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02/10/2007
GERAL
Exportação e importação batem recorde em setembro
Os dados da balança comercial de setembro surpreenderam pelo inesperado vigor das exportações, que tiveram média diária de US$ 745,6 milhões, levando as vendas externas ao recorde mensal de US$ 14,16 bilhões. Mas a valorização da taxa de câmbio continua estimulando fortemente as importações, o que preocupa especialmente os fornecedores nacionais de bens de capital, matérias-primas, bens intermediários e bens de consumo. No mês passado, as importações somaram US$ 10,69 bilhões, valor que é recorde mensal, com média diária de US$ 562,9 milhões. O saldo comercial no mês foi de US$ 3,47 bilhões, elevando o superávit acumulado até setembro para US$ 30,94 bilhões.
No ano as exportações tiveram crescimento de 15,5%, com média diária de US$ 620,2 milhões e um total de vendas, neste ano, de US$ 116,59 bilhões. Mas o ritmo de aumento das importações é muito mais intenso. Houve um crescimento, no período, de 28,3%, com média diária de US$ 455,6 milhões e total de US$ 85,65 bilhões.
As informações do comércio exterior em setembro, divulgadas ontem pelo Ministério do Desenvolvimento, renovaram o alerta que vem sendo dado há muito tempo pelo diretor da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro. "A valorização da moeda brasileira está provocando desindustrialização e derrubando as exportações de manufaturados." Ele justifica seu temor com as perdas de mercado reveladas pela diminuição da quantidade embarcada desse tipo.
Castro cita exemplos de queda das quantidades vendidas de janeiro a setembro: automóveis (12,9%), motores (12,9%), celulares (33,6%), calçados (2,2%) e autopeças (1,2%). "O que vem crescendo é a substituição de importações e isso também é desindustrialização. Não temos como concorrer com os chineses."
Outro forte sinal do impacto do câmbio, segundo a AEB, é a elevação expressiva do número de empresas importadoras. De janeiro a agosto do ano passado, elas eram 21.396. Mas nos oito primeiros meses deste ano, já são 25.138.
O secretário de Comércio Exterior, Armando Meziat, tem interpretação mais otimista. Ele afirma que as importações continuam com "perfil virtuoso", o que significa participação de 20,9% dos bens de capital e 49,9% de matérias-primas e bens intermediários. Os bens de consumo têm 13,1%. "Nossas importações têm a indústria como principal destino e isso permite produzir com maior competitividade."
Para Castro, o que preocupa é a perda de espaço dos fornecedores nacionais e os 65% de commodities ou quase-commodities na pauta de exportações. "O governo acordou tarde para os efeitos do câmbio. Se a turbulência financeira internacional arrastar as economias dos Estados Unidos e da China, nossa balança comercial vai desabar", advertiu.
Meziat vai ser deslocado da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) para a Secretaria de Desenvolvimento da Produção (SDP) e já comentou que a segunda fase da política industrial tem como objetivo consolidar o crescimento das exportações, com ênfase em estímulos ao investimento, à inovação e ao comércio exterior. Ele reconheceu que o Brasil ainda é o 24º colocado na lista dos países exportadores, com 1,15% do comércio mundial. Mas ponderou que essa participação cresceu 18% desde 2002, quando o país exportou US$ 60 bilhões. Neste ano, a meta de exportações está mantida em US$ 155 bilhões, apesar de o ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, ter afirmado que o saldo comercial deva ficar próximo dos US$ 40 bilhões.
Meziat informou que as exportações de setembro foram impulsionadas pelo desempenho dos setores de petróleo e material de transporte. Duas plataformas da Petrobras foram contabilizadas, apesar de não terem saído do país. É o que se chama "exportação ficta" por que esses equipamentos foram adquiridos por empresa da Holanda, mas ficarão na Bacia de Campos (RJ). Mesmo sem essas vendas, a média diária seria recorde, com US$ 711 milhões.
Outro destaque na vendas externas em setembro foi a Embraer, com o envio de 25 aeronaves para o exterior. A AEB considera que a empresa deve realizar cerca de 100 operações neste semestre, o que é muito positivo para a balança comercial.
Valor Online – 02/10/2007
AUTOMOTIVO
Autopeças investem na nova geração do flex
Com centros de pesquisa no País, empresas contratam engenheiros para melhorar tecnologia. As fabricantes de autopeças preparam novos programas de investimentos para a segunda fase da tecnologia flex fuel. Com reforço na pesquisa e engenharia, as autopeças especializadas em sistemas de injeção para veículos que rodam com mais de um combustível - Magneti Marelli , Robert Bosch e Delphi - adaptam suas fábricas para lançar no mercado brasileiro novo produto, que permitirá melhorar a partida a frio dos carros movidos a álcool, reduzir o consumo e emissões de poluentes.
"Essa nova fase é mais importante que as anteriores, pois vamos direcionar investimentos em pesquisas para aperfeiçoar a tecnologia", diz Silverio Bonfiglioli, que comanda a Magneti Marelli nas Américas do Sul e do Norte. A empresa elevará de 240 para 330 os engenheiros do seu centro de pesquisa em Hortolândia, interior paulista. Mais da metade deles está alocada no desenvolvimento do sistema flex.
A Robert Bosch, com 400 engenheiros para pesquisa dessa tecnologia, também já iniciou a ampliação da equipe e investirá R$ 140 milhões em sua fábrica de Campinas (São Paulo). "Vamos aumentar a força da engenharia porque o setor automotivo está crescendo muito", afirma Besaliel Botelho, vice-presidente executivo da empresa.
Entre os vários setores da Delphi no Brasil, que tem 300 engenheiros de desenvolvimento, o maior crescimento foi na área de pesquisa.
Gazeta Mercantil – 28/09/2007

Mercedes e BMW podem se unir para novo compacto
A Mercedes mantém sua idéia de extinguir o Classe A de sua linha, mas ainda não desistiu de fabricar modelos compactos. A marca pode estar aliando-se à BMW para a produção de um novo veículo de tração dianteira nestes moldes, a ser construído na plataforma do novo MINI. A montadora, porém, pretende usar motorização própria que poderá ser utilizada também no novo Classe B. Segundo o site Automotive News, as marcas ainda estariam em processo de negociação, e a união das rivais só seria possível se os custos de produção fossem recompensadores.
Automercado – 01/10/2007

