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01/07/2008
GERAL
Brasil deve ser o 6º maior destino de investimentos em cinco anos
O Brasil deve ser o 6º principal destino de investimentos externos dentro de cinco anos. A informação resulta de um estudo feito pela KPMG com 300 multinacionais, em 15 países. Em cinco anos, as empresas entrevistadas vão aumentar seus investimentos no País. Hoje, 10% delas investem aqui e a projeção passa para 14% no cenário futuro. Se confirmada, a análise levará o Brasil da 8ª, para a 6ª posição.
Seguindo as tendências já em curso, em linhas gerais, o estudo observa uma baixa no ritmo de investimentos em países como EUA, Japão, Cingapura e Emirados Árabes e, na contrapartida, um aquecimento nas negociações com os países do Bric.
Neste grupo, a China lidera as apostas, com 24% das previsões de investimentos. Hoje, 17% das empresas entrevistadas já injetam dinheiro no país. A Rússia deve receber, em cinco anos, dinheiro de 19% das empresas, contra 12%, em 2008. Em 2013/2014, o "I" do Bric ficará com 18%, contra 10% dos investimentos externos atuais.
O bom comportamento da China, se confirmado nos próximos cinco anos, vai fazer com que o país ultrapasse os Estados Unidos e se torne o principal destino de investimentos corporativos. Sua influência neste caso, seria líder em TI, telecomunicações, produtos industriais e mineração.
Sob aspectos comportamentais, o estudo da KPMG relata que os investidores priorizam o acesso a novos mercados e estabilidade política e social. Na lista de influenciadores da decisão também estão infra-estrutura, questões climáticas e regime tributário.
IT Web – 26/06/2008

Exportação atrai 60% das empresas intermediárias de tecnologia da região
O potencial exportador das empresas de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) na região de Campinas foi detalhado em uma pesquisa que traça uma radiografia do setor elaborada pela consultoria Accenda a pedido da Câmara Americana de Comércio (Amcham-Campinas).
A fase final do estudo, que foi divulgado ontem, mostrou que 60% das empresas intermediárias, cujo foco do negócio é o desenvolvimento de tecnologia, informaram que os principais projetos elaborados por elas atendem às demandas globais. O dado esboça as oportunidades de negócios que o setor posui em mercados fora do Brasil.
O presidente da consultoria Gustavo Camargo, afirmou que há uma forte vocação da região de Campinas em exportar tecnologia. "Esse tipo de indústria desenvolve produtos e serviços que estão no topo das exportações de mercadorias com valor agregado", destacou o executivo, lembrando que a venda desses itens para o mercado Exterior não gera apenas especialização ou troca de tecnologia, mas divisas e coloca o País entre os competidores desse setor no mundo.
Camargo afirmou que as empresas demandantes de tecnologia, que consomem os produtos e serviços das intermediárias, atuam de forma global. "Elas já trabalham com o que será realidade daqui a alguns anos. E muitas vezes cabe às intermediárias auxiliar no projeto dos produtos do futuro", comentou.
O executivo salientou que um levantamento realizado na Inglaterra apontou as 155 corporações que mais investiram em desenvolvimento de tecnologia no mundo. Segundo ele, desse total, 16 delas têm unidades na RMC e 13 investiram em P&D na fábrica local. "Essa é mais uma indicação da força dessa indústria na região", destacou.
O presidente da Accenda acentuou que outro dado que reforça esse cenário é o número de empregos gerados por essa indústria — intermediários — na região. De acordo com o estudo, 2.721 pessoas estão atuando nesse setor em Campinas e cidades próximas. "Conforme dados do Ministério do Trabalho, as empresas intermediárias respondem por 49,6% dos empregos nessa área no Estado de São Paulo e 7,1% quando a comparação é com o quadro nacional."
Cosmo Online – 27/06/2008
A Avnet, Inc. adquire o Horizon Technology Group plc
A Avnet, Inc. (NYSE:AVT) anunciou hoje, por meio de sua subsidiária integral Avnet (Holdings) Limited, que a oferta de compra do Horizon Technology Group plc (Horizon) foi declarada incondicional em todos os aspectos. Conforme anteriormente anunciado, todos os acionistas da Horizon receberão € 1,18 por ação, o equivalente ao capital total de aproximadamente € 98,5 milhões (US$ 156,1 milhões). A Horizon é uma das líderes na integração e distribuição de produtos de tecnologia da informação no Reino Unido e na República da Irlanda. A expectativa é de que a transação promova ganhos de US$ 0,10 por ação no ano fiscal de 2009, já descontadas as despesas de incorporação, e contribua para a conquista das metas da Avnet quanto ao retorno sobre o capital no longo prazo.
John Paget, presidente global da Avnet Technology Solutions comentou: “A aquisição fortalece a nossa posição diante da concorrência no mercado de distribuição de TI no Reino Unido, pois amplia a linha de produtos em segmentos com altas taxas de crescimento, como armazenamento de dados, redes e segurança. Também amplia a nossa cobertura geográfica nesse mercado, que, com a compra da Horizon, passa a incluir a Irlanda, com um conjunto de serviços e competências capaz de apoiar a estratégia de fornecimento de soluções completas para atender às necessidades, cada vez mais complexas, da nossa carteira de clientes”.
A Horizon cresceu e tornou-se uma das principais empresas de integração de sistemas e distribuição de produtos de TI no Reino Unido e na Irlanda. Os negócios de distribuição da Horizon envolvem servidores corporativos, dispositivos de armazenamento, redes, segurança e comunicações das principais marcas, como Sun Microsystems, EMC, F5 Networks, Juniper, IBM, Nortel, Oracle e Tandberg. Além dos negócios convencionais de distribuição, a unidade de soluções para clientes da Horizon tem parcerias com grandes fornecedores de software, como a BMC, Microstrategy e SAP, para oferecer uma gama completa de serviços de desenvolvimento e implementação. Em 2007, as vendas da Horizon totalizaram € 288 milhões, gerando EBITDA de € 10,7 milhões, sem considerar os itens extraordinários. A Horizon será incorporada às operações da Avnet Technology Solutions na Europa.
