados Unidos, que deve começar semana que vem.
A Acer e a Asustek Computer também possuem modelos projetados para o mercado norte-americano que irão mostrar no evento. As três empresas asiáticas estão tentando tornar suas marcas reconhecidas internacionalmente e competir com a Hewlett-Packard, Dell e Apple, fabricantes dominantes nos Estados Unidos.
Reuters – 03/01/2007

Sharp e Toshiba firmam acordo para LCD e semicondutores
A Toshiba afirmou nesta sexta-feira que irá comprar uma grande quantidade de telas de cristal líquido (LCD) da Sharp, como parte de uma aliança entre as duas fabricantes de eletrônicos no setor.
A Toshiba afirmou que irá adquirir painéis LCD produzidos em uma fábrica de 380 bilhões de ienes (3,4 bilhões de dólares) montada pela Sharp em Osaka, oeste do Japão. Em contrapartida, a Sharp irá comprar semicondutores da Toshiba para usar em suas telas.
Reuters – 03/01/2007

IDENTIFICATION
O RFID vai para as ruas
Como as etiquetas inteligentes estão se infiltrando em depósitos, carros e até garrafas de vinho.
A partir de maio de 2008, quem comprar um carro zero no Brasil vai receber uma placa eletrônica junto com os documentos do licenciamento. Equipada com chip e antena RFID, essa placa — fixada no pára-brisa dianteiro — funcionará como a identidade digital do veículo. Nas ruas, antenas leitoras registrarão sua passagem, ao captar as informações gravadas no chip — basicamente, o número da placa, do chassi e o código Renavam. Se o carro for roubado ou estiver em situação irregular, o alerta chegará automaticamente aos fiscais de trânsito.
O Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos (SINIAV) é um dos exemplos de como as etiquetas inteligentes estão se infiltrando no dia-a-dia das pessoas. Em três anos em meio, o projeto deverá colocar o RFID nas ruas e nas frotas de veículos, tanto novos como usados, de todas as cidades brasileiras. Antes restritas principalmente às fábricas e centros de distribuição, as etiquetas inteligentes, ou tags, vão ganhando novas aplicações em hospitais, aeroportos, lojas de departamento e até em supermercados. De acordo com a empresa de pesquisas ABI Research, 59% do mercado global de RFID atualmente está concentrado em aplicações mais maduras, em quatro áreas básicas: controle de acesso, identificação de animais, automotiva e cobrança automática de pedágios.
Segundo a empresa, em cinco anos essa participação deverá cair para 45%, porque outras aplicações estão crescendo rapidamente. As principais estão nas áreas de segurança — por exemplo, com os passaportes e documentos de identidade eletrônicos —, de gerenciamento da cadeia de fornecedores, de pagamentos com cartões sem contato e de controle de ativos.
A redução no preço das tags tem contribuído para a intensificação do uso do RFID. De acordo com a EPCglobal, entidade responsável pela implantação do Código Eletrônico de Produto (que se baseia nas etiquetas inteligentes), cerca de 700 empresas já estão usando RFID no mundo, só com esse padrão. O custo da etiqueta no mercado internacional está em torno de 15 centavos de dólar. "Houve uma queda de 50% no preço, em relação ao ano passado", afirma Roberto Matsubayashi, gerente de soluções de negócios da GS1 Brasil, que é ligada à EPCglobal.
Por outro lado, é preciso levar em conta que a tecnologia RFID também exige investimentos em infra-estrutura — ao menos em antenas leitoras, que ativam as etiquetas e captam as informações gravadas no chip, e no middleware, software que traduz e consolida os dados recebidos dos leitores antes de enviá-los para os sistemas corporativos. "Além disso, o ideal é que toda a cadeia de fornecedores esteja integrada ao sistema, para que ele seja mais eficiente", diz Carlos Levenstein, country manager da Zebra Technologies no Brasil.
Eletrodomésticos chipados
Para Frederico Wanderley, CIO da Casas Bahia, o importante é o custo-benefício da tecnologia. "Não se deve pensar no valor da etiqueta, mas nas melhorias que o RFID pode trazer para os processos", afirma. Entre elas, Wanderley menciona a agilidade na identificação dos produtos e a diminuição das margens de erros. "Isso já paga o investimento", diz.