BMW e Peugeot encerram parceria de motores
A joint venture entre BMW e PSA Peugeot-Citroën para o desenvolvimento de motores parece ter chegado ao fim. Em entrevista a uma publicação alemã, o executivo de desenvolvimento da montadora alemã, Klaus Draeger, declarou que as marcas não trabalharão mais em conjunto, contrariando as conversas iniciadas em 2006 que indicavam uma possível ampliação da parceria.
A união entre as marcas levou à criação de motores 1.4 e 1.6, utilizados na nova geração de compactos da MINI, Peugeot e Citroën. Segundo o presidente da PSA, Christian Streiff, a produção dos motores era muito cara, não sendo vantajoso manter os investimentos dedicados à pesquisa.
A BMW ainda mantém interesse em reduzir custos no desenvolvimento de motores compactos, uma vez que mantém a marca MINI sob seu comando. Draeger não confirmou se a alemã está à procura de um novo parceiro ou se irá cuidar da pesquisa de novos motores por conta própria.
Automercado – 01/10/2007

Vendas internacionais da Toyota crescem
Pela primeira vez em sua história, as vendas internacionais da Toyota irão ultrapassar suas vendas no Japão. Das cerca de 8.6 milhões de unidades previstas a serem produzidas pela marca neste ano, 4.3 milhões serão fabricadas fora do país.
A montadora também afirmou que o crescimento de suas vendas internacionais permitiram que a expectativa de venda de 8.47 milhões de unidades em 2007 fosse ampliada em 130 mil unidades.
Os mercados mais participativos são da América do Norte e China. A Toyota anunciou que também abrirá novas plantas na Rússia e Índia já no ano que vem, mantendo sua estratégia de construir fábricas nos países onde as vendas apresentam crescimento, diminuindo os custos de importação.
Automercado – 01/10/2007

Mercedes oferece radares para ponto cego
A Mercedes-Benz está disponibilizando no mercado europeu um novo item opcional, um radar capaz de detectar a área externa ao carro equivalente ao ponto cego. O equipamento é formado por seis sensores, instalados nos pára-choques frontal e traseiro, que monitoram a zona entre a lateral e a traseira do veículo, dos dois lados (ver gráfico). Caso outro automóvel seja detectado nesta área, um símbolo vermelho aparece no retrovisor exterior, alertando o condutor. Se mesmo assim o motorista avançar na área de risco, o alerta começa a piscar e um alarme sonoro também será ativado. O item será oferecido, num primeiro momento, para os modelos Classe S e CL, em pacote de segurança que custa entre 2.594,20 euros e 3.391,50 euros na Alemanha.
Automercado – 28/09/2007

Bastien entra no mercado de pesados
A Bastien, indústria metalúrgica de usinagem de peças injetadas em alumínio, está ampliando sua fábrica de São Paulo para começar a fornecer, a partir do segundo semestre de 2008, componentes para veículos pesados. A empresa já fabrica caixas de direção e de câmbio, suportes, bombas hidráulicas, cárter, tampas, alternadores, motores de partida e outras peças para as montadoras de automóveis e também de motocicletas. O setor automotivo representa hoje 81% do volume das peças produzidas na Bastien, que também tem clientes nos setores de eletrodomésticos e eletroeletrônicos.
José Duarte Pinto, presidente da Bastien, não revela o valor do investimento para a ampliação da fábrica, mas diz que a produção deste ano, projetada em 9,6 mil toneladas de peças, será elevada em 40% em 2008 – isso depois do crescimento previsto de 60% sobre 2006, quando foram produzidas 6 mil toneladas. “De 2006 para 2007 investimos 60% mais em tecnologia e expansão do espaço. Para 2008 manteremos os mesmos patamares focados em usinagem de peças.”
Ajudarão a sustentar o crescimento acelerado da Bastien novas peças já encomendadas por General Motors, Renault, Peugeot e Honda Motos. Hoje a empresa tem quarenta projetos em gestação e 40% deles são de lançamentos de montadoras no ano que vem.
Para o executivo o crescimento do mercado interno de caminhões é contagiante o suficiente para estimular novos investimentos. Por conta disso, para entrar no segmento, a Bastien adquiriu máquinas e equipamentos de injeção com capacidade acima de 2,7 mil toneladas. “Os gastos com tecnologia têm beneficiado aumentos contínuos no faturamento.”
Economia – Neste ano toda a linha de fundição da Bastien foi automatizada com máquinas acima de 500 toneladas, o que garantiu mais uniformidade ao processo de produção e maior fidelidade ao projeto de cada montadora. Outro ganho da atualização tecnológica foi a redução em 6% dos desperdícios. O forno automático, também adquirido em 2007, transformou-se em novo canal de economia, pois permitiu diminuir em 7% o volume de borra de alumínio perdido por mês.
AutoData – 28/09/2007

Ford Nordeste para investidor ver
Quem passou na quinta-feira, 27, pela Massachusetts Avenue, em Washington, Estados Unidos – também conhecida como Embassy Row, ou Rua das Embaixadas, pelo grande número delas ali –, deve ter sentido cheiro de acarajé, bobó e moqueca, por assim dizer. E alguns investidores que foram atrás do aroma no Westin Embassy Hotel puderam conhecer melhor a operação da Ford na Bahia, uma das plantas de montagem de veículos mais produtivas e rentáveis do mundo. A apresentação fez as vezes de bom exemplo de investimento, como parte da mostra organizada pela embaixada brasileira de projetos de infra-estrutura no Nordeste à procura de interessados.
Rogélio Golfarb, diretor de assuntos corporativos da Ford América do Sul, fez as honras e relatou a experiência da montadora no Nordeste, do projeto aos dias atuais. “Nosso relato causou ótima impressão. Explicamos as razões que nos convenceram a investir fortemente na região.”
Segundo Golfarb os investidores presentes ficaram surpresos com algumas das informações apresentadas, como a de que 85% da mão-de-obra são de trabalhadores locais e 30% são mulheres, além da rapidez com que foi atingida a capacidade total de produção – 250 mil unidades/ano – e, especialmente, a velocidade de maturação do investimento, com a criação do centro de engenharia em Camaçari, BA, um dos apenas cinco da Ford no mundo. “Uma das razões para isso, o bom nível universitário da região, por exemplo, era desconhecido pelos potenciais investidores.”
A apresentação de Golfarb foi encerrada com o anúncio, já oficial por aqui, de novo investimento da Ford na região, na casa dos R$ 2 bilhões, o que pode servir de incentivo para outros se animarem a seguir o exemplo.
Foram apresentados ao todo 29 projetos aos investidores. Golfarb acredita que “o Nordeste brasileiro é um bom candidato a investimentos e existe ótima demanda para obras na região”.
AutoData – 28/09/2007

