03/07/2007
GERAL
Sob críticas do setor de eletrônicos, Brasil cria tarifa única para produtos do Paraguai
O governo federal publicou nesta sexta-feira (29/06), no Diário Oficial da União, a medida provisória 380, que institui o Regime de Tributação Unificada (RTU) para produtos procedentes por via terrestre do Paraguai.
Na prática, todos os produtos autorizados terão alíquota única para importação do país vizinho, em vez de ter tarifas de importação diferenciadas de acordo com o gênero, conforme acontecia anteriormente. Embora não tenha mencionado os produtos autorizados, a MP já esclarece que não serão beneficiados pelo modelo armas, munições, fogos de artifícios, explosivos, bebidas, cigarros, automóveis e embarcações – além de suas partes e peças.
Segundo a portaria, os produtos liberados pagarão alíquota de 42,25%, sendo 18% referentes ao Imposto de Importação, 15% Imposto sobre Produtos Industrializados, 7,6% referentes a Cofins de Importação e 1,65% como PIS/PASEP Importação. Também poderá ser cobrado o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS – desde que o Estado venha a aderir ao regime.
De acordo com Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), a medida é altamente prejudicial aos fabricantes nacionais do setor. Isso porque produtos procedentes de outros mercados como China e Taiwan com passagem pelo Paraguai poderão entrar no Brasil se beneficiando também da medida, concorrendo diretamente com os produtos fabricados localmente.
“Em teoria estamos abrindo o mercado brasileiro através dos países limítrofes para terceiros países, como a China. A medida é prejudicial porque abre o mercado para um novo concorrente que não é nacional ou mesmo paraguaio. Esses terceiros países não fazem parte do Mercosul e devem pagar tarifa diferenciada”, comenta Humberto Barbato, presidente da instituição.
O executivo teme ainda que o Brasil amplie a medida também para outros países vizinhos, como a Argentina, por exemplo. “Segundo as normas da Organização Mundial do Comércio (OMC), quando um país concede algum tipo de benefício para um vizinho limítrofe, deve fazer o mesmo também para os demais, caso eles solicitem. Não duvido que novos acordos como esse surjam com outros países nos próximos meses”, diz.
Até agora, conforme atesta Barbato, notebooks, por exemplo, trazidos legalmente e de forma direta do Paraguai tinham alíquota zero de importação desde que tivessem 40% de sua estrutura manipulada no território paraguaio. Como tal prática era praticamente inexistente, a maioria desses computadores portáteis chegava ao Brasil via contrabando. “O que estamos fazendo agora é inventar uma alíquota única para legalizar o descaminho. O governo está mais preocupado em fazer média com os vizinhos do que em proteger a indústria”, destaca.
Representantes da Abinee já haviam realizado três reuniões com o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, manifestando sua preocupação quanto à incorporação de produtos como notebooks, telefones celulares, computadores e componentes, partes e peças à lista de produtos permitidos. Como a secretaria da Receita já previa mesmo a instituição do Regime de Tributação Unificada, o que a indústria sugeriu foi excluir da lista de produtos autorizados aqueles com fabricação nacional, em uma tentativa de proteção dos produtos locais.
No entanto, como tais produtos não são mencionados na medida provisória publicada nesta sexta-feira, fica implícito que a importação com tarifa única está permitida pelo menos até que uma nova relação seja divulgada. A expectativa da indústria, no entanto, é que a decisão possa ser revista e que eletrônicos com fabricação nacional fiquem de fora do regime de alíquota única.
“Agora começamos a trabalhar diretamente no Congresso para não aprovar essa medida provisória. Ela está em vigor, mas não tem efeito prático, já que carece de uma regulamentação por ato da Receita Federal ou da Câmara de Comércio Exterior (Camex)”, afirma.
Na próxima quarta-feira (04/07), Barbato terá uma reunião com Jorge Rachid, secretário da Receita Federal, para debater o tema.
Computer World – 29/06/2007

Tarifa única de importação do Paraguai pode incentivar mercado cinza, diz deputado
A decisão do governo brasileiro de adotar o Regime de Tributação Unificada (RTU) para produtos importados do Paraguai poderá incentivar o mercado cinza de computadores, na avaliação do deputado e presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, Julio Semeghini.
“Se o governo colocar linhas de computadores entre os produtos liberados, vai contribuir imensamente para retomar o mercado cinza que estamos tentando combater com tanta força. Um importador pode, por exemplo, importar cem computadores de forma legal, contrabandear mil e, na hora da distribuição não teremos como saber ou controlar”, comenta.
Na avaliação do deputado, em vez de o País firmar algum tipo de parceria com benefícios mútuos, acabou partindo para uma estratégia de mão única, já que o Paraguai não se comprometeu em tomar nenhuma atitude em benefício do mercado brasileiro.
“O que vai acontecer é que vamos oficializar o Paraguai como um grande intermediário de produtos. Vamos ajudá-los a ser sede de grandes distribuidores que importam produtos da China e distribuem no Brasil por várias micro e pequenas empresas. É um grande erro”, diz.
Semeghini ressalta ainda que vai mobilizar a Frente Parlamentar de Informática para não aprovar a Medida Provisória que regulamenta a decisão sem que o governo divulgue quais os setores afetados pela medida. “O governo criou uma lista negra dos produtos que não se enquadram, mas não comentou nessa MP os produtos autorizados. É como assinar um cheque em branco e afugenta empresas que estão pensando em produzir no Brasil e que podem, de uma hora para outra, sofrer concorrência do Paraguai”, conclui.
Computer World – 29/06/2007

Ministro adota discurso amigável com Anatel e reitera defesa de empresa nacional
O ministro das Comunicações, Hélio Costa, adotou um discurso mais conciliador em relação à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) hoje, na posse do novo presidente do órgão regulador, Ronaldo Sardenberg. Ele, no entanto, voltou a defender a criação de uma empresa nacional forte no setor, uma referência à fusão entre Oi e Brasil Telecom.
Segundo Costa, agora que a agência está com seu quadro de conselheiros completo, "tenho certeza que, neste momento histórico para o setor, vamos evoluir ainda mais as relações entre o Ministério das Comunicações, o Poder Executivo, e a Anatel".
Apesar das várias divergências entre a pasta e a agência no passado, o ministro afirmou em seu discurso que "o governo deseja e estimula uma Anatel forte, atuante, ágil, trabalhando em consonância com as aspirações da sociedade brasileira, do setor telecomunicações, e de acordo com as políticas públicas traçadas pelo governo, conforme determina a Constituição".
Ele ainda acrescentou que o governo "deposita muitas expectativas" na atuação de Sardenberg à frente da entidade e convocou conselheiros, funcionários da Anatel e prestadores de serviços de telecomunicações "para darmos início a um PAC do setor: um Plano de Aceleração das Comunicações".
Segundo Costa, até o final de julho o governo quer detalhar um documento com as políticas públicas de comunicação, que deverão reger as relações do Ministério das Comunicações e do governo com a agência que regula e fiscaliza.
"Precisamos rever urgentemente o marco legal das comunicações (a LGT, a Lei do Cabo, o Código Brasileiro de Telecomunicações); determinar o que precisa ser modificado para continuar atendendo ao Interesse Nacional. São leis que ficaram velhas e podem travar o crescimento do setor e do país", disse.
A Lei que rege hoje o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) deve ser também revista, de acordo com o ministro. "Precisamos pensar numa forma de associar a arrecadação do FUST a planos concretos de universalização. Não só universalização do telefone fixo, mas também do telefone celular e da internet de alta velocidade".
O ministro enfatizou que "o Brasil precisa de uma grande empresa nacional de telecomunicações", o que depende de mudanças na atual LGT. "Como o senhor conhece bem, presidente Sardenberg, sem um grande player no setor para disputar o mercado internacional, e estimular o desenvolvimento de pesquisas no Brasil, não vamos passar de eternos atores secundários da globalização", reiterou.
Computer World – 02/07/2007

