03/09/2007
GERAL
Nesses tempos de turbulência, o dólar tende a se beneficiar
Num sinal do desconforto que permeia os mercados, más notícias para as bolsas estão paradoxalmente se traduzindo em boas notícias para o dólar.
Quando preocupações com os créditos imobiliários de alto risco dos Estados Unidos, os chamados subprime, se aprofundaram e fizeram as bolsas de valores tombar, o combalido dólar subiu em relação a uma série de moedas, do euro ao real. O recente desempenho da divisa americana é uma indicação de como os investidores ficaram cautelosos.
Muitos analistas dizem que o dólar deveria estar em queda, porque a crise do subprime pode desacelerar o crescimento econômico e os EUA continuam com enormes déficits. Mas em tempos de turbulência, o dólar também tende a se beneficiar. Isso porque os investidores correm para a segurança dos títulos do Tesouro americano. Assim, ainda que outras aplicações americanas sofram, o dólar e a cotação dos papéis do Tesouro do país sobem.
"Nós oferecemos os mercados mais líquidos para o dinheiro estacionar", diz John McCarthy, gerente de câmbio da ING Capital Markets em Nova York. "Numa crise imediata há uma certa fuga para a qualidade."
A Média Industrial Dow Jones está em baixa de mais de 5% em relação a seu pico em julho.
Mas, nesse período, o dólar subiu 1,3% em relação ao euro, 1,4% em relação ao dólar canadense e 6,4% em relação ao real. A grande exceção é o iene japonês, que se fortaleceu.
A alta do dólar é emblemática da bagunça nos mercados.
Duas semanas atrás, as autoridades do Federal Reserve, o banco central americano, baixaram as taxas de redesconto, a que os bancos podem recorrer para empréstimos de curto prazo. Mas desde então as bolsas ziguezaguearam e o mercado de renda fixa continua em desordem sob vários aspectos.
O dólar costuma se mover com base na visão que os investidores têm dos fundamentos econômicos, como perspectivas de crescimento ou o tamanho do déficit comercial dos EUA. Por essas medidas, parece destinado a cair, como vinha fazendo até algumas semanas atrás. O crescimento econômico americano diminuiu substancialmente nos últimos meses e parece provável que desacelere ainda mais. Ao mesmo tempo, a diferença entre o que os EUA gastam e o que poupam, conhecida como déficit de conta corrente, é considerada de maneira geral insustentável no longo prazo, Mas, em vez de se concentrar nos fundamentos, os investidores e operadores de câmbio estão preocupados com medidas de risco e estão migrando para investimentos americanos "seguros".
Desde o fim de julho, o valor do dólar em relação ao euro tem forte correlação com um indicador bastante acompanhado de expectativa de turbulência no mercado acionário, o índice de volatilidade implícita da Chicago Board Options Exchange, ou VIX. Quando a volatilidade medida pelo VIX aumentou, o dólar se fortaleceu diante do euro. No ano, até aquele momento, porém, a correlação era negativa.
No momento, notícias sobre a economia são informação "secundária" para o comportamento das divisas, diz Jonas Thulin, um estrategista de câmbio do Calyon, braço de banca de investimentos do Crédit Agricole, da França. Ele diz que sua firma está olhando para medidas de risco nos mercados acionário e de renda fixa todos os dias para determinar as operações.
Outro fator importante para os observadores do risco é o movimento do iene. Quando os mercados estão calmos, os investidores aproveitam as taxas de juros ultrabaixas do Japão para tomar empréstimos baratos e obter lucros em outros lugares. Mas quando os investidores ficam nervosos, essas manobras - conhecidas como "carry trade" - são revertidas e os operadores têm de recomprar ienes, o que fortalece a moeda. É por isso que o iene tem sido a grande exceção na alta do dólar.
Se o dólar continuar a subir, pode prejudicar as exportações e os lucros no exterior dos EUA, enquanto beneficiaria os brasileiros que vendem para o exterior. Mas muitos analistas não acreditam que a alta dure muito. Se o Fed baixar as taxas de juros de curto prazo, como muitos esperam, pode colocar alguma pressão de baixa sobre o dólar.
"Assim que a poeira baixar", prevê McCarthy, "você verá um dólar mais fraco no fim do ano."
Valor On Line – 03/09/2007

Real é segunda moeda em negócios
O Banco de Compensações Internacionais (BIS), o banco dos bancos centrais, revela que a movimentação com derivativos em real cresceu 34% no segundo trimestre, num ritmo sem precedentes antes do último episódio das turbulências nos mercados.
Segundo o BIS, os contratos real-dólar alcançaram US$ 900 bilhões, tornando-se o segundo par de moedas mais negociados, só atrás do euro-dólar, com US$ 1,7 trilhão, e superando os de iene-dólar (US$ 700 bilhões).
Isso aconteceu quando o volume total de contratos negociados nos mercados de derivativos organizados (sobre taxa de juros, índices da bolsa e divisas) cresceu pouco em relação ao trimestre anterior. A atividade menor sobre o euro (-6%) e o iene (-11%) contrastou com a expansão dos derivativos na moeda brasileira. Também atividades nos derivativos de taxas de juros declinaram ligeiramente, para US$ 463 bilhões no segundo trimestre, mas de novo o declínio nas três principais moedas foi compensado pelo movimento em mercados como o brasileiro.
Segundo o BIS, os contratos sobre taxas de juros de curto prazo no Brasil cresceram 37% no segundo trimestre, acompanhando a expansão dos contratos em divisas real-dólar. O banco não faz qualquer análise. Em outro capítulo, dois economistas da instituição analisam a atividade de ''carry trade'', vista cada vez mais como fator determinante das variações de câmbio e cuja mudança repentina de posição pode ter repercussão sobre a estabilidade financeira.
As estatísticas bancárias recolhidas pelo BIS e o volume de transações nos mercados de derivativos e de câmbio indicam que, de fato, a expansão das operações de ''carry trade'' financiadas em iene e em franco suíço podem ter contribuído para intensificar as operações com essas moedas no mercado internacional.
O "carry trade" representa o financiamento em países com juros baixos (como Japão e Suíça) para alavancar operações baseadas em commodities agrícolas ou minerais. Economista do BIS diz que, embora se fale muito do uso do real brasileiro, as estatísticas não mostram evidências concretas disso. Mas aponta dados dos bancos como credores de mais de US$ 15 bilhões em relação a residentes no Brasil no primeiro trimestre.
Para o BIS, os movimentos recentes no mercado de câmbio sugerem que foram restabelecidas posições de "carry trade" quando o mercado entra num período caracterizado por menor vulnerabilidade. No entanto, não vê indicações de que essa vulnerabilidade volte tão cedo aos níveis do começo do ano. Desta vez, o banco destaca também os riscos de liquidez e os mecanismos "ABPC'' (Asset-backed commercial paper), forma de securitização de ativos financeiros na qual os títulos emitidos são de curto prazo (commercial paper) e lastreados por diversos tipos de recebíveis. Calcula que a exposição dos ABCP aos ativos imobiliários cresceu para US$ 300 bilhões, um terço baseados em veículos de investimentos estruturados (SIVs, em inglês). O total dos ABCP alcançou US$ 1,5 trilhão no fim de março, dos quais 75% nos EUA e US$ 260 bilhões no mercado europeu.
Sempre com atraso, o banco revela as estatísticas sobre os empréstimos bancários internacionais do primeiro trimestre. Foi quando houve crescimento de 20% nos créditos pela primeira vez desde 1987. Também pela primeira vez em quatro anos, houve fluxo líquido para os emergentes. O Brasil recebeu líquido US$ 17 bilhões.
Valor On Line – 03/09/2007