Consumidores alemães preferem a Audi entre as 48 marcas de automóveis no país
A montadora foi escolhida como a melhor marca de carros em pesquisa realizada com 30 mil leitores da revista Auto Zeitung
Em uma eleição que envolveu mais de 30 mil leitores da revista Auto Zeitung, uma das mais importantes do setor automotivo alemão, a Audi foi escolhida como a fabricante de veículos de melhor imagem entre os consumidores alemães. Para conquistar mais este importante prêmio, a montadora das quatro argolas venceu outras 47 marcas presentes na Alemanha.
Trata-se de um grande feito para a Audi, uma vez que esta é a quarta vez consecutiva que a empresa conquista o prêmio da revista Auto Zeitung. Este ano, a Audi recebeu 42.4 pontos, o que representou uma pontuação melhor do que suas duas principais concorrentes no mercado alemão de veículos premium, que somaram 39.6 pontos e 35.8 pontos, respectivamente.
A Audi foi escolhida como a melhor marca em sete dos 20 itens analisados pelos leitores: tecnologia avançada, veículos confiáveis, melhor acabamento, marcas que melhoraram a qualidade, carros mais bonitos, mais simpáticos e com a melhor propaganda. Em outras cinco perguntas a Audi ficou em segundo lugar: carros seguros, de maior valor de revenda, mais equipados, de melhor assistência técnica e de bons concessionários. A montadora alemã ainda ficou com a terceira colocação em outras duas categorias: marca que produz carros confortáveis e marca com mais sucesso no automobilismo.
Com 14 pódios em um total de 20 questões a Audi obteve uma performance superior a qualquer outra fabricante de carros, tornando-se seguramente a grande campeã da revista Auto Zeitung.
Portal Fator Brasil – 29/09/2007

CONSUMER
Gradiente vende marca Philco a investidores estrangeiros
A Gradiente vendeu a marca Philco a um grupo de investidores por R$ 22 milhões, segundo informou a companhia em nota oficial. Segundo fontes do mercado, o grupo de investidores é estrangeiro e tem capital chinês. O negócio começou a ser discutido em junho deste ano e foi concluído ontem.
De acordo com a Gradiente, a marca Philco, comprada pelo grupo de investidores será alugada para a Britânia, fabricante de eletroportáteis. A Britânia confirma que licenciou a marca Philco por um período de dez anos.
Com fábrica em Camaçari (BA), a Britânia é uma empresa familiar de capital fechado, fundada em 1956. Tem uma linha de cerca de cem itens, entre eletroportáteis, como ferro de passar roupa e liquidificador, e aparelhos de imagem e som, como DVDs. Metade dos produtos são fabricados no País e o restante é importado da Ásia.
GRADIENTE
A venda da marca Philco para o grupo de investidores estrangeiros ajudará a Gradiente a equilibrar suas contas e reduzir sua dívida. Recentemente, a Gradiente teve de suspender a produção de TVs em Manaus por problemas financeiros.
Em nota oficial ontem, a Gradiente ressalta que vendeu apenas a marca. Os demais ativos, como fábricas e equipamentos, que foram adquiridos na época da compra da Philco do Grupo Itaú, não entraram na negociação e continuam nas mãos da companhia.
De acordo com a Gradiente, os serviços de assistência técnica e pós-venda de produtos da marca Philco serão prestados pela companhia até dezembro deste ano.
Apesar de ter encolhido a sua participação no varejo, analistas dizem que a marca Philco é valiosa, por ser muito lembrada pelos consumidores, especialmente quando se fala em produtos de imagem e som.
Portal Amazônia – 02/10/2007

Sony tenta conquistar mercado nacional com novo blu-ray
A Sony pretende tomar a dianteira no mercado nacional tecnológico com o lançamento do blu-ray modelo BDP-SE1.
Desde a metade de 2006, a Europa, Japão e Estados Unidos são campos de batalha para uma guerra tecnológica. De um lado, Toshiba defendendo o HD-DVD, um disco com 15GB de capacidade e de simples produção. Do outro, a Sony com o blu-ray, que usa tecnologia semelhante, mas expande a capacidade a 50GB e sacrifica a facilidade de fabricação.
Aqui no Brasil, ambos os formatos tiveram começos tímidos, já que o player que ocupou maior espaço na mídia foi um da LG, que lia ambos os formatos. Agora, o novo modelo da Sony promete agradar aos audiófilos, já que seu leitor é compatível com até oito canais de áudio sem compressão, o que garante a qualidade mais alta e que pode ser alcançada em mídias digitais.
Para não deixar a imagem dos DVDs distorcida, o aparelho eleva a resolução. Os novos formatos podem reproduzir imagens com definição muito superior às dos DVDs.
A grande vantagem dos novos formatos é que podem reproduzir imagens com definição muito superior à vista em DVDs, tanto o HD-DVD e o Blu-ray alcançando uma resolução máxima de 1920x1080. E não pense que você terá de comprar de novo seus filmes favoritos, visto que todos os aparelhos da nova geração lêem VCD, DVD e CDs com MP3, JPEG e outros formatos.
Para apreciar tudo em alta definição, o ideal é usar um cabo HDMI compatível com a maioria dos televisores digitais no mercado atualmente. O lado ruim é que o preço é bastante caro: R$ 4mil.
Por esse preço, ainda vale mais a pena comprar um Playstation 3 com controle remoto, já que ele lê filmes em Blu-ray e também eleva definição de DVDs, além do que você ainda terá um videogame.
IParaiba – 30/09/2007

DELL desfila novo LCD SP2008WFP
A DELL desfilou hoje o seu novo monitor LCD SP2008WFP, com um ecrã de 20 polegadas, 2ms de tempo de resposta (gray-to-gray), resolução 1680x1050, contraste dinâmico a 2000:1, brilho de 300 cd/m2 e ainda com uma webcam de 2 megapixel e microfone integrados. A fantástica webcam incluida permite gravação de video e captura de imagens com uma resolução até 1600x1200. Imagem Este modelo em particular traz uma porta DVI-D, uma porta analógica e ainda um micro hub de 4 x USB.
IP Jornal – 29/09/2007 
Dell começa a vender computadores no varejo no Brasil e no México
A fabricante de computadores Dell começou a venda direta de equipamentos no varejo na América Latina. A marca, que até então só comercializava computadores nos canais próprios de venda direta ao consumidor, fechou uma parceria para oferecer computadores Dell nas lojas do grupo americano Wal-Mart no Brasil e México.
No Brasil, a Dell iniciará a venda dos computadores Dimension E520 e E521, mais voltados para consumidores e entretenimento, nas lojas Wal-Mart Supercenter, BIG, Hiper Bompreço e Sam's Club de todo o país a partir desta semana. Os modelos serão produzidos pela nova fábrica da marca em Hortolândia, interior de São Paulo. A partir de outubro, os consumidores do México também poderão adquirir os computadores de mesa e notebooks Inspiron nas lojas Wal-Mart Supercenter, Sam's Club e Bodega Aurrera.
O Globo Online – 28/09/2007