iPhone movimenta mercado de telas multitouch
O lançamento do tão esperado iPhone, badalado celular da Apple, deve causar forte impacto nas vendas de telas sensíveis a múltiplos toques (multitouch screen). Essa é uma das principais características do produto, que também reúne música, promete acesso a internet mais amigável, conexão Wi-fi, recursos de vídeo, voz e dados entre outros. Hoje (sexta-feira, 29 de junho) começam as vendas do aparelho.
A receita proveniente das vendas globais das oito principais tecnologias touch screen deve subir para US$ 4,4 bilhões em 2012, contra US$ 2,4 bilhões registrados em 2006, segundo previsão da empresa de análise de mercado iSuppli. A demanda por telas deste tipo está sendo alavancada pelas indústrias de telefonia móvel e eletrônicos de consumo, especialmente vídeo games portáteis, PDAs e dispositivos de navegação portáteis.
Jennifer Colegrove, analista da iSuppli, acredita que o amadurecimento do mercado levará telas sensíveis a toque a quase todos os campos da vida eletrônica, desde aviões a automóveis, passando por sistemas de controles de máquinas domésticas.
Além do iPhone, o mercado de touch screen também crescerá com a ajuda da Microsoft, que está lançando um computador em formato de mesa, no qual o usuário trabalha com toques diretamente na tela.
As telas sensíveis a múltiplos toques são capazes de responder a várias operações ao mesmo tempo, e podem ser integradas com tecnologias de imagem óptica. A maioria das tecnologias touch screen são desenhadas para um único toque por vez.
A Apple, ao mesmo tempo que impulsiona o crescimento deste mercado, pode ser um problema. A companhia detém uma patente de toques múltiplos, e não está claro se está disposta a licenciá-la. Entretanto, a iSuppli informa que existem tecnologias alternativas.
IT Web – 29/06/2007

Abinee estuda ir ao STF contra MP do Paraguai
Ao tomar conhecimento nesta sexta-feira (29/06) da edição da MP 380, que institui o Regime de Tributação Unificado, para importações de mercadorias procedentes do Paraguai, o presidente da Abinee, Humberto Barbato, disse que a instituição estudará a possibilidade de ingressar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade(ADIN) no Supremo Tribunal Federal, se a MP causar qualquer tipo de prejuízo ao setor eletroeletrônico.
"Vamos analisar a situação, a medida segue agora para o Congresso Nacional, onde deverá sofrer alterações. Também estamos estudando e se for necessário, ingressaremos com uma ação no Supremo Tribunal Federal", destacou o presidente da Abinee ao Convergência Digital.
Tal decisão será levada em conta, quando a MP 380 for aprovada pelo Congresso Nacional e virar Lei. Será a partir daí que a Receita Federal deverá anunciar quais as mercadorias poderão ser importadas por microempresas (de faturamento anual até R$ 240 mil).
Dentro do governo existem defensores de que as importações paraguaias incluam componentes, partes e peças, além de produtos acabados. Este seria o maior perigo para a indústria, sobretudo para as empresas do setor de informática.
A importação legal de placas do Paraguai poderá sinalizar uma retomada do crescimento do mercado cinza, que hoje representaria 38% das vendas no mercado brasileiro, a taxa mais baixa dos últimos 10 anos, mas já chegou a patamares de até 75%, antes da edição da "MP do Bem".
Convergência Digital – 29/06/2007

AUTOMOTIVO
Fiat ameaça trazer Palio chinês
A Fiat Automóveis do Brasil, ameaça trocar o Palio nacional, pelo modelo chinês. Isso é em resposta aos preços elevados do aço brasileiro, que elevam os custos de produção, que segundo a empresa já estão altos. A empresa chegou a importar 10% do aço utilizado, da Coréia do Sul, que aqui chegaram com preços 15% inferiores ao produto nacional. A empresa pode trazer os modelos de sua parceira chinesa, a Nanjing, que possui baixo custo de produção e mão de obra. A General Motors do Brasil, também já acenou com a possibilidade de importar modelos inteiros ou em CKD da China, onde possui parceria com a Wulling. Com o aço nacional tão caro, logo as empresas começarão a produzir menos, e importar mais. Assim, poderemos logo ter carros de “marca” vindos do país oriental.
Noticias Automotivas – 29/06/2007

Marelli equipa primeiro Flex OFF ROAD
Coube à Magneti Marelli desenvolver o sistema SFS - Software Flexfuel Sensor para o modelo Pajero TR4 2.0 16 válvulas, nas versões com transmissão mecânica e automática. Com esta conquista, a empresa passa a ser a primeira sistemista a equipar um automóvel bicombustível off road com tração 4x4, com ambas as opções de transmissão, mecânica ou automática. A Magneti Marelli fez adequações no sistema e trabalhou durante 18 meses, em seu Centro Tecnológico de Hortolândia, para atender aos padrões de fabricação da matriz da Mitsubishi, no Japão. Mundialmente, este é o primeiro produto Magneti Marelli de série para uma montadora japonesa, uma evidência de sua capacitação em desenvolvimento de inovações tecnológicas. O lançamento do TR4 flex acontece em julho deste ano. Atualmente, dos 15 milhões de automóveis e comerciais leves que circulam pelo País, 3,3 milhões estão equipados com a tecnologia flex fuel e 2,1 milhões circulam com o motor a álcool. Em 2011, a frota brasileira chegará a 30 milhões, dos quais 50% terão tecnologia bicombustível
Automotive Business – 02/07/2007

PST desenvolve alarme exclusivo para Logan
A PST Electronics acaba de lançar o alarme exclusivo para o novo Renault Logan. O produto, oferecido como Peças Originais nas concessionárias Renault em todo o País, foi desenvolvido em parceria com a montadora francesa. Como o dispositivo foi criado especificamente para o modelo, a instalação é muito mais rápida, sem a necessidade de adaptação de componentes como chicotes
Automotive Business – 02/07/2007

FIESP: produção de veículos cai 2,2% em SP
Enquanto a indústria automobilística nacional bate recorde de produção e vendas, o setor no Estado de São Paulo mostra números em queda na comparação com o ano passado, de acordo com a mais recente pesquisa da Fiesp e do Ciesp. O levantamento do INA (Indicador do Nível de Atividade), realizado pelas duas entidades, apontou que a produção paulista de veículos caiu 2,2% nos cinco primeiros meses ante o mesmo período de 2006 e que o setor teve retração de 1,4% no acumulado de 12 meses até maio. Segundo o gerente do departamento de Pesquisas Econômicas da Fiesp, André Rebelo, fábricas em São Paulo que eram focadas em carros para exportação reduziram o volume de produção, e unidades fabris em outros Estados, mais voltadas a atender o mercado interno, ganham impulso. O setor automobilístico de São Paulo registra ainda outros números desfavoráveis, segundo o INA: vendas 7,6% menores e horas trabalhadas na produção 4,7% inferiores na comparação dos cinco primeiros meses ante o mesmo período do ano passado
Noticias Automotivas – 29/06/2007

