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01/11/2007
GERAL
Vendas mundiais de semicondutores crescem 5,9% em Setembro
O mercado mundial de semicondutores cresceu 5,9% nas vendas de Setembro, segundo números pu0blicados esta segunda-feira pela Seminconductor Industry Association (SIA).
O crescimento contabilizado foi impulsionado pela procura verificada pelo sector da electrónica de consumo.
Em valor, as vendas somaram 22,6 mil milhões de dólares, com destaque para uma subida de 9,9% nas vendas da região Ásia-Pacífico.
Dinheiro Digital – 29/10/2007

AUTOMOTIVO
Vendas de caminhões devem crescer 26,7% em 2007
As vendas de caminhões no mercado interno brasileiro devem somar 96,6 mil unidades em 2007, segundo a média das previsões de cinco montadoras, entre elas a Scania, Mercedes-Benz, Iveco e Volkswagen. Se concretizado, o número representará um crescimento de 26,7% em relação ao registrado em 2006. A projeção mais otimista é a da Scania, que prevê um mercado total de 103 mil unidades. A Volkswagen, por sua vez, tem a previsão mais baixa, de 93 mil unidades.
Segundo os executivos, o crescimento do setor está sendo puxado pelo crescimento da economia, redução das taxas de juros, pela retomada do setor agrícola e crescimento do setor de construção, além do aumento da oferta de crédito. A média da previsão das montadoras aponta para uma produção total de 133,4 mil unidades em 2007 e de 146,8 mil unidades em 2008. Em 2006, as montadoras produziram 105,5 mil unidades.
Para o mercado de ônibus, a média das previsões apresentadas pela Scania, Mercedes e Volkswagen é de um mercado de 24 mil unidades, o que representará uma evolução de 21,8% em relação ao registrado no ano passado. Para 2008 a expectativa média das três montadoras é de que as vendas alcancem 25,6 mil unidades. Os números foram apresentados hoje no seminário "Perspectivas 2008 para o setor Automotivo", realizado pela Autodata.
Portal Exame – 30/10/2007
EUA: GM lança sedã para concorrer com Honda e Toyota
Dos muitos vexames que a General Motors tem passado ao perder o domínio do mercado automotivo dos Estados Unidos, nenhum é mais cruel do que a incapacidade de apresentar um sedã familiar de primeira classe.
Tal adversidade pode estar no fim. O novo Chevrolet Malibu, que chegará às concessionárias no final deste mês, é um automóvel que a GM reza para que receba comentários favoráveis por parte dos consumidores da mesma maneira que receberam o Honda Accord e o Toyota Camry, as referências reconhecidas na categoria.
A incapacidade da GM em colocar na rua um rival do Camry é uma história longa, triste e complicada. A versão curta é que a GM enganou a si mesma durante muitos anos, convencendo-se de que os pouco potentes, maçantes e medíocres modelos Buick Regal, Chevy Corsica e Luminas eram suficientemente bons.
Logo a GM perdeu interesse nos automóveis e decidiu, na década de 90, investir mais em veículos todo terreno. A idéia da GM era que os modelos pesados e relativamente ineficientes Envoy, Trailblazer e Tahoes poderão substituir o automóvel familiar. Os preços elevados da gasolina e a mudança de gosto em matéria de automóveis torpedearam essa estratégia.
É compreensível que, por causa das críticas incessantes conforme a GM apresentava um sedã pouco notável atrás do outro, automóveis mais apropriados para integrar as frotas de veículos de aluguel nos aeroportos, tenhamos dúvidas sobre o novo Malibu. Ainda assim, há sinais que sugerem que a GM pode ter se colocado à altura do desafio, criando um carro que é, na verdade, comparável ao melhor de sua categoria.
"É incrivelmente bom", disse Eric Noble, diretor-geral da The CarLab, com sede em Orange, Califórnia, companhia que se encarrega das análises técnicas dos automóveis. "Fui bastante aberto no passado sobre minhas opiniões negativas dos veículos da GM", disse.
Noble, que tem dirigido o novo modelo, disse que o interior de seu veículo de testes era superior aos dos automóveis mais vendidos dos EUA. "Quando a Honda e a Toyota verem esse automóvel terão de instalar novamente os acessórios que descartaram por questão de economia", disse.
Csaba Csere, editor da revista Car and Driver, que criticou os modelos da GM no passado, disse que o novo Malibu "roda com elegância". Csere disse que o motor do Malibu, de 2.4 litros e quatro cilindros, é mais suave e tranqüilo que o motor comparável da Honda: "Não tem precedente. A GM fez grande progresso em todas as frentes", afirmou.
A versão menos equipada do novo sedã custará perto de US$ 20 mil, e até US$ 28 mil com todas as opções e um motor de seis cilindros. A publicidade do novo Malibu dominará os sites mais importantes nas próximas semanas, assim como programas de televisão de grande audiência.
Mesmo se o Malibu mostrar que se equipara com o Accord e o Camry em qualidade e poder de atração, a GM sabe que terá que se esforçar para superar as dúvidas de muitos consumidores norte-americanos que têm seus veículos em baixa estima. Kim Kosak, gerente-geral de publicidade da Chevrolet, disse que "temos que conquistar a confiança, captar a atenção dos clientes e abrir suas mentes. Vamos convencer o público."
Invertia – 30/10/2007
China preocupa mas não assusta
A China pode preocupar mas, ao menos por enquanto, não deve assustar o setor automotivo brasileiro. Essa foi a principal conclusão do painel O Brasil e a Ásia Automotiva, que abriu o segundo dia do Seminário AutoData Perspectivas 2008 nesta terça-feira, 30, em São Paulo. Principal motivo para essa constatação: do ponto de vista dos custos os chineses são e continuarão sendo imbatíveis em comparação com o Brasil, mas felizmente para nós eles estão bem mais focados em seu próprio mercado interno de veículos, exportando apenas pequenos excedentes.
O temor da importação de veículos chineses não é amedrontador. A produção de veículos leves na China, segundo dados da consultoria CSM, deve alcançar em 2013 algo em torno de 11,6 milhões de unidades, das quais apenas 500 mil unidades serão destinadas à exportação – número que as montadoras brasileiras superam desde o início desta década mesmo com desvantagem cambial.
Paulo Cardamone, dire tor da consultoria CSM South America, lembrou que a preferência do consumidor brasileiro por veículos bicombustível já é uma barreira natural e considerável para deter a entrada de carros chineses no País.
Fazendo sua apresentação diretamente de Xangai, na China, onde está visitando empresas do setor automotivo, Cardamone disse que a questão da falta de qualidade, em muitos casos, já foi superada pelos chineses. A evolução tecnológica está chegando rapidamente ao país por meio das parcerias com empresas estrangeiras globais, que empregam rígidos controles e modernos processos de manufatura. Com isso a indústria chinesa já pode oferecer produtos melhores a preços baixos. Mas, para sorte de boa parte do mundo, se por um lado os chineses se aproximam dos padrões mundiais de qualidade, por outro o altíssimo consumo interno de automóveis não permitem altos volumes de exportação, o que faz do país um monstro bem menos assustador.
Segundo Cardamone, os efeitos dos baixos custos chineses são indiscutíveis, mas principalmente as mont adoras exclusivamente chinesas, que operam sem parcerias internacionais, ainda não chegaram ao mesmo nível de qualidade que os brasileiros, por exemplo, já dominam.
Se a China para muitos é um risco, para José Eduardo Luzzi, diretor de vendas e marketing da MWM International, o risco maior é deixar de aproveitar as oportunidades que se abrem no país. Neste ano passado a empresa fechou acordo de produção e transferência de tecnologia com uma parceira chinesa, a Dongfeng Chaoyang Diesel. “Não vamos substituir a produção brasileira pela chinesa. Mas, para os mercados em que o Brasil não é competitivo vamos exportar a partir da China.” Luzzi destacou também a necessidade da escolha criteriosa do parceiro chinês. “Esse relacionamento é fundamental na garantia de qualidade.”
Autopeças – São os fabricantes nacionais de autopeças que mais temem a possível invasão de componentes baratos chineses no País. Frederico dos Ramos, presidente da A ndap, Associação Nacional dos Distribuidores de Autopeças, relembra que quatro ou cinco anos atrás, quando as autopeças chinesas chegaram ao Brasil a qualidade era um problema sério, entretanto nos dois últimos anos o cenário mudou. “O estrago poderia ser maior no setor de reposição não fosse a fidelidade dos distribuidores às empresas brasileiras.”
A solução para aumentar a competitividade brasileira diante dos chineses, seja com relação às montadoras ou fabricantes de autopeças, é elevar os volumes e assim obter ganhos de escala. Flavio Del Soldato, presidente da Usiparts e membro da diretoria do Sindipeças, confia que o crescimento da produção de veículos nos países do Mercosul, somado ao do México por conta do acordo bilateral de comércio, é a melhor arma para vencer as vantagens chinesas como baixo custo de mão-de-obra, impostos e subsídios do governo. “Temos um mercado que pode chegar a mais de 6 milhões de unidades contando Brasil, Argentina, Venezuela e Méxi co. Precisamos aumentar a capacidade de produção urgentemente, assim daremos uma resposta natural à concorrência.”
Os debatedores do painel concordaram que hoje, contra a China, só há duas estratégias possíveis: agregar mais valor aos produtos por meio da introdução de avanços tecnológicos, ou então o caminho é juntar-se a eles, abrindo fábrica no país e passando a exportar de lá. Essa segunda alternativa, obviamente, fecha vagas de trabalho no Brasil.
Para concorrer melhor montadoras e principalmente o setor de autopeças também esperam pela ajuda do governo brasileiro, estão ansiosos à espera do pacote a ser anunciado para incentivar o setor automotivo nacional. São esperados para breve benefícios como linhas de financiamentos para exportação do BNDES, que devem ser anunciados em poucos dias pelo governo federal.
Autodata – 31/10/2007