TV capaz de receber Sinal Digital sem ajuda de outro suporte
A Samsung apresenta no Hi-Fi Show 2007, a primeira TV LCD de 52 polegadas (LN52F81) que manda sinais digitais integrados padrão ISDTV (Built-in). Preparada para a recepção das transmissões digitais,ela não requer a utilização de outro aparelho adicional, como um set-top box.
Segundo,José Roberto Campos, vice-presidente Executivoda Samsung,disse que já foram proporcionados aos consumidores brasileiros a oportunidade antecipada em mais de seis meses de conhecer a imagem digial,a Samsung apresenta a TV com sinalizador interno que comprova a qualidade e a alta tecnologia de nossos produtos permitindo aos usuários se beneficiarem do conjunto de diferenciais da TV Digital.Ele completou ainda que o produto chega ao mercado nacional no fim de novembro.
A nova TV LCD alia alta tecnologia e design primoroso. Com formato retangular, acabamento suave nas bordas e iluminação em azul para os controles sensíveis ao toque, o televisor configura-se também como um objeto de decoração para todos os tipos de ambiente.
Entre os seus diferenciais, destacam-se a reprodução de imagem com a mais alta resolução do mercado – Full HD (1920x1080p), permitindo perceber alto nível de detalhes, profundidade e clareza. Além disso, o produto oferece entradas HDMI e USB, que possibilitam conexão simples com outros equipamentos digitais, como DVD e Blu-Ray players, home theaters e filmadoras e a exclusiva tecnologia Auto Motion Plus, que reproduz movimentos mais nítidos em cenas rápidas, sem qualquer traço de embaçamento ou duplicação de quadros.
Para o Eduardo Mello, diretor da área de eletrônicos de consumo da Samsung, a empresa está preaparada para oferecer os recursos mais modernos para TV Digital
Informe Digital – 28/09/2007

Displays brasileiros despertam interesse internacional
O pesquisador Victor Pellegrini Mammana, do Centro de Pesquisas Renato Archer (CenPRA), foi convidado pela Society for Information Display (SID) a participar de um evento sobre o projeto do laptop de US$ 100, conhecido como One Laptop per Child, em Austin, nos Estados Unidos, de 12 a 15 de setembro. O evento, organizado pelo Texas Chapter, da mesma cidade, discutiu os desafios para a implementação do projeto, focando em especial na questão da tela do laptop, ou o display. Mammana apresentou os estudos dos displays voltados para a versão brasileira do programa. A SID, que o convidou, é uma organização internacional que reúne mais de seis mil pesquisadores de inúmeras instituições mundo afora, das mais variadas disciplinas envolvidas na pesquisa de displays.
A palestra do brasileiro ofereceu uma visão dos desafios que precisam ser vencidos no Brasil para viabilizar a distribuição de computadores para fins educacionais. Além disso, também discutiu os esforços feitos para a produção do display dentro da margem de custo estimada para o computador. O monitor é o maior desafio para a meta de se chegar a um equipamento de baixo custo. “O display representa uma boa parcela do custo total de qualquer laptop e, além disto, consome boa parte da energia da bateria. Sem um display suficientemente barato e com consumo de energia baixo, os programas de distribuição de laptops para a educação podem ficar inviáveis. É preciso equacionar custo, ergonomia, aceitação por parte das crianças e a autonomia da bateria”, afirma o pesquisador.
A alternativa que vem sendo buscada para enfrentar esses desafios é a utilização de pequenos espelhos inseridos nos elementos de imagem (os pixels) dos displays de cristal líquido (LCDs, na sigla em inglês). Esses espelhos refletem parte da luz ambiente de volta ao olho do usuário, aproveitando a energia do ambiente e, portanto, economizando bateria. Esta é a tecnologia usada pela OLPC, organização sem fins lucrativos dedicada à pesquisa para o laptop de US$ 100. Por outro lado, essa inserção dos pequenos espelhos prejudica o brilho, a resolução e o contraste do display em modo colorido. Portanto, ainda é necessário avaliar se esta nova proposta será bem aceita pelos usuários mirins, que também são consumidores exigentes.
Mammana é um pesquisador da Divisão de Mostradores da Informação do CenPRA, que desenvolve displays planos em variadas tecnologias, incluindo os LCDs. Esta área representa uma oportunidade para competição no mercado internacional, uma vez que várias tecnologias ainda estão em competição, não havendo uma que já esteja consolidada para todos os segmentos de mercado. O Brasil dispõe de competência em várias áreas de displays envolvendo cristais líquidos e nanoestruturas usadas na pesquisa de novas tecnologias. No CenPRA, a pesquisa envolve a investigação de novos materiais e processos para novas estruturas de mostradores (displays) e o desenvolvimento de novas aplicações para os mesmos, como janelas inteligentes - que escurecem ou clareiam, conforme desejo do usuário -, displays flexíveis, displays que refletem luz ambiente, entre outras.
Mammana também mostrou nos Estados Unidos os avanços na pesquisa dos chamados Displays de Emissão de Campo (FED, na sigla em inglês). “Creio que foi possível mostrar que o sucesso da tecnologia de FED de grande área (dezenas de polegadas) passa necessariamente pelo licenciamento da patente do CenPRA. Conseguimos inovações no método de bombeamento dos gases residuais, o que resolve problemas críticos de confiabilidade até hoje não resolvidos internacionalmente”, disse Mammana.
Os FEDs são de grande interesse para os pesquisadores membros da SID. Esses mostradores utilizam uma grande estrutura de nanotubos de carbono e representa uma nova perspectiva tecnológica, além de ter condições de ocupar um importante espaço no mercado de displays planos, já que apresentam um baixo consumo de eletricidade, são planos como os de cristal líquido e têm a qualidade da imagem dos tubos de raios catódicos - o famoso tubo de imagem amplamente usado em televisores e monitores de computares.
A tecnologia de desenvolvimento dos FEDs ainda não está fechada, o que quer dizer que essas pesquisas podem colocar o Brasil dentro do grupo dos países detentores de tecnologia na área de mostradores de informação. Em novembro, o Brasil sediará um evento do SID, entre os dias 12 e 15, o Latin American Chapter of SID. “Esse evento será muito importante, pois contará com representantes de várias empresas da área de displays. Esperamos que surjam oportunidades de negócios para grupos brasileiros de P&D, que podem oferecer serviços de desenvolvimento de tecnologias para estas empresas. Já existe uma tendência de transferência de algumas atividades de P&D na área para o Brasil”, afirmou Mammana.
Desde 2005, o programa brasileiro “Um Computador por Aluno” conta com a Divisão de Mostradores da Informação do CenPRA para avaliar as tecnologias propostas em termos de viabilidade, ergonomia e aceitação dos displays e, possivelmente, oferecer alternativas tecnológicas. Os primeiros protótipos desses computadores chegaram ao Brasil em março deste ano. Foram 1.840 máquinas doadas pelas empresas fabricantes, a Intel, a organização OLPC e a Encore. Os computadores serão avaliados, a princípio, em 10 escolas de sete estados brasileiros - Amazonas, Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins . O objetivo inicial é avaliar a funcionalidade pedagógica da máquina em sala de aula e analisar as características e especificações técnicas dos equipamentos, antes de expandir o programa para todo o país.
Com Ciência – 27/09/2007