Dick Borsboom, presidente da Avnet Technology Solutions na Europa, Oriente Médio e África, observou: “Com investimentos pesados em capacidade técnica, a Horizon expandiu sua oferta de soluções de fabricantes de equipamentos de primeira linha e aprofundou relacionamentos com integradores de sistemas, revendas voltadas para o mercado corporativo e prestadores de serviços administrados. A integração dos talentosos funcionários e da base de clientes fiéis da Horizon às operações da Avnet Technology Solutions na Europa vai aumentar as nossas vantagens de escala e escopo e, ao mesmo tempo, gerar novas oportunidades de venda cruzada na base combinada de clientes”.
Declarações relativas a desempenho futuro
Este comunicado à imprensa contém algumas "declarações relativas a desempenho futuro" conforme definição da Seção 27da Lei de Valores Mobiliários de 1933 e da Seção 21E da Lei do Mercado de Capitais de 1934 e emendas subseqüentes. Essas declarações têm por base as expectativas atuais da administração e estão sujeitas a incertezas e alterações das condições factuais. As declarações relativas a desempenho futuro aqui contidas incluem declarações sobre resultados financeiros e operacionais futuros da Avnet e podem ser expressas pelo uso de verbos em tempo futuro e termos como “espera”, “tem expectativa”, “acredita” e “deve”, além de outros termos com sentido semelhante, aplicados a quaisquer comentários sobre desempenho operacional ou financeiro futuro ou perspectivas de negócio. Os resultados efetivos podem divergir substancialmente das expectativas nas quais se fundamentam as declarações relativas a desempenho futuro.
Entre os fatores que, entre outros, podem levar os resultados efetivos a divergir substancialmente dos descritos nas declarações relativas a desempenho futuro, estão a capacidade da empresa de manter e aumentar participação de mercado e gerar novos fluxos de caixa, riscos associados a quaisquer atividades de aquisição e à incorporação de empresas adquiridas, quaisquer quedas significativas imprevistas nas vendas, mudanças nas condições do setor e na economia em geral, mudanças na demanda de mercado e pressões sobre preços, quaisquer mudanças significativas na alocação de produtos e em programas de reembolso de produtos oferecidos por fornecedores e outros fatores de concorrência e/ou regulamentares que afetem os negócios da Avnet de maneira geral.
Informações mais detalhadas sobre estes e outros fatores podem ser encontradas nos documentos protocolados pela Avnet na Securities and Exchange Commission (SEC, o equivalente à Comissão de Valores Mobiliários nos Estados Unidos), como os relatórios da empresa nos formulários 10-K, 10-Q e 8-K. A Avnet não assume qualquer obrigação de atualizar quaisquer declarações relativas a desempenho futuro, seja por dispor de novas informações, seja em função de acontecimentos futuros ou qualquer outro motivo.
Business Wire – 30/06/2008

AUTOMOTIVO
Mundo se curvará aos biocombustíveis, diz Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu os biocombustíveis na noite de domingo, durante o lançamento do novo Gol, na fábrica de Volkswagen em São Bernardo do Campo, na grande São Paulo.
Acompanhado por políticos, sindicalistas e executivos da montadora, Lula lembrou em discurso que em 2003, na mesma Volkswagen de São Bernardo do Campo, participou do lançamento da versão flex do Gol, primeiro carro do país capaz de rodar com gasolina, álcool e a mistura de ambos os combustíveis. Hoje a tecnologia de motores bicombustíveis está presente em mais de 80 por cento dos veículos vendidos no país ajudando a movimentar a indústria alcooleira e atraindo críticas de nações desenvolvidas, que mostram preocupação com a inflação e a escassez de alimentos.
"Haverá o momento em que o mundo irá se curvar aos combustíveis renováveis e aí o Brasil irá poder vender muito mais carros produzidos aqui no Brasil", afirmou Lula a uma platéia de cerca de 10 mil pessoas, funcionários e concessionários da Volkswagen em sua maioria, que se reuniram em uma arena montada pela empresa.
O presidente afirmou ainda que em 2003 recebeu representantes da indústria automotiva em Brasília que reclamavam da crise pela qual o setor atravessava. Lula afirmou que na época dizia aos empresários para terem paciência: "Era uma choradeira que parecia criança na hora de mamar. E eu dizia que vocês têm que ter paciência, porque as coisas vão acontecer neste país."
O ano de 2003 foi considerado um dos piores da história da indústria automotiva brasileira, quando o setor amargou índices de capacidade ociosa de cerca de 50 por cento. Na época, montadoras reivindicavam junto ao governo um plano que estimulasse um desenvolvimento de longo prazo para o setor, que encerrou aquele ano com vendas de 1,3 milhão de automóveis e comerciais leves.
Desde então a situação se inverteu e atualmente montadoras como a Volkswagen operam à plena capacidade motivadas por forte crescimento do mercado interno. A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) estima vendas recordes de 3,06 milhões de veículos no Brasil em 2008, alta de 24 por cento sobre 2007, que já tinha registrado expansão acima dos 20 por cento.
"O novo Gol será motivo de inveja para muitos países que pensam que são mais desenvolvidos que o Brasil. Eles vão perceber, e a Volkswagen graças a Deus percebeu, que a criatividade do povo brasileiro não é apenas no futebol ou no samba", afirmou Lula, acompanhado pelo ministro da Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge e pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP).
LABRADORES ATURDIDOS
A festa de lançamento do carro mais vendido do país há 21 anos contou com shows de Ivete Sangalo e seu trio elétrico, Samuel Rosa e Evandro Mesquita. Um dos pontos altos da apresentação foi um desfile de mais de 20 labradores que surgiram junto com um comercial antigo do carro exibido em telões acima do palco circular.
Alguns dos animais pareceram aturdidos pelo som ensurdecedor de alto-falantes que tocavam "Who Let The Dogs Out" e arrancaram suspiros de simpatia do público.
A Volkswagen, que contratou a supermodelo Gisele Bundchen e o astro de Hollywood Sylvester Stalone para estrelarem comerciais do novo Gol, não revela quanto gastou na campanha de lançamento do carro cuja família de modelos tem missão de ajudar a empresa a superar a Fiat na liderança do mercado brasileiro. O investimento total no desenvolvimento do modelo é de 1,2 bilhão de reais.
O Globo Online – 30/06/2008

Aumento de produção dobra número de recalls de automóveis
Os sucessivos recordes de vendas de carros obrigaram as montadoras a acelerar a produção num ritmo muito acima do previsto. Para dar conta da demanda, várias fábricas operam 24 horas durante os sete dias da semana, convocam horas extras e criam novos turnos.