Departamento de Polícia de Barcelona agiliza seu processo de multas com impressoras portáteis
O Departamento de Polícia de Barcelona, Espanha, adotou uma nova solução para simplificar o processo de multas de tráfego. Este sistema inovador permite à polícia aceitar instantaneamente pagamentos de multas com cartão de crédito quando é emitida uma ocorrência de tráfego.
O mais recente projeto realizado pela cidade de Barcelona foi implementar o uso de 330 PDAs e 150 impressoras móveis, modelo RW420 da Zebra Technologies para seus oficiais de polícia.
As impressoras podem ser conectadas aos PDAs utilizando tecnologia Bluetooth e podem imprimir multas de trânsito e outros documentos (relatórios, citatórios, etc.) Estas impressoras incorporam um leitor para certificados digitais de verificação de identidade e cartões magnéticos (métodos de pagamento).
Esta nova solução móvel permite a otimização dos dados e a administração da informação, facilitando aos oficiais o uso de seus PDAs para entrada instantânea de informações, e acesso a várias ferramentas e documentos. Este processo automatizado ajudará a reduzir a margem de erro em tarefas como gravar corretamente os nomes das ruas. Isso também significa que os policiais não terão que carregar blocos de multas, nem guias da cidade.
Estes novos aparelhoes também permitem à polícia gravar informação sobre violações do código de trânsito, que implicam em pontos na licença de motorista, de acordo com a nova lei espanhola de julho de 2006.
Os motoristas podem pagar a multa no próprio local, graças a um leitor de cartões que manda os dados ao PDA por Bluetooth, o que permite que a transação seja completada por GPRS. O recibo que o motorista assina é a própria multa, a qual indica os dados do cartão e da transação completa e aprovada.
Solução Técnica - Além dos elementos personalizados, se destacam as tecnologias usadas: Acesso remoto online através de rede GSM/GPRS (usando uma rede GSM-LAN para ampliar a rede interna LAN) Terminais PDA equipados com: Uma câmera | Acesso a rede GSM/GPRS | Bluetooth (Conexão sem-fio entre aparelhos) | Impressoras portáteis RW420 equipadas com Bateria de longa duração | Conectividade Bluetooth (Conexão sem-fio entre aparelhos) | Leitor de certificado digital (para identificação) | Leitor de cartão magnético (para pagamentos).
Benefícios: Esta combinação de PDAs e impressoras deu ao Departamento de Polícia diversos benefícios e aperfeiçoamentos. Os aparelhos móveis: Elevaram a capacidade dos policiais de responder rápida e eficazmente enquanto trabalham nas ruas permitem acessar dados corporativos e consultas de outros sistemas, oferecendo um melhor serviço e elevando a própria segurança dos policiais.
Dão suporte remoto à entrada de dados diretamente nos sistemas de informação da cidade, levando o gerenciamento de dados a um nível superior e reduzindo os tempos de resposta Apresentam conceitos como citatórios que notificam oficialmente aos motoristas sobre suas infrações, assegurando a legalidade de todas as ações e otimizando o processo que engloba as multas de trânsito.
O sistema também traz benefícios para o governo da cidade: Coleta mais rápida das multas | Aumento da qualidade dos dados inseridos para usar em queixas futuras | Redução de custos administrativos gerais (entrada de dados, envio de citatórios, cargos de manejo e entrega, etc.). Menos casos onde as multas não podem ser cobradas devido a um regulamento de limitações expirado.
Perfil da Zebra Technologies -Zebra é o fabricante líder de soluções de impressão térmica, incluindo impressoras sem-fio, móveis, de etiquetas de alta demanda e de pulseiras projetadas para atender as necessidades do mercado latino-americano. A Zebra também fornece um amplo portfólio de suprimentos feitos sob medida para as aplicações latino-americanas e tem programas de serviço para suporte 24 horas por dia, sete dias por semana, às operações críticas de negócios.
Portal Fator Brasil – 30/08/2007

Rio vai sediar evento internacional na área de microeletrônica
Um dos calcanhares de Aquiles da balança comercial brasileira – os componentes eletroeletrônicos utilizados nas áreas e informática, telecomunicações, automação, entre outras – será um dos principais temas do Chip in RIO 2007, a ser realizado de 3 a 6 de setembro no Rio Othon Palace Hotel, em Copacabana. Promovido pela COPPE, Escola de Engenharia da UFRJ e Sociedade Brasileira de Microeletrônica. O evento reunirá mais de 400 pesquisadores e profissionais de vários países para apresentar e debater os recentes avanços da área de microeletrônica no mundo.
Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), os componentes eletroeletrônicos corresponderam em 2003 a 57% de todo o complexo eletrônico importado pelo Brasil. O valor total de importação neste ano foi de 5,6 bilhões de dólares. Segundo o coordenador do evento, Antonio Petraglia, professor do Programa de Engenharia elétrica da COPPE, em 22 de janeiro 2007 o governo brasileiro começou atuar para minimizar os prejuízos, ao adotar a Medida Provisória 352, que dispõe sobre os incentivos à indústria de componentes eletrônicos semicondutores e sobre a proteção à propriedade intelectual dos projetos de circuitos microeletrônicos. “Mas ainda temos um longo caminho a percorrer se quisermos chegar a resultados próximos aos obtidos pela Índia, por exemplo, que já viveu um cenário parecido com o brasileiro e hoje ocupa a segunda colocação no ranking de países que mais crescem no mundo”, desafia Petraglia.
Segundo o professor da COPPE, no setor de microeletrônica, o avanço indiano com a indústria de projetos na área de semicondutores faturou US$3,3 bilhões em 2005, além de criar 75 mil novos postos de trabalho. A previsão de crescimento do setor, de acordo com a Sociedade de Semicondutores da Índia, é otimista, e visa chegar à marca de US$ 43 bilhões em faturamento e 780 mil novos empregos em 2015. Segundo a revista norte-americana Scientific American, 30% do Produto Interno Bruto da maior economia do mundo são provenientes de produtos essencialmente eletrônicos, o que mostra a
importância desde setor na economia global.
Um dos destaques da programação do Chip in RIO 2007 é o painel sobre "A implementação da política industrial e tecnológica brasileira para a área de microeletrônica", que será realizado dia 4 de setembro, às 18:30 horas, e contará com a presença de Altamiro Susin (Sociedade Brasileira de Microeletrônica), Armando Gomes (Freescale Semiconductor Brasil), Henrique de Oliveira Miguel (Coordenador Geral de Microleletrônica, MCT), Maurício Neves (BNDES) e Pedro Alem (Agência Brasileira para o Desenvolvimento Industrial). Confira a programação no site www.sbcci.pads.ufrj.br.
Empreendedor – 31/08/2007