Broadcom desenvolve chip Wi-Fi
Opera no protocolo 802.11n e promete tornar os telemóveis mais rápidos no acesso às redes sem fios. É um chip para redes Wi-Fi e foi anunciado pela Broadcom.
Segundo notícia da PC Pro, o novo chip é 40% mais pequeno que as versões anteriores e permite reduzir substancialmente o consumo de energia dos dispositivos móveis.
O chip da Broadcom foi criado sobre uma arquitectura de 65 nanómetros. O lançamento está previsto para 2008.
O novo chip pode ser integrado na interface PCI Express Mini Card e pode revelar-se útil em câmaras digitais ou periféricos de pequena dimensão.
Exame Informática – 28/09/2007

WiMax móvel ganha primeira demonstração pública
A Motorola fez a primeira demonstração pública da tecnologia móvel para WiMax durante o WiMax World, que acontece esta semana em Chicago, nos Estados Unidos.
Com quatro células distribuídas pela cidade, a empresa procurou mostrar a capacidade de handoff, ou seja, mudança de células sem perda da conexão, durante o percurso de um barco que navegou cerca de 6 quilômetros pelo Chicago River (cruzado por dezenas de pontes metálicas e confinado em um canal cujas paredes têm mais de 10 metros de altura).
Com o sinal sendo transmitido para aparelhos celulares com chip para recepção de WiMax, notebooks e para CPEs (terminais), a demonstração funcionou, com apenas pequenas interrupções, já que as células estavam posicionadas no topo dos edifícios.
"É um momento histórico. Havíamos feito experiências controladas e uma pequena demonstração para alguns clientes durante o 3GSM em Barcelona (Espanha), mas o que pode ser visto aqui é a tecnologia funcionando na prática", comemorou Jaime Borras, vice-presidente de tecnologia e inovação de terminais da Motorola.
Na verdade, toda a expectativa sobre o desenvolvimento do WiMax está depositada nas primeiras operações em grande escala nos EUA, que começam este ano com a Sprint Nextel (Xohm) e com a Clearwire. A Sprint começa justamente por Chicago, paralelamente a Washington e Baltimore.
Após a tensão da primeira demonstração de um serviço de WiMax móvel funcional, a Motorola aproveitou para comemorar. Assim, nesta quarta, 26, durante o evento WiMax World, Fred Wright, vice-presidente sênior de celular e WiMax da empresa, foi enfático: "WiMax é a coisa mais importante que já aconteceu no mundo wireless desde a invenção do celular."
Salto
"Há pouco mais de um ano, o acesso banda larga por redes wireless era apenas 2% do total, e hoje já é 18%, ou seja, 73 milhões de usuários, ante 343 milhões que têm acesso banda larga por redes fixas. Isso nos faz acreditar que o futuro da banda larga é wireless", disse Wright.
A empresa aposta que o crescimento pode ser exponencial considerando que há 1.272 licenças de uso de faixas do espectro que podem ser aplicadas ao WiMax no mundo, sendo 580 na faixa em 2,5 GHz, 563 em 3,5 GHz e 76 em 2,3 GHz.
"Outras tecnologias similares de banda larga wireless, como LTE, não chegam antes de 2010 ou 2011. O WiMax chega dois anos antes, o que dá uma grande vantagem aos operadores", acrescentou Wright.
Para Sean Maloney, vice-presidente executivo da Intel (uma das empresas que mais aposta no WiMax), haverá em 2008 três grandes operadores de WiMax, e a fase móvel da tecnologia estará a pleno vapor. "A rampa de adoção da banda larga é muito parecida com o que foi a curva de adoção do telefone celular, então podemos prever histórias parecidas na adoção da banda larga móvel", disse Maloney.
América Latina
Segundo Tomhas Mitoraj, diretor de WiMax da Motorola para a América Latina, a Sprint foi quem "colocou fogo" no mercado de WiMax ao adotar a faixa de 2,5 GHz para sua plataforma. Perguntado se não faltaria para o mercado latino-americano um impulso para o WiMax como foi o da Sprint Nextel nos EUA, Mitoraj deu a entender que as grandes operadoras entrarão em breve nesse mercado.
"Na América Latina, temos conversa com uma dúzia de grandes empresas, das quais pelo menos metade são nomes bem conhecidos da área de telecomunicações. O interesse das teles é muito maior do que se vê na superfície. É só observar que no Chile a Telmex já comprou uma empresa que tem a licença de uma faixa para WiMax e no Brasil a Telefônica investiu na TVA, que tem várias licenças na casa dos 2,5 GHz", diz ele.
A todo momento, os fornecedores de plataformas WiMax, não apenas a Motorola, gostam de enfatizar que os custos da tecnologia criam grandes atrativos para países em desenvolvimento, como o Brasil.
Tanto que a primeira operação real de WiMax da Motorola está em funcionamento no Paquistão. "Fazendo uma comparação com plataformas de ADSL e cabo, podemos dizer com certeza que o custo de instalação do WiMax é menor, o custo de operação é similar e o custo de modem é ainda mais alto, cerca de duas vezes o que é para estas tecnologias. Mas acredito que em 2009 o custo geral já será muito menor em todas as etapas do processo.”
TI Inside – 27/09/2007