Brasil tem oportunidade para crescer mais
O economista Octavio de Barros, diretor de pesquisa e estudos econômicos do Bradesco, destacou durante o Seminário AutoData Perspectivas 2008 o momento favorável para o desenvolvimento mais acelerado dos países emergentes. E ressaltou a posição do Brasil: “O Brasil está na lista de compras de todos os investidores globais, em primeiro lugar para receber a recomendação de investment grade (investimento de baixo risco). Isso é novo para os brasileiros e temos muitas oportunidades daqui para frente”.
O Brasil, segundo Barros, deve acompanhar o crescimento médio das economias do mundo, que em 2007 será de 5% e no próximo ano 4,6%. “Apesar da desaceleração é o ciclo de crescimento mais robusto do pós-guerra.”
Pelas projeções de Barros, o Brasil crescerá 4,9% este ano e terá avanço do PIB de 4,4% em 2008, o que, na análise do economista, pode ser considerado medíocre levando-se em conta o tamanho e o potencial do País. Mesmo assim ele enxerga um cenário alt amente positivo: “É bastante interessante porque o setor privado é o portador do crescimento do País”.
Barros incentivou os participantes do seminário a aumentar suas importações porque, ao contrário do que muitos dizem, esse incremento não significará canibalização dos produtos nacionais, mas apoio ao crescimento do parque produtivo nacional. “O Brasil é o País mais fechado das 65 maiores nações. Temos de aprender a elevar as importações, pois quem importa está trazendo itens para elevar sua produtividade.”
A projeção de saldo positivo da balança comercial este ano é de US$ 40,7 bilhões, superior à expectativa de Barros durante sua apresentação no Seminário Perspectivas do ano passado (veja tabela). Para 2008 sua estimativa é de queda com relação a 2007. “Vamos descer a US$ 32,7 bilhões, o que sinaliza incremento das importações e também um sinal ainda mais claro sobre a estabilidade do câmbio.”
Sua análise sobre o câmbio foi a que mais causou esp anto na platéia: “É R$ 1,75 e vai ficar assim pelo próximo ano, ano e meio. Não vejo nos próximos cinco anos o dólar superando a barreira de R$ 2. O que devem fazer? Se virem, pois quem não for competitivo nesse patamar não pode estar no mercado”.
A taxa básica de juros, Selic, deve seguir parada em 11,25% ao ano até o fim de 2007 e na expectativa do economista o Banco Central promoverá quatro reduções em 2008: “Acredito que a convergência para um dígito ocorrerá no fim do ano que vem ou nos primeiros meses de 2009”.
“O que dá previsibilidade aos cenários econômicos do País é a inflação de 3,7%. O mundo já sacou: o Brasil sepultou a vulnerabilidade externa. Nós somos rígidos conosco, pois não vemos avanços na velocidade que precisamos. Mas essa rigidez é salutar porque assim podemos caminhar para frente. E não se iludam: esse patamar de crescimento veio para ficar.”
Autodata – 31/10/2007

Delphi dobra investimentos na América do Sul
O aumento da demanda no mercado de veículos este ano, a conquista de novos negócios, que elevaram o faturamento da Delphi para US$ 1 bilhão América do Sul já este ano, motivou a companhia a elevar o investimento na região em 2008. Gábor Deák confirmou durante Seminário AutoData Perspectivas 2008 que serão aplicados de 6% a 7% das receitas em expansão física de produção e desenvolvimento de produtos.
O valor será, no mínimo, o dobro dos US$ 30 milhões investidos em 2007, que segundo Deák foi o suficiente apenas para não deixar parar as linhas de produção. Existem plantas industriais da Delphi operando no limite da capacidade, que precisam ser ampliadas. É o caso, por exemplo, da unidade de fabricação de compressores variáveis para ar-condicionado de veículos em Jaguariúna, SP, e deve atingir 1,1 milhão de unidades este ano, garantindo à companhia pouco mais de 50% desse mercado no País.
Na semana passada o executivo havia reafirmado que o valor a ser i nvestido em 2008 seria o mesmo de 2007. Mas refazendo as contas e estudando a perspectiva para o ano que vem decidiu elevar o montante: “Precisamos antecipar o crescimento do mercado”.
AutoData – 31/10/2007