Wanderley começou a estudar a tecnologia RFID há três anos. Hoje, a Casas Bahia tem um piloto no seu centro de distribuição em Jundiaí, no interior de São Paulo, que é um dos maiores do mundo — são 300 mil metros quadrados de área. Lá estão instalados 17 portais equipados com leitores e antenas RFID, por onde passam as caixas de mercadorias com as tags. A antena capta — a até três metros de distância — as informações gravadas nos chips dessas etiquetas, que passam pelo middleware da Global Ranger e vão para o sistema de gestão da empresa. No ERP, fica registrada a quantidade de unidades de cada produto que entrou — ou saiu — no centro de distribuição e também em qual prateleira ele foi colocado, para facilitar sua localização.
A experiência ainda está restrita a eletrodomésticos de linha branca, mas, a partir de outubro, deve incluir os móveis Bartira, produzidos pela Casas Bahia — que já vão sair da fábrica com as etiquetas inteligentes. Segundo Wanderley, o objetivo é acompanhar o produto desde que ele entra no centro de distribuição até a casa do cliente. "Mesmo depois da entrega, a etiqueta RFID pode ficar em stand-by, para ser reativada quando for preciso, por exemplo, no caso de uso da garantia", afirma.
O inventário de bens é outra aplicação de retaguarda em que o RFID vem fazendo sucesso. O Banco do Brasil está implantando uma solução desse tipo na área de TI, que tem o ambiente mais complexo em termos de controle de ativos. "São dez mil elementos, como micros, servidores, storage, roteadores, racks e até placas de rede", afirma José Francisco Alvarez Raya, gerente-geral de TI do banco. "Eles precisam ser conferidos um a um, porque é comum a troca ou movimentação de equipamentos."
Realizado manualmente, esse trabalho levava dois meses e ocupava de três a quatro funcionários. Com as etiquetas inteligentes, que estão sendo afixadas em cada placa, computador ou outro equipamento, o inventário será automático — e instantâneo. Quatro antenas leitoras RFID, instaladas nos acessos ao CPD, captam as informações gravadas no chip (basicamente o código de identificação do bem) e enviam para dois servidores dedicados a essa aplicação — que está sendo integrada ao sistema de inventário do banco. "Assim teremos registrado tudo sobre o equipamento: se foi para manutenção, quanto tempo ficou fora e quando voltou", explica Raya.
No Bradesco, a intenção é usar o RFID em cartões sem contato, para facilitar o pagamento de compras de pequeno valor, como lanches ou ingressos de cinema. "Para as transações de valor mais alto, a tecnologia RFID ainda é precária", diz Laércio Albino Cezar, vice-presidente do banco. "Mas nos micropagamentos, a pessoa vai poder usar o cartão sem digitar a senha."
Por enquanto, o Bradesco está avaliando essa aplicação em laboratório, em parceria com a Visa, dona de uma rede de terminais POS espalhada por todo o país. A freqüência utilizada é de 13,56 MHz — o que permite a leitura do chip RFID pelas antenas a uma distância média de 5 centímetros. Cezar diz que o objetivo é acrescentar essa nova função aos cartões Bradesco, que terão de incorporar a antena RFID. Já os terminais da Visa serão adaptados para poder ler as informações do chip a distância.
Vinhos com etiqueta
O Pão de Açúcar, por sua vez, incluiu as etiquetas inteligentes na vitrine de tecnologias exibidas no supermercado high tech que inaugurou recentemente no Shopping Iguatemi, em São Paulo. Em sua adega, todas as garrafas de vinho — de 365 tipos diferentes — são identificadas por tags. Para saber o preço e outras informações sobre o vinho escolhido — produtor, tipo de uva, região de origem e pratos com os quais combina —, o cliente só precisa aproximar a garrafa, mesmo no carrinho, do leitor RFID instalado no quiosque da seção. A antena do leitor capta o código de identificação do produto gravado no chip da etiqueta e envia, via rede Wi-Fi, para o servidor da loja onde roda o banco de dados SQL Server. As informações sobre o vinho são exibidas, então, na tela touchscreen do quiosque.