IBM pesquisa chip do tamanho de um cisco de poeira
A IBM anuncia duas descobertas no campo da nanotecnologia que podem aumentar a capacidade de armazenamento de dados na razão de mil vezes, e reduzir o tamanho de chips a um cisco de pó.
Atualmente, o nível mais alto alcançado em densidade de armazenamento de dados tem aproximadamente de 200 a 300 gbits por polegada quadrada. Um gigabit corresponde a um bilhão de bits. O que Cyrus Hirjibehedin, cientista da IBM, e sua equipe descobriram foi uma técnica para usar átomos para armazenamento digital. A IBM estima que tal dispositivo tem capacidade para armazenar todo o conteúdo do YouTube, o equivalente a um trilhão de bits de dados.
Como um exemplo de sua capacidade, um iPod poderia armazenar mil vezes mais informações. Mas, segundo Hirjibehedin, produtos comerciais baseados na pesquisa poderiam levar uma década para serem viabilizados.
Na segunda descoberta, que ocorreu no laboratório da IBM em Zurique, os cientistas desenvolveram um switch molecular capaz de mudar de estado sem danificar o escudo exterior da molécula. Em teoria, isto permite que switches moleculares sejam conectados com outras moléculas. A descoberta abre caminho para componentes modulares lógicos a nível molecular que poderiam, eventualmente, substituir o silício nos chips. Mas muito trabalho ainda precisa ser feito para que os processadores fiquem tão pequenos.
Esta descoberta aconteceu casualmente, quando os cientistas estudavam vibrações moleculares, que são significativas para dispositivos em nanoescala. Porém, segundo os profissionais, podem ser consideradas importantes para construir computadores do futuro.
IT Web – 31/08/2007

AUTOMOTIVO
Toyota quer superar a General Motors
A Toyota anunciou que pretende vender pelo menos 10,4 milhões de automóveis em todo o mercado mundial até 2009, o que colocaria a marca na liderança absoluta do setor automotivo, ultrapassando a General Motors, líder há várias décadas.
De acordo com analistas do segmento de automóveis, a Toyota é a empresa que tem mais chances de ultrapassar a GM. O presidente da companhia japonesa, Katsuaki Watanabe, afirmou que a meta de vendas faz parte do novo pacote de ações da empresa, também composto pelo aprimoramento da qualidade dos produtos e a introdução de inovações tecnológicas nos modelos.
Os mercados emergentes, como Brasil, Índia, China e Rússia, não ficarão de fora das ações da montadora, já que são países onde a marca pretende inserir novos modelos de baixo custo.
As vendas da Toyota já superaram as da GM no primeiro semestre deste ano: 4,72 milhões de unidades da empresa japonesa contra 4,67 milhões de carros da marca norte-americana.
Honda – Quem também está se adaptando para ganhar mercado é a Honda. O sucesso do Fit e do Civic levou a empresa a investir. Sorte de quem quer comprar um Civic ou um Fit, mas não está com paciência para aguardar nas filas de espera (o sedã demora, em média, três meses, enquanto o monovolume costuma chegar em 30 dias, de acordo com as concessionárias): a Honda informa que aumentou sua capacidade de produção, passando a fabricar 550 veículos por dia em sua unidade de Sumaré, SP. Até julho, a montadora tinha capacidade diária para construir 460 carros.
A fábrica, responsável pela produção de Civic, Civic Si e Fit, recebe investimentos da ordem de US$ 100 milhões para atingir a capacidade anual de 100 000 modelos fabricados já em 2007, o que representará um acréscimo de 38% em relação a 2006.
No primeiro semestre, a Honda registrou um crescimento de 25% em sua produção. No total, foram fabricadas 47 454 unidades no período, frente às 37.990 nos seis primeiros meses do ano passado.
Jornal Umuarama – 03/09/2007

Michelin apresenta pneu sem ar
Uma solução não-pneumática é a novidade da Michelin para revolucionar a indústria automotiva em todo o mundo. Trata-se do Michelin Tweel, conjunto único de roda e pneu, extremamente resistente, que dispensa ar - elemento vital para o desempenho dos pneus tradicionais. Apontado como futuro potencial da mobilidade, o Michelin Tweel - nome criado a partir da contração das palavras tire (pneu) e wheel (roda) - confirma a proposta da empresa de promover a melhoria contínua da mobilidade das pessoas.
A nova tecnologia da Michelin constitui-se de uma banda de rodagem feita de borracha, unida ao eixo por raios flexíveis, que se deformam para absorver choques e recuperam rapidamente sua forma original. Com montagem facilitada e à prova de furos, sua aplicação serve tanto para veículos militares como para pequenas máquinas de engenharia civil.
Outra aplicação que vem sendo testada com sucesso pela Michelin é em cadeiras de rodas. Com o auxílio do Michelin Tweel, estes equipamentos adquirem a capacidade de subir escadas e percorrer terrenos irregulares, ampliando a movimentação dos usuários.
Os primeiros testes foram realizados em um Audi A4, que apresentou desempenho promissor. A Michelin também testa a tecnologia em um avançado protótipo para automóveis de passageiros, desenvolvido nos centros de pesquisas do grupo.
Jornal Umuarama – 03/09/2007

Setor automotivo brasileiro ignora turbulência externa
Com boa parte de sua produção direcionada para o mercado interno, o setor automotivo brasileiro tem ignorado a crise financeira internacional e, pelo menos por enquanto, todas as estimativas e projetos de investimentos das montadoras estão mantidos. Cálculos da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) apontam para um aumento de 22% nas vendas no País em 2007, atingindo um volume recorde de 2,35 milhões de veículos. A produção, por sua vez, deve crescer 10% e chegar a 2,87 milhões de unidades.
Ainda é cedo para estimar se a turbulência financeira externa terá impactos importantes sobre o mercado brasileiro de automóveis, que tem o seu melhor momento dos últimos 10 anos. Tudo vai depender da sua duração e da sua intensidade, mas os especialistas apontam que não está descartada uma piora na oferta de crédito, com a queda dos prazos de pagamento e aumento das taxas de juros como um primeiro sintoma.
Esse movimento teria impacto negativo direto nas vendas de carros, já que o bom momento de vendas vivido hoje foi motivado, sobretudo, pela facilidade de crédito, com juros baixos e prazos nunca antes vistos, de até 84 meses. Outros fatores, ainda, como a redução do ritmo de crescimento da economia e da massa salarial, se ocorrerem, podem contribuir para interromper a tendência de expansão do setor automotivo.
Crédito
Entretanto, essa não é a aposta do setor. Na opinião do presidente da Anfavea, Jackson Schneider, o ponto favorável do mercado interno, o crédito, continuará consistente nos próximos meses. Até junho deste ano, o total de recursos destinado ao financiamento de veículos somou R$ 71 bilhões. O montante é 24,6% maior que o ofertado no mesmo mês do ano passado. Os juros nessas operações caíram 5,2 pontos porcentuais, para 19,4% em junho de 2007, ante igual mês de 2006. A inadimplência também está controlada, informa a Anfavea. O índice médio de atrasos nos contratos manteve-se em 3,2% em junho, mesmo patamar do mesmo mês do ano passado. Nos demais setores, a média é de 7,1%.
O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Sérgio Reze, afirma que até agora as vendas de automóveis não refletem qualquer efeito da crise. ?Ainda não houve nenhuma interrupção do fluxo de financiamento ou aumento da taxa de juros?, diz. O executivo afirma, no entanto, que ainda é cedo para falar sobre impactos no médio e longo prazo.
Enquanto o quadro atual estiver mantido, com o mercado aquecido, várias montadoras projetam investimentos para o lançamento de produtos e ampliação da capacidade instalada. Neste caso, a solução tem sido tanto a reativação ou aumento da produção na Argentina como a abertura de novos turnos de trabalho no Brasil. As empresas não admitem, no entanto, que estejam trabalhando com estoques abaixo do desejável e explicam que a falta de alguns produtos nas concessionárias é pontual.
Estoques
Segundo o presidente da Anfavea, os estoques na indústria e nos concessionários estão em níveis razoáveis e não sinalizam preocupação. Dados da Anfavea indicam estoque total do setor de 139.321 unidades em julho de 2007, o que corresponde a 19 dias de vendas. No mesmo mês do ano passado, os estoques equivaliam a 22 dias, com 143.498 unidades.
De acordo com o analista automotivo da Tendências Consultoria, Alexandre Andrade, mesmo que a crise não afete intensamente o setor, os investimentos em novas unidades fabris não saem antes de o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior apresentar o pacote de apoio ao setor. O projeto está sendo elaborado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e envolverá iniciativas como linhas de financiamento para pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e para expansão da capacidade produtiva.
Por enquanto Fiat e Volkswagen seguem o pacote de investimentos já aprovado. A primeira prevê aportes de R$ 5,2 bilhões até 2011 na América do Sul, enquanto a alemã destinará R$ 2,5 milhões. A Ford continua fazendo melhoria de produtividade no Brasil e investe na Argentina. Renault e PSA Peugeot Citröen, por sua vez, apostam no aumento de turnos para atender à forte demanda.
A Tarde On Line – 01/09/2007