Produção nacional deve crescer 14% em 2008
O presidente da Anfavea, Jackson Schneider, assegura que até junho de 2008 o setor automotivo brasileiro terá notícias efetivas de novos investimentos em aumento da capacidade de produção, de forma a atender à crescente demanda do mercado interno.
A capacidade atual de 3,5 milhões de veículos/ano deve ser alcançada em 2008 se for confirmada a expectativa de crescimento porcentual de dois dígitos das vendas domésticas – ainda que abaixo dos 25% projetados para 2007. Outro fator que deve puxar a produção para cima é a esperada redução na queda das exportações, em razão de negociações em andamento com o governo. “Os volumes de produção podem crescer 14% no próximo ano”, observou durante painel no Seminário AutoData Perspectivas 2008, nesta segunda-feira, 29.
Alcançada a estimativa de 2 milhões 960 mil unidades fabricadas este ano, em 2008 a produção pode ficar bem próxima de 3,4 milhões. “Se não começarmos a investir em toda a cadeia automotiva, de form a compartilhada, perderemos ainda mais espaço no Exterior e abriremos flancos para que sejamos atacados internamente.”
Por enquanto, de acordo com Schneider, as estratégias adotadas pelas montadoras são ampliação dos turnos de produção, elevação de horas extras e solução de gargalos. “Mas elevar capacidade de produção é o caminho natural.”
O dirigente da Anfavea afirmou que o consumo doméstico, desde 2003, tem se mostrado contínuo e consistente, com avanços de 8% a 12%, excetuando-se 2007 em que o índice extrapolou e deve bater 25%, elevando as vendas para 2,4 milhões a 2,5 milhões de unidades. “Isso revela que não se trata de bolha.” Já as exportações devem ceder 11%, para 750 mil veículos, mas com manutenção da receita das vendas externas em US$ 12,1 bilhões.
Na avaliação de Schneider os dois grandes desafios do momento são competitividade e atração de investimentos. No primeiro caso, elevar a capacidade da indústria de concorrer interna e extern amente, inclusive com plantas dos mesmos grupos. E a atração de inves timentos deve visar não apenas elevação de capacidade, mas inovação tecnológica e novos produtos.
Schneider apoiou sua tese nas ações já conhecidas em outros países, como no Japão, que se prepara para agregar ao seu volume atual de 11,8 milhões mais 2 milhões de unidades, exclusivamente para exportação; e na China, que está próxima de 8 milhões de veículos produzidos. Além desses países ele lembrou a rápida ascensão dos níveis na Índia, Irã, Tailândia e Rússia. “Todos estão atraindo novos investimentos e o Brasil não pode ficar fora das decisões das matrizes.”
AutoData – 31/10/2007

Brasil pode figurar entre os maiores produtores
O Brasil poderá ocupar, até 2013, a sétima posição no ranking dos maiores produtores de veículos do mundo. A previsão é da presidente da consultoria Booz Allen Hamilton, em sua apresentação Competitividade e Desafios da Globalização, durante o Seminário AutoData Perspectivas 2008, nesta segunda-feira, 29, em São Paulo.
Para que essa evolução aconteça, entretanto, o País deve “manter sua relevância” no mercado mundial, o que significa vencer desafios de curto, médio e longo prazos. No curto prazo, o principal desafio diz respeito à infra-estrutura, tanto em disponibilidade como em qualidade. “Já ouvi falar na necessidade de construção de uma rodovia para a Fiat, porque se houver um colapso na Fernão Dias a fábrica pode parar”, exemplificou Letícia. “Apesar de já se ter falado muito sobre apagão logístico e rodoviário, a questão é realmente importante, pois pode comprometer a capacidade da indústria automotiva.”
Já no longo prazo o principal desafio é a capacidade de manutenção do ritmo de crescimento do mercado doméstico, que tem sido impulsionado pela maior oferta de crédito para financiamento de veículos novos. “Ainda existe espaço para crescimento do nível de crédito, mas é preciso ficar atento, pois a curva de penetração do crédito tende a se estabilizar em breve.”
Exportações, um risco – Letícia chamou a atenção para o fato de as exportações brasileiras de veículos estarem decrescendo progressivamente nos últimos anos, o que pode ser um risco para a indústria nacional de veículos.
As exportações são importantes para a indústria brasileira sob diversos aspectos, segundo Letícia: primeiro por ajudar a manter a competitividade global em custos, qualidade e tecnologia; segundo por funcionar como um colchão para absorver eventuais quedas de vendas no mercado doméstico, garantindo a manutenção de volumes mínimos de produção; e também por garantir a inserção do País no contexto mundial de atração de investimentos.
Letícia sugeriu a criaç ão de agenda conjunta do governo com a indústria automotiva, para assegurar que o País mantenha a relevância de sua indústria automotiva no cenário mundial. Ao governo caberia dar apoio às exportações, facilitar investimentos e incentivar desenvolvimento e manutenção de diferenciais competitivos. À indústria, por sua vez, cabe a obrigação de continuar buscando custos menores, aumentar a capacidade de sua cadeia, especialmente nos fornecedores de segundo e terceiro níveis, e investir em capacitação de recursos humanos.
Investimentos em infra-estrutura, claro, devem ser feitos com urgência, mas ela acredita que sejam mais viáveis por meio da iniciativa privada, com as chamadas PPPs, parcerias público-privadas, do que apenas pelo governo.
Autodata – 31/10/2007