IDENTIFICATION
Banco do Brasil adota RFID no inventário
O Banco do Brasil está começando a usar etiquetas inteligentes para faciltiar o inventário de bens.
A solução, baseada na tecnologia RFID (Radio Frequency Identification), deverá estar implantada até o final de outubro, a princípio na área de TI. Segundo o gerente-geral de TI José Francisco Alvarez Raya, esse ambiente é o mais complexo do banco, em termos de controle de ativos.
“São dez mil elementos, como micros, servidores, storage, roteadores, racks e até placas de rede”, afirma Raya. “Eles precisam ser conferidos um a um, porque é comum a troca ou movimentação de equipamentos nessa área”.
Realizado manualmente, esse trabalho levava dois meses e ocupava de três a quatro funcionários. Com as etiquetas inteligentes, que estão sendo afixadas em cada placa, computador ou outro equipamento, o inventário será automático – e instantâneo.
Quatro antenas leitoras RFID, instaladas nos acessos ao CPD, captam as informações gravadas no chip (basicamente o código de identificação do bem) e enviam para dois servidores dedicados a essa aplicação – que está sendo integrada ao sistema de inventário do Banco do Brasil. “Assim teremos registrado tudo sobre o equipamento: se foi para manutenção, quanto tempo ficou fora e quando voltou”, diz Raya.
A intenção é, no futuro, expandir o uso da tecnologia RFID para o inventário de bens em outras áreas do banco.
INFO Online – 28/09/2007

INDUSTRIAL
Bematech, com filiais nos EUA e Europa, persegue mercado na América Latina
“O processo de internacionalização é estratégico”, diz Marcelo Coppla, diretor de assuntos corporativos da Bematech, fabricante de produtos para automação comercial que nasceu em 1990 dentro de uma incubadora tecnológica em Curitiba. A empresa, que vem investindo forte nos planos de atuação internacional, é uma das quatro empresas brasileiras com potencial para se transformarem em multinacionais globais nos próximos dez anos, de acordo com um estudo divulgado no início de setembro pelo World Economic Fórum (WEF), organização não governamental que reúne as mil maiores empresas globais.
A empresa, que nos últimos anos abriu filiais comerciais nos Estados Unidos, na Argentina e na Alemanha e possui um centro de pesquisa e desenvolvimento em Taiwan, espera elevar, dentro de uma década, a participação das vendas externas a 10% do faturamento. Hoje esse porcentual está em menos de 2% dos negócios. Até mesmo a abertura de uma fábrica na China não está descartada para o futuro. Por enquanto, a fábrica de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, suporta os planos de expansão com custos competitivos sem a necessidade de novas unidades, segundo Coppla.
A Bematech, que abriu seu capital em abril desse ano, diz que um dos principais desafios de exportar tecnologia é investir na criação de produtos globais. A Bematech tem uma equipe de seis pessoas trabalhando no centro de desenvolvimento em Taipei, em Taiwan, de onde já saíram pelo menos três produtos que ganharam o mercado nos últimos tempos: uma linha de CPUs, outra de leitores de códigos de barras e uma terceira de caixas registradoras. O centro também funciona como uma central de compras de matérias-primas e ferramentais. “Ter um centro na Ásia significa estar em uma região que é referência nesse setor em pesquisa e desenvolvimento”, diz.
Coppla informa que, atualmente, o foco da área internacional é ampliar a presença na América Latina. A Bematech quer replicar em outros países a estratégia para o Brasil, com atuação dentro do conceito de one-stop-shop, com a venda de soluções completas de automação comercial (hardware, software e serviços).
A companhia, projeta um crescimento de 30% em 2007, quando deve atingir uma receita líquida de R$ 260 milhões. Com mil funcionários e uma carteira de 350 mil clientes e presente em 1,9 mil revendas no país, a Bematech também quer investir em aquisições para crescer e já anunciou que deve fechar a compra de duas a três empresas no Brasil até o final do ano. Para tanto, vai usar parte dos R$ 274 milhões captados na oferta primária de ações.
Gazeta do Povo – 30/09/2007

Eletroeletrônico deve vender 10% mais neste Natal
A venda de produtos eletroeletrônicos, puxada pelos eletrodomésticos de grande porte, como geladeiras, fogões e máquinas de lavar, deverá crescer no último trimestre 10% ante o mesmo período de 2006, calcula a Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros).
“O crescimento deverá ser mais expressivo na linha branca, que inclui geladeiras, fogões e máquinas de lavar”, prevê o presidente da entidade, Lourival Kiçula. Ele projeta vendas 20% maiores para os eletrodomésticos da linha branca no último trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2006. Dados de mercado apontam que esse segmento da indústria trabalha hoje com nível de uso da capacidade instalada elevado, seguindo a média de 86,1%, apurada pela FGV.
De olho no potencial de consumo, duas gigantes do setor de linha branca, a americana Whirlpool e a mexicana Mabe, acabam de renovar a linha de eletrodomésticos. A investida ocorre dez anos após o último boom de vendas, que foi em 1996, logo depois do início do Plano Real.
Naquele ano, a indústria vendeu, por exemplo, 4 milhões de geladeiras. De lá para cá o mercado andou de lado, enfrentando a forte concorrência dos aparelhos de imagem e som. Com isso, as vendas giraram em torno de 3,5 milhões de unidades.
A reação começou em 2006, com a comercialização de 4,2 milhões de refrigeradores, e deve se consolidar neste ano, que tem perspectiva de chegar a 4,8 milhões de aparelhos, um recorde. No primeiro semestre, as vendas de refrigeradores cresceram 24,6% em número de unidades, na comparação com o mesmo período de 2006, segundo a Eletros.
“A geladeira mudou. Não é mais aquela caixa branca sem apelo estético”, afirma Patrício Mendizabal, presidente da Mabe para o Mercosul, dona das marcas GE e Dako. Segundo ele, a geladeira hoje tem sexy appeal, no sentido de se tornar atraente aos olhos do consumidor.
“Estamos lançando uma geladeira de churrasco”, define Mendizabal o refrigerador batizado de Beer Center, com porta de vidro e voltada para o resfriamento de bebidas. A Mabe investiu R$ 35 milhões na reformulação total do conceito de produtos.
A Whirlpool não revela os investimentos na renovação da linha de refrigeradores da marca Brastemp, que reúne cerca de 25 modelos, muito menos em quanto pretende ampliar as vendas. Jerome Cadier, diretor de Marketing da marca, diz que a companhia gasta anualmente entre R$ 80 milhões e R$ 100 milhões por ano em marketing e desenvolvimento das marcas. Ressalta que é o maior movimento de lançamentos em três anos.
Uma das novidades é o eletrodoméstico flex que pode desempenhar tanto a função de freezer como de geladeira. Outro diferencial é o compartimento que permite retirar a lata de cerveja sem precisar abrir a porta.
O Estado de São Paulo – 29/09/2007