FIAT vai produzir Iveco Daily na Rússia
A Iveco, pertencente ao grupo Fiat, e o grupo industrial russo Samotlor assinaram um acordo industrial que prevê a criação de uma empresa conjunta para a produção em Nizhniy Novgorod, no oeste da Rússia, do comercial Daily. A Iveco terá 51% das ações da nova sociedade. O acordo prevê a produção do modelo Daily, principalmente nas versões para transporte de mercadorias, microônibus e ambulâncias. A linha de produção terá capacidade instalada, a médio prazo, de 25 mil unidades anuais. A notícia é do site da NTC & Logística
Automotive Business – 29/06/2007

CONSUMER
Telas digitais se espalham por SP
No ônibus, no metrô, nas estações de trem, no elevador, no shopping center, no boteco, na academia, na farmácia... Elas estão se espalhando por diversos cantos de São Paulo. Conectadas à internet, telas de plasma ou de cristal líquido (LCD) instaladas em locais de grande circulação se tornaram “minioutdoors” digitais, onde a publicidade rola solta entre uma notícia e outra exibida na tela.
O fenômeno ainda está começando na cidade, afirma Chan Wook Min, presidente da associação de marketing em pontos de venda Popai Brasil. “As empresas estão dando os primeiros passos. Mas, logo, logo, deve estourar. Não me espantaria se fosse nos próximos seis meses”, diz. “Na Europa e nos EUA, já faz sucesso há um bom tempo.”
Para essa nova mídia, estão surgindo empresas que fazem desde conteúdos, como programas, a publicidade. Muitas são pequenas, quase de garagem. Mas, segundo disseram ao Link, todas planejam ampliar o número de monitores na cidade em 2007. Algumas,por acreditar no ‘boom’ espontâneo da mídia. Outras, depois da proibição de outdoors em São Paulo, por ver nas telinhas um substituto para a publicidade nas ruas.
A tradicional empresa de publicidade Trianon, que teve de retirar seus placares luminosos de locais como a Marginal Pinheiros, por exemplo, tem como prioridade atualmente a instalação de telas de plasma nas estações de trem da CPTM.
“Já temos no Brás e na Barra Funda desde 2005. Mas era só uma experiência. Agora, com a proibição dos outdoors, vamos instalar nas estações Tatuapé e Itaim Paulista”, diz o sócio Marco Bodini. “Temos mais planos, mas não divulgamos ainda.”
A forma como a publicidade e o conteúdo são mostrados na CPTM é semelhante ao da maioria dos locais da cidade que contam com monitores. Em TVs de 42 polegadas, instaladas onde as pessoas ficam paradas, como na plataforma de embarque, são exibidas notícias. No meio, entram propagandas em vídeo. Tudo chega via web.
Além dos trens, ônibus e metrô também ganharam telas digitais. No metrô, a novidade deve estrear neste mês. Todas as composições da linha Verde – que cobre a Av. Paulista – já receberam monitores de LCD de 17 polegadas. “São oito por vagão”, conta Sávio de Tarso, gestor de Conteúdo da TV Minuto, como será chamado o “canal”.
De acordo com Tarso, as telas chegarão também às linhas Vermelha e Azul até março de 2008. Por enquanto, não haverá notícias em tempo real, pois ainda não há sinal de internet debaixo da terra. “A partir de agosto, teremos uma tecnologia que colocará os trens online”, diz ele, que não quis dizer qual é.
Os ônibus também não têm notícias em tempo real. Mesmo assim, desde março, cerca de 150 estão equipados com dois monitores de LCD de 20 polegadas. Um fica atrás do motorista e outro, do cobrador. Até 2008, o número de veículos chegará a 2,2 mil. “Quando houver WiMax na cidade, teremos notícias online”, explica o diretor de Comunicação da BusTV, João Coragem. Hoje, são mostrados programas gravados e publicidade.
Estabelecimentos comerciais também estão se tornando pontos para a instalação de telas digitais. A produtora Cine-Boteco equipou, com monitores de plasma de42 e 32 polegadas, 30 bares de regiões como Vila Madalena, Jardins e Itaim Bibi. A meta é chegar a 200 bares neste ano. “E ainda é pouco. Na Inglaterra, há 11 mil bares”, diz o sócio Alexandre Gibotti.
Até as farmácias foram invadidas pela onda. Neste ano, em abril, 30 lojas da rede Drogasil em áreas nobres da cidade receberam telas de LCD de 19 e 26 polegadas. “É no ponto de venda que o consumidor decide o que vai comprar. No monitor, ele é abordado na hora certa”, diz Ernesto Vilella, diretor da Enox, empresa que fez a instalação.
Como não poderia deixar de ser, o shopping center também está na mira. O Shopping Metrô Santa Cruz, na zona sul, está inaugurando quatro monitores de plasma de 42 polegadas na praça de alimentação. “Outros quatro shoppings receberão o serviço na cidade em 2007”, diz o proprietário da ACT, Lucas Silva. Além da praça de alimentação, os “halls” dos elevadores também ganharam monitores, só que de LCD, de 19 polegadas.
E, por falar em elevador, um dos casos de maior sucesso hoje é o da empresa Elemídia. Desde 2003, ela instalou telas de LCD de 15 polegadas em elevadores de 206 edifícios comerciais na cidade. No Brasil, são 320 prédios.
Neste ano, a empresa espera ter 400 prédios atendidos somente no município de São Paulo.
Segundo o presidente da empresa, Felipe Forjaz, esse crescimento não tem a ver com a proibição de outdoors na cidade. “O mercado está crescendo. Essa ampliação já estava planejada”, diz. “O que a lei ajuda, sim, é a conseguir novos anunciantes que, sem opções, buscam alternativas.”
De acordo com Forjaz, a mídia em telas digitais tem tudo para invadir os mais diversos locais. A própria empresa já partiu para a diversificação. Neste ano, colocou o serviço na Academia Reebok, zona sul. “Qualquer lugar com conexão à internet é um local em potencial.”
Link – 02/07/2007