O stress das linhas de montagem tem aumentado os índices de defeitos na produção e, em conseqüência, o de recalls. O número de recalls mais do que dobrou nos últimos anos. Quando se leva em conta o número de carros envolvidos nos recalls os números são ainda mais impressionantes. Só neste ano, 818,2 mil veículos foram convocados para consertos. Em todo o ano passado foram 256,3 mil.
NÚMEROS
* 256,3 mil carros foram envolvidos em convocações de recall no ano passado
* 818,2 mil é o número de carros já envolvidos em recalls no Brasil este ano
"O número de recalls mais que dobrou, a maior parte por defeito dos fornecedores", diz Edélcio Genaro, diretor de compras da Delphi, com base em estudo sigiloso feito por uma consultoria de São Paulo especializada no setor automotivo.
Genaro lembra que, na década de 50, as montadoras eram responsáveis por 75% do conteúdo de um automóvel. A participação foi reduzida a 50% nos anos 70 e a 25% hoje, o que as torna dependente dos fornecedores de componentes.
"Tem muita gente que não consegue mais ir à missa aos domingos", brinca o diretor de compras da Ford, Vagner Galeote, referindo-se às jornadas de fim de semana. "Eu vou à missa pedir pelos que estão trabalhando para que consigam fazer bem o trabalho."
Em 2007, ano de produção recorde de veículos no País, o custo médio dos problemas de qualidade de produtos correspondeu a 1,9% do faturamento das empresas, índice que era de 1,6% em 2004, quando o mercado começou a deslanchar.
Desde então, foram realizadas 222 campanhas de recall no mercado brasileiro, envolvendo quase 1,9 milhão de veículos que apresentavam riscos de segurança por causa de peças com defeito, de acordo com estatísticas do site estradas.com.br, especializado no tema.
Desde meados dos anos 90, quando a indústria automobilística introduziu no País os recalls - já comuns nos EUA e na Europa - , 6,2 milhões de carros passaram por convocações, o equivalente a 25% de tudo o que foi vendido no período.
Antes visto como ação de responsabilidade com o consumidor, o recall começa a incomodar as montadoras. "É quase uma vergonha, um sinal de fraqueza da engenharia", diz um executivo do setor. A pressa em desenvolver novos produtos para acompanhar a concorrência também tem resultado em falhas de projetos que levam ao recall.
Francisco Satkunas, da Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE Brasil), diz que a qualidade dos veículos é afetada por falhas no projeto, na especificação e no processo, matérias-primas defeituosas, transporte e logística inadequados. Também há o velho mito que o humor dos funcionários afeta a produção. "Eu não queria comprar um carro montado por um santista no dia de hoje", brincou, um dia após a derrota do Santos por 4 a 0 para o Goiás.
Emergentes
Outra preocupação das empresas é com o aumento das compras de peças e matérias-primas de países emergentes, em especial os asiáticos, e da terceirização promovida por grandes grupos nessas regiões.
A consultoria Deloitte ouviu 237 executivos de indústrias localizadas em mercados desenvolvidos e 414 em países emergentes Nos últimos cinco anos, 75% deles tiveram problemas de recall com produtos fabricados nos países em desenvolvimento. "Muitas empresas transferiram produção para os emergentes na busca incessante de redução de custos", diz José Othon Tavares de Almeida, sócio da Deloitte no Brasil.
Segundo ele, "nesse processo, conceitos básicos como segurança e qualidade não foram observados , resultando em grandes recalls". Um exemplo são os milhares de brinquedos da Mattel que tiveram de ser destruídos em todo o mundo. Das empresas pesquisadas, 24% eram do setor automotivo.
Gazeta do Povo – 29/06/2008

Com novo Gol VW quer retomar a liderança
Oficialmente a Volkswagen lançará no mercado brasileiro a quinta geração do Gol apenas no domingo, 29, num evento em que estarão presentes cerca de 10 mil pessoas dentre elas fornecedores, concessionários, imprensa e empregados. O espetáculo é mais do que a chegada de um novo modelo ao portfólio de produtos. Para a montadora trata-se do primeiro passo na recuperação da liderança do mercado brasileiro.
Para isto a Volkswagen montou uma operação de guerra para abastecer todos os seiscentos pontos de venda e contentar clientes que, segundo Thomas Schmall, presidente da VW no Brasil, “estão ansiosos para a chegada do modelo ao mercado”. As primeiras 5 mil unidades começaram a ser entregues à rede uma semana antes do lançamento para que na segunda-feira, 30, os clientes já possam conferir as mudanças do Gol.
Os executivos da empresa reconhecem que não é fácil fazer qualquer mudança num produto com 28 anos, 21 deles na liderança de vendas no País. O desenvolvimento consumiu R$ 1,2 bilhão, parte dele inserido nos R$ 3,2 bilhões de investimentos previstos para o lançamentos de novos produtos até 2011.
Em mais de três anos de desenvolvimento do novo Gol houve até mesmo a possibilidade de trocar o nome, já que o modelo dará origem a uma nova família de produtos. Do que existia até a geração quatro do Gol, porém, foram mantidos apenas os preços e o nome. Todas as peças foram desenvolvidas exclusivamente para o automóvel que chega e, mesmo assim, garantem os executivos da empresa, o custo de produção foi mantido.
Na primeira etapa do lançamento o carro será oferecido apenas com quatro portas, mas Schmall deixa escapar que a versão duas portas também está na incubadora. Os motores 1.0 e 1.6 passam a ser transversais e não longitudinais como na geração quatro. A solução proporcionou maior mais espaço interno, a exemplo do projeto do Fox.
A quarta e a quinta geração do Gol conviverão na linha de produção e no mercado até o fim deste ano, quando a quarta geração passará a ser produzida apenas com duas portas a fim de atender ao segmento de entrada e frotistas. Até lá o carro deve incorporar outro nome para que haja diferenciação dos modelos. Esta estratégia de manter um veículo com a mesma denominação, mas com design diferente já foi adotada pela Ford com o Fiesta Street e pela Fiat com o Palio Fire.
Versões e opcionais foram mudados de uma geração para outra e, mesmo adicionando mais itens de série, os preços serão mantidos, ao menos por enquanto – versão quatro portas custará de R$ 28,9 mil a R$ 35 mil com motor 1.6 versão Power.