CONSUMER
TV digital revoluciona transmissões e mantém o analógico
O início oficial das transmissões da TV digital no Brasil está marcado para o dia 2 de dezembro, mas a expansão será gradativa. Nesta data, a região metropolitana do estado de São Paulo começará a operar o sinal digital, comercialmente. Até dezembro de 2009, todas as capitais do país terão canais digitais e, até dezembro de 2013, a tecnologia chegará a todos os municípios. O cronograma foi estabelecido pelo decreto nº 5.820, de 29 de junho de 2006. A partir de julho de 2013, o Ministério das Comunicações somente outorgará a exploração do serviço em tecnologia digital. O sistema analógico será desativado em junho de 2016.
Até lá, é possível continuar com o televisor atual, já que a transmissão analógica ocorrerá simultaneamente à digital. Portanto, as famílias brasileiras têm nove anos para trocar seus aparelhos, período em que eles funcionarão sem problemas, mesmo sem o conversor digital. E se o aparelho não for muito antigo (tiver entrada de áudio e vídeo), ele será capaz adaptar um conversor (set top box) para receber o sinal digital.
Os conversores poderão ser comprados no comércio em geral e o governo trabalha para que o preço seja o mais baixo possível, principalmente porque ele continuará recebendo o sinal analógico.
Resolução
A nova tecnologia viabilizará a televisão de alta definição (HDTV), onde a resolução poderá ser de até 1.920 X 1.080 pixels (na tecnologia atual a resolução equivale a 400 X 400 pixels). Isto significa uma imagem igual à de cinema. Inicialmente, as emissoras poderão oferecer, dentre os inúmeros recursos interativos, informações complementares ao telespectador, como, por exemplo, a sinopse de um filme, mais dados sobre um determinado entrevistado, ouvir a trilha sonora de uma novela ou, até mesmo, escolher o idioma para assistir a determinado programa. Cada emissora está preparando o seu pacote.
Ainda não é possível responder se a interatividade será gratuita, mas certamente haverá serviços sem ônus, mesmo porque a nova tecnologia tende a oferecer inúmeras opções e a se desenvolver continuamente. Por isso, os recursos os disponíveis serão renovados a todo instante. A concorrência, assim como acontece com a telefonia celular, garantirá muitas possibilidades para cada emissora, inclusive para aqueles serviços prestados gratuitamente.
Dentre os serviços públicos que a tecnologia da TV digital pode proporcionar, o governo pretende oferecer, por meio da interatividade, programas de Educação a distância, Telemedicina e inclusão digital, além de outros mais simples que já são prestados na internet, como o envio da declaração do imposto de renda, por exemplo. No futuro, será inevitável que a ampliação dos serviços da TV Digital caminhe em direção à conexão da internet, telefonia, conferência e compra direta online no momento da propaganda.
Maracaju News – 30/10/2007

Mapa encontra Wi-Fi gratuito pelo Brasil
O acesso sem fio por pontos Wi-Fi está disponível em shoppings, aeroportos e até cafeterias. Os hotspots --como são chamados os pontos-- podem ser gratuitos ou pagos.
Existem cartões PCMCIA que dão condições de acesso a um ponto Wi-Fi pelo notebook. Alguns laptops já vêm com o equipamento necessário para esse tipo de conexão embutido --são os casos do Itautec N830 e do Positivo Mobile W98 usados nos testes dos três minimodems para esta edição--, mas para tornar o hardware disponível, é comum ser preciso apertar um botão no corpo do computador portátil (normalmente, ele tem um ícone com uma antena emitindo sinal; veja no manual).
Em um local que você saiba que existe uma rede sem fio, faça seu computador a encontrar. No XP, vá a Conexões de rede, no Painel de controle.
Pressione o botão direito do mouse sobre o ícone Rede sem fio. Vá a guia Redes disponíveis e escolha em qual você deseja entrar --não entre em redes que não conheça e tenha certeza de que a que você vai aceder está correta.
Existem pontos de acesso disfarçados, perto de hotspots gratuitos, que servem como isca de piratas. Por isso, evite redes com nomes genéricos. Além disso, uma rede aberta pode pertencer a uma pessoa que configurou de forma equivocada seu ponto privado.
Só entre em uma rede Wi-Fi com o firewall ligado e atualizado. Também não preencha dados de formulários em páginas que não usem conexão criptografada para a troca de dados --os sites que começam com https utilizam essa proteção.
De qualquer forma, evite usar sites de bancos e que pedem informações que podem comprometer sua segurança. A chave criptográfica dos dados pode ser quebrada.
Pontos públicos
Mesmo com as questões de segurança, o acesso a redes Wi-Fi gratuitas pode ser irresistível para os donos de notebook --e as opções em cidades grandes aumentam.
O portal MSN tem um excelente serviço de localização destes pontos pelo mundo e pelo Brasil (hotspot.msn.com/web/SearchView.aspx).
Escolhendo o estado e a cidade, o usuário tem acesso a um mapa com os lugares de conexão em destaque.
No site, você escolha entre acessos pagos, gratuitos ou ambos. Na busca avançada, dá para escolher o tipo de serviço que oferece o ponto sem fio --bar, aeroporto, atração turística etc.
Apertando sobre o nome de uma localidade, é possível ver mais detalhes e até ordenar que o site determine uma rota a partir de um endereço escolhido por você.
Não use acento para escrever o nome do município. Nos testes da Folha, a função de código postal não funcionou com um número de CEP --utilizando esse critério, seria possível até encontrar um hotspot determinando uma distância máxima do CEP apontado pelo internauta.
Folha Online – 29/10/2007

LG lança TV de Plasma Full HD com 60 polegadas
A LG Electronics lançou a TV de Plasma Full HD de 60 polegadas com 1.920 x 1.080 pixels de resolução. O novo aparelho reproduz 100% da qualidade do sinal de alta definição da TV Digital, que iniciará as transmissões no Brasil em 2 de dezembro. As imagens terão o dobro de detalhamento que os modelos HDTV Ready existentes no mercado.
Com design slim e botões touch panel, a tela tem duas conexões HDMI e é compatível com os modelos Blu-ray / HD-DVD. O aparelho também incorpora um novo recurso denominado pela LG de SimpLink (HDMI cec), que é uma TV conectada a outro aparelho com a conexão SimpLink (DVD, Home Theater etc) que possibilita, por meio do controle remoto de um dos aparelhos, acessar as funções dos dois produtos no mesmo controle.
"O ano de 2007 tem sido de grande importância para o segmento de TVs no Brasil por conta da acentuada substituição por novas tecnologias, como as TVs de tela fina, que têm crescido muito dentro do mercado nacional", ressalta, em nota, a gerente de produto da marca, Fernanda Summa.
Gazeta Mercantil – 30/10/2007

Celulares tendem a ofercer TV digital no padrão europeu
Existe uma tendência de que as operadoras de telefonia móvel no Brasil ofereçam conteúdo de TV digital paga com base na tecnologia européia para isso, do padrão DVB-H, de acordo com o diretor de Relações Corporativas para América Latina da Nokia Siemens Network, Mário Baumgarten. Os argumentos do executivo são de dois tipos: econômicos e jurídicos.
De acordo com ele, a legislação que estabeleceu que o padrão de TV digital fosse nipobrasileiro não foi específica sobre telefonia móvel, abrindo a possibilidade legal de uso da tecnologia européia pelas operadoras. "Nada impede que a operadora de celular ofereça conteúdo pago sob demanda com tecnologia 3GSM/DVB-H. São produtos existentes e de rápida evolução de cobertura com subsídio da operadora por aparelho", afirmou em palestra ao Conselho de Telecomunicações da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ) ontem.
Baumgarten disse que as operadoras podem tomar esse caminho sozinhas, mas advogou que elas entrem em acordo com as emissoras de televisão para "a operadora de celular empacotar conteúdo (de TV aberta) para seus clientes" como novelas e telejornais.
O especialista afirmou que os preços dos primeiros conversores de TV digital no Brasil estão saindo a US$ 300 e US$ 400, enquanto na Europa existem modelos do padrão DVB a partir de 25 euros, cerca de US$ 35. O menor preço seria uma conseqüência da maior escala do padrão europeu, adotado em vários países, enquanto o modelo japonês seria restrito ao Japão e ao Brasil.
De acordo com ele, o preço dos aparelhos celulares com TV digital no padrão escolhido seria muito alto para a renda dos consumidores brasileiros. "No Japão é possível porque lá a renda per capita é uma das mais altas do mundo", disse. O celular sairia com preço alto não só pelo alto custo de fabricação, mas também porque as operadoras não teriam interesse em subsidiar esse tipo de terminal, afirmou.
Agência Estado – 31/10/2007