DRM pode complicar a TV Digital no Brasil
A poucos passos de ser testada oficialmente, a TV Digital Brasileira, chamada agora de ISDTV, deixou no ar, literalmente e sem trocadilho, modificações de padrões sem um futuro definido.
Anos atrás, conversando com pessoas ligadas a grupos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, que estavam envolvidas com a implantação da televisão digital brasileira, soube que o Brasil havia decidido adotar o sistema japonês de DTV e HDTV, chamado de ISDB-T, com pequenas modificações. Note-se que, até aquela data, nada havia de concreto para que as transmissões oficiais começassem de imediato.
Mas o tempo passou, e o sistema, depois chamado de SBDTV (Sistema Brasileiro de Televisão Digital), sofreria ainda mais modificações, recebendo então o nome de batismo de ISDTV (International System for Digital Television), que é como vai ficar. O problema é que, com as novas proposições de padrões adotadas, nada mais foi feito, para se assegurar que o ISDTV vá funcionar sem nenhum percalço operacional.
A modificação de padrões em relação ao modelo original japonês é compreensível, por causa da evolução da tecnologia de vídeo e áudio digitais. Até recentemente, o MPEG-2 era o padrão oficial de codec de vídeo para HDTV, sendo inclusive usado para masters que estão hoje presentes em discos Blu-ray, por exemplo.
Mas o MPEG-2 sofre de excesso de ineficiência de compressão e de artefatos na imagem, tendo sido eventualmente substituído por novos codecs, bem mais eficientes e mais livres de artefatos, como o VC-1 e o H-264 (MPEG-4).
O Brasil resolveu adotar o H-264 como parte do padrão do ISDTV, mas não há confirmação que o codec tenha sido devidamente licenciado. Comentários de bastidores falam, com razão, que a implementação do codec sem este licenciamento é uma manobra arriscada e desnecessariamente precipitada, com o quê sinceramente eu concordo, porque não há indícios de que esta negociação possa ser feita depois de implementado o sistema.
Da mesma forma, houve um erro de escolha, a meu ver, no sistema de áudio adotado. Já faz algum tempo que a maioria das transmissões por satélite e por cabo vem adotando o AC-3, conhecido como Dolby Digital, por causa da sua alta taxa de compressão e da sua qualidade.
Além disso, o Dolby Digital tem o seu decoder implementado em grande número de A/V receivers e TVs no mundo todo. O Dolby Digital tem a enorme vantagem de ser projetado com total retrocompatibilidade com qualquer formato anterior, como por exemplo, o estéreo convencional ou o estéreo surround. Por causa disso, programas podem ser gerados nas emissoras e estúdios e recebidos na maioria das instalações domésticas sem problemas.
Mas no sistema brasileiro, o padrão de áudio proposto é o AAC (Advanced Áudio Coding), que é aquele formato popularizado pelo iPod da Apple. E aí a gente se pergunta como é que isto fica implementado, já que a maioria dos decoders não é prevista para o AAC, ou seja, se você tem um home theater completo, e quiser ver HDTV com a sua instalação atual, o som multicanal não vai ser aproveitado totalmente.
DRM na televisão digital
Se isso não bastasse, resta a questão do DRM (Digital Rights Management). O DRM é uma estratégia de proteção do conteúdo digital, com implicações e conseqüências que penalizam o consumidor. Por causa do DRM, a Apple recentemente se queixou de algumas gravadoras que as vendas de fonogramas tem caído em função do obstáculo de cópia imposto pela DRM das mesmas.
O DRM está presente na vida do usuário, muitas vezes sem que ele perceba. O anúncio, via logotipo, de proteção contra cópia, é impresso num cantinho da embalagem do disco que é comprado nas lojas, como mostra esta ilustração de um DVD na figura.
O DRM é mandatório pelos estúdios, na distribuição de conteúdo digital, por causa das alterações paranóides de legislação, em função dos lobbies poderosos dos provedores norte-americanos.
O sistema é imposto em países alheios, sem que se respeite o direito do consumidor de copiar conteúdo para uso próprio. E se alguém pensa que o problema não é grave, basta lembrar a quantidade enorme de dispositivos de gravação que podem, perante o DRM, se tornarem inúteis da noite para o dia.
É como se o consumidor deixasse o seu gravador de vídeo programado para registrar um programa, porque ele não tempo para vê-lo naquele momento, e que depois descobre que a proteção contra cópia o impediu de assisti-lo.
A televisão digital (DTV) representa um avanço considerável nos padrões de transmissão (broadcasting) e é a única maneira de se conseguir passar pelo ar o sinal de imagens de alta definição (HDTV). Sem esses pontos devidamente amarrados, e sem ter notícias recentes sobre isso, pelo menos que eu tenha visto, presume-se que o ISDTV vá bater com os burros n’água, depois de inaugurado.
A gente fica também sem entender como e por quê o sistema digital de televisão no Brasil sofreu tantos atrasos, ao longo desses anos, e se, por outro lado, em algum momento, este avanço vai de fato trazer benefícios concretos para as camadas da população que são economicamente desprivilegiadas.
Isto porque o grande apelo da televisão digital a alta definição (HDTV), impossível de ser percebida sem que uma soma substancial possa ser gasta para adquirir o necessário equipamento.
Fala-se muito na tal “inclusão digital”, mas como tudo que é político neste país, se deixa de fora a educação de base e a melhoria financeira das pessoas que poderiam ser afetadas por ela. Sem educação e sem dinheiro, “inclusão digital” é, salvo melhor juízo, pura demagogia.
Informática – 02/07/2007

Usuários responsabilizam TI por invasões indesejadas nos PCs
Pesquisa realizada pelo TrendLabs, laboratório ligado à Trend Micro, com 1600 usuários finais corporativos nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e Japão constatou as peculiaridades de cada um no uso e consumo da Internet. Mas, uma questão ficou clara: a maior parte dos usuários empresariais responsabiliza os gestores de TI como 'culpados' pelos ataques de spams, spywares, pharmings, etc.
Os resultados da pesquisa apontam para um crescimento no número de spams entre 2005 e 2007, embora menos usuários finais corporativos nos Estados Unidos reconheçam ter recebido spam. Os usuários entrevistados no Reino Unido percebem em geral que as ameaças à segurança são menos sérias em 2007 do que em 2005. Já, os usuários alemães consideram que todas as ameaças em 2007 são mais sérias em comparação com 2005.
Na pesquisa do TrendLabs foi apurado que as ameaças digitais apresentaram um crescimento de 163% entre dezembro de 2005 e novembro de 2006. Especificamente, as ameaças Web cresceram cerca de 540% de janeiro de 2005 a janeiro de 2007. Os usuários finais podem não estar tão preocupados com a gravidade das ameaças devido à discrição e invisibilidade de muitas novas rotinas de infecção.
Em escala mundial, os usuários finais estão mais conscientes de que os vírus, o spam e o spyware continuam sendo ameaças para a segurança. Em particular, a consciência do risco dos spywares cresceu consideravelmente no Japão de cerca de 76% em 2005 para cerca de 93% em 2007.
Spams
Embora quatro em cada 10 entrevistados em todos os países tenham indicado que receberam mais spam nos últimos três meses, quando comparado ao estudo de 2005, os entrevistados nos Estados Unidos reportaram uma redução geral no percentual de spam que receberam (84% em 2005 em comparação a 72% em 2007).
Por outro lado, a monitoração do spam realizada pela TrendLabs indicou um aumento importante na quantidade de mensagens não-desejadas em francês e alemão entre maio e agosto de 2006, quando o spam flutuou entre um milhão e seis milhões de mensagens por mês. Esta tendência reduziu-se depois para entre 7.000 e 10.000 mensagens por mês.
De setembro a dezembro de 2006, a quantidade de spam em japonês chegou a quase 1 milhão, mas os números hoje foram revertidos para uma média de 350 mil por mês. O spam em inglês chegou a quase 39 milhões em agosto de 2006, e agora reduziu-se à média de 2 milhões por mês. A flutuação na quantidade de mensagens não-desejadas registrada pela TrendLabs deve-se ao crescimento do spam de imagens e também à introdução de novas tecnologias como a que é capaz de identificar e bloquear o spam de imagens.
Similar aos casos de spam verificados na pesquisa realizada pela Trend Micro, o percentual de entrevistados que receberam spywares reduziu-se nos Estados Unidos (41% em 2005 contra 35% em 2007) e Alemanha (23% em 2005 contra 19% em 2007) mas mais notavelmente no Reino Unido (42% em 2005 contra 26% em 2007). Como ocorre com o spam, é provável que a redução dos spywares deva-se à complexidade e sofisticação dos ataques e ao fato dos usuários finais não conseguirem identificar o novo código malicioso instalado sem seu conhecimento.
Outros resultados apurados:
- Os usuários japoneses dependem mais de seu departamento de TI. Nos três meses anteriores à realização do estudo, 44% contatou seu departamento de TI. Por outro lado, os usuários nos Estados Unidos dependem menos de seu departamento de IT para receber assessoria e suporte; e nesse país somente 24% contatou-o durante o mesmo período de tempo.
- Os entrevistados nos Estados Unidos sentem-se mais seguros com a proteção oferecida pelos computadores corporativos. Como resultado, é mais provável que cliquem em links ou sites de Internet suspeitos usando seus computadores em rede (17%), particularmente se comparados aos alemães (8%).
- Os entrevistados nos Estados Unidos levam muito a sério as ameaças à segurança – especialmente em comparação com os do Reino Unido. Por exemplo, 60% dos entrevistados nos Estados Unidos indicaram que consideram os spywares uma ameaça séria enquanto que somente 48% dos usuários finais no Reino Unido os consideraram como tal.
-Do mesmo modo, 48% dos usuários finais norte-americanos reconheceram o perigo do spam enquanto que somente 27% dos usuários finais britânicos o perceberam como uma ameaça séria. De todos os entrevistados que foram vítimas de spyware ou phishing, 48% acreditam que seu departamento de IT poderia ter evitado o incidente.
O roubo de identidade, a perda de informações pessoais e as violações à privacidade são as principais preocupações associadas ao phishing, pharming e spyware. A perda de desempenho de seus computadores ou de produtividade são as maiores preocupações em relação ao spam, aos vírus e aos trojans. Os downloads de códigos maliciosos também são uma preocupação chave associada aos vírus, trojans e ameaças Web.
Convergência Digital – 29/06/2007