Por dentro o automóvel também sofreu muitas mudanças, a começar pelos materiais. Plástico e aço, por exemplo, passaram por processos de tratamentos especiais no Brasil e devem ser usados também no restante da linha de produtos da VW.
As fábricas paulistas de São Bernardo do Campo e Taubaté abastecerão tanto mercado interno quanto Externos. Daqui a um mês o lançamento será feito na Argentina, principal mercado fora do Brasil e depois no restante da América Latina.
Mas o País deve guardar por pouco tempo a condição de único país produtor do Gol. Nos planos da VW está o desenvolvimento de carros mundiais, com tecnologia suficiente para ser vendido na América do Sul ou na Europa, assim como já acontece com Polo e com Fox: “Rússia e Índia são potenciais mercados para o novo Gol. Mas são também potenciais produtores”.
AutoData – 26/06/2008

Continental destaca completa linha de produtos na Transpo-Sul 2008
A Continental Brasil Indústria Automotiva, uma das maiores fornecedoras mundiais de componentes automotivos, marca presença na 10ª edição da Transpo-Sul (Feira e Congresso de Transporte e Logística), que acontece entre os dias 08 e 11 de julho, no Centro de Eventos da FIERGS, em Porto Alegre (RS). Na oportunidade, a empresa destaca as suas soluções na área de telemática, como o Rastrear® e o Gerenciador de frota Fleet Manager. Além disso, mostra os seus produtos destinados às frotas, como Leitor Automático de Disco Diagrama via Web e tacógrafo.
Indicado para todos os modelos de veículos (leves, pesados, comerciais e de passeio), o Fleet Manager é um sistema de telemetria de terceira geração, que tem como principal objetivo aumentar a eficiência no uso da frota por meio de melhorias logísticas ou monitorando o estilo de direção dos motoristas. Com os dados gerados pelo Fleet Manager, o gerente de frotas pode atuar para reduzir o consumo de combustível e de peças, diminuir o risco de acidentes, melhorar a logística e aumentar a disponibilidade da frota. “Todos esses pontos levam a uma operação mais eficiente e, conseqüentemente, ao incremento da lucratividade da atividade”, enfatiza Gustavo Ladeira, gerente de Negócios da Continental.
O sistema Fleet Manager possui uma unidade eletrônica de bordo responsável por monitorar todos os dados do veículo e transmiti-los para a central por GSM/GPRS ou via satélite. Essa unidade registra data e hora do início e fim de cada viagem, distância percorrida, velocidade e rotação máxima do motor em cada trecho percorrido, tempo parado e período em movimento.
O produto também monitora outros sensores colocados no veículo, que podem ser customizados pelo cliente, sem a interferência do fabricante, fazendo com que o sistema possa ser adequado à sua operação. Todos os eventos são armazenados localmente, georeferenciados por meio de GPS e enviados à central. Dessa forma, o cliente pode acessar todos os dados de seus veículos por uma interface Web segura, de qualquer computador, sem a necessidade de equipamentos extras de informática. Com mais de 300 mil veículos instalados em todo o mundo, o sistema Fleet Manager é a união entre a confiabilidade, a tecnologia e a mais completa solução de telemetria do mercado.
Para as empresas de rastreamento e recuperação de veículos e cargas, a Continental mostra o rastreador GPS/GSM Rastrear®. Trata-se de uma unidade eletrônica que fornece todas as funções necessárias para a atividade do rastreamento. Com um protocolo aberto, pode ser conectado a qualquer software de rastreamento, sendo a plataforma ideal para a prestação de um serviço de alta qualidade em segurança.
Os principais destaques do Rastrear® são sistema de proteção do veículo, antifurto inteligente, função pânico, emergência automática e monitoramento via Internet, entre outros. Além disso, o produto permite ao usuário obter total controle de seu veículo, 24 horas por dia, em todo território nacional.
O produto é certificado pela ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações) e passou pelos mais rigorosos testes do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) para garantir sua completa adequação às exigências para o uso automotivo.
Soluções para frotas - A Continental também conta com um extenso portfólio para atender ao segmento de frotas. Dentre os seus produtos, destaca-se o Leitor Automático de Disco Diagrama via Web. Com esta solução, o trabalho de leitura dos discos do tacógrafo, que antes era realizado manualmente e levava um tempo considerável, pode ser feito em cerca de um minuto, gerando diversos relatórios de dados. O produto lê o disco por meio de um scanner convencional e compila os dados coletados em relatórios e gráficos com diversas informações.
Os relatórios gerados podem conter dados como velocidades máxima e média, trecho percorrido, tempo em movimento, paradas para descanso, além de gráficos personalizados de acordo com as necessidades de cada cliente. O programa também controla o tempo de quem está operando o sistema e o custo do serviço é feito por leitura do disco.
Uma outra solução da empresa em exposição em seu estande é o Rodoar®. O produto consiste em um calibrador automático dos pneus de veículos pesados, com um sistema de duas chaves e válvula de alta tecnologia. Isso torna as redes de fluxo de ar independentes, garantindo a eficiência das válvulas dos pneus. O usuário também possui a opção de despressurização da rede com saída do ar para o lado de fora da cabine.
Tacógrafo - Mais um destaque da Continental na Transpo-sul 2008 é a sua linha de tacógrafos eletrônicos e mecânicos. O equipamento é obrigatório por lei em caminhões com PBT (Peso Bruto Total) acima de 4.536 kg e veículos de passageiros com mais de 10 lugares. A sua fiscalização é a maneira mais eficaz para controlar o ritmo de trabalho dos motoristas, uma vez que ele grava, de forma inalterável, todas as informações num disco diagrama, que deve ser trocado a cada 24 horas ou a cada sete dias, dependendo do tipo de tacógrafo.
O Leitor Automático do Disco Diagrama via Web auxilia na manutenção preventiva dos tacógrafos, identificando quando o mesmo apresenta defeitos.
Portal Fator Brasil – 26/06/2008
Marca chinesa é banida na Alemanha
A BMW enfim se livrou da chinesa Shuanghuan, ao menos na Alemanha. Esta semana o tribunal de justiça alemão baniu a marca oriental por conta das vendas de seu utilitário CEO, uma cópia de qualidade inferior da primeira geração do BMW X5. Vendida no país por € 22.900 (R$ 58.000), o modelo era importado pela empresa China Automobile Deutschland, que terá de mandar de volta à China todos os modelos remanescentes nas revendas da marca.