Apple e Volkswagen com projeto em mente
O «patrão» da Apple, Steve Jobs, esteve reunido com Martin Winterkorn, director executivo da Volkswagen, sabendo-se que as duas empresas já possuem um historial no que respeita à integração de computadores e media players em automóveis.
A Volkswagen tem trabalhado em conjunto com o Google para desenvolver um sistema de navegação in-car baseado na ferramenta Google Maps.
Desde 2004 que a Apple tem trabalhado no sentido de integrar conexões iPod em veículos das marcas Audi, BMW, Ford, Mazda e Ferrari.
Segundo avança o site «Vnunet», para além desta parceria, o fabricante automóvel já mostrou interesse em avançar com outras iniciativas do género, nomeadamente com a integração de PC ultra-móveis nos seus veículos.
Sol – 31/08/2007

Navegador Visteon é o primeiro de série
O boletim AutoData informa que o Chevrolet Vectra GT que será lançado esta segunda-feira, 3, virá com navegador GPS portátil de série. O equipamento, fornecido pela Visteon, é o primeiro a ser ofertado em todas as versões de um carro nacional. O modelo VSN 4018 tem banco de dados com mapas de 157 cidades brasileiras, nas quais o sistema está habilitado a traçar rotas e destinos. Outras 847 cidades estão cadastradas no sistema, que opera somente como guia de ruas, sem a orientação via satélite
Automotive Business – 02/09/2007

CONSUMER
Interatividade estréia em dezembro
Apesar de muita gente - inclusive no governo - ter dito que não, tudo indica que haverá conversores de TV digital com interatividade em 2 de dezembro, data marcada para a estréia da tecnologia em São Paulo. Os conversores (ou set-top boxes) transformam o sinal digital em analógico, e permitem recebê-lo nos aparelhos atuais. A interatividade permite serviços parecidos com a internet na televisão, como compras, serviços bancários, informações sob demanda, bate-papo e correio eletrônico.
O software de interatividade, chamado Ginga, é a única coisa brasileira no chamado padrão nipo-brasileiro de TV digital. O ministro das Comunicações, Hélio Costa, havia até anunciado que a televisão digital estrearia sem interatividade, mas reviu sua posição.
Ex-alunos do professor Guido Lemos, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), formaram uma empresa, chamada Mopa Embedded Systems, para transformar o Ginga em produto. O software foi desenvolvido por equipes na UFPB e na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).
COMPETIÇÃO
A previsão é que a primeira versão completa do software fique pronta este mês. "Em dezembro, deveremos ter quatro ou cinco fabricantes com o Ginga", disse Lemos. A Mopa tem 40 pessoas, divididas entre João Pessoa e Natal. "É um time que trabalha com o middleware há vários anos, com um custo de produção que disputa com os chineses e está abaixo do dos indianos."
A Evadin, que trabalha com a marca Aiko, é uma das parceiras da Mopa. "Teremos o Ginga implementado no final de novembro para os clientes", afirmou Roberto Dias, gerente de Engenharia da Evadin. O preço ainda não está definido o preço do conversor. "Completo, como se espera, não será muito barato", disse Maria Inês Poli, gerente de Marketing da Evadin. Outros fabricantes têm falado em pelo menos R$ 800, enquanto o governo garante que haverá aparelhos a R$ 200 no lançamento.
Durante o evento Broadcast & Cable, no mês passado, a Aiko apresentou uma aplicação de torcida virtual na TV digital. O sistema permite que as pessoas simulem que estão num estádio enquanto assistem um jogo de futebol pela televisão, conversando com amigos que estão em outros lugares, pelo canal de retorno.
O set-top box da Aiko terá duas saídas USB, como dos computadores, uma conexão de rede local e outra para linha discada. Além da torcida virtual, o equipamento deverá ter aplicativos como mosaico e grade de programação, para que as pessoas possam escolher o que assistir.
INTERATIVIDADE
Somente 27,5 milhões de brasileiros têm internet em casa. A TV aberta, por outro lado, está presente em mais de 90% das residências. A televisão digital cria uma oportunidade de levar serviços interativos para uma parcela da população que hoje não tem acesso ao computador.
A Caixa Econômica Federal trabalha para lançar serviços bancários na televisão na estréia da TV digital em São Paulo. Mesmo se não houver canal de retorno em dezembro, o banco planeja oferecer serviços com interatividade local. Ou seja, onde todas as informações são processadas no conversor.
Diário de Cuiabá – 03/09/2007

Dell eleva lucro e dá sinais de que começa reverter a crise
A Dell fechou o segundo trimestre fiscal de 2008, encerrado em 3 de agosto, com receita de US$ 14,77 bilhões, um aumento de 4,8% em relação ao mesmo período do exercício fiscal anterior. O lucro líquido da fabricante de computadores totalizou US$ 733 milhões, o que representou um crescimento de 46% na comparação trimestral anual. Os valores ficaram acima do esperado pelos analistas e foram suficientes para que já se fale numa "virada" da situação turbulenta que a empresa vem enfrentando desde 2006, segundo o jornal americano The Wall Street Journal.
A crise da Dell começou em agosto do ano passado, quando uma comissão de auditoria iniciou uma investigação interna para apurar a situação financeira da companhia e descobriu que executivos do alto escalão ajudaram a manipular os balanços da empresa para adequá-los artificialmente às metas trimestrais. Depois do caso, a empresa teve de refazer os cálculos contábeis de quatro anos de operações e reduziu em US$ 50 milhões o lucro anunciado durante esse período. Em paralelo à manipulação dos balanços, a Dell perdeu a posição de liderança no mercado mundial para a HP.
A empresa segue sob uma investigação independente da Securities and Exchange Commission (SEC), órgão que fiscaliza o mercado de ações nos EUA, mas o crescimento acelerado de vendas foi um sinal para o mercado de que a empresa começa a retomar a rota que vinha trilhando antes desses problemas.
TI Inside – 31/08/2007