Aplicações no varejo, no entanto, ainda são raras, porque dependem da identificação de cada produto com a etiqueta RFID. E o ideal é que isso seja feito pelos fabricantes. Lá fora, muitos deles já estão colocando essas etiquetas em diversos produtos, para atender às exigências feitas por grandes redes varejistas —em especial, o Wal-Mart, nos Estados Unidos, e os supermercados do grupo Metro, na Alemanha. No Brasil, o próprio Pão de Açúcar resolveu testar, em sua nova loja, como seriam as compras num supermercado do futuro. Para isso, equipou alguns carrinhos com etiquetas inteligentes e com uma espécie de PDA, que vai registrando — e somando — os produtos adquiridos pelo cliente. Ao chegar no caixa, o leitor RFID identifica o carrinho e o terminal busca no banco de dados as informações sobre a compra (enviadas pelo PDA via rede sem fio), emitindo a nota automaticamente. O problema é que, como a maioria dos produtos não tem a tag, um funcionário da loja precisa acompanhar o cliente, para passar o scanner sobre o código de barras. Mas essa não foi a primeira experiência do Pão de Açúcar com o RFID: em 2005 fez um piloto no centro de distribuição, em parceria com a Procter & Gamble e a Gillette.
Multa instantânea
A identificação e o rastreamento de objetos e animais são outras aplicações do RFID que vêm crescendo no país. Os Correios pretendem iniciar um piloto em 2008, envolvendo o uso dessa tecnologia no rastreamento de malotes — a empresa tem 300 mil malotes contratados, dos quais 90 mil, em média, circulam diariamente por seus sistemas de triagem automatizada.
Com o SINIAV, o rastreamento chegará aos veículos. Muitos deles já usam o RFID para pagar eletronicamente pedágios e estacionamentos pelo sistema Sem Parar. Agora, todos terão a identificação gravada no chip da nova placa eletrônica. "O rastreamento vai permitir gerenciar melhor o trânsito e fornecer informações mais precisas à população", afirma Aquiles Pisanelli, assessor da diretoria de operações da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), de São Paulo.
A cidade já teve uma experiência piloto, que durou quase dois anos. Foi encerrada em junho passado e envolveu 500 carros, ônibus e táxis. Para captar as informações dos chips RFID instalados nesses veículos, a CET instalou 24 antenas no quadrilátero formado pelas avenidas Rebouças, 9 de Julho, Paulista e Faria Lima. A freqüência utilizada foi de 5,8 GHz (a mesma do Sem Parar). Segundo Pisanelli, o sistema permitiu, por exemplo, estabelecer a velocidade média dos carros, com base no tempo gasto para ir de uma antena a outra. O dinheiro para a instalação dos leitores RFID em toda a cidade, no entanto, deverá vir de outra aplicação dessa tecnologia: a identificação dos veículos em situação irregular. Em São Paulo, estima-se que 30% dos veículos não pagam tributos, como IPVA, multas e licenciamento.
No caso dos animais, o principal objetivo do uso do RFID é a identificação. Para entrar num país da União Européia, qualquer animal precisa ter um microchip desse tipo implantado por uma clínica com certificação ISO (porque o chip deve ser compatível com os diferentes leitores do mercado). A Bicho de Casa, de Porto Alegre, é uma delas. "Hoje, colocamos em média seis microchips por semana, principalmente em cães e gatos", diz a veterinária Ivana Fatur, dona da Bicho de Casa. A implantação é feita na própria clínica, por meio de um aplicador (semelhante a uma seringa). Apesar de ter como finalidade a identificação, o chip pode guardar outras informações sobre o animal, como as vacinas que tomou, o histórico de doenças e cirurgias. "Cuidei de animais que hoje moram em outros países, mas o veterinário acessa essas informações pelo microchip", afirma Ivana.