LG Electronics divulga resultados do terceiro trimestre de 2007: empresa obteve aumento em vendas e no lucro operacional
A LG Electronics (LG), líder no segmento de eletrônicos de consumo e comunicação móvel, divulgou os resultados consolidados (não auditados) do terceiro trimestre de 2007, encerrado em 30 de setembro último. Os valores em won coreanos (KRW) foram convertidos para dólares americanos (USD) ao câmbio médio de cada trimestre (Q), o que corresponde a KRW 928 para 1USD (2007 3Q), KRW 929 para 1USD (2007 2Q, QoQ) e KRW 955 para 1USD (2006 3Q, YoY).
Vendas e Lucros Globais - A estabilidade das operações de todas as divisões de negócios resultou em um aumento nas vendas e no lucro operacional em relação ao mesmo período do ano anterior. Com base nos resultados globais da LGE, as vendas do terceiro trimestre de 2007 subiram 11,8%, totalizando KRW 9,911 trilhões (USD 10,680 bilhões). O lucro operacional foi de KRW 362 bilhões (USD 390 milhões), elevando a margem de lucro para 3,6%, o que significa um aumento de 1,3% em relação ao ano anterior.
A divisão Mobile Communications registrou vendas recordes de KRW 2,635 trilhões (USD 2,839 bilhões), 4% superiores às de 2006. A empresa vendeu 21,9 milhões de celulares, um número recorde em vendas graças ao crescimento de mercados emergentes como América Latina e Ásia/Oriente Médio. Não obstante, o aumento na venda de celulares de baixo custo, a queda no preço médio de venda dos modelos mais populares e as melhorias realizadas na estrutura de custo mantiveram a lucratividade em um patamar razoável. A margem de lucro operacional permaneceu no mesmo nível do ano anterior, ou seja, 8,4%. Para o próximo trimestre, as perspectivas para o número de unidades vendidas e para o lucro continuam excelentes, e espera-se um pico de vendas em razão da sazonalidade e do crescimento do mercado 3G.
As vendas da divisão Digital Display cresceram 18,7% no ano (acumulado 2007) e 16,3% no trimestre, totalizando KRW 3,170 trilhões (USD 3,416 bilhões). Foram alavancadas pelo crescimento nas vendas de TVs digitais LCD e plasma e painéis de plasma, que subiram 17% e 21% no trimestre, respectivamente. O prejuízo operacional caiu para KRW 29 bilhões (USD 31 milhões) no trimestre, devido, principalmente, à recuperação nas vendas de módulos de plasma (beneficiadas pela demanda sazonal), aos novos modelos de 32 polegadas e performance da divisão de negócios de TVs tela plana e monitores. A expectativa da divisão Digital Display para o quarto trimestre de 2007 é de crescer ainda mais nas vendas de TVs tela plana de tamanho acima de 40 polegadas, e de maior demanda e popularidade para os modelos com resolução full HD.
As vendas da divisão Digital Media aumentaram 9,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando KRW 1,336 bilhões (USD 1,440 milhões), em razão de um aumento nas vendas de computadores de mesa, na Coréia, e de notebooks, no restante do mundo. O lucro e a margem operacional foram de KRW 29 bilhões (USD 31 milhões) e 2,2%, respectivamente — uma recuperação em relação ao ano anterior. O aumento esperado para as vendas de produtos de informática e produtos premium resultará em lucros mais altos nos próximos meses, época de alta demanda.
As vendas da divisão Digital Appliance aumentaram 11,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando KRW 2,785 trilhões (USD 3,001 bilhões), mas caíram 22,7% em relação ao trimestre anterior, devido, principalmente, à baixa demanda sazonal. Houve aumento de vendas no mercado doméstico (coreano), graças à performance de produtos premium como os refrigeradores Side by Side, de três portas e os condicionadores de ar comerciais. As extraordinárias e estáveis vendas das lavadoras/secadoras de roupa, com sistema de limpeza por tombamento e vapor nos Estados Unidos, ajudaram na conquista de um crescimento geral de 14% (17% em dólares americanos) no mercado exterior. Apesar da valorização do won e do aumento no custo de materiais, a inovação na área de custos e a expansão na venda de produtos premium em mercados desenvolvidos, como os Estados Unidos, tornaram viável tal crescimento. Para o próximo trimestre, antecipa-se uma possível desaceleração em alguns segmentos do mercado americano — como o sub-prime, por exemplo —, devido à conjuntura econômica do país, mas a companhia espera manter sua forte posição nos demais segmentos desse mercado.
Demonstrativo Financeiro e Itens Não Operacionais da Matriz - As vendas e o lucro operacional da matriz da LG Electronics totalizam KRW 5,690 trilhões (USD 6,131 bilhões) e KRW 92 bilhões (USD 99 milhões), respectivamente. O lucro recorrente e o lucro líquido aumentaram em relação ao mesmo período do ano anterior. O lucro recorrente subiu 1169% e chegou a KRW 387 bilhões (USD 417 milhões). No caso do lucro líquido houve aumento de 1394%, chegando a KRW 339 bilhões (USD 365 milhões).
Perfil da LG Electronics, Inc.- LG Electronics, Inc., (KSE: 06657.KS) é líder global e empresa que desenvolve tecnologia inovadora para eletrônicos de consumo, eletrodomésticos e produtos para comunicação móvel. Possui mais de 82 mil funcionários em mais de 110 operações, incluindo 81 subsidiárias, em todo o mundo. A LG Electronics é composta por quatro unidades (divisões) de negócios: Mobile Communications, Digital Appliance, Digital Display e Digital Media. Com venda global de USD 38,5 bilhões em 2006, a LG Electronics é a maior fabricante de celulares CDMA, condicionadores de ar, produtos para armazenamento ótico e DVD players. | www.lge.com
No Brasil - No Brasil desde 1995, a LG Electronics comercializa no País um extenso line up de produtos: TVs convencionais, TVs Flat (Tela Plana), TVs LCD, TVs de Projeção, Displays de Plasma, DVDs, Home Theaters, Mini Systems, Micro Systems, Rádios para carros, MP4 Players, Monitores CRT e LCD para PCs, Notebooks, Dispositivos Óticos, Celulares CDMA e GSM, Condicionadores de Ar, Adegas Residenciais, Forno 2 em 1 – Solardom, Refrigeradores e Lavadoras de Roupa.
A empresa fabrica localmente a maioria dos produtos que comercializa no País. Para isso, tem dois complexos industriais: em Manaus (AM), com três plantas, onde são fabricados equipamentos eletroeletrônicos e condicionadores de ar, e em Taubaté (SP), com mais três plantas, responsável pela fabricação de aparelhos celulares, monitores para computadores e notebooks. O escritório na capital de São Paulo engloba as áreas de vendas, marketing, financeiro, recursos humanos, produtos, pesquisa e desenvolvimento, e a presidência da empresa no Brasil. Ao todo, são mais de 5.400 funcionários em todo o País.
Em 2006, a subsidiária brasileira atingiu um faturamento de US$ 1,8 bilhão, um crescimento de 38,4% na receita em relação ao ano anterior (2005). A meta para este ano de 2007 é faturar no Brasil US$ 2,5 bilhões. Atualmente, a subsidiária brasileira é um dos principais focos de negócios da LG Electronics global.
A missão da LG é criar produtos com a mais alta tecnologia digital e serviços inovadores para tornar a vida dos consumidores mais prática e agradável. Para mais informações sobre a subsidiária brasileira da LG Electronics.
Portal Fator Brasil – 31/10/2007