Brasil sobe para a 4ª posição no ranking mundial de vendas de computadores
O crescimento do consumo de computadores no segundo trimestre, principalmente de notebooks, elevou o Brasil da sétima posição no ranking mundial de vendas desses equipamentos para a quarta colocação, segundo a IDC Brasil. O crescimento de quase 20%, graças às vendas de 2,1 milhões de desktops e notebooks no país entre abril e junho, surpreendeu o mercado global.
O analista sênior da consultoria, Reinaldo Sakis, explica que, em volume e alta concentração de vendas de desktops no primeiro trimestre deste ano (1.721.586 unidades), o Brasil já ocupou um honroso terceiro lugar no ranking mundial, mas na soma com as vendas de notebooks (227.599 unidades) o país foi para a sétima posição. “O que já indicou um avanço significativo, uma vez que de 2004 a 2006 permanecemos em oitavo lugar no ranking mundial”.
No segundo trimestre, as vendas de notebooks superaram as expectativas. Foram vendidas no total 300.481 unidades desses equipamentos no período. O interessante, segundo Sakis, é que os preços analisados entre abril e junho, e que vinham caindo muito desde 2006, se mantiveram quase no mesmo patamar verificado nos três primeiros meses deste ano. “O que mudou e impulsionou o consumo de notebooks no mercado brasileiro foi a redução nos juros das parcelas e o aumento dos prazos de pagamento, que também fortaleceram as vendas de produtos tecnicamente mais completos e, conseqüentemente, mais caros”, explica Sakis, ao destacar que o varejo ainda é o principal canal de comercialização de notebooks.
Não tão surpreendentes, mas ainda dominantes foram as vendas de desktops no segundo trimestre: 1.864.920 unidades. A IDC esclarece que essa concentração não é uma questão de preferência, mas um claro reflexo da condição econômica dos consumidores, que pelo mesmo valor podem comprar um desktop mais ‘poderoso’. Para Sakis, “o que estamos vendo hoje é resultado de uma maior consciência das vantagens que o equipamento portátil pode trazer quanto a espaço e a possibilidade de transporte, entre outros valores, além do custo de aquisição”.
De acordo com o histórico dos estudos da IDC, enquanto em 2004 o país estava em oitavo lugar no ranking mundial com a vendas de desktops, em notebooks ficou em 33º lugar. Em 2005 pulou para o quinto lugar em desktops, porém em notebooks a posição do Brasil caiu para a 34º; em 2006 o país já pulou para o 3º lugar nas vendas de desktops, e no quesito notebooks, que já apresentou um expressivo aumento nas vendas, subiu para o 25º posto.
No primeiro trimestre deste ano a aquisição de desktops caiu e o país baixou para a quarta posição, mas a explosão nas vendas de notebooks saltou para a 17º colocação. Finalmente, no segundo trimestre as vendas dos equipamentos colocou o Brasil no terceiro lugar na comercialização mundial de desktops e o 15º em notebooks.
As estimativas da IDC apontam para vendas de aproximadamente 9 milhões de computadores no Brasil neste ano. “Esse crescimento de 25% em relação às vendas do ano passado não deverá alterar a nossa posição no ranking mundial, uma vez que os mercados nas primeiras posições são Japão, China e EUA, muito maiores que o nosso.
Mesmo nas previsões mais otimistas é muito difícil pensar em igualar ou até ultrapassar esses países, pois enquanto o Brasil vendeu 2,1 milhões, o Japão vendeu 3,1 milhões num trimestre considerado fraco, e os resultados da China e dos Estados Unidos foram, respectivamente, de quase de 7 milhões e 16 milhões no mesmo período”, conclui o analista.
TI Inside – 31/08/2007

Computador biológico usa moléculas para calcular e apresenta resultados de forma vísivel
Cientistas do Instituto Technion, de Israel, desenvolveram um computador biológico. Esta é a primeira vez que se consegue realizar um cálculo computacional molecular e apresentar o resultado de forma visível.
Computador molecular
Um computador é essencialmente um equipamento formado por quatro estruturas básicas: o hardware, o software, os dados de entrada e os dados de saída, ou seja, os resultados. Os computadores atuais são máquinas cujas entradas e saídas são expressas na forma de sinais eletrônicos. O software também está codificado na forma de sinais eletrônicos, enquanto o hardware é um conjunto de fios e dispositivos semicondutores.
Em contraposição aos computadores eletrônicos, há máquinas de computação nos quais todos os quatro componentes não são nada além do que moléculas," explica o professor Ehud Keinan. Na verdade, todos os sistemas biológicos, inclusive os seres vivos inteiros, são máquinas computacionais assim.
"Cada um de nós tem um computador biomolecular, ou seja, uma máquina na qual todos os quatro componentes são moléculas 'falando' entre si de forma lógica. O hardware e o software são complexas moléculas biológicas que se ativam mutuamente para executar algum trabalho químico predeterminado. A entrada é uma molécula que sofreu mudanças específicas, predeterminadas, seguindo um conjunto específico de regras (o software) e o resultado desse processo computacional químico, a saída, é outra molécula bem definida," resume o pesquisador.
Interface computador-organismos vivos
O computador molecular que a equipe do Dr. Keinan construiu é bem mais simples do que um organismo vivo completo. O biocomputador é composto inteiramente de moléculas de DNA e enzimas, sendo capaz de gerar um fenômeno biológico cuja saída é a alteração da cor de um organismo vivo, neste caso a cor de uma colônia de bactérias.
Outros pesquisadores já haviam demonstrado antes que os biocomputadores moleculares poderão revolucionar a Medicina no futuro. Ninguém espera que os biocomputadores venham um dia concorrer em velocidade com os computadores eletrônicos. Sua grande vantagem reside na sua capacidade de interação com outros sistemas biológicos e até mesmo com organismos vivos.
Como todos os componentes dos computadores moleculares, aí incluídos o hardware e o software, como explicou o Dr. Keinan, são moléculas interagindo entre si, não há necessidade de se criar interfaces para que esses equipamentos possam atuar em conjunto com organismos biológicos.
Inovação Tecnológica – 31/08/2007

LG espera recuperação de painéis de plasma a partir de setembro
A LG Electronics espera que suas operações com painéis de plasma usados em televisores estreitos alcance o equilíbrio financeiro em setembro, afirmou o diretor da divisão de telas nesta sexta-feira.
"Antecipamos a recuperação de nossa divisão de painéis no próximo mês", disse Simon Kang, responsável pelas operações de plasma da LG, que produz telas para os televisores da companhia e clientes externos.
Kang disse que quedas de preços de painéis de plasma estão se reduzindo neste semestre porque a situação de excesso de oferta está chegando perto do fim.
Apesar disso, os preços em 2007 ainda sim devem ser 30 a 35 por cento menores que em 2006, após a acentuada queda do primeiro semestre.
O executivo acrescentou em entrevista durante a feira de eletrônicos IFA, em Berlim, que a LG deve vender 3 milhões de painéis de plasma este ano e mais de 4 milhões em 2008.
Kang disse ainda que a LG pretende continuar nos negócios com telas de plasma no longo prazo.
Reuters Brasil – 31/08/2007

Siemens fornecerá tecnologia da TV Digital à BBC
O grupo industrial alemão Siemens fornecerá à rede britânica de televisão "BBC" a tecnologia para transformar seu sinal de televisão analógico em digital, pelo valor de � 60 milhões (US$ 82 milhões).
A Siemens informou hoje que este sistema simplificará a infra-estrutura técnica da "BBC" e ampliará sua capacidade de transmissão digital, o que permitirá à rede oferecer mais canais de televisão e serviços interativos com a mesma qualidade de imagem.
A empresa alemã disse que esta tecnologia padroniza os elementos dos sinais de televisão e os torna adequados para sua transmissão terrestre e por satélite, e acrescentou que fornece soluções semelhantes a várias redes de televisão para a produção e arquivo digital, além da ampliação de conteúdos televisivos.
De acordo com a Siemens, a "BBC" quer fazer chegar seu sinal de televisão digital a 98,5% da população do Reino Unido até 2012.
Na Bolsa de Frankfurt, as ações da Siemens subiam 1,2% por volta das 7h05 de Brasília, para � 91,01.
Gazeta On Line – 31/08/2007