INFO Online – 03/01/2008

Etiquetas eletrônicas Unisys em supermercado
A rede de supermercados paulista Jaú Serve inaugurou nesta quinta-feira, 20, sua maior loja, localizada na cidade de Jaú-SP. Como diferencial, a nova unidade conta com etiquetas eletrônicas, que asseguram que o preço do produto na prateleira e no checkout seja exatamente o mesmo.
"A alteração dos preços é feita de maneira automática nas gôndolas e nos caixas por um único servidor", explica o gerente de TI da rede de varejo, Angelin Scuciato. A loja, primeira do interior do estado a ser equipada com este tipo de tecnologia, teve suas 9.700 etiquetas eletrônicas implantadas pela Unisys.
As etiquetas também modernizam a comunicação visual dos produtos, já que o modelo eletrônico possui variedade de cores e tamanhos e é de fácil instalação. "O visual da etiqueta deixa as prateleiras mais bonitas – os clientes enxergam melhor, dá um aspecto mais clean à gôndola", explica Scuciato.
O novo supermercado conta com mais de 4800 m² de área construída, 200 funcionários e exposição de dez mil itens. Ao total, a rede Jaú Serve possui hoje 29 lojas, em 15 cidades de São Paulo.
Baguete – 21/12/2007

INDUSTRIAL
Star Soft anuncia crescimento de 20% nos canais de distribuição em São Paulo
Com soluções de TI focadas para gestão corporativa, empresa consolida atuação na capital paulista e amplia programa de captação de parceiros de negócios.
A Star Soft - Indústria de Software e Soluções, especializada em sistemas para gestão corporativa e presente há 19 anos no mercado, comemora o consistente crescimento de 20% nas operações de seus canais de distribuição até o mês de outubro de 2007. Esse índice representa a conquista de novos clientes e geração de mais negócios em sua unidade instalada em São Paulo, há 19 anos.
"Atribuímos o impulso alcançado às ações de marketing desenvolvidas, aos diferenciais de nosso modelo de parcerias e ao trabalho de campo realizado. A idéia é nos antecipar às necessidades e estar mais próximos dos clientes, o que nos permite estabelecer um relacionamento personalizado e garantir este diferencial de atendimento valorizado em um mercado tão competitivo", acredita Nilton Augusto, diretor de canais da Star Soft.
De acordo com o executivo, os segmentos de Construção Civil (denominado pela Star Soft como Construbusiness) e Sucroalcooleiro atraíram um grande volume de investimentos aplicados em novos projetos. "Essas ações favorecem um crescimento respaldado, com ampla modernização setorial", acrescenta Augusto. De olho no mercado internacional, a Star Soft planeja levar seu know-how tecnológico para países como Argentina, Venezuela, México entre outros da América Latina.
As iniciativas desenhadas pela empresa resultam de aspectos como fortalecimento da estrutura física e de pessoal, com foco na profissionalização total dos colaboradores, além do lançamento de produtos específicos da linha Star Soft Applications como os direcionados para as verticais de Construção Civil, Agrobusiness, Móveis e Decoração, Gestão Fiscal entre outros.[14]
A Star Soft conta hoje com uma equipe de 200 colaboradores e com milhares de usuários em mais de 500 clientes corporativos. A área de canais deverá contribuir em mais de 30% na ampliação do faturamento global da companhia em 2007.
Segs – 03/01/2008

Schneider Electric lança novo sensor de posicionamento Osicoder
A Schneider Electric, especialista mundial em produtos e serviços para distribuição elétrica, controle e automação, lança o sensor de posicionamento Osicoder. O produto é um encoder de alta precisão, que converte movimentos angulares e lineares em uma série de pulsos digitais elétricos, determinando a velocidade, taxa de aceleração, distância, rotação, posição e direção seguidas pelo equipamento.