Com o êxito na Alemanha, a BMW agora tenta a mesma ação na Itália e Grécia, países onde o Shuanghuan CEO também esta sendo vendido.
O carro
O Shuanghuan CEO é um verdadeiro frankenstein sobre rodas. Seu motor, um tanto ultrapassado para padrões europeus de desempenho e emissões de CO2, é fornecido pela Mitsubishi e tem capacidade volumétrica de 2.4 litros que geram 147 cv. Componentes como transmissão, suspensão e demais sistemas elétricos vem segunda geração da picape L200, produzida no início dos anos 1990.
A carroceria, por sua vez, agrega elementos estéticos do BMW X5 com um pitada de Toyota Land Cruiser, prática bastante disseminada entre os fabricantes de automóveis chineses, conhecidos por suas cópias de baixa qualidade. No quesito segurança, o CEO também foi um fiasco. Em testes de impactos realizados pela EURO Ncap, o modelo obteve um dos piores resultados da história da instituição.
Auto Esporte – 27/06/2008

CONSUMER
Excitons fazem ponte entre computação eletrônica e comunicação óptica
Os transistores, os "tijolos" com que são construídos todos os circuitos integrados e microprocessadores, usam elétrons para transportar os sinais necessários a todos os tipos de computação.
Conversão de elétrons para fótons
O problema é que quase todos os sistemas de comunicação de banda larga já são baseados na luz. E as fibras ópticas transportam fótons - o elemento fundamental da luz - e não elétrons. É a necessidade de conversão de elétrons em fótons e vice-versa que limita a velocidade dos atuais sistemas de informática.
Em 2006, a equipe do professor Leonid Butov, descobriu que uma partícula chamada exciton poderia ser a chave para uma nova forma de computação. Um exciton emite um flash de fótons quando decai, ou seja, ele vira um fóton espontaneamente, eliminando todo o aparato de conversão optoeletrônica que é necessário hoje.
Transistores de excitons
Agora eles construíram uma série de transistores que funcionam à base de excitons. Que, por sua vez, poderão se tornar a base de um novo tipo de computador muito mais rápido, sem os gargalos da conversão entre elétrons e fótons necessária para que os computadores conversem entre si.
"Nossos transistores processam sinais usando excitons que, como os elétrons, podem ser controlados com tensões elétricas e que, ao contrário dos elétrons, transforma-se em fótons na saída do circuito," explica o professor Butov. "Essa conversão direta de excitons para fótons elimina o hiato entre a computação e as comunicações."
Manipulação dos excitons
Os excitons são gerados pela luz em um semicondutor, como o arseneto de gálio, que separa o elétron, com carga negativa, da lacuna, com carga positiva. Se o par permanece ligado pela atração de suas forças, mas sem se mesclar, forma-se o exciton. Quando finalmente o elétron e a lacuna se recombinam, é emitido um pulso de fótons - um minúsculo flash de luz.
A equipe do Dr. Butov confinou os excitons em poços quânticos, mantendo-os separados por distâncias de vários nanômetros. Esta configuração permitiu que eles controlassem o fluxo de excitons utilizando tensões elétricas fornecidas nos terminais dos transistores de excitons.
As tensões nos terminais criam uma espécie de barreira ao movimento do exciton. A barreira pode ser ativada ou desativada controlando-se o nível dessa tensão. Quando a tensão cai, o exciton viaja ao longo do transístor e se transforma em luz na sua porta de saída, alimentando diretamente o circuito de comunicação, sem a necessidade de um dispositivo para fazer a conversão de elétron para fóton.
Os cientistas agora querem reproduzir os transistores de excitons em outros materiais semicondutores porque o arseneto de gálio permite a manipulação dos excitons apenas em temperaturas muito abaixo da temperatura normal de funcionamento de um circuito integrado.
Inovação Tecnológica – 30/06/2008
Samsung apresenta monitores, projetores e até porta-retratos
A Samsung apresentou hoje (26/06) uma série de produtos que estarão disponíveis para o mercado brasileiro entre julho e setembro, estimulada pelo mercado aquecido.
Segundo Ronaldo Miranda, diretor da Divisão de TI da Samsung no Brasil, “o consumo de equipamentos de informática para uso doméstico cresce continuamente e buscamos sempre antecipar as tendências para oferecer produtos que tornem o dia-a-dia mais prático e agradável, tanto no trabalho quanto na vida pessoal”.
Na área de monitores são quatro novidades da linha Touch of Colour, com design inspirado na delicadeza e brilho do cristal. Os modelos SyncMaster T190 (790 reais) e T220 (1.069 reais) , de 19 e 22 polegadas, respectivamente, possuem uma nuance vermelha ou azul na parte inferior do monitor, e apresentam gradações sutis de tonalidades de cores dependendo da luz do ambiente.
Destaque para a alta taxa de contraste, de 20.000:1 (ante o padrão de mercado de 3000:1). O resultado é permitir que os usuários percebam mais tonalidades de cor, deixando a imagem mais viva. O consumo dos equipamentos em stand-by é de apenas 0,3 watts, o que significa uma boa economia mensal com eletricidade.
Já os modelos 2063UW (949 reais), de 20 polegadas e o 2263UW (1.149 reais), de 22 polegadas, têm câmera de 3 MP. Além da ótima definição, a câmera é capaz de manter o foco sobre a pessoa que estiver sentada à frente do monitor em um ângulo de até 120 graus. Isso dá mais liberdade de movimentos quando se está em uma conversa pelo MSN ou Skype, por exemplo.
Os equipamentos também têm microfone e alto-falantes embutidos, o que facilita a montagem de um ambiente para vídeo-conferência, já que a câmera tem alta definição. Os monitores têm entradas DVI, HDMI, além da tradicional VGA, com taxa de constraste de 8000:1.
O conhecido porta-retratos digital ganhou uma versão da Samsung. O modelo SPF-85P vem com 1GB de memória interna e permite armazenar mais de 300 fotos com até 3 MP de resolução. Tem tela de 8 polegadas, resolução de 800 x 600 pontos e é emoldurado por um material na cor preto brilhante.