Vendas de telefones IP devem superar convencionais em 2008
O mercado de telefonia IP no Brasil está em efervescência, como mostram os números apresentados pelos institutos de pesquisa especializados e os grandes fornecedores de soluções que atuam no País. Nesta quinta-feira, Fernando Lucato, desenvolvedor de novos negócios para o mercado de comunicações unificadas da Cisco Brasil, afirmou em evento voltado a clientes que em 2008 deve acontecer um ponto de inflexão no mercado brasileiro. Isso quer dizer que a venda de terminais telefônicos IP deve ultrapassar a de telefones convencionais no mercado corporativo.
“Em 2007 a Cisco deve dobrar o número de aparelhos vendidos em 2006, que por sua vez já havia dobrado a quantidade comercializada em 2005”, explicou o executivo.
Segundo Mauro Peres, diretor de pesquisas da IDC Brasil, este está sendo o ano da hiper disrupção tecnológica, ou seja, uma enorme quantidade de tecnologias finalmente chega às mãos dos usuários para mudar o jeito como as pessoas interagem no trabalho e na vida pessoal.
“É daí que vem o conceito de comunicações unificadas, que são suportadas por soluções como redes IP de dados, vídeo e voz, aliadas a aplicativos e mobilidade”, diz o especialista. Para ele, dentro desse cenário as empresas só conseguirão se manter competitivas se repensarem suas formas de comunicação internas e externas.
No entanto, apesar do grande interesse despertado entre as empresas pelo conceito, ainda há um caminho a ser percorrido. Por um lado, há os aceleradores para a adoção da nova tecnologia, entre eles o ganho de produtividade dos usuários finais, a crescente adoção da tecnologia VoIP pelas grandes empresas e o aumento da mobilidade de executivos e força de vendas. Por outro lado, há uma grande base instalada de sistemas proprietários de mensagem de voz que dificultam a migração, servidores de e-mail atuais que têm problemas para se integrarem com servidores de voz e fax, uma carência de cases de sucesso e preços ainda altos, apesar de declinantes.
Ainda segundo Mauro Peres, a penetração de soluções de telefonia IP na América Latina continua alta: em 2006, cerca de 35% das empresas pesquisadas já possuía a tecnologia, enquanto 39% tinham planos de adoção para 2007 e 2008. Também na região o IP já é a principal tecnologia utilizada pelas grandes empresas para conectar as redes locais de dados (34%). Em torno de 31% dos entrevistados tinham planos de adoção para este ano e o próximo.
Aproveitando as oportunidades
Para abordar esse crescente mercado, a CPM Braxis está desenvolvendo uma estratégia própria. Para a empresa, de maneira geral, as comunicações unificadas não são um produto que se vende para alguém, e sim um caminho irreversível que uma empresa decide trilhar. “Nossa estratégia tem sido enxergar o negócio do cliente, vendo como ele se relaciona com seu ecossitema e quais vão ser as mudanças pelas quais vão passar as relações que podem ser apoiadas pelo conceito”, explica Maurício Minas, vice-presidente sênior da CPM Braxis.
Segundo o executivo, a principal preocupação hoje é como fazer as comunidades interagirem. “Mas isso é só um pedaço, o que está por vir é algo muito maior”, afirma Minas. Na sua opinião, duas coisas vão mudar radicalmente forma de fazer negócios. A primeira delas é que a informação que vai ser importante será a não estruturada. “Saímos do modelo com informações corporativas em formato padrão, rodando em legados maduros, e passaremos a utilizar informação desestruturada que é capturada e devolvida nesse formato”.
Outro ponto importante para o executivo é que ainda não se sabe como muitas dessas novidades irão se comportar. “Por isso fazemos um processo de experimentação. Tentamos colocar um senso de realidade nisso e dizer a nossos clientes que podemos ajudá-los a trilhar certos caminhos”, finaliza.
Convergência Digital – 29/06/2007