Desenvolvido para aplicação industrial, o Osicoder pode ser encontrado com 40mm, 58mm ou 90mm de diâmetro e é facilmente acoplado ao motor de máquinas e robôs por meio de acessórios inclusos em sua oferta. Além disso, permite a execução da parametrização pelo próprio cliente, conforme sua necessidade. O produto possui uma faixa de atuação mais abrangente, que pode variar de 100 pulsos a 80.000 pulsos. A versão que trabalha entre 256 pulsos e 4096 pulsos é a mais procurada pelas indústrias, já que o cliente pode realizar desde tarefas simples a serviços de alta complexidade com apenas um produto.
O Osicoder está disponível nas versões absoluto, oferecendo maior precisão e recomeçando o trabalho exatamente de onde parou no caso de queda de energia; e incremental, que reinicia a função a partir de um ponto de referência pré-determinado. O cliente pode escolher ainda entre o modelo sem comunicação, com um cabo que vai até o PLC ou com comunicação, em que a transmissão de dados é realizada por meio dos protocolos CanOpen e Profibus.
A Schneider Electric, líder mundial em produtos e serviços para distribuição elétrica, controle e automação, atende os mercados industrial, predial e residencial, além de energia e infra-estrutura. No Brasil há 60 anos, a companhia emprega mais de mil funcionários e possui 11 filiais comerciais, dois mil pontos-de-venda e quatro unidades fabris – São Paulo (SP); Guararema (SP), Sumaré (SP) e Curitiba (PR). Em 2006, a Schneider Electric registrou faturamento mundial de 13,7 bilhões de euros, contando com 205 fábricas e 112 mil funcionários.
Portal Fator Brasil – 03/01/2008

TELECOM
Vencedores da 3G terão que escolher os municípios sem celular
A Anatel confirmou a vitória das empresas Vivo, Oi, Tim, Claro, Brasil Telecom Celular, CTBC Celular e Telemig Celular no leilão de venda de freqüências da terceira geração da telefonia móvel, realizado entre 18 a 20 de dezembro. O ato com a adjudicação das propostas vencedoras foi publicado no Diário Oficial da União no dia 31 dezembro de 2007.
A agência irá convocar as operadoras até a próxima semana para que escolham, entre elas, os 1.836 municípios que ainda não têm o serviço e que, dentro de dois anos, deverão contar com a rede celular. Conforme as regras do edital, cada empresa terá que atender 25% dos municípios que ainda não têm o sinal, e a escolha dessas cidades se dará em cinco etapas, para que nenhuma fique apenas com as cidades melhores, dessas que não têm o serviço.
A Anatel arrecadou para a União R$ 5,33 bilhões, ágio de 86,67% sobre o preço mínimo estipulado no edital, que era de R$ 2,85 bilhões.
Disputa
A aquisição de um lote (a faixa G que cobre os estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia e Sergipe) não foi confirmada pela agência, porque a Tim ingressou com recurso questionando a decisão da comissão de licitação, por ter aceitado uma oferta da Claro fora do prazo de 15 minutos que havia no edital para cada empresa aumentar seu lance. Como a comissão entendeu que a empresa entregou a proposta no prazo regimental, a Tim teve que pagar alguns milhões a mais para confirmar o seu interesse por essa freqüência. As informações são do site Tele.Síntese.
Portugal Digital – 03/01/2008

Motorola revela tocador de mídia portátil que sintoniza TV digital
A Motorola, terceira maior fabricante mundial de celulares, apresentou nesta quinta-feira seu player portátil de mídia que exibe programas de TV ao vivo e conteúdo armazenado por gravadores digitais de vídeo.
O aparelho --batizado DH01-- é compatível com o padrão de transmissão de TV digital europeu, que também tem suporte da Nokia, maior fabricante mundial de celulares.
A TV móvel, que está em seus primeiros estágios de desenvolvimento, une internet e música em um novo dispositivo sem fio. O aparelho da Motorola possui uma tela de 4,3 polegadas.
O dispositivo é capaz de comportar até 5 minutos de conteúdo, o que permitirá aos usuários interromper programas ao vivo para visualização em seguida. O aparelho suporta ainda cartões de memória capazes de armazenar até 90 minutos de vídeo.
Segundo a companhia, o reprodutor de mídia terá uma bateria recarregável com suporte de até 4 horas de uso sem interrupção.