Os botões de controle são sensíveis ao toque e por isso ficam camuflados até serem usados, quando acendem. O modelo incorpora uma funcionalidade interessante: o ajuste automático de imagens com resoluções acima da permitida, evitando assim distorções na foto.
Tem slot para ler cartões SD, MMC e MS, permite a reprodução de arquivos de vídeo e MP3, essa última otimizada pelo alto-falante embutido.
Por meio de uma conexão USB, o SPF-85P pode ser usado como um segundo monitor do computador, estendendo a área de trabalho para outras aplicações. Sem estar ligado a fonte de alimentação, tem bateria interna que garante seu funcionamento por uma hora ininterrupta.
Projetores
Na área de projetores, a Samsung lança dois modelos que utilizam o método de projeção DLP (sigla em inglês para Processamento digital de luz) no qual um dispositivo, com 2 milhões de pequenos espelhos, transmite ou bloqueia a intensidade da luz para compor uma imagem pixel a pixel.
O SP-P400B (3.499 reais) usa LEDs no lugar das usuais lâmpadas de halogênio. e tem entradas VGA e vídeo composto. O resultado é um aparelho compacto com dimensões, de 6 centimetros de largura por 14 cm de profundidade.
Essa tecnologia também dispensa o tempo de aquecimento ou resfriamento. A resolução é de 800 x 600 e e ideal para uso doméstico ou apresentações em pequenos ambientes.
O SP-D300 (5.399 reais) é mais robusto e possui altas taxas de brilho e contraste que otimizam a visualização de imagens em grandes apresentações, sendo mais adequado para ambientes muito iluminados. Mede 34,3 centímetros de largura por 34,7 de profundidade e possui entradas VGA, S-Vídeo e Vídeo Componente.
PC World – 26/06/2008

Metas da Sony são eletrônicos em rede e liderança em LCD
A Sony anunciou que empreenderia um forte esforço no segmento de produtos eletrônicos em rede e downloads de vídeo, e que deseja conquistar a liderança no mercado de televisores LCD, enquanto a empresa busca aproveitar ao máximo seus ativos de hardware e software, para crescer.
A empresa, que fabrica os consoles de videogame PlaySation e os computadores pessoais Vaio, disse vai dobrar sua receita em mercados de crescimento rápido como Brasil, Rússia, Índia e China, para dois trilhões de ienes (18,5 bilhões de dólares) e que pretende investir 1,8 trilhão de ienes em negócios e tecnologias estratégicos como parte de uma estratégia trienal que vale até março de 2011.
"Existem tantas oportunidades a mais fora de nossos principais mercados -Japão, América do Norte e Europa", disse o presidente-executivo da Sony, Howard Stringer, em entrevista coletiva.
"Hoje, 40 por cento da população do planeta vive nos países BRIC, e são pessoas jovens", acrescentou.
A Sony pretende elevar o retorno sobre o capital a 10 por cento, ante uma média de seis por cento nos três anos passados, e atingir a margem operacional de lucro de cinco por cento que lhe vem escapando. (No ano fiscal encerrado em março, ela atingiu os 4,2 por cento.)
"Acreditamos que uma margem de lucro operacional de cinco por cento represente uma base para que continuemos a liderar e inovar. Trata-se do nível mínimo aceitável para o futuro", disse Stringer, o primeiro não japonês a comandar a Sony.
Os atuais retornos sobre o capital da empresa são muito baixos se comparados aos de rivais mundiais como a sul-coreana Samsung Electronics, que atinge os 14 por cento, e Philips Electronics, que atinge os 23 por cento, de acordo com dados da Reuters.
"Essa meta é indicação do senso de crise que existe na Sony no sentido de que a empresa poderia se tornar alvo de uma tentativa de tomada de controle caso não eleve seu retorno a pelo menos 10 por cento", disse Mitsushige Akino, administrador chefe de fundos na Ichiyoshi Investment Management.
A Sony está atrás da Samsung no mercado de televisores LCD, e envolvida em batalha tripla contra a Microsoft e a Nintendo pela liderança no setor mundial de videogames.
Reuters – 26/06/2008

HP integra tecnologia da Fusion-io
A HP está a trabalhar com a Fusion-io para adaptar a tecnologia de armazenamento “solid-state” de elevado desempenho da start-up aos servidores de classe empresarial da HP para melhorar o seu desempenho no acesso aos dados e a sua eficiência energética. Nenhum dos fabricantes avançou uma data concreta, mas espera-se que a arquitectura ioMemory da Furion-io seja integrada nos servidores empresariais e no BladeSystem c da HP em 2009. Esta combinação de tecnologia, para Lee Johns, director de marketing de StorageWorks da HP, “irá permitir aos clientes implementarem soluções de armazenamento com elevado desempenho para as suas aplicações, ao mesmo tempo que reduzem as exigências com espaço, energia e arrefecimento no centro de dados”.
Don Basile, CEO da Fusion-io, explica que no BladeSystem c-Class a arquitectura ioMemory, consegue obter mais de 200 mil IOPS. E considera que a parceria com a HP é um bom início para a criação da próxima geração de tecnologia. O actual clima de abrandamento económico tem sido complicado para muitos negócios e muitas empresas, mas parece estar a tornar-se em algo muito positivo para a Fusion-io. “Grandes empresas estão a testar e a adoptar a tecnologia da Fusion-io para poupar dinheiro, o que tem motivado a empresa a procurar formas de inovar”. Várias empresas estão a realizar testes aos produtos ioMemory e andioDrive, que deverão ser comercializados a partir de Abril.
Computer World.com.pt – 25/06/2008

Matsushita vai produzir TVs OLED em três anos, diz jornal
A japonesa Matsushita Electric Industrial está finalizando planos para produzir em massa televisores de 37 polegadas feitos com diodos orgânicos emissores de luz (OLEDs) em três anos, visando alcançar os rivais na corrida da próxima geração de TVs planas, afirmou o jornal Sankei Shimbun nesta terça-feira.
Segundo o jornal, a Matsushita será a primeira a produzir TVs OLED maiores que 30 polegadas em grande escala, e que a empresa procura desafiar a Samsung Electronics pela liderança do mercado global de TVs planas.
O jornal apontou ainda que a Matsushita deve começar a vender televisores OLED por cerca de 150 mil ienes (1.390 dólares).
O porta-voz da Matsushita Akira Kadota afirmou que a empresa está considerando a comercialização de TVs OLED no futuro, mas que ainda não decidiu qualquer detalhe, incluindo a data de lançamento ou tamanho.