Brasil vende 2,1 milhões de notebooks entre abril e junho
O crescimento excepcional no consumo de computadores neste segundo trimestre, principalmente de notebooks, elevaram o Brasil da 7ª posição no ranking mundial de vendas destes equipamentos para a 4ª colocação, segundo constatação da IDC Brasil. O crescimento de quase 20%, graças às vendas de 2,1 milhões de desktops e notebooks no País entre abril e junho, surpreendeu o mercado global.
Reinaldo Sakis, analista sênior da consultoria, explica que, em volume e alta concentração de vendas de desktops no 1º trimestre deste ano (1.721.586 unidades), o Brasil já ocupou um honroso 3º lugar no ranking, mas na soma com as vendas de notebooks (227.599 unidades) o País foi para a 7º posição. "O que já indicou um avanço significativo, uma vez que de 2004 a 2006 permanecemos em 8º lugar no ranking mundial".
Já neste segundo trimestre, as vendas de notebooks superaram as expectativas. Foram vendidas no total 300.481 unidades destes equipamentos no período. O interessante é que os preços analisados entre abril e junho, e que vinham caíndo muito desde 2006, se mantiveram quase no mesmo patamar verificado nos três primeiros meses de 2007.
"O que mudou e impulsionou o consumo de notebooks no mercado brasileiro", elucida Sakis, “foi a redução nos juros das parcelas e o aumento nos prazos de pagamento que fortaleceram as vendas de produtos, tecnicamente mais completos e conseqüentemente mais caros". Vale destacar que o varejo ainda é o principal canal de comercialização de notebooks.
Não tão surpreendentes, mas ainda dominantes foram as vendas de desktops no segundo trimestre: 1.864.920 unidades. A IDC esclarece que esta concentração não é uma questão de preferência, mas apenas um claro reflexo da condição econômica dos consumidores, que pelo mesmo valor podem comprar um desktop mais 'poderoso'. Para Sakis, "O que estamos vendo hoje é resultado de uma maior consciência das vantagens que o equipamento portátil pode trazer quanto a espaço e a possibilidade de transporte, entre outros valores, além do custo de aquisição".
De acordo com o histórico dos estudos das IDC, enquanto em 2004 estávamos em 8º lugar no ranking mundial com a vendas de desktops, em notebooks ficamos em 33º lugar; em 2005 pulamos para 5º lugar em desktops, porém em notebooks a posição do Brasil caiu para a 34º; em 2006 o Brasil já pulou para o 3º lugar nas vendas de desktops, e no quesito notebooks, que já apresentou um expressivo aumento nas vendas, subiu para o 25º posto.
Este ano, no 1º trimestre, a aquisição de desktops caiu e o País baixou para a 4º posição, mas e explosão nas vendas de notebooks alçou para a 17º colocação; e, finalmente, no 2º trimestre deste ano as vendas excepcionais dos equipamentos nos rendeu o 3º lugar na comercialização mundial de desktops e o 15º em notebooks.
As estimativas da IDC apontam para vendas de aproximadamente 9 milhões de computadores no Brasil em 2007. "Este crescimento de 25% em relação às vendas do ano passado não deverá alterar a nossa posição no ranking mundial, uma vez que os mercados nas primeiras posições são Japão, China e EUA, muito maiores que o nosso", observa Sarkis.
"Mesmo nas previsões mais otimistas é muito difícil pensar em igualar ou até passar os outros países, pois enquanto o Brasil vende 2,1 milhões, o Japão vendeu 3,1 milhões num trimestre considerado fraco, e os resultados da China e dos Estados Unidos foram, respectivamente, de quase de 7 milhões e 16 milhões no mesmo período", conclui o analista da IDC Brasil.
Convergência Digital – 31/08/2007

Gradiente reestrutura e aliena marca Philco
Em comunicado oficial enviado à Comissão de Valores Mobiliários na noite desta quinta-feira, 30/08, a Gradiente Eletrônica S.A, confirma que alienou a marca Philco, de sua propriedade, pelo preço de R$ 22.000.000,00 (vinte e dois milhões de reais). A negociação dessa transação iniciou-se em meados de junho, e teve o saldo de sua liquidação financeira concluído nesta quinta-feira, 30/08.
A marca, informa ainda a Gradiente, foi adquirida por investidores que estão em processo de licenciá-la para a Britânia (Britânia Eletrodomésticos Ltda), que a utilizará em nova linha de produtos. Em função dessas transações a Companhia analisará com a Britânia as oportunidades de sinergia que possam existir entre atividades das empresas na concepção, produção, comercialização e serviços de pós-venda dos produtos Philco, atuais e futuros.
A Companhia comunica, ainda, que os demais ativos, inclusive fabricas e equipamentos, havidos quando da aquisição dos negócios da Philco, não foram objeto de alienação no âmbito da transação, permanecendo em propriedade da Companhia, e que a Companhia continuará prestando normalmente os serviços de pós-venda para produtos da marca Philco por ela vendidos até o final de 2007.
A compra da marca Philco pela Gradiente tem pouco mais de um ano, de acordo com reportagem divulgada pelo Jornal Estado de São Paulo. A aquisição teria ocorrido por R$ 60 milhões. Em agosto é a segunda vez que a Gradiente vai à CVM explicar a sua situação financeira/comercial.
Também em função de reportagens, que divulgavam o fechamento de linhas de produção e de redução de quadro de funcinários, a Gradiente comunicou que estava em processo de reestruturação e prometeu novidades ao mercado, principalmente, na área de TV digital.
No informe encaminhado nesta quinta-feira à CVM, a Gradiente ressalta que "a empresa, através de aquisições realizadas ao longo dos anos, passou a dispor de um elevado acervo de ativos. Visando a adequação deste acervo às suas necessidades operacionais, a empresa iniciou no começo de 2007 um programa de redução e venda desses ativos excedentes, que incluem principalmente, imóveis. Esse programa está em andamento e é coerente com nosso projeto de redução do endividamento".
A alienação da marca Philco é parte desse programa, completa ainda a CVM. O informe é assinado por Eugenio Staub, diretor de Relações com o Mercado da Gradiente.
Convergência Digital – 31/08/2007

IDENTIFICATION
Passagem de avião em papel vai acabar em junho de 2008
A Iata (sigla em inglês para Associação Internacional de Transporte Aéreo) fez ontem uma "última chamada" às empresas aéreas que ainda emitem passagens em papel. Isso porque todos os bilhetes aéreos deverão ser eletrônicos a partir de 1º de junho de 2008.
Desde junho de 2004, quando a Iata anunciou a eliminação gradual do papel, o bilhete eletrônico (e-ticket) passou a representar 84% do total, contra 16% no momento do anúncio. Por ano, 400 milhões de bilhetes aéreos são emitidos por 60 mil agentes de viagem no mundo, segundo a Iata.
No Brasil, 80% dos bilhetes são eletrônicos, segundo informou a Iata no país. O organismo é responsável pelo faturamento e pela compensação de passagens de 35 empresas aéreas e 4.200 agentes. Em 2006, a Iata contabilizou 4,7 milhões de bilhetes emitidos no Brasil.
Ainda de acordo com a Iata no Brasil, o principal desafio para chegar em junho de 2008 sem emissões em papel é desenvolver a capacidade de as empresas trocarem informações eletrônicas entre si. A entidade afirmou, no entanto, que o prazo será cumprido.
No mundo, a mudança vai permitir economia de US$ 3 bilhões ao ano à indústria de transporte aéreo e salvar 50 mil árvores, conforme projeções da Iata. O custo do bilhete em papel é US$ 9 maior em comparação ao meio eletrônico.
"Em 278 dias, o bilhete em papel se transformará em item de colecionador", afirmou o diretor-geral da Iata, Giovanni Bisignani, em comunicado. Para esse período, o órgão reservou papel para a emissão de somente 16,5 milhões de bilhetes.
Segundo Bisignani, a mudança trará benefícios para passageiros, agentes de viagem, empresas aéreas e ambiente. "Os consumidores vão aproveitar a conveniência e a flexibilidade de viajar sem bilhetes em papel. E os agentes de viagem têm a oportunidade de ampliar a abrangência de seus negócios e servir seus clientes à distância."
Folha de São Paulo – 28/08/2007