Folha Online – 03/01/2008

Nokia Siemens anuncia compra da empresa Apertio
A Nokia Siemens Networks anunciou que pretende completar a compra do controle da empresa Apertio, especializada em aplicações de gerenciamento de redes para operadoras de telefonia, até o fim do mês de maio. O valor da transação estaria em 140 milhões de euros, cerca de 205 milhões de dólares.
A inglesa Apertio é a criadora de uma suíte de aplicativos de software desenvolvida para o gerenciamento de dados dos assinantes de telefonia móvel. O presidente da Apertio, Paul Magelli, deverá ser o responsável por chefiar um novo departamento de negócios de convergência dentro da Nokia Siemens Network.
O Globo Online – 03/01/2008

NextWave Wireless forma novas unidades de negócios para satisfazer
a crescente demanda dos produtos multimídia móvel e banda larga sem fios da companhia
NextWave Wireless SARL. (NASDAQ: WAVE), fornecedor global de tecnologias de multimídia móvel de difusão e de banda larga sem fio, anunciou hoje a formação de duas novas unidades de negócios, NextWave Mobile Products e NextWave Network Products, para melhorar a capacidade da companhia para satisfazer a crescente demanda de mercado para seus avançados produtos e tecnologias multimídia móvel y banda larga sem fio.
“Em menos de três anos, a NextWave tem-se transformado no fornecedor global de soluções multimídia móveis e soluções de banda larga sem fio de muitos dos maiores operadores de rede e fabricantes de aparelhos do mundo", disse Allen Salmasi, CEO da NextWave Wireless. "Em reconhecimento ao nosso crescimento de renda de triplo digito, e ao fato de contar atualmente com mais de 1.100 empregados em 29 escritórios internacionais, estamos reorganizando nossas operações em duas unidades de negócios muito específicas, a NextWave Mobile Products e a NextWave Network Products. Isto ajudará a sustentar o nosso índice de crescimento e será muito mais fácil para nós provermos os nossos clientes com soluções que integrem perfeitamente nossa amplia gama de produtos e tecnologias inovadoras."
A NextWave Mobile Products, composta pela subsidiária PacketVideo (PV) e pelo grupo de desenvolvimento de semicondutores da companhia, desenvolverá e apresentará soluções avançadas de software multimídia e de gestão de conteúdo, chipsets de banda de base e de RF, assim como desenhos de referência dos dispositivos para os operadores de rede e os fabricantes de dispositivos móveis. A companhia NextWave Mobile Products comercializará seus produtos de semicondutores sob a marca NextWave Wireless e continuará comercializando as suas soluções de conteúdo de mídia sob a marca PV. A nova unidade de negócios, cujas oficinas centrais se encontram em São Diego, será chefiada por James Brailean, Ph.D., quem também permanecerá como CEO da PV, que foi adquirida pela NextWave em 2005.
A NextWave Network Products estará composta das subsidiárias da NextWave IPWireless e GO Networks. Ambas as companhias, adquiridas em 2007, começarão a imediata transição à marca NextWave Wireless. A nova unidade de negócios, que inclui também os serviços de rede da NextWave e comercialização de desenvolvimento de sistemas, concentrarse-á em prover operadores de rede ao redor do mundo com equipamento de infraestrutura sem fio e sistemas end-to-end, banda larga sem fio e rede banda larga móvel. Com sede em São Diego, Califórnia, a NextWave Network Products será chefiada por William Jones Ph.D., atualmente CEO da IPWireless.
“Jim Brailean e Bill Jones são líderes excepcionais com décadas de experiência encabeçando a apresentação de soluções multimídia móveis e de banda larga sem fio de ponta para clientes de todo o mundo" adicionou Salmasi. "Eles têm um conhecimento sem paralelo sobre a rápida industria global da tecnologia sem fio, registros de uma inovação excepcional, e um compromisso para conduzir o futuro crescimento da NextWave Wireless.”