Diferentemente do LCD, os painéis OLED não precisam de retroluz, tornando-os mais finos e mais eficientes em termos de aproveitamento energético.
Mas os fabricantes precisam superar obstáculos como reduzir os custos de produção e maximizar o tamanho da tela com o intuito de iniciar produção em massa de OLEDs.
Em novembro de 2007 a Sony começou a vender as primeiras televisões OLED com tela de 11 polegadas.
Em janeiro o presidente da Matsushita, Fumio Ohtsubo, afirmou que levaria algum tempo até que a empresa lançasse TVs em OLED. Apesar da Matsushita, maior fabricante mundial de TVs de plasma, estar planejando lançar TVs OLED de grande porte, a demanda por esse tipo de produto não deve decolar provavelmente até 2015, afirmou Ohtsubo.
As ações da Matshushia, que em outubro irá mudar seu nome para Panasonic, fecharam em alta de 0,63 por cento.
Reuters – 24/06/2008
Samsung aumenta investimento em ecrãs OLED
A Samsung SDI anunciou que vai investir 529 milhões de dólares, mais de 335 milhões de euros, para aumentar em seis vezes a produção de uma nova geração de ecrãs OLED até meados de 2009.
Sol – 30/06/2008
IDENTIFICATION
Cartões electrónicos sem segurança
Dois investigadores da universidade de Radboud, Holanda, conseguiram clonar o cartão electrónico utilizado pelos utentes dos transportes públicos de Londres. Wouter Teep e Bart Jacobs, com recurso a um simples computador portátil e sem gastar nada, foram capazes de carregar com dinheiro um “London’s Oyster”.
A Transport for London garantiu que os seus cartões electrónicos são absolutamente seguros, mas o caso é inquietante. Anualmente, no Reino Unido são vendidos mais de 10 milhões de cartões electrónicos que utilizam o mesmo «chip» do Oyster Card, o «Mifare of Philips spinoff NXP semiconductors», para fins tão diversos como pagamentos ou acesso a edifícios.
Os dois cientistas holandeses garantem que não vão desenvolver software destinado a manipular cartões electrónicos. Os resultados desta investigação serão publicados em Outubro.
iGov – 27/06/2008
Bancos e operadoras se unem em prol dos pagamentos via celular
Operadoras de telefonia e bancos da União Européia vão cooperar para permitir que clientes paguem compras no supermercado, restaurantes e outras contas utilizando seus telefones celulares.
O movimento é parte de uma estratégia mais ampla da União Européia para levar mais alternativas à forma como as pessoas pagam por seus bens e serviços, assim como reduzir custos dos pagamentos feitos fora do país de origem.
As operadoras, que enfrentam pressão para reduzir os preços das tarifas em parte por conta das novas regras da União Européia, também buscam novas formas de receita com os micropagamentos.
A GSM Association, que representa as operadoras de telefonia móvel com membros como Vodafone, firmou uma parceria com a European Payments Council, organização que representa 8 mil bancos na Europa.
Sete operadoras de celular conduzem testes para pagamentos móveis e outras sete planejam fazê-los em um curto espaço de tempo. "Trazer maior competição ao mercado de pagamentos tem sido o meu objetivo e acordos como esse mostram as possibilidades que as novas tecnologias podem oferecer", disse o comissário interino da União Européia, Charlie McCreevy, em um comunicado.
A meta da parceria é estabelecer um padrão para uso dos micropagamentos no bloco que utilize a tecnologia Near Field Communications (NFC), plataforma para pagamentos sem contato que permite que os dados sejam transmitidos a partir do chip do celular, sem fios, para distâncias curtas.
Reuters – 30/06/2008

Checkpoint adquire fabricante de sistemas de segurança baseados em RFID
A Checkpoint Systems, fornecedora de soluções de segurança em internet, anunciou que firmou um acordo para adquirir a OATSystems, fabricante de sistemas de segurança baseados na tecnologia de identificação por radiofreqüência (RFID) destinados a proteção de produtos de varejo. Os termos financeiros da transação não foram revelados pelas empresas.
"Para os pequenos clientes, as soluções da OATSystems ajudam a transformar grandes quantidades de dados obtidos por meio de etiquetas de RFID em informações úteis", ressaltou a Checkpoint em um comunicado ao mercado. A empresa também explica que a tecnologia pode ajudar os varejistas na prevenção de roubos de mercadorias e a manter atualizadas as informações sobre os níveis de estoques.
De acordo com a Checkpoint, a compra de OATSystems vai permitir que expanda a sua atuação para novos mercados ao redor do mundo.
TI Inside – 24/06/2008
INDUSTRIAL
"Apagão" do gás ameaça a expansão industrial no país
Um "apagão" na oferta de gás natural na região Sudeste fez vários setores industriais, entre os quais químico, cerâmico, têxtil e de vidro, abandonarem parte dos projetos de investimento. A informação consta em reportagem de Agnaldo Brito publicada na Folha desta segunda-feira (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
As expansões que dependam de nova oferta de gás natural foram paralisadas. A Comgás, maior distribuidora do país, cancelou todas as negociações para vender mais gás e afirma que até 2010 não há como ofertar mais gás para a indústria. A situação é a mesma no Rio de Janeiro.
De acordo com a reportagem, o problema é o desconhecimento sobre os projetos do Plangás (Plano de Aceleração da Produção de Gás Natural). Lançado em 2006,o plano fixou metas para elevar até 2012 a produção nacional de gás natural.
Consumo em alta
O consumo de gás natural no Brasil registrou aumento de 28% em maio deste ano na comparação com o mesmo período do ano anterior, ao alcançar 49,760 milhões de metros cúbicos por dia, em média, contra 38,828 milhões. O levantamento é da Abegás (Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado), divulgado na semana passada.
O consumo industrial, excluindo as térmicas, alcançou 27,330 milhões de metros cúbicos por dia em maio deste ano, em média, o que representa um aumento de 5,3% na comparação com os 25,953 milhões do ano passado.
Na comparação por empresas, a Comgás ficou na liderança com a comercialização de 14,816 milhões de metros cúbicos diários em maio deste ano, em média.