Lucro da Toshiba eleva 38,4%
A Toshiba, segunda maior fabricante de cartões de memória NAND depois da sul coreana Samsung Electronics, registrou desempenho positivo devido a sólida demanda por seus chips, que são usados por clientes da Apple e Nokia nos aparelhos de som e celulares. O conglomerado aumentou a previsão de lucro para o ano, prevendo ganhos de 290 bilhões de yen.O lucro da empresa de julho a setembro foi de 61,34 bilhões de yen, um aumento de 38,4% em relação ao ano anterior.A Toshiba planeja construir uma nova planta até 2009 para fabricar NAND chips para armazenamento de dados para equipamentos eletrônicos portáteis.As ações da Toshiba subiram 27% desde o começo do ano.
Invertia – 29/10/2007

IDENTIFICATION
Middleware é solução para RFID
Um estudo mostra que evolução do middleware simplifica a integração de sistemas de RFID com outras plataformas.
Segundo a Venture Development Corporation, o middleware de RFID (identificação por rádio freqüência) evoluiu, trazendo flexibilidade e escalabilidade para as implementações da tecnologia. Em 2006, o mercado mundial de middleware de RFID movimentou 37 milhões de dólares. A previsão da VDC é de que o segmento cresça a uma taxa anual média de 58% até 2011. No ano passado, o desenvolvimento de aplicações respondia por cerca de 70% da receita desse mercado – a expectativa é que esse serviço cresça 67% ao ano nos próximos cinco anos.
A evolução do middleware permite, segundo a VDC, que as empresas consigam viabilizar as funcionalidades do RFID sem ter que eliminar ou substituir o legado composto por outras infra-estruturas de identificação automática, como códigos de barra ou fitas magnéticas.
INFO Corporate – 30/10/2007

INDUSTRIAL
Material magnético moldável simplifica fabricação de motores elétricos
"Os motores elétricos vêm sendo feitos praticamente do mesmo jeito desde os anos 1850. Somente nos últimos 10 a 15 anos métodos alternativos de produção vêm sendo estudados," afirma Mats Alküla, pesquisador da Universidade de Lund, na Suécia. Alküla e seus colegas acabam de desenvolver um novo material magnético que promete mudar esse quadro.
Fabricação de motores elétricos
Calcula-se que em uma residência típica existam cerca de 60 motores elétricos. Um automóvel moderno, por sua vez, possui mais de 100. A construção da maioria deles utiliza como elemento magnético uma série de placas metálicas montadas umas sobre as outras, com bobinas de fios de cobre enroladas ao seu redor.
A montagem dessa estrutura é tecnicamente simples, mas trabalhosa - o processo de fabricação de um motor elétrico desses possui cerca de 60 etapas.
Material magnético moldável
O que os engenheiros desenvolveram agora foi um novo tipo de material magnético que pode ser moldado em qualquer formato, eliminando a necessidade da montagem das placas e enrolamento dos fios, reduzindo o processo de fabricação de um motor para poucas etapas.
O material magnético é uma mistura de uma liga de ferro em pó com um polímero - cuja composição não foi divulgada pelos cientistas - que demonstrou uma excelente rendimento energético. Mantendo as dimensões dos motores, a substituição das tradicionais bobinas enroladas sobre chapas metálicas pelo novo material mais do que dobrou o rendimento do motor.
"A técnica não é adequada para motores de alto desempenho, como servo-motores. Mas para ventiladores, bombas, aplicações domésticas e automóveis ela é uma solução perfeita," diz Alküla.
Fiesp – 29/10/2007

Pacote industrial do governo vai priorizar gargalos de produção
O pacote industrial que será lançado pelo governo nas próximas semanas vai priorizar setores com gargalos na produção, entre eles os fornecedores de máquinas e equipamentos para a Petrobras, declarou nessa terça-feira o presidente do BNDES, Luciano Coutinho.
Ele anunciou uma aproximação do banco com a Petrobras para evitar que a estatal enfrente novos atrasos em seus projetos em razão de problemas de fornecimento de bens de capital.
"Estamos em processo de discussão com a Petrobras, é uma aproximação maior nessa etapa de aceleração dos investimentos. Precisamos usar a indústria de bens de capital fornecedora da Petrobras", disse Coutinho a jornalistas após participar de um seminário na sede do banco.
"Como a Petrobras está acelerando investimentos em vários campos -desde exploração e produção de petróleo até gás- tudo isso exige equipamentos que são complexos, que exigem encomendas e essa indústria de bens de capital passou muitos anos desmobilizada e precisa ser remobilizada", afirmou Coutinho.
O presidente do BNDES disse que a ampliação da capacidade de oferta da indústria será um dos focos da nova política industrial do país. "Essa é uma prioridade das prioridades", destacou Coutinho, acrescentando que a indústria de bens de capital pode ter um tratamento diferenciado nas linhas de financiamento do banco, algo que está sendo discutido com o Ministério da Fazenda.
Coutinho informou que o novo pacote industrial está em fase final de discussão dentro do governo e que a divulgação ainda vai "levar mais algumas semanas".
"As condições envolvem desde facilidades tributárias até melhorias nas linhas de financiamento do BNDES...No campo do financiamento, podemos fazer melhorias incrementais. Mas há outras melhorias no campo do tratamento tributário que precisam ser feitas. Isso é o que está em curso com o ministro da Fazenda e sua equipe, que têm recebido de forma muito favorável", afirmou Coutinho.
Na sexta-feira, durante visita ao centro de pesquisa da Petrobras, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou preocupação com a falta de equipamentos para o setor petrolífero e disse que o governo quer lançar um programa para aumentar a capacidade de produção dos fabricantes nacionais.
Reuters – 30/10/2007