TELECOM
Semp Toshiba perto do Ceará
De uma importante fonte do Governo do Estado, a Coluna ouviu ontem: numa escala de zero a 10, as chances de o Ceará receber uma fábrica da Semp Toshiba é 8. O interesse da empresa japonesa é pela produção de telefones celulares para exportação, especialmente para América Central e África. Na corrida com Bahia (onde já tem fábrica) e Pernambuco conta a favor do Ceará a logística. Miram no Porto do Pecém como canal para o escoamento da produção. Na negociação com o Governo cearense, da qual integra o secretário Ivan Bezerra, a indústria não abre mão de se instalar nas proximidades do Porto.
A Semp Toshiba analisa propostas de diversos estados. Na Zona Franca de Manaus já produz eletrônicos e em Salvador integra computadores, servidores e notebooks. Na Bahia já vai fazer uma década e mesmo trabalhando em dois turnos vê a unidade perto do limite da capacidade instalada. Em terras baianas deverão montar outra fábrica de computadores.
Jornal O POVO – 29/09/2007

Emerson vai comprar negócio da Motorola por US$350 milhões
A fabricante de produtos diversificados Emerson Electric acertou a compra de uma unidade da Motorola voltada às indústrias de telecomunicações, aparelhos médicos e de defesa por 350 milhões de dólares em dinheiro.
A Emerson, cujo portfolio inclui motores, termostatos, unidades de armazenamento e tecnologia para melhorar a eficiência, vai adquirir o negócio da Motorola no fim do ano, disseram as empresas nesta sexta-feira.
A unidade da Motorola, que teve vendas no ano passado de cerca de 520 milhões de dólares, fornece produtos de computação e serviços a fabricantes de infra-estrutura de comunicação e equipamentos, imagens médicas e para as indústrias de automação, defesa e aeroespacial.
A empresa se tornará parte da Emerson Network Power, impulsionando a presença da empresa em um mercado global que hoje movimenta 6 bilhões de dólares, segundo as companhias.
"A adoção do wireless está animando o crescimento do mercado de telecomunicações e os aplicativos de banda larga estão reestimulando o investimento de curto prazo em wireline", disse o presidente-executivo da Emerson, David Farr, em nota.
"Conforme vemos o mundo das telecomunicações trazendo rapidamente voz, vídeo e dados juntos para os seus clientes, acreditamos que a adição do negócio da Motorola no setor fortalece nossa posição significamente para o crescimento", afirmou ele.
A fabricante de celulares Motorola afirmou que o acerto permite à empresa se concentrar em seus negócios principais.
Reuters – 28/09/2007

Anatel decide sobre compra da TIM pela Telefónica até outubro
O presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, disse nesta sexta-feira (28/9), durante conferência da Anacom (Autoridade Nacional de Comunicações) em Portugal, que espera que a decisão sobre a compra da TIM pela Telefónica esteja concluída até o fim de outubro. No entanto, ele ressaltou que não haverá uma decisão antes do dia 10 de outubro, já que o conselho da agência reguladora só voltará a se reunir no início do mês.
Em abril, um consórcio liderado pela Telefónica adquiriu 100% do capital da Olimpia, holding controladora da Telecom Italia. O consórcio, que além da Telefónica é formado pela seguradora Generali, os bancos italianos Intesa San Paolo e Mediobanca, e a Sintonia, desembolsou 4,1 bilhões euros, equivalentes a cerca de US$ 5,58 bilhões em dinheiro, pela empresa.
Desde aquela época a Anatel vem analisando as implicações da aquisição no mercado brasileiro de telecom, uma vez que ambas atuam na telefonia celular: a Telecom Italia é controladora da TIM e a Telefónica detém 50% de participação acionária na Vivo. No Brasil, a sobreposição de licenças de operadoras celular é proibida por lei.
Sardenberg adiantou que já foi feito um relatório que será entregue ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), e que será necessário esperar pela aprovação da entidade. “O relatório é confidencial e, por enquanto, não há qualquer decisão a anunciar.” O presidente da Anatel admitiu que há "um certo processo de concentração" no mercado móvel brasileiro, mas garantiu que também existem indicações de que continua a haver competição.
Sobre a possibilidade de criação de uma megaoperadora brasileira, com participação de capital da Portugal Telecom, Sardenberg disse que isso “poderá aumentar a concorrência numa situação de grande concentração” do mercado, mas fez questão de frisar que esse é um problema das empresas, afastando a hipótese de participação da Anatel nesse processo.
TI Inside – 28/09/2007

Palm lança telefone celular de baixo preço 'Centro'
A fabricante de portáteis Palm exibiu o novo "Centro", uma versão menor e mais leve de seu celular inteligente Treo. O novo modelo de celular inteligente (smartphone) marca a primeira incursão da empresa na oferta de aparelhos com preços mais baixos do mercado, no esforço de reanimar as perspectivas de expansão e oferecer uma alternativa mais barata ao iPhone, da Apple.
O novo modelo foi apresentado durante a DigitalLife, feira de eletrônicos de consumo que acontece em Nova York.
Na esperança de atrair consumidores em busca de modelos novos e de baixo custo, a Palm oferecerá o Centro por cerca de US$ 100. Tanto o Centro como o modelo mais completo Tréo oferecem teclados completos, tela de toque e capacidade de ler e enviar e-mails e administrar documentos e planilhas.
O Centro pesa apenas 113 gramas, e é um pouco maior que um cartão de crédito. O aparelho será vendido exclusivamente pela operadora de telefonia móvel Sprint Nextel, pelo resto do ano nos Estados Unidos. Os executivos da Palm dizem que o Centro está direcionado a usuários tradicionais de celulares que procuram por um aparelho mais poderoso a preço moderado. O Treo tende a custar US$ 300 ou mais, e concorre com modelos de preço mais alto e de uso executivo, como o BlackBerry, da Research in Motion (RIM).
Ainda que os executivos da empresa digam que o objetivo do Centro não é concorrer diretamente com o iPhone, cujo preço é cerca de quatro vezes mais alto, é difícil não comparar os dois aparelhos, ambos equipados de tela de toque e capacidade de navegação na Web, além de recursos para administrar fotos, música e e-mail.
Reuters – 28/09/2007