INDUSTRIAL
Cartão BNDES facilita acesso ao crédito para micro, pequenas e médias empresas
As micro, pequenas e médias indústrias ou seus fornecedores podem vender e comprar bens de produção ou insumos através do Cartão BNDES, mecanismo criado para facilitar e desburocratizar o acesso ao crédito. As vantagens do Cartão BNDES foram divulgadas em evento realizado nesta sexta-feira pelo banco em parceria com a diretoria de Captação e Fomento da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) e a VisaNet. O cartão, lançado em 2003, começou a operar disponibilizando R$ 50 mil de crédito pré-aprovado para seus clientes e hoje este limite já está em R$ 250 mil. Cada empresa pode ter até três cartões, um de cada banco emissor – Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica, totalizando R$ 750 mil de limite. O Cartão BNDES é emitido com as bandeiras Visa e Mastercard.
De acordo com a gerente de Credenciamento do Cartão BNDES, Alessandra Sleman Cardoso Baptista, têm acesso ao cartão empresas com faturamento bruto anual até R$ 60 milhões. Segundo ela, o juro hoje está em torno de 1% ao mês. O Cartão foi criado para facilitar e desburocratizar o acesso de micro, pequenas e médias empresas aos recursos do BNDES. Com o limite pré-aprovado, as compras podem ser feitas on-line.
O cartão pode financiar bens novos e insumos autorizados pelo BNDES, como insumos para gráficas, para indústria têxtil, moveleira, resinas, farinha de trigo e pneus. Os bens mais comprados são equipamentos para informática e para automação comercial, veículos utilitários e papel para edição e impressão de livros.
“O Cartão é gratuito, não tem anuidade, tem crédito pré-aprovado e as transações são feitas on-line. O pagamento pode ser feito em 12, 18, 24 ou 36 vezes com taxa de juros fixa”, diz Alessandra, ressaltando que a vantagem para o comprador é que o crédito é rotativo, ou seja, assim que uma parcela for paga, o crédito volta para o cartão e fica disponível para novas compras. .
Esta linha de financiamento do BNDES foi criada em 2003 e cresceu rapidamente nos últimos anos. Ano passado havia 103.600 cartões aptos no Brasil e a meta para este ano é alcançar 145 mil cartões. Até o momento são 120.400 cartões emitidos com um limite de concessão de R$ 2,85 bilhões.
No Paraná já foram emitidos 8.237 cartões com R$ 192 milhões de limite concedido. Só em Curitiba, até 24 de agosto, havia 1482 cartões emitidos com a bandeira Visa (Banco do Brasil e Bradesco), que correspondem a um limite de crédito de R$ 36 milhões. Os cartões emitidos com a bandeira Mastercard (Caixa Econômica Federal) não estão computados nestes números. No Brasil, há mais de 4500 fabricantes cadastrados no portal, sendo 178 em Curitiba. Na capital, estão disponíveis 1231 produtos para venda (máquinas, equipamentos e insumos).
“Apesar da popularização do cartão, ainda falta conhecimento e há resistência por parte dos compradores em realizar transações pela internet, e os fornecedores ainda não visualizaram o potencial desta linha de financiamento”, comenta Alessandra.
A solicitação do cartão e o credenciamento dos fornecedores são feitas pelo portal www.cartaobndes.gov.br. Existem duas modalidades de venda: a direta, na qual o fabricante cadastra o produto com o preço no portal e a compra é feita on-line; e a indireta, que corresponde a 98% das transações. “Neste caso, o preço não está disponível no site e o comprador entra em contato com o fornecedor para fazer as negociações. Nesta modalidade é o fornecedor que acessa o Portal e processa a transação”, afirma Alessandra.
A exposição e divulgação do catálogo de produtos no portal é gratuita, mas a manutenção e atualizações das informações é de responsabilidade do fabricante.
Paranachop – 02/09/2007

ABB ganha contrato de US$ 20 milhões nos EUA
A suíça ABB, que atua nas áreas de automação e geração energética, fechou um acordo de US$ 20 milhões para equipar uma fábrica de produção de painéis de madeira da ATC Panels nos Estados Unidos. Com o contrato, a ABB assumirá os funcionários e a responsabilidade pela manutenção das atividades e dos equipamentos da unidade pelos próximos cinco anos.
O objetivo da ABB é melhorar a disponibilidade das máquinas das instalações e sua eficiência, reduzindo assim os custos de produção da planta em mais de 20%.
O acordo anunciado hoje é similar ao acertado em março passado entre ABB e ATC para a unidade da companhia localizada em Ontario, no Canadá. O contrato foi estimado em US$ 15 milhões.
Gazeta Mercantil – 31/08/2007

Ticket Car expande atuação entre PME´s
O Ticket Car, produto de gestão de despesas de veículos, amplia a atuação no mercado de pequenas e médias empresas (PMEs). O objetivo é crescer oferecendo a este nicho um leque de serviços, dentre eles o de gerenciamento e controle de pagamento de combustíveis. Segundo Mauro Lucio Barros Junior, supervisor de canais de vendas do Ticket Car, a expectativa é crescer fortemente neste segmento oferecendo ferramentas que os apóiem no controle das frotas. "Atualmente, esses empresários enfrentam um grande problema: o pagamento diário do combustível e a dificuldade no controle de custos. E é, em muitos desses casos, que se iniciam problemas de gestão e, consequentemente, afetam a rentabilidade dos seus negócios".
A visão mercadológica do Ticket Car é sustentada na pesquisa "A Gestão dos Custos nas MPEs Paulistas: um estudo exploratório", realizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, o Sebrae. Ela contou com a participação de 450 empresas, dos setores da indústria da transformação, comércio e serviços, da qual concluiu que elas não possuem instrumentos de controle de custos suficientes. O estudo ainda aponta que as companhias pretendem economizar, principalmente, 6% em combustível.
Para atender esta necessidade, o Ticket Car possibilita o total controle dos gastos. Exemplo disso são os relatórios individuais que podem ser emitidos para cada veículo da frota. Assim, o gestor tem a visão de como estão sendo originadas as despesas, podendo mudar as estratégias e melhorar o seu fluxo de caixa. "Além do controle, o Ticket Car funciona como uma linha de crédito, sem juros", ressalta Mauro Lucio. O motorista abastece seu veículo e a Ticket fatura as despesas a prazo. Uma outra vantagem é que o cliente determina quais as mercadorias que poderão ser consumidas, dentre as oferecidas em postos de combustíveis.
Clientesa – 31/08/2007