CCE leva fábrica de PCs para o Paraná
A Digibras, empresa de informática do grupo CCE, vai investir R$ 7,125 milhões em uma fábrica de computadores na cidade da Lapa, no Paraná. O anúncio foi feito pelo governo do Estado na sexta-feira, menos de um mês após uma a concorrente Bitway, da Bahia, confirmar a instalação de uma segunda unidade em Piraquara, no mesmo Estado, onde injetará R$ 5 milhões. Os dois municípios ficam na região metropolitana de Curitiba, onde está a Positivo Informática, atual líder do setor.
A notícia da chegada da CCE no Estado foi colocada no site do governo e recebida com surpresa tanto na empresa como na prefeitura da Lapa. "Estamos negociando há uns três meses e nem tenho como dizer que está 100% certo", disse o vice-prefeito, Mansur de Jesus Daou. Procurado pelo Valor, o secretário de Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Virgílio Moreira Filho, não deu entrevista sobre o assunto. A CCE também não falou sobre o investimento.
De acordo com o texto do governo, a fábrica da Digibras deve começar a funcionar em seis meses e vai gerar 600 empregos diretos. A data não é muito diferente da divulgada pela Bitway, que pretende iniciar a produção em janeiro de 2008 e terá 300 trabalhadores. A empresa do grupo CCE já foi apresentada como a segunda em fabricação de computadores no Estado. Ela terá capacidade para produzir 450 mil computadores de mesa, 180 mil portáteis e 200 mil monitores com telas de cristal líquido por ano.
A Positivo, após conquistar a liderança em vendas de PCs no país, transferiu sua produção em 2005 para uma nova fábrica, que recebeu investimentos de R$ 12 milhões e tem capacidade para montar 130 mil computadores por mês. Já a Bitway terá capacidade para montar 50 mil equipamentos por mês no Estado.
O Valor procurou o Positivo para saber se a proximidade das concorrentes irá incomodar, mas os diretores não deram retorno. Outra que cogita vir para o Paraná é a HBFlex, que planeja construir duas fábricas para produção de máquinas e placas-mãe em parceria com o grupo Tecmaster, do Rio Grande do Sul. Uma unidade prevista para este ano deverá ficar em São Paulo, no município de Valinhos ou Campinas. A segunda deverá ser montada em 2008 e quatro Estados são avaliados: Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais e Paraíba.
No caso da Digibras, a prefeitura da Lapa, que tem cerca de 50 mil habitantes e fica 60 quilômetros distante da capital, não precisou dar incentivos. Eles foram oferecidos pelo governo estadual por meio do programa Bom Emprego, que permitirá o adiamento do pagamento de 90% do ICMS por quatro anos. Após esse período, o valor acumulado poderá ser parcelado em mais quatro anos.
O ICMS incidente sobre a fatura de energia elétrica também poderá ser pago após dois anos, dividido em 24 meses. Tanto a Digibras como a Bitway terão a produção voltada para o mercado interno. Hoje toda a fabricação da Digibras é feita em Manaus (AM), e a da Bitway, em Ilhéus (BA).
O desembarque da CCE no Paraná acontece poucos meses depois de a empresa ter vendido 22 mil TVs de 29 polegadas e tela plana para a Cequipel, empresa que venceu licitação para equipar escolas da rede estadual de ensino, um contrato de R$ 18,9 milhões.
Os opositores do governador Roberto Requião (PMDB) consideraram alto o valor unitário de cada aparelho - R$ 860. O governo alegou que o equipamento tem características diferenciadas, como entrada USB, para conexão de pen drive e cartão de memória, e permite a transmissão de arquivos copiados de TV aberta e a cabo, DVD, computador e internet.
O governo do Paraná também só tratou de divulgar a nova fábrica da CCE após Requião assinar um novo decreto que mantém incentivos estaduais. "Ele assinou nesta semana [passada], e o documento tem os mesmos benefícios oferecidos por São Paulo", disse, na sexta-feira, o secretário da Fazenda, Heron Arzua. "Foi copiado de São Paulo", completou, sem dar detalhes.
Esse documento foi feito para substituir uma lei de 2001 que beneficiava o setor e foi julgada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF), após ser questionado pelo governo paulista. A lei trata de crédito presumido de ICMS e isenta de pagamento do imposto empresas do ramo de informática que investem em ciência e tecnologia.
Valor – 02/07/2007

TV digital brasileira vai ter software livre
O conversor que em breve vai permitir aos televisores analógicos brasileiros captar o sinal da TV digital estará equipado com um software livre. O Ginga, como foi batizado o software da TV digital, será lançado na próxima terça-feira (03/07) no Rio de Janeiro, cinco meses antes do início das transmissões. Maior contribuição brasileira ao padrão japonês de TV digital escolhido pelo governo no ano passado, o software foi desenvolvido por laboratórios da Universidade Federal da Paraíba e da PUC-Rio
Ao estabelecer que o programa será um software livre, as duas universidades, que passaram quase 20 anos pesquisando a TV digital, tornarão públicas as principais informações para seu desenvolvimento. Dessa forma, outros grupos poderão aprimorar o Ginga ou sua linguagem e também desenvolver novos aplicativos para a TV digital sem pagar pelo licenciamento do software – desde que também liberem o código dos programas criados.
O software livre não é novidade no mundo. A partir desses mesmos princípios foram desenvolvidos, por exemplo, o sistema operacional Linux e o navegador Firefox, que hoje aparecem como únicos concorrentes de peso para o Windows e Internet Explorer, ambos da Microsoft. "A importância de se ter um software livre é evitar que haja monopólios, o que poderia encarecer seu preço", afirmou Augusto Gadelha, secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia.
Segundo o professor Luiz Fernando Gomes Soares, da PUC-Rio, os fabricantes do conversor (set-top box) que o brasileiro terá de comprar para assistir a transmissões da TV digital terão um custo de apenas R$ 6 para incluir o Ginga no aparelho. Ele disse também que o programa está pronto e que cinco fabricantes brasileiros de software já mostraram interesse em produzir o Ginga em larga escala.
Representantes da indústria, entretanto, afirmam que os primeiros conversores da TV digital devem ser lançados sem o Ginga porque o software ainda não teria sido suficientemente testado para que possa ser comercializado em larga escala. Além disso, há dúvidas entre os fabricantes de conversores se a instalação do software não exigirá também o aumento da memória do aparelho, o que encareceria ainda mais um set-top box que já tem um preço estimado pela indústria em R$ 800. O diretor de Tecnologia da Philips, Walter Duran, e o diretor técnico da Semp Toshiba, Roberto Barbieri, afirmaram que o Ginga precisa de mais testes e que deverá ser incluído no conversor provavelmente no segundo semestre de 2008.
Até lá, o conversor da TV digital deverá permitir a recepção de imagens e sons em altíssima qualidade, mas não terá funções de interatividade. Em um primeiro momento, a interatividade permitiria ao telespectador, por exemplo, escolher o ângulo em que gostaria de assistir a uma partida de futebol. As funções interativas vão depender do que for desenvolvido pelas emissoras de TV. A britânica BBC, por exemplo, já testou programas em que o telespectador pode escolher acompanhar somente um personagem de uma novela sem a necessidade de assistir todas as cenas que vão ao ar.
Em um segundo momento, o conversor da TV digital também deverá ter um canal de retorno. A ferramenta mais simples oferecida por esse canal será a possibilidade de votar por meio do próprio televisor em um candidato em um programa como o "Big Brother Brasil", por exemplo. Outras aplicações, entretanto, já estão em desenvolvimento. Bancos anunciaram que querem permitir que seus clientes realizem operações por meio da TV digital. Dezenas de outros aplicativos devem surgir nos próximos anos.
Exame – 29/06/2007