Nokia Siemens investirá US$ 87,2 milhões na ampliação de redes em Taiwan
A operação permitirá à operadora taiuanesa melhorar os serviços de telefonia 3G que oferece a seus 8,2 milhões de clientes, incluindo a transmissão de dados em alta velocidade.
"Esta expansão é um marco importante para a Chunghwa Telecom, já que se espera que os serviços de banda larga sem fio se transformem em uma área fundamental", afirmou em comunicado o presidente da companhia taiuanesa, Jen-Hon Lin.
Este é o segundo contrato de grande volume assinado esta semana pela Nokia Siemens Networks, a companhia de joint venture criada após a fusão do negócio de redes da finlandesa Nokia e da alemã Siemens.
Na quarta-feira, a Nokia Siemens venceu uma licitação avaliada em 180 milhões de euros (US$ 255 milhões) para a ampliação das redes com tecnologia GSM e EDGE da operadora chinesa Henan MCC. EFE jg dgr
Último Segundo – 28/09/2007

Nokia compra Navteq por US$ 8,1 bilhões
A fabricante filandesa Nokia anuncia a aquisição da Navteq, que atua no segmento de softwares para navegação por GPS por US$ 78 por ação, o equivalente a US$ 8,1 bilhões.
A Navteq disponibilizará à Nokia um portfólio de clientes, além de recursos como mapas, navegação por GPS, além de uma plataforma de tecnologia com larga cobertura geográfica. A Nokia tem a intenção de atingir seus 900 milhões de clientes em todo o mundo com os novos serviços.
A Navteq possui também o Traffic.com, uma página que fornece serviço de interatividade e informação. A companhia foi fundada em 1985. Em 2006 gerou rendimentos de US$ 582 milhões e tem aproximadamente três mil empregados, que atuam em 168 escritórios divididos em 30 países.
Após a conclusão da aquisição, prevista para o primeiro trimestre de 2008, a Navteq seguirá operando de forma independente, mas com uma organização especifica para atender ao grupo Nokia.
IT Web – 01/10/2007

Oi foi a companhia que mais investiu no leilão de telefonia celular
A Oi foi a companhia que mais investiu nos leilõs de freqüência de telefonia móvel realizado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em dois dias desta semana. O leilão terminou na noite de ontem (26/09) com um saldo positivo para a agência em termos de arrecadação.
Dos 105 lotes de freqüência oferecidos, 28 ficaram sem interessados. Os ágios, no entanto, chegaram a mais de 1.000% em alguns casos. A agência levantou 570,25 milhões de reais com o processo licitatório.
A Oi foi responsável por cerca de 40% do total arrecadado, ou 224,35 milhões de reais. A segunda companhia que mais investiu na compra de licenças foi a Vivo, que completou sua cobertura nacional no processo e gastou 169,71 milhões de reais.
A TIM investiu o equivalente a 89,4 milhões de reais para reforçar sua presença em algumas regiões (a companhia era a única que tinha cobertura nacional) e a Claro aplicou 86,77 milhões e, assim como a Vivo e a TIM, passou a operar em todo o Brasil.
A Claro protagonizou os lances mais disputados do leilão e mostrou apetitte para pagar os maiores ágios. Nos lotes correspondentes a duas cidades do Paraná, ela pagou ágios de 1.221% e 1.098%.
Já a Vivo pagou um ágio de 885,83% por um lote que envolvia cidades da região Centro-Oeste, enquanto o maior ágio pago pela TIM foi de 262,47%, por cidades da região Norte do País.
A novata Options adquiriu um único lote, na região do Mato Grosso do Sul, sem ágio. Já a Easytone, que também havia se credenciado para ingressar na telefonia móvel brasileira, não comprou nenhum. A Unicel prometeu recorrer da decisão judicial que a impediu de participar do leilão.
Ao final do processo, a Claro adquiriu 26 novos lotes, a Oi, 23, a TIM, 14, a Vivo, 13, e a Options, um lote.
Computer World – 27/09/2007

Vivo e Claro disputam Amazônia Celular
Nova disputa surge no cenário das telecomunicações: Vivo e Claro desejam a Amazônia Celular. Na retaguarda das operadoras brasileiras estão as gigantes multinacionais Telefônica e Telmex, arquiinimigas na disputa pelo usuário latino-americano de telefonia, banda larga e TV por assinatura. A Telefônica tem metade do controle da Vivo e a Telmex controla a América Móvil, dona da Claro.
Dias atrás, o presidente da Claro, João Cox, disse que o interesse pela Amazônia Celular não havia arrefecido com a compra de faixa de radiofreqüência na região Norte, durante leilão recém-realizado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e que os acionistas cuidariam de acertar preço e condições.
Em resposta a essa manifestação de interesse, o presidente da Vivo, Roberto Lima, garantiu que não há intenção dos acionistas Telefônica e Portugal Telecom em vender a Amazônia Celular. Embora seja conhecida a regra que impede a sobreposição de licenças na mesma região - e a Vivo já possuía operação na Amazônia - , Lima prefere o caminho da solução regulatória junto à Anatel.
E desmente Cox: "Não existe negociação nenhuma entre nós para vender a Amazônia". Alegando interesse estratégico na operadora da Amazônia, o executivo justifica dizendo que é preciso escala para encontrar o ponto de equilíbrio entre o capital investido e o retorno financeiro em região extensa e de população pouco adensada como a Amazônia.
Por isso, sobrepor as carteiras de clientes desponta como a alternativa mais viável, mesmo que a faixa de freqüência tenha de ser devolvida. "Não quero adiantar nada, a Anatel é que vai definir o que pode ser feito", afirmou.
Em seguida, Lima referiu-se ao fato de a Claro também estar diante da proibição de sobrepor duas licenças, uma vez que ela acaba de adquirir uma faixa na Amazônia no leilão de sobras.
A Vivo possui 1,75 milhão de clientes na região, enquanto a Amazônia Celular, que foi objeto de negociação recente, em conjunto com a Telemig, possui 1,3 milhão de usuários. Se a Claro ficar com a Amazônia, passará à frente da TIM e ocupará o 2 lugar em número de clientes. E é justamente isso que a Vivo quer impedir, não importa sob que custo, analisam especialistas do setor.
IT Web – 01/10/2007

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