TELECOM
3G Chega ao Brasil: Primeiro Celular WCDMA disponível
Para que um aparelho possa ser comercializado no Brasil ele deve ser aprovado pela Anatel, esta aprovação chamada de Homologação é feita com base no critério estabelecido pela agência e que tem sido amplamente adotado mundo afora. A medida adotada como padrão é conhecida como SAR (Specific Absorption Rate), ou seja, taxa de absorção do corpo para a radiação emitida pelo celular. De acordo com o padrão adotado este número não pode exceder 2,0 W/kg.
Até agora em Agosto foram homologados 11 novos aparelhos celulares todos para tecnologia GSM. Dia 3 de Agosto foi homologado o primeiro celular autorizado a operar em redes de 3G WCDMA. A LG foi a primeira fabricante a atentar para a iminência desta tecnologia no país, disponibilizando no mercado o MU500 (também conhecido como CU500). Embora as outras fabricantes já possuam aparelhos com suporte a redes 3G como os da série N da Nokia, eles ainda não tem autorização para operar no Brasil nestas redes.
LG MU500 (CU500 mercado internacional)
O Aparelho além do design fino e elegante possui os recursos já disponíveis em outros aparelhos da marca como MP3, Câmera de 1.3 MP, Bluetooth e Viva-voz. Na verdade o grande apelo será a capacidade de operar em redes HSDPA, atingindo até 1.8Mbps de conexão, além das redes GPRS/EDGE. Ele oferece suporte pra Streaming de TV e vídeo. Na parte externa possui um display colorido e botões para músicas, sua bateria dura em média 5 horas de uso ou 440 horas em modo de espera.
A Telemig havia anunciado em Março uma rede 3G para testes em Belo Horizonte, em parceria com a Ericsson, no entanto, ainda não há informações de data para a rede entrar efetivamente em operação. Especulações dão conta de que a operadora que estaria à frente nessa corrida pelo 3G seria a Claro, programada para estrear sua rede, ainda limitada e em 850 MHz, mesma frequência dos testes da Telemig, já em Setembro. Consulte: Como anda o 3G no Brasil.
Comentário
A conclusão é de que os devices estão disponíveis, há até um certo tempo, não estavam homologados para operar em redes 3G pelo simples imbróglio na licitação de frequência de tais redes, o que terminou com o anuncio da licitação pela Anatel, o leilão deve ocorrer até Dezembro deste ano. A expectativa é de que ano que vem já tenhamos as operadoras operando e ampliando suas redes 3G.
A pergunta que fica é se as operadoras estão prontas para ofertar serviços de qualidade e conteúdo interessantes para aproveitar esta nova tecnologia e as perspectivas e possibilidades que ela traz. Com alta taxa de conexão o apelo a estes serviços fatalmente será maior, mas, para a adesão a eles o cliente deverá ter condições de navigabilidade simples nos aplicativos, nos devices e suas interfaces e, obviamente, um preço justo pago pelo serviço.
Segundo enquete proposta pelo ucel obtivemos a seguinte votação:
Você acredita que as operadoras nacionais estão prontas para ofertar serviços 3G de qualidade?
1º Não (61%)
2º Sim (39%)
Ucel – 02/09/2007

O cancelador de ruídos QNx220 da Quellan estréia em Tóquio
A Quellan Incorporated, anunciou hoje o QNx220, o cancelador de ruídos de radiofreqüência mais novo da empresa destinado a produtos de comunicação móvel avançada. Com base na Tecnologia de Cancelamento de Ruídos CSP patenteada da empresa, o CMOS IC extremamente pequeno cancela interferências de radiofreqüência indesejadas para aprimorar a sensibilidade do receptor. Em uma área com sinal baixo, um telefone celular que estiver utilizando o QNx220 é capaz de recuperar diversas barras de força do sinal perdido e um receptor de GPS é capaz de obter um bloqueio de localização em apenas segundos, e não em minutos.
Projetado de maneira específica para plataformas móveis e fixas onde o ruído eletromagnético dificulta a recepção, o QNx220 da Quellan cancela ativamente a interferência invertendo e eletronicamente subtraindo sinais emulados do ruído local a partir do sinal de entrada do receptor. O ganho e a fase do sinal de cancelamento são ajustados de maneira contínua para obter um desempenho perfeito. Este processo é especialmente eficaz com radiação de antenas espaçadas com proximidade, ruídos internos de processadores e ruídos de câmeras e visores.
O QNx220 complementa o QNx100 com uma interface de controle digital para conexão direta aos processadores SPI de banda de base e um LNA de dois estágios para sensibilidade aumentada da fonte de ruídos. O QNx220 é extremamente pequeno para fins de facilidade de integração, medindo menos que 1 mm em um lado. O dispositivo está disponível em um Pacote de Escala de Chips para módulos de radiofreqüência ou em um pacote QFN para uso direto em placa.
"O cancelamento de ruídos tem sido tradicionalmente limitado ao espectro de áudio", declarou Tony Stelliga, Presidente do Conselho e CEO da Quellan. "Ao remover ruídos ao nível da antena de radiofreqüência no espectro eletromagnético, o usuário pode obter uma enorme melhoria na experiência além do áudio, incluindo vídeo, clareza de sinal e precisão de localização. Estas melhorias são impossíveis de serem alcançadas com técnicas convencionais de processamento de circuitos ou sinais".
"A abordagem da Quellan em relação ao problema evasivo de ruídos é bastante inovadora e profunda, levando a uma solução barata para os sistemas de telefones móveis altamente convergidos", comentou Kenji Tsuda, um analista de tecnologia de semicondutores localizado em Tóquio. "Os canceladores de ruídos da Quellan aumentarão de maneira significativa a clareza dos sinais mesmo em ambientes com sinal baixo, como rodovias subterrâneas ou em edifícios altos", complementa Tsuda, "No futuro, veremos uma ampla variedade de capacidades funcionais em um sistema sem fio com o cancelamento de ruídos da Quellan; sendo assim, os consumidores desfrutarão de uma experiência de TV móvel e chamadas nítidas de alta qualidade."
A Quellan Incorporated é uma empresa líder no desenvolvimento de circuitos integrados análogos e uma pioneira em redução de ruídos de radiofreqüência e aprimoramento de sinais. A Quellan atende atualmente os setores de telefones celulares, PGP, PMP, laptops, GPS, TV móvel e centros de dados.
Sys-Con Media – 30/08/2007

Serviços de telecom podem atingir US$ 225 bi em 2007
As despesas com os investimentos nos serviços de telecom estão subindo no mercado global, de acordo com dados da Infonetics Research. A grande demanda refere-se a serviços como os pessoais de banda larga, além de serviços como a TV móvel, vídeo móvel e IPTV. A expectativa é que este mercado chegue a US$ 224,6 bilhões neste ano.
Segundo a pesquisa, este aumento no rendimento dos fornecedores é devido, principalmente, aos lançamentos do mercado mundial.
A pesquisa revela ainda que os fornecedores globais de serviços públicos gastaram cerca de US$ 216,2 bilhões em 2006. O estudo aponta também que os fornecedores de serviços lucraram, em todo o mundo, cerca de US$ 1,2 trilhões no ano passado, o que equivale a 8% a mais em relação a 2005.
IT Web – 30/08/2007

SanDisk anuncia cartões de 8GB para telemóveis
A empresa SanDisk anunciou na IFA 2007 a disponibilização de cartões «Memory Stick Micro» de 8 gigabytes para telemóveis.
Segundo nota da empresa, os cartões de 8GB «Memory Stick Micro» (M2) dirigem-se para os consumidores que tiram partido das características de leitor de música, câmara e vídeo que os telemóveis disponibilizam.
Referindo tratarem-se dos cartões M2 com maior capacidade a nível mundial, os utilizadores vão ter a possibilidade de escutar mais de duas mil músicas ou alojar mais de cinco mil fotografias.
A comercialização dos cartões e a sua disponibilização para os fabricantes e operadores de telemóveis deverá acontecer até ao final do ano, sendo que não foram mencionados detalhes no que respeita ao preço.
Sol – 31/08/2007
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