Como CEO da NextWave Mobile Products, o Dr. Brailean será o responsável de administrar os negócios de software e semicondutores da NextWave incluindo a família NextWave de semicondutores avançados de quarta geração (4G) para telefonia celular, dispositivos de banda larga e produtos de consumo, e produtos de software multimídia como o software líder da industria incorporado ao dispositivo. Ele continuará como CEO da PV, que ele mesmo fundou em 1998. Sob esta liderança, a PV chegou a ser o fornecedor independente líder no mundo de software multimídia incorporado ao dispositivo que pode ser encontrado em quase 200 milhões de auriculares em todo mundo. A mais, em Novembro de 2007, a PV tornou-se membro fundador da Aliança Aberta de Auriculares (OHA) encabeçada por Google, e foi selecionada para prover o software subsistema multimídia da plataforma do novo AndróideTM da OHA. O Dr. Brailean é o destinatário do Premio Lifetime Achivement do Forum Mobile Entertainment pelas suas contribuições à aceleração do desenvolvimento e adoção de serviços multimídia móveis ao redor do mundo.
Como CEO da NextWave Network Products, o Dr. Jones será o responsável pelo desenvolvimento e apresentação dos avançados produtos de banda larga sem fio e de rede de banda larga móvel da NextWave e as soluções para o sistema end-to-end. Como CEO de IPWireless, que ele mesmo co-fundou em 1999, estabeleceu a companhia como industria líder em tecnologias de banda larga sem fio de ultima geração e TV móvel, e conduziu o desenvolvimento de TDtv, um sistema de banda larga móvel baseado em UMTS (Sistema Universal de Telecomunicações Móveis), testado com sucesso por alguns dos operadores de rede móvel mais grandes da industria. O Dr. Jones tem quase 20 anos de experiência no desenvolvimento de tecnologias sem fio avançadas e possui várias patentes relacionadas com a banda larga sem fio e as tecnologias CDMA (Acesso múltiplo por divisão de freqüência).
Informações sobre a NextWave Wireless
NextWave Wireless SARL., (Nasdaq: WAVE) fornece o software, os sistemas e as soluções de silício que habilitam as comunicações com banda larga móveis de vanguarda, incluindo os serviços banda larga móvel e multimídia. Os produtos e tecnologias da companhia incluem soluções de televisão móvel e de transmissão, uma família de semicondutores de banda larga sem fio de alto desempenho, sistemas móveis de banda larga end-to-end e software multimídia móvel incorporado aos dispositivos, que podem ser encontrados em quase 200 milhões de auriculares ao redor do globo. Os clientes da NextWave incluem muitos dos principais fabricantes de auriculares móveis, fornecedores de equipamentos de rede, e fornecedores de serviços sem fio no mundo. A NextWave tem obtido nos Estados Unidos um espectro autorizado de área de cobertura que cobre quase 248 milhões de pessoas e um espectro de banda larga móvel em numerosos mercados internacionais incluindo Alemanha, Suíça, Japão, Argentina e Áustria. A companhia tem a intenção de disponibilizar seu espectro aos provedores de serviços para fornecer redes de banda larga sem fio de ultima geração que utilizam os produtos e tecnologias avançados de banda larga sem fio da NextWave. Visite a NextWave no site www.nextwave.com.
Nota concernente a os Estatutos Provisionais
Este comunicado de imprensa contém "estatutos provisionais" para fins Private Securities Litigation Reform Act de 1995 que inclui os riscos e as dúvidas. Podem não haver garantias sobre que os estatutos provisionais serão alcançados, e os acontecimentos ou resultados atuais poderiam ser materialmente diversos dos acontecimentos ou resultados previstos por tais estatutos. Fatores importantes que poderiam mudar materialmente os acontecimentos ou resultados presentes estão discutidos com grande detalhe nos arquivos da NextWave com a Comissão de Seguridades e Intercâmbio. Todos esses documentos estão disponíveis a través da pagina web da SEC em www.sec.gov. A NextWave não assume nenhum compromisso em atualizar algum estatuto provisional para retratar câmbios subseqüentes em acontecimentos ou circunstâncias exceto como requerido nos termos da lei aplicável.
O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.
Covergência Digital – 21/12/2007

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