Pacote industrial do governo vai priorizar gargalos de produção
O pacote industrial que será lançado pelo governo nas próximas semanas vai priorizar setores com gargalos na produção, entre eles os fornecedores de máquinas e equipamentos para a Petrobras, declarou nessa terça-feira o presidente do BNDES, Luciano Coutinho.
Ele anunciou uma aproximação do banco com a Petrobras para evitar que a estatal enfrente novos atrasos em seus projetos em razão de problemas de fornecimento de bens de capital.
"Estamos em processo de discussão com a Petrobras, é uma aproximação maior nessa etapa de aceleração dos investimentos. Precisamos usar a indústria de bens de capital fornecedora da Petrobras", disse Coutinho a jornalistas após participar de um seminário na sede do banco.
"Como a Petrobras está acelerando investimentos em vários campos -desde exploração e produção de petróleo até gás- tudo isso exige equipamentos que são complexos, que exigem encomendas e essa indústria de bens de capital passou muitos anos desmobilizada e precisa ser remobilizada", afirmou Coutinho.
O presidente do BNDES disse que a ampliação da capacidade de oferta da indústria será um dos focos da nova política industrial do país. "Essa é uma prioridade das prioridades", destacou Coutinho, acrescentando que a indústria de bens de capital pode ter um tratamento diferenciado nas linhas de financiamento do banco, algo que está sendo discutido com o Ministério da Fazenda.
Coutinho informou que o novo pacote industrial está em fase final de discussão dentro do governo e que a divulgação ainda vai "levar mais algumas semanas".
"As condições envolvem desde facilidades tributárias até melhorias nas linhas de financiamento do BNDES...No campo do financiamento, podemos fazer melhorias incrementais. Mas há outras melhorias no campo do tratamento tributário que precisam ser feitas. Isso é o que está em curso com o ministro da Fazenda e sua equipe, que têm recebido de forma muito favorável", afirmou Coutinho.
Na sexta-feira, durante visita ao centro de pesquisa da Petrobras, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou preocupação com a falta de equipamentos para o setor petrolífero e disse que o governo quer lançar um programa para aumentar a capacidade de produção dos fabricantes nacionais.
Reuters – 30/10/2007

TELECOM
Pré-pago seduz EUA e AT&T contrata Ericsson para gerenciamento da plataforma
A Ericsson foi contratada pela AT&T para hospedar seu serviço de pré-pago, o popular GoPhone, nos Estados Unidos e em Porto Rico.
O serviço pré-pago, o mais utilizado no Brasil, a cada dia ganha a preferência dos consumidores nesses dois países, especialmente, nas classes de menor poder aquisitivo e entre os jovens, que podem controlar os seus gastos.
A fabricante sueca irá prover, além da plataforma de hosting, integração de sistemas e gerenciamento das operações do GoPhone. Os valores do contrato não foram revelados. A duração do contrato é de três anos e meio.
Convergência Digital – 29/10/2007

SIP: O próximo passo do celular
As vantagens do telefone celular são inúmeras. Porém, o custo de uma ligação ainda continua sendo um problema para muitos. Independente do plano ou da operadora, não há como deixar de dizer que todos gostariam que seu aparelhinho portátil conseguisse realmente transpor voz e dados com excelente qualidade e baixo custo.O desejo não está tão longe assim da realidade.
Graças à plataforma SIP (protocolo de iniciação de sessão) as ligações podem ser realizadas via IP, o que permite estabelecer, mudar e terminar chamadas em um ou mais utilizadores de rede (como GSM)De modo claro, o SIP permite deixar o telefone híbrido, uma vez que pode rodar tanto em rede convencional quanto IP. Ou seja, o usuário que dispõe de aparelhos habilitados com essa tecnologia podem tanto fazer ligações utilizando a internet como trafegar pela rede GSM convencional.
E isso somente é possível com o auxílio do WI-FI.Segundo explica Antonio Mariano, diretor de tecnologia da 3Com, o SIP permite tanto fazer ligações VoIP como ser um telefone IP. "É a segunda geração do tráfego de voz sobre IP, pois agrega sistemas diversos como correio de voz, e-mail, conferência e até videoconferência", diz. "O SIP agrega mais do que convergência, atrai o senso de presença. Estando em qualquer lugar, só é preciso uma rede privada virtual (VPN) para trafegar as informações e conseguir acessar o ambiente interno da empresa. A partir daí é possível tanto fazer ligações do mesmo PBX quanto utilizar o seu ramal e puxar uma ligação externa”, explica Mariano.
No Brasil, encontrar aparelhos que estejam adaptados à tecnologia ainda é difícil, mas já há empresas introduzindo produtos no mercado. Contudo, as vantagens ainda estão limitadas ao ambiente corporativo, pois é este que, por meio do WI-FI, consegue transportar ramal fixo para o móvel.A Nokia, desde julho, já dispõe de três aparelhos da linha Eséries que permitem usar WI-FI/WLAN. De acordo com Rogério Guazzelli, gerente de canais da Nokia, trafegar por IP móvel é uma "necessidade que já virou realidade". "Ainda está muito restrito às corporações, mas com a regulamentação do WI-MAX as empresas conseguirão investir mais nessa plataforma, e será possível encontrar aparelhos de vários fabricantes".
SegurançaAssim como a quantidade de ataques no ambiente VoIP tem sido constante, a insegurança com o SIP não é diferente. “As empresas ainda temem trafegar por uma rede VPN. Explicar que o sistema é seguro e existem firewalls ainda é complicado”, comenta José Geraldo de Almeida, gerente de desenvolvimento de novos negócios da Motorola.
A Motorola, que vem investindo em testes com Wi-MAX, está para entregar, até o final do ano nos Estados Unidos, os primeiros aparelhos com acesso à internet de longo alcance, mas ainda como amostras. "Não temos previsão de colocar no mercado. Por enquanto estamos testando com algumas operadoras", adianta Almeida.O gerente da Nokia concorda com Almeida: "É uma venda trabalhosa, está mais do que provado que a mobilidade é essencial e as empresas precisam disso, todavia, convencer que aquele aparelho que trafega todas as informações da sua empresa é seguro, é outra questão", conclui.
Convergência Digital – 29/10/2007

Oi lança serviço de áudio-conferência IP
Na onda dos serviços de conferências virtuais, a Oi investe no Conferência Fácil, serviço de áudio-conferência disponível a todos os clientes corporativos. A oferta é resultado de uma parceria com a Seal Telecom, distribuidora de produtos IP.
De acordo com a companhia, o produto permite a gravação das reuniões, para utilização posterior, por meio da web, o compartilhamento de arquivos durante a conferência, para visualização sincronizada, e um canal de mensagens online (chat) entre os usuários.
O agendamento da conferência é feito pela web com a convocação automática de participantes através de mensagens personalizadas por e-mail com senhas individuais.
Como o produto é rodado via IP, o sistema traz economia aos usuários, pois não há assinatura mensal e os custos correspondem somente ao serviço utilizado. Segundo a Seal Telecom, o Conferência Fácil é indicado para qualquer empresa que tenha necessidade de realização de reuniões por telefone com a participação de mais de três pessoas por evento.
Convergência Digital – 29/10/2007