IDENTIFICATION
Associação Médica Americana lista riscos e benefícios dos implantes de RFID em humanos
A AMA (Associação Médica Americana) acaba de divulgar um relatório (material em inglês) que dá recomendações cautelosas sobre o uso de radio frequency identification (RFID) para manter os pacientes médicos rastreados.
O relatório conclui que, ainda que os implantes da tecnologia em humanos poderia melhorar o cuidado com o paciente, ainda é necessária uma prova de que a internvenção é segura.
“Esses dispositivos podem representar um risco físico aos pacientes. Ainda que sejam removíveis, o tamanho pequeno deles permitiria que eles migrassem sob a pele, tornando a extração difícil”, afirma o relatório. O órgão responsável por medicamentos e alimentos nos EUA, o FDA, aprovou a utilização dessa tecnologia em humanos em 2004.
O relatório também aponta a possibilidade das etiquetas RFID causarem interferência eletromagnética que “que pode afetar aparelhos cirúrgicos elétricos e desfibriladores. Além disso, ainda não foi determinada a maneira pela qual o RFID pode afetar com produtos farmacêuticos”. Outra preocupação destacada pela AMA está na garantia de que os dados armazenados no RFID estariam a salvo de leitores escondidos.
Ao mesmo tempo, destaca o relatório, “as etiquetas RFID podem promover uma identificação instantânea dos pacientes e dar acesso ao histórico médico deles, o que pode melhorar a continuidade e a coordenação do cuidado, reduzindo eventos como drogas receitadas erroneamente e outros erros médicos”. A tecnologia também seria importante para permitir acesso rápido aos resultados de exames e outras informações dos pacientes.
A AMA recomenda que a tecnologia seja usada apenas com a aprovação dos pacientes, depois que estes reconheçam os potenciais problemas. Adicionalmente, demanda a organização, os profissionais de saúde devem usar o mesmo nível de segurança aplicado aos registros médicos tradicionais para o RFID.
Computer World – 29/06/2007

INDUSTRIAL
Itautec unifica distribuição sob a marca Tallard
Em comunicado à imprensa, o grupo Itautec anuncia a integração das sete empresas de distribuição de tecnologia pertencentes ao grupo sob a organização e administração da Tallard, empresa norte-americana recém-adquirida. O comando da Tallard fica com o Humberto Gonzalez. O BNDES concedeu um aporte de R$ 142 milhões ao grupo para a expansão das atividades internas e internacionais.
De acordo com os planos divulgados após a incorporação da Tallard Technologies, em julho de 2006, a Itautec anuncia a integração das sete empresas de distribuição de tecnologia pertencentes ao Grupo Itautec. Elas ficarão sob uma única organização com administração central e utilizarão a marca Tallard.
A Tallard se tornará o maior Distribuidor de Valor Agregado de tecnologia operando na América Latina, com 100% de cobertura e presença local nos países que respondem por mais de 90% do mercado de TI da região. A nova entidade terá mais de 200 funcionários, faturamento projetado em 2007 de mais de US$ 200 milhões e representará as melhores marcas do setor, como IBM, Apple e AVAYA.
A operação integrada de distribuição também complementará os esforços de marketing internacional da Itautec e irá acelerar o crescimento da participação de mercado dos produtos da Itautec, através de sua sólida e altamente qualificada rede de revendedores.
O presidente e CEO da organização será Humberto J Gonzalez, que irá contar com uma equipe altamente especializada de executivos atuando nos EUA, México, Venezuela, Brasil, Argentina, Equador e Chile.
Convergência Digital – 29/06/2007

CNC e Sebrae firmam convênio em automação
A Confederação Nacional do Comércio (CNC) e o Sebrae Nacional firmaram convênio com as Federações do Comércio de todo o Brasil para implantação dos projetos “Automação comercial” e “Conectar” que visam à modernização e informatização das Micro e Pequenas Empresas.
A Fecomércio/AL informa que a implantação está prevista, em Alagoas, para o início de setembro. Os projetos serão tocados pelas consultoras da Federação em Maceió e nas cidades de Arapiraca, Palmeira dos Índios, Penedo e União dos Palmares.
Gazeta Web – 29/06/2007

TELECOM
“3G para Todos” com a LG
A LG vai lançar brevemente na Europa um terminal 3G que foi escolhido pela Associação GSM, a associação comercial global de operadores móveis, como o terminal da campanha “3G para Todos.” A iniciativa pretende tornar disponíveis os serviços móveis de terceira geração a um público alargado.
O telemóvel LG KU250/U250 é pequeno, agradável e ainda oferece muitas funcionalidades. A alta qualidade, mas também o preço acessível, foram dois dos factores que mais jogaram a favor deste terminal que se quer para todos. O barra oferece outras características como uma câmara Dual VGA com 1.3 MP, leitor de música, gravação e reprodução de vídeo, Bluetooth, slot para cartões MicroSD, entre outras.
O telemóvel pretende permitir aos utilizadores aceder a serviços de terceira geração de forma simples. Este modelo foi escolhido por 12 operadores móveis a nível mundial para ser o telemóvel desta campanha. As oito características observadas foram a funcionalidade, a usabilidade, a logística, a aceitação do mercado, o preço, o serviço e apoio, o compromisso estratégico e o design. Este terminal vai estar disponível a partir de Junho na Europa, Ásia e África. Em Portugal, conte vê-lo nas lojas apenas a partir de Julho.
T3 – 29/06/2007

Vivo e Tim querem adiantar venda do iPhone no Brasil
Vivo e TIM negociam com a Apple a antecipação no país do lançamento do iPhone, segundo informações da Folha de São Paulo. A previsão original seria colocar o novo celular a venda no Brasil só em 2009.
O principal entrave é a infra-estrutura de redes brasileira, já que não se sabe se ela será compatível com as exigências dos serviços previstos. Para fazer vender o iPhone no país também seria necessária uma versão nacional da loja virtual de música iTunes.
Nesse caso, a dificuldade seria com a legislação, uma vez que a Justiça pode classificar o iPhone como um produto de venda casada, uma vez que para ter acesso a parte dos serviços é necessário ser cliente do iTunes.
Jornalismo Empresarial – 02/07/2007

Executivo perde o título de CEO da BenQ dias antes de início do processo judicial
O presidente da BenQ reteve seu título de presidente do conselho, mas vai perder o cargo de CEO das companhias do grupo de Taiwan, em meio ao processo de reestruturação anunciado semanas antes do caso de suspeita de vazamento de informações na companhia começar a ser avaliado na Justiça.
K.Y. Lee, que por um longo período presidiu o conselkho de administração da companhia e chefiou as operações do grupo, perdeu o título de CEO da divisão LCD e da própria BenQ Corp, segundo informações confirmadas hoje.
O anúncio acontece menos de um ano depois que a BenQ relatou 1 bilhão de dólares em perdas na tentativa de alto risco de construir um nome global na área de telefonia móvel. A empresa criou a divisão BenQ Mobile GmbH em outubro de 2005, depois de adquirir a divisão de celulares da Siemens.
Um ano depois, a empresa asiática teve de admitir que a acirrada competição e as pesadas perdas a obrigariam a desistir da iniciativa. Desde então, a administração da empresa tem enfrentado acusações por ter arriscado a companhia naquilo que se tornou uma estratégia desastrosa.
Financeiramente, a BenQ reportou perdas em todos os trimestres depois da aquisição da área de celulares da companhia alemã e a última linha do balanço continua no vermelho.
A redução da liquidez financeira fez com que surgissem temores de que os credores alemães possam buscar as demais unidades do grupo, depois do colapso da BenQ Mobile, o que provocou uma queda de cerca de 29% nos preços das ações da empresa neste ano na Bolsa de Taiwan.
Quando acreditava-se que os problemas da BenQ não poderiam tornar-se priores, promotores da Justiça vasculharam os escritórios da companhia e prenderam três executivos com a acusação de informação privilegiada dias antes da divulgação das perdas com a BenQ Mobile, no ano anterior.
Desde esse episódio, em março deste ano, cinco diretores da BenQ foram formalmemnte acusados. O processo deve começar a partir de 12 de julho, segundo informações da Justiça de Taiwan.
Como parte da reestruturação que tirou os títulos de Lee, as atividades de fabricação terceirizada vão adotar o nome Qisda Corp. e as divisões com o nome BenQ vão ser separadas. A reorganização deve ser finalizada até setembro. Nenhuma das divisões terá mais o cargo de CEO.
No Brasil, onde a companhia havia assumido a fábrica de celulares da Siemens em Manaus, a divisão BenQ Mobile passa por uma auditoria por parte dos investidores Enzo Monzani e Conrado Will, que pretendem assumir a marca, o centro de pesquisas e a fábrica.
Computer World – 02/07/2007