Folha Online – 30/06/2008
TELECOM
Ainda é cedo para adotar 3G
Adoção corporativa de serviços da terceira geração (3G) da telefonia celular pode demorar para decolar. Pelo menos para os leitores do IT Web, que votaram de 2 a 26 de junho na enquete sobre a percepção e o posicionamento da empresa com relação aos serviços de 3G.
Para 46,15% dos internautas, ainda é muito cedo para pensar em 3G. Já 30,77% dos leitores afirmaram que estão avaliando os benefícios. Dos que adotaram a tecnologia, 14,42% assinalaram que não estão satisfeitos; e somente 8,65% revelaram satisfação.
IT Web – 27/06/2008
iPhone custará US$ 173 para a Apple produzir
O novo iPhone, aparelho móvel com acesso à internet que a Apple começará a vender por US$ 199 no próximo mês, custará US$ 173 por unidade produzida, segundo a empresa de pesquisas iSuppli.
A estimativa inclui o custo dos materiais e de fabricação, divulgou a iSuppli em comunicado. A empresa fez um "desmonte virtual" do dispositivo, usando informações de seus analistas para identificar os componentes, fornecedores e custos de cada peça.
A Apple anunciou a nova versão do iPhone este mês, com preço US$ 200 inferior que o do modelo anterior para ampliar o número de usuários.
Diferente da primeira versão, a Apple conseguirá US$ 300 em subsídios das operadoras de telefonia por cada dispositivo, estima a iSuppli. O subsídio, combinado com o custo mais baixo, farão mais margem de lucro à Apple, revelou.
As ações da fabricante subiram US$ 0,09 para US$ 173,25 nesta terça-feira (24/06) na bolsa de valores Nasdaq. Os papéis caíram 13% este ano. O iPhone original custava à empresa US$ 226 e o seu preço de varejo era US$ 399 para um modelo com 8 gigabytes de capacidade de memória. A nova versão pode ter preço baixado para US$ 148 em 2009 e para US$ 126 em 2012, disse a iSuppli.
IT Web – 25/06/2008
iPhone inspira nova câmera digital BenQ
A BenQ acaba de lançar no mercado brasileiro a T850 câmera digital touchscreen. Com resolução de 8.2 Megapixels, grava vídeos em MPEG4 a 30 frames por segundo com resolução de 640 x 480. Disponível em pink e preto, a T850 custa a partir de R$ 999.
O menu touch screen permite percorrer os detalhes da imagem e selecionar diretamente do visor LCD TFT de 3 polegadas da máquina usando o dedo. Na T850 as fotos são apresentadas no visor em grupo de 10 imagens e para selecioná-las basta tocar com a ponta do dedo em cima da foto, antes de transferir para o PC.
O usuário também pode fazer a rolagem das fotos somente deslizando o dedo sobre a tela da máquina. E, com um leve toque no visor em formato circular, o acionamento do zoom digital e a movimentação da imagem são feitos facilmente.
Baguete - 30/06/2008

Fabricantes de celulares vêem 2o semestre com otimismo
Os fabricantes sul-coreanos de celulares e a rival Sony Ericsson prevêem vendas fortes de celulares, contrariando preocupações quanto à possibilidade de que a desaceleração na economia dos Estados Unidos e os preços recordes do petróleo possam prejudicar a demanda.
A LG Electronics, quarta maior fabricante mundial de celulares, anunciou na terça-feira que antecipa alta de 20 por cento nas vendas de celulares, ante o primeiro trimestre, enquanto a segunda colocada do mercado, a Samsung Electronics, manteve meta de vendas de celulares em 2008.
A quinta maior fabricante mundial de celulares, Sony Ericsson, também adotou tom otimista, mencionando um retorno ao seu nível normal de estoque depois de um começo de ano fraco.
"Existem certos obstáculos na economia mundial, como os altos preços do petróleo, mas nossas vendas vêm sendo firmes e esperamos que elas cresçam 20 por cento no segundo trimestre, ante o primeiro", disse Jae Bae, presidente da divisão de comunicações móveis da LG para o sudeste Asiático, em entrevista à Reuters.
"Estamos muito confiantes em atingir nossa meta de vendas de 100 milhões de celulares este ano, e nosso objetivo é excedê-la", disse.
A Samsung, que só perde no mercado de celulares para a Nokia, da Finlândia, informou que espera que as dimensões gerais do mercado de celulares em 2008 atinjam 1,2 bilhão de unidades, com alta de 9 por cento ante 2007.
"Desse total, nossa meta é vender 200 milhões de unidades, 25 por cento acima das 161 milhões de unidades que vendemos em 2007", disse Youngcho Chi, da divisão de comunicações móveis da Samsung, em resposta por email a perguntas encaminhadas.
A Sony Ericsson manteve uma projeção de crescimento de 10 por cento para o mercado mundial de celulares este ano.
"Começamos um pouco devagar este ano devido a uma ligeira desaceleração na Europa Ocidental e ao excesso de estoque nos canais de distribuição no quarto trimestre, o que implicou em estoques altos no começo de 2008. Mas foi uma questão passageira", disse James Marshall, responsável pelas operações mundiais de marketing da Sony Ericsson, à Reuters.
Reuters – 24/06/2008

Samsung vê alta de 9% nas vendas globais de celulares
A Samsung Electronics, segunda maior fabricante de celulares do mundo, afirmou nesta terça-feira que vê o mercado global de telefones móveis crescendo 9 por cento em 2008 e espera vender 200 milhões de aparelhos este ano.
"Esperamos que o mercado celular em geral cresça para cerca de 1,2 bilhão de unidades, aumento de 9 por cento sobre 2007", informou Youngcho Chi, vice-presidente sênior da divisão de Comunicações Móveis do grupo, à Reuters.
"Destes, pretendemos obter vendas de 200 milhões de unidades, aumento de 25 por cento sobre as 161 milhões de unidades que vendemos em 2007", afirmou Chi.
A Samsung, que está atrás da Nokia no mercado celular, vendeu 46,3 milhões de aparelhos no primeiro trimestre, igual ao recorde vendido no trimestre anterior.
As margens da unidade subiram para fortes 16 por cento em relação aos 11 por cento do quarto trimestre.
A companhia, que também é a maior fabricante de chips de memória do mundo, informou que espera que o mercado mundial de celulares cresça 4 a 5 por cento no segundo trimestre em relação aos primeiros três meses do ano.
Reuters - 24/06/2008

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