Vivo lança serviços residenciais de internet e telefonia
A Vivo apresenta dois novos serviços destinados ao mercado de pessoa física: o Vivo Flash, para acesso sem fio em banda larga à internet domiciliar com preços a partir de R$ 39,90, e o Telefone Residencial, aparelho com formato de um telefone fixo que utiliza a rede móvel da companhia com planos diferenciados para ligações a números fixos.
Os novos serviços chegam ao mercado como uma alternativa à rede fixa para levar a qualidade de sinal da Vivo a regiões onde a oferta de internet e telefonia fixa ainda é restrita. Assim, a empresa contribui para disseminar o acesso à internet e à comunicação aos consumidores dessas áreas.
O Telefone Residencial, que foi lançado em projeto piloto comercial ainda em outubro no Paraná, incorpora todas as vantagens e funcionalidades da telefonia celular – com identificador de chamadas, agenda telefônica, envio e recebimento de mensagens de texto e viva-voz -, mas com a aparência e tarifas de telefone fixo.
Em caráter inicial, o serviço será habilitado para contratações de planos pós-pagos, a partir do Vivo Econômico (utilização de 35 minutos em ligações locais para qualquer telefone) e do pacote de ligações para fixos, que dá direito a mais 200 minutos em chamadas locais para números fixos.
Além disso, a partir do Vivo Escolha 180, o cliente pode compartilhar, em uma única conta, os minutos do plano entre o telefone residencial e os celulares Vivo utilizados pelos assinantes da linha domiciliar. O pacote de ligações para telefones fixos também pode ser compartilhado, permitindo que os minutos não utilizados possam ser consumidos em chamadas pelo celular.
O Vivo Flash é o serviço de internet banda larga residencial para uso em desktops com vantagens frente à banda larga fixa (ADSL ou cabo), devido à sua ampla cobertura, velocidade no tráfego de dados e portabilidade, ou seja poder levar a internet a qualquer lugar dentro da área de cobertura da Vivo, bastando acoplar novamente o modem a outro computador.
Compatível com a rede de terceira geração (3G) da Vivo, o serviço oferece velocidades médias de 300 a 800kbps – podendo chegar até 2.4Mbps – e em áreas de cobertura digital (1XRTT) uma taxa média de conexão entre 70 a 100kbps. Outro diferencial do Vivo Flash é a facilidade de instalação e rapidez para uso, já que o serviço pode ser configurado pelo próprio cliente - basta inserir e executar o CD de instalação e acoplar o modem por cabo USB.
Em oferta promocional de lançamento, os clientes podem contratar o serviço em três planos que atendem a diferentes perfis de consumo: o Vivo Flash Light, que sai por R$ 39,90 ao mês com 500MB de franquia; o Vivo Flash Plus, por R$ 69,90 mensais e 4GB de tráfego; e o Vivo Flash Ilimitado, por R$ 99,90 e sem limite de franquia para navegação.
Na promoção, o modem de acesso pode ser adquirido a partir de 10 reais, no plano ilimitado. O usuário do Vivo Flash pode se conectar à web em qualquer região coberta pela Vivo, sem cobrança adicional de roaming.
A Vivo, controlada pelos grupos Portugal Telecom e Telefônica, é a operadora de telefonia celular que oferece a melhor qualidade de ligação, de acordo com os indicadores da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Entre os diferenciais competitivos da Vivo destacam-se a constante busca na excelência da prestação de serviço, com foco na qualidade em todos os pontos de contato do cliente com a operadora, os serviços de transmissão de dados em banda larga baseada na rede de terceira geração e o amplo portfólio de produtos e serviços.
Por meio do Instituto Vivo, a empresa gerencia seus investimentos em responsabilidade social e coordena as ações do programa de voluntariado. As iniciativas da Vivo são voltadas às causas de inclusão social de pessoas com deficiência e a educação geradora de oportunidade, trabalho e renda.
Na área de responsabilidade ambiental, a Vivo desenvolve diversos projetos visando a preservação do meio ambiente. A iniciativa de recolhimento de baterias usadas coletou mais de 105 mil unidades em 2006, e para promover a educação ambiental, a operadora atua com o Programa de Gerenciamento de Resíduos, que ensina a manejar corretamente todo o material produzido e descartado pela empresa.
Folha Blu– 31/10/2007

Oi adota CRM e Billing para IPTV
A Objective Solutions, atuante no segmento de CRM e Billing para empresas de Pay TV, acaba de assinar contrato com a Oi para fornecer os sistemas de CRM e Billing para a operação IPTV (Internet Protocol Television). Para esse projeto, será utilizada a solução Objective NG, desenvolvida para realizar a gestão dos diversos serviços de telecomunicação.
A solução da Objective Solutions foi escolhida pela Oi principalmente pelo histórico de mercado e por já estar integrada à plataforma Nokia Siemens, que fornecerá a estrutura de IPTV para a Oi.
Gilberto Nunes, diretor comercial da Objective Solutions, destaca ainda outras vantagens da solução Objective NG, principalmente para as empresas que pretendem trabalhar com mais de um sistema de telecomunicação.
“Se a operadora ofertar ao mercado outros serviços como acesso à Internet banda larga, TV paga ou VoIP, poderá utilizar o Objective NG como ferramenta única para realizar a gestão de todos os serviços de forma centralizada e totalmente convergente, podendo gerar uma única fatura para todos os seus produtos, discriminados separadamente”, explica.
O serviço de IPTV da Oi deve estar disponível ainda este ano, em princípio somente na capital do Rio de Janeiro. Segundo estimativas da Nokia Siemens, em três anos, o Brasil deve conquistar cerca de 1 milhão de usuários de IPTV, assinantes de vídeo on demand. A operadora pretende oferecer variados tipos de conteúdo, como filmes, documentários, jogos, shows e conteúdos regionais.
Decision Report – 29/10/2007

Lucro da Texas Instruments avança 11% no tri
A Texas Instruments, uma das maiores fabricantes de chips para telefones celulares, anunciou hoje que seu lucro no terceiro trimestre de 2007 cresceu 11%, para US$ 776 milhões, em relação ao mesmo período do ano passado.
A companhia, com sede em Dallas e que entre julho e setembro de 2006 tinha lucrado US$ 702 milhões (US$ 0,45 por título), informou que seu ganho líquido no terceiro trimestre deste ano foi de US$ 0,52 por ação. Já a receita da Texas Instruments no mesmo período foi de US$ 3,663 bilhões, ligeiramente inferior à do terceiro trimestre de 2006, de US$ 3,761 bilhões.
Gazeta Mercantil – 29/10/2007

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