BT estima mercado potencial de US$ 3 bilhões no Brasil até 2009
A operação verde-amarela cresceu organicamente, de 2005 para 2006, 50%; e deve aumentar em mais 40% em 2007
Há ano e meio na América Latina, a British Telecom passou de 80 para mil funcionários, número que deve conter na folha de pagamento da operadora no fim deste ano. Mundialmente, são 100 mil colaboradores.
Atuando na região com foco corporativo, a operadora estima um mercado potencial na região de US$ 6 bilhões até 2009, sendo que o Brasil representa metade deste valor. "O mercado brasileiro é igual ou até maior que toda a Europa", comparou Santiago de la Fontcuberta, diretor de vendas para América Latina.
A operação verde-amarela cresceu organicamente, de 2005 para 2006, 50%; e deve aumentar em mais 40% em 2007. De acordo com o executivo, o País se converteu em um dos centros de excelência da BT. Isto quer dizer que a operadora aposta no Brasil como centro de outsourcing. Dos 300 clientes corporativos na AL, todos contas globais, cerca de 30 fazem a gestão desde aqui. "A Inbev está fornecendo toda gestão de telecomunicação para 41 países desde o Brasil. A Unilever faz o mesmo", exemplifica Fontcuberta.
No Brasil, a BT possui um tronco em plataforma MPLS que está integrado com as redes dos demais países de atuação. Recentemente, a operadora investiu US$ 10 milhões no projeto denominado 21 Centure Network, que consiste em chegar a qualquer usuário final do Reino Unido com a tecnologia IP. "Vamos trocar a rede analógica por IP para oferecer aos clientes voz, dados e vídeo", explica o diretor, complementando que o terminal deve ficar pronto até o fim de 2008. A segunda etapa do projeto é alcançar com esta rede o mercado corporativo do Reino Unido.
IT Web – 29/06/2007

Claro se aproveita de momento tumultuado do setor
O momento parece ser de vento a favor para a Claro. Enquanto todos os seus concorrentes no Brasil estão com um futuro um tanto quanto incertos, a situação da companhia controlada pela mexicana América Móvil se destaca por seguir há meses sem nenhuma mudança à vista.
Para cada uma de suas rivais, entretanto, existem pelo menos duas alternativas à frente. Para a Vivo, a maior operadora de celular do País em número de assinantes, por exemplo, a disputa entre os dois acionistas - Portugal Telecom e Telefónica Móviles - pode fazer com que ela passe a ter apenas um dos dois controladores como dono.
Já a TIM, segunda colocada em número de clientes, vive uma situação inusitada. A Olimpia, holding que é a maior acionista de sua controladora (Telecom Italia) foi vendida para um consórcio do qual participam a espanhola Telefônica, bancos italianos e a Benetton.
Ainda não se sabe o reflexo dessa transação para o Brasil, mas, enquanto isso, a companhia, que só atua na telefonia móvel por aqui, obteve em maio uma licença para também atuar na telefonia fixa em todo o País.
A Oi, por outro lado, já declarou publicamente que gostaria de unir forças com a Brasil Telecom, ambas com operações tanto de telefonia móvel como de fixa e com predominância de capital nacional.
Dessa forma, a Oi defende – e o ministro das Comunicações apóia - que o Brasil teria uma forte empresa nacional para fazer frente aos grandes grupos multinacionais que hoje atuam no segmento. Para isso, entretanto, elas dependem de um decreto presidencial que altere a atual Lei Geral de Telecomunicações (LGT).
Computer World – 29/06/2007

Operadoras perdem disputa judicial bilionária por licenças de 3G
Uma tentativa de recuperar mais de 6 bilhões de euros em impostos por parte das operadoras de celular do Reino Unido e da Áustria fracassou esta semana quando a mais alta corte da Europa, a Corte de Luxemburgo, negou o pedido das companhias depois de sete anos de disputa judicial.
Onze operadoras de telefonia móvel se uniram para tentar recuperar parte dos custos astronômicos que pagaram em 2000 nos leilões de freqüência de terceira geração do serviço de celular.
Cinco empresas do Reino Unido - Hutchison 3G UK Ltd, mmO2 PLC, Orange 3G Ltd, T-Mobile (UK) Ltd. e Vodafone Group Services - pagaram um total de 22,5 bilhões de libras. Elas tentavam, no processo judicial, recuperar 3,94 bilhões de libras em impostos que elas entendem que não deveriam ter sido incluídos no preço.
Argumento similar foi usado por seis operadoras da Áustria - T-Mobile Austria GmbH, 3G Mobile Telecommunications, mobilkom austria AG, Hutchison 3G Austria GmbH, ONE GmbH e TRA 3G Mobilfunk -, que juntas pagaram 831,6 milhões de euros por suas licenças.
No caso da Áustria, no entanto, o percentual de impostos é de 20%, enquanto no Reino Unido é de 17,5%. Por isso, o montante questionado pelas operadoras da Áustria é de 166,3 milhões de euros. O total solicitado no processo é de 6,02 bilhões de euros, ou 8,1 bilhões de dólares.
De acordo com o ponto de vista da Justiça de Luxembrugo, o leilão de licenças não constitui atividade econômica, o que impede as operadoras de deduzir o imposto pago em outras atividades, como na compra de materiais, por exemplo. Nenhuma das operadoras foi encontrada para comentar a decisão.
Computer World – 29/06/2007

Nokia e B2Br firmam parceria
A B2Br, integradora do Grupo TBA, acaba de fechar parceria com a Nokia. As empresas passarão a oferecer ao mercado soluções de mobilidade para as verticais de bancos e serviços financeiros, varejo e automação para suporte de vendas. O contrato tem duração inicial de um ano. "Essa é uma aliança importante para a B2Br, pois reflete o compromisso que temos como integradora de soluções alinhada com as necessidades do mercado", comenta Waldemar Magalhães, vice-presidente de marketing e parcerias da B2Br.
"A Nokia vem reafirmando a intenção de levar soluções de mobilidade a um público cada vez maior, quebrando barreiras que ainda existam para adoção desses produtos. Dentro desse cenário, a parceria com a B2Br é um passo importante para chegarmos até os clientes", aposta Rogério Guazzelli, gerente de canais corporativos da Nokia.
Clientes S/A – 02/07/2007
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